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IBEC - INSTITUTO BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA

Diane Bordinhon Fonseca Araújo

DISCIPLINA:

Taubaté – SP
2020
Diane Bordinhon Fonseca Araújo

DISCIPLINA:

Trabalho elaborado para o curso de MBA


em Gestão Hospitalar do IBEC – Pólo
Taubaté, para a disciplina de Qualidade e
segurança nos processos de saúde.

Taubaté – SP
2020
SUMÁRIO

1 DESENVOLVIMENTO...........................................................................................4
1.1 Gestão de Operações Hospitalares em Saúde...............................................4
2 CONCLUSÃO........................................................................................................6
3 REFERENCIAS.....................................................................................................7
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1 DESENVOLVIMENTO
1.1 Gestão de Operações Hospitalares em Saúde

As empresas estão cada vez mais competitivas aumentando à medida que a


tecnologia avança e descobrem maneiras de aperfeiçoar as suas tarefas em busca
de avanços nos diferentes setores de uma organização.
Portanto a gestão de operações é uma forma de planejar, executar e monitorar
as diferentes decisões e processos que fazem parte de uma organização.
Pretendendo tirar o melhor de cada colaborador ou tarefa, esse conceito abrange as
diferentes áreas de uma instituição.
Skinner (1969) foi o pioneiro de algumas definições de estratégia na
manufatura, apresentando que a estratégia competitiva nas empresas exige a
função operação juntamente com os processos. Com enfoque nas operações,
define-se a estratégia de operações como sendo uma ferramenta cujo objetivo
principal é o aumento da competitividade da organização. Portanto, busca organizar
recursos da empresa e conformar um padrão de decisões coerentes, provendo um
composto adequado de características de desempenho que possibilite à
organização competir eficazmente no futuro (Corrêa & Corrêa, 2010). De acordo
com Slack & Lewis (2009, p. 57).
Paiva et al. (2004) dizem que existem diversas definições para estratégia de
operações, não existindo uma que seja amplamente aceita. Há uma concordância
em que essa definição deverá coincidir com os objetivos da empresa, alcançar os
objetivos da área de operações, buscar uma vantagem competitiva e focalizar um
padrão de decisões consistentes no que se refere a operações (Skinner, 1969; Giffi
et al., 1990). No entanto, Brown & Blackmon (2005) dizem que alguns conceitos de
estratégias de operações, dentre eles os trade-offs como prioridades competitivas,
têm recebido críticas.
Santos et al. (2011) dizem que há um aumento de tópicos relacionados a
estratégias de operações nos compromissos dos gestores. Montgomery & Porter
(1998) dizem que a estratégia envolve tudo e requer comprometimento e dedicação
por parte de toda a organização. A falta de capacidade em reorganizar e alocar seus
próprios recursos diante de um movimento estratégico pode colocar a empresa em
risco. A estratégia de operações ajuda a determinar as prioridades competitivas e
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escolhas estratégicas que ajudarão a construir os critérios competitivos (Rosenzweig


& Easton, 2010). As organizações, além de sele
Seja para reduzir custos, seja para desenvolver funcionários, essa é uma
prática fundamental nos dias de hoje. Ao por em pratica a gestão de operações
dentro da organização, o foco passa a ser no desenvolvimento de atividades e
relações que resultem nos melhores números possíveis para a empresa.
É importante analisar toda a estrutura da empresa como é a relação dos
fornecedores, colaboradores e prestador de serviço, tudo deve ser analisado
minuciosamente em busca de soluções para a otimização desses processos.
A transformação digital chegou e a gestão de operações, caminha lado a lado
com as tendências e inovações em busca de melhorias nos diferentes processos
dentro de uma empresa.
Entretanto, tudo o que se refere à produção e disponibilização do produto ou
serviço final entregue ao cliente é englobado quando falamos em gestão de
operações. Para que a empresa tenha sucesso hoje em dia, é fundamental tirar o
melhor de cada componente da estrutura organizacional da sua empresa.
A gestão operacional tem como um dos principais objetivos de identificarem
excessos e, conseqüentemente, reduzir os custos. Trata-se de encontrar gargalos
nos processos internos e, assim, buscar maneiras mais baratas de alcançar o
mesmo resultado substituindo o maquinário ou trocando de fornecedor.
O foco é cortar qualquer tipo de custo que seja desnecessário ou que não
dando resultados significativos para a empresa. É necessário realizar um estudo
detalhado de como funciona as diferentes operações dentro da empresa.
Os custos nos hospitais e aumento da procura geram impacto na forma como
os mesmos são administrados. Não é uma missão somente estratégica, mas
também operacional, pois a gestão de operações necessita, cada vez mais, de
técnicas e ferramentas que busquem inovação e efetividade no dia-a-dia das
organizações hospitalares.
Portanto os profissionais de saúde necessitam aplicar e desenvolver
conhecimento em campo como gestão de projetos, gestão de produção, Lean e
outras filosofias de melhoria organizacional.
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2 CONCLUSÃO

Podemos concluir que o gerenciamento de operações é o que define os


métodos pelos quais o setor de tecnologia da informação deve abordar os serviços.
Com a transformação digital que vivemos hoje em dia.
A gestão de operações permite que as empresas possam, garantir o
desempenho e a disponibilidade de serviços digitais, aperfeiçoar os custo e alinhar
as decisões de risco com as necessidades do negócio, gerenciar de forma eficiente
a tecnologia conectada aos negócios e responder a problemas rapidamente e
implantar melhorias.
Outra contribuição foi a identificação dos critérios importantes em operações
de serviços na área da saúde, podendo ser aplicados também nos serviços de
fisioterapia, fisiatria, acupuntura, entre outros com finalidades semelhantes. Os
cuidados com a saúde têm se tornado cada vez mais importante na vida das
pessoas, encontrando-se em uma fase de crescente utilização e,
conseqüentemente, oferta pelas empresas.
Diante disto, a definição do que o usuário espera do serviço, a partir de
pesquisas direcionadas e específicas, é fundamental para que as empresas possam
criar projetos de serviços com maior probabilidade de estarem alinhados ao que os
usuários querem, prestando melhores serviços, utilizando melhor os recursos e
proporcionando serviços de maior qualidade.
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3 REFERENCIAS

Araújo, M. L. (2004). Fatores competitivos de desempenho em uma empresa de


sistemas de segurança patrimonial: identificação e avaliação sob a ótica do usuário
(Trabalho de conclusão de curso). Universidade Federal do Rio Grande do Sul,
Porto Alegre.

Barros, J. P.¸ No., Fensterseifer, J. E., & Formoso, C. T. (2003). Os critérios


competitivos na produção: um estudo exploratório na construção de edificações.
Revista de Administração Contemporânea, 7(1), 67-85.

REFERÊNCIAS