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ESTUDO DA QUALIDADE DE CINZAS VEGETAIS PARA USO COMO

ADUBOS NA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA

F. OSAKI1, M.R. DAROLT2

INTRODUÇÃO
As cinzas vegetais, pouco utilizadas na agricultura como adubo do solo, contêm cálcio,
magnésio, fósforo e outros elementos que podem ter influência no desenvolvimento das
plantas. Dentre estes elementos, alguns são micronutrientes essenciais para o desenvol-
vimento dos seres vivos, como, por exemplo, Cu, Zn, Mg Fe e B (RIGAU14; DAROLT e OSAKI2).
A região metropolitana de Curitiba-PR é grande produtora de cinzas, resultantes da
queima de material vegetal (bracatinga principalmente) utilizado nas indústrias de calcário para
queima da cal e também em olarias. Nesta região encontram-se cerca de 40 (quarenta)
indústrias de calcário e um número grande de olarias.
O gasto de madeira por indústria é de aproximadamente 2.000 m3/mês, considerando 1 t/
3
m . Considerando que apenas 1 %do total do material vegetal transforma-se em cinzas, temos
cerca de 15 t/cinza/mês/indústria e uma oferta próxima a 300 t/cinza/mês com base nos dias
úteis, em toda região.
Uma pequena parcela deste material vem sendo utilizada pelos agricultores. O uso
indiscriminado pode trazer problemas, principalmente com a aplicação de doses excessivas
(GOMES8).
O presente trabalho, desenvolvido no IAPAR a partir de amostras de cinza coletadas em
diferentes fornos da região metropolitana de Curitiba/PR, faz parte de uma série de estudos
que tem por finalidade avaliar a qualidade destas cinzas para uso agrícola, através da
caracterização dos conteúdos de cálcio, magnésio, potássio, fósforo; micronutrientes: cobre,
zinco, manganês e ferro; do valor de neutralização do PRNT.
Paralelamente, três tipos de cinza foram analisados (bracatinga, eucalipto e pinheiro) e
avaliados quanto ao seu poder de correção e adubação do solo.

MATERIAL E MÉTODOS
Foram analisadas 17 amostras de cinza, que constam no quadro 1, coletadas junto a
fornos onde é calcinada a pedra calcária, localizados na região metropolitana de Curitiba.
Essas amostras, contendo aproximadamente 1 kg do material, foram, por ocasião da
coleta, identificadas quanto à fonte produtora e embaladas em sacos plásticos, sendo
remetidas ao laboratório do IAPAR para análises.
A determinação do CaO e do MgO foi feita adicionando-se 50 ml de HCl 0,5 N e
1 g de cinza seca a 110°C e fervendo-se lentamente durante 5 minutos. Após esfriar a
• Artigo recebido para publicação em 02.03.1991.
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Pesquisador do IAPAR, Pólo Regional de Curitiba.
2 Acadêmico do Curso de Agronomia da UFPR.
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solução, a mesma foi levemente acidificada, diluída e efetuou-se a leitura dos teores de Ca e de
Mg em espectrofotômetro de absorção atômica Perkin - Elmer Mod. 503, transformando-se os
dados em %de CaO e % de MgO.
Com base nos dados obtidos, foram calculados a percentagem de Eficiência Relativa de
acordo com a fórmula:

e o Poder Relativo de Neutralização Total segundo a fórmula:

O potássio, fósforo e micronutrientes (Cu, Zn e Fe) foram extraídos e determina-


dos, conforme método do laboratório de análise do IAPAR (Londrina-PR).
Para análise dos 3 tipos de cinza (bracatinga, eucalipto e pinheiro) constantes no
quadro 2 seguem-se os mesmos métodos descritos anteriormente:
O efeito reativo destas cinzas com o solo foi estudado em casa de vegetação, nas de-
pendências do lAPAR-Curitiba. Em vasos com capacidade para 5,0 kg de solo (Cambisso-
Io 2o EMBRAPA3), comparou-se uma testemunha (sem cinza) com a dose de 20 t/ha/
cinza (DAROLT e OSAKI2) de bracatinga, eucalipto e pinheiro, misturadas ao solo ho-
mogeneamente e sem adubação complementar, apenas o equivalente a 20 kg/ha de N
para verificar o efeito isolado das diferentes cinzas no solo e no desenvolvimento da plan-
ta. Não houve repetições.
A análise de uma amostra de solo, antes da aplicação da cinza, revelou as seguintes
características:

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Após incorporação das diferentes cinzas, o solo foi umedecido até 70%da capacidade
campo e assim permanecendo durante 15 dias, antecedendo a semeadura da aveia preta
comum, utilizada como planta teste. A duração do ensaio foi de 60 dias, deixando-se 6 pl/vaso
por ocasião do desbaste a 15 dias. A umidade foi mantida através de ajustes diários.
Quando as plantas atingiram 60 dias, procedeu-se a colheita da parte aérea cortan-do-
se bem rente ao solo. O material foi colocado em estufa a 60°C para secar e depois pesado.
Após a colheita, o solo foi retirado dos vasos e passado para um balde plástico, onde,
depois de muito bem misturado, retirou-se amostra de cada um deles. Essas amostras foram
submetidas a análises de acordo com métodos da EMBRAPA4.

RESULTADOS E DISCUSSÕES

CONTEÚDOS DE CÁLCIO E MAGNÉSIO


As freqüências de distribuição dos valores de MgO e CaO são amostrados nas figuras 1
e 2. Os resultados são comparados com amostras de calcário.
Cumpre ressaltar que parte das substâncias insolúveis das cinzas compõe-se de car-
bonatos e óxidos de cálcio e magnésio (MELLO11 ).
Para os valores de CaO, houve uma predominância de teores entre 20 a 25% em cerca
de 40% das amostras analisadas. A variação encontrada é pequena de 20 até 33% de CaO.
Para o conteúdo de MgO houve uma predominância entre 5 a 10%de MgO em cerca de
60% das amostras analisadas. A variação encontrada nos teores ocorre numa faixa entre 5 a
15%de MgO.
Os resultados obtidos evidenciam uma relação "Ca/Mg" superior a "3" nas amostras de
cinza analisadas, bastante satisfatório para maior disponibilidade de nutrientes e melhor
nutrição de plantas, o que dificilmente encontramos nos calcários.
Comparando os resultados obtidos no presente trabalho com os de MUZZILI 12, que
analisou 236 amostras de calcário do Estado do Paraná e obteve valores médios de CaO =
23,93% e MgO = 21,42%, verifica-se que as cinzas estudadas neste trabalho são mais ricas
em cálcio, apresentando uma relação Ca/Mg satisfatória.
O poder de correção das cinzas pode ser atribuído em parte aos carbonatos de Ca e
Mg(DAROLT e OSAKI2).

CONTEÚDO DE POTÁSSIO E FÓSFORO


As freqüências relativas dos valores de K2O e P2O5 são mostradas na figura 2.
Para o conteúdo de K2O, houve uma predominância de teores entre 6 a 7%de K2O,
verificado em cerca de 41% das amostras de cinza. O valor máximo foi 9,2%de K2O.
Trabalhos realizados por DAROLT e OSAKI2 mostraram que o carbonato de po-tássio
(K2CO3) também pode auxiliar na neutralização do solo, elevando os valores de pH, em
cambissolo franco arenoso com dosagem de 20 t/ha/cinza, ou seja, a eficiência total do
corretivo, se assim considerar a cinza (COELHO1).
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Observou-se grande variação nos teores de P.R.N.T. calculados, predominando em 35%


das amostras analisadas uma amplitude desde 40 até 55%de P.R.N.T.. O valor médio de
P.R.N.T. calculado foi de 43%, tendo um máximo de 75%de P.R.N.T. (quadro 1).
Comparativamente com o calcário, os valores de P.R.N.T. da cinza ficaram abaixo
em função da menor eficiência relativa da cinza.
Deve-se atentar, contudo, ao fato de que, embora a cinza apresente partículas mais
grossas, a presença destas na mesma é desejável para se obter efeito mais prolongado na
correção do solo e liberação de nutrientes para as plantas.
Os valores calculados de P.R.N.T. variaram em função de seu valor de neutraliza-
ção (P.N. = CaO3) e de sua granulometria (%E.R.).

CONTEÚDOS DE MICRONUTRIENTES DAS CINZAS


As freqüências de distribuição dos valores de Zn, Cu e Mn são mostradas nas figuras
8, 9 e 10, respectivamente.
Observou-se grande variação nos valores de zinco em ppm, predominando em apro-
ximadamente 70%das amostras analisadas uma amplitude desde 50 até 250 ppm de Zn. O valor
médio foi de 161 ppm, tendo um mínimo de 43 ppm e um máximo de 350 ppm.
Para o conteúdo de Cobre, houve uma predominância de teores entre 100 a 150
ppm, verificado em 53% das amostras de cinza analisadas. O valor médio encontrado para
o cobre foi de 120 ppm.
A variação encontrada nos teores de Manganês ocorre numa faixa entre 2.600 e
10.800 ppm de Mn, apresentando um valor médio de 6.100 ppm. Em 60%das amostras
predominaram teores entre 6.000 a 10.000 ppm de Mn.
Comparando os resultados obtidos no presente trabalho com os de VALADARES
et al.15 que analisaram 33 amostras de calcários do Estado de São Paulo e obtiveram valo-
res médios de Zn = 15,2 ppm; Cu = 11,0 ppm e Mn = 810 ppm, verifica-se que as cinzas
estudadas neste trabalho são bem mais ricas do que calcários, para todos os microelemen-
tos analisados.
Para se ter uma idéia do que representa em enriquecimento do solo e em relação a
nutrição de algumas culturas, a quantidade de micronutrientes adicionados ao solo pelas
cinzas, elaborou-se a tabela 1, em que são apresentados dados relativos às quantidades de
micronutrientes retiradas do solo por uma produção de 95.000 cabeças de alface/hectare
16 ton/ha de pimentão e 667.000 raízes de cenoura/ha (MALAVOLTA10). São também
apresentadas as quantidades que comumente se recomendam como adubação (MALA
VOLTA9) e as quantidades de micronutrientes adicionadas ao solo em 20.000 kg de
cinza, tomando-se por base os resultados médios encontrados nas análises.

ANÁLISE DAS CINZAS DE BRACATINGA, EUCALIPTO E PINHEIRO


Os dados de produção de material seco obtido na cultura da aveia preta comun e os
dados analíticos obtidos nas amostras de terra retiradas após a condução da cultura da
aveia acham-se no quadro 3.
Pelos resultados em peso de material seco obtido, verificou-se uma ligeira diferença
entre os 3 tipos de cinza utilizados. Assim, enquanto a testemunha (sem cinza) apresen-
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tou produção de 1,02 g/6 plantas, os vasos com quantidades equivalentes a 20 t/ha/cinza
produziram 25% a mais com cinza de bracatinga; 74% a rrtaís com cinza de pinheiro e 105% a
mais para a de eucalipto.
A cinza de eucalipto foi aquela que apresentou a maior capacidade de aumentar o
rendimento da matéria seca de aveia. A sua superioridade pode ser explicada devido â maior
concentração de elementos como "Ca" e "P" (quadro 2) e também à sua granu-lometria mais
fina, aumentando sua Eficiência Relativa e Poder de Neutralização, refletindo-se em aumento
de pH (quadro 3), o qual segundo FLOSS6 é o mais favorável para desenvolvimento da aveia.
Houve correlação positiva entre os teores encontrados nas cinzas e aqueles verificados
no solo. •
Os resultados das análises químicas do solo mostraram que na dosagem de 20 t/ha/
cinza o "Mg" fornecido pelas cinzas fica pouco disponível para as plantas, concordando com
DAROLT e OSAKI2, que. observaram efeitos similares pela precipitação do mesmo na forma de
carbonatos.
A cinza de bracatinga apresentou valores inferiores para Ca e Mg em comparação com
pinheiro e eucalipto, mas manteve, como as outras, satisfatória relação Ca/Mg no solo.
Os teores de potássio disponíveis sofreram alterações sensíveis em relação à teste-
munha. A cinza de bracatinga foi aquela que apresentou a maior capacidade de aumentar o
teor de "K" do solo, cerca de 12 vezes em relação à testemunha, enquanto as cinzas de
pinheiro e eucalipto aumentaram 2,5 vezes e 5 vezes, respectivamente (quadro 3).
Para os teores de "P", o maior aumento verificado no solo ocorreu com a adição da cinza
de eucalipto, elevando 6,0 vezes o valor encontrado na testemunha (sem cinza). As cinzas de
bracatinga e pinheiro elevaram os valores de "P" do solo em 1,5 vez e 2,5 vezes,
respectivamente.
A incorporação das cinzas de bracatinga, eucalipto e pinheiro ao solo provocou sensível
aumento nos teores de micronutrientes do solo, fator que possivelmente contribuiu para o maior
rendimento de matéria seca. Com relação aos teores de "Mn" encontrados na cinza de
eucalipto, pode trazer toxidez à planta se aplicar a cinza em altas dosa-gens.
- Em suma, as análises de solo comprovaram que as diferentes cinzas aumentam a fer-
tilidade do solo e são eficientes na correlação do mesmo, resultando em maiores produções.

CONCLUSÕES
a) Na dose de 20 t/ha/cinza, o Mg fica pouco disponível às plantas; b) a cinza de bracatinga
apresentou valores inferiores para o Ca e o Mg em relação ao pinheiro e ao eucalipto; c) a
cinza de bracatinga foi aquela que apresentou a maior quantidade de K; d) os três tipos de
cinza melhoraram a fertilidade do solo em macro e micronutrientes (Cu, Zn, Mg e Fe).
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TABELA 1 - Quantidades de Zinco, Cobre. Manganês e Ferro retiradas, por hectare, por 95.000^ cabeças de
alface, 1 6 t/ha de pimentão e 667.000 raízes de cenoura, e as adicionadas : pelas fertilizações e
por 20.000 kg de cinza.

*Tomando por base o resultado da análise da cinza de Bracatinga.

QUADRO 1 - Eficiência Relativa (% E.R-): Equivalente em CaCO3, Poder de Neutralização (P.N. %),
P.R.N.T. (%); e teor de Cálcio. Magnésio. CaO, MgO, Cobre, Zinco, Ferro e Manganês,
determinados em 3 tipos de cinzas (bracatinga, eucalipto e pinheiro). IAPAR de Curi
tiba, 1989.

* Análises realizadas no laboratório do IAPAR de Londrina-PR. QUADRO 2 - Eficiência Relativa (E.R. %),
Equivalente em CaCO3, P.R.N.T., teores de Ca, CaO. Mg, MgO, K20, P2O5, Cu, Zn e Mn, determinados em
amostras de cinzas coletadas na re-gião metropolitana de Curitiba. IAPAR de Curitiba, 1989.

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QUADRO 3 — Resultados analíticos e produção de massa seca de plantas de aveia preta, obtidos no ensaio
de comparação entre 3 tipos de cinzas (Bracatinga, Eucalipto e Pinheiro), conduzidos em
vasos que continham cambissolo (Estação Experimental do Canguiri — Pólo Regional de
Pesquisa Agropecuária de Curitiba — IAPAR).

*Dosagem utilizada = 20 t/ha/cinza


*Testemunha sem cinza

FIGURA 1 - Freqüências relativas do conteúdo de CaO e MgO observadas em 17 amostras de cinza


analisadas.

FIGURA 2- Freqüências relativas do conteúdo de K 0 e P 0 observadas em 17 amostras de cinza


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analisadas.
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RESUMO
OSAKI, F..M.R. DAROLT. 1991. Estudo da qualidade de cinzas vegetais para uso
como adubos na região metropolitana de Curitiba, fíev. Set Ciênc. Agr. 11

Este trabalho foi realizado com o objetivo de estudar a qualidade de cinzas ve-
getais para uso como adubos e corretivos, avaliados por meio de análises físicas e quí-
micas em laboratório. Paralelamente, 3 tipos de cinzas (bracatinga, eucalipto e pi-
nheiro) foram avaliadas em sua composição e reação no solo.
Predominaram em 40% das amostras teores entre 20 a 25% de CaO, enquanto
que para MgO predominaram em 60% das amostras teores em tomo de 10% de MgO. A
distribuição das frações granulométricas apresentou valor médio em tomo
de 60% de E.R.;para os valores de P.R.N.T. o valormééo foi de 43%.
Nas amostras de cinzas os teores médios da Cu, Zn, Fe e Mn, expressos em
ppm, foram, respectivamente, de 120; 161; 4.300 e 6.100.
AÍ cinzas de eucalipto são ricas em "P"e "Ca", enquanto as de bracatinga são
mais ricas em "K".
Verificou-se que as cinzas apresentam características positivas para seu apro-
veitamento na agricultura como adubo e corretivo, desde que na dosagem correta-

ABSTRACT
OSAKI. F; M.R. DAROLT. 1991. A study of vegetable ash quality for use
as fertilizer in Curitiba Metropolitan Área. Rev. Set. Ciênc. Agr. 11.

This research was done aiming at the study of vegetable ash quality for use
as fertilizers and soil correction, evaluated by physical and chemical laboratory
analysis. At the same time three types of ashes /Mimosa scabrella, Eucalyptus sp. and
Araucária brasiliensisj were evaluated in their composition and soil reaction.
Leveis between 20 and 25% of CaO were found in 40% of the samples, however
MgO leveis of about 10% were found in 60% of ali samples.
The granulometric fraction distribution showedmean vaiues around 60% E.R.
andmean vaiues of 43% for vaiues ofP.R.N.T.
In the ash samples the mean leveis of Cu, Zn. Fe and Mn, expressed in ppm
were 120; 161; 4.300 and 6.100 respectively.
The Eucalyptus ashes are rich in "P" and "Ca", however Mimosa ashes are
much richer in "K".
It was observed that the ashes showed positive characteristics to be favorable to be
appliedin agriculture as fertilizers or soil correction, butat the correct doses

Notas de Referência
1COELHO, F.S.; VERLENGLIA. F. Fertilidade do Solo. Campinas: Instituto Campineiro de
Ensino Agrícola. 1973. p.146-151.
2DAROLT, M.R.; OSAKI. F. Efeito da cinza de caeira de cal sobre a produção da aveia preta,
no comportamento de alguns nutrientes. 1989, 33p. In: Calagem & Adubação. Campinas,SP: Insti-
tuto Brasileiro de Ensino Agrícola,-1991.
3EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Centro de Pesquisas Pedagó-
gicas. Levantamento de Reconhecimento dos Solos doSudeste do Estado do Paraná. Curitiba,1974
150 p. (Boletim Técnico, n. 40). .
4_________. Serviço Nacional de Levantamento e Conservação de Solos. Rio de Janeiro
1979. Manual de Métodos a Análise de Solo.

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5ESTADOS UNIDOS. Department of Agriculture. Soil Survey Sta. Soil Survey Manual. Washington,
D.C.. USDA, 1951. 503 p. (Agriculture Handbook. 18).
6FLOSS, E.L. A Cultura da Aveia Passo Fundo : Faculdade de Agronomia-UPF, 1982. 52p. (FAUPF-
Boletim Técnico, 1).
7GARGANTINI, H. Efeitos da Granulometria, formas e quantidades de materiais corretivos da acidez
do solo. IAC — Seção de Fertilidade do Solo — Bragantia, v.33, n.9. 1974. 6p.
8GOMES, P. Adubos e Adubações São Paulo : Edição Melhoramentos, 1968. 112p.
9 MALAVOLTA. E Manual de Química Agrícola; Adubos e Adubações. 2.ed., São Paulo : Agronômica
Ceres, 1967. 606p.
10_________. Manual de Química Agrícola; Nutrição de Plantas e Fertilidade do Solo. V. 1. São
Paulo : Agronômica Ceres, 1976. 502p.
11MELLO, P.C. Classificação e Análises de Adubos. Campinas : Instituto Agronômico. 1930. 25-27p.
I2MUZILLI, O. e OLIVEIRA, E.L de. Avaliação da qualidade de calcários usados como corretivos da
acidez do solo no Estado do Paraná. Londrina-PR : IAPAR. Boletim Técnico, v.10, 1978. 27p.
13RAIJ, B. Van. Estudo de Materiais calcários usados como corretivos do solo no Estado de São
Paula IV — O Poder Relativo de Neutralização Total — IAC - Seção Fertilidade do Solo, 1974.
6p.
14RIGAU, A. Los Abonos — Su preparación y emplego. 2. ed, Barcelona, 1960. 80p.
15VALADARES, J.M.A.S.; BATAGLIA, O.C.; FURLANI, P.R. Estudo de Materiais Corretivos do Solo
no Estado de São Paulo. III — Determinação de Mo, Co, Cu, Zn, Mn e Fe. Bragantia. v.33, n.15, 1974.

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