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Dunker

-Onde e em que extensão Lacan pode ser considerado alguém que abriu portas para o
perspectivismo enquanto visão antropológica que se desdobra de Lévi-Strauss?

-Ser humano enquanto universal – críticas vindas de Foucault

- Programas da irrealização das ciências humanas, daquilo que não se conclui nessas ciências.

-Ciência e verdade- visão de sujeito universalista- nada a ver com a noção de homem.

- Nada mais estranho a psicanálise que uma antropologia – uma visão de homem psicanalítico.

- Antropologia exerce no Freud e no Lacan um papel epistemológico – papel de formação

- Lacan descobre o significante com Lévi-Strauss, depois Jakobson e depois Saussure

- O que autoriza a generalização dos discursos freudianos? – Não é uma exclusividade das
famílias burguesas do século XIX-XX?

-Édipo fundamenta a teoria da libido, do objeto, da identificação, da transferência, da


sexualidade infantil, do recalque, da angustia – sustenta o pilar de fundamentação de sua
teoria.

-O mito de Totem e Tabu não é o mesmo que de Édipo

- Totem e Tabu X Moises: duas antropologias diferentes, mas o Moises é um texto de filosofia
da história

-Estratégia dupla de fundamentação –

- Qual a condição comum entre os dois pilares, antropologia e história, de fundamentação da


ontologia – ontologia do tipo negativo.

-Ontologia e categoria de mundo – Bruno Latour

-Outras formas de mundanidade – não precisamos iniciar um pensamento a partir de um


ontologia humana

-Perspectivismo enquanto outra maneira de se pensar o problema do mundo

-Édipo em Lacan – fundamentação de sua teoria de estruturas clínicas (análogas aos mitos,
mas que perderam sua dimensão coletiva, não pertencentes a dimensão holistas, mas em
condição de anomalia da forma individuo – mito individual do neurótico)

-Perturbação do mito e da categoria individuo

-Estratégia de formalização lacaniana advém da antropologia estrutural de Lévi-Strauss –


desde os usos da topologia, fórmulas – até a publicação das mitológicas. Afastamento de
Lacan: teoria do fantasma, objeto a, teoria da sexuação – (fissuras da teoria do que é um ser
humano enquanto homem – não há uma soma perfeita)

- onde está a antropologia que é correlata às formulas da sexuação – antropologia masculina:


totem e tabu, Édipo. E do lado da mulher? Mística negativa? Perspectivismo ameríndio? Se
formos procurar no Freud uma outra antropologia que pode ser vista a partir do
perspectivismo: o infamiliar: subalternização do totemismo ao animismo. – teoria do
narcisismo
- Diante do outro eu me interrogo sobre o que eu estou vendo, o que é o outro. – não é isso

- Herdamos de Lévi-Strauss um totemismo desnecessário – deixou de lado o animismo – que


bobagem

- Teoria canibalista – teoria não identitarista da identidade

A psicanálise na antropologia da emoção

Luiz Fernando Duarte

- Antropologia da emoção –

- Disposição do que é humano, emoções, afetos

- Diferenças entre psicanálise e antropologia em relação às emoções – morfologias sociais X


cognitivismo

- Individual, residual da noção de coletivo

- Etnopsiquiatria – Discipuoos de Freud

- Relações terapêuticas interculturais

- Etnomedicina – antropologia da doença

-Campo americano da antropologia das emoções – psicologia do Ego tem grande influencia

- Significado e emoção – consciência do interlocutor

- Como o antropólogo irá recolher as emoções – como discerni-las?

- -A universalidade e identidade da natureza e do espírito humano

- Método hoítsico Mauss, Marx

- Continuidade entre o normal e o patológico – Durkheim, Freud, Claude Bernard

- A preeminência do sentido – Paul Ricoueur

- O inconsciente – Holter

- A relação entre observador e observado – Holter, Devereux

- A transferência e a contratransferência – Devereux – jogo de emoções que o observador não


tem controle – carga afetiva ligada ao trabalho de campo

- Jogo de sedução – Crapanzo, Robben, Martinez Moreno – motor da transferencia

- A ansiedade como motor da pesquisa Devereux – separação originaria entre observador e


observado na qual a observação é ansiada e temida

- O realismo psíquico – Naturalismo, severa observação a esses tipos de reducionismos

- A elaboração simbólica dad terapêutica como iluminadora do vínculo etnográfico

- Atenção flutuante no trabalho de campo.


Nelson

- Malinowsli –

- Estruturalismo – dissolve o humano enquanto objeto

Ferenczi

-Catastrofe – ruptura, limite: chave para pensar a catástrofe como rupturas de limites.

- Reviravolta de expectativa – antigas tragédias gregas – acontecimentos se voltavam contra o


personagem principal – movimento do coro

- Destruição – desmantelamento – qual é o efeito que isso gera?

- Planeta – século XIX – história da terra e dos seres vivos – nova visão

- Catástrofe em epistemologia – novas formas – um ponto no qual tudo se reorganiza em


determinada forma

- Secagem dos oceanos –

- Talassa – catástrofe – vinda do mar

- Destruição parcial de determinada

- Forças necessárias para a criação de novas formas

Quinet

Discurso que legitima o mal – banalizado e legalizado

Ódio – do xingamento à linxação, do tapa ao cancelamento – estrutura da diferença

Tratamento do ódio à diferença – inclusão ou exclusão do outro na polis como cidade dos
discursos

Ódio – desde o estádio do espelho – eu acoplado ao outro – rivalidade

Exclusão do outro que tomou meu lugar

Ódio – aspecto do real – paixão – paixões da alma

Ignorodio / enamorodio

Ódio ao saber – formas de negar o saber

Recalque, o desmentido e a foraclusão –


Ricardo Goldenberg

 Nova forma do corpo, do um. Ideia de totalidade – ilusão de completude – sombras


 Presença da máquina
 O silencio
 É a máquina, é o sujeito?
 Relação entre o público e o privado – qual é o efeito de uma subjetividade ter 40M de
seguidores?

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