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Sinclair Ferguson: The Priority of Worship

A PRIORIDADE NA ADORAÇÃO.

O palestrante lê Hebreus 12. 18-25 onde ele terá como base sua palestra sobre a grande
reforma da adoração.

Introdução: Como os reformadores abordaram o tema da adoração. Contexto teológico e


histórico. A maioria dos cristãos protestantes pensam ser a reforma, tenha sido uma batalha:
pela justificação? Os reformadores diriam que sim, mas não somente isso. Teriam dito que a
reforma foi uma batalha sobre adoração. Essa batalha teve início lá no jardim do Éden,
percorreu por toda a história até chegar num ponto crítico, que foi a cruz e da ressurreição de
Cristo, e no dom do Espírito Santo e chegar à sua consumação final no retorno de Jesus Cristo,
o estabelecimento da nova Jerusalém e a destruição da cidade do homem.

Adão foi criado e colocado no jardim, esse jardim se tornou modelo para o tabernáculo
e o tempo. Adão é chamado lá para obediência e amor pelo Senhor para liderar toda a criação
na adoração. Adão nesse sentido, foi criado para ser sacerdote que lidera toda a adoração a
partir do jardim. O jardim é como um tempo. A função de Adão é estender, ampliar esse
tempo em toda a terra. O ministério de Adão era de encher a terra do conhecimento da glória
de Deus, ou seja, para tudo se tornasse templo do Senhor. Adão foi criado para cumprir um
ministério que é descrito no Novo Testamento como o ministério do precursor que conduz a
adoração da criação a presença de Deus e adoração do nome de Deus. Então, vem a serpente
e distorce e destrói a verdadeira adoração a Deus fazendo Eva e o sacerdote (Adão) da criação
pecar.

O Apóstolo Paulo vai interpretar Gênesis 3 em romanos 1 dizendo que o ser humano
trocou a adoração do criador para adoração a criatura. Desde então. Todo o resto da narrativa
bíblica é uma saga contínua dessa guerra (Caim e Abel; torre de Babel; Êxodo; Deus chama o
seu povo para adora- lo, e assim eles continuam suas batalhas com os falsos deuses e falsas
religiões. Deus deu a revelação a verdadeira adoração, na venha aliança havia adoração a
Deus em espírito em verdade, os alertas dos profetas para a verdadeira adoração, até chegar
ao clímax dos últimos três anos de ministério do Senhor Jesus Cristo. Não é à toa que Mateus
destaca a tentação de Jesus mostrando a tentativa de Satanás de desviar a verdadeira
adoração. Jesus morreu na cruz para que o pai fosse adorado de forma correta.

João Calvino ao escrever sobre a Reforma, ele mostra duas questões extremamente
importantes e fundamentais. Primeiro a Fonte de onde vem a nossa salvação e a maneira
como Deus deve ser adorado. Calvino mostra que a salvação tem como objetivo que aqueles a
quem Deus salva deve vir para adorar em espírito e em verdade. Os reformadores
entenderam que o Êxodo Redentor sempre tem em vista a adoração

Depois dessa bela introdução o pastor Ferguson trás algumas questões que ele acha que
podemos aprender ao ouvir o trabalho, os reformadores apontaram quatro verdades: a
primeira foi sobre a falsa adoração: a adoração se tornou visual e sensorial.

A primeira questão que o pastor Ferguso trás é, como Deus quer ser adorado e não como nós
gostamos de adora-lo. O reformadores perceberam que a adoração na igreja medieval, se
tornou visual e sensorial, e até mesmo sensual em vez de bíblica e espiritual. Ali, os
reformadores perceberam que os lideres confessadamente se tornaram ignorantes e ás vezes
orgulhosos do ensino das Escrituras; Toda ênfase estava agora no que você vê, as vestes dos
sacerdotes, o que você vê, padre fazendo com as mãos seus gestos, o que você via no coro
cantando, tudo era tangível. Os reformadores ao virem isso acontecer em seu tempo, viram
que foi isso que aconteceu no Éden. E que a “serpente continuava dizendo a Eva adore o que
você vê”, esquecendo dos regulamentos verbal de Deus, por meio da qual você deve
interpretar tudo o que você vê. E ai, todo o caráter de Deus foi distorcido e, portanto, toda
verdadeira adoração foi de novo pelo foco no visual. Até por que, no período da reforma a
maioria das pessoas não sabiam ler o latim que ouvia nas missas, e ai o foco passou a ser no
que viam.

A segundo questão que o palestrante Ferguso diz que os reformadores destacaram foi a
questão da deformidade da adoração aconteceu, quando passou a ser vicária e não mais
congregacional. Apenas o sacerdote conduzia toda liturgia, o coro cantava sozinho os antigos
hinos da igreja, com isso toda questão bíblica de sermos o povo de Deus, que é chamado para
adora-lo, o sacerdocio real/universal, que nos diz que adoração não é vicária, mas sim
congregacional, sendo assim participativa e isso havia se perdido.

Dai a reforma restaura a adoração, através da pregação fiel da palavra de Deus, pois eles
pregavam dia após dias, em todos os lugares. Quando a igreja é edifica na pregação e no
ensino da palavra de Deus, p resultado é aquilo que Paulo fala em Efésios 5:18, eles são
cheios do Espírito Santo de Deus, e o resultado é sempre adoração e louvor, isso acontece
quando a palavra de Deus habita ricamente na vida do Crente.

A terceira questão que os reformadores veem são os adversários na adoração bíblica, são as
questões visuais, as imagens. Hoje vemos a dificuldades de muitos crentes em só querer ouvir
a pregação da palavra de Deus, eles querem ver algo relacionado a pregação que ouvem, como
filmes, imagens projetadas em projeções nas telas. Diz o autor; “Por que não acreditamos que
a palavra de Deus tem poder para fazer isso. Não acreditamos que os modelos biblicos tenham
poder de fazer isso e que Deus nos ajude.

Conclusão. Coloca as três considerações finais...

Precisamos entender o legado dos reformadores, em relação a adoração bíblica, que


não foi algo que aconteceu na historia da igreja e ficou no século 16, não podemos
cometer os mesmo erros da igreja medieval romana, porém caso isso aconteça
tenhamos a sinceridade dos reformadores, que entenderão de voltar ao único meio
que podemos ser convencidos do nosso erro, somente as escrituras a palavra de Deus,
que por meio dela conseguimos adorar ao verdadeiro e único Deus, de forma correta,
não pelas imaginações humanas, mais por aquilo que Deus determinou em sua
palavra.

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