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DIFERENÇAS ENTRE CORRENTE ALTERNADA E

Quando se fala em eletricidade, logo vem a questão da corrente alternada


e corrente contínua. CORRENTE CONTÍNUA

Como princípio básico, é fundamental saber a diferença entre elas.


Por isso, vamos abordar isso, e você verá como é simples esse
conceito.

<< Corrente Alternada >>

A corrente alternada (CA ou AC, em inglês) é aquela que é gerada nas


usinas e percorre grandes distâncias até chegar nas tomadas de nossas casas.

A característica dela é que não tem uma polarização, ou seja, não


possui um pólo positivo e outro negativo definidos como ocorre na corrente
contínua. Por isso, seu sentido alterna, e seus pólos são chamados de fases,
porque cada um deles assume as duas condições (ocorre quando a tensão for
220V, pois há a presença de 2 fases).

<< Corrente Contínua >>

A corrente contínua (CC ou DC, em inglês) é aquela que possui os dois


pólos, um positivo e outro negativo. Podemos encontrá-la principalmente em
pilhas e baterias... Ela não é usada em transmissões de alta tensão e de
grande distância porque como possui um sentido único, exigiria muita força pra
"empurrar" os elétrons. Isso ocasionaria grandes perdas de energia. Quando
ela se alterna, fica mais "leve" pra "empurrar".
A função da bateria é fornecer energia ao motor de partida do carro,
além de alimentar todo o sistema elétrico do mesmo quando o motor está
desligado. A durabilidade de uma bateria depende de sua qualidade e também
do cuidado do proprietário do automóvel. Se a bateria tem “qualidade” e o
veículo é bem cuidado (revisado periodicamente), ela pode durar até 3 anos ou
mais.

Outro componente do carro fundamental para a durabilidade da bateria,


é o regulador de tensão dor alternador que, além de outras funções regula a
quantidade de energia que deve ser enviada à bateria a fim de que a mesma
seja recarregada adequadamente. Quando a tensão está abaixo do necessário,
não há plena carga da bateria. Por outro lado, se a tensão regulada for maior
do que o necessário, pode haver sobrecarga elétrica na bateria, o que, da
mesma maneira, compromete sua vida útil. Portanto, é importante que sejam
feitas revisões na parte elétrica do veículo.

Evite descargas profundas da bateria, como por exemplo, esquecer os


faróis, som ou luzes internas ligados. Funcione sempre o carro.

OBS: Para o bom desempenho dos sistemas elétricos do carro, a tensão


nominal deve ser contínua, geralmente entre 12,1 e 14,5 volts.
A função do alternador é gerar energia. Uma vez acionado pelo motor
através de uma correia, transforma energia mecânica em elétrica, necessária
para carregar a bateria e alimentar todos os componentes, como o sistema de
ignição e os demais equipamentos elétricos. Não há um tempo pré-
determinado para a troca de componente do alternador um a substituição do
mesmo. O tempo varia de acordo com a utilização (tempo que o carro fica
ligado) e condições de uso do veículo.

Visando aumentar a vida útil do alternador, é bom verificar sempre o


estado das correias e polias do mesmo e substituí-las quando necessário. Ao
levar o carro para revisão, lembre-se de incluir a manutenção da parte elétrica
do mesmo. Se o alternador apresentar problema, o carro passa a depender da
bateria, sobrecarregando-a e descarregando-a por inteiro em poucas horas.

1) Placa retificadora --- Tem a função de transformar corrente alternada em


continua.
2) Estator ---Tem a função de gerar energia induzida pelo campo magnetico
variavel do rotor

3) Rotor ---Tem a função de gerar um campo magnético variavel com sua


rotação

4) Regulador de voltagem-- Tem a função de estabilizar a tensão em 14


volts(nos automoveis),para que carregue a bateria sem danos ,independente
da rotação do motor.

5) Porta escovas -- Tem a função de alojar as escovas e através delas


alimentar o rotor para que ele gere um campo magnético

6) Rolamentos--Tem a função de mancalizar o rotor para que o sistema


trabalhe sem atrito.

Teste de rotores automotivos com multimetro:

O valor medio dos rotores deve estar entre 2,5 e 4,5 (na escala 200 posição
resistencia) entre os aneis jamais deve apresentar valores entre o anel e a
massa.

A Função do motor de arranque consiste em acionar o motor do veiculo


até que tenham início as explosões e este possa funcionar por si mesmo.

Os motores, na sua maioria, têm de atingir um mínimo de 50 RPM para


arrancar, o que exige uma potência elétrica considerável, particularmente
no inverno quando o motor está frio e o óleo mais espesso.
O motor de arranque é o componente elétrico que maior descarga
impõe à bateria: no momento em que funciona pode consumir entre 300 a 400
A e em apenas três segundos pode descarregar a mesma quantidade de
energia despendida pela luz de estacionamento durante uma hora. Ao mesmo
tempo que se aciona o motor de arranque, a bateria deve fornecer corrente ao
sistema de ignição para que saltem as faíscas nos cilindros.

Se a bateria estiver pouco carregada e, portanto, com uma tensão


abaixo do seu normal, pode acontecer que o motor de arranque, ao consumir
demasiada quantidade de corrente, não permita ao sistema de ignição gerar a
voltagem suficientemente elevada para fazer saltar as faíscas entre os
elétrodos das velas de ignição.

Assim como no futebol, o painel de instrumentos do veículo utiliza as


cores amarela e vermelha para sinalizar advertências leves e graves.
Compreender o significado das luzes que podem eventualmente acender é
fundamental para evitar dores de cabeça.
A luz do óleo indica perda de pressão, vazamento ou defeito na bomba.
Nesses casos pode haver danos em peças como pistões e até risco de o motor
fundir. Já o alerta de temperatura indica problemas no sistema de
arrefecimento.
O alerta de freio informa quando o nível de fluido no reservatório está
baixo. A luz também acende quando o freio de estacionamento está acionado.
O da bateria, por sua vez, avisa que há falha no alternador.
Água no filtro de diesel- Se acender com o motor ligado é hora de parar
e drenar o líquido acumulado.

Injeção eletrônica- Indica falha no sistema, que pode comprometer motor e


catalisador.

Temperatura- Desligue o carro no ato: o superaquecimento pode empenar


o cabeçote e até fundir o motor.

Óleo do motor- Ou há pouco lubrificante ou a bomba está com defeito. Se


acender, pare o veículo imediatamente.

Freios ABS- Sinal de que há algo errado com o recurso que impede o
travamento das rodas em emergências.

Revisão- Símbolo lembra que está na hora de fazer a verificação periódica


prevista no manual do proprietário.

Cintos de segurança- Além do alerta visual, alguns carros têm aviso sonoro
para informar que o item não foi afivelado.

Freios- Procure um mecânico o quanto antes se ela acender, pois é um sinal


de que o sistema pode estar comprometido.

Freio de estacionamento- Acende ao ser acionado ou quando o nível de


fluido do reservatório está baixo.

Air bag- Avisa sobre falhas no sistema de bolsas de ar. Em caso de colisão,
há o risco de elas não inflarem de forma adequada.

Bateria- Se permanecer acesa com o motor ligado, indica defeito


no alternador ou no envio de carga.
Combustível- Acende quando o nível chega à reserva. Em alguns carros, há
apenas um ponto luminoso no marcador.

Acionar o motor de arranque e manter o sistema de


ignição funcionando enquanto ativada.
O que determina a utilização de um relé numa aplicação prática são
suas características. O entendimento dessas características é fundamental
para a escolha do tipo ideal.
A bobina de um relé é enrolada com um fio esmaltado cuja espessura e
número de voltas são determinados pelas condições em que se deseja fazer
sua energização.
A intensidade do campo magnético produzido e, portanto, a força com
que a armadura é atraída depende tanto da intensidade da corrente que circula
pela bobina como do número de voltas que ela contém.
Por outro lado, a espessura do fio e a quantidade de voltas determinam
o comprimento do enrolamento, o qual é função tanto da corrente como da
tensão que deve ser aplicada ao relé para sua energização, o que no fundo é a
resistência do componente. Todos estes fatores entrelaçados determinam o
modo como a bobina de cada tipo de relé é enrolada.
De um modo geral podemos dizer que nos tipos sensíveis, que operam
com baixas correntes, são enroladas milhares ou mesmo dezenas de milhares
de voltas de fios esmaltados extremamente finos, alguns até mesmo mais finos
que um fio de cabelo.
BSI CITROEN/PEUGEOT

BSI FIAT
S10/COBALT/ONIX

Os fusíveis são dispositivos que protegem os circuitos elétricos contra


danos causados por sobrecargas de corrente, que podem provocar até
incêndios, explosões. Os fusíveis são aplicados geralmente nos circuitos
elétricos (ou mesmo em aparelhos eletrônicos, como o rádio, TV, etc...) e na
indústria automotiva. Funcionam como válvulas, cuja finalidade básica é cortar
o fluxo da corrente elétrica toda vez que a quantidade de energia que trafega
por um determinado circuito for excessiva e puder causar danos ao sistema
(como queimar seu computador).

É a propriedade de se opor a passagem das cargas elétricas, advém da


estrutura atômica do elemento em questão. Dependendo da sua resistência, o
elemento pode ser um condutor (baixa resistência) ou um isolante (alta
resistência). Essa grandeza é medida em Ohm, cujo símbolo é .
Um resistor (chamado de resistência em alguns casos) é um dispositivo elétrico
muito utilizado em eletrônica. Os resistores podem ser fixos ou variáveis. Neste
caso são chamados de potenciômetros ou reostatos. O valor nominal é
alterado ao girar um eixo ou deslizar uma alavanca.
O diodo é um componente elétrico que permite que a corrente atravesse-o
num sentido com muito mais facilidade do que no outro. O tipo mais comum
de diodo é o diodo semicondutor, no entanto, existem outras tecnologias de
diodo. Diodos semicondutores são simbolizados em diagramas
esquemáticos como na figura abaixo. O termo "diodo" é habitualmente
reservado a dispositivos para sinais baixos, com correntes iguais ou menores
a 1A5 .

Quando colocado em um simples circuito bateria-lâmpada, o diodo


permite ou impede corrente através da lâmpada, dependendo da
polaridade da tensão aplicada, como nas duas figuras abaixo.

É o instrumento que tem inúmeras funções, ou seja, o mesmo aparelho é,


voltímetro amperímetro, Ohmímetro, frequencímetro, etc. Este é o instrumento
mais utilizado em oficinas eletrônicas e automotivas.

Testes mais comuns:

* Carga de bateria;
* Alimentação de sensores e atuadores;
* Alimentação de centrais eletrônicas.
Continuidade audível (Beep)

Utilizado para testar chicotes (continuidade) e interruptores, onde não importa o


valor da resistência, e sim se o circuito está aberto (interrompido).

Neste testes de continuidade, onde não importa o valor da resistência,


podemos utilizar o modo “Beep”, que ao ser identificada a baixa resistência, o
aparelho emite um beep, informando teste Ok.

Caneta de polaridade tem a função de identificar a polaridade negativa


(-), positiva (+)..
A bobina de ignição é o componente responsável pela geração da alta
tensão que produzirá a faísca na vela. Há muitos anos produziam-se bobinas
com óleo, mas a evolução dos motores modernos requer sistemas de ignição
mais potentes.
A principal função da vela de ignição é conduzir a corrente elétrica
gerada no transformador até a câmara de combustão, e transformá-la em
centelha elétrica de alta tensão, o que dará início a combustão, ou seja, é
item responsável pela correta queima da mistura ar/combustível.
PRIMEIRO CARRO COM INJEÇÃO ELETRÔNICA NO BRASIL

Foi o Volkswagen Gol GTI o primeiro veiculo nacional a ser vendido


no Brasil com injeção eletrônica; fabricado a partir de 1989. Hoje todos os
modelos brasileiros saem de fábrica com esta característica.

Quais as vantagens da injeção eletrônica sobre o carburador ?

Partidas mais rápidas mesmo


em temperaturas baixas,
funcionamento suave, maior
potência, menor consumo de
combustíveis, melhor
dirigibilidade e menor
emissão de poluentes, são
algumas das inúmeras
vantagens da injeção
eletrônica.

A função de uma bomba de combustível é deslocar o combustível que


está no tanque para o sistema de alimentação do motor, suprindo, assim, todas
as suas condições de trabalho, como carga, rotação e temperatura.
O regulador tem como função ajustar a pressão em toda linha de combustível,
desde a saída da bomba até os bicos injetores.
Também conhecida como bico injetor.
Consiste em uma bobina elétrica, quando
acionada cria uma força eletromagnética
que movimenta seu núcleo, liberando o
combustível que estava sobre pressão na
entrada do bico. De acordo com o tempo
que esta válvula fica aberta, a U.C.E .
determina a quantidade de combustível
injetado e mantém a relação ar-combustível
próximo do ideal.

Este atuador funciona de acordo com a necessidade do motor, seja em


marcha-lenta, seja em momentos de resposta imediata. Basicamente constitui-
se de um desvio(By-pass) do fluxo de ar do corpo de borboleta. O fluxo de ar
pelo desvio é controlado pela ECU que ativa o Atuador de Marcha-Lenta de
acordo com a necessidade do motor. Podendo fechar ou abrir a passagem
suplementar de ar. A abertura geralmente ocorre em momentos que a
borboleta encontra-se fechada como em desacelerações, troca de marchas,
partida e claro, a marcha-lenta. Quanto maior o fluxo de ar, maior a rotação do
motor, e quanto menor o fluxo de ar, menor a rotação do motor.
No sistema de injeção eletrônica do tipo seqüencial a UCE necessita
saber além da posição do virabrequim , a posição do comando de válvulas para
determinar se o cilindro esta na situação de receber combustível e centelha. O
sensor de fase cumpre esse papel e pode ser tipo indutivo ou de efeito Hall.
Sensor Rotação Tipo Hall

Hall é o nome de um fenômeno que se manifesta quando uma placa


confeccionada especialmente para esse fim, se afasta de um campo
magnético. Quando o campo magnético se aproxima do sensor a corrente
elétrica é interrompida. Desta forma um sinal on/off é gerado e utilizado pela
UCE para determinar a rotação e a posição da arvore de manivelas ou da
árvore do comando de válvulas.
Sensor de Rotação do tipo Indutivo

Esse tipo de sensor é formado por um cartucho lacrado e em seu interior


possuem um núcleo polar (imã permanente ) e uma bobina elétrica de cobre.
Quando o dente da roda dentada está diante do sensor o fluxo de elétrons
atinge o máximo. Quando na frente do sensor está uma cavidade da roda
dentada o fluxo é mínimo. Essa variação de fluxo elétrico é interpretada pela
UCE como rotação do motor.

O sensor de posição da borboleta localiza-se no Corpo de Borboleta, mais


precisamente, no mesmo eixo da Borboleta de Aceleração. Nada mais é do que um
potenciômetro cujo o cursor está ligado ao eixo da borboleta, trata-se então de um
sensor resistivo.
A medida que a borboleta se movimenta o cursor também se movimenta, mas
sobre a pista resistiva do potenciômetro. Esse movimento altera a resistência do
sensor e consequentemente sua tensão de saída para ECU.
Constituído basicamente por um termistor do tipo NTC (Negative
Temperature Coefficient), este altera sua resistência elétrica à medida que a
temperatura muda. Por exemplo, quando o motor está frio, a resistência é alta,
portanto a tensão medida pela UCE é alta, assim, quando o mesmo está em
temperatura de trabalho, a resistência é baixa, portanto a tensão medida pela
UCE é baixa. Lembrando que a UCE alimenta este sensor com tensão de
aproximadamente 5V VDC.
A maior utilização deste se dá para que a UCE realize cálculos de alguns
parâmetros, como por exemplo, o de massa de ar admitida, qual deve ser o
avanço de ignição e etc.
Na grande maioria das tecnologias dos sistemas de injeção eletrônica,
caso ocorram falhas no circuito deste sensor, a UCE adota um parâmetro pré-
programado, como um modo de emergência em que esta funciona
considerando como se a temperatura estivesse próxima as 100°C.
A medição da temperatura do ar aspirado pelo motor é feita pelo sensor
de temperatura colocado antes do corpo de borboletas. Normalmente são
usados dois fios; um que vem tensão do módulo de injeção e outro de retorno
ou referência. O sensor de temperatura é composto por um termistor do tipo
NTC (Negative Temperature Coefficient) quanto maior a temperatura menor a
resistência elétrica. O sinal elétrico é enviado ao módulo de injeção onde,
juntamente com o sinal do sensor de pressão absoluta, é utilizado para o
cálculo de densidade do ar. Alguns sistemas usam o sensor de temperatura do
ar e de pressão absoluta, integrados, ou seja, na mesma peça; para isso é
acrescentado um fio que retorna ao módulo de injeção, a variação do sinal de
pressão absoluta. Seus valores de leitura executados pelo módulo de injeção
são utilizados no cálculo do tempo de abertura dos bicos injetores e avanço de
ignição.

O sensor de pressão absoluta do coletor de admissão, também chamado


de sensor MAP, tem por função informar a unidade de comando sobre as
diversas variáveis da pressão do coletor de admissão. No sistema de injeção,
este sensor tem um papel fundamental, pois é responsável pela indicação da
carga do motor. Com isso, a unidade de comando pode determinar o avanço
ideal da centelha de ignição, substituindo o antigo avanço automático a vácuo
do distribuidor.
Gera um sinal elétrico cuja frequência depende da velocidade do veículo.
Com esse sinal, acentral (ECU) reconhece as condições de veículo parado ou
em movimento para calcular a necessidade de enriquecimento ou
empobrecimento da mistura em caso de acelerações ou desacelerações.

Sonda lambda, sensor lambda e sensor de oxigênio, estes são alguns


dos nomes dados a um dos componente mais importantes do carro, mas que
ainda é um mistério para muitas pessoas (até mesmo mecânicos). Para muitos
profissionais do setor de reparação automotiva a sonda lambda é a alma da
injeção eletrônica e entender como ela funciona é essencial para um bom
diagnostico do motor.

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