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ESTUDO DA METODOLOGIA SEIS SIGMA E IMPACTOS NOS CUSTOS DE

PRODUÇÃO

DIEGO SILVA ANDRADE 1


THIAGO JOSÉ DA SILVA ²

RESUMO

Considerando o nível de competitividade no mercado empresarial bem como a busca


constante das empresas por ferramentas e métodos de melhoria da qualidade com
objetivo de aumento da satisfação de clientes, redução de custos e crescimento da
qualidade de produtos e serviços, de forma que se mantenham competitivas no
mercado, o Seis Sigma se apresenta como uma ferramenta capaz de auxiliar as
empresas no alcance dos objetivos. Este estudo de caráter bibliográfico objetivou
apresentar a metodologia, vantagens, métodos e implementação, sendo notório os
inúmeros resultados alcançados por instituições que adotam o Seis Sigma,
considerando a capacidade para reduzir a variabilidade dos processos, utilizando
ferramentas estatísticas já conhecidas. Foi obtido como resultado a demonstração da
relevância da metodologia e os ganhos de implementação.

Palavras-chave: Seis Sigma. Qualidade. Redução de Custos.

1 INTRODUÇÃO

No cenário atual de estrutura econômica globalizada e de frequente competição


comercial entre as empresas, a competência de resposta, mudança em tempo, custo
adequado e de atendimento às necessidades de clientes são fatores que determinam
o sucesso de uma empresa. Além disso, o imperativo de elevar a eficiência
operacional dos processos produtivos e da gestão tem movimentado continuamente
as organizações na procura e implementação de inovações administrativas, as quais
incluem ferramentas e/ou técnicas de melhoria de processos e de gestão da qualidade
(ciclo PDCA, Lean Manufacturing, Seis Sigma, etc.).

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Pós-Graduando em Engenharia e Gestão da Produção pelo Centro Universitário Cesumar de Belo
Horizonte –Unicesumar. Graduado em Engenharia Mecânica pelo Centro Universitário de Belo
Horizonte – UNI-BH.

Especialista em Educação e Novas Tecnologias pelo Centro Universitário de Maringá – Unicesumar.


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Graduado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário Cidade Verde - FCV.
2

O programa Seis Sigma é uma metodologia que busca constante melhoria e


redução da variabilidade dos processos, permitindo a redução de não conformidades
e proporcionado melhoria da satisfação dos clientes, aumento da competitividade e
resultando na melhoria da rentabilidade do negócio. Assim, o Seis Sigma é utilizado
para acelerar a melhoria de produtos e processos, pois a atuação está focada na
eliminação dos desperdícios e esta estratégia contribuiu para a ampliação da
rentabilidade de empresas como Motorola, General Electric, Polaroid e Allied Signal,
por meio da diminuição de falhas em produtos, processos e serviços.
Após a implementação em empresas o Seis Sigma teve uma evolução
conceitual atingindo maior abrangência, especialmente no que concerne às
estratégias utilizadas e necessárias para o sucesso da implementação, bem como no
que se refere às ações gerenciais e de tomada de decisão.
Projetos e estudos de melhoria das organizações que tem como base o Seis
Sigma, demonstram uma grande possibilidade e capacidade para a melhoria dos
processos produtivos e gerenciais, principalmente quando são analisados a longo
prazo. Todavia, é possível inferir que o Seis Sigma normalmente não necessita de
grandes investimentos de capital para a implantação, contudo exige maior
comprometimento com a política de melhoria a longo prazo. É possível também
verificar os satisfatórios retornos financeiros obtidos por meio de uma melhor
efetividade no gerenciamento de projetos.
Como uma ferramenta de melhoria gerencial aplicável para fins de qualidade
de produtos, serviços e acréscimo da eficiência, não se restringe à área da qualidade,
mas aborda todos os setores da empresa, tendo esta como condição para o sucesso
do programa Seis Sigma. Tendo como suporte a utilização de controles estatísticos
dos processos com foco em reduzir a variabilidade dos processos e o alinhamento
estratégico entre todos os setores da organização.
O estudo em questão, buscou abordar as vantagens e desvantagens do uso da
metodologia Seis Sigma na gestão da qualidade de sistemas produtivos, mostrando
os possíveis ganhos e diferenças após a adoção da metodologia. Deste modo, a
pesquisa de caráter bibliográfico coletou dados secundários extraídos de obras de
autores atuantes da área e utilizou-se de artigos, livros e periódicos relacionados com
o tema.
Este artigo está subdividido em tópicos, no qual inicialmente é caracterizado o
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estudo, o segundo tópico apresenta as definições do seis sigma, no terceiro é exposto


os fatores críticos de sucesso, posteriormente os benefícios do programa seis sigma,
encerrando com as considerações finais.

2 DEFINIÇÕES DO SEIS SIGMA

Sigma é uma letra do alfabeto grego utilizada na estatística como símbolo para
representação do desvio padrão de uma população, ou seja, mede a variabilidade ou
distribuição total dos dados (CONE, 2001). De acordo com McAdam e Lafferty (2004),
podemos considerar Sigma como a quantidade que um processo varia. O nome Seis
faz referência à letra grega Sigma “Ϭ”, que simboliza a unidade de desvio-padrão de
uma distribuição normal de valores ou medidas, sendo este um método quantitativo
que busca a redução da variabilidade dos processos e aumento da qualidade dos
produtos (CLETO e QUINTEIRO, 2011).
A metodologia Seis Sigma resulta de um trabalho benchmarking realizado pela
Motorola na década de 80, objetivando o crescimento das vendas e aumento da
qualidade dos produtos (FIGUEIREDO, 2007). A empresa pesquisou corporações
reconhecidas pelos elevados padrões de qualidade e níveis de satisfação do cliente,
companhias conhecidas como "best-in-class”, retornando como resultado falhas
próximas a 3,4 falhas por milhão de oportunidades. Partido desta comprovação, a
Motorola estabeleceu como meta a obtenção da metodologia do Seis Sigma e assim,
com base no resultado do trabalho precursor da Motorola e pelo robusto esforço de
empresas como ABB, Alied Signal, General Eletric, Dupont e Toshiba, esta tornou-se
uma importante metodologia para o melhoramento e crescimento dos negócios.
Em geral, as empresas médias têm taxas com falhas de 3.000 a 10.000 por
milhão de procedimentos, o que equivale ao nível Sigma de três a quatro. Enquanto
os índices das melhores empresas, estão próximos de 3,4 falhas por milhão, o que
equivale ao nível seis do Seis Sigma, conforme aponta Souza et al. (2009) na Tabela
1.
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Tabela 1 – Tabela simplificada de conversão em Sigma

Fonte: Pande, Neuman, Cavanagh (2001 p.31).

Nessa abordagem, o índice de medida utilizado normalmente é o DPMO


(defeitos por milhão de oportunidades) (HARRY, 2000). Assim, o Seis Sigma aponta
a correlação entre o número de produtos com defeitos, o desperdício com os custos
operacionais e o nível de satisfação do cliente, medindo a capacidade de um dado
processo executar atividades livres de falhas.
O processo/metodologia Seis Sigma é baseado nos ciclos DMAIC – Define
(Definir), Measure (Medir), Analyse (Analisar), Improve (Melhorar) e Control
(Controlar) e PDCA, também chamado de Ciclo de Deming ou Ciclo de Shewhart.
PDCA é a abreviação de Plan (Planejar), Do (Executar), Check (Verificar) e Act (Agir),.
O índice Seis Sigma demonstra a frequência possível em que os prováveis erros do
processo retornaram, logo a utilização do método reduzirá a probabilidade de
produção de itens não conformes, pois quanto maior o índice sigma do processo,
maior a confiabilidade, o que reduz a necessidade de testes e inspeções (MATOS,
2003).
Deve-se compreender que o objetivo direto das métricas e ações da
metodologia Seis Sigma não é o retorno financeiro, todavia a aplicação correta do
método promove retorno sobre o investimento. Einset (2002) afirma que, a mediana
das instituições trabalha em um nível de qualidade 3 com um custo de 20% do
faturamento total em desperdícios com retrabalho, testes, inspeções, perdas, atrasos
e desgaste da imagem junto a clientes. Contudo a implementação do Seis Sigma
tende a minimizar esses gastos, uma vez que um índice de Seis Sigma significa operar
em classe mundial.
Uma das métricas comumente adotadas pelos projetos Seis Sigma é o
“Defeitos por Milhão de Oportunidades” (DPMO), em que este é o valor definido pela
quantidade de defeitos gerados multiplicado por 1000000, divido pelo o número de
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unidades produzidas e multiplicado pelo número de oportunidades do


produto/processo apresentar algum defeito.
Considera-se também os índices Cp e Cpk (índices de capacidade dos
processos), esses mostram se um dado processo está operando dentro de uma faixa
de especificação. O índice Cp é utilizado para avaliar a faixa de amplitude de um
determinado processo em relação a faixa de amplitude especificada, sendo calculado
pela multiplicação do limite superior especificado pelo limite inferior, dividido por seis
vezes o desvio padrão do processo, no qual o desvio é calculado a partir da
amostragem do processo. O Cpk, indica a distância entre a média do processo e o
limite de especificação dividido por três vezes o desvio padrão do processo.
Outra métrica comumente utilizada é o COPQ (Cost of Poor Quality ou Custo
da Baixa Qualidade), esta é relacionada ao custo de fornecimento de produtos ou
serviços com baixa qualidade (RUDISIL, 2004), construído mediante quatro
categorias: os custos de falhas internas, ou seja, defeitos encontrados antes do cliente
receber o produto ou serviço, os custos de falhas externas, encontrados após o cliente
receber o produto ou serviços, custos de avaliação, relacionados com os custos
necessários para determinar o índice de conformidade do produto ou serviço em
relação aos requisitos de qualidade e por fim os custos de prevenção.
Assim, após a expansão e divulgação do método, diversas organizações
adotaram o modelo Seis Sigma, entretanto nem todas obtiveram o sucesso esperado
(CORONADO, 2002). O sucesso ou insucesso da metodologia está atrelado ao grau
de importância para os fatores críticos de sucesso, estes fatores são fundamentais
para o sucesso da metodologia, uma vez que, se os objetivos contidos nesses fatores
não sejam atingidos, a organização falhará.

3 FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO

Abordados de forma sucinta, os fatores críticos de sucesso para


implementação do Seis Sigma segundo Coronado (2002), são o envolvimento e
comprometimento da alta gerência, a mudança cultural, melhoria da comunicação,
mudança da infraestrutura da organização (layout, aquisição/adequação de
equipamentos, etc.), treinamentos, alinhamento da metodologia Seis Sigma com a
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estratégia de negócios e seleção e priorização dos projetos que proverão o máximo


benefício para a organização.
Pande (2001), demonstra 6 princípios da metodologia Seis Sigma, que são
mantidos por diversas ferramentas, sendo eles: O foco genuíno no cliente;
Gerenciamento dirigido para dados e fatos; Foco em processo, gestão e melhoria;
Gestão proativa; Colaboração sem fronteiras; Impulso à perfeição, tolerância ao
fracasso. Sustentados pelas diversas ferramentas usadas pela metodologia Seis
Sigma esses princípios causam um impacto direto na satisfação e valores dos
clientes, levantam informações realmente úteis para a tomada de decisão pelos
gestores, direcionam as ações para os processos, medem o desempenho e melhoram
eficiência.
Existem dois passos para uma implementação eficaz do Seis Sigma, como
descrito por Elliott (2003). O primeiro está em garantir que todas as pessoas que tem
níveis reais de influência sobre um dado processo/serviço possuem um denso
conhecimento do processo ou serviço. O outro passo é usufruir deste profundo
conhecimento para liderar a organização na sustentação da estabilidade.
O Seis Sigma espera alcançar a transformação do negócio, ou seja, a mudança
de cultura, criando uma atitude com foco no cliente, com maior flexibilidade e
abandonando à forma antiga de fazer negócios. Objetiva-se também a melhoria
estratégica, atacando as fraquezas e oportunidades, acelerando o desenvolvimento
de dado produto/serviço (PANDE, 2001).
Infere-se que qualquer empresa tem condições para adotar e implementar a
metodologia Seis Sigma, independentemente do porte ou ramo de atuação (GROSS,
2001). Contudo é importante levar em conta algumas considerações: A primeira é que
o Seis Sigma não é resposta para todas as questões da empresa e não deve ser
encarado como um “salva-vidas” e sim como um método para redução dos custos e
fortalecimento da competitividade da empresa frente ao mercado e a Segunda é que
o Seis Sigma, assim como todos os projetos de melhoria necessita de investimentos
iniciais que devem ser levantados e levados em consideração.
É fundamental que a alta gestão da empresa esteja envolvida de forma decisiva
na implementação e manutenção da metodologia, tendo em vista que o sucesso do
programa está diretamente relacionado com a forma pela qual a alta gestão conduz o
processo.
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4 BENEFÍCIOS DO PROGRAMA SEIS SIGMA

A crescente demanda por qualidade e competitividade das empresas cominou


na maior adesão a metodologia Seis Sigma (KLEFSJÖ et al., 2001), demonstrando
que os benefícios do Seis Sigma despertam o interesse das empresas pelo programa.
No entanto, para realizar um levantamento concreto de cada benefício obtido por meio
do programa seria necessário um levantamento de dados mediante pesquisa junto às
organizações que aplicam o programa, ou que as empresas evidenciem aquisições
por informações confiáveis, como balaços, comunicados aos acionistas ou divulgação
de imprensa especializada (HOERL, 1998).
É possível elencar os benefícios genéricos associados a metodologia Seis
Sigma, dentre eles temos a melhoria contínua dos processos, o aumento da satisfação
dos clientes, maior compreensão dos requisitos de qualidade, redução no tempo de
ciclo, aumento da confiabilidade e da produtividade, eliminação de desperdícios e
maximização dos lucros (SANTOS; MARTINS, 2010).
É imprescindível ressaltar a capacidade do programa em melhorar o
alinhamento da medição de desempenho com a estratégia de uma organização.
Partindo do foco no cliente e visando garantir o pleno atendimento dos requisitos de
qualidade, esse alinhamento requer o desenvolvimento e o aprimoramento de
métricas e mecanicismos para padronização da empresa de forma geral, aplicando
estratégias como no desenvolvimento de produtos e serviços. Assim, o programa Seis
Sigmas é um forte aliado na gestão do desempenho para avaliar resultados de
melhorias implantadas nas empresas, como qualidade, custo e tempo.

5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Verificando as vantagens atreladas a implementação da metodologia e das


técnicas contidas no escopo, verificou a necessidade de maior detalhamento e
estudos sobre o programa, no qual metodologia Seis Sigma pode ser abarcada como
uma caixa de ferramentas denominada DMAIC, em que por meio da utilização da
ferramenta correta é possível alcançar o resultado esperado.
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O estudo demonstrou a vantagens, métodos e requisitos de implementação do


programa Seis Sigma e este demonstrou-se como importante metodologia para a
redução da variabilidade dos processos, custos de produção, aumento da satisfação
do cliente e consequentemente geração de maior lucratividade para a empresa.
Ampliar a disseminação deste método, tal como a correta implementação, é uma
saída para o aumento da produtividade e competitividade das indústrias nacionais.
Contudo, recomenda-se ainda estudos referentes a outras metodologias que
estão associadas e ligadas ao Seis Sigma, como por exemplo o Lean Manufacturing,
no qual é possível atribuir uma grande sinergia entre as metodologias e adquirir maior
desempenho e projetos mais adequados.

REFERÊNCIAS

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