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Título:Eusei quev outeamar

Aut or:LaureyBright
Títuloorigi
nal: TheWeddi ngUlti
matum
DadosdaEdi ção:Edit
or aNovaCultur
al2002
Publ i
caçãoor igi
nal:2001
Gêner o:Romancecont empor âneo
Digital
izaçãoecor reção: Ni
na
EstadodaObr a:Corri
gida

Ohomem queel anãopodiater..


.
Órfãdepai ,
tudoqueJennaHar perquer i
aerat erumaf amí l
i
aecasar -secom Dean, seuami gode
i
nfância.Noent anto,seussonhossedespedaçar am quandoDean, depoi
sdepassarquat r
oanos
for
a, vol
touparacasanoi vodeout r
a!At équeoi rmãomai svelhodeDean, otaciturnoer eserv ado
MarcusCr ossan, f
ezaJennaumapr opostainesperada:queel asecasassecom el e!At ónit
a, Jenna
rel
utouem acei t
ar,masMar cusconv enceu-acom bei j
osapai xonados,queadei xaram sem f ôlegoe
ansiosaparasersuaesposa. ..Depoisdecasada, ainexper i
enteJennav i
u-senum mundonov ode
emoções.Mar cusl hedespertavaum desejointenso,fantasiassensuaisqueal evav am aansi arpor
ouvi-
losussurrarpalavrasdeamor .
..Atéque, subi
tamente, Deanv ol
touaficarl
iv r
e...
CAPÍ
TULOI

Ansiosament e,JennaHar perassistiaaodesem¬bar quedospassagei rosdov ôoLosAngel es—


Auckland.Mochi l
eir
osdej eansebot as,executivosdet er noegr a¬vat a,paiscom cri
anças
sonol entas,um casaldemei a-i
dadecuj osnet osavançar am par asaudá- los.
Entr eaquelesqueaguar davam nosaguão, nativoscom cami sasf lori
daseumai ndianav estida
ti
picament e,num col oridoqueani ¬mav aoambi ent e.
Amel horami gadeJenna, KatieCrossan, mexi a-seimpaci ent easeul ado.Ai r
mãdeKat i
e, Jane,
embal avaafilhacaçul anocol oenquant oomar idot ent avadist r
airasout rasduascrianças, que
começav am af i
carindócei s.
—Quandot ioDeanv aichegar ?—i ndagouacaçul a,dequat roanos.
— Logo—assegur ouJane.
Af amí l
iaCr ossancompar eceraem pesopar ar ecepci onarDean.At éMar cus,oir
mãomai sv elho.
Jennai magi nouseMar cust er
iaidoseKat i
enãohouv esseim¬pl oradoumacar onaat éo
aeropor toem Manger e.
Mar cusper maneci aum poucoaf astadodor estodogr upo,omai sal todet odos,i
nclui
ndoseupai .
Penteav aoscabel oscast anho- es-curossem mui tocui dadopar al ongedor ostoanguloso,que
apa¬r ent avai nteligência.Mant inhaasmãosnosbol sosdacal çaaci n¬zentadaem parcom uma
cami sacr eme.
Mar cusv oltoul evement eor ostoeper cebeuJennaf i
tando-o.Er gueuosobr olhoe, então, um
cantodol ábio, osol hosci nzent osper spicazes.
Jennasor ri
usem j eit
o, enganchouumamechadoscabel oscast anho- clar
osnaor elhaese
concent rounasegundal ev adev i
ajant esquechegav aàNov aZel ândia.
Mar cuser amai svelhodoqueKat i
eeDean, osgémeosnasci quandoel etinhaquasesei sanose
Jane, ci nco.
Kat i
eeJennaconcor dav am em que, embor asent i
ssem mui toaf altadeDean, abol saqueel e
ganhar apar aest udarnosEst adosUni dosporquat r
oanosl heder aachancedeaf ast ar
-seda
sombr adof or mi dávelMar cus.Masaesper af oradifícil
.
Mar cusov iupr imei ro.
— Aív em ele!
Katiedest acou- sedogr upoegr itouonomedoi rmãoant esdeseat ir
araseupescoço.Dean
suspendeuar odopi oucom ai rmãgémea.
Ascr ianças, der epent et ímidas, agar raram- seàmãe, impedi n¬do-a, eaomar ido, dese
aproxi mar em.
Jennanãoev itouosor risodepur aal egria.Sent i
a-sebor bulharcomochampanhe, masf orçou-se
aesper ar.Assi m queassaudaçõesf ami liarest erminassem, Deannot ari
asuapr esença.Poror a,
fi
cav af elizsóem obser vá-lo.
Deannãoer at ãoal toquant ooi rmão, masoscabel oser am quasedamesmacor ,etinham um
ondul adoboni to.Or ostoer aregul areosol hos, deum azult r
ansl úcido.Par eci
aum ast rode
cinema.Cer cadopel afamí li
a,expr essav at odooseuaf eto,oque, paraJenna, odei xavaai nda
mai sboni to.
Osr .Cr ossanabr açour apidament eof il
ho, asr a.Cr ossanen¬xugouumal ágrimaapóibei j
á-l
o,
tr
êscr iançasescondi am- seat rásdeJaneenquant oel abeijavaoi rmãocaçul anor ost o,
eseu
mar i
dodavaum t apacamar adanoombr odocunhado.
Jennaj áder aum passoquandonot ouumal oiraal taebr on¬zeadapoucoat rásdeDean.
Imagi nar aquef osseout rapassagei r a,aguar dandopaci entement equeogr upol hedesse
passagem, masel aagor asepunhaaol adodeDean.I nacreditavelment e,el
epou¬souobr açonos
ombr osdel a.
Eracomoum f il
meem câmer alent a.Jennasent iuabocaseca, osanguecongel ado.Per i
gav a
sufocar , i
móv el ,em mei oàcomoçãodaf amí li
aCr ossan.
Deansor riupar aamoçaqueni nguém conheci aeanunci ou:
— Est aéCal lie..
.enósvamosnoscasar .

CAPI
TULOI
I

Omundopar oupar aJenna, embor aaseur edoraspessoasci rculassem, chamassem umasàsou¬tr


as,
seabr açassem esebei j
assem, aj
udassem aempur raroscar¬rinhoscom bagagem.
Af amí l
iaent r
ouem pol vorosa. Kat i
egr i
toueesmur rouDeannopei to.
—Nãonoscont ounada!
Amãeabr açouDeannov ament e,sor ri
upar aaf uturanor aeabei j
ounor osto.
Opaitambém
cumpr imentouamoçaeent ãoaof i
lho.
Par aJenna, omundoset or naracinz a,ossonschegav am aba¬f ados.Deansequernotar
asua
presença. Estav aatónit
a.
Finalment e,sentiuum aper tonobr aço,tãof ort
equechegav aadoer ,masnof undoagradeceu,
porqueaconv enciadequeai ndapodi asent i
r.Mar cussussurrou-lheaoouv ido:
— Querqueeuat ir
edaqui ?
Sim, pensouel a, masdecl arouoopost o:
—Não. Cl
ar oquenão. Você. ..nãocumpr iment ouseui r
mãoai nda.
Mar cuspar eciasombr i
o, nadaami stosoem r elaçãoaoi rmãor ecém- chegado.
—Nem v ocê—obser vou.—Est ádispost aai sso?
Jennasent iugrandeconst rangiment oepâni co. Talvezfossepas¬sarmal .Temendoabri
raboca
novament e,
apenasassent iu.
—Par ecequev aidesmai araqual queri nstante—adv er
ti
uMar cus.
Jennacer rouosdent esef or çou- sear esponder :
—Nãov ou. —Pr endeuar espiraçãonaesper ançadei mpr imircornasf aces.
Ogr upoaor edordeDeanapr ox imav a- se. Mar cusnãosol touJennaquandoDeanosv i
ueacenou,
abandonandoocar r
inho.
Jennaesboçouum sor ri
soef orçou- sear espi rarnov ament e.Mar cusj áest endiaamãol i
v repar ao
i
rmão, ganhandomai sal gum t empopar ael a.
— Oi ,Dean—cumpr iment ou, sem gr andeemoção. —Par abéns&bem- vi
ndoaol ar .
—-Obr igado. —Deandeu- l
heum t apaami gáv el noombr o—Vocênãomudounada, Mar c...
Det rásdel e,Kat ieol hav aansi osapar aJenna. Final ment eDeanr econheceuaquel aquenãoer ada
famí lia.
—Oi ,Jen! Quegent il
ez av iraest ahor adamanhã. Comoest á?
Meaabr açou, sem r epar arqueel amant inhaosbr açosaol ongodocor po.
—Pr eci saconhecerCal lie...
Sem dúv ida.
Jennar ecuouequasecol idiucom Mar cus, oombr ocont raot ór axampl o, masel enem semov eu.
Sent iu- seescor adapel amassasol idaqueer aaquel ehomem.
Est ampouum sor r
isocor dialnor ost oaosedi rigiràquel aquel her oubar aDean.
— Pr az erem conhecê- la.
— I gual ment e.—Cál liet inhaum sot aqueamer icanoesor ri
sogenuí no. —Ouv ifalarmui t
odev ocê.
Como? ,pensouJenna, frenét i
ca. OqueDeanpodi at erf aladoaseur espei to?Queer aestupi dament e
apai x onadaporel edesdeai níanci a?Quei magi nav aquef ossem secasarquandoel ev oltasse?Quese
consi der avaapessoamai schegadaael enomundo, depoi sdamaeedai rmã?
— Amel horami gadeKat ie—r ecor douCal l
ie.—Ecol egadeapar tament o,cer to?
—-E—mur mur ouJenna. Quer iagr it
ar , chor ar..
. fugi r. Masoor gul hoamant inhacompost a,sorridente.
— Ev ocêdev eserMar cus—ar ri
scouCal li
e. —Oi rmãomai svel ho. —Av ali
ou- oaber tament ee
par eceuapr ov ar. —El emecon¬t out udosobr eaf amí li
a.
— Masel enãonoscont ounadasobr ev ocê—r ebat euMar cusCal lier iu.
— Achoquequer i
af az ersur presa.
—Foi umasur presaet ant o.-Mar cusf ezpausa. -Dasmai sagr adáv eis, clar o.Esper oquegost eda
Nov aZel ândi a.
—Est ouansi osapar av ert udo, equer oconhecerat odost am¬bém. IncluindoJenna, claro.
Ocompl ement oem t om gent ilapenasdest acar aof at odeJennanãoper t
enceràf amí li
a.
Osf il
hosdeJanesubi ram nocar ri
nho, eumadasbol sascai u.Cal lief oi ajudarar eor ganiz ara
bagagem, eJennav iuaopor tu¬ni dadedef ugir.
MasMar cusest av anocami nhoeasegur oupel obr aço.
—Esper e—or denou.
Incapazdei mporsuav ont ade, Jennaper maneceui móv el en¬quant oel et rocav aal gumaspal avras
com ospai seKat ie,quepa¬r eciapr eocupadacom el a. Ent ão, Mar cusv oltoupar aj untodel aeat omou
pelocot ov elo.
—Vamos.
El anãoper gunt oupar aondei am, prof undament eal i
v iadaporsai rdaquel epesadel o.
—EKat i
e?—i ndagou, l
embr ando- sedaami gaenquant oat ra¬vessav am oi mensosaguãodo
aer opor to.
—Háespaçopar ael anocar rodemeupai ,eel anãoquersesepar ardeDean. Issoéal gocom que
Cal l
iet er ádeseacost umar ...apr ox imi dadedosgémeos.
E, claro, com Cal li
enobancot rasei ro, nãosobr ar i
aespaçopar aJenna, aquel aquenãoer adaf amí l
ia.
Ospai sdeDeanesper av am queel ef icasseem casa, distantemei ahor adeAuck land, atései nst al
ar.
Cer tament e,nãoi magi na¬r am quef osseapar ecercom umanoi va, masnãot eri
am di ficuldadeem
hospedá- l
aconf ortav elment enacasaenor meem quehav iam criadoaf amí l
ia...acasaqueJenna
conheci aquaset ãobem quant oasua, bem menor , quedi vidiacom amãenav i
zinhança.
Jennai nspirouoarmai sf rescodoest aci onament o. Océuci n¬z ent ocomeçav aaf icaraz ul,àmedi da
queasnuv enssedei x av am ar r
ast arpel ov ento.
Mar cusabr iuapor tadopassagei rodeseuaut omóv el del uxoeaj udouJennaaseacomodar .Não
dissenadaat éseaf ast arem docompl ex oaer opor tuár io. Per corr
er am umaár eademat apreser va¬daé
ent ãocomeçar em av erconst ruçõesnov ament e.
—Eudi sseameuspai squei riapar acasadepoi s. Ját omouocaf édamanhã?
— Caf édamanhã?—Jennaai ndanãoconsegui ar aciocinar.
— Comeual go?Amai or i
adaspessoasseal iment al ogocedo.
—Não. —El aeKat iet inham acor dadoex ci t
adasdemai sparat omarodesj ejum t ãocedo.
— Nem eu—decl ar ouMar cus. —Vamospar arnocami nho.
Jennanãodi scut i
u, embor anãosent issef ome. Aex empl oaosi rmãosmai snov osdel e,acostumar a-se
aobedecê- l
o.
Jádent rodosl i
mi tesdaci dade, Mar cuspar ounum r estaurant e,epedi r
am sucodel aranja,torradase
panquecas. Eleobr igouJennaat omarum caf ébem f orte,quent eecom açúcar .
—Assi m est ámel hor—sat isfez -seel e, depoi squeel aconsumi uduast orr
adas, além dabebi da. —
Parecehumananov ament e.
— Nuncaest oucem porcent ol ogocedo—j ust i
ficouel a,apát i
ca.
Marcuscompadeceu- se.
— Lament omui to, Jenna.
Elaolhav af ixament epar aosal ei r
onamesa.
—Obr i
gada. .
. pelocaf édamanhã. —Epormesal var.Porimpedi rqueeuf i
z essepapel deidiot ana
fr
entedet odos. —Voupagarami nhapar t
e.
—Nãosej at ol a.—Mar cusai mpedi udeabr irabol sa. —Eupago. —Det erminado, sacouacar tei
ra.
—Tal vezeudev av oltarpar acasa. .
. —consi der ouJenna, j
ánocar ro.
Katieimagi nar aqueel apassar i
aof i
m desemanacom osCr os- san. Consi deraraum gol pedesor tea
chegadadoi rmãonosábadol ogocedo, demodoani nguém t erdepedi rdispensanot r
abalho.
Jennat ambém nut rira'aex pect ativa,masagor adesej avapoderusaradescul padot r
abalhopar anão
compar eceràf est ader ecepção.
— Nãov eiopar apassarof im desemana?—quest ionouMar cus.
— Tudomudou. Noi v adoésópar aaf amí l
ia. Eeunãosouf amí l
ia.
Marcusdeudeombr os.
— Querquenossi ntamoscul pados?
—Não! Nós. ..v ocêst odosest avam ansi osospel av oltadeDean. Quer oquef iquem f el
izesporel ee..
.
eCalli
e.
—Mui tonobr e—desdenhouMar cus. —Comosenãot i
vessequasemor ri
doj untoàquel epor tãode
desembar queev i
ndoembor asem sedespedi rdeni nguém.
Jennasuspi rou.
— Nãodev em t ersent idoami nhaf alta.
—Em al gum moment o,v ãosei ndagarondeest aráv ocê—r e¬pl icouMar cus, dur o. —Seéoquequer ,
possol ev arv ocêpar aasuacasaedi zeràf amí l
iaquenãoest av asesent indobem. ..
Todossaber i
am queseuúni cogr andemal eracor açãodespeda¬çado, não?Mashav i
aa
possibil
idadedeKat ieacr editarqueel aest i
v essemesmodoent e, oqueai mpedi ri
adecomemor ara
volt
aeonoi vadodoi rmãodespr eocupadament e.
Jennamor di scouol ábi o, i
ndeci sa.
— Suaf amí liai ntei radev eest arcom penademi m.
— Kat ie, talvez . Secont ouael aoquesent e.
Jennameneouacabeça.
—Nav er dade, não. Quer odi z er..
. nãocom t ant aspal av r
as. —I magi navaqueaami gasoubesse. ..
assim comoDean. Masenganar a-ser edondament e.—Pensei quet odossoubessem. —Vol touor osto
paraMar cus. —Vocêsabi a.
Elesorriu.
—Achoquemeuspai sai ndanãoper ceber am queosgémeosev ocêjácr escer am. Nuncal ev aram a
séri
oseuf ascí nioporDean. EJaneandouocupadacom apr ópriaf amí li
anessesúl ti
mosanos. I
magi no
quenãot enhat r
ocadocar tasdeamorcom meui rmãoz inho..
.
Elasempr econcl uíaasmi ssi vasdomesmoj eito:"Com amor ,Jenna" .Deanr et r
ibuí aocar i
nho
quandoescr ev ia, em car tassem¬pr eender eçadasael aeài rmãem conj unto. Quandoel et el
ef onav a,a
conversat ambém er aat rês, demodoquenuncahouv erachancedeconf i
dênci as.
Jennanuncasei mpor t
ar aem par ti
lhar ,grataporKat ietambém nãosei mpor tar.Osgémeos, mesmo
nãosendoi dênt icos, tinham umal igaçãoespeci al.Elaent endia. Cal l
ieent enderiat ambém?
— Nãoer am car tasdeamor ,pr opr i
ament e.
Apóst ant ot empodeconv ívio, eracomoseel aeDeannãopr e¬ci sassem ex pressarossent i
ment os
com pal av rasex tr av agant es. Teriasi doat éembar açoso.
—Deannãocost umasercr uel —obser vouMar cus. —Masnãoénadasensí vel noqueser ef erea
sentiment os. Pr ov av el ment e, vocênuncar epar ou. .. pelof at odet erem cr escidoj unt os.Masel enãoé
capazdeenx er garoqueest áum pal moadi ant edonar i
z.
SupondoqueMar cusest ivessecer to, seuaf ast ament osór efor¬çar iaasuspei tadet odos. ..incl uindo
Dean, eCal l
ie, dequeel aal iment ar asonhosem r elaçãoaoami godei nfânci aesof reraumat er rível
decepção. Nãot ol erar i
aserobj etodepi edade.
—Comoandam seusdot esdei nter pr et ação?Vocêcost umav aserboaat r
izquandocr i
ança.
Principal ment equandooobj etivoer asal v arapel edeDean. .
.
Mar cussempr esouber adosseussubt er fúgi osem benef í
ci odeDean. Assim comoper ceber aseu
mal -
est arnoaer opor toeagi rar ápi dopar aev itarum const rangi ment omai or.
Comoel anãor espondi a, Mar cuscompl et ou:
—Aescol haésua, mas, sev i
ercomi go, promet oquet or nar eiasi t
uaçãoomai ssupor táv elpossí vel.
.
.
esai r
emoscedo.
Jennar espi rouf undo.
— Euv ou.
Ent ão, Mar cusaol houdeum modoqueel anãosoubei nt er pre¬t ar.Obser vando- acom osl ábi os
compr imi dos, el el heacar iciouamãoant esdedarpar t
idanocar ro.
Ser i
at ãor uim quant oel ai magi nar a.
Mar cusest aci onounar ua, diantedacasaant i
gacom j anel asampl asquef orarepi ntadapar a
recepci onar em Dean. Um docear o¬madel av andaper meav aoar ,ex aladoporv asinhoscom f l
or es
cor-de- rosanosdegr ausdav ar anda. Apor tadaf rent eest av aaber ¬ta, eper cor r
eram ov estíbulo.
Encont r
ar am osadul tosnasal adeest ar ,sabor eandocháecaf é. Ascr i
ançascor riam ent reas
cadeiras, brincandodepega- pega, ent randoesai ndopel asj anel asf rancesasqueseabr iam par aopát i
o
arboriz adoeapi sci nacom deque.
Mar cusex pl icouquehav iam par adonocami nhopar at omarodesj ejum, paraoqual nãot i
nham t ido
tempo, com ov ôodeDeanchegandot ãocedo.
—Podi am t ert omadoocaf édamanhãaqui —r epr eendeuamãe.
—Nãoaguent ei def ome. —Mar cussor ri
u. —EJennaest av apr ecisandodeum caf é.,.
Asr a. Cr ossanf itou- acom si mpat ia.
—Vocêest ámesmoum poucopál ida. .. —Em v ozbai x a, inda¬gou: —Nãoest átristecom onoi vado
deDean, est á, quer ida?
—Cl ar oquenão—ment iuJenna, for te. —Cal l
ieémui tobo¬ni ta, eDeanpar ecet ãof eliz..
.
—Bem, sim. —Asr a. Cr ossanol houpar aonov ocasal . —El espar ecem apai x
onados.
Cal l
iej át omar aum banhor ápi doeagor a, ref rescada, est av aaindamai sbel adoquenoaer opor to.
Deansódesv iar aool hardanoi vaaoacenarpar aoi rmãoesaudarJenna:
— Oi , denov o!
Jennaconcl uiuquedev iaest aral i
v iadaporel eest arof uscadoapont odequasenãov ê-la,masem
vezdi ssoex per iment ouum ci úmet ãof or teedol or osoquet ev edecer raropunhopar aapl acarador .
Mar cust omou- lheamão.
—Ai ndat em caf é?—i ndagou, ani nguém em par ticular. —Vamospegarumax í
car a,Jenna. —
Conduz i
u-apar aaenor mecoz inhaensol ar ada.
— Acabamosdet omarcaf é—r esmungouel a.
Mar cusf oi at éacaf et eiranocant odobal cão.
— Vamost omarmai s. Ouqueral gomai sf or te?
Jennameneouacabeça. Pr ecisav amant er -
sel úci da.
— Quei dei a. ..
Eledesenganchouduascanecaspendur adasnoar már ioeasencheucom ar i
cabebi danegr a,
acrescent andoaçúcar .Ent regouumapar aJenna.
Naquel einst ant e, Kat ieapar eceucom umapi l
hadex í
car asepi res.
— Vocêest ábem, Jen?
Elafingi usur pr esaepr ocur ouseex pr imi rani mada:
—Est ouót ima. Ev ocê, sat i
sf ei
taport erseugémeodev olta?Nãor esponda. Queper gunt atol a!
Kat i
esor riu, demonst randoaf eli
cidade.
—Nuncai magi nei quef ossesent irt ant oaf al tadel e.
..—Der epent e,ficousér ia.—MasCal lief oi uma
surpr esaet ant o. Ele. .
. nãot i
nhaf aladonadasobr eela, ti
nha?
—Nadi nha. —Jennaf ezum gest oi ndef eso. —Set ivessecont adoaal guém, teriasi doav ocê,claro.
Mar cusi nter veio:
— Um r omance- relâmpago?Senem v ocêsabi adenada, Kat ie..
.
—El ef aloudel aal gumasv ez es, masnuncai magi nei quef osseal guém especi al,ef az iaal gum t empo
quenãocoment av a. .
. —r ememor ouKat i
e. —Ant es,tinhadi toquet emi aqueel ar ecusasseapr opost a,e
nãoquer iav oltarcom t odossabendoqueest avasof rendo. Cal li
esóconcor douem v i
rpar aaNov a
Zelândi acom el eháal gumassemanas, eeledeci diumant ert udoem segr edoat échegar em aqui .Qui s
fazersur presa.
Feli
z ment e, elenem not ar aseuespant o,pensouJenna. Segur ouacanecacom f orça, ignor andoo
desconf or t
o. Kat i
eacr escent ou, pensat i
va:
—Desconf iodequeel et emi aqueel amudassedei dei aant esdeembar car .
Jennaf orçouum sor riso.
— Bem, foi umabel asur pr esa, nãof oi?
—Achoquesi m. Tem cer tez adequeest át udobem com v ocê, Jen?—Kat iecont inuav adesconf iada.
Jennasor r
iut er na.
— Claro. Deanest áf eli
z . Eeuest ouf eli
zporel e.
—Pensei quev ocêsf i
car i
am j untos—conf essouKat i
e.
docr i
anças, vocêj ádi ziaquei asecasarcom el e.
Agar galhadadeJennav al er i
aum pr émi odaacademi adeci ¬nemadeHol lywood.
— Or a,tínhamosoquêOi toanos?Kat ie!
—Àsv ez es, quandoest áv amosmai scr esci dos, vocêspar eci am mai sdoqueami gos. .
.
Eer am. Tr ocav am bei j
osdev ezem quando. I
magi nar a, comoKat i
e, queDeanpr ef erissemant ero
rel
aci onament oaní vel deami zadedur ant eaadol escênci a, sem pensarem compr omi sso, quant omai s
em casament o.
For mar am- senauni v er sidade, eent ãoDeanganhar aabol sapar aest udarnosEst adosUni dos. Ele
hesitar a,apr eensi voquant oapassart ant ot emposoz inhol ongedecasa, masel acont rolar aopâni coe
oincent ivaraaapr ov eitaraquel aopor tunidadeúni cadeampl iaroshor i
zont eseenr i
quecerocur r
ícul o.
Obei j
oqueel el hedeunaquel emoment odeci si
v onãof oi nadaf rat ernal,eJennaoi nter pr et
aracomo
umapr omessa, osel odeum compr omi ssot ácito.Par ti
lhar iam of ut ur o.
Agar rara-seàquel al embr ançaporquat roanos. Agor a, imagi ¬nav aseDeanum di al av araobei joa
séri
o. Com cer tez a, nãoder at ant aimpor tânci aquant oel a.
—Nóssuper amosi sso. Sef ossesér io,Deannãot eri
apar tidopar aoout rol adodomundoeme
deixadoaqui ,ter i
a?
Mar cusacr escent ou:
—Eumar omânt icai ncur áv el, Katie. Mui toboni t
o,mesmo, imagi narseui rmãogémeocasadocom
suamel horami ga, mas, nav idar eal,esquecemososnamor osdei nfânci aenoscasamoscom out ras
pessoas.
— Suanamor adi nhasecasoucom out ro?—quest i
onouKat i
e.
—Cl ar o—r espondeuMar cus. —Enãoper di nem um mi nut odesonoporcausadi sso.
Katief itouJennapesar osa.
— Andei sonhandoacor dada?
— Nãov ouper dernem um mi nutodomeusono—af irmouJenna, i
mi tandoMar cus, tent andopar ecer
conv incent e.
OuMar cuspl ant araasement edadúv i
da, ouKat iedeci diraacei taranegat ivadeJenna.
—Bem, éum al ívio. —El af itouaami gaporum moment oant esdev oltaraempi lharal ouçanapi a.
JennaeMar cust ermi nar am ocaf é, eost rêsf oram sej unt araosdemai snaf esta. Viz inhos
apar ecer am par acumpr iment ar, eumapr imat elefonoupar asaberdov i
ajant e. Deanconv idou- apar aa
festa, i
ncl uindoospai seonamor ado.
Ocl imadef est acr esceu. Al gunsconv idadossaí ram aopát iodepi socer âmi co, eascr iançasf oram
ser efrescarnapi sci na. Tot al¬ment esoci ável ,Jennaat ét rocoual gumaspal av r
ascom Deaneanoi va,
descobr indoqueCal li
eer aex at ament eoquepar eciaser :umaf úti
l gar otacal iforniana. Elaest udarana
mesmauni ver sidadedeDean, embor asót i
vessem seconheci dohav iapoucosmeses.
—Equandoel eabr iuabocaenot eiosot aquechar moso. .
. f
oi amoràpr i
mei rav i
st a—cont ouel a,
afagandoobr açodeDean.
—Pensouqueeuf osseaust r aliano—pr ov ocouDean, i
nsinuant e. —Ti v edeescl arecerasdi ferenças
ent r
eKi wi seAussi es.
— El el ev ouanoi tet oda. ..—denunci ouCal l
ie.
— Vocêapr endedev agar ..
.
Àquel aal tur a, Jennaj áf oraex clusadaconv er saemal disfarçouoembar aço. Com cer tez a,os
pombi nhosapai xonadosnem not ar i
am seel aet odososconv ivassumi ssem num pi scardeol hos!
Mar cuspousouamãonoombr odeJenna.
—Meupai dissequev ocêai ndanãov iuaúl timaaqui siçãodel e, emepedi upar al hemost rar.
Gr ataporpoderseaf ast ar,JennaacompanhouMar cusat éosf undosdapr opriedade, ondeosr .
Crossan, or qui dóf iloamador , const ruír
aumaest uf anaqual mant i
nhav asosecest ospendent escom
fl
or esboni taseex ót i
cas.
Oaral i er af resco, easer r
agem quecobr iaopi soabaf avaospassos. Aromasper fumados
mi stur av am- sei nebr i
ant es.
Jennaper cor reuocami nhoest rei toent reasbancadascom f i
¬lei rasdeor quí deas, muit
asdel asem
plenaf lor ação. Var i
edadesdel icadascomor endaeout rasmai sv istosaspendi am dosdoi sl a¬dos, as
fl
or esex trav asandoequasechegandoaochão.
— Qual est amospr ocur ando?
—Acor -de- rosaal i. —Mar cusaconduz i
asegur ando- adel evepel aci ntura.
Jennar et ev eof ôlegoant eabel ez adonov oex empl arcom pé¬t alaschei asdebabadoseamar el
as
nocent ro. Roçouodedonapét al adel i
cada.
— Quecoi samai sl i
nda!
—Chama- sePuppyLov e—i nf or mouMar cus. —Pessoal ment e,
pref i
roasv ar i
edadesmai ssof isticadas.
Jennaadmi rouapl ant aesent iul ágr i
masnosol hos. PuppyLov e. .
. Umaf l
orf rági l
. Embor aas
orquí deasdur assem mai sdoqueasout rasf l
or es, também chegav aumahor aem quedef i
nha¬v am e
mor riam.
Elasev ol touabr upt ament e,eMar cust evedel hedarpassagem.
—Nãopr eci sacor rer .—El easegui acom asmãosnosbol sos. —Ni nguém v ainot arnossaf al
tapor
al
gum t empo.
Não, ni nguém sent iriaf altadel a, pensouJenna, cheiadeaut o-pi edade. Masnot ariam aausênci ade
Mar cus, com cer tez a. Eleer af igur adomi nant eem qual querr euni ãof ami li
ar ,enãosóporcausada
estat ur a. Ti nhaumaaur adeconf iançaeaut oridadequet odosr econheci am.
Tal vezporseromai sv elho. Janeer apoucomai snov a,masaboadi ferençadei dadeem r elaçãoaos
i
rmãosmenor esl hei ncut iraum sensoder esponsabi l
i
dadeex ager ado.
Jennadet ev e- sedi ant edeumapl antacom f l
or açãoex tr
av agan¬t eem t onsdebr onz e.Enquant oa
admi rav a, aspét alasf oram sebor randodi ant edeseusol hos. Mor discouol ábiot rémul o,fechouos
olhoser espi rouf undo.
— Umadasor quí deaspr emi adasdemeupai .Magní f i
ca, não?
—Si m. .. —Av ozsai ur ouca, masel apr ocur ousef ortalecer.—Como. ..comosechama, vocêsabe?
— Onomedev eest arnapl aqui nhadov aso. ..
Mar cusi ncl i
nou- separ aaf ast arasf olhaspont udas, quandosuamangar oçounobr açodeJenna.
— Dar kDel ight .
Aoseendi reitar ,eleaf i
toudet idament eat ocouem seubr aço, num gest odecar i
nhoeconf orto.
—Vai mel hor ar ,sabe. .
. Édi fícil acr editaragor a, talvez ,masgar ant oqueév erdade.
Jennasegur ou- senabor dadabancada.
—Nãoquer osuasol i
dar iedade, Mar cus. —Ser iaf ácildemai sper mi ti
rqueel eaabr açasse, consol ando
dadesi lusão. Massuper ariaaquel edi asem desabar ,af im demant eroor gul ho, pelomenos, intacto.
—Descul pe- me. —Mar cusr ecuouum pouco, apesardocor r
edorest r
eito.
— Nãoqui spar eceri ngr ata.
— Nãoest oubuscandogr atidão, Jenna.
—Vocêt em si domui t
ogent il.—El apiscoupar aaf ast arasl ágr imaseer gueuor ost o.
Mar cust i
nhaumaex pr essãoest ranha, comosepar ti
lhassesuador .Est endeuamãoeenx ugouuma
l
ágr imador ost odel icadocom opol egar.
—Vai acabarlogo.
El
emant ev
eodedosobreolábi
oinf
eri
orqueel
amordi
scar
a.Ent
ão,
sem av
iso,
incl
i
nouacabeçae
beij
ou-anaboca, suav
ement
e.
CAPÍTULOI
II

Dur ouapenasum segundo, masocal orchegouaocor açãosof r


idodeJenna. Mar cusr ecuouei ndagou:
— Vocêaguent av oltarpar aaf est a?
Elaassent iu, sent indo- semai sf orte, pr ontapar amai sdesgast e.
Nacoz i
nha, Jennaaj udouKat i
eeasr a.Cr ossannopr epar odar efeição. Algumasv isitasj átinham i do
embor a,masumaboamul ¬tidãoai ndaser euni uem t or nodaenor memesadej ant ar
, eni n¬guém
repar ounosi l
ênci odeJenna, sent adaaol adodeMar cus, quepar eciaempenhadoem ocul tá-
ladeCal li
e
eDeanusandoopr ópr iocor pocomobar reira.
Depoi s, eleaencont rouaj ei tandoospanosdepr atousadospar aenx ugaral ouça.
— Podemosi rembor aquandoqui ser—pr ont i
ficou- se.
Jennaagar rouaopor t uni dade. Compost a,apl acouasur presadeKat i
eaosedespedi robser vandoque
set ratav adeumaocasi ãof ami li
ar ,er epet i
uosv ot osdef eli
cidadeaDeaneCal li
e.
Mi nutosdepoi s, nocar rodeMar cus, Jennar espi rouf undoen¬quant ot ravavaoci ntodesegur ança.
Mar cusdeuapar tidaet omouar ua.
— Podedesabaf aragor a, sequi ser .
Eledev i
aest aresper andoqueel acaí sseem pr ant os, final ment e.
Embor al ut assecont raasl ágr i
mashav i
ahor as, suav ont adedechor ardesapar eceraporcompl eto.
Per maneceui móv el equi etadu¬r ant et odoot rajetodev oltaàci dade. Obr i
lhedosol naságuasdo
por to,enquant or odav am pel av iamov i
ment ada, par eci az ombardeseuest adodedesesper o.
Mar cusdei xouav iaex pressaeol hou- aaor eduz i
ramar cha.
— Vai fi
carbem soz inha?
— Nãov oucor tarospul sos—pr omet euJenna.
Elesor ri
u.
— Sei quenão. Sequi serf icarnomeuapar tament o, tenhoum quar todehóspedes. ..
Elameneouacabeça.
— Obr i
gada, masnão. Vocêf oimar avil
hoso, Mar cus.
— Nãomecust ounada. Quaset or ci opescoçodel e, masnãopoder iatransfor maror etor nonuma
tragédi a.
Mar cuspodi aest arcompadeci dodel a,massuapr eocupaçãopr i¬mei r
aer acom af amí lia.Sempr ena
companhi adosi rmãosmenor esdel e, t
ambém r eceber asuapr oteção, mas, tendodeopt ar ,el
ea
sacr ifi
car i
asem hesi tar .
Oqueer acer toenat ur al.SóqueJennanãosesent i
amel horpori sso.
— Épenasuamãeest art ãol onge. .
.
Hav iat rêsanos, amãedeJennasemudar apar aI nver car gil
l,noout roladodopaí s,com osegundo
mar i
do.
— Est ouv el hademai spar acor rerpar aasai adami nhamãe.
Apr ender acedoquer ecor r
eràmãenuncar esol verianada. Kar enHar peramav aaf i
lha,mashouv e
épocaem queenf rent ar apr obl emasgr andesdemai spar alidarcom osdeJennat ambém.
—Sepr eci sardeum ombr oami go. ..ésól igar—of er eceu- seMar cus.
Elaesboçouum sor r
iso.
— Obr igada, masnãoser ápr eciso.
— Édot ipoi ndependent e?
— Sempr et ent ei ser .
— Ti nhadeser , acho. Dev et ersi dodi f
íci
l per deropai tãocedo.
—Nuncaoconheci real ment e..
. tenhoapenasv agasl embr anças. Masf oi dif
ícil parami nhamãe. Fico
felizqueel at enhaencont radoal guém.
—Pr omet emosf icardeol hoem v ocê, sabe, quandoel af oi mor arnoex tremosul .
Jennat inhasóv inteanosent ão, ai ndaest av anauni v ersidadeemor avanoal ojament odeest udantes.
—Achoqueel anãopensav aem v eraf i
l
hadandot rabal hopar aasuaf amí l
iaav idat oda.
Mar cusconduz iuocar ropel at ranqui l
ar uadesubúr bi oem queel aeKat i
emor avam.
—Vocênãoéum f ar do, Jenna. Éumaami ga. Ev ai serdi fí
cilpar av ocênospr óx imosmeses, talvez.
Nãov aiseabr ircom Kat i
e, v ai?
Ser i
aumaper gunt aouum al ertadi sfar çado?
— Não. —Jáser iaum desaf iopar aKat ieadapt ar-seaumaest ranhacom di r
ei tossobr eseui rmão
gémeo. Saberqueamel horami gaest av aapai x onadaporseui rmãosóaument ar i
aoest resse.
—Pr ont o. —El eest aci onoudi ant edopr édi o. —Vouent r
arcom v ocê.
— Nãopr eci sa. .
.
Mar cusi gnor ouopr otest o, ef oi mel horassi m. QuandoJennaabr iuapor tadoapar t
ament o,
depar ar am com um desast re. Um f i
odeáguabr otav anot eto, escor ri
apel aspar edeseespal hav a-seno
chãomanchandot odoocar pet e.
—Queéi st o?—Mar cuspar eci ai ncr édul o. —Um canoest our ououal guém dei xouat or neiraaber tano
apar tament odeci ma.
Lev ar am hor aspar adescobr ir.Ospr opr ietáriosdoapar t
ament osuper iort inham v iaj
ado. For am
l
ocal i
z ados, pr ov idenci ou- seumachav eef inalment epuder am f echarat ornei r
aesqueci daaber ta.
Sanadaacausa, chegouahor adal impez a.
Mar cusper maneceu, apesardospr ot est osdeJenna. Eledeut elefonemas, empur rouosmóv eis,
ajudou- aar etirart odooex cessodeáguaecont atouumaf ir
madel i
mpez aqueenv i
oudoi s
funci o¬nár ios. El esaf ast ar am mai smóv eisel igar am doi sgrandesv enti¬lador espar asecarocar pete,
quet i
nham r emov idoeest endi dodobr adosobr eumaespéci edev aral.
Obar ul hoer aensur decedor .
—Bem, tomamosaápr ov idênci as, masv ocêt erádev i
rcomi go, afi
nal! —gr itouMar cus.
— Nãosei se. .
.
—Nãopodef i
caraqui ! Tudodequepr eci saest ánest abol sa?
—El eer gueuapequenabagagem queel apr epar arapar aper noi tarnacasadosCr ossan.
—Sóv out rocarder oupa! —av isouJenna, rendendo- se. Suacal çaebl usaest av am mol hadasesuj as.
—Nãov oudemor ar !
Odesast ret iver aseul adobom. Nasúl ti
mashor as, nãot iv
er achancedepensarem Deanesua
noi va...
Oapar tament odeMar cuser aoopost odadesor dem al egreem queJennaeKat ievivi
am. Nasal a
ampl aear ejada, doi ssof ásconf or táv eisal inhav am- seper feit
ament ecom amesadecent rode¬cor ada
com um pr at odecer âmi cael egant e. Mal sev iaamesi nhadecent rodel as, sempr ecober tader ev i
stas,
romancesbar at os, cor ¬respondênci acomer cial, em mei oaosquai socont rol er emot odat el
ev isãose
per dia, junt ocom pacot esdesal gadi nhos, secadordecabel oef rascosdeesmal te.
Osl ivroser evist asdeMar cusocupav am est ant es, prov av elment eem or dem al fabét i
ca,pensouJenna,
enãohav i
asi nal dedesor dem noapar tament o.
Oquar todehóspedesnoqual foi introduz i
dat ambém er aum pr imordeor gani z ação.
— Acamaest áf ei ta. —Mar cuspousousuabol sasobr eacol cha.
—Si nta- seem casa. Vout elef onarpar aKat i
e, av isá- l
adequev ocêest áaqui econt arsobr eoi nci dente
noapar tament o.
Jennaabr iuabol sadev iagem, ti
r ouasai aeabl usaeaspen¬dur ounoguar da- roupav az i
opar atirar
asmar casdedobr a.
Fechouapor taeol hou- senoespel ho. Est avaabat i
da, com osl ábiossem cor , trémul os. Abriuabol sa
menor ,encont rouum bat om eoapl i
counosl ábi os. Asegui r
,massageouasmaçãsdor ostopar a
dei xá-lascor adas. Podi aaomenosseesf orçarpar anãopar ecerumav i
rgem v itorianaem decadênci a.
Nasal a, Mar cusacabav adedesl i
garot elef one.
—Vout omarum banhoet rocarder oupa. —Ai ndaest av aapr esent ável ,
apesardasmanchasde
umi dadeesuj ei ranacami saenacal ça. —Est ácom f ome?
Jennanãopensar aem comi da. Mar cuspr ov av elment eest av af ami nt
o.
—Possopr epar aral gumacoi saenquant ov ocêt omabanho. .
.
—Fechado! Podev ascul harof reez er .Useoquequi ser.
Quaseumahor adepoi s, sent av am- seàmesadej ant ardi antedef rangoassadocom ar rozeer v il
has.
—Par eceót imo! —el ogi ouMar cus. —At émer eceum v inhopar aacompanhar .Abr i
uumagar rafade
vinhonaci onal esor riuaodegust ar, masnãopr opôsbr inde.
Apesardocor açãodespedaçado, Jennanãoper der aoapet ite. Consumi usuapor çãot odaet omou
todoocál icedev inho.
Mar cusr enov ouadose. At éent ão, nãohav iam f aladomui to. Fi ndaar efei ção, Jennal ament ou:
— Nãof izsobr emesa, masv ocêt em quei jonagel adei ra.
—Voupegar , el i
garacaf eteira. —El el ev ouospr atosev oltoucom duasv ar i
edadesdequei joe
algumast or radi nhasnumat ábua.
—Ocaf év em j á. Quermai sv inho?
—Porquenão?Nãov oual ugaral gum. ..
Mar cusencheunov ament eseucál i
ce, eJennasedel i
cioucom abebi da. Logo, sent iaocal orinduz i
do
peloál cool chegaraor ost o.
—Nãoéof im domundo, sabe—coment ouMar cus, fatiandooquei j
o.
Elasei r
ritou.
—Nãopr eci samedi z eri sso!
—Descul pe- me. —El eer gueuamãonum gest odepaz . —Podef i
caral gum t empor umi nandosua
mi sér ia.Masl embr e- sedequeháv idal áf oraesper andoporv ocê.
Eel aj ádesper di çaraquat roanos.
—Tem r az ão. —Nãoadi ant av af icarpensandonoquepoder i
atersi do. Er gueuocál i
ce. —Aof ut uro—
brindou, opei toest uf ado.
Mar cusi mi t
ouogest o, satisfei to. Jennasor veutodaabebi danum gol esó.
— Tem mai s?
Mar cushesi tou, masser viuabebi da. Também deci diut omarmai sum pouco, eesv aziouagar rafa.
Quandof inal ment edei x aram amesa, omundopar eciabem me¬l hor .Mar cusimpedi uJennade
cuidardal ouçaaov ê- labocej ar .
— Foi um di al ongo—l embr ou. —Émel horv ocêi rdor mi r.
— E. ..
—Jennabocej ounov ament e.
Bi sonho, Mar cusapux oupel amão. Jennav iuasal agi rare, quandoMar cusasol tou, tev edese
segur arnobr açodel e.
— Ooh. ..Vi nhodemai s.
—Possi vel ment e—concor douel e, enlaçando- apel aci ntura. —Vamos.
El eaconduz iuat éacamanoquar todehóspedes, acendeuoabaj ureaf astouacober ta.
—Conseguesear ranj aragor a?—i ndagou, endireit
ando- se. —Sabeondef icaobanhei ro.
— Si m. Obr igada, Mar cus.
—Tal veznãosesi nt at ãogr atapel amanhã. —El eaav alioucom ex pressãodi vertidaet er
na. —Boa
noit e,Jenna.
Incl inando- se, beijou- adel ev enosl ábios. ..um bei j
oconf or
t ador, deami go, porém suf icientepar a
abal aroequi lí
br iopr ecár iodeJen¬na. Quandoel eseaf astou, elacambal eou, eel etev edeampar á-l
a.
Jennaapoi ou- senel e, agr adeci dapel oest eiofi
rme, epassouasmãosnosombr osmuscul osos. Num
i
mpul so, tomou- odeassal tonum nov obei jo,vorazdest av ez ,loucapar aaf ast artodosos
pen¬sament os. Nãoquer i
apensar ,sóquer i
asent iralgoquenãof ossedorehumi lhação.
EMar cus, talvezent endendosuanecessi dade, retri
bui uobei jomar avil
hosament ebem. Abr açando- a,
aper t
ou- acont rasi , faz en¬do- asesent iraqueci daedesej ada. Sentir-semul her.
Dal iapouco, eleint er rompeuobei joeasegur oupel osombr os. Tinhaosol hosbr ilhant eseor ost o
enr ubesci do, masf oi sev er o:
—Jáchega. Dur maum pouco. Jenna. Atéamanhã. —Com i ssosai uf echandoapor ta.
Jennador mi usur pr eendent ement ebem, masacor doucom um pesonopei toeumal ev edorde
cabeça.
Umar essaca, supunha. Todoaquel ev i
nhonanoi teant erior..
.
Fechouosol hosnov ament e, masaat itudesór eav ivouasl em¬br anças, egemeu. ElaeMar cus,
dent r
et odasaspessoas, ent rega¬r am- seaum bei j
oapai xonado. Ondeest av acom acabeça?Eagor a
teriadeencar á- l
o. Jáouv i
aospassosdel enoapar t
ament o, f
echan¬doapor tadobanhei ro, andando
pelocor redor ...
Nãoadi ant av aseescondernacama, poi selepr ovav elment einvadi r i
aoquar t
opar at irá-ladal i
.
Rel utant e, afast ouacober tael ev ant ou-se.
Tomoubanho, vest iu- seesent iuum chei rodeliciosodet oicinhodef umadof ri
tov indodacoz inha.
Adot andoumapost ur acasual edescont raída,foiaoencont r
odeMar cus. Eleest av adi ant edof ogão,
quebr andoov ossobr eaf rigidei ra.
— Hum. ..Est áchei randobem!
Elesev ol t
ouesor ri
u.
—Bom di a! Ouv iochuv eiroecal cul ei quel ogoest ariapr ont apar aocaf édamanhã.
— Possoaj udar ?
— Façat or radas, sequi ser .Opãoest áal i.
Jennamani f est ou- sesóapóst ermi nar em ar ef eição, diantedesuasegundadosedecaf é.
— Sobr eont em ànoi t
e... descul pe- me.
— Porquê?
— Porsert ão. .
. est úpi da. Bebi demai s, ounãot eria...
—Nãot er i
amebei jado?—Mar cussor riu. —I magi nav asesel embr aria...Nãopr ecisapedi rdesculpas,
Jenna. Podenãot erper cebi do, maseugost ei .—Fezpausa. —Epensei quet iv essegost adot ambém. —
Olhou- ainci si vo.
Elasent iuor ost oquei mar .
— Eununcat er i
a. .
. nãopr et endi a. .
.
—Nãopr eci saex plicar .—El esel evant ouder epent e. —Quermeaj udaraar rumaracoz inha?
Depoi s,Mar cusl ev ou- adev oltaaoapar tament odel a.
—Vout ent arar rumarum poucool ocal ant esqueKat iechegue—pl anej ouJenna. —Vai memant er
ocupada.
—El anãov ai v oltarl ogo. Eudi sseael aquenãoadi ant ava, poisocar pet eest av asecando.
— Tudobem. Possof icaral gum t emposoz inha.
Mar cusf i
tou- apr eocupado, masnãodi scut i
u.
— Av ise, sepr eci sardeal go—of ereceu- se. —Est ar ei em casa.
E,senãoconsegui rt ornari st ohabi tável ,v ocêeKat iepodem dor ¬mi rnami nhacasa.
Mar cusf oi embor aeJennadeuumav ol tapel oapar tament o. Vi rouocar pet e, r
eposi cionouos
ventil
ador eseabr i
ut ril
hasem mei oaosmóv ei sat éascamaseacoz inha.
Lembr ando- sedaor gani z açãodoapar tament odeMar cus, ati¬r ou- seàst aref asdel imparear rumar .
Katieaencont rouconcen¬t radaem or gani zarosar már i
osdacoz inha, deonder etir
arat odasasv asilhas
epanel as.
Sóquandodesent ocoudoar már ioeaf ast oudosol hosumame¬char ebel dedecabel os, percebeu
queKat ienãoest av asoz inha.
Deansor ri
a- lhe.
— Oqueest áf az endo?
—Oqueachaqueest ouf az endo?—r ebat euJenna. Nodi aant er i
or ,v estira-secom pr imor ,
maqui ar a-se, eel emal olhar apar ael a. Agor aqueest av aum hor ror ,el eaol hav aespant ado. —Onde
estáCal lie?
—Pr obl emadef usohor ário. Elaest av acom sono. Mar cuscont ouquepassouporumai nundação
aqui,eachei queasgar ot aspr eci sar i
am deaj uda.
Elenãopar eci at erpr obl emadef usohor ário. Est av abem des¬per t
oemui t
ol i
ndo. Jennadesej ou
estarem qual querout rol ugar , menosal i.
—Nãohámui t oaf az erat éaf irmadel impez av oltarer ecol ocarocar pet e, assi m quesecar .
— Maspar eceocupada.
— Equemedeuv ont ade. .. Vouacabaraqui em poucosmi nutos.
Jennat i
nhaesper ançadequef ossem embor a, masosdoi sper ¬manecer am nacoz inha, conversando
esol i
citament epassando- lheosut ensí l
iospar aguar darnoar már io.
Depoi s, ost rêssesent ar am par at omarum caf é. Er aquasecomonosv elhost empos. At équeDean
afastouacadei ra.
—Émel horeuv oltar . Cal li
ej ádev eest aracor dada. —Apar ent ement e, nãosupor t
av aai deiadedei xar
anoi vapassarum mi nut odesper tasem el e.
Assim quef icar am soz i
nhas, Kat ieanal isouJennacom cui dado.
— Est ámesmobem?
—Cansada, apóspassaranoi teenx ugandooapar tament o, mas, der est o, est oubem. —Dechof r
e,
i
ndagou: —OqueachoudeCal l
ie?
— Ei mpossí v el nãogost ardel a. .
.
— Quebom —r et rucouJenna. —Ei mpor tant equev ocêssedêem bem. NãoqueDeanf ossecapazde
escolherumamoçadequem v ocênãogost asse. ..
Katiehesi tou, masent ãodesi stiudebat ernamesmat ecla.
—Lament oquet enhaseencar regadodal i
mpez asoz i
nha. Eut eriapegadoopr i
mei roôni busdev olta,
masMar cusgar ant iuquenãohav i
amui toaf az er.
— El eest av acer to, nãoer apr eci sov ol tar .Mar cusf oi mar av il
hoso.
—El eébom nascr i
ses, essenossoi rmão. AchoqueMar cuspensaem v ocêcomoout rai rmãzinha.
—Achoquesi m —concor douJenna, masal embr ançadobei jonanoi teant eriorvoltoucom cl areza, e
enr ubesceu.
Kat ienot ouear regal ouosol hos.
—Jenna?VocêeMar cusnão. ..Quandoel edi ssequeal ev ariapar aacasadel e, nãopensei ..
.
—Cl ar oquenão! —negouJenna, r
ápi do. —Fi quei noquar todehóspedes. Ali
ás, eledi sseque
podí amosnosi nst alarláest anoi tet ambém.
Kat ief i
tou- apormai sum segundo, eent ãomeneouacabeça, comosedi spensasseumai dei a
fant ást icademai s.
—É, masai ndaest ábem bagunçadoporaqui ,não?I magi nooj eitoqueest av aont em.
—Si m, aáguapodi at ercausadomai sest ragosant esqueal guém per cebesse. Osv izinhosdeci ma
viajar am nest ef im desemana.
Tocar am acampai nha. Jennaapr essou- separ aat enderev i
uosv i
zinhosdoandarsuper ior
const rangi dos, descul pando- sepel oi n¬ci dent eeof erecendoumagar rafadev inho. Kat ienãot ev emai s
opor tuni dadedequest ioná- lasobr eanoi tecomohóspedenoapar ¬t ament odeMar cus.
Duassemanasdepoi s, ocasal Cr ossanof ereceuumaf est adenoi vadopar aDeaneCal l
ie. Katie
mont ouum esquemapar apassarof im desemananacasadospai seaj udarnospr epar ativos. Jenna
nãof oi, alegandoqueacasaj áest ariachei aeque, além di sso, t
inhat rabal hopar acol ocarem di a. Mas,
claro, compar ecer iaàf esta. Mar cusl heof er ecer acar ona.
Def at o, Jennal ev avat rabal hopar acasa, àsv ez es. Editav adocument ospar aosmembr osdo
consel hodauni ver sidade. Kat i
eadei xout rabal handosobr eumapi lhadepapéi snasex ta-feira,quando
Deanf oi buscá- lanocar r
odospai s.
Naquel asemana, Jennacompr ar aum v est idonov oepassar anum sal ãodecabel ei reirochi quepar a
clarearal gumasmechasdoscabel oseadot arum cor tenov oeel egant e.
Nosábadoànoi te, Mar cusdesl umbr ou- seaov ê-l
anov est i
dor osabr ilhantedecot ado, com sandál i
as
desal toal to.
— Sequermost raraDeanoqueel eest áper dendo, vai consegui r.
— Éumaf est a—j ustifi
couJenna.
Mar cusest av al indodemor rer! Nuncar epar ar amui tonel e, masnest aocasi ãor epr esent avaaper f
eit
a
elegânci amascul inaaocom¬bi narcami sadel inhocom cal çaescur aepal etóleve.
Quasenãoconv ersar am nocami nho. Mar cuspar eci apr eocupa¬do, eJennaest av aner v
osa. Na
chegada, aoabr irapor tadopas¬sagei ro, eleat ocour api dament enobr aço.
— Podemosnosr eti
rarnahor aquequi ser .
— Fi car ei bem —af irmouJenna, emper tigando- se.
Masf oi inev itáv el oaper t
onocor açãoquandoDeanaabr açouebei jounor osto.Sust ent andoo
sor riso, cumpr iment ouCal l
ieel heent r
egouacai xacont endoum j ogodecál i
cesdecr istal embr u¬lhada
par apr esent e.
Cal li
eest av ar adi anteeDean, mai sl i
ndodoquenunca. Jennaal iviou-sequandoMar cusaaf ast oudo
casal felizapr et ex todepegar em um aper iti
v o.
—Emel horcomeral got ambém —r ecomendouel e, aol hepassarocopodegi m com l imão. —Há
cast anhasesal gadi nhosal i. —Conduz iu-aaobuf e.
—Nãosepr eocupe. —Jennapegouum t acoemer gul hounaguacamol e.—Nãov oyf icarbêbadae
mol est á- l
onov ament e
promet eu.
Mar cuser gueuosobr olho.
— Vocêmedesapont a,Jenna. Euest av aesper andopori sso...
Elaar regal ouosol hos. Mar cusest avaf l
er tandocom el a?
Osor risoi ndi cav aquesi m. Ent ão, el eriudel ev e.
— Eudi ssequegost ei dobei jo. Edemai sesper arrepet i
ção?
Jennaenr ubesceu.
—Si m. .. quer odi zer,sabequeeuest av a... queeunãoest av asóbr i
anaquel anoi te—l embr ou,
gaguej ant e. —Kat iedi zquev ocêécomoum i rmãomai sv elhopar ami m.
—Kat iedi zum mont edebobagens. —Mar cusobser vou- asabor earout rotacoel amberaguacamol e
queescapar a. —Achoquedev i
adei x arcl ar oquenãoav ejocomoi rmã.
Porum i nst ant e, Jennasent iu-semagoada. Ent ão, voltou- senadí reçãoem queMar cusol hav aev i
u
Deanobser vando- os. Mar cusi ncl inou- seel hesussur rouaoouv ido:
— Sequi serumanuv em def umaça, est oudi sponí vel.
Final ment e, Jennaent endeu. Mar cusf ingiaest arinteressadonel a, paraqueDeannãodesconf iassede
seusv er dadei rossent i¬ment osesecompadecessedi antedapobr e-coi tadarej eitada. Masoor gulho
i
mpôs- se.
— Nãopr eci saf az eri sso, Mar cus. Comoj ádisse, souadul ta.
— Vocêt ev eumapai x oni tequesedesenv olveumal .
Elaar regal ouosol hosant eot om l ev ement emal i
cioso.
— Como?
— Ent rouem est adodesuspensãoquandoDeanpar ti
upar aosEst adosUni dos. Quandov ai desper tar
esor veroper fumedasf lor es?
— Nãof i
quei sent adaem casaesper ando—pr otest ouJenna, ressent idacom or et raioqueel epi ntara.
—Tenhoum empr egoi nter essant eemui tosami gos. .
. At ét iveunsencont ros.
— Masnãot ev enenhum r elaci onament osér io,teve?
Jennaf i
couat ónita.
— Nãoédasuacont a!
Mar cusr i
ual to,r elax andoasf eiçõesnor mal ment esev eras, com cal ornool har .Adi stânci a, Dean
olhoupar aoi rmãomai sv elho, cur i
oso.
—Nãosei qual éagr aça—censur ouJenna.
Oesf or çoqueel ef az iapar acont rolarosor ri
sot r
aíaasi ncer i¬dadedasdescul pas.
— Est oumel embr andodequandoer aumacr i
ança. ..
— Esquent ada?—compl etouJenna.
Mar cusmeneouacabeça.
—Um pi ngodegent e, mast eimosaf eit
omul a. Leal aoex tremoeagr essi v
anadef esa. Ninguém podi a
com v ocê. Eai daquel equeat acasseum dosgémeos. ..
— Um monst ri
nho.
—Em absol ut o. Al eal dadepodet ersi domal entendi da, maséumaqual i
dadeadmi ráv el,aindaque
i
rritante, àsv ez es. Eaagr es¬si vi
dadesesuav i
zou.
—Euer abem i nsegur aquandomemudei paraest ebai rro.
Achoqueest av acompensandoof at o.
Aoenv i
uv ar , amãeent rar aem depr essão, sem âni mopar acui ¬dardaf i
lhadesei sanos. Jenna
l
embr av a- sedopai trabal handocomoempr egadodef azenda, tentandoj untardi nhei ropar at erapr ópri
a
criação, quandoot rat orqueel edi rigiadespencounumar ibancei ra. Elemor r
eranahor a.
El ast iver am desemudar ,poi sacasanãol hesper tenci a, i
ns¬t alando- senaedí culadeum casal
vizinhoem t rocadeal uguel bai xo, dur antesei smeses.
— At éser ecuper ardochoque—di sseraamul her .
Nãoper ceber am queKar en, tomadapel ador ,erai ncapazdet omardeci sões.
Jennal embr av a- sedodi aem quet omar aasr édeasdapr ópr i
av ida. Amãemer gulhar aem dev aneio
com aespát ul ademant ei ganamão, enquant opr epar av aseul anchepar alevaràescol a.
— Oôni busescol arj áv ai passar !—al ertaraJenna, impaci ent e.Tiv eradeacor daramãepar alhe
prepar arocaf édamanhã. —Mamãe?
Amãepar eci asur da. Jennaper cebeuqueel achor av abai xinho, asl ágr imasr olandopel or ost o, al
heia
at udo, ex cet oàpr ópr i
ador .
Foraomoment omai ssol itár i
odet odaacur taex istênci adeJenna. Piordoqueaov erocai xãodopai
baix andoàsepul tur a, vagament ecônsci adequenuncamai sov eri
a.
Tirouaespát uladamãodamãe.
— Dei x equeeumesmaf açoi sso.
Esgot adoopr az odesei smeses, elassemudar am par aumaci dadez inhaqueum di af lorescer aem
tornodeumaf ábr ica. Boapar t edapopul açãodebandar aapósaf alênci adaúni caempr esager ador ade
empr egos, eoex cessodeof er tademor adi asacabar abai x andoov alordosal uguéi s.
Jenna, transf eridanomei odoanol eti
vo, eraumaf or astei r
ananov aescol a. Supor taraoi solament oe
algumapr ov ocaçãodosco¬l egas, masapr ender aasedef endere, com ot empo, fizeraami gos.
Ti nhadel embr aràmãeahor adel avarr oupasedepr epar aroj ant ar, bem comoqueer apr eci so
compr armant i
ment os. Dur ant edoi sanos, elacui doudamãe, assi m comoamãecui doudel a.
Ent ão, um di a, Kar enol houpar aacasaem quemor av am comosenuncaat iv essev istoant ese
deci diu:
— Vamosnosmudardaqui .
Transf er iram- separ aum bai rr
odesubúr bioagr adáv el,cuj ame¬t adedapopul açãoi at rabal harem
Auck l
andt odososdi as. Ondeaspessoascul t
ivav am r osasehi biscoseapar av am agr amat odasas
semanas.
Asra.Cr
ossanassaudoujunt
oàcer
caeconvi
douJennapar
anadarebr
incarcom seus
gémeos.
Aquel
efoiopr
imei
rodiadeumagrandeami
zade.
CAPÍTULOI
V

— Porqueos orris i
nhos onhador ?—Mar cusi nv adius uar ecordaç ãodopas sado.
—Es tav amel embr andodequandoc onhec iDeaneKat i
e. —Jennac onc luiuqueMar c usdev iaes tarno
quintal também, masnat ur alment ei nter es sou- semai spel osgémeos , quet i
nham s uai dade.
— I s s oex plica—r etruc ouel e.
Elas ós el embr av adeum di aens ol aradoedor i
s odasc rianç asbr inc andodepega- peganogr amado,
napi s cina, ees calandoosgal hosf or tesdeumav elhaár vor e,daqual des ciam porumac orda.Amãe
ass i
s tiaàc enar elax ada, quas et ãonor mal quant of or adoi sanosant es ,s or r
indoaoc onv ersarc om as r
a.
Cros s an.
Mar c usi nt errompeuodev anei omai sumav ez.
—Per derum s onhodej uv ent udenãoéof im domundo. Um di a,v ai verquei s soj ánãodói mai s.
-—Foi as s imc om v oc ê?
Elef ranz iuoc enho, comos enãoent endes sedoqueel af alava. Jennaes clareceu:
—Voc êdi sseaKat ieques uanamor adi nhadees colas ec as ouc om out r o.
—Oh, is so. —Mar cuss us pirou. —I ss omos tra,es táv endo?Ti nhamees quec idoc ompl etament e.
— Ac hoquev oc êi nv ent oues sahi stór i
a—ac usouJenna.
—Não. Aosonz eanos ,apai xonei -meporumameni nadami nhac l
as se. Er agor dader os to
aver mel hadoeapar el honosdent es . Euac hav aaqui l
oi nc r
iv el
ment es ex y .
— Sex y ?—Jennaquas eengas gouc om oaper iti
v o.
—Meni nosdeonz eanosgos tam deequi pament os . Aviões , mo¬t oc iclet asegar otasc om aboc ac hei
a
demet al br i
lhant e.
— Chegouabei j
á- l
a?
—NãoEuaador ei del onge. ..bem, duasc art
eirasat rás...pors eismes es ,então, fomospar aes colas
diferent esnoanos egui nt e, enunc amai sav i.
Jennal ament ou.
— Quet r i
s te.
— Umat r agédi a—c onc or douMar cus .
Jennar iu, es pant adaporai ndac ons egui r.Onópes adoem ques euc oraç ãos etrans for mar a
começ av aas edes atar ,enf im.
Mar c ust inhar az ão: s uper ariaoc hoqueeadors ec reta. Agr a¬dec i
da, toc ou- l
heobr aç o.
— Obr igada.
Eledeudeombr os ,par ec endol ev ement ei r
ri
tado. Ent ão, comoquepar adi sfarçar ,tomou- l
heamão,
env olvendoosdedosc om s eut oquef or te.
—Nãot em oqueagr adec er- —dec larou, sério.—Mases toumonopol izandov ocê. Émel hor
cir
c ular mos .
Mai st arde, Jennaaj eitav aumat rav es sadeos trasc om f atiasdel i
mãoes alsinhanames adebuf e
quandoMar cusapr ox imou- se.
—Par ec ebom —c oment ouel e. —Dev oguar daral gumaspar avoc êant esquedes apar eç am?
—Obr igada. —Jennas or riu, masv ol tour ápidoàc oz i
nhapar aajudarKat ieea' sra. Cr os san.
Quandot odosj áhav i
am s es er vido, Mar cusapr oc urouc om umat rav es s agr andedeent radas ,
crus t
ác eoseas asdef rangonamão.
—Ac hei quepodí amospar ti
lhar . —Pegouguar danaposegar f
osdames aeol houaor edor .—Nãot em
l
ugarpar as ent ar .Vamosl ápar af or a?
Segui ram porumapas s agem em queal gumaspes s oass eman¬t inham depé, s egur andoopr atoeos
tal
her es .
— Segur ei s toum pouc o.
Jennapegouat r
av es sa, eMar c usv ol t
oudal iapouc oc om umagar raf aaber tadev inhoeduast aç as.
Pordent ro, ac as as ei l
umi nav ac om ac l
ar i
dadedasj anel as ,masoqui nt al estavaf res coeem
penumbr a. Mar cust omouor umodav elhaár vorequeex istiaal ides deant esdeaf amí lias emudarpar a
l
á.
Adi v i
nhandooobj et i
v o, Jennaoac ompanhoudebom gr ado. Lem¬br av a- sedequandoos r
.Cr ossan
cons truí raobanc odemadei raaor edordaár vore. Edov erãoem queMar c usaj udar aosmai snov osa
cons trui rumapl at af ormanosgal hosr et orc i
dos .Cans aram- s edebr incaral i
, poranosaf i
o, atéques e
tornar am c res c i
dosdemai spar ais soeapl at af ormac aiudev elha.
AmãedeJennaaospouc osbani uat r
istez a, v olt
andoàv idanor mal .Ar ranj ouempr egonumaedi tora,
apr inc í
pi omei oper íodo, depoi sem t empoi nt egr al,comoenc arregadadadi st r
ibuiç ão. As ra.Cros s
an
enc arregar a-sedef ic ardeol hoem Jennanav ol tadaes c ola.
Umav ez ,quandoJennat i
nhat rez eanos ,Kar enc ons ider oumu¬dar -s epar aos ubúr biojunt oàpr aia,
mai sper todoes critór ioem Auc k l
and, masdes i
s ti
uant ear eaç ãodaf i
lha, chor andor aivos a.Foi c omos e
todaai ns egur anç aemi sér iaqueex per i
ment ar anosdoi sanosapósamor tedopai retornas sem, eel a
set ranc ar anoquar to, rev oltada. Kar ennunc amai smenc i
onouoas sunt o.
Jennas ent ou- s enobanc odemadei raepous ouat rav es sanov ãoent reel aeMar cus .Umabr isa
mov i
ment ouasf olhas , eel aes fregouosbr aç os .
—Es tác om f rio. —Mar c usdes piuopal etóeoaj eitous obr eosombr osdel a,ignor andoospr otes to. O
forrodec et i
m aaquec eu, eol ev eper fumedemadei rami s tur ou-seaoc heirodot ec ido.
Mar c uss er v i
uov inhoepas s ou- l
heumat aç a.
— Oquev ai quer er ?—i ndagou, i
ndic andoat rav ess a.
Jennaes trei t
ouool hars obr easi guar i
as .
— Nãoc ons igodi stingui r...
— Os tras ?—El el hepas souum gar fo.
— Sec ons egui renc ont rá- las .
Mar c uses pet ouumar egi ãodat raves sa.
— Abr aaboc a—i ns truiu.
Elaobedec eu, eel ei ntroduz iuum boc adodec omida. Mar c usobs er vou-amas tigarant esdes es ervir
também.
Quandos eusol hoss eac os tumar am c om af rac ailumi naç ão, Jen¬nar ec onhec euobr i
lhoper olizado
dasos traseasat ac ou. Cons umi ut ambém as asdef rangoeumamas s as abor os a. Or es t
ant e,dei xou
paraMar c us ,pas s andoas abor earumas egundados edev inho.
— Nãos eal i
ment oubem —obs ervouel e.
— Sóquer i
aasos tras .
Eledes apr ov ou:
— I ss onãoér ef eiç ão.
— Es tous at i
s fei ta.
Mar c usc ons umi umet adedat rav ess a, l
impouosdedosnoguar ¬danapoer ec os tou-senaár v or e
antigapar as abor earov inho.
Umamar i
pos apas s ouporel esedes apar ec eunaes cur i
dão. Con¬t i
nuar am degus tandoabebi da,
atent osaosr i
s osv i
ndodac asa.
— Dev í
amosv ol taràf es t
a?—i ndagouJenna.
— Nãohápr es s a. Ai ndaes tác om f rio?
— Não, masv oc ê. .
. —El at oc ounopal etóqueel elheempr es tara.
— Nãos epr eoc upec omi go.
Nac as aar is adadi mi nui u, subs ti
tuídaporum bur bur inho. Umav oz ..
. ados r.Cr os s an.
.. des t
ac ou- se,
segui daporpal mas .
—Es t ãof az endodi s c urs os—c onc luiuJenna. Discur s osdef elici
taç ões . Deandec larariaalgos obr eo
noivado, s obr eanoi v a. —Voc êdev i
aes tarl á. —Todosdev i
am es t
ari ndagandos obr eMar c us.
Eleagar rou- lheamão, impedi ndo- ades elev ant ar .
— Voc ênãoqueres tarl á, quer ?
Jennanãor es pondeu.
— Nem eu—adi ant ouMar cus .—Vamosac abarov inho.
As simf iz eram, os ilênc i
opont uadopel asv oz esdosami gosdeDean, risadaseapl aus os, algunsbr indes .
Quando, obur bur inhodec onv ersaspar alelasr ec omeç ou, Jennas us piroual iv i
ada.
Mar c uses vaz iouat aç a, pegouadeJenna, também v az ia, easdei xouj unt odagar rafav azia.
— Voc êes tábem?—i ndagouel e.
— Cl ar o. —Jennal ev ant ou- se, tãor ápi doqueopal etóes cor regou.
Jádepé, Mar c uspegouopal et óeoaj eitounov ament enosom¬br osdel a.
Elenãos eaf as touem s egui da, mant endoasduasmãosnal a¬pel a. Num i mpul s o/ bei
jou- adel evena
testa, oque, par ades âni model a, lhepr opi cioul ágr i
mas .Elar epr i
mi uum s ol uç o.
—Jenna—c ons ol ouel e, beijando- anor ost omol hado. —Nãoc hore.
Homensdet estavam v ermul her esem pr antos. Jennaes t
av acons trangendoael e..
. eas imes ma.
—De. ..des cul
pe-me—s us surrouel a,c errandoosdent es .—Dei x e-mes oz inha.
..euf i
careibem. —
Fechouosol hospar aes tan¬c arasl ágr i
mas .
—Nãopos s o.—Mar cusas egur oupel anuc aeac ari
ciouapel es ens í
vel atrásdaor el
ha.
Fit
aram- seporum s egundo. Ent ão,eleabei j
ounaspál pebr asúmi das .As eguir
,Jennas enti
uoc al
or
daboc adel ejuntoàs ua, alíngual evement eprov ocante,pedindopas sagem. ..haviaumac er¬tezaeuma
ter
nurael etri
zantes.
Jennaemi tiuum s om abaf adodes urpr esae, porum s egundo, Mar cushes it
ou.Logodet erminou-see
aabraç oupel ac i
nturapordent rodopal etó. Espalmandoasmãosc om f irmez anasc os t
asma¬c ias,
i
nici
ouumat ril
hadebei j
osar dent espors eupes coç o.
Jennas enti
uoc oraçãodi sparar ,oc orpoem c hamas .Seuj uízolhedi z
iaqueaqui l
oer aloucura, masa
matérianãoobedec i
a. Rea¬gi aàsbat i
dasdoc oraç ãodeMar c usjunt oaos eio,arespiraçãoof egante.Ao
i
nalaroc heirodebanhoemas culi
nidade, obeijot or¬nou-semai síntimo, ex citant
e. Sem pens ar,
agarr
ou- opelopes coço,eopal etóes corregoudes eusombr ospar aogr amado.
Oarf ri
oosenv olveu, eel aes tremec eu. Mar cuser gueuac abeç ader epent e, af
rouxouot oquee
separou-seum pouc o.
—Nãopr etendiaqueobei jos aís s
et ão...entus i
as mado—af ir
¬mou, r
es pirandof undo.
—Eut ambém medei xeilev ar.—Jennas enti
a-s eperdida, comos et rans pus esseumapor t
ac onhecida,
mass ev issenum paí ses trangei ro.—Enãopr etendi aquef os seas sim, tampouc o.

— Eus ei.—Mar cusabai x ou-seepegouopal etó.


Jennar ec uou.
— Podef ic arc om el e. —Es t
avac om c alornaquel emoment o.— E..
. jáv amosent r
armes mo.
— Es támai sdoquenahor a,eudi ri
a. —El epar eceuhes i
tar.— Ac hoquenãof oinem r azoável.
Raz oáv el ?For a... espant os o, pens ouel a.Eum c hoque.
—Mes moas s im. .
. sabeoquedi zem. —Mar c usj ogouopal etós obreoombr oepas souamãonos
cabel os .
—Oquê?—Jennat ent av aent enderoqueac ont ec eraal i,emal ouviaoqueel ediz i
a.
—Sobr eamore. ..es queç a. —Mar cuss us pirour es i
gnado. —Caus ouoef ei t
odes ejado,dequal quer
forma. Voc êpar oudec hor ar .
Sim, par ar ames mo. Jennaengol i
uem s ec o.
— Mét odoum pouc odr ás ti
co,não?
—Foi s óum bei j
o,quer ida. —Aat itudedel eer ac as ual ,
comos eum bei jo. .
.aquelebei j
o...nãof osse
nada.
Pel apr i
mei rav ez ,Jennac ogitouquãoex per ient eMar cuss eri
aem t ermosdes ent i
ment o. Conhec er
a
algumasdes uasnamor adas ,masnãos abi as eel ec hegar aaamaral gumadel as.Com c erteza,erabem
mai sex per ient edoqueel a. Mast alveznãodes s et ant ai mpor t
ânc i
aaosbei jos..
.
—Bem, sabec omoov inhomeaf eta—j us ti
fic ouJenna, s em graça.—Et omamosumagar rafa!
— Voc ênãoes tábêbada—as segur ouMar c us ,um t antoás pero.
—Sees tives se, eunãot eriat ocadoem v oc ê.
Er aum av i
s odequequer iabei j
á- l
anov ament e. Masel aac r
e¬ditavaqueoobj eti
v ofossedes concertar
Dean, faz ê-lar irepar ec erques edi v erti
anaf es ta. Prov arqueel apodiaat rairoutroshomens .
Jennanãot inhadúv idadequeel eapr ec iaraobei jo. Também nãopodi anegarquegos t
ar a.
Mes mos of r
endoc om aper dadeDean, c omopodi ar esponderaout r
ohomem daquel af orma?Com
certez a, nãoer at ãof rí
v ola.
Sex o, c onc l
ui u, enquant ov ol
tav am par aac as a. Mant iveraaques t
ãoem s egundopl anodur antequatro
anoseagor as eushor -môni oss er ebel avam.
Et alv ezt ives sem r az ão. Nãodev iaf idelidadeani nguém. Quemot ivoti
nhapar amant eroc eli
bato?Só
seuspr inc ípiosul t r
apas ¬s ados ,anoç ãor omânt ic adequedev iaesperarpel oc asament o, mai sac autela
i
nat a.
Porum s egundo, ac al ent ouai dei adepr oporaMar cus :"Vamospar aos euapar tament o, paraac ama.
Faç aamorc omi go" .
Mas , claro, nãopodi a. Ser i
at otalment ec ont rárioas euc ompor ¬tament onor mal e,pelamanhã,
prov avel ment ees tariaar rependi ¬da. Além di ss o, pernoi tari
am al i
,Marc usnoquar toqueoc uparaquando
meni no, elanoquar todeKat i
e.Rec usav a-s eai magi narondeDeaneCal l
iedor mir
iam. ..
Dequal querf or ma, elaeMar cus ...i
mpos s í
v el. Erac hegadade¬mai sàf amí li
a.Comor eagi ri
am todos
sedes cobri
ssem?Hav er
iaimplicações, r
eperc us sões.Nadamai sseriacomoant es.Poder
iaperdera
coi
s amai spróximadef amíli
aquej át i
vera.
Aideialhedes pertouum pâni coc onhec i
do, semel hant
eaoqueex perimentaraquandoamães uger
ir
a
ques emudas sem par amaisper todac idadee, anosdepois,quandoel aanunc i
ouqueiasec as
ar
novament ees et r
ans fer
irpar
aI nvercargil
lcom omar i
do,um pu¬bli
citár
ioquec onhecer
anuma
conferênci
a.
Naquelemoment o, Jennaac eit
araas eparaç ão,cônsciadequenãopodi anegaràmães uasegunda
chancedef eli
cidade, quandoelames maes perav as ecasarem pouc osanos .
Amãeac onv i
darapar aacompanhá- losec ont i
nuaroses t
udosnos ul.Apósmes esdeindeci
são,
optaraporper manec erem Auc kland.Nãoquer ias erumat er
c ei
rarodanoc asamentodamãe.

Mar cusabr iuapor tadosf undoseac endeual uz.Jennapi s c ouant eac lari
dade. Elef ec houapor t
aea
fi
toudeol hares t
r eito.
Elac hor ar ae, ent ão, forabei j
ada. Prov av elment e,estav aum hor ror .Lev ouamãoaosc abel ose
enganc houasmec hasnaor elha.
—Pr ecisomear rumar ..
.
Jennas ubi uapr es sadaaes c adas es erv i
ç o. Dot opo, olhoupor. sobr eoombr oees tac ou. Mar c usa
obser vav al ádebai xo, com umaex pres sãoqueel anunc av i
raant es . Par ecialasc i
v o,quas epr edador .
Ent ão, eles or ri
u, tot alment et rans f
or mado. For ailusãodeót ic a, conv enc eu-seJenna. Oângul oda
cabeç as alient ar aasmaç ãsdor os toal t
as ,eosol hosc i
nz apar ec er am mai ses c
ur os . Aliviada, vol¬tou-se
efoi aobanhei ro.
Deal gum modo, Jennas upor touor es todaf es t
aenãot ev edi fi
c uldadeem ador mec er. Tal vezov inho
ti
ves seaj udado.
Kat iedes c ans av adebr uç osc om or os t
oent erradonot r
av es sei roquandoJennas el ev ant ouef oi
tomarbanho.
Quandos aiuaoc or redor ,com osc abel osúmi doseembar aç ados , enroladanumat oal hagr ande, vi
u
Mar cusr ec os t
adonapar ede, debr açosc ruz adoss obr eopei tonu. Us avas óum s hor tpr et o.
Jennaj áov irac om menosr oupaai nda. Nac ompanhi adasc rianç asCr ossan, elapas sar av erões
i
nteirosnadando. Tampouc o, eraapr imei rav ezquedepar avam um c om oout r
onaent radaes aídado
banhei ro.
Masnunc ar epar aradef at onosombr osl argosdeMar c us, em c ont r
as tec om osquadr ises tr
eitos, de
ondepar t i
am per nasl ongasemus culosas , perf eit
ament epr opor c i
onai s,sem f al
arnosbr aç os ..
.
Tampouc oj amai ss entira-s et ãoc ientedequeus avat ãopouc o. At oal haer agr andeec obr iabem s eu
corpo, masdei xav adef oraosombr oseasper nas .Embor aMar c uss emant i
vess ei mpas s í
v el,ela
percebeuqueumaex c i
taç ãopr imitivas eapos s avades euc or po. Aper touat oalhaj untoaoc orpo,
ali
viadaporel enãopoderv erat rav ésdot ec ido.
Mar cusendi reitou- s e.
— Bom di a. Ouv i oc huv eirodes ligareac hei ques air
ial ogo.
— Et odos eu. —Jennas egui upar aoquar t
o.
—Obr i
gado. —El eent rounobanhei ro,mass ev oltou.—E. ..Jenna?
Relutant e, elaol houpors obr eoombr o.
— Si m?
— Obr i
gadoporont em ànoi te.
Jennaenr ubes ceu.
— Eudev iaagr adec erpors uac ompai xão.
Mar cusf ranz iuoc enho.
— Ac haqueer ai s s o?
— Oquemai ss eria?
Out rapor tas eabr i
u, eDeanpas souaoc or redor .
Oi .—Fi tou- oss onol ent o. —Tem gent enobanhei ro?
— Eu—av i
s ouMar c us .—Nãov oudemor ar.
Jennaes tuf ouopei to.
— Bom di a, Dean!
Mar cusf ec houapor tadobanhei ro, Deangr unhi ualgoem r es ¬pos t
aaJennaeent roudenov ono
quar to.Elav oltav apar aoquar t
odeKat i
equandoouv i
uDeandi zeral go, masnãoent endeu.
Jennapr epar av ac af éet orradasquandoMar c usent rounac o¬z inha. Eleer aoúni comadr ugadornat o
daf amí lia, enãos er i
aaquel aapr imei r
av ezquepar t
ilhariam odes jej
um ant esqueosdemai ss e
l
ev ant as s em.
— Comonosv elhost empos—c i
t ouMar c us, verbal izandoopen¬s ament odeJennaaos e
ac omodar em aobal cão.
Elepegouumat orradaees pal houmant eiga. Jennaof er eceu- lheamar mel adaes abor eouumat orrada
par anãot erder es ponder .Nãoer ac omonosv elhost empos . Er a...diferente.
Elaobs er vouMar cuspegarumapor çãodemar mel adac om ac olherepas sá-lanat orr
adas .Elet i
nha
mãosgr andeseosdedosl ongos . Mãosdehomem, c om pêl oses cuross obr es saindo- sedapul ¬seira
prat eadador elógi odepul s o. Nanoi teant er ior,s ent i
raoc alordaquel amãonapel eenquant oel ea
bei j
av a.
Jennades v i
ouool haref itouas uper fí
cienegr adoc af é.
Nunc apr es t
ar aat enç ãodef at oem Mar c us ,quec ont av adez es -seisanosquandof eiaeamãe
chegar am àv izinhanç a. Elej áer aquas eadul to, com as ombr adabar bat omandoc ont ador os toeos
membr osmus culos os ,at l
ét icos . Lembr av a-s edei magi narc omos e¬r iaseradul t o,masnãoc hegar aa
per gunt ar -lhe.
Nãos el embr av adequandoopr oc ess os ec ompl etara. ..at rans ¬for maçãodor apazmagr onum
homem f or teebem f or mado.
QuandoJennac hegouàadol es cênc ia, Mar cusj áer aadul t
o, al ¬guém queel av iac adav ezmenos .Ele
forapar aauni v ers idade, for mar a- seem c omér cioeent ãoar ranj ar aempr egodeguar dades egur anç ana
I
ngl at erra, per manec endoum ano.
Dev ol t
aàNov aZel ândi a, em s oc iedadec om um ami go, el
eabr i¬raumapequenaempr es af abricante
depor t
asepor tõesdes egu¬r anç a. Onegóc i
oc res ceu, epas sar am aat uartambém nor amodeal armes,
aut omat iz aç ãodepor tões ,c i
rc uitof ec hadodes egur anç a. Jágoz avam dec ertanot oriedadenor amo.
Um anoant es ,Kat i
ec ont araaJenna, todaor gul hos a, ques eui rmãoj ácons egui r
as eu"pr i
mei ro
mi lhão" . Erav er dade, tant oquej áapar ec er aem r epor tagensdej or nal, com di r
eitoaf ot o.Mar c user aum
suc es so!
Par aJenna, por ém, el ec ont inuav aas eroi rmãomai sv elhodeKat ieeDean.
Mar cusl ev ant ou- s eel ev ouac anec av az iaàpi a.
— Quermai sc af é?
Jennaes t endeus uac anec aeobs ervous eusmov iment osenquan¬t overtiamai sdabebi da. Ele
pous ouac anec adel as obr eames aant esdes es ent ar .
— Nãoes táder es sac a,es t
á?
Jennanegou. Apenasmant inha- ser es erv ada, cons ider andooepi sódi osobaár vorenanoi teant eri
or.
Mar cust inhar az ão, nãoes t avabêbadaaobei j
á-lo, ali
ás ,tomar ac uidadopar anãos eem¬br i
agar .Se
cons egui ras ec ompor tarmal es tandos óbr ia, oquepo¬der i
af az erent regueaosef eit
osdoál cool ?
— Em quees tápens ando?—es pec ulouel e.
—Nami nhav ida. —Jennat inhaami gosc om quem gos tavadees t
ar ,seuempr egonauni ver sidadeer a
es ti
mul ant e, f
requent ement edes af iador ,àsv ezes ,emoc ionant e, eos alár
iobas tav apar apagars uapar te
doal uguel et odasasdes pes aspes s oais.
Jennaer aef i
c i
ent enot rabal ho, masnunc af or aambi cios a. En¬quant oMar cusabr i
aum negóc i
o,Dean
i
aes t
udarnoex ter iorpar ai nv es tirnac ar reiraeKat ies epr omov iaager entenoes cri
tór i
o,elamar cara
pas s o,f eitoBel aAdor mec i
daaguar dandoor etornodeDean, oPr í
nc i
peEnc ant adoqueac onduz ir
iaao
"felizespar as empr e".
Pai xoni temal des env ol vida, def i
nir aMar c us .Jennaf ranz i
uoc e¬nho. Coloc araav i
daem s us pensão
porc aus adeum amoradol es c ent e.
— Ac haquef ui tol a—des abaf ou, s em pr eâmbul o.
— Nunc adi ss ei s so.
— Maspens a.
—Todosc omet emoser ros . —El ef ezpaus a. —Eumes moc omet ier r
osmai sgr aves .
Jennanãoac redi tav a.
— Sóes tát ent andomef az ermes entirmel hor .
Mar cuss orr i
uc ont ido.
— I s somes mo. Es t
áf unc ionando?
— Cont e-meoss euser ros .
Elemeneouac abeç a. Ent ão, c onf es sou:
— Ac hoquenãobei jarEssi
eRamsbott
om foium err
o.
— Es si
e?
—Aquel adoapar el
honosdentes—rel
embr ouMarc us.—Ago¬ra,
nuncas aberei
comos er
ia.
..

EsperouJennar i
r.—Eac hoquebeij
arv
oc êf
oi um er
ro.Masnãopos sodizerquemearrependo,poi
s
agoraseicomoé.
Jennades vi
ouool har
.
— Es queçaisso—pedi u.
— Ah, não.
El
es erecostounac adei
ra,
amãopous adanames a, aout
raenganchadanoc ósdacalçaj
eans,efi
tou
Jennarefl
exivo.

CAPÍ
TULOV

Jennasent iuum ar repioest ranhonaespi nha.Nãoer amedo. ..claro, nãoest av aassust adacom
Mar cus, issoser iaimpensáv el.Masnãoconsegui adeixardepensarnanoi teant erior,quandose
volt
ar anot opodaescadaev iraool hardel e.
— Oquequerdi zer ?—i ndagou, caut elosa.
Eleabandonouaexpr essãopensat iva, incl i
nou-separ apegaracanecaeent ãoef i
tou
novament e, eni gmát ico.
— Tent oapr endercom meuser r
os—expl icou.—Ev ocê?
Jennat omouum gol edecaf é.Oqueapr ender aem quat roanosdesper diçados?Quenãodev i
a
perdermai st empo, er aaconcl usãol ógi ca.
— Tal vezeudev ai rembor a—consi der ou.
— Embor a?
—Par aaAust rália...ouI nver cargi l
l, t
al vez.—Ondeamãeest av a.
—Cor r
endopar aamamãe, então?—Mar cuspar eciadesgos¬t oso.—Penseiquet ivessemai s
fi
bra.
—Foisóumai deia.Nãopr ecisodeni nguém par amedi zeroquef azerounão.
— I ssomesmo, meni na!
—Enãosoumeni na.—Jennai rri
tav a-secom ohábi t
odel edepr ov ocá- la.
Eleconcor dou:
—Não, éumamul hermui toboni ta, Jenna.Com i ntel
igênci aef orça, quandosel embr ade
usá-las.—Not ousuaexpr essãosur pr esaeconst rangida, masai ndaacr escent ou:—Et em uma
bocapecami nosament esexy ..
.
Boqui aber ta, Jennat ent oupensarnumar espost aàal turadai mper tinênci a, masnenhumal he
ocor r
eu.Ent ão, paraseual ívio, ouvi ram passosnaescadaeosr .Cr ossanent rou, esfregandoas
mãos, ansi osoporcaf éf resco.
Embor at iv essem sur gidoant esnocor redor ,DeaneCal li
ef oram osúl timosadescerpar ao
desjejum, ambosenr ubesci dos, parecen¬dof eli
zeseai ndasonol ent os.Exal avam amor .
Nãopenseni sso, repr eendeu- seJenna.Et entou,com empenho, segui radet er mi nação.
Almoçar am assobr asdaf est a,nacozi nhamesmo, oshomensr ecost adosnosbal cões, as
mulher esespr emi dasàmesa.Ni nguém seani mar aapôramesadej ant arel evarast ravessasde
comi dapar al á.
Call
iepegouumaasadef r
angof riaepux ouconv er
sacom Jenna:
— Vocêcr esceucom DeaneKat i
e, não?
—Hum- hum.—Jennadeuumamor didanum sanduí che.Hav iat omat enor echei oeopão
amol ecer a.
—Ent ão, sãov elhosami gos.Dev et erhi stóriasparamecont ar,apost o.—Cal l
iel ançouum ol har
sugest i
v oaonoi vo, depéaol adodeMar cus.—Kat ieél ealdemai saoi rmãogémeopar arevelar
qualquersegr edo.
Jennaengol iuem seco, opãoúmi doembol adonagar gant a.
—Também nãomeat rev eria—r epl icou.—Deansabedemai ssobr eami nhai nf ânci a.—Sól he
falt
avacont arpar aCal l
ieospecadi lhosj uv enisdeDean.
—Ev erdade.—Deanseachegar aesor riapar aambas.—Par edepr essi onarJenna, amor .
—Per gunt eaMar cus—suger i
uJenna.—El eviviasal vandoanóst rêsdeencr encas.
—Mar c?—Cal liev oltou- separ aof ut ur ocunhado.—Vai mev i
ngar ?Meuspar ent escont ar am a
Deant odasassi tuaçõesv ergonhosasquevi viquandocr i
ança.At émost raram mi nhasf ot osde
bebé!
Mar cussor ri
u.
—Sequerf otosdebebé, achoquemamãet em umadel epel adonot apet e.
—Ooh!—Cal l
iear regal ouosol hos.—Pr ecisov erisso!Háumasuat ambém, Mar c?
Mar cuseDeanr i
r am.
Jennamaldi sf ar çavaar aiva.Cal l
iesóest avasedi ver tindo, nãof lertandocom Mar cus.Mar c.
Jamai sabr ev i
araseunome.Nav er dade, Deaner aoúni coquef aziai sso.
Claro, pori sso, Cal li
et ambém of azi a, sem saberqueMar cusnãogost av a.
Nãoqueel epar ecessesei mpor tarnaquel emoment o, sor ri
ndopar aanoi v adoi rmãocomosese
conhecessem desdesempr e.Comosenãol i
gassepar aof atodeel aochamarporum apel ido,
desdequel hesor risse.
Erainjust o, concl uiuJenna.Mar cus, comoor est odaf amí li
a, quer iaqueanoi vadeDeanse
sent i
sseacei ta.
Nem sabi aaocer toporqueest av azangada.Tal vezporhi per-sensi bil
idadeaossent i
ment osde
Dean, ant esi naisdequeanoi vadel epoder i
aest ari nt
er essadaem out r
ohomem.
Eossent iment osdeDeannãoer am mai sdasuacont a.
Osout rosr iam, Deanpr otest avacont raai dei adeexi birem suasf ot ografiasdequandoer abebé,
Mar cusdi ziaqueasf otosnãoer am doi nter essedeni nguém.
Jennacapt ouool hardeKat ie, pensoudet ectarum quedean¬si edade, eper cebeuquenãoer aa
únicaaf icaràmar gem dazom¬bar ia.For çouum sor r
isoev oltou-separ aCal lie, informando:
— Eut enhoumaf ot odosdoi scomov ieram aomundo.
Katieficouexul tant e.
— Oh, ai ndaat em?Cal li
e, vocêpr ecisav er!
— Xer et nhas—acusouDean.— Papar
i azzi .
Aosdozeanos, Jennaganhar aumacâmer afot ogr áf
icanoNat al,quandoosCr ossana
conv i
dar am par aacamparj unt oaol agonum f eriado.Naquel aidade, osami gosdeDean-v i
am a
companhi adegar ot ascom desconf i
ança.Deaneum ami gof or am nadarsobasuper vi
sãode
Mar cus.JennaeKat ieossegui r
am, esconder am- seat rásdear bust osnabei radol agoet i
r aram
fotosdel esquandocor rer am nuspar aaágua.
Mar cusf itav aJenna.I nclinoudel eveacabeçaeer gueuoso¬br ol ho.El adev ol veuool har
desaf i
ador a.
— Voupr ocur araf otoquandochegarem casa—pr omet eu.
Jennasabi aexat ament eondeest ava, numacai xademadei ra
queguar dav aseusbensmai spr eci osos:af ot odocasament odospai s,umaf ot osuaquandobebé
nosbr açosdopai , um al finet edegr av at adeour oepér ol aqueper t encer aael e, asal i
ançasde
ca¬sament oqueamãel heder aaocont rai rnov asnúpci as, fotograf iasdeKat ieeDean, com ou
sem out rosmembr osdaf amí lia,al gumasem suacompanhi a.
Mar cusdespej ouor est odecaf énapi a.Jennai magi nousees¬t ar iaconst rangi docom ai deia
der everaf ot o.Af inal ,er amai sv elhodoqueosout rosnaépoca, ej áest av amai sdesenv olv ido..
.
Nãoquehouv essemui topar av er.Saí radecost aspar aacâme- ra, masJennasel embr av ade
vê-l
odespi ndoacal çaj eans, enr u¬bescendoat rásdacâmer a,cheiadecul paeex citaçãoaov ê-l
ose
en¬direitar, retesandoosmúscul osdascost asecoxasaoent r
arnaágua.
Calli
esor ri
umal iciosa.
— Gost ar i
adev eressaf oto, um di a.
Jennaj ásear rependi adaof er taaudaci osa.
Mar cusdei xouai r mãeJennanoapar tament odel as,mai st ar¬de, eacei touocaf équeKat ie
ofereceu, masnãof icoumui t
ot empo.Enquant oKat ielavavaal ouça, Jennaoacompanhouat éa
porta.
—Possodi zerqueper diaquel af ot o,senãoqui serqueCal l
ieav eja—suger iu.
Com amãonamaçanet a, Mar cusv ol t
ou- se.
—I ssonãomeabor rece.Sóest ousur presoport ê-l
aguar dadoport antot empo.
Jennanãor espondeu, eel er iu.
— Cl ar o, Deanapar ecenel a.Quant asf ot osdel eguar dou?
—Tenhof otosdet odosv ocês.—Embor aopal pitedel ef osseacur adodemai s.—Dev et erf otos
minhasem al gum l ugar .—Su¬pondoquepr eser vassef ot osf ami li
ar es.
Osol hosdel ebr ilharam.
— Eut enho. ..em al gdm l ugar .
— Vi u!
— Oquê?
— Foiumaexpr essãor etórica.Nãoqui sdi zernadacom i sso.
Mar cussuspi roui mpaci ent e.
— Si m, eusei .Achoqueécedodemai s.
Par aquê?Masnãoper gunt ou, mant endoabocaf echadapori nst i
nto.
—Um di a, ter ádedei xardessecasul oem queseenf iou—pr eviuMar cus.—Quer ov eroquev ai
sai rdaí .
Elesai uf echandoapor ta, eJennaf itouamadei rapi nt ada.
Elenem sedespedi ra.Epar ecer azangado.
Com el a?Masnãof izer anada. .
.
Jennavol t
oupar aacozi nhadecenhof ranzi do.
Kat iev ol tou-sedapi aer epr imi uum bocej ocom amãomol hada.
— Voudor mi rcedo—av i
sou.
— Eut ambém.Querqueeuenxugue?
—Dei xe, secasozi nha.—Kat i
ef echouat ornei raeenxugouasmãos.—Vocêest ábem, Jenna?
Elacont ev eoi mpul soder espondercom umacar eta, um cost umedel as.Kat i
esóest ava
preocupada.
— Um poucocansada, comov ocê.
Jennaal iviou- seaosei solarnopr ópr ioquar to, f
inal ment e.Vest i
uumacami set abem gr andee
sei nst alounacama.Segundos| depoi s, l
evant ou-seeabr iuaúl timagavet adoguar da-roupa.
Vol toupar aacamacom acai xademadei ranasmãosepousou- a| nocr i
ado- mudo.Abr i
uum
env elopecom f ot os.
Láest ava.Doi smeni noscom águanaal tur adascoxas, brincando, r i
ndo.EMar cus...acabeça
levement ev olt adadef or maaI dest acaroper f
il,osombr osl argos, osquadr i
sest reit
oseasper nas
|l
ongascom umacamadadepêl os. ..
Apr eci ouor ost osor rident edeDeanesent iuumat er nur aassexualpel acr iançaem sua
inocênci a.
Anal isouMar cus, alhei oàcâmer a, par ado, altoef orte.Nova- aent e, sent i
uor ostoquei marde
cul paeexci tação, comonodi aem quet iraraaf ot o.Umaexci t
açãoqueel aat ri
buí r
aaomedoda
"descober t
a.
Nuncar eagi r aassi m ant es, tendor evist oaf otocent enasdev ezes.Sempr eseconcent r
araem
Dean, despr ezandoai magem deMar cusedoout rogar ot o, cujonomenem sel embr av a.Bani r
a..
.
ent errar anosubconsci ent e...al embr ançadaquel aemoção, porquesesent iaconst rangi da.
Recusar a-sear econhecernaépoca, masnãoer amai sumaado¬l escent eassust adacom as
mani fest açõesf ísicasdoshor môni os. Agor a,sabi aoqueer aaquel esent i
ment o.Vol taraa
exper iment á- l
onanoi t
eant erior,noj ar dim, quandoMar cusabei jou.Eel ar etribuiu.Er adesej o.
Jennaevi touMar cusdel iber adament enasduassemanasse¬gui nt es.Er ahor ader ecuper ar
um sensodeper spect iva, conv en¬ceu- se.Par ar epr imiremoçõesr ecém- descober t
as,
per tur bador ase, decer t af orma, per i
gosas.
Nãof oi t
ãodi fícil
,apr incípio.Mar cussempr esedi sponi bilizavaquandoaf amí liaprecisav adele,
ounumaocasi ãoespeci al acome¬mor ar ,maser aof il
homai saut o- suf i
cient e, eKat iechegavaa
passarmesessem v ê-lo.
Cer tat arde, Kat i
eav isouqueMar cust el efonar aev i
nhav isi¬tá-l
as.Jennai nvent ouquet i
nhade
passarnabi bliot ecapar ade¬v olverl ivrosequepl anej araj antarcom umacol egadot r
abal ho.
— Tal v ezeucheguet ar deem casa—pr ev iu.—Di gaaMar cusquemandeium bei j
o.
Nãosev iam hav iaexat osdezessei sdi asquandoel aat endeuaot el
ef oneel ogor econheceua
vozgr av e.
— Jenna?
—Oi—mur mur ouel a, acr escent andor ápi do:—VouchamarKat i
e.
Depoi s, Kat iecoment ou:
—Nãoseiporqueel et elef onou.Nãoédof eitiodeMar cust elef onarsópar abat erpapo. .
.
Naspr imei rassemanasapósachegadadeDean, Mar cusf oraaoapar tament odel asvár ias
vezes, par averai r
mã, imagi navaJenna, pr eocupadocom apossi bi l
idadedeel aest artristecom o
casament odoi rmãogémeo.Asv i
si t
asf oram escasseandoname¬di daem queKat iese
acost umav acom odi st anci ament odeDean, eambaspr ovar am quepodi am secui darsozi nhas.
Mar cust emi aqueKat iesesent isseabandonadapel oi r
mãogé¬meo, agor anoi vo.Jenna
também semant inhaat ent aasi nai sdedepr essão, masel apar eciar eagirbem ànov asituação.Os
gémeosconv ersav am quaset odososdi as,eKat ieal moçoucom Cal l
ienodi aem queDean
compar eceuaumaent rev i
st apar aempr ego.El asat écombi nar am umanoi te" sópar ameni nas",
com ci nema, esco¬l hendoum f il
mer omânt i
co, claro,eencer randoanoi tecom sobr e¬mesas
calóricasnum caf évi nt eequat rohor as.
Katiei magi nouqueí lennapar ti
cipar iat ambém.
—ECal lievaidor mi raqui .El anãosei mpor tadedor mirnosof á.Tudobem par av ocê?
Jennaconcor doui medi at ament e.Epar ti
cipoudasat ivi
dades, incapazdei nv ent arumadescul pa
quenãodesper t
asseadescon¬f iançadeKat ie.
Felizment e, dur anteof i
lme, nãot i
ver am deconv ersar ,enocaf éamúsi caest av aal tademai s
parabat erem papo.Dev oltaaoapar ¬t ament o, Kat ielembr ouqueJennapr omet er amost rara
Calli
eaf otodeDeaneMar cusnus.
—Euaper di —decl ar ouJenna, sem pensarduasv ezes, esent i
uumapont adadecul pa.
Nor mal ment e, nãoment i
a, maser atar dedemai spar avol tarat rás.—Lament o.
Kat i
ef itou- asur presaeCal li
epar eceudesapont ada, masl ogoesqueceuaquest ão.Asduas
aindaconv er sav am er iam mui tot em¬podepoi sdeJennaser ecol her .
Jennar econheceu, par asuav ergonha, queest av acom ci úme, ei magi nouse
subconsci ent ement enãot inhaesper ançadeque, seKat i
eeCal lienãosedessem bem, Dean
mudassedei dei aquant oadesposaraamer i
cana.Ent ão, deci diupar ardepr ocur arsi nai
sdesse
ti
po, sobpenadeenl ouquecer .
Kat i
equer i
apassarof i
m desemanasegui nt enacasadospai seconv enceuMar cusal evá-l
a.
Jennar ecusouoconv i
te, al egandovagament equet i
nhat aref asacumul adas.
— Quet ar efas?—quest i
onar aKat ie.
Jennaf izer aum gest ovão.
—Oh. ..vocêsabe.Coi saspar acol ocarem di a.Escr everpar ami nhamãe, conser t
aral gumas
roupas. ..nãot enhonadadecent epar avest irnasegunda- fei ra.Ar rumarmeuquar to...
— Lav aroscabel os?—acr escent ouKat ie,cét ica.
—I ssot ambém.—Jennasor r
iusem gr aça.—Ti v
eumasemanaat ar efadanot r
abal hoeest ou
com um poucodedordecabeça.Pormai squeamet odosv ocês, nãomesi ntoani mada.
Katiedeudeombr os.
—I magi noquesej amosum f ardo, seest i
versesent indoi ndi s¬post a.Vaif icarbem sozi nha?
— Cl aro.Esóumadordecabeça, nadamai s.
Jennat omouumaaspi rinaeseacomodounosof ácom umapi lhader oupaspar aconser tar
.
Ouv i
uocar rodeMar cuspar andonar uaeKat ieseapr essandoaseuencont ro.Oi rmãomai svelho
nãogost av adeesper ar .
— At é!—despedi u-seKat i
e.
—Dêum bei joem t odos—pedi uJenna.Ouv iuv ozeseabat i
dadapor tadocar ro.
Parasuasur pr esa, mi nut osdepoi s,acampai nhat ocou.Mar cusest avanapequenavar anda.
— Kat iedi ssequenãoest ásesent indobem.
Elepar eci amai sal todoqueonor mal ,umaf i
gur amaci çaqueal uzf racadet rásdest acava.
— Ésóumadordecabeça. .
.
— Év erdadeouéumadescul pa?
Jennasuspi rou.
— Quei mpor ta?Éver dade, masnãopr ecisasepr eocupar .
— Possof azeral goporv ocê?
— Tomeiumaaspi ri
na, obr i
gada.
Elehesi tou, em dúv i
da.
— Sabeondeest amos, sepr eci sar.
— Cl aro, masnãov oupr eci sar.
Mar cusdeumei a-v olta.Jennaper maneceuàpor t
aat éocar rodesapar ecerdev ista.
Jennaar rumav aasr oupasnoar már ionosábadoàt ardequandoacampai nhat ocou.Tevede
abrircami nhoem mei oasapat os, bot as, paresdemei aecai xascom t ralhasv ariadas.Espanouo
pódabl usasol taedoshor tv elho, etent ouar rumaroscabel osr ebel ¬desquesehavi am sol tado
dapr esi l
ha.
Quandoel aabr i
uapor ta, Mar cusj áest avapar at ocaracam¬pai nhanov ament e.
— Oquef azaqui ?—Jennai magi nar aqueMar cus, tendodel evarKat i
e, t
ambém passar i
aof im
desemananacasadospai s.
— Ol ápar av ocêt ambém —r epl i
couMar cus.Comoel anãosemexi a, al
finet ou:—Nãovaime
convidarpar aent r
ar ,Jenna?
Eladeupassagem ef echouapor ta.Passar am àsal a.
— Oquev ocêquer ?—i ndagouJenna, sem r odei os.
Mar cusaol hav acom at ençãoespeci al,concent r ando- senor ost ocomoset ent asselerum t ext o
i
mpl ícito.
—Umabebi dacai riabem —decl arou.—Vocêpar ecemel hor .Eadordecabeça?
— Foi -
se. Caf é, cervej a, l
imonada?Sãoasúni casopções, l
ament o.
Mar cusopt oupel acer v ejaeaacompanhouat éacozi nha.Jennapr epar oucer vejacom l imãopar a
simesmat ambém, evol tar am par aasal a.
— FoiKat i
equem mandouv ocêaqui ?
— Não.
Eleesper ouJennasesent arnumadasduasespr egui çadei rasdeconj unt osdi fer
ent esant esde
ocuparosof á.
Jennav i
u- sesem assunt o, eMar cusnãopar eci ai nter essadoem conv ersar .Apóssabor eara
cerveja, elelimpouaespumadol ábiosem sequerol harpar aela.Quandoof ez, pareciacr ít
ico.
— Kat ieachaquev ocêest áemagr ecendo.
Abl usasol taescondi aasi l
huet a,masoescr ut íniodei xou-aconst rangi da.
—Quenada.Sóandot r
abal handomui to.—Mant i
nha- seocupadapar anãot ertempopar a
pensar .
..nem l ament ar.Epar aes¬conderdeKat ieossent i
ment os. .
.t alveznãot ãobem.
—Háout rasmanei rasdeesquecer ,al ém det r abal harat éaexaust ão—consi derouMar cus.—
Manei rasmai s. agr adáv eis.
— Achoquenãomedeibem com agar r afa.
— Nãoest av apensandoni sso.
Eleaf it
av adeum j eito...Jennaenr ubesceu.Pensouem f i
ngi rquenãoent endi adoqueel e
fal
ava, masser i
ai nút i
l.
Felizment e, Mar cusnãopar eci aquer erumar espost a.Quandoel esel evant ou, Jennaf i
cout ensa,
masel ef oiàj anel aeol houpar af or acomosepr ocur asseal godei nt eresse.Ent ão,volt
ou- se,
segu¬r andoocopodecer vej apel amet ade.
Jennanot ouosdedosdel ebr ancos, masaexpr essãoer aimpas¬sí vel.Elet omoumai sal guns
golesdecer v eja.Opescoçoer afirmeel ev ement ebr onzeado, com pomo- de- adãonãot ão
proemi nent e, por ém det ect áv elàmedi daqueel ei nger i
aol í
qui do.
Elebai xouocopo.
— Nuncapensouem out rohomem al ém deDean, nãoé?
—Ser iament e, não.—Jennar econheci aaexi stênci adeout rosr apazesat raent es,masat épouco
tempoat r
ás, consi der ara-secompr omet ida.Assi m, nenhum r el acionament oseapr ofundar a...por¬
queel anãoper mi tira.
— Vocênãopodef icarcom el e—i nfor mouMar cus.
Jennaempal i
deceueer gueuacabeça.
—Nãopr eci samedi zeri sso.—Nãoer acomoseel at entasser oubarDeandeCal l
ie.At éjáse
afastar apar anãor ev el aradoreadecepção.
— Ent ão, háal guém em v ista?
Jennaar r
egal ouosol hos.
— Masnem houv et empopar ai sso!
— Vocêconheceout rosr apazes.
— Cl aroquesi m.Ami gos.
— Ami gospodem set ornaramant es.
— Nãopr eci sodeamant e!
Mar cussor r i
umi st er ioso.Jennasent i
uum, ar repi onaespi nhaant eobr i
lhonosol hosdel e.
— Tem cer teza?Podi at ermeenganado. .
.nanoi tedaf esta.
Elar ecor douomoment odei nsani dadet empor ária, em quecon¬si der arasuger i
rael eque
fossem par aacama.Tal vezel et ivesseper cebi do.
— Eunãodev iat erbebi dot ant ov inho. .
.
Eleacabouacer vejanum gol e.
— Tal v ezpr eci semai sdeum ami go, agor a.
— Com cer teza, nãoest oupr ont apar a. ..par amai snada!
Mar cusapr oximou- separ apousarocopov azionamesi nhadi an¬t edel a, et evedeabr irespaço
em mei oàsr ev i
st as, correspondênci av elhaeumav asilhacom r est osdebat atafrita.Endi reitou-
se,
en¬fiouasmãosnosbol sosdacal çaeest reitouool har.
— Sempr er eagedaquel af or maapósduast açasdevi nho?
—Daquel af orma?Querdi zer...meat i
r andoaopr imei rohomem queapar ece?Não.Egost ariaque
nãof i
casser epi sandooassunt o.
Eleinstalou- senosof á,sor rindoedesar mando- acompl etament e.
— Nãoest ouquer endoabor recerv ocê.Nósnosconhecemoshát ant ot empo, Jenna.Odei over
vocêi nfeliz.
—Comov ocêmesmodi sse. ..v ousuper ar—r espondeuel a, t
en¬t andoacr edi t
arnof ato.
— Ent ão, dei xe- meaj udar .
— Como? —quest i
onouJenna, desani mada.—Oquepodef azer?
—Possol heof erecerumavi dasoci alsepar adadademi nhaf amí li
a,par acomeçar .
— Tenhoout rosami gos.
— MasKat ieconheceamai or ia,nãoé?
—Si m.—Mesmoaspessoasqueel asconheci am separ adament et endiam aset ornarami gos
mútuos.Gost avam dasmesmaspessoas.
Marcuscompl etou:
—EKat iet raráDeaneCal l
iepar aessecí rcul o.Vocêpr ecisar ompercom i sso, sepret endev i
ver
asuapr ópr iav i
da.
—Nãosoudependent edasuaf amí l
iapar anada.—Jennaat ésaí raocasi onalment e, por que
Kati
e, quandonamor ava, pr eocupa¬v a-secom of atodeJennaf icarsozi nhaem casa.
— Nãof ar iamalal ar garoseuhor izont e.
—Vocêmeachaest úpi dael imi tada.—Jennasent i
u-sei ndig¬nadaenãopr ocur oudisf arçar.
Marcusr iu.
—Em absol uto.Masexi st eum mundol áf or aquenem começouaexpl or ar.Egost ari
adel he
most rar.
Talvezel at ivessedenunci adosuasdúv idas.
— Vamos, Jenna—i ncent i
vouel e.—Oquet em aper der ?
— Porquef azi sso?—i ndagouel a.—Oqueganha?
Elelhel ançouum ol hardemor adoeav aliador .
— Est ouaj udandoumaami ga.Eachoquepodesermui to..
.r ecompensador .
— Nuncapenseiquef osseum bom samar itano.
Marcuser gueuosobr olho.
—Nãoest ouquer endoum hal o.Masal gomui tomai s. .
.con¬t empor âneo.
— Comooquê?
Elesor r
iuper spicaz.
— Vamosdarum passodecadav ez, si m?
Jennamexeu- sei nqui etaet er mi nousuacer vejacom l imão.Sen¬t iuum est ímulo, al
gocomo
ansiedade.Af inal,oquet inhaaper der ?Excet oot empogast oi magi nandoedesej andooque
poder i
at ersi do.Nuncaf or adadaaaut opi edade.
— Est ábem —concor dou.—Vamosl á.
Mar cusnãosemexeu, masJennat ev eai mpr essãodequeel esuspi roual iviado.
— Ot i
mo.Oquegost ariadef azerest anoi te?
— Est anoi te?
—Um ci nema. ..um show. ..um j ant ar ?Quet alum cl ubedecomédi a?Ebom darumasr isadas.
—Achoquesi m —concor douel a, edeudeombr os, jáar repen¬di da.Maspr ocurouseani mar .—
Sim.Par ecedi ver tido.
Elesel ev ant ou.
— Euapegoporvol tadasset ehor as.
Jennaoacompanhouat éapor ta.Mar cusvol t
ou- se,er gueuamãoeaacar i
ciounor ost ocom o
polegar .
—Nãof iquet ãopr eocupada—r epr eendeu.—Vaif icart udobem, eupr omet o.
Omai si diot a, pensouJennaaof echarapor ta, eraqueacr edi ¬t avanel e.
Jennar eal ment edeuboasr isadas.Nem t odososquadr oser am r ealment eengr açados, mas
haviacomedi ant est alent ososquedi ¬ver t
iram apl ateia.El anuncavi raMar cusr i
rtant o.
Depoi sdasapr esent ações, sabor ear am um l ancheeumabebi dae, então, eleal ev oupar acasa,
deixando- anapor tacom um bei jor ápi donor ost o.
—VoupegarKat ieamanhã—coment ouel e.—Achoquenãoquerv irjunt o. .
.
—Não.—Er aum al íviopoderserf r
anca.Nãoquer i
av erDeaneCal li
enov ament e,nãoquer iat er
def i
ngirquenãosei mpor t
av a.Com Mar cus, nãot inhadel ançaranuvem def umaça.
— Acheiquenão—r et r
ucouel e.—Eut elefono.
Etelefonou, menosdeumasemanadepoi s. Kat i
eat endeueav isou:
— Mar cusquerf al arcom v ocê.
Jennacont i
nuav ai ndi f
er ent eaospr ogr amasqueel ear ranj av a.Um ami gol heempr estar aum
iat
epar aof im desemanasegui nt e,eopl anoer apassar em unsdoi sdi asv elejandonogol fo
Haur aki.
— Gost ar i
amui toquef osse. ..
— Sóeu?—quest ionouJenna.
— SabequeKat ienãocombi nacom omar .
Aindanauni v ersi dade, Mar cuscompr ara, porumani nhar i
a, segundoel e, um pequenobar co
mal -
conser vado.Passar aosf inai sdesemanasegui nteest udandot écnicasdemanut ençãoe
conser todebar cos, pondomãosàobr acom aaj udaocasi onal dosi rmãosgémeosedeJenna.
DeaneJennaapr ender am aat uarcomomar uj os, regul andoasv elas, eador ar am, masKat ie
passav aamai orpar tedot empode¬br uçadanamur eta, atéqueMar cusf icoucom dóeal ev oude
voltaat erraf i
rme.Kat ienuncaadqui riuest ômagodenavegador ae, apósv áriast ent ativas,
desistiu.Mar cusv endeuobar coaov iajarpar aaI ngl at erra.
—El evaipegarum bar coempr est adonof im desemana—cont ouJennaaKat ie,apósdesl i
gar
.
—El epr ecisadeal guém par af azerat ripul ação.
Katiedeudeombr os.
— Nãoadmi rael equer erf alarcom v ocê.
Zarparam nosábadodemanhã, um di aper feito, com umabr isamoder adaquei nf l
avaasv elase
espalhav aaspoucasnuv ensquepai rav am sobr eov ul cãoRangi tolo,nogol f
o.
Oarl i
mpo, ov ent onoscabel os, osom daáguasobocascoenquant osi ngr av am asuper fície
esverdeadapr opor cionav am um bem- est armar av ilhoso.Jennaaj ustav aasv elas, t
omav aol eme,
obedeci aàsor denssuci ntasdeMar cus.Nãosesent iat ãovi vahav iasemanas. .
.talvezanos.
Ancor aram nabaí apr otegi dadeumai lhadet opogr af i
aem par ¬tesuav e, em par terochosa, com
ovelhasbr ancaspast andopací ficasnaspl aníci esv erdesnat urai s.Jennaest av at odadol orida,
queima¬dadesol ,masquasef eliz.
Jogar am- senaágual impaef resca.Mar cusnadav aem est il
ol ivre,dandobr açadaspot ent es.
Jennaf l
utuavapr egui çosament ee, àsv ezes, mer gulhav aat éof undoar enoso.Encont rou
pedaçosdeconchasdet onsal aranj adosedour adosdescansandonof undoepei xinhoscol or i
dos
fugindodai nvasãohumana, agi t
andoasnadadei ras.
Mai starde, Jennaenxugouoscabel osepr endeuumat oal hanaci ntur asobr eomai o.Mar cus
vestiraum shor t.
—Comosequei mou!—Mar cuspassouum dedoem seusombr osdesnudos, pegaj ososdev idoao
saldaágua.—Esper eum pouco.
Eledesceuat éacabi neev oltoucom um f rascopl ásticor osa.
— Dev iausarmai spr otetorsol ar—censur ou.
— Penseit erpassadobast ant e.
Mar cuscer tifi
cou- sedequeel ausasseum chapéu, fir
mando- obem nacabeçaquandoov ent ou
ameaçoul ev á-loembor a.
— I
ssodev eaj udar .
Jennaest remeceuaosent irocr emegel adonapel equent e.Mar ¬cusespal houof il
troem seus
braçosenascost as.Amassagem er apr azer osaeper turbador a.Jennasent i
aar r
epi os.
— Vir
e- se—or denouel e.
Jennaobedeceu, eficaram f renteaf rent e.Jennasent iuosma¬mi losseenr ijecer
em epr endeu
arespiração.
— Tome.—El elhepassouof rasco.—Vocêmesmapodeapl i
carnaf rente.
Elapegouopr otet orsol ar,eel eseaf ast oui ndagando:
— Est ácom f ome?
Estavaf ami nta, per cebeuJenna, enquant oespal havaf i
ltrosolarnopei t
o.Também sent iao
coraçãodi spar adoet entousecont rolar .
— Ser iacapazdedev orarumaov elhai nteira..
.naf altadeum cav alo.
Mar cusr iu, eat ensãoent r
eel esdi mi nui u.
— Nãoser íamospopul aresporaqui .Achoqueépr oi
bidoacenderf oguei ranapr aia,mas
podemosgr elharl i
ngui çasnacozi nhaej antarnoconv és.
Enquant oMar cuspr epar avaacar ne, Jennaf ezasal adaef ati
ouum pão.Mar cuspegoucopose
umagar rafadev inhoquedei xar anof rigobar .
Jennaf i
touat açadesconf iadaquandoMar cusaser viu.Senta¬dosnoconv és,quebalançav a
l
ev ement e, assist i
ram aopôr -do-soltingi ndoocéuder osaeomardedour ado.
— Pr omet oquenãov oudei xarv ocêseembr i
agar—decl arouMar cus.—Dev i
asaber,aest a
al
tura,quepr efi
romi nhasmul heresci ent esdoqueest ãof azendo.
— Suasmul her es?
Elepigarreou.
— Figur adel inguagem.
— Sousuat ripulação—obser vouJenna.
Elesorriu.
— Nãoquer omi nhat ri
pulaçãobêbada, tampouco.Ameaçaadi sciplina.
— Houve. .
.mui tasmul her es?—Jennanãodevi aper guntar,masaspal avrassaíram antesque
pensasse.—Quer odi zer.
..
— Seioquequi sdi z
er.—Mar cusf i
coupensat ivo,eelaimagi nouseest ariafazendoum r ápido
cálcul
oment al.—Mui topoucas, paradi zerav erdade—af i
rmou.—Querum númer oexato?
— Não—r espondeuel a.—Nem seiporqueper guntei.Nãodev ia.
..
— Per gunt oupor quequer iasaber .
Elepar eci aquasesat isfeitocom acur iosidadedel a.Pegouogar foeapont ouparaopr ato.
— Comaant esqueesf ri
e.
CAPI TULOVI

Permanecer i
am ancor adosal i
dur ant eanoi teedor ¬mi r
iam num beli
cheest reit
o,apoucos
centí
me¬t rosum doout ro,nacabi ne.Mar cusi nstruiuJennaadescernaf rente.Quandoel e
chegouaobel i
che, vi
ntemi nutosdepoi s,el
aj áest av anosacodedor mi r
.
— Querquedei xeal uzacesa?—i ndagouel e.
— Não.Masnãomei mpor tosequi serdei xaracesa.
Anteool harpr ov ocante, elaacr escent our ápi
do:
—Quer odizer ,sequi serleroual goassi m. .
.Mar cusapagoual uzeJennaouvi uof arfalhardesuas
roupasaosedespi r,
bem comoobel icherangercom opesomascul ino.
— Foium di abom?—i ndagouel e, bai xi
nho.
— Si m —r espondeuJenna.—Obr igada, Mar cus.
Obel i
cher angeunov ament equandoel emudoudeposi ção.
—Nãopr ecisameagr adecer .Eumedi vertit ambém, eestouansi osoporamanhã.
TalvezMar cust ambém pr ecisasseespai recer .Umav ez,Kati
epergunt araporqueel enãotir
ava
maisf olgas, eel eexpl i
car aqueni nguém per maneci anot opomandr iando.Al ém disso,gostavade
estarapardosnegóci os, em vezdecont r
atarum admi nist
rador.
Tomar am caf ébem cedoepar tiram daenseada.Jennav esti
raumacami seta,paranãoagr avar
asquei madur as, eMar cuscer ti¬ficou- sedequeel ar enovasseof i
lt
rosol ardehor aem hor a.Até
i
nsisti
raem l heapl i
carmai scremenascost asenquant oel aestavasódet oalha,antesdesevest ir
.
Quandoancor aram par aal moçar , elepegouof rascor osano¬vament e.
— Ti reacami set a—or denou.
—Nãoest ouusandonadaporbai xo!—pr ot estouJenna.Asal çasdosut iãirr
it
avam suapel e
sensibil
izada.
Aúni caembar caçãov i
sív eler aum v el eirodesl i
zandonal inhadohor izont e.Mar cussuspi r
ou
entedi ado.
— Escondaaf rent eenquant oeupassoof ilt
ronassuascost as —i nstruiu,paci ent e.
Jennaest avasendopudi ca, masnãoseexpunhadesnudadesdequet inhadezanos.
Provavel ment e,sent ia-semai stími dadi ant edeMar cusdoquesesent iri
acom um est ranho.
Cr uzouosbr açosenquant oel epuxav aabar radacami set aat éosombr os, eest remeceuao
cont at ocom ocr emegel ado.
— Descul pe- me—pedi uMar cus.
— Não. .
.Asensaçãoéboa.
Mar cusr iueespal houocr emedev agarsobr eapel e.Espr emeumai sfil
tronamãoeapl icou-ono
ombr o,massageando- aaomesmot empo.
— Consi der andoquet em umaf ot onaqualest ounu. .
.sinto-mel ogradoaqui .
— Ér amoscr ianças.—El aeKat ie, aomenos.
El enãor espondeuecont i
nuoumassageandooombr odel a,apal madesl izandosobr eapel e
quent e.
Jennaf echouosol hos.El ededi cou- seaoout r
oombr oeent ãoseconcent r
oudenov onas
cost as.Poral gunssegundos, cessouomovi ment o,mantendoasmãossobr easomopl at as.
Jennasent iaocal ordosolnacabeça^ -ouv iaaáguadomarcont raobar coear espi raçãosuav ede
Mar cusal heagi taroscabel osf inosdanuca.
Quandoper cebeuqueel er oçav aosl ábiosdel ev enapeleat rásdesuaor el ha,sent iuocor pose
eletrizar .
Ent ão, eleseaf ast ou.
— Pr ont o—av isou, bai xandoacami set a.
Jennaacaboudeaj eitarapeçaesevol t
ou, masel ejáest avadecost as, guar dandoof rascode
fi
ltrosol ar.
Escur eciaquandoest acionar am di ant edopr édiodeapar tamen¬t os.Kat i
eosr ecebeuàpor tade
casaei nsi st i
upar aqueMar cusf i
cassepar aoj antar.
Apósar ef eição, cont inuar am àmesa, conv ersandoaosabordeum bom v inhoedepoi s, decafé.
Jáer abem t ardequandoMar cusaf astouacadei ra.
Jennabocej ouel ev ant ou- set ambém.Fr anziuocenhoquandosuascost asr oçar am no
espal dardacadei ra.
— Oquef oi?—i ndagouKat ie.
— Umaquei madur al evedesol .
— Tem al gopar ai ssoaqui ?—i ndagouMar cus.
— Si m, cal ami na—r espondeuJenna.
—Kat iev ai ajudá- la.—El esev oltoupar aai r
mã.—El apreci sapassaral gonascost as.
Kat ieapl i
cou- lheapomadaant esdeser ecol herem, enovament enamanhãsegui nte.Mar cus
telef onoupar aJennaànoi te.
— Comoest áaquei madur a?
— Mel hor ando.Masv aleuapena.
Eler iu.
— Querr epet ir
?
— Aquei madur a?
— Sabedoqueest ouf alando.
— Vel ejar ?
— Nãonecessar iament e...
Elanãor espondeu, eel epr essi onou, i
mpaci ente:
— Um encont ro, Jenna.
Elenuncausar aessapal avr aant es.
— Em queest avapensando?—i ndagouJenna.
—Seest iv erlivre, podemosi raoci nemamanhãànoi t
e.—El ef ezpausa.—Tr agaKat i
et ambém,
sequi ser .
Kat ie, queat ender ael hepassar aot elefone, reagiucom sur ¬presaaoconv i
te,oqualdecl i
nou.
—Esquecidel heavi sar :DeaneCal lievi r
ãoaqui .Deant em out raentrevistapar aempr egoe
Cal l
iev aipr ocur arum l ugarpar ael esmor arem naci dade.Vãoencer r
arodi ajant andoaqui .Mas
nãohámot ivopar av ocênãoi r.Di virta-se.
Mar cusl ev ou- apar acasadepoi sdof il
meer econheceuoaut o¬móv elest aci onadodi antedo
pr édio.
— Querqueeuent re?
—Tenhocer tezadequeDeaneCal li
egost ariam devê- l
o.—Sal t
ar am, eJennaesper ou
enquant oel et rancav aapor t
adocar ro.
—Sabi aqueel esest ariam aquihoj e?
—Dever ia?—El eaenl açoupel aci nturaedevagarsegui ram aoapar tament o.
—Est avai magi nandosemeconvi doupar asai rhoj eapenaspar asergent i
l.
Par ar am naent rada.Est avaescur o, poisal uzdai luminaçãopúbl icanãochegav aatéal i
.
—Euaconv ideipar asai rpor quequer iapassarum t empocom v ocê—escl areceuMar cus.—
Esper av aqueacei t
assepel omesmomot ivo.
—Cl ar oquesi m —decl ar ouJenna.—Quer odi zer ,
gost odesai rcom v ocê, Mar cus.
—Fi cocont ent eem saber .Eémút uo.Ent ão. .
.par edepensarem simesmacomoobj etode
mi nhacar i
dadepessoal .
Noapar tament o, encont r aram Deancom obr açoaor edordeCal l
ienosof á, def r
onteaKat i
e
numadaspol tronasant i
gas.
Apósoscumpr iment os, Jennaser vi
ucaf épar asimesmaepar aMar cus.El ei nsi
stiupar aque
elaocupasseaout rapol tronaesen¬t ou- senobr aço, apoiandoamãonoespal daràscost asdela.
— Comof oiaent rev ista?—i ndagouJennaaDean.
—Achoquej ágar ant i av aga.—El epar eciasat isf ei
toconsi gomesmo.—ECal li
eencont rouum
ót i
moapar tament ohoj e.Seeuconsegui roempr ego, poderemosal ugá- lo.
— Jámar car am adat adocasament o?
—Ai ndanão.—Deanol houpar aanoi va.—Cal liequerqueospai sest ejam aqui .
Mar cuscont empl ouoj ov em casal .
— Cl ar oqueel est êm dev i
r.
— Masnãoest amoscom pr essa—assegur ouCal l
ie.
Conv er sar am mai sum poucoe, ent ão, Deanachouqueest avanahor adei rem.Mar cus
l
evant ou- set ambém e, nasaí da, Cal li
esuger iuani mada:
— Porquenãosaí most odosj unt osum di a?Nósci nco.
DeaneKat ieconcor dar am nahor a.
— Boai dei a!
Mar cuser gueuosobr olhopar aJenna, queesboçouum sor ri
so.
— Ser i
adi v ertido. ..
Kat iev ol tou- separ aoi rmãomai sv el
ho.
— Mar cus?
—Nósgost ar íamos, si m.—El eenganchouobr açocasual ment eaodeJenna.
Osi rmãosgémeosr eagi ram admi rados.Cal li
echamouaat ençãodonoi vo:
— Dean?
Eledesv iouool hardoi rmãomai sv elho, queder epent epareciat ãoí ntimodeJenna.
— Hei n?Ah, v amos. ..
Mar cusdesv enci l
hou- seebei j
ouJennar apidament enaboca.
— Boanoi te.
Kat i
ef echouapor taev ol tou- se, obv i
ament emor tadecur iosi¬dade.Jennadeudeombr ose
respondeuàper gunt anãof ormul ada.
— Somos. ..ami gos.Est amossai ndo, decer taf orma. .
.
— Oqueacont eceunof i
m desemananoi ate?—i ndagouKat i
e,direta.
— Nada!Jur oquenão.
Kat iepar eci af asci nada.
—Sabe, àsvezeseuachavaqueMar cust i
nhaum f racoporv ocê, depoi squeel ev ol
touda
Inglat erra.El eaobser vavaquandopensav aqueni nguém est av aprest andoat enção.Euoencost ei
napar edeumav ez, masel er iuel embr ouquev ocêeeut í
nhamosamesmai dade, equesempr e
tinhaconsi der adov ocêcomoi rmã.Ev ocênuncadi ssenada. ..t
eriadito, nãoé?Quer odizer,seele
tivessesei nsi nuado. ..
—El enãoi nsi nuounada.Somosami gos—r epet iuJenna.Nãof oioqueel edi ssera?Queel a
pr ecisav adeum ami go?
— Cl aro.—Kat ienãopar eciamui toconv encida.—Sóami gos.
Comemor ar am onov oempr egodeDeannum r est auranteturcoqueKat iedescobr i
raquandoest ava
saindocom seuúl ti
monamor ado.
Em v ezdecadei ras, ocupar am um t ipodesof ábai xoecur v o.Kat i
eeCal l
ier iram aoseaj eitar
em
noest of ament odev eludoent real mof adasdeseda.
Calliepuxouonoi v opar aseul ado.
— I st oaquiémar av ilhoso!Tãodi ferent e...
—Vai hav erdançadov ent r
e, depoi s—i nf ormouKat i
e.—Osr apazesv ãogost ar.
Pedi r am pr at osexót icosepar til
har am ospedi dospar aexper i¬ment aromáxi mopossí velda
cozinhat ur ca.
Mar cusof er eceuaJennaal goescur oepar eci docom amei xa, segur ando- oent reoi ndicadoreo
polegar .
— Oqueé?—i ndagouel a.
—Nãof açoamí ni mai deia,masébom.Tal v ezum f igo.—Real ment e, eradel icioso.Mar cus
obser vou- aei nesper adament epassouopol egarem seul ábioi nferi
or, enx ugandoosucoque
escor rer a.
Inst i
nt iv ament e, Jennal ambeuopol egardel e, paranãoper dernadaaquel esaboradoci cadoe
sabor oso.Fi tar am- se, eJennasent iuumapont adadeexci t
açãosexual .
Osol hosdeMar cusobscur ecer am- se, um múscul osobr essal tan¬do- senomaxi lar
.Elepousouo
braçonoencost odosof á, quasel het ocandoosombr os.
— Gost oso?
Jennanãoconsegui ur esponder , eapenasassent iu,sem j eit
o.Nãosel embr av adeum di aestar
tãoci ent edeout roserhumano.
QuandoMar cussei nclinousobr eamesaem buscadeout ragul osei mapar at entá-la,Jenna
protest ou:
—Eumesmaescol hoagor a, obr igada.Jámesi ntomaldet ant o
comer ..
.
Mar cussor r i
u.Er aum sor risoconhecedor ,comosesoubesseoquel hepr ov ocav a.Naquel e
i
nst ant e, todasasl uzesseapagar am, num pr enúnci odequeaapr esent açãodedançai r
iacomeçar .
Mar ¬cusr ecost ou- senasal mof adasef echouamãonoombr odel icadodeJenna, trazendo- apara
perto.
Umadançar i
naapr oxi mou- seer ebol oupar aMar cusaosom damúsi caexót ica.Elesor ri
u,mas
mant ev e-sedi st ant e.Kat ieeCal li
epr ov ocav am Dean, quef ingiaest arhi pnot izado.
Findaanoi tada, Mar cusl evouJennaeKat iepar acasa, recu¬sandooconvi tedai rmãpar a
tomarum caf é.
Kat i
eent rouedei xouapor taencost ada.Mar cusr i
u.
— Mi nhai rmãzi nhat ent andosersut i
l.
Jennaenr ubesceu.
— Eudi sseael aquesomosapenasami gos.
— Di sse?
— Enãosomos. .
.
—Euseioquedi sse.—El el het omouor ost onasmãos.—Mas, um di a,pr etendof azeramor
com v ocê, Jenna.
Elaper deuof ôlego.
—Est ásendoot i
mi st a, não?Eununcadi ssequequer i
ador mi rcom v ocê.Nem sei sequer o.
— Nãohápr essa. —El eaf i
toudet idament e. —Qual éopr oblema?
— Um passodecadav ez.
—Si m.Oquesi gni ficai rpar aaf rent e.Souum homem paci ent e,Jenna.Mai sdoquei magi na,mas
nãov oumar carpassopar asem¬pr e.Vi verdeesper ançasesonhosnãoéomeuest i
lo.
Sem esper arr espost a, eleabei j
our apidament enabocaef oiembor a.
Kat iear ranj araum nov onamor ado, Jason.DeaneCal l
ieder am umaf estapar ainaugur aro
apar tament oem quei am mor ardepoi sdecasados, eJasonl evouKat ieeJenna, embor aMar cus
ti
vesseof er eci docar ona.
Eleest av al á, cl aro, assi m comoospai s.Jennaconheci aamai o¬riadosconv idadoseconsegui u
fi
ngi rquesedi ver t
ia.
Aindahav iapoucosmóv ei
snoapar tament o,eal gunscasai sdanav am nasal a.Nomei oda
festa, ot elef onet ocou, eCal lieser e¬col heuaum dosquar tospar aconver sarcom ospai s.
Deanapr oxi
mou-sedeJenna.
— Mi nhanoivameabandonoutemporari
amente.Vamosdançar
?
El
anãopôder ecusar,
eelessemistur
aram aosoutroscasai
s.
— Div er
ti
ndo-se?—indagouDean.

—Éumabel af est a.—Osout rosconv idados, aomenos, dev i


am pensarassi m.
— Oqueháent rev ocêeov elhoMar c?
— OqueKat i
eandoul hedi zendo?
— El aachaqueest áacont ecendoal go.
— Quel hei mpor ta?
Eler iu.
—Achoquesóquer oquet odosqueamosej am tãof elizesquant oeu.
— Quegent il.
—Souum bom r apaz—af irmouDean, nadamodest o, execu¬t andoumaousadamanobr ade
dança.—Nãoconcor da?
Jennaconcor dav a.Deaner acegopar amui tascoi sas, masum bom r apaz, merecedorda
feli
ci dade.Pel apr imei r
av ez, Jennasen¬t i
u-segenui nament econt ent eporel e.
— Est ámesmoapai xonadoporCal li
e?
—Soul oucoporel a.Obr igado, Jenna, port ermemandadopar aosEst adosUni dos.
— Eu?Mandadov ocê?
—Ti nhar azão, er aumaopor tunidadeúni caenãopodi adei xarpassar .Nãoquei magi
nasse
conheceral guém comoCal lie...—El esor ri
u, quaseconst r angi do, —Lembr a-sedequandoér amos
crianasepr omet emosnoscasar ?
Jennasent iuum nónagar gant aeassent iu.
— Vocêf oiapr imei ragar ot aquebei jei.
— Vocêf oi opr imei r
ogar ot o...
—Si m, eusei .Quandoest áv amosnauni versidade, meper gun¬t av aseacabar í
amosj untos.Mas,
claro, vocênem pensav ani sso.
— Vocêacha?
—Foit ãot axat ivapar aqueeuacei tasseabol sadeest udo.Bem. .
.nuncat eri
amedei xado
par tirporquat r
oanossepensasseser iament eem mi m —concl uiuDean, racional,er
iunov ament e.
—Agor a,malsupor tof i
carsem Cal l
ieporquat romi nut os!
Um exager o, clar o.Mas, quandoCal l
iesai udoquar tocom osol hosv ermel hos,Deanpedi u
l
icençaef oidi r
etoabr açá- l
a.
Ai ndaconf usacom asr ev el açõesdeDean, Jennaf oi par aj unt odosCr ossanedeMar cus.Por
voltadamei a- noite, osCr ossanf or am embor a, eMar cuspr ontificou- se:
— Possol evarv ocêpar acasaquandoqui ser .Kat iepar ecedi spost aaf icaratéofim.—
Obser vouai rmãdançandocom onamo¬r ado.—OqueachadesseJason?
—Par ecegent i
l.El est êm omesmosensodehumor ,masai ndanãoseconhecem bem.El e
est avaner vosocom aper spect i
vadeconheceraf amí lia.
— Somosassi mt ãof ormi dáv eis?
—Vocêé—af irmouJenna, invol untariament e.—Achoque, quandocr ianças, osgémeoseeu

nhamosmai smedodev ocêdoquedeseuspai s.
— Nuncaer guium dedopar av ocês.
—Não, sóquevocêer agr andee. ..deal gum modo, sempr epar eceu. ..
— Aut oritário?
Jennar i
u.
— Achoquesi m.Vocêsesent i
ar esponsávelpornós, nãoé?Pr otetor ?
— Vocêser am t ãomenor es. .
.—Mar cuspar eciatrist ecom al embr ança.
— Massomost odosadul tosagor a.—Jennaol houpar aKat ie.
Mar cusol houpar aai rmãt ambém, masv oltouaseconcent r
arnel a.
Jennaper turbou- secom ool har .
—Éoqueesper o.—Mar cusesv az i
ouseucopodebebi da.VendoqueJennaj áacabaracom seu
refrigerant e, convi dou:—Vamosdançar .—Ti rou- l
heocopoeodei xoucom out r
osnumamesi nha.
Al guém aument ar aov olumedosom e, paraconv er sar, aspes¬soast inham deseachegar ,ou
gritarpar asef azer em ouvi r.
Just ament equandoMar cuseJennat omav am posi çãonomei odasal a,amúsi cadançant ef oi
subst ituí daporout ra, lenta.
Algunscasai sdei xar am api staef oram t omarumabebi da, out rosseabr açar am epassar am ase
mov iment araosabordamel odi a.
Mar cusenv ol veuJennacom obr aço, eel aaut omat icament eapoi ouasmãosnosombr osf ortes.
Aof itá- l
o, per cebeuoquant oest avamel ancól ico, osol hosobscur eci dos, eeni gmát icos.
Ent reol har am- seporum l ongot empo, flutuandoàmel odiasua¬v e, quasepar adosnomesmo
l
ugar .Ent ão, Mar cusencai xouamãopoucoaci madanádegadel a, apr oximando- a.El asear repiou
aocont atodat est acom seuquei xoásper o, com abar badespont ando.
Jennai magi nouseel esent iaseupul soacel erado, eseseuchei roser iatãoi nebriant equant oo
delel hepar eci a.Mar cusexal av amascul inidadeeexci tação, mi st uradosaper fumedesabonet ee
roupascom amaci ant e.
Quandot rocar am amúsi cal ent aporum r i
tmomai sacel er ado, Mar cusi ndagou.
— Queri rpar acasa?
Jennaf icout ensacom opâni coquesent i
u.Desv enci l
hou- se,ool harbai xo.
— Sej ásecansoudaf est a, agr adecer iaumacar ona, sim.
Cov ar de, pr ov ocouumav ozi nt erior,queel atent oui gnor ar.
— Vamos, ent ão—deci di uMar cus.
Jennaousouf itá- lo.El et inhaaexpr essãobast ant econt rolada.For a, est avamai sf resco.Jenna
optar aporum vest idol eveesent i
uf ri
oacami nhodocar rodeMar cus.
— Nãot rouxeum agasal ho?—i ndagouel e.
—Nãoacheiquei aesf riar.Nãosepr eocupe, nocar roémai squent e.
Eraum t rajet odedezmi nut os, eMar cusnãof al ounadaat éest aci onardi antedopr édioe
acompanhá- laat éoapar tament o.
Jennaabr iuapor taepr ocur ouoi nterrupt or .Asl uzesespan¬t aram aescur i
dão, eMar cus
fechouapor ta.
— Est át arde—coment ouel a.
—Nãot ardedemai s...—Mar cusasegur oupel obr açoef ezsev oltar .—Doquet em medo?
— Nãoest oucom medo.
Mar cusr i
u.
—Eoquedecl ar av aquandoDeanadesaf i
av aaf azeral gumat ravessur a.Est ousur presoport er
sobr evi vidoài nfânci a.—Fezpausaeper cebeuqueel aconcent ravaool harnaf rent edesua
cami sasoci al .—Ol hepar ami m, Jenna.
Elarespi rouf undoeer gueuool har .Mar cusaav aliav a,sér io.Jennaengol iuem secoe, quando
fal
ou, av ozsai ur ouca:
— Oquev ocêquer , Mar cus?
Elesor riu.
—Seér eal ment eadul ta, nãomai sagar ot inha, sabeoquequer o.
Jennaar regal ouosol hosant eodesaf ioimper tinent e.Opr obl e¬maer aquenãoconf iavanas
própr iasr eaçõesael e.Er at udonov odemai s, per tur badordemai s.Com cer teza, ir
real .
—Umamul herquepassouanosapai xonadaporum homem nãopodesi mpl esment eesquecer ,
em poucassemanas, mesmo. ..mesmosent indodesej oporout ro.—Jennapodi aadmi tir
,Mar cus
j
ádev iaat ésaber .
— Desej o?—quest ionouel e.—Éassi m quechama?
Jennaaf ast ou- se.
— Vocêéum homem at raent e, Mar cus, dev esaberdi sso.
— Obr i
gado.Mas?
Eradi fíci lexpl icaraquel essent iment oscont radi tór iosdef asci ¬naçãof í
sicaer ejeiçãoemoci onal ,
em mei oapensament oscaót icos.
—Masvocêéomai spr óxi modeum i rmãomai svel hoquej amai st ive..
.
— Nãosouseui rmão!
Mar cusr ejeit av aopapeli mpl ícito, eof atoai nqui et av a.
Atér ecent ement e, souber aqueposi çãocadaCr ossanocupav aem suav i
da, equal elamesma
ocupav anadel es.Ent retant o, desdequeDeanr et or nar acom anoi vaar eboque, asr elaçõesv inham
seal ter andor adi cal ment e.El anãot i
nhamai sl ugarnocor açãodeDean, quesempr ei magi naraseu.
Com Kat ieaf eiçoando- seàf ut ur acunhada, aconsequênci ai nevi táveler asesent isseexcl uída.At é
j
ápr ocur araseaf ast arum poucodocí rculof ami l
iar,poi snãoer amasoqui st a.Agor a,Marcus
quer iaserseuamant e!
—Tudoest ámudando—desabaf ouJenna, r
elutanteem admi ti
roquant oi ssoaassust ava.Era
comov oltaraopesadel odei nfânci a, quandoaspessoasqueamav adesapar eciam der epenteou
l
heda¬v am ascost as, af ami l
iaridadev i
rav aest ranhament oeper da.
—Av idaéassi m, j
Jenna—expl icouMar cus.paci ent e.—Ascoi sasmudam.Nãopodesei solar,
apr incesi nhasol itáriaem suat orre.Todosseguem em f rent e,dei xam opassadopar atr
ás,
agar ram asopor tunidades, acei tam r i
scos, f
azem nov asami zades.Fa¬zem amor .
— Maseunãoquer o...
—Quer !—El eav ançouum passo, eelar ecuoui nvol untaria¬
ment e.Ent ão, v i
u-secont r
aapar ede, com Mar cusenor medi ant edel a, encur ral
ando- acontr
aa
parede.—Vocêquer , sim.Acabadeadmi tirquemequer .
— Nãomepr essione, Mar cus!
Elenem at ocav a.
—Est out ent andoacor darv ocê, Bel aAdor meci da.Lut andocont r
aacer cadeespi nhosquecul t
ivou
aor edordeseussonhos.Di ga- me, Deanpel omenosabei joual gumav ez?
— Si m, bei jou!—af irmouJenna, rev olt
ada.—Vár i
asv ezes.
Opr imei robei jof oiumaexper i
ênci adesaj eitada, quandot i¬nham t rezeanos, causandomai s
const r angi ment odoquepr azer .Oúl t
imof oidemor ado, ternoecomov ent e,antesdeDeanpar ti
r
paraosEst adosUni dos.
Agor a, Jennadav a-secont adeque, oqueel aviracomopr omes¬sa, elev ir
acomodespedi da,
porque, nav i
dar eal ,ocomponent er omânt icodor elacionament odequaseumav idanão
sobr ev iveriaporquat roanos.
Mar cusmexeuomaxi lar,tenso.Jennasent i
a-seper versament esat isfeitaport erlhedesferido
um gol pe.
— Masnuncador mi r
am j unt os—apost ouel e.
Comoel epodi asaber ?Elacont inuout eimosa, eel eest reitouool har,av ali
ando- a.
— Nuncador mi ucom ni nguém, nãoé?—especi ficou, gentil.
— Nãoesper aqueeur esponda!
Imper doav elment e,Mar cusr iu.
— Nãopr eci sa, virgenzi nha—pr ovocou.—Est áest ampadonoseur osto.—Abr andouav oz.—
Talvezeudev esset erl ev adoi ssoem cont a.Mas, seest eveseguar dandopar aDean, oquev ai
fazer
agor a?
— Nãov oudor mi rcom opr imei rohomem quepassar !—di spar ouJenna.
Elecont raiuosl ábios.
— Eunãosuger ii sso.
— Vocêdi ssequequer i
af azersexocomi go.
Elef ranzi uocenho.Jennai magi nouseel eiadi zerqueel aent ender amal .
— Euquer of azeramorcom v ocê—conf irmouMar cus, caut eloso.—Ev ocêt ambém quer .
— Eunãot eamo!—gr i
touel a.—Nãodo" j
eitoqueamo. ..amav aDean.—Nãoer aamoraquel e
desej o, aquel anecessi dadef ísica
queàsv ezesadei xav adesesper ada.Er aal gopr imi t
ivo.Assust ador .
Afast out aispensament os, sem quer erexami narasi mpl icações.
Mar cusest reit ouool har .
— Pr etér ito...oupr esent e?Super e,Jenna.Deanest ácompr omet i
docom Cal lie.El
eestá
perdi dament eapai xonadoporel a.
— Eusei !—Havi aangúst ianavozdel a.—Jámeconf ormeicom i sso.
— Ent ão, porquenãoacei t
aoqueof ereço?—Sem av i
so,Mar cusaar rebat ou.

CAPÍ
TULOVI
I
Foiest
ranho,igualeaomesmot empodif
erentedasoutrasv ezesqueMarcusabeij
ara.Omesmo
arr
oubodepr azer,
inesper
adoeassombroso,invadi
ndoseucor po.
Massurgi
uout roelementomaiser
óti
co,quandoeleapr ovocoucom alí
ngua.
..umaasper
eza
queeranovaeal armante,comoseMarcusest i
vessedet
er minadoaafast
artodososseus
pensamen¬tos,asinseguranças.
Jennai nclinouacabeçapar at rás, eel eaampar ou-apel osombr os.
Mar cuspar eci adi spost oal hedemonst rarumasexual idadesem amar ras, diferenteda
consi der açãoet ernur aqueapl i
car aant es.
Nãoqueamachucasse, eleer ahabi l
idosodemai spar ai sso. .
.masnãoer am mai scar ícias
gent i
s, conf or t
ador as. .
.eleaexpl orav apassi onalment e.Er aumar ev elaçãosexual primi t
iv a.
Sent i
a- sede¬saver gonhadament eassal tada.
Apr incípi o, ficouchocada, tant oporsuapr ópriar espost ai ns¬t antâneaquant opel opoderdos
braçosdeMar cus, abr açando- aebei jando- aquaseapont odaagr essão.
Ent ão, sent iuosanguef erv er, eadesi nibi çãodel et ransf eriu-separ ael a.Ret r
ibuiuaobei j
o
i
r r
esponsav elment e,fami nta, ansi osa, quer endopr ov á-lo.Ar queandoocor po, permi tiuqueMar cus
ale¬v asseaout ropl anodeexci tação.
Agar rou- seaopescoçodel eesent iuosmúscul ost ensossobaspal mas.
Mar cusaencost ounapar edeel heapal pouossei os, despudo- radament epossessi vo.El ajánão
sent i
aocor pocomoseu, mascomoum i nst rument odepr azerdesper t
adopel osbei josecar í
cias.
Mar cusencont rouumapassagem pel ov est i
doel het ocouapel e. .
.eel aest remeceudepr azer.
Mar cuser gueuacabeça, of egant e.
—Jenna. ..i ssoét or tura.Pr eci samosdeumacama.
Oh, sim! ,concor douel aem pensament o, eel eseaf ast ou, dei¬xandoum espaçof rioent reambos.
Noent anto, elemant i
nhaasmãossobr eel a, umanosei o, aout ranoquadr il
.
For a, alguém f echouapor tadeum car ro.Jennaf i
cout ensaeser etraiuhor rorizada.
Kat i
e?
Passosr ápi dos, eapor t adoapar tament ovi zi
nhoabr iu- seef echou- se.Jennar elaxoudeal í
vio,e
Mar cusr i
u.Achegou- senov a¬ment e, masel aseesqui vou, passouàsal aeacendeual uz.Est ava
abalada, easal apar eci agi raraseur edor .
Mar cusapr oxi mou- se.Jennav oltou- se, eel ebaixouool harpar aocor pet edeseuv est ido.Um
ombr oest av adescober toear endadosut i
ãapar eci a.
Jennaar rumou- ser api dament eeumedeceuosl ábi ost r émul os.Sent ia-sedesgr enhada,
conf usa. ..et rémul a.
Mar cusav ançouum passo, eel ar ecuou, meneandol ev ement eacabeça.Fi t
aram- se, sem saber
oquedi zer .
—Achoqueser i
ademai sesper arqueasbar r
eirascaí ssem t ão
facil
ment e. ..
—Vocênãoét ãoi rresist ível .—Jennasent ianecessi dadedeat acar ,enquant or ecompunhaas
defesas.Mar cuser aum oponent ef or mi dáv el enãoj ogav al i
mpo.At ónita, per cebeuqueov iacomo
i
ni migo.Mar cus.Seuami go. ..seupr otetor ,lev ement eaut or it
ár i
o, quasei rmãomai sv elho.At é
então.
Eleemi t
iuum som quenãochegavaaserr isada.
— Achoquepr ov eimeupont odev ista, pel omenos.
Mar cuscom cer tezapr ov ar aquepodi af azercom queel aode¬sej asse. ..quepodi al evá- l
apar aa
cama.Av assal adapordúv idas, Jennaf echouosol hoser espi r
ouf undo.Foi quandoum medo
i
m¬pr eci sosef or mou, um quenãosaber iadescr ev er .
Passouamãonoscabel os, nat ent at i
v ai nút i
ldeapr umá- l
os.Tomaradeci sãodedesi st i
rde
Deanedossonhosqueal iment araem r elaçãoael eer aumacoi sa.Terum casof ogosocom o
i
r mãodel eer aout ra, totalment edi ferent e.Nãopodi aconf iarnaquel asemoçõesnov as.
— Nadadi ssof oiv erdade!
Mar cusest endeuasmãosaol ongodocor po.
—Par eceu- mev erdadei ro.Mui tomai sdoquesuaf ixaçãor o¬mânt icaj uveni lpormeui rmão.
Erat ãocr uel .Jennav ol tou- seeengol i
uem seco.Amesi nhaest avaem t otal desor dem, como
sempr e.Comosuav ida, compar ou, der epent ei r
rit
ada.El aeKat i
edevi am começaraseor ganizar.
—Nãoquer omagoá- l
a, Jenna.Masest ouf icandoum poucocansadodeesper arv ocêemer gir
doseumundoi magi nário.
Elasev oltoui rada.
—Achoquesoui diota, sim.Masnãot ãobobaapont odenãosaberadi f
er ençaent reamore. .
.
luxúria.
Mar cusr iu.
—Luxúr ia?Éasegundavezquedi zi sso.Suponhoquemebei j
ouagor ahápoucocomosesua
vidadependessedi ssoporcausadal uxúr ia.
Jennadesvi ouool har .
Elel het omouoquei xoef orçou- aaencar á- lo.—Tal vez..
.eunãomei mpor to.Sej aoquet enhasi do,
foi mui tof orte.Vocêmeacendeucomoum r ojão.
—Roj õesnãodur am mui tot empo—r etrucouJenna.—Sãosól uzecor ,
eent ão. ..vir
am ci nzas.—
Elasedesv enci lhou, masMar cusl heagar rouopul so.
— Dequet em medo?Dequei st ov ireci nzas?
— Épr ov áv elquev ire—r acional i
zouel a.—Nãoé?
Mar cussót i
v eranamor osef émer os, com moçasquenãochegav aaapr esent aràf amí li
aequeel e
rarament emenci onav a.Kat i
et am¬bém t iver av ár i
osnamor ados, algunspar ecer am sér i
ospor
algum t empo.Jennaconsol avaaami gaquandoel achor av aot érmi nodeout rorel acionament o.
Sempr eseconsi der ar af eli
zar da, segur anacer tezadoamordeDean.Agor a,sabi aoquant ose
i
ludi ra.
—Seeuev ocêdor mí ssemosj unt os. ..suaf amí liaf i
car i
asaben¬do.Nãoconsegui rí
amos
esconderdel es.
— Edaí ?El esgost am dev ocê.Kat iev aif icarexul t
ant e.
— Equandoacabar ?
Jennat emi aqueaf amí l
iaCr ossanar ejei tassedepoi s, porso¬l i
dar iedadeouconst r
angi ment o,
consi der andosoci alment edescon¬f ortáv el incluiraex- amant edof ilho.Pr inci palment eseel e
ti
v esseumanov anamor ada.Asi mpl icaçõeser am i nfinit
as.Edesol ador as.Asi mpl espossi bili
dade
deserbani dadav i
dadel est rouxedev oltaasi nsegur ançasdesuai nfância.
SeosCr ossanar ejei tassem, fi
car i
asozi nhanomundo.Est re¬meci asódepensar .Sent i
riade
nov oasol idãoassust ador aqueexper i
ment araaossei sanos, aoper ceberquenãopodi acont ar
com ni nguém, anãoserconsi gomesma.
— Nãoémi nhai nt ençãoqueseacabe—decl arouMar cus.
— Todososseusout rosnamor osacabar am.Eunãosupor tari
aper dermeur elaci onament o
com asuaf amí li
a, Mar cus.—E, seel eadei xasse. .
.Empal ideceudemedo.—Ouasuaami zade.
Elel het omouasmãos.
—Nuncavaiper dernadadi sso, Jenna.Éseupar asempr e.Nuncaper der áKat ie..
.nem Dean.
Seéi ssooqueapr eocupa, háumasol uçãobem si mpl es.
Jennar ecusoudeant emão.
— Ear ri
scadodemai s...
—Ouça—pedi uMar cus.—Quer omui tomai sdoqueal gunsmesesnasuacama.Eseiquev ocê
preci sademai squei sso.Nãoquer iaDeandev er dade, massi m oqueel esi mbol i
zav apar av ocê. ..
famí lia,est abi li
dadeesegur ança, eeuf icar iamai sdoquef elizem l heof erecert udoi sso.Case- se
comi go.
Jennaachouquenãoouv iracor retament e.I acont estaraquel aav aliaçãodeseuamorporDean,
masaspal avr asf inai sdeMar cusaconf undi r
am.Fi cousem ação.
Mar cusaav al iavacom at enção.
—Eent ão?—pr essi onou, quandoosi lênci opr olongou- se.—Quersecasarcomi go, Jenna?
Deal gum modo, el aconsegui udespr enderal ínguadocéudaboca.
—Vocênãoquersecasar !Quer odi zer ...nuncamost rout en¬dênci aa. .
.
—Nãoachaqueest ánahor adeeumecasar ?—quest ionouMar cus.—Amai or iadosmeus
ami gosj ásecasou, out em companhei ra.
— Pensei quev ocêf ossef elizassi m.
—Bem, talvezf alteal goem mi nhav i
da, al godequev ocênãodesconf i
av a.
Umaesposa?El aoencar oueper cebeuque, embor aoconhecessehav iamui tot empo, sempr e
houv eranel eal goquel heper maneci aocul to.At r
ibuír aai mpr essãoaof at
odeel eseromai sv elho,
masadi ferençadei dadenãosedest acav at ant oagor a.Dequal querf orma, eleai ndapar eci aum
poucoar redi o.Dent reosmembr osdaf amí lia,Mar cuser aoqueel amenosconheci a.
Agor a, elepr opunhaor elacionament omai síntimoquepodi ahaverent rehomem emul her.
Mar cussor r
iut erno.
— Euaquer omui to, Jenna, eador aria...quef ossemi nhaesposa.
Sat i
sf azerumanecessi dadesexual ,pormai spot entequef osse, nãopar eci amot ivosuf icientepar a
assumi rt amanhocompr omi sso.
—Seest áf azendoi ssopar amel ev arpar aacama. ..—começouel a,masel eacal oucom um
olhar.
— Sabe. ..achoi ssoof ensi vo, decer taf orma—pr ot estouMar cus.
—Descul pe- me.—Jennasabi aqueel enãoer at ãocr uel ..
.nem est av adesesper ado.El egost ava
deladev er dadeet alv ezi ssobast assepar ael e.Masnãopar ael a.—Nãopossomecasarcom um
homem quenãoamo!
Eleest rei touool hareenf i
ouasmãosnosbol sos.Adot ouum t om ásper o,quasecomer cial
.
— Amaosmeuspai s, não?
— Si m, masédi feren. ..
— EJane?
— Gost omui todel a.
— EKat ie?
— Cl ar o!
Mar cusf ezpausa.
—Eél oucaporDean.Est ádi zendoquesouoúni comembr odaf amí l
iaquenãoama?
— Sabequenãoéamesmacoi sa!
— Ent ão, v ocêmeama.
— Decer taf orma, sim. .
.
—Umaf or maque. incl uisexo. ..luxúr i
a...sej alácomochame.Umaemoçãoadul ta, Jenna, não
umai l
usãoadol escent ecor -de- rosa.Eeut eamo. .
.—El ef ezout rapausa.—Di r
iaquet emosuma
basebast ant esól idapar aocasament o.
— Él oucur a.—Jennamassageouat êmpor a, asar t
ér i
asl atejant es.
—Porquê?Todososdi as, pessoasqueat époucot empoant eser am totalment eest r anhas
umaàout raj uram amoreconf iançaat éamor te.Nósnosconhecemosquaseavi dat oda.
Nenhumasur pr esadesagr adávele, com cer teza, nenhum par ent ehost il
.
Oar gument oer aconv incent e.Jennanãoesper av aamarnov a¬ment ecomoamar aDean.
Mar cusl hepr ov ocav asensaçõessexuai squeel anuncasei magi nar asercapazdesent ir.E
ti
nham mui tascoi sasem comum.
Eleusav aoar gument omai sper suasi vodet odos. .
.apr omessadeel aconcr etizarseul ugarna
famí l
iaCr ossan, fortal ecendoosl açosquel heer am t ãoi mpor tant es.
—Querf ilhos?—i ndagou, sem pensar .Est av amesmoconsi der andoapossi bil
idade?—Se
houv essecr ianças, nuncaconsi der ariam odi vór cio.El anuncapr ejudi cari
aum f i
lhodessamanei ra,
et i
nhacer t
ezadequeMar cust ambém não.
—Esper oquet enhamosf il
hos—r epl i
couel e.—Vocêgost adecr ianças, nãogost a?
Jennasempr ei magi nar aqueum di ateriaumaf amí lia.Masj amai ssem secasar .Fazi aquest ão
dequeseusf i
lhost i
v essem um pai ,um quesecompr omet essecom el esport odaav ida.
TudooqueMar cusdi sser af azi asent i
do, ent retant o...
Mar cusaabr açou, segur andosuacabeçacont raoombr o.Ent ão, bei jou-
acom car inho,
demor adament e.
—Temosmai sdoquesexo—af i
r mou.—Embor asej ai mpor tant eeeuquei ra..
.com v ocê.Senão
ti
vessedemonst radoquequert ambém, eunãot er ianem abor dadooassunt o.Jásei—adi ant ou-se,
quandoel af ezmençãodef al ar.—Seucor açãoper t
enceaDean.Possomeconf ormarcom i sso, at
é
vocêsuper aressaf ase.Um di a, ver áqueseucor açãoest ánor mal ...um poucobat i
dot alvez, mas
seunov ament e.Por queel enãooquer .
Jennanãosabi aoquev ei opr imei ro,obei j
oouosom dachav edeKat ienapor t a.
SeMar cusouv iu,nem l i
gou.El anãor etirouasmãosdesobr eosombr osf ortes.Mar cus
empenhou- seem i nv adi rseusl ábi ospar aexpl orar .
—Eocar rodeMar cusl áf or a..
.—coment ouKat i
e, entrando.—Vocêsdoi sainda. ..ooh, descul pem!
Estamosi nt errompendoal go?
Kat i
eest acar anov est íbul o, com Jasonl ogoat rás.Mar cusi n¬t er rompeuobei jo, por ém
mant eveobr açonaci ntur adeJenna.
— Est ão—conf i
rmou, chat eado.
—Podemossai reent rarnov ament e—suger i
uKat ie,um sor ¬r isosat i
sfeit
onosl ábi os.
— Não—r espondeuJenna.—Voul evarMar cusat éapor ta.
Katieencar ouoi rmão.
— Est ái ndoembor a?
— Par ece.
Jennaabr i
uapor taouv indooscochi chosv i
ndodasal a.Mar cusaf itoumai sumav ez.
Elet inhar azão, pensouJenna.Deannãoaquer ia, masseucor açãot ol
oum di asar ari
a.
—Penseem t udooquef alamos—pedi uel e, bei j
ando- ar apidament e.—Tel efonoamanhã.
Com i sso, dei xou- a.Jennaesper ouat éeleocar rodel edesapa¬r ecereper cebeuqueest av a
tr
émul a, com osj oel hosf racos.
Per maneceur ecost adanapor taporal gunssegundose, ent ão, vol toupar aasal a.
—Voumer ecol her—anunci ou, f i
ngi ndonãonot araexpr essãocur iosadeKat ie.
Qui nzemi nut osdepoi s, Jasonf oiembor ae, dal iasegundos, Kat iei nvadi aseuquar to.
— Nãopodeest ardor mi ndoai nda.
Jennasuspi rou, sent ou- senacamaeacendeuoabaj ur.Kat iepôsasmãosnaci nt ura.
— Vamos, oqueest áacont ecendoent revocêemeui rmão?
— El emepedi uem casament o.
Kat i
equaseseengasgou.
— Jur a?Nãoacr edi to!—At i
r ou- senacamaeabr açouaami ga.
— Eumesmamalpossoacr edi tar—mur mur ouJenna.
—Vaisermi nhacunhada!Bem, sempr eacheiqueser ia, maspensei quef ossesecasarcom. ..—
Sem compl etar ,abr açouaami ganov ament e.—Eudi ssequeel egost av adev ocê!Vocêdi ssesi m,
nãoé?
—Não, aindanão.—Jennanãoper mitiri
aqueoent usi asmodeKat iei nfluíssesuadeci são.
—Porquenão?—Kat iel ev ouamãoàboca.—Oh, lament o.Nósi nter rompemos, nãof oi
?Oar
estav acar r
egadomesmoquandoent ramos. ..
— Pr ov avelment e, foimel horassi m.Ter eitempopar apensar .
—Noquê?Conheço* '
v ocê, Jen. Nãobei jari
aMar cusdaquel ejeito,amenosquequi sesse. Quando
perceber am queest av am apai x onados?
Nãopodi adi zeraKat i
equenãoest av am apaix onados, dev erdade.
— Achoque. ..est anoi te.
—Af amí liavaif icarem pol vor osa!Vaiset ornarl egal ment eumadenós.Podemoscont ara
papai emamãeamanhã?OuMar cusquerdaranot ícia?
— Euai ndanãodi ssesi m —l embr ouJenna.
—Mascl aroquev ai dizersi m!VocêeMar cus. ..éper feito!Nãosei comoni nguém not ouant es.Os
doissâot ãor eser vadosesér ios, pr of undosegost am dasmesmascoi sas!El esempr et eve
cuidadocom v ocê, masv ocêf az iaf renteael equandoér amoscr i
anças.Mar cuspr ecisadeal guém
queel enãopodedomi nar .For am f ei tosum par aoout ro.
— Acha?
—Tot al ment e.Masachoquej ásabedi sso.Esper eat éeucont araDean!
— Não!
—Bem, nãoat év ocêdi zersi m, acho—concor douKat ie.Sen¬t ou- senacama.—Tel efonepar a
el
e.
— Tel ef onarpar aDean?
—Não, paraMar cus!Tel efonepar ael eet i
re- odessami séria!El ej ádeveest arem casa.
Kat i
ef oibuscarot el ef onesem f i
oeoent regouaJenna.Sen¬t ou- senacamadeper nas
cruzadas.
Eradi f
ícilresi stirat ant oent usi asmo.Apar ent ement e, nãoocor ¬r euaKat i
edar -lheal guma
privacidade.
— Li gue—i ncent iv ouel a, edi touonúmer o.
Porquenão? ,consi der ouJenna.Cl aroquenãot omav aaat itudesi mpl esment epar anão
desapont arKat ie.Ti nhamui tasout rasboasr azões.Set odososCr ossansesent iam comoKat i
e,e
Deani asecasarcom Cal li
e, dequal querf or
ma. ..Porquenãoacei taropedi dodeMar cus?
Prov avel ment e, eraamel horof er taqueconsegui ria.
Quaseper feita, nav er dade, com odet alhedequenãoset ratav adeseuel eito.Mar cussabi a
disso, maspar eci anãosei mpor tar .Nãoer acomoset iv essedef ingi r,deenganar .Elemesmo
argu¬ment araqueser iasuagr andechancedeent rarpar af amí l
iaCr os¬san, umai scat entador a
demai spar ael a.
Comoquenum sonho, Jennat ecl ouosnúmer os.Encost ouof onenoouv i
doeesper ou.Tal vezele
nãoest ivesseem casa. .
.
— Al ô?—at endeuMar cus, av ozf orteegr av e.
—Mar cus?—Jennat inhaasmãost rémul asesuadas.Mor di
scouol ábio.
— Jenna?
Elaol houpar aKat ie, queassent iuvi gor osament e, esticouosdoi spol egar espar acimaesor r
iu
encor aj ador a.Jennaengol iuem seco.
— Eusóquer i
adi zer ...ar espost aési m.
Porum i nst ant e, pensouqueel enãot inhaent endi do.Ent ão,ouviuum suspi ro.
— Obr igado.Mui toobr i
gado, quer ida.
Quer ida.Er aest ranho, masel asent iuocor açãoseder reterevi r
arumamassaaqueci da.
— Obr igadaport ermepedi do—sussur rou.
Eleriu, quasedescont raído.
— Foigent ilem l igar .Acheiquej áest av ador mi ndo.
— Est out elefonandodacama.
El
er et ev eof ôlego.
— Voudei xá-lador mi r, ent ão.E. ..Jenna?
— Si m?
— Eut eamo.Est oucont ent eporv ocêt erl igado.
— Eu. ..eut eamot ambém —r epl icouJenna, cient edapr esençadeKat ie.Nãoer ament ira.
Conf or meMar cusobser var a, hav i
adi ¬f erent est iposdeamor .
Mar cuscompr ou-lheum di amant esol i
tár ionum aneldeour obr anco.Mai st arde, Jennat el
efonou
paraamãeedeuanot ícia, com Mar cusaseul ado.
—El af icoucont ent e—coment ou, est endendoot elefone.—Equerf alarcom v ocê.
Mar cusbr incoucom amãodeJennaor nadapel osol i
tárioen¬quant of alavacom af uturasogr a.
—Si m. ..Obr igado.Eeusouum homem desor te...Nãoescol hemosadat aai nda, masser álogo.
—Sobool harat ent odeJenna, eledet al hava:—Penseiem f azeraquiem Auckl and,senãose
i
mpor tar ..
.Cl ar o,vamosmant ê-laapardaspr ov i
dênci as.Mi nhamãev ai ficarcont ent
eem aj udar..
.
Claro...—Dev olveuot el ef one.
Jennaai ndaconv ersouum poucocom amãee, ent ão, desligou.
— Querumaf est agr andi osa?—i ndagouMar cus.
— Não!
— Tem cer teza?
— Absol uta.
— Ébom, por quegost ar iademecasarsem al ar de.El ogo.
— Logo?—Jennasent iuocor açãof alhar .
— Nãov ejomot ivopar aesper ar,ev ocê?
Jennaengol iuem seco.
— Achoquenão.
— Est áar rependi da?—Sér io,elel heaper touamão.
— Vocêest á?
— Não.Seioquequer o, Jenna.
Elaper maneceuem si lênci oporum Segundooudoi s.Desej araDeanport antot empo. .
.Eradifícil
l
ivrar-sedohábi t
o.Masdev iasegui rem f rent e...pr ecisav asegui rem f rent e.
Concor dar aem secasarcom Mar cus, queaquer iadeumaf ormaqueDeanj amai squisera.
Eel aoquer iadaf ormamai sf undament al.
..f isicament e,aomenos.Mar cuser aum homem sexy
eboni t o, t
inhaumaempr esabem- sucedi daeer adot ipodecent eet rabal hador .Quemai suma
mul herpodi aquer er ?
Ergueuacabeça.
— Eudi ssequemecasar i
acom v ocê.Nãov ouv ol t
arat rás.
—Ot imo.—Mar cusr el axou.—Um mêsésuf icient epar av ocêpr ovi
denci arov est i
doeoquemai s
precisar ?
Jennaar regal ouosol hos.
— Um mês? !
— Épouco?
— Dean. ..eCal l
ie.
Mar cusest reitouool har .
— Oquet em el es?
—Nãodev í
amosr oubaraf esta...quer odi zer, casando- nosant esdel es.Fi caram noi vosantes.
Katiesuger iraum casament odupl o, paradesesper odeJenna.Mar cusr ef utaraai deia,
alegandoquenãodi vidi r
iaseudi adecasament ocom mai sni nguém, excet oanoi va.
—El esnãomar car am adat a.Enãot enhovont adedeesper arat éel essedeci direm.
Jennacapi tulouquandoKat ieexpl icouopr oblemadeCal li
eeDean:
—Ospai sdel agost ariam dedarumaf estat radi cionall áe, natur alment e,Cal li
equeros
ami gosporper to.Papaiemamãef icar iam f eli
zesem r ealizart udoaqui ,mas, dequal querf orma,
umadasf amí li
ast er ádevi ajar .
Compar adoàl ogí sticadocasament odeDeaneCal lie,odeJen¬naeMar cusf oium exer cíciode
simplicidade.Kat ieaj udouJennaeescol herov estidodesedabr ancosi mpl es, com decot e
debruadodepér olasem f ormadegot a.Mar cusr eser vouumacapel aper todacasadospai s,ea
l
istadeconv idadosl imi tou- seàsf amí liasecer cadev int
eami gos.
Mar cuscont ratouum buf e, poi snãoquer i
aqueamãesepr eo¬cupassecom i sso.
—Eudi sseumaf est apequena. .
.nãobar at a.Quer oquesedi ¬virtat ambém, enãof ique
preocupadaem esquent aroscanapés.
Katief oi aúni cadamadehonr a, eDeanf i
couaol adodoi r mãonoal tar.
Jennaent rounai gr ejacom opadr ast o.Nof im docor redor ,Mar cuspar eci asér ioener voso, mas
sorri
uquandoopast orcomeouacer i
móni a.
Jennadenunci ouoner v osi smoaof azerosv ot os.Mar cuspr o¬nunci ouosdel ecom f i
rmeza, mas,
aocol ocaraal iançaem seudedoanul ar ,elasent i
useul evet remor .
Mar cuser gueuov éueabei jou.Asegui r
,assi nar am ol ivr
oder egi stroci vi
lev oltaram pelo
corredordacapel a.
Deancumpr i
ment ouoi r mãocom um t apanascost asebei jouJennal evement enosl ábios.
Katieabr açou- af orte, segui ndo- seamãeeasr a.Cr ossan.
Apósasessãodef ot ogr afias, volt
ar am par aacasadosCr ossanei niciaram af estacom doces,
salgados, boloechampanhe.
Tudoacont eceur ápi do, at éomoment oem quedei xaram acasaeent raram nocar rosobuma
chuvadeconf et e.
Mar cusest aci onouov eí culopoucoadi ante, par asel iv
r arem doconf etenoscabel os.Fitoua
esposa.
— Nãoest áner vosa, est á, Jenna?
Elamor discouol ábi o, tensa.
— Não.
— Estáner vosacom aenor mi dadedocompr omi sso?—El el heacar i
ciouol ábiocom opol egar,
provocandosensaçõesagr adáv eis.
—Nadadepr essa.Est amoscasados.Temosavi dai ntei r
apel af rente.

CAPÍ
TULOVI
II

Dlurant eor ápidonoi v ado,Mar cusabei jaracom pai xãoeaacar i


ci aracom i nt imidade, àsv ezes.
Massempr esecont i
ver apoucoant esdaconsumação, deixando-at ensaei nsat i
sf ei
ta.
Jennasupunhaqueel eestivesser espei tandosuai nocência,con¬si der andoqueel adesej avase
casarv i
rgem,mast ambém i magi ¬navaqueel equi sessemant ê-laem est adodeansi edadepar a
nãopr or rogaradat adocasament o.Ar api dezcom queel eproviden¬ci ar atudosuger iaum t emor
dequeel adesi sti
sse.
Bem, elanãodesi stira.Agora, comoel edi r
ia,estavam casados, com av i
dat odapel af rente.
Maspr imei rohav i
aaquel anoite. .
.
Mar cusr eservaraumasuí t
enum hot el-daci dade,ondef i
cari
am ant esdeembar carnov ôopar a
Rarotonga, nasi l
hasCook, em v ia¬gem deumasemana.
A suí tenãoer aanupci al
,mast inhaumav i
stamar avil
hosadopor toWai temat aedomar
azul-esv erdeado. .
.além deumacamaki ngsi ze.Compl etavam adecor açãoumapequenamesano
cantocom duascadei ras.Havi am trazidoumagar r
af adechampanhef echadaeduast aças.
Jennadesv i
ouool hardacamaeapr oximou- sedaj anelapano¬r âmi ca.Escur eci a.Asl uzes
bri
lhav am aol ongodapr aiaeer apos¬sí velv erocont ornodosnav i
oscont raomari nqui eto.
Mar cusapr oximou- seepousouobr açoem seusombr os.Apre¬ci ar
am apai sagem em si l
êncio,à
medi daquemai sluzessur giam eaáguaescur ecia.Umaspoucasest r elasbr il
havam nocéu.
Mar cusencai xouamãoem suanucadel i
cadaecomeçouamas- sageá- la.Er ar elaxant ee,ao
mesmot empo,er ót ico.Jennai nclinouacabeçapar aaf rent e,per mi t
indoqueel eal i
viassea
tensãoqueseacumul ar aalidur ant eodi a.
— Penseiem chamar mososer viçodequar toepedi roj ant ar—suger iuele.
—Hum. ..Est ábem.—Jennapr essi onouopescoçocont raamãof ortequet antoaconf ortav a.
Mar cusi ncl inouor ost oeabei j
ou, posi cionando- amel horpar aacessaraboca.
Jennacor respondeuaobei josem f ingir,ent reabr indoosl ábi osansi osa.Vol t
ou-seesesegur ou
nosombr osdel e.Mar cusdet eve-seporum segundo, comoquesur preso, eent ãoent errouasmãos
em seuscabel ossedosos, aprofundandoobei jo, colandoseuscor pos.
Mar cuser gueuacabeça,acar iciou- l
heascost aseasegur oupel osquadr is,afast ando- aum
pouco.Ti nhaosol hosobscur osnor ost ol ev ement eenr ubesci do.
— Sobr eoj antar ...
—Quej ant ar?—Jennaoenl açouaopescoçoel ançouum ol harpr ov ocant e.
Mar cuspar eci aconf uso.
—Aquel equepl anej eipar aacompanharochampanhe.—I n¬di couagar rafanamesa.—Ant es..
.
— Quermeembebedarnov ament e?
Elesor riudi ver ti
do.
— Rel axá- laum pouco.Penseiqueest ivesseassust ada.
Jennasent iuum t íemordeexci tação.
— Tem dehav erumapr imeirav ez.
Mar cusf icousér io.
— Nãopr eci saserest anoi te.Nãosevocêpr eferiresper ar.
Jennaent er neceu- se.Apesardapr essaem secasaredodesej oper cept í
vel,Mar cusest ava
dispost oar espei tarseur it
mo.Er aum gest odecav alheiri
smopel oqual el
anãoesper ar
a, mas
aindaassi m car act eríst i
codeMar cus.
Passouapont adal ínguanosl ábi os.
— Nãoquer oesper ar.Vocêquer ?
Eler espi rouf undo, agar rou-apel asnádegasepuxoucont r
asi .
—Dent r easper gunt asmai stolasquej áouvi ,mi nhaquer i
daesposa, essal evaopr i
mei ro
prémi o.
Jennar iu,eel eabei j
ounov ament e,abaf andoor iso.El aoabr aouenquant ocorrespondi asem
i
nibição, pr ov ocando- acom al í
n¬guaeosdent es.
Mar cusseaf ast ou, of egant e,eest r
ei touool har .
— Quem aensi nouabei jarassi m?
— Você—pr ovocouel a,ofegant e.—Est ár ecl amando?
— Rai os ,não! —Febr il
,Mar cusaer gueunosbr açosec arregoupar aacama.
Jennal iv rou- sedossapat os.Elet ambém sesent ou, parades¬c alçaross apatoseasmei as .As eguir,
despi uopal etóeac ami sa.
Obs ervando- ofas c inada, Jennas ent iuoc or aç ãodi sparadoeodes ejodes pertandos euc or
po.
Mar cusl e vant ou-s eef oi àme sa.Abr i
uagar raf a,se rvi
uast açasc om aes pumat r
ans bor
dandoel evoua
bandej aat éoc ri
ado- mudo.
— Cheguepar al á.
Elaobe de ce u,eMa rcusa fastouac olcha ,oa colchoa doeol e nçol ,empi l
handoal gunst rav esseiros
.
Conv idouaes pos aas eac omodarenquant oar rumav aoout rol adodacama.
Final ment e, eles ei ns talouaol adodel a,ent regou- lheumat aç aet il
int aram oscr istai
s.
— Anós .
Mar cusesv az i
oumet adedat açadeumav ez.Jennapr ov ouochampanheesent i
uasbol has
estour arem nal í
ngua.
Ent ão, Mar cusapr ox i
mou- semai s, eel asent iual ínguadel enosl ábi os ,degus t
andoos abor .
Antes eul ament o,el er ec uou.
— Nãogos tou?
— Não! Quer odiz er .
..nãoéi sso.
Elesor r
iu.
— Gos tou?
Jennat omouout rogol edechampanheant esder esponder .
— Gos te i
.
— Ót i
mo. Av ises eeuf i
zeralgodequenãogos t
e.
Criativo, Mar cusmer gulhouum dedonat açaeoencost ounabas edopes coç odel a. Jennaar r
epi ou- se
aoc ontat oc om ol íqui dogel ado, ant esqueomar i
dol ambesseochampanhe, sedut or .
Jennaent reabr i
uosl ábiosesent iuor ost oquei mar .Sér ioagor a,Mar cusbei j
ou- anov ament e,
exigent e, pr es sionando- ac on¬t raost rav essei r
os.
Quandoc onc luíram mai saquel ebei jo,el eaav ali
ou. .
.Jennapa¬r eciac onfus aeex c i
tada.Der epente,
des pejouum pouc odec ham¬panhenoombr ode l
ee ,ous ada, inclinou- separ aaf r
e nt eec aptur ouagot a
com al íngua.
Mar cus pr endeu a r es pir
aç ão.Ter mi nou o c hampanhe e c oloc ou a t aç as obr eo c ri
ado- mudo.
Deter mi nado, começ ouades abot oarabl usadel a.
Osut i
ãr endadoex punhamet adedossei os. Jennasent iuocor açãopal pit
ar .Mar cusadmi r
ouos
volumesant esdet raçarabor dacom odedo.Ent ão, afast ouabl usa, eelaoaj udou.
Afobado, Mar cusl hedesabot oouacal çaeabr iuozí per .
— Lev ant e- se—i nst r
ui uel e.
Jennaoaj udoual iv
rá- l
adacal ça.Porbai xo,usav aumacal ci¬nhami núscul a,conj unt ocom o
sut i
ã.
— Li ndo. ..
Jennat omoumai schampanhe, ner vosaef asci nada.
Mar cusaabr açouebei jounov ament e.
Jennasent iuumadocet ensãocr escerdent r
odel a.Acabeçazuni a.Aper touahast edat açana
mãoeest remeceu, exci tada.
Mar cusdescol ouosl ábi oset omou- lheat aça,col ocando- aaol adodasua.Ent ão,est endeu- a
mel horna cama,bei j
ou- a nov amen¬t e e passou a massageá- la.El ar etribui u,achando t udo
estr anho, por ém i ncr i
velment ef asci nant e.
For am mi nut ossem- fim depr elimi nar es, at équeJennaemi tiuum gemi dor ouco.Mar cuser gueu
acabeça.
— Si m?
— Si m. ..—El amal consegui upr onunci aromonossí labo.
Eleaf ast ou- l
heoscabel osebei jou- anat est a.
— Nãoháoquet emer .
Jennanãoest av aassust ada,masdesesper adaporel e.Al ém depr ofundament egr atagel a
i
nici açãopaci ent ecom queapr esent eav a.
Er aest ranhoeexci tant eaomesmot empo.Mar cusposi cionou- se,masumaf rági lbar reir
ao
det eve.Jennav iuaexpr essãot ensa.El eper maneceui móv el,esper andoporel a, ofegant e.
Jennaexper iment oumovi ment ar -se, masabar r ei
r aper sistia.
Ent ão, elacer rouosdent eset omouai nici ativa.Ant eador ,grit
ou.
—Descul pe- me, quer ida—l ament ouMar cus.—Sequi serpar ar...
Elameneouacabeçaemor di scouol ábi o.
A bar r eirasef or a.A dorar r efecer a.Logo,f lutuav a,esabi aqueel et ambém at i
ngi raoauge,
mant endo- asegur anosbr açosenquan¬t oambosest remeci am em êxt ase, ofegant es.
Mar cusabei j
ou.
— Vocêest ábem?
— Mel hori mpossí vel.
—Jennaoenl açouaopescoço.—Ev ocê?
—Pr eci saper gunt ar?—El eabei jounovament e.—Sempr esoubequev ocêser iaumaamant e
mar avilhosa, masnãoesper av aquef osset ãof ant ást icoj ánapr imei rav ez.
— Nem eu—conf essouel a.—Obr igada, Mar cus.
—Nãodi gai sso.Obr igadoporsecasarcomi go, Jenna.Eporsert ãocor ajosael i
nda.Vocêé
formi dáv el.
Jennaest avacont ent eport erl hedadopr azer .Sent ia- sel evee, quandoel eseaf ast ou,
exper iment ouumasensaçãodeper da.
Mai st ar de,t omar am banhosj unt osesent aram- secom decor opar asabor earoj ant aremai s
champanhe.
Ent ão, odesej osemani fest ou, i
nt enso, ev oltaram par aacama, paraosbr açosum doout ro.
Asemanai nt eiradel ua- de- melf oicomoanoi tedenúpci as.Dedi a,passeav am naspr aiasde
areiabr anca, mer gul havam naságuascr ist ali
nasdeumaár eadecor al,sabor eav am pr at osexót i
cos
com sabordecocoeassi stiam aapr esent açõesdedançar inosdasi lhasCooknohot el.
Nadançasensualeconv idat iva,oshomensper maneci am mei oagachadosebat i
am nascoxas
muscul osas corde canel a enquant o ci rcundav am as mul her es,que r ebol avam os quadr is
sensual men¬t e, ool harbai xo, aor itmodost ambor es.
Mar cusal ugouumal ambr eta, af ormamai scomum det r
ans¬por teporal i,econhecer am ai lha
i
ntei ra,Jennanagar upa,agar ¬radaàci nt uradeMar cus.Vi sitaram pl ant açõesdecocoei nhame
nascol inasdoi nterior ,cami nhar am port ril
hasl adeadasporhi -biscos,bananei rascom f l
or es
roxasenor mesedescobr i
ram umapequenacl ar eiraescondi da.Pr ot egidospel av eget açãof echada,
dei¬t aram- senar elvamaci aef izer am amor .
—I st oaquiéum pedaçodopar aí so—def iniuJenna, depoi s,ani nhadaj unt oaMar cussobos
rai
osde. sol filtradospel asf olhasdasár vor es.Dal i
, podi am ouvi rasondassequebr andocont rao
recifedecor alqueci rcundav aai lha.Aor edor ,aspal mei rasgi n¬
gav am aosabordabr isamor na.—Um par aísot ropi cal!
— Par aísoéondev ocêest á—l isonj eouMar cus.—Mas. .
.—Af ast ou-lheumamechadecabel os
dor ost o.—Nuncav oumees¬
quecerdest el ugar .Quer of azerv ocêf el iz,Jenna.Emant ê- l
af elizpar asempr e.
Naúl timanoi te, part i
cipandodeumaf est apar aoshóspedes, Mar cussur pr eendeuJenna
conv i
dando- apar adançar .Indi fer ent easeuspr otest os, eleadesaf iouadançarcomoasnat i
v as,
enquant oel esegui aoexempl odoshomens.
Apr incí pioconst rangi da,el alogopegouor i
tmoesesol tou.Asbat idasdost ambor esf icar am
mai sl igeiras, frenét i
case, nof i
nal , elaest av asem f ôlego.
Osdançar inosr etirar am- sesobumasal vadepal mas,eent ãoumapequenabandai ni ci
ouuma
mel odi adej azz.Em v ezdev oltaràmesa,Mar cuspuxouJennapel amão,epassar am adançar
l
en¬t ament eem mei oaout r
oscasai s.
Jennausavaum sar onguedeal godão,nor mal ment evendi donasf eirasl ocai s,eumabl usi nha
branca.Mar cusmant inhaamãoem suascost asnuasemov iasut il
ment eopol egarsobr ea
espi nha.
Acer taal tur a,el eapoi ouoquei xonat est adel a,suascoxasser oçando.Asl uzesdi mi nuíram,e
Jennaf echouosol hospar asabo¬r earof eiti
çodanoi tet ropical ,amúsi caeohomem quea
abraçav a.
Sent ia-sev iv aesat i
sf eita...comonãosel embr avadeexper i¬ment arhav iaanos.Passar at empo
demai sem est adodesuspensão,esper andoquesonhosseconcr etizassem sem quemov esse
umapal hapar ai sso.
De r epent e,t omar a out ra di reção.Desper tar a do sonho e encon¬t rara uma r eal idade
infinitament emai sexci tant eesat isf at ória.
Aper touosbr açosem t ornodopescoçodeMar cuseapoi ouor ost ocont raoombr of or te.
Quandoamúsi cat er mi nou, elenãoal iber oucompl etament eeper gunt ou:
— Queri ragor a?
— Si m.—El aquer iaMar cus.Quer i
asent irasmãosdel eem seucor po, abocasobr eadel a,a
mascul i
nidadenov ament edent r
odel a, lev ando- aaoêxt ase, quepar eciamai si ntensoacadanoi t e.
O hot el compunha- se de chal és i ndi vi
duai s com t elhados de col ¬mo, cer cados de
palmei ras,--alt asear bust osper fumados.A t r
ilhaquel evavaacadauni dadeer af r acament e
il
umi nada.
Nassuí tes, janel ascom t elaper mi tiam queoper f umedav ege¬t açãoi nv adi sseoquar toequeo
l
uarseder ramassesobr eacamaampl a,empr est ando umat onal idadeazul adaaosl ençói s
brancos.
Jennaadmi r av aal uapel aj anel aquandoMar cusapr oximou- seeaabr açoupel aci ntura.El ea
beijounopescoço, eel adei xouacabeçapenderpar at r
ás.
Mar cusaf ezsev oltareaencost ounapar ede,bei jando- aat édei xá- lat ont a.Ascegas,f oi
tateandoàpr ocur adonódosar ongue, enquant oJennal hedesabot oavaacami sa.Aoseachegar
ael e, sent iuaconf i
rmaçãodoquant oel eseexci tara.
Nus,caí ram nacamaj unt ose,em poucossegundos,el agr itav adepr azer ,enquant oMar cus
gemi adesat isf açãp.
Apósomoment odeêxt ase, Jennasev ol toupar aomar idoeadmi rouseudor soaol uar ,ouv i
ndo
osussur r
odov entoent reaspal mei ras.Or ost odel eest av anapenumbr a, masel elheacar iciouos
cabel oseapuxoumai sumabei jo.
Jennar ecost ouacabeçanoombr odel eesuspi rou.Sent iuum est ímul onapel eej unt ouseus
corpos.Vol tou- separ abei jarapel esal gada,eel eaabr açoucom mai sf or ça.Est avaf el i
z.Nunca
est i
¬ver at ãopr óxi madeout r
oserhumano.
Jennasel embr ariadaquel anoi tepormui tot empo.Par t
il
haram al goespeci aleí nt imoant esde
vol t
aràNov aZel ândi a, um t ipodi fer ent eder ealidade.
Real i
dadeagor asi gni ficav av ol tarao t rabal ho epassaro di al ongedeMar cus.I mpl icav a
também i nst al ar-senoapar tament odel eeadapt ar-seaseuest il
odevi da.
Mar cusabr iraespaçopar asuasr oupasnocl oset .Elaar rumouseuspr odut osdehi gienepessoal
e maqui agem no banhei ro,e abas¬t eceu os ar már i
os da cozi nha com t emper os e out r os
i
ngr edient esqueel ej amai spensar aem compr ar .
—Euger alment ecomof oraoupeçopar aent regar em —j usti
ficou- seel e, quandochegouem
casanopr imei rodi aeaencont r
oupr epar andooj ant ar.—Vocêt ambém t rabal ha.Nãohá
necessi dadedevol tarcor rendoef azeroj antarpar ami m.
—Eugost odecoz inhar .—Jennacol ocounof ornoum r efratár
iocom bat atasr echeadas.—Se
nãoqui serqueeu. .
.
—Eunãodi ssei sso.Sónãopr et endoquevi reumadonadecasaem t empoi ntegr al.
—Nãov ouv irar—af irmouJenna.—Passe- meaquel at igeladev idro, porf av or .Pr eci sodel a
par aasal ada.
Mar cusat endeu, eent ãof oit rocarder oupa.Jennapr epar aratambém f i
lémi gnoncom l egumes.
— Par eceót imo—el ogi ouel e.—Nãosoudecozi nhar .
Jennaf itou- ocur i
osa.
—Vocêpr epar ouum ót imocaf édamanhãquandof iqueiaqui ,nanoi teem quenosso
apar t
ament osei nundou.
—Ah, caf édamanhãédi ferente.Nosf inaisdesemana, sempr efaçoov oscom t oici nho
def umado.
Paradoi s?Sem mot iv o, Jennasent iuci úmeaoi magi narquant asmul her esj áhavi am sesent ado
àquel amesaapósumanoi t
edepai xão. ..quant ashavi am par ti
lhadoacamadeMar cus.
Nãosej at ola, repr eendeu- se.Elenãosecasar acom nenhum del as, certo?
Elesecasar acom el a. ..Jenna.Por queest av apr ontopar aseest a¬bel ecer ,epr efer i
af az ê-
locom
alguém queconheci adesdecr iança.
Adeci sãopar eci ar azoáv el..
.emaçant e.
— Gost adeest arcasado?—i ndagou, sem pensar .
—Gost odeest arcasadocom você, Jenna.—El eumapausa.—Ev ocê, estágost ando?
— Est ou.
Jennagost av adeest arcom el ee,com cer teza,nãosesent iaabor reci da.Al ém di sso,Mar cus
tinhasensodehumoreer agent il
, além deamant ecr i
at ivoeexci tant e.Sabi aqueosur pr eender a
eosat isfizer aaomost rarum apet i
t esexualcompat ívelaodel e.De¬saf i
av am- seaencont rarnov os
l
imi tesdepr azer ,chegandof requen¬t ement eàexaust ão.EMar cussempr egar ant iaopr azerdel a
comoodel epr ópr io.
Eladesv iouool har .
— Vocêéum mar idoat enci oso, Mar cus.
Elesel ev ant ouecomeçouat iraramesa.
— Achoqueéami nhadei xa. .
.
Jennanuncaseder acont adai ntensi dadedavi dasoci aldeMar cus.Nãol hef altavam f estas,
jant ares, passei osdei at enosf i
nsdesemana, encont rosdenegóci os, eagor aer aseudever
acompanhá- lo.
Osami gosdel epar ecer am gost ardeconhecê- la.Aesposadosóci o,Angel a,f oical orosanos
cumpr iment os.Al moçav am numachur r ascar i
aquando,acer taal tur a,asduasf or am aot oal ete
par ar etocaramaqui agem.
—Mar cussósededi couaosnegóci osdur ant emui tot empo.Es¬t avanahor adeel et erum
relacionament odever dade.
— El et evenamor adas—l embr ouJenna.
Angel aTr av ersaj eitouoscabel oscast anho- escur osecont r
aiuosl ábi os.
—Ah, masnenhumadel aser aoqueel epr ecisava.—Puxouum l ençodepapeleabsor veuo
excessodebat om.
— Edoqueel epr eci sa, nasuaopi ni ão?—i ndagouJenna.
—Al guém queocol oqueem pr i
mei rol ugar—opi nouAngel a,fr
anca.—Al guém queoame
real ment e, alguém quenãoouseapenas, equenãoodecepci one.
Sentindo- secul pada, Jennaf oimai sal ém.
— Al guém odecepci onou?
Angel ahesi t
ou.
—Nãoseiaocer t
o.Sempr et iveai mpr essãodequeel etem umamágoabem nof undo.E
nenhumadaquel asmul herescom quem el eandouaj udoumui to.Vocêoconhecehámui to
tempo, não?Penseiquesoubesse. ..
Jennameneouacabeça.
— El eémai svel hoe, quandoér amoscr ianças,adi f
erençasedest acava.Desdequeeledeixou
acasadospai s,sóov i
anasr eu¬ni õesdef amí li
a..
.atérecentemente.
— Masv ocêoama?
—Sempr eoamei .—Er av erdade, embor af ossealgodifer
entedoquesent i
raporDean.
Diferent e,mas. ..Der epente,t odaaangúst iaacercadeDeanr etornoucom f or
ça.Romant i
smo
adolescent e,taxar aMar cus.Pup- pyl ove.Estariacerto?
—Descul pe-me, nãodev iaest arquest i
onando.SóqueTedeeugost amosmui todeMar cus,e
queremosqueel esej afeli
z—ex pl i
couAngel a.
— Eut ambém.—Dev ia-l
heisso, aomenos.
—Cl aroquesi m.—Angel aaf agou- lheobr aço.—Nãodev i
aestarmei ntrometendo.Atr
ibuaao
vinho.Nuncamedeibem com bebi da...
CAPÍ TULOIX

Cer todi a, DeaneCal li


eosconv idar am par ajant ar.
—Oqueacha?—i ndagouMar cus.Jennadeudeombr os.
— Nãopodemosr ecusar ,nãoé?
Eler ef l
etiu.
—Achoquenão—decl arou,final ment e.—Emel horacei tar¬mos, ent ão.
Kat i
eeJasont ambém f oram conv idados,eosgémeossepr ovo¬car am mai sdoquenunca,
respondendoum aoout r
ocom ar gúci aebom humor .Cal l
iesor r
iamui to,massemost ravamai s
qui etadoqueonor mal .
Jennasor ri
uaov erDeanr irdeal goqueai rmãdi ssera.Amav aambos,ei ssonuncamudar ia,
mas exper iment ou al ívio ao per ceber que seus sent i
ment os por Dean t inham mudado
radi calment e.Aaf eiçãoest avapr esent e,masnãohav iamai saquel adornocor ação,odesej ode
umar elaçãomai spr óxi ma.
Est avaacabado.Deaner aal guém aquem f orachegada,masnãoí nt
ima.E,compar adoao
i
rmão, eleagor al hepar eciamui t
oj ov em.
Foit omadaporumanov asensaçãodel ev ezael i
berdade.Est avaf eliz,quasedemai s.Quando
Deanf ezum t rocadi lhoboboeKat iegemeual to,compl etouabr incadeira,diverti
da,eost rês
trav aram umabat al
hader espost asecont ra-respost as,paradel eit
edeCal li
e,JasoneMar cus.
Deanser v i
umai sv inhoànoi v
a.
— Eót i
moquev ocêssedêem t ãobem —coment ouCal l
ie.
—Somosami gosdesdesempr e—af irmouel e.—Fi cocont enteporMar cust ert
idoobom senso
desecasarcom Jenna.Éamel horcoi saquepodi at erfeito.
— Euconcor do—decl arouMar cus.
—Obr i
gada, Dean—r eplicouJenna, graciosa.—Est oucon¬t entetambém.
Trocar am um sor riso, eJennasent iuumaondadef elici
dadeet ernur aporDean, um sentimento
sem qual querconot açãosexual .El ev oltaraasersóseuami godebr i
ncadei r
as.Comof or atol
aao
acr edi t
arqueonamor i
codecr iançaer aamordev erdade.Agor a,sabi acomoaquel esent imento
eraf racocompar adoaoamoradul toedur adour o.Nãoconsegui asei maginarcasadacom mai s
ninguém, excetoMar cus.
Cal l
ielev antou- separ al evarospr at oset razerasobr emesa, eJennaf oiàcozi nhapar aof er
ecer
ajuda.
— Podef atiarat ortadequei jo.—Cal l
iei ndi couoqui tutenamesa.—Voucol ocarasal ada
def rutasnat i
gel a.
— Deixecomi go.—Jennapegouumaf acaecomeçouaf at
iarat ortadequei jo.
— Compr eiasal adapr ont a—r ev elouCal l
ie,const rangida.—Nãosoumui t
odecozi nha.—
Ret iroual atadesal adadef rutasdoar már i
o
— Ofrangoestav
adelici
oso—assegur
ouJenna.
Cal
li
etor
ceuonar i
z.
— Oarrozfi
cougrudento!
— Não,est
avaótimo.Ninguém r
ecl
amou,
nãoé?

— Vocêst odossãomui t
ogent is.—Cal l
iebr igav acom oabr i
dordel at as.—Oh, r
aios...não
consi gonem abr irumal ata!—Fr us¬t rada, abandonouoenl atadonobal cão. -
— Dei xequeeuf açoi sso.—Jennapegouoabr idor, certi
f i
cando- sedei nstalarbem o
i
nst rument oant esdegi raramani velaqueaci onavaar odacor t
ant e.Num segundo, removi aa
tampa.
— Obr igada.—Cal liepegoual at aedespej ouocont eúdonumat igelagr ande.—Tí nhamosum
abridordel atasel ét ri
coem casa.
—Deuumaf ungadel a.
— Vocêpodecompr arum aqui .—Jennaest ranhouocompor tament odamoça.—Vocêest á
bem, Cal l
ie?
Cal l
iedeuout raf ungadel ael ev ouamãoaosol hos, masi ssonãobar rouasl ágr i
mas.
Jennacol ocouobr açoaor edordosombr osdeCal l
ie.
— Oquef oi?
— Est oubem. ..—Cal liepegouumaf olhadet oalhadepapel ,assoouonar izeenxugouos
olhos.—EuamoDean—af i
rmou.—Sóque. ..àsvezes, sint osaudadedecasa.Nãovaicont ar
nadaael e, vai?
— Elesabecomosesent e?
— Elesabecomomesi ntoem r elaçãoael e.
— Sesent et ant asaudadedecasa, nãodevi acont ar?
—Nãoquer oqueel emeachei nfant il
.—Cal li
eendi reitouosombr os.—Eul evoasal ada.Você
l
ev aat orta?
—Dev íamosconv i
darDeaneCal li
epar av irem casa—coment ouJenna, mai st arde, quando
Mar cusent ravacom ocar ronagar agem.
Elepuxouof reiodemãoeapagouosf aróisel ant ernas.
— Nãosei mpor t a?
— El apr eci sadeami gos.
— Achavaquevocêser iaaúl t i
mapessoanat erra...
— Querv erseui rmãof el i
z, nãoquer ?
— Cl aro.—Mar cust irouachav edai gni çãoesal tou.
Jánoapar tament o,Jennapr epar ava- separ ador mir,sat i
sf eitacom oj antar,ov i
nho, aconv ersa
descont raída, por ém pr eocupadacom ar ev elaçãor epent inadeCal li
e.
Mar cusai ndanãoest avanoquar toeel aj áiasei nstalarent reosl ençói s,masdeci diuverif
icar
oqueel ef azianasal a.
Encont rou- onapenumbr a, j
unt oàj anel a, cont empl andoav i
stadaci dade.
— Mar cus?
Quandoel esev ol tou, Jennav i
uobr ilhodocopoem suamão.El aseapr oxi mou, ocet im da
cami sol ar oçando- lheascoxas.
— Oqueest áf azendo?
—Tomandoum dr inquepar aencer raranoi te.Querum t ambém?—Mar cuspar eciadistante,e
Jennanãoconsegui av er-lheor ost o.
—Não, j
ábebidemai shoj e.—Lembr ava- sedequeMar cusbeber apouconoj antar,poisia
diri
gir.El enuncaf or acompul siv ocom r elaçãoaál cool.
Jennaper maneceuaol adodel e, obser vandoasl uzesdi stant es,enquant oeleacabav aabebi da.
Mar cuspousouocoponopei tor i
ldaj anel a.Got asdechuv aat ingi
ram ov i
droeescor reram,
captandoout rospont osbr i
lhant esnot rajeto.Jennasent iuum ar r
epi oeabr açou-se.
—Est ácom f r i
o.—Mar cusl heabr açouosombr oseesf regouapel ear repiada.
— Nav erdade, não.
Achuv asei nt ensi ficou,bor randoai magem,ospont osl umi no¬sosmescl ando- secomonuma
pinturaabst raía.Jennaapr eciouoper f
ildeMar cus, cont raaj anela, f
orteei ntransponí vel.Então,
sentiu- sef riadev er dade.Fr iaeexcl uí da.
— Mar cus?
El esev oltoudev agar ,comosesóagor asedessecont adesuapr esença.
— Si m, Jenna?
Eladi sf arçouapr eocupação.
— Nada.Nãov em dor mi r?
— Est ámeconv i
dando?
Jennasent iuocor açãodi spar ar .
—Pr eci sadeconv ite?—Fezpausa.—Sabequeésempr ebem- vindo.
— Sempr e?
Elanuncaor ecusar a, excet opormot i
vosóbv ios.
— Cl ar o.Com cer teza, sabedi sso.
— Oshomensnuncasabem aocer t o.Asmul her espodem f i
ngi r..
.
Jennanuncai magi nar aMar cussem conf iançanaquel eassunt o.Tent ouv er-
lheor ost o, mas
estav aescur odemai spar adi scer niraexpr essão.
—Eunãof i
nj o—assegur ou.—Nuncaf ingiria.Al ém di sso,nãohánecessi dade.
— Vocênãot em. ..f ant asias?
Jennasóf ant asi av aquandoel enãoest av aporper to,imagi nan¬docomopoder iam est ar.
—Vocêf ant asi a?—r ebat eu, cogi tandoseMar cuspensav aem al gumaat r
izoumodel oquando
faziam amor .
—Porquef ant asi ar ?—quest ionouel e,
abr açando- a.—Quandoaconcr et
izaçãodet odasas
mi nhasf antasi asest ábem aqui ?
Er aal goext r avagant epar asedi zerequesat isfar iaqual quermul her.Noent ant o,Jennaf i
cou
apr eensi v a.Tal v ezpor quenãoconsegui sseacr edi tar.Par aaf ast arapequenadúvi da,er gueuo
rosto, conv i
dando- opar aum bei jo,enquant ooenl açav aaopescoço.
— Obr igada, Mar cus.
Bei j
ar am- seapai xonadament eem segui da.At rav ésdot eci dof i
nodacami sola,Jennasent iua
ereçãodel equandocol ar am seuscor pos.Ambosj áest avam of egant esenãoconsegui ram chegar
ao quar to.Mar cus despi u-se,l ivrou- a da cami sol a e se est ender am no sof á.El e aj ei
tou as
almof adaspar aaument aroconf orto.Achuv aaçoi tav aov i
dr odaj anel aquandoseuni r
am.Acer t
a
alt
ur a, Mar ¬cussussur rouaf lito:
— Di gameunome, Jenna.Di gaquesabequem eusou. .
.
Quasedesmai andodepr azeresem ent enderopedi do, Jennaat endeu.Mar cusgemeual t
o
quandoat i
ngi ram oêxt ase.
Per manecer am abr açadoseof egant esenquant oser ecuper avam domoment odepr azeri ntenso.
— Par eceuf ingi ment o?—i ndagouJenna.
Sent iuar espi r açãodel ej unt oaopescoço, eent ãoouv iuumar i
sadal eve.
—Não—r espondeuMar cus.Lev ant ou-se, er gueu- anosbr açosel evou- aparaoquar to.—
Par eceu. ..amel horcoi sadomundo.
Aquel anãof or aapr i
mei r
av ezquenãoconsegui ram chegaràcama.Ját i
nham f eitoamorno
sof á, nochão, napol trona, aténacozi nhaenobanhei roeal gumasv ezesnocar ro, i
mpaci entes
de¬mai spar aent rarem casaapósum pr ogr amanot urno.
Àsv ezes,Jennat inhaai mpr essãodequehav iaum t oquededesesper onoat odeamorde
Mar cus,o queadei xav ai nqui eta.Er aquasecomo seaquel ef osseo úni co canalcer t
o de
comuni caçãoent reambos.
Hav i
am concor dadoem nãoev i
taragr av i
dez.Ent ret anto,ape¬sardavi dasexualmui toat i
vaem
quat romesesdecasament o, Jennacont i
nuavat endosuasr egr as.
Asogr ar iuaosaberdesuapr eocupação.
—Est ãocasadoshá. ínui topoucot empo!Senãoacont ecernadaem um anooumai s, ser i
abom
consul tarum médi co.Enquant oisso, omel horquet em af azerér elaxar .Tenhocer tezadeque
Mar cusnãoest ápr eocupado. ..
Àsv ezes, cont udo, Jennaf lagr av aomar idoobser v ando- acomoseesper asseporal go.Tal vezse
sent issemai sansi osopar at erf il
hosdoqueadmi tia.
Ent ão, Kat i
el het el ef onounot rabal houm di a, par ecendomui toagi t
ada.
—EDean—di spar ouel a,eJennasent iuocor açãoest acar.—Cal l
ief oiembor a.
— Embor a?—Jennaest avaconf usa.Cal liedei xar aDean?
— El eest áar r asado—cont ouKat ie.—Seuest adoél ament áv el.
— Ondeel eest á?Epar aondeCal lief oi? -
—Par acasa.Vol toupar aosEst adosUni dos.Deanpassouanoi telácomi go.Estou
preocupadacom el e, Jenna.Podeaj udar ?
— Oquequerqueeuf aça?
— Jasoneeuvamosj ant arnacasadospai sdel eest anoi te, enãogost ariaqueDean
chegasseem casaenãovi sseni nguém, depoi sdot rabal ho.
— Nãosepr eocupe, Kat ie—decl arouJenna, decidida.—Voucui darpar aqueel enãof ique
sozinho.
Jennaaguar davaàpor tadoapar tament odeDeanquandoel eapar eceu.El eaf i
touapát i
co,
sem most rarsur presa.
— Kat iel hecont ou—concl uiu.
— Si m.—Jennaot ocounobr aço.—Lament omui to.
Eleabr iuapor t aesper andoqueel aent rassesem convi te.Es¬t av apál i
doepar eciacansado, os
l
ábi oscompr imi dos.
— Foigent ilv indoaqui ,masnãopr eci sodeenf er meira.
— Nãosouenf ermei r
a, sousuaami ga.Esuacunhada.Ase¬gundamel horcoisadepoi sde
umai rmã.
Eleesboçouum sor ri
so.
— Quert omaral gumacoi sa?Voupr epar arum uí squepar ami m.
Jennapr efer i
unãoadmoest á-loquant oàpr udênci adei nger i
rál coolnaquel emoment o.SeDean
quer i
aaf ogarat risteza, imagi ¬navaqueel etivesseessedi reito.
— Gi m el i
mão?—i ndagouel e.
Jennaassent iuesent ou- senosof á.Deanandav apel asal a,ol ha¬v aar uapel aj anela,pegav a
l
ivroseobj et osdecor ativ ossópar aabandoná- losnov ament e,comosenãosoubesseoquef azer
entrecadagol edeuí sque.
— Querf alarsobr eoassunt o?—i ndagouJenna.
Hav iaumaf ot ogr afiadeCal lie,sor ri
dent e,numaest ant e.Deanpegouopor ta-retr
ato.
— Souum car ai nsensí vel ,Jenna?Devi aternot adoqueel aest avai nfeliz?
— El anãosemost r
av ai nf eli
zot empot odo.
Eleani mou- seum pouco.
—Tem r azão.Quer odi zer ,elanãopodi aest arf ingindot odoot empoem quenós. .
.—Vol toua
fi
carsombr i
o.—Maser aum cabodeguer raent remi m esuavi daant erior.Eeuper di .
— Vocêl utoupori sso?
Elemeneouacabeça.
—Não.Chor amoscom i sso.—Const rangi do,tomouout rogol e.—Eual ev eiaoaer opor to
esper andoqueel amudassedei deia—cont ou,cont empl andoabebi danocopo.
Em casa, Jennaencont rouMar cussent adonosof á,diant edeumapi l
hadepapéi snamesi nha,
com umacanet anamãoeum copov azi oaol ado.Ai ndausav aacami sadet rabalho, mas
desa¬bot oar aocol ari
nhoear regaçar aasmangas.
— Par ececansada—coment ouel e.—Querumabebi da?
— Jábebibast ante, obr igada.
Mar cuser gueuosobr olho.
— Ah, é?
Nãot ant oquant oDean,queel adei xar ador mi ndonosof á,apósl her etirarossapat osecobr i-
lo
com um cober tor.
— Duasdosesdegi m com l imão.Recebeuor ecado?—Gr avar amensagem nasecr etária
eletrônica, inf ormandoaondei ria,mas, comoDeanest avaouvi ndo, nãoent raraem det al
hes.
— ComoDeanest á?ECal li
e?Oqueacont eceu?
— El av ol t
oupar aosEst adosUni dos.
Mar cusr eagi uchocado.Par eciaat éter -set ransformadoem pedr a.
— El aodei xou?
— Est av acom saudadedecasa.Mai sdoqueDeani magi nav a, acho.El eest ámui toabal ado,e
Katieiaconhecerospai sdeJasonhoj e.
Mar cusaf it
ou.
— Ev ocêf oi conf ortá-l
o.
— El epr eci savadeal guém.—Jennasent i
aasl ágri
masnosol hos.Est avacansadae
estr
essadaapósdarapoi oeami zadeporhor as, enquant oDeanf alava,
choravaef i
nalment e
adormeci a,anest esi adopel oálcool.Ficarachocadaeat ónitacom acenaquepr e¬senciar a,
senti
ndo- secul pada.
Jennaenxugouasl ágrimascom amão.Mar cusnãosemexeu.
— Voudor mi r.
Nobanhei ro,el al avouor ostocom águaf r
ia.Pobr eDean.Epobr eCalli
e.Lament avademai spor
ambos.
Jásear rumav anoquar t
oquandoseassust oucom um som dev idr
osequebr ando.Mar cus
deviaterder rubadoal go.Vest iuumacami soladesedaei nst al
ou-senacama.Quer iaMar cusaseu
l
ado, quer i
asent irseucor poquent ejuntoaodel a, osl ábiosdel enosseus, uni
r-seael e.
..
Mas, quandoel ef inalment esedei tou,elajádor mi a.
Pelamanhã, Jennaacor doudepr imida.Mar cuspar eciacansado.
Hav i
aum embr ul hoem j ornalnobal cãodacozi nha.QuandoJennaopegou, Marcusal er t
ou-a:
— Cui dado. ..eudev i
at erjogadonol ixo. .
Elaof i
toucur i
osa.
— Eu. ..deixei cai rocopoont em ànoi t
e—expl i
couel e.
Jennal embr ava- sevagament edobar ulhonanoi teant erior.
Marcusguar dav adocument osnapast aquandoot elefonet ocou.Atendeuepassouoapar elhoa
Jenna.
— Comoel eest av a?—i ndagouKat i
e.
— Dor mindocomoum bebéquandoodei xei—r elatouJenna.
—Apagado, nav er dade.El ebebeumui touísque.
Marcusbei jouJennaf ri
ament enor osto.Ent ão,fal
ouaot elefone.
— Jennat em dei rtrabalhar,Katie.Porquenãot elefonapar aDean?
— Eut elefonei ,masel enãoat ende—r espondeuKat ie.
Marcusf i
cout enso.
— Oqueel adi sse?

—El enãoest áat endendoaot elefone—r epassouJenna.AKat i


e, lembrou:—El ejádevet er
i
dot rabalhar.
— Ouest áder essaca—consi derouMar cus.
—Tal vezeudev ai rlá,verseel eestábem.Voumeat r
asarnot r
abal ho,mas...Espereum pouco.
—Jennat apouot elefoneeagar rouMar cuspel amangaant esqueel esaí sse.El aeKat i
etinham
chefiasaquem r espondersechegassem t arde,masMar cus, não.El eeraochef e.—Vocêpodi air
àcasadeDean, verificarseel eest ábem.
Mar cusfranzi uocenho.
—El enãoécr i
ança.Enãoéot i
poquef icasel amuriandoporcausadeum r ompi ment o
amor oso.
— Kat ieest ápr eocupada.
Eletomouot elef
one.
—Kat ie?VoupassarnacasadeDeanant esdeirparaoescr i
tóri
o, estábem?Embor aacheque
el
epr efereficarsozi nho. .
.Sim, avisoseconcl uirqueel
epr ecisadev ocê.Si m..
.pr ometo.
Eledesligouel ançouum ol hardesani madoaJenna.
—Pessoal ment e,achoqueaúl ti
macoi saqueel equeréum bandodemul her es
atorment ando- o.
Jennachegouem casaant esdeMar cusnaquel atarde, epr epa¬ravaoj antarquandoel evol t
ou.
—Est ivecom Dean—r elatouel e.—Est avacom penadesimesmo, eumagr andedordecabeça,
masf oitrabalhar.Vai superartudoi sso.
Jennar ecor douqueMar cusnãoer at ãomor dazquantopar ecia.Podi asermenosemoci onaldo
queosgémeos, masgost av adosi rmãos.Quandoaf amí l
iat i
nhapr obl emas, elesempr edav aapoio.
Pôsamesadoj ant areacendeual uz.Aov olt
aràcozi nha,per ¬cebeuum br i
lhonochãoe
i
ncl i
nou-separ av er.Er aum cacodev i
dro.Pegou- ocom cui dadoenot ouqueapor t
aest ava
arranhada,um r isconov onapar tei nfer
ior ,queestragav aov erniz.Anal i
souamar caporum
segundo, conf usa.
Mar cusdei xaracai rum coponanoi teant eri
or..
.ouassi m el edisser a.
Mas,set i
v esseder rubadoocoponocar pet edasala,nãot eriasequebr ado.E,seest i
vessena
cozinha, elanãot eriaouv i
dot ãobem doquar to.
Com cer teza, elenãoar remessar aocopocont raapor t
a?Nãoer adof eit
iodeMar cus.Eporque
elefar iat alcoi sa?
Lembr ou- sedequedei xaraumapanel acom l egumesnof ogoal toeapr essou- separ asalvaro
j
ant ar.Poucodepoi s, Mar cusj un¬t ava- seael a.
Nomei odoj ant ar,Jennasel embr oudocacodev i
dro.
— Ondedei xoucai rocopo?
— Quecopo?
— Vocêdi ssequedei xoucai rum copoont em ànoi te.
—I ssoéi mpor tant e?—El eapr ov eitoupar atomarum gol edev inho.—Descul pe-me, seer aum
copoespeci al.
— Não, mas. ..
— Vocêpodecompr arout ros.
—Eusei .—El enãoest abel ecer al i
mi tedegast os, embor aelaai ndausasseseusal áriopar a
compr araspr ópr iasr oupasecosmét icos.—Nãoéi sso.Sóquer i
asabercomooquebr ou.Há
umamar canapor ta...
Mar cusf ranzi uocen^ i
o.
— Onde?
Elaapont oupar aol ocal .
— Nãoémui toev ident e,mas. ..
— Nãosepr eocupe—i nterrompeuel e.—Vamosmandarr eparar.
Aquel anãoer aaquest ão. .
.
—Suamãedeunot íciasul t
imament e?—i ndagouMar cus, mudandot ot alment edeassunt o.—
Elapr omet eumandarum ar tigodej or nalqueachouquemei nt er essar ia.
Jennanãoquer iaf azeral ardeporcausadocopoquebr adoedei xouoassunt omor rer.
Trêsdi asdepoi s, um mar cenei ror epar ouapor ta, quef icoucomonov a.
Dur ant eassemanassegui nt es,Kat ieeJennaempenhar am- seem di strairDean,par aqueel e
nãot ivesset empopar aamar garapar tidadeCal li
e.El enãoer adot ipoquef icav asozi nho
l
ambendo asf er i
das,acei t
av at odososconv i
t esemascar av aossent iment osmost r
ando- se
descont raído.
Jennaoconv idoupar aj ant arcom Kat ieeal gunsout rosami gos.
Em out rodi a, elaeKat iepedi ram ael equeasl evasseaumaf eiradear tesanat oforadaci dade,
poisMar cusnãoquer iai r.Nodomi n¬go, Kat i
eoconv enceual ev á- laat éacasadospai s,e
almoçar am l á.Cer tof i
m desemana, Mar cusconsegui uum bar coempr est adoesuger iuque
conv idassem Dean.Mar cusdeudeombr os.
— Seachaqueéumaboai dei a. ..
—El epr eci sasedi st rair—expl icouJenna.—Egost adev e¬lej ar .Podemosdi zerael eque
precisamosdeumaaj udaext ra.
Talv ezDeansoubessequenãopr eci sav am deaj uda,masacei touoconv ite,dequal querf orma.
Jennaoobser v oubem, par af ornecerum r elatóriodet alhadoaKat iedepoi s.
—El esedi ver tiu, masvail evart empopar aser ecuper ardet odo—al er t
ouàcunhada.—Não
podemosesper armui to, assi mt ãocedo.
—Tem concer toder ocknopr óx i
mosábado—l embr ou- seKat i
e.—Vamosl ev á-l
o.
Elasl evar am Dean, masMar cusnãoqui sir.
—Nãogost odesseconj unto—j ust ificouel e.—Nãosabi aquev ocêgost ava.
Jennanãogost ava, masKat iedeci dirat udo, et iveradeconcor ¬dar .Ti nham deest ardi sponíveis
paradi strai rDean, aomenosumadasduas, quandoaout r
anãopudesse.
Àsv ezes,Jennasur pr eendi aDeannum moment odedi stração,deombr oscaí dos,sembl ant e
tri
steeol hardi stant e,esent iaumapont adanocor açãopel adordel e.Ent ão,Deanl evantavao
rostoesor ri
a.El ar et ri
buí aosor riso.Deannãoper mi ti
aquev issem suadorv erdadeira.
Kat iesabi adi sso, também.Começav aasepr eocuparcom aper ¬dadepesodoi rmão.Tal vezel e
nãoest ivesseseal iment andobem.Av ent ouapossi bili
dadedet el ef onarpar aCal l
ieer elatarcomo
Deansent iasuaf alta, queel eai ndaaamava.
—Céus!—pr otest ouMar cus, ir ritado, aoent rarnasal aum di aquandoJennaeKat i
e
conv er sav am.—Dei xem ocamar adasear ranjarsozi nho.El enãov ail hesagr adecerport entarem
resolv erospr obl emasdel e.
— Sóquer emosaj udar—t eimouKat ie.—Vocênãoquer ?
— Nãov ejooquepodemosf azer .Seel er ealmentequerCal lie.
..
— Cl aroqueel eaquer !—Kat ieest avachocada.—El eaama!
—Ent ão, porqueel enãoembar canopr imei rovôopar aosEs¬t adosUni dos?
—Nãoét ãosi mpl es..
.Elet em um empr egoaqui .Nãopodesei nst alarnosEst adosUni dossem
vistodet rabal ho,eCal l
ie...
—Duaspessoasqueseamam dever dadedevi am sercapazesdeent rarnum acor do.
— Comoassi m?—desaf i
ouKat ie.
— Gar antirqueCal l
iepasseal gum t empocom af amí l
iaduasv ezesporano, porexempl o.Ou
poder i
am secasaresemudarpar aosEst adosUni dos, bastandoaDeanar ranjarempr egoporlá.
Elepoder iat ambém seesf orçarpar afazê- lafeli
z,apont odeel anãosent irtantaf al
tadesua
famí l
ia.
Katiemeneouacabeça.
— Ef ácilpar av ocêfalar.Vocêt em mui t
odi nheiro.
— Deansabequebast apedi reeul heempr est
ar eiquant oqui ser .Eeunãodi ssequeser iaf
ácil
.
Amaral guém nuncaf oifácil.Oamorv er dadeiroexi gesacr if
ício,doredeci sõesdi fí
ceis.É
desgast anteecor róiaal ma, àsv ezes, pareceexi girmai sdoqueum homem podedar .Mesmo
assim, aquel equeamaf aráqual quercoi sa, abremãodequal quercoi sapar aestarper toda
pessoaamada, mesmoquei ssomachuqueaqui dent ro.Eat éabr emãodesseamor ,
senecessár io,
paraqueapessoaamadat enhaocor açãol i
vre.
Jennaf itou-o.Kat ieestav aboqui aberta, t
ambém.Mar cuscont raiuosl ábioseenr ubesceu.
— Seel enãoaamadessaf or ma. ..ent ãonãoamer ece—compl etou.
Mar cusdei xouasal a.Kat i
eol houpar aJennaeer gueuosobr o¬l ho, interrogat i
va.
Jennameneouacabeça,t ãoespant adaquant oacunhada,eper turbada.Nuncavi r
aMar cus
discursarcom t antapai xão.Quemul heroi nspir
arat anto?Sem per ceber ,cerrouospunhos, t
ensa.
Sent i
aachamadoci úmequei má- lapordent ro.
Mar cusnuncaf i
ngirasent i
rnadaf orteporel a.Sendoassi m,nãopodi aser essent i
rantea
decepção, poi selenuncaai l
udira.

CAPÍ
TULOX

Jennaabor
douoassuntoindir
etament
ecom Kati
e:—SeiqueMarcust
evenamor
adasant
esde
mim
—comentou,enquant
olavav
am alouçaapósum j
ant
arem famí
l
ia.
—Eleseenvolveuser
iamentecom al
guma?

—Édi fícildizer—r espondeuKat ie,pensati


va.—El enãoaslevav apar acasasempr e,
esabe
comoMar cusé. .
.sempr ejogacom ascar t
ascoladasnopei to,pri
nci palment equandoset r
atade
suav i
dapessoal .Mesmoassi m, nãot em com quesepr eocupar.Achoquenenhumadel asvai
aparecerder epentee, mesmoqueapar ecesse,elenãoseabal aria.Eleémui to..
.bem, honrado,
e,além disso, eleaama.
—Eusei—r epli
couJenna, sorrindoant eadecl araçãoseguradaami ga.
— Al gum pr oblema?—i ndagouKat i
e.
—Não.—Jennameneouacabeça.—Excet oqueumaami gadeledi sse...elaachaqueal guém o
magoou.—Recor davaaaf i
rmaçãodel e,quandoest avam noorquidár i
odosr .Crossan,dequea
dorpassar i
a,queel asuper aria.Masel esuperara?Dei xaraparatrásaquel aamant emi ster
iosa?
—Todomundosemachucanessecampo—pr ossegui aKati
e,reflexi
va.—Sónãoachav aquemeu
i
rmãof ossedot ipoqueper mi ti
aqueumamul herabal assesuavida.Masdi zem queáguascal mas
sãopr ofundaset udoomai s.Talv ezelesimplesment enãoqueiraadmi t
ir
.Vocêpr ovav
elment eo
entendemel hordoquet odosnós.
— Por quesouaesposa?
—Si m,pori sso,clar
o—concor douKat i
e.—Masv ocêeMar cussãopar ecidos.Achoquese
apaixonaram um pel ooutropori sso.
Jennasuspi rou.
—Vocêssãomei or eservadosei ntensos.NãocomoDeaneeu.Nóssomosum l ivr
oaber t
o.Todo
mundosabequandoest amosf elizes.E,quandoquer emosesconderal go,apl i
camosumamáscar a
quepar eceamesmapar aamai oriadaspessoas.Quer odi zer ,olhepar ael eagor a.
Jennaassent i
u.Ambassabi am queDeanest avaocul tandooquesent ia.Asv ezes,dei xav aa
máscar acai r,masaspessoasdef or asedei xav am l ogr arpel aat i
tudeal egr eedescont raída,
crent esem queor ompi ment of oraum r ev ésmenorem suav i
da. ..
—Sei oquesepassacom Dean.Masnuncasei em queMar cusest ápensando, embor ael e
também sej ameui r
mão.Ev ocêémai spar eci dacom el edoqueeut inhar epar ado. ..Pensei que
todossoubéssemosum sobr eoout ro, embor av ocênãor ev elasset udooquesent ia,comoeu
revel ava.Seiquet em mai ssegr edosdoqueeu, masnuncadesconf ieidequesent i
sseal gopor
Mar cus.
—Tal vez, nem eumeconhecesse—consi der ouJenna, gr ataaoscéuspornuncat err evel adoo
amorquesent i
raporDean.—Est av at ãoacost umadaapensarem Mar cuscomoum i rmão
subs¬t itutoque. ..
Kat ieassent i
u.
— Achoqueépori sso.Eel eest av aesper andoquev ocêcr escesse.
—Foioqueel edisse—conf irmouJenna.—Vár iasv ezes.—Ent retant o, i
magi nav aseel e
chegav aav ê-l
acomoumaadul tadef at o.
Er aver dadequeMar cusr arament edemonst ravaseussent i¬ment osaber tament e.Jennat i
nha
cer tezadeque,sel heper gun¬t assedi retament equem er aamul herquemar car asuavi da,el e
negar i
aaexi stênciadet alpessoa.Er at udopassado,dequal querf or ma,e,embor ael af ossea
esposa, nãosesent ianodi rei
todei nvest igaravi daamor osaant er i
ordeMar cus.
Cont udo,nãodei xoudenot arapr eocupaçãodel enaquel esúl ¬t i
mosdi as.Àsv ezes,f lagr av a-
o
obser vando- o, mas,indagado, eleseesqui vav a:" Descul pe-me, est av apensandoem out r
acoi sa" .
Tal vezest ivessepr eocupadocom Dean, assi m comoel aeKat i
e, embor arar ament emenci onasse
oassunt o.Num domi ngo, aproxi ¬mou- sedel equeest avaàj anel adasal a.El emant inhaasmãos
nosbol soseosombr oscaí dos, def or mai nusi t
ada.
—Mar cus?—El aenganchouobr açonodel e.—Est ápensandoem Dean?
Pel oper fil,aexpr essãodel eer at ensaedepoucaconv ersa.El esedesv encilhou,par ecendo
distant e.
—Pode- sedi zerquesi m.Embor av ocêeKat i
epensem nel eobast ant eport odosnós.
—Est ádemauhumor—concl uiuJenna.—Pr obl emasnosnegóci os?—El enuncaf alav asobr e
aempr esa, masul ti
mament epassav amai st emponoescr itóriodoquenoi ní ciodocasament o.
—Osnegóci osv ãobem —af irmouMar cus.Tomou- lheamão, puxou- apar asieabei jou.—Só
sout emper ament al.—Esboçou
um sor riso, masohumornãochegouaool har .
—Não, nãoé—di scor douJenna, masent ãohesi tou.—Vocêmedi riaseal goest iv
esseer rado,
nãoé?
Elenãor espondeul ogo.
—Depende.Sev ocênãopudessef azernadapar aaj udar ,pr o¬v avel ment enãocont ar i
a.
—Massomoscasados!—Aqui l
onãosi gnif i
cav aquedev i
am par t
ilharospr oblemas?Darapoi o
um aoout ronasdi ficuldades?
—Si m —concor douel e, séri
o.—Somoscasados.Fi zemososv otos, não?
—Par aosbonsemausmoment os—r eaf ir
mouJenna.Aat itudedel eer aest ranha, ent retant o.—
Faleiasér io, Marcus.—Eel asabi aqueel et ambém f alara.Mar cusnuncaf altar i
acom seuv ot o
solene.—Nãoest áar r
ependi do, est á?—i ndagou, ansi osa.El epar ecer at ãosegur oaoapl acar
suasdúvi das.
— Comopossoest arar rependi do?Vocêest á?
Jennameneouacabeçacom v eemênci a.
—Cl ar oquenão.Vocêéum mar i
domar av ilhoso.—Pôs- senapont adospéspar abei j
á- l
odel eve,
por ém, quandoseusl ábiosseencont raram, el eaabr açoueexi giumai s, deixando- asem f ôlego.
— Vamospar aacama—conv idouel e, sem par ardebei j
á- la.
—Nãoposso.Descul pe- me, promet i aKat ie—j ustificouJenna.
—Vamosaoapar tament odeDeanhoj eàt ar de.Sóv im per gunt arsepossousarocar ro.Você
dissequet i
nhat rabal hoaf azer ...
—Ti nha.—El etomou- lheasmãos.—Maspossodei xarpar aanoi te.—Er gueuosobr olho,
i
nt errogat ivo.
Jennameneouacabeça, pesar osa.
—Seeunãof or,Kat i
et er ádepegarum ôni bus, esabecomoéot r
anspor t
epúbl i
coaos
domi ngos. ..
—Mal ditaf amí lia!—pr aguej ouel e.—Achoquepassamai stempocom el esdoquecomi go.
Nãoer aver dade, nem er apr ópr iodeMar cusexager ar.
— Dev omui toael es.
—Vocênãodev enadaanenhum denós!Excet o, talvez, àmi nhamãe.
— Bem. ..dequal querf orma, pr omet i
.
Eleaf i
touper spicaz.
— Nuncavol taat r ásnumapr omessa, nãoé, Jenna?
— Não, sepuderev i
tar .Nem v ocê.
Mar cusai ndal hesegur avaasmãos.El asent iuot oquef i
carmai sint enso.
— Nãosecasoucomi gopor quesent i
aquedev i
aàf amí l
ia,nãoé?
— Não!—Const r angi daant eool hardel e,Jennaacr escent ou:
— Eumecaseicom vocêpor quevocêmepedi ue. ..eeuquer i
a.Est av acer to...eu. ..euteamode
verdade, Mar cus.
Elesol touasmãosel het omouor osto.
—Obr i
gado.—Roçouosl ábi oscom ospol egar eseabei j
ousuav ement e.—Est oucont ando
com i sso.
Devol taaol ar,mai st ar de, Jennaencont rouMar cusest avaconcent radoem document osdi ante
deum mi crocomput adorpor ¬t átil
.El ei nterrompeuat aref aquandoel adi sseol á.
— Par ececansada—coment ou.—Oqueandouf azendo?
—Faxi na!Éespant osocomoum l ugarpodef icarsuj o.Kat iedi sseaDeanqueel emor av anum
chiquei ro.Exager o, clar o.
Mar cusf r
anzi uocenho.
— Porqueel emesmonãof azal i
mpeza?
—Achoqueest ádepr imi dodemai spar atant o.Masaj udoude¬poi squecomeçamos.
— Vocêsduasoacost umam mal .
— El eest ápassandoporum moment odi fí
ci l
.
—Todospassamospormoment osdi fí
ceis, àsv ezes.El ev aisuper ar
,seodei xar em em paz.
—Essepodeseroseuj ei todel idarcom opr obl ema, masnãoéodeDean—opi nouJenna.
— Tal vez—concedeuMar cus. —Achaquesoui nsensí v el,nãoé?
—Sei quev ocênãoé.Masémai sf ortedoqueDean.Achoquenãooent endecomo. .
.
—Comov ocê?—compl et ouMar cus.Ent ão, riucruel .—Par ecequenãooent endeut ãobem
quant opensava, ant es.
Jennaenr ubesceuesent iuumapont adanocor açãoài ndi reta.Nãoer at í
pi codeMar cusser
feri
no.
— Eui adi zer .
..comoKat ieent ende—cor ri
giu, com di gnidade.
—Mesmo?—El eaf i
tav acom um ol harsemel hant eai ncredul idade.—EKat ieachaqueel e
precisadel aedevocêpar al hesegur aramão?
— Bem, parecequev ocêandaocupadodemai spar af azeri sso!— Nãoqueel ai maginasse
Mar cussegur andoamãodoi rmão, mas, nasúl ti
massemanas, elecom cer tezasemost rara
i
ndi sponí velàf amí liaem i númer asocasi ões, alegandot rabalho.—Aomenos, podi ademonst rar
quesei mpor ta!
Parasur presadel a, Mar cuspar eceuconst rangidoporum segundo.
—Deansabequeeumei mpor to.Com cer teza, nãopr ecisadomeuombr opar achor artambém.
—Porqueandat ãoocupadoul t i
mament e, aliás?Eumesmaquasenãoov ejo.
—Sent i
uami nhaf alta?Namai orpar tedot empo, ouest ácom Dean, oudi scut indoospr obl emas
delecom Kat ie.
Jennaengol iuem seco.Tal v ezassi ml hepar ecesse.
—Nãoév erdade—def endeu- se.—Sef i
cassemai st empoem casa, saber ia.
Eleaf i
tou.
—Pont o—concedeu, caut el oso.—Descul pe- me, seandasesent i
ndonegl igenci ada.
— Eunãodi ssei sso!Sei quet em um negóci opar aadmi nistrar.
—Também t enhodepr ot egerum casament o.—Mar cusaav aliavacom caut el a.—Ent errar
minhacabeçanaar eia. .
.ounot ra¬bal ho...nãovaiaj udarem nada, nãoé?
Jennaf icouconf usa.
—Nossocasament onãocor reper igo, Mar cus.Sópor queandopassandoal gum t empocom
Dean. .
.—Com cer t
eza, seumar i
donãoest av acom ci úme?—Quer odi zer,issonãoéquest ionáv el
.
—Fi cocont ent eem saber .—Porum i nst ant e,Mar cuspar eceuanal i
sá- la,osol hosescur os
est r
anhament ef rios, quaseanal í
ticos.
—Émel hori rdor mi r.Voudemor arum poucoai nda.
Jennaf oisedei tar,per maneceuacor dadaporal gum t empo,masocansaçol ogoadomi nou.
QuandoMar cussedei tou, el anãodes¬per t
oue, pel amanhã, aúni caevi dênci adequeel edor mi ra
alieram asmar casdeseucor ponosl ençói set ravessei ro.
Mar cuscomeçouapassarmai stempoem casa,apósaquel anoi ¬te.Par adoxal ment e,Jenna
concl uiuqueest av am sedi stanci andocadav ezmai s.
Elanãosaber iadi zeroqueest avaer rado,quandoopr ocessosei niciar aouqueev ent oo
mar car a.Osexocont inuav at ãobom quant oant es,por ém ocor ri
acadav ezmenose,àsv ezes,
Mar cuspar eci adi stant e, quasedesl i
gado.
Jennaconv enceu- sedequev i
viam of i
nal doper íododel ua-de-mel ,mascom ai mpr essãodeque
oi díl
iodur ar amui topouco.
Evitandoaansi edadequant oàpossi bi l
idadedet erum bebé, quandosuar egr aat rasou, não
cont ounadaaMar cus.Quer iaes¬per arat ét ercer teza.
Kat iel ogoadi v inhou.Est av am nacasadospai sdel a,dandoosúl t
imosr etoquesnospr atosdo
j
ant arcomemor at ivodoani versár iodasr a.Cr ossan,quandoJennal argouder epent eosacode
conf ei¬tei rocom quedecor av aum bol oecor reuaobanhei ro.
Quandoel av ol tou, Kat iepar oudef ati
arosmor angosededuzi u:
— Vocêest ágr áv i
da, nãoest á?
—Ai ndaécedopar at ercer teza, eeunãodi ssenadaaMar cus.Nãocoment ecom ni nguém, sim?
—Nãov oudi zernada—pr omet euKat ie.—AchaqueMar cusnãodesconf i
a?Dev eserdi fícil
esconderal gum segr edodel e.
—Est out ent ando, porenquant o.—Seest i
v essemesmogr áv i
da, Jennaquer iasur preendê- lo,na
esper ançadequeanovi dadeosapr oxi massenov ament e.Cont udo, exper iment av aumasensação
sombr ia, quet ent avadi sper sar .
— Épr ov áv elqueel edescubr a,mai scedooumai st arde.
— Voucont ar , claro, not empocer to.
Jennav oltou- seaopensarouv irpassosnocor redor ,masnãohav i
ani nguém porper to.
Nav oltapar acasa, Mar cuspassou- l
heachav edocar ro.
— Bebi demai s—j ust ificou.
Def at o,el ebeber amai sdoqueonor mal .Mas,est andocom af amí liaesabendoqueel anão
exager aria, eledev i
at erachadosegur o.
Mar cusapoi ouacabeçanoapoi odapol tr
onaef echouosol hos.Jennai magi nouseel ei ador mi r
,
mas,quando ent rou na gar agem,el e est av a desper to e al erta,sal t
ando r apidament e par a
cont ornarov eí cul oel heabr i
rapor ta.
Segui ram par aoel ev ador .
Mar cus abr i
u a por ta do apar t
ament o.Est av a escur o no v estí¬bul o,e Jenna pr ocur ou o
i
nt errupt or ,encont randoosdedosdel enocami nho.
Elel heaper touamão,eal uzper maneceuapagada.Noescur o,el esussur r ouseunomeea
puxoupar asi .El adei xoucai rachav edocar ro.
Febr i
l,Jennaespal mouamãonot óraxmuscul oso,sent indoocal ordocor podel eat ravésdo
tecidodacami sa.I nebr iadapel ochei romascul ino, levant ouor osto.Av isãoaj ust ou-se, edi scerniu
asf eiçõesdel e, apesardaescur i
dão.
Mar cusbei jou- a,sur pr eendendo- acom ai nt ensi dadeeapai xãopr imi ti
vas.Sem r odei os,el ea
tomav acom quaseagr essi v idade.
Jennai magi nar aqueov inhoem excessoodei xarial etárgico,masnãohav i
al etargiaal guma
naquel ehomem.Per maneceupas¬si vaporal gunssegundos,t entandoseequi par araoâni mo
dele, apósi magi narquei ri
am di r
et odor mi r.
Mar cusasegur oucom f or çapel aci ntur a.Sem f ôlego,Jennaagar rou- seaosombr osdel epar a
mant eroequi líbr io,eent ãooenl açouaopescoço.
Elaest av acansada,massent iaocor podesper tarcom oest í
mu¬l o,ocor açãodi spar ado.À
medi daqueapai xãocr esci a, exper imen¬t avaar repi ospel ocor po.
Mar cusaencost ounapar edeel heapal pouossei ossem mui t
agent i
leza,desper tandoessa
zonaer ógenat ambém.Quandoel eagar ¬rouaf rent edov estido, elatemeuqueor asgasse, masel e
abaf ouseupr ot est ocom um bei j
o.El eencont rouozí pernascost aseoabr iucom um mov iment o
preciso.Mai shábi l ainda, puxouasal ças, desnudandoosombr os, ealivroudosut iã.
Quandov est idoepeçaí nt imacaí ram nochão, el erecuouum passo.
—Mar cus, t omecui dado. ..—pedi uJenna, refer indo-seaoca¬mi nhoàsescur as.
Eleaer gueunosbr açosecar regoupar aoquar to,fechandoapor t
acom o péant esde
deposi t
á- lanacama.
Jennaobser vouomar idosedespi r,apr ovei t
andopar arecuper arof ôlego.Ent ão,el esedei toua
seul adoe- apr i
v oudasúl timaspeçasder oupa.
—Mar cus?—chamouel a, ner vosacom aquel aseduçãosi len¬ci osaer ude.
— Cal e- se—or denouel e, par aespant odel a.
Der epent e,Jennasent i
umedo.Er ar i
dí culo,assegur ou-se.Mar ¬cusest avasobef eit
odoál cool ,
masnuncaamachucar ia, nuncaaf or çar i
a.Conf iavapl enament enel e.
Mesmoassi m,f icout ensaquandoel eaagar rou.El edev i
at erper cebido.Embor aest i
vesse
pront o,cont ev e-see, enquant oseacal ¬mav a, passouat ocá-lacom mai sgent ileza.
Sem di zernada,el e a bei j
ou na t est a,no r osto,no pescoço,ent re ossei os...Também a
massageou,conhecedor ,det endo- senaci ntu¬r a,nosquadr i
s,nascoxas,dedi cando- seent ão,
passouaexpl or araf emi ni li
dade.
Deum j ei toper t
ur bador ,el eabei jouem t odol ugar ,excet onaboca,at éel asent i
rocor po
queimardedesej o, epassarai mpl orar ,desesper ada:
—Mar cus. ..porf av or,bei j
e- me!
Eleapl icouum bei joi rr esi stível,mi st uraper fei t
adet ernur aepai xão,eel ar espondeucom o
coraçãoeaal ma.Ai ndasebei j
av am quandoel esedei toudecost aseaf ezseagacharsobr eseu
sexo.
Elaseaj ust ouesuspi roudeal ívio,mov endo- sepr azer osament ecom el e,at équeoêxt asev eio,
rápidodemai s.El aai ndaexper i¬ment av aasensaçãodepr azerquandoMar cusf i
couporci mae
intr
oduzi u-semai s,l ev ando- aaout romoment odeêxt ase,queset ornoumai si ntensoporel a
saberqueel et ambém at ingi raoor ¬gasmo.Quandoachav aqueasessãot ermi nar a,elat evedese
agar¬r araosombr osdel enov ament e,ouv i
ndoor i
sodet riunf o.Mar cusobser v
ou- amor discaro
l
ábioenquant oal ev avanov ament eaopar aíso.
Elaoamav a.Det odasasf ormas, elaoamav a.Ar evelaçãoer aper turbador ademai s.
Mi nut osdepoi s,Jennaabr iuosol hosev iuMar cusapoi adonocot ov elo,aindaobser vando- a.O
luarilumi nav aoquar to, masel asóv iaobr i
lhodosol hosdel e.
— Mar cus. ..
Eleencost ouum dedoem seusl ábi os.
— Nãof ale.Nãoest anoi te.
Jenna não di scut i
u.Sent i
a-se agr adav elment e exaust a...saci a¬da.Quase menci onou a
possi bil
idadedeest argr áv ida, mas, sees¬t i
v esseenganada, nãoquer iav ê-
lodesapont ado.
Pel a manhã,el a encont rou o mar ido desper to e obser vando- a nov ament e,a expr essão
preocupada.
— Nãof icouassi m anoi tei ntei ra, f
icou?
— Não.Vocêest ábem?
— Cl aro.
— Descul pe- mesef uium t ant o...insensí velont em ànoi te.
—Vocênãof oi.—El aof itoucaut elosa.—Masger alment enãobebet anto.
Ool hardel eobscur eceu- seder epent e.
— Não, nãobebo.Enãov oubebernov ament e.
—Nãoest our alhando, Mar cus.—Oepi sódi ol her eafirmar aqueMar cussempr eassegur aria
queel at ivessepr azert ambém.Nãoer aegoí sta.
—Não—r econheceuel e, eJennaf icouconf usacom aasper ezanot om.—Vocênuncar alha, não
é?Aesposaper f eita.
Jennaer gueuosobr olho.
— Nãosouper f eita...Oquef izpar ai rritarvocê?
—Porquepensaquemei rrita?—r ebat euel e.—Sóf izum el ogio.
Fi
zer
a?Par
ecer
amai
sumaacusação.Ant
esquepudesseques¬t
ionar
,Mar
cussai
udacamae
trancou- senobanhei ro.
Jennaconcl ui
uquei magi nar aot om ásper o, out al vezasono¬l ênci aimpr imisseaquel eef ei
to.Nos
diassegui ntes, Mar cusf oi mai scar inhoso. ..supondoqueot ermot r
aduzi ssesuaconsi deração,
preo¬cupaçãoeat ençãoext remas.El ai magi nouseel edesconf i
av adapossí velgr avidez.,
—Est áemagr ecendo?—i ndagouel e, cer tamanhã, quandoel amor di scavaumat orrada.
—Não!—Naver dade, nãosabi aseper der apeso, sóqueopal pitedel easur preendi a.Naquel a
manhã, acor dar aenj oada, mas, namai orpar tedot empo, sent i
a- sebem.Nãot iver adecor rerao
banhei ro, excet odi asant esnacasadosCr ossan.Desdeent ão, ev i
¬tav aal i
ment osgor durosose
desv iav aool haraopassardi ant edepadar i
as.
Mar cuscomeuumat or rada.
—Devi at omarocaf édamanhãdi reito—aconsel hou.—Sót orradaesuconãosãosuf icientes.
—Ti nhadoi sov oscozi dosnopr ato.—Pegueum ov o.
—Não!—pr otest ouJenna.—Nãoest ouacost umadaacomermui tol ogocedo.Fi comei o. .
.
i
nchada.—Nav erdade, tinhacer tezadequef i
car iaenj oada.Jásesent iaempal i
decer .
Omar idoemi tiusom dedesdém.Jennamudoudeassunt o:
— Tem pl anospar aof im desemana? .
—Jái al hecont ar.TedeAngel anosconv i
dar am par aum pas¬sei odei ate.Saí danasext a-feira
ànoi te.
Vel ej arem águasi nst ávei snãopar eci aum pr ogr amaat raent eaquel emoment o.Jennasent iao
est ômagoser ev i
rarsódepensar ,l
ar car aconsul tamédi capar aasext a-feiraapósot r
abal ho.
— Of i
m desemanat odo?
— Al gum pr obl ema?
Jennaengol i
uem secoadecepção.I magi nandoqueomédi coconf i
rmasseot estequeel aj á
real i
zar aescondi do,mai sal gunsdi assem cont araMar cusnãof ar iam di ferença.El eador ava
vel ejar .
..t i
nhaat épl anosdeconst r uiropr ópriobar co.
—Porquev ocênãovai ?Kat i
emeconv idoupar aircom el aaumaf eiradel ivrosnest efim de
semana.Eumecompr omet i...—Nãoer abem v er dade, maspr ocur av aescapardoenj oomar í
timo.
— Vocênãocoment ounada.
—Vocêt ambém nãocoment ouoconv itedeTed.Vout elef onarpar aAngel aeexpl icar.Não
temosdef azert udoj unt os, nãoé?
Mar cusaf ast ouopr at ov azioel ev ant ou- se.
— Est ásesent indopr essi onada, Jenna?
— Porquedi zisso?
—Excet opel ahappyhournasext a-feiracom oscol egasdet rabal ho, v ocêpassaamai orpar tedo
tempocomi go, oucom mi nhaf amí lia.Est amosl hedandoespaçosuf icient e?
—Tenhot odooespaçodequepr eci so.—Jennai magi nouseel esesent iat olhido.
Acost umar a-seavi versó, sem umaesposaf azendoexi gênci asemoci onai s.Tal v ezpori sso
preser v asseumaespéci ededi st ânci aent reel es.Est av am casadoshav i
asei smeses, masnem por
i
ssoel aoconheci amel hordoqueant esdocasament o.
Cont ar i
asobr eobebér i
odomi ngo,quandoel eest i
v esser elaxadoecont ent ecom of im de
semanavel ejando.Pr epar ar i
aum j ant arsópar aosdoi s,sem nenhumadi st raçãoouout ros
compr omi ssos.Seest ivessecer ta.
Est av a.Omédi coconf i
rmouagr av i
deznaconsul tanasext a-feira,eJennamalcoubeem side
alegr ia.Temer osadeconf iarnapr ópr iasuspei taenot estedef ar máci a,apesardapr ecisão,
cont i-v er aasemoçõesdur ant et odosaquel esdi as.Agor a,quer i
acont arat odoomundo. .
.mas
princi pal ment eaMar cus.
Aochegarem casa,descobr iuqueomar i
doacabar adesai rpar aseuf i
m desemananoi atedf e
TedeAngel a.El edei xar aocar ropar ael aeKat i
ei rem àf ei radel ivros.
Naf eira,Jennaf lagr ou- sedi vagando,i magi nandocomoser iaobebé. ..um meni nodecabel os
cast anho- escur oseol hosci nzacomoosdeMar cus, ouumagar otinhal inda.
—Al moço—anunci ouKat ie, aoencer rament odadi scussãodopai nelqueescol heram par a
assi st ir.—Oquevaiquer er?
— Nada.Tal vezum pãozi nho. .
.
Kat ieol hou- adesconf iada.
— Jáf oi aomédi co?
Jennaesqui vou- se.
— Nãopossor evelarnadaat éf alarcom Mar cus.
Aami gaadi v inhouequasegr itoudeexci t
ação.
— Nãocont ouael e?
—Sót iveaconf i
rmaçãoont em, eel esai upar avel ejarnest efim desemana.
Katieabr açou- a.
— Est áf eliz?
Jennasor riu.
—Est out ent andonãodemonst rar.—Poupava- separ aomo¬ment oem quecont asseaMar cus.
—Vousert i
adobebédami nhamel horami ga!—Kat i
eabr açou-adenov o.—Oh, émar avil
hoso!
Kat iepapar icouJennadur ant eor estododi a,fazendo- aal i
men¬t ar-
seechegandocedoaos
event ospar apegar em bonsl ugar es.
Namanhãdedomi ngo,Jennat ent oul igarocar ro,masdei xaraosf ar ói
sacesoseabat eri
a
descar r egar a.Vol t
ouaoapar tament oet elefonoupar aKat ie,queaaguar davapar airem denov oà
feir
adel ivros.
—Deanest áaqui—i nf ormouaami ga.—El epodenosl evar .Vamospassaraídaquiapouco.
Nar ua, Deanvi uopóst erdeum l ivrosucessodevendas.
—Eul iessel ivro—coment ou, most r
andoacapacom umaal pinistanumaexpedi çãoao
Himal ai a.
—El avaidarpal estraagor ademanhã—coment ouKat i
e.—Porquenãocompr aumaent r
adae
vem t ambém?
— Com t odasessasmul her es?
Elasusar am demai sper suasão, eDeanf inalment econcor dou.
— Bem, nãot enhonadamel horaf azer, acho.
Elef oicompr arasent r adas, eJennacoment oucom Kat i
e:
— El eai ndaest ásof rendo, nãoé?
— Cal liet elef onounasemanapassada—cont ouKat ie.
— Tel ef onou?Par aquê?
— Sópar av ercomoel eest av a, parece. .
— El aai ndasei mpor ta.
—Achoquesi m.Mas, senãovaivol t
ar, nãodevi aal i
ment arasesper ançasdel e.
Sur pr eendent ement e,Dean f i
cou o di ai ntei r
o naf eirae,apósassi sti
ràpal estradeuma
psicól ogaespeci alistaem r el acionamen¬t osent rehomem emul her,compr ouol ivrodeaut ori
a
dela.
Nof inaldat ar de,Deandei xouKat i
eem casapr i
mei ro,eent ãoaj udouJennacom abat eri
ado
carro, fazendoumal i
gaçãocom oseu.Depoi s, aceitouum caf é.
Conv er sar am um poucoeassi stiram àpr imei rapar t
edonot i
¬ciárionat elevi
são.Der epente,
Deanv ol tou- separ ael a.
— Est ágr ávi da?
— Kat i
econt ou?
—Não, masper cebicomoest avacui dadosacom você, dandomui toapoi o.Nãoét ípi
codel a.
— Ai ndat enhodecont araMar cus.
Deansor r i
u.
—El ev ai fi
carnasnuv ens.—Di mi nui uosor r
iso.—Est oucom ci úme.
—Oh, Dean!—Jennaoabr açoupar aconsol á-lo.—Vaidart udocer to.
Eleaabr açout ambém, ocul tandoor ostonoscabel osmaci os.
— El amel igou. ..Callie.
— Eusoube.Jápensouem i rvê- la?
—Nãopensonout r
acoi sa, masest oudi vidido.Tenhov ont adedepegarum av i
ãoamanhã. .
.esta
noite...ef or çá- l
aasecasarcomi go.Achoqueel asecasar ia.Masem t rês,seismesesouum ano,
talvez, descobr i
riaquef oium er ro, afinal.
— Tem cer tezadequenãoconseguear ranjarum empr egol á?
— Legal ment e, não,amenosquemecase.
— Ent ão. ..porquenãof azem i sso?
Elef ranzi uocenho.
—Opr obl emaéquepar ecechant agem conv encê- l
aasecasarcomi gopar aeupodert rabalhar
nosEst adosUni dos.
— Mesmoquesej apor queaamaequerest arcom el a?
—Vej a,jáconseguiper suadi -l
aav irpar acácomi go, masel anãoconsegui usecompr omet era
pont odesecasar .Onoi v adof oium t ipodecompr omi sso.Nãopossopr essi oná- l
anov ament e.
Maseuaamot ant o...
— Det estov erv ocêsof rendoassi m.
—Asvezes, épr eci soconvi vercom al gunser r
os, poi stent arconser tá-l
ospodepi orartudo.
—Podeserpi ordoquej áest á?Duaspessoasqueseamamdev iam f i
carj unt as!Dev iahav er
um modo. .
.
—Nãoét ãof áci l.Comosesent i
r i
aseeul hepedi ssepar aes¬col herent r esuaf amí li
aeo
homem queama?
Jennanãot i
nhaumaf amí liacomoadeCal l
ie,masj ádesej arat antoi ssoquenãof oipr eci
so
i
magi narodi lema.
—Achoqueser iacomoper derumaper naouum br aço.—Mas, t
endodeopt ar,claro, f
icari
acom
Mar cus.Di ssonãot inhadúv ida.
Um mov iment ochamou- l
heaat enção.Vol touacabeçaev i
uMar cuspar adonov est í
bulo.
Deanf icousur pr esot ambém, eenxugouumal ágr i
madi scr eta¬ment e.Jennaf oiaoencont rodo
mar idopar adaraDeant empopar aser ecompor .
—Nãoouv imosv ocêchegar—coment ou, em v ozbem al t
a, poisat elev i
sãoai ndaest avaligada.—
Nãooesper av at ãocedo.
— Apar ent ement e,não.
— Oi ,Mar c.Comof oi apescar ia?
— Oquef azaqui ?—quest ionouMar cus, ameaçador .
— Deanmet rouxepar acasa.Ocar ronãopegouhoj ecedo. .
.abat eriadescar regou.
— Nãohav i
anadaer radocom abat eriaquandov oltei paracasanasext a- f
eira.
— Dei xei osf arói sacesos, masj ár esol vemosopr oblema.Deandeuumacar ganabat eri
a,e
entãooconvi deipar aum caf é.
Porquet udoaqui lo?Nuncasent ir anecessi dadedeseexpl i
caraomar i
do...eDeaner adaf amíli
a!
— Euj áest avadesaí da.
Deandi rigiu-seàpor t
a, masMar cusper maneceubl oqueandoapassagem.Soment eapósav al
i
ar
oirmãomai snov o, fi
coudel ado, vol t
andoaat ençãoaJenna.
Deanv oltou-seconst rangi do.
— At émai s.Obr igadopel ocaf é,Jenna.
— Obr i
gada—r epl i
couel a.—Pel ocar roet udoomai s.
Um si lênciot ensoi nstal ou-sequandoapor tasef echouat r
ásdeDean.
— Quant ot empoel eficouaqui ?—i ndagouMar cus.
Jennapi scou.
— Nãosei ...mei ahor a, acho, depoi sdecar regarabat eria.
— Nãof i
couof im desemanat odo?
Elaar regalouosol hos, at óni t
a.
—Não.Foi àf eiradel iv roshoj e, comi goecom Kat ie.Ont em ànoi te,eleficounoapar tament ode
Katie.
— Eondev ocêest av aont em ànoi te?
— Aqui ,claro!Mar cus...est ápar ecendoum mar i
dodesconf i
ado!
Aidei aer at ãor idí culaqueJennat eveder ir.
— Eest ou.Ounãot enhomot i
vopar adesconf iar?
—Euj ádi sse, Deannodeucar ona, por queocar ronãopegouhoj ecedo.El ef oiàf eiradel i
vros
conosco.
—Nãoéot ipodepr ogr amaqueel eapr ecia—coment ouMar cus, cético.
— Per gunt eaKat iesenãoacr edi taem mi m.
—Kat iesempr edásupor teaogémeodel a.Eavocêt ambém.Vocêst rêsest ãosempr ejuntos!
— Nãosomosmai scr ianças!
—Não—conf i
rmouMar cus, i
rónico.—Éexat ament eoqueeuqui sdi zer.
CAPÍ TULOXI

Jennasent
iu-
sezonza.
—Nãoacr edi to!—Abr igaav ançar at ãoder epen¬t e, arruinandoseupl anodeumanoi t
et ranqui lae
amor osa, com ar ev elaçãodeseusegr edof eliz.—Vocêest ácom ci úme!
—Podeapost arqueest ou—conf irmouMar cus, ool harf r
io, aexpr essãot ensa.
—Vocêsempr et ev eci úme!—per cebeuel a.El enãoseenf ure¬cer asóporf lagraraesposa
abraçadaaseui rmãoi nocent ement e.
Remont avaài nf ânci a,quandoel aeosgémeoser am quasei n¬separ áv eis,eMar cus,oi r
mão
mai sv elho, er aquaseum " deles" ...dosadul tos.El enãoper tenci aaocí rculof echadodost rês.
Mar cusf icousombr ioer emexeuomaxi lar.
— Eut enhoum di rei toagor a.
Um di reit oaquê?
— Demeacusar ?Dequeexat ament eest ámeacusando, Mar cus?
Elenãor espondeu, ool harf i
xo, col érico.
—Oqueachaquef iz?—desaf iouJenna.—Quepasseiof im desemananacamacom Dean?Na
nossacama?Acr edi t amesmoni sso?
Mar cusempal ideceu.
—Não—r espondeu, comosef or çasseaspal av ras.Lev ouamãoàt est aef echouosol hos.El a
pensouv ê- l
ocambal ear .—Não—r epet i
uMar cus, ebai xouamão.
Elepar eci acansado.
—Peçodescul pas, Jenna.Com l i
cença. .
.pr ecisodeum banho, emi nhasr oupasest ão
cheirandoapei xe.Tedl evout udooquepescamospar adef umar .
O coment ári
o banalnão di ssi pou a t ensão no ar .Mar cusdei xou a sal a antesqueJenna
recuper asseof ôlegoe,l ogodepoi s,el aouv i
uobar ulhodochuv eiro.Mar cusdemor ounobanhoe
depoisf oi co¬l ocarasr oupasnamáqui nadel avar .
Enquant oi sso,apesardas per nas bambas,Jenna f oià cozi nha pr epar aro j antarde
comemor açãoquepl anej ara.
A sal adadef rangocom cast anhasdecaj uest av asemi pr ontadesdeodi aant erior.O pr ato
fi
cav amel horapósum di amar inandonomol hoespeci al,ef altavaapenasdecor arcom aspar gose
fati
asdeamêndoast or radas.Mecani cament e, rasgouf olhasdeal f
ace, fati
out omat eseabacat ee
temper out udocom vi nagr ete.
Comoasv elasem candel abr osdecr istalnãopar eciam mai sapr opr iadas,dei xou-asnobal cão
dacozi nha,t i
rouagar raf adechampanhenagel adei raeescondeu- anadespensa.Pensar aem
tomarum gol eoudoi s,par acomemor arachegadadobebé,mas,apósadi scussão,per deraa
vontade.
Opt ouporser virv i
nhobr ancopar aMar cuseáguami ner alpar asimesma.
Jennal evavaasal adapar aamesaquando Mar cusvol tou,oscabel osúmi doseo r osto
recém- bar beado.El eusav acami sabr ancaaber tanocol ar i
nhoecal çaescur a.Fitaram- seporum
segundo, eent ãoel esent ouàmesa.
— Par eceót imo.
Umabandei radepaz, talvez?
Jennaenganchouumamechadoscabel osnaor el haeseacomo¬doudi ant edomar i
do.Pl anejara
tomarbanhoev est i
ral goboni to,masnãot iverat empo.A bl usadeal godãocom cal çaj eans
teri
am deser vir
.Pr ov av el ment e,amaqui agem queapl icaraant esj áseper dera,masnadadi sso
pareciamai si mpor tant e.
Erguendoast igel asdesal ada, ser viu-sedasver duraseumapor çãodef rango.
Mar cusser viu-set ambém, er epar ounapor çãomi seráv eldel a.
— Com cer teza, podecomermai squei sso—r alhou.
Jennanãosent iaf omeal guma.
—Pegar eimai s, sesent irvont ade.—Pôsnabocaum bocadodef rangodesf iadoet evedese
esforçarpar amast igareengol ir.
Decidiui ni ciarumaconv er sadescont raída.—Foi mui tagent ilezadeTedl ev aropei xepar a
defumar .
— El eeAngel amandar am um bei jo.
Jennaassent i
uef or çou- seaacabaropoucodequeseser vira.
—Apescar i
adev et ersi doboa.Tal vezeupossaf azerumasa¬l adadepei xe. .
.Ouv ocêpr ef ere
assado?
— Comov ocêqui ser .
Trat av am- secom educação, eJennat ev ev ont adedechor ar .Ter mi nousuapor çãoeesper ouque
Mar cusacabasseadel e.
— Quermai s?—i ndagouel a.
El eaf ast ouopr ato, meneouacabeçae, ent ão, obri
gatoriament e, elogiou:
— Est av adel i
cioso.
Jennat inhacer tezadequeel edegust ar at ãopoucoquant oel a.
— Tem moussedemar acuj á.Voupegar .
— Nãoquer o!Jenna. ..sent e-se.
El aobedeceu,esper andoqueel esemani fest assenov ament e.Mar cust ateavaat açadevi nho,
fit
andoat ravésdocr i
st al.
— Tem al gopar amecont ar?
El esabi a?Jennapr endeuar espi r açãoecont r
olouav ont adeder irhi ster i
cament e.Todos
par eci am capazesdeadi vinharsem sernot ificados.Ser i
at ãoóbv io?
Tent ousor ri
r.Umabr igat ol anãopodi aest ragaraquel emoment o.
—Si m, tenho—conf irmou, eviuomar i
dof echaropunhoem t or nodat açacom t antafor çaque
achouqueocr istalceder ia.—Est ougr ávida.
Jennaachouqueosi lênci oper dur ar iapar asempr e.Eracomoseomundot i
v essepar ado.Ent ão,
Mar cusr elaxouosdedosdev a¬gar .El apensouqueel esel ev ant ariapar aabr açá- la,masel ef echou
opunhosobr eamesa.
—Gr áv ida—r epet i
u, comosenuncat ivesseouv i
doapal av raant es.—Oh, céus!
Mar cusaf ast ouacadei ra,levant ou- seedeuascost asàmesa.Ent ão, voltou-se.
Jennanãoent endi aaquel ar eação.
— Nãoest áf eli
z?
Mar cusnãopar ecianadaf eli
z.Par eci anãosaberoquesent ir.Al gosur giunosol hosdel e,mas
logodesapar eceu.
— Vocêest á?—quest ionou.
—Euest av a.—Masal goder aer rado, deal gum modo.—Pensei quequi sesseumaf amí l
ia!
—Oqueeuquer o..
.—começouel e, num t om zangado, ei nter rompeu- se.Quandovol touaf alar,a
vozsai u'per feitament econ¬t rol
ada.—Aquest ãoé, oquev ocêquer ,Jenna?Oquev ocêr eal ment e
quermai sdoquet udo?
Er a uma per gunt a est ranha par a se f azer naquel e moment o.El a si mpl esment e não
compr eendi a.
—Terest ebebé. .
.darael eum l archei odeamor ,segurança, umai nfânci af eliz.Tudooqueos
paisquer em par aosf i
lhos.
—Tudooquev ocênãot ev e.
O coment ár iopegou- adesur pr esa.Jennanuncapensar aem simesmacomoumacr i
ança
negl igenci adaoudespr ov i
dadeumav idanor mal .Sempr ehouver aout rascr i
ançasavi versócom a
mãe.
— Nãof oif ácilpar ami nhamãequandomeupaimor r
eu, eni nguém, atéconhecer mossua
mãe, per cebeuqueel asof riadedepr essãoepodi aserajudadacom or ientaçãomédi ca.Masel a
meamav aef ezomel horpormi m.—Embor a, àsv ezes,amãepar e¬cessedi st ant e,malse
lembr andodequet i
nhaumaf il
ha.—Easuaf amí l
iamedeubast ant esobr adeamor .
— Sobr adeamor ?—i ndagouel e.—Éassi m quepensa?
Jennaescol heubem aspal avras:
—Oexcessoquet r
ansbor dava, t alvez.Havi amui toamornasuacasa.Suamãesempr eest eve
lápar ami m, cobr indoasf alhas.
Eosgémeos.
Mar cust ambém est iver apr esent epar ael a...eler ecolheraospedaçosdeseucor ação
despedaçadoporDeaneoconser tara.El emost roumai sumavezquepodi alerseus
pensament os.
— EDean?
—Est áacabado—assegur ouJenna.—Vocêt i
nhar azão, eudev iat ercr escidobem ant es.Não
sei oquepensouquandoent rouaquiest anoi te,masnãoer a...nadacom quedevasepr eocupar .
—Ganhouconf iança.—Vocêémeumar i
do, opai domeuf ilho...
—Fezpausa, masaexpr essãodel enãoseal terou.—Ohomem com quem pr etendopassar
mi nhav i
da, -atéof im.Eut eamo.
Aquel aper cepçãol iber oual godent rodel a,comoumaest r
el anascendo.Amav aMar cusdet odas
asf or mas. ..comoami go,aman¬t e,apessoacom quem quer iaest arpar asempr e.Eleer atudoo
queel asonhar apar asi ,emai s.
—Mui t
onobr e—r econheceuel e, aspalav rascont undent es.—Est ouemoci onado.
Jennaf ranzi uocenho, acabeçal atejante.
— Mar cus. .
.porf av or !
—Essecaosl ament áv el écul pami nha.Nuncadev i
at erpedi dopar aquesecasassecomi go.
Jennasent iuum aper tonocor ação.
Elaacabar adedecl ararqueoamav a,eel ear ejeitav a.Demo¬r aramui topar aescl arecerseus
sent i
ment os?Ouel edescobr ir
aquesecasarcom el anãobast avapar af azê-lof eli
z?
Mar cusnuncadecl ar araamá- l
a. .
.nãocomoamar aaquel amu¬l hermi steriosaquedespedaçar a
seucor ação.Ocasament odel essebaseavaem af et omút uo,em compr eensãoenof atodese
conhecer em havi amui tot empo, além dacent elhasexual , queossur pr eender a.
Agor a, amágoaeor essent iment ol hecausav am pâni co.
—Oquequerdi zercom i sso?—i ndagouJenna, erguendoav oz.—Vout erum f i
lhoseu!
—Ei ssoécul pami nhat ambém —r econheceuMar cus.—Eununcadev i
at erper miti
doque
você. ..
—Seest áar rependi do, ét ardedemai s.Nãov ouf azerum abor ¬t o, Mar cus!
Eleempal ideceu.
— Eunãosuger iisso!
—Ent ão, oqueest ásuger indo?Penseiquef ossei ssooquequer íamos.
Mar cusr ef letiu.
—Euest av aer rado—concl uiu.—Eumeconv enci dequedar i
acer to,queeuf ar
iadarcer t
opor
nósdoi s.Respei tosuai ntegr i
dade, Jenna, suadet er mi naçãoem t omaraat i
tudecor reta.Você
ficadi zendoquenãot enhomot ivopar asent irciúme, quepr et endehonr arosv otos...Mas. .
.eu
fuiav ar ent o.
— Av ar ent o?
Elesor riut or to.
—Euaf or cei aassumi rum casament o, embor at enhapr omet idoami m mesmo. .
.eav ocê..f
que
nãof ariai sso.Eudev i
asaberquesobr asdeamornuncaser iam obast ant e.
Eaqui loer at udooqueMar cuspodi alhedar ?
— Masent ão. ..er at udooqueesper av ademi m?Sobr adeamor ?
Nãoer acul padel e, seel aseapai xonar airrevogav elment eeel enãopodi al hecor responder .
Jennasel ev ant ouepassouar ecol herospr at osmecani cament e.
— Év er dade.Aqui lof oitudooquepedi —af irmouel e.
Elaenr ubesceudehumi l
hação.
—Bem, descul pe- me—mur mur ou, retir
ando- sedasal adej ant arant esqueel evi sseseupr anto.
—Nãopossof azernada, seconsegui umai sdoqueesper av a.
Com av isãot ot al ment eembaçadapel asl ágr i
mas,aopousarospr atosnobal cão,enganou- se.
Um pr atocai unochãoepar tiu-seem doi s, facasegar fosespal har am- sepel ochão.
Jennaest avadej oel hosr ecol hendooscacosquandoMar cussur ¬gi uàpor ta.
— Oqueacont eceu?
— Oquev ocêacha?Dei xeiopr atocai r,ora.
Elesei ncl inoueaj udouar ecol herost alheres, maisopr atoquenãosequebr ara.Lev out udoàpi ae
embr ulhouoscacosnum j or nal par ajogarf or adepoi s.
Jennanãoquer iaencar aromar idoecomeçoual av aral ouça.Ti nham máqui na, mascost umav a
usá- l
aapenasquandor ecebi am v isitas.
Aplicoumai sdet er gent enabuchaeesf regouopr ator emanes¬cent e,sent i
ndoapr esençade
Mar cusbem per to.Fi cout ensa.
—Nãoqui smagoarv ocê—decl arouel e.—Équeanov i
dademepegoudesur pr esa..
.
—Pensei quev ocêj ásoubesse.Quedesconf iasse, pel omenos.Todomundoconsegui u
descobr ir.
— Todomundo?
—Kat ieadi vinhou, et enhocer t ezadequesuamãej ásabe, embor anãot enhadi tonada.At é
Dean. .
.—Jennapousouopr at onoescor redorepassouaenxaguarost al heres.
— Oh, sim, Dean.Ggr andeabr açoer apori sso?
Jennamer gul houost alher esnaáguacom det er gent enov amen¬t eev ol tou-
se.
— Quegr andeabr aço?
—VocêeDean—escl areceuMar cus, i
mpaci ente.—Deci dindov ivercom seuer ro.
Elalevoual gunssegundospar aent ender .
— Er rodeDean!Nãomeu.
—El ef inal ment eper cebeuoqueper deu, oquepoder i
at erti
dosenãot ivessesi dot ãocego
durant et odosessesanos?
—Andoubebendoant esdevol t
arpar acasa?—Er aaúni caexpl i
caçãoqueel aconsegui a
imagi narpar aaquel asacusaçõesagr essi vaseconcl usõessem l ógica.
— Est ousóbr io.
— Ent ão, qualéoseupr oblema?Comopôdepensar ..
.
Mar cusapoi ouasmãosnobal cão, umadecadal adodeJenna, prendendo- a.
—Opr obl emacomeçouant esdemecasarcom v ocê. .
.Fui i
diotaobast ant eparameapai xonar
porumagar ot at ãoencant adapormeui rmãoquenem sabi aqueeuexi stia.Eaindamai sidiota
quandomei ludiachandoqueocasament of ari
aum mi lagreeel apas¬sar iaameamart ambém.
Jennaest avaboqui aber ta.
— Eu?Vocêest av aapai xonadopormi m?
— Quandov ol teidaI ngl at erraedescobr iqueagar otadesaj eitadadequemel embr avat inhase
transfor madonumamul herencant ador a, esem per derasqual i
dadesqueeut ant oador ava.
Nuncai magi nou, nãoé?Não, jamai s.
— Masv ocênuncadi sse. .
.nunca. ..nuncaf eznada!
Mar cusf ranzi uocenho.
—Er aóbv ioquev ocêsót i
nhaol hospar aDean.Eui magi nav aàsv ezesseel esesent iadamesma
forma.Édi fícil dizer ,poisDeanescondeasemoções, quandoast em, atrásdaquel af achadaj uveni
l.
Enãoéver dadequeeununcadi ssenada.
Jennanãoent endeu.
— Nãomel embr odenadaquepossat er ..
.
—Deimui t asdi cas, masv ocênuncaper cebeu.Comoer ainútilesóhav eriaconst r
angi ment o,
desisti.Cer tahor a, pensei jogart udopar aoal t
o...euaquer i
at ant oquear riscari
aqual quercoi sa.
..
seudesdém, magoarDean, causarum r ompi ment onaf amí l
ia.Quandoel ef oiestudarnosEst ados
Unidos. ..
— Porquenão. ..
—Ter iasi doj ogosuj o, não?Esper arel esai rdopaí seent ãoat acar?
Jennav agament eent endeucomoel esesent ir
a.Ter i
asi dot r
aioei roei njustoagi rdaquel a
forma.
—Euest avacom asmãosamar radas—r esumi uMar cus.—Eumeconvencidequehavi a
outrasmul her esquenãoer am obcecadaspel onamor adinhodei nfância, mulher esquenão
abala¬r iam osei odami nhaf amí l
ia, t
alvezcausandoumar uptur a.Masnãoconsegui at i
rarv ocê
dacabeça, docor ação. ..
— Eunãoi magi nav a!
—Eusei !—Mar cusexpr essouangúst i
a.—Est r
aguei suav ida,Jenna. .
.asuaeadomeui r mão.
Lament omui tomesmo.
Elaoagar roupel acami sa.
— Mar cus. ..eut eamo!
—Oh, cl aro.Assi m comoamameuspai seKat ie...com av antagem det ersexot ambém.
—Não, vocênãoent ende!—Jennat entouchacoal há- l
o,massóconsegui udespr enderum bot ão
dacami sa, quecai uer oloupel ochão.—Mar cus...nãoéamesmacoi sa, é..
.—Oquesent i
rapor
Deaner av aporcompar adoaooceanoqueer aseuamorporMar cus.
— Nãopr eci sodemi galhas, Jenna—di spensouel e, rude.
Naquel ei nst ant e, ot el
ef onet ocou.
— Dei xet ocar—pedi uel a,masel efoiat ender.
— Si m?
Jennaov iuf ranzi rocenho.
—Quant o?—i ndagouMar cus.—Porquê?
Mar cusouvi ucom at ençãoef i
t ouJennacom umaexpr essãoest r
anha.Houveumal onga
pausa.
—Si m, aindaest ouaqui .Cl ar oqueempr esto.Eul hedi sse, quandoqui ser .Sei quev our eceber
dev olta, nãoquei ssoi mpor te.Venhaaoescr itórioamanhãeest arát udopr ont o.
Eledesl igouef itouoapar el ho, pensat iv o.
—Er aDean—expl i
couMar cus, atóni to, conf uso.—Pedi uum empr éstimopar apodervi ajaraos
EstadosUni dos.
— El evaiat rásdeCal lie?
— Par ecequesi m.
— Oh, ótimo!
— É? .
—Cl aro!—af irmouJenna, impaci ent e.—Agor aacr editaem mi m?NãoéDeanqueeuquer o,
Mar cus.Év ocê.
Elelevouamãoàt est a.
— Ent ão, sobr eoqueconv ersav am quandocheguei ?
— Sobr eCal l
ie, claro!
— Cal li
e?
—Deannãoquer iaf or çá-laaescol herent reel eeaf amília.Masel at elefonounasemanapassada
eachoquel hedeual gumaespe¬r ança.Deanaamamui to.
— Ev ocênãosei mpor ta?
Comoconsegui riaconv encê- lo?
— Eunãoest ouapai xonadaporDean!Seiqueachavaqueeuest ava, masi ssoer asóoque
vocêdi ssequeer a. .
.um sonhodecr ança.Vocêmef
i ezv eri sso!Porquenãoacei taof ato?
—Sobr eoquev ocêeKat ieconv ersav am noani versáriodemi nhamãe?—ComoJennanão
entendeu, eleespeci ficou:—Nacozi nha, antesdoj antar.
—Oh!El aadi v i
nhouqueeuest av agr áv i
da.Euaf i
zpr omet erquenãocont arianada, por que
queriaquev ocêf osseopr imei roasaber .Conf i
rmei nasex ta-feira, masv ocêf oi pescar ,eeunão
queriacont ardequal querj ei to. ..Bem, t
inhapr eparadoum j ant arespeci al,com champanhegel ado
etudo, mas. .
.—Det eve- se, poi sest av at rémul aenãoquer i
achor ar .
—Apóssemanasder ef lexão, eut inhadeci di doqueaúni caat it
udedecent eer aliberarv ocê
paraf i
carcom Dean—compl etouMar cus.—Por quenãopodi amai spr endê- la,seel eest aval ivre.
Então, v ocêdi spar ouanot íci adobebé.Ef ezaquel ediscur soco¬r ajososobr epassarav ida
comi go.
— Nãof oi cor ajoso!—pr ot est ouJenna.—Foi sincero.
Comosenãot iv esseouv ido, Mar cuscont i
nuou:
—Eui magi navaseest avat ent andoconvencerami m ouasimesma.Bem quandoeudeci dia
conser t
arasi tuação, er at ar dedemai s.Um bebécompl icav at udoai ndamai s.Asi mpl i
caçõeser am
horríveis.Mesmoassi m. ..nãopudeevi taraal egriaaosaberquev ocê. estácar regandoum f ilho
meu.Nãopudedei xardequer eracr i
ançaev ocê.Embor av ocêt i
v essedesepr enderaum
casament oqueeusabi aserum er r
o.
—Oh, Mar cus!Nãof oium er r
o!Foiamel horcoi saquej áf iz.Oquet enhodedi zerpar aconv encer
vocêdomeuamor ?Eut eamonãocomoum i rmão. ..mascomoamant eemar idomar avi l
hoso,
sexyei ncr i
v elment eat enci oso.
Aslágr imasbr ot aram, eel ar epr imi uum sol uço.Oest ressedasúl t i
mashor ascobr avaseupr eço, e
elasent i
uasal agi rar.Mar cusapr essou- seaampar á-l
a.
—Eunãoquer oserl iv re!—Jennaseagar r
ouaopescoçodeMar cusenquant oeleacar regav apar a
oquar to.—Quer osersuaesposa, terosseusf i
lhoseamá- lopar asempr e!—decl arou,passi onal .
— Shh—pedi uel e, aoi nst al á-lanacama.—Nãosemexa.
Jennaper maneceudei tada,asl ágr i
masumedecendoot rav es¬sei ro,enquant oMar cusi aao
banhei roev oltav acom umat oal haúmi dapar acol ocarem suat est a.
— Est ámel hor ?—i ndagouel e.
—Si m.Descul pe- mepori sto.Agr av idezf azcoi sasengr açadascom amul her...
—Nãosei dizeroquant oest ouar rependi do!Oci úmef azcoi sasest ranhasaohomem —
parafraseouel e.—Est oumecont rolandohát ant ot empoe, nof inal,nãoconsegui mant eroani mal
najaul a.
—Oh, porf av or, nãof açai sso!Vocênãopr ecisasesent irassi m.—El abuscouamãof ortee
beijou-a.—Mar cus, meuquer i
doMar cus. ..eut eamoexat ament ecomovocêé.E, senãoacr edi
tar
em mi m dest av ez, achoquev oumor rer.
Elel heaper touamão.
—Seév er dade, ent ãosouohomem mai sf eli
zdomundo.Eomai sf eli
zar dot ambém.
Jennasor riu.
—Vocêéohomem mai sf elizdomundoeeusouumamul herdesor t
e.
— Jenna. ..
Elaest endeuosbr açoseel eseachegou.Apóssussur rarseunome, eleabei j
ouexi gente.
—Eut eamo—sussur rouJenna, edesabot oou- l
heacami sapar abei já-l
onot ór ax.
Eleabr i
uozí perdacal çaj eansdel aet ocouov ent remaci o.
— Nãov ejonenhum si naldonossobebé.
— Ai ndaémui tocedo.Masmeussei osj áest ãomudando.
—Possov er ?—Mar cust ocounosut iã, eel asoer gueu-seum poucopar ar emov erapeça.—Você
estáenr ubescendo—pr ovocou, afagando- acom cui dado.Jennasent iuocor açãodi sparareocor po
seaquecer ,sensual .—Est ãol i
ndos—el ogi ouel e,apalpandoosv ol umest enr os.—Vocêest áli
nda.
— Tal veznãodi gai ssodaquiaal gunsmeses.
—Sempr edi reiisso—af irmouel e.—Malpossoesper arpar av erv ocêdebar ri
gão.Lament o
tanto. .
.
Jennaocal oucom um dedo.
— Sóf açaamorcomi go, porf avor .
—Quer of azeramorcom v ocê, noi teedi a, pelospr óxi
mosci nquent aanosoumai s.
— Ul ti
mament e,tem f alhado. ..
Eleabei javanosombr os, par oueer gueuool har .
—Fi queicom t ant ar aivaporDeant err ompi docom Cal l
ie.
Vocêsempr eoconsol ando. ..et inhat ant acer tezadequesear rependi adet ersecasadocomi go,
quandopodi at ê- l
of i
nal ment e...
Nãoquer iat razert odaaquel ar aivaeamar gorpar aanossacama, nãoquer iaest ragarnossoat o
deamor .
Eel anãoi magi nav aoqueel esent i
a,oquant osof ri
a.Comopuder asert ãocega?MasMar cus
ti
nhapr át i
caem ocul t arasemo¬ções.Esconder adelaedet odosossent i
ment osdur anteanosa
fi
o.
Elaacar iciouoscabel osdel e,par aal iviaramágoadopassadoeassegur arof ut uro.
— Kat i
eeeu. ..
—Eusei ,Deanpr eci sav adeapoi o,conf orto.VocêeKat i
ecor r
er am par ajunt odel e,comosempr e.
—El eabei j
ounaboca.
—Ef oisói sso, Mar cus.—Jennaquer iaqueel eacei t
asseav er dade.—Est av adandoapoi oa
um ami go.Oh. .
.—del iciou- se, quandoel epassouabei já-lamai spar abai xo.—I sso. ..façade
novo.
—Com pr azer—r onr onouel e,eobedeceu.El aagar r
ou-lheoscabel os.—Nãoest oumachucando?
—Não!—t r anqui lizouJenna, of egant e.—Set ivessemecon¬t adocomosesent ia...mesmo
quandomepedi uem casament o.
Eladecl ar ar aseuamort ar diament e,masel et ambém nãoder ai ndicaçãodeseusv erdadeiros
sent iment os.
Mar cuser gueuoj oel hodel ael heacar iciouacoxa.
—Acheiquei ssoaassust ar i
a—j ustifi
cou.—Conhecendo- a,sabi aqueachar iaqueest avame
tapeando, sesoubesseoquant oeuaamava, eacabar iar ecusando, port erum sensodej ustiça
equi vocado.
El eaacar i
ci ou, eJennasuspi roudepr azer .Mar cussor ri
uebei jou-anaboca.
—Al ém di sso. .
.sabendoquevocênuncasent iriaoqueeusent ia,euj amai sabr i
riamão
totalment edami nhai ndependênci amascul ina.
—Machi st a—acusouJenna, tent andonãoseent regaràssen¬saçõesexci t
antesqueel egerav a
com ot oque.
—Fei ti
cei ra—r ebat euMar cus, car i
nhoso, ant esdebei já-lanov ament e.

CAPÍ
TULOXI
I
Oj ardim dacasadosCr ossanest aval otadodepessoast omandochampanhe.
Abel hasf azi am seut rabal hoext raindonéct ardoshi biscosv er ¬mel hosecordel aranja,edas
pequenasf lor escor -de-rosadosar ¬bust osnat i
vos.Umabor boletapr etacom manchasbr ancase
cordel ar anj asobr evoouJenna,sent adanovel hobancodemadei raqueci rcundavaaár vore
centenár ia, com obebéqueel aacabar adeamament ardi scr etament e.
Of il
hoaf i
tav acom ol hosgr andesesol enes,j át ãopar eci doscom osdopaiem suat onalidade
cinza-escur o.
—Comoest ámeuaf i
lhado?—Deanapr oximou-secom um coponumamãoeobr açoaor edorde
Calli
e.
—El eest áót i
mo—r espondeuJennà.Ol houal ém docasal ,procur andoavi starMar cusem
mei oàmul tidãonopát i
o.
Comosesent isseool hardel a,elesev oltoueabandonouosdoi sconv i
dadosqueent retinha.Num
segundo, pousav aamãonoombr odoi rmãoesor riapar aJennaeobebé.
— Esser apazi nhoai ndanãodor mi u?
—El eest ái nt eressadodemai snoqueest áacont ecendo—r es¬pondeuJenna.
Cal l
ieincl i
nou- seeof ereceuoi ndi cador .O recém- bat izadoSi monMar cusCr ossanf echoua
mãozi nhaem t or nododedoebal buci ou.
Encant ada, Cal lieol houpar aomar ido.
— Quer oum desses.
Deansor riu.
—Tenhocer tezadequepodemosconsegui rum.Sót emosdedeci dirseser áamer icanoou
neozel andês.
Calli
et orceuonar iz.
—Achoqueneozel andêsest ábem.—El aeDeanhavi am secasadonosEst adosUni dos,mas
concor dar am em queel edev eriaper manecernoempr egonaNov aZel ândi aporpel omenosdeum
ano.Fi ndoessepr azo, seCal l
ieai ndasent issesaudadedecasa, i
riam set ransfer i
rpar aos
EstadosUni dos.
Kat i
eapr oxi mou- sedogr upodebr açodadocom Jason, exi bindooanel denoi vadonov oem f olha.
—Comoest ámeuaf il
hado?—I nconsci entement e,elar epet i
raaf r
asedoi rmão.
Jennar i
u.Si monbocej oueent ãoemi tiuum ber r
of eliz.
—Pr ontopar ador mi r—concl ui
uJenna, elevantou- se.—Voucol ocá- lonober ço.
—Euvout ambém.—Mar cuspousouobr açonosombr osdaesposaeaacompanhoupar a
dentrodecasa.
Noandarsuper i
or, Jennaacomodouobebénomoi séseoem¬bal ouat éador mecer .
Mar cusabr açou- aport rás, eambosadmi rar
am opequenomi ¬lagr equehav i
am cr i
ado.
—Nuncapenseiquepodi aamarv ocêmai sdoquenanoi tedenúpci as, mas, quandodeuàl tízo
nossobebé, per cebiqueest avaenganado.Nuncai magi neiqueum homem podi at ertant asor te.
— Vocêf oi mar av i
lhosonaquel anoi te—el ogiouel a.
Eleaf ezsev oltarent reseusbr açosef itou-ainterrogat iv o.
— Qual ?
Jennar i
u.
—Em ambas.Nasduasv ezesem quef oifortequandopr eci seiquef osse, ternoquando
i
mpor t
av a.Car i
nhoso.Ador ooj eitocomosempr ecui doudemi m.Equer ocui dardev ocêt ambém.
Dev ocêedenossosf i
l
hos.
—Fi lhos. ..nopl ural?—pr ovocouel e.—Um nãobast a, porenquant o?
—Porenquant o.Mast emosmui toamordesobr apar amai sf i
lhos, nãot emos?
—Cl aroquet emos.Temost antoamorquenãopodemosconf i
ná- l
o.Mai sdoqueobast ante
paraumaf amí li
a.
Elafechouosbr açosem t or nodopescoçodomar i
do.
— Eut eamo!—Sabi aquenãopodi af icarrepet i
ndoi ssosempr e, masgost avadepr onunci aras
palavraseverobr il
hoquesur gianosol hosdel etodasasv ezes.
—Também t eamo—r eplicouMar cus, masel amal ouv iu, poisj ásebei javam.
Mar cusent regav aaJennaseucor açãoesuaal manum pedi domudo,comoumapr omessa
paraof utur o,enquant oof i
lhodor mi aser enament eaol adodel es,segur ocom assobr asdeamor
dospai
s.

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