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CONCEITOS INICIAIS SOBRE EAD

PREZADO (A) CURSISTA!

Este material é um texto para complementar o conhecimento dos conteúdos da


Unidade1 de nosso curso. Aqui você vai encontrar os seguintes conteúdos sobre
Educação a Distância (EaD):

❖ CONCEITUAÇÃO
❖ HISTÓRIA E MODELOS EAD
❖ CARACTERÍSTICAS

OBJETIVOS

Ao final da leitura deste texto, esperamos que você tenha condições de:

✓ Construir um conjunto de informações básicas sobre EaD;


✓ Participar das atividades solicitadas no curso;
✓ Vincular tais informações ao trabalho pedagógico que desenvolve.
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Para iniciar nossa conversa, vamos partir de alguns questionamentos. Pense sobre
eles:

Há quanto tempo programas de Educação a Distância acontecem no Brasil?

Você acredita que a Educação a Distância pode ser uma alternativa para a
democratização do ensino em nosso país?

É possível afirmar que uma aula presencial sempre é melhor do que uma aula a
distância?

Será que o perfil do aluno a distância é bastante diferente do perfil do aluno


presencial?

E o do professor?

Qual será o público que melhor se adapta aos cursos à distância?


Tais questões são abordadas ao longo do curso, porém, é sempre importante
aprofundá-las por meio das discussões coletivas, das pesquisas solicitadas e das leituras
complementares sugeridas.

Bons Estudos!
CONCEITUAÇÃO

Para melhor compreendermos a conceituação relacionada à Educação a


distância, é importante conhecer as modalidades de ensino reconhecidas no sistema
educacional brasileiro.

Modalidades de ensino:

❖ PRESENCIAL: quando exige a presença do aluno em, pelo menos, 75% das aulas
e em todas as avaliações.
❖ SEMIPRESENCIAL: quando combina ensino presencial com outras atividades
realizadas a distância.
❖ A DISTÂNCIA: quando a relação professor x aluno não é presencial, e o processo
de ensino ocorre utilizando tecnologias de comunicação e informação. Nota-se
que as avaliações são sempre realizadas presencialmente.

PENSE A RESPEITO....

De fato, não existe uma única definição para EaD. Por sua normatização no país,
há diferentes percepções a serem consideradas. Observe os conceitos a seguir,
selecionados dentre a legislação federal:

CONCEITO A

Caracteriza-se a educação a distância como modalidade educacional na qual a


mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem ocorre com a
utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, com estudantes e
professores desenvolvendo atividades educativas em lugares ou tempos diversos.

Fonte: Decreto 5.622, de 19 de dezembro de 2005

CONCEITO B

Processo de ensino-aprendizagem organizado de forma que professores e


alunos, mesmo separados fisicamente, se comuniquem por meio de tecnologias de
informação e comunicação.

Esta separação pode aplicar-se a todo o processo de aprendizagem ou apenas a


certos estágios, devendo também envolver estudos presenciais. A educação a distância
implica em novos papéis para alunos e professores, novos atitudes e enfoques
metodológicos.

Fonte: Instrumento de Avaliação de Cursos de Graduação (IACG), aprovado em agosto de 2008.

Como se pode observar, o que permeia as diferentes definições – produzidas em


épocas distintas - é o vínculo que deve existir entre um processo de ensino planejado e
o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs).

Em sintonia com tais pressupostos, a UPF Online compreende a EaD como uma
modalidade de ensino mediada por diferentes tecnologias de informação e
comunicação, em que as atividades de ensino-aprendizagem são desenvolvidas, em sua
grande maioria, sem a presença física de alunos e professores no mesmo espaço e
tempo, privilegiando a interação e a cooperação entre os sujeitos envolvidos.
HISTÓRA E MODELOS DA EAD

A história do desenvolvimento da Educação a Distância nos possibilita


acompanhar a própria evolução da compreensão do ato de ensinar e aprender.

Em sintonia com os contextos e recursos disponíveis no período em que foram


propostos, diferenças significativas no planejamento e proposição de cursos a distância
podem ser percebidas com o passar dos anos. Acompanhe:

Na segunda geração, o modelo da aprendizagem em voga estava muito mais


centrado no ensino, uma vez que o estudante assumia sua aprendizagem sozinho,
através de metodologias de estudo dirigido. Por sua vez, o avanço da terceira geração
está na ênfase dada aos processos de interação (em detrimento às atividades isoladas),
a partir de um contínuo acompanhamento ao estudante, com elaboração das atividades
voltadas ao andamento da turma e ao contexto em que se insere.

Para saber mais: acompanhe a animação com a linha do tempo da EaD disponível
na Etapa I do curso. Sete fatores a serem considerados no ensino da EaD
http://goo.gl/wxOnYt

Para muitos autores, tais gerações estão refletidas nos modelos organizados a
partir da evolução da EaD. Tais modelos são também denominados etapas ou, como
prefere definir Palhares (2008), ondas. Segundo o autor, a idéia de “ondas” deve-se ao
fato de que não existe uma separação clara entre o início e o final de cada uma. Dentre
os modelos apresentados na literatura, destacam-se:

Modelo por correspondência: foi um dos precursores no ensino à distância e o


mais longo de todos, tendo sido utilizado até a década de 1990. Seu desaparecimento
deve-se muito à disseminação das redes de computadores que facilitaram a
comunicação, tornando-a, muitas vezes, instantânea. As características do modelo por
correspondência são: a) a utilização do material didático impresso; b) a tutoria realizada
por cartas e c) o uso do correio para remessa de lições, trabalhos, provas e até boletos
de pagamento.

Curiosidades (Palhares 2008): o corpo discente era representado em sua grande


maioria por homens cuja idade variava de 25 a 28 anos; 65% estavam empregados e
possuíam situação financeira estável.

Modelo por rádio: foi a primeira manifestação tecnológica a ser utilizada na EaD,
visando atingir grandes públicos. Possuía caráter instrucional. O foco principal estava na
reprodução da sala de aula através de programas educativos. Sua atratividade, segundo
Bianco (2008), está na oralidade de sua linguagem, estabelecendo uma relação intima
entre o locutor e o ouvinte. A autora ainda aponta características importantes do rádio
para a EaD que agregam vantagens e desvantagens em relação aos demais modelos: a)
instantâneo e simultâneo; b) unidirecionalidade da mensagem; c) recepção passageira
e condicionada a horários específicos; d) interação condicionada à utilização de outros
meios; e) ampla cobertura do sinal; f) baixo custo do aparelho; g) custo reduzido de
produção em relação a outros meios.

Curiosidades (Bianco 2008): muito utilizado para cursos regulares destinados à


alfabetização de adultos, educação supletiva e capacitação para o trabalho.

Modelo por computador sem rede: idealizado basicamente com o uso do CD-
ROM e sua capacidade de armazenar imagem, som, vídeo e texto. Foi uma alternativa
ao material impresso, agregando a vantagem de criar textos hipermidiais, facilitando a
navegação por meio de links. Conforme Valente (2008), mesmo com a disseminação de
soluções web para EaD, o CD- ROM tem ocupado uma significativa presença em soluções
para o ensino à distância, tendo o custo reduzido em comparação ao material impresso
e possibilitando a inclusão de animações. Todavia, o CD-ROM não permite a interação,
o que traz a ele desvantagens em relação aos ambientes virtuais de aprendizagem.
Curiosidades (Abraead 2008): apesar do CD-ROM possuir características que
ampliam suas vantagens em relação ao material impresso, o último ainda prevalece
como mídia utilizada nas instituições, atingindo 77,1% (contra 49,3% do CD-ROM).

Modelo por e-learning: A comunicação humana mediada pelo computador para


fins educativos levou a uma proliferação de tecnologias com o propósito de oferecer
ambientes educacionais on-line. O uso de e- mails, chats e as plataformas de
aprendizagem educacionais são crescentes no ensino superior. Desta forma, o ensino
on-line suscita o surgimento de técnicas diferentes, devido à introdução de novas
formas de noção de tempo e espaço, da mídia e da pedagogia apropriada aos ambientes
colaborativos online. Warschauer (1997) e Harasimet al (2005) em Teles (2008) afirmam
que salas de aula on-line têm um imenso potencial para modelos pedagógicos
colaborativos, demonstrando, dentre as características principais, três em especial:

a. comunicação de grupo a grupo;

b. independência de lugar e tempo;

c. interação mediada pelo computador, o que exige que os estudantes organizem


e compartilhem ideias através da palavra escrita.

Curiosidades (Abraead 2008): no anuário de 2008 percebeu-se que a utilização


do e-learning está ganhando mais espaço em relação ao material impresso, mas ainda
não conseguiu superá-lo.

Modelo por videoconferência: nascida como uma ferramenta para comunicação


empresarial e desenvolvida para possibilitar reuniões de negócios, nas últimas décadas,
a videoconferência passou a ser utilizada com um fim educativo. Isso se justifica por que
é a mídia que mais se aproxima do ensino presencial, pois permite que os participantes
situados em dois ou mais lugares geograficamente distantes possam realizar uma
reunião sincrônica com imagem e som. Um sistema digital de videoconferência consiste
numa videocâmara, um Codec (codificador/decodificador de sinais digitais), um monitor
de TV e uma unidade de áudio. A aula por videoconferência rompe com a passividade
costumeira frente ao aparelho de TV. Mas, para que funcione, o professor deve criar
dinâmicas que envolvam os alunos e os levem a interagir.
Curiosidades (Cruz 2008): a primeira transmissão interativa em duas vias (áudio
e vídeo) ocorreu em 1967 entre Nova York e Los Angeles, nos Estados Unidos. Hoje a
videoconferência é muito utilizada em reuniões de trabalhos entre sedes de grandes
empresas.

A partir das especificidades da EaD refletidas em seus modelos, vamos


aprofundar a temática com o estudo de suas características.
CARACTERÍSTICAS

Para refletir:

Em nosso contexto, por que incentivar cursos de EaD?

Em que medida a EaD favorece as políticas de acesso ao ensino no país?

Para o Professor Dr. Fredric M. Litto, presidente da ABED:

[...] a EaD representa a mais apropriada solução para aumentar


o acesso a estudos pós-secundários destinado a camadas da
nossa população que não tiveram essa oportunidade no
passado, ou por morarem longe dos centros urbanos (70% dos
municípios brasileiros não dispõem de qualquer instituição de
ensino superior), ou por não terem condições econômicas para
se dedicar aos estudos. A flexibilidade oferecida pela EAD é ideal
para pessoas que têm de trabalhar para seu próprio sustento,
que têm a motivação para progredir profissionalmente e a auto-
disciplina necessária para completar tarefas acadêmicas, mesmo
quando não há um docente a seu lado auxiliando-as. É difícil
imaginar uma preparação melhor para demandas profissionais
cada vez mais exigentes.

Fonte: Censo EaD 2016 http://abed.org.br/censoead2016/Censo_EAD


_2016_portugues.pdf

As políticas de EaD desenvolvidas por ações institucionais ou governamentais


consideram as seguintes necessidades sócio-econômica- culturais do país para
justificar a oferta de cursos à distância:

✓ oportunizar aos cidadãos o acesso ao aprendizado e treinamento;


✓ incentivar espaços de formação continuada;
✓ melhorar as possibilidades de capacitação do sistema educacional;
✓ nivelar desigualdades entre grupos etários;
✓ proporcionar treinamento de emergência para grupos-alvo importantes;
✓ aumentar as aptidões para a educação em novas áreas de conhecimento;
✓ oferecer uma combinação de educação com trabalho e vida familiar;
✓ agregar uma dimensão internacional à experiência educacional.

O texto a seguir apresenta dados estatísticos que ilustram o crescimento da EaD no


país:

Censo EaD 2016:

A investigação que a Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED)


promove anualmente a respeito das instituições que praticam ou de alguma forma
interagem com o ambiente da EaD provê esse mercado de informações que são
elementos para a análise e produção de vetores e o estabelecimento de políticas e
estratégias públicas e privadas.

O levantamento de 2016/2017 consultou 312 instituições de todo o país, entre


formadoras em vários níveis (cursos credenciados, livres não corporativos e livres
corporativos) e fornecedores de produtos e serviços para este ambiente.

A quantidade de alunos beneficiados pela EAD é imensa. O Censo EAD.BR 2016


contabilizou 561.667 alunos em cursos regulares totalmente a distância, 217.175 em
cursos regulamentados semipresenciais, 1.675.131 em cursos livres não corporativos e
1.280.914 em cursos livres corporativos. Os números são expressivos e revelam o
potencial da EAD para atender a demandas regulamentadas de educação e, mais ainda,
demandas de formação continuada.

Perfil do Aluno:

➢ Gênero:

Com relação aos cursos regulamentados totalmente a distância, observamos que


houve uma pequena maioria de público feminino. As mulheres se encontram em 54%
nas instituições educacionais com fins lucrativos e 55% nas entidades sem fins lucrativos.
Nas instituições públicas, a proporção do público feminino é ainda maior: 59% nas
instituições públicas federais, 64% nas estaduais e 66% nas municipais. Já entre as
instituições do SNA, nas ONGs e terceiro setor, e nos órgãos públicos ou governo, a
proporção do público masculino é maior: 55%, 65% e 70%, respectivamente. A
modalidade totalmente a distância, portanto, atende os públicos masculino e feminino
em proporções relativamente equivalentes, com uma leve tendência superior referente
ao público feminino. No entanto, dependendo da oferta de cursos e das instituições que
os oferecem, essa proporção se inverte.
A presença feminina se mantém levemente acima da média nos cursos
regulamentados semipresenciais das instituições educacionais privadas com e sem fins
lucrativos e públicas estaduais. Nas instituições públicas federais e do SNA, a presença
masculina é superior, com 58% e 60% de participação masculina, respectivamente. As
instituições públicas municipais e as ONGs não enviaram informações relativas ao
gênero dos alunos na modalidade citada.

➢ Idade:

A maior concentração de alunos em cursos a distância está entre 26 e 30 anos e


entre 31 e 40 anos. Observamos que 29% dos cursos regulamentados totalmente a
distância e 33% dos cursos semipresenciais têm média etária de alunos entre 26 e 30
anos; e que 37% dos cursos regulamentados totalmente a distância e 16% dos
semipresenciais têm uma média etária entre 31 e 40 anos. Essa alta incidência de alunos
após a idade típica da graduação é significativamente maior na educação a distância
(EAD) que nos cursos presenciais. Uma parcela de 20% dos cursos tradicionais cursos
que têm alunos na faixa entre 21 e 25 anos, e 20% na faixa entre 26 e 30 anos.

➢ Conciliação de estudo e trabalho:

O Censo EAD.BR 2016 revelou que a maioria dos alunos de todas as modalidades
de cursos estudam e trabalham, característica muito acentuada na EAD. Em 30% das
instituições, mais de 75% dos alunos de cursos regulamentados totalmente a distância
estudam e trabalham. Já nos cursos semipresenciais e presenciais, esse percentual é de
24%. Na faixa em que 51%-75% dos alunos estudam e trabalham, há 12% de instituições
que oferecem cursos regulamentados totalmente a distância, 10% que oferecem cursos
semipresenciais e 3% que oferecem presenciais.

Otimismo geral:

Apesar dos números revelarem os impactos de um momento econômico


turbulento, as matrículas cresceram e a rentabilidade se manteve estável, o que reflete
certo otimismo para a retomada do crescimento e dos investimentos em EAD. Das
instituições pesquisadas, 31% pretendem aumentar seus investimentos em cursos
regulamentados totalmente a distância em 2017. Essa porcentagem vem seguida das
instituições que pretendem aumentar as aplicações em cursos semipresenciais (23%) e
livres não corporativos (20%).
Evasão típica: o maior obstáculo:

As taxas de evasão foram reportadas principalmente na faixa de 11% a 25%. Nos


cursos regulamentados, o fator de evasão mais citado foi o de questões financeiras. Já
nos cursos livres, a falta de tempo foi a causa mencionada com maior frequência.

A vitória da internet e do Moodle:

O uso da tecnologia pelas instituições pesquisadas indica que já é passado a


disputa que chegou a ganhar corpo no ambiente da EAD entre os grandes modelos de
transmissão de informação (se os cursos deveriam ser aplicados por internet ou
satélite). Apenas 8,8% das instituições informaram que utilizam o satélite como forma
de distribuição de áudio e vídeo. Uma maioria de 62,4% delas utilizam streaming ao vivo
ou ondemand (internet) ou conexão ponto a ponto ou multiponto. O uso intensivo da
internet gera a necessidade de uma ambientação específica, o chamado Ambiente
Virtual de Aprendizagem (AVA), que é utilizado por 93% das instituições pesquisadas.
Reina no Brasil o AVA gratuito Moodle e suas adaptações, indicados como o tipo de AVA
mais utilizado pela maioria, e chega a 67,3% o grupo de instituições que utilizam AVAs
gratuitos e apenas 17,3% locam. Parece ser um uso compensador: apesar de
considerarem o preço de manutenção do AVA uma dificuldade ainda maior que a sua
aquisição (78% afirmam ter algum desconforto com o custo de manutenção), as
instituições indicam como benefícios o aumento da interação entre educador e
educando (benefício principal indicado por 23% das instituições) e a motivação e o
aumento do interesse pelo aluno (benefício indicado por 22%).

Dentre as características principais de cursos a distância, pode-se destacar:

✓ flexibilidade de tempo e local;

✓ aproximação com tecnologias de comunicação e interação;

✓ planejamento para a proposição, condução e realização dos cursos;

✓ contato com diferentes recursos pedagógicos e mídias;

✓ uso de materiais didáticos específicos;

✓ acompanhamento de equipe multidisciplinar;

✓ ênfase à formação qualitativa e auto-avaliação;

✓ desenvolvimento de auto-disciplina em relação ao estudo;

✓ incentivo à formação continuada.


É importante ressaltar que, na tentativa de sempre qualificar o processo de
ensinar e aprender a distância, estudos e pesquisas apontam, sistematicamente, para
novos conceitos, ideias posicionamentos e alternativas pedagógicas.

FINALIZANDO...

Desta forma, ao término da leitura deste texto, registre suas impressões sobre
EaD, ainda que iniciais, pautadas em proposições, dúvidas, questionamentos, bem como
desafios percebidos em relação a esta modalidade.

Moodle, para saber mais!

http://goo.gl/OhHKSc

http://goo.gl/TJtgkS

https://goo.gl/5eEc3S
REFERÊNCIAS

Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância (ABRA-EaD).


Coordenação: Fábio Sanchez. 4 ed. São Paulo: Instituto Monitor, 2008.

CENSO EAD.BR. Relatório analítico da aprendizagem a distância no Brasil 2016 [livro


eletrônico] /[organização] ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância;
Curitiba: InterSaberes, 2017.Disponível em:
<http://abed.org.br/censoead2016/Censo_EAD_2016_portugues.pdf> Acesso em 8
mar. 2018.

CRUZ, Dulce Márcia. Aprendizagem por videoconferência. In: LITTO, F. M. e FORMIGA,

M.M.M. (orgs). Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do
Brasil, 2009.

MAIA, Carmem e MATTAR, João. ABC da EaD. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2007.
TELES, Lucio. A aprendizagem por e-lerning. In: LITTO, F.M. e FORMIGA, M.M.M. (orgs).

Educação a distância: o estado da arte. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2009.

MOORE, Michael e KEARSLEY, Greg.Educação a distância: uma visão integrada. São


Paulo: Thomson Learning, 2007.

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