Você está na página 1de 24

Resumo Prova Recertificação PQO - Operações

Participantes da BM&FBovespa.
PNP= Participante de negociação pleno (Corretoras)
PN= Participante de negociação
PR= Participante de registro
PL= Participante de liquidação
MC= Membro de compensação
AC= Agente de custódia

Entidade administradora de Bolsa e Balcão organizado:


Negociação= PNP e PN
Registro= PR

Câmaras de compensação e liquidação:


Alocação= PNP e PL
Repasse= PNP e PL
Liquidação= PL e MC
Garantias= MC
Central depositária= Custódia = AC

PNP= Participante de Negociação Pleno


O Participante de Negociação Pleno é a instituição autorizada pela B3 a acessar diretamente os
sistemas de negociação administrados pela B3, para a realização de negócios para carteira própria e
para seus clientes.
Requisitos para atuação:
 Elegibilidade:
Renda variável e fixa privada:
o Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
o Bancos Múltiplos, Comercias e de Investimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Derivativos:
o Corretoras e Distribuidoras de títulos e valores mobiliários
o Corretoras de Mercadoria

 Capacitação financeira:
o Patrimônio líquido mínimo;
o Capital de giro próprio mínimo.
 Capacitação operacional:
o Atendimento ao roteiro operacional básico do PQO;
o Certificação de profissionais;
o Auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o Cadastro completo;
o Pagamento de taxa de credenciamento;
o Contribuição para o mecanismo de ressarcimento de prejuízo (CMRP)
administrado pela BSM (BM&FBovespa supervisão de mercado).
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.

PN = Participante de Negociação
Atua para seus clientes através de um PNP que tem acesso direto ao sistema de navegação da
Bolsa.
IMPORTANTE: A RELAÇÃO ENTRE PNP E PN CORRESPONDE AO MODELO OPERACIONAL “POR
CONTA E ORDEM”.
Requisitos para atuação:
 Elegibilidade:
Renda variável e fixa privada:
o Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
o Bancos Múltiplos e de Investimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Derivativos:
o Todos acima
o Corretoras de Mercadoria
 Capacitação financeira:
o Patrimônio líquido mínimo;
 Capacitação operacional:
o Atendimento ao roteiro operacional básico do PQO;
o Certificação de profissionais;
o Auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o Cadastro completo;
o Pagamento de taxa de credenciamento;
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.

MC = Membros de Compensação
Instituição autorizada pela BM&FBovespa, a liquidar o saldo multilateral das operações,
diretamente com a câmara de compensação, responsável pelo cumprimento de todas as
obrigações dos PNPs e PLs vinculados ao MC perante a câmara.
Requisitos para atuação:
 Elegibilidade:
Renda variável e fixa privada:
o Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
o Bancos Múltiplos, comerciais, de Investimento e de Desenvolvimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Derivativos:
o Todos acima
o BACEN
 Capacitação financeira:
o Patrimônio líquido mínimo;
o Capital de giro
o Depósito de garantias
 Capacitação operacional:
o Atendimento ao roteiro operacional básico do PQO;
o Auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o Cadastro completo;
o Pagamento de taxa de credenciamento;
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.

Participante de Liquidação (PL)


O PL tem modelo operacional semelhante ao de um “carrying broker”, ou seja, é uma instituição
financeira autorizada a liquidar e “carregar” operações próprias e de clientes, podendo contratar ou
atuar diretamente como Membro de Compensação. O PL, por não ser Participante de Negociação
Pleno, não tem acesso direto ao sistema de negociação da Bolsa.
Requisitos para atuação:
 Elegibilidade:
Renda variável e fixa privada:
o Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
o Bancos Múltiplos, comerciais, de Investimento e de Desenvolvimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Derivativos:
o Todos acima
o BACEN
Capacitação financeira:
o Patrimônio líquido mínimo;
o Capital de giro
o Depósito de garantias
 Capacitação operacional:
o Auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o Cadastro completo;
o Pagamento de taxa de credenciamento;
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.
Agente de Custódia (AC)
Responsável perante seus clientes por conservação, controle e conciliação das posições de valores
mobiliários em contas de depósito mantidas em nome do investidor, pelo tratamento das
instruções de movimentação recebida de investidores e pelo tratamento de proventos incidentes
sobre sua posição de custódia.
Requisitos para atuação:
 Elegibilidade:
Renda variável e fixa privada:
o Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários
o Bancos Múltiplos, comerciais, de Investimento e de Desenvolvimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Derivativos:
o Todos acima
o CM (corretoras de mercadorias são elegíveis para requerer autorização de acesso
para custódia exclusivamente de OURO ativo financeiro).
 Capacitação financeira:
o Patrimônio líquido mínimo;
o Limite de custódia (somente para agente de custódia próprio)
 Capacitação operacional:
o Auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o Cadastro completo;
o Pagamento de taxa de credenciamento;
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.

Participante de Registro (PR)


 CAI NA PROVA
É a instituição habilitada a efetivar o registro das operações realizadas nos mercados de Balcão
organizado administrados pela BM&FBovespa com ou sem garantia.
Há duas categorias de habilitação:
- Registro de Balcão com garantia:
Ativos: SWAP, termo e opções flexíveis.
- Registro de Balcão sem garantia:

Ativos: SWAP, termo, opções flexíveis, Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA),
Cédula do Produto Rural (CPR); Certificado de Deposito Agropecuário/Warrant Agnopecuário
(CDA/WA), Letras de Crédito do Agronegócio, Certificado de Deposito Bancário (CDB), Cédula de
Credito Imobiliário (CCI) e Letra de Credito Imobiliário (LCI), Certificado de Operações Estruturados
(COE) e Letras Financeiras.

Requisitos para atuação:


 Elegibilidade:
Registro com garantia:
o CTVM e DTVM
o CM
o Bancos Múltiplos, comerciais e de Investimento
o Caixa Econômica Federal (CEF)
Registro sem garantia:
o Instituições financeiras bancárias e não bancárias habilitadas a registrar títulos de
crédito e/ou instrumentos de captação nos moldes da legislação em vigor;
o BNDES;
o CEF.
 Capacitação financeira:
o patrimônio líquido mínimo;
o capital de giro próprio (apenas para CRI)
 Capacitação operacional:
o atendimento ao roteiro operacional básico do PQO;
o certificação de profissionais;
o auditoria pré-operacional.
 Outras exigências:
o cadastro completo;
o pagamento de taxa de credenciamento;
o Aprovação do conselho de administração da BM&FBovespa.

3.6 - Sistema de Negociação Eletrônica

1. Puma Trading: plataforma integrada de negociação de ações, renda fixa privada, derivativos e
câmbio pronto.
2. System BM&FBovespa (Sisbex): negocia Títulos Públicos Federais.
Ambos disponibilizados pela Bolsa.

3.7 iBalcão: sistema de negociação no mercado de Balcão com derivativos e títulos de renda fixa.
CAI NA PROVA: O IBALCÃO POSSUI O MÓDULO ATIVOS E O MÓDULOS DERIVATIVOS

O registro de operações de derivativos e renda fixa é feito por meio de plataformas flexíveis e com
funcionalidades que permitem aos participantes monitorar suas operações durante todo seu ciclo
de vida com agilidade e rapidez.

CAI NA PROVA:
O iBalcão traz ainda, como benefício, para o Participante de Registro (PR):
 Transparência e segurança com a identificação das operações até o investidor final;
 Registro e movimentações por meio de tela e arquivos multifuncionais;
 Simplificação das rotinas operacionais de conciliação por meio da geração de arquivos de
conciliação;
 Flexibilidade para registro retroativo;
 Facilidade para inserção de novas estruturas, indexadores e ativos subjacentes aos
Certificados de Operações Estruturadas (COE).

3.8 A ESTRUTURA DE CÂMARAS DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO PÓS-FUSÃO


(2008 a 2014): com a fusão da entre a Bovespa e a BMF (2008) a nova estrutura passou a
administrar 4 câmaras de liquidação e compensação. O saldo líquido multilateral de cada câmara
era liquidado em janela de liquidação específica por meio de débitos e créditos nas contas de
liquidação dos participantes e da contraparte central, para a parte referente ao pagamento; e
quando envolvia entrega de ativos, nas contas mantidas pela B3 e pelos participantes na Central
Depositária.
CAI NA PROVA

A janela de liquidação corresponde a um intervalo de tempo, em horário pré-acordado com o


Banco Central do Brasil (Bacen), no qual os pagamentos devem ser feitos, ao final do qual, a
câmara, por sua vez, deve efetuar os pagamentos aos participantes credores em recursos
financeiros.

1. Câmara de Derivativos e Câmara da B3  derivativos financeiros e de commodities. Antiga


Superintendência de Liquidação e Custódia (SLC). Migrou para estrutura de pós-negociação
da câmara da B3.
2. Câmara de Ações e Renda Fixa Privada  ações, derivativos de ações e empréstimos de
ativos. Antiga CBLC Cia Brasileira de Liquidação e Custodia.
 Operações à vista com ações são liquidadas em D+3.
 Operações com títulos de renda fixa privada são liquidadas em D+0 ou D+1.
 Prêmios de opções sobre ações são liquidadas em D+1.
3. Câmara de Câmbio câmbio pronto realizar liquidação e atuar como contraparte central
das operações interbancárias de câmbio pronto. Operações com dólar americano são
liquidados em D+0, D+1 e D+2 (Bovespa atua como contraparte central).
4. Câmara de Ativos (Títulos Públicos Federais)  títulos de renda fixa
Atua como contraparte central das operações definitivas e compromissadas com títulos públicos
federais.
CAI NA PROVA
Nova arquitetura – uma única Câmara (Câmara de Negociação Integrada)

Com a implementação completa do IPN, além de uma estrutura consolidada de participantes,


existe um conjunto uniforme de processos operacionais e regras, uma única janela de liquidação e
um único sistema de administração de risco e de garantias para toda a gama de produtos atendidos
pela infraestrutura de pós-negociação da nova Câmara B3

A integração das atividades de pós-negociação significa um salto para a B3 em tecnologia e


eficiência ao gerar:

 Hamonização e integração dos modelos, processos, regulamentos e sistema das quatro


câmaras
 Adoção de uma administração de risco comum a todos os mercados
 Maior eficiência na alocação de capital dos participantes

A implantação do novo modelo de pós-negociação gera importantes benefícios para os


participantes:

 Maior eficiência no uso de capital para o depósito de garantias, em função do novo modelo
de cálculo de margens que permitirá maior compensação de risco entre diferentes classes de
ativos e posições em aberto e garantias depositadas.
 Maior eficiência no uso de capital para atender à necessidade de liquidez intradiária.
 Redução de riscos e aumento da eficiência operacional em função da significativa
simplificação dos processos operacionais, com eliminação de redundâncias, padronização de
processos e redução do número de intervenções humanas e de troca de informações com a
câmara integrada.
 Obtenção de informações em tempo real, tais como posições em aberto, marcação a
mercado e análise de risco.

Vantagens a nova arquitetura:


- Maior flexibilidade para acomodar as diferentes estruturas de câmaras, seus processos e produtos
específicos, permitindo respostas mais rápidas as exigências de inovação.
- Ampliação da capacidade de processamento, permitido um crescimento mais rápido do negócio.
- Processamento de rotinas em tempo real, possibilitando a implementação de um gerenciamento
de riscos mas preciso de maior qualidade.
- Flexibilidade e agilidade na implementação de novas funcionalidades, proporcionando um tempo
de resposta melhor para as demandas de mercado
- Alta disponibilidade dos sistemas e, portanto, elevada segurança na continuidade dos processos e
rotinas de pós-negociação.
3.9 Central depositária: O que é?  desempenha papel na preservação da integridade dos
ativos sob sua guarda e na proteção dos investidores em relação à propriedade desses ativos e
direitos que deles se originam. Preserva a integridade destes ativos e protege os investidores em
relação a propriedade dos ativos e direitos que deles se originam (Dividendos, bonificação etc).
Principais atividades:

 Guarda centralizada de ativos de negociados no mercado de capitais; devem ser registrados


em conta de depósitos individualizadas em nome do beneficiário final.
 Controle de titularidade dos ativos em estrutura de contas de depósitos em nome dos
investidores
 Processamento das movimentações de custódia
 Tratamento dos eventos corporativos que acompanham o ciclo de vida do ativo
A B3 atua como Central Depositária para diferentes instrumentos: ativos de renda variável (ações,
recibos e bônus de subscrição, cotas de ETF, BDR, unit e cotas de fundo fechado (FIA); ativos de
renda fixa (debêntures e notas promissórias); ativos imobiliários (CRI e cotas de fundos
imobiliários); agronegócio (CRA); ouro.
Benefícios: os ativos guardados são inteiramente desmaterializados, ou seja, o registro das
posições é feito em formato eletrônico. A regulamentação estabelece que sejam registrados em
contas de depósitos individualizadas mantidas pelas instituições intermediárias junto a Câmara
Depositária em nome do beneficiário final. Nesse modelo de conta individualizada temos a certeza
jurídica da propriedade dos ativos que é fundamental do ponto de vista da proteção do investidor.
Para isso a B3 efetua a conciliação diária dos ativos mantidos sob sua guarda com os registros dos
emissores. Também é parte importante que da atividade da Central Depositária o tratamento dos
eventos corporativos deliberados posteriormente pelos emissores.

3.10 Empréstimos em ativos – BTC


Doadores – disponibilizam títulos de cias abertas para alugar.
Tomadores – alugam dos doadores os títulos.
A BM&FBovespa atua na contraparte central de todas as operações de empréstimo.

Mercado que aumenta a liquidez no mercado à vista. O Empréstimo de ativos também contribui
para a melhoria da eficiência do processo de liquidação dos negócios realizados, uma vez que falhas
na entrega de ações vendidas são atendidas automaticamente pelo BTC, o que é denominado de
empréstimo Compulsório.

Tesouro Direto (Cai na prova)

Sistema do tesouro nacional, operacionalizado por meio de uma parceria com a BM&F Bovespa. O
investidor que já possui ações e outros títulos depositados na B3 pode utilizar a mesma conta de
depósito para os seus títulos públicos, desde que a sua corretora ou banco esteja habilitado no
Tesouro Direto.
A B3 oferece uma estrutura integrada de liquidação e depositária, com contas individualizadas, por
meio de uma conta da B3 no Selic. O acesso de investidores ao Tesouro Direto também pode ser
feito via Home Broker.

Para aderir ao Tesouro Direto, a instituição deve estar habilitada como Agente de Custódia da B3.
Market Data
Informações e notícias econômicas de ações, dólar pronto, operações de sisbex, títulos públicos e
derivativos geradas pela bolsa em tempo real que podem ser disponibilizadas (pelo distribuidor,
participante e o vendor) a seus clientes e investidores.

10.2 CÂMARAS DE COMPENSAÇÃO E LIQUIDAÇÃO: Qual é a sua importância?


centralizar a adm do risco inerente às transações de forma a promover a sua adequada
mensuração e a constituição de mecanismos de salvaguardas suficientes para impedir a
inadimplência de um ou mais participantes afete os demais, ou seja, são essenciais para evitar o
RISCO SISTÊMICO. Nesse cenário os investidores não precisam se preocupar com o RISCO CRÉDITO
das diferentes contrapartes tampouco estabelecer e adm limites de risco bilaterais. Com isso,
ampliasse o número de contrapartes e tornam o mercado mais líquido e seu processo de formação
de preços mais eficiente. Débitos/Créditos podem ser liquidados por meio de compensação, sendo
somente o saldo líquido – devedor ou credor. Por fim, são importantes para promover a
transparência do mercado.
Tipos de risco:
1. Risco de crédito = inadimplência. É o risco de uma parte na transação não ser capaz de
cumprir integralmente com suas obrigações no prazo devido ou em qualquer momento
futuro. As câmaras e seus participantes podem enfrentar riscos de mercado e de principal.
2. Risco de mercado = componente do risco de crédito, correspondente ao risco de não
realização de ganhos no caso de uma operação não liquidada. É o risco de ter de repor uma
determinada posição a um novo custo de mercado.
3. Risco principal = risco de perda do principal investimento por ter pagado ou entregado os
ativos sem o recebimento da contrapartida em dinheiro ou em ativos.
4. Risco de líquidez = é o risco de uma parte não ser capaz de cumprir com suas obrigações no
prazo devido, mas ter a perspectiva de cumpri-la em momento futuro. Ex: O risco de o
vendedor não receber o pagamento na data devida e ter de efetuar empréstimos ou
liquidar posições para completar suas obrigações de pagamento ou O risco de o comprador
não receber os ativos no prazo devido e de fazer empréstimos para cumprir com suas
próprias obrigações de entrega.
Para mitigar esses riscos, a B3 entrou como contraparte de todas as operações, para isso está
migrando as 4 câmaras para uma quinta câmara: a Câmara da B3. No final do processo as 4
câmaras anteriores serão desativadas.

10.3 GERENCIAMENTO DE RISCOS DA CONTRAPARTE CENTRAL DA B3:


PRINCIPAIS BENEFÍCIOS DA INTEGRAÇÃO E DA CRIAÇÃO DA Câmara da B3
1 - Maior eficiência na gestão de caixa dos participantes, como resultado da unificação dos
processos de liquidação das quatro câmaras e da compensação de débitos e créditos dos diferentes
mercados em um único saldo líquido.
2 - Maior eficiência na alocação de capital pelos participantes, diante da implantação do novo
sistema de cálculo de risco baseado em portfólio, capaz de reconhecer a compensação de riscos
entre ativos, contratos e garantias distintos, e com diferentes perfis de liquidez, dos quatro
mercados.
3 - Redução dos custos dos participantes do mercado e da Bolsa, relacionados aos diversos
processos de compensação e back-office, em virtude da padronização de regras e procedimentos,
unificação de sistemas e maior automatização de processos.
4 - Modernização tecnológica completa, com simplificação da arquitetura de TI e redução de riscos
operacionais e sistêmicos, em decorrência da substituição de todos os sistemas de compensação e
liquidação antigos por uma nova plataforma, no estado da arte, com capacidade de processamento
suficiente para suportar o crescimento dos mercados durante as próximas duas décadas e com
planos de continuidade de negócios e de recuperação de desastre mais robustos.
GERENCIAMENTO DE RISCOS:
Nova metodologia CORE (Close-Out Risk Evaluation): representa o processo de encerramento,
avaliando perdas e ganhos incorridos ao longo do período.
Quais os 5 competentes do modelo de Gestão de risco da câmara?
1. Cadeia de responsabilidade
2. Estrutura de Salva Guarda
3. Monitoramento de risco
4. Administração de garantias
5. Metodologia de cálculo de risco (CORE)

10.4 CADEIA DE RESPONSABILIDADES


A BM&FBovespa assume a posição de contraparte central para compensação e liquidação das
operações por ela aceita, exclusivamente em relação aos membros de compensação. Perante os
demais participantes, ela não é responsável pela inadimplência de uns para com os outros,
independentemente dos motivos da falha.
CAI NA PROVA
A seguir, temos a cadeia de responsabilidades para estrutura de participantes e os processos de
compensação e liquidação:
RESPONSABILIDADES DE TODOS OS AGENTES ACIMA:
MC PNP PN Comitente
Liquidar, perante à Camara Liquidar, perante ao MC Liquidar, perante ao PNP Liquidar, perante ao PNP/PN/PL
Efetuar o depósito de Efetuar o depósito de Efetuar o depósito de Efetuar o depósito de
garantias garantias garantias garantias
Autenticidade e
Autenticidade e legitimidade nas Autenticidade e Autenticidade e legitimidade
legitimidade nas garantias garantias legitimidade nas garantias nas garantias
Liquidar as obrigações Liquidar as obrigações Liquidar as obrigações
assumidas perante aos PNP assumidas perante aos assumidas perante aos
e PL PN e Comitentes Comitentes
*Comitente não-residente, nos termos do CMN 2687 que liquida suas obrigações diretamente com a Câmara,
em dólares, através do liquidante de operações assume toda resposabilidade de suas obrigações

Cai na prova
Responsabilidade da BM&FBovespa é extinta nos seguintes casos: Idem para membros de
compensação (MC)
1. Liquidação Financeira: na confirmação pelo BCB, da realização do débito na conta de
liquidação da câmara e do crédito na conta reservas bancárias ou conta de liquidação do
liquidante do membro de compensação.
2. Liquidação por entrega: na efetivação da entrega do ativo ou mercadoria, na forma e
nos prazos definidos nas especificações contratuais e no manual de procedimento
operacionais da câmara.
3. Liquidação em dólar dos EUA de comitentes não residentes: nas transferências, pela
BM&FBovespa, dos correspondentes recursos de sua conta para a conta do comitente
no seu Banco de Liquidação no exterior.
CAI NA PROVA

11.2 GERENCIAMENTO DO RISCO E CONTROLES INTERNOS


O modelo de Gestão de Risco Corporativo diferencia 3 grupos envolvidos no gerenciamento de
riscos.

1° linha de defesa: Gestão operacional: Funcionário que implementa controles para mitigar o risco.
(“dono do risco” inerente à função)
2° linha de defesa: Controles Internos: avaliar se os controles implementados estão funcionando
adequadamente para prevenir o risco. Gerenciamento de riscos, conformidade e controle
financeiro. (Não é subordinada a primeira, possui autonomia e independência). Facilitar e
monitorar a implementação de práticas eficientes por parte da 1º linha. Monitorar risco em
conformidade com a legislação.
Dos
3° linha de defesa: Auditoria interna: que monitora permanentemente as atividades e identifica as
falhas nos controles internos, faz recomendações de aprimoramento. São os auditores internos que
forneem as avaliações mais abrangentes (independência e objetividade) diretamente aos órgãos de
governança e à alta adm.

11.5 Qual o objetivo da Auditoria Interna?  adicionar valor e melhorar as operações de


uma organização. Auxilia uma org a realizar seus objetivos a partir de uma abordagem mais
sistemática e disciplinada para avaliar e melhorar a eficácia dos processos de gerenciamento de
riscos, controle e governança.

11.6 COMPLIENCE E AS NORMAS:


Para o bom funcionamento:
1. Justa formação de preço
2. Tratamento equitativo
3. Prevenção ao conflito de interesses
4. Simetria de informações
5. Proteção ao investidor
6. Prevenção à lavagem de dinheiro
O que não se pode ter no mercado, segundo as normas impostas pelos reguladores do mercado
(BACEN/CVM/CMN)
Vedação das Normas:
1. Manipulação de mercado.
2. Condições artificiais de preço, oferta e demanda.
3. Práticas não equitativas entre investidores.
4. Administração irregular de carteira por profissional não autorizado ou que tenha
conflito de interesse.
5. Atuação irregular de agentes autônomos de investimento.
6. Financiamento irregular.
7. Churning = negociação excessiva com o único objetivo de gerar maior corretagem.
8. Front running = pratica ilegal de posicionamento do participante no mercado antes dos
clientes de forma a obter vantagens.
9. Insider trading = negociação baseada no conhecimento de informações relevantes que
ainda não são de conhecimento público, com o objetivo de auferir lucro ou vantagem
no mercado.
10. Lavagem de dinheiro

Normas do complience:

TERMOS OBJETIVOS
Suitability info dos produtos / cadastro atualizado / prod compatíveis ao cliente
Cadastro Regras e Parâmetros de Atuação (RPA)
Conta Margem gerenciar operações de financiamento / info diária aos clientes
Custódia de Ativos manter custódia de ativos individualizadas / sistema de controle
Gerenciamento de Riscos procedimentos p/ limites operacionais / mecanismos de gerenc.
Integridade sistema de controle internos / rel semestral
Prevenção à lavagem de dispor de mecanismos de controle que identifique, mitigue e monitore os
dinheiro riscos de lavagem
AAI fiscalizar atividades AAI / sistema de registro de ordens / contrato com AAI
Procedimentos que assegurem qtd máx de cotas por cotista (40%) e min
(3) e máx (50). Pelo menos 67% estejam em ações, bônus de sub,
Clubes de Inv. debêntures conversíveis, recibos de sub, cotas de FIA e CDA.
Seg. da Informação difundir política da seg da info / seg da rede / armazenar de forma crip
Continuidade dos Neg. des e implementar e testar planos de continuidade
Monitoramento e op de sistema de neg eletrônica / procedimentos de backup / execução de rotinas
infra de backup
Gerenc. De mudanças controles para gerenciamento de mudanças de software
Suporte de Infra manutenção periódica e monitoramento de sistemas de gravação

12.2 CADASTRO: Para o cliente operar na corretora é necessário:


1. Se cadastrar em uma Corretora e mantê-lo atualizado.
2. Avaliar capacidade financeira com suas operações no mercado.
3. Ter conta individual em nome do investidor.
4. Efetivar “conheça seu cliente” Suitability.
5. Corretora tem o dever de esclarecer os riscos das operações, para o cliente tomar sua
decisão.
6. Podem operar: PF ou PJ residentes e não residentes.

Cadastro: Documentos ICVM 506

 Ficha cadastral com dados, informações e declarações requeridas para atendimento as


exigências legais e regulatórias (CVM e BM&FBovespa) inclusive capacidade financeira.
 Contrato de intermediação de operações assinados pelo investidor ou representante legal.
PJ: Contrato ou estatuto social registrado em órgão competente.
PF: RG, CPF e comprovante de endereço

12.3 CONTAS DO INVESTIDOR: é o mecanismo por meio da qual a Bolsa, a Câmara e a Central
Depositária identificam e controlam a atuação do inv no mkt, seus ativos, suas operações e
posições  conta multiativos pois trabalha com vários ativos diferenciados (e derivativos).
Além da conta normal de liquidação das operações dos clientes existem outros tipos de contas, a
seguir:
1. Conta de depósito: para guarda e controle de movimentação dos ativos, submetidos
as atividades de depósitos centralizados.
2. Conta erro e erro operacional: recebe operações não alocadas para comitentes e
realocação de operações devido a erro operacional.
3. Conta intermediara: utilizada pelo PNP, conta de intermediações em nome de um
participante, distribuindo posteriormente as contas normais.
4. Conta admincom: utilizada para possibilitar a identificação de ofertas originárias de
ordens administradas concorrentes, ficando a execução a critério do PNP.
5. Conta Brokerage: possibilita o vínculo de repasse entre PNP e PL sem necessidade de
identificar o beneficiário final (titularidade é do participante-destino).
6. Conta de restrição: para agentes operacionalizar o mecanismo de falha de
pagamento em algum nível da cadeira de liquidação.
7. Conta captura: conta transitória criada pela BM&F Bovespa com titularidade do PNP
para receber operações que não tenham uma conta especificadas ao ambiente de
negociação.
8. Conta Master: agrupamento de contas cadastradas de investidores que possuem
algum tipo de vínculo entre si (gestão comum, ou de representação pelo mesmo
intermediário internacional).
 Gestores de fundos e clubes de investimento nacionais e ou carteiras; gestores
de FI internacionais; intermediários internacionais atuando em nome de não
residentes atuantes no mercado nacional.
Cai na prova
Vinculações de contas permitidas
- Contas de fundos e clubes de investimento nacionais geridas pelo titular da conta máster
- Contas dos clubes de investimentos internacionais, cujo titular da conta máster é o gestor
- Contas de investidores não residentes, cujo titular da conta máster é seu intermediário
internacional
- Contas de carteiras de investidores nacionais administrados pelo titular da conta máster.
Repasse: situação em que investidor deseja que suas ordens sejam executadas por um (ou mais)
PNP, e as operações sendo fechadas, as mesmas sejam repassadas para outra instituição, as quais
custodiaram as posições e por intermédio da qual serão efetuadas as correspondentes liquidações.
Cai na prova
Tipos de vínculos entre contas.
Tipos de Vinculo Tipos de conta p/ Vinculo Função do Vinculo
Repasse (Segmento Conta normal/conta Repassar operação
BM&F) normal do mesmo executada para
investidor em duas concentrar custódia e
instituições (repasse) liquidação em instituição
da escolha do investidor
Exercícios de opções Conta normal/conta erro Possibilita o
exercício de opções, cujas
posições estejam
registradas em conta sob
o PL
Conta máster Conta normal/conta Identificar clientes de
máster conta máster
Por conta e ordem Conta normal/conta Identificar clientes do PN
normal no PNP por meio do qual o
PN opera

Inativação de vinculo
 Por conta e por ordem: somente se não houver posição na conta origem.
 Conta Master: somente se não houver posição

Importante
Código operacional:
Bovespa: caso o participante não defina o código operacional a BM&FBovespa gera
automaticamente.
BM&F: o participante SEMPRE deve definir o código operacional da conta do cliente.

CAP. 13 PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS:


13.1 SEGMENTO BOVESPA:
Operações: Ponto de atenção:

 Lote padrão: quantidade de ativos estabelecida pela Bolsa


 Fracionário: quantidade inferior ao lote padrão
 * Somente PNPs autorizados pela Bolsa podem realizar operações no pregão
 * Somente diretor de operações autoriza correções e cancelamento de operações
registradas e determina realização de leilões, desde que não alterem preço máximo, mínimo,
abertura e fechamento.

Cai na prova – After Market


- Negociação fora do horário regular de ativos do Ibovespa e IBRX100
- Ofertas registradas durante o pregão regular e não canceladas serão passíveis de fechamento
durante o After Market.
Day Trade: C e V mesma quantidade, no mesmo dia, no mesmo PNP, liquidada pelo mesmo MC;
liquidada por compensação financeira.
Qual a diferença entre ORDEM e OFERTA?
ORDEM de C/V de ativos é o ato mediante o qual o CLIENTE determina a um PNP que C/V ativos
ou direitos a eles inerentes, em seu nome e nas condições que especificar. As condições que podem
ser escolhidas pelos CLIENTES, para a execução de suas ordens devem estar enquadradas nos
seguintes tipos de ordem:
1. A mercado: especifica somente quantidade e características do ativo ou direito de C ou V
devendo ser executada imediatamente a qualquer preço.
2. Limitada: executada a preço igual ou melhor do que o estipulado pelo cliente.
3. Administrada: especifica somente quantidade e características dos ativos ou direitos a serem
C ou V; execução a critério do PNP.
4. Discricionária: dada pelo adm. de carteira de títulos e valores mobiliamos ou representantes
de mais de um cliente, cabendo ao ordenante as condições em que a ordem será executada.
Após a execução, o ordenante indicará os comitentes a serem especificadas, a quantidade e
preços.
5. De financiamento: C ou V de ativo ou direito e outra concomitante de C ou V do mesmo
ativo ou direito no mesmo ou em outro mercado.
Ex: compra à vista e venda à termo.
6. Stop: é aquela que especifica o preço do ativo ou direito a partir do qual a ordem deverá ser
executada, ela pode ser:
7. Casada: execução de uma ordem vinculada a execução de outra com ou sem limite de preço.
Executada somente se ambas puderem ser realizadas.
OFERTA de C/V de ativos é o ato mediante o qual o OPERADOR de um determinado PNP registra
ou apregoa a intenção de C/V ativos ou direitos a eles inerentes, nas condições que especificar. Os
tipos de ofertas aceitos são:
1. Limitada: executada a preço igual ou melhor do que o estipulado pelo cliente.
2. Preço de abertura: executada ao preço de abertura do leilão ou das fases de pré-abertura e
pré-fechamento.
3. À mercado: executada ao melhor limite de preço oposto. (Pedra/oferta)
4. Stop (preço de disparo): oferta baseada em determinado preço de disparo; neste preço e
acima para uma oferta de compra e neste preço e abaixo para uma oferta de venda. A
oferta a limite stop se torna uma oferta limitada assim que o preço de disparo é alcançado.
5. Direto: C e V de dois comitentes diferentes numa mesma corretora com quantidade de
preços iguais.
6. (MOC – Market on Close): Oferta a Mercado durante o call de fechamento. Ela pode ser
registrada durante a sessão regular de negociação e somente é ativada no início do call de
fechamento.
Leilão: condições particulares referentes ao neg e são determinadas pela CVM:
1. Media negociada nos últimos 30 pregões. (normal de 5 min)
2. Capital social das empresas.
3. Cotação. (normalmente 5 min)
4. Negociabilidade:
4.1 Não negociada nos últimos 5 pregões. (normalmente 15min)
4.2 Papel estreante na bolsa. (normalmente 15min)

CAI NA PROVA
Formas de leilão: por ordem de preço e sequência cronológica de registro de oferta
Comum: interferência de comprador e vendedor
Especial: permite interferência somente de comprador. Exemplo: títulos não cotados em Bolsa;
sobra de subscrição).
Circuit Breaker
Controle de oscilação do Ibovespa. Interrompe os negócios quando:
1. Ibovespa atingir limite de baixa de 10%, o mercado interrompe por 30 minutos.
2. Após reabertura, se cair 15%, o mercado interrompe por 1 hora.
3. Após nova reabertura, se cair 20%. O mercado interrompe por prazo a ser definido pela bolsa.

 Não haverá acionamento das Regras 1, 2 ou 3 na última meia hora de funcionamento do


Pregão.
 Ocorrendo a interrupção dos negócios na penúltima meia hora de negociação, na reabertura
dos negócios, o horário será prorrogado em, no máximo, mais 30 (trinta) minutos, sem
qualquer outra interrupção, de tal forma que se garanta um período final de negociação de
30 (trinta) minutos corridos.

Cai na prova

13.3 OPERADORES: responsabilidade solidária


 Operador sempre atua no pregão em nome e por conta do PNP que o cadastrou.
 PNP respondera solidariamente pelos atos praticados por seus operadores no exercício de
suas funções, sem limitação de responsabilidade de qualquer espécie.
 O desligamento do operador do PNP que o credenciou deverá ser comunicado,
imediatamente e por escrito, a central de cadastro de participantes da BM&F Bovespa

13.4 MERCADOS DE BOLSA: definições e características


À vista: liquidação física e financeira em D+3
À termo: prazo de liquidação física e financeira previamente fixado entre as partes,
negociação de tx. (operações: caixa e rolagem)
Opções: direito de C ou V de um ativo em data futura, pagando-se um prêmio por este
direito.
Americana: exercício a qualquer momento
Européia: exercício somente no vencimento
Exercício: registro da operação de C e V à vista pelo preço de exercício do ativo objeto.
Opções não exercidas no prazo previsto caducão (viram pó)
Opção sobre índice: índice multiplicado pelo valor em reais (R$ 1,00) de cada ponto, lote
padrão de 10 contratos.
Liquidação da operação de exercício (Índice): diferença entre o índice de liquidação
(calculado diariamente pela bolsa) e o preço de exercício.
Recibo de subscrição: negociado no período que antecede a homologação de aumento de
capital da Cia Emissora.

13.5 PNP: são instituições autorizadas pelo BCB e CVM a realizar operações
- Construída sob forma S/A ou LTDA
- Supervisionado por BC e CVM
- Operar conta própria ou por conta e ordem
Regras de conduta dos PNPs
- Relacionamento fiduciário (confiança) de ordem geral e seus clientes
- Fiscalizar operações de seus clientes
- Informar Bolsa sobre infrações que tenha conhecimento em razão de sua atividade
- Podem recusar recebimento de ordem
Direitos do PNP
- Exigir garantias adicionais.
- Estabelecer condições p/ limitar riscos excessivos decorrentes de condições anormais de
mercado.
- Estabelecer limites operacionais superiores que os determinados pelo MC.
- Liquidar operação, quando comitente não cumprir com suas obrigações.

Membro de Compensação MC
- Autorizada pela Câmara de Ações.
- Liquida Operações dos PNPs no segmento Bovespa
- Aloca parte do limite recebido por cada PNP (informa a câmara de ações)
- Responsável pela liquidação das operações das PNPs

13.6 A BOLSA: entidade adm dos mercados organizados de valores mobiliários e no


interesse do mkt ela poderá:
proibir que PNP ou comitente opere nos mkt / suspender ou cancelar operações de exercício de
opções / prorrogar horário de exercício, bem como o encerramento do pregão. Ela considera
infrações do PNP:
1. Operações em desacordo com normas regulamentares.
2. Execução de ordem a cliente não cadastrado.
3. Bloquear posição de opções sem a correspondente compra em nome do cliente
4. Realizar abertura de posições em séries vincendas no dia do vencimento
Multas e penalidades são aplicadas pelo diretor presidente da bolsa e debitados através do MC
do PNP faltoso.

13.8 SEGMENTO BM&F:


Negócios Diretos: CAI NA PROVA

 Intencional: registro efetuado pelo mesmo PNP por comando único no sistema de
negociação.
 Não intencional: C e V registradas separadamente pelo mesmo PNP no sistema de
negociação

Formação de preço de leilão = regras de Fixing

 Primeiro critério: o preço atribuído ao leilão será aquele ao qual a maior quantidade de
contratos for negociada.
 Segundo critério: em caso de empate do primeiro critério, assume-se o preço que sobrará
menor quantidade sem execução.
 Terceiro critério: havendo empate nos dois critérios acima, atribui-se ao leilão o preço
mais próximo do preço do último negócio ou, na ausência deste, o mais próximo do
preço de ajuste, com arredondamento para adequação ao tick size.

Prioridade no Leilão
O sistema eletrônico de negociação adotará, como prioridade de fechamento de negócios no
momento da abertura de um leilão no segmento BM&F, inicialmente as ofertas:

 Limitadas por ordem de preço (melhor oferta de C e V, primeiro) e depois sequência


cronológica de registro de oferta.

13.10 Definição e característica dos tipos de Túneis


Túnel de rejeição: evitar ocorrência de erros operacionais. Ofertas de C e V inseridas no
sistema fora do túnel de rejeição são recusadas automaticamente pelo sistema.
Túnel de leilão:
 Acionamento automático.
 Não é permitido cancelar ofertas durante o leilão que participem de formação teórica.
 São permitidas alterações nas ofertas registradas que participem da formação teórica,
desde que impliquem aumento da quantidade ofertada ou melhora do preço.
Tempo de leilão para contratos.

 De maior liquidez será de 1 minuto, com prorrogação automática de 30 segundos caso


alguma das condições do leilão se altere nos últimos 15 segundos.
 De menor liquidação será o dobro do tempo acima: 2 minutos/ 1 minuto/ 30 segundos.

Túnel de leilão baseado no preço médio ponderado do ativo


Intervalo de variação de preço estabelecido pela BM&F Bovespa.
Se a oferta fechada infringir limites, acionará automaticamente o procedimento do leilão.
Túnel de proteção
Objetivo de impedir a abertura automática do leilão, permitindo que seja configurado uma
nova prorrogação p/ encerramento do leilão ou dos calls de abertura e fechamento, caso o
preço teórico infrinja seus limites inferiores ou superiores.

13.11 Tipos de ordens:


 Administradas, casada, discricionária, stop, à mercado, limitada e monitorada.
 Monitorada: O comitente, em tempo real, decide e determina ao intermediário as
condições da execução.

Tipos de ofertas:
1) Limitadas, 2) À mercado, 3) Stop, 4) casada; 5) discricionária.
- 5) Validas para a sessão (Dia): válida até o fechamento do negócio ou ao fim do pregão.
- 6) Execução Imediata(EoC): Aceita somente se executar pelo menos uma parcela de sua
quantidade imediatamente.
- 7) Execução Total (ToN): aceita somente se executado totalmente a quantidade (caso negativo
será cancelada).

13.13 Preço de ajuste


Média aritmética ponderada dos negócios realizados no intervalo de negociação definido pela
Bolsa.
Disputas operacionais: discordância entre corretoras

Recursos
 Decisões de operações são passíveis de revisão pelo diretor presidente (a pedido de
qualquer parte), por escrito.
O diretor presidente pode manter a decisão do diretor de operações ou determinar a
tomada de novas providencias ou a abertura de sindicância, ou proferir nova decisão.

Penalidades: Podem ser aplicadas pelo diretor de operações, diretor presidente ou BSM
(BM&FBovespa Supervisora de Mercado).

13.17 FORMADOR DE MERCADO:


PJ nacional ou estrangeira devidamente cadastrado na Bolsa, destinada a dar liquidez ao ativo pelo
qual foi contratado.
Atividade regulada pela ICVM 384 pode atuar com um ou mais ativos em diferentes mercados.
Um único formador de mercado para cada ativo.
Pode receber remuneração e/ou recursos ou valores mobiliários.
Sobre as operações realizadas pelo formador de mercado incidirão emolumentos, e o mesmo
poderá usufruir dos benefícios com relação aos emolumentos que incidem sobre as operações
realizadas no desempenho de suas funções.
É vedada a utilização de ações em tesouraria, inclusive as em poder de empresas coligadas ao
emissor ou as suas controladas.
Credenciamento
Comprovar capacidade financeira e ter garantias exigidas pela Bolsa.
Compete ao Formador de Mercado:

 Estar presente diariamente no mercado, com a colocação de ofertas de C e V para, pelo


menos, a quantidade mínima de ativos por oferta determinada pela BM&FBovespa.
 Respeitar o intervalo máximo entre o preço da oferta de compra e da oferta de venda.
 Fazer os melhores esforços para executar as ofertas recebidas.

Parâmetros a serem observados:


1. Lote mínimo de cada oferta definida pela BM&F Bovespa;
2. Intervalo máximo entre o preço da oferta de compra e da venda do formador de
mercado;
Caso a cotação do ativo apresente excessiva volatilidade, a BM&FBovespa poderá
autorizar que o formador de mercado aumente o intervalo máximo entre o preço da
oferta de compra e venda, ou ainda liberar o formador de mercado, durante esse
pregão do lote mínimo definido acima.
Vedações

 Sustentar artificialmente o preço dos ativos para os quais atue.


 Permitir a manipulação de preço ou volume dos ativos.
 Praticar qualquer tipo de operação que esteja em desacordo com as disposições legais e
regulamentares.
Punições

 Advertência verbal ou por escrito


 Multa (valor estabelecido pela diretoria executiva)
 Presidente suspender atividades por no máximo 90 dias.
 Descredenciamento

3. MODALIDADES DE OPERAÇÕES:
AMBIENTE DE REGISTRO
Modalidades de operações: Ativos:
FIs listados (ETF) quando os ativos que compõem o índice estão
1. Com garantia total: a câmara atua como contraparte depositados na central depositaria da BM&FBovespa; contratos
central das duas partes de swap, de opções flexíveis, a termo de moeda, a termo de
ações e empréstimos de ativos (BTC).
2. Com garantia parcial: a câmara atua como contraparte
contratos de Swap
central apenas em uma das partes da operação

integralização e resgate de cotas de fundos de investimentos


3. Sem garantia e com liquidação bruta: a câmara não atua listados (ETF) quando ao menos um ativo que compõe o índice
como contraparte da operação, mas operacionaliza o objeto do ETF não esteja depositado na central depositaria da
processo de liquidação; a câmara garante apenas o BM&F Bovespa, ou não seja aceito pela câmara e de títulos de RF
processo de entrega de ativos contra pagamentos. privada emitidos por instituição financeira ou por instituição
jurídica não financeira.
4. Sem garantia e com liquidação entre as partes: a câmara
não atua como contraparte central de nenhuma parte da
operação. Confirmação de registro e não envolve Contratos de swap, opções flexíveis e termo de moeda.
responsabilidades ou obrigações de liquidação para a
Câmara, a liquidação ocorre diretamente entre as partes.

AMBIENTE DE NEGOCIAÇÃO
Modalidades de operações: Ativos:
mercado de renda variável (ações, BDRs, bônus de subscrição, FIA
(fundo investimento ações) fundos de investimentos listados ETF,
1. Com garantia total: a câmara atua como contraparte
opções sobre ações, RF privado (debentures); contratos de
central das duas partes
derivativos financeiros e de commodities (futuro, opções e
termo), operações à vista de ouro ativo financeiro.
2. Sem garantia e com liquidação bruta: a câmara não atua operações no mercado de renda variável (cotas de FIC – FIP, de
como contraparte central de nenhuma das partes de FIEE, de FIP, de FII); operações de mercado de RF privado
operação, mas permite os mecanismos de identificação do (debêntures, CRIs, CRAs, cotas de FIC – FIDC, de FIDC, LF e NP);
comitente final e operacionaliza o processo de entrega de OPA; ofertas de distribuição de ativos e outras operações a
ativos contra pagamento critério da câmara.

Modalidades do ambiente de registro


1. Com garantia total: a câmara atua como contraparte central das duas partes: FIs listados (ETF)
quando os ativos que compõem o índice estão depositados na central depositaria da
BM&FBovespa; contratos de swap, de opções flexíveis, a termo de moeda, a termo de ações e
empréstimos de ativos (BTC).
2. Com garantia parcial: a câmara atua como contraparte central apenas em uma das partes da
operação: contratos de Swap.
3. Sem garantia e com liquidação bruta: a câmara não atua como contraparte da operação, mas
operacionaliza o processo de liquidação; a câmara garante apenas o processo de entrega de
ativos contra pagamentos: integralização e resgate de cotas de fundos de investimentos listados
(ETF) quando ao menos um ativo que compõe o índice objeto do ETF não esteja depositado na
central depositaria da BM&F Bovespa, ou não seja aceito pela câmara e de títulos de RF privada
emitidos por instituição financeira ou por instituição jurídica não financeira.
4. Sem garantia e com liquidação entre as partes: a câmara não atua como contraparte central de
nenhuma parte da operação.
Confirmação de registro e não envolve responsabilidades ou obrigações de liquidação para a
Câmara, a liquidação ocorre diretamente entre as partes.
Contratos de swap, opções flexíveis e termo de moeda.

Modalidade do ambiente de negociação:


1. Com garantia total: a câmara atua como contraparte central das duas partes da operação:
mercado de renda variável (ações, BDRs, bônus de subscrição, FIA (fundo investimento ações)
fundos de investimentos listados ETF, opções sobre ações, RF privado (debentures); contratos
de derivativos financeiros e de commodities (futuro, opções e termo), operações à vista de ouro
ativo financeiro.
2. Sem garantia com liquidação bruta: a câmara não atua como contraparte central de nenhuma
das partes de operação, mas permite os mecanismos de identificação do comitente final e
operacionaliza o processo de entrega de ativos contra pagamento: operações no mercado de
renda variável (cotas de FIC – FIP, de FIEE, de FIP, de FII); operações de mercado de RF privado
(debentures, CRIs, CRAs, cotas de FIC – FIDC, de FIDC, LF e NP); OPA; ofertas de distribuição de
ativos e outras operações a critério da câmara.