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VALDYR AGUIAR DE JESUS

O PIANO NO ACOMPANHAMENTO DOS COROS


SACROS

FACULDADE MOZARTEUM
SÃO PAULO
2011

i
VALDYR AGUIAR DE JESUS

O PIANO NO ACOMPANHAMENTO DOS COROS


SACROS

Trabalho apresentado como


parte dos requisitos para
conclusão do curso de Música
(Bacharelado), sob orientação
d a P r o f ª . M s . Helen Gallo

FACULDADE MOZARTEUM
SÃO PAULO
2011

ii
DEDICATÓRIA

Dedico esta obra aos meus


pais, minha esposa e meus
filhos, primeiramente, pelo
apoio. E, em especial, ao
minha orientadora, professora
Helen, p o r m e a b r i r o c a m p o d e
visão para novos horizontes.

iii
RESUMO

Esta monografia tem como foco o papel do pianista no


acompanhamento dos coros sacros, discutindo seu papel, sua formação
e pré-requisitos para um bom acompanhamento de corais.

No Capítulo 1 , será apresentado um resumo sobre a história dos


corais e o papel do acompanhamento dos mesmos (evite, não é bom) ,
em seguida um levantamento feito junto aos regentes de corais sobre
acompanhamento dos seus corais e por fim uma conclusão sobre o que
fazer para melhorar o acompanhamento (o acompanhamento ou a forma
de se acompanhar?) dos corais. O levantamento das necessidades e
papeis dos pianistas acompanhantes foi feito com base em
questionários dirigidos a maestros e regentes de corais e pesquisa feita
em livros e trabalhos de pesquisa.

Palavras-chave: Piano, acompanhamento, coral.

iv
ABSTRACT

This monograph focuses on the role of pianist in the monitoring of


sacred choruses, discussing their role, their training and prerequisites
for a good monitoring of corals.

First, a summary of the history of corals and the role of monitoring


the same, then a survey done with the regents on coral reefs and
monitoring their finally a conclusion about what to do to improve the
monitoring of coral. The survey of needs and roles of pianists
accompanying was based on questionnaires addressed to teachers and
conductors of choral and research done in books and research papers.

Keywords: Piano, accompanying the choir.

v
SUMÁRIO

Nenhuma entrada de sumário foi encontrada.

???

Capitulo 1: O Coro Sacro............................................................................................1

1.1 Um breve Histórico..................................................................................................2

CAPÍTULO 2 - O Pianista Acompanhador................................................................4

2.1 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS DO PIANISTA ACOMPANHADOR...............5

Digite o título do capítulo (nível 3).................................................................................6

vi
INTRODUÇÃO

Esta monografia tem como foco o papel do pianista no acompanhamento dos


coros sacros, discutindo seu papel, sua formação e pré-requisitos para o
acompanhamento de corais.
Nota-se que alguns pianistas têm dificuldade para acompanhar corais,
quartetos e grupos vocais no tocante à música sacra. Ao focar no acompanhamento
do coro sacro (quem foca? O pianista? O pesquisador? Oração sem sujeito causa
confusão!), defende-se que o pianista deve levar em consideração habilidade e
técnicas que, sem um treinamento especifico, não são realizadas e, não sabem
como simplificar uma partitura de acompanhamento, muito menos enriquecê-la
quando necessário. (Português confuso. Entendi o que quer dizer, mas precisamos
reformular) O acompanhamento enriquece a música quando é bem executado,
porém, [ ]quando mal executado seria melhor o grupo ou coral cantar a capella.
Hoje, com a minha experiência e aptidão musical, cheguei a um ponto de criar
partituras para acompanhamentos, tanto facilitadas quanto mais completas, dando
ao coro ou grupo vocal mais segurança e beleza na composição a ser executada.
(podemos escrever este parágrafo de um modo menos pessoal, como se deve fazer
em pesquisas. Falaremos pessoalmente a respeito)
Esse trabalho tem como objetivo levantar quais são as habilidades que o
pianista deve exercitar (ou adquirir? Também é uma boa palavra) para um bom
acompanhamento dos coros sacros, através de questionários dirigidos a maestros
músicos, pianistas e coristas, (precisamos pensar a respeito), pesquisas a literaturas
especializadas. (O questionário fez parte da sua pesquisa, mas a idéia não é que o
pianista faça isto... Seu texto dá esta impressão falsa!) Ao responder essa questão e
fazer esse levantamento, espero ajudar os pianistas a passar por este processo com
menos dificuldade no (?????)

1
CAPÍTULO 1 – Coro Sacro

1.1. Um Breve Histórico

(Você precisa saber de onde veio este texto. Recomendo a leitura do verbete
“coro”, “coral”, “coro litúrgico”, etc...) no Dicionário Grove de Música. Tem na
Biblioteca da Unesp, que fica aberta inclusive ao sábados. Vou te ensinar a chegar
lá)

O coro é um dos mais antigos sonoros coletivos de que se tem registro. O


termo coro vem do termo grego Chórus, que designava um grupo de dançarinos e
cantores usando máscaras que participavam ativamente nas festividades religiosas
e nas representações teatrais. No Egito e na Mesopotâmia, os registros revelam a
existência de coro ligado aos cultos religiosos e as danças sagradas.

O Cristianismo, usando o significado latino do termo Chórus, adotou o coro


como[ ]grupo de pessoas da comunidade que canta junto ao altar. A intenção era
transmitir palavras da liturgia e atrais mais fieis. Logo mais, os cristãos instituíram as
escolas de canto coral, dentro dos templos cristãos. Logo após a reforma
protestante, o coro teve o seu uso reforçado nos cultos, afinal Lutero era músico e
percebeu que era mais fácil propagar suas idéias por toda Alemanha através de
melodias populares, para que mensagem por ele pregada fosse compreendida pelos
fieis de uma forma rápida e fácil.

Com a emergência da classe média, o coro foi provocando uma espécie de


sentimento de sofisticação cultural e, com isso, a prática coral foi cada vez mais se
desenvolvendo e se desligando do Clero. Irmandades foram surgindo no sentido de
dedicar-se a música. Inicialmente, somente a música sacra era permitida, mas aos
poucos a música profana começou a fazer parte. Para essas irmandades, o

2
importante não era somente cantar, mas também de estudar. Estabeleceram-se
escolas de canto e os grupos eram formados por “Dormitoriales” - que dormiam nas
escolas e que também eram responsáveis pelos serviços da igreja, e por grupos
externos de amadores.

No Século XIX, o canto coral passou (fatos passados no presente é


linguagem jornalística) a ser disciplina obrigatória nas escolas de Paris. Nessa
mesma época surgiu a idéia dos Festivais de Música. A prática coral assumia,
naquele momento, um caráter e compromisso mais social. O Século XX aprimora
certas práticas e tenta voltar às origens de cada estilo, procurando através da
pesquisa, não falsear o espírito da época em que a obra foi criada.

No Brasil, o ensino e prática musicais tiveram início com a colonização. Os


jesuítas tinham como meta a educação como a melhor forma de combate às
heresias da Reforma Protestante. Quando a Companhia de Jesus chegou ao Brasil,
mais especificamente na Bahia, sua primeira missão foi catequizar os índios, e para
isso, eles ensinavam os nativos a tocar alguns instrumentos e ensinavam os
meninos a cantar para que os mesmos atuassem nas festividades e serviços
religiosos.

O uso da música era familiar aos indígenas, o que facilitava a proximidade


com os jesuítas, já que os primeiros utilizavam a musica e dança nas suas
comemorações em louvor aos seus deuses, festejando ou agradecendo a pesca e a
caça. No entanto, os jesuítas não viam com bons olhos essas festas e
comemorações indígenas e procuraram com todo afinco eliminar o caráter pagão
das festas indígenas. Com isso, o enfraquecimento da cultura musical indígena foi
acelerado, e a musica natural dos indígenas foi perdendo a sua identidade.

Dentre os jesuítas que se destacaram na catequização dos índios, podemos


citar o já famoso o padre José de Anchieta é um grande expoente. Ele não era
musico, porém se interessava pelo assunto e os seus autos sempre tinham cantos
que traziam características e manifestações da cultura indígena. Em todas as suas
viagens pelo Brasil, Padre José de Anchieta criava, nas aldeias onde passava,

3
escolas para as crianças “ler, contar e tocar alguns instrumentos”. Com isso, foi o
autor do primeiro drama sacro registrado, o auto Mistérios de Jesus, encenado nas
escolas dos jesuítas.

É impossível falarmos da musica brasileira e não comentarmos a influência


que os negros tiveram. (É possível sim, depende do seu tema! No seu caso, aliás, é
bastante possível... Conversaremos sobre esse tipo de frase) A chegada dos
escravos africanos ao Brasil trouxe na sua bagagem os elementos culturais musicais
dos negros (pleonasmo), que foram adicionados a nossa recém cultura musical.
“Nos dias das festas religiosas os negros podiam dançar, tocar seus instrumentos e
tomar parte nas festas, junto com os portugueses. foram sendo incluídas na prática
social vigente, contribuindo para o processo de formação da música popular
brasileira” (SOUZA, 2003, p. 6).

Com a influência da cultura indígena, da cultura negra e com a interferência


dos jesuítas, começou a se formar uma nova identidade cultural brasileira. A
descoberta de ouro, pedras preciosas e o declínio da economia açucareira começa a
formar uma nova sociedade e realidade brasileira. A prosperidade faz com que a
cultura musical cresça fruto dos “filhos da elite” que iam estudar na Europa e
voltavam ao Brasil cheios de novas idéias e ideais. (Parágrafo perigoso...)

É importante salientar que na Capitania de Minas Gerais, ao longo do


século XVIII, com a economia do ouro e pedras preciosas em alta, houve um
importante desenvolvimento cultural. Uns (já corrigi vários erros que ainda
continuam no texto!) dos responsáveis por este fato foram os mulatos que, uma vez
que eram livres ou alforriados, se dedicavam as artes, principalmente a musica,
numa tentativa de integração e elevação dos seus status na sociedade.

Ao negro não foi possível essa emancipação, porque, mesmo ele sendo
treinado para integrar o coro e a orquestra dos senhores de engenho, não saía de
sua condição de escravo (KIEFER, 1923, p. 33).

4
Com a chegada da família Real ao Brasil, a cultura teve um grande
avanço. Foram criadas a a Biblioteca Real, cursos superiores e a Escola Nacional de
Belas-Artes, tomando assim a atividade musical, um novo impulso. Porém com o
retorno de D. João VI a Portugal, as atividades culturais perdem um pouco da
religiosidade e a musica profana começa a tomar o lugar da musica religiosa,
fazendo da opera a mola precursora da vida musical e social do Rio de Janeiro.

CAPÍTULO 2 - O Pianista Acompanhador.

Acompanhar:. Ir em companhia de; fazer companhia a; seguir. (...) 9.


Executar o acompanhamento (de instrumentos). 10.Aliar, unir. 11. Dotar,
favorecer. 12. Adornar, ornar. (...) 15. Fazer-se acompanhar;rodear-se,
cercar-se. 16. Unir-se, juntar-se, aliar-se, associar-se. 17. Cantar,tocando ao
mesmo tempo o acompanhamento.

Acompanhador : . Que ou o que acompanha; acompanhante.1.1 (...) músico


que exerce a função de acompanhador (...). 1 (excluir verbetes do dicionário)

Na historia da música, o termo Pianista Acompanhador tece a sua definição (o


termo é o sujeito da ação?!?!?!?!): (...), historicamente, a atividade de
‘acompanhador’ surgiu no período Barroco, com o desenvolvimento da monodia e a
sistematização da linguagem musical ocidental sobre o alicerce do Baixo Contínuo” ,
segundo PORTO (2004, p. 14). (Consulte normas bibliográficas para citações no
corpo do texto) O musico que tocava o baixo continuo era chamado de maestro al
cembalo, e, desse musico era exigido o domínio do contraponto e a capacidade de
improvisação ao teclado, circundando a parte solista e complementando o que o
compositor escrevera.

1
NOVO DICIONÁRIO AURÉLIO DA LÍNGUA PORTUGUESA (p. 35).
5
O pianista acompanhador é um musico especifico na área pianistica.
(pleonástica também) Ele precisa ter habilidade em reconhecer as intenções do
solista e procurar o entrosamento com o mesmo de forma que a musica saia com
perfeição

Podemos dizer que o pianista acompanhador não pode ser uma pessoa
dominante (afirmação perigosa!!!), já que, por certas vezes, a atividade de
acompanhar é julgada como uma ação submissa (quem julgou assim? Você precisa
dizer de onde veio esta afirmação!), já que o pianista trabalha em conjunto com o
coro ou solista.

Para que o trabalho de acompanhamento do pianista seja feito de forma


eficiente, a primeira coisa a se considerar é o trabalho em equipe que ele irá
desenvolver junto ao regente e este junto ao coral. Para isso, o completo e eficaz
entendimento da peça a ser executada é de suma importância.

O pianista acompanhador também deve levar em consideração as diferentes


formas de interpretação que a peça pode assumir no decorrer dos ensaios sem
perder a interpretação artística original. Para cada forma de interpretação diferente
que possa surgir, o pianista deve levar em conta os aspectos humanos: a técnica
dos cantores, o seu preparo, etc. O pianista deve se utilizar de suas habilidades e
competências para completar a interpretação musical conjuntamente com o regente
e coro, enriquecendo a execução de forma equilibrada.

Com esses aspectos, podemos então concluir que o coro e regente desejam
que o pianista acompanhador seja um suporte para que a execução do coro seja a
mais perfeita possível. Dessa forma, é necessário que o pianista esteja apto e
preparado para exercer essa função.

Infelizmente, é comum pensarmos que qualquer pianista com uma boa


técnica aliada a um bom conhecimento musical, será um acompanhador. ADLER
explica que o pianista acompanhador precisa ter um bom preparo psicológico. O
6
trabalho de equipe entre o pianista e o regente é muito importante, e por vezes ele
poderá dar a sua opinião, mas a opinião que prevalecerá será a do regente. “...ele
poderá até liderar em algumas vezes, porém “seguir” será sua rotina, e estar em
sintonia com o grupo será a sua constante tarefa (1976, p. 182).

Com a missão de oferecer o suporte necessário para o regente e coral, é de


fundamental importância que o pianista esteja devidamente preparado para esse
suporte. O estudo diário e a preocupação com a habilidade técnica devem ser
constantes e diárias. O pianista acompanhador além de ser habilidoso e ter domínio
sobre o instrumento, deve ter outra característica importante: saber ouvir a si mesmo
e ao coro, ao mesmo tempo, a fim de conseguir equilibrar as vozes e o
acompanhamento musical que ele está fazendo.

A todos esses aspectos, chegamos a conclusão (conclusão? Esta fica para o


final do trabalho!!!) de que o pianista acompanhador precisa ter não somente o
domínio da técnica do instrumento, mas precisa ser um ótimo instrumentista item
indispensável em qualquer situação... O que exatamente você quer dizer com isto?)
A formação do pianista acompanhador precisa ser ampla e envolver alguns aspectos
básicos, como por exemplo: habilidade técnica, como já citado, leitura a primeira
vista, transposição, repertorio, respiração, ensaios e performance, entre outros.

2.1 HABILIDADES E COMPETENCIAS DO PIANISTA ACOMPANHADOR

Os pianistas, como em todas as profissões, após o termino da sua graduação,


se adaptam à realidade do mercado de trabalho. (isto aqui no Brasil... Em outros
países a formação é diferente. Esclareça isto) Muitos vão para a área acadêmica em
conservatórios, universidades, ou se dedicam ao ensino de musica e piano para
alunos individualmente.

7
Para tanto, podemos dizer que um pianista acompanhante tem a necessidade
de uma formação que considere algumas habilidades e competências 2 especificas
que esse profissional deve desenvolver. O acumulo de conhecimento que o pianista
desenvolve ao longo da sua experiência pratica vai ser importante para solucionar
problemas e dificuldades, além de distingui-lo entre os outros profissionais da área.

Dentre os itens que são considerados como as habilidades mínimas


necessárias para a formação do pianista acompanhante, pode-se citar:

 Variedade de repertorio, disposição para ensaios (este se encaixa em


postura profissional)
 Boa leitura a primeira vista
 Leitura ampliada dos sistemas na partitura
 Tecnica pianistica apurada
 Boa e imediata compreensão do texto musical
 Conhecimento básico de leitura de cifras
 Dominio da transposição
 Flexibilidade (em qual sentido? Explique ou utilize outra palavra)
 Postura Profissional
 Boa Perfomance tanto nas apresentações quanto nos ensaios
(Pergunta: para chegar a esses tópicos, você tirou as idéias de qual(is)
autor(es)?)

2.1.1 TÉCNICA PIANISTICA:

A comparação entre fazer uma peça solo e acompanhar um coro pode fazer
com que subestimemos o acompanhamento. Porém, o acompanhamento também
pode apresentar partes solos e com um grau de dificuldade maior que exige preparo
e dedicação, como se fosse a execução de uma peça solo. O pianista
acompanhador precisa ser flexível na resolução de problemas e cultivar a sua
musicalidade. A preocupação em saber ouvir pode melhorar a qualidade sonora do
2
Segundo definição do Dicionario Houaiss, compentencia é a soma de conhecimentos ou de habilidades;
capacidade objetiva de indivíduos para resolver problemas, realizar atos definidos e circunscritos (2001,p.75).
(Desnecessário)
8
seu acompanhamento, fazendo com que o pianista esteja aberto a todas as
variedades de nuances sonoras que o piano é capaz de produzir, se o pianista
souber como fazer isso.

O pianista acompanhador também precisa estar atento ao andamento,


fraseado e respiração proposto pelo regente, um andamento ruim pode colocar a
perder toda a execução da peça.

Um bom acompanhamento poderá produzir uma grande


variedade de nuances tonais, se o pianista quiser expressar-se
e tiver a intenção de traduzir este sentimento em toque. Uma
grande coleção de ferramentas está à sua disposição neste
sentido: ponta dos dedos, dedos, pulso, braço, peso do corpo e
a ajuda da mecânica dos pedais, que usados apropriadamente,
irá ajudar o acompanhador a prolongar ao máximo as frases
para transpor obstáculos (Adler, 1976, p. 182)

2.1.2 LEITURA À PRIMEIRA VISTA: (É COM CRASE!!!!!! FAVOR CORRIGIR)

O pianista acompanhador deve ter uma boa leitura a primeira vista. Esse é
um dos aspectos importantes para um bom acompanhamento.

Para se ter uma leitura a primeira vista bem desenvolvida, o pianista


acompanhador deve ter conhecimento e compreensão de toda teoria musical já
estudada por ele. A leitura a primeira vista se relaciona com a habilidade de
perceber e responder as mudanças inesperadas dentro de uma peça. Não envolve
apenas o ato de ler as notas e as indicações contidas na partitura. A leitura a
primeira vista não se trata apenas disso, mas do reconhecimento de aspectos
teóricos já adquiridos durante a sua formação que estão sendo postos em pratica.
Se o pianista possuir o domínio técnico do piano, o resultado será satisfatório e
eficaz.
9
Na leitura a primeira vista, os olhos vão se movendo de acordo com o
reconhecimento dos conceitos que já foram estudados e interpreta os sinais. Para
que esse reconhecimento e leitura seja rápido e eficaz, é necessário que sejam lidos
blocos de notas, em vez de ler cada uma individualmente. A facilidade de ler a
primeira vista vem , dentre outros aspectos, da facilidade dos olhos em identificar e
compreender o maior numero de notas dentro de um bloco num único “golpe de
vista”.

De acordo com Ferrari, é importante que o pianista tenha uma relação entre a
partitura e os seus movimentos. O piano já possui as notas prontas, mas cabe ao
pianista toca-las. “.. o pianista reconhece as notas no papel como padrões, e ajusta
suas mãos como um molde, colocando os dedos sobre as teclas. (...) o
acompanhador mantem o olhar na partitura e apenas dirige para as mãos em caso
de saltos intervalares ou em passagens mais complicadas.(1999,p. 100).

O resultado final de uma leitura a primeira vista será mais satisfatório e


rapido, se o pianista sempre estiver treinando e experimento a leitura, fazendo dessa
pratica um aprendizado constante.

2.1.3 REDUÇÃO ORQUESTRAL

Para o pianista acompanhador é bastante comum se deparar com a


transcrição orquestral de uma peça para o acompanhamento ao piano. Por isso,
uma das habilidades que o pianista acompanhador deve ter é a capacidade de
transcrição orquestral. Essa habilidade é muito importante para o acompanhamento,
(reformular, pois você já escreveu isto anteriormente) já que uma peça escrita para
vários instrumentos, será executada por um só, o que leva o pianista a sempre ter
em mente que deverá trabalhar para que o som executado pelo piano seja o mais
próximo possível do som que foi concebido para a execução por uma orquestra.

10
Algumas vezes o pianista já tem a peça editada para o piano, porém na
maioria das vezes é necessário que o pianista faça a edição dos pontos-chaves e
reduza a peça para ser tocada apenas pelo piano. Quando isso ocorre, é de suma
importância que o pianista tenha conhecimento e habilidade para fazer a redução
sem perder o caráter e estilo da obra, para não comprometer a idéia original. O
acesso ao original da obra pode ser de grande ajuda para o pianista, de forma que
ele possa fazer uma comparação e conseguir fazer uma realização mais pianistica
da peça.

Nos casos em que a obra já vem reduzida, ou até mesmo as obras que
foram reduzidas pelo próprio pianista, é importante que ele verifique se a obra está
de acordo com a obra original. Muitos trechos reduzidos podem parecer ser muito
simples ou até mesmo muito complexos, o que comprometeria a idéia e a grade
orquestral da peça.

Para que a redução seja bem feita e avaliada, é de fundamental


importância a leitura do pianista acompanhador, já que ele terá que ser capaz de ler
varias pautas, em tons diferentes algumas vezes, e transformá-las em apenas duas
que são necessárias para a sua execução, sem perder ou comprometer a estrutura
da obra original. Tudo isso com a função de acompanhamento ao coro e de acordo
com a regência, sem se sobrepor ao coral.

2.1.4 TRANSPOSIÇÃO

A transposição é um assunto que envolve a pratica e a experiência do


pianista acompanhador. Esse procedimento pode ser feito em conjunto com o
regente para abrilhantar (?!?!?!?!) a execução da peça com a simples troca a
tonalidade como para mudar o clima da peça em uma determinada parte da mesma,
ou nas reduções orquestrais.

11
Seja qual for o motivo da transposição, o pianista acompanhar deve ter
critérios rigorosos na escolha da nova tonalidade, já que algumas transposições
podem tornar uma obra para piano em algo totalmente anti-piano (?), além de
apresentar mais dificuldades que a obra original.

O pianista acompanhador deve ser sempre atencioso quanto a nova


tonalidade escolhida, levando em conta sempre, as necessidades do coro e do
regente. Para isso, ele deve estar sempre preparado para quando for solicitada a
transposição, recorrendo aos seus conhecimentos específicos que foram adquiridos
no aprendizado teórico e prático da transposição.

Para a transposição o pianista deve considerar os conhecimentos adquiridos


no estudo da harmonia e contraponto, modulações e relações intervalares e
observar dois fatores que, de acordo com FERRARI, influenciam na realização da
transposição: a dificuldade de se tocar dentro da nova tonalidade e o cuidado com a
qualidade sonora no resultado final (1999,p.107).

Para o acompanhamento de coro, o pianista deve estudar a obra transposta


em tres tonalidades diferentes: voz aguda, média e grave. No repertorio vocal ocorre
um numero muito grande de transposições, então o pianista acompanhador deve ter
diferentes edições de uma obra cantada nos três grupos vocais distintos.

No repertorio orquestral encontramos diversas obras que podem ser


acompanhadas por piano, porém, o repertorio vocal é o que contribui com mais
obras para o pianista acompanhador (quem afirmou isto? É perigoso escrever isto
no trabalho!). A isso, somam-se musicas escritas exclusivamente para corais ou
grupos vocais específicos, incluindo peças a capella, quando o piano participa
apenas do ensaio.

2.1.5 RESPIRAÇÃO

12
No acompanhamento ao piano, a necessidade de seguir o solo
impõe ao acompanhador uma pontuação do trecho musical e
respectivas respirações em harmonia com a interpretação dada
pelo solista. Aconselha-se, mesmo, como norma de conduta a
ser adotada pelo acompanhador o hábito de não somente
seguir o fraseado do cantor, mas respirar, fisiologicamente
junto com ele.3

O controle da respiração varia entre os instrumentistas e, por isso o pianista


acompanhador deve estar preparado para tocar a mesma musica de maneira
diferentes, podendo até modificar o fraseado original da peça.

Os locais definidos para a respiração devem ser marcados nos ensaios e


respeitados durante a execução da peça. Com o auxilio do regente, o pianista
acompanhador consegue ter uma dimensão mais precisa da capacidade respiratória
do coral e alia essa capacidade respiratória com os seus conceitos e conhecimentos
interpretativos. Essa atitude oferece uma maior segurança para o regente e o coral,
demonstrando que o pianista acompanhador está ouvindo atentamente as vozes do
coral e respeitando sua respiração.

2.1.6 IDIOMAS:

O conhecimento de outros idiomas, assim como uma perfeita interpretação


faz-se necessário para entender melhor a peça a ser executada, bem como a
interpretação que vai ser feita.

3
Bezerra, Colbert H.. “Fraseado e Acompanhamento”. In Revista Brasileira de Musica. Rio de Janeiro; UFRJ, v
XIII, 1983, p. 52
13
O acompanhador deve começar o estudo de uma peça pelas palavras.
Nenhuma musica pode ser tocada antes que o pianista entenda a pronuncia e o
significado das palavras e o contexto geral do texto, buscando entender a obra como
um todo. Conhecer o texto, o contexto e a finalidade para qual foi feita a obra são
fatores que vão interferir na interpretação final.

As particularidades sonoras de cada idioma e o conteúdo de cada frase e


sentença são de extrema importância não como um fim, mas como um artifício para
melhor entendimento da obra. O pianista acompanhador deve ter algumas noções
básicas de pronuncia dos idiomas utilizados na obra. Não é preciso ter fluência,
porém é importante conhecer, possuir dicionários e se possível, tradutores.

Uma canção pode tratar-se de um drama, um épico, uma


comédia ou até mesmo a impressão de um sentimento
colocada em musica (...) A canção pode ter um ou mais
elementos de uma forma maior, porém apresentados de forma
comprimida em poucos minutos.4

Cada detalhe observado no estudo de uma canção enriquece a sua


interpretação. As traduções quando feitas minuciosamente podem trazer detalhes
que fornecerão o sentido do poema escrito pelo compositor. Ao traduzir uma obra, é
necessário ter o cuidado de procurar o significado literal das palavras chaves e após
essa etapa, buscar o entendimento da obra como um todo. Muitas vezes o texto
pode apresentar diferentes sentimentos em cada estrofe embora o
acompanhamento não sofra alteração. É importante que estas alterações tenham
como base o sentido da obra, além da interpretação que será dada pelo coral.

2.1.7 ARRANJOS E IMPROVISOS.

4
Adler, Kurt Op. Cit, p. 219
14
O pianista acompanhador, por diversas vezes, tem dificuldade de encontrar
um repertorio pronto que atenda as necessidades do grupo e deve estar pronto para
realizar arranjos e improvisos no acompanhamento quando assim for solicitado.

Quando a obra é escrita em partitura, já vem com a idéia exata do compositor


e facilita a compreensão no acompanhamento. Porém quando é escrito em cifras,
permite a utilização do improviso, que aperfeiçoa e agiliza o raciocínio musical,
desde que usado de maneira correta e sábia. O improviso pode ser realizado
através de cifras ou por sugestão do regente.

Um bom improvisador realiza diferentes versões da mesma harmonia sem


alterar o caráter da peça musical. A maioria dos regentes são cautelosos quanto a
utilização do improviso por perceberem que é um procedimento de ultima hora que
pode comprometer a consistência da realização musical.

2.1.8 ENSAIO

O ensaio é o momento de relacionamento entre o regente, o coro e o pianista


a fim de compartilhar e aprimorar conhecimentos. A eficiência de um ensaio
depende do preparo dos músicos envolvidos. É importante que o pianista, regente e
coral saibam aproveitar o tempo de ensaio para que não pareça que o tempo não foi
bem aproveitado. Para que isso não ocorra, é importante que esse momento seja
planejado e que o aprimoramento musical esteja presente.

O papel do pianista acompanhador no ensaio pode ser diverso e depende da


maneira que o regente idealizou. Podemos dizer que o regente planeja e idealiza o
ensaio e o pianista segue as suas orientações. O pianista pode oferecer sugestões e
ajudar para que o ensaio se torne mais dinâmico.

15
Quando a obra é praticada sozinha, o pianista acompanhador ouve a parte do
piano, imaginando a parte cantada do coral. Durante o ensaio, ele ouve atentamente
a parte cantada e com isso aprimora o seu acompanhamento.

Nenhum ensaio pode ser produtivo sem uma comunicação eficiente. Se todos
os participantes do ensaio tiverem o mesmo objetivo, o ensaio vai ser produtivo e
eficiente. Um ensaio produtivo é uma das melhores experiências que um musico
pode viver.

2.1.9 PERFORMANCE

A performance pode ser definida como os fatores que envolvem o pianista


acompanhador em sua atuação nos palcos. A performance do musico na
apresentação é o resultado de todo o seu trabalho e do que foi alcançado durante o
período de preparação.

Os fatores que envolvem a performance são vários e podemos destacar


alguns deles: local de apresentação,programa, virada de paginas, ensaio no local,
atuação do pianista, entre outros.

O local da apresentação deve ter uma atenção especial do pianista. É


importante que o pianista conheça o local, visite com antecedência, verifique a
acústica e as condições do instrumento que irá tocar. Iluminação, posicionamento do
piano devem ser combinados previamente entre o pianista e o regente.

Quanto a programação, podemos dizer que é o ponto de partida do concerto.


Escolher o que vai ser tocado é de extrema importância para o sucesso da
apresentação. O pianista acompanhador, se possível, deve colaborar com a
elaboração do programa e levar em consideração alguns aspectos para que esse
programa seja bem elaborado como por exemplo: consciência e sensibilidade com o
16
ponto de vista dos artistas envolvidos, escolher um programa que consiga satisfazer
todas as partes envolvidas: músicos e publico presente. Um bom programa evita
obras que exponham pontos fracos dos músicos ou que causem insegurança nos
mesmos. A ordem de apresentação das musicas deve ser também estudada. A
transição entre elas deve ser feita de tal forma que o publico presente se sinta parte
da apresentação, sem perceber a lacuna entre as musicas. Alternar andamentos,
ritmos e tonalidades pode ser um bom recurso.

O pianista acompanhador toca com a partitura na sua frente por alguns


motivos. Entre eles podemos citar que o pianista não decora todas as musicas e por
necessitar seguir junto com a linha do coro. A virada de paginas então, se torna um
problema, já que nem sempre a edição da partitura leva em consideração esse
aspecto. A necessidade do uso de um virador de paginas varia de acordo com cada
pianista, porém, se ele optar por essa ajuda externa, o “virador” deve participar dos
ensaios, ter algum conhecimento musical e alem de tudo deve ter extrema atenção
ao que esta sendo executado, além de combinar alguns sinais para que essa virada
aconteça com o máximo de precisão possível. Mesmo com o “virador” ou com
alguns artifícios para a virada de paginas, o pianista deve decorar alguns trechos
que sucedem a virada, para não comprometer a realização da peça, caso algum
imprevisto aconteça.

Além de uma visita prévio no local escolhido para a apresentação, o pianista


acompanhador deve fazer questão de um ensaio no local, nem que seja de apenas
algumas partes do programa que será apresentado. Esse ensaio será importante
para definição de alguns detalhes como: posição dos músicos, iluminação, acústica,
conhecimento e avaliação do piano. Com esse ensaio prévio, o pianista, regente e
coral se sentirão mais seguros para a apresentação.

No palco, a atuação do pianista e coral deve estar preparada e concentrada


para quaisquer imprevistos. A atenção e concentração para possíveis erros ou
problemas devem estar presentes em toda a apresentação.

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Em suma, no palco, o pianista acompanhador deverá ser mais atencioso e
preparado para possíveis emergências, mostrando-se concentrado ao regente e ao
coro para a correção rápida das mesmas sem que haja prejuízos para a
apresentação.

2.2 - FORMAÇÃO DO PIANISTA ACOMPANHANTE

A formação do pianista acompanhante não depende somente do meio


acadêmico, visto que muito se aprende através da vivência musical deste
instrumentista. Conseqüentemente, podemos citar dois parâmetros para a formação
do pianista acompanhador: o empírico e o acadêmico.

2.2.1 FORMAÇÃO EMPÍRICA

Segundo o dicionário Aurelio, Empirico siginifca “Que se apóia


exclusivamente na experiência e na observação, e não em uma teoria”. Com essa
definição podemos dizer que a formação empírica é aquela que é baseada apenas
na experiência, e não no estudo aprofundado e direcionado.

A formação empírica de um pianista acompanhante pode ser obtida em aulas


com pianistas mais experientes, workshops, indo a apresentações, concertos, etc.
Dentro da formação empírica outros instrumentistas sugerem, direta ou
indiretamente, ações para melhorar o que esta sendo estudado e preparado.

O pianista acompanhante também pode obter boas experiências e


aprendizados em instituições de ensino. Universidades, conservatórios, aulas

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particulares são alguns exemplos de lugares onde o pianista pode dar aulas,
transmitir conhecimentos e ao mesmo tempo aprender e desenvolver, na prática,
algumas habilidades que lhe serão uteis.

2.2.2 FORMAÇÃO ACADÊMICA

A formação acadêmica do pianista acompanhante não difere da formação


acadêmica de um pianista solista. Preparo técnico, diversidade de formas e estilos,
preparação auditiva, aprender tocar em grupo já na fase de iniciação musical é
fundamental na educação pianística.

Porém, se observamos as grades curriculares e os projetos desenvolvidos


nas universidades, é privilegiada a formação do pianista solo. Com isso, hoje temos
pouca oferta de cursos e disciplinas voltadas para a formação do pianista
acompanhador, embora alguns cursos estejam se adequando para mudar essa
realidade. A maioria dos cursos, quando faz essa distinção acaba trazendo o ensino
para acompanhamento de canto e assim mesmo, de uma forma superficial.

Podemos dizer que a formação do pianista acompanhante depende da forma


que o estudo é estimulado desde o inicio da formação do pianista até a fase de
graduação e pós graduação. Infelizmente, não temos cursos específicos para
acompanhamento, o que causa um certo enfraquecimento na formação acadêmica
especifica de pianistas acompanhadores.

19
CONCLUSÃO

Através das pesquisas e questionários feitos para esse trabalho, pude


perceber que a função do pianista acompanhador vai alem da técnica e do
acompanhamento puro e simples do coro. O pianista acompanhador é, depois do
maestro, a figura que traz a segurança e suporte necessários para que o coro faça
uma ótima apresentação. Sem duvida, um coro acompanhado por um ótimo pianista
acompanhador, que saiba realizar com toda habilidade e competência a sua função
fará uma apresentação bem mais segura, brilhante e perfeita.

Infelizmente hoje, a realidade mostra que a maioria dos pianistas


acompanhadores não tem conhecimento da enorme responsabilidade da sua
função, e os que exercem essa função não são reconhecidos, fazendo com que haja
no mercado uma falta de profissionais que preencham com maestria essa função.

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BIBLIOGRAFIA

Livros

ADLER, Kurt. The Art of Accompanying and Coaching. Minneapolis, Da Capo

Press Paperback edition – University of Minnesota Press, 1976.

FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. NOVO DICIONÁRIO AURÉLIO DA


LÍNGUA PORTUGUESA. Editora Nova Fronteira, 2ª Edição. Rio de Janeiro,
RJ,1986.

Teses

MUNDIM, Adriana Abid, PIANISTA COLABORADOR:A formação e atuação


performática voltada para o acompanhamento de Flauta Transversal, 2009

Sites

http://www.luteranos.com.br/101/coral/artigos4.htm

http://www.usp.br/espacoaberto/arquivo/2005/espaco62dez/atualiza/cultura.ht
m

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ANEXO I

Entrevistas com os Regentes

As entrevistas foram realizadas durante o ano de 2011, sendo que o convite e


entrega do questionário aos regentes foi feito por email e pessoalmente. A seguir, o
modelo da carta convite e do questionário enviado:

Prezado Regente,

Estou desenvolvendo uma pesquisa sobre o tema: O PIANISTA NO


ACOMPANHAMENTO DO CORO SACRO, e como uma parte importante e
essencial da mesma, estou realizando uma entrevista com regentes de coros sacros
para identificar alguns aspectos e características do coro sacro e os seus
acompanhamentos.

Gostaria da sua participação respondendo a algumas perguntas que vão ser


de grande valia para a minha pesquisa e para futuras pesquisas feitas por outros
profissionais.

Desde já agradeço a sua atenção.


Valdyr Aguiar de Jesus

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Questionário

1. Qual o tempo de existência e o numero de componentes tem o coro?

2. Quais são os lugares que o coro costuma se apresentar?

3. Qual o tipo de acompanhamento utilizado pelo coro?

4. O coro possui um pianista acompanhador?

5. Qual seria, na sua opinião, um acompanhamento ideal para o coro e


qual a sua importância?

6. Qual é o repertório utilizado pelo coro? E qual é o preferido entre os


componentes?

7. Quem faz os arranjos utilizados pelo coro nos arranjos vocais e no


acompanhamento?

8. Como é escrito o acompanhamento dos arranjos do seu repertorio?

9. Quando o coro é acompanhado por um pianista, o mesmo utiliza-se de


improviso nos ensaios e apresentações?

10. Qual é o papel do pianista acompanhador na dinâmica do ensaio do


seu coro?

11. Quais são as maiores necessidades do seu coro hoje?

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