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TOYOTA

TOYOTA
MOTOR

MOTOR 1KZ-TE
1KZ-TE

SUPLEMENTO DO MANUAL DE REPARAÇÕES


SUPLEMENTO DO MANUAL DE REPARAÇÕES
Agosto, 2000

TOYOTA
SERVIÇO DE
SERVIÇO DE QUALIDADE
QUALIDADE

Agosto, 2000
No. RM790-E

DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA


TOYOTA DO BRASIL LTDA. Pub. No. RM790-E
PREFÁCIO

Este suplemento foi preparado para fornecer informações sobre os procedimentos gerais para reparos
dos motores 1KZ-TE montados nos veículos TOYOTA HILUX, SW4 e LAND CRUISER/LAND CRUISER
PRADO.

Modelos envolvidos: Série KZN165 (HILUX)


Série KZN185 (SW4)
Série KZJ90, KZJ95 (LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO)

Para especificações e procedimentos de reparos referentes a modelos não mencionados neste suplemento,
consulte os seguintes manuais.

Descrição do Manual Publicação Nº


• Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
• Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM710E
• Manual de Reparações do Motor 1KZ-T, 1KZ-TE RM522E

Todas os dados contidos neste manual estão baseados nas mais recentes informações sobre o produto, na
data da publicação. Entretanto, as especificações e procedimentos estão sujeitos a modificações sem notifica-
ção prévia.

TOYOTA DO BRASIL LTDA.

© 2000 TOYOTA DO BRASIL LTDA.


Todos os direitos reservados. Esta publicação não
poder ser reproduzida ou copiada, em todo ou
em parte sem a permissão escrita da Toyota do
Brasil Ltda.
Primeira impressão: 28-6-2000 01-000628-00
ATENÇÃO

Este manual não inclui todos os itens necessários sobre reparos e serviço e foi elaborado para uso de
pessoal dotado de técnicas especializadas e certificações. A execução das operações por pessoal não
especializado com base somente nas informações aqui contidas e sem a utilização de ferramentas ou
equipamentos adequados poderá resultar em ferimentos graves e danos aos veículos de clientes.

Para evitar operações de risco e danos aos veículos, observe as instruções abaixo.

• A leitura atenta deste manual é especialmente importante para a compreensão exata do contexto
descrito em PRECAUÇÕES, na seção “IN”.

• O método de serviço escrito neste manual é muito efetivo no desempenho dos reparos e serviço. Ao
executar as operações baseadas nestes procedimentos, use ferramentas especiais e recomendadas.
Na utilização de ferramentas e métodos operacionais não especificados ou recomendados, antes de
iniciar um procedimento, esteja atento à segurança dos mecânicos e à possibilidade de riscos pesso-
ais ou danos aos veículos.

• Ao utilizar peças de reposição, instale somente peças de mesmo número ou equivalentes. Não instale
peças de qualidade inferior.

• É importante notar que este manual contém diversos itens “Atenção” e “Notas” que devem ser obser-
vados visando a redução do risco de ferimentos pessoais durante o serviço e reparos, caso contrário
a possibilidade de operações incorretas poderá danificar ou tornar inseguro o veículo. Também é
importante compreender que nunca é demais alertar todas as conseqüências de riscos que podem
resultar da não observância das recomendações.
INTRODUÇÃO IN
PREPARAÇÃO PP
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO ES
DIAGNÓSTICO DT
PARTE MECÂNICA DO MOTOR MO
TURBOCOMPRESSOR TC
CONTROLE DE EMISSÕES CE
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL CD
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL CO
SISTEMA DE ARREFECIMENTO SA
LUBRIFICAÇÃO LU
SISTEMA DE PARTIDA SP
ÍNDICE ALFABÉTICO IA
INTRODUÇÃO

COMO UTILIZAR ESTE MANUAL ............................. IN-1


INFORMAÇÕES GERAIS .......................................... IN-1 IN
INFORMAÇÕES SOBRE IDENTIFICAÇÃO ............... IN-3
NÚMERO DE SÉRIE DO VEÍCULO .......................... IN-3
PP
INSTRUÇÕES GERAIS PARA REPARAÇÕES .......... IN-4 ES
INFORMAÇÕES GERAIS .......................................... IN-4
PARA TODOS OS VEÍCULOS .................................... IN-8
DT
PRECAUÇÕES .......................................................... IN-8 EM
COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS
CONTROLADOS POR ECU ....................................... IN-9 TM
INFORMAÇÕES GERAIS .......................................... IN-9
COMO EXECUTAR OS PROCEDIMENTOS
TM
DE DIAGNÓSTICO .................................................. IN-10 TA
COMO UTIIZAR A TABELA DE DIAGNÕSTICO
E OS PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO .............. IN-20 AR
TERMOS .................................................................. IN-25
ABREVIAÇÕES USADAS NESTE MANUAL ........... IN-25
SE
SF
DI
AB
EL
CA
AC
IA
IN
INTRODUÇÃO – COMO UTILIZAR ESTE MANUAL IN-1

COMO UTILIZAR ESTE MANUAL


INFORMAÇÕES GERAIS
1. ÍNDICE
A primeira página de todos os grupos apresenta um índice dos itens de reparações. Para facilitar a utilização
das informações contidas no manual, os títulos dos grupos e a identificação principal estão impressos na parte
superior de todas as páginas. IN
2. PRECAUÇÕES
No início de todos os grupos, são apresentadas as precauções referentes a todas as operações de reparações
daquele grupo. Leia estas precauções antes de iniciar qualquer serviço.
Leia estas precauções antes de iniciar qualquer serviço.
3. IDENTIFICAÇÃO DE FALHAS
As tabelas para identificação de falhas estão incluídas nas seções referentes a cada sistema, para auxiliar
no diagnóstico e identificação de falhas. Os fundamentos para execução do diagnóstico estão descritos na
página IN-9.
Leia estas informações antes de executar o diagnóstico.
4. PREPARAÇÃO
Sob o título “Preparação” estão listadas as SST (Ferramentas Especiais para Serviços), ferramentas recomen-
dadas, equipamentos, lubrificantes e SSM (Materiais Especiais para Serviços) que deverão ser preparados
antes do início das operações, bem como as explicações sobre objetivos das operações.
5. PROCEDIMENTOS DE REPAROS
A maior parte das operações de reparações é iniciada com uma ilustração geral. A ilustração identifica os
componentes e mostra como as peças são montadas.
Por exemplo:

Rotor Movido

‹ Vedador de Óleo Dianteiro


da Árvore de Manivelas

Válvula de Alívio

Mola

‹ Junta
Bujão

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
IN-2 INTRODUÇÃO – COMO UTILIZAR ESTE MANUAL

Os procedimentos são apresentados em formato passo-a-passo:


• A ilustração mostra o quê fazer e onde fazê-lo.
• O título da operação mostra o quê fazer.
• O texto explicativo mostra como executar a operação e apresenta outras informações tais como adver-
tências e especificações.
Exemplo:
IN
Título da operação: o que fazer
21. VERIFICAR O CURSO DO ÊMBOLO DO FREIO DA
SOBREMARCHA
(a) Instale a SST e relógio comparador no êmbolo do freio da
sobremarcha, conforme indicado na ilustração.
SST 09350-30020 (09350-06120)
Ilustração:
o que fazer e onde fazê-lo Número do conjunto Número do componente
Texto explicativo: Como executar a operação
(b) Aplicando e liberando ar comprimido (392-785 kPa, 4-8kgf/
cm2 ou 57-114 psi), meça o curso conforme indicado na ilus-
tração.
Curso do êmbolo: 1,40 - 1,70 mm (0,0551 - 0,0669 pol.)
Especificação

Esta apresentação proporciona ao mecânico, o acesso rápido às informações necessárias. O título da opera-
ção apresentado em caixa alta pode ser lido facilmente e o texto explicativo apresenta as informações detalha-
das. As especificações e advertências importantes sempre aparecem em negrito.
6. REFERÊNCIAS
O manual apresenta apenas as referências indispensáveis. Quando necessárias as referências são seguidas
da referência à página correspondente para consulta.
7. ESPECIFICAÇÕES
As especificações são apresentadas em negrito. Nunca será necessário sair do procedimento para procurar
especificações. Para facilidade as especificações também estão apresentadas ao final de todas as seções.
8. ATENÇÃO, NOTAS, RECOMENDAÇÕES:
• ATENÇÃO em negrito indica a possibilidade de ferimentos pessoais.
• NOTAS em negrito indica a possibilidade de danos aos componentes sendo reparados.
• RECOMENDAÇÕES são informações separadas do texto, mas não aparecem em negrito. Sob esse título
estão apresentadas as informações adicionais para a execução eficiente dos reparos.
9. UNIDADE SI
As UNIDADES apresentadas neste manual são expressas conforme o SI (Sistema Internacional de Unidades),
e transformadas em sistema métrico e sistema inglês.
Exemplo:
Torque especificado: 30 N.m (310 kgf.cm, 22 lbf.pé)
INTRODUÇÃO – INFORMAÇÕES SOBRE IDENTIFICAÇÃO IN-3

INFORMAÇÕES SOBRE
IDENTIFICAÇÃO
NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR
O número de série do motor está gravado no bloco do motor,
conforme ilustrado.
IN
IN-4 INTRODUÇÃO – INSTRUÇÕES PARA REPARAÇÕES

INSTRUÇÕES PARA REPARAÇÕES


INFORMAÇÕES GERAIS
RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA REPAROS
(a) Use protetor de pára-choques, assentos e tapetes, para
manter o veículo limpo e evitar danos.
IN (b) Durante as operações de desmontagem, mantenha as pe-
ças na ordem correta para facilitar a montagem.

(c) Observe os itens abaixo:


(1) Antes de executar operações elétricas, desconecte o
cabo negativo do terminal da bateria.
(2) Se for necessário desconectar a bateria para algum
reparo ou inspeção, sempre desconecte o cabo do ter-
minal negativo (-) que é conectado à massa da
carroçaria do veículo.
(3) A fim de evitar danos ao terminal da bateria, solte a
porca do terminal e puxe o cabo para cima sem forçar
ou torcê-lo.
(4) Limpe os terminais e cabos da bateria, usando estopa.
Não esfregue com lixa ou qualquer outro produto
abrasivo.
(5) Instale o terminal à bateria, com a porca solta, e aper-
te-a após a instalação. Não use martelo para instalar o
cabo nos terminais.
(6) Certifique-se de instalar a capa do terminal positivo
(+).
(d) Inspecione as conexões de mangueiras e conexões elétricas,
para certificar-se de que as mesmas estejam firmes e bem
instaladas.
(e) Peças não reutilizáveis.
(1) Sempre substitua as coupilhas, as juntas, os anéis “O”
de vedação e os vedadores de óleo, e instale peças
novas.
(2) As peças não reutilizáveis são identificadas nas ilus-
trações, através do símbolo “‹”.

(f) Peças pré-revestidas.


Peças pré-revestidas são parafusos e porcas que recebem
camada de composto de vedação e travamento aplicada
pelo fabricante.
(1) Sempre que alguma peça pré-revestida for reapertada,
solta ou movimentada de alguma forma, a mesma de-
verá receber nova camada do composto de vedação,
conforme especificado.
(2) Ao reutilizar partes pré-revestidas, remova os vestígios
de composto de vedação, seque usando ar comprimido
Composto de vedação
para roscas e aplique nova camada do composto de vedação e
travamento especificado ao parafuso, porca ou roscas.
INTRODUÇÃO – INSTRUÇÕES PARA REPARAÇÕES IN-5

(3) As peças pré-revestidas são identificadas nas ilustra-


ções, através do símbolo “+”.
(g) Quando necessário aplique composto de vedação e
travamento às juntas para evitar vazamentos.
(h) Observe cuidadosamente todas as especificações de torque
de parafusos. Sempre use torquímetro.
(i) Dependendo do tipo de operação de reparações, pode ser
necessário utilizar ferramentas especiais (SST) ou materi-
IN
ais especiais para serviços (SSM). Certifique-se de usar SST
ou SSM conforme especificado, e observar os procedimen-
tos corretos. A seção “Apresentação” no início de todas as
seções apresenta uma lista de ferramentas (SST) e materi-
ais (SSM) utilizados nas reparações.

Fusível de Média e Alta Corrente (j) Ao substituir fusíveis, certifique-se de que o fusível novo
Mesma Amperagem seja de amperagem correta. Não use fusível de amperagem
superior ou inferior à recomendada.

Ilustração Símbolo Nome da peça Abreviação

FUSÍVEL FUSE

FUSÍVEL DE MÉDIA
M-FUSE
CORRENTE

FUSÍVEL DE ALTA
H-FUSE
CORRENTE

CABO FUSÍVEL FL

DISJUNTOR DE
CB
CIRCUITO
IN-6 INTRODUÇÃO – INSTRUÇÕES PARA REPARAÇÕES

(k) Seja cuidadoso ao levantar e apoiar o veículo. Certifique-se


de utilizar os pontos de suporte especificados (Consulte o
Manual de Reparações para Chassis e Carroçaria específi-
co para cada veículo para a localização dos pontos de le-
vantamento e sustentação).
• Libere o freio de estacionamento com o veículo em
superfície nivelada e posicione a transmissão em
IN Neutral (ou N).
• No levantamento pelas rodas dianteiras, calce as ro-
das traseiras.
• Nos levantamento pelas rodas traseiras, calce as ro-
das dianteiras.
• Para levantar o veículo pelas rodas dianteiras ou tra-
seiras instale racks rígidos e batentes na frente e atrás
das rodas que permanecerem no piso.
• Após o levantamento apoie o veículo em racks rígidos.
É muito perigoso EXECUTAR OPERAÇÕES num veí-
culo apoiado apenas pelo macaco, mesmo que seja
pequeno reparo de execução rápida.
(l) A fim de evitar danos às peças, observe as seguintes pre-
cauções:
(1) Não abra a tampa ou a carcaça da ECU a menos que
seja absolutamente indispensável. (Se os terminais IC
forem tocados, o IC poderá ser destruído pela
eletricidade estática).

(2) Ao desconectar mangueiras de vácuo, puxe-as pela


ERRADO CORRETO extremidade, nunca pela parte central.

(3) Ao desconectar conectores elétrico s, puxe o conector,


ERRADO CORRETO nunca os cabos.
(4) Seja cuidadoso para não deixar cair componentes
elétrico s, tais como sensores ou relés. Se houver que-
da estes componentes deverão ser substituídos, e
nunca reutilizados.
(5) Ao utilizar vapor na limpeza do motor proteja o distri-
buidor, o filtro de ar e VCV do contato com a água.
(6) Jamais use apertadeiras de impacto para remover ou
instalar comutadores ou sensores de temperatura.
INTRODUÇÃO – INSTRUÇÕES PARA REPARAÇÕES IN-7

(7) Ao inspecionar a continuidade de um conector elétrico,


encaixe o terminal da sonda (lâmpada) de teste cuida-
dosamente para não deformar os terminais do
conector.
(8) Ao utilizar vacuômetro, jamais force a mangueira con-
tra um conector de diâmetro muito maior. Use um
adaptador intermediário. A mangueira deformada po-
derá originar vazamentos. IN

(m) Identifique as mangueiras antes de desconectá-las.


Exemplo
(1) Ao desconectar as mangueiras de vácuo, use etique-
VTV para TP tas para ilustrar como elas deverão ser reconectadas.
lado branco
(2) Após completar uma tarefa, verifique novamente se as
mangueiras estão devidamente conectadas. Um selo
com o esquema encontra-se sob o capuz do motor.
(n) Exceto quando especificado em contrário, todas as medi-
VTV para TP ções de resistência devem ser feitas à temperatura ambien-
lado preto
te de 20°C (68°F). Uma vez que a resistência poderá estar
fora das especificações se for medida em temperaturas al-
tas imediatamente após o desligamento do motor, as medi-
ções deverão ser feitas quando o motor estiver frio.
IN-8 INTRODUÇÃO – PARA TODOS OS VEÍCULOS

PARA TODOS OS VEÍCULOS


PRECAUÇÕES
1. PARA VEÍCULOS EQUIPADOS COM CONVERSOR CATALÍTICO
ATENÇÃO:
Se grandes quantidades de gasolina não queimada passarem para o interior do conversor, poderá
IN haver superaquecimento do mesmo, com riscos de incêndio. Evite esta condição, observando as pre-
cauções abaixo e explique-as ao cliente.
(a) Use apenas gasolina sem chumbo.
(b) Evite uso de marcha-lenta durante períodos prolongados. Evite deixar o motor funcionando em marcha-
lenta durante mais de 20 minutos.
(c) Evite teste de centelhamento.
(1) Execute teste de ponte de centelhamento somente quando absolutamente necessário. Execute o
teste o mais rapidamente possível.
(2) Jamais acelere o motor durante o teste.
(d) Evite medições prolongadas de compressão do motor.
Os testes de compressão do motor deverão ser executados o mais rapidamente possível.
(e) Não acione o motor quando o tanque de combustível estiver quase vazio. O motor poder falhar e gerar
carga extra no conversor.
(f) Evite as desacelerações com a chave de ignição desligada e com frenagens prolongadas.
(g) Não inutilize resíduos do catalisador junto com peças contaminadas com gasolina ou óleo.
2. SE O VEÍCULO FOR EQUIPADO COM SISTEMA MÓVEL DE COMUNICAÇÃO
Para veículos equipados com sistemas móveis de comunicação, tais como rádio transmissores/receptores, e
telefones celulares, observe as seguintes precauções:
(1) Instale a antena o mais distante possível da ECU e sensores dos sistemas eletrônicos do veículo.
(2) Instale o dispositivo de alimentação da antena a pelo menos 20 cm (7,87 pol.) da ECU e sensores
dos dispositivos eletrônicos do veículo. Para detalhes sobre localização da ECU e sensores, consul-
te a seção correspondente ao componente em questão.
(3) Não instale o dispositivo de alimentação da antena junto com outras fiações elétricas. Sempre que
possível evite também a instalação do dispositivo de alimentação da antena em paralelo com outros
chicotes elétricos.
(4) Verifique se a antena e dispositivo de alimentação estão corretamente ajustados.
(5) Não instale sistema móvel de comunicação de alta potência.
3. USO DE INTELLIGENT TESTER
ATENÇÃO:
Observe as normas de segurança abaixo:
• Antes de usar o Intelligent Tester, leia atentamente o manual do operador.
• Verifique se todos os cabos do Intelligent Tester estão devidamente conectados ao veículo (por
exemplo, mantenha os cabos distantes dos pés, pedais, volante da direção e alavanca de mudan-
ças).
• Para o teste de estrada durante o uso do Intelligent Tester são necessários dois operadores, um
para dirigir o veículo e outro para operar o Intelligent Tester.
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-9

COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU


INFORMAÇÕES GERAIS
Os veículos HILUX, SW4 e LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO estão equipados com muitos sistemas
controlados por ECU. De maneira geral, um sistema controlado por ECU‚ considerado muito complexo, reque-
rendo alto nível de conhecimento técnico e experiência durante o diagnóstico. Entretanto, se a inspeção dos
circuitos for executada individualmente, o diagnóstico deixar de ser complexo. O conhecimento adequado do o IN
sistema e conhecimentos básicos de eletricidade, possibilitarão o diagnóstico exato e os reparos necessários,
com identificação e solução dos problemas. Além de enfatizar este ponto de vista, de modo a ajudar os mecâ-
nicos no desempenho correto e efetivo de diagnósticos, este manual apresenta os sistemas controlados por
ECU abaixo listados:
O procedimento para diagnóstico, bem como as instruções sobre o uso do mesmo estão descritos nas páginas
que seguem.

Sistema Página
Motor DT-1

USANDO O INTELLIGENT TESTER


• Antes de utilizar o dispositivo de teste, leia atentamente o respectivo manual do operador.
• Se não for possível a comunicação entre o dispositivo de teste e os sistemas controlados por ECU, após a
conexão do cabo do dispositivo de teste ao DLC3, chave de ignição ligada e acionamento do dispositivo,
haverá algum problema no lado do veículo ou do dispositivo de teste.
(1) Se houver comunicação normal quando o dispositivo de teste for conectado a outro veículo, verifique a
linha de conexão de dados de diagnóstico (Bus⊕line) ou circuito de alimentação da ECU no veículo.
(2) Se a falta de comunicação persistir quando o dispositivo de teste for conectado a outro veículo,
provavelmente a falha estará no próprio dispositivo de teste, portanto, execute o Auto-teste descrito
no Manual do Operador do Dispositivo de Teste.
IN-10 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

COMO EXECUTAR O DIAGNÓSTICO


Os diagnósticos devem ser executados, conforme os procedimentos da próxima página. Nesta página apresen-
tamos somente o procedimento básico. Os detalhes estão na próxima seção, mostrando os métodos mais
efetivos para cada circuito. Antes de iniciar o diagnóstico de um determinado circuito, confirme os procedimen-
tos específicos para o circuito.

IN
Veículo Conduzido á Oficina

1
Pergunte ao cliente as condições e o ambiente em que a falha
1 Análise da Reclamação ocorreu.
do Cliente

2 Confirmação da Falha e 3
Inspeção do Código de Simulação do Sintoma
Diagnóstico de Falhas
2, 3
Confirme os sintomas e as condições da falha, e verifique os
códigos de diagnóstico.
(Quando os sintomas não aparecem durante a confirmação, uti-
lize o método da simulação, descrito adiante.)

4 Tabela de Códigos
de Diagnóstico

5 Tabela Padrão de Sin-


tomas de Problemas

4, 5, 6
Inspecione os resultados obtidos na etapa 2, a seguir confirme o
procedimento de inspeção para o sistema ou a peça a serem
inspecionados usando a tabela de códigos ou tabela padrão de
6 Inspeção do Circuito sintomas de problemas.
ou Inspeção de Peças

7
Inspecione e repare o sistema ou peça afetados, observando as
7
Reparo instruções da etapa 6.

8 8
Teste de Confirmação
Após completar os testes, confirme se a falha foi eliminada (Se a
falha não se repetiu, execute o teste de confirmação, conforme
as condições e ambiente iniciais.)
Fim
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-11

1. ANÁLISE DE RECLAMAÇÕES DO CLIENTE


No diagnóstico, os sintomas de reclamações devem ser confirmados com exatidão, e todas as dúvidas devem
ser esclarecidas, para se chegar ao julgamento correto. Para a determinação exata dos sintomas da falha, é
muito importante fazer ao cliente, perguntas sobre a falha e as condições em que a mesma ocorreu.
Pontos Importantes na Análise de Falhas:
Os cinco itens abaixo são pontos importantes na análise de falhas. As falhas anteriores que podem ser
irrelevantes, e a seqüência dos reparos em alguns casos podem ajudar, portanto deve-se obter o máximo de
informações e relacionar as mesmas com a falha. Na seção de diagnóstico apresentamos para cada sistema,
IN
uma tabela de análise de reclamações de clientes.

Pontos Importantes na Análise das Reclamações de Clientes


• O Quê ________ Modelo do veículo, designação do sistema
• Quando _______ Data, horário, freqüência da ocorrência
• Onde _________ Condições da pista
• Em que condições?_________ Veículo em movimento, condições de dirigibilidade, condições
atmosféricas
• Como aconteceu? __________ Sintomas da falha

(Amostra) Folha de inspeção do controle do motor.

FOLHA DE INSPEÇÃO DE ANÁLISE DE RECLAMAÇÃO DE CLIENTE


Folha de Inspeção de Sistema Nome do
CONTROLE DO MOTOR Inspetor

Modelo e
Nome do Cliente
ano Modelo
Nome do Motorista Número
do Chassi
Data da Entrada
Modelo do Motor
do Veículo
Placa de Licença km/
Quilometragem milhas
do Veículo
† Motor não
† Motor não gira para a partida † Sem combustão inicial † Sem combustão total
tem partida
Sintomas dos Problemas

† Partida † Motor gira lentamente para a partida


Difícil † Outros _____________________________________________________________________
† Marcha- † Marcha-lenta inicial incorreta † RPM anormal na marcha-lenta † Alta ( rpm)
lenta fraca † Baixo ( rpm) † Marcha-lenta difícil † Outros ____________________________
† Má Dirigi- † Hesita † Retroignição † Combustão retardada † Oscila
bilidade † Detonação † Outros ______________________________________________________
† Logo após a partida † Após pressionar o pedal do acelerador
† Motor
† Após a liberação do pedal do acelerador † Durante o funcionamento do A/C
Morre
† Nas mudanças entre N e D † Outros __________________________________________

† Outros
IN-12 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

2. CONFIRMAÇÃO DO SINTOMA E LEITURA DOS CÓDIGOS DE DIAGNÓSTICO


O sistema de diagnóstico usado nos modelos HILUX, SW4 e LAND CRUISER/LAND CRUISER PRADO inclui
várias funções. A primeira é a Leitura dos Códigos de Diagnóstico, em que todo maufuncionamento nos circui-
tos ECU é gravado na memória da ECU em forma de código, (durante a ocorrência), de modo a servir de
informação para o mecânico, no diagnóstico. Outra função é a Inspeção dos Sinais de Entradas, que verifica a
exatidão com que as informações dos vários interruptores são enviadas à ECU.
Através destas funções, simplificam-se as áreas de falhas, e o diagnóstico pode ser executado com eficiência.
IN As funções de diagnóstico estão incorporadas nos seguintes sistemas dos veículos HILUX, SW4, LAND
CRUISER/LAND CRUISER PRADO.

Inspeção de Inspeção do Sistema de En- Outra Função de


Sistema Códigos de Falhas trada (Verificação do Sensor) Diagnóstico

Motor { { Modo de Teste


(no Modo de Teste) de Diagnóstico

Na fase de inspeção de códigos de falhas, é muito importante determinar se a falha indicada pelo código ainda
existe ou se ocorreu somente no passado. Na fase de sintomas é também importante verificar, se o
maufuncionamento indicado pelo código de falhas está diretamente relacionado ao sintoma da falha ou não.
Por esta razão, os códigos de falhas devem ser verificados antes e depois da confirmação do sintoma, para
determinar as condições do momento, conforme indicado na tabela abaixo. A não observância deste procedi-
mento poderá resultar em diagnóstico desnecessário para sistemas com funcionamento normal, o que dificulta
a identificação de falhas, bem como em reparos não relacionados com a falha. Portanto, observe sempre a
seqüência correta do procedimento e execute a fase de inspeção de códigos de falhas.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO DE CÓDIGO DE FALHAS

Inspeção do Código
Confirmação dos Inspeção do
de Falhas (anote os Condição do Problema
Sintomas Código de Falhas
códigos e apague-os)

Apresentação de Existem sintomas Apresentação do Problema persiste no circuito de


Código de Falhas de problemas código se repete diagnóstico
Apresentação de Problema persiste em local diferente
código normal do circuito do diagnóstico.
(Código apresentado inicialmente
refere-se a problema do passado ou
problema secundário.)

Não há sintomas Problema ocorreu no passado.


para os problemas

Apresentação de Existem sintomas Apresentação de Problema persiste em local diferente


Código Normal de problemas código normal do circuito do diagnóstico.
Problema ocorreu no passado, em
Não há sintomas Apresentação de
local diferente do circuito do
para os problemas código normal
diagnóstico.
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-13

O fluxograma considera os pontos detalhados na página anterior e mostra como executar o diagnóstico usando
efetivamente os códigos de falhas. Após a verificação dos resultados, indica como prosseguir a identificação de
códigos ou a tabela de sintomas de falhas.

Inspecione o código de falha


IN

Anote e apague os códigos apresentados

Confirme o sintoma
Existem Não existem sinto-
sintomas mas

Simule o teste usando os métodos


de simulação de sintomas

Inspecione o código de falha

• Código de falha é apre- • Apresentação normal • Apresentação normal


sentado de código de código
• Existem sintomas • Existem sintomas • Não existem problemas

Identifique a falha indicada pelo Identifique cada sintoma de fa- Sistema Normal
código lha
A apresentação de códigos na
fase inicial, significa que no
passado, pode ter ocorrido falha
no chicote elétrico ou conector
do circuito em questão.
Portanto, inspecione o chicote
elétrico e conectores (Consulte
a página IN-20).
IN-14 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

3. SIMULAÇÃO DO SINTOMA
A fase mais difícil no diagnóstico é aquela em que não há sintomas de falhas. Em tais casos, deve ser feita no
veículo, a análise criteriosa da falha apresentada pelo cliente, seguida de simulação das mesmas condições e
ambiente de ocorrência da mesma. Independente de quão experiente ou capacitado seja o mecânico, a execu-
ção do diagnóstico sem a confirmação dos sintomas poderá levar a não observância de algum ponto importan-
te durante os reparos e a conclusões imprecisas. Por exemplo, alguma falha que ocorra com motor frio, ou
devido a vibração na pista, com veículo em movimento, não poderá ser determinada em condições de motor
IN aquecido ou veículo parado. Uma vez que vibrações e penetração de calor ou água (umidade) são causas
prováveis para falhas de difícil reprodução, os testes de simulação de sintomas são medidas eficientes, uma
vez que condições externas são aplicadas ao veículo parado.
Pontos Importantes no Teste de Simulação de Sintomas:
No teste de simulação, os sintomas devem ser evidentemente confirmados, mas a área que apresenta falha,
bem como as peças também devem ser identificadas. Para isso, antes de iniciar este teste, identifique os
circuitos que provavelmente estejam apresentando falhas e conecte um dispositivo de teste. Depois disso,
execute o teste de simulação, determine se o circuito testado está normal e confirme os sintomas. Consulte a
tabela de sintomas para todos os sistemas, para identificar as causas possíveis.

1 MÉTODO DE VIBRAÇÃO: Quando a vibração parece ser a causa principal.

CONECTORES
Balance levemente o conector nas posições vertical e
horizontal.

Balance levemente

CHICOTE ELÉTRICO
Balance levemente o chicote elétrico nas posições ver-
tical e horizontal. A junta do conector, fulcro de vibra-
ção, e corpo são locais que devem ser criteriosamente
inspecionados.

Balance levemente

PEÇAS E SENSORES Aplique leve vibração


Com os dedos, aplique uma leve vibração ao sensor
considerado causa da falha, e verifique se ocorre
maufuncionamento.
RECOMENDAÇÃO: A aplicação de forte vibração em
relés poderá ocasionar interrupção de relé.
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-15

2 MÉTODO DE AQUECIMENTO: Quando a falha parece ocorrer quando a área suspeita


está aquecida.

Usando secador de cabelo ou similar, aqueça o compo-


nente que provavelmente seja a causa do
maufuncionamento. Verifique se a falha ocorre. Mau
OBSERVAÇÃO:
funciona-
mento
IN
(1) Não aqueça a mais de 60°C (140°F).(Temperatura
limite para não danificar o componente).
(2) Não aplique calor diretamente às peças da ECU.

3 MÉTODO DE JATO D’ÁGUA: Quando o maufuncionamento parece ocorrer em dias


chuvosos ou sob condição de muita umidade.

Aplique jatos d’ água ao veículo e observe se o


maufuncionamento ocorre.
OBSERVAÇÃO:
(1) Jamais aplique água diretamente dentro do com-
partimento do motor, mas indiretamente altere a
temperatura e umidade, aplicando jatos d’água na
superfície dianteira do radiador.
(2) Jamais aplique água diretamente sobre compo-
nentes eletrônicos.
RECOMENDAÇÃO:
Vazamento de água em veículo pode danificar a ECU. Seja
cauteloso ao testar um veículo apresentando problema de
vazamento.

4 OUTROS: Quando o maufuncionamento parece ocorrer em condições de carga elétrica


excessiva.
Acione todas as cargas elétricas, inclusive ventilador do
aquecedor, faróis, desembaçador do vidro traseiro, etc., e
verifique se o maufuncionamento ocorre.
IN-16 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

4. TABELA DE CÓDIGOS DE FALHAS


O procedimento de inspeção está apresentado na tabela abaixo, que permite o diagnóstico eficiente e preciso,
usando-se os códigos apresentados durante a fase de inspeção de códigos. Execute o diagnóstico conforme o
procedimento da tabela correspondente aos códigos apresentados. A tabela de códigos referentes ao motor é
apresentada abaixo como exemplo:

IN • Nº de Código
Indica código de falha. • Área de Falha
• Página ou Instruções Indicará a área suspei-
Indica a página onde se encontra o procedimento de inspeção ta da falha.
para cada circuito, ou apresenta instruções para inspeção e
reparos.

• Item de Detecção
Indica o sistema problema ou
conteúdo do problema.

TABELA DE CÓDIGO DE DIAGNÓSTICO DE FALHAS


RECOMENDAÇÃO:
Os parâmetros listados na tabela podem não ser exatamente os mesmos dos valores obtidos, devido
a tipo de instrumento ou outros fatores.

Se um código de falhas for apresentado durante a fase de inspeção de códigos do modo de teste,
verifique o circuito correspondente ao código, conforme a tabela abaixo (Consulte a página para o
referido circuito).

Nº Código
(Veja a Item de Detecção Área de Falha CHK ENG *Memória
página) *1

• Interrupção ou curto-circuito do circuito do


P0105/31 Falha no circuito do sensor de sensor de vácuo
(DT-12) vácuo • Sensor de vácuo { {
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito do circuito do
sensor de temperatura do ar de admissão
P0110/24
(DT-28)
Falha no circuito de temperatu-
ra do ar de admissão • Sensor de temperatura do ar de admissão
– {
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito do circuito do
P0115/22
(DT-31)
Falha no circuito de temperatu-
ra de água •
sensor de temperatura de água
Sensor de temperatura de água { {
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito do circuito do
sensor de posição de aceleração
P0120/41
(DT-32)
Falha no circuito do sensor de
posição de aceleração • Sensor de posição de aceleração
– {
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito do circuito do
sensor de oxigênio
• Sensor de oxigênio
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-17

5. TABELA MATRIZ DE SINTOMAS DE FALHAS


As peças ou circuitos suspeitos para cada sintoma são apresentados na tabela abaixo. Use esta tabela para
diagnosticar falhas, quando o código “Normal” aparecer durante a fase de inspeção de códigos, e a falha
persistir. Os números da tabela indicam a seqüência para verificação de circuitos ou peças.
RECOMENDAÇÃO:
Quando a falha não for detectada pelo sistema de diagnóstico, embora os sintomas existam, considere como
ocorrência fora da faixa de detecção do sistema de diagnóstico, ou falha existente em outro sistema. IN
• Página
Indica a página do fluxograma
correspondente a cada circuito.

• Inspeção de Circuito, Seqüência para Inspeção


Indica o circuito que precisa ser inspecionado em cada
sintoma. Inspecione na seqüência indicada pelos números.

• Circuito ou Nome da Peça


Indica o circuito ou nome da peça que devem
• Sintoma da Falha ser inspecionados.

TABELA DE SINTOMAS
Consulte
Sintoma Área Suspeita
a página
Motor não gira (Não tem partida) 1. Motor de Partida e relé do motor de partida SP-12, 13
1. Circuito de alimentação da ECU do motor DT-124
Sem combustão inicial (Não tem partida) 2. Circuito de controle da bomba de combustível DT-127
3. ECU do motor IN-30
Combustão incompleta (Não tem partida) 1. Circuito de controle da bomba de combustível DT-127
1. Circuito do sinal do motor de partida DT-121
Motor gira livremente para a partida (Partida difícil) 2. Circuito de controle da bomba de combustível DT-127
3. Compressão MO-3
1. Circuito do sinal do motor de partida DT-121
Motor frio (Partida difícil)
2. Circuito de controle da bomba de combustível DT-127
1. Circuito do sinal do motor de partida DT-121
Motor quente
2. Circuito de controle da bomba de combustível DT-127
1. Circuito do sinal do A/C (Circuito do compressor) AC-54
Motor quente na marcha-lenta (Marcha-lenta fraca)
2. Circuito de alimentação da ECU do motor DT-124
1. Circuito do sinal do A/C
2. Circuito de controle da bomba de combu
1. Compressão
2. Circuito de controle da bomba de com
IN-18 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

6. INSPEÇÃO DO CIRCUITO
Como ler e usar cada página.

• Nº do Código e Nome do Circuito

IN • Descrição do Circuito
Explicação do funcionamento e
função principal do circuito e seus
componentes.

DTC P0325/52 Falha no Circuito do Sensor de Detonação

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de detonação é montado no bloco do motor para detectar as detonação do
motor. Este sensor contém um elemento piezoelétrico que gera voltagem após ser defor-
mado devido às vibrações do bloco do motor causadas pela detonação.

DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha


Nenhum sinal do sensor de deto- • Interrupção ou curto-circuito no
nação 1 para a ECU ao motor circuito do sensor de detonação
P0325/52 quando a rotação do motor estiver • Sensor de detonação (folga)
entre 1.700 rpm e 5.200 rpm. • ECU do motor

• Indica o código, parâmetro do códi-


go e área suspeita.

DIAGRAMA ELÉTRICO • Diagrama Elétrico


Apresenta o diagrama para circuito. Use o
Sensor de diagrama junto com a localização de
Detonação
conectores para compreender bem o circuito.
Cores de cabos indicadas em ordem alfabéti-
ca em inglês.
B = Preto, L = Azul, R = Vermelho, BR = Marrom,
LG = Verde Claro, V = Violeta, G = Verde, O =
Laranja, W = Branco, GR = Cinza, P = Rosa, Y
= Amarelo.
A primeira letra indica a cor básica e a segun-
da indica a cor do cabo.
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-19

• Indica a posição da chave de ignição durante a inspeção. • Procedimento de Inspeção


O procedimento de inspeção deter-
OFF ON
mina se o circuito está normal ou
Chave de Ignição em LOCK Chave de Ignição ligada
desligada anormal, e se estiver anormal, use-
START ACC o para determinar se o problema está
Chave de Ignição em START Chave de Ignição ACC localizado nos sensores, atuadores,
chicote elétrico ou ECU. IN

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO

1 Verifique a continuidade entre o terminal KNK do conector da ECU e a massa da carroçaria.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova o porta-luvas (Veja a página IE-37)
(b) Solte da ECU, o conector E6.
INSPEÇÃO:
Meça a resistência entre o terminal KNK do conector da ECU
e a massa da carroçaria.
OK:
Conector E6
Resistência: 1 MΩ ou mais alta

OK Passe à etapa 3.

NG

2 Verifique o sensor de detonação (Veja a página IE-34).

OK Substitua o sensor de detonação.

• Indica o local para a inspeção de voltagem ou resistência.


• Indica a posição dos conectores a serem inspecionados, pela parte dianteira ou
traseira.

Chicote Elétrico
Inspecione a partir da parte dianteira do conector (sem
Inspecione a partir da parte traseira do
chicote elétrico).
conector (com chicote elétrico).
Neste caso, cuidado para não dobrar os terminais.
• Indica a condição do conector ECU durante a inspeção.

Conector E6 Conector E6

Conector sendo inspecionado está conectado. Conector sendo inspecionado não está conectado.
IN-20 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

COMO UTILIZAR A TABELA DE


DIAGNÓSTICO E PROCEDIMENTO
DE INSPEÇÃO
1. INSPEÇÃO DE TERMINAL E CONEXÃO DE
CONECTORES
IN • As páginas seguintes apresentam as tabelas de códigos ou
sintomas de falhas com procedimentos detalhados para
cada circuito.
• Quando após o diagnóstico, todos os componentes, chico-
tes elétricos e conectores para todos os circuitos, exceto
ECU estiverem normais, conclui-se que a ECU apresenta
problema. Desta forma se o diagnóstico for feito sem ocor-
rência de sintomas, o procedimento ser verificar e substi-
tuir a ECU, mesmo que a falha não seja da ECU. Portanto,
sempre confirme a existência de sintomas ou prossiga o
diagnóstico usando o método de simulação.
• As instruções “Verifique o chicote elétrico e conectores” e
“Inspecione e substitua a ECU” que aparecem no procedi-
mento, são comuns e aplicam-se a todos os códigos de fa-
lhas. Siga o procedimento abaixo, sempre que estas
instruções forem apresentadas.
INTERRUPÇÃO DE CIRCUITO:
Pode ser devido a chicote elétrico desconectado, mau contato
no conector, terminal solto, etc.
RECOMENDAÇÃO:
• É rara a ocorrência de cabo cortado. Os conectores apre-
sentam a maioria das falhas. Verifique cuidadosamente os
conectores de sensores e atuadores.
• Maus contatos podem ser devidos a oxidações de termi-
nais, presença de objetos estranhos ou redução da pres-
são no contato de terminais macho-fêmea. A desconexão e
conexão dos conectores altera a posição e pode resultar
em retorno ao funcionamento normal. Portanto, durante o
diagnóstico, se alguma anormalidade de chicote elétrico ou
conector desaparecer após a inspeção, considera-se como
causa o chicote elétrico ou o conector.
CURTO-CIRCUITO:
Pode ser devido a curto-circuito entre o chicote elétrico e a mas-
sa da carroçaria, ou curto-circuito interno de interruptor, etc.
RECOMENDAÇÃO:
Quando houver curto-circuito entre o chicote elétrico e a massa
da carroçaria, verifique cuidadosamente se o chicote elétrico não
interfere com a carroçaria ou se está corretamente preso com
presilhas.
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-21

2. MANUSEIO DE CONECTORES
Ao inserir o Intelligent Tester em um conector, faça-o pela extre-
midade traseira do conector. Quando necessário, use mini-ca-
bos de teste. Para conectores à prova d’água que não permitem
acesso por trás, seja cauteloso para não deformar os terminais.

IN

Lado do Sensor 3. INSPEÇÃO DE CONTINUIDADE (VERIFICAÇÃO


Lado da ECU DE CIRCUITO-ABERTO)
(a) Solte os conectores dos lados do sensor e ECU.

Lado da ECU (b) Meça a resistência entre os terminais dos conectores.


Resistência: 1 Ω ou menos
RECOMENDAÇÃO:
Lado do Sensor Meça a resistência do chicote elétrico enquanto faz movimentos
leves no sentido horizontal e vertical.

Lado 4. INSPEÇÃO DE RESISTÊNCIA (VERIFICAÇÃO DE


da ECU
CURTO-CIRCUITO)
(a) Solte os conectores em ambos os lados.
Lado do Sensor (b) Meça a resistência entre os terminais do conector e massa
da carroçaria. Certifique-se de proceder esta verificação nos
dois lados.
Resistência 1 MΩ ou mais
RECOMENDAÇÃO:
Meça a resistência enquanto faz movimentos leves no sentido
vertical do chicote elétrico.

5. INSPEÇÃO VISUAL E INSPEÇÃO DE PRESSÃO


DE CONTATO
(a) Solte os conectores em ambos os lados.
(b) Inspecione quanto a presença de objetos estranhos ou oxi-
dação nos terminais dos conectores.
Puxe levemente
(c) Verifique o local de fixação do cabo elétrico com o terminal
Fixação
Inadequada
quanto a soltura ou danos e observe se os terminais estão
firmes na posição travado.
RECOMENDAÇÃO:
Os terminais não devem soltar ao serem puxados levemente.
IN-22 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

(d) Prepare um terminal macho de teste, conecte no terminal


fêmea e puxe.
NOTA:
Ao testar um terminal fêmea cromado a ouro, use sempre
um terminal macho do mesmo tipo.
RECOMENDAÇÃO:
A desconexão do terminal de teste com mais facilidade do que
IN os demais indica mau contato naquela área.

Fig. 1 6. INSPEÇÃO INTERRUPÇÃO DE CIRCUITO


INTERRUPÇÃO Para inspecionar interrupção de circuito no chicote elétrico da
Fig. 1, execute “(a) Inspeção de Continuidade” ou “(b) Inspeção
Sensor da Voltagem”, para identificar a área.

Fig. 2 (a) Inspeção da Continuidade


(1) Solte os conectores "A" e "C" e meça a resistência
entre eles.
No caso da Fig. 2,
Sensor Entre o terminal 1 do conector "A" e terminal 1 do
conector "C" → Sem continuidade (aberto)
Entre o terminal 2 do conector "A" e terminal 2 do
conector "C" → Continuidade
Portanto, conclui-se que há interrupção de circuito
entre o terminal 1 do conector "A" e terminal 1 o
conector "C".

Fig. 3
(2) Solte o conector "B" e meça a resistência entre os
conectores.
No caso da Fig. 3,
Entre o terminal 1 do conector "A" e terminal 1 do
Sensor
conector "B1" → Continuidade
Entre o terminal 1 do conector "B2" terminal 1 do
conector "C" → Sem continuidade (aberto)
Portanto, conclui-se que há interrupção de circuito
entre o terminal 1 do conector "B2" e terminal 1 do
conector "C".
INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU IN-23

Fig. 4
(b) Inspeção de Voltagem
Num circuito onde haja voltagem aplicada (no terminal do
conector ECU), o interrupção de circuito pode ser
inspecionado através de teste de voltagem.
Conforme ilustrado na Fig. 4, com todos os conectores ain-
Sensor da conectados, meça a voltagem entre a massa da carroçaria
e o terminal 1 do conector "A" no terminal de saída de 5V na
ECU, terminal 1 do conector "B" e terminal 1 do conector IN
"C", naquela seqüência.
Se os resultados forem:
5V: Entre terminal 1 do conector "A" e Massa da Carroçaria
5V: Entre terminal 1 do conector "B" e Massa da Carroçaria
0V: Entre terminal 1 do conector "C" e Massa da Carroçaria
conclui-se que há interrupção de circuito no chicote elétrico
entre o terminal 1 "B" e terminal 1 "C".

Fig.5 7. INSPEÇÃO DE CURTO-CIRCUITO


Se o chicote elétrico estiver em curto-circuito com a massa, con-
CURTO forme a Fig. 5, identifique a área, testando a “continuidade com a
CIRCUITO
massa”.

Inspeção da Continuidade com a Massa


Fig. 6
(1) Solte os conectores "A" e "C" e meça a resistência
entre os terminais 1 e 2 do conector "A" e massa da
carroçaria.
No caso da Fig. 6,
Sensor
Entre o terminal 1 do conector "A" e massa da
carroçaria → Continuidade
Entre o terminal 2 do conector "A" e massa da
carroçaria → Sem Continuidade (aberto)
Portanto, conclui-se que há curto-circuito entre o ter-
minal 1 do conector "A" e terminal 1 do conector "C".
IN-24 INTRODUÇÃO – COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU

Fig. 7
(2) Solte o conector "B" e meça a resistência entre o ter-
minal 1 do conector
Para a Figura 7:
"A" e massa da carroçaria, e terminal 1 do conector
"B2" e massa da carroçaria.
Sensor Entre o terminal 1 do conector "A" e massa da
carroçaria → Sem continuidade (interrupção/aberto)
IN Entre o terminal 1 do conector "B2" e massa da
carroçaria → Continuidade
Portanto, conclui-se que há curto-circuito entre o ter-
minal 1 do conector "B2" e terminal 1 do conector "C".
8. INSPEÇÃO E SUBSTITUIÇÃO DA ECU
Primeiramente inspecione o circuito da massa da ECU. Se esti-
ver defeituoso, repare-o. Se estiver normal, pode ser defeito da
ECU, portanto substitua-a por unidade em boas condições e
verifique se os sintomas persistem.

(1) Meça a resistência entre o cabo massa da ECU e a


Exemplo
massa da carroçaria.
Resistência: 1 Ω ou menos
Massa

Lado da ECU (2) Solte o conector da ECU, verifique os cabos massa


do lado da ECU e lado do chicote elétrico, quanto a
dobras, e verifique a pressão de contato.

Massa
Lado do Chicote
Elétrico

Massa
INTRODUÇÃO – TERMOS IN-25

TERMOS
ABREVIATURAS USADAS NESTE MANUAL
Abreviaturas Significado
A/C Condicionador de Ar
A/F Mistura Ar/Combustível IN
AC Corrente alternada
ACC Acessórios
ACIS Sistema de Indução para Controle de Ruídos
ACSD Dispositivo Automático para Partida a Frio
ALT Alternador
AMP Amplificador
Aprox. Aproximadamente
BACS Sistema de Compensador de Altitude Servo
BAT Bateria
BTDC Antes do Ponto Morto Central
BVSV Válvula Comutadora Bimetálica de Vácuo
C/ Com
CB Disjuntor de Circuito
CCO Conversor Catalítico para Oxidação
DC Corrente Direta
DLC Conector na Linha de Dados
DTC Código de Falha
ECD Controle Eletrônico Diesel
ECT Transmissão Controlada Eletronicamente
ECU Unidade de Controle Eletrônico
EDU Unidade Eletrônica de Acionamento
EFI Injeção Eletrônica de Combustível
E/G Motor
EGR Recirculação dos Gases do Escapamento
EVAP Controle das Emissões Evaporativas
E-VRV Válvula Eletrônica Reguladora de Vácuo
EX Escapamento
FIPG Junta Moldada no Local
FL Conexão Fusível
Fr Dianteiro
GND Massa
HAC Compensador de Grande Altitude
IG Ignição
IIA Conjunto de Ignição Integrado
IN Admissão
ISC Controle de rotação na marcha-lenta
J/B Bloco de Junção
J/C Conector de Junção
LCC Mostrador de Cristal Líquido
LED Diodo Emissor de Luz
IN-26 INTRODUÇÃO – TERMOS

LH Lado Esquerdo
LHD Volante no Lado Esquerdo
LO Baixo
MAP Pressão Absoluta do Coletor
MAX Máximo
MIL Lâmpada Indicadora de Falhas
IN MIN. Mínimo
MP Multiuso
N Neutro
O2S Sensor de Oxigênio
O/D Sobremarcha
O/S Sobretamanho
PKB Freio de Estacionamento
PS Direção Hidráulica
RAM Memória de Acesso Aleatório
R/B Bloco de Relés
RH Lado Direito
RHD Volante do Lado Direito
ROM Memória de Leitura Única
Rr Traseiro
S/ Sem
SICS Sistema de Controle da Injeção na Partida
SPEC Especificação
SRS Sistema Suplementar de Segurança (Airbag)
SSM Materiais Especiais de Serviço
SST Ferramentas Especiais de Serviço
STD Padrão
SW Interruptor
T/A Transmissão Automática
T/M Transmissão Mecânica
TACD Tacômetro
TDC Ponto morto superior
TEMP Temperatura
TM Transmissão
TMC TOYOTA Motor Corporation
TWC Conversor catalítico de três vias
U/D Submarcha
VCV Válvula de Controle de Vácuo
VIN Número de Identificação do Veículo
VSV Válvula Comutadora de Vácuo
W/H Chicote Elétrico
WU-TWC Conversor Catalítico de Três Vias de Aquecimento
4x2 Tração em Duas Rodas (4x2)
4x4 Tração nas Quatro Rodas (4x4)
PREPARAÇÃO

PARTE MECÂNICA DO MOTOR ............................. PP-1


TURBOCOMPRESSOR ........................................... PP-3 IN
CONTROLE DE EMISSÕES .................................... PP-6
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL ....................... PP-8 PP
COMBUSTÍVEL DO MOTOR ................................. PP-11
SISTEMA DE ARREFECIMENTO .......................... PP-14
ES
LUBRIFICAÇÃO ..................................................... PP-15 DT
MO
TC
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO: CE
Designação Publicação Nº CD
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
CO
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
Suplemento do Manual de Reparações do Motor AS
RM522E
1KZ-T, 1KZ-TE
LU
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem
nos manuais listados. SP
IA
PP
PREPARAÇÃO – PARTE MECÂNICA DO MOTOR PP-1

PARTE MECÂNICA DO MOTOR


SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09843-18040 Cabo de Diagnóstico Nº 2

PP
PP-2 PREPARAÇÃO – PARTE MECÂNICA DO MOTOR

EQUIPAMENTOS
Cortador
Dispositivo para alinhamento da biela
Calibrador de cilindro
Relógio comparador
Corante
PP Dispositivo de teste para regulagem do motor
Micrômetro
Compressor de anel de êmbolo
Expansor de anel de êmbolo
Plastigage
Tacômetro
Termômetro
Torquímetro
Cortador de sede de válvula
Paquímetro Vernier
PREPARAÇÃO – TURBOCOMPRESSOR PP-3

TURBOCOMPRESSOR
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09350-32014 Conjunto de Ferramentas da
Transmissão Automática TOYOTA

(09351-32070) Compressor da Mola do Êmbolo nº 2 Carcaça do rolamento PP

09992-00242 Calibrador de Pressão do


Turbocompressor
PP-4 PREPARAÇÃO – TURBOCOMPRESSOR

FERRAMENTAS RECOMENDADAS
09905-00013 Alicate para anel trava

PP
PREPARAÇÃO – TURBOCOMPRESSOR PP-5

EQUIPAMENTOS
Relógio Comparador Roda impulsora
Torquímetro

PP
PP-6 PREPARAÇÃO – CONTROLE DE EMISSÕES

CONTROLE DE EMISSÕES
FERRAMENTAS RECOMENDADAS
09082-00040 Intelligent Tester TOYOTA

PP
PREPARAÇÃO – CONTROLE DE EMISSÕES PP-7

EQUIPAMENTOS
MITYVAC (Dispositivo portátil de teste de vácuo)
Torquímetro
Vacuômetro

PP
PP-8 PREPARAÇÃO – CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL

CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL


SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09992-00242 Calibrador de Pressão do Sensor de pressão do
Turbocompressor turbocompressor

PP
PREPARAÇÃO – CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL PP-9

FERRAMENTAS RECOMENDADAS
09082-00040 Intelligent Tester TOYOTA

PP
PP-10 PREPARAÇÃO – CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL

EQUIPAMENTOS
Termômetro
Torquímetro
Soquete Torx (E8)
Vacuômetro
Chave de soquete de 19 mm
PP
PREPARAÇÃO – COMBUSTÍVEL DO MOTOR PP-11

COMBUSTÍVEL DO MOTOR
SST (Ferramentas especiais de Serviço)
09241-76022 Conjunto de Bancada para
Bomba Injetora

09245-54010 Braço de Bancada para Bomba Injetora PP

09260-54012 Conjunto de Ferramentas da


Bomba Injetora

(09262-54010) Chave para Bujão do Cabeçote


do Distribuidor

(09269-54020) Soquete de 14 mm

(09951-05010) Suspensor 150

(09952-05010) Braço Deslizante

(09953-05020) Parafuso Centralizador 150

(09954-05010) Garra Nº 1
PP-12 PREPARAÇÃO – COMBUSTÍVEL DO MOTOR

FERRAMENTAS RECOMENDADAS
09040-00011 Conjunto de chaves sextavadas

09082-00040 Intelligent Tester TOYOTA

PP
PREPARAÇÃO – COMBUSTÍVEL DO MOTOR PP-13

EQUIPAMENTOS
Dispositivo para teste do bico injetor
Dispositivo para teste da bomba injetora
Torquímetro
Chave de soquete de 19 mm Sensor de temperatura do combustível

PP
PP-14 PREPARAÇÃO – SISTEMA DE ARREFECIMENTO

SISTEMA DE ARREFECIMENTO
FLUIDO DE ARREFECIMENTO
Item Capacidade Tipo
Fluido de arrefecimento do motor "Fluido de arrefecimento Longa Vida
SW4, Land Cruiser/ Toyota" ou equivalente
Land Cruiser Prado
PP T/M com aquecedor traseiro 10, 5 litros
sem aquecedor traseiro 9, 5 litros
T/A com aquecedor traseiro 11 litros
sem aquecedor traseiro 10 litros
Hilux
com aquecedor traseiro 10, 5 litros
sem aquecedor traseiro 9, 5 litros
PREPARAÇÃO – LUBRIFICAÇÃO PP-15

LUBRIFICAÇÃO
SST (Ferramentas Especiais de Serviço)
09228-10002 Chave para filtro de óleo

PP
PP-16 PREPARAÇÃO – LUBRIFICAÇÃO

LUBRIFICANTE
Item Capacidade Tipo
Óleo para motor API CF-4 ou CF (também poderá
SW4, Land Cruiser/ ser usado API CE ou CD)
Land Cruiser Prado
Abastecimento a seco 7,5 litros

PP Drenagem e abastecimento
Com troca de filtro de óleo 7,0 litros
Sem troca de filtro de óleo 6,4 litros
Hilux
Abastecimento a seco 7,6 litros
Drenagem e abastecimento
Com troca de filtro de óleo 7,1 litros
Sem troca de filtro de óleo 6,4 litros
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO

PARAFUSO PADRÃO ............................................... ES-1


PARTE MECÂNICA DO MOTOR .............................. ES-4 IN
TURBOCARREGADOR ........................................... ES-6
CONTROLE DE EMISSÕES .................................... ES-8 PP
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL ...................... ES-10
COMBUSTÍVEL DO MOTOR ................................. ES-12
ES
LUBRIFICAÇÃO ..................................................... ES-14 DT
SISTEMA DE PARTIDA .......................................... ES-15
MO
TC
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO:
CE
Designação Publicação Nº
CD
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E CO
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
AS
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
1KZ-T, 1KZ-TE
RM522E
LU
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem SP
nos manuais listados.
IA
ES
ESPECIFICAÇÕES DO SERVIÇO – PARAFUSOS PADRÃO ES-1

PARAFUSOS PADRÃO
COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA DE PARAFUSOS

Tipo de Parafuso
Parafuso de cabeça hexagonal Tipo
Parafuso Prisioneiro Parafuso Soldado
Parafuso com rebaixo normal Parafuso com rebaixo profundo

ES

Sem Identificação Sem Identificação Sem Identificação

Com Arruela Com Arruela


ES-2 ESPECIFICAÇÕES DO SERVIÇO – PARAFUSOS PADRÃO

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE PARA PARAFUSOS PADRÃO


Especificação de torque
Diâmetro Passo Parafuso de cabeça hexagonal Parafuso de flange hexagonal
Tipo (mm) (mm)
N.m kgf.cm lbf.pé N.m kgf.cm lbf.pé

6 1 5 55 48 lbf.pol. 6 60 52 lbf.pol.
8 1,25 12,5 130 9 14 145 10
10 1,25 26 260 19 29 290 21
4T 12 1,25 47 480 35 53 540 39
ES 14 1,5 74 760 55 84 850 61
16 1,5 115 1.150 83 – – –
6 1 6,5 65 56 lbf.pol. 7,5 75 65 lbf.pol.
8 1,25 15,5 160 12 17,5 175 13
10 1,25 32 330 24 36 360 26
5T 12 1,25 59 600 43 65 670 48
14 1,5 91 930 67 100 1.050 76
16 1,5 140 1.400 101 – – –
6 1 8 80 69 lbf.pol. 9 90 78 lbf.pol.
8 1,25 19 195 14 21 210 15
10 1,25 39 400 29 44 440 32
6T 12 1,25 71 730 53 80 810 59
14 1,5 110 1.100 80 125 1.250 90
16 1,5 170 1.750 127 – – –
6 1 10,5 110 8 12 120 9
8 1,25 25 260 19 28 290 21
10 1,25 52 530 38 58 590 43
7T 12 1,25 95 970 70 105 1.050 76
14 1,5 145 1.500 108 165 1.700 123
16 1,5 230 2.300 166 – – –
8 1,25 29 300 22 33 330 24
8T 10 1,25 61 620 45 68 690 50
12 1,25 110 1.100 80 120 1.250 90
8 1,25 34 340 25 37 380 27
9T 10 1,25 70 710 51 78 790 57
12 1,25 125 1.300 94 140 1.450 105
8 1,25 38 390 28 42 430 31
10T 10 1,25 78 800 58 88 890 64
12 1,25 140 1.450 105 155 1,600 116
8 1,25 42 430 31 47 480 35
11T 10 1,25 87 890 64 97 990 72
12 1,25 155 1.600 116 175 1.800 130
ESPECIFICAÇÕES DO SERVIÇO – PARAFUSOS PADRÃO ES-3

COMO DETERMINAR A RESISTÊNCIA DE PORCAS


Tipo de Porca
Padrão Atual para Padrão Antigo para Porca Sextavada Tipo
Porca Sextavada Porca Moldada a Frio Porca Processada por Corte

Sem Identificação ES

Sem Identificação (com Arruela) Sem Identificação (com Arruela) Sem Identificação

Sem Identificação

*: Porca com 1 ou mais identificações em uma superfície.


RECOMENDAÇÃO:
No aperto de componentes que exigem porca e parafuso, use a porca cujo número eqüivale ou seja igual à
classificação de resistência do parafuso.
Exemplo: Parafuso = 4T
Porca = 4T ou maior
ES-4 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – PARTE MECÂNICA DO MOTOR

PARTE MECÂNICA DO MOTOR


DADOS DE SERVIÇO
Rotação da marcha-lenta 650 – 750 rpm
Rotação máxima 4.450 – 4.750 rpm
Cabeçote do motor Sede de válvula
Ângulo de refaceamento Admissão 30° 45° 60°
Escapamento 30° 45° 60°
Ângulo de contato 45°
ES Espessura de contato Admissão 1,5 – 1,9 mm (0,059 – 0,075 pol.)
Escapamento 1,8 – 2,2 mm (0,071 – 0,087 pol.)
Válvula Ângulo da face da válvula 44,5°
Espessura da margem STD Admissão 1,6 mm (0,063 pol.)
Escapamento 1,7 mm (0,067 pol.)
Mínimo Admissão 1,1 mm (0,043 pol.)
Escapamento 1,2 mm (0,047 pol.)
Comprimento total STD 103,29 – 103,69 mm (4,0665 – 4,08323 pol.)
Mínimo 102,79 (4,0468 pol.)
Bloco do motor Diâmetro do cilindro STD Identificação 1 96,000 – 96,010 mm (3,7795 – 3,7799 pol.)
Identificação 2 96,010 – 96,020 mm (3,7799 – 3,7803 pol.)
Identificação 3 96,020 – 96,030 mm (3,7803 – 3,7807 pol.)
Máximo 96,23 mm (3,7886 pol.)
Diâmetro do cilindro do
mancal principal STD Identificação 1 75,000 – 75,006 mm (2,9528 – 2,9530 pol.)
Identificação 2 75,006 – 75,012 mm (2,9530 – 2,9532 pol.)
Identificação 3 75,012 – 75,018 mm (2,9532 – 2,9535 pol.)
Êmbolo e anel de êmbolo Diâmetro do êmbolo STD Identificação 1 95,940 – 95,950 mm (3,7772 – 3,7776 pol.)
Identificação 2 95,950 – 95,960 mm (3,7776 – 3,7779 pol.)
Identificação 3 95,960 – 95,970 mm (3,7779 – 3,7783 pol.)
O/S 0,50 96,440 – 96,470 mm (3,7968 – 3,7980 pol.)
O/S 0,75 96.690 – 96,720 mm (3,8067 – 3,8079 pol.)
O/S 1,00 96,940 – 96,970 mm (3,8165 – 3,8177 pol.)
Folga de óleo do êmbolo STD 0,050 – 0,070 mm (0,0020 – 0,0028 pol.)
Máxima 0,14 mm (0,0055 pol.)
Folga do sulco do anel do êmbolo Nº 1 0,060 – 0,110 mm (0,0024 – 0,0043 pol.)
Nº 2 0,060 – 0,100 mm (0,0024 – 0,0039 pol.)
Óleo 0,020 – 0,060 mm (0,0009 – 0,0024 pol.)
Folga de extremidade o anel de êmbolo STD Nº 1 0,350 – 0,570 mm (0,0138 – 0,0224 pol.)
Nº 2 0,400 – 0,600 mm (0,0157 – 0,0236 pol.)
Óleo 0,200 – 0,500 mm (0,0079 – 0,0197 pol.)
Limite Nº 1 1,03 mm (0,0406 pol.)
Nº 2 1,10 mm (0,0433 pol.)
Óleo 0,87 mm (0,0343 pol.)
Árvore de manivelas Folga de óleo do munhão principal STD 0,036 – 0,054 mm (0,0014 – 0,0021 pol.)
Máximo 0,10 mm (0,0039 pol.)
Diâmetro do munhão
principal STD Identificação 1 69,994 – 70,000 mm (2,7557 – 2,7559 pol.)
Identificação 2 69,988 – 69,994 mm (2,7554 – 2,7557 pol.)
Identificação 3 69,982 – 69,988 mm (2,7552 – 2,7554 pol.)
Espessura da parede central do mancal
principal (Referência) STD Identificação 2 2,482 – 2,485 mm (0,0977 – 0,0978 pol.)
Identificação 3 2,485 – 2,488 mm (0,0978 – 0,0980 pol.)
Identificação 4 2,488 – 2,491 mm (0,0980 – 0,0981 pol.)
Identificação 5 2,491 – 2,494 mm (0,0981 – 0,0982 pol.)
Identificação 6 2,494 – 2,497 mm (0,0982 – 0,0983 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – PARTE MECÂNICA DO MOTOR ES-5

ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE
Peça a ser apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Intercooler x Suporte com intercooler 12 120 9
Conector de ar da admissão x Intercooler com intercooler 10 100 7
Tubo da EGR x Coletor de escapamento com EGR 19 190 14
Válvula EGR x Coletor de admissão com EGR 20 200 15
Coletor de escapamento x Cabeçote do motor 52 530 38
Tampa do cabeçote x Cabeçote do motor 9 90 80 lbf.pol.
ES
Tubo de admissão x Coletor de admissão 12 120 9
Bomba injetora x Carcaça da engrenagem de sincronismo 21 210 15
Polia da distribuição da árvore de comando Nº 1 x Árvore de comando 98 1.000 72
Polia da distribuição da árvore de comando Nº 2 x
Engrenagem motora da bomba injetora 13 130 10
Parfuso da polia intermediária x Caixa da engrenagem da distribuição 35 350 26
Tensionador da correia da distribuição x Caixa da engrenagem da distribuição 13 130 10
Engrenagem motora da bomba injetora x Bomba injetora 64 650 47
Retentor do vedador de óleo do árvore de comando x Cabeçote do motor 9 90 80 lbf.pol.
Capa do mancal do árvore de comando x Cabeçote do motor 18 185 13
Bico injetor x Cabeçote do motor 54 540 40
Tubo de vazamento do bico x Bico injetor 30 300 22
Saída d’água x Cabeçote do motor engrenagem de distribuição 16 165 12
Coletor de admissão x Cabeçote do motor 29 290 21
Guia da vareta de óleo x Cabeçote do motor 20 200 15
Tubo injetor x Bico injetor 15 150 11
Tubo de injeção x Bomba injetora 15 150 11
Capa do mancal principal x Bloco do motor 1o 49 500 36
2o Girar 90° Girar 90° Girar 90°
Capa da biela x Biela 1o 29,5 300 22
2o Girar 90° Girar 90° Girar 90°
Suspensor dianteiro do motor x Cabeçote do motor 47 460 35
ES-6 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – TURBOCARREGADOR

TURBOCARREGADOR
DADOS DE SERVIÇO
Turbocarregador Pressão do turbocarregador 51 – 67 kPa (0,52 – 0,68 kgf/cm², 7,4 – 9,7 psi)
Folga axial do eixo da turbina Máxima Máximo 0,150 mm (0,0063 pol.)
Folga radial do eixo da turbinaMáxima Máximo 0,110 mm (0,0043 pol.)
Atuador Curso do atuador 1,20 – 1,70 mm (0,0472 – 0,0669 pol.)

ES
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – TURBOCARREGADOR ES-7

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
Peça apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Cinta “V” x Carcaça do mancal 4,8 49 42 lbf.pol.
Atuador x Carcaça do compressor 19,1 195 14
Placa lateral da carcaça do mancal x Carcaça do mancal 12 122 9

ES
ES-8 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – CONTROLE DE EMISSÕES

CONTROLE DE EMISSÕES
DADOS DE SERVIÇO
Sensor de deslocamento Resistência (a 20 °C (68 °F))
da válvula EGR Entre os
terminais 1 e 2 a 20 °C (68 °F) 2,6 Ω
Entre os
terminais 2 e 3 totalmente aberto 0,6 Ω
totalmente fechado 2,2 Ω

ES
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – CONTROLE DE EMISSÕES ES-9

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
Peça apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Válvula EGR x Tubo EGR com EGR 19,6 200 14
Tubo EGR x Coletor de escapamento com EGR 39,2 400 29
Válvula EGR x Coletor de admissão com EGR 20 200 14
E-VRV para EGR com EGR 5,4 55 48 lbf.pol.

ES
ES-10 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL

CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL


DADOS DE SERVIÇO
Motor de controle Resistência ( 2 e 1/3, 5 e 4,3) a quente 23 – 33 Ω
de aceleração a frio 29 – 39 Ω
Válvula de controle Resistência a 20 °C (68 °F) 10 – 14 Ω
de distribuição
Válvula de controle Resistência a 20 °C (68 °F) 1–2Ω
de respingamento

ES E-VRV para EGR


(com EGR)
Resistência a 20 °C (68 °F) 11 – 13 Ω

Sensor de Resistência a -20 °C (-4 °F) 10 – 20k Ω


temperatura a 0 °C (32 °F) 4 – 7 kΩ
da água
Sensor de a 20 °C (68 °F) 2 – 3 kΩ
temperatura do a 40 °C (104 °F) 0,9 – 1,3 kΩ
combustível
Sensor de a 60 °C (140 °F) 0,4 – 0,7 kΩ
temperatura do ar a 80 °C (176 °F) 0,2 – 0,4 kΩ
da admissão
Sensor de Voltagem da fonte de alimentação 4,5 – 5,5 Ω
pressão do
turbocarregador
Sensor de Resistência a 20 °C (68 °F) 205 – 255 Ω
velocidade
do motor
ESPECIFICAÇÕES DO SERVIÇO – CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL ES-11

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
Peça apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Corpo da borboleta de aceleração x Coletor de admissão 20 200 15
Sensor de temperatura de combustível x Bomba de combustível 21,6 220 16
Conector de ar da admissão x Intercooler com intercooler 10 100 7
Intercooler x Suporte com intercooler 12 120 9
Tubo de admissão x Coletor de admissão sem intercooler 12 120 9
E-VRBV para EGR e válvula EGR com EGR 5,4 55 48 lbf.pol.
ES
Sensor de temperatura do ar da admissão x Intercooler com intercooler 29,4 300 22
ES-12 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – COMBUSTÍVEL DO MOTOR

COMBUSTÍVEL DO MOTOR
DADOS DE SERVIÇO
Bico injetor Pressão de abertura do bico Bico novo 15.298 – 16.083 kPa
(156 – 164 kgf/cm², 2.219 – 2.333 psi)
Bico reutilizado 14.710 – 15.690 kPa
(150 – 160 kgf/cm², 2.134 – 2.276 psi)
Espessura do calço de ajuste 0,900 mm (0,0354 pol.) 0,925 mm (0,0364 pol.)
0,950 mm (0,0374 pol.) 0,975 mm (0,0384 pol.)
1,000 mm (0,0394 pol.) 1,025 mm (0,0404 pol.)
ES 1,050 mm (0,0413 pol.) 1,075 mm (0,0423 pol.)
1,100 mm (0,0433 pol.) 1,125 mm (0,0443 pol.)
1,150 mm (0,0453 pol.) 1,175 mm (0,0463 pol.)
1,200 mm (0,0472 pol.) 1,225 mm (0,0482 pol.)
1,250 mm (0,0492 pol.) 1,275 mm (0,0502 pol.)
1,300 mm (0,0512 pol.) 1,325 mm (0,0522 pol.)
1,350 mm (0,0531 pol.) 1,375 mm (0,0541 pol.)
1,400 mm (0,0551 pol.) 1,425 mm (0,0561 pol.)
1,450 mm (0,0571 pol.) 1,475 mm (0,0581 pol.)
1,500 mm (0,0591 pol.) 1,525 mm (0,0600 pol.)
1,550 mm (0,0610 pol.) 1,575 mm (0,0620 pol.)
1,600 mm (0,0630 pol.) 1,625 mm (0,0640 pol.)
1,650 mm (0,0650 pol.) 1,675 mm (0,0659 pol.)
1,700 mm (0,0669 pol.) 1,725 mm (0,0679 pol.)
1,750 mm (0,0689 pol.) 1,775 mm (0,0699 pol.)
1,800 mm (0,0709 pol.) 1,825 mm (0,0719 pol.)
1,850 mm (0,0728 pol.) 1,875 mm (0,0738 pol.)
1,900 mm (0,0748 pol.) 1,925 mm (0,0758 pol.)
1,950 mm (0,0768 pol.)
Aquecedor do
combustível Resistência a 20 °C (68 °F) 0,5 – 2,0 Ω
Bomba injetora Folga de encosto do eixo de
acionamento (Referência) 0,15 – 0,55 mm (0,0059 – 0,0217 pol.)
ESPECIFICAÇÕES DO SERVIÇO – COMBUSTÍVEL DO MOTOR ES-13

ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
Peça apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Parafuso oco de entrada de combustível x Corpo da bomba injetora 36,8 375 27
Suporte da válvula de distribuição x Cabeçote de distribuição 58,85 600 43
Bujão do cabeçote de distribuição x Bomba injetora 88 900 65
Tubo de admissão de combustível x Bomba injetora 24,5 250 18
Tubo de admissão de combustível x Bomba injetora 24,5 250 18
Bomba injetora x Carcaça da engrenagem da distribuição 21 210 15
ES
Sensor de temperatura de combustível x Bujão do cabeçote de distribuição (Nº 2) 21,6 220 16
Escora da bomba x Bomba injetora 32 330 24
Escora da bomba x Bloco do motor 21 210 15
Engrenagem motora da bomba injetora x Bomba injetora 64 650 47
Aquecedor de combustível x Filtro de combustível 1,96 20 17 lbf.pol.
ES-14 ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – LUBRIFICAÇÃO

LUBRIFICAÇÃO
ESPECIFICAÇÃO DE TORQUE
Peça apertada N.m kgf.cm lbf.pé
Cárter de óleo x Bujão de drenagem 34 350 25
Válvula de Alívio x Bomba de óleo 42 425 31
Bomba de óleo x Bloco do motor Parafuso 13 130 10
Parafuso de união 16 160 12
ES Bomba injetora x Bomba de óleo 21 210 15
Filtro primário de óleo x Bloco do motor 8 80 71 lbf.pol.
Cárter de óleo x Bloco do motor 16 165 12
Barra de ajuste do alternador x Bomba de óleo 21 210 15
ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO – SISTEMA DE PARTIDA ES-15

SISTEMA DE PARTIDA
DADOS DE SERVIÇO
Sistema de Tempo de ativação da lâmpada a 30 °C (86 °F) Aproximadamente 0,5 segundos
pré- aquecimento

ES
– NOTAS –

ES
DIAGNÓSTICO

MOTOR .................................................................. DT-1


COMO EXECUTAR O DIAGNÓSTICO .................. DT-1
IN
ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE .............. DT-3
PRÉ-INSPEÇÃO .................................................... DT-4
PP
TABELA DE CÓDIGOS DE FALHAS ................... DT-14 ES
LOCALIZAÇÃO DE PEÇAS ................................. DT-16
TERMINAIS DA ECU ........................................... DT-18 DT
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS ......... DT-24
INSPEÇÃO DE CIRCUITO .................................. DT-26 MO
TC
CE
CD
CO
AS
LU
SP
IA
DT
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-1

MOTOR
COMO EXECUTAR O DIAGNÓSTICO
Usando o dispositivo de teste execute os diagnósticos conforme os procedimentos das páginas seguintes.

Os itens emoldurados significam títulos de páginas des-


Veículo Conduzido à Oficina
te manual, com o número da página indicado na parte inferior.
Consulte as páginas indicadas sobre explicações detalhadas.
Análise da Reclamação do Cliente Página DT-1

Conecte o Intelligent Tester ao DLC3. Página DT-4


Se o monitor indicar falha de comunicação na ferramenta, verifique o DLC3. Página DT-4 DT
Verifique os Códigos de Falhas e os Dados Armazenados (Pré-inspeção)
Anote ou Imprima os DTC e Dados Armazenados Página DT-4

Apague os DTC e Dados Armazenados Página DT-4

Inspeção Visual

Definição do Modo de Teste de Diagnóstico Página DT-4

Confirmação do Sintoma da Falha


Se não houver partida do motor, execute primeiramente as etapas 10 e 12.
Ocorrência Não há ocorrência da falha.
da falha Simulação do Sintoma Página IN-10

Verificação de Códigos de Falhas Página DT-1


Normal Código de falhas
Inspeção básica Página DT-1 Tabela de Código de Falhas Página DT-14

Tabela de Sintomas Página DT-24

Inspeção de Peças Inspeção de Circuito Página DT-26

Inspeção de Problemas Intermitentes Página DT-4

Identificação da Falha

Ajustes, Reparos

Teste de Confirmação

Fim
DT-2 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Se não for usado o Intelligent Tester , execute o diagnóstico conforme o procedimento detalhado nas páginas abaixo.

Os itens emoldurados significam títulos de páginas des-


Veículo Conduzido à Oficina
te manual, com o número da página indicado na parte inferior.
Consulte as páginas indicadas sobre explicações detalhadas.
Análise da Reclamação do Cliente
Página DT-3

Verifique e apague os Códigos de Falhas (Pré-inspeção)


Página DT-4
DT
Confirmação do Sintoma do Problema
Não há ocorrência da falha.
Simulação do Sintoma
Ocorrência da falha.
Página IN-10

Verificação de Códigos de Falhas


Página DT-4

Código Normal Código de falhas


Inspeção Básica Código de falhas
Página DT-4 Página DT-14

Tabela de Código de Falhas


Página DT-24

Inspeção de Circuito
Página DT-26

Inspeção de Peças Inspeção de Falhas Intermitentes


Página DT-4

Identificação da Falha

Ajustes, Reparos

Teste de Confirmação

Fim
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-3

ANÁLISE DO PROBLEMA DO CLIENTE

Folha de Inspeção do SISTEMA DE Nome do


CONTROLE DO MOTOR Inspetor:

Nome do Cliente Modelo e Ano Modelo

Nome do Motorista Chassi Nº / /


Data de Entrada Modelo do Motor
do Veículo
Nº da Placa de Quilometragem km
Licença milhas

† Motor não
DT
† Motor não gira para a partida † Sem combustão inicial † Sem combustão total
tem partida
Sintomas dos Problemas

† Partida † Motor gira lentamente para a partida


Difícil † Outros ________________________________________________________________________
† Marcha- † Marcha-lenta inicial incorreta † Rotação anormal na marcha-lenta † Alta ( rpm)
lenta fraca † Baixo ( rpm) † Marcha-lenta difícil † Outros _______________________________
† Má Dirigi- † Hesita † Retroignição † Combustão retardada † Oscila
bilidade † Detonação † Outros _________________________________________________________
† Logo após a partida † Após pressionar o pedal do acelerador
† Motor
† Após a liberação do pedal do acelerador † Durante o funcionamento do A/C
Morre
† Nas mudanças entre N e D † Outros _____________________________________________

† Outros

Data da Ocorrência

Freqüência da † Constante † Algumas vezes ( vezes por dia/mês) † Apenas uma vez
Ocorrência † Outros ________________________________________________________________________
Tempo † Bom † Nublado † Chuvoso † Neve † Vários/Outros
Condições Durante

Temperatura
† Quente † Morno † Frio † Frio (Aprox. ____ °F/ ______ °C)
externa
a Ocorrência

† Rodovia † Subúrbios † Centro de Cidade † Aclive † Declive


Local
† Pista Não Pavimentada † Outros _____________________________________________
Temperatura † Frio † Durante o Aquecimento † Após o Aquecimento
do Motor † Qualquer Temperatura † Outros _____________________________________________
† Partida † Logo Após a Partida ( min.) † Marcha-Lenta † Aceleração sem Carga
Funcionamen-
† Dirigindo † Velocidade Constante † Aceleração † Desaceleração
to do Motor
† Interruptor do A/C ON/OFF † Outros ________________________________________

Condição da Lâmpada de Advertência do Motor † Permanece acesa † Algumas vezes acende † Não acende

Modo normal † Normal † Código(s) de falha (código )


Inspeção de Códigos (Pré-inspeção) † Dados Armazenados ( )
de Falhas † Normal † Código(s) de falha (código )
Modo de teste
† Dados Armazenados ( )
DT-4 DIAGNÓSTICO – MOTOR

PRÉ-INSPEÇÃO
1. SISTEMA DE DIAGNÓSTICO
(a) Descrição
y Ao executar o diagnóstico de veículos Multiplex OBD (M-
OBD), a única diferença entre o procedimento usual de di-
agnóstico é a necessidade de conectar o veículo ao
Intelligent Tester e a leitura dos diversos dados emitidos
pela ECU do motor do veículo.
y O computador de bordo do veículo faz acender a lâmpada de
advertência do motor no painel de instrumentos ao detectar
uma falha no próprio computador ou nos componentes do
DT sistema de tração. Além da ativação da lâmpada de adver-
tência ao detectar uma falha, são gravados códigos de falha
na memória da ECU do motor (Veja a página DT-14).
Se a falha for reparada a lâmpada de advertência apagará automati-
camente mas os códigos de falhas permanecerão gravados na me-
mória da ECU do motor.

Intelligent Tester y Para verificar os códigos de falha, conecte o dispositivo de


teste ao DLC3 (Conector da Linha de Dados 3) no veículo
ou anote o número de vezes que a lâmpada de advertência
do motor acende após a conexão dos terminais TC e CG
ao DLC3. O Intelligent Tester também permite apagar os
códigos e ativar os diversos atuadores e inspecionar os
dados armazenados e diversos tipos de dados do motor
(Para instruções operacionais, Veja o manual de instruções
do Intelligent Tester ).
y O sistema de diagnóstico funciona no modo normal duran-
te a utilização do veículo, e também inclui um modo de
inspeção para que os mecânicos simulem os sintomas de
falhas e executem o diagnóstico. A maior parte dos DTCs
utiliza a lógica de detecção de 2 etapas (*) para evitar a
detecção incorreta. Conectando-se o motor e a ECU ECT
ao modo de inspeção no diagnóstico, o mecânico poderá
fazer acender a lâmpada de advertência do motor para uma
falha permite detecção somente uma vez ou é temporária.
(Intelligent Tester) (Veja a página DT-14).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-5

y *Lógica de detecção de 2 etapas:


Ao ser detectada a primeira vez, a falha é gravada tempo-
rariamente na memória da ECU do motor.
Se for detectada novamente durante um 2o teste de estrada, esta 2a
detecção fará acender a lâmpada de advertência do motor. A lógica
de 2 etapas repete o modo (Entretanto a chave de ignição deverá ser
desligada entre a 1a e a 2a detecção),
y Dados Armazenados:
O registro de dados armazenados grava a condição do
motor após a detecção de uma falha, assim como as con-
dições do motor (sistema e combustível, carga, temperatu-
ra do fluido de arrefecimento, ajuste de combustível, rota-
ção do motor, velocidade do veículo, etc.) no momento da DT
detecção da falha. O diagnóstico é útil para determine se o
veículo está funcionando ou desligado, se o motor aqueci-
do ou não, se a relação ar-combustível rica ou pobre no
momento da ocorrência da falha.

(b) Inspecione o DLC3.


A ECU do motor do veículo utiliza ISO 14230 para as comunica-
ções. A dispositivo de terminais do DLC3 é compatível com SAE
J1962 e corresponde ao formato ISO 14230.

Conexão do Nº do terminal Conexão/Voltagem ou Resistência Condição


7 Bus Line/Geração de pulso Durante a transmissão
4 Massa do chassi – Massa da Carroçaria/ 1 Ω ou menos Sempre
16 Voltagem positiva da bateria – Massa da carroçaria/ 9 – 14 V Sempre

RECOMENDAÇÃO:
Se a tela apresentar a mensagem “UNABLE TO CONNECT TO
VEHICLE” (impossível a conexão ao veículo) após a conexão do cabo
da ferramenta de diagnóstico OBD ou Intelligent Tester ao DLC3, com
a chave de ignição ligada e ferramenta de diagnóstico ativada, haverá
problema no veículo ou na ferramenta.
y Se a comunicação for normal após a conexão da ferramenta a
outro veículo, inspecione o DLC3 no veículo original.
y Se a falta de comunicação persistir após a conexão a outro veí-
culo, o problema provavelmente estará na própria ferramenta,
portanto veja o Departamento de Serviço listado no manual de
instruções da ferramenta.
DT-6 DIAGNÓSTICO – MOTOR

2. Modo Normal:
INSPECIONE O DIAGNÓSTICO
(a) Verifique a lâmpada de advertência do motor.
(1) A lâmpada de advertência do motor acenderá quando a
chave de ignição for ligada e o motor não estiver funcio-
nando.
RECOMENDAÇÃO:
Se a lâmpada de advertência do motor não acender, haverá falha no
painel de instrumentos.
(2) Após a partida do motor, a lâmpada de advertência do motor
deverá apagar. Se a lâmpada permanecer acesa, o siste-
ma de diagnóstico terá identificado falha ou anormalidade
DT no sistema.
(b) Verifique o DTC usando o Intelligent Tester .
NOTA:
Quando passar do modo normal para o modo inspeção, o siste-
ma de diagnóstico apagará todos os DTCs e Dados Armazena-
dos gravados no modo normal. Portanto antes de alterar modo,
sempre verifique e anote os DTCs e Dados Armazenados.
(1) Prepare o Intelligent Tester.
(2) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(3) Ligue a chave de ignição e acione o Intelligent Tester.
(4) Use o Intelligent Tester para verificar e anotar os DTCs e
Dados Armazenados (para instruções operacionais. Veja
o manual de instruções do Intelligent Tester).
(5) Confirme os detalhes para DTCs.

(c) Verifique o DTC sem usar o Intelligent Tester:


(1) Ligue a chave de ignição.
(2) Usando SST, conecte juntos os terminais 13 (TC) e 4 (CG)
do DLC3.
SST 09843-18040
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-7

(3) Faça a leitura dos códigos DTC através da lâmpada de ad-


Normal
vertência de falhas.
Como exemplo, o padrão de apresentação de códigos, nor-
0,25 seg. mal, 12 e 31 está apresentado na ilustração.
RECOMENDAÇÃO:
Se não houver apresentação de códigos, verifique o circuito do termi-
nal de diagnóstico DLC3 (Veja a página DT-98).
(4) Verifique os detalhes das falhas, usando a tabela de códi-
0,25 seg. gos de falhas, página DT-14.
0,5 seg. 1,5 seg.
12 e 31
(5) Após completar a inspeção, desconecte dos terminais 13
4,5 seg. 4,5 seg. (TC) e 4 (CG) e desligue o monitor.
RECOMENDAÇÃO:
2,5
seg. Se houver vários códigos, a apresentação será em seqüência, a par-
DT
tir do código de número mais baixo.
0,5 seg. NOTA:
Repetir
Um Ciclo Ao simular sintomas sem usar o Intelligent Tester para verificar
Partida
os DTC, use o modo normal. Para os códigos que estiverem su-
jeitos à lógica de detecção de 2 etapas, desligue a chave de igni-
ção após a simulação do sintoma. A seguir repita o processo de
simulação. Após a segunda simulação, a lâmpada de advertên-
cia do motor acederá e os DTCs serão gravados na ECU do mo-
tor.
3. Modo de Teste:
DIAGNÓSTICO
Somente para o Intelligent Tester:
Comparado ao modo normal, o modo de teste é mais sensível quanto
à detecção de falhas. Os mesmos itens de diagnóstico detectados no
modo normal podem ser detectados no modo de teste.
(a) Inspeção de Códigos de Falhas
(1) Condição inicial
y Voltagem positiva da bateria 22V ou mais.
y Borboleta de aceleração totalmente fechada.
y Transmissão posicionada em N
(2) Desligue a chave de ignição.
(3) Prepare o Intelligent Tester .
(4) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(5) Ligue a chave de ignição e o interruptor principal do
Intelligent Tester.
(6) Passe o Intelligent Tester do modo normal para o modo de
teste (Verifique se a lâmpada de advertência do motor pis-
ca.)
(7) Dê partida ao motor ( a lâmpada de advertência do motor
apagará após a partida).
Piscando (8) Simule as condições de falha descritas pelo cliente.
NOTA:
Deixe a chave de ignição ligada durante a verificação dos DTCs.

0,13 seg.
DT-8 DIAGNÓSTICO – MOTOR

(9) Após a simulação de condições, use o seletor de diagnós-


tico do Intelligent Tester para verificar os dados armazena-
dos e os DTCs, etc.
RECOMENDAÇÃO:
Seja cauteloso para não desligar a chave de ignição. Desligar a chave
de ignição comutará o sistema de diagnóstico do modo de teste
(inspeção) para o modo normal, e todos os DTCs serão apagados.
(10) Após inspecionar os DTCs, inspecione os circuitos corres-
pondentes.
(b) Apague o DTC.
As ações abaixo farão apagar os DTCs e os dados armazena-
dos.
DT y Ativação do Intelligent Tester para apagar os códigos. (Veja
o manual de instruções do Intelligent Tester sobre as
instruções operacionais).
y Desconecte os terminais da bateria, fusível ECD.
NOTA:
Se o Intelligent Tester comutar a ECU do motor entre o modo
normal e o modo de teste ou vice-versa, ou se a chave de ignição
for posicionada de ON para ACC ou OFF durante o modo de tes-
te, os DTCs e dados armazenados serão apagados.

Caixa de Interface Chicote Elétrico (c) Meça os valores do terminal ECU usando-se Break-out Box e
do Veículo Dispositivo Portátil.
(1) Conecte ao veículo, o breakout box e o dispositivo portátil.
(2) Faça a leitura de valores de entrada e saída da ECU, ob-
servando os comandos da tela.
RECOMENDAÇÃO:
O dispositivo de teste inclui a função “Snapshot”.
Esta função grava os valores medidos e é de utilidade no diagnóstico
Toyota Breakout Box de falhas intermitentes.
Para detalhes, Veja o manual do operador do Intelligent Tester.

4. TABELA LIVRE DE FALHAS


Se houver gravação de algum dos códigos abaixo, a ECU passará ao modo funcionamento livre de falhas.

DTC nº Funcionamento Livre de Falhas Condições para Desativação da Função Livre de Falhas
2 ou mais sinais TDC detectados durante 4 rotações
12 Carga TCV fixa em 30,0%
do motor.
• Corte de combustível
13 • Carga TCV fixa em 1,0% 2 ou mais sinais NE detectados durante 0,5 seg.
• Válvula de aceleração diesel fechada
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-9

Posição do pedal do acelerador fechado SW ON:


Posição do pedal do acelerador fixo em 0%
19 (1) +B OFF
Posição do pedal do acelerador fechado SW OFF:
Posição do pedal do acelerador fixo em 8%
Posição do pedal do acelerador fechado SW ON:
Posição do pedal do acelerador fixo em 0%
Posição do pedal do acelerador fechado SW OFF: +B OFF
19 (2)
Posição do pedal do acelerador fixo em 8%
Posição do pedal do acelerador abaixo de 10% +B OFF
Quando o interruptor da marcha-lenta estiver defeituoso.
Posição do pedal do acelerador fechado SW ON:
Posição do pedal do acelerador fixo em 0% +B OFF
Posição do pedal do acelerador fechado SW OFF:
Posição do pedal do acelerador fixo em 8%
DT
19 (3)
Interruptor da marcha-lenta ok.
Interruptor da marcha-lenta ON:
Posição do pedal do acelerador fixo em 0% +B OFF
Interruptor da marcha-lenta OFF:
Posição do pedal do acelerador abaixo de 10%
19 (4) Posição do pedal do acelerador abaixo de 10% +B OFF
Temperatura do fluido de arrefecimento fixa em 100 °C
22 Retorno à condição normal
(212 °F)
24 Temperatura do ar de admissão fixa em 20 °C (68 °F) Retorno à condição normal
Pressão do ar de admissão fixa em 101,3 kPa (760
35 Retorno à condição normal
mmHg, 30 in.Hg)
39 Temperatura do combustível fixa em 60 °C (140 °F) Retorno à condição normal
42 Velocidade do veículo fixa em 0 km;h (0 mph) Velocidade do veículo > 0 km/h (0 mph)

5. INSPEÇÃO DE FALHAS INTERMITENTES


Somente Intelligent Tester :
Com a ECU do motor no modo de teste, será possível a lógica de detecção de 1 etapa ao invés da lógica de 2 etapas
para detectar o aumento da sensibilidade à interrupções de circuito. Isto facilita a detecção de falhas intermitentes.
(1) Apague os códigos de falhas (Veja a etapa 2).
(2) Selecione o modo de teste (Veja a etapa 3).
(3) Execute o Teste de Simulação (Veja a página IN-10).
(4) Verifique o conector e o terminal (Veja a página IN-20).
(5) Manuseie o conector (Veja a página IN-20).
6. INSPEÇÃO BÁSICA
Quando o código de falhas não for confirmado na inspeção de códigos, o diagnóstico deverá ser executado em todos
os possíveis circuitos suspeitos.
Em muitos casos, após a inspeção básica do motor, descrita no fluxograma abaixo, a localização das falhas poderá ser
identificada com rapidez e eficiência. Portanto, este tipo de inspeção ‚ essencial para o diagnóstico do motor.

1 A voltagem positiva da bateria ‚ 11 V ou mais quando o motor está desligado ?

NÃO Carregue ou substitua a bateria.

SIM
DT-10 DIAGNÓSTICO – MOTOR

2 O motor gira?

NÃO Passe à tabela sintoma de problemas, página DT-24.

SIM

3 Verifique o filtro de ar.


DT
Filtro de papel:
PREPARAÇÃO:
Remova o filtro de ar.
INSPEÇÃO:
Verifique visualmente se o filtro de ar quanto a excesso de sujeira ou
óleo.
RECOMENDAÇÃO:
Se necessário, usando ar comprimido, remova a sujeira ou óleo ex-
cessivos.

Tipo lavável:
PREPARAÇÃO:
Remova o filtro de ar.
INSPEÇÃO:
Verifique visualmente se o filtro de ar quanto a excesso de sujeira ou
óleo.
Se necessário, limpe o filtro de ar.
(1) Usando ar comprimido, remova a sujeira do elemento do
filtro.
(2) Faça imersão do filtro em água e agite para cima e para
baixo mais de 10 vezes.
(3) Repita o enxagüe em água limpa até que água esteja trans-
parente.
(4) Balance o elemento do filtro ou use ar comprimido para
remover o excesso de água.
NOTA:
Não bata ou deixe cair o elemento do filtro.

NG Substitua o sensor de velocidade da turbina.

OK
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-11

4 Verifique a qualidade do combustível.

INSPEÇÃO:
y Use somente combustível diesel.
y Verifique o combustível quanto a impurezas.

NG Substitua o combustível.

OK
DT
5 Verifique o óleo do motor (Veja a página LU-1).

NG Adicione ou substitua.

OK

6 Verifique o fluido de arrefecimento (Veja a página SA-1).

NG Substitua o fluido de arrefecimento.

OK

7 Verifique o ponto de injeção (Veja o Manual RM710E, Seção MO).

NG Ajuste o ponto de injeção.

OK

8 Verifique a rotação da marcha-lenta e a rotação máxima (Veja a página MO-1).

NG Repare ou substitua a bomba injetora.

OK
DT-12 DIAGNÓSTICO – MOTOR

9 Verifique o circuito do DLC3 (Veja a página DT-98).

NG Repare ou substitua.

OK

DT 10 Verifique a bomba de vácuo (Veja a página CE-3).

NG Repare ou substitua.

OK

Passe à tabela de sintomas de problemas, página


DT-24.

7. VALORES DE REFERÊNCIA PARA DADOS DO


ECU DO MOTOR
NOTA:
Os dados abaixo para “Condição Normal” são valores represen-
tativos, portanto um veículo ainda poderá estar normal embora
seus valores estejam diferentes dos aqui detalhados. Portanto
não considere apenas estes valores como normais para definir
se uma peça está defeituosa ou não.
RECOMENDAÇÃO:
Os dados ECU do motor podem ser monitorados através do Intelligent
Tester.
(a) Conecte ao conector de diagnóstico DLC3 o Intelligent Tester.
(b) Monitore os dados da ECU, seguindo os comandos da tela do
dispositivo de teste.
Para detalhes, Veja o manual do operador do Intelligent Tester.

(c) Valores de Referência


Item Condição de Inspeção Valor de Referência
1
Motor funcionando em marcha-lenta * 5 – 25 mm3
Volume de Injeção Motor acelerado a 2.000 rpm*1 5 – 12 mm3
Motor acelerado a 3.000 rpm*1 9 – 18 mm3
Motor funcionando em marcha-lenta *1 12,5 – 15,0 °CA
Ponto de Ignição Motor acelerado a 2.000 rpm*1 16 – 20,5 12 °CA
1
Motor acelerado a 3.000 rpm* 21,5 – 24,0 °CA
Rotação do Motor RPM estável (comparação com tacômetro) Sem alterações significativas
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-13

80 – 100 kPa
Motor funcionando em marcha-lenta *1
(683-833 mmHg, 26,9 – 32,8 in.Hg)
PIM Motor acelerado a 2.000 rpm*1 80 – 120 kPa
Motor acelerado a 3.000 rpm*1 110 – 150 kPa

Temperatura do
Motor em temperatura operacional normal 75 - 95°C (167 – 203°F )*2
Fluido de Arrefecimento

Ar admitido Motor em temperatura operacional normal Temperatura ambiente 140°C


Temperatura do Combustível Motor em temperatura operacional normal Temperatura ambiente 65°C
Pedal do acelerador totalmente fechado 0 – 34%
Posição do Acelerador Pedal do acelerador totalmente aberto 58 – 100%
Pedal do acelerador da posição fechado a totalmente aberto Aumento gradual DT
Velocidade do Veículo Durante a condução (Comparação com velocímetro) Sem diferenças significativas
Sinal A/C Interruptor do A/C ON ON
Sinal IDL Pedal do acelerador totalmente fechado ON
Sinal de Partida Girando para a partida ON
Sinal de Corte do A/C Interruptor do A/C OFF ON
Sistema EGR Durante a marcha-lenta ON
3
NSW* Sinal do interruptor de partida em neutro Posição P ou N: ON
Interruptor de
Pressão do Óleo da DH Sinal do interruptor de pressão de óleo da direção hidráulica Esterce o volante da direção: ON

Interruptor
Fechamento Aceleração Pedal do acelerador totalmente fechado ON

*1: Todos os acessórios e A/C desligados.


*2: Se houver curto-circuito ou interrupção no circuito do sensor de temperatura da água, a ECU do motor funcionará
no modo livre de falhas.
*3: Somente A/T.
DT-14 DIAGNÓSTICO – MOTOR

TABELA DE CÓDIGOS DE FALHAS


RECOMENDAÇÃO:
Os parâmetros listados na tabela poderão não ser exatamente iguais aos valores lidos, devido a tipo de instrumentos
ou outros fatores.
Se durante a inspeção de códigos no modo de teste, houver apresentação de código de falha, verifique o circuito
correspondente, conforme listado na tabela abaixo. Para detalhes sobre cada código, procure a tabela correspondente.
*1 Lâmpada
de Advertên-
DTC nº cia do Motor *2
(Consulte a página) Item de detecção Área da falha (Modo Nor- Memória
mal /Modo de
Teste)
DT • Interrupção ou curto-circuito no circuito do
12 Falha no Circuito do Sensor
de Rotação do Motor (Circui- sensor de posição da árvore de manivelas ON/ON {
(DT-26) • Sensor de posição da árvore de manivelas
to TCD ou G1)
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
13 Falha no Circuito do Sensor
sensor de rotação do motor ON/ON {
(DT-29) de Rotação do Motor (Circui- • Sensor de rotação do motor
to NE) • ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito da
válvula de controle de ponto
• Filtro de combustível (Obstrução)
14 Falha no Sistema de Contro- • Combustível (Congelamento, Penetração de ON/N.A. {
(DT-31) le de Ponto Ar)
• Bomba injetora (pressão interna e válvula de
controle de ponto)
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
motor de controle da borboleta de aceleração
15 Falha no Circuito do Motor • Motor de controle da borboleta de aceleração
(DT-34) de Controle da Borboleta de • Borboleta de aceleração ON/N.A. {
Aceleração • Corpo da borboleta de aceleração
• ECU do motor
17 Falha CI interno • ECU do motor ON/N.A. {
• Interrupção ou curto-circuito no circuito da
18 Falha na Válvula de Contro- válvula de controle de gotejamento
(DT-38) le de Gotejamento ON/N.A. {
• Válvula de controle de gotejamento
• ECU do motor
Falha no Circuito do Sensor • Interrupção ou curto-circuito no circuito do
19 (1) de Posição do Pedal do Ace- sensor de posição do pedal do acelerador
(DT-42) lerador (Interrupção/Curto- • Sensor de posição do pedal do acelerador ON/ON {
circuito) • ECU do motor

Falha no Circuito do Sensor • Interrupção ou curto-circuito no circuito do


19 (2) sensor de posição do pedal do acelerador
(DT-50) de Posição do Pedal do Ace- ON/N.A. {
lerador (Interruptor IDL/Faixa) • Sensor de posição do pedal do acelerador
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
Falha no Circuito do Sensor sensor de posição do pedal do acelerador
19 (3) de Posição do Pedal do Ace- fechado
(DT-55) lerador Fechado(Curto-cir- • Sensor de posição do pedal do acelerador ON/N.A. {
cuito) fechado
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
19 (4) Falha no Circuito do Sensor
sensor de posição do pedal do acelerador
(DT-55) de Posição do Pedal do Ace-
• Sensor de posição do pedal do acelerador ON/N.A. {
lerador (Interrupção)
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
22 Falha no Circuito do Sensor sensor de temperatura da água
(DT-57) de Temperatura da Água ON/ON {
• Sensor de temperatura da água
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
24 Falha no Circuito do Sensor sensor de temperatura do ar da admissão
(DT-63) de Temperatura do Ar de • Sensor de temperatura do ar da admissão OFF/ON {
Admissão • ECU do motor
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-15

Falha no Sistema de Cor- • Interrupção ou curto-circuito no circuito da


32 unidade de correção da bomba injetora
(DT-69) reção da Bomba Injetora
• Unidade de correção da bomba injetora OFF/N.A. {
• Mangueira de vácuo desconectada ou
obstruída
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
35 Falha no Circuito do Sensor
sensor de pressão do turbocompressor ON/ON {
(DT-71) de Pressão do Turbocarre- • Sensor de pressão do turbocompressor
gador
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
39 Falha no Circuito do Sensor sensor de temperatura do combustível
(DT-78) de Temperatura do Combus- • Sensor de temperatura do combustível ON/ON {
tível • ECU do motor
• Painel de Instrumentos
42 Falha no Circuito do Sensor
do Sinal de Velocidade do
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
sensor de velocidade do veículo ON/ON {
DT
(DT-84)
Veículo • Sensor de velocidade do veículo
• ECU do motor
• Falha no Circuito do Sensor de Deslocamento
da Válvula EGR
96 Falha na Válvula de Contro- • Interrupção ou curto-circuito no circuito do
sensor de deslocamento da válvula EGR ON/ON {
(DT-87) le de Gotejamento
• Sensor de deslocamento da válvula EGR
• ECU do motor
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do
sistema de imobilização do motor
99 *3 Falha no Sistema de Imobili- • Amplificador da chave transponder OFF/N.A {
zação do Motor • Computador da chave transponder
• Bobina da chave transponder
• ECU do motor

*1: A apresentação ON na coluna de modo de diagnóstico indica lâmpada de advertência do motor acesa após a
detecção de uma falha. “OFF” significa “CHECK ENGINE” não acesa durante o diagnóstico de falhas mesmo que haja
detecção de falha. “N.A” indica item não incluído no diagnóstico de falhas.
*2: “{” na coluna memória indica gravação de DTC na memória da ECU do motor após a detecção de falha. Assim a
apresentação de resultados de diagnóstico no modo normal ou modo de teste é feito com a chave de ignição ligada.
*3: Veja o manual RM 789 E (HILUX) RM663U (SW4 1999) ou RM805E (LAND CRUISER PRADO) seção EL.
DT-16 DIAGNÓSTICO – MOTOR

LOCALIZAÇÃO DE PEÇAS
Land Cruiser/Land Cruiser Prado, SW4
Vela de Aquecimento Painel de
ECU do Motor Instrumentos
Sensor de Pressão do Interruptor da Borboleta
Conector de Diagnóstico Turbocompressor de Aceleração
Corpo da Borboleta
Sensor de Temperatura de Aceleração
de Admissão de Ar

DT

Sensor de Deslocamento
da Válvula EGR
Válvula EGR
E-VRV
para EGR

Sensor de Posição do
Pedal do Acelerador
Interruptor de
Posição Fecha-
da do Pedal do
Sensor de Temperatura Acelerador
da Água
Sensor de Posição da Árvore
de manivelas
Bomba Injetora

Sensor de Sensor de Rotação


Temperatura de do Motor Relé do Motor de Partida Relé Principal ECD
Válvula de (Identificação: ST) (Identificação: ECD)
Combustível Controle de
Gotejamento

Válvula de
Unidade de Correção Controle de Relé da Vela de Aquecimento
da Bomba Injetora Distribuição (Identificação: SUB GLW RLY)
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-17

Hilux

Relé Principal ECD (Identificação: ECD) Relé do Motor de Par-


tida (Identificação: ST)

Painel de Instrumentos

Relé da Vela de Aquecimento


(Identificação: SUB GLW RLY) Sensor de Pressão do
Turbocompressor DT
ECU do Motor

Sensor de Posição do Sensor de


Pedal do Acelerador Deslocamento
Interruptor de da Válvula EGR
Posição Fechada
do Pedal do
Acelerador
Interruptor da Borbole-
ta de Aceleração

Corpo da Borboleta Válvula EGR


de Aceleração
Vela de
Aquecimento
Conector de
Diagnóstico E-VRV
para EGR
Bomba Injetora

Sensor de Sensor de
Válvula de Contro-
Temperatura Rotação do le de Gotejamento
de Combus- Motor
tível

Sensor de Sensor de Temperatura


Posição da Árvore de Admissão de Ar
de manivelas
Válvula de
Unidade de Correção Controle de Sensor de Temperatura da Água
da Bomba Injetora Distribuição
DT-18 DIAGNÓSTICO – MOTOR

TERMINAIS DA ECU
SW4
Terminais da ECU do Motor

DT
Símbolos (Terminais nº) Cor da Fiação Elétrica Condição Voltagem STD (V)
BATT (E18–2) – E1 (E15–22) L–R – BR Sempre 9 – 14
+ B (E18–9) – E1 (E15–22) W–R – BR Chave de ignição ON 9 – 14
VC (E16–21) – E2 (E15–22) L–B – R Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
VCC (E17–8) – E2C (E17–27) B–R – BR–B Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VA (E17–19) – E2C (E17–27) Y–R – BR–B
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VAS (E17–28) – E2C (E17–27) V–W – BR–B
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14
IDL (E17–18) – E2C (E17–27) LG–R – BR–B
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
Aplique 40 kPa de vácuo (300 mmHg, 11,8 in.Hg) 1,0 – 1,8
PIM (E16–16) – E2 (E16–20) B–Y – R
Aplique 135 kPa de vácuo (1.000 mmHg, 39,4 in.Hg) 2,3 – 4,2
Funcionando em marcha-lenta - temperatura
THA (E16–22) – E2 (E16–20) Y–G – R 0,2 – 3,8
do ar da admissão 0°C (32°F) a 60°C (140°F)
Funcionando em marcha-lenta - temperatura do
THW (E16–14) – E2 (E16–20) G–R 0,1 – 1,5
fluido de arrefecimento 60°C (140°F) a 120°C (248°F)
THF (E16–5) – E2 (E16–20) W–R Chave de ignição ON (motor frio) 0,5 – 3,8
STA (E17–24) – E1 (E15–22) B–W – BR Enquanto o motor estiver girando 6,0 ou mais
TDC+ (E15–16) – Gera pulso
R–G Funcionando em marcha-lenta
TDC– (E15–27) (Veja a página DT-26)
Gera pulso
NE+ (E15–17) – NE– (E15–28) Y–L Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-26)
Chave de ignição ON Gera pulso
SP1 (E17–22) – E1 (E15–22) G–O
Esterce lentamente o volante da direção (Veja a página DT-84)
Chave de ignição ON 9 – 14
TCV (E15–5) – E01(E15–21) G–W Gera pulso
Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-31)
MREL (E18–7) – E01 (E15–21) L–Y – W–B Chave de ignição ON 9 – 14
IGSW (E18–9) – E1 (E15–21) GR–B – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Interruptor do A/C ON (em marcha-lenta) 0 – 1,5
AC (E17–4) – E1 (E15–22) L–Y – BR
Interruptor do A/C OFF 9 – 14
Chave de ignição ON 9 – 14
ACT (E17–13) – E1(E15–22) L–B – BR Em corte do A/C controlado (velocidade
abaixo de 30 km/h, pedal do acelerador 0–3
totalmente aberto durante 5 segundos)
Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14
PDL (E17–9) – E1 (E15–22) L–W – BR
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-19

TACH (E17–2) – E1 (E15–22) LG – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso


TC (E18–18) – E1 (E15–22) GR – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Lâmpada de Advertência do motor acesa 0–3
W (E18–12) – E1 (E15–22) R–W – BR
Exceto com lâmpada de advertência acesa 9 – 14
Indicador da vela de aquecimento aceso 0–3
GIND (E18–3) – E1(E15–22) BR – BR
Exceto com indicador da vela de aquecimento aceso 9 – 14
DATA (E16–13) – E1 (E15–22) V – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
CLK (E16–12) – E1 (E15–22) P – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
SIL (E18–19) – E1 (E18–22) W – BR Conecte o Intelligent Tester ao DLC3 Gera pulso
IMI (E19–17) – E1 (E18–22) L–B – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso
IMO (E19–6) – E1 (E18–22) L–R – BR Alguns segundos após a partida do motor Gera pulso DT
DT-20 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Hilux
Terminais da ECU do Motor

DT Símbolos (Terminais nº) Cor da Fiação Elétrica Condição Voltagem STD (V)
BATT (E7–2) – E1 (E4–22) Y – BR Sempre 9 – 14
+ B (E7–9) – E1 (E4–22) R–L – BR Chave de ignição ON 9 – 14
VC (E5–21) – E2 (E4–22) B – G–R Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
VCC (E6–8) – E2C (E6–27) R–W – LG Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VA (E6–19) – E2C (E6–27) B–L – LG
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VAS (E6–28) – E2C (E6–27) P – LG
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14
IDL (E6–18) – E2C (E6–27) B–R – LG
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
Aplique 40 kPa de vácuo (300 mmHg, 11,8 in.Hg) 1,0 – 1,8
PIM (E5–16) – E2 (E5–20) B–Y – G–R
Aplique 135 kPa de vácuo (1.000 mmHg, 39,4 in.Hg) 2,3 – 4,2
Funcionando em marcha-lenta - temperatura
THA (E5–22) – E2 (E5–20) P–L – BR–W 0,2 – 3,8
do ar da admissão 0°C (32°F) a 60°C (140°F)
Funcionando em marcha-lenta - temperatura do
THW (E5–14) – E2 (E5–20) P – BR–W 0,1 – 1,5
fluido de arrefecimento 60°C (140°F) a 120°C (248°F)
THF (E5–5) – E2 (E5–20) LG – B Chave de ignição ON (motor frio) 0,5 – 3,8
STA (E6–24) – E1 (E4–22) V–Y – BR Enquanto o motor estiver girando 6,0 ou mais
TDC+ (E4–16) – Gera pulso
R–G Funcionando em marcha-lenta
TDC– (E4–27) (Veja a página DT-26)
Gera pulso
NE+ (E4–17) – NE– (E4–28) W–B Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-26)
Chave de ignição ON
SP1 (E6–22) – E1 (E4–22) G–O – BR Gera pulso
Esterce lentamente o volante da direção
Chave de ignição ON 9 – 14
TCV (E4–5) – E01(E5–21) G–B – W–B Gera pulso
Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-31)
Chave de ignição ON 9 – 14
EGR (E4–4) – E01(E4–21) G–W – W–B Gera pulso
EGR ON
(Veja a página DT-109)
MREL (E7–7) – E01 (E4–21) L–O – W–B Chave de ignição ON 9 – 14
IGSW (E7–9) – E1 (E4–21) B–W – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Interruptor do A/C ON (em marcha-lenta) 0 – 1,5
AC1 (E6–4) – E1 (E4–22) Y – BR
Interruptor do A/C OFF 9 – 14
Chave de ignição ON 9 – 14
ACT (E6–13) – E1(E4–22) LG–R – BR Em corte do A/C controlado (velocidade
abaixo de 30 km/h, pedal do acelerador 0–3
totalmente aberto durante 5 segundos)
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-21

Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14


PDL (E6–9) – E1 (E4–22) L – BR
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
TAC (E6–2) – E1 (E4–22) B – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso
TC (E7–18) – E1 (E4–22) V – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Lâmpada de Advertência do motor acesa 0–3
W (E7–12) – E1 (E4–22) P – BR
Exceto com lâmpada de advertência acesa 9 – 14
Indicador da vela de aquecimento aceso 0–3
G–IND (E7–3) – E1(E4–22) R–W – BR
Exceto com indicador da vela de aquecimento aceso 9 – 14
DATA (E5–13) – E1 (E4–22) V – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
CLK (E5–12) – E1 (E4–22) P – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
Em posição de mudanças, primeira posição 9 – 14 DT
FSW (E6–7) – E1 (E4–22) R–L – BR Nas demais posições de mudanças em
0–3
primeira posição
SIL (E7–19) – E1 (E4–22) V–W – BR Conecte o Intelligent Tester ao DLC3 Gera pulso
IMI (E7–17) – E1 (E4–22) L–B – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso
IMO (E7–6) – E1 (E4–22) L–R – BR Alguns segundos após a partida do motor Gera pulso
DT-22 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


Terminais da ECU do Motor

DT Símbolos (Terminais nº) Cor da Fiação Elétrica Condição Voltagem STD (V)
BATT (E8–2) – E1 (E5–22) B–R – BR Sempre 9 – 14
+ B (E8–9) – E1 (E5–22) B–Y – BR Chave de ignição ON 9 – 14
VC (E6–21) – E2 (E5–22) L–R – BR–W Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
VCC (E7–8) – E2C (E7–27) L–R – BR–W Chave de ignição ON 4,5 – 5,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VA (E7–19) – E2C (E7–27) R–Y – BR–W
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 0,6 – 1,3
VAS (E7–28) – E2C (E7–27) P–L – BR–W
Pedal do acelerador totalmente aberto 2,8 – 4,5
Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14
IDL (E7–18) – E2C (E7–27) LG–B – BR–W
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
Aplique 40 kPa de vácuo (300 mmHg, 11,8 in.Hg) 1,0 – 1,8
PIM (E6–16) – E2 (E6–20) P–L – BR–W
Aplique 135 kPa de vácuo (1.000 mmHg, 39,4 in.Hg) 2,3 – 4,2
Funcionando em marcha-lenta - temperatura
THA (E6–22) – E2 (E6–20) W–G – BR–W 0,2 – 3,8
do ar da admissão 0°C (32°F) a 60°C (140°F)
Funcionando em marcha-lenta - temperatura do
THW (E6–14) – E2 (E6–20) G–B – BR–W 0,1 – 1,5
fluido de arrefecimento 60°C (140°F) a 120°C (248°F)
THF (E6–5) – E2 (E6–20) B–R – BR–W Chave de ignição ON (motor frio) 0,5 – 3,8
STA (E7–24) – E1 (E5–22) B–W – BR Enquanto o motor estiver girando 6,0 ou mais
TDC+ (E5–16) – Gera pulso
B–W Funcionando em marcha-lenta
TDC– (E5–27) (Veja a página DT-26)
Gera pulso
NE+ (E5–17) – NE– (E5–28) L–G Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-26)
Chave de ignição ON
SP1 (E7–22) – E1 (E5–22) V – BR Gera pulso
Esterce lentamente o volante da direção
Chave de ignição ON 9 – 14
TCV (E5–5) – E01(E5–21) R–Y – W–B Gera pulso
Funcionando em marcha-lenta
(Veja a página DT-31)
EGR (E7–24) – Gera pulso
R–G – W–B EGR ON
E01(E7–13) (Veja a página DT-109)
S/TH (E7–10) – VSV OFF em marcha-lenta 9 – 14
W–L – W–B
E01(E7–13) VSV ON (Após chave de ignição OFF por 2 seg.) 0–3
VSV para tomada de pressão atmosférica OFF 9 – 14
PA (E7–9) – E01 (E7–13) W–R – W–B
VSV para tomada de pressão atmosférica ON 0–3
MREL (E8–7) – E01 (E5–21) B–W – W–B Chave de ignição ON 9 – 14
IGSW (E1–9) – E1 (E5–21) B–R – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Interruptor do A/C ON em marcha-lenta 0 – 1,5
AC (E7–4) – E1 (E5–22) W–G – BR
Interruptor do A/C OFF 9 – 14
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-23

Chave de ignição ON 9 – 14
ACT (E7–13) – E1(E5–22) L–B – BR Em corte do A/C controlado (velocidade
abaixo de 30 km/h, pedal do acelerador 0–3
totalmente aberto durante 5 segundos)
Pedal do acelerador totalmente fechado 9 – 14
PDL (E7–9) – E1 (E5–22) GR – BR
Pedal do acelerador totalmente aberto 0–3
TAC (E7–2) – E1 (E5–22) B – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso
TC (E8–18) – E1 (E5–22) P–B – BR Chave de ignição ON 9 – 14
Lâmpada de Advertência do motor acesa 0–3
W (E8–12) – E1 (E5–22) W – BR
Exceto com lâmpada de advertência acesa 9 – 14
Indicador da vela de aquecimento aceso 0–3
G–IND (E8–3) – E1(E5–22) Y–R – BR
Exceto com indicador da vela de aquecimento aceso 9 – 14
DT
DATA (E6–13) – E1 (E5–22) G–B – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
CLK (E6–12) – E1 (E5–22) G–W – BR Durante 0,5 seg, após chave de ignição ON Gera pulso
Chave de ignição ON 0–3
EGRC (E7–3) – E1 (E5–22) R – BR Mantenha a rotação do motor em 1.500 rpm
9 – 14
após o aquecimento
Chave de ignição ON 0–3
IREL (E9–2) – E1 (E5–22) G–Y – BR
Aquecedor de ar da admissão ON 9 – 14
Interruptor do ventilador do aquecedor ON 0–3
VCH (E7–23) – E1 (E5–22) Y–R – BR
Interruptor do ventilador do aquecedor OFF 9 – 14
SVR (E9–13) – E1 (E5–22) L–W – BR Chave de ignição ON 0 – 1,5
Interruptor do ventilador do aquecedor ON 0–3
VCT (E6–7) – E1 (E5–22) L–B – BR
Interruptor do ventilador do aquecedor OFF 9 – 14
Acione o interruptor do aquecedor 0–3
HSW (E9–20) – E1 (E5–22) B–L – BR
Desligue o interruptor do aquecedor 9 – 14
Em posição de mudanças, primeira posição 9 – 14
FSW (E7–7) – E1 (E5–22) R–L – BR Nas demais posições de mudanças em
0–3
primeira posição
Em marcha-lenta - Esterce o volante de direção 0–3
PS (E7–9) – E1 (E8–22) P – BR
Chave de ignição ON 9 – 14
SIL (E8–19) – E1 (E8–22) V–W – BR Conecte o Intelligent Tester ao DLC3 Gera pulso
IMI (E9–17) – E1 (E8–22) L–B – BR Funcionando em marcha-lenta Gera pulso
IMO (E9–6) – E1 (E8–22) L–R – BR Alguns segundos após a partida do motor Gera pulso
DT-24 DIAGNÓSTICO – MOTOR

TABELA DE SINTOMAS DE FALHAS


Quando o código de falhas não estiver confirmado na inspeção de códigos e a falha não puder ser confirmada na
inspeção básica, use esta tabela e diagnóstico conforme a seqüência abaixo:

Consulte
Sintoma Área Suspeita a página
1. Motor de partida #
Motor não gira para a partida (Partida difícil) 2. Relé do motor de partida #
3. Circuito do interruptor park neutral –
1. Circuito do sinal STA DT-104
2. Bico injetor CO-3
Motor frio (Partida difícil) 3. Filtro de combustível #
DT 4.
5.
ECU do motor
Bomba injetora
#
CO-5
1. Circuito do sinal STA DT-104
2. Bico injetor CO-3
3. Filtro de combustível #
Motor aquecido (Partida difícil)
4. Compressão #
5. ECU do motor #
6. Bomba injetora CO-5
1. Filtro de combustível #
2. Circuito de alimentação da ECU DT-92
Imediatamente após a partida (Motor morre)
3. ECU do motor #
4. Bomba injetora CO-5
1. Circuito de alimentação da ECU DT-92
Outros (Motor morre) 2. ECU do motor #
3. Bomba injetora CO-5
1. Filtro de combustível #
Marcha-lenta inicial incorreta (Marcha-lenta pobre) 2. ECU do motor #
3. Bomba injetora CO-5
1. Circuito do sinal A/C DT-125
2. Circuito do sinal STA DT-104
Marcha-lenta alta (Marcha-lenta pobre)
3. ECU do motor #
4. Bomba injetora CO-5
1. Circuito do sinal A/C DT-125
2. Bico injetor CO-3
3. Circuito de controle da EGR DT-109
Marcha-lenta baixa (Marcha-lenta pobre) 4. Compressão #
5. Folga da válvula #
6. Linha de combustível (Sangria de ar) –
7. ECU do motor #
8. Bomba injetora CO-5
1. Bico injetor CO-3
2. Linha de combustível (Sangria de ar) –
3. Circuito de controle da EGR DT-109
Marcha-lenta difícil (Marcha-lenta pobre) 4. Compressão #
5. Folga da válvula #
6. ECU do motor #
7. Bomba injetora CO-5
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-25

1. Bico injetor CO-3


2. Alimentação de força da ECU DT-92
Oscila quando o motor está aquecido (Marcha-lenta 3. Compressão #
difícil) 4. Linha de ar (sangria de ar) –
5. Folga da válvula #
6. ECU do motor #
7. Bomba injetora CO-5
1. Bico injetor CO-3
2. Alimentação de força da ECU DT-92
3. Compressão #
Oscila quando o motor está frio (Marcha-lenta difícil) 4. Linha de ar (sangria de ar) –
5. Folga da válvula #
6. ECU do motor #
7. Bomba injetora CO-5
1. Bico injetor CO-3 DT
2. Filtro de combustível #
3. Circuito de controle da EGR DT-109
Hesita/Aceleração fraca (Má dirigibilidade) 4. Compressão #
5. ECU do motor #
6. Bomba injetora CO-5
1. Bico injetor CO-3
Detonação (Má dirigibilidade) 2. Circuito de controle da EGR DT-109
3. ECU do motor #
1. Bico injetor CO-3
2. Circuito de controle da EGR DT-109
Fumaça preta (Má dirigibilidade)
3. ECU do motor #
4. Bomba injetora CO-5
1. Circuito de controle da EGR DT-109
2. Bico injetor CO-3
Fumaça branca (Má dirigibilidade) 3. Filtro de combustível #
4. ECU do motor #
5. Bomba injetora CO-5
1. Bico injetor CO-3
Trepida/ Oscila (Má diriginilidade) 2. ECU do motor #
3. Bomba injetora CO-5

#: Veja o manual RM710E (1KZ-FE), RM 789 E (Hilux Sup), RM663U (1999 SW4) ou RM805E (Land Cruiser/Land
Cruiser Prado Sup.).
DT-26 DIAGNÓSTICO – MOTOR

INSPEÇÃO DO CIRCUITO
DTC 12 Falha no Circuito do Sensor de
Posição da Árvore de Manivelas

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de posição da árvore de manivelas do Sistema de Controle do Motor contém uma placa de sinais e uma
bobina sensora para um sinal TDC. Na circunferência externa da placa de sinais do TDC há um dente. O sensor de
sinais TDC gera um sinal em cada rotação do motor. A ECU do motor detecta o ponto morto superior usando os sinais
TDC.
DT O sensor de rotação do motor no Sistema de Controle do motor contém uma placa de sinais e uma bobina sensora
para um sinal NE. Na placa de sinais NE há 78 dentes e a placa é montada na bomba injetora. O sensor de sinais NE
gera 78 sinais a cada 2 rotações do motor. A ECU do motor detecta a rotação do motor e a posição de deslocamento
do came da bomba injetora. A ECU do motor utiliza o sinais TDC e NE para controlar o ponto de injeção. O sinal NE é
usado também para o controle do volume de injeção.

DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no sensor de posi-


Nenhum sinal TDC para a ECU do motor a ção da árvore de manivelas
12
400 rpm ou mais • Sensor de posição da árvore de manivelas
• ECU do motor
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-27

DIAGRAMA ELÉTRICO

ECU do Motor
Sensor de Posição da
Árvore de manivelas

DT
Sensor de Rotação do Motor
(Dentro da Bomba Injetora)

*2 *1
C15 (Hilux), E4 (Hilux),
C4 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado) E5 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado),
C3 (SW4) E15 (SW4)

*3
E9 (Hilux),
E12 (SW4)
P1 Sensor Pick-up
(Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições
do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcio-
nando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento
da falha.
DT-28 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a resistência do sensor de posição da árvore de manivelas (TDC) (Veja


1
o Manual RM710E, seção ED).
Referência - INSPEÇÃO USANDO OSCILOSCÓPIO
Forma de onda do Sinal TDC
Enquanto o motor estiver girando ou funcionando em marcha-lenta,
verifique o formato das ondas entre os trinais TDC+ e TDC- e NE+ e
NE- do conector da ECU do motor.
RECOMENDAÇÃO:
O formato correto das ondas está detalhado na ilustração.

DT 20 m seg./Divisão (funcionando em Substitua o sensor de posição da árvore de


marcha-lenta) NG manivelas.

OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o sensor de posição


2
da árvore de manivelas quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG conector.

OK

3 Inspeção da instalação do sensor.

NG Aperte o sensor.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-29

DTC 13 Falha no Circuito do Sensor de


Rotação do Motor (Circuito NE)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Veja o DTC12, página DT-26.
DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

Nenhum sinal NE para a ECU do motor du- • Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor
rante 0,5 seg. ou mais a 580 rpm ou mais. de rotação do motor.
13
Nenhum sinal NE para a ECU do motor du- • Sensor de rotação do motor DT
rante 2,0 seg. ou mais enquanto o enquanto • ECU do motor
o motor estiver girando para a partida

DIAGRAMA ELÉTRICO
Veja o DTC 12, página DT-26.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condi-
ções do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava
funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o
momento da falha.

Verifique a resistência do sensor de rotação do motor (Veja o Manual RM710E,


1
seção CD).

NG Substitua a bomba injetora (Veja a página CO-5).

OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o sensor de


2
rotação do motor quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG conector.

OK

3 Inspecione a instalação do sensor.

NG Aperte o sensor.
DT-30 DIAGNÓSTICO – MOTOR

OK

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).

DT
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-31

DTC 14 Falha no Sistema de Controle de


Ponto/Sincronismo

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A ECU do motor controla o ponto de injeção ativando a válvula de controle de controle de ponto. A válvula de controle
de ponto é montada na bomba injetora e faz o controle de carga de pressão interna do combustível na bomba. A ECU
do motor detecta o ângulo de avanço da injeção através dos sinais TDC e NE.

DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito da vál-


vula de controle de ponto.
DT
Após e durante o aquecimento do motor, o • Válvula de controle de ponto
14 ponto real da injeção e apresenta diferença • Filtro de combustível (obstrução)
de diversos segundos em relação ao valor • Combustível (congelamento, penetração de ar)
calculado para a ECU do motor.
• Bomba injetora (valor de controle de ponto e pres-
são interna)
• ECU do motor

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux ECU do Motor

Válvula de controle de Ponto

Do Terminal 3 do Relé ECD


( Veja a página DT-92)

SW4 ECU do Motor

Válvula de controle de Ponto

Do Terminal 3 do Relé ECD


( Veja a página DT-92)
DT-32 DIAGNÓSTICO – MOTOR

ECU do Motor
Land Cruiser/Land Cruiser Prado

Do Terminal 3 do Relé ECD Válvula de controle de Ponto


( Veja a página DT-92)

DT

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições
do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcio-
nando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento
da falha.

1 Verifique a válvula de controle de ponto (Veja a página CO-5).

NG Substitua a válvula de controle de ponto.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal TCV do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
Conector E4, E5 ou E15.
(b) Solte o conector E4 (Hilux), E5 (Lande Cruiser/Land Cruiser Pra-
do) ou E15 (SW4) da ECU do motor.
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal TCV do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem 9 – 14 V

OK Passe à etapa 3.

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-33

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a válvula de controle de ponto e a ECU do motor, e entre a
válvula de controle de ponto e o relé principal ECD quanto a interrupção ou curto-circuito (Identificação:
ECD) (Veja a página IN-20).

Verifique a voltagem entre o terminal TCV do conector da ECU e a massa da


3
carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal TCV do conector da ECU do motor DT
e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem 9 – 14 V

Referência: INSPEÇÃO USANDO O OSCILOSCÓPIO


Forma de onda do Sinal TCV
10 V/ Div. Enquanto o motor estiver girando ou funcionando em marcha-lenta,
verifique o formato das ondas entre os trinais TCV e E1 do conector
da ECU do motor.
RECOMENDAÇÃO:
O formato correto das ondas está detalhado na ilustração.

10 m seg./Divisão (funcionando
em marcha-lenta) Inspecione e substitua a ECU do motor (Veja a
NG página IN-20).

OK

Verifique o filtro de combustível quanto a obstrução, congelamento do


4
combustível e penetração de ar.

NG Repare ou substitua .

OK

Verifique e substitua a bomba injetora (Veja a


página CO-5).
DT-34 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 15 Falha no Circuito do Motor de


Controle da Aceleração

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O motor de controle da aceleração é acionado pela ECU do motor e faz abrir e fechar a válvula de aceleração. A
abertura total da borboleta de aceleração é detectada pela posição totalmente abertura do acelerador que é montado
no corpo da borboleta de aceleração.
Se houver gravação deste DTC, a ECU do motor cortará a potência para o motor de controle da aceleração.
DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha
DT
Interrupção ou curto-circuito no circuito do • Interrupção ou curto-circuito no circuito do motor
motor de controle de aceleração. de controle de aceleração
• Motor de controle de aceleração
15
• Válvula de aceleração
Interrupção ou curto-circuito no circuito do in- • Corpo da borboleta de aceleração
terruptor de aceleração total.
• ECU do motor

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux
ECU do Motor

Motor de Controle de Aceleração

Interruptor de Aceleração Total


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-35

SW4 ECU do Motor

Motor de Controle de Aceleração

DT
Interruptor de Aceleração Total

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


ECU do Motor

Motor de Controle de Aceleração

Interruptor de Aceleração Total


DT-36 DIAGNÓSTICO – MOTOR

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições
do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcio-
nando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento
da falha.

1 Verifique o circuito do motor de controle de aceleração.

PREPARAÇÃO:
Forma de onda do Sinal TDC
(a) Conecte o osciloscópio entre os terminais LU+A/LU-A/LU+B/LU-
DT 10 V/
Divisão
B e EO1 do conector da ECU do motor.
(b) Dê partida ao motor.
INSPEÇÃO:
Inspecione a forma de onda entre os terminais LU+A/LU-A/LU+B/LU-
B e EO1 do conector da ECU do motor com o motor acelerado.
OK:
O formato correto das ondas está detalhado na ilustração.
0,5 m seg./Divisão

Inspecione e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

2 Verifique o motor de controle de aceleração.

PREPARAÇÃO:
Solte o conector do motor de controle de aceleração.
INSPEÇÃO;
y Meça a resistência entre os terminais 2 e 1/3 do motor de con-
trole de aceleração.
y Meça a resistência entre os terminais 5 e 4/6 do motor de con-
trole de aceleração.
OK:
Resistência: 18 – 22 Ω a 20°C (68°F).

Substitua o conjunto do corpo da borboleta de


NG aceleração (Veja a página CD-1).

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o motor de controle de aceleração


3
e a ECU do motor quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-37

Repare ou substitua o chicote elétrico ou o


NG conector.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.

DT
DT-38 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 18 Circuito da Válvula de Controle de


Gotejamento

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A ECU do motor controla o volume de injeção de combustível acionando a válvula de controle de gotejamento. A
válvula de controle de gotejamento é montada na bomba injetora, e faz abrir ou fechar a abertura de liberação de
pressão da injeção próxima da válvula solenóide na válvula de controle de gotejamento (Durante a injeção: a válvula
fecha (ON)). A ECU do motor determina o volume básico de injeção de combustível baseado nos valores de rpm do
motor e ângulo de abertura da borboleta de aceleração, e calcula o ângulo final de injeção do combustível para incluir
as diversas correções ao volume básico de injeção de combustível. A ECU do motor conta os pulsos NE para detectar
DT o ângulo, a partir do início da injeção e comuta a válvula de controle de gotejamento entre LIGAR e DESLIGAR (A
porta de liberação de injeção de pressão está aberta.) até atingir a posição do ângulo final de injeção de combustível.

Pulso NE

Fecha (ON)
SPV
Abre (OFF)
Ângulo final de
injeção do com-
Deslocamento bustível
do Embolo

Início da injeção

DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito da vál-


Interrupção ou curto-circuito no circuito da vula de controle de pulso
18
válvula de controle de gotejamento • Válvula de controle de pulso
• ECU do motor

DIAGRAMA ELÉTRICO
ECU do Motor
Hilux

Válvula de Controle de Gotejamento


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-39

SW4
ECU do Motor

Válvula de Controle de Gotejamento

DT

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


ECU do Motor

Válvula Magnética de Gotejamento

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condi-
ções do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava
funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o
momento da falha.

1 Verifique a válvula de controle de gotejamento (Veja a página CD-9).

NG Substitua a bomba injetora (Veja a página CO-12).

OK
DT-40 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o SPV e o conector da ECU do motor e a massa da


2
carroçaria.
PREPARAÇÃO:
Conector E4, E5 ou E15 (a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte da ECU do motor, o conector E4 (Hilux), E5 (Land Cruiser/
Land Cruiser Prado) ou E15 (SW4).
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal SPV do conector da ECU e a mas-
sa da carroçaria.
DT OK:
Voltagem: 9 – 14 V

OK Passe à etapa 3.

NG

Verifique o chicote elétrico ou o conector entre a


válvula de controle de gotejamento e a ECU do
motor quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja
a página IN-20).

Verifique a voltagem entre o terminal SPV do conector da ECU do motor e a


3
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais SPV do conector da ECU do
motor e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V

Referência: INSPEÇÃO USANDO O OSCILOSCÓPIO


Forma de onda do Sinal TDC
Enquanto o motor estiver funcionando em marcha-lenta, verifique o
10 V/ formato das ondas entre os trinais SPV e E1 do conector da ECU do
Divisão
motor.
RECOMENDAÇÃO:
O formato correto das ondas está detalhado na ilustração.

10 m seg./Divisão (funcionando em marcha-lenta)

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-41

Inspecione e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).

DT
DT-42 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 19 (1) Falha no Circuito do Sensor de


Posição do Pedal do Acelerador

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de posição do pedal do acelerador é montado no pedal do acelerador e detecta o ângulo de abertura do
acelerador. Quando o pedal do acelerador está totalmente fechado, os terminais VA, VAS da ECU do motor recebem
voltagem de aproximadamente 1,0V. A voltagem aplicada aos terminais VA, VAS da ECU do motor aumenta proporci-
onalmente ao ângulo de abertura do pedal do acelerador e torna-se aproximadamente 3,6 V quando o pedal está
totalmente aberto. A partir dos sinais nos terminais VA e VAS a ECU do Motor interpreta as condições de condução do
veículo e utiliza estes mesmos sinais para controlar o volume de injeção e a posição da válvula de aceleração diesel.
DT O interruptor de marcha-lenta é montado no sensor de posição do pedal do acelerador e envia o sinal IDL à ECU do
motor quando o pedal do acelerador está totalmente fechado.
No modo livre de falhas, este sistema inclui o sensor de posição do pedal do acelerador de 2 vias e o interruptor de
posição fechada do pedal do acelerador.

DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor


Interrupção ou curto-circuito no circuito do de posição do pedal do acelerador
19 (1) sensor de posição do pedal do acelerador
durante 0,05 seg. ou mais. • Sensor de posição do pedal do acelerador
• ECU do motor

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 19 (1), use o Intelligent Tester para confirmar a porcentagem de abertura do pedal do acelerador
e a condição do interruptor de posição fechada do pedal do acelerador.

Posição de abertura do pedal do acelerador expressa em porcentagem


Área de Falha
Pedal do acelerador totalmente fechado Pedal do acelerador totalmente aberto

Interrupção no circuito VCC


0% 0%
Interrupção ou curto-circuito no circuito VA, VAS

Aproximadamente 100% Aproximadamente 100% Interrupção no circuito E2C


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-43

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux A31
Sensor de Posição do Pedal do Acelerador ECU do Motor

DT

Interruptor de Posição Fechada do


Pedal do Acelerador
DT-44 DIAGNÓSTICO – MOTOR

SW4
Sensor de Posição do Pedal do Acelerador ECU do Motor

DT

Interruptor de Posição Fechada do


Pedal do Acelerador
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-45

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


A59
Sensor de Posição do Pedal do Acelerador ECU do Motor

DT

Interruptor de Posição Fechada do


Pedal do Acelerador

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Usando o Intelligent Tester:
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições do
motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcionando ou
parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento da falha.

Conecte o Intelligent Tester, anote a porcentagem de abertura do pedal do


1
acelerador.
PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do
Intelligent Tester .
INSPEÇÃO:
Anote a porcentagem de abertura do pedal do acelerador.
DT-46 DIAGNÓSTICO – MOTOR

OK:
Pedal do acelerador Posição de abertura do pedal
do acelerador em porcentagem
Totalmente liberado Aproximadamente 65%
Totalmente pressionado Aproximadamente 18%

Verifique quanto a falhas intermitentes (Veja a


OK página DT-4).

NG

DT
Verifique a voltagem entre o terminal 4 do conector, lado do chicote elétrico e a
2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acelerador.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal 4 do conector, lado do chicote elétrico
e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

NG Passe à etapa 5.

OK

3 Verifique a voltagem entre os terminais VA/VAS e E2C do conector da ECU.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre os terminais VA/VAS e E2C do conector da
ECU.
OK:
Pedal do acelerador Voltagem
Totalmente liberado 0,6 – 1,3 V
Totalmente pressionado 2,8 – 4,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-47

NG

Verifique quanto a interrupção ou short no chicote elétrico e conector no


4 terminal VA ou VAS entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal do
acelerador (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

DT
OK

Substitua o pedal do acelerador.

5 Verifique a voltagem entre os terminais VCC e E2C do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre os terminais VCC e E2C do conector da
ECU.
OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).

OK

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no terminal VCC entre a
ECU do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador (Veja a página IN-20).
DT-48 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Usando o Intelligent Tester :


Verifique a voltagem entre o terminal 4 do conector, lado do chicote elétrico e a
1
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de posição do pedal do acelerador.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal 4 do conector, lado do chicote elétrico
e a massa da carroçaria.
DT OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

NG Passe à etapa 4.

OK

2 Verifique a voltagem entre os terminais VA/VAS e E2C do conector da ECU.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre os terminais VA/VAS e E2C do conector da
ECU.
OK:
Pedal do acelerador Voltagem
Totalmente liberado 0,6 – 1,3 V
Totalmente pressionado 2,8 – 4,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no


3 terminal VA ou VAS entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal do
acelerador (Veja a página IN-20).

Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.


NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-49

OK

Substitua o pedal do acelerador.

4 Verifique a voltagem entre os terminais VCC e E2C do conector da ECU.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas. DT
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre os terminais VCC e E2C do conector da
ECU.
OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).

OK

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no terminal VCC entre a
ECU do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador (Veja a página IN-20).
DT-50 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 19 (2) Falha no Circuito do Sensor de


Posição do Pedal do Acelerador
(Interruptor IDL/Falha)
DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Veja DTC 19 (1), página DT-42).
DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha

Condição (a) ou (b) continuamente durante


DT 0,5 seg ou mais:
(a) IDL ON e VA > 1,4 V
(b) IDL ON e VAS > 1,4 V
Condição (a) ou (b) continuamente durante • Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor
0,5 seg ou mais: de posição do pedal do acelerador
19 (2)
(a) IDL OFF e VA < 0,6 V • Sensor de posição do pedal do acelerador
(b) IDL OFF e VAS < 0,6 V • ECU do motor
Condição (a) ou (b) continuamente durante
0,5 seg ou mais.
(a) 0,6 V < VA < 4,4 V e 0,6 V < VAS < 4,4 V
(b) VA – VAS > 0,5 V

DIAGRAMA ELÉTRICO
Veja DTC 19 (1), página DT-42.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Usando o Intelligent Tester:
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições do
motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcionando ou
parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento da falha.

1 Conecte o Intelligent Tester ao DLC3, anote o sinal IDL.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do
Intelligent Tester .
INSPEÇÃO:
Anote o sinal IDL.
OK:
Pedal do acelerador Sinal IDL
Totalmente liberado OFF
Totalmente pressionado ON

OK Passe à etapa 4.

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-51

2 Verifique a voltagem entre os terminais IDL e E2C do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre os terminais IDL e E2C do conector da
ECU.
OK:
Pedal do acelerador Voltagem
Totalmente liberado 9 – 14 V
DT
Totalmente pressionado 0–3V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no


3 terminal IDL entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador
(Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Substitua o pedal do acelerador.

Conecte o Intelligent Tester , anote o valor da porcentagem operacional do ar


4
condicionado (Veja a página DT-42, etapa 1).

Verifique quanto a falhas intermitentes (Veja a


OK página DT-4).

OK
DT-52 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o terminal VCC do conector, lado do chicote elétrico e


5
a massa da carroçaria (Veja a página DT-42, etapa 2).

NG Passe à etapa 8.

OK

Verifique a voltagem entre os terminais VA, VAS e E2C do conector da ECU do


DT 6
motor (Veja a página DT-42, etapa 3).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector


7 no circuito VA e VAS CC entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal
do acelerador (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Substitua o pedal do acelerador.

Verifique a voltagem entre o terminal VCC e E2C do conector da ECU do motor


8
(Veja a página DT-42, etapa 5).

NG Verifique e substitua a ECU (Veja a página IN-20).

OK

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no circuito VCC entre a
ECU do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador (Veja a página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-53

Sem usar o Intelligent Tester:


1 Verifique a voltagem entre os terminais IDL e E2C do conector da ECU.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais IDL e E2C do conector da ECU.
OK:
Pedal do acelerador Voltagem DT
Totalmente liberado 9 – 14 V
Totalmente pressionado 0–3V

OK Passe à etapa 3.

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector no


2 circuito IDL entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador
(Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Substitua o pedal do acelerador.

Verifique a voltagem entre o terminal 4 do conector, lado do chicote elétrico e a


3
massa da carroçaria (Veja a página DT-42, etapa 2).

NG Passe à etapa 6.

OK
DT-54 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre os terminais VA, VAS e E2C do conector da ECU do


4
motor (Veja a página DT-42, etapa 3).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector


DT 5 no circuito VA ou VAS entre a ECU do motor e o sensor de posição do pedal do
acelerador (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Substitua o pedal do acelerador.

Verifique a voltagem entre os terminais VCC e E2C do conector da ECU (Veja a


6
página DT-42, etapa 5).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).

OK

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico e conector Na linha VCC entre a ECU
do motor e o sensor de posição do pedal do acelerador (Veja a página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-55

DTC 19 (3) Falha no Circuito do Interruptor de


Posição Fechada do Pedal do
Acelerador (Curto-circuito)
DTC 19 (4) Falha no Circuito do Interruptor de
Posição Fechada do Pedal do
Acelerador (Interrupção)
DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Veja o DTC 19 (1), página DT-42.
DT
DTC Nº Condição para Detecção de DTC Área de Falha
Condições (a), (b) ou (c) continuamente du-
rante 0,5 seg ou mais: • Curto-circuito no circuito do interruptor de posi-
(c) PDL (pedal do acelerador liberado) ON ção fechada do pedal do acelerador
19 (3) (d) VA > Voltagem VA quando o pedal do • Interruptor de posição fechada do pedal do ace-
acelerador é liberado + 0,41V lerador
(e) VAS > Voltagem VAS quando o pedal do • ECU do motor
acelerador é liberado + 0,41 V
PDL não ativado nem mesmo uma vez duran-
te a condução do veículo • Interrupção no circuito do interruptor de posição
(lógica de detecção de 2 etapas) fechada do pedal do acelerador
19 (4) Condições (a) e (b) continuamente durante 0,5 • Interruptor de posição fechada do pedal do acele-
seg ou mais: rador
(a) PDL OFF • ECU do motor
(b) IDL ON

DIAGRAMA ELÉTRICO
Veja DTC 19 (1), página DT-42.

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições do
motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcionando ou
parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento da falha.

Verifique o interruptor de posição fechada do pedal do acelerador (Veja a página


1
CD-20).
PREPARAÇÃO:
Solte o conector do interruptor de posição fechada do pedal do acelerador.
INSPEÇÃO:
Meça a resistência entre os terminais do interruptor de posição fechada do pedal do acelerador.
OK:
Terminais Pedal do Acelerador Resistência
1–2 Totalmente liberado ∞
1–2 Totalmente pressionado 0 – 20 Ω

Substitua o pedal do acelerador (Veja a página


OK CD-20).
NG
DT-56 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o terminal PDL do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal PDL do do conector da ECU do
motor e a massa da carroçaria.
OK:
Pedal do acelerador Voltagem
DT Totalmente liberado 9 – 14 V
Totalmente pressionado 0–3V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique quanto a interrupção ou curto-circuito no chicote elétrico entre a ECU do motor e o interruptor
de posição fechada do pedal do acelerador (Veja a página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-57

DTC 22 Falha no Circuito do Sensor de


Temperatura da Água

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de temperatura da água monitora/sensoreia a temperatura
do fluido de arrefecimento. Um termistor integrado no sensor tem o
valor de resistência alterado conforme a temperatura do fluido de
arrefecimento. Quanto mais baixa for a temperatura do fluido de
arrefecimento, mais alto será o valor de resistência do termistor, e
Aceitável
quanto mais alta será a temperatura do fluido de arrefecimento, mais
baixo será o valor de resistência do termistor (veja a Figura 1.)
DT
O interruptor de temperatura da água é conectado à ECU do motor
(Veja abaixo). Este sensor recebe voltagem 5V da ECU do motor atra-
vés do terminal THW, e de um resistor R. Assim, o resistor R e o
Resistência kΩ

interruptor de temperatura da água são conectados em série. Quan-


do o valor de resistência do interruptor de temperatura da água é
alterado conforme as alterações na temperatura do fluido de
arrefecimento, o potencial no terminal THW também é alterado. Base-
ado neste sinal, a ECU do motor aumenta o volume de injeção do
combustível para melhorar a dirigibilidade durante o funcionamento
do motor frio.

Temperatura °C (°F)

DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do inter-


Interrupção ou curto-circuito no circuito do in- ruptor de temperatura da água
22 terruptor de temperatura da água durante 0,5
seg ou mais • Interruptor de temperatura da água
• ECU do motor

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 22, use o Intelligent Tester para confirmar a temperatura da água em DADOS ATUAIS.

Indicação de Temperatura Falha


- 40°C (- 40°F) Interrupção de circuito
- 140°C (284°F) ou mais Curto-circuito
DT-58 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux ECU do Motor
W3
Sensor de temperatura da Água

DT

SW4 ECU do Motor

Sensor de temperatura da Água

Land Cruiser/Land Cruiser Prado ECU do Motor

Sensor de temperatura da Água


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-59

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver exibição simultânea de DTC 22, 24 e 39, poderá haver interrupção no E2 (massa do sensor).
y Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as
condições do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo
estava funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou
rica, e o momento da falha.

Usando o Intelligent Tester:


1 Conecte o Intelligent Tester e anote o valor de temperatura da água.
DT
PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do Intelligent Tester .
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester .
OK:
Valor igual à temperatura real da água.
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver interrupção o Intelligent Tester indicará - 40 °C (- 40 °F).
y Se houver curto-circuito , o Intelligent Tester indicará - 140 °C (284 °F) ou mais.

- 40°C (- 40°F)... Passe à etapa 2.


NG - 140°C (284°F) ou mais... Passe à etapa 4.

OK

Verifique quanto a problemas intermitentes (Veja a


página DT-4).

2 Verifique quanto a interrupção no chicote elétrico ou ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do interruptor de temperatura da água.
Sensor de
ECU do Motor (b) Conecte juntos os terminais do chicote elétrico do sensor.
Temperatura
da Água
( c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester .
OK:
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land Valor de temperatura: - 140°C (284°F) ou mais
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
Verifique o sensor quanto a conexão firme. Se
OK estiver OK, substitua o interruptor de temperatura
da água.

NG
DT-60 DIAGNÓSTICO – MOTOR

3 Verifique quanto a interrupção no chicote elétrico ou ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
Sensor de (b) Conecte os terminais THW e E2 do conector da ECU do motor.
Temperatura ECU do Motor
da Água RECOMENDAÇÃO:
O conector do interruptor de temperatura da água está desconectado.
Antes de inspecionar, inspecione visualmente e verifique o contato de
pressão do conector da ECU do motor (Veja a página IN-20).
(c) Ligue a chave de ignição.
DT INSPEÇÃO:
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester .
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
OK:
Valor de temperatura: 140°C (284°F) ou mais

Interrupção no chicote elétrico entre o terminal E2


OK ou THW, repare ou substitua o chicote elétrico.

NG

Verifique o sensor quanto a conexão firme. Se


estiver OK, substitua a ECU do motor.

Verifique o chicote elétrico e ECU do motor quanto a short e ECU do motor


4
quanto a curto-circuito .
PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do interruptor de temperatura da água.
Sensor de (b) Ligue a chave de ignição.
Temperatura ECU do Motor
da Água INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester :
OK:
Valor de temperatura: - 40°C (- 40°F)

*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land


Cruiser Prado) ou E16 (SW4)

OK Substitua o interruptor de temperatura da água.

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-61

5 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a curto-circuito.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte da ECU do motor, o conector E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/
Sensor de Land Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
Temperatura ECU do Motor RECOMENDAÇÃO:
da Água
O conector do interruptor de temperatura da água está desconectado.
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester : DT
OK:
Valor de temperatura: - 40°C (- 40°F)

Conector E5 , E6 ou E16
OK Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

NG

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).

Sem usar o Intelligent Tester :


1 Verifique a voltagem entre os terminais THW e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais THW e E2 do conector da ECU
do motor.
OK:
Temperatura da Água Voltagem
20°C (- 68°F) (Motor frio) 0,2 – 3,8 V
80°C (- 176°F) (Motor aquecido) 0,1 – 1,5 V

Verifique quanto a problemas intermitentes (Veja a


OK página DT-4).
DT-62 DIAGNÓSTICO – MOTOR

NG

2 Verifique o interruptor de temperatura da água (Veja o Manual RM710E, Seção CD).

NG Substitua o interruptor de temperatura da água.

DT OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o o interruptor de


3
temperatura da água quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-63

DTC 24 Falha no Circuito do Sensor de


Temperatura do Ar da Admissão

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de temperatura do ar da admissão está integrado no coletor
de admissão e monitora/sensoreia a temperatura do ar da admissão.
Um termistor integrado no sensor tem o valor de resistência alterado
conforme a temperatura do ar da admissão. Quanto mais baixa for a
temperatura do ar da admissão, mais alto será o valor de resistência
do termistor, e quanto mais alta será a temperatura do ar da admis-
são, mais baixo será o valor de resistência do termistor (veja a Figura
DT
1.) O sensor de temperatura do ar da admissão é conectado à ECU
Aceitável do motor. Este sensor recebe voltagem 5V da ECU do motor através
Resistência kΩ

do terminal THA, e de um resistor R. Assim, o resistor R e o sensor do


ar da admissão são conectados em série. Quando o valor de resis-
tência do sensor de temperatura do ar da admissão é alterado , o
potencial no terminal THA também é alterado. Baseado neste sinal, a
ECU do motor aumenta o volume de injeção do combustível para
melhorar a dirigibilidade durante o funcionamento do motor frio.

DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor


Interrupção ou curto-circuito no circuito do in- de temperatura do ar da admissão
24 terruptor de temperatura do ar da admissão
durante 0,5 seg ou mais • Sensor de temperatura do ar da admissão
• ECU do motor

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 24, use o Intelligent Tester para confirmar a temperatura da água em DADOS ATUAIS.

Indicação de Temperatura Falha


- 40°C (- 40°F) Interrupção de circuito
- 140°C (284°F) ou mais Curto-circuito
DT-64 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux, Land Cruiser/Land Cruiser Prado ECU do Motor
l21 (Hilux), I8 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)
Sensor de Temperatura do Ar da Admissão

P–L (Hilux)
L–Y (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

G–R (Hilux)
BR (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

DT
*:
E5 (Hilux)
E6 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

SW4
ECU do Motor

Sensor de Temperatura do Ar da Admissão

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver exibição simultânea de DTC 22, 24, 35 e 39, poderá haver interrupção no E2 (massa do sensor).
y Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as
condições do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo
estava funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou
rica, e o momento da falha.

Usando o Intelligent Tester:


1 Conecte o Intelligent Tester e anote o valor de temperatura da água.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do Intelligent Tester .
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester .
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-65

OK:
Valor igual à temperatura real do Ar da Admissão.
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver interrupção o Intelligent Tester indicará - 40 °C (- 40 °F).
y Se houver curto-circuito , o Intelligent Tester indicará - 140 °C (284 °F) ou mais.

- 40°C (- 40°F)... Passe à etapa 2.


NG - 140°C (284°F) ou mais... Passe à etapa 4.

OK
DT
Verifique quanto a problemas intermitentes (Veja a
página DT-4).

2 Verifique quanto a interrupção no chicote elétrico ou ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de temperatura do Ar da Admissão.
Sensor de Temperatura ECU do Motor (b) Conecte juntos os terminais do chicote elétrico do sensor.
do Ar da Admissão
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land Valor de temperatura: - 140°C (284°F) ou mais
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
Verifique o sensor quanto a conexão firme. Se
OK estiver OK, substitua o sensor de temperatura do
ar da admissão.

NG
DT-66 DIAGNÓSTICO – MOTOR

3 Verifique quanto a interrupção no chicote elétrico ou ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
Sensor de ECU do Motor
Temperatura do (b) Conecte os terminais THA e E2 do conector da ECU do motor.
Ar da Admissão
RECOMENDAÇÃO:
O conector do sensor de temperatura do ar da admissão está
desconectado.
Antes de inspecionar, inspecione visualmente e verifique o contato de
pressão do conector da ECU do motor (Veja a página IN-20).
DT (c) Ligue a chave de ignição.
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land INSPEÇÃO:
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor de temperatura: 140°C (284°F) ou mais

Interrupção no chicote elétrico entre o terminal E2


OK ou THA, repare ou substitua o chicote elétrico.

NG

Verifique o sensor quanto a conexão firme. Se


estiver OK, substitua a ECU do motor.

Verifique o chicote elétrico e ECU do motor quanto a curto-circuito e a ECU do


4
motor quanto a curto-circuito.
PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de temperatura do Ar da Admissão.
Sensor de (b) Ligue a chave de ignição.
Temperatura do ECU do Motor
Ar da Admissão INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester:
OK:
Valor de temperatura: - 40°C (- 40°F)
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land
Cruiser Prado) ou E16 (SW4) Substitua o sensor de temperatura do ar da admis-
OK são.

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-67

5 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a curto-circuito.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte da ECU do motor, o conector E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/
Land Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
ECU do Motor RECOMENDAÇÃO:
Sensor de Temperatura
do Ar da Admissão O conector do sensor de temperatura do ar da admissão está
desconectado.
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO: DT
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester:
OK:
Valor de temperatura: - 40°C (- 40°F)

Conector E5 , E6 ou E16 OK Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

NG

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).

Sem usar o Intelligent Tester:


1 Verifique a voltagem entre os terminais THA e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais THA e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Temperatura do Ar da Admissão Voltagem
20°C (- 68°F) (Motor frio) 0,2 – 3,8 V
80°C (- 176°F) (Motor aquecido) 0,1 – 1,5 V

Verifique quanto a problemas intermitentes (Veja a


OK página DT-4).
DT-68 DIAGNÓSTICO – MOTOR

NG

2 Verifique o sensor de temperatura do ar da admissão (Veja a página CD-13).

NG Substitua o sensor de temperatura do ar da admissão.

DT OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o sensor de temperatura


3
do ar da admissão quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-69

DTC 32 Falha no Sistema de Correção da


Bomba Injetora

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A função do sistema de correção é corrigir pequenas alterações entre cada bomba injetora.
DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito da uni-


Interrupção ou curto-circuito no circuito da uni- dade de correção da bomba injetora
32
dade de correção da bomba injetora • Unidade de correção da bomba inetora DT
• ECU do motor

DIAGRAMA ELÉTRICO
I9 (Hilux), I5 (SW4)
Unidade de Correção da Bomba Injetora ECU do Motor

V (Hilux, SW4)
R (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

P (Hilux, SW4)
G (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)

*:
E5 (Hilux)
E16 (SW4)
E6 (Land Cruiser/
Land Cruiser Prado)

EN (Hilux)
EC (SW4, Land Cruiser/
Land Cruiser Prado)

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições do
motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcionando ou
parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento da falha.

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e a unidade de


1
correção da bomba injetora quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-70 DIAGNÓSTICO – MOTOR

2 Tente substituir a unidade de correção da bomba injetora por outro componente.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova da bomba injetora, a unidade de correção da bomba injetora.
(b) Instale outra unidade de correção da bomba injetora.
(c) Apague o DTC.
(d) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Anote novamente o DTC.
OK:
DT Não há reapresentação de DTC 32.

Verifique e substitua a bomba injetora (Veja a


OK página CO-5).

NG

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-71

DTC 35 Falha no Circuito do Sensor de


Pressão do Turbocompressor

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de pressão do turbocompressor é conectado ao coletor de
admissão . A ECU do motor detecta a pressão do coletor de admis-
são em forma de voltagem do sensor. A ECU do motor utiliza o sinal
de pressão do coletor de admissão para corrigir o controle de volume
de injeção e o controle do ponto de injeção.
O VSV para o sensor de pressão do turbocompressor conecta o ar DT
aplicado ao sensor de pressão do turbocompressor à pressão do
coletor de admissão. O sensor de pressão do turbocompressor
monitora a pressão atmosférica e a pressão do coletor de admissão e
transmite o sinal de voltagem à ECU do motor, e a ECU do motor
utiliza este valor de pressão atmosférica para corrigir a voltagem de
injeção.

Pressão do coletor de admissão

DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor


de pressão do turbocompressor
Interrupção ou curto-circuito no circuito do
35 • Sensor de pressão do turbocompressor
sensor de pressão durante 2 seg ou mais.
• Mangueira de vácuo desconectada ou obstruída
• ECU do motor

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 35, utilize o Intelligent Tester para confirmar a pressão do coletor de admissão anotada em
DADOS ATUAIS.
Pressão do Coletor de Admissão (kPa) Falha
Aproximadamente 0 • Curto-circuito PIM
• Interrupção ou curto-circuito no circuito do VC
206,7 ou mais • Interrupção no circuito PIM
• Interrupção no circuito E2
DT-72 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux ECU do Motor

Sensor de Pressão do Turbocompressor

DT

ECU do Motor
SW4

Sensor de Pressão do Turbocompressor


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-73

Land Cruiser/Land Cruiser Prato


ECU do Motor

Sensor de Pressão do Turbocompressor

DT

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver exibição simultânea de DTC 22, 24, 35 e 39, poderá haver interrupção no E2 (massa do sensor).
y Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as
condições do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo
estava funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou
rica, e o momento da falha.

Usando o Intelligent Tester:


1 Conecte o Intelligent Tester e anote o valor de pressão do coletor de admissão.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor igual à pressão atmosférica.

OK Passe à etapa 5.

NG
DT-74 DIAGNÓSTICO – MOTOR

2 Verifique o sensor de pressão do turbocompressor (veja a página CD-14).

NG Substitua o sensor de pressão do


turbocompressor.

OK

DT 3 Verifique a voltagem entre os terminais VC e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais VC e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).

OK

4 Verifique a voltagem entre os terminais PIM e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais PIM e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Voltagem: 1,0 – 2,2 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o sensor de pressão do turbocompressor
quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-75

Verifique a conexão da mangueira de vácuo entre o sensor de pressão do


5
turbocompressor e o coletor de admissão.

NG Repare ou substitua.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o relé principal


6 DT
ECD quanto a interrupção e curto-circuito (Identificação: ECD) (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.

Sem usar o Intelligent Tester:


1 Verifique o sensor de pressão do turbocompressor (Veja a página CD-14).

Substitua o sensor de pressão do


NG turbocompressor.

OK

2 Verifique a voltagem entre os terminais VC e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais VC e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Voltagem: 4,5 – 5,5 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).
DT-76 DIAGNÓSTICO – MOTOR

OK

3 Verifique a voltagem entre os terminais PIM e E3 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
DT Meça a voltagem entre os terminais PIM e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Voltagem: 1,0 – 2,2 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o sensor de


4
pressão do turbocompressor quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique a conexão da mangueira de vácuo entre o sensor de pressão do


5
turbocompressor e o coletor de admissão.

NG Repare ou substitua.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o relé principal


6
ECD quanto a interrupção e curto-circuito (Identificação: ECD) (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-77

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.

DT
DT-78 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 39 Falha no Circuito do Sensor de


Temperatura do Combustível

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A função do sensor de temperatura do combustível é sensorear a
temperatura do combustível. Um termistor integrado no sensor tem o
valor de resistência alterado conforme a temperatura do combustível.
Quanto mais baixa for a temperatura do combustível, mais alto será o
valor de resistência do termistor, e quanto mais alta será a temperatu-
ra do combustível, mais baixo será o valor de resistência do termistor
DT Aceitável
(veja a Figura 1.)
O interruptor de temperatura do combustível é conectado à ECU do
motor (Veja abaixo). Este sensor recebe voltagem 5V da ECU do motor
Resistência kΩ

através do terminal THF, e de um resistor R. Assim, o resistor R e o


interruptor de temperatura do combustível são conectados em série.
Quando o valor de resistência do interruptor de temperatura do com-
bustível é alterado conforme as alterações na temperatura do com-
bustível, o potencial no terminal THF também é alterado. Baseado
neste sinal, a ECU do motor aumenta o volume de injeção do com-
bustível para melhorar a dirigibilidade nas baixas rotações do motor e
altas temperaturas do combustível.

Temperatura °C (°F)

DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor


Interrupção ou curto-circuito no circuito do de temperatura do combustível
39 sensor de temperatura do combustível durante
0,5 seg ou mais. • Sensor de temperatura do combustível
• ECU do motor

RECOMENDAÇÃO:
Após confirmar o DTC 39, utilize o Intelligent Tester para confirmar a pressão do coletor de admissão anotada em
DADOS ATUAIS.

Indicação de Temperatura Falha


- 40°C (- 40°F) Interrupção de circuito
- 140°C (284°F) ou mais Curto-circuito
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-79

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux ECU do Motor
F20
Sensor de Temperatura do Combustível

DT

SW4 ECU do Motor

Sensor de Temperatura do Combustível

Land Cruiser/Land Cruiser Prado ECU do Motor

Sensor de Temperatura do Combustível


DT-80 DIAGNÓSTICO – MOTOR

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver exibição simultânea de DTC 22, 24, 35 e 39, poderá haver interrupção no E2 (massa do sensor).
y Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as
condições do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo
estava funcionando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou
rica, e o momento da falha.

Usando o Intelligent Tester:


1 Conecte o Intelligent Tester e anote o valor de temperatura do combustível.
DT
PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Anote o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor igual à temperatura do combustível.
RECOMENDAÇÃO:
y Se houver interrupção, o Intelligent Tester indicará - 40°C (- 40°F)
y Se houver curto-circuito, o Intelligent Tester indicará 140°C (284°F) ou mais

- 40°C (- 40°F) ... Passe à etapa 2.


NG 140°C (284°F) ou mais ... Passe à etapa 4.

OK

Verifique quanto a falhas intermitentes (Veja a


página DT-4).

2 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a Interrupção de circuito.

PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de temperatura do combustível.
ECU do Motor
Sensor de Tempera- (b) Conecte juntos os terminais do chicote elétrico do sensor.
tura do Combustível
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land
Valor da temperatura: 140 °C (284 °F) ou mais
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)
Verifique o contato do sensor. Se estiver OK,
OK substitua o sensor de temperatura do combustível.

NG
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-81

3 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a interrupção.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Conecte os terminais THF e E2 do conector da ECU do motor.
Sensor de Temperatura ECU do Motor
RECOMENDAÇÃO:
do Combustível
O conector do sensor de temperatura do combustível está
desconectado. Antes da medição, inspecione visualmente e verifique
a pressão do contato do conector da ECU do motor (Veja a página IN-
20).
(c) Ligue a chave de ignição DT
INSPEÇÃO:
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land
Cruiser Prado) ou E16 (SW4) Meça o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor de temperatura:140°C (284°F) ou mais

Interrupção no chicote elétrico entre o terminal E2


OK ou THF, repare ou substitua o chicote elétrico.

NG

Verifique o contato na ECU do motor, se estiver


OK, substitua a ECU do motor.

4 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a curto-circuito.

PREPARAÇÃO:
(a) Solte o conector do sensor de temperatura do combustível.
Sensor de Temperatura ECU do Motor (b) Ligue a chave de ignição.
do Combustível INSPEÇÃO:
Meça o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor de temperatura: - 40°C (-40°F) ou mais
*: E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land
Cruiser Prado) ou E16 (SW4)

OK Substitua o sensor de temperatura do combustível.

NG
DT-82 DIAGNÓSTICO – MOTOR

5 Verifique o chicote elétrico ou ECU do motor quanto a curto-circuito.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte o conector E5 (Hilux), E6 (Land Cruiser/Land Cruiser Pra-
do) ou E16 (SW4) da ECU do motor.
ECU do Motor
Sensor de Temperatura RECOMENDAÇÃO:
do Combustível
O conector do sensor de temperatura do combustível está des-
conectado.
(c) Ligue a chave de ignição.
DT INSPEÇÃO:
Meça o valor de temperatura no Intelligent Tester.
OK:
Valor de temperatura: - 40 °C (- 40 °F) ou mais

Conector E5 , E6 ou E16
OK Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

NG

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).

Sem usar o Intelligent Tester:


1 Verifique a voltagem entre os terminais THF e E2 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais THF e E2 do conector da ECU do
motor.
OK:
Temperatura do Combustível Voltagem
70°C (68°F) (Motor frio) 0,2 – 3,8 V
80°C (176°F) (Motor aquecido) 0,1 – 1,5 V

Verifique quanto a falhas intermitentes (Veja a


OK página DT-4).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-83

NG

2 Verifique o sensor de temperatura do combustível (Veja a página CD-12).

NG Substitua o sensor de temperatura do combustível.

OK DT

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o sensor de


3
temperatura do combustível quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor.


DT-84 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DTC 42 Falha no Circuito do Sinal do Sensor


de Velocidade do Veículo

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sensor de velocidade do veículo emite um sinal de 4 pulsos à cada revolução do eixo do rotor, que é rotacionado pela
árvore de saída da transmissão através da engrenagem movida. Após ser convertido em uma forma de onda retangular
mais precisa por um circuito interno do painel de instrumentos, este sinal é transmitido à ECU do motor. A ECU do
motor determina a velocidade do veículo conforme a freqüência destes sinais de pulso.

DT 4-Pulsos 4-Pulsos

Sensor de Velocidade do Veículo Painel de Instrumentos ECU do Motor

DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

Detecção contínua de todas as condições


abaixo durante 8 segundos ou mais: • Painel de instrumentos
1. Sinal de velocidade do veículo: 0 km/h • Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor
42 2. Rotação do motor: 2.400 ± 4.000 rpm de velocidade do veículo
3. Temperatura do fluido de arrefecimento do • Sensor de velocidade do veículo
motor: 60 °C (176 °F) ou mais • ECU do motor
4. Ângulo de abertura do pedal do acelera-
dor: 60% ou mais
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-85

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux
Painel de Instrumentos ECU do Motor

DT

SW4
Painel de Instrumentos ECU do Motor

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


Painel de Instrumentos ECU do Motor

J/B Central
DT-86 DIAGNÓSTICO – MOTOR

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições
do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcio-
nando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento
da falha.

1 Verifique o funcionamento do velocímetro.

INSPEÇÃO:
Dirija o veículo e verifique se o funcionamento do velocímetro no painel de instrumentos está normal.
DT RECOMENDAÇÃO:
O sensor de velocidade do veículo estará funcionando normalmente se o valor do velocímetro estiver normal.

NG Verifique o velocímetro.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal SP1 do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
(c) Levante as rodas dianteiras.
(d) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais SP1 e E2 do conector da ECU do
motor e a cabo massa da bateria esterçando as rodas lentamente.
OK:
Voltagem intermitente.

Verifique e repare o chicote elétrico e o conector


Gire a roda
NG entre o painel de instrumentos e a ECU do motor
(Veja a página IN-20).

OK

Repare ou substitua a ECU do motor (Veja a pági-


na IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-87

DTC 96 Falha no Circuito do Sensor de


Deslocamento da Válvula EGR

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
DTC nº Condição para Detecção do DTC Área de Falha

• Interrupção ou curto-circuito no circuito do sensor


Nenhum sinal EGLS para a ECU do motor de levantamento da válvula EGR
96
durante 1,0 seg ou mais • Sensor de levantamento da válvula EGR
• ECU do motor DT

DIAGRAMA ELÉTRICO
ECU do Motor
Sensor de Levantamento da Válvula EGR

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Usando o dispositivo de teste, faça a leitura dos dados armazenados, uma vez que os mesmos registram as condições
do motor no momento de detecção da falha. No diagnóstico, a função ajuda a determinar se o veículo estava funcio-
nando ou parado, se o motor estava aquecido ou não, se a relação ar/combustivel estava pobre ou rica, e o momento
da falha.

1 Verifique o sensor de levantamento da válvula EGR (Veja a página CE-6).

NG Substitua a válvula EGR.

OK
DT-88 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o terminal EGLS do conector da ECU e a massa da


2
carroçaria (Veja a página CE-6).
PREPARAÇÃO:
Remova a tampa do porta-luvas.
INSPEÇÃO:
Verifique a voltagem entre o terminal EGLS do conector da ECU do
motor e a massa da carroçaria.
OK:
0,6 – 1,4 V

DT
Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-
NG na IN-20).

OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o sensor de levan-


3
tamento da válvula EGR quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

4 Inspecione a instalação do sensor.

NG Aperte o sensor.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-89

Circuito da Alimentação de Reserva

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
A voltagem positiva da bateria é aplicada ao terminal +BF da ECU do motor mesmo quando a chave de ignição está
desligada, para uso da memória de DTC, memória de valor de controle adaptativo da relação ar-combustível, etc.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux
ECU do Motor
DT
Caixa de Relés do Compartimento do Motor

Bateria

SW4
ECU do Motor

Caixa de Relés do Compartimento do Motor

Bateria
DT-90 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


ECU do Motor

Caixa de Relés do Compartimento do Motor

Bateria

DT

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Verifique a voltagem entre o terminal +BF do conector da ECU do motor e a
2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
Remova a tampa do porta-luvas.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal +BF do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 - 14 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


NG na IN-20).

OK
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-91

2 Verifique o fusível ECD.

PREPARAÇÃO:
Hilux, SW4
Remova do R/B do compartimento do motor o fusível ECD.
INSPEÇÃO:
Verifique a continuidade do fusível ECD.
OK:
Continuidade

Land Cruiser/Land Cruiser


Prado Fusível ECD
DT

NG Substitua o fusível ECD.

OK

Verifique e repare o chicote elétrico ou conector


entre a bateria e o fusível ECD, e entre o fusível
ECD e a ECU do motor (Veja a página IN-20).
DT-92 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Circuito da Alimentação de Energia da ECU

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando a chave de ignição for ligada, a bobina receberá voltagem positiva da bateria, fechando os contatos do relé
principal ECD (Identificação: ECD) e fornecendo tensão para o terminal +B da ECU do motor.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux
DT ECU do Motor
J/B Lado do Motorista J/B Central
Chave de Ignição

J/B Compartimento do Motor

Relé
ECD

Bateria
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-93

SW4

ECU do Motor
J/B Lado do Motorista
Chave de Ignição

J/B Compartimento do Motor DT

Relé
ECD

Bateria
DT-94 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado

J/B Lado do Motorista J/B Central ECU do Motor

Chave de Ignição

DT J/B Compartimento do Motor

Relé
ECD

Bateria

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Verifique a voltagem entre os terminais +B e E1 do conector da ECU do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais +B e E1 do conector da ECU do
motor.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-95

Passe à inspeção do circuito seguinte conforme


NG indicado na tabela de sintomas de falhas (Veja a
página DT-24).

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o terminal E1 da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria quanto a interrupção (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector. DT

OK

3 Verifique o relé principal ECD (Identificação: ECD) (Veja o Manual RM710E, Seção CD).

NG Substitua o relé principal ECD.

OK

4 Verifique o fusível ECD (Veja a página DT-89).

NG Substitua o fusível ECD.

OK

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o relé principal


5 ECD quanto a interrupção (Identificação: ECD) e o relé principal ECD e A bateria
(Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-96 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o terminal IGSW do conector da ECU e a massa da


6
carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal IGSW do conector da ECU do mo-
tor e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 - 14 V
DT
OK Passe à etapa 9.

NG

Verifique a chave de ignição (Veja o Manual RM789E (Hilux), RM805E (Land


7
Cruiser/Land Cruiser Prado) ou RM663U (SW4), Seção EL).

NG Substitua chave de ignição.

OK

Verifique o chicote elétrico o conector entre a chave de ignição e a ECU do


8
motor quanto a interrupção (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-97

Verifique a voltagem entre o terminal MREL do conector da ECU do motor e a


9
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal MREL do conector da ECU do mo-
tor e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 - 14 V
DT
Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a
OK página IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e conector entre a ECU do motor e o relé principal ECD (Identificação: ECD) e
o relé principal ECD e a massa da carroçaria quanto a interrupção (Veja a página IN-20).
DT-98 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Circuito do Conector de Diagnóstico (DLC3)

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Os terminais TC e CG estão localizados no DLC3.
O DLC3 está localizado sob o painel de acabamento inferior. Quando os terminais TC e CG forem conectados, a
lâmpada de verificação do motor no painel de instrumentos apresentará um DTC referente a modo normal ou modo de
teste. O DLC3 inclui também o terminal SIL. Este terminal é usado para a comunicação M-OBD com o Intelligent Tester.

DT DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux
Chave de Ignição

ECU do Motor
Painel de Instrumentos
Lâmpada
CHECK

Conector de
diagnóstico

Bateria
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-99

SW4

ECU do Motor
Painel de Instrumentos

Chave de Ignição

DT

Conector
de diag-
nóstico

Bateria
DT-100 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado

Chave de Ignição Painel de Instrumentos

SHORT CONNECTOR

ECU do Motor

DT

Conector de
diagnóstico

Bateria

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Verifique a condição da lâmpada de verificação do motor.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Usando SST, conecte os terminais TC e CG do DLC3.
SST 09843-18040
INSPEÇÃO:
Verifique o padrão de iluminação da lâmpada de verificação do motor.
OK:
Lâmpada de Verificação do Motor: Piscando
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-101

RECOMENDAÇÃO:
Se esta inspeção estiver OK, e não houver Intelligent Tester disponí-
vel, as etapas abaixo serão desnecessárias, uma vez que este cir-
cuito está OK. Passe à inspeção do circuito seguinte indicado na
tabela de sintomas de falhas (Veja a página DT-24).

OK Passe à etapa 7.

NG

DT
2 Verifique a voltagem entre os terminais TC e CG do ELC3.

PREPARAÇÃO:
Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre os terminais TC e CG do DLC3.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V

OK Passe à etapa 5.

NG

3 Verifique a continuidade do terminal CG do DLC3 e a massa da carroçaria.

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o terminal TC do DLC3 e o terminal


4
TC da ECU do motor quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-102 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique e substitua a ECU do motor.

Verifique a voltagem entre o terminal W do conector da ECU do motor e a massa


5
da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Desconecte da ECU do motor, o coenctor E7 (Hilux), E8 (Land
Cruiser/Land Cruiser Prado) ou E18 (SW4).
(c) Ligue a chave de ignição.
DT INSPEÇÃO:
Conector E7, E8
ou E18 Meça a voltagem entre o terminal W do conector da ECU do motor e
a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V

Repare ou substitua a ECU do motor (Veja a pági-


OK na IN-20).

NG

6 Verifique a lâmpada de verificação do motor.

NG Substitua a lâmpada.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o


terminal W da ECU do motor e o painel de instru-
mentos quanto a interrupção e curto-circuito (Veja
a página IN-20).

7 É possível a leitura de DTC (inclusive DTC normal) usando o Intelligent Tester?

Passe à inspeção do circuito de inspeção seguinte


SIM detalhado na tabela de sintomas de falhas (Veja a
página DT-24).

NÃO
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-103

8 Verifique a voltagem entre o terminal BATT do DLC3 e a massa da carroçaria.

INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal BATT do DLC3 e a massa da
carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o


terminal BATT do DLC3 e o bloco de conexões
NG fusíveis quanto a interrupção e curto-circuito (Veja
DT
a página IN-20).

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o


terminal SIL do DLC3 e o terminal SIL da ECU do
motor quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a
página IN-20).
DT-104 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Circuito do Sinal do Motor de Partida

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Enquanto o motor está girando para a partida, o fluxo do ar da admissão é lento e a vaporização do combustível é
fraca. Portanto será necessária mistura rica para haver boa capacidade de partida. Enquanto o motor está girando para
a partida, o terminal STA da ECU do motor recebe voltagem positiva da bateria. O sinal do motor de partida é usado
principalmente para aumentar o volume de injeção de combustível para o controle de injeção na partida, e para o
conjunto da injeção após a partida.

DT DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux

ECU do Motor
R/B do Compartimento do Motor

Chave de
Ignição

R/B do Comparti-
mento do Motor Nº 2

Motor de Partida
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-105

SW4
ECU do Motor
R/B do Compartimento do Motor

Chave de Ignição

DT

R/B do Comparti-
mento do Motor Nº 2

Motor de Partida
DT-106 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado

R/B do Compartimento do Motor ECU do Motor

DT Chave de
Ignição

R/B do Comparti-
mento do Motor Nº 2

Motor de Partida
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-107

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
Esta tabela de diagnóstico supõe que o motor esteja girando normalmente para a partida. Se o motor não girar, passe
á tabela de sintomas, página DT-24.

Usando o Intelligent Tester:


1 Conecte o Intelligent Tester e verifique o sinal STA.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3. DT
(b) Ligue a chave de ignição e pressione o interruptor principal do Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Enquanto o motor de partida estiver funcionando, anote o sinal STA no Intelligent Tester.
OK:
Posição da Chave de Ignição LIGADA STA
Sinal STA DESLIGADO LIGADO

Passe à inspeção do circuito seguinte detalhado na


OK tabela de sintomas de falhas (Veja a página DT-24).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o relé do motor


2 de partida (Identificação: ST RLY para Land Cruiser/Land Cruiser Prado ou ST
para Hilux e SW4) (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e repare a ECU do motor.


DT-108 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Sem usar o Intelligent Tester:


Verifique a voltagem entre o terminal STA do conector da ECU do motor e a
1
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição .
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal STA do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria enquanto o motor estiver girando.
OK:
DT Voltagem: 6,0 V ou mais

Passe à inspeção do circuito seguinte detalhado na


OK tabela de sintomas de falhas (Veja a página DT-24).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o relé do motor


2 de partida (Identificação: ST RLY para Land Cruiser/Land Cruiser Prado ou ST
para Hilux e SW4) (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e repare a ECU do motor.


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-109

Circuito de Controle da EGR

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
O sistema EGR faz recircular os gases do escapamento, controlando à quantidade correta para garantir as condições
apropriadas de dirigibilidade na mistura do ar de admissão, com o objetivo de diminuir a combustão, diminuir a tempe-
ratura da combustão e reduzir as emissões de NOx. A quantidade de deslocamento da válvula EGR é controlada pelo
vácuo que é regulado pela E-VRV acionada pela ECU do motor.
Mesmo que haja apenas uma das condições abaixo, a E-VRV para a EGR será acionada por um sinal emitido pela
ECU. Isto resultará em atuação do ar atmosférico sobre a válvula EGR, que será fechada e interromperá os gases do
escapamento (corte da EGR). DT
Nas condições abaixo, o funcionamento da EGR será interrompido para garantir a dirigibilidade.
y Antes do aquecimento do motor
y Durante a aceleração (válvula de aceleração Diesel fechada)
y Carga leve do motor (quantidade muito pequena de ar da admissão)
y Rotação do motor acima de 3.000 rpm

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux ECU do Motor

Do Terminal 3 do Relé
Principal ECD
(Identificação: EDC) E-VRV para EGR
(Veja a página DT-92)

SW4
ECU do Motor

Do Terminal 3 do Relé
Principal ECD
(Identificação: EDC) E-VRV para EGR
(Veja a página DT-92)
DT-110 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado ECU do Motor

Do Terminal 3 do Relé
Principal ECD
(Identificação: EDC) E-VRV para EGR
(Veja a página DT-92)

DT

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Usando o Intelligent Tester:
1 Verifique a conexão da mangueira de vácuo.

NG Repare ou substitua.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal EGR da ECU do motor e a massa da


2
carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição .
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal EGR do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria.
OK:
Voltagem: 9 – 14 V

Referência - INSPEÇÃO USANDO OSCILOSCÓPIO


Forma de onda do sinal EGR
5V/DIV. Enquanto o sistema EGR estiver ligado (rotação do motor igual a
1.500 rpm), verifique a forma de onda entre os terminais EGR e E1
do conector da ECU do motor.
RECOMENDAÇÃO:
A forma correta de onda está detalhada na ilustração.

1 mseg./Divisão (1.500 rpm)


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-111

Inspecione e substitua a ECU do motor (Veja a


NG página IN-20).

OK

3 Verifique o funcionamento da E-VRV para EGR.

PREPARAÇÃO:
(a) Desconecte da E-VRV as mangueiras de vácuo.
(b) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
DT
(c) Ligue a chave de ignição e o interruptor principal do Intelligent
Tester.
(d) Selecione o modo TESTE ATIVO no Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Filtro de ar Verifique o funcionamento da E-VRV quando estiver ativada pelo
Intelligent Tester.
OK:
E-VRV Ligada:
O ar da abertura E fluido para a abertura F
E-VRV Desligada:
O ar da abertura E fluido para o filtro de ar.

OK Passe à etapa 10.

NG

4 Verifique a E-VRV para EGR (Veja a página CE-3).

NG Substitua a E-VRV para EGR.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a E-VRV e a ECU do motor e E-VRV


5 e relé principal ECD (Identificação: ECD) quanto a interrupção e curto-circuito
(Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-112 DIAGNÓSTICO – MOTOR

6 Verifique a válvula EGR (Veja a página CE-3).

NG Substitua a válvula EGR.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


DT página IN-20).

Sem usar o Intelligent Tester:


1 Verifique a conexão da mangueira de vácuo.

NG Repare ou substitua.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal EGR do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria (Veja a página DT-109, Etapa 5).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


NG na IN-20).

OK
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-113

3 Verifique o funcionamento da E-VRV para EGR.

PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte o conector E4 (Hilux), E5 (Lande Cruiser/Land Cruiser Pra-
do) ou E15 (SW4) da ECU do motor.
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Conector E4, E5 ou E15
Verifique o funcionamento da E-VRV.
(1) Conecte o terminal EGR do conector da ECU do motor e a
massa da carroçaria (ON). DT
(2) Solte o terminal EGR do conector da ECU do motor e mas-
sa da carroçaria (OFF).
OK:
E-VRV ON:
O ar flui da abertura E para a abertura F.
E-VRV OFF:
O ar flui da abertura E para a o filtro de ar.
Filtro de Ar

OK Passe à etapa 9.

NG

4 Verifique a E-VRV para EGR (Veja a página CE-3).

NG Substitua a E-VRV para EGR.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a E-VRV para a EGR e a ECU do


5 motor, e entre a E-VRV e o relé principal ECD quanto a interrupção ou curto-
circuito (Identificação: ECD) (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-114 DIAGNÓSTICO – MOTOR

6 Verifique a válvula EGR (Veja a página CE-3).

NG Substitua a válvula EGR.

OK

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


DT página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-115

Circuito de Controle de Pré-aquecimento

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando a chave de ignição está ligada a ECU do motor calcula o período de ativação/aquecimento da lâmpada de
aquecimento, correspondente à temperatura do fluido de arrefecimento no momento e aciona o relé da vela de aque-
cimento/lâmpada de advertência da vela de aquecimento. O controle de corrente é impossível uma vez que a vela de
aquecimento utiliza material cerâmico.

DT

Período de Ativação da Lâmpada (Seg.)


Período Pós Aquecimento (Min.)

Temperatura da Água °C ( °F )
DT-116 DIAGNÓSTICO – MOTOR

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux

ECU do Motor
J/B Lado do Motorista J/B Central
Painel de Instrumentos

DT

R/B Compartimento R/B Nº 2


do Motor do Com-
partimento
do Motor

Bateria

Vela de Aquecimento
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-117

SW4

ECU do Motor
J/B Lado do Motorista Painel de Instrumentos

DT

R/B do Com- R/B Nº 2


partimento do do Com-
Motor partimento
do Motor

Vela de Aquecimento

Bateria
DT-118 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Land Cruiser/Land Cruiser Prado

ECU do Motor
J/B Lado do Motorista
Painel de Instrumentos

DT

R/B do Comparti- R/B Nº 2


mento do Motor do Com-
partimento
do Motor

Vela de Aquecimento

Bateria

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 A lâmpada de advertência de aquecimento acende?

PREPARAÇÃO:
Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
A lâmpada de advertência de aquecimento acende?
OK:
A lâmpada de advertência de aquecimento acende durante 0,5 seg.
ou mais.

OK Passe à etapa 5.
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-119

NG

Verifique a voltagem entre o terminal GIND do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte o conector E4 (Hilux), E5 (Lande Cruiser/Land Cruiser Pra-
do) ou E15 (SW4) da ECU do motor.
(c) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
DT
Meça a voltagem entre o terminal GIND do conector da ECU do mo-
tor e a massa da carroçaria.
Conector E7, E8 e E18 OK:
Voltagem 9 – 14 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


OK na IN-20).

NG

3 Verifique o fusível GAUGE.

J/B lado do motorista PREPARAÇÃO:


Remova do J/B lado do motorista, o fusível GAUGE.
INSPEÇÃO:
Verifique a continuidade do fusível GAUGE.
OK:
Continuidade
Fusível GAUGE

NG Substitua o fusível GAUGE.

OK

4 Verifique a lâmpada de advertência de aquecimento.

NG Substitua a lâmpada.

OK
DT-120 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o painel de instrumentos e a ECU do motor e entre o painel
de instrumentos e o fusível GAUGE quanto a interrupção ou curto-circuito (Identificação: ECD) (Veja a
página IN-20).

Verifique o período de ativação da lâmpada de advertência de aquecimento (Veja


5
a página SP-1).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


NG na IN-20).

DT OK

6 Há apresentação de algum DTC ?

Passe à tabela correspondente ao DTC (Veja a


SIM página DT-14).

NÃO

Verifique o relé da vela de aquecimento (Identificação: SUB GLW RLY para Hilux
7
e SW4, SUB GLW para Land Cruiser/Land Cruiser Prado) (Veja a página SP-1).

NG Substitua o relé da vela de aquecimento.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal SREL do conector da ECU do motor e a


8
massa da carroçaria enquanto o motor estiver girando.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Solte o conector E4 (Hilux), E5 (Lande Cruiser/Land Cruiser Pra-
do) ou E15 (SW4) da ECU do motor.
(c) Posicione a chave de ignição em START.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal SREL do conector da ECU do mo-
tor e a massa da carroçaria enquanto o motor estiver girando.
OK:
Voltagem 9 – 14 V
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-121

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


NG na IN-20).

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o relé da válvula de aquecimento e


9 a ECU do motor, e entre o relé da vela de aquecimento e a massa da carroçaria,
quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

DT
NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique a resistência da vela de aquecimento (Veja o Manual RM710E, Seção


10
SP).

NG Substitua a vela de aquecimento.

OK

11 Verifique a instalação da vela de aquecimento.

NG Aperte a vela de aquecimento.

OK

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o relé da vela de aquecimento e a


12
vela de aquecimento quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK
DT-122 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Passe à inspeção do circuito de inspeção se-


guinte na tabela de sintomas de falhas (Veja a
página DT-24).

DT
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-123

Circuito do Interruptor de Posição de Primeira Marcha


(Somente para T/M)
DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este interruptor de posição de mudanças no lado da transmissão detecta a primeira marcha e limita a saída do motor
na condição de carga alta, quando o veiculo estiver funcionando em primeira marcha.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux, SW4
ECU do Motor DT

Interruptor de Posição de Primeira Marcha

E4: Hilux
E15: SW4

Land Cruiser/Land Cruiser Prado


ECU do Motor

Interruptor de Posição de Primeira Marcha

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
1 Verifique o interruptor de posição de mudanças (Veja a página CD-21).

NG Substitua o interruptor e posição de mudanças.

OK
DT-124 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Verifique a voltagem entre o terminal FSW do conector da ECU do motor e a


2
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal FSW do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria após o posicionamento da alavanca de mu-
danças conforme segue:
OK:
DT Posição da alavanca
1ª Marcha Exceto 1ª Marcha
de mudanças

Voltagem 9 – 14 V 0–3V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre o


interruptor de posição de mudanças e a ECU do
motor quanto a interrupção e curto-circuito (Veja a
página IN-20).
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-125

Circuito do Sinal do A/C

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Quando o compressor do A/C está ligado, o amplificador do A/C envia um sinal do A/C para a ECU do motor, a seguir
a ECU do motor aumenta o volume de injeção de combustível para melhorar a dirigibilidade durante enquanto o motor
estiver funcionando em marcha-lenta.

DIAGRAMA ELÉTRICO
Hilux, Land Cruiser/Land Cruiser Prado DT
Amplificador do A/C ECU do Motor

Y (Hilux) Y (Hilux)
L-Y (Land Cruiser/Land L-Y (Land Cruiser/
Cruiser Prado) Land Cruiser Prado)

*1
*2 E6 (Hilux)
IM1-8 (Hilux) E7 (Land Cruiser/Land
IK2-11(Land Cruiser/ Cruiser Prado)
Land Cruiser Prado)

SW4
Amplificador do A/C ECU do Motor
DT-126 DIAGNÓSTICO – MOTOR

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Usando o Intelligent Tester:
1 Conecte o Intelligent Tester e verifique o sinal do A/C.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e ligue o interruptor principal do Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Anote o sinal do A/C no Intelligent Tester enquanto o compressor do A/C estiver ligado.
DT OK:
Condição do Interruptor A/C OFF ON
Sinal do A/C OFF ON

Passe à inspeção do circuito seguinte detalhado na


OK tabela de sintomas de falhas (Veja a página DT-24).

NG

Verifique a voltagem entre o terminal AC1 do conector da ECU e a massa da


2
carroçaria.
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Ligue a chave de ignição.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal AC1 do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria enquanto o interruptor do A/C for posicionado
de ON para OFF:
OK:
Condição do Interruptor do A/C Voltagem
ON Abaixo de 1,5 V
OFF 9 – 14 V

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a


OK página IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o amplificador


3
do A/C (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.


DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-127

OK

Verifique e substitua o amplificador do A/C.

Sem usar o Intelligent Tester:


Meça a voltagem entre o terminal AC1 do conector da ECU do motor e a massa
1
da carroçaria.
DT
PREPARAÇÃO:
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Dê partida ao motor.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal AC1 do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria enquanto o interruptor do A/C for posicionado
de ON para OFF:
OK:
Condição do Interruptor do A/C Voltagem
ON Abaixo de 1,5 V
OFF 9 – 14 V

Passe à inspeção do circuito seguinte detalhado na


OK tabela de sintoma de falhas (Veja a página DT-24).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o amplificador


2
do A/C quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua o amplificador do A/C.


DT-128 DIAGNÓSTICO – MOTOR

Circuito de Controle de Corte do A/C

DESCRIÇÃO DO CIRCUITO
Este circuito interrompe o funcionamento do ar condicionado durante a aceleração do veículo para aumentar o desem-
penho da aceleração. Durante a aceleração com a velocidade do veículo a 30 km/h (19 mph), ou menos, o ângulo de
abertura do pedal do aceleração igual a 45 graus ou mais, o interruptor magnético do A/C é desligado durante vários
segundos. O ar condicionado também é controlado pela ECU que emite um valor de temperatura do fluido de
arrefecimento para o amplificador do A/C.

DT DIAGRAMA ELÉTRICO

ECU do Motor
Amplificador do A/C

2* *1
A19 (Hilux) E6 (Hilux)
A36 (SW4) E17 (SW4)
A17 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado) E7 (Land Cruiser/Land Cruiser Prado)
DIAGNÓSTICO – MOTOR DT-129

PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO
Usando o Intelligent Tester:
1 Conecte o Intelligent Tester e verifique o funcionamento do controle de corte do A/C.

PREPARAÇÃO:
(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Ligue a chave de ignição e ligue o interruptor principal do dispositivo de teste.
(c) Dê partida ao motor e ligue o interruptor do A/C.
RECOMENDAÇÃO:
A embreagem magnética do A/C está ligada.
DT
(d) Selecione o modo TESTE ATIVO no Intelligent Tester.
INSPEÇÃO:
Verifique o funcionamento da embreagem magnética do A/C quando o controle de corte do A/C for acionado pelo
Intelligent Tester.
OK:
A embreagem magnética do A/C é desligada.

Passe à inspeção do circuito seguinte detalhado na


OK tabela de sintomas de falhas (Veja a página DT-24).

NG

Verifique a voltagem entre o terminal AC1 do conector da ECU e o amplificador


2
do A/C (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique a voltagem entre o terminal ACT do conector da ECU do motor e a


3
massa da carroçaria.
PREPARAÇÃO
(a) Remova a tampa do porta-luvas.
(b) Dê partida ao motor.
INSPEÇÃO:
Meça a voltagem entre o terminal ACT do conector da ECU do motor
e a massa da carroçaria enquanto o interruptor do A/C for posicionado
de ON para OFF.
DT-130 DIAGNÓSTICO – MOTOR

OK:
Condição do Interruptor do A/C Voltagem
ON 9 – 14 V
OFF 0–3V

Verifique e substitua o chicote elétrico ou


NG conector.

OK

DT
Verifique e substitua ECU do motor (Veja a página
IN-20).

Sem usar o Intelligent Tester:


Meça a voltagem entre o terminal ACT do conector da ECU do motor e a massa
1
da carroçaria (Veja a página DT-128, etapa 3).

Verifique e substitua a ECU do motor (Veja a pági-


OK na IN-20).

NG

Verifique o chicote elétrico e o conector entre a ECU do motor e o amplificador


2
do A/C quanto a interrupção ou curto-circuito (Veja a página IN-20).

NG Repare ou substitua o chicote elétrico ou conector.

OK

Verifique e substitua o amplificador do A/C.


PARTE MECÂNICA DO MOTOR

ROTAÇÃO DE MARCHA-LENTA E
ROTAÇÃO MÁXIMA ........................................... MO-1
IN
CABEÇOTE DO MOTOR ........................................ MO-2 PP
BLOCO DO MOTOR ............................................... MO-8
ES
DT
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO: MO
Designação Publicação Nº TC
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E CE
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
CD
RM522E
1KZ-T, 1KZ-TE CO
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem AS
nos manuais listados.
LU
SP
IA
MO
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – ROTAÇÃO DE MARCHA-LENTA E ROTAÇÃO MÁXIMA MO-1

ROTAÇÃO DE MARCHA-LENTA E
ROTAÇÃO MÁXIMA
INSPEÇÃO
1. CONDIÇÕES INICIAIS
(a) Motor em temperatura operacional normal
(b) Filtro de ar instalado
(c) Todos os tubos e mangueiras do sistema de indução a ar
conectados.
(d) Todos os acessórios desligados.
(e) Todas as mangueiras de vácuo devidamente conectadas.
(f) Conectores de advertência do sistema ECD devidamente
conectados. MO
(g) Ajuste correto de folga da válvula.
(h) Ponto de ignição correto.

Intelligent Tester 2. CONECTE O INTELLIGENT TESTER


(a) Conecte o Intelligent Tester ao DLC3.
(b) Para detalhes adicionais, consulte o Manual do Operador do
dispositivo de teste.

Tacômetro Se o dispositivo de teste não estiver disponível, usando SST,


conecte a sonda de teste do tacômetro ao terminal TAC do DLC3.
SST 09843-18040
3. VERIFIQUE A ROTAÇÃO DA MARCHA-LENTA
(a) Dê partida ao motor.
(b) Verifique a rotação da marcha-lenta.
Rotação da marcha-lenta: 650 – 750 rpm
4. VERIFIQUE A ROTAÇÃO MÁXIMA
Bateria (a) Dê partida ao motor.
(b) Pressione o pedal do acelerador até o batente.
(c) Verifique a rotação máxima.
Rotação máxima: 4.450 – 4.750 rpm
5. DESCONECTE O DISPOSITIVO DE TESTE
MO-2 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR

CABEÇOTE DO MOTOR
COMPONENTES
com Intercooler (Land Cruiser/Land Cruiser Prado para Austrália)

Conector do Sensor
‹ Junta Conjunto do Intercooler de Pressão do
Turbocompressor

Conector do Sensor
MO Conector do Ar
da Admissão
de Temperatura do
Ar da Admissão

Braçadeira Braça-
deira Mangueira de Vácuo

Mangueira de Ar Nº 2

Braçadeira

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável

sem Intercooler Conector do Sensor de Pressão


Conector do Motor de do Turbocompressor
Controle da Borboleta Braçadeira
de Aceleração
Tubo PCV Fio do Motor
Mangueira PCV
Braçadeira
SW4,
Land Cruise/Land
Cruiser Prado
Arruela de Vedação
Mangueira
PCV
Tubo de Admissão
Braça-
deira
Braçadeira
‹ Junta
Mangueira de Ar Nº 2

Braçadeira Braçadeira
Filtro
Sensor de Pressão do Turbocompressor de Gás

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR MO-3

Isolação de Calor do
Isolador de Calor do Turbocompressor
Coletor de Escapamento

com EGR

MO
‹ Junta

Cotovelo de Saída da Turbina

Conjunto da
Válvula EGR

‹ Junta

Conector do
‹ Junta Sensor de
Deslocamento
da Válvula
‹ Junta EGR
Conjunto do Coletor Parafuso de União
de Escapamento e Conector E-VRV para EGR
Turbocrregador

‹ Junta
Tubo de Água do ‹ Junta
Escora do
Turbocompressor Turbocompressor

‹ Junta

Mangueira de Derivação de Água

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
MO-4 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR

9 (90, 78 lbf.pol.) Tubo de Injeção

Presilha

Tampa do Filtro de Óleo


Tubo de Vazamento ‹ Junta
do Bico
Tampa do Cabeçote do Motor
Bucha de Borracha
Cabo da Vela de
Aquecimento
MO Junta
Conector da Vela
Bico
Tampa da Árvore de Comando de Aquecimento
Injetor
‹ Junta
Vela de
Aquecimento Sede
Árvore de Comando do Bico
Cabeçote do Motor
Veja a Pub. Nº RM710E, pág. MO-64 Mangueira de
1º 39 (400,29) Presilha da Combustível
2º Rotacionar 90 °C Mangueira de Vácuo
3º Rotacionar 90 °C Conjunto do Coletor
Retentor do Vedador de Chaveta ‹ Junta de Admissão
Óleo da Árvore de Comando
Polia de Ponto da Árvore
de Comando Nº 1
‹ Junta do
, Cabeçote
Tampa da Correia da do Motor
Distribuição com Intercooler

Conjunto do Coletor
de Admissão

Hilux
Conjunto da Vareta de
Correia da Distribuição Óleo e Guia
Junta
Presilha
Conector de
diagnóstico
Polia Intermediária

Tensionador
da Correia da ‹ Junta
Distribuição
Saída d´Água

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
+ Peça pré-revestida
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR MO-5

Calço de Ajuste

Tucho de Válvula

Retentor

Retentor de Mola

MO
Mola da Válvula

Sede da Mola
Tubo de Entrada de
Suspensor do Motor Água do Aquecedor
‹ Vedador de Óleo

‹ Bucha da Guia de Válvula

Tampão Semi-circular

‹ Junta

Cabeçote do Motor

+ Medidor da Unidade Emissora de


Temperatura de Água

Válvula

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
+ Peça pré-revestida
MO-6 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR

INSPEÇÃO
1. INSPECIONE E RETIFIQUE AS VÁLVULAS
(a) Retifique a válvula suficientemente para remover as fendas
e carvão.
(b) Verifique se a retífica da válvula corresponde ao ângulo cor-
reto de faceamento da válvula.
Ângulo de face da válvula: 44,5 °

(c) Verifique a espessura da margem da cabeça da válvula


Espessura padrão da margem:
MO Admissão 1,6 mm (0,063 pol.)
Escapamento 1,7 mm (0,067 pol.)
Espessura mínima da margem:
Espessura da Admissão 1,1 mm (0,043 pol.)
Margem
Escapamento 1,2 mm (0,047 pol.)
Se a espessura da margem estiver abaixo do valor mínimo, subs-
titua a válvula.
(d) Verifique o comprimento total da válvula.
Comprimento padrão da válvula:
104,10 – 104,50 mm (4,0984 – 4,1142 pol.)
Comprimento mínimo da válvula: 103,60 (4,0787 pol.)
Comprimento
Total Se o comprimento total não estiver conforme a especificação
substitua a válvula.

(e) Verifique a superfície da extremidade da haste da válvula


quanto a desgaste.
Se a extremidade da haste da válvula estiver desgastada,
recondicione usando retífica ou substitua a válvula.
NOTA:
Não retifique além do comprimento mínimo total.

2. INSPECIONE LIMPE AS SEDES DA VÁLVULA


(a) Usando cortador de carbureto de 45 °C, recondicione as se-
des das válvulas. Remova somente o metal.
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – CABEÇOTE DO MOTOR MO-7

(b) Verifique a posição de assentamento da válvula. Aplique uma


camada leve de azul da Prússia à face da válvula. Pressione
levemente a válvula contra a sede. Não gire a válvula.
(c) Verifique a face e a sede da válvula quanto a:
• Se o azul estiver aparente a 360 °C ao redor da face da
Espessura
válvula, a válvula estará concêntrica, caso contrário
substitua a válvula.
• Se o azul estiver aparente a 360 °C ao redor da sede
da válvula, a guia e a face estarão concêntricas, caso
contrário recondicione a sede.
• Verifique se o contato da sede está posicionado no meio
da face da válvula, conforme a espessura abaixo:

Admissão 1,5 – 1,9 mm (0,059 – 0,075 pol.)


Escapamento 1,8 – 2,2 mm (0,071 – 0,087 pol.)
MO

Caso contrário, corrija as sedes da válvula conforme segue:


(1) Se o assentamento estiver excessivamente alto na face
da válvula, use desbastadores de 30 e 45 graus para
corrigir a sede.

Admissão: 1,5 – 1,9 mm


Escapamento: 1,8 – 2,2 mm

(2) Se o assentamento estiver excessivamente baixo na


face da válvula, use desbastadores de 60 e 45 graus
para corrigir a sede.

Admissão: 1,5 – 1,9 mm


Escapamento: 1,8 – 2,2 mm

(d) Lapide manualmente a válvula e a sede usando composto


abrasivo.
(e) Após a lapidação manual, limpe a válvula e a sede.
(f) Remova as capas de mancais.
MO-8 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR

BLOCO DO MOTOR
DESMONTAGEM
1. REMOVA AS CAPAS DAS BIELAS E VERIFIQUE A
FOLGA DE ÓLEO
(a) Usando punção ou carimbo, faça marcas de correspondên-
cia na biela e capa para garantir a reinstalação correta.
(b) Remova os parafusos das capas das bielas.

(c) Usando os 2 parafusos de capa da biela removidos,


alavanque a capa da biela para a frente e para trás, e remo-
va a capa.
MO RECOMENDAÇÃO:
Mantenha o mancal inferior inserido na capa da biela.
(d) Limpe o moente e o mancal.
(e) Verifique o moente e o mancal quanto a fendas e riscos.
Se o moente ou mancal estiver danificado, substitua os mancais.
Se necessário, retifique ou substitua a árvore de manivelas.

(f) Posicione uma tira de Plastigage sobre o moente.


Plastigage
(g) Usando 2 parafusos, instale a capa da biela. (Veja a Publica-
ção No. RM710E, página MO-94).
Torque:
1º: 29,5 Nm (300 kgf.cm, 22 lbf.pé)
2º: Rotacione 90 graus
NOTA:
Não gire a árvore de manivelas.

(h) Remova os 2 parafusos, capa da biela e mancal inferior (Veja


o procedimento (b) e (c) acima).

(i) Meça o Plastigage no ponto mais largo.


Folga de óleo padrão:
0,036 – 0,054 mm (0,0014 – 0,0021 pol.)
Folga de óleo máxima: 0,10 mm (0,0039 pol.)
Se a folga de óleo estiver acima da especificação, substitua os
mancais. Se necessário retifique ou substitua a árvore de mani-
velas.

Plastigage
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR MO-9

Identificação: 2, 3, 4, 5 ou 6 RECOMENDAÇÃO:
Para usar mancal padrão, substitua-o usando que apresente o
mesmo número. Se não for possível determinar o número do
mancal, selecione o mancal correto, somando os números grava-
dos na árvore de manivelas e biela, a seguir selecione o mancal
que apresente o número igual ao resultado desta soma. Os
mancais são disponíveis em 5 tamanhos padrão, identificados
“2”, “3”, “4”, “5” e “6”.
Número Indicado
Biela 1 2 3
Extremidade
Dianteira Árvore de Manivelas 1 2 3 1 2 3 1 2 3
Identificação 1, 2 ou 3
Use o Mancal 2 3 4 3 4 5 4 5 6
Nº 3 Nº 4
EXEMPLO: Biela “2” + Árvore de Manivelas “1” MO
= Número Total 3 (Use o mancal “3”)

Referência
Nº 2
Diâmetro interno da extremidade maior da biela:
Nº 1 Identificação “1” 62,014 – 62,020 mm (2,4415 – 2,4417 pol.)
Identificação “2” 62,020 – 62,026 mm (2,4417 – 2,4420 pol.)
Identificação “3” 62,026 – 62,032 mm (2,4420 – 2,4422 pol.)

Diâmetro do pino da árvore de manivelas:


Identificação “1” 58,994 – 59,000 mm (2,3226 – 2,3228 pol.)
Identificação “2” 58,988 – 58,994 mm (2,3224 – 2,3226 pol.)
Identificação “3” 58,982 – 58,988 mm (2,3221 – 2,3224 pol.)

Espessura da parede central do rolamento padrão


Identificação “2” 1,486 – 1,489 mm (0,0585 – 0,0586 pol.)
Identificação “3” 1,489 – 1,492 mm (0,0586 – 0,0587 pol.)
Identificação “4” 1,492 – 1,495 mm (0,0587 – 0,0589 pol.)
Identificação “5” 1,495 – 1,498 mm (0,0589 – 0,0590 pol.)
Identificação “6” 1,498 – 1,501 mm (0,0590 – 0,0591 pol.)

(j) Remova totalmente o Plastigage.

2. REMOVA AS CAPAS DE MANCAL PRINCIPAL E


VERIFIQUE A FOLGA DE ÓLEO
(a) Solte uniformemente e remova os parafusos da capa do
mancal principal em diversas etapas, na seqüência indicada.
MO-10 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR

(b) Usando os parafusos removidos da capa do mancal,


alavanque a capa do mancal principal para a frente e para
trás, mancais inferiores e arruelas de encosto inferior (so-
mente capa do mancal principal Nº 5).
RECOMENDAÇÃO:
• Mantenha juntos o mancal inferior e a capa do mancal prin-
cipal.
• Disponha na seqüência correta as capas do mancal princi-
pal e arruelas de encosto inferior.
(c) Remova a árvore de manivelas.
RECOMENDAÇÃO:
Mantenha juntos com o bloco do motor, os mancais superiores e
as arruelas de encosto superior.
MO (d) Limpe cada mancal e munhão principal.
(e) Verifique cada mancal e munhão principal quanto a fendas e
riscos.
Se o munhão ou mancal estiver danificado, substitua os mancais.
Se necessário, retifique ou substitua a árvore de manivelas.

(f) Posicione a árvore de manivelas no bloco do motor.


Plastigage
(g) Posicione uma tira de Plastigage sobre o moente.
(h) Instale as capas do mancal principal. (Veja a Publicação Nº
RM710E, página MO-94).
Torque:
1º: 50 Nm (500 kgf.cm, 36 lbf.pé)
2º: Rotacione 90 graus
NOTA:
Não gire a árvore de manivelas.
(i) Remova as capas do mancal principal (Veja o procedimento
(a) e (b) acima).

(j) Meça o Plastigage no ponto mais largo.


Folga de óleo padrão:
0,036 – 0,054 mm (0,0014 – 0,0021 pol.)
Folga de óleo máxima: 0,10 mm (0,0039 pol.)

Plastigage
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR MO-11

RECOMENDAÇÃO:
Nº 2 Nº 5
Nº 1
Para a substituição do sub conjunto do bloco do motor, a folga
Nº 4 padrão do mancal será:
Extremidade
Dianteira Nº 3 0,036 – 0,054 mm (0,0014 – 0,0021 pol.)
Se a folga de óleo estiver acima do valor máximo, substitua os
mancais. Se necessário, retifique ou substitua a árvore de mani-
velas.
RECOMENDAÇÃO:
Para usar mancal padrão, substitua-o usando um apresente o
mesmo número. Se não for possível determinar o número do
mancal, selecione o mancal correto, somando os números grava-
dos no bloco do motor e na árvore de manivelas, a seguir selecione
o mancal que apresente o número igual ao resultado desta soma.
Os mancais são disponíveis em 5 tamanhos padrão, identifica-
Nº 5
dos “2”, “3”, “4”, “5”, “6”.
MO
Nº 4
Nº 3 Número Indicado
Identificação Nº 1 Nº 2 Bloco do Motor 1 2 3
2, 3, 4, 5 ou 6
Árvore de Manivelas 1 2 3 1 2 3 1 2 3
Use o Mancal 2 3 4 3 4 5 4 5 6

EXEMPLO: Bloco do Motor “2” + Árvore de Manivelas “1”


= Número Total 3 (Use o mancal “3”)

Referência
Diâmetro interno do munhão principal do bloco do motor:
Identificação “1” 75,000 – 75,006 mm (2,9528 – 2,9530 pol.)
Identificação “2” 75,006 – 75,012 mm (2,9530 – 2,9532 pol.)
Identificação “3” 75,012 – 75,018 mm (2,9532 – 2,9535 pol.)

Diâmetro do munhão da árvore de manivelas:


Identificação “1” 69,994 – 70,000 mm (2,7557 – 2,7559 pol.)
Identificação “2” 69,988 – 69,994 mm (2,7554 – 2,7557 pol.)
Identificação “3” 69,982 – 69,988 mm (2,7552 – 2,7554 pol.)

Espessura da parede central do rolamento padrão:


Identificação “2” 2,482 – 2,485 mm (0,0977 – 0,0978 pol.)
Identificação “3” 2,485 – 2,488 mm (0,0978 – 0,0980 pol.)
Identificação “4” 2,488 – 2,491 mm (0,0980 – 0,0981 pol.)
Identificação “5” 2,491 – 2,494 mm (0,0981 – 0,0982 pol.)
Identificação “6” 2,494 – 2,497 mm (0,0982 – 0,0983 pol.)

(k) Remova totalmente o Plastigage.


MO-12 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR

Extremidade
INSPEÇÃO
Dianteira 1. VERIFIQUE O DIÂMETRO DO CILINDRO
RECOMENDAÇÃO:
O diâmetro do cilindro é disponível em três tamanhos padrão,
identificados “1”, “2” e “3”. A identificação está gravada na extre-
Nº 4
Nº 3 midade superior do bloco do motor.
Nº 2
Identificação
Nº 1 1, 2 ou 3

Sentido de Usando calibrador para cilindro, meça o diâmetro do cilindro nas


Extremidade Encosto posições A, E e C e nos sentidos axial e de encosto.
Dianteira Diâmetro padrão:
MO Sentido
Axial
Identificação 1 Padrão 96,000 – 96,010 mm (3,7795 – 3,7799 pol.)
Identificação 2 Padrão 96,010 – 96,020 mm (3,7799 – 3,7803 pol.)
10 mm
(0,039 pol.) Identificação 3 Padrão 96,020 – 96,030 mm (3,7803 – 3,7807 pol.)
Médio Diâmetro máximo
10 mm Padrão 96,23 mm (3,7886 pol.)
(0,39 pol.)
O/S 0,50 96,73 mm (3,8083 pol.)
Calibrador O/S 0,75 96,96 mm (3,8137 pol.)
de Cilindro
O/S 1,00 97,23 mm (3,8279 pol.)

Se o diâmetro estiver acima do valor máximo, retifique os 4 cilin-


dros. Se necessário, substitua o bloco do motor.

2. VERIFIQUE O ÊMBOLO E ANEL DO ÊMBOLO


(a) Verifique a folga de óleo do êmbolo.
RECOMENDAÇÃO:
O diâmetro do êmbolo padrão é disponível em três tamanhos
padrão, identificados “1”, “2” e “3”. A identificação está gravada na
extremidade superior do êmbolo.
(1) Usando micrômetro, meça o diâmetro do êmbolo em
ângulo reto em relação à linha de centro do pino do
êmbolo, 58,8 mm (2,315 pol. ) do cabeçote do êmbolo.
Diâmetro do êmbolo:
Identificação 1 Padrão 95,940 – 96,950 mm (3,7772 – 3,7776 pol.)
Identificação 2 Padrão 95,950 – 96,960 mm (3,7776 – 3,7779 pol.)
Identificação 3 Padrão 95,960 – 96,970 mm (3,7779 – 3,7783 pol.)
O/S 0,50: 96,440 – 96,470 mm (3,7968 – 3,7980 pol.)
O/S 0,75: 96,690 – 96,720 mm (3,8067 – 3,8078 pol.)
O/S 1,00: 96,940 – 96,970 mm (3,8165 – 3,8177 pol.)

(2) Meça o diâmetro do cilindro nos sentidos de encosto


(Veja a etapa 1 acima).
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR MO-13

(3) Subtraia da medida do diâmetro do cilindro, o diâmetro


Extremidade do êmbolo.
Dianteira Folga de óleo padrão:
0,050 – 0,070 mm (0,0020 – 0,0028 pol.)
Folga de óleo máxima: 0,14 mm (0,0055 pol.)
Se a folga de óleo estiver acima do valor máximo, substitua os 4
êmbolos e retifique os 4 cilindros. Se necessário, substitua o blo-
Nº 4
co do motor.
Nº 3
Nº 1 Nº 2 RECOMENDAÇÃO:
Identificação Use um bloco do motor novo: Use um êmbolo cuja identificação
1, 2 ou 3 de cilindro seja igual à do bloco do motor.

MO

Anel Nº 1 Anel de Êmbolo Novo (b) Verifique a folga do sulco do anel de êmbolo.
(1) Anel Nº 1:
Instale um anel de êmbolo Nº 1 novo ao êmbolo. Usan-
do calibrador de lâmina, meça a folga entre o anel de
êmbolo novo e a parede do sulco do anel.
Folga do sulco do anel (Nº 1):
Calibrador 0,061 – 0,105 mm (0,0024 – 0,0043 pol.)
de Lâmina

Anel Nº 2 e Anel de Óleo Calibrador (2) Anel de Óleo Nº 2


de Lâmina Usando calibrador de lâmina, meça a folga entre o anel
de êmbolo novo e a parede do sulco do anel.
Folga do sulco do anel (Anel de óleo Nº 2):
Nº 2 0,060 – 0,100 mm (0,0024 – 0,0039 pol.)
Óleo 0,020 – 0,060 mm (0,0009 – 0,0024 pol.)

Anel de
Se a folga estiver acima do valor máximo, substitua o êmbolo.
Êmbolo Novo
MO-14 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR

SUBSTITUIÇÃO
SUBSTITUA OS ÊMBOLOS DE SOBRETAMANHO (O/S)
RECOMENDAÇÃO:
• Retifique os 4 cilindros conforme o diâmetro externo do êm-
bolo de O/S.
• Substitua todos os anéis de êmbolo, usando componentes
que correspondam aos êmbolos de O/O.
(a) Mantenha os êmbolos de O/S
Diâmetro do êmbolo de O/O:
O/S 0,50 96,440 – 96,470 mm (3,7968 – 3,7980 pol.)
O/S 0,75 96,690 – 96,720 mm (38067 – 3,8079 pol.)

MO O/S 1,00 96,940 – 96,970 mm (3,8165 – 3,8177 pol.)

(b) Usando micrômetro, meça o diâmetro do êmbolo perpendi-


cularmente à linha de centro do pino do êmbolo, distante
58,8 mm (2,315 pol.) da cabeça do êmbolo.
(c) Para cada cilindro, calcule o valor a ser retificado conforme
segue:
Valor a ser retificado = P + C – H
P = Diâmetro do êmbolo
C = Folga do êmbolo
0,050 – 0,070 mm (0,0020 – 0,0028 pol.)
H = Tolerância para brunimento
0,02 mm (0,0008 pol.) ou menos
(d) Faça furação e brunimento do cilindro conforme os valores
calculados.
Brunimento máximo: 0,02 mm (0,0008 pol.)
NOTA:
O excesso de brunimento irá destruir a ovalização de acaba-
mento.
PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR MO-15

REINSTALAÇÃO
RECOMENDAÇÃO:
• Limpe totalmente todos os componentes a serem montados.
• Antes de instalar os componentes, aplique lubrificante novo
a todas as superfícies deslizantes e giratórias.
• Substitua todas as juntas, anéis “O” e vedadores de óleo,
usando componentes novos.

1. MONTE O ÊMBOLO E A BIELA


(a) Instale um anel elástico novo em cada lado do furo do pino
do êmbolo.
(b) Gradualmente aqueça o êmbolo a 80 °C (176 °F).
MO
(c) Aplique lubrificante para motor ao pino do êmbolo.

Marca de (d) Alinhe as identificações dianteiras do êmbolo e da biela, e


Identificação com o polegar pressione o pino do êmbolo.
Dianteira
(Seta) (e) Instale um anel elástico novo à extremidade oposta do furo
do pino do êmbolo.

Marca de
Identificação
Dianteira
(Projeção)

2. INSTALE OS ANÉIS DE ÊMBOLO


(a) Instale a bobina manualmente.
(b) Instale o expansor de anel de êmbolo, instale o anel de óleo.

RECOMENDAÇÃO:
Mantenha a folga de extremidade do anel de óleo no sentido opos-
Junta da Bobina to à junta da bobina.

Extremidades do Anel de Óleo


MO-16 PARTE MECÂNICA DO MOTOR – BLOCO DO MOTOR

Expansor (c) Usando expansor de anel de êmbolo, instale os 2 anéis de


de Anel do compressão, mantendo voltada para cima a identificação de
Êmbolo código.
Identificação de código:
Nº 1 Nº 1 1N
Nº 2 2N
Nº 2 Identificação
do Código

(d) Posicione os anéis de êmbolo de modo que as extremida-


des estejam conforme indicado na ilustração.
Anel de Óleo Anel Nº 2
NOTA:
MO Não alinhe as extremidades do anel.
Identificação
Dianteira

Anel Nº 1 Bobina

3. INSTALE OS CONJUNTOS DE ÊMBOLO E BIELA


Compressor do Usando compressor para anel de êmbolo, pressione em cada
Anel do Êmbolo
cilindro os conjuntos de êmbolo e biela numerados corretamente,
mantendo voltada para a frente a marca de identificação diantei-
ra do êmbolo.

Identificação Dianteira
(Seta)
TURBOCOMPRESSOR

TURBOCOMPRESSOR ........................................... TC-1


INTERCOOLER ..................................................... TC-10
IN
PP
ES
DT
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO:
MO
Designação Publicação Nº
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
TC
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E CE
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
1KZ-T, 1KZ-TE
RM522E CD
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem
CO
nos manuais listados. AS
LU
SP
IA
TC
TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR TC-1

TURBOCOMPRESSOR
INSPEÇÃO NO VEÍCULO
1. VERIFIQUE O SISTEMA DE AR DA ADMISSÃO
Verifique vazamentos ou obstruções entre a carcaça do filtro de
ar e a entrada do turbocompressor e entre a saída do
turbocompressor e o cabeçote do motor.
• Filtro de ar obstruído ... Limpe ou substitua o elemento
• Mangueiras danificadas ou deformadas ... Repare ou
substitua
• Vazamento nas conexões ... Verifique cada conexão e
repare
• Trincas nos componentes ... Verifique e substitua
2. VERIFIQUE O SISTEMA DE ESCAPAMENTO
Verifique vazamentos ou obstruções entre o cabeçote do motor e TC
a entrada do turbocompressor e entre a saída do
turbocompressor e o tubo de escapamento.
• Filtro de ar obstruído ... Limpe ou substitua o elemento
• Mangueiras danificadas ou deformadas ... Repare ou
substitua
• Vazamento nas conexões ... Verifique cada conexão e
repare
• Trincas nos componentes ... Verifique e substitua
3. VERIFIQUE A PRESSÃO DO
TURBOCOMPRESSOR
(a) Aqueça o motor
(b) Usando um conector de 3 vias, conecte a SST (relógio
comparador de pressão do turbocompressor) à mangueira
que vai até o coletor de admissão.
SST 09992-00241
(c) Pressione o pedal da embreagem, a seguir pressione o pe-
dal do acelerador o máximo possível. Meça a pressão do
turbocompressor à rotação máxima (aproximadamente 4.600
rpm).
Pressão padrão:
51 – 67 kPa (0,52 – 0,68 kgf/cm2, 7,4 – 9,7 psi).
Se a pressão estiver abaixo da especificação, verifique os siste-
mas de admissão de ar e de escapamento quanto a vazamentos.
Se não houver vazamentos, substitua o turbocompressor.
Se a pressão estiver acima da especificação, verifique se a man-
gueira do atuador está desconectada ou trincada. Se não estiver,
substitua o turbocompressor.
4. VERIFIQUE A ROTAÇÃO DA RODA IMPULSORA
(Veja a página TC-3)
5. VERIFIQUE O FUNCIONAMENTO DO ATUADOR
(Veja a página TC-3)
6. VERIFIQUE O SENSOR DE PRESSÃO DO
TURBOCOMPRESSOR (Veja a página CD-15)
TC-2 TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR

COMPONENTES

Carcaça da Turbina

Cinta V

TC Anel Elástico
‹ Anel “E”

Carcaça do Mancal

‹ Anel “O”

Carcaça do Compressor 4,8 (49, 42 lbf.pol.)


Placa Lateral da
Carcaça do Mancal Arruela Plana

‹ Junta
Arruela Plana

Atuador

Mangueira do Atuador

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR TC-3

DESMONTAGEM
1. VERIFIQUE A ROTAÇÃO DO EIXO DA TURBINA
Segure a borda do eixo da turbina e gire-o. Verifique se o eixo gira
livremente.
Se o eixo da turbina não girar, ou se houver arraste forte, substi-
tua o turbocompressor.

Gire

2. VERIFIQUE A FOLGA AXIAL DO EIXO DA


TURBINA
(a) Usando relógio comparador, introduza a agulha do relógio
comparador no lado do escapamento
(b) Mova o eixo da turbina no sentido axial, meça a folga axial TC
do eixo da turbina.
Folga axial máxima: 0,15 mm (0,0063 pol.)
Mova Se a folga axial estiver acima da especificação máxima, substi-
tua o turbocompressor.

3. VERIFIQUE A FOLGA RADIAL DO EIXO DA


TURBINA
(a) Usando relógio comparador, introduza a agulha do relógio
comparador no furo de saída de óleo, e ajuste-a no centro
do eixo da turbina.
(b) Mova o eixo da turbina no sentido radial, meça a folga radial
do eixo da turbina.
Folga radial máxima: 0,11 mm (0,0043 pol.)
Se a folga radial estiver acima da especificação máxima, substi-
tua o turbocompressor.

4. VERIFIQUE O ATUADOR E O FUNCIONAMENTO


DA VÁLVULA WASTE GATE
(a) Desconecte da carcaça do compressor, a mangueira do
atuador.
(b) Usando SST, aplique aproximadamente 111 kPa (1,13 kgf/
Válvula Fechada cm2, 15,9 psi) de pressão ao atuador.
SST 09992-00242
(c) Mova a haste do atuador, e verifique se a válvula waste gate
abre.
Se não houver movimento da haste, substitua o atuador ou o
turbocompressor.
NOTA:
Jamais aplique mais de 147 kPa (1,50 kgf/cm2, 21,3 psi) de
pressão ao atuador.
(d) Refaça a conexão da mangueira do atuador à carcaça do
compressor.
5. REMOVA DO TURBOCOMPRESSOR, A PLACA
LATERAL DA CARCAÇA DO MANCAL
Remova os 2 parafusos, placa lateral e junta.
TC-4 TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR

Atuador 6. REMOVA O ATUADOR


(a) Desconecte da carcaça do compressor, a mangueira do
atuador.
(b) Usando SST, aplique pressão ao atuador.
SST 09992-00242
NOTA:
Jamais aplique mais de 147 kPa (1,50 kgf/cm2, 21,3 psi) de
pressão ao atuador.
Anel “E”
(c) Remova os 2 parafusos de fixação do atuador à carcaça do
compressor.
(d) Remova o anel “E” de fixação da haste do atuador à articula-
ção da válvula waste gate, e remova o atuador.
7. REMOVA A CARCAÇA DO COMPRESSOR
(a) Faça marcas de correspondência na carcaça do compres-
sor e carcaça do mancal.
TC

(b) Usando alicate para anel elástico, remova o anel da carcaça


Anel Elástico do compressor.
RECOMENDAÇÃO:
Não force o anel elástico para removê-lo do turbocompressor.

(c) Usando martelo revestido com plástico, bata para remover a


carcaça do compressor.
NOTA:
Remova a carcaça do compressor mantendo-a na posição
vertical e não permita interferência entre a roda impulsora e
a carcaça do compressor.

8. REMOVA A CARCAÇA DO MANCAL


Cinta “V” (a) Faça marcas de correspondência na cinta “V”, carcaça da
turbina e carcaça do mancal.
(b) Remova a porca e a cinta “V”.

Marcas de
Correspondência
TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR TC-5

Carcaça do Mancal (c) Usando martelo revestido com plástico, bata para remover a
carcaça do compressor.
NOTA:
Remova a carcaça do mancal mantendo-a na posição verti-
cal e não permita interferência entre a roda impulsora e a
carcaça da turbina.
(d) Remova do turbocompressor, o anel elástico.
(e) Remova da carcaça do mancal, o anel “O”.

TC
TC-6 TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR

REINSTALAÇÃO
1. REINSTALE A CARCAÇA DO MANCAL
(a) Instale o anel elástico ao turbocompressor.
RECOMENDAÇÃO:
Previamente, instale o anel elástico na carcaça do mancal.
(b) Instale um anel “O” novo à carcaça do mancal.
Pino (c) Alinhe o pino da carcaça da turbina e o furo do pino da car-
Furo do Pino caça do mancal.

(d) Instale a carcaça do mancal à carcaça da turbina.


NOTA:
• Instale a carcaça do mancal em linha reta, e seja caute-
loso para não danificar a roda da turbina.
TC • Se houver dificuldade em instalar manualmente a carca-
ça do mancal devido a acoplamento difícil, observe o
procedimento (c).
RECOMENDAÇÃO:
Aplique lubrificante penetrante preventivo à ferrugem à área do
acoplamento para facilitar a instalação.
(e) Se houver dificuldade para o acoplamento da carcaça do
mancal, usando SST e prensa, instale a carcaça do mancal
e simultaneamente verifique se a roda impulsora gira livre-
mente.
SST 09350-32014 (09351-32070)
NOTA:
• Não segure a carcaça da turbina nos parafusos prisio-
neiro.
• Instale a carcaça do mancal em sentido vertical, sem in-
clinar, uma vez que o eixo poderá empenar e resultar em
ruído irregular.
• Instale lentamente a carcaça do mancal. Quando a rota-
ção da roda impulsora apresentar resistência, retorne a
prensa imediatamente e refaça a operação.
• Após a instalação, verifique se o eixo da turbina gira li-
vremente.

(f) Alinhe uma cinta “V” nova e uma usada, e copie para a cinta
Cinta “V” Usada nova, a marca de correspondência da cinta usada.

Cinta “V” Nova


Marca de Correspondência
TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR TC-7

(g) Alinhe as marcas de correspondência na cinta “V”, carcaça


Cinta “V” Nova da turbina e carcaça do mancal, e temporariamente aperte
uma porca nova.
Torque: 4,8 N.m (49 kgf.cm, 42 lbf.pol.)

Marcas de
Correspondência

(h) Usando barra de latão e martelo, bate levemente 2 ou 3 ve-


zes em cada posição na seqüência de 1 a 5.
(i) Aperte um pouco mais a porca.
Torque: 4,8 N.m (49 kgf.cm, 42 lbf.pol.)
(j) Usando barra de latão e martelo, bate levemente 2 ou 3 ve- TC
zes em cada posição 1 e 4.
(k) Aperte a porca totalmente.

Pino de 2. INSTALE A CARCAÇA DO COMPRESSOR


Cizalhamento (a) Alinhe o pino de cizalhamento da carcaça do mancal e o
entalhe da carcaça do compressor, e instale-os.
NOTA:
y Não permita interferência entre a roda impulsora e a car-
caça do compressor.
y Verifique se o eixo da turbina gira livremente.

Entalhe

(b) Usando alicate para anel elástico, instale o anel à carcaça


Anel Elástico do compressor.

Atuador 3. INSTALE O ATUADOR


(a) Usando SST, pressione o atuador.
SST 09992-00241
NOTA:
Jamais aplique mais de 147 kPa (1,50 kgf/cm2, 21,3 psi) de
pressão ao atuador.
(b) Usando anel “E” novo, conecte a haste do atuador à articula-
Anel “E” ção da válvula waste gate.
Novo
(c) Usando 2 parafusos, instale o atuador.
Torque: 19,1 N. (195 kgf.cm, 14 lbf.pé)
TC-8 TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR

(d) Remova a SST.

Curso 4. AJUSTE O CURSO DA HASTE DO ATUADOR


NOTA:
Jamais aplique mais de 147 kPa (1,50 kgf/cm2, 21,3 psi) de
pressão ao atuador.
TC (a) Usando relógio comparador, posicione-o em linha reta à haste
do atuador.
(b) Usando SST, aplique 119 kPa (1,21 kgf/cm2, 17,2 psi) de
pressão ao atuador e meça o curso da haste do atuador.
SST 09992-00242
(c) Usando a tabela abaixo, selecione a espessura de arruela
plana que corresponda ao curso medido na etapa (b) acima.

Valor do Curso Espessura exigida para a arruela plana


mm (pol.) mm (pol.)
1,20 – 1,70 (0,0472 – 0,0669) Nenhuma
1,71 – 2,20 (0,0673 – 0,0866) 0,5 (0,020)
2,21 – 2,70 (0,0870 – 0,1063) 1,0 (0,039)
2,71 – 3,20 (0,1067 – 0,1260) 1,5 (0,059)
3,21 – 3,70 (0,1264 – 0,1457) 2,0 (0,079)
3,71 – 4,20 (0,1461 – 0,1654) 2,5 (0,098)
4,21 – 4,70 (0,1657 – 0,1850) 3,0 (0,118)
4,71 – 5,20 (0,1854 – 0,2047) 3,5 (0,138)
5,21 – 5,70 (0,2051 – 0,2244) 4,0 (0,157)
5,71 – 6,20 (0,2248 – 0,2441) 4,5 (0,177)
6,21 – 6,70 (0,2445 – 0,2638) 5,0 (0,197)
6,71 – 7,20 (0,2642 – 0,2827) 5,5 (0,217)
7,21 – 7,70 (0,2839 – 0,3031) 6,0 (0,236)
7,71 – 8,20 (0,3035 – 0,3228) 6,5 (0,256)

NOTA:
y Use uma combinação de arruelas planas de 0,5 mm
(0,020 pol.) 1,0 mm (0,039 pol.) 2,0 mm (0,079 pol.) e 3,0
mm (0,118 pol.) para atingir a espessura exigida.
y Use a mesma espessura de arruela plana para as 2 posi-
ções entre o atuador e a carcaça do compressor.
y Se a espessura da arruela plana estiver acima de 3,5 mm
(0,138 pol.) substitua os parafusos de instalação do
atuador por parafusos do kit de componente.
TURBOCOMPRESSOR – TURBOCOMPRESSOR TC-9

Arruelas Planas (d) Usando SST, aplique aproximadamente 119 kPa (1,21 kgf/
Selecionadas cm2, 17,2 psi) de pressão ao atuador e usando dois parafu-
sos, instale as arruelas planas selecionadas, entre o atuador
e a carcaça do compressor.
Torque: 19,1 N.m (195 kgf.cm, 14 lbf.pé)

Curso (e) Usando SST aplique aproximadamente 113 kPa (1,13 kgf/
cm2, 16,1 psi) de pressão ao atuador e meça o curso da
haste do atuador.
SST 09992-00242
Curso padrão: 1,20 – 1,70 mm (0,0472 – 0,0669 pol.) TC
Se o curso não estiver conforme a especificação , selecione no-
vamente as arruelas planas.
5. INSTALE A MANGUEIRA DO ATUADOR
6. APLIQUE TINTA AMARELA
Aplique tinta amarela dos parafusos do atuador ao suporte do
atuador para indicar que foram instalados corretamente.
7. INSTALE A PLACA LATERAL DA CARCAÇA DO
MANCAL AO TURBOCOMPRESSOR.
Usando 2 parafusos, instale uma junta nova à placa lateral.
Torque: 12 N.m (122 kgf.cm, 9 lbf.pé)
TC-10 TURBOCOMPRESSOR – INTERCOOLER

INTERCOOLER
COMPONENTES
com Intercooler
(Land Cruiser, Land Cruiser Prado para Austrália)

‹ Junta Protetor do Intercooler

TC
Intercooler

Conector do Ar
da Admissão Sensor de
Temperatura do
Ar da Admissão
Conector do
Sensor de
Temperatura do
Ar da Admissão
Mangueira de
Vácuo
Sensor de Pressão do
Turbocompressor
Presilha Conector do
Suporte Sensor de
Pressão do
Turbocompressor
Mangueira de Filtro de
Ar Nº 2 Gases

Presilha Mangueira de Vácuo

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
CONTROLE DE EMISSÕES

LAYOUT DE COMPONENTES E DIAGRAMA .......... CE-1


SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES
IN
DO ESCAPAMENTO (EGR ) (com EGR) ............ CE-3 PP
ES
DT
CONSULTE O MANUAIS DE REPARAÇÕES DO MO-
TOR 1KZ-T (Pub. Nº RM710) MO
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos
que diferem nos manuais listados.
TC
CE
CD
CO
AS
LU
SP
IA
CE
CONTROLE DE EMISSÕES – LAYOUT DE COMPONENTES E DIAGRAMA CE-1

LAYOUT DE COMPONENTES E DIAGRAMA


LOCALIZAÇÃO

Sensor de Pressão do
Turbocompressor
Sensor de Temperatura ECU do Motor
do Ar da Admissão

Sensor de Deslocamento
da Válvula EGR*
Tubo da EGR*

Corpo da Borboleta
de Aceleração

Válvula EGR*
CE

Sensor de
Temperatura Sensor de
da Água Posição do Pedal
do Acelerador

Sensor de Rotação
do Motor E-VRV para EGR*

com Intercooler
(Land Cruiser/Land Cruiser Prado para Austrália)
Sensor de Temperatura
do Ar da Admissão
Sensor de
Pressão do
Turbocompressor

Bomba de Vácuo

Corpo da Borboleta
de Aceleração
* : com EGR
CE-2 CONTROLE DE EMISSÕES – LAYOUT DE COMPONENTES E DIAGRAMA

DESENHO

Bomba de Vácuo
Corpo da
Borboleta de
Aceleração
Registro de Vácuo

Válvula EGR*
*E-VRV para EGR

CE
Sensor de Deslocamento
da Válvula EGR*

Sensor de Rotação
do Motor

Bomba Injetora

Sensor de
Posição do Pedal ECU do Motor
do Acelerador

Sensor de Sensor de
Temperatura Temperatura
do Ar da Admissão da Água

Sensor de
Pressão do
Turbocompressor

* : com EGR
CONTROLE DE EMISSÕES – SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO ESCAPAMENTO (EGR) (com EGR) CE-3

SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO
DOS GASES DO ESCAPAMENTO
(EGR) (com EGR)
INSPEÇÃO NO VEÍCULO
RECOMENDAÇÃO:
Nos casos de falhas em que o sistema EGR estiver constante-
mente ativado, o tubo do escapamento poderá liberar fumaça preta
ou fumaça branca. Se isto ocorrer, verifique também o sistema
EGR.
NOTA:
Para instalar ou remover medidores de vácuo, ou para remo-
ver mangueiras de vácuo, sempre desligue o motor.

CE

Medidor de Vácuo 1. INSTALE O MEDIDOR DE VÁCUO


Usando um conector de 3 vias, conecte o medidor de vácuo à
mangueira entre a válvula EGR e a E-VRV.
2. VERIFIQUE A SEDE DA VÁLVULA EGR
Dê partida ao motor e verifique se há partida e se o motor funci-
ona em marcha-lenta.
3. VERIFIQUE A CONDIÇÃO DO MOTOR FRIO
(a) A temperatura do fluido de arrefecimento deverá estar abai-
xo de 20 °C (68 °F) .
(b) Verifique se o medidor de vácuo indica 0 na marcha-lenta.
4. VERIFIQUE A CONDIÇÃO DO MOTOR QUENTE
(a) Aqueça o motor, a temperatura do fluido de arrefecimento deverá
estar acima de 70 °C (104 °F) e abaixo de 96 °C (205 °F).
(b) Verifique se o medidor de vácuo indica acima de aproximada-
mente 28,0 kPa (210 mmHg, 8,3 pol.Hg), em marcha-lenta.
(c) Verifique se o indicador do medidor de vácuo aumenta acima
de aproximadamente 28,0 kPa (210 mmHg, 8,3 pol.Hg) a 1500
rpm.
(d) Quando o pedal do acelerador for rapidamente pressionado
até à posição de abertura total, verifique se há queda mo-
mentânea na indicação do indicador do medidor de vácuo.
(e) Mantenha a rotação do motor acima de 4.000 rpm.
(f) Verifique se o pedal do acelerador indica zero.
(g) Quando o pedal do acelerador estiver liberado, verifique se
há queda momentânea na indicação no medidor de vácuo
quando a rotação do motor é reduzida de acima de 4.000
rpm à rotação de marcha-lenta.
5. REMOVA O MEDIDOR DE VÁCUO
CE-4 CONTROLE DE EMISSÕES – SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO ESCAPAMENTO (EGR) (com EGR)

Medidor 6. USANDO MEDIDOR DE VÁCUO, VERIFIQUE A


de Vácuo SAÍDA DE VÁCUO
(a) Conecte o medidor de vácuo ao tubo de saída.
(b) Aqueça o motor e verifique se o medidor de vácuo indica
mais de 86,7 kPa (650 mmHg, 25,59 pol.Hg).
Se houver identificação de alguma falha, repare a bomba de vá-
cuo.
Desconecte

CE
CONTROLE DE EMISSÕES – SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO ESCAPAMENTO (EGR) (com EGR) CE-5

COMPONENTES

CE

Conector do
Sensor de ‹ Junta
Deslocamento da
Válvula EGR

Bujão

Conjunto da
‹ Junta Válvula EGR

Tubo da EGR

E-VRV para EGR

5,4 (55, 48 lbf.pol.)

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
CE-6 CONTROLE DE EMISSÕES – SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO ESCAPAMENTO (EGR) (com EGR)

INSPEÇÃO
1. VERIFIQUE A VÁLVULA EGR
(a) Remova a válvula EGR.
(b) Na condição de aplicação de vácuo à câmara do diafragma,
verifique o funcionamento da válvula.

Vácuo Válvula EGR


Abaixo de 13 kPa (100 mmHg, 3,8 pol. Hg) Fechada
Acima de 27 kPa (200 mmHg, 8,0 pol. Hg) Aberta

(c) Nas aplicações de vácuo acima de 67 kPa (500 mmHg, 19


pol. Hg), verifique se há vazamento de vácuo.
(d) Verifique a válvula quanto a emperramento e depósitos de
carvão.
Se houver algum problema, substitua.

CE

(e) Usando um ohmímetro, verifique a resistência entre os ter-


Ohmímetro minais 1 e 2 do sensor de deslocamento da EGR.
Resistência: 2,6 k Ω a 20 °C (68 °F) .

(f) Aplique vácuo à câmara do diafragma e a seguir verifique


cada resistência entre os terminais 3 e 2 do sensor de des-
locamento, quando a válvula estiver totalmente aberta e tam-
Ohmímetro bém quando estiver totalmente fechada.
Resistência:
Válvula EGR Resistência
Totalmente aberta 0,6 k Ω a 20 °C (68 °F)
Totalmente fechada 2,2 kΩ a 20 °C (68 °F)

RECOMENDAÇÃO:
A resistência da válvula aumenta proporcionalmente ao ângulo
de abertura da válvula EGR.
(g) Reinstale a válvula EGR.
2. VERIFIQUE A VRV PARA A EGR (Veja a página CD-11)
3. VERIFIQUE O SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL
DO ACELERADOR (Veja a página CD-19)
4. VERIFIQUE O SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR
(Veja a página CD-17)
5. VERIFIQUE O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR
DA ADMISSÃO (Veja a página CD-13)
CONTROLE DE EMISSÕES – SISTEMA DE RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO ESCAPAMENTO (EGR) (com EGR) CE-7

6. VERIFIQUE O SENSOR DE TEMPERATURA DA


ÁGUA
(Veja a Publicação RM710E, página CD-15)
7. VERIFIQUE O SENSOR DE PRESSÃO DO
TURBOCOMPRESSOR (Veja a página CD-15)

CE
– NOTAS –

CE
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL

CORPO DA BORBOLETA DE
ACELERAÇÃO .................................................... CD-1
IN
VÁLVULA DE CONTROLE PP
DE SINCRONISMO ............................................. CD-8
VÁLVULA DE CONTROLE ES
DE GOTEJAMENTO ........................................... CD-9
E-VRV PARA EGR (com EGR) ............................... CD-10 DT
SENSOR DE TEMPERATURA DO
COMBUSTÍVEL ................................................. CD-12
MO
SENSOR DE TEMPERATURA DO TC
AR DA ADMISSÃO ............................................ CD-13
SENSOR DE PRESSÃO DO CE
TURBOCOMPRESSOR .................................... CD-14
SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR .................... CD-17
CD
SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL CO
DO ACELERADOR ........................................... CD-18
INTERRUPTOR DE POSIÇÃO FECHADA AS
DO PEDAL DO ACELERADOR ......................... CD-20
INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE
LU
PRIMEIRA MARCHA (T/M) ............................... CD-21 SP
UNIDADE DE CORREÇÃO DA
BOMBA INJETORA ........................................... CD-23 IA

CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO:

Designação Publicação Nº
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
RM522E
1KZ-T, 1KZ-TE

NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem


nos manuais listados.
CD
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO CD-1

CORPO DA BORBOLETA DE
ACELERAÇÃO
INSPEÇÃO NO VEÍCULO
1. VERIFIQUE O INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DA
BORBOLETA DE ACELERAÇÃO TOTALMENTE
ABERTA
(a) com Intercooler:
Remova o conjunto do intercooler (Consulte a página MO-2).
(b) sem Intercooler:
Ohmímetro Remova o tubo de admissão (Consulte a página MO-2)
(c) Desconecte o interruptor.
(d) Usando um ohmímetro, verifique a continuidade entre os ter-
minais.
Continuidade:
Borboleta de Aceleração Continuidade
Totalmente fechada Sem continuidade
CD
Totalmente aberta Continuidade

Se a continuidade não estiver conforme a especificação substi-


tua a borboleta de aceleração (Consulte a página CD-4).
(e) Refaça a conexão do interruptor.
(f) com Intercooler:
Reinstale o conjunto do intercooler (Consulte a página MO-2)
(g) sem Intercooler:
Reinstale o tubo de admissão (Consulte a página MO-2).

2. VERIFIQUE O MOTOR DE CONTROLE DA


BORBOLETA DE ACELERAÇÃO
NOTA:
Ohmímetro
“Frio” e “Quente” nas sentenças abaixo significam a tempe-
ratura das próprias bobinas. “Frio” varia entre -10 °C (14 °F) a
50 °C (122 °F) e “Quente’ varia entre 50 °C (122 °F) e 100 °C
(212 °F)
(a) Solte o conector do motor.
(b) Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais 2
e 1/3 e 5 e 4/6.
Resistência:
Frio 23 – 33 Ω
Quente 29 – 39 Ω
Se a resistência não estiver conforme a especificação , substitua
a borboleta de aceleração (Consulte a página CD-4).
(c) Refaça a conexão do motor.
(d) com Intercooler:
Reinstale o conjunto do intercooler (Consulte a página MO-2).
(e) sem Intercooler:
Reinstale o tubo de admissão (Consulte a página MO-2).
CD-2 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO

COMPONENTES

com Intercooler (Land Cruiser/Land Cruiser Prado para Austrália)

‹ Junta Conjunto do Intercooler

Conector do Sensor
de Temperatura do
Ar da Admissão

Conector do
Ar da Admissão

CD Mangueira Conector do Sensor


de Vácuo de Pressão do
Turbocompressor
Presilha Presilha

Mangueira de Ar Nº 2

Presilha

Corpo da Borboleta
de Aceleração

‹ Junta

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO CD-3

sem Intercooler

Presilha do Cabo
Hilux

Mangueira Cabo do Motor


PCV

SW4,
Land Cruiser/Land Cruiser Prado

Mangueira Presilha do Cabo


de PCV

Tubo de Admissão

Mangueira de Ar Arruela de Vedação

Presilha Conector do Sensor Mangueira de Vácuo


de Pressão do CD
Turbocompressor ‹ Junta

Conector do
Interruptor de
Parafuso Prisioneiro Posição Totalmente
Aberta da Borboleta
de Aceleração
Parafuso Prisioneiro
Corpo da Borboleta
de Aceleração
Conector do Motor de Controle
da Borboleta de Aceleração

‹ Junta

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
CD-4 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO

REMOÇÃO
1. com Intercooler:
REMOVA O CONJUNTO DO INTERCOOLER
(a) Desconecte o sensor de pressão do turbocompressor.
(b) Desconecte o sensor de temperatura do ar da admissão.
(c) Desconecte da borboleta de aceleração as 2 mangueiras de
vácuo.
(d) Use alicate para prender juntas as extremidades até que a
placa-trava acople no engate. Certifique-se de que a placa
trava e o engate estejam firmemente acoplados.
(e) Remova as 2 porcas, 2 parafusos, conector do ar da admis-
são e junta.
(f) Remova os 2 parafusos e o conjunto do intercooler.
(g) Remova as 2 presilhas e mangueira de ar No. 2 com as 2
presilhas.

CD

sem Intercooler 2. sem Intercooler:


REMOVA O TUBO DE ADMISSÃO
(a) Desconecte o sensor de pressão do turbocompressor.
(b) Desconecte as 2 presilhas de cabo.
(c) Remova o parafuso e desconecte o cabo.
(d) Desconecte da borboleta de aceleração, a mangueira de
vácuo.
(e) Remova as 4 porcas e 4 arruelas de vedação.

sem Intercooler (f) Hilux:


Desconecte as 2 mangueiras PCV.
(g) SW4, Land Cruiser/Land Cruiser Prado:
Desconecte da presilha, a mangueira PCV.
(h) Use alicate para prender juntas as extremidades até que a
placa-trava acople no engate. Certifique-se de que a placa
trava e o engate estejam firmemente acoplados.
(i) Remova o tubo de admissão e a junta.

3. REMOVA O CORPO DA BORBOLETA DE


ACELERAÇÃO
(a) Desconecte o motor de controle da borboleta de aceleração.
(b) Desconecte do suporte, a presilha do cabo.
(c) Desconecte o interruptor de posição totalmente aberta da
borboleta de aceleração.
(d) com Intercooler:
Remova os 4 parafusos.
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO CD-5

sem Intercooler (e) sem Intercooler


Usando chave de soquete torx (E8), remova os 4 parafusos
prisioneiros do corpo da borboleta de aceleração.
(f) Remova o borboleta de aceleração e a junta.
NOTA:
Não desmonte a borboleta de aceleração.

CD
CD-6 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO

INSTALAÇÃO
1. INSTALE O CORPO DA BORBOLETA DE
ACELERAÇÃO
(a) com Intercooler:
Usando 4 parafusos, instale uma junta nova e o corpo da
borboleta de aceleração.
Torque: 20 N.m (200 kgf.cm, 15 lbf.pé).
(b) sem Intercooler:
Instale uma junta nova e corpo da borboleta de aceleração.

sem Intercooler (c) sem Intercooler.


Usando chave de soquete Torx (E8) instale os 4 parafusos
prisioneiros do corpo da borboleta de aceleração.
Torque: 20 N.m (200 kgf.cm, 15 lbf.pé).

CD

(d) Conecte o interruptor de posição totalmente aberta do cor-


po da borboleta de aceleração.
(e) Conecte a presilha do cabo ao suporte.
(f) Conecte o motor de controle da borboleta de aceleração.
2. com Intercooler:
INSTALE O CONJUNTO DO INTERCOOLER
(a) Instale a mangueira de ar No. 2 e o conector de ar da admis-
são, posicione a presilha de travamento e o alicate juntos e
pressione a extremidade da placa trava. Cuidadosamente
deixe a trava expandir. Seja cauteloso para não deixar esca-
par a alicate.
(b) Usando 2 parafusos, instale o intercooler.
Torque: 12 N.m (200 kgf.cm, 14 lbf.pé).
(c) Instale uma junta nova e o conector de ar da admissão, com
2 parafusos e 2 porcas.
Torque: 10 N.m (100 kgf.cm, 7 lbf.pé).
(d) Conecte as 2 mangueiras de vácuo ao corpo da borboleta
de aceleração.
(e) Conecte o sensor de temperatura do ar da admissão.
(f) Conecte o sensor de pressão do turbocompressor.

sem Intercooler 3. sem Intercooler:


INSTALE O TUBO DE ADMISSÃO
(a) Instale uma junta nova ao tubo de admissão conforme indi-
cado na ilustração.

Extremidade
Dianteira
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO CD-7

sem Intercooler (b) Conecte a mangueira de ar ao turbocompressor, e posicione


a presilha de travamento e o alicate juntos e pressione a
extremidade da placa trava. Cuidadosamente deixe a trava
expandir. Seja cauteloso para não deixar escapar a alicate.
(c) Hilux:
Conecte as 2 mangueiras PCV.
(d) SW4, Land Cruiser/Land Cruiser Prado:
Conecte a mangueira PCV à presilha.

sem Intercooler (e) Usando 4 arruelas de vedação e 4 porcas, conecte o tubo


de admissão ao corpo da borboleta de aceleração.
Torque: 12 N.m (120 kgf.cm, 8 lbf.pé).
(f) Conecte a mangueira de vácuo ao corpo da borboleta de
aceleração
(g) Usando o parafuso instale o cabo.
(h) Instale as 2 presilhas do cabo.
(i) Conecte o sensor de pressão do turbocompressor.
CD
CD-8 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – VÁLVULA DE CONTROLE DE SINCRONISMO

VÁLVULA DE CONTROLE DE
Ohmímetro SINCRONISMO
INSPEÇÃO
VERIFIQUE A VÁLVULA DE CONTROLE DE SINCRONISMO
(a) Desconecte a válvula.
(b) Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais.
Resistência: 10 – 14 Ω a 20 °C (68 °F)
Se a resistência não estiver conforme a especificação, substitua
a válvula.
(c) Verifique o funcionamento do solenóide da válvula.
(1) Conecte o terminal positivo da bateira (+) ao terminal
B+ da válvula.
(2) Conecte o terminal negativo da bateira (-) ao terminal
TCV da válvula.
(3) Verifique se o solenóide emite o ruído “click”.
Bateria Se o funcionamento não estiver conforme a especificação , subs-
CD titua a válvula.
NOTA:
• Não aplique voltagem durante mais de 30 segundos para
evitar queima do solenóide.
• Se for necessário repetir esta etapa, aguarde até que as
bobinas do solenóide estejam suficientemente frias e
possam ser tocadas com a mão.
(d) Refaça a conexão da válvula.
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – VÁLVULA DE CONTROLE DE GOTEJAMENTO CD-9

Ohmímetro
VÁLVULA DE CONTROLE DE
GOTEJAMENTO
INSPEÇÃO
VERIFIQUE A VÁLVULA DE CONTROLE DE GOTEJAMENTO
(a) Desconecte a válvula.
(b) Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais.
Resistência: 1 – 2 Ω a 20 °C (68 °F).
Se a resistência não estiver conforme a especificação , substitua
o conjunto da bomba injetora (Consulte a página CO-8).
(c) Refaça a conexão da válvula.

CD
CD-10 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – E-VRV PARA EGR (com EGR)

E-VRV PARA EGR (com EGR)


COMPONENTES

CD

5,4 (55, 48 lbf.pol.)

Mangueira de Vácuo E-VRV para EGR


(da Válvula EGR)

Mangueira de Vácuo (da Bomba de Vácuo)

Conector E-VRV para EGR

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – E-VRV PARA EGR (com EGR) CD-11

Ohmímetro INSPEÇÃO
1. VERIFIQUE A E-VRV
(a) Verifique a E-VRV quanto a interrupção de circuito.
Usando ohmímetro, verifique se há continuidade entre os
terminais.
Resistência: 11 –13 Ω a 20 °C (68 °F)
Continuidade Se não houver continuidade, substitua a E-VRV.

Ohmímetro (b) Verifique a E-VRV quanto a massa.


Usando ohmímetro, verifique se não há continuidade entre
cada terminal e a carroçaria.
Se não houver continuidade, substitua a E-VRV.

Sem Continuidade
CD

(c) Verifique a E-VRV quanto a estanqueidade.


Verifique se após a aplicação de vácuo à porta de saída de
Vácuo vácuo conforme indicado na ilustração, a agulha da bomba
registra aumento de 47 kPa (350 mmHg, 13,9 pol. Hg) ou
mais.
Se houver identificação de algum problema, substitua a E-VRV.

(d) Verifique o funcionamento da E-VRV.


(1) Aplique aproximadamente 6 V DC aos terminais.
Vácuo (2) Verifique se após a aplicação de vácuo à porta de saí-
da de vácuo conforme indicado na ilustração, a agulha
da bomba não deflete.
Se o funcionamento não estiver conforme a especificação substi-
tua a E-VRV.
2. REINSTALE A E-VRV.
CD-12 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE TEMPERATURA DO COMBUSTÍVEL

SENSOR DE TEMPERATURA DO
COMBUSTÍVEL
INSPEÇÃO
1. REMOVA O SENSOR DE TEMPERATURA DO
COMBUSTÍVEL
(a) Desconecte o sensor.
(b) Usando chave de soquete de 19 mm, remova o sensor e o
Anel “O”.

2. VERIFIQUE O SENSOR DE TEMPERATURA DO


Ohmímetro
COMBUSTÍVEL
Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais.
Resistência: Consulte o gráfico.
Se a resistência não estiver conforme a especificação , substitua
o sensor.
3. REINSTALE O SENSOR DE TEMPERATURA DO
CD COMBUSTÍVEL
Aceitável (a) Instale um anel “O” ao sensor.
Resistência k Ω

(b) Usando chave de soquete de 19 mm, instale o sensor.


Torque: 21,6 N.m (220 kgf.cm, 16 lbf.pé).
(c) Conecte o sensor.

Temperatura °C (°F)
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DA ADMISSÃO CD-13

com Intercooler
SENSOR DE TEMPERATURA DO
AR DA ADMISSÃO
INSPEÇÃO
1. com Intercooler
REMOVA O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DA AD-
MISSÃO
(a) Desconecte o sensor.
(b) Usando chave de soquete de 22 mm, remova o sensor.

sem Intercooler 2. sem Intercooler


REMOVA O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DA AD-
MISSÃO
(a) Desconecte o sensor.
(b) Remova o sensor.

CD

com Intercooler 3. VERIFIQUE O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR


Ohmímetro
DA ADMISSÃO
Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais.
Resistência: Consulte a tabela.
Se a resistência não estiver conforme a especificação substitua o
sensor.
4. com Intercooler:
REINSTALE O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DA
ADMISSÃO
(a) Usando chave soquete de 22 mm, remova o sensor.
sem Intercooler Torque: 29,4 N.m (300 kgf.cm, 20 lbf.pé.)
Ohmímetro (b) Conecte o sensor.
5. sem Intercooler:
REINSTALE O SENSOR DE TEMPERATURA DO AR DA
ADMISSÃO

Aceitável
Resistência kΩ

Temperatura °C (°F)
CD-14 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR

SENSOR DE PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR


COMPONENTES
com Intercooler (Land Cruiser/Land Cruiser Prado para Austrália)

CD Sensor de Pressão do
Turbocompressor

Filtro de Gases com Suporte

Mangueira de Vácuo

sem Intercooler
Sensor de Pressão do
Turbocompressor

Conector do Sensor
de Pressão do
Turbocompressor

Mangueira
de Vácuo
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR CD-15

Voltímetro INSPEÇÃO
Desconecte 1. VERIFIQUE A VOLTAGEM DO SENSOR DE
PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR
(a) Desconecte o sensor.
(b) Ligue a chave de ignição.
(c) Usando voltímetro, meça a voltagem entre os terminais do
conector VC e E2 , lado do chicote elétrico.
Voltagem: 4,5 – 5,5 V
(d) Desligue a chave de ignição.
(e) Refaça a conexão do sensor.

CD

ECU do Motor
2. VERIFIQUE A SAÍDA DE TENSÃO DO SENSOR DE
PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR
(a) Ligue a chave de ignição.
(b) Desconecte do sensor a mangueira de vácuo.
(c) Conecte um voltímetro aos terminais PIM e E2 da ECU do
Voltímetro motor, e meça a saída de voltagem à pressão atmosférica.
(d) Aplique vácuo ao sensor em segmentos de 13,3 kPa (100
mmHg, 3,94 pol.Hg) a 40,0 kPa (300 mmHg, 11,81 pol.Hg).
(e) Meça a queda de voltagem a partir da etapa (c) acima para
cada segmento.
Queda de voltagem:
Vácuo aplicado kPa Queda de voltagem
(mmHg, pol.Hg) V
13,3 (100, 3,94) 0,3 – 0,5
26,7 (200, 7,87) 0,6 – 0,8
40,0 (300, 11,81) 0,95 – 1,15
Vácuo
CD-16 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE PRESSÃO DO TURBOCOMPRESSOR

(f) Usando SST (medidor de pressão do turbocompressor), apli-


ECU do Motor que pressão ao sensor em segmentos de 19,6 kPa (0,20
kgf/cm2, 2,84 psi) a 98,0 kPa (1,00 kgf/cm2, 14,2 psi).
SST 09992-00242
(g) Meça o aumento de voltagem a partir da etapa (c) acima
Voltímetro
para cada segmento.
Aumento de voltagem:
Vácuo aplicado kPa Queda de voltagem
(mmHg, pol.Hg) V
19,6 (0,20, 2,84) 0,4 – 0,7
39,2 (0,40, 5,69) 0,9 – 1,2
58,8 (0,60, 8,53) 1,5 – 1,8
78,5 (0,80, 11,4) 2,0 – 2,3
98,0 (1,00, 14,2) 2,5 – 2,8

(h) Refaça a conexão da mangueira de vácuo ao sensor.


Pressão

CD
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR CD-17

Ohmímetro SENSOR DE ROTAÇÃO DO


MOTOR
INSPEÇÃO
VERIFIQUE O SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR
(a) Desconecte o sensor.
(b) Usando ohmímetro, meça a resistência entre os terminais.
Resistência: 205 – 255 Ω a 20 °C (68 °F)
Se a resistência não estiver conforme a especificação substitua o
conjunto da bomba injetora (Consulte a página CO-8).
(c) Refaça a conexão do sensor.

CD
CD-18 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR

SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR


COMPONENTES

CD

Sensor de Posição do
Pedal do Acelerador

Interruptor de
Posição Fechada Conector do Sensor de Posição do Pedal do Acelerador
do Pedal do Acelerador

Conector do Interruptor de
Posição do Pedal do Acelerador Conjunto do Pedal do Acelerador

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR CD-19

INSPEÇÃO
VERIFIQUE O SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL DO ACELERADOR (Consulte a página DT-42)
Se necessário, substitua o conjunto do pedal do acelerador.

CD
CD-20 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – INTERRUPTOR DE POSIÇÃO FECHADA DO PEDAL DO ACELERADOR

Ohmímetro INTERRUPTOR DE POSIÇÃO


FECHADA DO PEDAL DO
ACELERADOR
INSPEÇÃO
(a) Desconecte o interruptor.
Liberado (b) Usando ohmímetro, verifique a continuidade entre os termi-
Pressionado
nais.
Continuidade:
Pedal do Acelerador Continuidade
Liberado Continuidade ( 0 – 20 Ω )
Pressionado Sem Continuidade

Se a continuidade não estiver conforme a especificação substi-


tua o conjunto do pedal do acelerador (Consulte a página CD-
18).
(c) Reconecte o interruptor.
CD
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE PRIMEIRA MARCHA (T/M) CD-21

INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE PRIMEIRA MARCHA (T/M)


INSPEÇÃO
VERIFIQUE O INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE PRIMEIRA MARCHA
(a) Desconecte o interruptor.
(b) Usando ohmímetro, verifique a continuidade do interruptor.
Continuidade:

Posição de Mudanças
Continuidade especificada
da Transmissão
1 Continuidade
Outros Sem continuidade

Se a continuidade não estiver conforme a especificação substitua o interruptor.


(c) Refaça a conexão do interruptor.

CD
CD-22 CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE PRIMEIRA MARCHA (T/M)

SUBSTITUIÇÃO
1. REMOVA A TRANSMISSÃO
2. REMOVA O INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DA PRIMEIRA MARCHA
(a) Usando SST, remova o interruptor e a junta.
SST 09817-16011
(b) Remova do interruptor a junta.
3. REINSTALE UM INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DA PRIMEIRA MARCHA NOVO
(a) Instale uma junta nova ao interruptor.
(b) Usando SST, instale o interruptor.
Torque: 30 N, (306 kgf.cm, 22,1 lbf.pé)
SST 09817-16011
4. REINSTALE A TRANSMISSAO

CD
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL – UNIDADE DE CORREÇÃO DA BOMBA INJETORA CD-23

UNIDADE DE CORREÇÃO DA
BOMBA INJETORA
INSPEÇÃO
VERIFIQUE A UNIDADE DE CORREÇÃO DA BOMBA
INJETORA (Consulte a página DT-69)
Unidade de Correção Se necessário, substitua o conjunto da bomba injetora (Consulte
a página CO-8).

CD
– NOTAS –

CD
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL

AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL .......................... CO-1


BICO INJETOR ........................................................ CO-3
IN
BOMBA INJETORA .................................................. CO-5 PP
ES
DT
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO: MO
Designação Publicação Nº
TC
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
CE
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
RM522E
CD
1KZ-T, 1KZ-TE
CO
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem
nos manuais listados. AS
LU
SP
IA
CO
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL CO-1

AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL
COMPONENTES

1,96 (20, 17 lbf.pol.)

Aquecedor de Combustível
(com interruptor à vácuo)

Conector do Aquecedor
de Combustível

CO

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


CO-2 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL

INSPEÇÃO
1. REMOVA O AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL.
(a) Desconecte o aquecedor de combustível.
(b) Remova os 2 parafusos e o aquecedor de combustível.

Ohmímetro 2. INSPECIONE O AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL


(a) Verifique a resistência do aquecedor de combustível.
(1) Aplique vácuo de 34,7 ± 5,3 kPa (260 ± 40 mmHg, 10,24
± 1,57 pol.Hg) ou mais à abertura do interruptor à vácuo.
(2) Usando um ohmímetro verifique a continuidade entre o
terminal 1 e o corpo do interruptor.
Resistência: 0,5 – 2,0 Ω a 20 °C (68 °F)
Se a resistência não estiver conforme a especificação, substitua
Vácuo o aquecedor de combustível.
CO
Ohmímetro (b) Verifique a continuidade do interruptor à vácuo.
Usando um ohmimetro, verifique se não há continuidade entre
o terminal 1 o corpo do interruptor.
Se a continuidade não estiver conforme a especificação, substi-
tua o aquecedor de combustível.

Sem Continuidade

Ohmímetro (c) Verifique o funcionamento do interruptor à vácuo.


(1) Aplique vácuo de 34,7 ± 5,3 kPa (260 ± 40 mmHg, 10,24
± 1,57 pol.Hg) ou mais à abertura do interruptor à vácuo.
Continuidade (2) Usando um ohmímetro verifique a continuidade entre
o terminal 1 e o corpo do interruptor.
Se o funcionamento não estiver conforme a especificação, subs-
titua o aquecedor de combustível.
Vácuo 3. REINSTALE O AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL
(a) Usando 2 parafusos, instale o aquecedor de combustível.
Torque: 1,96 N.m (20 kgf.cm, 17 lbf.pé).
(b) Refaça a conexão do aquecedor de combustível.
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BICO INJETOR CO-3

BICO INJETOR
TESTE
1. TESTE DE PRESSÃO DE INJEÇÃO
(a) Instale o bico injetor ao Intelligent Tester do bico injetor e
sangre o ar pela porca de união.
CUIDADO:
Não coloque o dedo sobre o furo de injeção no bico.
(b) Bombeie o cabo do dispositivo de teste algumas vezes o
mais rapidamente possível para expulsar o carvão do furo
de injeção.
(c) Bombeie lentamente o cabo do dispositivo de teste e obser-
ve o medidor de pressão.

CO
(d) Anote o valor do medidor de pressão assim que for iniciada
a queda de pressão.
Pressão de abertura:

15.298 – 16.083 kPa


Bico Novo
(156 – 164 kgf/cm2, 2.219 – 2.333 psi)
14.710 – 15.690
Bico Reutilizado (150 – 160 kgf/cm2, 2.134 – 2.276 psi)

RECOMENDAÇÃO:
O funcionamento correto do bico poderá ser determinado pelo
ruído característico (tipo silvo).
Se a pressão de abertura não estiver conforme a especificação,
desmonte o suporte do bico e substitua o calço de ajuste na ex-
tremidade superior da mola de pressão.
Pressão de abertura ajustada:
14.710 – 15.690 kPa
(150 – 160 kgf/cm2, 2.134 – 2.276 psi)
CO-4 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BICO INJETOR

Espessura do calço de ajuste:


mm (pol.) mmm (pol.) mm (pol.)
0,900 (0,0354) 1,275 (0,0502 1,650 (0,0650)
0,925 (0,0364) 1,300 (0,0512) 1,675 (0,0659)
0,950 (0,0374) 1,325 (0,0522) 1,700 (0,0669)
0,975 (0,0384) 1,350 (0,0531) 1,725 (0,0679)
1,000 (0,0394) 1,375 (0,0541) 1,750 (0,0689)
1,025 (0,0404) 1,400 (0,0551) 1,775 (0,0699)
1,050 (0,0413) 1,425 (0,0561) 1,800 (0,0709)
1,075 (0,0423) 1,450 (0,0571) 1,825 (0,0719)
1,100 (0,0433) 1,475 (0,0581) 1,850 (0,0728)
1,125 (0,0443) 1,500 (0,0591) 1,875 (0,0738)
1,150 (0,0453) 1,525 (0,0600) 1,900 (0,0748)
1,175 (0,0463) 1,550 (0,0610) 1,925 (0,0758)
1,200 (0,0472) 1,575 (0,0620) 1,950 (0,0768)
1,225 (0,0482) 1,600 (0,0630) –
1,250 (0,0492) 1,625 (0,0640) –

CO
RECOMENDAÇÃO
y A variação na espessura do calço de ajuste em 0,025 mm
(0,0010 pol.) resulta em alteração da pressão de injeção em
aproximadamente 471 kPa (4,8 kgf/cm2, 68 psi) .
y Somente deverá ser usado um calço de ajuste.
(e) Não deverá haver gotejamento após a injeção.

2. TESTE DE VAZAMENTO
Mantendo a pressão aproximada de 981 – 1.961 kPa (10 – 20
kgf/cm2, 142 - 284 psi) abaixo da pressão de abertura (ajuste
através do cabo do dispositivo de teste), verifique se não há
gotejamento durante 10 segundos, no furo de injeção ou ao redor
da porca de retenção.
Se o bico gotejar no período de 10 segundos, substitua ou limpe
Bom Defeituoso
e recondicione o conjunto do bico.

3. TESTE DE PADRÃO DE JATO


(a) O bico deverá trepidar à determinada velocidade de
bombeamento entre 15 – 60 vezes (bico usado) ou 30 – 60
vezes (bico novo) por minuto.
(b) Verifique o padrão de jato durante a trepidação.
Se o padrão de jato não estiver correto durante a trepidação, o
bico deverá ser substituído ou limpo.

Bom Defeituoso
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-5

BOMBA INJETORA
INSPEÇÃO NO VEÍCULO
1. VERIFIQUE O SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR (Consulte a página CD-17)
2. VERIFIQUE A VÁLVULA DE CONTROLE DE GOTEJAMENTO (Consulte a página CD-9)
3. VERIFIQUE A UNIDADE DE CORREÇÃO DA BOMBA INJETORA (Consulte a página DT-69)
4. VERIFIQUE A VÁLVULA DE CONTROLE DE PONTO/SINCRONISMO (Consulte a página
CD-8)

CO
CO-6 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

COMPONENTES

Conector do Sensor de
Pressão do Turbocompressor Braçadeira
Conector do Motor de
Controle de Aceleração Cabo do Motor

Braçadeira
Tubo de injeção

Arruela de Vedação

Conjunto do Tubo de Admissão

‹ Junta Braça-
deira

6 (60, 53 lbf.pol.)

CO

Isolação do
‹ Anel “O” Bloco do Motor Escora da
Flange da Polia de
Distribuição da Árvore Bomba Injetora
Mangueira de
de Comando Nº 2 Combustível

‹ Anel “O”

Presilha Tensionador da
Correia de
Distribuição

Bomba Injetora
Conector da Válvula
Conector do Conector do de Controle de
Sensor de Sensor de Gotejamento
Tampa da Correia Correia de Temperatura do Rotação do Motor
de Distribuição Distribuição Combustível

Conector da
Unidade de
Correção da
Presilha Bomba Injetora
‹ Junta

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


Conector da Válvula de
‹ Peça não reutilizável Controle de Ponto
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-7

Parafuso Oco da Entrada


de Combustível

Porca Capa
‹ Junta

Tubo de Entrada de Combustível

Parafuso de Transbordamento

‹ Junta ‹ Junta ‹ Junta ‹ Anel “O”


CO
Tubo de Saída de
Sensor de Combustível
Temperatura do
Combustível
‹ Junta

‹ Anel “O” Bujão do Cabeçote


Válvula de Controle Distributivo
de Gotejamento

‹ Junta Mola

Sensor de Rotação
do Motor

Válvula de Suporte da Válvula


Distribuição de Distribuição

‹ Anel “O”

Bomba Injetora ‹ Anel “O” Válvula de Controle de


Ponto/Sincronismo

Unidade de Correção da
Bomba Injetora

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
CO-8 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

REMOÇÃO
1. com Intercooler.
REMOVA O INTERCOOLER (Consulte a página MO-2)
2. sem Intercooler:
REMOVA O TUBO DE ADMISSÃO (Consulte a página
MO-2).
3. REMOVA OS TUBOS INJETORES (Consulte o
Manual RM710, página CO-5).
4. REMOVA A CORREIA DE DISTRIBUIÇÃO
(Consulte o Manual RM710, página CO-13).
5. VERIFIQUE A FOLGA DE ENCOSTO DO EIXO
MOTOR DA BOMBA INJETORA
(a) Gire a polia da árvore de manivelas no sentido anti-horário,
de forma que a sulco da polia esteja a 30 graus do indicador
de sincronismo.
RECOMENDAÇÃO
Faça isto para ajustar os dentes da área das tesouras da engre-
nagem intermediária.
(b) Mova a polia sincronizadora da árvore de comando No. 2
CO para a frente e para trás e observe o sentido da folga de
encosto da bomba injetora.
6. REMOVA A POLIA SINCRONIZADORA DA
ÁRVORE DE COMANDO Nº 2 (Consulte o Manual
RM710, página CO-13).

7. REMOVA A BOMBA INJETORA


(a) Desconecte o sensor de rotação do motor.
(b) Desconecte a válvula de controle de gotejamento
(c) Desconecte a unidade de correção da bomba injetora
(d) Desconecte a válvula de controle de sincronismo.
(e) Desconecte o sensor de temperatura do combustível.
(f) Desconecte a presilha do cabo do motor e a mangueira de
combustível.

(g) Segure o parafuso da polia da árvore de manivelas e remo-


va a porca de ajuste da engrenagem motora da bomba
injetora.
(h) Remova da engrenagem motora da bomba injetora, o anel “O”.
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-9

(i) Solte as 2 porcas de fixação da bomba injetora à carcaça da


engrenagem de sincronização.
(j) Remova os 3 parafusos e a escora da bomba injetora.

(k) Usando SST, desconecte da carcaça da engrenagem de sin-


cronização, a bomba injetora.
SST 09960-50010 (09951-05010, 09952-05010,
09953-05020, 09954-05010)
(l) Remova as 2 porcas, bomba injetora e isolação do bloco do
motor.
(m) Remova da bomba injetora, o anel “O”.

CO
CO-14 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

6. INSTALE OS PARAFUSOS OCOS DE ENTRADA DE


COMBUSTÍVEL
(a) Instale uma junta nova e o parafuso oco.
Torque: 36,8 N.m (375 kgf.cm, 27 lbf.pé).
(b) Instale o tubo de entrada de combustível com 2 juntas no-
vas, a porca capa (A) e o parafuso (B).
Torque: 24,5 N.m (250 kgf.cm, 18 lbf.pé) para (A) e (B)
(c) Instale o tubo de saída de combustível com uma junta nova
e o parafuso de transbordamento.
Torque: 24,5 N.m (250 kgf.cm, 18 lbf.pé)
7. REMOVA DA SST (BANCADA) A BOMBA
INJETORA
SST 09241-76022, 09245-54010
8. INSTALE NO EIXO MOTOR A CHAVETA DA POLIA
DE TRAÇÃO DA BOMBA INJETORA

CO
CO-10 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

DESMONTAGEM
1. MONTE O CONJUNTO DA BOMBA NA SST
(BANCADA)
SST 09241-76022, 09245-54010
2. REMOVA DO EIXO MOTOR, A CHAVETA DE
AJUSTE DA POLIA MOTORA

3. REMOVA OS TUBOS DE COMBUSTÍVEL E


PARAFUSO OCO DE ENTRADA
(a) Remova o parafuso de transbordamento, o tubo de saída de
combustível e as 2 juntas.
(b) Remova a porca capa , parafuso, tubo de entrada de com-
bustível e 2 juntas.
(c) Remova o parafuso oco de entrada de combustível e a junta.

CO
4. REMOVA A VÁLVULA DE CONTROLE DE
SINCRONISMO
Chave Usando chave sextavada de 5 mm, remova os 2 parafusos e vál-
Sextavada vula de controle de sincronismo.
de 5 mm

5. REMOVA O SENSOR DE TEMPERATURA DO


COMBUSTÍVEL
Usando chave de soquete de 19 mm, remova o sensor de tempe-
ratura do combustível e o anel “O”.

6. REMOVA O BUJÃO DO CABEÇOTE


DISTRIBUTIVO
Usando SST, remova o bujão do cabeçote distributivo.
SST 09260-54012 (09262-54010)
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-11

7. REMOVA OS SUPORTES DA VÁLVULA DE


DISTRIBUIÇÃO
(a) Usando SST, remova os 4 suportes da válvula de distribui-
ção e molas.
SST 09260-54012 (09269-54020)
(b) Remova as 4 válvulas de distribuição e juntas.
NOTA:
Não toque com a mão, as superfícies deslizantes da válvula
de distribuição.
RECOMENDAÇÃO
Disponha as válvulas de distribuição, molas e suporte em
seqüência.

CO
CO-12 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

INSPEÇÃO
NOTA:
Não toque com a mão, as superfícies deslizantes da válvula
de distribuição.
Puxe para cima a válvula, solte-a.
Verifique se a válvula retorna suavemente à sede da válvula.
Se o funcionamento não estiver conforme a especificação , subs-
titua a válvula como conjunto.
RECOMENDAÇÃO
Antes de usar um novo conjunto de válvula, usando combustível
diesel, remova o composto anti-ferruginoso. A seguir enxágüe com
combustível diesel e execute os testes acima.

CO
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-13

REINSTALAÇÃO
1. MONTE O CORPO DA BOMBA À SST (BANCADA)
SST 09241-76022, 09245-54010

2. INSTALE OS SUPORTES DA VÁLVULA DE


DISTRIBUIÇÃO
(a) Instale juntas novas e as válvulas no cabeçote distributivo.
(b) Instale as molas nos suportes da válvula de distribuição
(c) Usando SST, instale os suportes da válvula de distribuição.
SST 09260-54012 (09269-54020)
Torque: 58,85 N.m (600 kgf.cm, 43 lbf.pé).

CO
3. INSTALE O BUJÃO DO CABEÇOTE
DISTRIBUTIVO
(a) Instale um anel “O” novo no bujão do cabeçote distributivo
(b) Usando SST, instale o bujão do cabeçote.
SST 09260-54012 (09262-54010)
Torque: 88 N.m (900 kgf.cm, 65 lbf.pé).

4. INSTALE O SENSOR DE TEMPERATURA DE


COMBUSTÍVEL
(a) Instale um anel “O” novo ao sensor de temperatura do com-
bustível.
(b) Usando chave de soquete de 19 mm, instale o sensor de
temperatura de combustível.
Torque: 21,6 N.m (220 kgf.cm, 16 lbf.pé).

5. INSTALE A VÁLVULA DE CONTROLE DE


SINCRONISMO
Usando chave sextavada de 5 mm e dois parafusos, instale a
Chave
Sextavada válvula de controle de sincronismo.
de 5 mm
SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA CO-15

INSTALAÇÃO
1. INSTALE A BOMBA INJETORA
(a) Instale um anel “O” à bomba.
(b) Aplique uma camada leve de lubrificante de motor ao anel
“O”.
(c) Alinhe a chaveta de ajuste ao eixo motor e sulco da engre-
nagem motora da bomba injetora.

Linha de Puncionamento (d) Segure a bomba injetora com as mãos e pressione para trás
a engrenagem motora da bomba e fixe-a com o eixo motor
da bomba.
(e) Alinhe a linha de puncionamento do flange da bomba injetora
e a superfície superior de processamento da carcaça da en-
grenagem de sincronismo e temporariamente instale as 2
porcas.
(f) Aperte as 2 porcas de fixação da bomba injetora à carcaça
Superfície de da engrenagem de sincronismo.
Processamento Superior
Torque: 21 N.m (210 kgf.cm, 15 lbf.pé).
CO
(g) Temporariamente instale a escora da bomba injetora usan-
do os 2 parafusos (A,B).
(h) Instale o parafuso da escora da bomba injetora (C).
Torque: 32 N.m (330 kgf.cm, 24 lbf.pé).
(i) Aperte os parafusos da escora da bomba injetora (A,B).
Torque: 21 N.m (210 kgf.cm, 15 lbf.pé).
NOTA:
Antes de apertar conforme a especificação de torque, verifi-
que se a escora está em pé, contra a bomba injetora.
(j) Instale a isolação do bloco do motor.
(k) Instale um anel “O” novo à engrenagem motora da bomba
injetora.
(l) Instale a porca da engrenagem motora da bomba injetora.
(m) Segure o parafuso da polia da árvore de manivelas e aperte
a porca da engrenagem motora da bomba injetora.
Torque: 64 N.m (650 kgf.cm, 47 lbf.pé).
NOTA:
Não gire a polia da árvore de manivelas. As cabeças da vál-
vula irão bater na extremidade superior do êmbolo.

(n) Conecte o sensor de rotação do motor.


(o) Conecte a válvula de controle de gotejamento.
(p) Conecte a unidade de correção da bomba injetora.
(q) Conecte a válvula de controle de sincronismo.
(r) Conecte o sensor de temperatura do combustível.
(s) Conecte a presilha do cabo do motor e a mangueira de com-
bustível.
2. INSTALE A POLIA DE PONTO DA ÁRVORE DE
COMANDO NO. 2 (Consulte o Manual RM710,
página MO-8)
CO-16 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL – BOMBA INJETORA

3. VERIFIQUE A FOLGA DE ENCOSTO DO EIXO


MOTOR DA BOMBA INJETORA
Mova para a frente e para trás a polia de distribuição da árvore de
comando No. 2 para verificar se a folga de encosto do eixo motor
da bomba injetora está suficiente.
Folga de encosto (Referência):
0,15 – 0,55 mm (0,0059 – 0,0217 pol.)
Se a folga de encosto não for suficiente, solte as 2 porcas da
bomba injetora, e os 3 parafusos da escora da bomba, e a seguir
reaperte. Se a folga ainda não suficiente, remova a tampa da en-
grenagem de distribuição e reinstale-a.
4. INSTALE A CORREIA DE DISTRIBUIÇÃO
(Consulte o Manual RM710E, página MO-18)
5. INSTALE OS TUBOS INJETORES (Consulte o
Manual RM710E, página CO-13)
6. com Intercooler:
INSTALE O INTERCOOLER (Consulte a página MO-2)
7. sem Intercooler:
INSTALE O TUBO DE ADMISSÃO (Consulte a página
MO-2)
CO
SISTEMA DE ARREFECIMENTO

FLUIDO DE ARREFECIMENTO ............................... SA-1


IN
PP
ES
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO: DT
Designação Publicação Nº MO
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E TC
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
CE
RM522E
1KZ-T, 1KZ-TE CD
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem CO
nos manuais listados.
SA
LU
SP
IA
SA
SISTEMA DE ARREFECIMENTO – FLUIDO DE ARREFECIMENTO SA-1

FLUIDO DE ARREFECIMENTO
SUBSTITUIÇÃO
CUIDADO:
Para evitar o risco de queimaduras, não remova a tampa
do radiador enquanto motor e o radiador estiverem quen-
tes, uma vez que o líquido e os vapores poderão explodir
sob pressão.
1. DRENE O FLUIDO DE ARREFECIMENTO DO
MOTOR
(a) Remova a tampa do radiador.
Bujão de (b) Solte o bujão de drenagem do radiador (no lado direito do
Drenagem reservatório inferior do radiador) e o bujão de drenagem do
do Motor motor (na tampa do radiador de óleo) e drene o fluido de
arrefecimento.
(c) Feche os bujões de drenagem.
Torque: 8 N.m (80 kgf.cm, 69 lbf.pol.) para o motor
Bujão de 2. ABASTEÇA COM FLUIDO DE ARREFECIMENTO
Drenagem
do Radiador DO MOTOR
(a) Lentamente abasteça o sistema com fluido de arrefecimento.
y O uso de fluido de arrefecimento incorreto poderá danificar
o sistema de arrefecimento do motor. SA
y Use “Toyota Long Life Coolant” ou equivalente e misture com
água pura conforme as instruções do fabricante.
y O uso de fluido de arrefecimento contendo acima de 50%
[temperaturas abaixo de - 35 °C (- 31 °F)] ou 60% [tempera-
turas abaixo de - 50°C (- 58 °F)] de composto etileno-glicol é
recomendado, embora a porcentagem não deva exceder 70%
(proteção anti-congelamento).
NOTA:
y Não use fluido de arrefecimento tipo álcool ou somente
água pura.
y O fluido de arrefecimento deverá ser misturado com água
pura (preferivelmente água desmineralizada ou destilada).
Capacidade
SW4, Land Cruiser/Land Cruiser Prado
T/M com aquecedor traseiro 10,5 litros
sem aquecedor traseiro 9,5 litros
T/A com aquecedor traseiro 11 litros
sem aquecedor traseiro 10 litros

Hilux
com aquecedor traseiro 10,5 litros
sem aquecedor traseiro 9,5 litros

(b) Reinstale a tampa do radiador.


(c) Dê partida ao motor e sangre o sistema de arrefecimento.
(d) Reabasteça do reservatório do radiador usando fluido de
arrefecimento até que atinja a linha “full”.
3. VERIFIQUE QUANTO A VAZAMENTOS DE FLUIDO
DE ARREFECIMENTO
4. VERIFIQUE A GRAVIDADE ESPECÍFICA CORRETA
DO FLUIDO DE ARREFECIMENTO.
– NOTAS –

SA
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO

ÓLEO E FILTRO ........................................................ LU-1


BOMBA DE ÓLEO ..................................................... LU-3
IN
PP
ES
DT
MO
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO:
TC
Designação Publicação Nº
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E CE
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E CD
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
1KZ-T, 1KZ-TE
RM522E CO
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem AS
nos manuais listados.
LU
SP
IA
LU
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO – ÓLEO E FILTRO LU-1

ÓLEO E FILTRO
SUBSTITUIÇÃO
CUIDADO:
y O contato prolongado e repetido com óleo mineral re-
sultará na remoção da lubrificação natural da pele, cau-
sando secura, irritação e dermatite. Além disso, o lubri-
ficante usado contém contaminantes potencialmente
nocivos que podem causar câncer de pele.
y Portanto, ao fazer as trocas de óleo seja cauteloso e re-
duza a freqüência e a extensão do período de exposição
da pele ao lubrificante usado. Deverão ser usadas luvas
e roupas de proteção que impeçam a penetração de óleo.
A pele deverá ser lavada cuidadosamente com sabão e
água ou, use produto de limpeza não solúvel em água
para remover o óleo usado. Não use gasolina, thinners
ou solventes.
y Para preservar o meio ambiente, inutilize o lubrificante
usado e o filtro de óleo usado somente nos locais espe-
cificados.
1. DRENE O LUBRIFICANTE DO MOTOR
(a) Remova a tampa do filtro de óleo.
(b) Remova o bujão de drenagem de óleo e drene o óleo para
um recipiente.
LU

2. SUBSTITUA O FILTRO DE ÓLEO


(a) Usando SST, remova o filtro de óleo.
SST 09228-10002
RECOMENDAÇÃO:
Uma vez que o óleo no filtro flui através da mangueira de drena-
gem, posicione um recipiente sob a mangueira de drenagem.
(b) Limpe a superfície de contato do filtro de óleo ao montar o
filtro de óleo.
(c) Usando óleo para motor, lubrifique a junta de borracha do
filtro.

Mangueira de
Drenagem
LU-2 SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO – ÓLEO E FILTRO

(d) Aperte manualmente o filtro de óleo até que a junta de bor-


racha faça contato com o vedador da fixação do filtro.

(e) Usando SST, aperte ¾ de volta adicional para assentar o


filtro.
SST 09228-10002
3. ABASTEÇA COM LUBRIFICANTE
(a) Limpe e instale o bujão de drenagem de óleo com uma jun-
ta nova.
Torque: 34N.m (350 kgf.cm, 25 lbf.pé).
(b) Abasteça com lubrificante novo.
Capacidade:
SW4, Land Cruiser/Land Cruiser Prado

Drenagem e abastecimento
com troca de filtro de óleo 7,0 litros
LU sem troca de filtro de óleo 6,4 litros

Abastecimento a seco 7,5 litros

Hilux
Drenagem e abastecimento
com troca de filtro de óleo 7,0 litros
sem troca de filtro de óleo 6,4 litros

Abastecimento a seco 7,6 litros

(c) Reinstale a tampa do filtro de óleo.


4. DÊ PARTIDA AO MOTOR E VERIFIQUE QUANTO A
VAZAMENTOS DE ÓLEO
5. REINSPECIONE O NÍVEL DE ÓLEO DO MOTOR
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO – BOMBA DE ÓLEO LU-3

BOMBA DE ÓLEO
COMPONENTES

Conector do Sensor de Braçadeira


Pressão do Turbocompressor

Conector do Motor de Cabo do Tampão de 9 (90, 78 lbf.pol.)


Controle de Aceleração Motor Enchimento
de Óleo
Braçadeira

Arruela de
Vedação Tampa do Cabeçote
Conjunto do Tubo de do Motor
Admissão

Junta

‹ Junta

LU

Chaveta de Ajuste
Tampa da Correia Polia de Sincronismo
de Distribuição Presilha da Árvore de
Comando Nº 1
Correia de
Distribuição

Polia
Intermediária Tensionador da
Correia de
Distribuição

Polia de Sincronismo da Árvore


de Comando Nº 2
Junta Presilha Flange da Polia de Sincronismo
da Árvore de Comando Nº 2

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado


‹ Peça não reutilizável
LU-4 SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO – BOMBA DE ÓLEO

Alternador Retentor do Vedador de Óleo


da Árvore de Comando
Suporte do
Alternador

Bomba d´Água
9 (90, 78 lbf.pol.)

‹ Junta
Tampa da Bomba
d’ Água
‹ Junta
Polia da Bomba
6 (60, 52 lbf.pol.) d’água
Acoplamento
de Fluido

LU

Correia de
Acionamento
Ventoinha

Tampa da Engrena-
Bomba de Vácuo gem de Sincronismo ‹ Anel “O”
Engrenagem
Motora da Bomba
Vedador de Óleo Dianteiro Injetora
da Árvore de Manivelas

Polia da Árvore de
Manivelas Rolamento

Engrenagem de Distribuição
da Árvore de Manivelas
Engrenagem Interme- Anel Elástico
Arruela Plana diária Secundária Nº 2
Engrenagem Engrenagem
‹ Anel “O” Intermediária Intermediária
Secundária
‹ Vedador de Óleo da Nº 1
Engrenagem de Anel Elástico
Acionamento da Bomba Eixo da Engrenagem
Injetora Intermediária
Arruela
Ondulada
Mola da
N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado Mola da Engrenagem
Arruela Engrenagem Intermediária
‹ Peça não reutilizável Ondulada Intermediária
+ Peça pré-revestida Arruela de
Encosto
SISTEMA DE LUBRIFICAÇÃO – BOMBA DE ÓLEO LU-5

+ Bujão de
Parafuso Cônico

‹ Anel “O”

Mola Rotor Movido

‹ Junta
Válvula de Alívio ‹ Anel “O”
‹ Junta

Bomba de Óleo (Carcaça da


Engrenagem de Sincronismo)

Barra de Ajuste do Alternador


Hilux SW4, Land Cruiser/Land Cruiser Prado
LU
Conector do Sensor de ‹ Junta
‹ Junta Advertência de Baixo Nível
de Óleo do Motor
Filtro 8 (80, 69 lbf.pol.)
Primário
de Óleo
8 (80, 69 lbf.pol.)
Filtro
8 (80, 69 lbf.pol.) Primário
8 (80, 69 lbf.pol.) de Óleo
Sensor de
Advertência de
Baixo Nível de Cárter de
Óleo do Motor Óleo

8 (80, 69 lbf.pol.) 8 (80, 69 lbf.pol.)


Cárter de Óleo ‹ Junta
Sensor de ‹ Junta 8 (80, 69 lbf.pol.) Bujão de
Advertência de Drenagem
Baixo Nível de Bujão de
Óleo do Motor Drenagem Retentor

Conector do Sensor de
Advertência de Baixo Nível
de Óleo do Motor Protetor do Cárter
de Óleo

N.m (kgf.cm, lbf.pé) : Torque especificado 8 (80, 69 lbf.pol.)


‹ Peça não reutilizável
+ Peça pré-revestida
– NOTAS –

LU
SISTEMA DE PARTIDA

SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO ........................ SP-1


IN
PP
ES
CONSULTE OS MANUAIS DE REPARAÇÕES ABAIXO:
DT
Designação Publicação Nº
Manual de Reparações do Motor 1KZ-T RM353E
MO
Manual de Reparações do Motor 1KZ-TE RM710E TC
Suplemento do Manual de Reparações do Motor
1KZ-T, 1KZ-TE
RM522E CE
NOTA: As páginas acima contém somente os pontos que diferem CD
nos manuais listados.
CO
AS
LU
SP
IA
SP
SISTEMA DE PARTIDA – SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO SP-1

SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO
INSPEÇÃO
1. VERIFIQUE O TEMPO DE ATIVAÇÃO DA LÂMPADA
INDICADORA DE AQUECIMENTO
Ligue a chave de ignição, meça o período de ativação.
Tempo de ativação (T1): Consulte o gráfico.
2. VERIFIQUE O PERÍODO PÓS-AQUECIMENTO
Ligue a chave de ignição, meça o tempo em que a voltagem da
bateria é aplicada ao terminal SREL do temporizador de pré-aque-
cimento.
Tempo pós-aquecimento: (T2): Consulte o gráfico

Período da Ativação da Lâmpada (Seg.)


Tempo Pós-aquecimento
ECU do Motor

SP
(Min.)

Temperatura da Água °C (°F)

3. VERIFIQUE A ECU DO MOTOR (Consulte a página


DT-18)
– NOTAS –

SP
IA-1

ÍNDICE ALFABÉTICO

IA
IA-2 ÍNDICE ALFABÉTICO (A-S)

A L
Página Página
ABREVIATURAS USADAS NESTE MANUAL LAYOUT DE COMPONENTES E DIAGRAMA ............... CE-1
(TERMOS) ................................................................. IN-25 LOCALIZAÇÃO DE COMPONENTES (MOTOR)
ANÁLISE DAS RECLAMAÇÕES DO CLIENTE (DIAGNÓSTICO) ....................................................... DT-16
(MOTOR) (DIAGNÓSTICO) ...................................... DT-3 LUBRIFICAÇÃO
AQUECEDOR DE COMBUSTÍVEL ............................... CO-1 (ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-14
ARREFECIMENTO (PREPARAÇÃO) ............................ PP-14 LUBRIFICAÇÃO (PREPARAÇÃO) ................................. PP-15

B M
BICO INJETOR ............................................................... CO-3 MECÂNICA DO MOTOR
BLOCO DO MOTOR ...................................................... MO-8 (ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-4
BOMBA DE ÓLEO ......................................................... LU-3 MECÂNICA DO MOTOR (PREPARAÇÃO) .................... PP-1
BOMBA INJETORA ........................................................ CO-5 MOTOR (DIAGNÓSTICO) .............................................. DT-1

C N
CABEÇOTE DO MOTOR ............................................... MO-2 NÚMERO DE SÉRIE DO MOTOR
COMBUSTÍVEL DO MOTOR (INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO) .................. IN-3
(ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-12
COMBUSTÍVEL DO MOTOR (PREPARAÇÃO) .............
COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS
PP-11
O
CONTROLADOS POR ECU) .................................... IN-9
COMO EXECUTAR O DIAGNÓSTICO ÓLEO E FILTRO ............................................................. LU-1
(COMO DIAGNOSTICAR SISTEMAS
CONTROLADOS POR ECU) ....................................
COMO EXECUTAR O DIAGNÓSTICO (MOTOR)
IN-10
P
(DIAGNÓSTICO) ....................................................... DT-1
COMO UTILIZAR A TABELA DE DIAGNÓSTICO E PARA TODOS OS VEÍCULOS ....................................... IN-8
PROCEDIMENTO DE INSPEÇÃO COMO PARAFUSO PADRÃO
DIAGNOSTICAR SISTEMAS (ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-1
CONTROLADOS POR ECU ..................................... IN-20 PARTIDA (ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) .............. ES-15
IA COMO UTILIZAR ESTE MANUAL .................................
CONTROLE DE EMISSÕES
IN-1 PEDAL DO ACELERADOR INTERRUPTOR DE
POSIÇÃO FECHADA ................................................ CD-20
(ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-8 PRECAUÇÕES (PARA TODOS OS VEÍCULOS) .......... IN-8
CONTROLE DE EMISSÕES (PREPARAÇÃO) ............. PP-6 PRÉ-INSPEÇÃO (MOTOR) (DIAGNÓSTICO) ............... DT-4
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL
(PREPARAÇÃO) ........................................................
CONTROLE ELETRÔNICO DIESEL
ES-10
R
(PREPARAÇÃO) ........................................................ PP-8
CORPO DA BORBOLETA DE ACELERAÇÃO .............. CD-1 RECIRCULAÇÃO DOS GASES DO
ESCAPAMENTO (EGR) SISTEMA (COM EGR) ...... CE-3
E ROTAÇÃO DE MARCHA-LENTA E
ROTAÇÃO MÁXIMA .................................................. MO-1

E-VRV PARA EGR (COM EGR) ..................................... CD-10


S
F SENSOR DE POSIÇÃO DO PEDAL
DO ACELERADOR ................................................... CD-18
FLUIDO DE ARREFECIMENTO .................................... SA-1 SENSOR DE PRESSÃO DO
TURBOCOMPRESSOR ............................................ TC-1
I SENSOR DE ROTAÇÃO DO MOTOR ...........................
SENSOR DE TEMPERATURA DO AR
CD-17

DA ADMISSÃO .......................................................... CD-13


INFORMAÇÕES DE IDENTIFICAÇÃO ......................... IN-3 SENSOR DE TEMPERATURA DO COMBUSTÍVEL ..... CD-12
INFORMAÇÕES GERAIS (COMO DIAGNOSTICAR SISTEMA DE PRÉ-AQUECIMENTO ............................. SP-1
SISTEMAS CONTROLADOS POR ECU) ................ IN-9
INFORMAÇÕES GERAIS
(COMO UTILIZAR ESTE MANUAL ) ........................ IN-1
INFORMAÇÕES GERAIS
(INSTRUÇÕES PARA REPAROS) ............................ IN-4
INSPEÇÃO DO CIRCUITO (MOTOR)
(DIAGNÓSTICO) ....................................................... DT-26
INSTRUÇÕES PARA REPAROS ................................... IN-4
INTERCOOLER .............................................................. TC-10
INTERRUPTOR DE POSIÇÃO DE PRIMEIRA
MARCHA (T/M) ......................................................... CD-21
ÍNDICE ALFABÉTICO (T-V) IA-3

T
Página
TABELA DE CÓDIGOS DE FALHAS (MOTOR)
(DIAGNÓSTICO) ....................................................... DT-14
TABELA DE SINTOMAS DE PROBLEMAS
(MOTOR)(DIAGNÓSTICO) ....................................... DT-24
TERMINAIS DA ECU (MOTOR) (DIAGNÓSTICO) ........ DT-18
TERMOS ........................................................................ IN-25
TURBOCOMPRESSOR
(ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇO) ......................... ES-6
TURBOCOMPRESSOR (PREPARAÇÃO) ..................... ES-6

U
UNIDADE DE CORREÇÃO DA BOMBA INJETORA .... CD-23

V
VÁLVULA DE CONTROLE DE GOTEJAMENTO .......... CD-9
VÁLVULA DE CONTROLE DE
PONTO/SINCRONISMO ........................................... CD-8

IA
– NOTAS –

IA
– NOTAS –

IA
– NOTAS –

IA
TOYOTA
TOYOTA
MOTOR

MOTOR 1KZ-TE
1KZ-TE

SUPLEMENTO DO MANUAL DE REPARAÇÕES


SUPLEMENTO DO MANUAL DE REPARAÇÕES
Agosto, 2000

TOYOTA
SERVIÇO DE
SERVIÇO DE QUALIDADE
QUALIDADE

Agosto, 2000
No. RM790-E

DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA


TOYOTA DO BRASIL LTDA. Pub. No. RM790-E

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