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ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO


SUPERINTENDÊNCIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO
Profª Marcilene Nunes de Souza Martinez

1º BIMESTRE

História 2º ano Aula 01

TRANSIÇÃO DO FEUDALISMO PARA O CAPITALISMO


Os Estados Nacionais Modernos
08/02/2011

Formação dos Estados Nacionais Modernos

Os Estados Nacionais evidenciaram características próprias no seu processo de construção e se consolidaram em tempos diferenciados. Enquanto a França e a
Inglaterra em meados do século XV possuíam fronteiras definidas e governo próprio, a Itália e a Alemanha ainda eram fragmentadas, só vindo a se construir como unidade
política no terceiro quartel do século XIX. As bases de formação dos Estados Modernos remontam ainda à Época Medieval, no período conhecido como Baixa Idade Média
(séculos XI-XV).
Entende-se por Monarquia Absolutista o sistema de governo em que "o rei, encarnando o ideal nacional, possui de direito e de fato os atributos da soberania: poder
de decretar leis, de fazer justiça, de arrecadar impostos, de manter um exército permanente, de nomear funcionários, de julgar os atentados contra o bem público e, em
especial, a autoridade real por meio de jurisdições de exceção emanadas do seu poder de justiceiro supremo."
Para a organização de seus reinos, os soberanos valeram-se das antigas práticas feudais e, por meio delas, avançaram para a criação de instituições políticas
modernas. Aperfeiçoaram os tribunais de justiça através de funcionários capacitados; criaram um corpo de oficiais dispondo de militares permanentes; instituíram diversas
formas de impostos; expandiram as fronteiras nacionais e concentraram as propriedades descentralizadas politicamente num único reino sob a autoridade absoluta do
soberano.
Os reis ocuparam-se da prática da justiça, pois esta era a grande aspiração das populações camponesas contra a violência da nobreza e contra o perigo de perderem
suas terras. Para isso, dedicaram especial atenção à organização das leis escritas, inspirando-se nas tradições romanas.

O Poder Absoluto dos Reis

A autoridade do rei foi sendo reconhecida e reforçada pelas doutrinas de teóricos que justificavam o poder absolutista dos reis. Vale ressaltar que absolutismo não é
tirania. "Trata-se de um regime político-constitucional (no sentido de que seu funcionamento está sujeito a limites e regras preestabelecidas), não arbitrário (enquanto a
vontade do monarca não é ilimitada) e, sobretudo, de tradições seculares e profanas." Isto significa que, apesar de absoluto, o poder dos reis sofria algum tipo de controle,
como, por exemplo, a observação dos costumes, valores e tradições da época.
TRANSIÇÃO ESTADOS NACIONAIS MODERNOS
• Crise do Feudalismo Formação do exército
• Formação do Capitalismo Imposição da justiça real
• Desenvolvimento comercial Unificação do sistema de pesos e medidas
• Burguesia emergente Centralização administrativa
• Aliança: rei = burguesia Arrecadação de impostos reais
• REI: concretização política e territorial
• BURGUESIA: concretização do capitalismo comercial e oferece recursos para foramção do aparelho burocrático

APOIA OS NEGÓCIOS ESTADO ABSOLUTISTA SUSTENTA OS NOBRES


DA BURGUESIA PAGANDO RENDA

MERCANTILISMO
MEIOS OBJETIVOS
Barreiras alfandegárias reforço do poder do Estado Nacional
Estímula à expansaão marítima e comercial metalismo: entesouramento de metais preciosos
Incentivo às manufaturas nacionais busca de balança comercial favorável (exportação>importação)

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