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Webinar – Análise de Lubrificantes

Parte I
WE DEVELOPCONDITION MONITORING SOLUTIONSFOR YOUR CRITICAL ASSETS

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Agenda
Agenda de Webinars – Vitek Consultoria Ltda

Evento Datas

Análise de motores elétricos – Parte I 15/04

Análise de motores elétricos – Parte II 22/04

Peakvue™ Plus - Análise de vibração avançada 23/04

Análise de Lubrificantes – Parte I 28/04

Análise de motores elétricos – Parte III 29/04

Análise de Lubrificantes – Parte II 05/05

Análise de motores elétricos – Parte IV 06/05

Análise de Lubrificantes – Parte III 12/05

Motion Amplification® - a tecnologia e novidades A definir

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Agenda
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Atten2 Advanced Monitoring Technologies

http://www.atten2.com

Link para a gravação deste Webinar:


Vitek Consultoria Ltda.
https://www.youtube.com/watch?v=NlQ-49PfiLY&t=3s

Vitek Consultoria

http://www.vitek.com.br

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Sobre nós
Sobre Nossa Empresa

ATTEN2

Atten2 desenvolve e comercializa >15


Anos de Desenvolvimento
7 6
tecnologias avançadas de
monitoramento On-Line de fluidos. de Tecnologias Patentes Produtos

Nossas soluções permitem alcançar uma nova dimensão na previsão de falhas no


maquinário, utilizando tecnologia óptica de última geração

Medindo a qualidade e a condição dos lubrificantes, nós conseguimos estabelecer


um novo insight no monitoramento de máquinas baseado em suas condições.

Implementando algoritmos Avançados nós transformamos dados digitais em


informações precisas e eficazes para analisar o risco operacional em máquinas
críticas, agregando valor aos negócios de nossos clientes.

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Sobre nós
Dentro de nossa Empresa

PRODUTO R&D SERVIÇOS


Nossa tecnologia permite Atten2 conta com um time de Atten2 agrega valor à sua
analisar fluidos, em especial engenheiros e cientistas que solução tecnológica por
óleos lubrificantes, contando o trabalham na R&D: meio de uma sólida oferta
número de partículas ferrosas, de serviços baseada em:
• Tecnologia Óptica
assim como outros tipos de
• Eletrônica e Comunicação
poluentes. Nos possibilitando • Tecnologia de Superfície de • Monitoramento
então: Material Remoto e Diagnósticos
• Mecatrônica Avançados
• Analisar a causa raiz do • Análises de amostras
problema • Tribologia
• Cientista de Dados de laboratório
• Medir a degradação do • Treinamento
fluido • Serviço de assistência
• Aplicar algoritmos técnica
avançados de diagnóstico

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Rede Global Atten2

Vitek

Distribuidores/Parceiros

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Clientes Globais

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Tribologia

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• Ciência e Tecnologia dos sistemas em movimento sob contato
mútuo. Compreende o atrito, a lubrificação e o desgastes com
outros aspectos relacionados à engenharia, química,
metalurgia, etc. (“The Jost report”, 1966)

• O custo anual associado à perdas tribológicas pode ser


considerado como 5 – 10 % do PIB de países desenvolvidos.

Tribologia
• Ecossistema tribológico:
• Consultores de tribologia;
• Revistas especializadas;
• Centros de investigação universitários;
• Empresas de fabricação de componentes, etc.
• A STLE foi fundada em 1944 para fomentar a cooperação
ativa para a promoção do conhecimento e da aplicação da
ciência de lubrificação e tribologia.

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• Economia de matéria prima.
• Aumento da vida útil das ferramentas
e do maquinário
Vantagens • Economia de recursos naturais
• Economia de energia
• Proteção ao meio ambiente
• Economia de modo geral

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Setores de aplicação

Motores elétricos
Transmissão de
e à combustão
potencia Forja Turbinas
(componentes e
mecânica
funcionamento)

Processos de
Elementos de
corte
Extrusão armazenamento Biomedicina
(ferramentas e
magnético
fluidos)

Geração de
Fundição
eletricidade

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Importância da tribologia
As decisões tribológicas são radicais

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Importância da tribologia

•Importância da tribologia

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Atrito

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Atrito
•O atrito é o fenômeno físico subjacente à
tribologia.

•Se define como a resistência ao movimento


durante o deslizamento ou rolamento que
um corpo sólido experimenta ao mover-se
tangencialmente sobre outro corpo com o
qual está em contato.

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Desgaste

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Desgaste
•Elemento da tríade tribológica:
•Consequência do atrito
•Devido à não lubrificação

•A definição geral é: a perda irreversível de


material devido ao deslizamento relativo de
uma superfície.

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Importância do desgaste

•O desgaste é muito importante:


•Elemento de perda de eficiência e utilidade
de uma máquina.

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Tipos de desgaste

Grupos:

Abrasivo Erosivo Adesivo

Fadiga Corrosivo

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Desgaste

DESGASTE ABRASIVO

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• O desgaste abrasivo ocorre em contatos
deslizante, normalmente devido a contaminação
por partículas. É o tipo mais importante de
desgaste.
• Partículas ou superfícies duras são arrastadas
ou pressionadas contra outra superfície.
Formando estrias, ranhuras, canais e
polimentos.

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Desgaste

DESGASTE ADESIVO

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Desgaste adesivo

•O desgaste adesivo ocorre em contatos


altamente carregados, com lubrificação
escassa entre as superfícies da máquina
com deslizamento.

•Cisalhamento por tração de micro soldas


que são geradas quando duas superfícies
entram em contato direto de metal com
metal, devido à temperatura de trabalho
excessiva ou lubrificação insuficiente.

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Desgaste adesivo

•Comum em transmissões. Fatores de


influência:

•Aspereza ou rugosidade na superfície.


•Aditivos EP e/ou AW
•Espessura do filme (carga, velocidade e
viscosidade).
•Tamanho dos dentes de engrenagem.

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Desgaste

DESGASTE FADIGA

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Desgaste por fadiga

O desgaste por fadiga mecânica


superficial se forma entre duas superfícies
em movimento de rolamento e
deslizamento puros ou combinados, com
lubrificação e sujeitos a uma carga que
produz tensões hertzianas (cíclicas).

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Desgaste por fadiga

Geralmente se inicia com irregularidades geradas por partículas suaves ou


duras. Isto ocasiona em um crescimento de pressão localizado. A repetição
de cargas nas protuberâncias causa fadiga superficial, o chamado “pitting”.

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Desgaste

DESGASTE CORROSIVO

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Desgaste corrosivo

• Desprendimento por atrito mecânica dos produtos


de reação formados pelo ataque químico dos
agentes corrosivos do entorno. Técnicas para
reduzir o desgaste corrosivo.

•Desenho
•Controle de contaminação de fluidos.
•Revestimentos protetores.
•Inibidores de corrosão.
•Proteção catódica.

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Desgaste

CONSEQUÊNCIAS

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Consequências do desgaste

Indiretas :

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Desgastes em transmissões

O tamanho e a forma da partícula indica o tipo de desgaste e sua severidade.

32 32
Lubrificação

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O que é a lubrificação?

D efinição teórica: Fenômeno de separação das superfícies mediante


uma película responsável pela transmissão do contato tribológico.

D efinição prática: solução para o atrito e desgaste, substituindo a


tensão mecânica por tensão viscosa.

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Lubrificação

•Objetivos da lubrificação:

Reduzir a fricção e Proteger contra a


Eliminar o calor
consequentemente oxidação, corrosão
gerado
o desgaste e ferrugem

Lavagem e
Transmissão de
arrastamento de Redução de ruídos
potência
contaminantes

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Lubrificação

Tipos de lubrificação

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Tipos de lubrificação

•Lubrificação hidrodinâmica: O filme lubrificante se forma arrastando pela


superfície móvel em regime laminar, impedindo o contato metal com metal.

•O lubrificante é um fluido: líquido ou gás.

•Presente em todos os sistemas industriais.

•https://www.youtube.com/watch?v=MGbbSxZTdCQ

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Lubrificação hidrodinâmica

•Lubrificação hidrodinâmica: Lubrificação autogerada. A


resistência ao movimento é devido apenas pelo atrito entre
as capas do lubrificante, sendo este último o que suporta
totalmente a carga.

•O modelo de comportamento é formulado por Stribeck e


Hersey em 1903.

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Lubrificação hidrodinâmica

•Curva de Stribeck:

𝜇∙𝑢
𝐹𝑛

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Lubrificação hidrodinâmica

•Espessura do filme

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Lubrificantes

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Baseados em diferentes
funções e funções intrínsecas
dos lubrificantes

Propriedades Definem uma série de


propriedades que quantificam
dos estas funções e características
Lubrificantes
Permitem avaliar a aplicação
de um lubrificante e compará-
los entre eles

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42
Viscosidade

• Segundo a curva de Stribeck, a lubrificação fluida depende da viscosidade do


fluido
• Menos viscoso -> Regime misto ou limite
• Propriedade crítica, pois determinará a capacidade física de manter a
lubrificação, ou seja, determinará suas perdas por atritos, o rendimento
mecânico, a capacidade de carga e o consumo de fluido para
determinadas condições de velocidade, temperatura, carga e
dimensões do elemento que está sendo calculado.

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Classificação ISO aceita industrialmente

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Comparações de normas

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Lubrificantes

Componentes

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Óleos lubrificantes

No pacote de aditivos estão inclusos, de forma balanceada, uma série de componentes que podem
chegar em até 15 produtos diferentes. Muito destes podem afetar negativamente alguma propriedade
de outros, portanto, é importante respeitar rigorosamente as formulações e não fazer modificações ou
adicionar outros aditivos. Geralmente o polímero é o componente majoritário, após a base.

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Óleos lubrificantes

•Dependendo da aplicação, a % de aditivos varia.

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Classificação API

Minerais

Sintéticos

• Enxofre: pode causar corrosão. Afeta a operação de catalisadores em veículos


• Saturados: mede a proporção de compostos parafínicos / naftênicos / aromáticos. Afeta a
estabilidade à oxidação e o poder do solvente da base (solubilidade dos aditivos)
• IV: mede a variação da viscosidade com a temperatura.

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Aditivos lubrificantes

•Compostos orgânicos ou inorgânicos dissolvidos ou suspensos no óleo.

•Principais objetivos:
•Melhorar propriedades já existentes no óleo base
•Suprimir propriedades ou comportamentos do óleo base
•Conferir novas propriedades

•Se consumem ou evaporam

Sesión 5 50
50
Aditivos lubrificantes

•Mapa de aditivos

Sesión 5 51
51
Monitoramento
por Condição

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ESTRATÉGIAS DE MANUTENÇÃO

Qualquer ativo ou processo industrial requer uma tomada de decisão adequada. Uma dessas decisões será o tipo de
manutenção que será aplicada a cada ativo ou processo, a fim de compensar a perda de benefícios que o uso e o tempo
causam na instalação.

CORRETIVO PREVENTIVO PREDITIVO PRO ATIVO

Manutenção reativa uma vez que Manutenção periódica Manutenção baseada nas Manutenção que atua na causa
a falha é originada ou detectada estabelecida pelo fabricante ou condições do ativo ou processo raiz depois que a falha ou o
experiência. problema é identificado

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Análises de óleo

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TÉCNICAS DE MONITORAMENTO POR CONDIÇÃO
Análise de Óleo

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Análise de óleo (UOA) (OCM)

•A análise de óleo é uma das provas mais recorrente no processo de


manutenção preditiva.

Sesión 7 56
56
Técnicas analíticas

Sesión 7 57
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Técnicas analíticas: degradação

•Os parâmetros a serem considerados na degradação do óleo


são:
•Viscosidade
•TBN / TAN
•Detergência
•Nível de aditivo

Sesión 7 58
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Contaminação do óleo

•Os parâmetros monitorados para considerar a contaminação do óleo são:


•Água
•Matéria carbonácea / Insolúvel
•Conteúdo combustível (diluição)
•Ponto de ignição
•Silício
•Outros

Sesión 7 59
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Desgaste no óleo

•Detecção das partículas provenientes do desgastes e dos diferentes sistemas


tribológicos.
•Elementos metálicos arrastados pelo óleo, devido ao desgaste que se
produz no motor. O acompanhamento de sua evolução permite detectar
desgastes anormais. O conhecimento da metalurgia do motor permite
determinar a sua origem.
•Medida:
•Espectrometria: medida quantitativa dos elementos (concentração). Sua desvantagem é o
limite de detecção (<5μm)
•Ferrografia:
•De leitura direta (quantitativa)
•Mediante o estudo microscópico da morfologia das partículas

Sesión 7 60
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Contagem de partículas

•A contagem de partículas mede a limpeza de um


óleo.

•As partículas são avaliadas por categorias de


tamanho em amostras de 1ml de fluido.

•Conta-se todas as partículas, incluindo as de


desgaste e contaminantes ambientais do processo.

Sesión 7 61
61
Contagem de partículas

Cabelo humano
Limite da visão

Partículas
maiores que a
tolerância típica
Unidade de de um sistema
referência hidráulico

Componente Detalles Tolerancias (um)


1 um 5 um 40 um 75 um
Servo 1-4
Válvulas Proporcionales 1-6
1 um = Micron = Micrometro = 0.001mm Direccionales 2-8
Bombas de pistón de volumen Del piston a la pared interior 5 - 40
variable De la placa de válvula al cilindro 0.5 - 5
Para minimizar o desgaste e maximizar Bombas de paletas
De la punta a la carcasa
De los lados a la carcasa
0.5 - 1
5 - 13
a vida útil de um componente, as Bombas de engranajes
De la punta de los dientes a la carcasa 0.5 - 5
De los dientes a la placa lateral 0.5 - 5
partículas maiores que as tolerâncias Cojinetes de bolas Grosor de la pelicula 0.5 - 0.7
dinâmicas devem ser eliminadas do Cojinetes de rodillos Grosor de la pelicula 0.4 - 1
Cojinetes lisos Grosor de la pelicula 0.5 - 125
sistema. Juntas Juntas y eje 0.05 - 0.5
Engranajes Caras coincidentes 0.1 - 1

STLE Handbook on Lubrication & Tribology


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Contagem de partículas : ISO 4406

•O mais utilizado atualmente

•Consiste em uma contagem


acumulativa a partir de certos
tamanhos (µm)

ISO 4406
>4 / >6 / >14
EJEMPLO : 6200 Partículas >4 micras
400 Partículas > 6 micras ISO 20/16/13
65 Partículas > 14 micras
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Contagem de partículas

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Contagem de partículas

•Os limites irão depender do ativo e existem recomendações para esses


limites: Componente Código ISO
Válvulas de Servo-Control 16/14/11
Rodamientos 16/14/12
Válvulas Proporcionales 17/15/12
Cojinetes 17/15/12
Reductores Industriales 17/15/12
Reductores Móviles 17/16/13
Motor Diesel 17/16/13
Turbina Vapor 18/15/12
Bombas/Motores de Pistón y Paletas 18/16/13
Válvulas de Control de presión y Direccional 18/16/13
Maquina de Papel 19/16/13
Motores/Bombas de Engranajes 19/17/14
Válvulas de Control de Flujo, cilindros 20/18/15
Fluidos Nuevos sin Usar 20/18/15
Fuente. Pall
•É importante basear os limites na experiência própria
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Diagnóstico mediante UOA

• A análise de óleo é uma das principais técnicas de CBM

Funcionamento: Variação da composição


- Perca de propriedades e consumo de aditivos

Presença de partículas metálicas Presença de contaminantes: H2O,


- Tamanho, forma e quantidade combustível, glicol, fuligem, silício
- Modos de desgaste e origem
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TÉCNICAS DE MONITORAMENTO POR CONDIÇÃO
Análise de óleo por laboratório

As medições online e laboratoriais são complementares e


trabalham juntas, elas trazem várias vantagens:

• Vantagens do laboratório:
• Precisão dos equipamentos laboratoriais
• Medições em diversos parâmetros
• Vantagens do Online:
• Evita equívoco de amostragens
• Medições nas condições de operação normal
• Melhor precisão ao repetir medições
• Obtenção de tendências
• Alarmes em tempo real 67
TÉCNICAS DE MONITORAMENTO POR CONDIÇÃO
Análise de óleo com sensores online

• A decisão é tomada baseada em tendências e alarmes dinâmicos

• A informação é relacionada à condição de operação

• O diagnóstico é realizado em condições de operação e disparos


dinâmicos, aplicando análises e correlações multivariadas

• Reengenharia e manutenção pro ativa são essenciais

• Comparação de pessoal e discriminação de desempenho

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Sensores de óleo
online

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Monitoramento baseado em condição
• Mas.. E a transição para a indústria 4.0?

A evolução da manutenção é fundamental


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Monitoramento baseado em condição

• A monitoração online encaixa totalmente com a indústria 4.0

Interface
Robótica de usuário

Sistemas
sensores
controle

Instrumentos Monitoramento

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Monitoramento online por condição

• Evolução para o monitoramento on-line baseado em condições: sinergia entre a indústria 4.0 e
o monitoramento de condição do óleo

Industria 4.0
Monitoramento da condição do
• Sensoreamento
ativo
• Análise de dados, mineração de
• Detecção de falhas e estado
dados
• Ferramenta consolidada
• IoT, computação nuvem

Monitoramento online
por condição do ativo

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Monitoramento online por condição

O monitoramento online e laboratorial possuem diversas vantagens:

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Monitoramento online por condição

O monitoramento online e laboratorial possuem diversas vantagens:

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Sensores de óleo on-line

• 4 parâmetros principais de medição

Degradação Contaminação

Viscosidade Umidade

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Sensores de óleo on-line

• Critérios para se escolher uma tecnologia de monitoramento online


Sensibilidade Confiabilidade
Capacidade do sensor de medir Capacidade de um componente executar
sinais de intensidade muito baixa sua atividade sob condições específicas
(limite de detecção) Confiabilidade durante sua vida útil
Sensibilidade

Instalação e
Valor agregado
integração Instalação e integração
Facilidade de instalação e
Valor agregado integração com os diferentes
Informações oferecidas pelo sistemas de ativos
sensor com valor agregado
para o operador ativo
Preço
Preço
Solução completa
Sensor + Valor agregado 76

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