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SEDUC- SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO DE MATO GROSSO

PLANO DE ENSINO DE ARTES

ESCOLA ESTADUAL CÂNDIDO PORTINARI


Rua dos Angicos, 1602 – Cristo Rei, Tapurah - MT, CEP: 78573-000
C.N.P.J.24.771.768/0001-27 Telefone: (66) 3547-1114
E:mail: tph.ee.candido.portinari@seduc.mt.gov.br

7°/ 8° ANO Ensino Fundamental / 1° Bimestre


Linguagens/ARTES
Códigos de Habilidades Objetos de Conhecimento
(EF69AR01) Contextos e práticas
(EF69AR04) Processos de criação
(EF69AR09) Elementos da linguagem

Aluno:_________________________________________________________________
Prof:_________________________________________ Turma:_________________

Experimentação
Como seria dançar na água? E se ela fosse poluída?
Agora, imagine: como seria dançar no fundo de um rio de águas cristalinas? E em um rio poluído?
Reflexão Como sou afetado pelos problemas da sociedade em que vivo?
Ainda que em medidas diferentes, os problemas enfrentados por uma sociedade afetam todos os seus integrantes.
Afinal, viver em grupo significa compartilhar não só os benefícios dessa convivência coletiva, mas também as
dificuldades geradas por ela.
Arte e recursos naturais
A dança dos Pataxó
Observe as imagens a seguir. Elas retratam uma dança que é parte de uma manifestação coletiva realizada pelos
indígenas pataxós da aldeia Imbiruçu, localizada a cerca de 200 quilômetros da cidade de Belo Horizonte, em Minas
Gerais.

Primeiras impressões da dança da Festa das Águas


Desafio
1 O que mais chama a sua atenção nas imagens?
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2 O que as pessoas das fotos estão fazendo? Como elas estão vestidas?
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3 De que modo as pessoas estão posicionadas? Como são os movimentos registrados nas imagens?

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4 Você acha que as fotos mostram uma situação especial na vida dessas pessoas ou uma cena cotidiana? Por
quê?
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Mais perto da dança da Festa das Águas
A Festa das Águas dos Pataxó da aldeia Imbiruçu é realizada uma vez por ano, em outubro, quando começa o
período das chuvas nas regiões por onde esse povo se distribui. Esse fenômeno natural é considerado um
símbolo de fartura e de renovação para eles.
Realizada na aldeia desde 1991, a comemoração faz parte dos esforços da comunidade indígena pataxó de
resgatar e manter vivas as tradições e os rituais de seus antepassados por meio da culinária, dos jogos, das
brincadeiras e de outras manifestações culturais e artísticas.
Para os Pataxó, que se autodenominam “filhos da água”, esse elemento da natureza tem uma simbologia
muito importante e é considerado fonte de equilíbrio e de vida. De acordo com a cosmologia Pataxó, os
primeiros indígenas desse povo foram criados a partir dos pingos de chuva. A palavra “pataxó” significa
“banho das águas” ou “barulho do mar” em patxohã, a língua original desse povo:

“Pataxó é água da chuva batendo na terra, nas pedras, e indo embora para o rio e o mar”.
Na aldeia Imbiruçu, a realização da Festa das Águas faz parte do processo de recuperação e de renovação da
cultura Pataxó nessa comunidade. Localizada na reserva Terra Indígena Guarani, no município de Carmésia,
no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, a aldeia é composta de cerca de 23 famílias, somando
aproximadamente 75 habitantes
Nos últimos anos, as lideranças da aldeia têm se organizado para fortalecer a cultura da comunidade por
meio do resgate de elementos como danças e pratos típicos que não faziam mais parte do cotidiano das
gerações mais jovens. Em 2011, foi inaugurada em Imbiruçu a Escola Indígena Pataxó Bacumuxá, o que
também possibilitou que as crianças e os adolescentes da aldeia pudessem conhecer e aprender a patxohã.
Como parte desse processo de resgate e renovação, a Festa das Águas passou a ser aberta à visitação de não
indígenas, divulgando a cultura do povo pataxó. Assim, a dança e outras manifestações presentes nessa festa
transformam-se em uma apresentação artística, com a intenção de mostrar a pessoas de outras culturas a
cultura dos Pataxó.
O convite para a participação na celebração é feito por meio do blog da aldeia, no qual também são
publicadas informações sobre o cotidiano dos moradores de Imbiruçu e sobre a luta do povo pataxó para
manter sua cultura viva.
Um dos objetivos da realização da Festa das Águas é conscientizar as pessoas que não moram na aldeia da
importância da preservação da natureza, em especial das águas da região. Essa é uma grande preocupação
dos indígenas de Imbiruçu porque o território onde a aldeia está localizada é cercado por enormes pastos
para criação de gado, pertencentes a grandes fazendeiros, e também por áreas exploradas por mineradoras,

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o que traz muitos impactos para a vida da comunidade, principalmente em relação aos recursos naturais
disponíveis.
O rio do Peixe, por exemplo, que é onde os indígenas pescam os peixes que são uma das bases de sua
alimentação, tem seu volume reduzido ano após ano como consequência da mineração, o que afeta, entre
outras questões, a qualidade de vida dos moradores da aldeia.
Durante a abertura da Festa das Águas de 2015, o cacique Mesaque Pataxó, da aldeia Sede, vizinha da aldeia
Imbiruçu, fez um alerta a esse respeito:
“Se os pataxós deixarem de existir, o não indígena também vai. Boa parte não se deu conta da destruição do
planeta e a sociedade não discute valores, apenas poder”.
Desafio
5 - Você acha que o alerta feito por Mesaque Pataxó é importante? Por quê?
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Por se tratar de um ritual importante para a aldeia, a Festa das Águas exige uma preparação especial, que
envolve a elaboração de pratos tradicionais, o uso de vestimentas específicas e a pintura corporal, por
exemplo. Um dia antes da festa também podem ser celebrados batizados das crianças da aldeia e
casamentos
Os trajes usados na festa, feitos de palha, são iguais para homens e mulheres, adultos ou crianças. Nessa
ocasião festiva, os indígenas também podem usar cocares e outros adereços para os cabelos e para o corpo,
a maioria deles feitos de materiais naturais, como penas e sementes.
As pinturas corporais usadas na Festa das Águas são feitas com uma tinta produzida com barro e carvão
umedecidos, aplicada com gravetos bem finos ou pincéis. Os desenhos remetem a elementos da natureza e
à cosmologia pataxó. Há, por exemplo, o desenho do “cipó de H‹may”, que homenageia a protetora dos
animais, e o da “semente mauí na boca do peixe”, que simboliza fartura. As pinturas usadas pelos homens e
pelas mulheres não são as mesmas e têm significados diferentes: as pinturas dos homens podem
representar força e união e as das mulheres, proteção e fartura.

Desafio
6 Que eventos especiais são realizados pelas pessoas com quem você convive ou pelas pessoas de sua
cidade ? Como você costuma se preparar para eles?
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Um dos momentos mais importantes da Festa das Águas é a realização da dança que integra esse ritual. Ela
começa com os participantes dispostos em grupos de dois ou três integrantes, lado a lado. Esses pequenos
grupos se posicionam um atrás do outro, formando longas filas. Os passos são bastante marcados e a dança
se caracteriza por movimentos lentos e fortes, com os pés se arrastando no chão, como se os corpos dos
participantes fossem muito pesados. Os braços ficam ao longo do corpo e as costas um pouco curvadas para
a frente.

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Enquanto caminham em filas, na maior parte do tempo olhando para o chão, os participantes da dança vão
formando um círculo. Depois que o círculo é formado, todos continuam a andar juntos. Esse “andar juntos”
ajuda a caracterizar essa dança como uma experiência coletiva, já que os participantes se movem na mesma
direção, como se todos estivessem indo para um mesmo lugar
A temática da água está presente no uso do pau de chuva para marcar o ritmo. Trata-se de um instrumento
de percussão de formato cilíndrico, com pequenas contas ou sementes no interior, cujo som se assemelha
ao da chuva caindo. Além do pau de chuva, durante a dança os indígenas tocam maracás, um tipo de
chocalho feito de cabaças, considerado um instrumento sagrado para esse povo.

Após a apresentação de canto e dança, os indígenas evocam o espírito de seu principal protetor: o Pai da
Mata. Nesse momento, do qual os visitantes não indígenas não participam, os Pataxó agradecem e pedem
que as chuvas venham e renovem as águas dos rios e dos mares. Depois, para finalizar o ritual, os indígenas
tomam um banho de lama e, em seguida, lavam-se nas águas do rio, como uma forma de purificar o corpo.
Durante a realização da Festa das Águas, além das apresentações de dança e canto, são vivenciadas várias
manifestações que simbolizam a continuidade da cultura pataxó antiga, importantes na valorização e na
reafirmação da identidade desse povo nos dias de hoje.
Na culinária, por exemplo, há o preparo de pratos como o frango muquinhado, cozido no moquém, um tipo
de grelha feita com uma estaca de ferro, a moqueca de peixe assado na folha de bananeira debaixo da terra
e a farinha de puba, além do consumo da bebida h‹m‹gui, feita com a casca de angico, e da bebida cauim,
produzida com mandioca cozida e fermentada.
Durante a Festa das Águas, também são realizados jogos e brincadeiras, como a cobra-cega, a corrida de
maracá e o cabo de guerra, e há o comércio de objetos decorativos e de adornos produzidos pelos indígenas,
como uma forma de geração de renda para a aldeia.

Desafio
7 - Depois de compreender a importância das culturas indígenas na cultura brasileira, faça uma pesquisa
sobre a influência dos povos indígenas em nossos festejos tradicionais.
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Por dentro da dança Danças indígenas brasileiras

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A dança é uma das diversas formas de expressão dos indígenas brasileiros. Do mesmo modo que outras
manifestações como o canto, a pintura corporal e a produção de objetos decorativos e utilitários, as danças
realizadas por esses povos marcam suas diferenças e revelam a riqueza de sua diversidade cultural
As danças indígenas brasileiras são tão variadas quanto os povos indígenas que habitam nosso território.
Entre as aldeias de um mesmo povo, pode haver diferenças nos costumes e nos modos de vida, o que inclui
as formas de dançar. No caso dos Pataxó, por exemplo, a dispersão e a criação de aldeias em outros lugares
fizeram com que as mesmas músicas passassem a ser dançadas de modos diferentes no decorrer do tempo.
Esse tipo de mudança também acontece com outros povos e pode ser influenciado ainda pelo contato com
outros povos indígenas e com não indígenas.
Essa diversidade de formas de dança é muito comum nas sociedades não ocidentais. A cultura ocidental, que
vem se consolidando de modo mais consistente desde a era Moderna, costuma encarar a dança como parte
de momentos de diversão despretensiosa ou como espetáculos que devem ser apreciados por um público
que, em geral, não participa dela. Diferentemente disso, para as sociedades “não modernas”, como as
indígenas brasileiras, a dança é uma experiência individual ou coletiva de valorização e de manutenção de
sua cultura
Nas culturas indígenas, as danças podem fazer parte de experiências coletivas e estar relacionadas a
momentos de festa e de brincadeira, podem ter um caráter místico e espiritual, integrando rituais como na
Festa das Águas da aldeia Imbiruçu, ou fazer parte de apresentações para os não indígenas
Uma das características marcantes de muitas danças indígenas brasileiras são os passos contidos e rítmicos,
com movimentos voltados para baixo, o que permite que os participantes possam dançar por várias horas,
sem se cansarem tanto. As danças circulares também são muito comuns entre os povos indígenas
brasileiros, assim como as danças em filas

A maioria das danças indígenas brasileiras é rea lizada em grupo, mas também há ocorrências de danças
realizadas individualmente. Embora existam exceções, as danças em pares não são muito comuns entre
esses povos. De acordo com a finalidade e com os aspectos culturais do povo que as pratica, algumas danças
indígenas podem ser realizadas apenas pelos homens ou pelas mulheres. Também há danças em que
homens e mulheres dançam juntos e outras em que adultos, crianças, adolescentes e idosos participam ao
mesmo tempo.

Ao dançarem, os indígenas podem usar vestimentas e adereços específicos, além de realizar pinturas
corporais ou utilizar outros tipos de objeto, como máscaras ou instrumentos musicais – por exemplo,
chocalhos nos tornozelos, gaitas, rabo de tatus, maracás e flautas, que são utilizados para marcar os passos,
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o ritmo e a intensidade de cada dança. Alguns rituais dançados também envolvem o consumo de bebidas ou
de alimentos especiais. Todas essas características variam muito de povo para povo e em relação ao tipo de
dança que é praticada.
Atualmente, o resgate e a valorização das danças indígenas são também formas de resistência e de
reafirmação das identidades desses povos. Hoje, muitos povos indígenas apresentam suas danças e cantos
em outros contextos, como festivais e eventos. Com intenção artística, essas apresentações são uma
maneira de esses povos divulgarem sua cultura e chamarem a atenção para sua luta por direitos e por
reconhecimento.
Desafio
8 Como vimos, as danças circulares são muito comuns entre vários povos indígenas brasileiros. Pesquise
outros exemplos desse tipo de dança.
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Mais perto dos Pataxó
Os Pataxó são originários do Sul da Bahia e, ao longo de sua história, sofreram várias tentativas de dispersão
e de dizimação. Na década de 1970, após conflitos com fazendeiros, algumas famílias migraram para Minas
Gerais, criando aldeias ao norte desse estado.
De acordo com o último censo realizado pelo Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena (SIASI),
em 2014 havia cerca de 12 mil indígenas Pataxó no Brasil. Dados históricos revelam que esse povo entrou
em contato com não indígenas pela primeira vez durante o século XVI, com a chegada dos colonizadores
portugueses às terras brasileiras.
Na Bahia, os Pataxó estão espalhados em 36 aldeias distribuídas em seis terras indígenas situadas nos
municípios de Santa Cruz Cabrália, Porto Seguro, Itamaraju e Prado. São elas: Águas Belas, Aldeia Velha,
Barra Velha, Imbiriba, Coroa Vermelha e Mata Medonha.
No estado de Minas Gerais, os Pataxó vivem em sete comunidades, das quais quatro – Sede, Imbiruçu,
Retirinho e Alto das Posses – estão localizadas na Terra Indígena Guarani, no município de Carmésia. Além
dessas, existem as aldeias Muã Mimatxí, no município de Itapecerica; Geru Tukunã, em Açucena; e Jundiba
ou Cinta Vermelha, no município de Araçuaí, também habitada por indígenas do povo pankararu.
Os Pataxó têm enfrentado anos de luta pelo reconhecimento de seu território, que historicamente tem sido
disputado com não indígenas. Além de recuperar terras não identificadas como indígenas, mas que são
reconhecidas pela tradição pataxó e reivindicadas por esse motivo, a demarcação do território indígena
pataxó está relacionada à preocupação desse povo com a preservação ambiental dessas áreas e também
com a valorização de seus modos de vida tradicionais.
Os indígenas do povo pataxó falam o português com alguns vocábulos na língua patxôhã, que vem sendo
resgatada pelas gerações mais novas. Atualmente, a língua original desse povo é um dos componentes
curriculares das escolas indígenas localizadas nas aldeias.
Em cada uma das comunidades pataxós costuma existir pelo menos uma escola. É lá que os professores
resgatam a cultura indígena, ensinando o patxôhã e também a língua portuguesa
Atualmente, vários Pataxó praticam pesca e agricultura de subsistência, além de cultivar cacau e criar gado
para gerar renda. Muitas comunidades também comercializam objetos utilitários e decorativos e mantêm
empreendimentos ligados ao etnoturismo. Em Porto Seguro, na Bahia, por exemplo, alguns indígenas
pataxós prestam serviços de hotelaria e de aluguel de barracas.
Desafio
9 – Faça uma pesquisa sobre “Fogo de 51” e relate em um pequeno resumo.
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Outras manifestações artísticas dos Pataxó
Além do canto e da dança, as manifestações artísticas dos Pataxó envolvem a produção de objetos
decorativos e utilitários, de adornos e de vestimentas. Ricos em formas e cores, esses objetos são
caracterizados pelo uso de materiais que são extraídos da natureza de maneira sustentável.

Entre as peças produzidas, podemos destacar cestos de cipó, vasilhas, figuras de animais e brincos feitos de
madeira, colares e pulseiras feitos com penas de aves e sementes, além de instrumentos musicais como os
chocalhos e os maracás, feitos com coco, cabaça ou bambu.
A pintura corporal feita com pigmentos naturais também é outra manifestação artística importante dos
Pataxó. Muitos dos padrões e dos desenhos utilizados são baseados em elementos da fauna e da flora. Em
eventos especiais, como casamentos ou nascimentos, assim como na realização de danças, há pinturas
específicas para cada parte do corpo, com significados próprios.
A arte de Arissana Pataxó
O contato com o estudo formal da arte, seja nas escolas, seja nas universidades, tem se somado às práticas
tradicionais desses povos e se incorporado às produções de alguns artistas indígenas.
Arissana Pataxó, por exemplo, formou-se em Artes Plásticas na Escola de Belas Artes da Universidade
Federal da Bahia (UFBA), onde também fez mestrado em Estudos Étnicos e Africanos. Seu trabalho frutificou
em atividades de arte- -educação com o povo pataxó, como oficinas e produção de material didático.
As pinturas e as esculturas de Arissana retratam o cotidiano dos indígenas e buscam provocar o espectador,
chamando a atenção para a resistência e a diversidade dos povos indígenas e para a luta pela defesa de seus
direitos.

Hoje, os indígenas brasileiros estão inseridos nos mais diversos segmentos da sociedade. Segundo dados do
Instituto de Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa (INCTI), por exemplo, a cada 500 estudantes
universitários na rede pública, um é indígena.
Desafio
10 -O que você pensa sobre isso?
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Bibliografia :
BNCC de Linguagens/Arte: Artes visuais
Livro Didáico

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Boa Sorte !!!!!


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