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Escrita de Sinais

Luciana Luna Cruz


A Faculdade Eficaz nasceu com o objetivo de promover a formação consciente
dos cidadãos de seus direitos e deveres sociais, primando pela cidadania e soli-
dariedade humana.
Nossa tarefa é trabalhar em nossos alunos habilidades e capacidades, para
que sejam cidadãos capazes de enfrentar as dificuldades cotidianas. Em nossos
cursos buscamos a excelência educacional, seja por sua preocupação perante o
avanço da ciência, da tecnologia, ou perante os anseios da sociedade moderna e
democrática.
A Faculdade Eficaz se propõe a ser uma mediadora na transmissão dos co-
nhecimentos já produzidos pela humanidade; ponte na articulação destes conhe-
cimentos com os novos, produzidos a partir das experiências vivenciadas pelos
discentes que é a construção do seu próprio saber e ainda: promover a integração
destes conhecimentos pela mobilização de competências já construídas, por sua
ampliação e pela construção de novas competências.
Portanto, entendemos que a nossa finalidade é formar profissionais com com-
petências e habilidades para atuar no contexto complexo e contraditório da eco-
nomia global, das políticas e das mudanças sociais, que afetam diretamente a vida
cotidiana, o trabalho e as formas de organização e qualificação profissional.
Ao ingressar na Faculdade Eficaz, os alunos terão a chance não apenas de
estudar uma nova profissão, ou aprimorá-la, mas também de ampliar sua visão de
mundo a partir do acesso à cultura e ao conhecimento. Isto, com certeza, tornando-
-os cidadãos mais ativos e mais plurais neste mundo globalizado em que vivemos,
assim como os torna mais bem preparados para o mercado de trabalho.
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UFPR;
UFSC;
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Rede de Educação;
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- Ministrante as diversas palestras;


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- Professora de curso avançado de Libras na base teórica.


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Universidade Estadual do Centro-Oeste, como professora visitante;

RESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO APRESENTAÇÃO - Professora de disciplina Escrita de Sinais pela Faculdade Eficaz; APRESENTAÇÃO APRESENTA
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Escrita de Sinais

Formação e Ação de Instrutores de Libras pela Universidade Federal do Paraná –


- Professora de disciplina Metodologia de Ensino de Libras em L1 no curso de
- Professora de disciplina Libras dos cursos de Licenciatura e Fonoaudiologia na
- Especialização em Educação Especial na área de Surdez pela Claretiano –
- Graduação em Letras\Libras pela Universidade Federal de Santa Catarina –
Luciana Luna Cruz

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UNIDADE 1 - A ESCRITA DE LÍNGUA DE SINAIS 9

INTRODUÇÃO À UNIDADE I .............................................................11

A TEORIA DE SIGNWRITING ............................................................12

A HISTÓRIA DE ESCRITA DE SINAIS NO BRASIL ..........................22

O DESENVOLVIMENTO E A NOTÍCIA DA ESCRITA DE SINAIS .....26

ALFABETO MANUAL/DATILOLOGIA DE ESCRITA DE SINAIS ......32

CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................33

UNIDADE 2 - ESTRUTURA BÁSICA DE ESCRITA DE SINAIS 35

INTRODUÇÃO À UNIDADE II ............................................................37

CONFIGURAÇÕES BÁSICAS DAS MÃOS .......................................38


ADICIONAR LINHAS PARA OS DEDOS.................................................. 39

ADICIONAR DEDOS AO PUNHO FECHADO ......................................... 40

SUMÁRIO
ADICIONAR DEDOS AO PUNHO ABERTO ............................................ 41

ORIENTAÇÕES DA PALMA ...............................................................41


PLANO DE PAREDE VISÃO DE FRENTE E VISÃO DE CIMA ................ 41

MÃOS - DORSO, PALMA E LATERAL - DIREITA E ESQUERDA........... 42

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO PAREDE.......................................... 43

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO PAREDE COM ADIÇÃO DE DEDOS 43

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO CHÃO - VISÃO DE CIMA ............... 46

Seis Símbolos de Contatos ..............................................................49


TOCAR ...................................................................................................... 50

ESCOVAR.................................................................................................. 50

ESFREGAR ............................................................................................... 51

BATER ....................................................................................................... 51

ENTRE ....................................................................................................... 52

PEGAR ...................................................................................................... 52
ESPAÇO DE SINALIZAÇÃO ..............................................................53

SUMÁRIO
MOVIMENTOS PARA CIMA E PARA BAIXO ....................................57

MOVIEMENTOS PARA FRENTE E PARA TRÁS ...............................58

MOVIMENTO DE DUAS MÃOS COMO UMA UNIDADE .................61

CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................63

UNIDADE 3 - ESTRUTURA INTERMEDIÁRIA DE ESCRITA DE SINAIS 65

INTRODUÇÃO À UNIDADE III ...........................................................67

DEZ GRUPOS DE MÃOS ...................................................................68

SEIS SÍMBOLOS DE DEDOS ............................................................109


ARTICULAÇÃO MÉDIA FECHA ............................................................... 111

ARTICULAÇÃO MÉDIA ABRE ................................................................. 111

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ABRE .......................................................... 112

ARTICULAÇÃO PROXIMAL FECHA ....................................................... 112

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ABRE-FECHA ............................................ 113

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ALTERNADA .............................................. 113

MOVIMENTO PARA O LADO ............................................................114

MOVIMENTOS RETOS PARA CIMA E PARA BAIXO .......................114

MOVIMENTOS RETOS PARA FRENTE E PARA TRÁS ....................115

MOVIMENTOS CURVOS PARA CIMA E PARA BAIXO ....................115

MOVIMENTOS CURVOS PARA FRENTE E PARA TRÁS .................116


MOVIMENTO CURVO PARA FRENTE POR TRÁS E PARA BAIXO POR

BAIXO........................................................................................................ 116

MOVIMENTO EIXO ............................................................................118

MOVIMENTO CIRCULAR ..................................................................119

CONSIDERAÇÕES FINAIS ................................................................121


UNIDADE 1

A Escrita de Língua de Sinais

Luciana Luna Cruz

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer a história de SignWriting;


• Entender a história de escrita de sinais do Brasil;
• Utilizar o site de signbank.org para escrever.

PLANO DE ESTUDO

A seguir, apresentamos os tópicos, que serão estudados nesta unidade:

• O que é SignWriting?;
• A teoria da fundadora Valerie Sutton;
• Quem trouxe a escrita de sinais em Brasil?;
• Como estudar no site signbank.org;
• Escrever a datilologia.
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

INTRODUÇÃO À UNIDADE I
Nesta unidade você vai saber sobre a teoria da SignWriting, de onde começou, quem é

a criadora e os fatos importantes.

A Escrita de Sinais é muito importante para nós da Comunidade Surda, porque é uma

forma própria de escrever a língua de sinais.

A Escrita de Sinais apresenta todas as possibilidades de registro de qualquer outra forma

escrita. Nós podemos escrever em sinais produções literárias, dramatizações, histórias

infantis, poesias, piadas e também registrar nossa própria história.

Ressalta-se que é escrever os sinais, não desenhar os sinais.

Vamos lá! Boa escrita e leitura!

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

A TEORIA DE SIGNWRITING

“A pessoa que fala Português, escreve em Português? A pessoa que fala Inglês escreve

em Inglês? E o surdo, em que língua escreve? By Marianne Rossi Stumpf”.

Nesta unidade você conhecerá a história da fundadora de SignWriting (escrita de sinais)

internacional, que se chama Valerie Sutton.

Valerie Sutton era uma dançarina estadunidense, dedicada à carreira artística. Nasceu em

Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos. Tornou-se conhecida pelo desenvolvimento de

sistemas de escritas que se popularizaram pela comunidade surda e acadêmica. O sis-

tema criado por ela se espalhou pelo mundo inteiro graças à tecnologia, assim, a nossa

língua de sinais pôde ser registrada num papel como a língua portuguesa e tantas outras.

(http://liliacamposmartins.blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Primeiramente, ela desenvolveu a DanceWriting, baseado nisso, 2 anos depois, resol-

veu criar o SignWriting. Foi, então, registrada na Dinamarca, a primeira página de uma

longa história: A criação de um sistema de escrita de sinais gestuais. Conforme os re-

gistros feitos pela dançarina no home Page do SignWriting. Em 1974, a Universidade de

Copenhague solicitou a ela que registrasse os gestos, gravados em vídeo. As primeiras

formas foram inspiradas no sistema escrito de danças.

12
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Embora não tenha sido o primeiro sistema de escrita para línguas gestuais, a SignWriting

foi a primeira, que conseguiu representar adequadamente as expressões faciais e as

nuances de postura dos gestos, ou a incluir informações como, por exemplo, se a frase

é longa ou curta. É o único sistema que é usado em base regularpara publicar informa-

ções universitárias em ASL (Língua de Sinais Americana), etc. (http://liliacamposmartins.

blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Em 1977, o Dr. Judy Shepard-Kegl organizou o primeiro workshop sobre SignWriting

para a Sociedade de Linguística de Nova Inglaterra, nos Estados Unidos. Nesse ano, o

primeiro grupo de surdos adultos a aprender o sistema foi um grupo do Teatro Nacional

de Surdos, em Connecticut. A primeira história escrita em SignWritinge publicada foi:

Goldilocks and the three bears. Em 1978, as primeiras aulas em vídeo foram editadas.

Em 1979, Valerie Sutton trabalhou com uma equipe do Instituto Técnico Nacional para

Surdos, em Rochester, prestando assistência na elaboração de uma série de panfletos,

chamados The Technical Signs Manual, nos quais usaram ilustrações em SignWriting.

(http://liliacamposmartins.blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Na década de 1980, Sutton apresentou um trabalho, no Simpósio Nacional em Pesquisa

e Ensino da Língua de Sinais, intitulado “Uma Forma de Analisar a ASL e Qualquer Outra

Língua Gestual Sem Passar Pela Tradução da Língua Falada”. Depois disso, SignWriting

começou a desenvolver-se cada vez mais. De um sistema escrito à mão, passou a um

13
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

sistema possível de ser escrito no computador.

Através do computador, o SignWriting começou a tornar-se muito mais popular nos

Estados Unidos. O sistema evoluiu muito ao longo dos anos. (http://liliacamposmartins.

blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Antigamente, os usuários da língua de sinais, no Brasil, não tinham como escrever na sua

própria língua. Isto quer dizer, que para escrever, usavam o português escrito, isto é, a

sua segunda língua. Nesta língua encontram muitas dificuldades de expressão. A produ-

ção escrita dos surdos é quase inexistente, limita-se a comunicações básicas efetuadas

com dificuldade. Na leitura, por norma, mesmo depois de muitos anos de escolaridade, a

compreensão é limitada. Com o SignWriting, existe a possibilidade de os Surdos escre-

verem no seu próprio idioma, sem ter de usar uma língua oral. (http://liliacamposmartins.

blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Figura 1: Valerie Sutton


Fonte: http://www.signwriting.org

14
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Como dissemos, anteriormente, o SignWriting foi criado em 1974. No inicio, Sutton criou

um sistema para escrever danças, para anotar os movimentos de dança, o que despertou

a curiosidade dos pesquisadores da língua de sinais dinamarquesa, que estavam procu-

rando uma forma de escrever os sinais. Foi registrada, em Dinamarca, a primeira página de

uma longa historia: a criação de um sistema de escrita de línguas de sinais. A década de

70 representou um período de transição de DanceWriting para SignWriting, isto é, da escrita

de danças para a escrita de sinais das línguas de sinais. Segue um exemplo de escrita de

dança.(desenho). (http://liliacamposmartins.blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html).

Figura 2: Dance Writting


Fonte: http://www.signwriting.org

15
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

O SignWriting (SW) significa Escrita de Língua de Sinais (ELS) no Brasil. É um sistema de

escrever a língua de sinais. A escrita contém configurações de mãos, os movimentos,

as expressões faciais e os pontos de articulações das línguas de sinais. São mais de 56

países que utilizam o sistema de SW. (http://liliacamposmartins.blogspot.com/2012/02/

valerie-sutton.html).

Figura 3: localização de uso


Fonte:http://www.signwriting.org/about/who/

16
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Os pontos, em vermelho, representam a localização no planeta dos países que aderiram

ao SignWriting (SW), a seguir apresentamos os nomes destes países tanto na Língua

Portuguesa quanto na escrita do sistema SW:

África do Sul Albânia Alemanha América Arábia

Argentina Austrália Bélgica Bolívia Brasil

17
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Canadá Chile Colômbia Dinamarca Eslováquia

Eslovênia Espanha Etiópia Filipinas Finlândia

18
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

França Grécia Holanda Honduras Hungria

Irlanda Do
Irlanda Norte Islândia Itália Japão

19
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Malásia Malta México Nepal Nicarágua

Noruega Nova Zelândia Paraguai Peru Polônia

20
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

República
Portugal Reino Unido Checa România Rússia

Suécia Suíça Tailândia Taiwan Uruguai

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Sinais Inter-
Venezuela Europa nacionais

A HISTÓRIA DE ESCRITA DE SINAIS NO BRASIL


Marianne Stumpf nasceu em Santiago do Chile durante a revolução da ditadura. Não

ouvia os barulhos tristes e era muito feliz. Morou em vários países seguindo o trabalho

do pai e a mãe era professora de Educação de Surdos. De 1996 a 2001, enquanto ain-

da cursava a graduação, foi auxiliar de pesquisa, na Pontifícia Universidade Católica de

Porto Alegre, do professor Dr. Antônio Carlos Rocha da Costa, para adaptar o sistema

para escrever línguas de sinais, denominado SignWriting, a escrita da Libras. Do trabalho

resultou a adaptação e construção de um manual que explica como escrever os sinais da

Libras, usando o sistema. Também foi bolsista e auxiliar de pesquisa da professora Dra.

Márcia Campos, que desenvolveu softwares de SignWriting, para utilizar no computador.

22
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Durante esse período também deu aulas em Escolas de Surdos, trabalhando de forma

experimental, com as crianças e jovens surdos, ensinando escrita da Libras, pelo sis-

tema SignWriting. Em 2001 iniciou o trabalho de doutorado na Universidade Federal de

Rio Grande do Sul - UFRGS, orientada pelo Dr. Antônio Carlos Rocha da Costa com

dedicação integral, projeto que incluiu uma proposta de pesquisa sobre a alfabetização

em Língua Brasileira de Sinais - Libras pelo sistema SignWriting e a participação, como

palestrante, em inúmeros cursos, seminários e encontros relacionados a ela. Em janeiro

de 2005, último ano de doutorado, foi convidada como especialista em SignWriting, para

ir à França trabalhar junto a um grupo de pesquisadores em educação de surdos e in-

formática da Universidade Paul Sabatier e do Institut de Recherches sur les Implications

de la langue des Signes - IRIS de Toulouse, que elaborou um projeto conjunto com lin-

guistas da Sorbonne em busca de uma escrita para a língua de sinais francesa com os

dois professores Patrice Dalle e Brigitte Garcia. Trabalhou na adaptação do SignWriting a

essa língua e na aquisição de sua escritacom crianças surdas e com seus professores

da escola “Centre de Ramonville” e colégio “André Malraux”. Em dezembro de 2005

defendeu a tese, que foi aprovada, recebendo no ano seguinte “Menção Honrosa” na

seleção de teses do Capes. No ano de 2007, assumiu o cargo de Professora Adjunta

da Universidade Federal de Santa Catarina em Florianópolis, como professora das três

disciplinas de Escrita de Sinais e Educação de Surdos e as Novas Tecnologias do Curso

de Letras/Libras a Distancia e Curso de Letras Libras Presencial. Em 2008 se credenciou

23
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

como professora de pós-graduação em linguística da UFSC. Tem pesquisa desenvolvi-

da com um projeto de pesquisa sobre “Análise de aspectos fonológicos, morfológicos,

sintáticos, semânticos e pragmáticos da escrita da língua brasileira de sinais pelo sistema

SignWriting” com o grupo de estudos sobre escrita de sinais com os alunos mestrandos,

doutorandos e graduandos, desenvolvimento do sistema SignWriting, Aquisição da es-

crita, tradução de português para escrita de sinais e vice-versa. Coordenou o grupo de

desenvolvimento de glossário de sinais acadêmicos online do curso letras libras (www.

glossário.libras.ufsc.br) para ampliar os léxicos de libras. Orienta os alunos mestrandos e

doutorandos surdos e ouvintes. Em 2013 a 2014 fez o pós-doutorado na Universidade

Católica Portuguesa em Lisboa, com os professores Alexandre Castro Caldas e Ana

Mineiro. O trabalho é SignWriting: analisando a leitura dos sujeitos surdos por meio da

ressonância magnética funcional. Trabalhou como voluntária na Federação Nacional de

Educação e Integração dos Surdos - FENEIS para conquistar as leis que defendem a

língua de sinais. Desde 2007 trabalha como coordenadora de grupo de experts de edu-

cação do World Federation of the Deaf (WFD). (http://www.signwriting.org/symposium/

archive/sws0005_Author_Bio_Marianne_Rossi_Stumpf_Portuguese.pdf).

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Figura 4: Marianne Stumpf


Fonte: https://bit.ly/2n48dJc

No Brasil, há boas perspectivas de dar continuidade a esse processo, uma vez que algu-

mas escolas começam a se interessar e buscar conhecer tal sistema. A Escola Especial

Concórdia de Porto Alegre e a Escola Hellen Keller de Caxias do Sul/RS já começaram a

aprender como escrever a LIBRAS. Esse é um passo que tende a ser trilhado por muitas

outras escolas.

O Instituto Nacional de Educação de Surdos no Rio de Janeiro e algumas escolas em São

Paulo começam a se interessar por SignWriting. Um movimento pioneiro e de suma im-

portância para tornar público este sistema no Brasil surgiu com a divulgação do Dicionário

enciclopédico ilustrado trilíngue da Língua de Sinais Brasileira, de autoria dos pesquisado-

res Fernando César Capovilla e Walkíria Duarte Raphael.

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

O DESENVOLVIMENTO E A NOTÍCIA DA ESCRITA DE


SINAIS
Nesta obra, além das explicações formais sobre o sistema Signwriting, pode-se encon-

trar, para cada termo em português, a grafia em escrita de sinais, o que possibilita a

reflexão e o exercício sobre esta escrita:

Figura 5: Dicionário de Capovilla


Fonte: https://bit.ly/2mYGx8o

26
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Figura 6: Imagem do dicionário


Fonte: https://bit.ly/2QmiNIR

No site signbank, você vai acessar para conhecer, aprender e ler. Nos exemplos seguin-

tes são para mostrar como procurar uma palavra de Libras em escrita. Dai você aproveite

a explorar o site á vontade.

27
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Nesse site vocês podem aces-

sar e conhecer muitas coisas.

Figura 7: Demonstrativo do site 1


Fonte: http://www.signbank.org/

Acessa o “SIGNPUDDLE”, es-

colhe o BRASIL.

Figura 8: Demonstrativo do site 2


Fonte: http://www.signbank.org/

28
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Figura 9: Demonstrativo do site 3


Fonte: http://www.signbank.org/

Feito isso, você pode assistir

em várias leituras ou procurar

as configurações de mãos, di-

cionário. Vou dar um exemplo:

Você aperta o DICIONÁRIO:

Figura 10: Demonstrativo do


site 4
Fonte: http://www.signbank.org/

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Daí você escreve uma palavra, como no exemplo da Figura 1.

Figura 11: Demonstrativo do site 5


Fonte: http://www.signbank.org/

Olhe o exemplo da palavra CHUVA:

Figura 12:
Demonstrativo do
site 6
Fonte: http://www.
signbank.org/
Use e aprenda com o site.

30
Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

Figura 13: O que é signwriting?


Fonte: http://www.signbank.org/

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

ALFABETO MANUAL/DATILOLOGIA DE ESCRITA DE SINAIS

Figura 14: datilologia


Fonte: https://bit.ly/2pn18Ec

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Unidade I - A Escrita de Língua de Sinais

CONSIDERAÇÕES FINAIS
A comunidade surda busca sua inclusão na sociedade; o principal entrave discutido na

atualidade é o reconhecimento de sua cultura própria, que engloba uma percepção única

do mundo que os cerca; para interagir entre si e com os demais sujeitos da sociedade,

foram sendo desenvolvidas formas de comunicação, iniciando com o oralismo estrito

– falível e ineficaz – e chegando à língua de sinais, atualmente no Brasil reconhecida

legalmente.

Estimular o conhecimento da Libras como segunda língua para o ouvinte e primeira lín-

gua para o Surdo, via sistema educacional em todos os níveis de ensino e modalidades,

sensibilizará a sociedade para uma relação igualitária entre todos e extinção da descrimi-

nação com o Surdo.

Ao mesmo tempo, estimular o desenvolvimento e o aprendizado da escrita de sinais

ampliará as formas de comunicação e expressão utilizadas pela comunidade surda, de-

vendo haver um esforço conjunto do sistema educacional brasileiro, juntamente com o

fomento e a aplicação de políticas públicas para que esse ideal não fique apenas num

plano demagógico. Para tanto, novos investimentos financeiros devem ocorrer para o

incentivo a projetos e pesquisas que continuem desenvolvendo a gramática da escrita de

sinais e meios digitais para facilitar sua grafia.

33
UNIDADE 2

Estrutura Básica de Escrita de


Sinais
Luciana Luna Cruz

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer a configuração básica de escrita de sinais;


• Entender e escrever a escrita de sinais;
• Utilizar o papel e lápis para escrever e ler.

PLANO DE ESTUDO

A seguir, apresentamos os tópicos, que serão estudados nesta unidade:

• Como escrever a língua de sinais;


• Como ler a língua de sinais em escrita;
• Desenvolver a prática de escrita de sinais.
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

INTRODUÇÃO À UNIDADE II
Nesta unidade você vai aprender a Escrita de Sinais Básica. A Escrita de Sinais é muito

importante para nós da Comunidade Surda, porque é uma forma própria de escrever a

língua de sinais.

A Escrita de Sinais apresenta todas as possibilidades de registro de qualquer outra forma

escrita. Nós podemos escrever em sinais produções literárias, dramatizações, histórias

infantis, poesias, piadas e também registrar nossa própria história.

Ressalta-se que é escrever os sinais, não desenhar os sinais.

Esse momento permitirá que você escreva e leia com a escrita de sinais.

Vamos lá! Boa escrita e leitura!

37
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

CONFIGURAÇÕES BÁSICAS DAS MÃOS


A escrita das línguas de sinais é composta por 3 configurações de mãos básicas quando

o punho da mão predominante se encontra fechado:

Figura 15: CM
Fonte: licoes-sw.pdf

38
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ADICIONAR LINHAS PARA OS DEDOS


Quando a palma da mão encontra-se aberta com os punhos fechados e um dedo esten-

dido, podemos formar mais 3 configurações básicas de mãos:

Figura 16: CM dedos


Fonte: licoes-sw.pdf

39
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ADICIONAR DEDOS AO PUNHO FECHADO


Quando o punho encontra-se fechado, os dedos devem encostar um no outro. Quando

há um dedo estendido, uma linha também é estendida a partir do círculo. O mesmo

acontece se dois dedos forem estendidos, mas neste caso duas linhas são estendidas a

partir de um quadrado. Veja o exemplo na Figura 17.

Figura 17: CM punho fechado


Fonte: licoes-sw.pdf

40
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ADICIONAR DEDOS AO PUNHO ABERTO


As pontas dos dedos tocam uma na outra, no punho aberto. Se um dedo estendeentão

uma linha é estendida a partir do círculo. Se dois dedos estendem entãoduas linhas são

estendidas a partir do círculo.

Figura 18: Punho aberto


Fonte: licoes-sw.pdf

ORIENTAÇÕES DA PALMA
PLANO DE PAREDE VISÃO DE FRENTE E VISÃO DE CIMA
O plano de parede é um plano imaginário a parede, ou seja, vertical. A visão é de frente quando

a mão dominante fica paralela à parede, isto é o que chamamos de visão de frente. Quando as

mãos ficam paralelas à parede elas não possuem espaço para articulações de dedos.

Figura 19: mão de plano parede


Fonte: licoes-sw.pdf

41
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

O plano do chão é um plano imaginário paralelo ao chão. Quando mão fica paralela ao

chão ela é vista de cima. Isso é chamado de Visão de Cima. Quando as mãos que

ficam paralelas ao chão elas possuem um espaço na articulação dos dedos.

Figura 20: mão de plano chão


Fonte: licoes-sw.pdf

MÃOS - DORSO, PALMA E LATERAL - DIREITA E ESQUERDA


A orientação das mãos na escrita dos sinais encontra-se assim organizadas: visão da

palma da mão, visão do dorso da mão, mãos na lateral direita e esquerda.

Figura 21: dorso,


palma e lateral
Fonte: licoes-
-sw.pdf

42
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO PAREDE


Quando o punho encontra-se fechado e a visão é da palma, o quadrado fica branco.

Figura 22: plano parede Figura 23: plano parede Figura 24: plano parede
palma para dentro é visto punho lateral é visto como dorso é visto como preto
como branco preto e branco Fonte: licoes-sw.pdf
Fonte: licoes-sw.pdf Fonte: licoes-sw.pdf

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO PAREDE COM ADIÇÃO DE DEDOS


A orientação segue os mesmos princípios quando o punho encontra-se fechado e sem

adição de dedos.

Figura 25: plano parede dedo indicador


Fonte: licoes-sw.pdf

43
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 26: plano parede dedos letra D


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 27: plano parede letra O


Fonte: licoes-sw.pdf

44
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 28: plano parede – palma dedos fechados


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 29: plano parede – palma dedos abertos


Fonte: licoes-sw.pdf

45
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ORIENTAÇÃO DA PALMA: PLANO CHÃO - VISÃO DE CIMA


Nos exemplos abaixo os punhos estão fechados, também possuem um espaço aberto,

isto significa que a visão é paralela ao chão.

Figura 30: plano chão visão cima – punho fechado


Fonte: licoes-sw.pdf

O espaço que se vê entre o punho e o dedo significa que a mão fica paralela ao chão.

No caso abaixo o punho encontra-se fechado com adição de dedos.

46
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 31: plano chão visão cima – dedo indicador


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 32: plano chão visão cima - letra D


Fonte: licoes-sw.pdf

47
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 33: plano chão visão cima – letra O


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 34: plano chão visão cima – palma fechada


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 35: plano chão visão cima – palma com dedos


Fonte: licoes-sw.pdf

48
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

SEIS SÍMBOLOS DE CONTATOS


Os símbolos de contato

• Contato de tocar

• Contato de escovar

• Contato de esfregar

• Contato de bater

• Contato de entre

• Contato de pegar

Figura 36: símbolos de dedo


Fonte: licoes-sw.pdf

49
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

TOCAR

Figura 37: tocar


Fonte: licoes-sw.pdf

ESCOVAR

Figura 38: escovar


Fonte: licoes-sw.pdf

50
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ESFREGAR

Figura 39: esfregar


Fonte: licoes-sw.pdf

BATER

Figura 40: bater


Fonte: licoes-sw.pdf

51
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ENTRE

Figura 41: entre


Fonte: licoes-sw.pdf

PEGAR

Figura 42: pegar


Fonte: licoes-sw.pdf

52
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

ESPAÇO DE SINALIZAÇÃO
Espaço de sinalização é a área na qual você se move enquanto sinaliza. É a distância em

que seu braço alcança à frente, acima e abaixo. Este espaço de sinalização desloca-se

com você onde você for.

Pense no seu espaço de sinalização como uma sala. Tem uma parede à frente eatrás,

um piso e um teto. É dividida em dois planos. Um plano é uma superfície imaginária que

limita seu espaço de sinalização.

Existem dois planos usados em SignWriting: o plano da parede (vertical) e o plano do

chão (horizontal). O plano parede é paralelo com as paredes da frente e detrás. O pla-

no chão é paralelo com o chão e com o teto. Todos os símbolos demovimento em

SignWriting referem-se a estes dois planos.

Figura 43: espaço de sinalização


Fonte: licoes-sw.pdf

53
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 44: espaço plano parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 45: espaço plano chão


Fonte: licoes-sw.pdf

54
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 46: espaço parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 47: espaço chão


Fonte: licoes-sw.pdf

55
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 48: parede com setas duplas


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 49: chão com setas simples


Fonte: licoes-sw.pdf

56
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

MOVIMENTOS PARA CIMA E PARA BAIXO


Quando o movimento é para cima ou para baixo e paralelo à parede são escritos com

setas duplas.

Figura 50: movimento parede


Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTO DE MÃO ESQUERDA

Figura 51: mão esquerda


Fonte: licoes-sw.pdf

57
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

MOVIMENTO DE MÃO ESQUERDA

Figura 52: mão direita


Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTOS PARA FRENTE E PARA TRÁS


Os movimentos para frente e para trás são planos paralelos ao plano chão e são escritos

com setas de hastes simples.

Figura 53: movimento parede


Fonte: licoes-sw.pdf

58
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 54: movimento para trás


Fonte: licoes-sw.pdf

Veja a diferença na orientação dos movimentos com suas respectivas setas:

Figura 55: orientação dos movimentos


Fonte: licoes-sw.pdf

59
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 56: setas duplas


Fonte: licoes-sw.pdf

60
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

MOVIMENTO DE DUAS MÃOS COMO UMA UNIDADE


Quando as mãos estão em contato e se movem na mesma direção, elas se movem

como uma unidade. O movimento é da mão direita e da mão esquerda unidas. É escrito

com uma seta neutra, que não é nem preta nem branca.

Figura 57: direção de mão


Fonte: licoes-sw.pdf

61
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

Figura 58: direção para cima


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 58: direção para cima


Fonte: licoes-sw.pdf

62
Unidade II - A Estrutura Básica de Escrita de Sinais

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta unidade você aprendeu a estrutura básica de escrita de sinais, desenvolver a escri-

ta, reconhecer as configurações de mãos, as posições e os movimentos gerais.

Agora você não quer mais parar de aprender, então aconselho a escrever sempre que

puder a escrita de sinais, você deve pensar o que vou escrever? Simples e fácil, você

aprendeu um sinal novo e escreva no papel utilizando a escrita de sinais, assim você já

pega o jeito de escrever sem dificuldade ou barreira.

Na próxima unidade a escrita de sinais será mais aprofundamento. Embora estudar e

escrever mais além ler.

63
UNIDADE 3

Estrutura Intermediária de
Escrita de Sinais
Luciana Luna Cruz

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Aprofundar a escrita de sinais;


• Conhecer e entender os grupos de cada mão;
• Escrever e ler os movimentos de todo sentido;
• Utilizar o papel e lápis para escrever e ler.

PLANO DE ESTUDO

A seguir, apresentamos os tópicos, que serão estudados nesta unidade:

•  Escrita de sinais intermediária;


•  Os movimentos;
•  Desenvolver e aprofundar a prática de escrita de sinais.
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

INTRODUÇÃO À UNIDADE III


Essa unidade você vai estudar a Escrita de Sinais Intermediária. Um pouco mais avan-

çada com as configurações de mãos, movimentos de dedos e movimentos em gerais.

Lembrando-se que é escrever os sinais, não desenhar os sinais.

A Escrita de Sinais é um método novo aqui no Brasil, acredito que a essa disciplina é

importante e vai expandir uns anos pra frente. Futuramente as crianças e adolescentes

surdos vão poder escrever os sinais sem barreiras nem dificuldade de escrever porque

a Língua Brasileira de Sinais tem sua própria gramática então para traduzir á língua portu-

guesa, é complicada para surdos, por causa das gramáticas diferentes.

Esse momento, você vai escrever e ler com a escrita de sinais.

Vamos lá! Boa escrita e leitura!

67
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

DEZ GRUPOS DE MÃOS


Existem dez grupos de símbolos para as mãos. As mãos são agrupadas de acordo com

quais dedos são usados.

Esses dez grupos são o começo da Sequência-de-Símbolos-SignWriting, que é a ordem

dos símbolos usada para procurar sinais em dicionários escritos em SignWriting. As con-

figurações de mão de todas as línguas de sinais estão incluídas.

Todos os dez grupos estão listados nas páginas seguintes.

Figura 60: grupo 1 a 5


Fonte:licoes-sw.pdf

Figura 61: grupo 6 a 10


Fonte: licoes-sw.pdf

68
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 1 - DEDO INDICADOR

Figura 62: grupo 1 – dedo indicador


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos:

Figura 63: Dedo indicador e flexionado


Fonte: licoes-sw.pdf

69
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 64: dedo curvado X e mão D


Fonte: licoes-sw.pdf

Dedo Indicador, seguir os exemplos de plano da parede e plano de chão:

Figura 65: Dedo indicador visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

70
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 66: Dedo indicador visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

Dedo Indicador, seguir os exemplos de plano da parede e plano de chão:

Figura 67: dedo flexionado visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

71
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 68: dedo flexionado visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

Dedo D, os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 69: dedo D visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

72
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 70: dedo D visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

73
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 2 - DEDO INDICADOR

Figura 71: grupo 2 – dedo 2


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos:

Figura 72: mão 2 e flexionado


Fonte: licoes-sw.pdf

74
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 73: mão U e curvado U


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 74: mão N e mão R


Fonte: licoes-sw.pdf

75
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 75: mão 2 visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 76: mão 2 visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

76
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 3 - POLEGAR, INDICADOR E DEDOS MÉDIOS

Figura 77: grupo 3 – polegar e dedos médios


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos seguintes:

Figura 78: mão 3 e flexionado 3


Fonte: licoes-sw.pdf

77
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 79: 3 dedos 0 e U com polegar


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 80: mão pato aberta, mão K e mão pato fechada


Fonte: licoes-sw.pdf

78
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão 3 – olhe os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 81: mão 3 visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 82: mão 3 visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

79
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 4 - QUATRO DEDOS

Figura 83: grupo 4 – quatro dedos


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos:

Figura 84: mão 4, mão B e mão E


Fonte: licoes-sw.pdf

80
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão 4, os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 85: mão 4 visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 86: mão 4 visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

81
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 5 - PARTE 1: MÃO PLANA

Figura 87: grupo 5 – mão plana parte 1


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos seguintes:

Figura 88: mão 5 e Curvados


Fonte: licoes-sw.pdf

82
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 89: curvados com polegar e mão 5 com polegar


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 90: mão esticada e mão esticada com polegar


Fonte: licoes-sw.pdf

83
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão 5, os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 91: mão 5 visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 92: mão 5 visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

84
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão Esticada, os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 93: mão esticada visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 94: mão esticada visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

85
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 5 - PARTE 2: CINCO DEDOS FLEXIONADOS ESTENDIDOS

Figura 95: grupo 5 – dedos flexionados


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos seguintes:

Figura 96: ângulo fechado e aberto


Fonte: licoes-sw.pdf

86
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 97: ângulo fechado afastado, ângulo com polegar e sem polegar
Fonte: licoes-sw.pdf

Ângulo fechado, os exemplos de plano da parede e plano do chão

Figura 98: ângulo fechado visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

87
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 99: ângulo fechado visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

88
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 5 - PARTE 3: A MÃO C

Figura 100: grupo 5 parte 3 – mão C


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos:

Figura 101: mão C e C afastado


Fonte: licoes-sw.pdf

89
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 102: mão C com polegar e mão O


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 103: O caracol e O curvado


Fonte: licoes-sw.pdf

90
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão C – os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 104: mão C visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 105: mão C visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

91
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão O – os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 106: mão O visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 107: mão O visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

92
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 6 - DEDO MÍNIMO

Figura 108: grupo 6 – dedo minimo


Fonte: licoes-sw.pdf

Veja os exemplos:

Figura 109: mão W, mão 3 e mão terça


Fonte: licoes-sw.pdf

93
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 110: mão 3 pra frente e mão I


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 111: mão Y e mão banheiro


Fonte: licoes-sw.pdf

94
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Mão W – olhe os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 112: mão W visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 113: mão W visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

95
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 7 - DEDO ANELAR

Figura 114: grupo 7 - dedo anelar


Fonte: licoes-sw.pdf

Veja os exemplos:

Figura 115: único exemplo


Fonte: licoes-sw.pdf

96
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Dedo Anelar, os exemplos de plano da parede:

Figura 116: dedo anelar visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

97
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 8 - DEDO MÉDIO

Figura 117: grupo 8 – dedo médio


Fonte: licoes-sw.pdf

A seguir, os exemplos:

Figura 118: mão só e mão doente


Fonte: licoes-sw.pdf

98
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 119: mão Jesus e mão profissão


Fonte: licoes-sw.pdf

Mão Só – veja os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 120: mão só visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

99
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 121: mão só visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

100
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 9 - PARTE 1:

Figura 122: grupo 9 parte 1


Fonte: licoes-sw.pdf

Veja os exemplos:

Figura 123: mão certo e mão carto aberta


Fonte: licoes-sw.pdf

101
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 124: mão certo reta, mão T e mão F


Fonte: licoes-sw.pdf

Mão Certo – veja os exemplos de plano da parede e plano do chão:

Figura 125: mão certo visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

102
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 126: mão certo visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

103
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 9 - PARTE 2:

Figura 127: grupo 9 parte 2


Fonte: licoes-sw.pdf

Os exemplos:

Figura 128: mão L, mão G e mão revolver


Fonte: licoes-sw.pdf

104
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 129: mão L com O, mão L com C e mão passarinho


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 130: mão passarinho fechada e mão 7


Fonte: licoes-sw.pdf

105
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 131: mão L visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

Mão L - olhe os exemplos:

Figura 132: mão L visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

106
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

GRUPO 10 - POLEGAR

Figura 133: grupo 10 - polegar


Fonte: licoes-sw.pdf

Olhe os exemplos:

Figura 134: mão onze, mão aperta e mão A


Fonte: licoes-sw.pdf

107
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 135: mão S e mão figa


Fonte: licoes-sw.pdf

Mão Onze - exemplos:

Figura 136: mão onze visão parede


Fonte: licoes-sw.pdf

108
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 137: mão onze visão chão


Fonte: licoes-sw.pdf

SEIS SÍMBOLOS DE DEDOS


• Articulação Média Fecha

• Articulação Média Abre

• Articulação Proximal Fecha

• Articulação Proximal Abre

• Articulações Proximais Abrem e Fecham Juntas

• Articulações Proximais Abrem e Fecham Alternativamente

109
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 138: símbolos de dedo


Fonte: licoes-sw.pdf

Para você entender melhor:

Figura 139: articulação média e proximal


Fonte: licoes-sw.pdf

110
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

ARTICULAÇÃO MÉDIA FECHA

Figura 140: articulação média fecha


Fonte: licoes-sw.pdf

ARTICULAÇÃO MÉDIA ABRE

Figura 141: articulação média abre


Fonte: licoes-sw.pdf

111
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ABRE

Figura 142: articulação proximal fecha


Fonte: licoes-sw.pdf

ARTICULAÇÃO PROXIMAL FECHA

Figura 143: articulação estende


Fonte: licoes-sw.pdf

112
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ABRE-FECHA

Figura 144: abre-fecha


Fonte: licoes-sw.pdf

ARTICULAÇÃO PROXIMAL ALTERNADA

Figura 145: alternada


Fonte: licoes-sw.pdf

113
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

MOVIMENTO PARA O LADO

Figura 146: movimento para o lado


Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTOS RETOS PARA CIMA E PARA BAIXO

Figura 147: movimento reto


Fonte: licoes-sw.pdf

114
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

MOVIMENTOS RETOS PARA FRENTE E PARA TRÁS

Figura 148: movimento reto para


frente
Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTOS CURVOS PARA CIMA E PARA BAIXO

Figura 149: movimentos curvos


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 150:
curvas para cima e para baixo
Fonte: licoes-sw.pdf

115
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

MOVIMENTOS CURVOS PARA FRENTE E PARA TRÁS

Figura 151: curvas por cima


Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTO CURVO PARA FRENTE POR TRÁS E PARA BAIXO


POR BAIXO

Figura 152: curvas por baixo


Fonte: licoes-sw.pdf

116
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 153: curvas para lado


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 154: curvas para lado 1


Fonte: licoes-sw.pdf

117
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

MOVIMENTO EIXO
Existem dois tipos de movimentos: Movimento de rotação do antebraço e movimento de

flexão do pulso. Olhe os exemplos:

Figura 155: movimento eixo


Fonte: licoes-sw.pdf

Figura 156: movimento eixo tremendo


Fonte: licoes-sw.pdf

118
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 157: movimento eixo punho para baixo


Fonte: licoes-sw.pdf

MOVIMENTO CIRCULAR

Figura 158: movimento circular


Fonte: licoes-sw.pdf

119
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

Figura 159: movimento circular 1


Fonte: licoes-sw.pdf

120
Unidade III - Estrutura Intermediária da Escrita de Sinais

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Nesta unidade você aprendeu a estrutura intermediária de escrita de sinais, mais confi-

gurações de mãos, movimentos de todo sentido e orientações das mãos. Então significa

que sabe tudo sobre escrita de sinais? Claro que não, tem muitos estudos a mais como

expressão facial, expressão corporal, pontos de interrogação, exclamação, ponto final,

vírgula, etc.

Que agora? Acabou a disciplina. Vou fechar a apostila e guardar no fundo da gaveta.

Nada disso, vamos lá continuar a escrever e ler a escrita de sinais com seus alunos,

amigos, colegas profissionais e Comunidade Surda.

Vamos lá continuar a usar a escrita de sinais em qualquer lugar no território brasileiro.

Vamos valorizar a nossa língua.

Conto com você, com carinho!

121
Referências
http://www.signwriting.org/symposium/archive/sws0005_Author_Bio_Marianne_Rossi_

Stumpf_Portuguese.pdf

http://www.signwriting.org/archive/docs5/sw0472-BR-Licoes-SignWriting.pdf

http://www.valeriesutton.org/

http://www.signbank.org/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Valerie_Sutton

http://liliacamposmartins.blogspot.com/2012/02/valerie-sutton.html

http://www.signwriting.org/archive/docs6/sw0569-BR-2008-Stumpf-ELSIII.pdf

http://educacaopublica.cederj.edu.br/revista/artigos/a-libras-e-a-escrita-de-sinais

https://pt.slideshare.net/SignWriting/signwriting-symposium-presentation-17-teachers-o-

f-the-deaf-center-educational-support-ipiau-reading-readiness-in-sign-writing-by-barreto-

-souza-nascimento-and-coelho

https://www5.usp.br/15125/pesquisa-do-ip-analisa-sistemas-de-aprendizado-de-lin-

guagem-para-surdos-e-deficientes-linguisticos/

http://portaldoprofessor.mec.gov.br/cultura.html?idEdicao=54&idCategoria=4

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