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Gabarito do Calendário

número anterior 2008


Aprovar n.º 03

DESAFIO FÍSICO (p. 4)


01. D; Aulas 36 a 75
02. D;
03. C;
04. B;
05. D;
06. E; LEITURA OBRIGATÓRIA
EXERCÍCIO (p. 4) O humor do português,
01. C;
de João Batista Gomes
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 5)
01. A; 1. Classificação do livro
02. E; Crônicas – Do ponto de vista literário, O humor
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 6) do português é um livro de crônicas. São trinta
01. C; histórias humorísticas que exploram situações
02. B; comuns do dia-a-dia, explorando, por meio
03. E; delas, um certo viés gramatical.
EXERCÍCIO (p. 6) Mistura – O livro exibe uma estrutura inédita,
01. C; somente possível porque o autor é escritor e
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 7) professor: depois de cada crônica, vêm tópicos
01. B; gramaticais presentes no texto. Pode-se, então,
02. B; classificá-lo de crônicas didáticas.
03. B; 2. Definição de crônica
04. C;
05. B; Houaiss – De acordo com Houaiss, crônica é
06. A; “texto literário breve, em geral narrativo, de tra-
DESAFIO BIOLÓGICO (p. 8) ma quase sempre pouco definida e motivos, na
01. C; maior parte, extraídos do cotidiano imediato”.
02. D; 3. Crítica
03. D;
Consciência gramamtical – Na visão de Carlos
PERSCRUTANDO O TEXTO (p. 9 E 10) Jennings, coordenador didático do projeto Apro-
01. C; 02. E; 03. E; 04. E; 05. D; 06. A; var, o autor João Batista Gomes “dá lições de
07. B; 08. C; 09. E; 10. B; 11. B; 12. D;
Língua Portuguesa como contador de casos, colo-
13. A;
cando a arte do prosador acima dos rigores
DESAFIO GRAMATICAL (p. 10) técnicos do expediente. Em crônicas do cotidiano,
01. D; finge ser muitos para levar a um resultado pouco
02. B;
valorizado no mundo escolar: o desenvolvimento
03. E;
04. A; de uma consciência gramatical. Esconde o
professor em personagens da realidade na qual
DESAFIO QUÍMICO (p. 11) quem o lê se reconhece. Capturado pela trama
01. A;
assim urdida, o leitor (não há aluno nessa relação)
02. D;
03. C; é chamado para o sentido, apreendendo-o sem
04. E; utilizar-se da regra como pressuposto. Exatamente
05. C; aí está a vitória do contador de histórias.”
06. C;
4. Exemplo
07. B;
Sobressalente
DESAFIO QUÍMICO (p. 12) Fim de semana prolongado (e não “final de
01. B;
02. C; semana”) incita todos a uma aventura de auto-
03. E; móvel. Convém verificar (melhor qu checar) al-
04. D; guns itens de segurança, entre eles o pneu so-
05. A; bressalente (ou sobresselente?). Tudo bem. Não
06. B; atrase a viagem (assim mesmo, com “g”) com
07. E; consultas ao dicionário. Mas cuidado com a
08. E;
curiosidade das crianças. Elas se interessam
09. D;
demasiado por carros, e uma delas pode fazer
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 13) esta pergunta inesperada:
01. E; — Pai! Qual o correto? Pneu sobressalente
02. A;
ou sobresselente?
03. B;
E agora? A sogra fica esperando uma res-
DESAFIO GEOGRÁFICO (p. 14) posta errada para depreciá-lo. Não responder é
01. A; confessar-se ignorante. Perguntar à mulher é
02. A;
admitir-se inferior...
03. D;
04. D; — Você quis dizer “pneu de estrepe”, filho?
A sogra ri alto, expressando deboche. Não
LEITURA OBRIGATÓRIA (p. 15) bastasse o riso, ainda explica didática e ironica-
01. D;
mente:
02. 2, 3, 1, 4 e 5;
03. C; —Estrepe é o que você sempre representou
04. B; para minha filha, ou seja, dificuldade, embaraço,
espinho. Pneu acessório, destinado a substituir
outro, é “pneu sobressalente” (melhor que
sobresselente). Também se pode dizer “pneu
estepe”.
(O humor do português, pág. 15)

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