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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

Faculdade de Gestão de Recursos Florestais e Faunísticos

Licenciatura em Administração Pública, 3º ano, Semestre I.

Cadeira de Fundamentos de Teologia Católica II

O Aborto

Discente:

Divaldo Anastácio

Docente:

Pe. Agostinho Rosário

Lichinga, aos 28 de Abril de 2020


Índice
Introdução............................................................................................................................1

Objectivo Geral....................................................................................................................1

Objectivos Específicos........................................................................................................1

Metodologia.........................................................................................................................1

ABORTO EM PERSPECTIVA SOCIO HISTÓRICA.......................................................2

CONCEITO DE ABORTO.................................................................................................3

ESPÉCIES DE ABORTO...................................................................................................4

Aborto Espontâneo ou natural.............................................................................................4

Aborto acidental..................................................................................................................4

Aborto Legal e Ilegal...........................................................................................................4

Aborto criminoso.................................................................................................................4

Vias ilícitas para a regulação dos nascimentos....................................................................5

Cooperação material e moral na pratica do aborto..............................................................5

O aborto e o direito à Saúde da Mulher...............................................................................6

Efeitos sociais do aborto para a mulher...............................................................................6

Posicionamento da Igreja Católica......................................................................................7

Meu Posicionamento...........................................................................................................7

Conclusão............................................................................................................................8

Referências Bibliográficas...................................................................................................9
Introdução
A temática do aborto se mantém na pauta de pesquisas, debates e na retomada da mobilização
de movimentos feministas. Há uma abundância de fontes bibliográficas sobre o tema, o que
constitui um forte indício da sua importância para todos os âmbitos das políticas sociais,
especialmente da saúde pública, sendo imprescindível o acompanhamento e análise crítica por
parte do Serviço Social.

Objectivo Geral
O objectivo do estudo, nesse sentido, é estabelecer uma discussão sobre o aborto sob o prisma
da cooperação material e moral sobre a prática.

Objectivos Específicos
 Analisar o conceito e a tipologia do aborto;
 Apresentar a questão histórica e a questão religiosa/moral que alimenta as discussões
sobre o tema;
 Destacar os pressupostos legais sobre o aborto e o posicionamento da Igreja Católica.

Metodologia
A metodologia que norteia o estudo é a pesquisa bibliográfica, buscando o aporte de
bibliografia especializada no tema em estudo para esclarecer e guiar a reflexão, para viabilizar
o alcance dos objectivos propostos.

1
ABORTO EM PERSPECTIVA SOCIO HISTÓRICA
No ano 2000 a.C., no Código de Hamurabi, encontra-se uma legislação sobre o
aborto, análoga à Lei de Talião, na qual se destaca a contemplação do aborto como um
acontecimento fortuito.

Na Bíblia, no Livro do Êxodo se verifica a mesma ideia e a lei se aplica ao caso do


embrião já formado (na época, acreditava-se que os homens eram formados aos quarenta dias
e as mulheres aos oitenta dias de gravidez). O feto seria considerado humano a partir desse
número determinado de dias quando, então, começaria a ser animado por uma alma sensitiva,
como preconizava Aristóteles. (Galeotti, 2011).

Ressalta também Tessaro (2008) que, antes do cristianismo, a prática comum era o
abandono do recém-nascido com alguma deformidade ou doença, mas não são poucas as
informações sobre a ocorrência de abortos em virtude de anomalias do feto, principalmente
por não haver especialização na área médica capaz de detectá-la, o que ocorreu somente a
partir da década de cinquenta do século XX.

Na antiga Grécia, segundo Tessaro (2008), Platão aconselhava às mulheres que


concebessem após os quarenta anos a prática do aborto, para evitar o nascimento de crianças
com anomalias físicas, que não deveriam sobreviver e seriam sacrificadas.

Quando surgiu o cristianismo, tais práticas foram suprimidas, diante da ideia de que a
vida representava um dom divino, sagrado e, portanto, intangível. Concebendo a tese de que o
início da vida humana corresponde ao instante em que ocorre a concepção, disseminou-se a
ideia de que o feto e o recém-nascido não apresentam distinções e, portanto, tanto a eugenia
como o aborto passaram a ser considerados como possuindo o mesmo significado que tinha o
homicídio (Tessaro, 2008).

Com o advento da modernidade, as visões se alteraram, iniciando-se um movimento de


separação entre o político e o religioso. Surgiram os escritos de Maquiavel, recuperou-se
clássicos como Platão e Aristóteles, e as razões políticas se distanciaram das razões morais,
embora mantendo algum laço entre si. Nos escritos de Francis Bacon, por exemplo, como
observa Freitas (2011), o aborto livre continuava a ser proibido.

Para compreender as dimensões do fenómeno e estabelecer uma crítica fundamentada sobre a


questão, é essencial definir o termo e suas implicações, a partir da abordagem histórica
realizada.
2
CONCEITO DE ABORTO
Segundo Arnaud (2008), a palavra “aborto” é um termo latino (abortus) derivado da
composição de um prefixo e uma raiz: Ab, que significa provação, e ortus, que significa
nascimento. Então, seu significado seria “privação do nascimento”, mas pode-se dizer que o
aborto é a morte de uma criança no ventre materno, produzida durante qualquer momento da
gravidez, que vai desde a fecundação até os momentos prévios ao nascimento.

A definição geral do aborto, para Arnaud (2008) é acção de abortar, interrupção da


gravidez por causas naturais ou deliberadamente provocadas, podendo ser considerado,
eventualmente, como um delito.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estabeleceu o conceito de aborto como


sendo a interrupção da gestação antes do início do período perinatal, a partir de 22 semanas
completas (154 dias) de gestação, quando o peso ao nascer é normalmente de 500g. Costuma-
se classificar o aborto como precoce quando ocorre antes de 13 semanas da gravidez, e como
tardio quando se dá entre as 13 e 22 semanas. Ou seja:

O resultado de uma gestação que termina antes do feto atingir viabilidade, não só em
função do tempo de gestação, mas também do peso e ocasionalmente do tamanho do
feto. Viabilidade, por sua vez, significa ter a capacidade de sobreviver, com adequado
apoio vital, ao período neonatal e, eventualmente, manter uma vida extra-uterina
independente (Tietze, 1987).
De acordo com a tradição médica, a viabilidade é alcançada na 28ª semana de
gestação, ocasião na qual o feto pesa aproximadamente 1000 gramas. Esta definição é
puramente empírica, baseando-se na observação que, a partir deste peso, as chances de
sobrevivência são substancialmente elevadas.

Para a Igreja Católica “O aborto provocado é a morte deliberada e directa,


independente da forma como venha a ser realizado, de um ser humano na fase inicial de sua
existência, que vai da concepção ao nascimento” (Igreja Católica, 1995, n. 58).

Os termos “abortamento” e “aborto” algumas vezes são empregados como sinónimos, porém
“abortamento” refere-se ao processo e “aborto”, ao produto eliminado.

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ESPÉCIES DE ABORTO
Aborto Espontâneo ou natural
Para Nucci (2010) aborto espontâneo, involuntário ou casual, é a interrupção da gravidez
oriunda de causas patológicas, que ocorre de maneira espontânea, nas palavras de Diniz
também nos ensina:

Cabe acrescentar que o aborto espontâneo ou natural é geralmente causado por


doenças no curso da gravidez por péssimas ou precárias condições de saúde da
gestante preexistentes a fecundação, alguns exemplos são: sífilis, anemia profunda,
cardiopatia, diabetes, nefrite crónica entre outras. Ou por defeitos estruturais no ovo,
embrião ou feto (2009, p.30).
Aborto acidental
Nas preciosas palavras de Teles (2006, p.130):

O aborto acidental também pode ser chamado de ocasional ou circunstancial, acontece


quando inexiste qualquer propósito em interromper o ciclo gravídico, geralmente
provocado por um agente externo, como emoção violenta, susto, queda, ocasionando
traumatismo, não existindo acto culposo, ou seja, negligência imprudência ou
imperícia.
Neste sentido também discorre a respeito Belo (1999, p.21):

O aborto espontâneo e acidental, não são puníveis. No primeiro a interrupção


espontânea da gravidez, ocorrendo por exemplo, quando presente alguma
anormalidade no crescimento do feto, ou, uma doença infecciosa, ou ainda um
distúrbio glandular. O segundo o aborto acidental, ocorre com interferência externa
involuntária, como por exemplo a queda.
Aborto Legal e Ilegal
O aborto legal é aquele realizado com a permissão das leis do país no qual se pratica, quando
realizado com o consentimento da mulher, em um local que reúna todas as condições de
segurança para sua vida.

Já o aborto ilegal é realizado contra as leis do país onde se pratica, em circunstâncias


clandestinas e perigosas em termos de morbidade e mortalidade materna. Geralmente, é
praticado nas piores condições higiénicas e com escassas possibilidades de recorrer com
urgência a um hospital em caso de complicações. (Arnaud, 2008)

Aborto criminoso
Nas palavras de Bitencourt (2007) o aborto só é criminoso quando provocado, pois, possui a
finalidade de interromper a gravidez, e eliminar o produto da concepção, sendo exercido sobre
a gestante, ou sobre o próprio feto ou embrião.

4
Vias ilícitas para a regulação dos nascimentos
Exclui-se como via legítima para a regulação dos nascimentos, a interrupção directa do
processo generativo já iniciado, e, sobretudo, o aborto querido directamente e procurado,
mesmo por razões terapêuticas. (Carta Encíclica Humanae Vitae, Papa Paulo VI, paragrafo
14)

Mas devemos recordar ainda, Veneráveis Irmãos, outro gravíssimo delito por que se
atenta contra a vida da prole escondida ainda no seio materno. Uns julgam que isso é
permitido e deixado ao beneplácito da mãe e do pai. Outros, todavia, o consideram ilícito o
não-ser ser que haja gravíssimas causas, que chamam indicação médica, social, eugénica.
(Encíclica Casti Connubii do Papa Pio XI, paragrafo 63)

No que respeita, porém, à “indicação médica e terapêutica”, Veneráveis Irmãos,


quanta compaixão sentimos pela mãe a quem o cumprimento do seu dever natural
expõe a graves perigos da saúde e até da própria vida; mas que causa poderá jamais
bastar para desculpar de algum modo a morte directa do inocente? Porque é desta que
aqui se trata. Quer a morte seja infligida à mãe, quer ao filho, é contra o preceito de
Deus e a voz da natureza: “Não matar” (Ex 20, 13; Cf. Decr. Santo Ofício, 4 maio
1898, 24 julho 1895, 31 maio 1884).
A vida de um e de outro é de fato coisa igualmente sagrada, que ninguém, nem sequer
o poder público, terá jamais o direito de destruir. (CARTA ENCÍCLICA CASTI
CONNUBII DO SUMO PONTÍFICE O PAPA PIO XI, paragf. 64)
Cooperação material e moral na pratica do aborto
Em face de tal realidade, pode-se observar que no caso da prática dos profissionais
de saúde, em especial os de enfermagem, está previsto no Código de Ética dos Profissionais
de Enfermagem, que:

“É proibido provocarem aborto, ou cooperar em prática destinada a interromper a


gestação, entretanto, nos casos previstos em lei, o profissional deverá decidir, de acordo com
a sua consciência, sobre a sua participação ou não no acto abortivo”. (Rates CMP, 2010)

Desse modo, as mulheres que estão expostas a esse dilema, muitas vezes ficam
vulneráveis aos agravos na sua saúde, devido a não assistência prestada por profissionais de
saúde.

Dessa forma, sabendo que o profissional de enfermagem pode se deparar com uma
situação que exija uma conduta em relação a uma questão de saúde e tal conduta pode, muitas
vezes, entrar em conflito com os seus valores pessoais, religiosos e profissionais, é de suma
importância que desde a sua formação académica de Enfermagem, ou seja, antes de enfrentar

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tais situações, possa identificar e classificar seus valores e ter consciência de suas
responsabilidades éticas e legais relacionadas a tais questões. (Frigo et al, 2013).

Ainda que a gravidez não tenha sido planejada, deve-se levar em conta que a
gestação por si só é considerada um período único na vida de cada mulher, e que por sua vez
pode acarretar sentimentos de medos e incertezas. Sendo assim, os aspectos biopsicossociais
devem ser considerados e respeitados pelos profissionais de saúde, familiares e sociedade
como um todo, antes de qualquer decisão tomada pelas mulheres, para que dessa forma, as
decisões possam ser adoptadas de forma consciente e seguras.

a) Exemplo da Cooperação material e moral na pratica do aborto

A cooperação material ocorre quando médicos, enfermeiras, parteiras etc., comungam da ideia
de provocar o aborto de forma não natural, com ou sem consentimento da mulher ao passo
que a cooperação moral ocorre quando a mulher é obrigada a submeter-se ao procedimento
abortivo pelo marido, amante ou pai que ameaçam a mulher.

O aborto e o direito à Saúde da Mulher


O aborto legal ou necessário é um facto atípico e, portanto, para ser realizado, depende
apenas do consentimento válido da mulher. Ocorre que, mesmo sendo expressamente
permitido, os médicos escusam-se de realizá-lo sob alegação de divergência moral.
Ademais, não há infra-estrutura adequada para o procedimento e os profissionais de
saúde exigem da mulher autorização judicial, termo de boletim de ocorrência ou
avaliação por uma Junta Médica. (Morais, 2008, p. 51).
Ressalte-se que não há condição imposta à realização do aborto legal e, diante das
dificuldades, as mulheres recorrem ao aborto inseguro, fato que explica a alta mortalidade de
mulheres em decorrência de procedimentos mal feitos.

Efeitos sociais do aborto para a mulher


A questão do aborto (voluntario ou não voluntario) é frequentemente colocada como se a
decisão de interromper a gravidez fosse fácil, e a mulher, mais ou menos indiferente a esse
acto. Parece-nos que, muitas vezes, se coloca o aborto como uma decisão egoísta da mulher
que desafia uma sociedade cujos códigos legais e morais procuram fazer com que ela
conserve a gestação em qualquer situação ou circunstancias. Assim, a mulher aparece como
uma criminosa, que isoladamente, decidiu cometer um delito.

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Posicionamento da Igreja Católica
O catolicismo desde o século IV condena o aborto em qualquer estágio e em
qualquer circunstância, permanecendo até hoje como opinião e posição oficial da Igreja
Católica A Igreja Católica considera que a alma é infundida no novo ser no momento da
fecundação. Assim, proíbe o aborto em qualquer fase, já que a alma passa a pertencer ao novo
ser no preciso momento do encontro do óvulo com o espermatozóide.

Já em 1917 a Igreja declarou que uma mulher e todos os que com ela se associassem
deveriam receber a excomunhão pelo pecado do aborto. Significava dizer que seriam negados
todos os sacramentos e sua comunicação com a igreja: uma punição eterna no inferno.

Com a encíclica Matrimónio Cristão de Pio XI em 1930, ficou determinado que o


direito à vida de um feto é igual ao da mulher, e toda medida anticoncepcional foi considerada
um “crime contra a natureza” excepto os métodos que estabelecem a abstinência sexual para
os dias férteis.

Em 1976 o Papa Paulo VI disse que o feto tem "pleno direito à vida" a partir do
momento da concepção; que a mulher não tem nenhum direito de abortar, mesmo para salvar
sua própria vida. Essa posição se baseia em três princípios:

1.º. Deus é o autor da vida; a vida começa no momento da concepção;


2.º. Ninguém tem o direito de tirar a vida humana inocente;
3.º. O aborto, em qualquer estágio de desenvolvimento fetal, significa tirar uma vida
humana inocente.

Meu Posicionamento
Meu posicionamento é desfavorável ao aborto, visto que as pessoas devem ter em mente que
é necessário um planeamento familiar para que haja a diminuição do aborto, pois existem
diversos métodos contraceptivos para evitar a gravidez: pílulas, implantes injectáveis,
dispositivos intra-uterinos, preservativos, além dos naturais, que as pessoas devem tomar
conhecimento e saber que eles existem, pois hoje há uma série de problemas, que vão desde
as dificuldades de sobrevivência da família, em um meio globalizado, e uma desenfreada
urbanização, até a carência de programas educativos e de planeamento reprodutivo, além da
alta do custo de vida, entre outros.

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Conclusão
A esta fase do trabalho cabe analisar como um todo dizendo que o aborto é um problema
social. A discussão a respeito de existência e consequências deve ser feita mediante a
incorporação de justiça social, direitos humanos e saúde pública.

São vários os motivos que levam a mulher a abortar: uma prole maior do que a
planeada, dificuldades para se obter métodos anticonceptivos modernos, falta de orientação no
planeamento familiar, pouca ou nenhuma instrução, comportamento sexual de alto risco,
dentre outros.

As mulheres também abortam porque existem relações sexuais não voluntárias ou


não desejadas seja por violência sexual, coerção nas relações sexuais ou gravidez forçada.

Percebe-se que o aborto é praticado, tanto nas populações carentes como nas
financeiramente abastadas, em meio às condições de higiene ou não, em adolescentes e em
mulheres maduras.

Para esse problema ser amenizado é necessária uma solução urgente, buscando novas
directrizes, para uma política social e de saúde, que atenda as necessidades da sociedade,
abrindo espaço para o planeamento familiar, a saúde reprodutiva, o controle de natalidade, a
qualidade de assistência à mulher, a qualidade de vida da população, a falta de esclarecimento
e a, polémica questão, da liberdade da mulher, em relação ao seu próprio corpo.

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Referências Bibliográficas
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Mestrado. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2008.

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Bitencourt, Cezar Roberto. (2007). Tratado de direito penal: parte especial. (vol. 2). São
Paulo: Saraiva.

CARTA ENCÍCLICA CASTI CONNUBII DO SUMO PONTÍFICE O PAPA PIO XI: aos
veneráveis irmãos patriarcas, primazes, arcebispos, bispos a outros ordinários em paz e
comunhão com a sé apostólica: acerca do matrimónio cristão.

CARTA ENCÍCLICA HUMANAE VITAE DE SUA SANTIDADE PAPA PAULO VI: aos
veneráveis irmãos patriarcas, arcebispos, bispos e outros ordinários do lugar em paz e
comunhão com a sé apostólica, ao clero e aos fiéis de todo o mundo católico e também a
todos os homens de boa vontade sobre a regulação da natalidade.

Freitas, Ângela. (2011). Aborto: guia para profissionais de comunicação. Recife: Grupo
Curumim.

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Galeotti, Giulia. (2011). História do Aborto. (2 ed). Lisboa: Edições.

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