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SUMÁRIO INTRODUÇÃO

Introdução
1 – O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM TEMPOS O presente Caderno vem como um meio de acolher aos
DE PANDEMIA DA COVID-19 NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE anseios de um novo cenário frente à Pandemia da Covid-19 e a
PAÇO DO LUMIAR continuidade da oferta da educação de qualidade para todos.
1.1 Proposta Educacional para as Classes Especiais O município de Paço do Lumiar, compromissado com a
1.1.1 Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista garantia do processo de aprendizagem de todos os estudantes da
1.1.2 Surdos rede municipal, por meio do Departamento de Atendimento
1.2 Proposta educacional para Sala de Recursos Multifuncionais Educacional Especializado – DAEE vem desenvolver este presente
2 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS DE MEDIAÇÃO PARA trabalho pautado na Política Nacional da Educação Especial na
APRENDIZAGEM Perspectiva da Inclusão, tendo como objetivo continuar com o
2.1 Deficiência física apoio e o suporte técnico em conjunto aos professores, famílias e
2.2 Surdez toda comunidade escolar, visando ofertar as ações do atendimento
2.3 Deficiência visual educacional especializado aos estudantes com deficiência, mesmo
2.4 Deficiência intelectual em um período de adversidade mundial.
2.5 Transtorno do espectro autista A construção de uma sociedade inclusiva exige reflexões,
2.6 Altas habilidades e superdotação adaptações e flexibilidades de ideias e de práticas. Assim, a fim de
3- TRABALHO COLABORATIVO E INCLUSÃO subsidiar esse processo, elaborou-se este caderno baseado em
4- CONSIDERAÇÕES FINAIS evidências científicas, nos decretos estaduais de ensino remoto em
tempos de pandemia e propõe recomendações gerais e específicas
REFERÊNCIAS
para o atendimento do público-alvo da educação especial por esta
Secretaria Municipal de Educação, disponibilizando os princípios e
práticas que regem a arte de trabalhar com a diversidade. Portanto,
a proposta de uma educação inclusiva em tempos de pandemia,
coloca-nos frente a mais este grande desafio: novas formas de em todos os ambientes de aprendizagem do estudante.
aprender e ensinar. Considerando, o Decreto Estadual n° 35.672/2020, que
declara situação de calamidade pública no Estado do Maranhão; e
1. O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM Carta de Encaminhamento de ações para os (as) gestores (as) e
TEMPOS DE PANDEMIA DA COVID-19 NA REDE MUNICIPAL coordenadores (as) em de março de 2020, com o fim de
DE ENSINO DE PAÇO DO LUMIAR encaminhamento de Projetos emergenciais de atividades a
distância em suas respectivas unidades de ensino. Recomendam-se
A Política Nacional da as seguintes orientações gerais aos profissionais do atendimento
Educação Especial na Perspectiva educacional especializado e a comunidade escolar de acordo com o
da Inclusão estabelece o novo cenário e a proposta complementar em situação emergencial
Atendimento Educacional deste município:
Especializado aos estudantes,
Orientações gerais parentais para manutenção e
público-alvo da educação
generalização das habilidades do ambiente escolar,
especial, oferecendo complementação ou suplementação para a
conforme o perfil dos estudantes;
formação destes, com vistas à autonomia e independência na
Manutenção do vínculo para favorecimento do processo de
escola e fora dela.
aprendizagem por meio da continuidade da orientação
Possibilitando ainda, o acesso ao currículo, à comunicação,
familiar;
aos aspectos físicos, atendendo as necessidades específicas dos
Conforme o perfil do educando, o envio de sugestões de
alunos, promovendo sua formação integral. As atividades
tarefas práticas, de aplicativos, das plataformas de
desenvolvidas no atendimento educacional especializado
aprendizagem, vídeos e/ou atividades;
diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não
Escuta especializada na tentativa de compreensão do
sendo substitutivas à escolarização. Ressaltar-se, que em todo o
contexto atual e orientação para estruturação de nova
processo de desenvolvimento do indivíduo aprendente tornar-se
rotina de aprendizagem, construção conjunta família e
imprescindível à parceria família e escola, a fim de que as
escola;
estratégias pedagógicas e de acessibilidade possam ser adotadas
Incluir nos planos educacionais individuais e/ou em 1.1 Proposta Educacional para as Classes Especiais
orientações parentais o ensino sobre medidas de higiene e Segundo, o Art. 58, § 2º da LDBEN 9394/96, “O atendimento
segurança, realizando também antecipações sobre o educacional será feito em classes, escolas ou serviços
distanciamento social; especializados, sempre que, em função das condições específicas
Feedback semanal para checagem do que foi desenvolvido e dos alunos, não for possível a sua integração nas classes comuns de
o que não foi possível desenvolver, se há a necessidade de ensino regular”.
troca e/ou manutenção das orientações; De acordo com a resolução nº 02/2014 – CME, art.14, cabe
Para os estudantes que estão desenvolvendo atividades também às escolas de ensino regular de acordo com a presente
remotas do ensino regular, continuar o processo de resolução, prever e organizar classes especiais, dentro do seu
articulação do professor das Salas de Recursos próprio contexto, para atender, em caráter extraordinário e
Multifuncionais com os professores do Ensino Comum, por transitório, os estudantes que, por apresentarem dificuldades
meio de informes do professor do AEE ao coordenador acentuadas de aprendizagem ou condições de comunicação e
pedagógico da sua respectiva escola, para avaliação final e sinalização diferentes dos demais, necessitam, de ajuda e apoio, de
ciência pela equipe das orientações e tarefas enviadas às forma intensa e contínua.
famílias; 1.1.1 Classes Especiais: Deficiência Intelectual e Transtorno do
Coordenador escolar mediar às informações aos professores Espectro Autista
do ensino regular, as orientações e ações desenvolvidas
pelos professores da sala de recursos com seus estudantes, Os transtornos do neurodesenvolvimento incluídos nas
bem como os demais profissionais de apoio a inclusão e a classes especiais da rede municipal de ensino de Paço do Lumiar
suas respectivas famílias, caso necessário; apresentam graves comprometimentos no domínio cognitivo e
Equipe técnica do DAEE em atendimento remoto para adaptativos (conceitual, social e prático) desde a primeira infância.
dúvidas e orientações da construção colaborativa de De acordo com a Lei 9.394/96, em seu Art. 59, inciso I
programas de ensino em período de isolamento social, assegura aos estudantes público-alvo da educação especial,
devido à Pandemia do Covid-19. currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização
específicos, para atender às suas necessidades.
Sendo assim, orientamos a necessidade do professor da da educação inclusiva, os alunos que estudam na classe de
classe: educação bilíngue multisseriada de caráter transitório, pois esses
 Conhecer o contexto familiar, frente esta nova rotina passarão por avaliação pedagógica escolar anual juntamente com o
configurada neste período de pandemia; setor de Educação Especial da Secretaria de Educação,
 Alinhar as necessidades educacionais específicas e as considerando a aproximação da idade com os seus pares. Tendo
estratégias junto às famílias; como o objetivo de assegurar a inclusão, o estudante surdo na sala
 Selecionar tarefas que ajudem no enriquecimento do comum do ensino regular, terá como apoio o intérprete de Libras
ambiente domiciliar e estimulação do estudante; assegurada pela lei 10.436/2002, para o seu acesso, permanência e
 Realizar um cronograma de ensino semanal, levando em a participação à escola regular, conforme a Declaração de
consideração essas particularidades; Salamanca. Neste Período da Pandemia da Covid-19, as
 Efetivar adequações, conforme os feedbacks realizados com informações não chegam aos surdos como chegam para os
as famílias, quando necessário; ouvintes, e nesse desafio de compreender o momento de
 Focar na generalização dos domínios das funções pandemia. A comunicação escrita acontece de forma diferente
adaptativas (conceituais, social/comportamental e vida entre pessoas surdas e ouvintes e, dessa forma, os professores
prática). regentes e os intérpretes podem levar o conhecimento aos
estudantes com deficiência. Dessa forma propomos algumas
1.1.2 Classe Especial de Surdos orientações:
A Resolução Nº02/2014-CME no Art.15 preconiza que a
Ambiente de ensino presencial escolar
organização das classes na modalidade substitutiva do ensino
comum se caracteriza em um ambiente próprio e adequado às  Utilizar a estratégia de Produção Sinalizada/oral ou
necessidades educacionais especificas do estudante com deficiência escrita de diferentes gêneros textuais, envolvendo a
no caso do aluno surdo que possuem déficit na aquisição da língua temática do isolamento social devido a pandemia do
que afetam seu processo de escolarização, se faz necessário Corona Vírus;
direcionar esse perfil de estudante da rede para a classe de  Instruir os alunos surdos ao uso individual de materiais
alfabetização em LIBRAS. Tendo como concepção a política nacional escolares e evitar o compartilhamento de objetos;
 Empregar métodos para uma sinalização segura dos  Ter o apoio do Intérprete de Libras em chamadas de
usuários de Libras, caso as mãos não estejam vídeos das aulas ou de atividades remotas da escola,
higienizadas, evitar que as mãos tenham o contato com como também o profissional está disponível em seu
o rosto; turno escolar, caso os estudantes surdos necessitem do
 Criar rotina de cuidado na sala de aula com imagens na seu suporte para orientações e questionamentos.
escola ou sala de aula.
O responsável será orientado pelo Especialista em Libras
Ambiente ensino a distancia sobre as formas de realizar a educação bilíngue: uma envolve o
ensino das duas línguas, em momentos distintos, e a outra se
 Aulas remotas e atividades à distância precisam ser caracteriza pelo ensino da segunda (língua portuguesa escrita)
mediadas pelo professor regente e intérprete de Libras; somente após a aquisição da primeira língua (Libras). É
 Os responsáveis pelos estudantes surdos serão pessoas fundamental também, que a família ou membro da família façam
fundamentais nesse processo, por isso será necessário cursos de Libras, para minimizar a barreira da comunicação no
envolvê-los; ambiente familiar, tornando significativa e motivadora.
 Informar às famílias que poderão contar com o apoio do
intérprete de Libras e professor regente para tirarem 1.2 Proposta educacional para Sala de Recursos
dúvidas nas atividades estabelecidas pela escola, por Multifuncionais
meio de whatsapp ou vídeo chamada.
 E necessário que a instituição verifique se os estudantes O atendimento educacional especializado é gratuito aos
surdos e professores têm recursos tecnológicos para estudantes com necessidades educacionais específicas,
utilizarem em casa; preferencialmente na rede regular de ensino. Conforme Art. 5° da
 Professores que utilizarem recursos tecnológicos de Resolução n° 04/2009, “O AEE é realizado, prioritariamente, na sala
contato, esse precisa se articular (dias, horários e de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de
fornecer o plano de aula) ao intérprete da escola, para ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo
mediar nos vídeos, no turno de trabalho do profissional; substitutivo às classes comuns [...]”.
A Sala de Recursos Multifuncionais caracteriza-se como as necessidades específicas dos alunos público-alvo da educação
serviço especializado de natureza pedagógica que conta com o especial;
auxílio de materiais específicos que acompanham e complementa o b. Elaborar e executar plano de atendimento educacional
trabalho com o aluno público-alvo da educação especial. especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos
Para melhor entendimento das necessidades educacionais recursos pedagógicos e de
específicas do estudante e andamento neste período de pandemia, acessibilidade;
o professor especialista realizará: c. Organizar o tipo e o número de
 Alinhamento das necessidades educacionais específicas e atendimentos aos alunos na sala de
estratégias junto às famílias; recursos multifuncional;
 Orientações parentais para desenvolvimento de estimulação d. Acompanhar a funcionalidade e
no ambiente de casa; a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na
 Articulação com o professor do ensino comum e equipe de sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros
coordenação pedagógica; ambientes da escola;
 Envio de estratégias de estimulação podendo ser atividades, e. Estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração
vídeos, jogos, aplicativos dentre outros, conforme o perfil do de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
estudante; f. Orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e
 Realizar adequações, conforme os feedbacks realizados com de acessibilidade utilizados pelo aluno;
as famílias, quando necessário; g. Ensinar e usar recursos de Tecnologia Assistiva, tais como: as
tecnologias da informação e comunicação, a comunicação
Conforme as Diretrizes Operacionais da Educação Especial alternativa e aumentativa, a informática acessível, o soroban, os
para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica recursos ópticos e não ópticos, os softwares específicos, os códigos
(MEC, p.04), são atribuições do professor do atendimento e linguagens, as atividades de orientação e mobilidade entre
educacional especializado: outros; de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos,
a. Identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, promovendo autonomia, atividade e participação.
recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando
h. Estabelecer articulação com os professores da sala de aula Faz-se necessário, estratégias venha minimizar suas
comum, visando a disponibilização dos serviços, dos recursos barreiras e ainda a adoção de comunicação
pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a alternativa/aumentativa, principalmente para estudantes com
participação dos alunos nas atividades escolares. paralisia cerebral e que apresentam dificuldades funcionais de fala
i. Promover atividades e espaços de participação da família e a e escrita. Esta comunicação (alternativa/aumentativa) contempla os
interface com os serviços setoriais da saúde, da assistência social, recursos e estratégias que complementam ou trazem alternativas
entre outros. para a fala de difícil compreensão ou inexistente. Segue abaixo
algumas sugestões:
2 – METODOLOGIAS E ESTRATÉGIAS DE MEDIAÇÃO PARA  App de comunicação alternativa para construção de
APRENDIZAGEM pranchas que auxiliam nas habilidades comunicacionais:
card talk, symbotalk, dentre outros;
 Remoção de carteiras e outros móveis para a livre passagem
DEFICIÊNCIA FÍSICA de cadeira de rodas, facilitando também a locomoção de
estudantes com muletas. O ideal é que haja espaço para ele
Definida pela alteração completa ou se locomover sem grandes dificuldades.
parcial de um ou mais segmentos do  Colocação de tapetes antiderrapantes em áreas
corpo humano, acarretando o escorregadias.
comprometimento da função física,  Portas largas e mobiliários com cantos arredondados.
apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia,  Oferecer adaptações no material escolar (cadernos e
monoplegia, monoparesia, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, apostilas adaptados, lápis com apoio, plano inclinado,
triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou atividades estruturadas, apostilas adaptadas, etc);
ausência do membro, paralisia cerebral, nanismo, membros com  O seu plano de estimulação deve ser articulado com a
deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades proposta da escola comum para a definição de estratégias
estéticas e as que não produzem dificuldades para o desempenho pedagógicas que favoreçam o acesso ao currículo.
das funções. (Decreto n° 5.296, de 2004).
 Desenvolver a autonomia dos estudantes, facilitando a  Utilizar perguntas sucintas e objetivas, com vocabulário
aquisição de seus sistemas de valores; claro e com sinônimo de palavras (ou dicionário) que
 Favorecer a compreensão de conhecimentos relacionados à facilitem a compreensão, porem não alterando o conteúdo;
aplicação de situações de vida;  Respeitar a forma de escrita do aluno surdo, levando em
 Desenvolver o autoconhecimento na expressão das consideração a não adequação dos verbos, artigos,
emoções. pronomes, concordância, entre outros, e considerando o
conteúdo existente.
 Conhecer suas necessidades para oferecermos estratégias
SURDEZ pedagógicas adequadas;
 Precisa ocorrer a preocupação com a acolhida à
experiência de mundo dos surdos e de surdocegos a
Conforme disposto no Decreto especificidade das respostas dos mesmos.
5.626 Art. 2o considera-se pessoa surda  Ter sempre acessível um acervo rico em imagens e/ou do
àquela que compreende e interage com o acesso viso-gestual-tátil, sendo observados os contextos
mundo por meio de experiências visuais, de produção dos recursos pelos surdos;
manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua
Brasileira de Sinais – Libras. Buscado a continuidade da promoção
da educação escolar inclusiva aos estudantes com surdez também
DEFICIÊNCIA VISUAL
no período de pandemia, o município recomenda: É a cegueira, na qual a
 Explanar o conteúdo de forma expositiva utilizando recursos acuidade visual é igual ou menor que
visuais, como: cartazes, gravuras, fotos e outros materiais 0,05 no melhor olho, com a melhor
concretos para surdos que facilitaram o aprendizado, uma correção óptica; a baixa visão que
vez que conteúdos abstratos dificultam o processo. significa acuidade visual entre 0,3 e
 Alunos dos anos finais e EJA assistirem as aulas com a 0,05 no melhor olho com a melhor correção óptica; os casos nos
interpretação em Libras na TV aberta Alternativa e/ou no quais a somatória da medida do campo visual em ambos os olhos
canal do youtube Prefeitura de Paço do Lumiar;
for igual ou menor 60; ou a ocorrência simultânea de quaisquer das  Usar sempre contraste claro e escuro entre os objetos e seu
condições anteriores. (BRASIL, 2015). fundo;
 Colocar o estudante sentado na frente, observando a
RECURSOS ESPECÍFICOS PARA A iluminação da sala;
PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL  Permitir ao estudante um tempo maior para realizar as
E SURDOCEGUEIRA atividades;
 Ampliar o material observando aspectos como fonte e
a) Deficiente Visual: reguete e tamanho da letra;
punção, soroban, auxílios  Leitura do texto ou atividade escrita;
ópticos como lupas, óculos  Antecipar as ações previstas a acontecer;
com lentes especiais, bifocais, monoculares, telescópicos  Fornecer o maior número de informações verbais ao
estudante;
e não-ópticos como adequação na iluminação, contrastes,
 Utilizar materiais palpáveis como mapas em relevo;
ampliação de letras, guia de leitura ou tiposcópico, lápis 5
 Fazer sempre a descrição de imagens, fotos, gráficos e
b ou 6 b, canetas de ponta porosas, pauta ampliada, tabelas;
pranchas de apoio; Recursos de Tecnologia da Informação e  Permitir ao estudante um tempo maior para realizar as
Comunicação - TICs: computadores com programas específicos de atividades;
voz (DOSVOX, VIRTUAL, VISION, JAWS,ORCA) e softwares que  Indicar a posição (direita, esquerda, abaixo, acima) nunca
permitem leitores de tela, escrita, leitura, ampliação e impressão usando termos ali, lá que e tão comum em nossa fala de
em braille. vidente;
 Ofereça ajuda na realização das atividades cotidianas
b) Surdocegueira: Tadoma, letras de forma, braille, tablitas de
sempre no sentido de ensiná-lo a fazê-las.
comunicação.
 O estudante usuário do Sistema Braille ou em processo de
Nesse contexto, consideram-se alguns aspectos importantes:
alfabetização desse sistema, o papel do Instrutor Braille é de
 Posicionar o estudante sempre próximo do professor;
suma importância apoiá-lo na sala regular e na sala de mostre ao deficiente para que ele possa adaptar-se a nova
recurso. situação do ambiente.
 Uso da Tecnologia Assistiva “áudio-descrição” para .
potencializar a aprendizagem do estudante.
 Ao andar com uma pessoa cega, deixe que ela segure seu DEFICIÊNCIA
braço; INTELECTUAL
 Se ela estiver sozinha, IDENTIFIQUE-SE SEMPRE ao se
aproximar dela; São muitos os conceitos
 Ao auxiliar a pessoa cega a atravessar a rua, atravesse-a em de deficiência intelectual, mas o
LINHA RETA, se não ela poderá perder a orientação; atual modelo da Associação Americana de Deficiência Intelectual e
 Ao ajudá-la a sentar-se, coloque a mão da pessoa cega sobre Desenvolvimento (AAIDD), nos traz uma concepção funcional e
o braço ou encosto da cadeira e ela será capaz de sentar-se multidimensional que facilita a compreensão e o planejamento dos
facilmente; apoios necessários à inclusão da pessoa com deficiência intelectual
 Se conviver com uma pessoa cega, NUNCA deixar uma porta na sociedade.
entreaberta; A escola e a Família devem enfatizar três aspectos
 Ao afastar-se da pessoa cega, avise-a para que ela não fique importantes, ao receber o estudante com deficiência intelectual: o
falando sozinha. Fazer, o Agir e o Ser.
 Ao guiar o cego a passar por uma passagem estreita, na qual
cabe só uma pessoa, coloque o braço (cotovelo) para trás e
ele se posicionará atrás de você;
 Antes de subir ou descer uma escada, avise a pessoa cega e
ponha sua mão no corrimão;
 Sempre que houver qualquer alteração na disposição dos
moveis e objetos, seja definitiva ou temporária, avise e
FAZER – Desenvolvimento de atividades  Partir de contextos reais usando situações e recursos mais
significativas que levem o indivíduo à concretos possíveis;
possibilidade de corresponder as interações  Associar uma explanação verbal ao uso de recursos visuais e
sociais.
auditivos;
 Dividir uma atividade em partes, explicando cada etapa e
AGIR – Desenvolvimento das interações sociais,
nas suas várias instâncias, com diferentes sucessivamente complexando a mesma;
pessoas para a construção de uma aprendizagem  Realizar explicações simples e objetivas para evitar
significativa e funcional. interpretação equivocada. Coloque ênfase nas palavras-
chave;
SER – Desenvolvimento dos papéis sociais,  Experienciar de vivência diária como: uso do dinheiro, fazer
que resulta na inserção social plena e efetiva compras, receber e dar troco, etc);
do sujeito em contexto social.  Ler histórias diversas para ensinar conceitos abstratos;
 Organizar material didático sintetizado para o estudante
(DECHICHI; FERREIRA, 2012) formar conceitos referentes às áreas do conhecimento
acadêmico;
No contexto da escola e familiar se faz necessário utilizar
 Para potencializar as oportunidades de aprendizagem do
estratégias pedagógicas diferenciadas para o aluno com deficiência
estudante com deficiência intelectual, pode se fazer uso de
intelectual, como:
recursos tecnológicos como computador, calculadora,
 Encorajar, valorizar o acerto para o desenvolvimento da
tablet, celular, etc., sob a mediação do professor.
autoestima do estudante;
 Fazer uso do lúdico no processo de ensino-aprendizagem
 Descobrir quais os interesses, habilidades e limitações que o
com o intuito de desenvolver no estudante: o raciocínio, a
estudante possui em casa e na escola;
formação de conceitos e desenvolvimento da linguagem.
 Investigar se necessitam de apoio para realizarem as
 Respeite o tempo de aprendizado do Deficiente Intelectual,
atividades;
não subestime sua inteligência.
 Não fortaleça ou incentive falas e atitudes infantilizadas, de palavras, objetos e
elogios no diminutivo, como se dirigisse a uma criança categorização
 Propor atividades de escrita
(“lindinho”, “fofinho”, etc.), trate-a conforme sua idade para se manter palavras e frases
cronológica. em linha reta;
 A pessoa com Deficiência Intelectual compreende a  Leitura de pequenos tipos de
realidade que o cerca, valorize suas potencialidades, não o textos: parlenda, trava - língua,
adivinhações e rimas, etc.;
diminua por conta de suas dificuldades.  Reescrita de pequenos textos;
Para o deficiente intelectual se faz necessário trabalhar as  Aplicar corretamente espaços
seguintes atividades propostas: entre as palavras;
ÁREA TRABALHADA ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS  Textos para completar;
 Dar instruções claras e precisas,
pouco numerosas, assim como
fazê-las acompanhadas de um
modelo;  Conto e reconto de histórias,
Atenção e Concentração  Centrar as atividades em coisas descrição de gravuras;
concretas que devem ser  Boliche dos sons – A letra que cair,
manuseadas com o estudante; falar uma palavra ou frase;
 Trabalhar os brinquedos de  Trabalhar com músicas: apreciação,
encaixe e de construção. cantos, interpretação de letras de
Linguagem músicas, etc.;
 Prática de descrição, narração,
reconto de situações vividas e
significativas ao estudante, através
 Alfabeto móvel para escrita do
de vídeos ou atividades
nome, sílabas, palavras e frases.
extracurriculares.
 Estimular a formação de sílabas
Leitura e Escrita simples partindo das letras do
 Utilizar objetos do seu cotidiano
nome do estudante; Raciocínio lógico-
para desenvolver percepções e
 Utilizar brinquedos para matemático
compreensão de medidas, suas
incentivar a leitura, associação
variações de formas, de forma estimulação da coordenação motora fina
significativa; como:
 Realizar brincadeira que marque o  Recorte com tesoura; Recortar
tempo e hora; livremente figuras com a mão;
 Realizar contagens de acordo com Colagem; Enfiagem; Fura-fura;
as quantidades solicitadas;  Cobrir traços variados;
 Perceber a relação dos números,  Abrir e fechar zíper;
medindo objetos, observando  Abrir e fechar recipientes com
calendário, idade do aluno e dos rosca;
familiares, relógio, etc.  Abrir e fechar cadeado;
 Atividades envolvendo situações-  Abotoar e desabotoar botões;
problemas.  Descrever objetos apalpando com
 Criar imagens visuais, por ex.: ao olhos fechados;
escutar um relato, criar ou 1. Desenvolver atividades que
desenhar imagens para poder busquem a independência,
relembrar uma maior quantidade
autonomia e a integração do
de detalhes.
estudante na sociedade,
 Dizer uma série de palavras como
relacionadas a higiene pessoal,
por ex.: casa, relógio, cachorro,
etc., e fazer uma pergunta: Qual Atividade de Vida Diária vestuário, alimentação, organização
Memória e limpeza do ambiente, manuseio
palavra nomeia algo que serve para (AVD)
ver as horas? com dinheiro, compras, e etc.
 Utilizar jogos que promovam e Como: escovar os dentes, lavar as
estimulem a atenção, memória e mãos, cortar o pão, passar manteiga
concentração do aluno (jogo de entre outros.
memória etc);
 Memória visual: Encontrar palavras
pequenas dentro das grandes; (Cartilha da Inclusão de Paço do Lumiar, 2016)

Coordenação Motora
Realizar atividades que possibilitem a
Nível 3 Déficits graves nas habil inflexibilidade do comportam
TRANSTORNO DO ESPECTRO
“Exigind idades de comunicação ento, extrema dificuldade em
AUTISTA o apoio social verbal lidar com a mudança ou out
Os transtornos Globais do desenvolvimento, incluindo o muito s e não verbal. ros comportamentos restrito
autismo, transtorno desintegrativo da infância, transtorno global do ubstanc Grande limitação em da s/repetitivos.
desenvolvimento não especificado (PDD-SOE) e Síndrome de ial” r início a interações soci
Asperger, fundiram-se em um único diagnóstico chamado ais.
Transtornos do Espectro Autista – TEA (DSM-V), divididos apenas
entre os seus níveis de intensidade de apoio, caracterizados por O TEA é uma condição geral para um grupo de desordens
alterações qualitativas das interações sociais e de comunicação, e complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo
comportamentos repetitivos e restritos. Conforme quadro abaixo: após o nascimento. E caracteriza-se pela dificuldade na
NÍVEL INTERAÇÃO SOCIAL E COMPORTAMENTOS RESTRI comunicação social, associados a comportamentos repetitivos e
COMUNICAÇÃO TOS E REPETITIVOS interesses restritos (Brentani et al, 2013). Embora todas as pessoas
Nível 1 Dificuldade e aparente inflexibilidade de comportam com TEA partilhem essas dificuldades dentro destes pilares, o seu
“Exigind desinteresse em iniciar i ento. estado irá apresentar com intensidades diferentes. Assim, essas
o apoio nterações sociais. características podem demonstrar-se com maior ênfase desde o
” nascimento e serem nítidas para todos; ou podem ser mais sutis e
Nível 2 Déficits graves nas habil inflexibilidade do comportam tornarem-se mais perceptível ao longo do desenvolvimento.
“Exigind idades de comunicação ento, dificuldade de lidar co
o apoio social, verbal e não verb m a mudança e outros comp
substan al mesmo com auxilio. ortamentos restritos/repetiti
cial” Limitação em iniciar vos
Interação
Assim, as seguintes ações
Interação social e COMPORTAMENTOS RESTRITOS E REPETI
Comunicação TIVOS e estratégias são
importantes a serem
realizadas:
• Dificuldade em • Interesses intensos e  Estruturação de rotina
manter contato visual; restritos; pode ser realizada com o
• Dificuldade em iniciar • Tendência a querer aprendente por meio de
e manter uma realizar atividades combinados verbais e/ou
conversa; dependendo do nível de
repetitivas com os
objetos; funcionamento, poderá utilizar pistas visuais como: objetos,
• Dificuldade no uso e
compreensão da pictogramas ou fotografia das ações da criança; sugestão de
• Ecolalia ou movimentos site: pictoselector, objeto educacionais internacionais,
linguagem;
repetitivos; arasaac, dentre outros;
• Podem se comunicar  Definição de um local apropriado para o desenvolvimento
por meio de • Transtornos sensoriais;
das atividades de casa, sem muitos distratores;
linguagem não verbal;
• Resistência à mudança  Apresentar um item de cada vez, que ele for abordado;
• Dificuldade em de rotinas;  Dar previsibilidade da rotina do que irá acontecer durante a
reconhecer e atividade naquele período ou do que irá ocorrer naquele
expressar emoções. • Flapping (movimento de dia;
balançar as mãos);  Antes de uma abordagem, esclareça o que será feito e faça
• Podem se comunicar
• Movimentos giratórios acordos ou combinados;
por meio de seus
comportamentos não em objetos, geralmente  Pode ser utilizado “um time”, cronômetro, para controlar o
verbais; brincadeiras não tempo ou fazer uso de outra pista visual ou auditiva;
funcionais.  Usar falas claras e objetivas;
 Redirecionar a sua atenção para o desenvolvimento de uma habilidades comunicacionais; App de comunicação
ação, dando o modelo adequado, esperado; alternativa para construção de pranchas que auxiliam nas
habilidades comunicacionais: card talk, symbotalk, Autismo
 Sempre manter contato visual;
imagem e discussão, pictoTea, dentre outros;
 Uso de sequências lógicas para desenvolvimento de ações  Comunicação expressiva: dar modelo de palavras e/ou
dentro da rotina, desmembramento da atividade em passos, frases para comunicar o que deseja e/ou descrever algo que
ex: ir ao banheiro, fazer um lanche, lavar as mãos, usar ver;
máscaras;  Ensino de frases idiomáticas: contribuir para compreender
 Fazer uso de vídeos como modelo de situações do dia a dia as expressões usuais, fazendo comparações concretas ou
ou aprendizagem de novas habilidades, aprendizagem por visuais;
videomodelação;  Auxilie para que descreva ações do outro e faça inferências:
 Fazer uso de Histórias sociais; apresente uma ação ou uma imagem situação do dia a dia e
 Comunicação não-verbal (ensino por imitação, efetuar peça para que diga o que será que o outro deve esta
pedidos por meio da linguagem receptiva: apontar; pensando e o que poderá fazer para resolver;
associação de objetos a imagem; utilização de pranchas de  Motricidade através do suporte visual, circuito motores,
comunicação ou imagens para trocas e formas de integração sensorial, dividir tarefas (ensino de enfiagem,
pegar e encaixar, apertar, cortar, ligar).
 Compartilhar com estudantes suas brincadeiras, auxiliando-
o a brincar funcionalmente e a ter uma maior variabilidade
em seus interesses;
De acordo com a LDB, o atendimento desse público no inciso
ALTAS HABILIDADES OU II, do art. 59, refere-se a “aceleração para concluir em menor tempo
SUPERDOTAÇÃO o programa escolar para os superdotados”, e no inciso, que garante
a educação especial para o trabalho também “para aqueles que
A Política Nacional de Educação apresentam uma habilidade superior nas áreas artísticas,
Especial define como Altas intelectual ou psicomotora”.
habilidades/superdotados os educandos O AEE caracteriza-se em um conjunto de atividades, visando
que apresentarem notável desempenho e elevada potencialidade atender as necessidades educacionais de tais estudantes por meio
em qualquer dos seguintes aspectos, isolados ou combinados: do enriquecimento curricular, de modo a promover a maximização
 capacidade intelectual geral; do desenvolvimento de suas potencialidades e habilidades.
 aptidão acadêmica específica;
 pensamento criativo ou produtivo; 3- TRABALHO COLABORATIVO E INCLUSÃO
 capacidade de liderança;
 talento especial para artes e capacidade psicomotora. O trabalho colaborativo das Unidades de Educação Básica do
Dos tipos mencionados, destacam-se os seguintes: Município de Paço do Lumiar fomenta a articulação entre o
Tipo Intelectual – apresenta flexibilidade e fluência de pensamento, professor (a) do ensino comum, professor (a), equipe técnica do
capacidade de pensamento abstrato para fazer associações, Atendimento Educacional Especializado, a família, dentre outros
produção ideativa, rapidez do pensamento, compreensão e profissionais de apoio à inclusão, vindo a criar coletiva e
memória elevada, capacidade de resolver e lidar com problemas. colaborativamente oportunidades, estratégias e ações necessárias
Tipo Acadêmico – evidencia aptidão acadêmica específica, atenção, para enfrentar os vários desafios desde processo.
concentração; rapidez de aprendizagem, boa memória, gosto e Dentro desse contexto, é imprescindível a manutenção das
motivação pelas disciplinas acadêmicas de seu interesse; habilidade ações desenvolvidas em conjunto com os diferentes atores sociais,
para avaliar, sintetizar e organizar o conhecimento; capacidade de que fazem parte desta construção de um trabalho colaborativo para
produção acadêmica. (BRASIL 2008). o processo de equidade de direitos e inclusão.
O Conselho Municipal de Educação de Paço do Lumiar
estabeleceu normas para a Educação Especial na Educação Básica
no Sistema de Ensino Municipal de Paço do Lumiar, que em seu permanência ao processo de ensino-aprendizagem dos estudantes
Art.43 do CME- Resolução n° 02/2014 dispõe sobre a equipe com deficiência do Município de Paço do Lumiar.
pedagógica da escola, que integram além dos os professores,
coordenadores pedagógicos, gestores, trata sobre a equipe técnica CONSIDERAÇÕES FINAIS
da educação especial itinerante para atuação no ambiente
educacional. Segundo Da Silva Apud Garcia (2016, p.39): Neste contexto, é notário a importância do acolhimento, da
“A ideia de equipes multiprofissionais na educação, defendida
reflexão sobre o novo contexto de saúde pública e das novas
por, apoia-se no trabalho colaborativo implicado no
envolvimento coletivo de profissionais com formações práticas na educação. Além, de ações públicas baseadas em práticas
diferentes que, em conjunto e em função de um contexto, colaborativas, para atuação no processo de inclusão dos estudantes
partilham diferentes possibilidades por meio da ação, reflexão e com necessidades educacionais específicas, com objetivo de
intervenção comprometida em vários níveis, sendo: pessoas, mudanças de paradigmas na educação, bem como fora da escola,
contextos, situações, conhecimentos teóricos e práticos, em
em toda sociedade. Com o fim também de oportunizar as pessoas
face aos muitos problemas encontrados pela escola”.
com deficiência, instrumentos adequados para o seu processo de
A inclusão na perspectiva do trabalho colaborativo vem
aprendizagem escolar e para a vida.
contribuir com toda a comunidade escolar, vindo a refletir sobre os
As considerações e informações apresentadas no decorrer
diferentes contextos e especificidades, partilhando de diferentes
deste caderno, sugerem diferentes orientações e estratégias, por
saberes, conhecimentos e práticas, e possam experimentar, em seu
sua vez, se adapte às singularidades e potencialidades de todos os
próprio processo de aprendizagem, o desenvolvimento de
estudantes para acolher, construir novos olhares e possibilidades
competências necessárias para atuar nesse novo cenário.
educacionais, ou seja, espaços para inovar, mediar e incluir com
O Atendimento Educacional Especializado deste município
ações colaborativas para todos.
vem com o fim de ofertar meios que minimize as necessidades
educacionais específicas desses discentes para o melhor
desenvolvimento educacional e seu processo de inclusão.
Com base neste pressuposto, conclui-se que este trabalho
colaborativo potencializa a equidade de direitos, aprendizagem e
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