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Unidade 1 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

4.5. A proposição q é verdadeira e a proposição r é falsa.


Pág. 9 O valor lógico da proposição q ⇔ r é falso porque q e r têm
valores lógicos diferentes.
1.1. As expressões I e V são designações.
4.6. As proposições q e s são verdadeiras.
1.2. As expressões II, III, IV e VI são proposições.
O valor lógico da proposição q ⇔ s é verdadeiro porque q e s
A proposição III é falsa e, por exemplo, a proposição VI é
têm o mesmo valor lógico.
verdadeira.
4.7. A proposição q é verdadeira e a proposição t é falsa.
Pág. 10 O valor lógico da proposição q ⇔ t é falso porque q e t têm
valores lógicos diferentes.
2.1. A expressão é uma proposição pois é uma afirmação acerca
da qual é possível dizer se é verdadeira ou falsa. 4.8. A proposição r é falsa e a proposição s é verdadeira.
O valor lógico da proposição r ⇔ s é falso porque r e s têm
2.2. A expressão não é uma proposição pois a resposta é valores lógicos diferentes.
subjetiva (depende dos conhecimentos de quem resolve o
problema).
4.9. As proposições r e t são falsas.
O valor lógico da proposição r ⇔ t é verdadeiro porque r e t têm
3.1. As proposições p e q não são equivalentes porque não têm o o mesmo valor lógico.
mesmo valor lógico (a proposição p é falsa e a proposição q é
4.10. A proposição s é verdadeira e a proposição t é falsa.
verdadeira).
O valor lógico da proposição s ⇔ t é falso porque s e t têm
3.2. As proposições q e r são equivalentes porque têm o mesmo valores lógicos diferentes.
valor lógico (verdadeiro).
Pág. 12
3.3.
a) Se a proposição t ⇔ p é verdadeira então t e p têm o mesmo 5.1. ∼ p : ”A Susana não tem olhos azuis.”
5.2. ∼ p : 4 + 5 ≠ ( −3 )
2
valor lógico.
Sendo p falsa, então t também é falsa.
5.3. ∼ p : 4 ≥ 5
b) Se a proposição t ⇔ r é verdadeira então t e r têm o mesmo
valor lógico. 3
5.4. ∼ p : ≤1
Sendo r verdadeira, então t também é verdadeira. 4
c) Se a proposição t ⇔ q é falsa então t e q têm valores lógicos 6.
diferentes.
Sendo q verdadeira, então t é falsa. Proposição: p Proposição: ∼ p

15 15
Pág. 11 é número inteiro. não é número inteiro.
3 3

4.1. Como ( −2 ) =
2
4 , a proposição p é falsa. 5≥3 5<3

−8 , a proposição q é verdadeira.
Como ( −2 ) =
3

Todos os gatos são pretos. Algum gato não é preto.


O valor lógico da proposição p ⇔ q é falso porque p e q têm
valores lógicos diferentes. O carro é branco. O carro não é branco.
Pelo menos uma pera está
−8 , a proposição r é falsa.
4.2. Como ( −2 ) =
3
Nenhuma pera está madura.
madura.
O valor lógico da proposição p ⇔ r é verdadeiro porque p e r A equipa da minha cidade A equipa da minha cidade não
perde. perde.
têm o mesmo valor lógico.
2 7.1. Se a proposição ( ∼ p ) ⇔ ( ∼ q ) é verdadeira então ~ p e ~ q
1 1
4.3. Como   = , a proposição s é verdadeira. têm o mesmo valor lógico.
2 4
Sendo p falsa, então ~ p é verdadeira.
O valor lógico da proposição p ⇔ s é falso porque p e s têm Assim sendo, ~ q é verdadeira. Logo, q é falsa.
valores lógicos diferentes. O valor lógico de q é falso.

−8 , a proposição t é falsa.
4.4. Como ( −2 ) = 7.2. Se a proposição ( ∼ q ) ⇔ p é falsa então ~ p e p têm valores
3

O valor lógico da proposição p ⇔ t é verdadeiro porque p e t lógicos diferentes.


têm o mesmo valor lógico. Sendo p falsa, então ~ q é verdadeira. Logo, q é falsa.
O valor lógico de q é falso.

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 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

1.2.
Pág. 13 a) q ∧ s : “25 é múltiplo de 5 e 3 é divisor de 10.”
8.1. b) ( ∼ q ) ∧ s : “25 não é múltiplo de 5 e 3 é divisor de 10.”
a) p ∧ q : “5 é um número primo e ímpar.” c) p ∧ ( ∼ s ) : “9 é um número ímpar e primo e 3 não é divisor de
b) p ∧ ( ∼ q ) : “5 é um número primo e par.” 10.”
c) ∼ r : “Nem todos os números ímpares são primos.” 1.3. Como a proposição p é falsa, a proposição p ∧ a é falsa,
8.2. qualquer que seja a proposição a.
a) p é verdadeira e r é falsa, logo p ∧ r é falsa. Então, o valor lógico da proposição p ∧ a é falso.
O valor lógico da proposição p ∧ r é falso. 1.4. Se a proposição q ∧ b é verdadeira então as proposições q e
b) q é verdadeira e ~ r é verdadeira (pois r é falsa), logo
b são ambas verdadeiras.
q ∧ ( ∼ r ) é verdadeira.
Conclui-se que o valor lógico da proposição b é verdadeiro.
Então ∼ ( q ∧ ( ∼ r ) ) é falsa.
1.5.
O valor lógico da proposição ∼ ( q ∧ ( ∼ r ) ) é falso. a) Se p é falsa, então ~ p é verdadeira.
c) p é verdadeira e ~ r é verdadeira (pois r é falsa), logo Se r é verdadeira, então ~ r é falsa.
p ∧ ( ∼ r ) é verdadeira. Se ~ p é verdadeira e ~ r é falsa, então o valor lógico da
proposição ( ∼ p ) ∧ ( ∼ r ) é falso.
p ∧ ( ∼ r ) é verdadeira e q é verdadeira, logo ( p ∧ ( ∼ r ) ) ∧ q é
b) Se s é falsa, então ~ s é verdadeira.
verdadeira. Se q e ~ s são verdadeiras, então q ∧ ∼ s é verdadeira.
O valor lógico da proposição ( p ∧ ( ∼ r ) ) ∧ q é verdadeiro.
Se r e q ∧ ( ∼ s ) são verdadeiras, então r ∧ ( q ∧ ( ∼ s ) ) é
verdadeira.
Pág. 14
O valor lógico da proposição r ∧ ( q ∧ ( ∼ s ) ) é verdadeiro.
9.1. Se ( ∼ a ) ∧ b é verdadeira então as proposições ~ a e b são
ambas verdadeiras. Pág. 15
Conclusão: o valor lógico de b é verdadeiro.
12.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
9.2. Se a é falsa então a ∧ b é falsa. Logo, ∼ ( a ∧ b ) é p q p∨q q∨p
V V V V
verdadeira. V F V V
Se ∼ ( a ∧ b ) é verdadeira e ( ∼ ( a ∧ b ) ) ∧ ( ∼ b ) falsa, então ~ b é F V V V
F F F F
falsa. As colunas relativas a p ∨ q e a q ∨ p são iguais, donde se
Assim sendo, o valor lógico de b é verdadeiro.
conclui que p ∨ q ⇔ q ∨ p .
10. Se a é uma proposição verdadeira, então ~ a é falsa.
12.2. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
Logo, a proposição (( ∼ b) ∧ a) ∧ ( ∼ a) é sempre falsa,
p q r p∨q (p ∨ q) ∨ r q∨r p ∨ (q ∨ r )
independentemente da proposição b ser verdadeira ou falsa.
V V V V V V V
Conclusão: Não é possível determinar o valor lógico da V V F V V V V
proposição b. V F V V V V V
V F F V V F V
11.1. As proposições p e r são verdadeiras e a proposição q é F V V V V V V
falsa, ou seja, o valor lógico das proposições p e r é verdadeiro e F V F V V V V
o valor lógico da proposição q é falso. F F V F V V V
F F F F F F F
11.2. Se ( ∼ s ) ∧ p é verdadeira então ~ s e p são ambas Como as colunas relativas a ( p ∨ q ) ∨ r e a p ∨ ( q ∨ r ) são
verdadeiras. iguais, conclui-se que ( p ∨ q ) ∨ r ⇔ p ∨ ( q ∨ r ) .
Se ~ s é verdadeira, então s é falsa.
O valor lógico da proposição s é falso. 13. As proposições p e r são falsas e a proposição q é verdadeira.
11.3. Sendo q falsa, então ~ q é verdadeira. 13.1. Se p é falsa, então p ∧ ( ∼ r ) é falsa.
Se t ∧ ( ∼ q ) é falsa e ~ q é verdadeira, então t é falsa.
O valor lógico da proposição p ∧ ( ∼ r ) é falso.
O valor lógico da proposição t é falso.
13.2. Se q é verdadeira e r é falsa, então p ∧ r é falsa.
Tarefa 1
Logo, o valor lógico da proposição ∼ ( q ∧ r ) é verdadeiro.
1.1. As proposições p e s são falsas e as proposições q e r são
verdadeiras.

5
Unidade 1

13.3. Se p e r são falsas, então ~ p e ~ r são verdadeiras. 17.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
Se ~ p e ~ r são verdadeiras, então ( ∼ p ) ∨ ( ∼ r ) é verdadeira. p q p∨q ∼ (p ∨ q) ∼ (p ∨ q) ∧ p
V V V F F
O valor lógico da proposição ( ∼ p ) ∨ ( ∼ r ) é verdadeiro.
V F V F F
F V V F F
13.4. Se r é falsa, então ~ r é verdadeira. F F F V F
Se q e ~ r são verdadeiras, então q ∧ ( ∼ r ) é verdadeira. A proposição ∼ ( p ∨ q ) ∧ p é sempre falsa.
Se p é falsa e q ∧ ( ∼ r ) é verdadeira, então p ∨ ( q ∧ ( ∼ r ) ) é
17.2. ∼ ( p ∨ q ) ∧ p ⇔ ( ∼ p∧ ∼ q ) ∧ p ⇔ ( ∼ q ∧ ∼ p ) ∧ p
verdadeira.
O valor lógico da proposição p ∨ ( q ∧ ( ∼ r ) ) é verdadeiro. ⇔∼ q ∧ ( ∼ p ∧ p) ⇔∼ q ∧ F ⇔ F

14.1. Se p é verdadeira e p ∧ r é falsa, então r é falsa. A proposição ∼ ( p ∨ q ) ∧ p é uma contradição porque é sempre
Se r é falsa e q ∨ r é falsa, então q é falsa. falsa.
O valor lógico da proposição q é falso.
18. p ∨ ( ∼ p ∧ q ) ⇔ ( p ∨ ∼ p ) ∧ ( p ∨ q ) ⇔ V ∧ ( p ∨ q ) ⇔ p ∨ q
14.2. Se p é verdadeira e p ∧ r é falsa, então r é falsa. Como p e q são duas proposições não equivalentes, então têm
Se ( p ∧ q ) ∨ r é verdadeira e r é falsa, então p ∧ q é verdadeira. valores lógicos diferentes (uma é verdadeira e a outra é falsa).
Assim sendo, p ∨ q é verdadeira.
Se p ∧ q é verdadeira, então p e q são ambas verdadeiras.
O valor lógico da proposição q é verdadeiro. Portanto, a proposição p ∨ ( ( ∼ p ) ∧ q ) é verdadeira pois a
disjunção de duas proposições é falsa se e somente se essas
15. Sabe-se que a proposição p é verdadeira e a proposição r é proposições forem simultaneamente falsas.
falsa.
O valor lógico da proposição p ∨ ( ( ∼ p ) ∧ q ) é verdadeiro.
15.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
19.1. A proposição “ π é igual 3,14” é falsa e a proposição “ 2 é
p q r p∧q r ∨ (p ∧ q)
igual a 1,4” também é falsa.
V V F V V
V F F F F Logo, o valor lógico da proposição “ π é igual 3,14 e 2 é igual a
As colunas relativas a r ∨ ( p ∧ q ) e a q são iguais, donde se 1,4” é falso.

conclui que r ∨ ( p ∧ q ) ⇔ q . 19.2. A proposição “28 é um número par” é verdadeira e a


proposição “28 é divisível por 3” é falsa.
15.2. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se: Logo, o valor lógico da proposição “28 é um número par ou
p q r r∨q (r ∨ q) ∧ p divisível por 3” é verdadeiro.
V V F V V
V F F F F 19.3. A proposição “15 não é número primo” é verdadeira e a
As colunas relativas a ( r ∨ q ) ∧ p e a q são iguais, donde se proposição “15 é múltiplo de 10” é falsa.
Logo, o valor lógico da proposição “15 não é número primo ou é
conclui que ( r ∨ q ) ∧ p ⇔ q . múltiplo de 10” é verdadeiro.

20.1. ~ p : 5 ≥ 7
Pág. 16
20.2. ~ q : 2 ≥ 5 ∨ 5 ≥ 7
16.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
p q p∨q ~p (p ∨ q)∨ ∼ p Tarefa 2
V V V F V
1.1. O valor lógico da proposição p é verdadeiro e o das
V F V F V
proposições q, r e s é falso.
F V V V V
F F F V V 1.2.
A proposição ( p ∨ q ) ∨ ∼ p é uma tautologia porque é sempre a) Se p é verdadeira, então ~ p é falsa.
Se ~ p é falsa e r é falsa, então ∼ p ∨ r é falsa.
verdadeira.
b) Se r é falsa, então ~ r é verdadeira.
16.2. Se q é falsa e ~ r é verdadeira, então q ∨ ∼ r é verdadeira.
( p ∨ q )∨ ∼ p ⇔ (q ∨ p)∨ ∼ p ⇔ q ∨ ( p∨ ∼ p) ⇔ q ∨ V ⇔ V
A proposição ( p ∨ q ) ∨ ∼ p é uma tautologia porque é sempre
verdadeira.

6
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

2. 5.1.
p q r p∧q ( p ∧ q) ∨ r q∨r p ∧ (q ∨ r ) p q ∼p ∼q p∧q ∼ ( p ∧ q) ∼ p∨ ∼ q
V V V V V V V V V F F V F F
V V F V V V V
V F F V F V V
V F V F V V V
V F F F F F F F V V F F V V
F V V F V V F F F V V F V V
F V F F F V F
F F V F V V F As colunas relativas a ∼ ( p ∧ q ) e a ∼ p∨ ∼ q são iguais, donde se
F F F F F F F conclui que ∼ ( p ∧ q ) ⇔ ∼ p∨ ∼ q .
As colunas relativas a ( p ∧ q ) ∨ r e a p ∧ ( q ∨ r ) não são iguais,
donde se conclui que as proposições 5.2.
( p ∧ q ) ∨ r e p ∧ ( q ∨ r ) não são equivalentes. Por exemplo, se p q ∼p ∼q p∨q ∼ (p∨ q) ∼ p∧ ∼ q
p é falsa e q e r são verdadeiras então ( p ∧ q ) ∨ r e a p ∧ ( q ∨ r ) V V F F V F F
têm valores lógicos distintos. V F F V V F F
F V V F V F F
3.1.
F F V V F V V
p q r q∨r p ∧ (q ∨ r ) p∧q p∧r (p ∧ q) ∨ (p ∧ r )
As colunas relativas a ∼ ( p ∨ q ) e a ∼ p ∧ ∼ q são iguais, donde se
V V V V V V V V
conclui que ∼ ( p ∨ q ) ⇔ ∼ p ∧ ∼ q .
V V F V V V F V
V F V V V F V V
V F F F F F F F Pág. 17
F V V V F F F F 21.1.
F V F V F F F F
a) π é um número racional ou 8 é maior ou igual a 3.
F F V V F F F F
F F F F F F F F
b) 4 é maior que 2.
As colunas relativas a p ∧ ( q ∨ r ) e a ( p ∧ q ) ∨ ( p ∧ r ) são iguais, c) 8 é maior ou igual a 3 e 4 é diferente de 16 .

donde se conclui que p ∧ ( q ∨ r ) ⇔ ( p ∧ q ) ∨ ( p ∧ r ) . 21.2.


a) ∼ ( q ∧ s ) ⇔ ∼ q ∨ ∼ s
3.2.
Então, a proposição pode ser traduzida por: 8 ≥3∨ 4 >2
p q r q∧r p ∨ (q ∧ r ) p∨q p∨r (p ∨ q) ∧ (p ∨ r )
b) ∼ ( r ∨ s ) ⇔ ∼ r ∧ ∼ s
V V V V V V V V
V V F F V V V V Então, a proposição pode ser traduzida por: 4 ≠ 16 ∧ 4 > 2
V F V F V V V V
V F F F V V V V Pág. 18
F V V V V V V V
22.1. p ∨ɺ q
F V F F F V F F
F F V F F F V F
22.2. Ou não vou a Paris ou não vou a Londres.
F F F F F F F F
As colunas relativas a p ∨ ( q ∧ r ) e a ( p ∨ q ) ∧ ( p ∨ r ) são iguais, 23. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
donde se conclui que p ∨ ( q ∧ r ) ⇔ ( p ∨ q ) ∧ ( p ∨ r ) . p q p ∨ɺ q p⇔q ∼ (p ⇔ q)
V V F V F
4. A proposição ∼ p ∧ ( p ∨ q ) é verdadeira se e somente se ~ p é V F V F V
verdadeira e p ∨ q é verdadeira. F V V F V
Daqui resulta que p é falsa. Sendo p falsa e p ∨ q verdadeira F F F V F

então q é verdadeira. As colunas relativas a p ∨ɺ q e a ∼ ( p ⇔ q ) são iguais, donde se


Quanto à proposição ∼ p ∧ q ser verdadeira, tal acontece se e só conclui que p ∨ɺ q ⇔ ∼ ( p ⇔ q ) .
se ~ p é verdadeira e q é verdadeira, ou seja, p é falsa e q é
verdadeira. Tarefa 3
Daqui resulta que as proposições ∼ p ∧ ( p ∨ q ) e ∼ p ∧ q são
1.1.
ambas verdadeiras se e só se p é falsa e q é verdadeira. Logo, são
equivalentes. a) Hoje vou ao cinema e não vou ao teatro.
b) Hoje vou ao cinema ou fico em casa.
c) Hoje vou ao cinema e ao teatro.
d) Hoje não fico em casa e não vou ao cinema.

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Unidade 1

e) Hoje não fico em casa e vou ao teatro. Se ~ a é falsa e ~ b é falsa então ( ∼ a ) ⇒ ( ∼ b ) é verdadeira.
f) Hoje não vou ao cinema ou vou ao teatro. Se a ⇒ b é verdadeira e ( ∼ a ) ⇒ ( ∼ b ) é verdadeira então
1.2. ( a ⇒ b) ⇔ ( ( ∼ a) ⇒ ( ∼ b) ) é verdadeira.
a) ∼ p ∧ r b) ∼ p ∧ q c) r ∨ p
O valor lógico da proposição ( a ⇒ b ) ⇔ ( ( ∼ a ) ⇒ ( ∼ b ) ) é
1.3. verdadeiro.
a) Hoje fico em casa ou não vou ao teatro.
24.8. Se a é verdadeira e b é verdadeira então a ⇒ b é
b) Hoje não vou ao cinema nem vou ao teatro.
verdadeira.
2.1. Sabe-se que ∼ ( p ∧ q ) ⇔ ∼ p∨ ∼ q . Sendo a e b verdadeiras, então ~ a e ~ b são falsas.
22 Se ~ b é falsa e ~ a é falsa então ( ∼ b ) ⇒ ( ∼ a ) é verdadeira.
Então, ∼ ( p ∧ q ) : ( −3) ≥ 23 ∨
2
≤1 .
3 Se a ⇒ b é verdadeira e ( ∼ b ) ⇒ ( ∼ a ) é verdadeira então

2.2. Sabe-se que ∼ ( q ∨ r ) ⇔ ∼ q ∧ ∼ r . ( a ⇒ b) ⇔ ( ( ∼ b) ⇒ ( ∼ a) ) é verdadeira.


4 2 O valor lógico da proposição ( a ⇒ b ) ⇔ ( ( ∼ b ) ⇒ ( ∼ a ) ) é
22  3  9 
Então, ∼ ( q ∨ r ) : ≤1 ∧ −  ≠  . verdadeiro.
3  5   25 

2.3. Sabe-se que ∼ ( ∼ p∧ ∼ r ) ⇔ p ∨ r . Pág. 20


4 2
 3  9  25.1.
p ∨ r : ( −3 ) ≥ 23 ∧  −  ≠   .
2

 5   25  a) a ⇒ ( ∼ b )
2.4. Sabe-se que ∼ ( ∼ p ∨ q ) ⇔ p∧ ∼ q . b) ( ∼ a ∧ c ) ⇒ b
22 25.2.
p ∧ ∼ q : ( −3) ≥ 23 ∨
2
>1 .
3 a) Se Bernardo pratica voleibol então Catarina pratica ballet.
b) Se Ana pratica natação ou Bernardo não pratica voleibol então
Pág. 19 Catarina não pratica ballet.
c) Se Ana não pratica natação então Bernardo não pratica
24. As proposições a, b e c são todas verdadeiras e a proposição voleibol e Catarina pratica ballet.
d é falsa. d) Se Ana pratica natação ou Catarina não pratica ballet então
Bernardo pratica voleibol.
24.1. Se a é verdadeira e b é verdadeira então a ⇒ b é
e) A Ana pratica natação ou se o Bernardo não pratica voleibol
verdadeira. então a Catarina não pratica ballet.
O valor lógico da proposição a ⇒ b é verdadeiro.
Tarefa 4
24.2. Se c é verdadeira e d é falsa então c ⇒ d é falsa.
O valor lógico da proposição c ⇒ d é falso. 1.1. Proposição dada: Se o preço do livro é superior a 20 euros e
não tem desconto, então não compro o livro.
24.3. Se d é falsa e b é verdadeira então d ⇒ b é verdadeira. Proposições elementares:
O valor lógico da proposição d ⇒ b é verdadeiro. p: O preço do livro é superior a 20 euros.
q: O livro tem desconto.
24.4. Sendo a verdadeira, então ~ a é falsa. r: Compro o livro.
Se ~ a é falsa e c é verdadeira então ( ∼ a ) ⇒ c é verdadeira. Proposição dada em linguagem simbólica: ( p∧ ∼ q ) ⇒ ∼ r
O valor lógico da proposição ( ∼ a ) ⇒ c é verdadeiro.
1.2. Proposição dada: Compro o livro se e só se o desconto for
24.5. Sendo a verdadeira, então ~ a é falsa. superior a 25%.
Se d é falsa e ~ a é falsa então d ⇒ ( ∼ a ) é verdadeira. Proposições elementares:
p: Compro o livro.
O valor lógico da proposição d ⇒ ( ∼ a ) é verdadeiro. q: O livro tem um desconto superior a 25%.
Proposição dada em linguagem simbólica: p ⇔ q
24.6. Sendo c verdadeira, então ~ c é falsa.
Se b é verdadeira e ~ c é falsa então b ⇒ ( ∼ c ) é falsa. 1.3. Proposição dada: Se −3 < 0 e 2 > 0 , então −3 × 2 < 0
Proposições elementares:
O valor lógico da proposição b ⇒ ( ∼ c ) é falso. p: −3 < 0
q: 2 > 0
24.7. Se a é verdadeira e b é verdadeira então a ⇒ b é
r: −3 × 2 < 0
verdadeira.
Proposição dada em linguagem simbólica: ( p ∧ q ) ⇒ r
Sendo a e b verdadeiras, então ~ a e ~ b são falsas.

8
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

1.4. Proposição dada: Se 60 ∈N e 60 ∉N , então 60 é um Se q é verdadeira e ~ r é verdadeira então q ∨ ∼ r é verdadeira.


número irracional. Logo, ∼ ( q ∨ ∼ r ) é falsa.
Proposições elementares: Sendo p verdadeira, então ~ p é falsa.
p: 60 ∈ N Se ~ p é falsa e q é verdadeira então ∼ p ∨ q é verdadeira.
q: 60 ∈N Se ∼ ( q ∨ ∼ r ) é falsa e ∼ p ∨ q é verdadeira então
r: 60 é um número irracional. ∼ ( q ∨ ∼ r ) ⇒ ( ∼ p ∨ q ) é verdadeira.
Proposição dada em linguagem simbólica: ( p∧ ∼ q ) ⇒ r O valor lógico da proposição ∼ ( q ∨ ∼ r ) ⇒ ( ∼ p ∨ q ) é
verdadeiro.
1.5. Proposição dada: Nem 7 é um número natural nem 7 é um
quadrado perfeito. 27.4. Se p é verdadeira e r é falsa então p ∧ r é falsa. Logo,
Proposições elementares: ∼ ( p ∧ r ) é verdadeira.
p: 7 é um número natural.
q: 7 é um quadrado perfeito. Se q é verdadeira e ∼ ( p ∧ r ) é verdadeira então q ⇒ ∼ ( p ∧ r ) é
Proposição dada em linguagem simbólica: ∼ p ∧ ∼ q verdadeira.
O valor lógico da proposição q ⇒ ∼ ( p ∧ r ) é verdadeiro.
1.6. Proposição dada: O número 1653 é múltiplo de 3 se e só se a
soma do valor dos algarismos é divisível por 3. 28. Se ∼ a ⇒ ∼ b é falsa então ∼ a é verdadeira e ∼ b é falsa.
Proposições elementares: Logo, conclui-se que a é falsa e b é verdadeira.
p: O número 1653 é múltiplo de 3.
q: A soma do valor dos algarismos do número é divisível por 3. 28.1. Se b é verdadeira e a é falsa então b ⇒ a é falsa.
Proposição dada em linguagem simbólica: p ⇔ q O valor lógico da proposição b ⇒ a é falso.

2.1. ( a ∧ b ) ∨ c 2.2. c ⇒ ( ∼ a ∧ ∼ b ) 28.2. Se a é falsa e b é verdadeira então a ⇒ b é verdadeira.


O valor lógico da proposição a ⇒ b é verdadeiro.
2.3. ( ∼ a ) ⇒ ( b ∨ c ) 2.4. c ⇒ ( a ∧ b )
28.3. Se a é falsa e b é verdadeira então a ⇔ b é falsa.
2.5. c ⇒ ( ∼ a ∨ b ) 2.6. c ⇔ ( a ∧ b ) O valor lógico da proposição a ⇔ b é falso.

Pág. 21 Pág. 23

26.1. ∼ a ∨ b 29.1. ∼ ( ∼ p ⇒ q ) ⇔ ( ∼ q ⇒ p ) ⇔ ∼ q ∧ ∼ p ⇔ ∼ ( q ∨ p )

26.2. ( ∼ b ) ⇒ c 29.2. ∼ ( p ∨ q ) ⇒ p ⇔ ∼  ∼ ( p ∨ q )  ∨ p ⇔

5 5 5 ⇔ ( p ∨ q ) ∨ p ⇔ p ∨ ( p ∨ q ) ⇔ ( p ∨ p) ∨ q ⇔ p ∨ q
26.3. ( a ∧ c ) ⇒ b Nota: 2 < <3⇔2< ∧ <3
2 2 2
29.3. ∼ p ⇒∼ ( p ∧ q ) ⇔ ∼ ( ∼ p ) ∨ ∼ ( p ∧ q ) ⇔
26.4. ( ∼ c ) ⇔ a ⇔ p ∨ ( ∼ p∨ ∼ q ) ⇔ ( p∨ ∼ p ) ∨ ∼ q ⇔ V ∨ ∼ q ⇔ V
30.1.
Pág. 22 a) Se visitei Paris então não visitei Barcelona.
27. As proposições p e q são verdadeiras e a proposição r é falsa. b) Se visitei Paris e Barcelona então não visitei Roma.
Nota: Em R , x 2 − 4 =0 ⇔ x 2 =4 ⇔ x =2 ∨ x =−2 . 30.2. Se a disjunção ( ( b ∧ r ) ⇒ ( ∼ p ) ) ∨ p fosse falsa teríamos
27.1. Se r é falsa e p é verdadeira então r ⇒ p é verdadeira. ( b ∧ r ) ⇒ ( ∼ p) falsa e p falsa.
Se q é verdadeira e r é falsa então q ⇒ r é falsa. Mas a implicação ( b ∧ r ) ⇒ ( ∼ p ) só é falsa se b ∧ r é verdadeira
Se r ⇒ p é verdadeira e q ⇒ r é falsa então ( r ⇒ p ) ∨ ( q ⇒ r ) é e ~ p é falsa, ou seja p é verdadeira.
verdadeira. Ora a proposição p não pode ter o valor lógico falso e verdadeiro
O valor lógico da proposição ( r ⇒ p ) ∨ ( q ⇒ r ) é verdadeiro. (princípio da não contradição).

27.2. Se q é verdadeira e r é falsa então q ∧ r é falsa.


Se p é verdadeira e q ∧ r é falsa então p ⇒ ( q ∧ r ) é falsa.
O valor lógico da proposição p ⇒ ( q ∧ r ) é falso.

27.3. Sendo r falsa, então ~ r é verdadeira.

9
Unidade 1

Pág. 24 Pág. 25

31. Se ( a ⇒∼ b ) ∨ c é falsa então a ⇒∼ b é falsa e c é falsa. Proposta 1


Se a ⇒∼ b é falsa então a é verdadeira e ~ b é falsa. 1.1.
Sendo ~ b falsa, então b é verdadeira.
a) O número 9 não é primo e o número 26 é múltiplo de 3.
Assim, conclui-se que a e b são verdadeiras e c é falsa.
b) O número 9 é primo ou o número 26 não é múltiplo de 3.
31.1. Se c é falsa e a é verdadeira, então ~ c é verdadeira e ~ a é
1.2.
falsa.
a) ∼ p ∨ q
Se ~ c é verdadeira e ~ a é falsa então ( ∼ c ) ⇒ ( ∼ a ) é falsa.
b) ∼ p∧ ∼ q
O valor lógico da proposição ( ∼ c ) ⇒ ( ∼ a ) é falso.
1.3.
31.2. Se a é verdadeira e b é verdadeira então a ⇒ b é a) As proposições p e q são ambas falsas.
verdadeira. Sendo p falsa, então ~ p é verdadeira.
Se b é verdadeira e c é falsa então b ∧ c é falsa. Se ~ p é verdadeira e q é falsa, então ∼ p ∨ q é verdadeira.
Se a ⇒ b é verdadeira e b ∧ c é falsa então ( a ⇒ b ) ⇒ ( b ∧ c ) é O valor lógico da proposição ∼ p ∨ q é verdadeiro.
falsa. b) Sendo q falsa, então ~ q é verdadeira.
O valor lógico da proposição ( a ⇒ b ) ⇒ ( b ∧ c ) é falso. Se p é falsa e ~ q é verdadeira, então p∧ ∼ q é falsa.
O valor lógico da proposição p∧ ∼ q é falso.
31.3. Sendo c falsa, então ~ c é verdadeira. c) Sendo p falsa, então ~ p é verdadeira.
Se ~ c é verdadeira e b é verdadeira então ∼ c ⇒ b é verdadeira. Se ~ p é verdadeira e q é falsa, então ∼ p ∧ q é falsa.
Se a é verdadeira e b é verdadeira então a ⇒ b é verdadeira. Se p é falsa e ∼ p ∧ q é falsa, então p ∨ ( ∼ p ∧ q ) é falsa.
Se ∼ c ⇒ b é verdadeira e a ⇒ b é verdadeira então O valor lógico da proposição p ∨ ( ∼ p ∧ q ) é falso.
( ∼ c ⇒ b ) ∨ ( a ⇒ b ) é verdadeira.
O valor lógico da proposição ( ∼ c ⇒ b ) ∨ ( a ⇒ b ) é verdadeiro. Proposta 2
Se a ∧ ∼ b é verdadeira então a é verdadeira e ~ b é verdadeira.
32. Se ∼ ( ∼ a ⇒ b ) ∧ c é verdadeira então ∼ ( ∼ a ⇒ b ) é Sendo ~ b verdadeira, então b é falsa.
verdadeira e c é verdadeira. Conclui-se que a é verdadeira e b é falsa.
Sendo ∼ ( ∼ a ⇒ b ) verdadeira, então ∼ a ⇒ b é falsa. 2.1. Se a é verdadeira e b é falsa, então a ∨ b é verdadeira.
Se ∼ a ⇒ b é falsa então ~ a é verdadeira e b é falsa. Logo, o valor lógico da proposição ∼ ( a ∨ b ) é falso.
Sendo ~ a verdadeira, então a é falsa.
2.2. Se a é verdadeira e ~ b é verdadeira, então a∨ ∼ b é
Conclusão: O valor lógico de a e b é falso e o de c é verdadeiro. verdadeira.
33. Se p ⇔ q , então as proposições p e q têm o mesmo valor Sendo a verdadeira, então ~ a é falsa.
Se ~ a é falsa e a∨ ∼ b é verdadeira, então ∼ a ∧ ( a ∨ ∼ b ) é
lógico, isto é, são ambas verdadeiras ou são ambas falsas.
falsa.
Vamos, então, começar por simplificar a expressão
O valor lógico da proposição ∼ a ∧ ( a ∨ ∼ b ) é falso.
( ∼ p ⇒ q ) ∨ ( ∼ q ∨ ( p ∧ q )) .
( ∼ p ⇒ q ) ∨ ( ∼ q ∨ ( p ∧ q )) ⇔ 2.3. Sendo a verdadeira, então ~ a é falsa.
Se ~ a é falsa e b é falsa, então ∼ a ∧ b é falsa.
⇔ ( ∼ ( ∼ p) ∨ q ) ∨ (( ∼ q ∨ p) ∧ ( ∼ q ∨ q ) ) ⇔
Se a é verdadeira e ∼ a ∧ b é falsa, então a ∨ ( ∼ a ∧ b ) é
⇔ ( p ∨ q ) ∨ (( ∼ q ∨ p) ∧ V ) ⇔ ( p ∨ q ) ∨ ( ∼ q ∨ p) verdadeira.
Ora, uma das proposições q e ~ q é verdadeira. Logo, p ∨ q é O valor lógico da proposição a ∨ ( ∼ a ∧ b ) é verdadeiro.
verdadeira ou ∼ q ∨ p é verdadeira.
Se p ∨ q é verdadeira ou ∼ q ∨ p é verdadeira, então Proposta 3
( p ∨ q ) ∨ ( ∼ q ∨ p ) é verdadeira. Se b é falsa e ∼ a ∨ b é verdadeira, então ~ a é verdadeira.
Sendo ~ a verdadeira, então a é falsa.
Assim sendo a proposição ( ∼ p ⇒ q ) ∨ ( ∼ q ∨ ( p ∧ q ) ) é
3.1. Sendo b falsa, então ~ b é verdadeira.
verdadeira.
Se a é falsa e ∼ b é verdadeira, então a∨ ∼ b é verdadeira.
O valor lógico da proposição ( ∼ p ⇒ q ) ∨ ( ∼ q ∨ ( p ∧ q ) ) é
Se ~ a é verdadeira e a∨ ∼ b é verdadeira, então ∼ a ∧ ( a ∨ ∼ b )
verdadeiro.
é verdadeira.
O valor lógico da proposição ∼ a ∧ ( a ∨ ∼ b ) é verdadeiro.

10
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

3.2. Se a é falsa e b é falsa, então a ∧ b é falsa. Logo, ∼ ( a ∧ b ) é 5.3. Se a proposição p ∨ q é verdadeira (provado em 5.1.), então
verdadeira. a proposição ( p ∨ q ) ∨ ( p ∧ ∼ q ) é verdadeira
Se a é falsa e ~ b é verdadeira, então a ∧ ∼ b é falsa. (independentemente do valor lógico da proposição p∧ ∼ q ).
Se ∼ ( a ∧ b ) é verdadeira e a ∧ ∼ b é falsa, então O valor lógico da proposição ( p ∨ q ) ∨ ( p ∧ ∼ q ) é verdadeiro.
∼ ( a ∧ b ) ∨ ( a ∧ ∼ b ) é verdadeira.
O valor lógico da proposição ∼ ( a ∧ b ) ∨ ( a ∧ ∼ b ) é verdadeiro.
5.4. Se uma das proposições p e q é verdadeira, então uma das
proposições ~ p e ~ q é falsa.
3.3. Se ~ a é verdadeira e b é falsa, então ∼ a ∨ b é verdadeira. Se uma das proposições ~ p e ~ q é falsa, então a proposição
Logo, ∼ ( ∼ a ∨ b ) é falsa. ∼ p∧ ∼ q é falsa.
Se a proposição ∼ p∧ ∼ q é falsa, então a proposição
Se ∼ ( ∼ a ∨ b ) é falsa e b é falsa, então ∼ ( ∼ a ∨ b ) ∧ b é falsa.
( ∼ p ∧ ∼ q ) ∧ p é falsa (independentemente do valor lógico da
O valor lógico da proposição ∼ ( ∼ a ∨ b ) ∧ b é falso. proposição p).
O valor lógico da proposição ( ∼ p ∧ ∼ q ) ∧ p é falso.
Proposta 4

4.1. Proposta 6
a) ~ q 6.1.
b) ∼ ( q ∧ r ) p q r ∼r p∨ ∼ r ∼q ∼q ∧r ( p∨ ∼ r ) ∧ ( ∼ q ∧ r )
c) ∼ p ∧ q V V V F V F F F
d) q ∨ ∼ r V V F V V F F F
V F V F V V V V
4.2. V F F V V V F F
F V V F F F F F
a) O primeiro classificado é português ou o terceiro classificado é F V F V V F F F
italiano. F F V F F V V F
b) O primeiro classificado não é português e o terceiro F F F V V V F F
classificado não é italiano.
c) Não é verdade que o segundo classificado é português ou o 6.2. Por observação da última coluna da tabela de verdade
terceiro classificado é italiano. construída na alínea anterior, conclui-se que se a proposição
d) Os dois primeiros classificados são portugueses. ( p∨ ∼ r ) ∧ ( ∼ q ∧ r ) for verdadeira então as proposições p e r são

4.3. Se ∼ ( p ∨ ∼ q ) ∧ r é verdadeira, então ∼ ( p ∨ ∼ q ) é verdadeiras e a proposição q é falsa.

verdadeira e r é verdadeira. Proposta 7


Se ∼ ( p ∨ ∼ q ) é verdadeira, então p∨ ∼ q é falsa.
7.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
Se p∨ ∼ q é falsa, então p é falsa e ~ q é falsa.
p q ∼p q∧ p ∼ p ∨ (q ∧ p) ∼q p∧ ∼q ∼ ( p ∧ ∼ q)
Sendo ~ q falsa, então q é verdadeira.
V V F V V F F V
Assim sendo, as proposições q e r são verdadeiras e a proposição
p é falsa. V F F F F V V F

Conclui-se, então, que o primeiro classificado é português, o F V V F V F F V


segundo classificado é português e o terceiro classificado é F F V F V V F V
italiano. As colunas relativas a ∼ p ∨ ( q ∧ p ) e a ∼ ( p ∧ ∼ q ) são iguais,
donde se conclui que ∼ p ∨ ( q ∧ p ) é equivalente a ∼ ( p ∧ ∼ q ) .
Pág. 26
7.2. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
Proposta 5
Se as proposições p e q não são equivalentes, então têm valores p q ∼q p∨ ∼ q ∼ (p ∨ ∼ q) p ∧ (∼ ( p ∨ ∼ q))
lógicos diferentes (uma delas é verdadeira e a outra é falsa). V V F V F F

5.1. Se uma das proposições p e q é verdadeira, então a V F V V F F


proposição p ∨ q é verdadeira. F V F F V F
O valor lógico da proposição p ∨ q é verdadeiro. F F V V F F

5.2. Se uma das proposições p e q é falsa, então a proposição A proposição p ∧ ( ∼ ( p ∨ ∼ q ) ) é sempre falsa, isto é, é uma
p ∧ q é falsa. contradição.
O valor lógico da proposição p ∧ q é falso.

11
Unidade 1

7.3. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:


p q ∼q p∧ ∼q ∼ (p ∧ ∼ q) p ∨ ( ∼ ( p ∧ ∼ q )) Pág. 27

V V F F V V Proposta 10
V F V V F V 10.1.
F V F F V V a) Pedro não telefona à Joana ou não a convida para passear.
F F V F V V b) Pedro não telefona à Joana e não a convida para passear.
c) Hoje estudo ou não vou passear.
A proposição p ∨ ( ∼ ( p ∧ ∼ q ) ) é sempre verdadeira, isto é, é
uma tautologia. 10.2. a: Hoje não estudo. e b: Hoje vou passear.

7.4. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se: 10.3. s: Hoje estudo. e t: Hoje não vou passear.
p q ∼q ∼q∧p (∼ q ∧ p) ∨ q p ∨ ( ∼ q ∧ p ) ∨ q  p∨ q
Proposta 11
V V F F V V V 11.1. A proposição p é verdadeira e a proposição q é falsa.
V F V V V V V a) Se p é verdadeira e q é falsa então p ⇒ q é falsa.
F V F F V V V
O valor lógico da proposição p ⇒ q é falso.
b) Sendo q falsa, então ~ q é verdadeira.
F F V F F F F
Se p é verdadeira e ~ q é verdadeira então p ⇒∼ q é verdadeira.
As colunas relativas a p ∨ ( ∼ q ∧ p ) ∨ q  e a p ∨ q são iguais, O valor lógico da proposição p ⇒∼ q é verdadeiro.
donde se conclui que p ∨ ( ∼ q ∧ p ) ∨ q  é equivalente a p ∨ q . c) Se q é falsa e p é verdadeira então q ⇒ p é verdadeira.
O valor lógico da proposição q ⇒ p é verdadeiro.
Proposta 8 d) Sendo p verdadeira, então ~ p é falsa.
Se ( a ∨ ∼ b ) ∨ ( ∼ a ∧ c ) é falsa, então a ∨ ∼ b é falsa e ∼ a ∧ c é Se q é falsa e ~ p é falsa então q ⇒∼ p é verdadeira.
falsa. O valor lógico da proposição q ⇒∼ p é verdadeiro.
Se a ∨ ∼ b é falsa, então a é falsa e ∼ b é falsa. Logo, b é
11.2.
verdadeira.
Sendo a falsa, então ~ a é verdadeira.
a) Se p ⇒ r é verdadeira e p é verdadeira então r é verdadeira.
Se ~ a é verdadeira e ∼ a ∧ c é falsa, então c é falsa. O valor lógico da proposição r é verdadeiro.
Portanto, as proposições a e c são falsas e a proposição b é b) Se r ⇒ ( p ∧ q ) é falsa então r é verdadeira e p ∧ q é falsa.
verdadeira. O valor lógico da proposição r é verdadeiro.
Conclui-se que a chave B abre a porta da entrada n.º 48 e a c) Se ( r ∨ q ) ⇒ ∼ p é falsa então r ∨ q é verdadeira e ~ p é falsa.
chave A abre a porta da entrada n.º 50.
Se r ∨ q é verdadeira e q é falsa então r é verdadeira.
Proposta 9 O valor lógico da proposição r é verdadeiro.

9.1. Sabe-se que ∼ p ∨ ∼ q ⇔ ∼ ( p ∧ q ) . Proposta 12


Se p ∧ q é falsa, então ∼ p∨ ∼ q é verdadeira. 12.1.
p q p⇒q ∼ p ⇒∼ q q⇒p ∼ q ⇒∼ p
p ∧q ∼ p∨ ∼ q
F V V V V V V V
9.2. Sabe-se que ∼ p ∧ ∼ q ⇔ ∼ ( p ∨ q ) .
V F F V V F
Se p ∨ q é verdadeira, então ∼ p∧ ∼ q é falsa.
p∨q ∼ p∧ ∼ q F V V F F V
V F F F V V V V

9.3. Sabe-se que ∼ ( ∼ p ∧ q ) ⇔ ∼ ( ∼ p ) ∨ ∼ q ⇔ p ∨ ∼ q .


12.2.
Se p ∨ q é verdadeira, então ∼ p∧ ∼ q é verdadeira. a) A proposição ( p ⇒ q ) ⇔ ( ∼ p ⇒ ∼ q ) é falsa porque as colunas
p∨ ∼ q ∼ (∼ p ∧ q) relativas a p ⇒ q e a ∼ p ⇒∼ q são diferentes.
V V Logo, conclui-se que a proposição ( p ⇒ q ) ⇔ ( ∼ p ⇒ ∼ q ) não é
9.4. Sabe-se que ∼ p ∧ q ⇔ ∼ ( p ∨ ∼ q ) .
uma tautologia.
Se p∨ ∼ q é falsa, então ∼ p ∧ q é verdadeira. b) A proposição ( q ⇒ p ) ⇔ ( p ⇒ q ) é falsa porque as colunas
∼ p∧q p∨ ∼ q
relativas a q ⇒ p e a p ⇒ q são diferentes.
V F
Logo, conclui-se que a proposição ( q ⇒ p ) ⇔ ( p ⇒ q ) não é uma
tautologia.

12
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

c) A proposição ( p ⇒ q ) ⇔ ( ∼ q ⇒ ∼ p ) é verdadeira porque as b) Se r é falsa e p é verdadeira então r ∨ p é verdadeira.


colunas relativas a p ⇒ q e a ∼ q ⇒∼ p são iguais. Se p é verdadeira e r ∨ p é verdadeira então p ⇒ r ∨ p é
Logo, conclui-se que a proposição ( p ⇒ q ) ⇔ ( ∼ q ⇒ ∼ p ) é uma verdadeira.
Sendo p verdadeira, então ~ p é falsa.
tautologia. Se ~ p é falsa e r é falsa então ~ p ∨ r é falsa.
d) A proposição ( ∼ p ⇒ ∼ q ) ⇔ ( q ⇒ p ) é verdadeira porque as
Se p ⇒ r ∨ p é verdadeira e ∼ p ∨ r é falsa então
colunas relativas a ∼ p ⇒∼ q e a q ⇒ p são iguais.
( p ⇒ r ∨ p ) ⇔ ( ∼ p ∨ r ) é falsa.
Logo, conclui-se que a proposição ( ∼ p ⇒ ∼ q ) ⇔ ( q ⇒ p ) é uma
O valor lógico da proposição ( p ⇒ r ∨ p ) ⇔ ( ∼ p ∨ r ) é falso.
tautologia.
15.2.
Proposta 13
a) Se p ∧ q ⇒ r é falsa então p ∧ q é verdadeira e r é falsa.
13.1. Se p ∧ q é verdadeira então p é verdadeira e q é verdadeira.
p q p∧q p∨ q p∧q⇒p∨q O valor lógico da proposição q é verdadeiro.
V V V V V
V F F V V b) Se r é falsa então q ∧ r é falsa, independentemente do valor
lógico da proposição q.
F V F V V
Se ( p ∨ q ⇒ ∼ q ) ⇔ ( q ∧ r ) é verdadeira e q ∧ r é falsa então
F F F F V
p ∨ q ⇒∼ q é falsa.
13.2. Se p ∨ q ⇒∼ q é falsa então p ∨ q é verdadeira e ∼ q é falsa.
p q r ∼r p∨ ∼ r r ∧q ( p∨ ∼ r ) ⇒ ( r ∧ q ) Sendo ∼ q falsa, então q é verdadeira.
O valor lógico da proposição q é verdadeiro.
V V V F V V V
V V F V V F F Proposta 16
V F V F V F F 16.1. ∼ ( p ∧ q ) ⇒ q ⇔ ( ∼ p ∨ ∼ q ) ⇒ q ⇔
V F F V V F F
⇔ ∼ ( ∼ p∨ ∼ q ) ∨ q ⇔ ( p ∧ q ) ∨ q ⇔ q
F V V F F V V
F V F V V F F 16.2. ∼ ( p ∨ q ⇒∼ p ) ⇔ ∼ ( ∼ ( p ∨ q ) ∨ ∼ p ) ⇔
F F V F F F V
⇔∼ ( ∼ ( p ∨ q ) ) ∧ ∼ ( ∼ p) ⇔ ( p ∨ q ) ∧ p ⇔ p
F F F V V F F
16.3. p ⇒ ( q ⇒ ∼ p ) ⇔ p ⇒ ( ∼ q ∨ ∼ p ) ⇔
Pág. 28
⇔ ( ∼ p ) ∨ ( ∼ q ∨ ∼ p ) ⇔ ( ∼ p ) ∨ ( ∼ p∨ ∼ q ) ⇔
Proposta 14 ⇔ ( ∼ p∨ ∼ p ) ∨ ( ∼ q ) ⇔ ( ∼ p ) ∨ ( ∼ q ) ⇔ ∼ ( p ∧ q )
14.1. 16.4. ( p ⇒ ∼ q ) ⇒ ∼ p ⇔ ( ∼ p ∨ ∼ q ) ⇒ ∼ p ⇔
a) Se 2562 não é múltiplo de 4 então 256 não é número par.
⇔ ∼ ( ∼ p∨ ∼ q ) ∨ ∼ p ⇔ ( p ∧ q ) ∨ ∼ p ⇔
b) Se a soma do algarismo das dezenas com o algarismo das
unidades do número 256 é divisível por 4 então esse número é
2
⇔ ( p∨ ∼ p ) ∧ ( q ∨ ∼ p ) ⇔ V ∧ ( q ∨ ∼ p ) ⇔ q ∨ ∼ p
múltiplo de 4.
Proposta 17
14.2.
Se ( a ⇒ ∼ c ) ∨ b é falsa, então a ⇒ ∼ c é falsa e b é falsa.
a) a ⇒ b ∧ c
Se a ⇒ ∼ c é falsa, então a é verdadeira e ∼ c é falsa. Logo, c é
b) ( ∼ a ) ⇒ ( ∼ b ∧ ∼ c )
verdadeira.
Conclusão: O Tiago lançou a seta vermelha (porque c é
14.3. ∼ a ⇒ ( ∼ b∧ ∼ c ) ⇔ ( ∼ ( ∼ a ) ) ∨ ( ∼ b ∧ ∼ c ) ⇔
verdadeira), o Rui lançou a seta verde (porque b é falsa e c é
⇔ a ∨ ( ∼ (b ∨ c )) ⇔ ( ∼ ( b ∨ c )) ∨ a ⇔ b ∨ c ⇒ a verdadeira) e o Pedro lançou a seta azul.

Proposta 15
15.1.
a) Sendo p verdadeira, então ~ p é falsa.
Se ~ p é falsa e r é falsa então ~ p ∨ r é falsa.
Sendo r falsa, então ~ r é verdadeira.
Se ~ p ∨ r é falsa e ~ r é verdadeira então ~ p ∨ r ⇒~ r é
verdadeira.
O valor lógico da proposição ∼ p ∨ r ⇒∼ r é verdadeiro.

13
Unidade 1

Proposta 20
Pág. 29
20.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
Proposta 18 p q r p ∨ɺ q p∨q p∧q ∼ (p ∧ q) (p ∨ q)∧ ~ (p ∧ q)

18.1. Se ( a ⇒ ( b ∧ c ) ) ∨ ( c ⇒ ( a ∧ b ) ) é falsa, então a ⇒ ( b ∧ c ) V V V F V V F F

V V F F V V F F
é falsa e c ⇒ ( a ∧ b ) é falsa.
V F V V V F V V
Se a ⇒ ( b ∧ c ) é falsa, então a é verdadeira e b ∧ c é falsa.
V F F V V F V V
Se c ⇒ ( a ∧ b ) é falsa, então c é verdadeira e a ∧ b é falsa.
F V V V V F V V
Se b ∧ c é falsa e c é verdadeira, então b é falsa.
Portanto, o valor lógico das proposições a e c é verdadeiro e o da F V F V V F V V
proposição b é falso. F F V F F F V F

18.2. p ⇒ ( p ∧ q ) ⇔ ∼ p ∨ ( p ∧ q ) ⇔ F F F F F F V F

⇔ ( ∼ p ∨ p) ∧ ( ∼ p ∨ q ) ⇔ V ∧ ( ∼ p ∨ q ) ⇔∼ p ∨ q Como as colunas relativas a p ∨ɺ q e a ( p ∨ q ) ∧ ∼ ( p ∧ q ) são

As proposições p ⇒ p ∧ q e ∼ p ∨ q são equivalentes. Como a iguais, conclui-se que p ∨ɺ q ⇔ ( p ∨ q ) ∧ ∼ ( p ∧ q ) .


proposição ∼ p ∨ q é verdadeira, também a proposição
20.2. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
p ⇒ p ∧ q é verdadeira.
p q r p ∨ɺ q ∼q p∧ ∼ q ∼p ∼ p∧q ( p∧ ∼ q ) ∨ ( ∼ p ∧ q )
O valor lógico da proposição p ⇒ p ∧ q é verdadeiro.
V V V F F F F F F
Proposta 19 V V F F F F F F F
V F V V V V F F V
19.1. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se: V F F V V V F F V
F V V V F F V V V
p q r p⇒q (p ⇒ q) ⇒ r q⇒r p ⇒ (q ⇒ r ) F V F V F F V V V
F F V F V F V F F
V V V V V V V
F F F F V F V F F
V V F V F F F Como as colunas relativas a p ∨ɺ q e a ( p ∧ ∼ q ) ∨ ( ∼ p ∧ q ) são
V F V F V V V iguais, conclui-se que p ∨ɺ q ⇔ ( p ∧ ∼ q ) ∨ ( ∼ p ∧ q ) .
V F F F V V V Proposta 21
F V V V V V V
21.1.
F V F V F F V
a) b ⇔ a
F F V V V V V b) ( ∼ a ) ⇒ ( ∼ b ∧ ∼ c )
F F F V V V V c) ( b ∧ ∼ c ) ∨ɺ a
Como as colunas relativas a ( p ⇒ q ) ⇒ r e a p ⇒ ( q ⇒ r ) não
21.2. a ⇒ ( ∼ b ∨ c ) ⇔ ∼ a ∨ ( ∼ b ∨ c ) ⇔
são iguais, conclui-se que as proposições ( p ⇒ q ) ⇒ r e
⇔ ( ∼ a ∨ ∼ b) ∨ c ⇔ ∼ (a ∧ b) ∨ c
p ⇒ ( q ⇒ r ) não são equivalentes. Então a implicação não goza
da propriedade associativa. 21.3.
19.2. Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se: a) ∼ ( p ⇒∼ q ) ∧ ∼ q ⇔ ( p∧ ∼ ( ∼ q ) ) ∧ ∼ q ⇔
p q r q⇒r p ∨ (q ⇒ r ) p∨q p∨r (p ∨ q) ⇒ (p ∨ r ) ⇔ ( p ∧ q ) ∧ ∼ q ⇔ p ∧ (q ∧ ( ∼ q )) ⇔ p ∧ F ⇔ F
V V V V V V V V
A proposição ∼ ( p ⇒ ∼ q ) ∧ ∼ q é sempre falsa, isto é, é uma
V V F F V V V V
contradição.
V F V V V V V V
b) Recorrendo a uma tabela de verdade, tem-se:
V F F V V V V V
a b ∼a ∼a∧b (∼ a ∧ b) ⇒ b
F V V V V V V V
V V F F V
F V F F F V F F
F F V V V F V V V F F F V

F F F V V F F V F V V V V
Como as colunas relativas a p ∨ ( q ⇒ r ) e a ( p ∨ q ) ⇒ ( p ∨ r ) F F V F V
são iguais, conclui-se que as proposições p ∨ ( q ⇒ r ) e A proposição ( ∼ a ∧ b ) ⇒ b é sempre verdadeira, isto é, é uma
(p ∨ q) ⇒ (p ∨ r ) são equivalentes. Então a disjunção é tautologia.
distributiva em relação à implicação.

14
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

Os números ímpares não são divisíveis por 2, logo a proposição


Pág. 30 dada é falsa.

38.2. O valor lógico da proposição “No conjunto dos triângulos,


34.1. 4x é uma expressão designatória.
existe um triângulo com todos os ângulos externos agudos” é
34.2. 5 > 3 é uma proposição. falso.
A soma das amplitudes dos ângulos externos de um triângulo é
34.3. 2πr = 10 é uma condição. igual a 360°, logo os ângulos externos não podem ser todos
agudos.
34.4. 4π é uma designação.
38.3. O valor lógico da proposição ∃x ∈ R : x 2 =−3 é falso.
34.5. 3n + 1 é uma expressão designatória.
Sabe-se que ∀x ∈ R, x 2 ≥ 0 , isto é, o quadrado de qualquer
34.6. 3n + 1 < 15 é uma condição. número real é não negativo.
34.7. A bicicleta tem duas rodas é uma proposição.
Pág. 33
34.8. 15 é múltiplo de 6 é uma proposição.
39.1.
34.9. x > 3 é uma condição. a) A condição III: ( x − 1 )( x + 1 ) = x 2 − 1 é universal em R .
b) A condição I: x 2 < 0 é impossível em R .
34.10. A soma dos ângulos internos, em graus, de um polígono
com n lados é igual a ( n − 2 ) × 180 é uma condição. 39.2. As condições II e IV são possíveis não universais.
x
A condição II é possível porque a proposição ∃x : x < é
2
Pág. 31
−1
verdadeira. Por exemplo, se x = −1 , a proposição −1 < é
35.1. x − 2 < x ⇔ x − x < 2 ⇔ 0 < 2 . 2
Então, o valor lógico da proposição ∀x , x − 2 < x é verdadeiro. verdadeira.
x
A condição II não é universal porque a proposição ∀x , x < é
35.2. x 2 + 1 > 0 ⇔ x 2 > −1 . 2
Então, o valor lógico da proposição ∀x , x 2 + 1 > 0 é verdadeiro. 0
falsa. Por exemplo, se x = 0 , a proposição 0 < é falsa.
2
Pág. 32 A condição IV é possível porque a proposição ∃x : x < x é
verdadeira. Por exemplo, se x = −2 , a proposição −2 < −2 é
36.1. As condições II e IV são universais em R porque quando se
verdadeira.
substitui numa das condições x por qualquer valor real obtém-se
A condição IV não é universal porque a proposição ∀x , x < x é
sempre uma proposição verdadeira.
falsa. Por exemplo, se x = 0 , a proposição 0 < 0 é falsa.
36.2. As condições I e III não são universais em R .
A condição I não é universal em R pois a proposição ∀x , x ∈ { } Pág. 34
é falsa. Por exemplo, se x = 1 , a proposição 1 ∈ { } é falsa.
40.1. A condição p ( x ) é universal, a condição q ( x ) é impossível
A condição III não é universal em R pois a proposição ∀x , x ∉Q
é falsa. Por exemplo, se x = 2 , a proposição 2 ∉ x ∉Q é falsa. e a condição r ( x ) é possível não universal.

37.1. O valor lógico da proposição ∀x ∈ Z : x > x é falso.


2
40.2.
Repara que se x = 0 , a proposição 02 > 0 é falsa. a) Sendo p ( x ) uma condição universal, então a condição
37.2. O valor lógico da proposição ∀x ∈ Z− : x 2 > x é verdadeiro. p ( x ) ∨ q ( x ) é universal.

Se x ∈ Z− , então x 2 > 0 . Logo, x 2 > x . b) Sendo q ( x ) uma condição impossível, então a condição
p ( x ) ∧ q ( x ) é impossível.
n
37.3. O valor lógico da proposição ∀n ∈ N, ∈ N é falso. c) Sendo p ( x ) uma condição universal, então a condição
2
3 p ( x ) ∨ r ( x ) é universal.
Por exemplo se x = 3 , a proposição ∈ N é falsa.
2 d) Sendo q ( x ) uma condição impossível, então a condição
q ( x ) ∧ r ( x ) é impossível.
37.4. O valor lógico da proposição ∀n ∈ N, n2 ∈ N é verdadeiro.
e) Sendo q ( x ) uma condição impossível e r ( x ) uma condição
O quadrado de um número natural ainda é um número natural.
possível não universal, então a condição r ( x ) ∨ q ( x ) é possível
38.1. O valor lógico da proposição ∃x ∈N : x é ímpar e divisível
não universal.
por 2 é falso.

15
Unidade 1

40.3. 41.3. Existe pelo menos um quadrado perfeito que é um número


a) Sendo p ( x ) uma condição universal e t ( x ) uma condição ímpar.
qualquer, então a condição p ( x ) ∨ t ( x ) é universal. 41.4. Qualquer aluno da turma A não tem 16 anos.
b) Sendo q ( x ) uma condição impossível e t ( x ) uma condição
41.5. Todas as intervenções foram não positivas.
qualquer, então a condição q ( x ) ∧ t ( x ) é impossível.
c) Sendo r ( x ) uma condição possível não universal e t ( x ) uma 41.6. Todos os números reais têm inverso.
condição qualquer, então a condição r ( x ) ∨ t ( x ) é possível. 42.1. ∼ ( ∀x , x 2= x ) ⇔ ∃x : x 2 ≠ x
Tarefa 5
42.2. ∼ ( ∀x , x 2 > 0 ) ⇔ ∃x : x 2 ≤ 0
1.1.
a) A condição p ( x ) é universal pois a proposição ∀x , x + 1 > x é 42.3. ∼ ( ∀x , x < 3 ) ⇔ ∃x : x ≥ 3
verdadeira.
42.4. ∼ ( ∃x : x + 1= 2 x ) ⇔ ∀x , x + 1 ≠ 2 x
b) A condição q ( x ) é impossível pois a proposição ∃x : x 2 < 0 é
falsa. 42.5. ∼ ( ∃x : x ≤ −2 ) ⇔ ∀x , x > −2
c) A condição r ( x ) é possível não universal pois a proposição
4 é verdadeira (por exemplo, 22 = 4 ) e a proposição
∃x : x 2 = (
42.6. ∼ ∃x : 3
)
x ∈Z− ⇔ ∀x , 3
x ∉Z−
2
2
4 é falsa (por exemplo, 1 = 4 é uma proposição falsa).
∀x , x =
42.7. ∼ ( ∀x , x < 3 ∨ x > 5 ) ⇔ ∃x : x ≥ 3 ∧ x ≤ 5 ⇔ ∃x : 3 ≤ x ≤ 5
1.2.
a) Sendo p ( x ) uma condição universal e q ( x ) uma condição é 42.8. ∼ ( ∃x : x ≥ −3 ∧ x < 0 ) ⇔ ∀x , x < −3 ∨ x ≥ 0
impossível, então a condição p ( x ) ∨ q ( x ) é universal.
b) Sendo p ( x ) uma condição universal e r ( x ) uma condição Pág. 36
possível não universal, então a condição p ( x ) ∨ r ( x ) é universal. 43.1. A proposição ∀x , x ∈ A ⇒ p ( x ) é falsa pois se x = 2 , a
c) Sendo p ( x ) uma condição universal e t ( x ) uma condição implicação 2 ∈ A ⇒ 2 ≤ 1 é falsa (porque a proposição 2 ∈ A é
qualquer, então a condição p ( x ) ∨ t ( x ) é universal.
verdadeira e a proposição 2 ≤ 1 é falsa).
1.3.
43.2. A proposição ∃x : x ∈ A ∧ p ( x ) é verdadeira pois se
a) Sendo q ( x ) uma condição impossível e p ( x ) uma condição é
universal, então a condição q ( x ) ∧ p ( x ) é impossível. x = 1 , a conjunção 1 ∈ A ∧ 1 ≤ 1 é verdadeira (porque a

b) Sendo q ( x ) uma condição impossível e r ( x ) uma condição proposição 1 ∈ A é verdadeira e a proposição 1 ≤ 1 também é

possível não universal, então a condição q ( x ) ∧ r ( x ) é verdadeira).


impossível. 43.3. Para provar que a proposição ∀x , x ∈ B ⇒ p ( x ) é
c) Sendo q ( x ) uma condição impossível e t ( x ) uma condição
verdadeira vamos considerar dois casos:
qualquer, então a condição q ( x ) ∧ t ( x ) é impossível.
1) Valores de x que não pertencem ao conjunto B
1.4. Neste caso a implicação x ∈ B ⇒ x ≤ 1 é verdadeira.
a) Sendo r ( x ) uma condição possível e p ( x ) uma condição é Pois, os valores lógicos de F ⇒ V e de F ⇒ F são verdade.

universal, então a condição r ( x ) ∨ p ( x ) é universal. 2) Valores de x que pertencem ao conjunto B


b) Sendo r ( x ) uma condição possível e q ( x ) uma condição é Neste caso, o valor lógico da implicação x ∈ B ⇒ x ≤ 1 também é
impossível, então a condição r ( x ) ∨ q ( x ) é possível. verdade, conforme se mostra na tabela abaixo.
x x x ∈B x ≤1 x ∈B ⇒ x ≤ 1
c) Sendo r ( x ) uma condição possível e t ( x ) uma condição
−1 1 V V V
qualquer, então a condição r ( x ) ∨ t ( x ) é possível. 0 0 V V V
1 1 V V V
Conclusão: a proposição ∀x , x ∈ B ⇒ p ( x ) é verdadeira.
Pág. 35

41.1. Existe pelo menos um quadrilátero com os lados iguais que 44.1. O valor lógico da proposição ∀x , x ∈ N ⇒ p ( x ) , sendo
não é um quadrado. p ( x ) : x 2 é quadrado perfeito, é verdadeiro.

41.2. Existe pelo menos uma turma que tem menos de 25


alunos.

16
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

44.2. O valor lógico da proposição ∀x , x ∈ R ⇒ p ( x ) , sendo


p ( x ) : x 2 é quadrado perfeito, é falso pois se, por exemplo, Pág. 38

47.1. A condição p ( x ) é possível em A porque a proposição


( 2)
2
x = 2 , a implicação 2 ∈R ⇒ é quadrado perfeito é
∃x ∈ A : p ( x ) é verdadeira.
falsa (porque a proposição 2 ∈R é verdadeira e a proposição
1
( 2) Sendo x = 1 , sabe-se que 1 ∈ A e ∉N .
2
é quadrado perfeito é falsa). 2

44.3. O valor lógico da proposição ∃x : x ∈ R ∧ q ( x ) , sendo 47.2. A condição q ( x ) é impossível em A porque a proposição

1 ∃x ∈ A : p ( x ) é falsa.
q(x) : ∈Z , é verdadeiro.
x 1
Sendo x = 1 , sabe-se que 1 ∈ A e ∉N .
1 5
Por exemplo, se x = 1 , a conjunção 1 ∈ R ∧ ∈ Z é verdadeira
1 2
Sendo x = 2 , sabe-se que 1 ∈ A e ∉N .
1 5
(porque a proposição 1∈R é verdadeira e a proposição ∈Z
1 4
Sendo x = 4 , sabe-se que 1 ∈ A e ∉N .
também é verdadeira). 5
6
Sendo x = 6 , sabe-se que 1 ∈ A e ∉N .
Pág. 37 5

45.1. A = {−1,1,2} e p ( x ) : 3 x < 8 . 48.1. O valor lógico da proposição ∃x ∈ U : r ( x ) , sendo


Se x = −1 , a proposição 3 × ( −1 ) < 8 é verdadeira. 1 1 1  1
U =  , ,  e r (x): ∉ N , é falso.
Se x = 1 , a proposição 3 × 1 < 8 é verdadeira. 2 3 4  x
Se x = 2 , a proposição 3 × 2 < 8 é verdadeira. De facto, substituindo a variável x tem-se:
Então, a condição p ( x ) é universal em A. 1 1 1
= 2 e 2 ∈N ,= 3 e 3 ∈N e = 4 e 4 ∈N .
1 1 1
45.2. A proposição ∀x ∈ B , p ( x ) é falsa. 2 3 4
Contraexemplo: 3. 48.2. A condição ∼ r ( x ) é universal em U porque a proposição
Ora, 3 ∈ B e p ( 3 ) é falsa (pois 3 × 3 ≥ 8 ).
1
∀x ∈ U , ∈ N é verdadeira.
46.1. A proposição “Todos os múltiplos de 3 são múltiplos de 9” x
é falsa.
Contraexemplo: 12 (pois, 12 é múltiplo de 3 e 12 não é múltiplo Pág. 39
de 9).
49.1.
46.2. A proposição “Todos os losangos do plano têm diagonais a) Substituindo a variável x, por cada um dos valores do conjunto
U, na condição p ( x ) : 3 x − 1 < 6 , obtém-se sempre proposições
iguais” é falsa.
Contraexemplo: o losango verdadeiras:
representado ao lado tem 3 × ( −2 ) − 1 < 6 (verdadeira)
diagonais diferentes. 3 × 1 − 1 < 6 (verdadeira)
Num losango que não seja um 3 × 2 − 1 < 6 (verdadeira)
quadrado as diagonais são A proposição ∀x ∈ U , p ( x ) é verdadeira.
diferentes.
Então, conclui-se que a condição p ( x ) é universal em U.
46.3. A proposição ∀n ∈ N, n2 > 1 é falsa. b) Substituindo a variável x, por cada um dos valores do conjunto
Contraexemplo: 1 (pois, 1 é um número natural e a proposição U, na condição q ( x ) : x 2 = 2 x , obtém-se as seguintes
12 > 1 é falsa). proposições:
46.4. A proposição ∀x ∈ R , x < x é falsa. ( −2 ) = 2 × ( −2 ) (falsa)
− 3 2

3 2
1 1  1 1 1 = 2 × 1 (falsa)
Contraexemplo: − (pois, − ∈ R− e a proposição −  <−
2 2  2 2 22 = 2 × 2 (verdadeira)
é falsa). A proposição ∃x ∈ U : q ( x ) é verdadeira e a proposição
∀x ∈ U , q ( x ) é falsa.
Então, conclui-se que a condição q ( x ) é possível não universal
em U.

NEMA10PR-2
17
Unidade 1

c) Substituindo a variável x, por cada um dos valores do conjunto 51.2.


U, na condição r ( x ) : ( x 2 − 1 )( x 2 − 4 ) ≠ 0 , obtém-se sempre a) A condição 4 x 2 = 1 é possível não universal em A porque a
proposições falsas: proposição ∃x ∈ A : 4 x 2 =1 é verdadeira e a proposição

( ( −2) − 1) ( ( −2) − 4 ) ≠ 0 (falsa)


2 2
∀x ∈ A, 4 x 2 =1 é falsa.
2

(12
− 1 )( 12 − 4 ) ≠ 0 (falsa)  1
4× −  =1 (falsa)
 3
(2 2
− 1 )( 22 − 4 ) ≠ 0 (falsa) 2
3
A proposição ∃x ∈ U : r ( x ) é falsa. 4×  =
1 (falsa)
4
Então, conclui-se que a condição r ( x ) é impossível em U. 2
1
4×  = 1 (verdadeira)
49.2. 2
a) A condição ∼ p ( x ) é impossível em U porque a condição b) A condição x < 1 é universal em A porque a proposição
p ( x ) é universal em U. ∀x ∈ A , x < 1 é verdadeira.

b) A condição ∼ q ( x ) é possível não universal em U porque a 1


− < 1 (verdadeira)
3
condição q ( x ) é possível não universal em U.
3
c) A condição ∼ r ( x ) é universal em U porque a condição r ( x ) é < 1 (verdadeira)
4
impossível em U.
1
< 1 (verdadeira)
50.1. Por exemplo, U = { 1, 2} . 2
A condição p ( x ) é universal em U porque se substituirmos a c) A condição x 2 > 1 é impossível em A porque a proposição
∃x ∈ A : x 2 > 1 é falsa.
variável x por cada um dos valores do conjunto U obtemos
2
sempre proposições verdadeiras.  1
 −  > 1 (falsa)
50.2. Por exemplo, U= { − 1, 0} .  3
2
A condição q ( x ) é impossível em U porque se substituirmos a  3
  > 1 (falsa)
4
variável x por cada um dos valores do conjunto U obtemos 2
sempre proposições falsas. 1
  > 1 (falsa)
2
50.3. Por exemplo, U = { 0 , 2 , 5} .
As condições p ( x ) e q ( x ) são ambas possíveis não universais 52.1. A condição x < 0 é impossível em N .
em U porque se substituirmos a variável x por cada um dos Sendo t ( x ) uma condição possível não universal em N e x < 0
valores do conjunto U numas situações obtemos proposições uma condição impossível em N , então a condição t ( x ) ∧ x < 0 é
verdadeiras e noutras obtemos proposições falsas.
impossível em N .

Pág. 40 x
52.2. A condição t ( x ) ∨ ∈ Z é possível não universal em N .
2
51.1. Sendo t ( x ) uma condição possível não universal em N e
a) O valor lógico da proposição ∃x ∈ A : x > 1 é falso porque
x
substituindo a variável x por cada um dos valores do conjunto A t(x)∨ ∈ Z uma condição possível não universal em N , então
obtemos proposições falsas: 2
1 x
− > 1 (falsa) a condição t ( x ) ∨ ∈ Z é possível em N .
3 2
3 52.3. A condição t ( x ) ∨ 2 x ∈ N é universal em N .
> 1 (falsa)
4
Sendo t ( x ) uma condição possível não universal em N e
1
> 1 (falsa)
2 t ( x ) ∨ 2 x ∈ N uma condição universal em N , então a condição
b) O valor lógico da proposição ∀x ∈ B , x é quadrado perfeito é t ( x ) ∨ 2 x ∈ N é universal em N .
verdadeiro porque substituindo a variável x por cada um dos
valores do conjunto B obtemos proposições verdadeiras (os 53. A = { 0,1, 2,3 } e B = { 3, 4,5 } .
números 1, 4, 9 e 16 são quadrados perfeitos).
Não existe nenhuma condição p ( x ) que seja universal em A e
c) O valor lógico da proposição ∃x ∈ B : x é quadrado perfeito
impossível em B porque existe um elemento (o número 3) que
é verdadeiro porque substituindo, por exemplo, a variável x por 1
(1 ∈ B ) obtemos uma proposição verdadeira: {3} .
pertence simultaneamente a A e a B, ou seja, A ∩ B =
Se a condição for universal em A, então será sempre possível em
1 é quadrado perfeito (verdadeira) B.

18
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

Tarefa 6 2.3.
a) A condição p ( x ) é universal em A porque a proposição
1.1. Visitei todos os museus da cidade.
∀x ∈ A , p ( x ) é verdadeira.
1.2. Existe pelo menos um museu da cidade que não tem guia. A condição q ( x ) é possível em A porque a proposição
1.3. Pelo menos uma das entrevistas teve uma duração inferior ∃x ∈ A : q ( x ) é verdadeira.
ou igual a 15 minutos. A condição ∼ p ( x ) é impossível em A porque a proposição
1.4. Todos os candidatos reúnem as condições mínimas. ∃x ∈ A : ∼ p ( x ) é falsa.
A condição ∼ q ( x ) é possível em A porque a proposição
2.1.
∃x ∈ A : ∼ q ( x ) é verdadeira.
a) A proposição ∀x ∈ A , p ( x ) é verdadeira porque substituindo,
em p ( x ) , a variável x por cada um dos valores do conjunto A b) A condição p ( x ) é possível em B porque a proposição
obtemos proposições verdadeiras. ∃x ∈ B : p ( x ) é verdadeira.
−3 < 4 (verdadeira); 2 < 4 (verdadeira); 1 < 4 (verdadeira); A condição q ( x ) é impossível em B porque a proposição
3 < 4 (verdadeira). ∃x ∈ B : q ( x ) é falsa.
b) A proposição ∃x ∈ B : q ( x ) é falsa porque substituindo, em A condição ∼ p ( x ) é possível em B porque a proposição
q ( x ) , a variável x por cada um dos valores do conjunto B ∃x ∈ B : ∼ p ( x ) é verdadeira.
obtemos proposições falsas. A condição ∼ q ( x ) é universal em B porque a proposição
3× 3 = 6 (falsa); 3 × 5 =6 (falsa); 3 × 3 =6 (falsa).
∀x ∈ B , ∼ q ( x ) é verdadeira.
c) A proposição ∃x ∈ A : q ( x ) é verdadeira porque substituindo,
em q ( x ) , a variável x por 2 obtemos uma proposição verdadeira. 2.4.
3× 2 = 6 (verdadeira). a) Como p ( x ) é uma condição universal em A e r ( x ) é uma
d) A proposição ∀x ∈ A , q ( x ) é falsa porque, por exemplo, condição qualquer, então a condição p ( x ) ∨ r ( x ) é universal em
substituindo, em q ( x ) , a variável x por 1 obtemos uma A.
proposição falsa. b) Como q ( x ) é uma condição possível em A e r ( x ) é uma
3×1 = 6 (falsa). condição qualquer, então a condição q ( x ) ∨ r ( x ) é possível em
e) A proposição ∃x ∈ B : p ( x ) é verdadeira porque substituindo, A.
em p ( x ) , a variável x por 3 obtemos uma proposição verdadeira. c) Como q ( x ) é uma condição impossível em B e r ( x ) é uma
3 < 4 (verdadeira). condição qualquer, então a condição q ( x ) ∧ r ( x ) é impossível
f) A proposição ∀x ∈ B , ∼ q ( x ) é verdadeira porque em B.
substituindo, em ∼ q ( x ) , a variável x por cada um dos valores do
Pág. 41
conjunto B obtemos proposições verdadeiras.
3 × 3 ≠ 6 (verdadeira); 3 × 5 ≠ 6 (verdadeira); 3 × 3 ≠ 6 54.1. Um triângulo ter dois ângulos iguais ⇒ Triângulo ser
(verdadeira).
isósceles.
g) A proposição ∀x ∈ A , ∼ q ( x ) é falsa porque, por exemplo,
substituindo, em ∼ q ( x ) , a variável x por 1 obtemos uma 54.2. Ser quadrado ⇒ Ser retângulo.
proposição falsa. 54.3. Ser triângulo equilátero ⇔ Triângulo ter os três ângulos
3 × 1 ≠ 6 (falsa).
iguais.
h) A proposição ∃x ∈ A : ∼ q ( x ) é verdadeira porque, por
exemplo, substituindo, em ∼ q ( x ) , a variável x por 3 obtemos 54.4. Dois números serem negativos ⇒ O produto dos dois
números ser positivo.
uma proposição verdadeira.
3 × 3 ≠ 6 (verdadeira).
Pág. 42
2.2.
a) ∃x ∈ A : ∼ p ( x ) b) ∀x ∈ B , ∼ q ( x ) 55.1. A implicação x > 2 ⇒ x 2 > 4 é verdadeira pois sendo se
c) ∀x ∈ A , ∼ q ( x ) d) ∃x ∈ A : ∼ q ( x ) x > 2 e x > 2 , então x × x > 2 × 2 , ou seja, x 2 > 4 .
e) ∀x ∈ B , ∼ p ( x ) f) ∃x ∈ B : q ( x ) 55.2. A implicação x < −2 ⇒ x 2 < −4 é falsa pois, por exemplo,
g) ∃x ∈ A : q ( x ) h) ∀x ∈ A , q ( x ) −3 satisfaz o antecedente e não satisfaz o consequente: −3 < −2
(proposição verdadeira) e ( −3 ) < −4 (proposição falsa).
2

19
Unidade 1

55.3. A implicação x < 1 ⇒ x 2 ≥ 0 é verdadeira. O consequente a) Sendo A = {−2,0,2} , então


da implicação é verdadeiro ( ∀x , x ≥ 0 ⇔ x ∈ R ) , logo a
2
{x ∈ A : x ( x 2
− 4) =}
0 = { − 2 ,0,2} .
implicação é verdadeira independentemente do valor lógico do b) Sendo B = {−1,1} , então { x ∈ B : x ( x 2 − 4 ) = 0} = { } .
antecedente.
c) Sendo C = {1,0,3} , então { x ∈ C : x ( x 2 − 4 ) = 0} = {0} .
56.1. A implicação contrarrecíproca de 2 x < 4 ⇒ x < 3 é
x ≥ 3 ⇒ 2x ≥ 4 . 61.2.
a) A condição x ( x 2 − 4 ) =
0 é universal em A.
56.2. A implicação contrarrecíproca de x 2 = 9 ⇒ x = 3 é
x ≠ 3 ⇒ x2 ≠ 9 . b) A condição x ( x 2 − 4 ) =
0 é impossível em B.

56.3. A implicação contrarrecíproca de 2 x ≥ 4 ⇒ x > 3 é c) A condição x ( x 2 − 4 ) =


0 é possível não universal em C.
x ≤ 3 ⇒ 2x < 4 .
Pág. 45
56.4. A implicação contrarrecíproca de x ≤ −2 ⇒ x 2 ≥ 4 é
x 2 < 4 ⇒ x > −2 . 62.1. Por exemplo, o elemento 1 pertence a A e não pertence a
B.
57. Contrarrecíproca: Se um triângulo é retângulo então tem dois 1 5
ângulos diferentes. 2 (1 − 5) < (verdadeira) e < 1 < 7 (falsa).
2 2
Pretende-se demonstrar que a implicação contrarrecíproca é
verdadeira. 1 1 21
62.2. 2 ( x − 5 ) < ⇔ 2 x − 10 < ⇔ 4 x − 20 < 1 ⇔ x <
Ora, se um triângulo é retângulo então tem um ângulo interno 2 2 4
reto e dois ângulos internos agudos. Logo, tem sempre dois  1
ângulos diferentes (reto e agudo). Portanto, A =  x ∈ N : 2 ( x − 5 ) <  = {1, 2, 3, 4 , 5} .
 2
11
Pág. 43 2 x ≤ 11 ⇔ x ≤
2
58.1. Como 3 < 11 < 4 , então só há três números naturais {x ∈ Z+ : 2 x ≤ 11 } = {1, 2, 3, 4 , 5} .
Portanto, C =
menores do que 11 : 1, 2 e 3. Conclui-se, então, que A = C = {1, 2, 3, 4 , 5} .
Então, { x ∈N: x < }
{ 1, 2 , 3} .
11 = 62.3.
a) Por exemplo, U = {2, 3, 4} .
58.2. Sabe-se que −7 < −2π < −6 .
b) Por exemplo, U = {1, 2} .
Então, { x ∈Z −
: x > −2 π} = { − 6 , − 5, − 4, − 3, − 2 , − 1} .

58.3. { x ∈ Z : x 2 < 10} =


{ − 3 , − 2 , − 1, 0 , 1, 2, 3} . Pág. 46

59. A= { x ∈ R : x ≥ −2} = [ − 2 , + ∞ [ 63.1. Sendo { x ∈U : p ( x )} =


{−3,5,7} e
{ x ∈ Z : x ≤ 2} =
B= { ..., − 5, − 4, − 3, − 2 , − 1, 0 , 1, 2} {x ∈U : q ( x )} = {1,5,6,7} , então
{x ∈ N : x ≤ 2} = { 1 , 2}
C= A= { x ∈U : p ( x ) ∨ q ( x )}
{x ∈Z : x 2 ≤ 4} ={−2 , − 1, 0 , 1, 2}
D= {−3, 5 , 7} ∪ {1, 5, 6 , 7} =
= {−3, 1 , 5, 6 , 7} .
Logo, o diagrama corresponde ao conjunto D.
63.2. Sendo { x ∈U : p ( x )} =
{−3,5,7} e
Pág. 44 {x ∈U : q ( x )} = {1,5,6,7} , então
60.1. Sendo A = {−3,2,4,6} , então { x ∈ A : x 2 =
9} = { − 3} . B= { x ∈U : p ( x ) ∧ q ( x )} =
{−3 , 5 , 7} ∩ {1, 5 , 6 , 7} =
{ 5 , 7} .
8−x
60.2. Sendo B = {−1,1,3,5} , então {x ∈ B : x 2 =
9} =
{ 3} . 64.1. p ( x ) : <x
3
8−x −8
60.3. {x ∈ Z : x 2 =
9} = { − 3,3} . < x ⇔ 8 − x < 3 x ⇔ −4 x < −8 ⇔ x > ⇔ x >2
3 −4
61.1. x ( x 2 − 4 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x 2 − 4 = 0 ⇔ Então, A= {x ∈ R : p ( x =
)} ] 2 , + ∞ [ .
⇔ x = 0 ∨ x 2 = 4 ⇔ x = 0 ∨ x = −2 ∨ x = 2

20
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

2x
64.2. q ( x ) : ≤3
5 Pág. 48
2x 15
≤ 3 ⇔ 2 x ≤ 15 ⇔ x ≤ 67.1. A = { n : n é número ímpar e n é divisor de 12} = { 1 , 3 } .
5 2
 15 
Então, B= {x ∈R : q ( x )} =  −∞, 2  .
67.2. B = { n : n é número primo e n é divisor de 12} = { 2 , 3 } .
 

64.3. r ( x ) : 1 < x ≤ 3 67.3. C = { n : n é divisor de 12 ou n é número par inferior a 9}

Então, C= {x ∈ R : r ( x )} = ] 1, 3] . = { 1,2,3,4,6 ,8,12} .

15  67.4.
{x ∈R : p ( x ) ∧ q ( x )=
64.4. D = } ] 2 , + ∞ [ ∩  − ∞ , =
 2  D = { n : n é divisor de 12 e n não é número primo} = { 1,4 ,6 ,12 }
 15 
=  2, 68.1. A= { x ∈ R : x > −5} = ] − 5, + ∞ [ e
 2 
C= { x ∈ R : − 2 ≤ x < 4} = [ −2 ,4 [ .
{ x ∈R : p ( x ) ∨ r ( x )=
64.5. E = } ] 2 , + ∞ [ ∪ ] 1 , 3=] ] 1 , + ∞ [ A ∩ C = ]−5, + ∞ [ ∩ [ −2 , 4 [ = [ −2 , 4 [ .

Pág. 47
{ }
68.2. B =x ∈ R: x ≤ 5 =  − ∞ , 5  e
C= {x ∈ R : [ −2 , 4 [ .
− 2 ≤ x < 4} =
65.1. x ( x 2 − x − 2 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x 2 − x − 2 = 0 ⇔
B\C = { x ∈ B : x ∉ C } = ]−∞ , − 2[ .
( −1 ) − 4 × 1 × ( −2 )
2

⇔ x =0∨ x = ⇔ 68.3. B ∪ C =  5 , + ∞  ∪ [ −2 , 4 [ = [ −2, + ∞ [ .
2×1

1± 9 68.4. C \ A ={ x ∈ C : x ∉ A} =
⇔ x =0 ∨ x = ⇔ x = 0 ∨ x = 2 ∨ x = −1
2
A= {x ∈R : x ( x 2
− x − 2) = 0 = } { − 1,0,2}
= {x ∈ ]−∞ , −2[ ∪ [4, +∞[ : x ∉ ]−5, +∞[ } = ]−∞ , − 5] .
Tarefa 7
65.2. 3 − x > 0 ⇔ − x > −3 ⇔ x < 3
B= { x ∈ R : 3 − x > 0} = ] − ∞ , 3 [ 1.1. ( n − 1 ) ( n2 − 5n + 6 ) =0 ⇔ n − 1 =0 ∨ n2 − 5n + 6 =0 ⇔

65.3. A proposição ∀x , x ∈ A ⇒ x ∈ B é verdadeira porque


( −5 )
2
5± − 4 ×1× 6
A⊂B . ⇔ n =1 ∨ n = ⇔
2×1
65.4. A proposição ∀x , x ∈ B ⇒ x ∈ A é falsa.
5± 1
5 5 5 ⇔ n =1 ∨ n = ⇔ n =1 ∨ n = 3 ∨ n = 2
Contraexemplo: ; pertence a B e não pertence a A. 2
2 2 2

66.1. Para provar que a proposição ∀n , n ∈ A ⇒ n ∈ B é


{ }
A = n ∈ N : ( n − 1 ) ( n2 − 5n + 6 ) = 0 = { 1,2,3}
2n + 1 11
verdadeira vamos considerar dois casos: < 4 ⇔ 2n + 1 < 12 ⇔ 2n < 11 ⇔ n <
3 2
1) Valores de n que não pertencem ao conjunto A (n não é
múltiplo de 4)  2n + 1 
B= n ∈ N : < 4  = {1, 2, 3, 4 , 5}
Neste caso a implicação ∀n , n ∈ A ⇒ n ∈ B é verdadeira.  3 
Pois, os valores lógicos de F ⇒ V e de F ⇒ F são verdade. 11
n − 2 < 3 ⇔ n − 2 < 3 ∧ n − 2 > −3 ⇔ n < 5 ∧ n > −1 ⇔ n <
2
2) Valores de n que pertencem ao conjunto A (n é múltiplo de 4) C = {n ∈ N : n − 2 < 3} = {1, 2, 3, 4}
Se n é múltiplo de 4, então
= n 4 k , k ∈N .
B \ C = { x ∈ B : x ∉ C } = {5}
2 × 2k , k ∈ N , isto é, n é múltiplo de 2 (n é par).
Logo, n =
Conclusão: a proposição ∀n , n ∈ A ⇒ n ∈ B é verdadeira. 1.2.
Logo, A ⊂ B . a) O valor lógico da proposição ∀n , n ∈ A ⇒ n ∈ B é verdadeiro
66.2. Por exemplo, 2 pertence ao conjunto B (pois 2 é par) e não porque A ⊂ B .
pertence ao conjunto A (pois 2 não é múltiplo de 4). b) O valor lógico da proposição ∀n , n ∈ C ⇒ n ∈ B é verdadeiro
Então, a afirmação B ⊂ A é falsa. porque C ⊂ B .
c) O valor lógico da proposição ∀n , n ∈ A ⇔ n ∈ C é falso pois
4 ∈C e 4 ∉ A , ou seja, porque A ≠ C .

21
Unidade 1

d) O valor lógico da proposição Como C ≠ D , então as condições p ( x ) : x < 5 e q ( x ) : 0 < x ≤ 4


∀n , ( n ∈ A ⇒ n ∈ C ∧ n ∈ C ⇒ n ∈ A ) é falso porque não são equivalentes em Z .
4 ∈C e 4 ∉ A . Repara que A ⊂ C mas C ⊄ A .
5 7
72.3. U =  , 3, 
2 2
Pág. 49
Sejam E e F os conjuntos E ={ x ∈ U : x < 5} e
69. Em R , seja P o conjunto-solução da condição p ( x ) : x ≥ 0 e F= { x ∈ U : 0 < x ≤ 4} .
Q o conjunto-solução da condição q ( x ) : x > 1 . Então, 5 7 5 7
Ora, E =  , 3,  e F =  , 3, .
P
= [0 , + ∞ [ e=
Q ]1, + ∞ [ . 2 2 2 2
Como E = F , então as condições p( x ): x < 5 e q ( x ) : 0 < x ≤ 4
69.1. são equivalentes em U.
a) O valor lógico da proposição ∀x , p ( x ) ⇒ q ( x ) é falso.
5
A proposição ∀x , p ( x ) ⇒ q ( x ) é falsa porque P ⊄ Q . 72.4. A=  −1,2, ,4 
 2 
1
Por exemplo, a proposição ≥ 0 é verdadeira e a proposição Sejam G e H os conjuntos G ={ x ∈ A : x < 5} e
2
1 1 1 H= { x ∈ A : 0 < x ≤ 4} .
> 1 é falsa. Logo é falsa a implicação ≥ 0 ⇒ > 1 .
2 2 2  5   5 
Ora, G=  − 1,2, , 4  e H = 2, ,4  .
b) O valor lógico da proposição ∀x , q ( x ) ⇒ p ( x ) é verdadeiro.  2   2 
A proposição ∀x , q ( x ) ⇒ p ( x ) é verdadeira porque Q ⊂ P . Como G ≠ H , então as condições p ( x ) : x < 5 e q ( x ) : 0 < x ≤ 4
não são equivalentes em A.
69.2. As condições p ( x ) e q ( x ) não são equivalentes porque a
proposição ∀x , p ( x ) ⇒ q ( x ) ∧ q ( x ) ⇒ p ( x ) é falsa.
[3, 5] e A ∩ B =
73.1. A ∩ B = ] − ∞ , 3 [ ∪ ] 5, + ∞ [ .
A= ] − ∞ , 1 [ ∪ ] 5, + ∞ [ e B = ] − ∞ , 3 [ .
70. Em R , seja A o conjunto-solução da condição a ( x ) : x ≤ 1
A ∪ B = ] − ∞ , 3 [ ∪ ] 5, + ∞ [ .
e B o conjunto-solução da condição b ( x ) : − 1 ≤ x ≤ 1 . Então,
Conclui-se, então, que A ∩ B = A ∪ B .
A= [ −1, 1] e B= [ −1, 1] .
B [1, + ∞ [ e A ∪ B =
73.2. A ∪= ] −∞, 1[ .
70.1. A proposição ∀x , a ( x ) ⇒ b ( x ) é verdadeira porque
A=] − ∞ , 1 [ ∪ ] 5, + ∞ [ e B= ] −∞, 3[ .
A⊂B .
A∩B = ] − ∞, 1[ .
70.2. A proposição ∀x , b ( x ) ⇒ a ( x ) é verdadeira porque Conclui-se, então, que A ∪ B = A ∩ B .
B⊂A .
{ x ∈N : x ≤ 2}
74.1. B =
70.3. A proposição ∀x , a ( x ) ⇔ b ( x ) é verdadeira porque
A=B. 74.2. A ∪ B = { x ∈ N : ∼ ( x ≤ 4 ∨ x > 2 )} = { x ∈ N : x > 4 ∧ x ≤ 2}

71. As condições a ( x ) e b ( x ) não são equivalentes porque a 74.3.


proposição ∀x , a ( x ) ⇒ b ( x ) ∧ b ( x ) ⇒ a ( x ) é falsa. A ∪ B = { x ∈ N : ∼ ( x ≤ 4 ) ∨ ∼ ( x > 2 )} = { x ∈ N : x > 4 ∨ x ≤ 2}

Sabe-se que ]2, 5] ⊂ [2, 5] , mas [2, 5] ⊄ ]2, 5] .


Pág. 51
Pág. 50 75.1. x 3 − 4 x = 0 ⇔ x ( x 2 − 4 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −2 ∨ x = 2
{ x ∈ N : x < 5} e
72.1. Sejam A e B os conjuntos A = A= {−2,0,2}
B = { x ∈ N : 0 < x ≤ 4} .
75.2. x ≤ 2 ⇔ x ≤ 2 ∧ x ≥ −2 ⇔ x ∈ [ −2, 2]
Ora, A = {1,2, 3,4} e B = {1,2, 3,4} .
Como A = B , então as condições p ( x ) : x < 5 e q ( x ) : 0 < x ≤ 4
B= [ −2, 2]
são equivalentes em N . 75.3. Em R , a implicação x 3 − 4 x =0 ⇒ x ≤ 2 é verdadeira.
{x ∈ Z : x < 5} e
72.2. Sejam C e D os conjuntos C = Repara que A ⊂ B .
D= {x ∈ Z : 0 < x ≤ 4} .
Ora, C= { ..., −3, − 2, − 1,0,1,2, 3,4} e D = {1,2, 3,4} .

22
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

75.4. A implicação contrarrecíproca é x > 2 ⇒ x 3 − 4 x ≠ 0 . A


Pág. 53
implicação é verdadeira. x > 2 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪ ]2, +∞[ e
x 3 − 4 x ≠ 0 ⇔ x ∈ R \ {−2,0,2}
Proposta 22

22.1. 4 x − 2 é uma expressão designatória.


( ]−∞, −2[ ∪ ]2, +∞[ ) ⊂ R \ {−2,0,2}
22.2. 7π é uma designação.
Tarefa 8
22.3. 5x < 3 é uma condição.
1.1. Em R , a implicação x < 5 ⇒ x 2 < 25 é não universal pois,
7
por exemplo, −6 satisfaz o antecedente e não satisfaz o 22.4. > 3 é uma proposição.
2
consequente: −6 < 5 (proposição verdadeira) e ( −6 ) < 25
2

1 2
(proposição falsa). 22.5. πr é uma expressão designatória.
3
A implicação contrarrecíproca de x < 5 ⇒ x < 25 é
2

x 2 ≥ 25 ⇒ x ≥ 5 . 3x + 4
22.6. = x é uma condição.
2
1.2. Em N , a implicação x < 10 ⇒ x 2 < 85 é universal pois o
quadrado de qualquer número natural inferior a 10 é inferior a 22.7. x ∈Z é uma condição.
85.
A implicação contrarrecíproca de x < 10 ⇒ x 2 < 85 é 22.8. 2 ∉ Q é uma proposição.
x 2 ≥ 85 ⇒ x ≥ 10 .
22.9. πx ∈R é uma condição.
1.3. Em N , a implicação n é múltiplo de 3 ⇒ n é múltiplo de 6
Proposta 23
é não universal pois, por exemplo, 3 satisfaz o antecedente e não
satisfaz o consequente: 3 é múltiplo de 3 (proposição verdadeira) 23.1. p ( x ) : x 2 + 2 =0 e q ( x ) : ( x + 1 ) − 1= x ( x + 2 )
2

e 3 é múltiplo de 6 (proposição falsa).


a) x 2 + 2 =0 ⇔ x 2 =−2 (impossível).
A implicação contrarrecíproca de n é múltiplo de 3 ⇒ n é
múltiplo de 6 é n não é múltiplo de 6 ⇒ n não é múltiplo de 3 . Então, o valor lógico da proposição ∀x , p ( x ) é falso.

1.4. Em R , a implicação x ∈ [ −1, 0 ] ⇒ x ∈ [ 0, 1] é universal.


b) ( x + 1 ) − 1 = x ( x + 2 ) ⇔ x 2 + 2 x + 1 − 1 = x 2 + 2 x ⇔ 0 = 0
2

A implicação contrarrecíproca de x ∈ [ −1, 0 ] ⇒ x ∈ [ 0, 1 ] é Então, o valor lógico da proposição ∀x , q ( x ) é verdadeiro.


x ∉ [ 0, 1 ] ⇒ x ∉ [ −1, 0 ] . c) A condição p ( x ) , ou seja, x 2 + 2 =0 é impossível.

2.1. Um triângulo tem um ângulo externo reto ⇒ Triângulo é Então, o valor lógico da proposição ∃x : p ( x ) é falso.
retângulo
23.2. As condições p ( x ) e ∼ q ( x ) são impossíveis e as
2.2. A afirmação é verdadeira. Se um dos ângulos externos de condições q ( x ) e ∼ p ( x ) são universais.
um triângulo é reto então o respetivo ângulo interno adjacente
também é reto (porque num triângulo, a soma da amplitude de 23.3.
um ângulo interno com a amplitude do seu ângulo externo a) Sendo p ( x ) uma condição impossível e r ( x ) uma condição
adjacente é igual a 180°).
possível não universal, então a condição p ( x ) ∧ r ( x ) é
Se o triângulo tem um ângulo interno reto então é retângulo.
impossível.
3. Contrarrecíproca: Se um triângulo é acutângulo então todos os b) Sendo q ( x ) uma condição universal e r ( x ) uma condição
ângulos externos do triângulo são obtusos. possível não universal, então a condição q ( x ) ∨ r ( x ) é universal.
Pretende-se demostrar que a implicação contrarrecíproca é
verdadeira. Proposta 24
Ora, se um triângulo é acutângulo todos os seus ângulos internos Cálculos auxiliares:
são agudos. Logo, todos os seus ângulos externos são obtusos 1
(porque num triângulo, a soma da amplitude de um ângulo • 2 x + 1 < 0 ⇔ 2 x < −1 ⇔ x < −
2
interno com a amplitude do seu ângulo externo adjacente é igual
( x + 1)
2
a 180°). • ≥ 1 ⇔ x2 + 2x + 1 ≥ 1 ⇔ x2 + 2 x ≥ 0
2
• x =5⇔ x =− 5 ∨ x =5
1 1 1 1 1
• x2 = ⇔ x =− ∨x= ⇔x=− ∨x=
4 4 4 2 2
( x − 1)
2
• − x 2 =1 − 2 x ⇔ x 2 − 2 x + 1 − x 2 =1 − 2 x ⇔ 0 =0

23
Unidade 1

Proposições
Valor lógico em 26.2.
U= N U= Z U= Q U= R
a) Como a condição x 2 + 3 < 0 é impossível em R então conclui-
∃x ∈ U : 2 x + 1 < 0 F V V V -se que: x 2 + 3 < 0 ∨ 3 x > 1 ⇔ 3 x > 1 .
b) Como a condição x 2 + 3 < 0 é impossível em R então conclui-
∀x ∈ U , ( x + 1 ) ≥ 1
2
V F F F
-se que: x 2 + 3 < 0 ∧ 3 − x ≥ 0 ⇔ x 2 + 3 < 0 .
c) Como a condição b ( x ) : ( −2 x ) =
2
4 x 2 é universal em R então
2
∃x ∈U : x =5 F F F V
1
conclui-se que: ( −2 x ) = 4 x 2 ∨ 3 x 2 = 12 ⇔ ( −2 x )
2 2
∃x ∈U : x 2 =
4
F F V V = 4 x2 .
d) Como a condição b ( x ) : ( −2 x ) =
2
∀x ∈ U , ( x − 1 ) − x 2 = 1 − 2 x
2
V V V V 4 x 2 é universal em R
então conclui-se que: ( −2 x ) = 4 x 2 ∧ x < 0 ⇔ x < 0 .
2
Proposta 25

25.1. Sendo x um número natural ( x ≥ 1 ) , podemos concluir que Proposta 27


x + 1 ≥ 2 e ( x + 1) ≥ 4 .
2
27.1.
Portanto, a proposição ∀x ∈ U , ( x + 1 ) ≥ 4 é verdadeira se
2 a) Se em U a proposição ∀x , p ( x ) é verdadeira, então a
proposição ∃x : p ( x ) também é verdadeira.
U =N .
No entanto, a proposição ∀x ∈ U , ( x + 1 ) ≥ 4 é falsa se U = Z .
2 Assim sendo, o valor lógico da proposição ∃x : p ( x ) é
verdadeiro.
Por exemplo, para x = 0 tem-se ( 0 + 1 ) ≥ 4 , que é uma
2
b) Se em U a proposição ∃x : q ( x ) é falsa, então a proposição
proposição falsa.
∀x , q ( x ) também é falsa.
25.2. 2 x 2 = x ⇔ 2 x 2 − x = 0 ⇔ x ( 2 x − 1 ) = 0 ⇔ Assim sendo, o valor lógico da proposição ∀x , q ( x ) é falso.
1
⇔ x = 0 ∨ 2x − 1 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = 27.2. A condição p ( x ) é universal em U porque a proposição
2
A proposição ∃x ∈ U : 2 x 2 =x é falsa se U = N e verdadeira se ∀x , p ( x ) é verdadeira e a condição q ( x ) é impossível em U

 1 porque a proposição ∃x : q ( x ) é falsa.


U = Q porque as soluções da equação 2 x 2 = x  0 e  não são
 2 a) Sendo p ( x ) uma condição universal em U e r ( x ) uma
números naturais, mas são números racionais.
condição definida em U, então a condição p ( x ) ∨ r ( x ) é
25.3. 2 x 2 =10 ⇔ x 2 =5⇔ x =− 5 ∨ x =5 universal em U.
A proposição ∃x ∈ U : 2 x 2 =10 é falsa se U = Q e verdadeira se b) Sendo q ( x ) uma condição impossível em U e r ( x ) uma
condição definida em U, então a condição q ( x ) ∧ r ( x ) é
U = R porque as soluções da equação 2 x 2 = 10 − 5 e 5 não ( )
impossível em U.
são números racionais, mas são números reais.
c) Se p ( x ) uma condição universal em U então ∼ p ( x ) é uma
25.4. 4 − x 2 =− ( x − 2 )( x + 2 ) ⇔ 4 − x 2 =− ( x 2 − 4 ) ⇔ condição impossível em U.
2 2 Sendo ∼ p ( x ) uma condição impossível em U e r ( x ) uma
⇔ 4 − x =− x + 4 ⇔ 0 =0
A proposição ∀x ∈ U , 4 − x 2 =− ( x − 2 )( x + 2 ) é verdadeira se condição definida em U, então a condição ∼ p ( x ) ∧ r ( x ) é
impossível em U.
U = R porque a condição 4 − x =− ( x − 2 )( x + 2 ) é universal em
2

d) Se q ( x ) uma condição impossível em U então ∼ q ( x ) é uma


R.
condição universal em U.
Sendo ∼ q ( x ) uma condição universal em U e r ( x ) uma
Pág. 54
condição definida em U, então a condição ∼ q ( x ) ∨ r ( x ) é
Proposta 26
universal em U.
26.1. Em R , seja A o conjunto-solução da condição Proposta 28
a ( x ) : x 2 + 3 < 0 e B o conjunto-solução da condição
28.1.
b ( x ) : ( −2 x ) =
2
4 x2 . a) Todos os alunos da turma do Ricardo têm 15 anos.
A condição a ( x ) é impossível em R e a condição b ( x ) é b) ∼ ( ∀x , q ( x ) ) ⇔ ∃x : ∼ q ( x )
universal em R .
Logo, A = { } e B = R .
28.2.
a) Existe pelo menos um aluno da turma do Ricardo que tem 15
anos.
b) ∼ ( ∃x : q ( x ) ) ⇔ ∀x , ∼ q ( x )

24
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

28.3. x
30.6. A proposição ∀x , x ∈ A ⇒ ∉ B é falsa pois, por exemplo,
a) Existe pelo menos um aluno da turma do Ricardo que é filho 2
único e tem olhos azuis. 2
2 ∈ A (verdadeira) e ∉ B (falsa).
b) Em linguagem simbólica: ∼ ( ∀x , r ( x ) ) ⇔ ∃x : ∼ r ( x ) 2
A negação da proposição dada é a seguinte proposição:
Em linguagem corrente: Existe pelo menos um aluno da turma do
Ricardo que não é filho único. x
∃x : x ∈ A ∧ ∈ B .
2

Proposta 31
Pág. 55
31.1. A condição a ( x ) não é universal em N porque a
Proposta 29
proposição ∃x : ∼ a ( x ) é verdadeira.
29.1. Pelo menos um sábado não vou à piscina.
1+1
Se x = 1 então ≥1 .
29.2. Em nenhum dia da semana há música na biblioteca. 2

29.3. Existe pelo menos um número natural que não tem 31.2. A condição b ( x ) é impossível em U = {3,5,6} porque
simétrico. substituindo, em b ( x ) , a variável x por cada um dos valores do
29.4. Existe pelo menos um paralelogramo que não é retângulo. conjunto U obtemos proposições falsas.
3 × 3 − 2 ≤ 4 (falsa); 3 × 5 − 2 ≤ 4 (falsa); 3 × 6 − 2 ≤ 4 (falsa).
29.5. Todos os números inteiros têm inverso.
31.3. Sabe-se que 3x − 2 ≤ 4 ⇔ 3x ≤ 6 ⇔ x ≤ 2 .
1 x
29.6. ∃x : x ≤ 29.7. ∀x , 2 x ≠ Assim sendo, a condição b ( x ) : 3 x − 2 ≤ 4 é possível em R pois,
2 2
por exemplo, x = 1 verifica a condição e é impossível em R pois,
1 por exemplo, x = 3 não verifica a condição.
29.8. ∀x , x + 1 = ( x + 1 )
2
2
29.9. ∀x , x × =1
x Então, a condição b ( x ) é possível não universal em R .

Proposta 30 31.4.
x +1
x a) < x ⇔ x + 1 < 2x ⇔ 1 < x ⇔ x > 1
30.1. A proposição ∀x , x ∈ A ⇒ é um número par é falsa. Por 2
2
2
Então, A= {x ∈ R : a ( x )=
} ] 1, + ∞[ .
exemplo, 2 ∈ A (verdadeira) e é um número par (falsa). b) 3x − 2 ≤ 4 ⇔ 3x ≤ 6 ⇔ x ≤ 2
2
A negação da proposição dada é a seguinte proposição: Então, B= {x ∈R : b ( x )} = ]−∞ , 2] .
x
∃x : x ∈ A ∧ é um número ímpar. { x ∈R : a ( x ) ∧ b ( x )} = A ∩ B= ] 1, + ∞[ ∩ ]−∞ , 2]= ] 1, 2] .
c) C =
2

30.2. A proposição ∃x : x ∈ B ∧ x é número primo é verdadeira. Pág. 56


Por exemplo, 3 ∈ B e 3 é número primo.
Proposta 32
A negação da proposição dada é a seguinte proposição:
∀x , x ∉ B ∨ x não é número primo. 32.1.
30.3. A proposição ∃x : x ∈ B ∧ x ≤ 3 é verdadeira. Por exemplo, −1 ± 12 − 4 × 2 × ( −2 )
a) 2 x 2 + x = 2 ⇔ 2 x 2 + x − 2 = 0 ⇔ x = ⇔
1∈B e 1 ≤ 3 . 2×2
A negação da proposição dada é a seguinte proposição: −1 ± 17 −1 − 17 −1 + 17
⇔x
= = ⇔x = ∨x
∀x , x ∉ B ∨ x > 3 . 4 4 4
 −1 − 17 −1 + 17 
30.4. A proposição ∀x , x ∈ A ⇒ x ∉ B é verdadeira porque A = { x ∈ R : 2 x 2 + x = 2} =  , 
 4 4 
nenhum dos elementos do conjunto A pertence ao conjunto B.
A negação da proposição dada é a seguinte proposição: b) x 2 =⇔
1 x=1∨ x= {x ∈ R : x 2 =
−1 ; B = 1} = {−1 ,1}
∃x : x ∈ A ∧ x ∈ B .  −1 − 17 −1 + 17 
=c) A ∪ B  ,=  ∪ {−1,1}
30.5. A proposição ∃x : x ∈ A ∧ x ∈ B é falsa porque os conjuntos  4 4 
A e B não têm elementos comuns, isto é, A ∩ B = { }. = 
 −1 − 17
, − 1, 1,
−1 + 17 

A negação da proposição dada é a seguinte proposição: 
 4 4 
∀x , x ∉ A ∨ x ∉ B .  −1 − 17 −1 + 17 
=d) A ∩ B  ,=  ∩ {−1 ,1} {}
 4 4 

25
Unidade 1

32.2. C= { x ∈ R : 2 x + 4 ≥ 0 ∧ x ≤ 2} = [ − 2 , 2 ]
a) x − 1 ≥ 0 ⇔ x ≥ 1 Como A= [ − 2 , 2 ] e C = [ − 2 , 2 ] , conclui-se que A = C .
C= } [1, + ∞[
{ x ∈ R : x − 1 ≥ 0=
34.4.
b) C \ B= { x ∈ C : x ∉ B}= ] 1 , + ∞[
a) Por exemplo, p ( x ) : x + 5 =0.
c) C = ] − ∞ , 1[
b) Por exemplo, p ( x ) : x 2 = 1 .
C ] 0 , + ∞[ ∩ ] − ∞ , =
d) R ∩= +
1[ ] 0 , 1[
Proposta 35
Proposta 33
x
x 35.1. < 3 ⇔ x < 6 e x −1 ≤ 4 ⇔ x ≤ 5 .
33.1. 1 − > 0 ⇔ 2 − x > 0 ⇔ − x > −2 ⇔ x < 2 2
2 x
Em N , seja A o conjunto-solução da condição a ( x ) : <3 eB
A= {x ∈R : a ( x )} = ] − ∞ , 2 [ 2
o conjunto-solução da condição b ( x ) : x − 1 ≤ 4 .
1 2
33.2. 2  x −  ≥ 0 ⇔ 2 x − ≥ 0 ⇔ 6 x − 2 ≥ 0 ⇔ Então, A = {1,2,3,4,5} e B = {1,2,3,4,5} .
 3 3
Como A = B conclui-se que, em N , as condições a ( x ) e b ( x )
2 1
⇔ 6x ≥ 2 ⇔ x ≥ ⇔x≥ são equivalentes.
6 3
1  35.2.
B= {x ∈R : b ( x =
)} 3 , + ∞ a) A implicação contrarrecíproca de b ( x ) ⇒ a ( x ) é
 
∼ a( x ) ⇒∼ b( x ) .
{ x ∈R : a ( x ) ∧ b ( x )} = A ∩ B =
33.3. C =
b) Pretende-se provar que, em R , a proposição
1  1   ∼ a ( x )  ⇒  ∼ b ( x )  é universal.
= ] − ∞ ,2 [ ∩  , + ∞  =  ,2 
3  3  x
∼ a( x ): ≥ 3 e ∼ b( x ): x − 1 > 4
2
{ x ∈R : a ( x ) ∧ ∼ b ( x )}
33.4. D = Em R , seja C o conjunto-solução da condição ∼ a ( x ) e D o

1  1 conjunto-solução da condição ∼ b ( x ) .
= A∩B = ] − ∞ , 2 [ ∩  − ∞ , = −∞, 
 3   3 Então, =
C [6 , + ∞ [ e=
D ] 5, + ∞ [ .
Como C ⊂ D conclui-se que, em R , a proposição
33.5. ∼ c ( x ) : 1 − x < 0 ; 1 − x < 0 ⇔ − x < −1 ⇔ x > 1
 ∼ a ( x )  ⇒  ∼ b ( x )  é universal.
}  13 , + ∞  ∪ ] 1, + ∞=[  13 , + ∞ 
{x ∈ R : b ( x ) ∨ ∼ c ( x )=
E=
   
Pág. 57
{ x ∈R : ∼ a ( x ) ∨ ∼ c ( x )}
33.6. F =
Proposta 36
= [2 , + ∞[ ∪ ] 1, + ∞=[ ] 1, + ∞ [
36.1.
Proposta 34 B [2 , + ∞ [ . Então, B =
a) b ( x ) : x ≥ 2 ; Em R , = ] − ∞ , 2[ .
b) B \ A= { x ∈ B : x ∉ A}= ] 3 , + ∞[
{ x ∈R : x ≤ 2} = [ − 2 , 2 ]
34.1. x ≤ 2 ⇔ x ≤ 2 ∧ x ≥ −2 ; A =
6 36.2.
2x − 6 < 0 ⇔ 2x < 6 ⇔ x < ⇔ x <3;
2 a) Ora, A \ B ={ x ∈ A : x ∉ B} =] − 1, 2[ .
B = { x ∈ R : 2 x − 6 < 0} = ] − ∞ ,3 [ Então, por exemplo, à condição c ( x ) : − 1 < x < 2 corresponde o
Como A ⊂ B , a proposição ∀x , x ∈ A ⇒ x ∈ B é verdadeira. conjunto A \ B .
O valor lógico da proposição ∀x , x ∈ A ⇒ x ∈ B é verdadeiro.
b) Ora, A ∩ B= ( ]−∞ , − 1] ∪ ] 3, + ∞[ ) ∩ [ 2, + ∞[= ] 3, + ∞[ .
34.2. A proposição ∀x , x ∈ B ⇒ x ∈ A é falsa. Então, por exemplo, à condição d ( x ) : x > 3 corresponde o
Contraexemplo: 2,5 (pois 2,5 pertence a B e 2,5 não pertence a
conjunto A ∩ B .
A).

{ x ∈R : x ≤ 2} = [ − 2 , 2 ]
34.3. x ≤ 2 ⇔ x ≤ 2 ∧ x ≥ −2 ; A = c) Ora,
2 x + 4 ≥ 0 ∧ x ≤ 2 ⇔ 2 x ≥ −4 ∧ x ≤ 2 ⇔ A ∪ B= A ∩ B= ( ]−∞ , − 1] ∪ ] 3, + ∞[ ) ∩ ] − ∞ , 2[= ]−∞ , − 1] .
−4 Então, por exemplo, à condição e ( x ) : x ≤ −1 corresponde o
⇔x≥ ∧ x ≤ 2 ⇔ x ≥ −2 ∧ x ≤ 2
2 conjunto A ∪ B .

26
 Introdução à lógica bivalente e à teoria dos conjuntos

36.3. 3. x < 3 ⇔ x < 3 ∧ x > −3 ⇔ −3 < x < 3


a) A proposição ∀x ∈ R , x ≥ 2 ⇒ x > 0 traduz a seguinte inclusão
A = {x ∈R : x > 0 ∧ p ( x=
)} ] 0 , + ∞[ ∩ ] − 3, =
3 [ ] 0 , 3[
entre dois conjuntos:
A opção correta é a (A).
[2 , + ∞ [ ⊂ ] 0 , + ∞ [ .
b) A implicação contrarrecíproca de x ≥ 2 ⇒ x > 0 é 4. ∼ ( ∀x ∈ R, 2 ≤ x < 4 ) ⇔ ∃x ∈ R : ∼ ( 2 ≤ x < 4 ) ⇔
x ≤ 0⇒ x <2 . ⇔ ∃x ∈ R : ∼ ( x ≥ 2 ∧ x < 4 ) ⇔ ∃x ∈ R : x < 2 ∨ x ≥ 4
Proposta 37 A opção correta é a (B).
Utilizando as segundas Leis de De Morgan, tem-se:
5. A proposição ∀x ∈ R, x 2 > 4 ⇒ x > 2 é falsa.
∼ ( ∀x , p ( x ) ⇒ ∼ q ( x ) ) ⇔ ∃x : ∼ ( ∼ q ( x ) ) ⇒ ∼ p ( x ) ⇔ .
Um contraexemplo é −3 pois a proposição ( −3 ) > 4 é
2

⇔ ∃x : q ( x ) ⇒ ∼ p ( x )
verdadeira e a proposição ( −3 ) > 2 é falsa.
2
Donde se conclui que:
∃x : q ( x ) ⇒ ∼ p ( x ) ⇔ ∃x : q ( x ) ∧ p ( x ) ⇔ ∃x : p ( x ) ∧ q ( x ) . A opção correta é a (D).

Proposta 38 6. Cálculos auxiliares:


• x2 =2⇔ x=− 2 ∨ x =2
38.1. Se p ( x ) é universal em U, então ∼ p ( x ) é impossível em
• x 3 =2 x ⇔ x 3 − 2 x =0 ⇔ x ( x 2 − 2 ) =0 ⇔
U.
Sendo q ( x ) uma condição qualquer definida em U e ∼ p ( x ) uma ⇔ x = 0 ∨ x2 − 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = − 2 ∨ x = 2

( −1 ) − 4 × 1 × ( −2 )
2
condição é impossível em U, então a condição q ( x ) ∧ ∼ p ( x ) é 1±
• x2 − 2 = x ⇔ x2 − x − 2 = 0 ⇔ x =
impossível em U. 2×1
Logo, { x ∈ U : q ( x ) ∧ ∼ p ( x )} =
{ }. ⇔x=
1± 9
⇔x=
1−3
∨x=
1+3
⇔x= −1 ∨ x = 2
2 2 2
38.2. Se r ( x ) é impossível em U, então ∼ r ( x ) é universal em • x + 2 x = 0 ⇔ x ( x + 2 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x + 2 = 0 ⇔ x = 0 ∨ x = −2
2

U.
{ x ∈R : a ( x )} =
Como A = {
− 2 ,0, 2 } e a ( x ) ⇔ b ( x ) , então a
Sendo r ( x ) uma condição impossível em U e q ( x ) uma
condição b ( x ) pode ser definida por x 3 = 2 x .
condição qualquer definida em U, então a condição r ( x ) ∨ q ( x )
A opção correta é a (B).
é equivalente a q ( x ) .
Como ∼ r ( x ) é universal em U e q ( x ) é uma condição qualquer
definida em U, então q ( x ) ∧ ∼ r ( x ) ⇔ q ( x ) . Pág. 59
À condição q ( x ) corresponde o conjunto Q.
1.1. A proposição “Todos os números naturais são positivos” é
{ }
Logo, x ∈ U :  r ( x ) ∨ q ( x )  ∧ ∼ r ( x ) =Q . representada por ∀n ∈ N , n > 0 .

Proposta 39 1.2. A proposição “Há números inteiros que não são naturais” é
A = { x : p ( x )} e B = { x : q ( x )} . representada por ∃x ∈ Z : x ∉ N .
Vamos provar por contrarrecíproco que a proposição
∀x ∈ R , ∼ q ( x ) ⇒ ∼ p ( x ) é verdadeira. 2.1. A negação da proposição ∀x ∈ R, x = 3 ⇒ x < π é a
A contrarrecíproca de ∀x ∈ R , ∼ q ( x ) ⇒∼ p ( x ) é proposição ∃x ∈ R : x = 3 ∧ x ≥ π .

∃x ∈ R : p ( x ) ⇒ q ( x ) . 2.2. A negação da proposição ∃x ∈ R : x ∉ N ∧ x 2 ∈ N é a


Como A ⊂ B , a proposição ∃x ∈ R : p ( x ) ⇒ q ( x ) é verdadeira.
proposição ∀x ∈ R, x ∈ N ∨ x 2 ∉ N .
Então, a proposição ∀x ∈ R , ∼ q ( x ) ⇒ ∼ p ( x ) também é
verdadeira. 3.1. p ( n ) : n é divisor de 20; q ( n ) : n é divisor de 5;

Pág. 58
P= {n ∈N : p ( n )} e Q= {n ∈ N : p ( n )} .
Ora, P = {1,2,4,5,10,20} e Q = {1,5} .
1. A negação da afirmação “Todos os participantes na reunião
Q ⊂ P porque qualquer um dos elementos do conjunto Q
foram pontuais” é a afirmação “Pelo menos um participante na pertence ao conjunto P.
reunião não foi pontual”. P ⊄ Q porque há elementos de P que não pertencem a Q. Por
A opção correta é a (C). exemplo, 2 ∈ P e 2 ∉Q .
2. A condição x 2 < x é universal no conjunto ]0, 1[ . 3.2. O facto de p ( n ) ser condição necessária para q ( n ) é
A opção correta é a (D). traduzido através da seguinte implicação: q ( n ) ⇒ p ( n ) .

27
Unidade 1

4.1. Sendo a ( x ) : 3 < x ≤ 7 , então { x ∈ N : a ( x )} = {4,5,6,7} . 5. U = {−1,0,2,3,4} , a ( x ) :


x
∈U e b ( x ) : 2 − 3 x < 6 .
2
4.2. Em R , C = ] − ∞ ,1[ e B= [ 5, + ∞[ . Então, B = ] − ∞ ,5[ . 5.1.
4
Como C ⊂ B , conclui-se que a proposição ∀x ∈ R, c ( x ) ⇒∼ b ( x ) a) Substituindo x por 4 em a ( x ) , obtém-se a proposição ∈U
2
é verdadeira. que é verdadeira.
−1
4.3. { x ∈ R : ∼ a ( x ) ∧ b ( x )} Substituindo x por −1 em a ( x ) , obtém-se a proposição ∈U
2
= A ∩ B= ( ] − ∞ , 3] ∪ ] 7, + ∞[ ) ∩ [5, + ∞[= ] 7, + ∞[ . que é falsa.
Então, conclui-se que a condição a ( x ) é possível não universal
4.4. A \ B= { x ∈ A : x ∉ B}= { x ∈ ] 3,7 ] : x ∉[ 5, + ∞[ }= ] 3, 5 [ . em U.
Uma condição p ( x ) tal que o conjunto-solução é A \ B é, por b) ∼ b ( x ) : 2 − 3 x ≥ 6
exemplo, p ( x ) : 3 < x < 5 . 4
2 − 3 x ≥ 6 ⇔ −3 x ≥ 4 ⇔ 3 x ≤ −4 ⇔ x ≤ −
3
Então, conclui-se que a condição ∼ b ( x ) é impossível em U.

5.2. A proposição ∀x , a ( x ) ⇔ b ( x ) é falsa.


2
Um contraexemplo é 2 pois a proposição ∈ U é falsa e a
2
proposição 2 − 3 × 2 < 6 é verdadeira.

28
Unidade 2 Radicais. Potências de expoente racional

−54 =3 ( −3 ) × 2 =3 ( −3 ) × 3 2 =−3 3 2
3 3
5.4. 3

Pág. 63

1.1. Como 3 < 5 e a > 0 , então 3a < 5a . 5.5. 8 = 0,8 × 10 = 0,8 × 102 = 0,8 100

1.2. Como 2 < 3 e b < 0 , então 2b > 3b . 6. A [ ABCD] = AB × BC = 4


243 × 4 9 = 4
243 × 9 = 4
2187 =
1.3. Como a > 0 e b < 0 , então ab < 0 .
4 4
= 34 × 33 = 34 × 4 33 = 3 4 27
1.4. Como 2 < π e b < 0 , então 2 b > π b .
Pág. 67
1.5. Como 2 > 3 e ab < 0 , então 2 ab < 3 ab .
−2 × ( −2 ) = ( −2 )
2
7.1. 3
−2 × 3 −2 = 3 3

2.1. Como a < b e a < c , então a × a < b × c , ou seja, a2 < bc .

( )
2
1 1 1 7.2. 3
−2 × 3 −2 = 3
−2
2.2. Como b < d e > 0 (pois d > 0 ), então b × < d × , ou
d d d

( )
2

 ( 3 )  (= 3) ( 3)
2
b 7.3. =
6 2
3  6= 2
 6
2×2
6
4

seja, <1 .  
d

(=
3 )
2
2.3. Sendo a < c , então a + d < c + d . 7.4. 6 2 6
(=
3 ) 2 2 6
32×2
= 6
34

1
Como a + d < c + d e > 0 (pois b > 0 ), então
8.1. At =6 × ( 4 12 ) =6 × 4 122 =6 4 144 =6 4 24 × 32 =
2
b
1 1 a+d c +d
(a + d ) < ( c + d ) , ou seja, < .
b b b b 6 4 24 × 4 32 =
= 6×2 4 9 =
12 4 9

2.4. Se 0 < a < c , então a2 < c 2 .


( )
3
8.2. V = 4
12 = 4
123 = 4
1728 = 4
24 × 22 × 33 =
Como 0 < a < c , então ( a
2 2
) < (c )
2 2 2 2 4
, ou seja, a < c .4

4
= 24 × 4 22 × 33 = 2 4 108
2.5. Se 0 < b < d , então b3 < d 3 .
Tarefa 1
Pág. 66
1.1. 6× 7 = 6×7 = 42
3.1. 6 × 3 = 6×3 = 18
1.2. 3 2 × 3 4 = 3
2× 4 = 3
8
3.2. 3
−2 × 5 × −3 =
3 3 3 −2 × 5 × ( −3 ) = 3
30
1.3. 5
5 × 5 2 × 5 3= 5
5 × 2 × 3= 5
30
3.3. 0,1 × −0,02 =
5 5 5 0,1 × ( −0,02 ) = 5
−0,002 1.4. 4 11 × 4 4 × 4 2= 4
11 × 4 × 2= 4
88

3.4. 4 5 × 4 2 × 4 4 = 4
5×2× 4= 4
40 1 1 3
1.5. 3 − × 3 −3 = 3 − × ( −3 ) = 3
4 4 4
4.1. 32 = 22 × 22 × 2 = 22 × 22 × 2 = 2 × 2 × 2 = 4 2
3 87 3 7 21
1.6. 8 × = 8 × = 8
−54 =3 ( −3 ) × 2 =3 ( −3 ) × 3 2 =−3 3 2
3 3
4.2. 3
5 2 5 2 10

4.3. 4 243= 4
34 × 3= 4
34 × 4 3= 3 4 3 2.1. 21 = 7×3 = 7× 3

2.2. 3
−20 = 3
−4 × 5 = 3
−4 × 3 5
4.4. 3 864 = 3 23 × 22 × 33 = 3 23 × 3 22 × 3 33 = 2 × 3 22 × 3 = 6 3 4
1 1 1 1 41 1 4 1
2.3. 4
0,3 = 4 3× = 4 3× × = 4
3×4 × = 4 × 3×4
4.5. 5 2−6 = 5 ( 2−1 ) × 2−1 = 5 ( 2−1 ) × 5 2−1 = 2−1 × 5 2 −1
5 5
10 2 5 2 5 2 5
2.4. 5
3= 5 −1 × ( −3 ) = 5
−1 × 5 −3
5.1. 3 2= 32 × 2= 32 × 2= 18

( 2) =
3
3.1. 2 × 2 × 2= 2×2×2= 23
5.2. 3 24 × 53 =3 23 × 2 × 53 =3 23 × 3 2 × 3 53 =2 × 3 2 × 5 =10 3 2

( 5)
2
5.3. 7
−1 = 7
( −1 )
7
×1 = 7
( −1)
7
× 7 1 = −1 7 1 3.2. 3
= 3
5× 3 5 = 3
5× 5 = 3
52

29
Unidade 2

12.2. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:


( 7)
3
3.3. 73 = 7× 7× 7= 7 × 7 × 7=
( AC ) = ( 10 + 1) + ( 5 − 2 ) ⇔
2 2 2

4. Sendo a ≥ 0 , então
( a) ( a ) ×( a ) = ⇔ ( AC ) = 10 + 2 10 + 1 + 5 − 2 5 × 2 + 2 ⇔
k +1 k 1 2
n n n
n
= n n
a k × n a= a k × a= a k +1 .

⇔ ( AC ) = 18 + 2 10 − 2 10 ⇔ ( AC ) =
2 2
18
Pág. 68
Portanto, AC= 18= 32 × 2= 32 × 2= 3 2 .
( 2)
3
9.1. − 5 8 = 2 − 5 2 =−4 2 =−4 2 × 2 =3 3 3 2

Pág. 70
2
−4 2 × 2 =
= −4 × 2 × 2 =
−8 2 3
54 54
13.1. = 3 = 3
27
= 3
33 3
=
Então, conclui-se que a = −8 . 3
2 2

( )
2
9.2. 3
24 = 3
24 × 3 24= 3
23 × 3 × 3 23 × 3= 18 18
13.2. = = 9 3
=
2 2
3 3
= 2 × 3 3 × 3 23 × 3 3 =×
2 3 3 × 2× 3 3 =4 3 3× 3 =43 9
Então, conclui-se que a = 9 .
3
−16 −16 3
= −8 =3 ( −2 ) =−2
3
13.3. =3
3
2 2
( ) =5 ( 72 ) =5 76 =5 ( −7 ) =
3 3 6
9.3. 5
49
( 2=)
5
23 23 2
13.4. 5 = 5 = 5
210
= 5 5
22
2−7 2 −7
( −7 ) × ( −7 ) = ( −7 )
5 5
= 5 5
× 5 −7 = −7 5 −7
Então, conclui-se que a = −7 . 14.1. Designemos por l o lado do quadrado. Então, l = a .
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:
( 2)
4
9.4. 3
× 3 3= 3
24 × 3 3= 3
24 × 3= a
( ) +( a)
2 2
( 2r )
2
=a ⇔ 4 r 2 =+
a a ⇔ 4r 2 =
2a ⇔ r 2 =
2
= 3 23 × 2 × 3 = 3 23 × 3 2 × 3 = 2 × 3 6 a
Como r > 0 , conclui-se que r = .
Então, conclui-se que a = 6 . 2

23 × ( 3 2 ) − ( 3 2 ) =
(2 3 2 ) − ( 3 2 ) × ( 3 2 ) =
3 2 4 3 6
10. A = a a

Pcircunferência 2π r 2π 2 2 2π a π
14.2. = = = = =
Pquadrado 4l 4 a 4 a 4 a× 2 2 2
( 2 ) × ( 2 ) = 16 − 2 × 2 = 12
3 3
= 8×2 − 3 3

( 3 − 2 2 ) + 4 6 − ( −1) =
2
B= 3 5
Pág. 71

( 3 ) − 2 × 3 × 2 2 + (2 2 ) + 4 6 − =
2 2
= −1 3 0,007 0,007
15.1. = = 0,01 0,1
=
0,7 0,7
= 3 − 4 × 6 + 4 × 2 + 4 6 − ( −1 ) = 3 + 8 + 1 = 12
Então, A = B . −2
1
15.2. 4
0,25
= −2 4
 =

4
42
= 4
16
= 4
24 2
=
4
Pág. 69

11. Sabe-se que a medida do lado do quadrado é igual à aresta 24 − 150 22 × 6 − 52 × 6 22 × 6 − 52 × 6


15.3.
= = =
de um cubo cujo volume é 200, então conclui-se que AB = 200 . 3 3 3 3
Logo, tem-se:
2 6 − 5 6 −3 6 6
= = = −3 −3 2
=
( AB ) = ( ) 3
2
A [ ABCD=]
2
3
200 = 3
200 = 2 3
2 × 2 × 5 × 5=
3 3 3 3 3

−4
1
( 3)
−1
=3 3
2 × 3 23 × 3 53 × 3 5 =×
2 2× 5× 3 5 =20 3 5 15.4. 3
  ×
3
= 3
34 × 3 3−1 = 3
34 × 3−1 = 3
33 = 3
3
12.1. A [ ABCD] = AB × BC = ( 10 + 1 × ) ( 5− 2 = )
(2)
2
5 3 5
(2 ) 3 2
26
15.5. = = 5 = 5
27 = 5
2 5 × 22 =
= 10 × 5 − 10 × 2 + 1 × 5 − 1 × 2 = 50 − 20 + 5 − 2 = 5
2 −1 5
2 −1 2 −1
= 52 × 2 − 22 × 5 + 5 − 2 = 52 × 2 − 22 × 5 + 5 − 2 =
= 5 25 × 5 22 = 2 5 4
5 2 − 2× 5 + 5 − 2 =
=× 4 2− 5

30
 Radicais. Potências de expoente racional

16.1. 2 3= 22 × 3= 12 19.1.
3 3× 2 + 2 (6+3 2 6+3 2 6+3 2 )
16.2. −2 3 2 = 3 ( −2 ) × 2 = 3 −16 = = = =
3

2− 2 ( 2− 2 × 2+ 2 ) (
22 − 2
2
4 −2 2
( ) )
16.3. 5 2= 3 × ( 15 + 6 )
2
5 × 2= 50
3 45 + 18
19.2.
= = =
16.4. 3
7= 7 6 15 − 6 ( 15 − 6 ) (
× 15 + 6 ) ( 15 ) − ( 6 ) 2 2

32 × 5 + 32 × 2 3 5 + 3 2 5+ 2
16.5. 5 3
−2 = 15
−2 = = =
15 − 6 9 3

16.6. 3 2 = ( )
3
5 22 ×=
5 6
20 5 × 2 3 −1
5 2 15 − 5
19.3.
= = =
16.7. 2 2 2= 2 22 × 2= 2 4 23= 4
24 × 23= 4
27= 4
128
2 3 +1 ( 2 3 + 1 × 2 3 −1 ) (2
2 3 − 12 ) ( )
16.8. 2 3 =
3 3
23 ×=
3 6
24 2 15 − 5 2 15 − 5
= =
4×3 −1 11

( )
−2
16.9. 3 −1
3= 3
( 3=
) −1 −2 3
32
= 3
3
2+ 3 (2=
+ 3 ) × ( 3 − 3) 2 3 −6+3−3 3
19.4.
= =
17. Designemos por l o lado do triângulo equilátero. Então,
3 +3 ( 3 + 3) × ( 3 − 3) 2
( )
3 − 32

6 2 3
=l = 23 2 . −3 − 3 −3 − 3 3 + 3
3 = = =
3−9 −6 6
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:

(2 2 ) = ( 2 )
2 2
3 3
+ h2 ⇔ 4 3 22 = 3 22 + h2 ⇔ 4 3 4 − 3 4 = h2 ⇔ Pág. 74
⇔ 33 4 =h2
1+ 5
Como h > 0 , conclui-se que 20. Substituindo na equação x por , tem-se:
2
h= 3 3 4= 3
33 × 4= 6
27 × 4= 6
108 . 1+ 5 1 1+ 5 −2 2
=−1 ⇔ = ⇔
2 1+ 5 2 1+ 5
Pág. 72
2

18.1.
=
3 3× 7 3 7
= ⇔
5 −1
=
2× 1 − 5 ( ) ⇔
5 −1
=
2 −2 5

7 7× 7 7 2 ( 1+ 5 × 1− 5 ) ( ) 2 2
1 − 5
2
( )
18.2.
= =
1+ 2 (1 + 2 ) × 3 3+ 6 5 −1 2 − 2 5 5 −1 2 −2 5 5 − 1 −2 5 − 1 ( )
3 ⇔ = ⇔ = ⇔ =
3 3× 3 2 1−5 2 −4 2 −4
5 −1 5 −1
5 5× 5 5 5 5 ⇔ =( P.V . )
18.3. = = = 2 2
2 5 2 5 × 5 2× 5 2
Como a proposição obtida é verdadeira, conclui-se que o número
de ouro é solução da equação dada.
−2 −2 × 3 22 −2 × 3 22 −2 × 3 4
18.4. = = = = −3 4
3
2 3
2× 2 3 2 3
2 3 2 21. Ora, BC = 2OB .
= AB
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:
3 3× 3 5 3× 3 5 3 3 5
(OC ) =(OB ) + (2OB ) ( ) =(OB ) ( )
2 2 2 2 2 2
18.5. = = = ⇔ OC + 4 OB ⇔
3 2
5 3 2
5 ×3 5 3 3
5 5
⇔ ( OC ) =
5 ( OB )
2 2

2 +3 6 ( )
2 + 3 6 × 2 2 + 3 12 2 + 3 22 × 3
( ) (OB ) =
2 2
18.6. = = = = Portanto, OC =5 OB =5× 5 OB .
2 2 2 2× 2 2×2 4
Então, CD =DO + OC =OB + 5 OB =( 1 + 5 ) OB e
2 + 3×2 3 1 + 3 3
= =
4 2
=
CD (=
1 + 5 ) OB 1+ 5
(número de ouro) .
AB 2 OB 2

31
Unidade 2

4 4
22.1. A + B = 3 − 2 2 + 32 × 2 =
1 − 2 2 + 2 + 18 =  1  1 1 1
1.5.  −  >  −  , pois > .
 3  4  81 256
3−2 2 +3 2 =
= 3+ 2
1.6. π 6 > 36 , pois π > 3 .
22.2. A − B = (
1 − 2 2 − 2 − 32 × 2 =
1 − 2 2 − 2 + 18 = )
Proposta 2
=−1 − 2 2 − 3 2 =−1 − 5 2
2.1. Como b < 0 e c > 0 , então b3 < 0 e c 3 > 0 . Logo, b3 < c3 .
( ) (
22.3. A × B = 1 − 2 2 × 2 + 18 = 2 + 18 − 4 2 − 2 36 = )
2.2. Como a < b < 0 , então −a > −b > 0 . Logo, ( −a ) > ( − b ) .
4 4

2
= 2 + 3 × 2 − 4 2 − 2 × 6 == 2 + 3 2 − 4 2 − 12 = −10 − 2
2.3. Como 0 < c < d , então 0 > −c > −d . Logo, ( − c ) > ( −d ) .
5 5
22.4.
A 1−2 2
= =
(1 − 2 2 ) × (2 −=
18 ) 2 − 18 − 4 2 + 2 36
= 2.4. Como 0 < c < d , n ∈N e n par, então c n < d n .
B 2 + 18 (2 + 18 ) × (2 − 18 ) 22 − 18
2
( ) 2.5. Como b < 0 e c > 0 , então b < c .
2
2 − 3 × 2 − 4 2 + 2 × 6 14 − 3 2 − 4 2 14 7 2 Como a < 0 e b < c , então ab > ac .
= = = − =
4 − 18 −14 −14 −14 Como ab > 0 , ac < 0 n ∈N e n ímpar, então ( a b ) > 0 e
n

2
( ac )
n
=−1 + <0.
2
Então, conclui-se que ( a b ) > ( a c ) , n ∈N e n ímpar.
n n

23. Ora, ( 2 − 3 ) = 4 − 2 × 2 × 3 + ( 3 ) = 4 − 4 3 + 3 = 7 − 4 3
2 2

Proposta 3
( )
2
Como 2 − 3 > 0 , então 7 − 4 3 =2 − 3 2− 3 .
=
3.1. 75 + 12= 52 × 3 + 22 × 3= 5 3 + 2 3= 7 3

24. Ora, 4 + 2 3 × 4 − 2 3 = ( 4 + 2 3 )× (4 − 2 3 )= 3.2. 3


5000 − 2 3 40
= 3
103 × 5 − 2 3 23 ×=
5 10 3 5 − 2 × 2 3=
5 63 5

3.3. 2 × 3 + 24 = 6 + 22 × 6 = 6 +2 6= 3 6
( )
2
= 42 − 2 3 = 16 − 4 × 3= 4= 2

Então, tem-se que: 3.4. 4 162 − 4 2 × 4 16 = 4


34 × 2 − 4 2 × 4 24 = 3 4 2 − 4 2 × 2 = 4
2

=
2
=
2 (
2× 4 −2 3
=
) 3.5. 6 × 3 + 200 − 50= 18 + 102 × 2 − 52 × 2=
4 +2 3 4 +2 3 ( ) (
4 +2 3 × 4 −2 3 ) = 32 × 2 + 10 2 − 5 2 =3 2 + 10 2 − 5 2 =8 2

=
(
4 2− 3
=
) 4× 2− 3
= 2− 3
3.6.

( ) − (5 − ) ( 2) ( 3)
2 2 2

( 4 +2 3 × 4 −2 3 ) ( ) 2 2+ 3 54
= + 2× 2 × 3 + − 5 + 32 × 6

= 2 + 2× 6 + 3 − 5 + 3 6 = 5 6
Pág. 75
−250 + 3 16 =3 ( −5 ) × 2 + 3 23 × 2 =−5 3 2 + 2 3 2 =−3 3 2
3
3.7. 3
Proposta 1

( ) ( 3)
2 2
1.1. ( −3 ) > ( −4 ) 3 , pois −27 >− 64 .
3
3.8. 3 − 2 + 27 =
−7 − 2 × 3 × 2 + 22 + 32 × 3 =
−7

1.2. ( −3 ) < ( −4 ) 2 , pois 9 < 16 .


2
=3 − 4 3 + 4 + 3 3 − 7 =− 3

2 2 Proposta 4
1  1 1 1
1.3.   =  −  , pois = .
2  2 4 4 4.1. Se a área do quadrado é 28, então
AB= 28= 22 × 7= 2 7 .
1.4. ( − 2 ) > ( − 3 ) 3 , pois
3

Logo, o perímetro do quadrado é dado por 4 × 2 7 =


8 7.
(− 2 ) = (− 2 ) ×(− 2 ) = 2×(− 2 ) =
3 2
−2 2 e 4.2. Se a medida do lado do quadrado é 6 − 3 , então a área é
dada por:
( − 3 ) =( − 3 ) × ( − 3 ) =3 × ( − 3 ) =−3 3 .
3 2

( ) = ( 6) ( 3)
2 2 2
6− 3 − 2× 6 × 3 + = 6 − 2 18 + 3 =

= 9 − 2 32 × 2 = 9 − 2 × 3 2 = 9 − 6 2

32
 Radicais. Potências de expoente racional

4.3. Se a medida da diagonal do quadrado é 136 , recorrendo Proposta 7


ao Teorema de Pitágoras sabe-se que: 72 72
AB
= = = 9 3 cm
=
( AB ) + ( BC ) = ( AC ) ⇔ ( AB ) + ( AB ) = ( ) 8 8
2 2 2 2 2 2
136 ⇔
P = 2 AB + 2BC = 2 × 3 + 2 × 8 = 6 + 2 22 × 2 = 6 + 2 2 cm ( )
⇔ 2 ( AB ) = 136 ⇔ ( AB ) =
2 2
68

Portanto, AB = 68 = 22 × 17 = 2 17 . Pág. 77
Logo, o perímetro do quadrado é dado por 4 × 2 17 =
8 17 .
Proposta 8
Pág. 76
8.1. A=
t 2 ( 6× 2+ 6× ( )
3 +1 + 2 × ( 3 +1 = ))
Proposta 5
= 2 ( 12 + 18 + 6 + 6 + = 2 ) 2( 2 × 3 + 3 ×2 + 2 2 2
6+ 2 )
5.1. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:
2 2
d = l + l ⇔ d = 2l 2 2 2
= 2 ( 2 3 + 3 2 + 2 6 + 2 )= 2 ( 4 2 + 2 3 + 2 6 )=
Como d > 0 , conclui-se que d = 2l = 2 × l = 2 l 2 2
.
=8 2 +4 3 +4 6
d 2l
Então,=
l
=
l
2.
8.2. V = 6× 2× ( 3 +1 = ) 12 × ( 3 +1 = ) 36 + 12 =

5.2. Sabe-se que CD


= AB
= r . Designemos por O o ponto médio
= 6 + 22 × 3 = 6 + 2 3
do segmento de reta [AB].
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que: 8.3.
2
r
( BE ) = ( 6 ) + ( 2 ) + ( ) ( )
2 2 2

( PO ) + (OA ) =
( AP ) ( )
2 2 2 2 2 2
r2
⇔ PO +   =⇔ 3 + 1 ⇔ BE = 6 +2+3+2 3 +1 ⇔
2
⇔ ( BE ) =+
2
r2 3r2 12 2 3
( ) ( )
2 2
⇔ PO =r 2 − ⇔ PO =
4 4
BE
Portanto, = 12 + 2 3 .
3r2 3 × r2 3r
PO
Portanto,= = = . Proposta 9
4 4 2
3r CF 3r
Como CF ==
PQ 2PO =
2× =3 r , então = = 3. 8 72 − 3 288 8 72 3 288
2 CD r 9.1. A = = − =8 9 − 3 36 =
8 8 8
Proposta 6
= 8 × 3 − 3 × 6 = 24 − 18 = 6
7 4
7
6.1. 4 = 4 9.2. B = 3 80 − 3 10 = 3 23 × 10 − 3 10 = 3 23 × 3 10 − 3 10 =
3 3
= 2 3 10 − 3 10 = 3
10
5× 6 30 30
6.2. = = = 10
3 3 3 9.3. AB = 6 × 3 10 = 3
63 × 10 = 6 63 × 10 = 6 2160

6.3. 2 5= 22 × 5= 20 Proposta 10

6.4. − 3 7 = 3 ( −1 ) × 7 = 3 −7
3
2 2× 5 2 5 2 5
10.1. = = =
3 5 3 5 × 5 3 × 5 15
6.5. 5
3 = 10 3
1 1 × 3 72 3
72 3
49
10.2. = = =
( 5=
) 7
2
6.6. 3 3
5
= 2 3
25
3
7 3
7 × 3 72 3
73

6.7. 2 2= 22 × 2= 4
23= 4
8
−3 × 5 ( −2 ) −3 × 5 ( −2 )
2 2
−3 −3
6.8. 3 2= 3 4 2= 4
34 × 2= 4
162
10.3.= = = =
5
−8 5
( −2 )
3 5
( −2 ) × 5 ( −2 )
3 2 5
( −2 )
5

6
12 12
6
12
6.9. = = 6 = 6
2 −3 × 5 4 3 5 4
3
6
6
6 6 = =
−2 2

NEMA10PR-3
33
Unidade 2

10.4. d 2 = a2 + a2 ⇔ d 2 = 2a2

=
2 2× 1+2 3
=
( 2 +2 6
=
) =
2 +2 6 Como d > 0 , conclui-se que d = 2a2 = 2 × a2 = 2 a .
1−2 3 ( ) (
1 − 2 3 × 1 + 2 3 12 − 2 3
2
) ( ) 1 − 4×3 b) =
d 2=
a 2× 3 V

Proposta 13
2 +2 6 − 2 −2 6
= = 4 3 3V 3V
−11 11 V = π r 3 ⇔ V =π r 3 ⇔ =r 3 ⇔ 3 =r
3 4 4π 4π

10.5.
=
3 (= 3 −2 2)

=
3 3 −6 2 2r =
a= 2× 3
3V
= 3
3 2 ×
3V
=3
24 V 3 6 V
=
3 +2 2 ( 3 + 2 2 ) × ( 3 − 2 2 ) ( 3 ) − (2 2 ) 2 2 4π 4π 4π π

3 3 − 6 2 3 3 − 6 2 −3 3 + 6 2
Proposta 14
= = =
3 − 4 ×2 −5 5 A
14.1. A = π r 2 ⇔ = r2
π
10.6.
=
2 2× (= 5 +2 3)
=
10 + 2 6
A
5 −2 3 ( 5 −2 3 ) × ( 5 + 2 3 ) ( 5 ) − (2 3 )
2 2
Como r > 0 , conclui-se que r =
π
.

10 + 2 6 10 + 2 6 − 10 − 2 6 14.2.
= = =
5−4×3 −7 7 3 2
4 4  A 4  A A 4 A A
V = π r 3 = π ×   = π ×   × = π× × =
10.7. 3 3  π 3  π π 3 π π

=
5
=
(
5× 2 5 − 3 2 ) =
10 5 − 15 2 4A A 4 A A × π 4 A Aπ
= == =
2 5 +3 2 ( 2 5 +3 2 × 2 5 −3 2 ) ( ) ( 2
) (
2 5 − 3 2
2
) 3 π 3 π× π 3π

Proposta 15
10 5 − 15 2 10 5 − 15 2
= =
15.1. ( 2 + 3 ) − 4 ( 2 + 3 ) = 4 + 2 × 2 × 3 + 3 − 8 − 4 3 =
2
4 × 5 − 9×2 2

10.8.
=
1− 2 − 2 )×( 7 + 3 )
(1= 7 + 3 − 14 − 6
= =−1 + 4 3 − 4 3 =−1
7− 3 ( 7 − 3 )×( 7 + 3 ) ( ) ( )
2
7 − 3
2

Assim sendo, x1 = 2 + 3 é solução da equação dada porque


−1 .
x12 − 4 x1 =
7 + 3 − 14 − 6
=
(2 − 3 ) ( )
2
4 − 4 2 − 3 = 4 − 2×2× 3 + 3 − 8 + 4 3 =

Proposta 11 =−1 − 4 3 + 4 3 =−1


Então x2 = 2 − 3 também é solução da equação dada porque
11.1.
−1 .
x22 − 4 x2 =
=BC =
4 4× 2 5 +2
=
( ) 8 5 +8
=
8 5 +8
= 15.2.
2 5 −2 ( 2 5 −2 × 2 5 +2 ) ( ) ( 2
)
2 5 −2 4×5− 4
2

( 2 ) + (2 − 3 2 ) × ( 2 ) ( )
4 2
4 4
=2 + 2 − 3 2 × 2 =2 + 2 2 − 3 × 2 =

= 2 2 − 4= 2 ( 2 − 2 )
8 5 +8 5 +1
= =
16 2
Então x2 = 4 2 é raiz da equação dada porque
5 +1
(
11.2. P = 2 × 2 5 − 2 + 2 ×
2
)
= 4 5 −4 + 5 +1 = 5 5 −3
( )
x24 + 2 − 3 2 x2=
2
2 ( 2 − 2) .
( − 2 ) + (2 − 3 2 ) × ( − 2 ) = 2 + (2 − 3 2 ) ×
4 2
4 4
2=
2 + 2 2 − 3×2

= 2 2 − 4= 2 ( 2 − 2 )
Pág. 78
Logo, x3 = − 4 2 é raiz da equação dada porque
Proposta 12
(
x34 + 2 − 3 2 x3=
2
2 ) ( 2 −2 ).
12.1. V = a ⇔ a =
3 3
V

12.2.
a) Recorrendo ao Teorema de Pitágoras, tem-se:

34
 Radicais. Potências de expoente racional

Proposta 16
( )
1 ×  3 5 + 3 5 × 3 2 + 3 2  ( )
2 2

1  
=18.2. 3 =
16.1. ab= 2× ( 3 +1 = ) 6+ 2 5−3 2
(
3
2
) ( )
5 − 3 2 ×  3 5 + 3 5 × 3 2 + 3 2 
2
( )
 
ab × 6− 2= 6+ 2× 6− 2= ( 6+ 2 × ) ( 6− 2 = ) 3
52 + 3 10 + 3 22 3
25 + 3 10 + 3 4 3
25 + 3 10 + 3 4
= = =
( ) ( )
3 3
5−2 3
( 6) −( 2)
2 2 3
= = 6 −2 = 2 5 − 32

16.2. Proposta 19

(=
a + b ) − 11 ( 2 + 3 ) − 11 ( 2 )
2 2 2
+ 2 × 2 × 3 + 32 − 11 19.1.
= = a) Substituindo, por exemplo, x por 3 obtém-se:
ab 2×3 6
9 − 12 + 4 =3 − 2 (Proposição verdadeira)
2 + 6 2 + 9 − 11 6 2 6 2 × 6 6 12
= = = = = 12
6 6 6× 6 6
b) Substituindo, por exemplo, x por 1 obtém-se:
1 − 4 + 4 = 1 − 2 (Proposição falsa)
Pág. 79
( x − 2)
2
19.2. x 2 − 4 x + 4=
Proposta 17
Assim sendo, a afirmação x 2 − 4 x + 4 = x − 2 é verdadeira se
17.1. Designemos por O o centro do quadrado [ABCD].
x − 2 ≥ 0 , ou seja, se x ≥ 2 .
Sejam E e F os pontos médios dos lados [AB] e [BC],
Conclui-se, então, que x ∈[2, +∞[ .
respetivamente, do quadrado [ABCD].
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
Proposta 20
( EF ) = (OE ) + (OF )
2 2 2
⇔ ( 2r ) = 4 2 + 4 2 ⇔ 4 r 2 = 32 ⇔ r 2 = 8
2
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
2
1
( MC )= ( MB ) + ( BC ) ( )
2 2
Portanto, r= 8= 2 × 2= 2 × 2= 2 2 cm . 2 2 2 2
⇔ MC =   + 12 ⇔
2
17.2. 1 5
( ) ( )
2 2
⇔ MC = + 1 ⇔ MC =
a) A reta EF é um eixo de simetria do quadrado [OEBF]. Então, a 4 4
área da região contida no quadrado [OEBF] e colorida a amarelo
5 5 5
é igual à área da região contida no quadrado [OEBF] e colorida a Portanto, MC
= = = .
vermelho. 4 4 2
Como as retas EO e FO são dois eixos de simetria do quadrado 1 5 1+ 5
AP = AM + MP = AM + MC = + = =Φ
[ABCD] representado na figura, conclui-se que a área da região 2 2 2
colorida a amarelo na figura é igual à área da região colorida a
vermelho na figura, ou seja, é igual a S.
Pág. 80
S ( EF ) − 4 × A1 = ( EF )
2 2
b) Sabe-se que= − Acírculo .
círculo
4
25.1.=
5 4
3 5×=
2 4×2
3 10
38
( ) ( )
2 2
Então, S = 4 2 − π× 2 2 = 16 × 2 − π × 4 × 2 = ( 32 − 8π ) cm 2

25.2. =
8 4
3 8:2=
34:2 4
32
Proposta 18
25.3. =
5 2×3 1×3
5= 6
53
= 6
125

18.1.
=
2 2 +2
= =
2× ( )
2× 4 2 + 2 2× 4 2 + 2
4

=
( ) ( )
25.4. =
( ) ( ) ( )
6 3
4
2 −2
2
2 −4 2 6:3=
23:3 2
4
2 −2 × 4 2 +2 4
2 − 22
3 3 3×3 9
2 × ( 2 + 2) × ( 2 + 4 ) 2× ( 2 + 2) × ( 2 + 4 )
4 4×3 12
4 4
25.5. 5
73 = 7 5 25.6. =
11 11
= 11
= =
( 2 − 4)×( 2 + 4) ( 2) −4
2
2

25.7. 5= 5 = 5=
2
3
2×2
3×2
4
6 6
54 25.8. 3= 3 = 3=
4
7
4×3
7×3
12
21 21
312
2 × ( 2 + 1) × ( 2 + 1) ( 2 + 1) × ( 2 + 1)
4 4

=
−14 −7 Pág. 81
5
26.1. 7
35 = 37
4
26.2. 9
5 × 9 53 = 9 5 × 53 = 9 54 = 5 9

35
Unidade 2

1 2

26.3. 3
5
= 6
5 56
= 2 5 × 10 4 5
22 × 10 4 5×2
22×2 × 10 4
29.6. = 1
= =
2 2×5 1×5
2
3 1 22
26.4. 3 2 2 = 3
22 × 2 = 6
23 = 2 6 = 2 2
10
24 × 10 22 24 × 22 26 10
2 = = 10 = 10 = 2
27.1. 5 = 3 52
3 10 5
2 25 25

4
7 4 29.7. 4
2 × 4 8 = 8 2 × 4 23 = 8 2 × 4×2 23×2 = 8 2 × 8 26 =
3 3
27.2.   = 7  
 5 5 = 8 2 × 26 = 8 27 = 8 128
1

1
2
1
1
1 30.1. BC= 3
48= 3
23 × 6= 2 3 6= 23×2 61×2= 2 6 62= 2 6 36= 2 AB
27.3. =
  =
 
2 2 2 30.2. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
( AB ) + ( BC ) = ( AC ) ⇔ ( AB ) + (2 AB ) = ( AC )
2 2 2 2 2 2

1 ⇔
4 1 1 4
1 1
27.4. 5 = = = = 4
⇔ ( AB ) + 4 ( AB ) = ( AC ) ⇔ 5 ( AB ) = ( AC )
1 2 2 2 2 2
4
4
5 4
5 5
5

( )
2

3 Portanto, AC = 5 AB = 5 × AB = 5 × 6 36 = 2×3 53 × 6 36 =
1 2 1 1 1
27.5. 3 = = 3 = =
2 33 27 27 = 6
125 × 6 36= 6
125 × 36= 6
4500 .
3


3
3
Pág. 83
1 4
27.6.   = 3=
4 4 3
3= 4
27 5 1 5 1 7
3
  +
31.1. 2 6 × 2 3 = 2 6 3 = 2 6
28.1. 3 5 > 4 7 porque=
3
5 3×=
4 4
5 12
625 e −
1 2 1 2
− +
3 4
− +
1

4×3 3
31.2. 3 2 × 3=
3 3 2 =3 3 6 =6 36
=7 4
7
= 12
343 .
2 2 2
2
2 5 2 5 4 5
28.2. 5 8 < 4 7 porque= 8 5×= 31.3. 2 5 ×   = 2 ×  = 
4 4
5
8 20
4096 e
4×5
3 3 3
     
4
= 7 75
= 20
16807 .
3
 1
 3

28.3. 11 > 2 15 porque=


6
11 =
11 4 3 6 6×2 2 12
121 e 31.4.  54  = 54
 
4 4 3
2 3 15= 23 × 15= 12
120 .
2 4
   1 7
2 4
− −

31.5.  3 =
 3=  
7 7

Pág. 82 3   

29.1. 4
3× 2 = 4
3 × 2×2 21×2 = 4
3× 4 4 = 4
3× 4 = 4
12 −
1 1 1 1 1
5 2 1 2 3 2 1 2 3 2
31.6.   ×   =   ×   =  
29.2. 6
5 × 3 22 = 6
5 × 3×2 22×2 = 6
5 × 6 24 = 6
5 × 24 = 6
80 3  2   5   2   10 

3  3 3 11
29.3. 31.7. 54 : 5=2
5 =
2
5=2
52
− 4− −  4+

3
52 × 4 2 × 5 = 3×4
52×4 × 4×3 21×3 × 2×6 51×6 = 12
58 × 12 23 × 12 56 =
8 3 8 3 5

5 2  5 2  5 2 2  5 2
31.8.   :=
12 12
= 58 × 23 × 56 = 512 × 52 × 23 = 5 12 200
  =   
  3 3
3 3
29.4.
1 1 3 3
1 3 3 3  1 4  3 4
32.1. A = 2 −  =  ; B =
3×2 6 6
3
7×6 2 71×2 × 6 2 72 × 6 2 72 × 2 72 × 2 49
= = = = 6 = 6 1 +  = 
3
4 3×2 1×2 6 2 6 2 42 8 2 2  2 2       
4 4 4
1 3 1 3 13
+
3 3 3 3 3 3 4 3 4 12
A ×=
B   ×  =   =  
29.5. 3 4 × 3 = 4
33 × 3 = 4
33 × 2×2 31×2 = 4
33 × 4 32 = 2 2
      2 2
4 4 4 1
= 33 × 32 = 35 = 34 × 31 = 3 4 3 3 3 1
 1  4  3  4  3  
3 4
 27  4
32.2. B =1 +  =  =    =  
 2 2   2    8 

36
 Radicais. Potências de expoente racional

6 1
1 1 1
 1 5
 6
6 2
 3 2 2  6 22  2  4 2  
1 6 1
 3  3   3  15  3  5  4=  2   4  12
A  =
32.3.= =
5
21.4. =  =  =
6

 2    2   
2  3
6  63 
 3  3    3 
     
−1 1 1
 1
 1 2 3
42
44 6 256  256  6 6
44
21.5. 4 × ( 3 )
 3 3    3  −1  3  2  3 −1
32.4.
= A = −1
=
3
= = = 3 = = 
6
 
 2        3 6 3
3 3 27  27 
  2    3 
 
21.6.
Pág. 84 1
1
 1 
2 1 3 1 1
 2 2 − 1  + 8 2  =  ( 2 −1 + 8  = ) (2 − 2 )
2 3
4 2 4 2 2 2 +1+2 2 3
= 33
2 2 2 2

 
33.1.   :=   
5 3 5 3 15
  =   
3 3 3
  3       Proposta 22
1 1
3 1− 3
33.2. =1
3= 3 2 2
22.1. 5 = 4 53
4

32
1 1

2 2
2
3 5 5
5 2 2
22.2.  = =
33.3. 5 : 3 =  
3
3 3  
 5 3 3
3
5
2 2 3 5

( 3=
)
2 2 − 2
6 1
33.4. 6 : 2=  = 3=   22.3. 3

3

3
3 −
3
3
33
= 35
= 2×3
35
= 6
35
2 3    
1 1
2 2 −
 1 −  
1 1
− 
1
 1   −1  1 1 4 4 1
×2 − ×2
34.1.  22 + 4 4  ×  22 − 4 4  =  22  −  4 4  = 2 2 − 4 4 = 2 3 3 3
22.4.  =
 = 4
= 4
        3 2 2 2
1
− 1 1 1 3 1
=21 − 4 2
=2 − 1
=2 − =2 − = −
6
 1
−2×  − 
1
4 2 2 3
( 5) ( 5) ( =
5)
 6
22.5.  
−2
4 2 3
= 3
= 3 3 3
=5 9
5
 
2 1 3×2 6
− 1 32×2 34 81
34.2. 3 3 × 5 6 = 3
32 × 1
= = = 6 = 6
16,2 1
6
5 6
5 5 22.6.
3
32
= 3
=3 3×2×2
=3 12
3
5 6

1 1 Proposta 23
34.3.
6
11 − 32 ×
6
11 + 3=
2 6
( 11 − 3 × ) ( 11 + =
3 )
3 1
23.1. 3 6 > 3 porque=
3
6 3×=
2 1×2
6 6
e 3
36 = 2×3
31×3
= 6
27 .
( ) ( )
2 2
6 3
= 6 11 − 3 = 6
11 − 3 = 6
8= 2 = 2 = 2 6 2
Então, o maior dos números é 3
6.

Pág. 86 23.2. 5 7 < 4 5 porque


= 5
7 5×=
4 1×4
7 20
2401 e
Proposta 21 4
=5 4×5
5
= 1×5 20
3125 .
Então, o maior dos números é 4
5.
21.1. 3 2 × 3 × 6 5 = 3×2
21×2 × 2×3 31×3 × 6 5 = 6
22 × 6 33 × 6 5 =
1
6
= 22 × 33 × 5= 6
540= 540 6
1 2 1
21.2. 23.3. 52 > 3 3 porque 5=
2
5
= 2×3
51=
×3 6
125 e
1 2
8 + 32 2
22 × 2 + 22 × 22 × 2 2 2 + 2 × 2 × 2 6 2 3
= 3 3
32
= 3×2 2×2
3= 6
81 .
= = = =
6 6 6 6 1

2 2 1 Então, o maior dos números é 52 .


6 ×2 6 ×2
= = == 12 12 2

6 6
1 1
2 2 2× 2 2 2
1 23.4. π 2 > porque π 2 = π e = = = 2.
2 2 2 ×22 4
2 3
2 8 8 3
4 2 2 2× 2 2
21.3. = = = 4= =4
 
3 3 4 2
3 32 9 9 1
Então, o maior dos números é π 2 .

37
Unidade 2

1
1
 1 2 1 1
×
1 1 1
23.5. 3  3 3=
3 < π porque =
3 6
 3=
3 2
36 e 3 6
π = π6 . Pág. 87
 
Proposta 26
Então, o maior dos números é 6
π.
26.1.
3 1


1 a) 3
2 2=
3
22 × 2 = 6
23 = 2 6 = 2 2
3 1 2 3 3× 3 3 3
23.6. >  porque = = = 3 e 1 −1
3 2 3 3× 3 3 b)
2
8
= 2 −1 (2 =
) 3 −1
2 −1 =
2 −3 (2 ) −1 2
2 −3
×=
1
− 1
1 2 −
5

  = 2=
2
2. = 4
2−2 × 2−3 = 4
2−5 = 2 4
2
3 26.2.
Então, o maior dos números é .
3 1
1
2
5

Proposta 24 9
a) =
5
( 3 )= 2
3
5

=

3 5= 3

315 =15
2 2

3 15
6 10 4

2 2 2

24.1. 33 3 3
33
1 1 1 1 1 3
9 8 17 + 3  2
1 4
3 ×3 34 × 32 3 4 2 34
2 − −  +
2 ×3 2× 3 3 3 2×3 1×3
2 × 3 3×2 1×2 6
2 × 3 3 6 2 6
2 ×3 3 2
b) = = = = 34  =3
312= 12
312
= = = = =
( )
−2 3 −2 2 2
3
3 3 −
3 3 3 3

2 3 3 2 2 3 32 × 2 2 6 32 × 2 6 2
3 × 2 × 26 6 2
3 × 27

23 × 32 1 6 −4

4

2
Proposta 27
= 6 = 6 = 2= 2=
6
2 3
32 × 27 24
27.1. 3 3 9= 3
33 × 9= 3
33 × 32= 3
35
24.2.
3 27.2. 3 3 9= 3
33 × 9= 3
33 × 32= 3
35= 3×2
35×2= 6
310
 2  8
3
22 × 2
 =  :  2  8 2 2
  = : = :
 2
1
12 + 3  3  22 × 3 + 3 3 2 3+ 3
3 5

3  27.3. 3 3 9= 3
33 × 9= 3
33 × 32= 3
35= 3 3
3 3
8 2 2 8 3 3 8 23 23 3−
5 1 1
= = × : = = 1 =3 = 2 2= 22
3 × 3 3 3 3 3 2 2 2 2 2 × 22 22
2 27.4. 3 3 9= 3
33 × 9= 3
33 × 32= 3
35= 33= (3 ) =
5 3
243 3

24.3. Sendo a > 0 , então: Proposta 28


2 2 2 1 2 1  2
− − − − − −  3
a a −1 : a 3
= a2 × a −1 : a 3
=
4
a :a 3
a :a
= 4 3
a
= 4  3
=  − 5
1 1 3
− × −
3 3
2 2 5 10 10
3 8 11  3    3  3 4
= a=
12 12
a 12
+
28.1.  =   =  =  
 4    4  4 3
Proposta 25  
Sabe-se que a e b são números reais positivos. 3
 2 
1 1 3 3 3
− 5 − × −
2 5 10 10 3
 3    3  3 4 4
5
28.2.  =  =
  =
 = 10
 
25.1.  4    4 
4 3 2 4 3 3 2 4×3 3+2 12 5
a a = a ×a = a = a = a 12
4 3 3
 
1 1
2 1 1
 2 2 2  2 ×
2

25.2.  a 3 × b 3  = ( a × b )
3 3 2 3
 =( ab ) =( ab ) =3 ab
Proposta 29

   
29.1. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
1 3 1 3 7 2
 1
( ) ( ) ( ) ( ) ( )
+ 2 2 2 2 2
4 4
b ×b b b 4 2 4 2 4
b7 b 4 × b 3 b 4 b3 b3 AB + BC = AC ⇔ AB + AB =  43  ⇔
25.3. 4 = 4 = 4= = = 4 = b4
a a a 4
a 4
a a a  
2

25.4.
2
(2 ) 2 3 4 1

( ) ( ) ( ) ( )
2 2 2 −1 2
⇔ 2 AB =⇔
4 AB 3
= ⇔ AB =
2 3 ⇔ AB =⇔
23
1 1  1 3 2 5 2
( ab )2
− −  +
ab
( ) (=
AB )
2  3 6 6 6 2 2
( ab ) = ( ab=
) (=
ab ) (=
ab )
5 6
= 1
= 1
6
a 5 b5 ⇔ AB =
2 . Ora, A=
[ ABCD ]
3 3
2.
( ab ) 3 ( ab )
− −
3

29.2. Atendendo aos cálculos efetuados anteriormente, tem-se:


=AB = 3
2 62.
Logo, o perímetro do quadrado é dado por
1 1 13
2+
4 × 6 2 =22 × 2 6 =2 6
=2 6 .

38
 Radicais. Potências de expoente racional

Proposta 30 32.2. Se o triângulo [ABC] for retângulo então a igualdade


(=
AB ) ( AC ) + ( BC )
2 2 2
30.1. Como o hexágono é verdadeira.
representado na figura é = 13 + 5 é uma igualdade falsa.
Ora, 20
regular, então: Logo, o triângulo [ABC] não é retângulo.
1
P =6 × AB =6 × 6 2 = 32.3.
a) ( AB − BC ) = ( 20 − 5 ) = ( 20 − 5 ) × ( 20 − 5 ) =
2 3 3 3 2
=6 × 6 = 6 × 6 = 6
= 216
= (20 − 2 100 + 5 × ) ( 20 − 5 = ) ( 25 − 20 ) × ( 22 × 5 − 5 =)
30.2. Dividindo o hexágono
1 1 3

( ) ( 5 ) =5 × 5
1+
regular em 6 triângulos =5 × 2 5 − 5 =5 × 2
=5 2
=5 2

equiláteros (conforme ilustra a 3 3 3 3


figura ao lado) e recorrendo ao  3   3   3   3 
b)  =   =   =  = 
Teorema de Pitágoras, tem-se que:  AB + BC   20 + 5   2 5 + 5   3 5 
2 3
 6 6 18 3   3

( )  1   1   −2 
2 1 3
( ap ) =6  ⇔ ( ap ) =6 − ⇔ ( ap ) =
2 2 2 −
−  = =  =  5
=  5 2

 2  4 4  5
1
  
5 
2

18 18 32 × 2 3 2
ap
Donde se conclui que= = = = . Proposta 33
4 4 2 2
Então, 33.1.
P 6 6 3 2 18 12 9 22 × 3 9 × 2 3 a) Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
Ahexágono = × ap = × = = = =
2 2 2 4 2 2
( BC ) ( )
2 2
= 12 + 32 ⇔ BC = 10
1 1 5
2+
2
=9 3 =3 × 3 = 3 2 2
=3 . 2
Donde se conclui que BC = 10 .
b) Aplicando o Teorema de Tales, tem-se:
Pág. 88
AB BC 8 10 4 10 10
= ⇔ = ⇔ DE = ⇔ DE =
Proposta 31 AD DE 4 DE 8 2

31.1. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que: 33.2. Vamos começar por determinar AC e em seguida AE .
Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
(OC ) =
(OA ) + ( AC ) ( ) ( )
2 2 2 2 2
⇔ OC 32 + 32 ⇔ OC
= 18
=
( AC ) ( )
2 2
= 32 + 92 ⇔ AC = 90
Donde se conclui que OC = 18 = 2 × 32 = 3 2 .
Ora, OB = OC porque são raios da circunferência. Donde se conclui que AC = 90 = 2 × 32 × 5 = 3 10 .
Aplicando o Teorema de Tales, tem-se:
OB × AC 3 2 × 3 9 2 9 9 1
Então, tem-se: A[ OBC ] = = = = × 2 = × 22 AC AB 3 10 8 12 10 3 10
2 2 2 2 2 = ⇔ = ⇔ AE = ⇔ AE =
AE AD AE 4 8 2
31.2. Como o triângulo [OAC] é retângulo e isósceles, conclui-se 3 10 3 10
Como EC
= AC − AE , conclui-se que EC =3 10 − = .
que AÔC= 45° . 2 2
Então [BC] é um dos lados de um octógono regular inscrito na Assim sendo, o perímetro P do trapézio [DBCE] é dado por:
360° 10 3 10
circunferência, pois =8 . P =DB + BC + EC + DE =4 + 10 + + =4 + 3 10
45° 2 2
9 2 72 2
Então, tem-se: Aoctógono =
8 × A[ OBC ] =
8× = = 36 2
2 2
Pág. 89
Proposta 32
Proposta 34
32.1. Recorrendo ao Teorema de Pitágoras sabe-se que:
34.1.
( BC ) ( ) = 5 ; ( BC ) ( )
2 2 2 2
= 22 + 12 ⇔ BC = 22 + 12 ⇔ BC =5 e 1
3 6
3
2 3 × 22 22 × 3 × 2 22 × 3 × 2×3 21×3 6
22 × 3 × 23
( AC ) ⇔ ( AB ) = 13 .
2 2
2
=2 +3 2 = 1
= = =
6
6 6
6 6
2×3
1 1
66
Donde se conclui que BC
= 5 52
= , =
AC =
13 132 e 25 × 3 6 6:2 3
1 = 6 = 24
= 4:2
2= 22
= 3
4
2×3
AB
= 20 20
= 2
.

39
Unidade 2

34.2. Atendendo aos cálculos efetuados na alínea anterior, tem- 3


108
( )
2
6
108 3a2 ⇔ 6:2 1082:2 =
= 3a2 ⇔ a2 ⇔
=
3
1
2 3
2 3 ×2 2
-se que: 1
= 3
22 2 3 .
= 3
33 × 22 3 3 22
66
⇔ =a2 ⇔ =a2 ⇔ 3 22 =a2
3 3
2 1
Proposta 35 a
Como a > 0 , conclui-se que = 3 2
2= 6 2
2= 2=
6
23 .
3
 1

35.1. A proposição ∀x ∈ R, 4 x 2 − 24 x + 36= 2 x − 6 é falsa. 37.2. V= a=
3 1
 2 3 = 2= 2
Por exemplo, para x = 1 obtém-se:  
4 − 24 + 36 =2 − 6 , ou seja, 16 = −4 (proposição falsa). 37.3. Atendendo aos cálculos efetuados em 37.1. tem-se:
35.2. 6× 3 4 .
6 × 3 22 =
6 a2 =
At =
a) Ora,
(5 − 2 ) ( 2 ) = 25 − 10
2 2
= 52 − 2 × 5 × 2 + 2 + 2 = 27 − 10 2 Pág. 90

( 5 − 2 ) (=
2 2 2×4 8
Então, 27 − 10 2= 5− 2 1. A opção correta é a (C) porque 3 7=
2
7=
3
7 3×=
4
712 .
) 1

(1) 5 − 2 > 0 porque 5 > 2 1 1×3 3

b) Ora, 2. A opção correta é a (D) porque 3 =


a a=
3
a 3×=
3
a9 .

(3 + 6 ) ( 6) = 9+6
2 2
= 32 + 2 × 3 × 6 + 6 + 6 = 15 + 6 6 . 3. P = 2 50 + 2 18 = 2 52 × 2 + 2 32 × 2 = 2 × 5 2 + 2 × 3 2 =
= 10 2 + 6 2 = 16 2 .
( 6) =
2
Então, 15 + 6 6 =3 + 3+ 6
( ) 2
A opção correta é a (A) porque a = 16 .
(2) 3 + 6 > 0
8
4. a 3 = 3
a8 = 6
a8= 6:2
a8:2= 3
a 4= 3
a3 × a= 3
a3 × 3 a= a 3 a
35.3. ( 2 + 3 ) = 2 + 2 × 2 × 3 + ( 3 ) = 4 + 4 3 + 3 = 7 + 4 3
2 2
2

A opção correta é a (B).

(5 − 3 ) ( 3)
2 2
2
= 5 − 2× 5× 3 + = 25 − 10 3 + 3 = 28 − 10 3 5. A opção correta é a (B) porque

(2 + 3 ) (5 − 3 )
3 3 6
Então, 7 + 4 3 + 28 − 10 3 =
2
+
2
= 2 a= 22 × a= 22 × a= 6
4a .
( 3)

= 2+ 3 + 5− 3 = 7 6. OD =OB + BD =2 + 12 + 12 =2 + 2
( 3)

(3) 2 + 3 > 0 e 5− 3 > 0 AC


= =
2 2× 2 − 2
=
(
2× 2 − 2
=
) ( )
Assim sendo, a expressão 7 + 4 3 + 28 − 10 3 representa um OD 2 + 2 ( 2+ 2 × 2− 2 22 − 2 ) (
2
) ( )
número natural.
=
2× 2 − 2(
2− 2
)=
Proposta 36 4 −2
A opção correta é a (C).
  1 1 3
2  1

 1
2

 2 2
36.1. a2 ×  a −1 + b 3  ×  −    =a2 ×  + b 3  ×  − b 3  =
   a  b    a   a 
  Pág. 91
  1 2  2 2   1 4
 1 4
=a2 ×    −  b 3   =a2 ×  2 − b 3  =a2 × 2 − a2 × b 3 = 1.1. 5 4 6 − 4 96 + 6= 5 4 6 − 4 24 × 6 + 4 6=
 a     a  a
 
=1 − a2 × 3 b4 =1 − a2 × 3 b3 × b =1 − a2 × b 3 b = 5 4 6 − 24 6 + 4 6 = 4 4 6

1
1 2×3 5 2×3
21×3 × 3×2 51×2 6
23 × 6 52 6
23 × 52
36.2. Sendo a = 32 e b = , então tem-se: 1.2. = = = =
8 6
20 6
20 6
20 6
20
2
 1 1 1 1 1 3 13
1 − a2 × b 3 b = 1 −  3 2  × × 3 = 1 − 3 × × = 1 − = 200
  8 8 8 2 16 16 = 6 = 6
10
20
Proposta 37 3 3 3 3 3 6 9
9 5 4 + +
a4 ×a2 a4 2 a4 4 a4 −
37.1. Designemos por D a medida da diagonal espacial do cubo e 1.3. 1
= =
1 5
= = 5
a4 =4
a=
4 1
a= a
(a ) a
5 4 5×
por a a medida da sua aresta. 4
a 4
a 4

Sabe-se que D2 = 3a2 . Então, tem-se que:

40
 Radicais. Potências de expoente racional

2.1.=c 4
25
= 4
52
= 4:2 2:2
5= 5 3
2 3 3
22 × 3 6
12
4.1. 6
= = = 1= 20
1
12 6
12 6
12
2.2.=
c 4
25
= 4 2
5= 4:2 2:2
5= 5 52
=
4.2.
1 2×2
2.3.=c 4
25
= 4
5
= 2 4×2
5= 2×2 8 4
5 − 1 10 101×2 4
100 100
10 × 5 4
= 10 × 1
= = = = 4 = 4
20
4
51 4
5 4
5 5
5 4
3.1.

( ) ( ) 5.1. Como o triângulo [ABE] é equilátero, então


2
3 − 1 − 4 3 − 2 3 + 1 − 4 −2 3 −2 3 × 3 −3
=A = = = =
3+3 3 +3 3 +3 ( ) (
3 +3 × 3 −3 ) AB
= =
108
3
22 × 32 × 3
3
=
22 × 32 × 3 2 × 3 × 3
3
=
3
= 2 3.
−2 × 3 + 6 3 −6 + 6 3 −6 + 6 3 Recorrendo ao Teorema de Pitágoras e atendendo a que E é o
= = = = 1− 3
( )
2
3 − 32 3−9 −6 ponto médio de [CD], tem-se:
( AD ) + ( DE ) = ( AE ) ⇔ ( AD ) + ( 3 ) = (2 3 ) ⇔
2 2 2 2 2 2

3.2.
⇔ ( AD ) + 3 = 4 × 3 ⇔ ( AD ) = 12 − 3 ⇔ ( AD ) = 9
2 2 2
2 1 2 1 4 3 1 1
− − − 1 1 2 1
1
8 ×83 2
8 3 2
8 6 6
8 8
6
(2 )=
6 2×
2 6
B
= 1
= =
1 1 1
= =
1  = 4=
6
2 = 2= 2
6 6 3
Então conclui-se que AD
= 9 3.
=
 12 
× 2
3
2 2 3
2 6
26 P[ ABCD] = 2 × AD + 2 × AB = 2 × 3 + 2 × 2 3 = 6 + 4 3 .
2 
 
3
AB × AD 2 3 × 3
5.2. A[ ABE ]= = = 3 3= 32 × 3= 33= 3 2
2 2

41
Unidade 3 Polinómios
Exemplo: P ( x ) =
−2 x 3 + x 2 .
Pág. 95
5
1.1. 6.1. Como A ( x ) é um polinómio de grau 3 e 2 x + é um
3
a) Área do quadrado A: ( 2 x + 1) = 4 x 2 + 4 x + 1 .
2
 5
polinómio de grau 1, então o polinómio P (=
x )  2x +  A( x )
b) Área do quadrado B: ( 3 x ) = 9 x 2 .
2
 3
tem grau 4 ( 1 + 3 ) .
1.2. A expressão que corresponde a um monómio é a da área do
quadrado B. 6.2. Como A ( x ) é um polinómio de grau 3 e 3 x 2 − 1 é um
2. A afirmação é falsa. O polinómio dado é do 2.º grau se (x)
polinómio de grau 2, então o polinómio P = ( 3x 2
− 1) A ( x )
a +1 =0 , ou seja, se a = −1 .
tem grau 5 ( 2 + 3 ) .
No entanto, se a = −1 então o polinómio obtido é incompleto
( −x 2
− 1) . 6.3. Como A ( x ) é um polinómio de grau 3, então o polinómio

3.1. A ( x ) B ( x )= ( 2 x 2 − 3x + 1) × ( 2 x − 1)= P ( x ) = ( A ( x ) ) tem grau 9 ( 3 + 3 + 3 ) .


3

Nota: P ( x ) = ( A ( x ) ) = A ( x ) × A ( x ) × A ( x ) .
3
= 4 x 3 − 2 x2 − 6 x2 + 3x + 2x − 1 = 4 x 3 − 8 x 2 + 5x − 1

3.2. ( A ( x ) + C ( x ) ) B ( x=) ( 2 x2 − 3 x + 1 − x 3 + 3x − 2 ) × ( 2 x − 1=) 6.4. Como A ( x ) é um polinómio de grau 3, então o polinómio

( x3 + 2x2 − 1) × (2x − 1) =−2x 4 + x3 + 4 x3 − 2x2 − 2x + 1 =


=− ( x ) A ( x ) + A ( x ) também é de grau 3.
P=

−2 x 4 + 5 x 3 − 2 x 2 − 2 x + 1
= 6.5. Como A ( x ) é um polinómio de grau 3, então o polinómio
3.3. A ( x ) − ( B ( x ) ) = ( 2 x − 3 x + 1 ) − ( 2 x − 1 ) =
2 2
( A( x ))
2 2
P(x)
= + A ( x ) tem grau 6.

= 2 x − 3x + 1 − ( 4 x − 4 x + 1)= 2 x − 3x + 1 − 4 x + 4 x − 1=
2 2 2 2

Tarefa 1
−2x 2 + x
=
1.1.
( x 3 + 3 x − 2 ) × ( 2 x 2 − 3x + 1 + 2 x − 1) =
3.4. C ( x ) ( A ( x ) + B ( x ) ) =− a) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e D ( x ) é um polinómio
( − x3 + 3x − 2) × (2x2 − x ) =−2x5 + x 4 + 6 x3 − 3x2 − 4 x2 + 2x =
= de grau 5, então o polinómio A ( x ) D ( x ) tem grau 7 ( 2 + 5 ) .
5 4 3
−2 x + x + 6 x − 7 x + 2 x
= 2 b) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e B ( x ) é um polinómio

4. A afirmação é falsa. Se os coeficientes dos termos do 4.º grau de grau 1, então o polinómio A ( x ) B ( x ) tem grau 3 ( 1 + 2 ) .

dos polinómios P ( x ) e Q ( x ) forem simétricos então o polinómio c) Como B ( x ) é um polinómio de grau 1 e C ( x ) é um polinómio

P ( x ) + Q ( x ) não é do 4.º grau. de grau 4, então o polinómio B ( x ) C ( x ) tem grau 5 ( 1 + 4 ) .


d) Como C ( x ) é um polinómio de grau 4 e D ( x ) é um polinómio
Pág. 96 de grau 5, então o polinómio C ( x ) D ( x ) tem grau 9 ( 4 + 5) .

5.1. Como A ( x ) é um polinómio do 3.º grau, para que o grau do 1.2.


polinómio A ( x ) P ( x ) seja 5 então P ( x ) tem de ser um polinómio a) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e o grau do polinómio

do 2.º grau. Exemplo: P ( x ) = x 2 − x + 1 . A ( x ) + E ( x ) é 3, então o polinómio E ( x ) tem grau 3.


Consideremos, por exemplo, E ( x ) = x 3 .
5.2. Como A ( x ) é um polinómio do 3.º grau, para que o grau do b) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e o grau do polinómio
polinómio A ( x ) + P ( x ) seja 3 então P ( x ) tem de ser um A ( x ) + E ( x ) é 2, então o polinómio E ( x ) tem grau menor ou
polinómio de grau menor ou igual a 3. Exemplo: P ( x ) = x . 3
igual a 2. Consideremos, por exemplo, E ( x=
) x2 − 1 .
c) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e o grau do polinómio
5.3. Como A ( x ) é um polinómio do 3.º grau, para que o grau do
A ( x ) + E ( x ) é 1, então o polinómio E ( x ) tem grau 2, o
polinómio A ( x ) + P ( x ) seja 2 então P ( x ) tem de ser um
coeficiente do termo do 2.º grau é −3 e o coeficiente do termo do
polinómio de 3.º grau cujo coeficiente do termo do 3.º grau é 1.º grau é diferente de 2. Consideremos, por exemplo,
simétrico do coeficiente do termo do 3.º grau do polinómio A ( x ) E (x) = −3x 2 + x .
e cujo coeficiente do termo do 2.º grau é não nulo.

42
Polinómios

d) Como A ( x ) é um polinómio de grau 2 e o grau do polinómio 8.2. P ( x ) = ( x 3 − 1 ) × ( x 2 − 1 ) + ( x 2 − 1 ) = x 5 − x 3 − x 2 + 1 + x 2 − 1 =


A ( x ) + E ( x ) é 0, então o polinómio E ( x ) tem grau 2, o = x5 − x3
coeficiente do termo do 2.º grau é −3 e o coeficiente do termo do 8.3. P ( x ) = ( x − 1 ) × ( x 2 + x + 1 ) + 0 = x 3 + x 2 + x − x 2 − x − 1 =
1.º grau é 2. Consideremos, por exemplo, E ( x ) =−3 x 2 + 2 x − 4 . = x3 − 1
1.3.
a) Como P ( x ) é um polinómio de grau 3 e B ( x ) é um polinómio
de grau 1, então o polinómio P ( x ) × B ( x ) tem grau 4 ( 3 + 1 ) .
Pág. 98
b) Como P ( x ) é um polinómio de grau 3 e D ( x ) é um polinómio
de grau 5, então o polinómio P ( x ) × D ( x ) tem grau 8 ( 3 + 5 ) .
9.1. 4 x 2 − 6 x + 5 2x + 1

c) Como P ( x ) é um polinómio de grau 3 e A ( x ) − B ( x ) é um −4 x 2 − 2 x 2x − 4


− 8x + 5
polinómio de grau 2, então o polinómio P ( x ) × ( A ( x ) − B ( x ) )
8x + 4
tem grau 5 ( 3 + 2 ) .
9
d) Como P ( x ) é um polinómio de grau 3 e B ( x ) + C ( x ) é um
9.2. x 3 − 2x2 + x − 4 x2 + 2 x
polinómio de grau 4, então o polinómio P ( x ) × ( B ( x ) + C ( x ) )
tem grau 7 ( 3 + 4 ) . − x3 − 2x2 x −4

e) Como P ( x ) é um polinómio de grau 3, A ( x ) é um polinómio − 4 x2 + x − 4


4 x2 + 8x
de grau 2 e B ( x ) é um polinómio de grau 1, então o polinómio
9x − 4
P ( x ) × A ( x ) × B ( x ) tem grau 6 ( 3 + 2 + 1 ) .
10.1. 5x2 + x +2 x +3
1.4.
a) Como T ( x ) é um polinómio de grau n e A ( x ) é um polinómio −5 x 2 − 15 x 5 x − 14
− 14 x + 2
de grau 2, então o polinómio T ( x ) × A ( x ) tem grau n + 2 .
14 x + 42
Sabendo que o grau do polinómio T ( x ) × A ( x ) é 6, então tem-se:
44
n+2= 6 ⇔ n = 4 .
Quociente: Q ( x=
) 5x − 14
b) Como T ( x ) é um polinómio de grau n e C ( x ) é um polinómio
Resto: R ( x ) = 44
de grau 4, então o polinómio T ( x ) + C ( x ) tem grau menor ou
igual ao maior dos graus n ou 4. Sabendo que o grau do 10.2. 2 x 3 − x 2 − 3x + 2 x 2 + 3x
polinómio T ( x ) + C ( x ) é 5, então n = 5 .
−2 x 3 − 6 x 2 2x − 5
2
− 5x − 3x + 2
Pág. 97
5 x 2 + 15 x
7.1. Neste caso é possível obter o quociente e o resto indicados 12 x + 2
na divisão pois ( 2 x − 3 ) × ( 3 x + 3 ) + 10= 6 x 2 − 3 x + 1 .
Quociente: Q ( x=
) 2x − 5
7.2. Neste caso não é possível obter o quociente e o resto Resto: R (=
x ) 12 x + 2

7 1
10.3. 4 x 3 + x 2 − 3x + 1
indicados na divisão pois ( 2 x ) ×  x +  + 1 ≠ 7 x 2 − x + 1 . x −2
2 2
−4 x 3 + 8 x 2 4 x 2 + 9 x + 15
7.3. Neste caso não é possível obter o quociente e o resto 2
9 x − 3x + 1
indicados na divisão pois ( x 2 + x ) × ( x − 1 ) + ( x − 2 ) ≠ x 3 + 3 x − 2 .
−9 x 2 + 18 x
15 x + 1
7.4. Neste caso é possível obter o quociente e o resto indicados
−15 x + 30
na divisão pois ( x 3 − 2 x + 1 ) × ( 2 x 2 − x + 4 ) + ( −4 x 2 + 9 x − 1 ) =
31
= 2x5 − x4 + 3 . Quociente: Q ( x ) = 4 x 2 + 9 x + 15
8.1. P ( x ) = (x 2
+ 3x − 1) × (3x − 2) + (5x + 4 ) = Resto: R ( x ) = 31
= 3x − 2x + 9 x2 − 6 x − 3x + 2 + 5x + 4 = 3x3 + 7x2 − 4 x + 6
3 2

43
Unidade 3

Pág. 99
12.3. x 5 + 0 x 4 + 2 x 3 + 4 x 2 + x + 0 x 3 − x 2 + 3x + 1
11.1. 4 x + x − x + 5
3 2 2
2 x − 3x + 5
− x 5 + x 4 − 3x3 − x2 x2 + x
7 4 3
x − x + 3x + x + 0 2
−4 x 3 + 6 x 2 − 2 x 2x +
2
− x 4 + x 3 − 3x2 − x
7x2 − 3x + 5
21 7
0
−7 x 2 +
x−
2 2 O polinómio M ( x ) é divisível pelo polinómio N ( x ) porque o
15
x+
3 resto da divisão de M ( x ) por N ( x ) é zero.
2 2
7
Quociente: Q ( x=
) 2x + Pág. 100
2
15 3 13.1. Sendo k = −2 , então P ( x ) = 2 x 4 − x 3 − 2 x .
(x)
Resto: R = x+
2 2
2x4 − x3 + 0 x2 − 2x + 0 2x2 + x
11.2. x − 2 x + 0 x + 3
3 2
x +2 1
−2 x 4 − x 3 x2 − x +
3 2 2 2
− x − 2x x − 4x + 8
2
− 2x3 + 0 x2 − 2x + 0
− 4 x + 0x + 3
2 x3 + x2
4 x2 + 8 x
x2 − 2x + 0
8x + 3
1
−8 x − 16 − x2 − x
2
− 13
5
Quociente: Q ( x ) = x 2 − 4 x + 8 − x
2
Resto: R ( x ) = −13 5
O resto da divisão de P ( x ) por 2x 2 + x é − x .
2
11.3. x 4 + 2 x 3 + 0 x 2 + 0 x + 0 x2 + 2 x
13.2. 2 x 4 − x 3 + 0 x 2 + kx + 0 x2 − 3
− x4 + 2x3 x2
−2 x 4 + 6 x2 2x2 − x + 6
x
Quociente: Q ( x ) = x 2 − x 3 + 6 x 2 + kx + 0
x3 − 3x
Resto: R ( x ) = x
2
6 x + (k − 3) x + 0
12.1. x 4 − x 3 − 2 x 2 + 0 x + 0 x +1 −6 x 2 + 18
4
−x − x 3 3
x − 2x 2
(k − 3) x + 18
− 2 x3 − 2x2 + 0 x + 0 O resto da divisão de P ( x ) por x 2 − 3 é um polinómio de grau
2x3 + 2x2 zero se k − 3 =0 , ou seja, se k = 3 .
0 14.1. Se k = −3 , então P ( x ) = x 3 − 2 x 2 − 3 x − 18 .
O polinómio M ( x ) é divisível pelo polinómio N ( x ) porque o
x 3 − 2 x 2 − 3 x − 18 x +2
resto da divisão de M ( x ) por N ( x ) é zero. 3 2
− x − 2x x2 − 4 x + 5
12.2. x + x − x − 0 x + 0 x + 2
5 4 3 2 3
x − 2x + 2 − 4 x 2 − 3 x − 18
−x5 + 2x3 − 2x2 x2 + x + 1 4 x2 + 8 x
x 4 + x3 − 2x2 + 0 x + 2 5 x − 18
−x 4 2
+ 2x − 2x −5 x − 10
3 − 28
x − 2x + 2
−x 3
+ 2x − 2 Quociente: Q ( x ) = x 2 − 4 x + 5

0 Resto: R ( x ) = −28
O polinómio M ( x ) é divisível pelo polinómio N ( x ) porque o
resto da divisão de M ( x ) por N ( x ) é zero.

44
Polinómios

14.2. 16.3.
a) x 3 − 2 x 2 + kx − 2k2 x2 + 1 3 1 1
3
3 2 2 2
−x −x x −2
1 3 1
2 2 − − 0 −
− 2 x + (k − 1) x − 2k 2 2 4
2x2 +2 1 1
3 0
(k − 1) x + 2 − 2k 2 2 4

P ( x ) é divisível por x 2 + 1 se o resto da divisão de P ( x ) por 1


Quociente: Q (=
x ) 3x2 +
2
x 2 + 1 for zero, isto é, se ( k − 1 ) x + 2 − 2k 2 =0.
1
Resto: R ( x ) =
( k − 1 ) x + 2 − 2k 2 =⇔
0 k −1 = 0 ∧ 2 − 2k 2 =⇔0 4
⇔ k = 1 ∧ k 2 = 1 ⇔ k = 1 ∧ ( k = 1 ∨ k = −1 ) ⇔ k = 1 17.1. Recorrendo à regra de Ruffini, tem-se:
b) O resto da divisão de P ( x ) por x 2 + 1 é um monómio do 1 1 −4 −4 0
primeiro grau se: k − 1 ≠ 0 ∧ 2 − 2k 2 = 0 ⇔ k ≠ 1 ∧ k 2 = 1 ⇔ 2 2 6 4 0
⇔ k ≠ 1 ∧ (k =1 ∨ k =−1 ) ⇔ k =−1 . 1 3 2 0 0

O polinómio P ( x ) = x 4 + x 3 − 4 x 2 − 4 x é divisível por x − 2


Pág. 101 porque o resto da divisão de P ( x ) por x − 2 é zero.
1 −5 7
17.2. Recorrendo à regra de Ruffini, tem-se:
15.1. 2 2 −6
1
1 −3 1 1 −3 −1
3
Quociente: Q ( x )= x − 3 3 3 0 1
1
Resto: R ( x ) = 1 1 0 0
3
1 1 2 −3 1
O polinómio Q ( x ) =x 3 − 3 x 2 + x − 1 é divisível por x − 3 porque
15.2. −1 −1 0 −2 3
1 0 2 −5 o resto da divisão de Q ( x ) por x − 3 é zero.

Quociente: Q ( x=
) x2 + 2 17.3. Recorrendo à regra de Ruffini, tem-se:
Resto: R ( x ) = −5 1 3 −2 0 7
−2 −2 −2 8 −16
2 1 −1 10 1 1 −4 8 −9
15.3. −2 −4 6 −10
Provou-se que o resto da divisão de M ( x ) =x 4 + 3 x 3 − 2 x 2 + 7
2 −3 5 0
por x + 2 é −9 .
Quociente: Q ( x ) = 2 x 2 − 3 x + 5
18.1. O polinómio P ( x ) =
−2 x 3 + x 2 − kx + 1 é divisível por x + 1
Resto: R ( x ) = 0
se e só se o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é zero.
Pág. 102 Recorrendo à regra de Ruffini para efetuar a divisão de P ( x ) por

2 −1 −12 −7 x + 1 , tem-se:
−2 1 −k 1
16.1. 3 6 15 9
−1 2 −3 k+3
2 5 3 2
−2 3 −k − 3 k+4
Quociente: Q ( x ) = 2 x 2 + 5 x + 3 O resto da divisão é zero, ou seja, k + 4 =0 ⇔ k =−4 .
Resto: R ( x ) = 2
18.2. Recorrendo à regra de Ruffini para efetuar a divisão do
1 1 1 1 1 polinómio P ( x ) = x 4 − kx 2 + k − 1 por x − 2 , tem-se:
16.2. −1 −1 0 −1 0 1 0 −k 0 k −1
1 0 1 0 1 2 2 4 8 − 2k 16 − 4 k
Quociente: Q ( x=
) x3 + x 1 2 4 − k 8 − 2k 15 − 3k

Resto: R ( x ) = 1 O resto da divisão de P ( x ) = x 4 − kx 2 + k − 1 por x − 2 é 3 se e só


se 15 − 3k = 3 ⇔ k = 4 .

45
Unidade 3

18.3. Recorrendo à regra de Ruffini para efetuar a divisão de 21.1. Atendendo a que 3 x − 6= 3 ( x − 2 ) , começa-se por
P(x) =− x 3 + kx 2 + 2k 2 x + 1 por x + 3 , tem-se: determinar o quociente e o resto da divisão de 3 x 2 + 4 x − 2 por
−1 k 2k 2 1 x −2 .

−3 3 −3k − 9 −6k 2 + 9k + 27 3 4 −2
2 2 2 6 20 Quociente: Q ( x=
) 3x + 10
−1 k + 3 2k − 3k − 9 −6k + 9k + 28
3 10 18 Resto: R ( x ) = 18
O quociente da divisão de P ( x ) =− x 3 + kx 2 + 2k 2 x + 1 por x + 3 é
Então, o quociente e o resto da divisão de 3 x 2 + 4 x − 2 por
Q( x ) =
− x 2 + ( k + 3 ) x + 2k 2 − 3k − 9 .
3 x − 6 são:
O termo independente de Q ( x ) é nulo se e só se 1 10
Quociente: Q1 ( x ) =× ( 3 x + 10 ) =+
x
2 k 2 − 3k − 9 =0. 3 3
3 ± 9 − 4 × 2 × ( −9 ) Resto: R ( x ) = 18
3
2k 2 − 3k − 9 =0 ⇔ k = ⇔ k =3 ∨ k =−
4 2  1
21.2. Atendendo a que 2 x − 1= 2  x −  , começa-se por
2  
Pág. 103
determinar o quociente e o resto da divisão de x 3 − 4 x + 5 por
19. Como o quociente e o resto da divisão de um polinómio 1
x− .
P ( x ) por x + 1 são, respetivamente, 2 x 2 − 3 x + 6 e 4, então 2
sabe-se que P ( x ) = ( x + 1 ) × ( 2 x 2 − 3 x + 6 ) + 4 . 1 0 −4 5
1 1 1 15

19.1. Sabe-se que 2 x + 2= 2 ( x + 1 ) , logo: 2 2 4 8
1 15 25
1 1 −
P ( x )= 2 ( x + 1 ) × × ( 2 x 2 − 3 x + 6 ) + 4 2 4 8
2
 2 3 1 15

= ( 2 x + 2 ) ×  x − x + 3  + 4. Quociente: Q ( x ) =x 2 + x −
2 2 4
 
25
Portanto, o quociente e o resto da divisão de P ( x ) por 2 x + 2 Resto: R ( x ) =
8
3 Então, o quociente e o resto da divisão de x 3 − 4 x + 5 por 2 x − 1
são, respetivamente, x 2 − x + 3 e 4.
2 são:
19.2. Sabe-se que 3 x + 3= 3 ( x + 1 ) , logo: 1  1 15  1 1 15
Quociente: Q1 ( x ) = ×  x 2 + x −  = x 2 + x −
2  2 4  2 4 8
1
P ( x )= 3 ( x + 1 ) × × ( 2 x 2 − 3 x + 6 ) + 4 25
3 Resto: R ( x ) =
8
2 2 
= ( 3 x + 3 ) ×  x − x + 2  + 4.
3   2
21.3. Atendendo a que 3 x + 2= 3  x +  , começa-se por
Portanto, o quociente e o resto da divisão de P ( x ) por 3 x + 3 3  
2 determinar o quociente e o resto da divisão de 2 x 3 + x 2 − 3 x por
são, respetivamente, x 2 − x + 2 e 4.
3 2
x+ .
3
20. Como o quociente e o resto da divisão de um polinómio
2 1 −3 0
P ( x ) por 3 x − 2 são, respetivamente, x − 2 x + 6 x − 3 e 1,
3 2

2 4 2 50
então sabe-se que P ( x ) = (3x − 2 ) × ( x 3 − 2 x2 + 6 x − 3) + 1 . −
3 3

9 27
2 1 1 25 50
Sabe-se que x −= ( 3 x − 2 ) , logo: 2 − −
3 3 3 9 27
1 1 25
P (=
x) ( 3 x − 2 ) × 3 × ( x 3 − 2 x 2 + 6 x − 3 ) +=
1 Quociente: Q ( x ) = 2 x 2 − x −
3 3 9
 2
=  x −  × ( 3 x 3 − 6 x 2 + 18 x − 9 ) + 1. Resto: R ( x ) =
50
 3 27
2 Então, o quociente e o resto da divisão de 2 x 3 + x 2 − 3 x por
Portanto, o quociente e o resto da divisão de P ( x ) por x −
3 3 x + 2 são:
são, respetivamente, 3 x 3 − 6 x 2 + 18 x − 9 e 1. 1  1 25  2 1 25
Quociente: Q1 ( x ) = ×  2 x 2 − x −  = x 2 − x −
3  3 9  3 9 27
50
Resto: R ( x ) =
27

46
Polinómios

Conclui-se, então, que o quociente e o resto da divisão de


Pág. 104 P ( x ) =− x 4 + 2 x 3 − x + 3 por ( x + 2 )( x − 3 ) são, respetivamente,

22.1. Atendendo a que x 2 − 1 = ( x − 1 )( x + 1 ) , a divisão pode ser − x 2 + x − 5 e −27 .

feita dividindo primeiro P ( x ) por x −1 e de seguida dividindo o Pág. 105


quociente resultante por x + 1 .
23. Sabe-se que a área do retângulo [ABCD] é dada por AB × BC .
−1 2 0 −1 3
1 −1 1 1 0
Então, tem-se que 3 x 3 + x 2 − 2 x = (x 2
+ x ) × BC .

−1 1 1 0 3 Como o grau de 3 x + x − 2 x é 3 e o grau de x 2 + x é 2, conclui-


3 2

-se que o grau do polinómio que representa BC é 1 ( 3 − 2 ) .


Quociente: Q1 ( x ) =
− x3 + x2 + x
= ax + b , sendo a um número real não nulo.
Assim, BC
Resto: R1 ( x ) = 3
Atendendo à igualdade 3 x 3 + x 2 − 2 x = (x 2
+ x ) × BC , tem-se:
Então, tem-se: P ( x )= ( x − 1)× ( − x3 + x2 + x ) + 3 (1 )
−1 1 1 0
3 2
3x + x − 2 x = (x 2
+ x ) × ( ax + b ) ⇔

−1 1 −2 1 ⇔ 3 x + x − 2 x = ax 3 + bx 2 + ax 2 + bx ⇔
3 2

−1 2 −1 1 ⇔ 3 x 3 + x 2 − 2 x = ax 3 + ( b + a ) x 2 + bx ⇔
Quociente: Q2 ( x ) =− x2 + 2x − 1 = a 3= a 3
 
Resto: R2 ( x ) = 1 ⇔ b + a =1 ⇔ b =−2
b = b =
Então, tem-se: − x 3 + x 2 + x = ( x + 1 ) × ( − x 2 + 2 x − 1 ) + 1 (2 )  −2  −2
Substituindo (2) em (1), tem-se: Então, BC
= 3x − 2 .

P ( x )= ( x − 1 ) × ( x + 1 ) × ( − x 2 + 2 x − 1 ) + 1  + 3= 24. Sejam Q ( x ) e R ( x ) , respetivamente, os polinómios que


= ( x − 1 ) × ( x + 1 ) × ( − x + 2 x − 1 ) + ( x − 1 ) × 1 + 3=
2
representam o quociente e o resto da divisão de 2 x 3 − 4 x 2 + 9 por
= ( x − 1 ) × ( x + 1 ) × ( − x 2 + 2 x − 1 ) + x + 2= 2x 2 − 4 .
Como o grau de 2 x 3 − 4 x 2 + 9 é 3 e o grau de 2x 2 − 4 é 2,
= (x 2
− 1) × ( − x2 + 2 x − 1) + x + 2
conclui-se que o grau de Q ( x ) é 1 ( 3 − 2 ) e o grau de R ( x ) é
Conclui-se, então, que o quociente e o resto da divisão de
P ( x ) =− x 4 + 2 x 3 − x + 3 por x 2 − 1 são, respetivamente, menor ou igual a 1.
Assim, os polinómios Q ( x ) e R ( x ) são do tipo:
−x2 + 2x − 1 e x + 2 .
Q ( x=
) ax + b e R ( x=) cx + d , sendo a, b, c, d números reais e
22.2. A divisão de P ( x ) =− x 4 + 2 x 3 − x + 3 por ( x + 2 )( x − 3 ) a≠0 .
pode ser feita dividindo primeiro P ( x ) por x + 2 e de seguida Atendendo à igualdade 2 x 3 − 4 x 2 + =
9 (2 x 2
− 4)×Q( x ) + R ( x ) ,
dividindo o quociente resultante por x − 3 . tem-se:
−1 2 0 −1 3 2x3 − 4 x2 + =
9 (2x 2
− 4 ) × ( ax + b ) + cx + d ⇔
−2 2 −8 16 −30 3 2
9 2ax 3 + 2bx 2 − 4 ax − 4 b + cx + d ⇔
⇔ 2 x − 4 x +=
−1 4 −8 15 −27
9 2ax 3 + 2bx 2 + ( −4 a + c ) x + ( −4 b + d ) ⇔
⇔ 2 x 3 − 4 x 2 +=
Quociente: Q1 ( x ) =− x + 4 x − 8 x + 15 3 2
=2a 2= a 1
Resto: R1 ( x ) = −27 2b =
 −4 b =
 −2
⇔ ⇔
Então, tem-se: P ( x )= ( x + 2 ) × ( − x 3 + 4 x 2 − 8 x + 15 ) − 27 (1)  − 4=a + c 0 =c 4
 −4 b= +d 9 = d 1
−1 4 −8 15
3 −3 3 −15 Então, Q ( x )= x − 2 e R ( x=
) 4x + 1 .
−1 1 −5 0
25.1. Atendendo à definição de polinómios idênticos, tem-se:
Quociente: Q2 ( x ) =− x + x − 5 2
A ( x ) = B ( x ) ⇔ x 2 + ax + 4 = x 2 − 7 x + 2 − k ⇔
Resto: R2 ( x ) = 0
= 1 1= 1 1
Então, tem-se: − x 3 + 4 x 2 − 8 x + 15= ( x − 3) × ( − x2 + x − 5) + 0 (2) 
⇔ a =

−7 ⇔ a =−7
Substituindo (2) em (1), tem-se: 4 =
2 − k k =
− 2
 
P ( x ) =( x + 2 ) ×  ( x − 3 ) × ( − x 2 + x − 5 )  − 27 =
= ( x + 2 ) × ( x − 3 ) × ( − x 2 + x − 5 ) − 27

47
Unidade 3

25.2. Atendendo à definição de polinómios idênticos, tem-se: d) ( B ( x ) ) − C ( x )=


2
(x 2
− 2 ) − ( 10 x 4 + 3 x 2 + x − 8 )=
2

A ( x ) = B ( x ) ⇔ x 3 + ax − 5 = x 3 + kx 2 − 5 ( 1 + x ) ⇔
2
= x 4 − 4 x 2 + 4 − 10 x 4 − 3 x 2 − x + 8
=−9 x 4 − 7 x 2 − x + 12
⇔ x 3 + ax − 5 = x 3 + kx 2 − 5 ( 1 + 2 x + x 2 ) ⇔
⇔ x 3 + ax − 5 = x 3 + kx 2 − 5 − 10 x − 5 x 2 ⇔ 3.2. Mostrar que o quociente e o resto da divisão de A ( x ) por

⇔ x 3 + ax − 5 = x 3 + ( k − 5 ) x 2 − 10 x − 5 ⇔ B ( x ) são, respetivamente, 3 e x + 5 equivale a mostrar que

=1 1= 1 1 A ( x=
) B ( x ) × 3 + ( x + 5) .
0 =  5
 k − 5 k =
⇔ ⇔
Ora, B ( x ) × 3 + ( x + 5 )= (x 2
− 2 ) × 3 + x + 5=
a = −10 a = −10
= 3 x − 6 + x + 5= 3 x + x − 1= A ( x ) .
2 2
 −5 =−5  −5 =−5

25.3. Atendendo à definição de polinómios idênticos, tem-se:


3.3. P ( x=) A ( x ) × B ( x ) + =
0 ( 3x 2
+ x − 1 ) × ( x 2 − 2=
)
= 3x4 + x3 − 7x2 − 2x + 2
A ( x ) = B ( x ) ⇔ ( x + k ) ( x + 1 ) = x 3 − ax 2 + 4 ⇔
2

⇔ ( x 2 + 2kx + k 2 ) ( x + 1 ) = x 3 − ax 2 + 4 ⇔ Proposta 4
3 2 2 2 2 3 2
4.1. 2 x 3 − 3x 2 − 4 x + 1 x2 + 2 x − 1
⇔ x + x + 2kx + 2kx + k x + k = x − ax + 4 ⇔
−2 x 3 − 4 x 2 + 2 x 2x − 1
⇔ x 3 + ( 1 + 2k ) x 2 + ( 2k + k 2 ) x + k 2 = x 3 − ax 2 + 4 ⇔
2
− x − 2x + 1
1 = 1 1 = 1
 x2 + 2x − 1
1 + 2k = −a a =−1 − 2k a =−1 − 2 × ( −2 ) a =3
⇔ 2
⇔ ⇔ ⇔ 0
2 k + k =0  k =0 ∨ k =− 2 k = −2 k =−2
k 2 = 4  k =2 ∨ k =− 2 A ( x ) é divisível por B ( x ) porque o resto da divisão de A ( x ) por

B ( x ) é zero.
Quociente: Q ( x=
) 2x − 1
Pág. 106
2 x 1
Proposta 1 4.2. x 3 − x 2 − − 2x2 − 1
3 2 3
1.1. A ( x ) é um polinómio de grau 3 (5−2). − x3 −
x x 1
+
2 2 3
1.2. A ( x ) é um polinómio de grau 4 (6−2). 2 2 1
x −
3 3
1.3. A ( x ) é um polinómio de grau 4 (8−4). 2 1
− x2 +
3 3
Proposta 2 0
2.1. D ( x=) ( 3 x + 1 ) × ( −2 x 2 + 5 x ) + =
3 A ( x ) é divisível por B ( x ) porque o resto da divisão de A ( x ) por
B ( x ) é zero.
3 2 2 3 2
−6 x + 15 x − 2 x + 5 x + 3 =
= −6 x + 13 x + 5 x + 3
2.2. D ( x ) = (x 2
− 3x + 2 ) × (2 x 3 − x ) + ( x − 4 ) = x 1
Quociente: Q ( x )= +
= 2 x5 − x3 − 6 x 4 + 3x2 + 4 x3 − 2x + x − 4 2 3
= 2x 5 − 6 x 4 + 3x3 + 3x2 − x − 4
4.3. x 3 + 0 x 2 + 0 x − 8 x −2
( x + x − 2) × ( − x + 2x ) + ( x − x ) =
2.3. D ( x ) =− 3 2 2
− x3 + 2 x2 x2 + 2x + 4
5 4 3 2 2 2
= x − 2x − x + 2 x + 2x − 4 x + x − x 2x2 + 0 x − 8
=x 5 − 2 x 4 − x 3 + 5x 2 − 5x −2 x 2 + 4 x
Proposta 3 4x − 8
3.1. −4 x + 8
a) A ( x ) + B ( x=) ( 3x 2
+ x − 1 ) + ( x 2 − 2=
) 0
2
= 3 x + x − 1 + x − 2= 4 x + x − 3 2 2
A ( x ) é divisível por B ( x ) porque o resto da divisão de A ( x ) por
b) A ( x ) − C ( x=) (3x 2
+ x − 1 ) − ( 10 x 4 + 3 x 2 + x − 8=
) B ( x ) é zero.
=3 x 2 + x − 1 − 10 x 4 − 3 x 2 − x + 8 =−10 x 4 + 7 Quociente: Q ( x ) = x 2 + 2 x + 4
c) A ( x ) × B ( x=) ( 3 x 2 + x − 1 ) × ( x 2 − 2=)
= 3x 4 − 6 x2 + x3 − 2x − x2 + 2 = 3x 4 + x3 − 7x2 − 2x + 2

48
Polinómios

Resto: R (=
x ) 5x2 − 3x
Pág. 107
5.6. 4 x 4 − x 3 + 0 x 2 + 2 x − 0 2 x 2 + 3
Proposta 5
x
−4 x 4 − 6 x2 2x2 − − 3
5.1. 3x 3 + 5x 2 − x + 2 x2 + x − 1 2
−3 x 3 − 3 x 2 + 3 x 3x + 2 − x3 − 6 x2 + 2x + 0
3
2x2 + 2x + 2 x3 + x
2
−2 x 2 − 2 x + 2 7
4 − 6 x2 + x + 0
2
Quociente: Q ( x=
) 3x + 2 6 x2 +9
Resto: R ( x ) = 4 7
x +9
2
5.2. − 4 x 3 + 0 x 2 + 5x − 3 2 x + 3 x
Quociente: Q ( x )= 2 x 2 − − 3
2
4 x3 + 6 x2 − 2 x 2 + 3x − 2
7
6 x2 + 5x − 3 Resto: R ( x=) x +9
2
−6 x 2 − 9 x
− 4x − 3 Proposta 6
4x + 6 6.1. 3x 4 − x 3 + 2 x 2 − 3 x + 4 x 2 − x + 1
3
−3 x 4 + 3 x 3 − 3 x 2 3x2 + 2 x + 1
Quociente: Q ( x ) =
−2 x 2 + 3 x − 2
2 x 3 − x2 − 3x + 4
Resto: R ( x ) = 3
−2 x 3 + 2 x 2 − 2 x
5.3. x 2 − 4 x + 3 x 2 + x x2 − 5x + 4
− x2 − x 1 Quociente: Q ( x ) = 1 − x2 + x − 1
5x + 3 Resto: R ( x ) =
−5 x + 3 − 4x + 3
Quociente: Q ( x ) = 3 x 2 + 2 x + 1
5.4. 2 x 3 + 0 x 2 + 3x − 1 2 x + 1
Resto: R ( x ) =
−4 x + 3
x 7
−2 x 3 − x 2 x2 − +
2 4 6.2. 6 x 5 + 0 x 4 + 2 x 3 + 0 x 2 − x + 1 x2 + 3x
2
− x + 3x − 1
−6 x 5 − 18 x 4 6 x 3 − 18 x 2 + 56 x − 168
x
x2 + − 18 x 4 + 2 x 3 + 0 x 2 − x + 1
2
7 18 x 4 + 54 x 3
x −1
2 56 x 3 + 0 x 2 − x + 1
7 7 −56 x 3 − 168 x 2
− x−
2 4
− 168 x 2 − x + 1
11
− 168 x 2 + 504 x
4
x 7 503 x + 1
Quociente: Q ( x ) = x 2 − +
2 4 Quociente: Q ( x ) = 6 x 3 − 18 x 2 + 56 x − 168
11
Resto: R ( x ) = − ( x ) 503x + 1
Resto: R=
4
6.3. 2 x 3 + x 2 − 3 x + 4 2 x 2 + x
5.5. 5x 5 + 0 x 4 − x 3 + 0 x 2 − 3x + 1 x 3 − 1
−2 x 2 − x 2 x
−5 x 5 + 5x 2 5x 2 − 1
− 3x + 4
− x 3 + 5x2 − 3 x + 1
Quociente: Q ( x ) = x
x3 −1
2
Resto: R ( x ) =
−3 x + 4
5x − 3x
Quociente: Q (=
x ) 5x2 − 1

NEMA10PR-4
49
Unidade 3

6.4. 2 x 4 + 0 x 3 + 0 x 2 − 5 x + 0 3 x 3 + 1 8.2.
2 2 −2 1 −3 5
−2 x 4 − x x Quociente: Q ( x ) =
−2 x 2 − 5 x − 18
3 3 3 −6 −15 −54
17 −2 −5 −18 −49 Resto: R ( x ) = −49
− x
3
2 8.3.
Quociente: Q ( x ) = x
3 −2 1 −3 5
17 −2 4 −10 26 Quociente: Q ( x ) =
−2 x 2 + 5 x − 13
Resto: R ( x ) = − x
3 −2 5 −13 31 Resto: R ( x ) = 31

Proposta 7 Pág. 108


7.1. Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios,
Proposta 9
tem-se:
x 3 − 2x2 − 0 x + 3 x2 + 1 9.1. Concluindo a aplicação da regra de Ruffini na divisão do
−x3 −x x −2 polinómio A ( x ) pelo polinómio B ( x ) , tem-se:

− 2x2 − x + 3 3 −2 1 −5
2x 2
+2 2 6 8 18
3 4 9 13
−x +5
Então, A ( x )= 3 x − 2 x 2 + x − 5 e B ( x )= x − 2 .
3
x3 − 2x2 + 3 −x + 5
Então, = x −2+ 2 .
x2 + 1 x +1 9.2. Concluindo a aplicação da regra de Ruffini na divisão do
7.2. Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios, polinómio A ( x ) pelo polinómio B ( x ) , tem-se:
tem-se:
−1 0 2 −1 3
2x 4 − x3 + 0x2 + 0 x + 1 x2 − 4 x + 5 −1 1 −1 −1 2
−2 x 4 + 8 x 3 − 10 x 2 2 x 2 + 7 x + 18 −1 1 1 −2 5
Então, A ( x ) =− x + 2 x 2 − x + 3 e B ( x )= x + 1 .
3 2
7 x − 10 x + 0 x + 1 4

3 2
−7 x + 28 x − 35 x
Proposta 10
18 x 2 − 35 x + 1
−18 x 2 + 72 x − 90 10.1. Aplicando a regra de Ruffini começa-se por determinar os
37 x − 89 restos das divisões de P ( x ) = ax 2 + bx + 3 por ( x + 2 ) e por

2x 4 − x3 + 1 37 x − 89 ( x − 1) .
Então, = 2 x 2 + 7 x + 18 + 2 .
x2 − 4 x + 5 x − 4x + 5 a b 3
7.3. Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios, −2 −2a 4 a − 2b
tem-se: a −2a + b 4 a − 2b + 3
6 x 5 + 0 x4 + 0 x3 + 0 x2 − x + 2 2 x4 + 3 O resto da divisão de P ( x ) por ( x + 2 ) é 4a − 2b + 3 .
−6 x 5 − 9x 3x a b 3
− 10 x + 2 1 a a+b
6x5 − x + 2 −10 x + 2 a a+b a+b+3
Então, = 3x + .
2x4 + 3 2x 4 + 3 O resto da divisão de P ( x ) por ( x − 1 ) é a + b + 3 .

Proposta 8 Como os restos das divisões de P ( x ) por ( x + 2 ) e por ( x − 1 )


são, respetivamente, −3 e 4 , então tem-se:
8.1.
4a − 2b + 3 =−3 2a − b =−3 2 ( 1 − b ) − b =−3
−2
1 −3 5  ⇔ ⇔ ⇔
1 −2 −1 −4  a+b+3=4  a =1 − b  a= 1 − b
−2 −1 −4 1  5
b=
2 − 2b − b =−3  −3b =−5  3
⇔ ⇔ ⇔
Quociente: Q ( x ) =−2 x 2 − x − 4  a= 1−b  a= 1−b  2
a= −
Resto: R ( x ) = 1  3

50
Polinómios

10.2. Aplicando a regra de Ruffini começa-se por determinar o  1


11.3. Atendendo a que 4 x + 2= 4  x +  , começa-se por
quociente da divisão de P ( x ) = ax 2 + bx + 3 por ( x − 2 ) . 2  
a b 3 determinar o quociente e o resto da divisão de
1
2 2a 4 a + 2b A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por x + .
2
a 2a + b 4a + 2b + 3
4 −1 2 1
O quociente da divisão de P ( x ) por ( x − 2 ) é
1 3 7
Q ( x ) =a x + ( 2a + b ) . − −2 −
2 2 4
Como o quociente da divisão de P ( x ) por ( x − 2 ) é −3 x + 1 , 4 −3
7

3
então tem-se: 2 4
a = −3 a =
−3 a =
−3 7
 ⇔ ⇔ Quociente: Q ( x ) = 4 x 2 − 3 x +
 2a =
+ b 1  −6 =+b 1 =
b 7 2
3
Resto: R ( x ) = −
4
Proposta 11 Então, o quociente e o resto da divisão de
11.1. Atendendo a que 2 x + 6= 2 ( x + 3 ) , começa-se por A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por 4 x + 2 são:
1  7 3 7
determinar o quociente e o resto da divisão de Quociente: Q1 ( x ) = ×  4 x 2 − 3 x +  =x 2 − x +
4  2 4 8
A ( x ) = 4 x − x + 2 x + 1 por x + 3 .
3 2

3
4 −1 2 1 Resto: R ( x ) = −
4
−3 −12 39 −123
x 1
4 −13 41 −122 11.4. Atendendo a que − 1= ( x − 2 ) , começa-se por
2 2
Quociente: Q ( x ) = 4 x 2 − 13 x + 41 determinar o quociente e o resto da divisão de
Resto: R ( x ) = −122 A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por x − 2 .
Então, o quociente e o resto da divisão de 4 −1 2 1
A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por 2 x + 6 são:
2 8 14 32
1 13 41
Quociente: Q1 ( x ) =× ( 4 x 2 − 13x + 41 ) =2x2 − x + 4 7 16 33
2 2 2
Quociente: Q ( x ) = 4 x 2 + 7 x + 16
Resto: R ( x ) = −122
Resto: R ( x ) = 33
 1 Então, o quociente e o resto da divisão de
11.2. Atendendo a que 2 x − 1= 2  x −  , começa-se por
 2 x
A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por −1 são:
determinar o quociente e o resto da divisão de 2
1 Quociente: Q1 ( x ) =2 × ( 4 x 2 + 7 x + 16 ) =8 x 2 + 14 x + 32
A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por x − .
2 Resto: R ( x ) = 33
4 −1 2 1
1 1 5
2 Proposta 12
2 2 4
5 9 12.1. x 3 − x2 + 4 x + 3 2x − 4
4 1
4 4 1 2 1
− x3 + 2x2 x + x +3
5 2 2
Quociente: Q ( x )= 4 x 2 + x +
2 x2 + 4 x + 3
9 −x2 + 2x
Resto: R ( x ) =
4 6x + 3
Então, o quociente e o resto da divisão de
−6 x + 12
A ( x ) = 4 x 3 − x 2 + 2 x + 1 por 2 x − 1 são:
15
1  5 1 5
Quociente: Q1 ( x ) = ×  4 x 2 + x +  = 2 x 2 + x + 1 1
2  2 2 4 Quociente: Q ( x ) = x 2 + x + 3
2 2
9
Resto: R ( x ) = Resto: R ( x ) = 15
4

51
Unidade 3

12.2. Atendendo a que 2 x − 4= 2 ( x − 2 ) , começa-se por 1 = 1


 −a =−6
determinar o quociente e o resto da divisão de  a =6
⇔ ⇔
B ( x ) = x 3 − x 2 + 4 x + 3 por x − 2 . = b 12
= b 12
 −8 =−8
1 −1 4 3
2 2 2 12 13.2. Aplicando a regra de Ruffini começa-se por determinar o
1 1 6 15 quociente da divisão de P ( x ) = x 3 − ax 2 + bx − 8 por x + 1 .
Quociente: Q ( x ) = x 2 + x + 6 1 −a b −8
Resto: R ( x ) = 15 −1 −1 a +1 −a − b − 1
Então, o quociente e o resto da divisão de B ( x ) = x 3 − x 2 + 4 x + 3 1 −a − 1 a + b + 1 −a − b − 9

por C ( x=
) 2 x − 4 são: O quociente da divisão de P ( x ) por x + 1 é

1 1 1 Q ( x )= x 2 + ( −a − 1 ) x + ( a + b + 1 ) .
Quociente: Q1 ( x ) = × ( x 2 + x + 6 ) = x 2 + x + 3
2 2 2 Como o quociente da divisão de P ( x ) por x + 1 é x 2 + 2 x + 3 ,
Resto: R ( x ) = 15 então tem-se:
1 = 1
12.3. Sejam Q ( x ) e R ( x ) , respetivamente, os polinómios que  a = −3
1 2 ⇔
 −a − =
representam o quociente e o resto da divisão de b=5
 a + b+1 =
 3 
B ( x ) = x 3 − x 2 + 4 x + 3 por C ( x=
) 2x − 4 .
Proposta 14
Como o grau de B ( x ) é 3 e o grau de 2 x − 4 é 1, conclui-se que
o grau de Q ( x ) é 2 ( 3 − 1 ) e o grau de R ( x ) é igual a 0. 14.1. Pretende-se verificar se existem números reais a e b tais
Assim, os polinómios Q ( x ) e R ( x ) são do tipo: que P ( x ) = T ( x ) × Q ( x ) + R ( x ) .

Q ( x ) = ax 2 + bx + c e R ( x ) = d , sendo a, b, c, d números reais e P ( x ) =T ( x )×Q( x ) + R ( x ) ⇔


a≠0 . ⇔ 2 x 3 + 3ax 2 − bx + 1= (x 2
− ax ) × ( 2 x + 3 ) + b ⇔
Atendendo à igualdade x 3 − x 2 + 4 x + 3= (2x − 4 ) × Q ( x ) + R ( x ) , ⇔ 2 x + 3ax − bx + 1= 2 x + 3 x 2 − 2ax 2 − 3ax + b ⇔
3 2 3

tem-se: ⇔ 2 x 3 + 3ax 2 − bx + 1= 2 x 3 + ( 3 − 2a ) x 2 − 3ax + b ⇔


x 3 − x 2 + 4 x + 3= ( 2 x − 4 ) × ( ax 2
+ bx + c ) + d ⇔
2 = 2
3 2 2 = 2 
3 2ax + 2bx + 2cx − 4ax 2 − 4 bx − 4 c + d
⇔ x − x + 4 x += 3 2
3a= 3 − 2a  5
 a =
3 2ax 3 + ( 2b − 4a ) x 2 + ( 2c − 4 b ) x + ( −4 c + d )
⇔ x 3 − x 2 + 4 x += ⇔ ⇔ 3 Impossível.
 −b =−3a b = 5
 1 1 = b 
2a = 1 a = 2 1 = b
2b − 4a = 
 −1  1 Logo, não existem números reais a e b que verifiquem as
⇔ ⇔ b =
2 c − 4 b =4 2 condições pretendidas.
 
 −4 c + d =3 c = 3 14.2. Pretende-se verificar se existem números reais a e b tais
d = 15
 que P ( x ) = T ( x ) × Q ( x ) + R ( x ) .
1 1
Então, Q ( x ) = x 2 + x + 3 e R ( x ) = 15 . P ( x ) =T ( x )×Q ( x ) + R ( x ) ⇔
2 2
⇔ 2 x 3 + 3ax 2 − bx + 1= (x 2
− ax ) × ( 2 x − 1 ) + 1 ⇔

Pág. 109 ⇔ 2 x + 3ax − bx + 1= 2 x − x 2 − 2ax 2 + ax + 1 ⇔


3 2 3

⇔ 2 x 3 + 3ax 2 − bx + 1 = 2 x 3 + ( −1 − 2a ) x 2 + ax + 1 ⇔
Proposta 13
2 = 2  1
3a =−1 − 2a a = −
13.1. P ( x ) =( x − 2 ) ⇔  
3
⇔ ⇔ 5
 −b = a b = 1
( x − 2) × ( x − 2)
2
⇔ x 3 − ax 2 + bx − 8 = 1 = 1  5
⇔ x 3 − ax 2 + bx − 8= ( x2 − 4 x + 4 ) × ( x − 2)
⇔ x 3 − ax 2 + bx − 8 = x 3 −2 x 2 − 4 x 2 + 8 x + 4 x − 8 Proposta 15
3 2 3 2
⇔ x − ax + bx − 8 = x −6 x + 12 x − 8
15.1. Atendendo a que x 2 − 1 = ( x − 1 )( x + 1 ) , a divisão pode ser
feita dividindo primeiro A ( x ) por x −1 e de seguida dividindo o
quociente resultante por x + 1 .

52
Polinómios

1 0 −3 2 −1
1 1 1 −2 0
Proposta 16
1 1 −2 0 −1
Quociente: Q1 ( x ) = x 3 + x 2 − 2 x 16.1. Como A ( x ) é um polinómio de grau 1 e B ( x ) é um
Resto: R1 ( x ) = −1 ( x ) A ( x ) × B ( x ) tem
polinómio de grau n, então o polinómio C=

Então, tem-se: A ( x ) = ( x − 1) × ( x 3
+ x − 2 x ) + ( −1 )
2
(1 ) grau n + 1 . O polinómio C ( x ) tem no máximo n + 2 termos.
1 1 −2 0
( x ) A( x )×B( x )
16.2. O termo de maior grau do polinómio C=
−1 −1 0 2
1 0 −2 2 obtém-se multiplicando os termos de maior grau dos polinómios
A( x ) e B ( x ) .
Quociente: Q2 ( x=
) x2 − 2
Termo de maior grau de C ( x ) : x × bn x n =
bn x n+1 .
Resto: R2 ( x ) = 2
Então, tem-se: x 3 + x 2 − 2 x = ( x + 1 ) × ( x 2 − 2 ) + 2 (2) ( x ) A( x )×B( x )
16.3. O termo independente do polinómio C=
Substituindo (2) em (1), tem-se: obtém-se multiplicando os termos independentes dos polinómios
A ( x ) = ( x − 1 ) ×  ( x + 1 ) × ( x 2 − 2 ) + 2  + ( −1 ) = A( x ) e B ( x ) .
= ( x − 1) × ( x + 1) × ( x − 2 ) + ( x − 1) × 2 − 1 =
2
Termo independente de C ( x ) : −a × b0 =−a b0 .
= ( x − 1) × ( x + 1) × ( x 2
− 2) + 2x − 2 − 1 =
Proposta 17
= (x 2
− 1) × ( x − 2 ) + 2 x − 3
2
Aplicando a regra de Ruffini começa-se por determinar o
Conclui-se, então, que o quociente e o resto da divisão de quociente da divisão de A ( x ) = ax 3 + bx 2 + cx + d por
A ( x ) = x 4 − 3 x 2 + 2 x − 1 por x 2 − 1 são, respetivamente, x 2 − 2 e
B ( x )= x − 1 .
2x − 3 .
a b c d
15.2. A divisão de A ( x ) = x 4 − 3 x 2 + 2 x − 1 por ( x − 2 )( x + 1 ) 1 a a+b a+b+c
pode ser feita dividindo primeiro P ( x ) por x − 2 e de seguida a a+b a+b+c a+b+c+d

dividindo o quociente resultante por x + 1 . O quociente e o resto da divisão de A ( x ) por B ( x ) são,


1 0 −3 2 −1 respetivamente, Q ( x )= ax 2 + ( a + b ) x + a + b + c e
2 2 4 2 8 R(x) = a + b+ c + d .
1 2 1 4 7
Ora, ( x − 1 ) × Q ( x ) + R ( x ) =
Quociente: Q1 ( x ) = x 3 + 2 x 2 + x + 4 = ( x − 1 ) × ( ax 2 + ( a + b ) x + a + b + c ) + ( a + b + c + d ) =
Resto: R1 ( x ) = 7 = ax 3 + ( a + b ) x 2 + ( a + b + c ) x − ax 2 − ( a + b ) x − ( a + b + c ) +
Então, tem-se: A ( x ) = ( x − 2) × ( x3 + 2x2 + x + 4 ) + 7 (1 ) +a + b + c + d =
1 2 1 4 = ax 3 + ( a + b − a ) x 2 + ( a + b + c − a − b ) x − a − b − c + a + b + c + d=
−1 −1 −1 0 = ax 3 + b x 2 + c x + d= A ( x ) .
1 1 0 4
Logo, conclui-se que Q ( x )= ax 2 + ( a + b ) x + a + b + c e
Quociente: Q2 ( x=
) x2 + x R ( x ) = a + b + c + d são de facto o quociente e o resto da divisão
Resto: R2 ( x ) = 4
inteira de A ( x ) por B ( x ) .
Então, tem-se: x 3 + 2 x 2 + x + 4 = ( x + 1) × ( x2 + x ) + 4 (2)
Substituindo (2) em (1), tem-se: Proposta 18
A ( x ) = ( x − 2 ) × ( x + 1 ) × ( x 2 + x ) + 4  + 7 = 18.1. Aplicando a regra de Ruffini começa-se por determinar o
= ( x − 2) × ( x + 1) × ( x + x ) + ( x − 2) × 4 + 7 =
2 quociente da divisão de P ( x ) = ax 3 − ax − 2 ; a ≠ 0, por x − a .
a 0 −a −2
= ( x − 2) × ( x + 1) × ( x2 + x ) + 4 x − 1 2 3
a a a a − a2
4

Conclui-se, então, que o quociente e o resto da divisão de 2 3


a a a +a a4 + a − 2
A ( x ) = x 4 − 3 x 2 + 2 x − 1 por ( x − 2 )( x + 1 ) são, respetivamente,
O quociente da divisão de P ( x ) por x − a é
x2 + x e 4 x − 1 .
Q ( x ) = a x 2 + a2 x + a 3 − a ; a ≠ 0 .

53
Unidade 3

Como a ≠ 0 , para que o quociente da divisão inteira de P ( x ) por A ( −1 ) = 2 × ( −1 ) + ( −1 ) − ( −1 ) + 1 = 2 × 1 − 1 + 1 + 1 = 3


78 65

x − a seja um polinómio incompleto, tem-se: O resto da divisão de A ( x ) por 2 x + 2 é igual a A ( −1 ) , ou seja,


a 3 − a = 0 ⇔ a ( a2 − 1 ) = 0 ⇔ a = 0 ∨ a2 = 1 ⇔ 3.
⇔a=0∨a=−1 ∨ a =1.
Sendo a ≠ 0 , então conclui-se que a =− 1 ∨ a =1 .
29. Repara que 3 x + = ) 3 ( x − ( −1 ) ) e
3 3 ( x + 1=
5 x − 5= 5 ( x − 1 ) .
18.2. P ( x ) é divisível por x − a se o resto da divisão de P ( x )
Os restos da divisão de P ( x ) por 3 x + 3 e por 5 x − 5 são dados
por x − a for igual a zero.
por P ( −1 ) e P ( 1 ) .
O resto da divisão de P ( x ) por x − a é R ( x ) = a 4 − a2 − 2 ; a ≠ 0 .
Então, tem-se: Como os restos da divisão de P ( x ) por 3 x + 3 e por 5 x − 5 são,

1± 1+8 respetivamente, 2 e −3, então tem-se:


a 4 − a2 − 2 =0 ⇔ ( a2 ) − a2 − 2 =0 ⇔ a2 =
2

2 P ( −1 ) = 2 a × ( −1)2015 − b × ( −1)2000 + 1 =2
 ⇔ ⇔
⇔ a2 =2 ∨ P ( 1 ) = −3 a × 1 − b × 1 + 1 =−3
2
a
 −1 ⇔ a = 2
=
 ∨ a =− 2 2015 2000

impossível
 −a − b =1 a =− b − 1 a =− b − 1
 ⇔ ⇔ ⇔
Pág. 110 a − b = −4  − b − 1 − b = −4  −2b = −3
 3  5
26.1. O resto da divisão de − x 3 + 3 x − 2 por x −1 é igual a a =− 2 − 1 a =− 2
⇔ ⇔
−13 + 3 × 1 − 2 =−1 + 3 − 2 =0 . = b 3= b 3
 2  2
26.2. O resto da divisão de − x 3 + 3 x − 2 por x + 1 é igual a
− ( −1 ) + 3 × ( −1 ) − 2 =1 − 3 − 2 =−4
3
. Pág. 112

1
30.1. P ( x ) é divisível por x − 2 se o resto da divisão de P ( x )
26.3. O resto da divisão de −5 x 4 − x + 3 por x é igual a
2 por x − 2 for igual a 0, ou seja, se P ( 2 ) = 0 .
1
−5 × 0 − × 0 + 3 = 0 − 0 + 3 = 3 .
4
P ( 2 ) = 0 ⇔ 23 − a × 22 − 2 × 2 + b = 0 ⇔ 8 − 4a − 4 + b = 0 ⇔
2
⇔ b = 4a − 4
 1
26.4. Como 2 x − 1= 2  x −  , o resto da divisão de 2x 3 − x 2 + x 30.2. P ( x ) é divisível por x −1 se o resto da divisão de P ( x )
 2 por x −1 for igual a 0, ou seja, se P ( 1 ) = 0 .
3 2
1 1 1 1 1 1 1 O resto da divisão de P ( x ) por x + 2 é dado por P ( −2 ) .
por 2 x − 1 é igual a 2 ×   −   + =2 × − + = .
2
   2 2 8 4 2 2
Como P ( x ) dividido por x + 2 dá resto 1 então P ( −2 ) =
1.
27. A divisão de 2 x − 5 x + kx + 3 por x − 3 é exata se o resto
3 2
Assim sendo, tem-se:
P ( 1 ) =
0 13 − a × 12 − 2 × 1 + b =0
3 2
da divisão for igual a 0, ou seja, se: 2 × 3 − 5 × 3 + k × 3 + 3 = 0 ⇔
 ⇔ ⇔
P ( −2 ) = 1 ( −2 ) − a × ( −2 ) − 2 × ( −2 ) + b =
3 2
⇔ 54 − 45 + 3k + 3 =
0 ⇔ 3k =
−12 ⇔ k =
−4 1
1 − a − 2 + b = 0 b = 1 + a
⇔ ⇔ ⇔
Pág. 111  −8 − 4 a + 4 +
= b 1  −4 a + 1 +=
a 5

28.1. Repara que 3 x − 6= 3 ( x − 2 ) .   4  1


b = 1 +  −  b = −
b= 1 + a   3  3
A ( 2 ) = 23 − 2 × 2 + 1 = 8 − 4 + 1 = 5 ⇔ ⇔ ⇔
 −3a =4 a = − 4 a = − 4
O resto da divisão de A ( x ) por 3 x − 6 é igual a A ( 2 ) , ou seja, 5.  3  3

 1   1  31.1. P ( x ) é divisível por x + 1 se o resto da divisão de P ( x )


28.2. Repara que 2 x + =  2 x −  −   .
1 2 x + =
 2   2  por x + 1 for igual a 0, ou seja, se P ( −1 ) =
0.
3 2
P ( −1 ) = 0 ⇔ ( −1 ) + 2 × ( −1 ) − 1 = 0 ⇔
n +1 n
 1  1  1  1 1
A −  =2×  −  +  −  + 3 =2×  −  + + 3 =
 2  2  2  8 4
⇔ ( −1 ) × ( −1 ) + 2 × ( −1 ) = 1 ⇔ ( −1 ) ×  ( −1 ) + 2  = 1
n n n

1 1
=− + + 3 =3 ⇔ ( −1 ) × 1 = 1 ⇔ ( −1 ) = 1 ⇔ n é par
n n
4 4
 1
O resto da divisão de A ( x ) por 2 x + 1 é igual a A  −  , ou seja, 31.2. Sabe-se que o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é dado
 2
3. por P ( −1 ) .

) 2 ( x − ( −1 ) ) .
2 2 ( x + 1=
28.3. Repara que 2 x + =

54
Polinómios

O resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é igual a −2, se


Pág. 113
P ( −1 ) =−2 .
P ( −1 ) =−2 ⇔ ( −1 )
n +1
+ 2 × ( −1 ) − 1 =−2 ⇔
n 33.1. A ( 1 ) =6 × 12 + 4 × 1 − 10 =6 + 4 − 10 =0

⇔ ( −1 ) × ( −1 ) + 2 × ( −1 ) =−1 ⇔
n n
Como A ( 1) = 0 , então 1 é uma raiz do polinómio A ( x ) .

⇔ ( −1 ) ×  ( −1 ) + 2  =−1 ⇔ ( −1 ) × 1 =−1 ⇔
n n 33.2. A área lateral do prisma é dada por:
A ( x ) − 2 × ( x − 1 ) = 6 x 2 + 4 x − 10 − 2 ( x 2 − 2 x + 1 ) =
2

⇔ ( −1 ) =−1 ⇔ n é ímpar
n

= 6 x 2 + 4 x − 10 − 2 x 2 + 4 x − 2 = 4 x 2 + 8 x − 12
31.3. Q ( x ) é divisível por x −1 se o resto da divisão de Q ( x ) Como o prisma é quadrangular regular, as quatro faces laterais
são todas iguais.
por x −1 for igual a 0, ou seja, se Q ( 1) = 0 . Assim sendo, a área de cada face lateral do prisma é dada por:
Q ( 1 ) = 1n+1 − 2 × 1n + 1n−1 = 1 − 2 + 1 = 0, ∀n ∈ N 4 x 2 + 8 x − 12
= x2 + 2x − 3
4
Então, Q ( x ) é divisível por x −1 , ∀n ∈ N .
x2 + 2x − 3
33.3. A altura do prisma é dada por .
31.4. Q ( x ) é divisível por x + 1 se o resto da divisão de Q ( x ) x −1
Aplicando a regra de Ruffini determina-se o quociente da divisão
por x + 1 for igual a 0, ou seja, se Q ( −1 ) =
0. de A ( x ) por x −1 .
Q ( − 1 ) = ( −1 ) − 2 × ( −1 ) + ( −1 )
n +1 n n −1
= 1 2 −3
= ( −1 ) × ( −1 ) − 2 × ( −1 ) + ( −1 ) × ( −1 ) =
n n n 1 1 3
1 3 0
 4, se n é ímpar
=− ( −1 ) − 2 × ( −1 ) − ( −1 ) =− 4 × ( −1 ) =
n n n n

 −4, se n é par O quociente da divisão de x 2 + 2 x − 3 por x −1 é Q ( x )= x + 3 .


Como Q ( −1 ) ≠ 0 , então Q ( x ) não é divisível por x + 1, ∀n ∈N . Então, x 2 + 2 x − 3 = ( x − 1) × Q ( x ) + 0 , ou seja,
2
x + 2x − 3
32.1. A ( 2 ) = 3 × 23 + 22 − 12 × 2 − 4 = 24 + 4 − 24 − 4 = 0 = x +3.
x −1
Como A ( 2 ) = 0 , 2 é uma raiz do polinómio A ( x ) .
33.4. A ( x ) = 22 ⇔ 6 x 2 + 4 x − 10 = 22 ⇔
32.2. Sendo 2 uma raiz do polinómio A ( x ) , então A ( x ) é ⇔ 6 x 2 + 4 x − 32 =0 ⇔ 3 x 2 + 2 x − 16 =0
divisível por x − 2 . −2 ± 4 + 96 8
Aplicando a regra de Ruffini determina-se o quociente da divisão ⇔x= ⇔x= 2 ∨ x= −
6 3
de A ( x ) por x − 2 . Como x > 0 , conclui-se que x = 2 .
3 1 −12 −4 Então, as dimensões do prisma são 1 cm × 1 cm × 5 cm .
2 6 14 4
3 7 2 0 Tarefa 2
1.1. Sabe-se que o resto da divisão de P ( x ) por x − 2 é dado
Então, o quociente da divisão de A ( x ) por x − 2 é
por P ( 2 ) .
Q ( x ) = 3x2 + 7 x + 2 .
O resto da divisão de P ( x ) por x − 2 é igual a 3, se P ( 2 ) = 3 .
32.3. Se A ( x ) é divisível por x − 2 , então A ( x ) = ( x − 2 ) × Q ( x ) .
P ( 2 ) = 3 ⇔ 2 × 23 − 22 + k × 2 − 1 = 3 ⇔ 16 − 4 + 2k − 1 = 3 ⇔ k = −4
A ( x ) = ( x − 2) × Q ( x ) ⇔ A ( x ) = ( x − 2 ) × ( 3x2 + 7 x + 2)
A ( x ) =0 ⇔ ( x − 2 ) × ( 3 x 2 + 7 x + 2 ) =0 ⇔ 1.2. Repara que ( x + 1) = ( x − ( −1) ) .
⇔ x −2 = 0 ∨ 2
3x + 7 x + 2 = 0 ⇔ Sabe-se que o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é dado por

−7 ± 49 − 24 P ( −1 ) . O resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é igual a −4, se


⇔ x= 2 ∨ x= ⇔
6 P ( −1 ) =−4 .
1
P ( −1 ) =−4 ⇔ 2 × ( −1 ) − ( −1 ) + k × ( −1 ) − 1 =−4 ⇔
3 2
⇔ x =∨ 2 x= − ∨ x= −2
3
1 ⇔ −2 − 1 − k − 1 = −4 ⇔ k = 0
Zeros de A ( x ) : −2, − e 2
3 1.3. P ( x ) é divisível por x + 2 se o resto da divisão de P ( x ) por
x + 2 for igual a 0, ou seja, se P ( −2 ) =
0.

P ( −2 ) =0 ⇔ 2 × ( −2 ) − ( −2 ) + k × ( −2 ) − 1 =0 ⇔
3 2

21
⇔ −16 − 4 − 2k − 1 = 0 ⇔ k = −
2

55
Unidade 3

4.1. O resto da divisão de f ( x ) por x + 1 é dado por f ( −1) , ou


2.1. P ( x ) é um polinómio completo para n = 1 . Nesse caso,
seja, −4.
P ( x ) = x2 − x − 2 .
f ( −1 ) =−4 porque o ponto A ( −1, −4 ) pertence ao gráfico de f.
2.2. No caso de n = 2 , então P ( x ) = x − x − 2 . 4 2
4.2. Sabe-se que o ponto B ( 3,0 ) pertence ao gráfico de f, logo 3
( ) ( ) ( )
4 2
P 2 = 2 − 2 −2 = 4 −2−2 = 0 é zero de f dado que f ( 3) = 0 .
Logo, P ( x ) é divisível por x − 2 . ( ) Aplicando a regra de Ruffini determina-se o quociente da divisão
de f ( x ) por x − 3 .
2.3. Sabe-se que o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é dado 5 9
−1 3 −
por P ( −1) . 2 2
3 9
3 −3 −
P ( −1 ) =( −1 ) − ( −1 ) − 2 = 1 − 1 − 2 =−2
2n n

porque
2 2
n é par
1 3
−1 − 0
Então se n é par, o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é −2 . 2 2
1 3
2.4. P ( x ) é divisível por x + 1 se o resto da divisão de P ( x ) por Q( x ) = − x2 − x +
2 2
x + 1 for igual a 0, ou seja, se P ( −1 ) =
0. Se f ( x ) é divisível por x − 3 , então
P ( −1 ) = ( −1 ) − ( −1 ) − 2 = 1 − ( −1 ) − 2 = 1 + 1 − 2 = 0
2n n
1 3
porque f (x)= ( x − 3 ) ×  − x 2 − x+ .
n é ímpar
 2 2
Conclui-se então que P ( x ) é divisível por x + 1 qualquer que seja  1 3
f ( x ) = 0 ⇔ ( x − 3) ×  − x2 − x +  = 0 ⇔
n ímpar.  2 2
3. A família de polinómios do 2.º grau cujo coeficiente do termo 1 3
⇔ x − 3= 0 ∨ − x 2 − x + = 0
de maior grau é 3 pode ser definida por: 2 2
1 ± 1 + 24
P ( x ) = 3x 2 + ax + b , a , b ∈ R . ⇔ x =3 ∨ − 2x2 − x + 3 = 0 ⇔ x = 3 ∨ x=
−4
3.1. P ( x ) é divisível por x − 2 se o resto da divisão de P ( x ) por 3
⇔ x =∨
3 x=
− ∨ x=
1
2
x − 2 for igual a 0, ou seja, se P ( 2 ) = 0 . 3
Os zeros da função f são − , 1 e 3 .
O resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é dado por P ( −1) . 2

Como P ( x ) dividido por x + 1 dá resto 3 então P ( −1 ) =


3.
Pág. 114
Assim sendo, tem-se:
P ( 2 ) =
0 3 × 22 + a × 2 + b =0 34.1. Tendo em atenção o esquema apresentado, verifica-se que
12 + 2a + b = 0
 ⇔ ⇔ ⇔ o maior valor de n ∈ N tal que P ( x ) =( x − 2 ) × Q ( x ) é 2.
n

P ( −1) = 3 3 × ( −1) + a × ( −1) + b =3  3 a b


2
− + =3
Então, diz-se que 2 é uma raiz de multiplicidade 2.
2b + b =−12  b =−4
⇔ ⇔
a = b a = −4 34.2. P ( − 1 ) = ( −1 )4 − 2 × ( −1 )3 − 3 × ( −1 )2 + 4 × ( −1 ) + 4 =
Então, P ( x ) = 3x − 4 x − 4 .
2
=1+2−3−4 + 4 = 0
Logo, −1 é raiz de P ( x ) .
3.2. Se −2 é zero do polinómio P ( x ) , então P ( −2 ) =
0.
Para determinar a multiplicidade da raiz −1 vamos aplicar
P ( x ) é divisível por x − 1 se o resto da divisão de P ( x ) por x − 1 sucessivamente a regra de Ruffini.
for igual a 0, ou seja, se P ( 1 ) = 0 . 1 −2 −3 4 −4
Assim sendo, tem-se: −1 −1 3 0 −4
1 −3 0 4 0
P ( −2 ) = 0 3 × ( −2 )2 + a × ( −2 ) + b =0 12 − 2a + b = 0
 ⇔ ⇔ ⇔ −1 −1 4 −4
P ( 1) = 0  3 × 12
+ a × 1 + b =0  3 + a + b =0
1 −4 4 0
b = 2a − 12 b = −6
⇔ ⇔ −1 −1 5
 a + 2 a − 12 = − 3  a =3
1 −5 9
Então, P ( x ) = 3x 2 + 3x − 6 .
Conclui-se então que −1 é uma raiz de multiplicidade 2.

56
Polinómios

Conclui-se então que o maior número natural n e o polinómio


Pág. 115 Q ( x ) , tal que P ( x=) ( x + 2) Q ( x ) , são: n = 3 e Q ( x )= x −1 .
n

35. Para determinar a multiplicidade da raiz −1 do polinómio 38.1. Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas.
P ( x ) vamos aplicar sucessivamente a regra de Ruffini.
Como P ( x ) é um polinómio de grau 3 e 2 é um zero simples,
1 2 0 −2 −1
então sabe-se que P ( x ) = ( x − 2 ) × Q ( x ) , sendo Q ( x ) um
−1 −1 −1 1 1
polinómio de grau 2.
1 1 −1 −1 0
Como 2 é o único zero de P ( x ) , então Q ( x ) é um polinómio que
−1 −1 0 1
não tem zeros. Considerando, por exemplo, Q ( x=
) x 2 + 1 , tem-
1 0 −1 0
−1 −1 1 se: P ( x ) = ( x − 2 ) × ( x2 + 1) = x3 − 2x2 + x − 2

1 −1 0
38.2. Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas.
−1 −1
Como P ( x ) é um polinómio do quarto grau e 3 e − 1 são os
1 −2
únicos zeros de P ( x ) , então podemos, por exemplo, considerar
Conclui-se então que −1 é uma raiz de multiplicidade 3.
que P ( x ) = ( x − 3 ) × ( x + 1 ) .
2 2
P ( x ) = ( x + 1) × ( x − 1)
3

Simplificando, tem-se:
36. Pretende-se determinar a multiplicidade da raiz 1 do
P ( x ) = ( x2 − 6 x + 9 ) × ( x2 + 2x + 1) =
polinómio P ( x ) = x 4 − 2 x 3 + 2 x − 1 e para tal vamos aplicar
= x 4 + 2 x 3 + x 2 − 6 x 3 − 12 x 2 − 6 x + 9 x 2 + 18 x + 9
sucessivamente a regra de Ruffini. =x 4 − 4 x 3 − 2 x 2 + 12 x + 9
1 −2 0 2 −1
1 1 −1 −1 1 39. Sendo P ( x ) um polinómio de grau 3 que tenha só um zero
1 −1 −1 1 0 (seja k esse zero) e esse zero tenha multiplicidade 2, então sabe-
-se que P ( x ) =( x − k ) × Q ( x ) , sendo Q ( x ) um polinómio de
2
1 1 0 −1
1 0 −1 0 grau 1. Repara que Q ( x ) é do tipo ax + b , com a ≠ 0 .
1 1 1
b
1 1 0 Ora, Q ( x ) = 0 ⇔ ax + b = 0 ⇔ x = − .
a
1 1 Esta situação é impossível. Basta considerar:
1 2 b
. Se − for diferente de k, então k não seria o único zero.
a
Conclui-se então que 1 é uma raiz de multiplicidade 3.
b
P ( x ) = ( x − 1) × ( x + 1)
3 . Se − for igual a k, então essa raiz não teria multiplicidade 2
a
Conclui-se então que o maior número natural n e o polinómio (mas 3).
Q ( x ) , tal que P ( x=) ( x − 1 ) Q ( x ) , são: n = 3 e Q ( x )= x + 1 .
n

Pág. 116
37. Pretende-se determinar a multiplicidade da raiz −2 do
40.1. Pretende-se determinar a multiplicidade da raiz 1 do
polinómio P ( x ) = x 4 + 5 x 3 + 6 x 2 − 4 x − 8 e para tal vamos aplicar
polinómio A ( x )= 2 x 4 + x 3 − 5 x 2 − x + 3 e para tal vamos aplicar
sucessivamente a regra de Ruffini.
1 5 6 −4 −8 sucessivamente a regra de Ruffini.
−2 −2 −6 0 8 2 1 −5 −1 3
1 3 0 −4 0 1 2 3 −2 −3
2 −3 −2 −3 0
−2 −2 −2 4
1 2 5 3
1 1 −2 0
2 5 3 0
−2 −2 −2
1 2 7
1 −1 0
2 7 10
−2 −2
Conclui-se então que 1 é uma raiz de multiplicidade 2 do
1 −3
polinómio A ( x ) .
Conclui-se então que −2 é uma raiz de multiplicidade 3.
P ( x ) = ( x + 2) × ( x − 1)
3

57
Unidade 3

40.2. Atendendo aos cálculos efetuados no item anterior, sabe- 43.1. Comecemos por determinar os zeros do polinómio
-se que A ( x ) = ( x − 1 ) × ( 2 x + 5 x + 3 ) . x2 + x − 2 .
2 2

−1 ± 1 + 8
A ( x ) =0 ⇔ ( x − 1 ) × ( 2 x 2 + 5 x + 3 ) =0 ⇔
2
x2 + x − 2 =0⇔ x = ⇔x= 1 ∨ x=−2
2
⇔ ( x − 1) = 0
2
∨ 2 x 2 + 5 x + 3= 0 Então, x2 + x − 2 = ( x − 1) × ( x + 2 ) .
−5 ± 25 − 24 3
⇔ x= 1 ∨ x= ⇔ x= 1 ∨ x = −1 ∨ x= − 43.2. Comecemos por determinar os zeros do polinómio
4 2
2x 2 + x − 1 .
41.1. A ( −2 ) = 2 × ( −2 )3 + 7 × ( −2 )2 − 3 × ( −2 ) − 18 =
−1 ± 1 + 8 1
=−16 + 28 + 6 − 18 =
0 2x2 + x − 1 =0⇔x= ⇔x= ∨ x= −1
4 2
Como A ( −2 ) =
0 , então − 2 é um zero do polinómio A ( x ) .
 1
41.2. Sendo − 2 um zero do polinómio A ( x ) , então A ( x ) é Então, 2x 2 + x − 1 = 2  x −  × ( x + 1 ) = ( 2 x − 1 ) × ( x + 1 ) .
 2
divisível por x + 2 .
Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da 43.3. x 3 − x= x ( x 2 − 1 )= x ( x − 1 )( x + 1 )
divisão de A ( x ) por x + 2 .
2 7 −3 −18 43.4. x 3 + 2 x 2 − 3 x= x ( x 2 + 2 x − 3 )
−2 −4 −6 18 Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x 2 + 2 x − 3 .
2 3 −9 0 −2 ± 4 + 12
x2 + 2x − 3 =0⇔x= ⇔x= 1 ∨ x=−3
Quociente: Q ( x ) = 2 x + 3 x − 9 2 2
Assim sendo, x 2 + 2 x − 3 = ( x − 1) × ( x + 3 ) .
Portanto, A ( x ) = ( x + 2 ) × ( 2 x 2 + 3 x − 9 ) .
Então, x 3 + 2 x 2 − 3 x= x ( x 2 + 2 x − 3 ) =x ( x − 1 )( x + 3) .
A ( x ) =0 ⇔ ( x + 2 ) × ( 2 x 2 + 3 x − 9 ) =0 ⇔
⇔ x + 2= 0 ∨ 2 x 2 + 3 x − 9= 0 43.5. −2 x 3 − 3 x 2 − x =x ( −2 x 2 − 3 x − 1 )
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio
−3 ± 9 + 72
⇔ x =−2 ∨ x= −2 x 2 − 3 x − 1 .
4
3± 9−8 1
3 −2 x 2 − 3 x − 1 =0⇔x= ⇔x= −1 ∨ x = −
−2 ∨
⇔x= x=∨ x= −3 −4 2
2
 1
3 Assim sendo, −2 x 2 − 3 x − 1 = −2 ( x + 1 )  x +  = ( x + 1)( −2 x − 1)
41.3. Como − 3 e são os zeros do polinómio Q ( x ) , então  2
2
.
 3
Q ( x ) =2 ( x + 3 )  x −  . Então, −2 x 3 − 3 x 2 − x =x ( −2 x 2 − 3 x − 1 ) = x ( x + 1 )( −2 x − 1 ) .
 2
Então, A ( x ) = ( x + 2 ) × ( 2 x 2 + 3 x − 9 ) =
Pág. 118
3 3
( x + 2 ) × 2 ( x + 3)  x −  =
=

2 ( x + 2 )( x + 3 )  x −  . 44.1. Conjunto dos divisores do termo independente do
 2  2
{−1, 1, − 2, 2, − 3, 3, − 6, 6} .
polinómio: D =
Pág. 117 As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D.
Temos de identificar pelo menos uma dessas raízes.
42.1. Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas.
P ( −1 ) =−
( 1 ) − 7 × ( −1 ) − 6 =−1 + 7 − 6 =0
3

P ( x )= a ( x − 2 ) × ( x + 3 ) , a ∈ R \ {0} .
Logo, −1 é raiz de P ( x ) .
1
P ( −1 ) = 2 ⇔ a ( −1 − 2 ) × ( −1 + 3 ) = 2 ⇔ −6a = 2 ⇔ a = − Aplicando a regra de Ruffini, tem-se:
3 1 0 −7 −6
Então,
−1 −1 1 6
1 1 1 1
P(x) = − ( x2 + x − 6 ) =
− ( x − 2 ) × ( x + 3) = − x2 − x + 2 . 1 −1 −6 0
3 3 3 3

42.2. Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas.


Então, P ( x ) = ( x + 1)( x2 − x − 6 ) .
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x 2 − x − 6 .
P(x) =a ( x − 3 ) , a ∈ R \ {0} .
2

1 ± 1 + 24
1 x2 − x − 6 =0⇔x= ⇔x= 3 ∨ x=−2
P ( 1 ) =−2 ⇔ a ( 1 − 3 ) =−2 ⇔ 4a =−2 ⇔ a =−
2
2
2
Assim sendo, x 2 − x − 6 =( x − 3 )( x + 2 ) .
1 1 2 1 9
Então, P ( x ) =
− ( x − 3) =
2
− ( x − 6x + 9) =
− x2 + 3x − . Então, P ( x ) =
( x + 1)( x − 3)( x + 2 ) .
2 2 2 2

58
Polinómios

44.2. Conjunto dos divisores do termo independente do −1 1 5 3


{−1, 1, − 2, 2, − 5, 5, − 10, 10} .
polinómio: D = −1 1 −2 −3
As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D. −1 2 3 0
Temos de identificar pelo menos uma dessas raízes. Então, P ( x ) = ( x + 1 ) ( − x 2 + 2 x + 3 ) .
P ( −1 ) =( −1 ) − 4 × ( −1 ) − 7 × ( −1 ) + 10 =−1 − 4 + 7 + 10 =12 ;
3 2

Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio


P ( 1 ) =13 − 4 × 12 − 7 × 1 + 10 =1 − 4 − 7 + 10 =0 − x2 + 2x + 3 .
Logo, 1 é raiz de P ( x ) . −2 ± 4 + 12
−x2 + 2x + 3 =0⇔x= ⇔x= −1 ∨ x=3
Aplicando a regra de Ruffini, tem-se: −2
1 −4 −7 −10 Assim sendo, − x 2 + 2 x + 3 =− ( x + 1 )( x − 3 ) .
1 1 −3 10 Então, P ( x ) =
( x + 1) − ( x + 1)( x − 3)  =
− ( x + 1 )( x + 1 )( x − 3 ) .
1 −3 −10 0
45.1. Sabe-se que 1 é um zero de f.
Então, P ( x ) = ( x − 1 ) ( x 2 − 3 x − 10 ) .
Aplicando a regra de Ruffini determina-se o quociente da divisão
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio de f ( x ) por x − 1 .
x 2 − 3 x − 10 .
1 5
3 ± 9 + 40 −1 − 3
2
x − 3 x − 10 =0⇔ x= ⇔x= 5 ∨ x=−2 2 2
2 1 1
1 − −3
Assim sendo, x 2 − 3 x − 10 =( x − 5 )( x + 2 ) . 2 2
Então, P ( x ) =( x − 1 )( x − 5)( x + 2 ) . 1 1
− −3 0
2 2
44.3. Conjunto dos divisores do termo independente do 1 2 1
Q( x ) = x − x −3
{−1, 1, − 3, 3, − 9, 9} .
polinómio: D = 2 2
As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D. Se f ( x ) é divisível por x − 1 , então
Como o polinómio é de grau 4, temos de identificar pelo menos 1 1 
duas dessas raízes. f ( x ) = ( x − 1) ×  x 2 − x − 3  .
2 2 
P ( −1 ) = ( −1 ) + ( −1 ) − 8 × ( −1 ) − 9 × ( −1 ) − 9 =
4 3 2
1 2 1 
f ( x ) =0 ⇔ ( x − 1 ) ×  x − x − 3  =0 ⇔
=1 − 1 − 8 + 9 − 9 =−8 ; 2 2 
P ( 1 ) =14 + 13 − 8 × 12 − 9 × 1 − 9 =1 + 1 − 8 − 9 − 9 =−24 ; 1 2 1
⇔ x − 1= 0 ∨ x − x − 3= 0
P ( −3 ) = ( −3 ) + ( −3 ) − 8 × ( −3 ) − 9 × ( −3 ) − 9 =
4 3 2 2 2
= 81 − 27 − 72 + 27 − 9 = 0 ; 1 ± 1 + 24
⇔ x= 1 ∨ x 2 − x − 6= 0 ⇔ x= 1 ∨ x=
P ( 3 ) = 34 + 33 − 8 × 32 − 9 × 3 − 9 = 81 + 27 − 72 − 27 − 9 = 0 2
⇔x=
1 ∨ x=
3 ∨ x=
−2
Logo, − 3 e 3 são raízes de P ( x ) .
3 e − 2 são os outros zeros de f .
Aplicando a regra de Ruffini, tem-se: Logo, A ( −2,0 ) e B ( 3,0 ) .
1 1 −8 −9 −9
O ponto C tem abcissa 0 e pertence ao gráfico de f, logo
−3 −3 6 6 9
C ( 0, f ( 0 ) ) .
1 −2 −2 −3 0
f ( 0 ) = 3 , então C ( 0,3 ) .
3 3 3 3
1 1 1 0 1 x 
45.2. f ( x ) = ( x − 1 ) × ( x − 3 )( x + 2 ) = ( x − 1 )( x − 3 )  + 1 
2  2 
Então, P ( x ) = ( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + x + 1 ) .
Nota: o polinómio x2 + x + 1 não tem zeros. Tarefa 3
1.1. Sendo x1 e x2 as raízes inteiras do polinómio
44.4. Conjunto dos divisores do termo independente do
P ( x ) = ax 2 + bx + c , a ≠ 0 , então sabe-se que:
{−1, 1, − 3, 3} .
polinómio: D =
− b + b2 − 4 ac − b − b2 − 4 ac
As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D. x1 = e x2 = .
2a 2a
Temos de identificar pelo menos uma dessas raízes.
P ( −1 ) =− ( −1 ) + ( −1 ) + 5 × ( −1 ) + 3 =1 + 1 − 5 + 3 =0
3 2 − b + b2 − 4 ac − b − b2 − 4 ac −2 b b
x1 + x 2 = + = = − .
2a 2a 2a a
Logo, −1 é raiz de P ( x ) . b
Portanto, x1 + x2 = − ⇔ − a ( x1 + x2 ) = b .
Aplicando a regra de Ruffini, tem-se: a

59
Unidade 3

−b + b2 − 4ac −b − b2 − 4ac Por observação do quadro, tem-se:


x1 × x2
= × = ( x − 1 ) P ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ ,1[ ∪ ]4, +∞[
2a 2a

( )
2
( −b ) b2 − ( b2 − 4ac ) 47.2. Para resolver a inequação ( 3 − x ) P ( x ) ≤ 0 , vamos
2
− b2 − 4ac
= =
4a2 4a2 construir uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de
2 2
b − b + 4ac 4ac c cada um dos fatores e do produto.
= = =
4 a2 4 a2 a −∞ 2 3 4 +∞
c 3− x + + + 0 – – –
Portanto, x1 × x2 = ⇔ a ( x1 x2 ) =c . P(x)
a – 0 – – – 0 +
(3 − x ) P ( x ) – 0 – 0 + 0 –
1.2. As raízes inteiras x1 e x2 são divisores do termo
Por observação do quadro, tem-se:
c c
independente c porque
x1
= a x2 e
x2
= a x1 . ( 3 − x ) P ( x ) ≤ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ ,3] ∪ [ 4, +∞[
Nota: a x2 e a x1 são números inteiros. 47.3. Para resolver a inequação ( x + 1) P ( x ) ≥ 0 , vamos construir

2.1. Conjunto dos divisores do termo independente do uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
fatores e do produto.
{−1,1, −2,2} .
polinómio: D =
−∞ −1 2 4 +∞ i
As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D. x +1 – 0 + + + + +
P ( −1 ) =−
( 1 ) + ( −1 ) − ( −1 ) + ( −1 ) − 2 =1 − 1 − 1 − 1 − 2 =−4 ;
4 3 2
P(x) – – – 0 – 0 +
P ( 1 ) = 14 + 13 − 12 + 1 − 2 = 1 + 1 − 1 + 1 − 2 = 0 ; ( x + 1) P ( x ) + 0 – 0 – 0 +

P ( −2 ) = ( −2 ) + ( −2 ) − ( −2 ) + ( −2 ) − 2 = 16 − 8 − 4 − 2 − 2 = 0 ;
4 3 2
Por observação do quadro, tem-se:

P ( 2 ) = 2 + 2 − 2 + 2 − 2 = 16 + 8 − 4 + 2 − 2 = 20
4 3 2 ( x + 1) P ( x ) ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −1] ∪ {2} ∪ [ 4, +∞[
Logo, − 2 e 1 são raízes de P ( x ) . 48.1.
a) P ( −1 ) =−
( 1 ) + 2 × ( −1 ) − ( −1 ) − 2 =−1 + 2 + 1 − 2 =0
3 2

2.2. Como − 2 e 1 são raízes de P ( x ) , aplicando a regra de


Logo, −1 é raiz de P ( x ) e P ( x ) é divisível por x + 1 .
Ruffini, tem-se:
1 1 −1 1 −2
b) Aplicando a regra de Ruffini, tem-se:
1 2 −1 −2
−2 −2 2 −2 2
−1 −1 −1 2
1 −1 1 −1 0
1 1 −2 0
1 1 0 1
1 0 1 0 Então, P ( x ) = ( x + 1)( x2 + x − 2) .
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x2 + x − 2 .
( x + 2 )( x − 1 ) ( x 2 + 1 ) .
Então, P ( x ) =
−1 ± 1 + 8
Nota: o polinómio x2 + 1 não tem zeros. x2 + x − 2 =0⇔ x = ⇔x= 1 ∨ x=−2
2

Pág. 119
Assim sendo, x2 + x − 2 =( x − 1)( x + 2 ) .
Então, P ( x ) =
( x + 1)( x − 1)( x + 2 ) .
46. P ( x ) =
( x − 2 )( x + 1) x
−∞ −1 0 2 +∞ i 48.2. Para resolver a inequação P ( x ) < 0 , vamos construir uma
x −2 – – – – – 0 + tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
x +1 – 0 + + + + +
x – – – 0 + + + fatores e do produto.
P(x) – 0 + 0 – 0 + −∞ −2 −1 1 +∞ i
Por observação do quadro, tem-se: x +1 – – – 0 + + +
x −1 – – – – – 0 +
P ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −1[ ∪ ]0,2[ – 0 + + + + +
x +2
P(x) – 0 + 0 – 0 +
47.1. Para resolver a inequação ( x − 1 ) P ( x ) > 0 , vamos construir
Por observação do quadro, tem-se:
uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
P ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪ ]−1,1[
fatores e do produto.
−∞ 1 2 4 +∞
x −1 – 0 + + + + +
P(x) – – – 0 – 0 +
( x − 1) P ( x ) + 0 – 0 – 0 +

60
Polinómios

1 2 −1 −2
Pág. 120 1 1 3 2
1 3 2 0
49.1. P ( 3) = 3 − 3 × 3 − 4 × 3 + 12 = 27 − 27 − 12 + 12 = 0
3 2

Logo, 3 é raiz de P ( x ) e P ( x ) é divisível por x − 3 . Então, B ( x ) = ( x − 1 ) ( x 2 + 3 x + 2 ) .


Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x 2 + 3 x + 2 .
49.2. x 3 − 3x 2 > 4 x − 12 ⇔ x 3 − 3x 2 − 4 x + 12 > 0 ⇔ P ( x ) > 0 −3 ± 9 − 8
x2 + 3x + 2 =0⇔x= ⇔x= −1 ∨ x=−2
Como P ( x ) é divisível por x − 3 , aplicando a regra de Ruffini 2
vamos decompor P ( x ) em fatores. Assim sendo, x 2 + 3 x + 2 =( x + 1 )( x + 2 ) .
1 −3 −4 12 Portanto, B ( x ) =( x − 1 )( x + 1)( x + 2 ) .
3 3 0 −12 Para resolver a inequação B ( x ) ≤ 0 , vamos construir uma tabela
1 0 −4 0 onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e
do produto.
( x 3)( x − 4 ) .
Então, P ( x ) =− 2

−∞ −2 −1 1 +∞ n
x 2 − 4 = ( x − 2 )( x + 2 ) . x −1 – – – – – 0 +
x +1 – – – 0 + + +
Portanto, P ( x ) =
( x − 3)( x − 2 )( x + 2 ) . x +2 – 0 + + + + +
Para resolver a inequação P ( x ) > 0 , vamos construir uma tabela B(x) – 0 + 0 – 0 +
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e Por observação do quadro, tem-se:
do produto. B ( x ) ≤ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2 ] ∪ [ −1,1]
−∞ −1 2 3 +∞ i
x −3 – – – – – 0 + 52.1. Como ∀x ∈ R, x 2 + 3 > 0 , então tem-se:
x −2 – – – 0 + + +
x +2 – 0 + + + + + ( x − 2 ) ( x 2 + 3 ) < 0 ⇔ x − 2 < 0 ⇔ x < 2 ⇔ x ∈ ]−∞ ,2[
P(x) – 0 + 0 – 0 +
52.2. Como ∀x ∈ R , ( x − 2 )4 ≥ 0 , então tem-se:
Por observação do quadro, tem-se:
P ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−2,2[ ∪ ]3, +∞[ (1 − x ) ( x − 2 ) < 0 ⇔ (1 − x ) < 0 ∧ x ≠ 2 ⇔ 1 − x < 0 ∧ x ≠ 2 ⇔
5 4 5

⇔ x > 1 ∧ x ≠ 2 ⇔ x ∈ ]1, +∞[ \ {2}


50.1. A ( x ) = x 3 − x 2 − 2 x = x ( x 2 − x − 2 )
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x2 − x − 2 . 52.3. Repara que x 2 + 4 x + 4 = ( x + 2 )2 .
1± 1+8 Como ∀x ∈ R , ( x + 2 ) ≥ 0 , então tem-se:
2
x2 − x − 2 =0⇔x= ⇔x= 2 ∨ x=−1
2
Assim sendo, x − x − 2 = ( x − 2 ) × ( x + 1 ) .
2 (x 2
+ 4 x + 4 ) ( 3 − x ) > 0 ⇔ ( 3 − x ) > 0 ∧ x ≠ −2 ⇔
3 3

Então, A ( x ) = x 3 − x 2 − 2 x = x ( x 2 − x − 2 ) =x ( x − 2 )( x + 1 ) . ⇔ 3 − x > 0 ∧ x ≠ −2 ⇔ x < 3 ∧ x ≠ −2 ⇔ x ∈ ]−∞ ,3[ \ {−2}

52.4. Como ∀x ∈ R, − x 2 − 2 < 0 , então tem-se:


50.2. Para resolver a inequação A ( x ) ≥ 0 , vamos construir uma
tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos (−x 2
− 2 ) (1 − x ) ≥ 0
5

fatores e do produto. ⇔ ( 1 − x ) ≤ 0 ⇔ 1 − x ≤ 0 ⇔ x ≥ 1 ⇔ x ∈ [1, +∞ [


5

−∞ −1 0 2 +∞ i
x – – – 0 + + + 53.1. P ( −1 ) =( −1 )3 + 2 × ( −1 )2 − ( −1 ) =−1 + 2 + 1 =2
x −2 – – – – – 0 +
x +1 – 0 + + + + + 53.2. P ( x ) < 2 ⇔ P ( x ) − 2 < 0
A(x) – 0 + 0 – 0 +
P ( x ) − 2 = x3 + 2x2 − x − 2
Por observação do quadro, tem-se:
A ( x ) ≥ 0 ⇔ x ∈[ −1,0 ] ∪ [2, +∞[ −1 é raiz do polinómio P ( x ) − 2 porque P ( −1) − 2 = 2 − 2 = 0 .
Então, P ( x ) − 2 é divisível por x + 1 .
51.1. B ( 1) = 13 + 2 × 12 − 1 − 2 = 1 + 2 − 1 − 2 = 0
Aplicando a regra de Ruffini, tem-se:
Logo, 1 é raiz de B ( x ) e B ( x ) é divisível por x − 1 . 1 2 −1 −2
−1 −1 −1 2
51.2. x 3 + 2 x 2 ≤ x + 2 ⇔ x 3 + 2 x 2 − x − 2 ≤ 0 ⇔ B ( x ) ≤ 0 1 1 −2 0
Como B ( x ) é divisível por x − 1 , aplicando a regra de Ruffini
Então, P ( x ) − 2 = ( x + 1)( x2 + x − 2) .
vamos decompor B ( x ) em fatores.
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x2 + x − 2 .

61
Unidade 3

−1 ± 1 + 8
x2 + x − 2 =0⇔ x = ⇔x= 1 ∨ x=−2 Pág. 121
2
2
Assim sendo, x + x − 2 =( x − 1)( x + 2 ) . 54.1. Pretende-se determinar as raízes de A ( x ) , ou seja, as
Então, P ( x ) − 2 =
( x + 1)( x − 1)( x + 2 ) . soluções da equação A ( x ) = 0 .
Para resolver a inequação P ( x ) − 2 ≤ 0 , vamos construir uma
A ( x )= 0 ⇔ 4 x 4 − 17 x 2 + 4 =0
tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
fatores e do produto. Fazendo x 2 = y , tem-se:
−∞ −2 −1 1 +∞ 17 ± 289 − 64 1
4 y 2 − 17y + 4 = 0 ⇔ y = ⇔ y =4 ∨ y=
x +1 – – – 0 + + + 8 4
x −1 – – – – – 0 + Como y = x 2 , tem-se:
x +2 – 0 + + + + +
1
P(x) −2 – 0 + 0 – 0 + x 2 =4 ∨ x 2 =
4
Por observação do quadro, tem-se: 11
P ( x ) < 2 ⇔ P ( x ) − 2 < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪ ]−1,1[ ⇔x=
2 ∨ x=
−2 ∨ x=− x=∨
22
1 1
Tarefa 4 Conclusão: as raízes de A ( x ) são −2, − , e 2.
2 2
1. Sendo B ( x ) um polinómio do terceiro grau que admite −2 54.2. Atendendo a 54.1., tem-se:
como raiz dupla e 1 como raiz simples, então  1  1
A ( x ) =4 ( x − 2 )( x + 2 )  x −  x +  , ou seja,
B ( x ) =a ( x + 2 ) ( x − 1 ) , a ∈ R \ {0} .
2
 2  2
 1  1 
Sabe-se que o resto da divisão de B ( x ) por x + 3 é 4, ou seja, A( x ) = ( x − 2 )( x + 2 ) 2  x −   2  x +   =
  2    2 
B ( −3 ) =
4.
=( x − 2 )( x + 2 )( 2 x − 1)( 2 x + 1) .
B ( −3 ) = 4 ⇔ a ( −3 + 2 ) ( −3 − 1 ) = 4 ⇔ −4 a = 4 ⇔ a = −1
2

Então, B ( x ) =− ( x + 2 ) ( x − 1 ) =( x + 2 ) ( − x + 1 ) .
2 2 54.3. Para resolver a inequação A ( x ) > 0 , vamos construir uma
tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
B ( x ) ≤ 0 ⇔ ( x + 2 ) ( − x + 1) ≤ 0
2

fatores e do produto.
Como ∀x ∈ R , ( x + 2 ) ≥ 0 , então tem-se:
2

1 1
−∞ −2 − 2 +∞ i
B ( x ) ≤ 0 ⇔ ( x + 2 ) ( − x + 1) ≤ 0
2
2 2
⇔ − x + 1 ≤ 0 ⇔ x ≥ 1 ⇔ x ∈ [1, +∞[ x −2 – – – – – – – 0 +
x +2 – 0 + + + + + + +
2x − 1 – – – – – 0 + + +
2.1. Como ∀x ∈ R, − x 2 − 1 < 0 , então tem-se: 2x + 1 – – – 0 + + + + +
(−x 2
− 1 ) A ( x ) ≤ 0 ⇔ A ( x ) ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2] ∪ [2, +∞[ A(x) + 0 – 0 + 0 – 0 +

Nota: Como se sabe que ∀x ∈ R, A ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−2,2[ , então Por observação do quadro, tem-se:
 1 1
conclui-se que A ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪  − ,  ∪ ]2, +∞[
∀x ∈ R, A ( x ) ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2] ∪ [2, +∞[ .  2 2

55.1. Como B ( x ) é divisível por x + 1 , vamos aplicar a regra de


2.2. Para resolver a inequação ( 3 − 2 x ) A ( x ) > 0 , vamos construir
uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos Ruffini para decompor B ( x ) em fatores.
fatores e do produto. 1 1 −7 −7 −18 −18
3 −1 −1 0 7 0 18
−∞ −2 2 +∞
2 1 0 −7 0 −18 0
3 − 2x + + + 0 – – –
A(x)
Então, B ( x ) =( x + 1 ) ( x 4 − 7 x 2 − 18 ) .
+ 0 – – – 0 +
( 3 − 2x ) A ( x ) + 0 – 0 + 0 – Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio
x 4 − 7 x 2 − 18 .
Por observação do quadro, tem-se:
Fazendo x 2 = y , tem-se:
3
( 3 − 2 x ) A ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪  
,2  7 ± 49 + 72
2  y 2 − 7y − 18 =0⇔y= ⇔y=9 ∨ y =−2
2
Como y = x 2 , tem-se:
x2 =9 ∨ 
2
x =
−2 ⇔ x =

 3 ∨ x=−3
equação impossível

62
Polinómios

Então, y2 − 8y − 9 =0
B ( x ) =0 ⇔ ( x + 1 ) ( x 4 − 7 x 2 − 18 ) =0 ⇔ x =−1 ∨ x =3 ∨ x =−3 . 8 ± 64 + 36
⇔y= ⇔y=9 ∨ y=−1
As raízes de B ( x ) são −3, − 1 e 3 . 2
Como y = x 2 , tem-se:
55.2. Vamos começar por decompor B ( x ) em fatores. x2 =
9 ∨ 2
x =−1 ⇔ x =3 ∨ x=−3
 

B(x) =( x + 1 ) ( x − 7 x − 18 ) =
4
( x + 1 )( x − 3 )( x + 3 ) ( x + 2 )
2 2 equação impossível

Os zeros de T ( x ) são −3 e 3 .
Como ∀x ∈ R, x 2 + 2 > 0 , então tem-se:
( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + 1 )
2.2. T ( x ) =
B ( x ) < 0 ⇔ ( x + 1 )( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + 2 ) < 0 ⇔
2.3.
⇔ ( x + 1 )( x − 3 )( x + 3 ) < 0 a) T ( x ) > 0 ⇔ ( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + 1 ) > 0
Para resolver a inequação B ( x ) < 0 , vamos construir uma tabela Para resolver a inequação T ( x ) > 0 , vamos construir uma tabela
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e
do produto. do produto.
−∞ −3 −1 3 +∞
−∞ –3 3 +∞ i
x +1 – – – 0 + + + x −3 – – – 0 +
x −3 – – – – – 0 + x+3 – 0 + + +
x+3 – 0 + + + + +
x2 + 1 + + + + +
( x + 1 )( x − 3 )( x + 3 ) – 0 + 0 – 0 +
T (x) + 0 – 0 +
Por observação do quadro, tem-se:
Por observação do quadro, tem-se:
B ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −3[ ∪ ] −1,3[
T ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −3[ ∪ ]3, +∞[

Tarefa 5 b) ( − x − 1 ) T ( x ) > 0 ⇔ ( − x − 1 )( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + 1 ) > 0


1.1.
a) Substituindo x 2 por y na equação x 4 − 5 x 2 + 4 =0 , obtém-se a Para resolver a inequação ( − x − 1 ) T ( x ) > 0 , vamos construir
seguinte equação do 2.º grau em y: uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
y 2 − 5y + 4 =0. fatores e do produto.
b) Vamos agora resolver a equação do 2.º grau obtida em a). −∞ –3 –1 3 +∞
y 2 − 5y + 4 =0 −x − 1 + + + 0 – – –
x −3 – – – – – 0 +
5 ± 25 − 16 x+3 – 0 + + + + +
⇔y=
2 x2 + 1 + + + + + + +
⇔ y= 4 ∨ y= 1 ( − x − 1)T ( x ) + 0 – 0 + 0 –
c) Substituindo y em x 2 = y pelos valores encontrados em b), Por observação do quadro, tem-se:
tem-se:
( − x − 1) T ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −3[ ∪ ]−1,3[
x 2 =4 ∨ 2
x =1
d) Em seguida vamos resolver as equações obtidas em c). c) ( x 2 + 2 x + 1 ) T ( x ) ≤ 0 ⇔ ( x + 1 ) ( x − 3 )( x + 3 ) ( x 2 + 1 ) ≤ 0
2

2 2
x =
4 ∨ x =
1⇔
⇔x=2 ∨ x=−2 ∨ x =∨
1 x=
−1 Para resolver a inequação ( x 2 + 2 x + 1 ) T ( x ) ≤ 0 , vamos construir

e) Os zeros de P ( x ) são −2, − 1, 1 e 2 . uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos
fatores e do produto.
1.2. P ( x ) =( x − 2 )( x + 2 )( x − 1 )( x + 1) −∞ −3 3 +∞ i
−1
1.3. Para resolver a inequação P ( x ) ≥ 0 , vamos construir uma ( x + 1)
2
+ + + 0 + + +
tabela onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos x −3 – – – – – 0 +
fatores e do produto. x+3 – 0 + + + + +
−∞ −2 −1 1 2 +∞ x2 + 1 + + + + + + +
x −2 – – – – – – – 0 + ( x + 2 x + 1) T ( x )
2
+ 0 – 0 – 0 +
x +2 – 0 + + + + + + +
x −1 – – – – – 0 + + + Por observação do quadro, tem-se:
x +1 – – – 0 + + + + + ( x 2 + 2 x + 1 ) T ( x ) ≤ 0 ⇔ x ∈[ −3,3]
P(x) + 0 – 0 + 0 – 0 +

Por observação do quadro, tem-se: 3. As abcissas dos pontos A, B, C, D e O correspondem aos zeros
P ( x ) ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2] ∪ [ −1,1] ∪ [2, +∞[ 1 5 3 3
do polinómio Q ( x ) = x − x + 2x .
4 2
2.1. Então, T ( x ) = 0 ⇔ x 4 − 8 x 2 − 9 = 0 . Vamos então determinar os zeros de Q ( x ) .
Fazendo x = y , tem-se:
2

63
Unidade 3

1 5 3 3 20.2.
Q ( x ) =0 ⇔ x − x + 2 x =0 ⇔ x 5 − 6 x 3 + 8 x =0 ⇔
4 2 a) Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios
⇔ x ( x 4 − 6 x2 + 8 ) = 0 ⇔ x = 0 ∨ x4 − 6x2 + 8 = 0 vamos determinar o quociente e o resto da divisão de A ( x ) por
2
Substituindo x por y na equação x − 6 x + 8 = 0 , obtém-se a4 2
B( x ) .
seguinte equação do 2.º grau em y: y 2 − 6 y + 8 =0. 3
Em seguida vamos resolver a equação obtida. 2 x3 + 0 x2 − x + 1 x−
2
y2 − 6y + 8 =0
−2 x 3 − 2 x 2 2x − 2
6 ± 36 − 32
⇔y= ⇔ y= 4 ∨ y= 2 2
− 2x − x + 1
2
Como y = x , tem-se:
2 2x2 + 2x
x 2 =4 ∨ x 2 =2 x +1

⇔ x =∨
2 x=
−2 ∨ x=2 ∨ x=
− 2 Quociente: Q ( x=
) 2x − 2
Resto: R ( x )= x + 1
Então, conclui-se que A ( −2,0 ) , B − 2 ,0 , C ( ) ( )
2 ,0 , D ( 2,0 )
2 0 −1 1
e O ( 0,0 ) .
b) 2 4 8 14
2 4 7 15
Pág. 123
Quociente: Q ( x ) = 2 x + 4 x + 7 2

Proposta 19
Resto: R ( x ) = 15
19.1. Para x = 4 tem-se:
A ( 4 ) = 2 × 43 − 42 − 5 × 4 + 3 = 128 − 16 − 20 + 3 = 95 Proposta 21
H (4 ) = 2× 4 − 3 = 5 21.1.
2 × 95 1.º Processo de resolução
ST = 38 cm
Então,=
5 O resto da divisão de P ( x ) por x − 1 é 3 se P ( 1 ) = 3 .

ST × ( 2 x − 3 ) P ( 1 ) = 3 ⇔ 2 × 14 − 12 + 1 − m = 3 ⇔ 2 − 1 + 1 − m = 3 ⇔ m = −1
19.2. Sabe-se que = 2x 3 − x 2 − 5x + 3 . 2.º Processo de resolução
2
Vamos utilizar a regra de Ruffini para determinar o resto da
Então, ST =
(2 x 3
− x2 − 5x + 3 ) × 2
, ou seja, divisão de P ( x ) por x − 1 .
2x − 3
2 0 −1 1 −m
2 x 3 − x2 − 5x + 3
ST = . 2 2 2 1 2
3
x− 2 2 1 2 −m + 2
2
Aplicando o algoritmo da divisão inteira de polinómios, tem-se: O resto da divisão de P ( x ) por x − 1 é −m + 2 .
3
2x3 − x2 − 5x + 3 x − Então, o resto da divisão de P ( x ) por x − 1 é 3 se −m + 2 =3 , ou
2
3 2 2 seja, se m = −1 .
−2 x + 3 x 2x + 2x − 2
2 x2 − 5x + 3 21.2. Sabe-se que o resto da divisão de P ( x ) por x + 1 é dado
por P ( −1 ) .
2
−2 x + 3 x
− 2x + 3
P ( −1 ) =− ( −1 ) − 2 × ( −1 ) + ( −1 )
2 n +1 2n n +1
=
−2 x − 3
=− ( −1 ) × ( −1 ) − 2 × 1 + ( −1 ) × ( −1 ) =
2n n

0
=−1 × ( −1 ) − 2 − ( −1 ) =−1 − ( −1 ) =
n n

Então, ST = 2 x 2 + 2 x − 2 .
 1 − ( −1 ) , se n é ímpar  0, se n é ímpar
−
= = 
Proposta 20  − 1 − 1, se n é par  −2, se n é par
Então, o resto da divisão P ( x ) por x + 1 depende de n.
20.1.
Nota: ( −1 ) =
2n
1 porque 2n é sempre par.
a) A ( x ) + B ( x ) × C ( x=) ( 2 x 3 − x + 1 ) + ( x 2 + x ) × ( x − 2=)
= 2 x 3 − x + 1 + x 3 − 2 x 2 + x 2 − 2 x= 3 x 3 − x 2 − 3 x + 1
b) ( B ( x ) ) − A ( x )= (x + x ) − ( 2 x 3 − x + 1 )=
2 2 2

= x 4 + 2x 3 + x2 − 2x 3 + x − 1 =
= x 4 + x2 + x − 1

64
Polinómios

Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da


Pág. 124 divisão de A ( x ) por x − 1 .

Proposta 22 1 0 0 −1
1 1 1 1
22.1. 1 1 1 0
a) Se −2 é zero do polinómio P ( x ) , então P ( −2 ) =
0.
Quociente: Q ( x ) = x + x + 1 2

P ( −2 ) = 0 ⇔ ( −2 ) + k × ( −2 ) + ( −2 ) − k − 2 = 0 ⇔
3 2

Portanto, A ( x ) = ( x − 1) × ( x2 + x + 1) .
⇔ −8 + 4k − 2 − k − 2 = 0 ⇔
⇔ 3k = 12 ⇔ k = 4 Nota: o polinómio x2 + x + 1 não tem zeros.
b) Sendo k = 4 , então P ( x ) = x 3 + 4 x 2 + x − 6 . 23.2. Devemos começar por determinar as raízes de B ( x ) , ou
Sendo − 2 um zero do polinómio P ( x ) , então P ( x ) é divisível seja, as soluções da equação B ( x ) = 0 .
por x + 2 .
B ( x )= 0 ⇔ x 4 − x 2 − 2 =0
Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da
divisão de P ( x ) por x + 2 . Fazendo x 2 = y , tem-se:
1 4 1 −6 1± 1+8
y2 − y − 2 = 0 ⇔ y =
−2 −2 −4 6 2
⇔y=2 ∨ y =−1
1 2 −3 0
Como y = x 2 , tem-se:
Quociente: Q ( x ) = x 2 + 2 x − 3 x2 =
2 ∨ 2
x =−1
 

Portanto, P ( x ) = ( x + 2 ) × ( x + 2 x − 3 ) .
2 equação
impossível

P ( x ) =0 ⇔ ( x + 2 ) × ( x + 2 x − 3 ) =0 ⇔
2
⇔ x =2 ∨ x=− 2
⇔ x + 2= 0 ∨ 2
x + 2 x − 3= 0 Então, B ( x ) =x− 2 ( )( x + 2 ) ( x 2
+ 1) .
−2 ± 4 + 12
⇔x=−2 ∨ x= 23.3. Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o
2
⇔x=
−2 ∨ x =∨
1 x= −3 quociente da divisão de C ( x ) por x + 2 .
Os outros zeros de P ( x ) são −3 e 1 . 1 3 −4 −12
−2 −2 −2 12
22.2. Sendo k = −2 , então P ( x ) =x 3 − 2x 2 + x . 1 1 −6 0
a) Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente e
Quociente: Q ( x ) = x + x − 6 2

o resto da divisão de P ( x ) por x − 3 .


1 −2 1 0
Portanto, C ( x ) = ( x + 2)× ( x2 + x − 6 ) .
3 3 3 12 Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x 2 + x − 6 .
1 1 −4 12 −1 ± 1 + 24
x 2 + x − 6 =0 ⇔ x = ⇔ x =2 ∨ x =−3
2
Quociente: Q ( x ) = x 2 + x + 4
Assim sendo, x + x − 6 =
2
( x − 2 )( x + 3 ) .
Resto: R ( x ) = 12
Então, C ( x ) =
( x + 2 )( x − 2 )( x + 3) .
b) Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios,
tem-se: 23.4. D ( x ) é divisível por x − 1 porque 1 é um zero do
x3 − 2 x2 + x + 0 x2 + 1
polinómio D ( x ) .
− x3 −x x −2
Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da
− 2x2 + 0 x + 0 divisão de D ( x ) por x − 1 .
2x2 +2
2 1 −2 −1 0
2 1 2 3 1 0
Quociente: Q ( x )= x −2 2 3 1 0 0
Resto: R ( x ) = 2 Quociente: Q ( x ) = 2 x 3 + 3 x 2 + x
Portanto, D ( x ) = ( x − 1 ) × ( 2 x 3 + 3 x 2 + x ) .
Proposta 23
23.1. 1 é zero do polinómio A ( x ) , porque A ( 1) = 0 . 2x3 + 3x2 +
= x x (2 x 2 + 3 x + 1 )
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio
Sendo 1 um zero do polinómio A ( x ) , então A ( x ) é divisível por
2x2 + 3x + 1 .
x −1 .

NEMA10PR-5
65
Unidade 3

−3 ± 9 − 8 1 25.2. Deve-se começar por aplicar sucessivamente a regra de


2 x 2 + 3 x + 1 =0 ⇔ x = ⇔ x =− ∨ x =−1
4 2 Ruffini de modo a identificar a multiplicidade de um dos zeros de
 1 P ( x ) e o respetivo quociente.
Então, 2 x 2 + 3 x + 1= 2  x +  ( x + 1 )= ( 2 x + 1 )( x + 1 ) .
 2 1 −1 −2 −2 −7 7 24 12
Assim sendo, conclui-se que D ( x ) =x ( x − 1 )( 2 x + 1 )( x + 1 ) . −1 −1 2 0 2 5 −12 −12
1 −2 0 −2 −5 12 12 0
Proposta 24 −1 −1 3 −3 5 0 −12
24.1. Atendendo à igualdade dada, sabe-se que o polinómio 1 −3 3 −5 0 12 0
P ( x ) é divisível por x + 2 , x − 1 e x − 2 . Então, − 2, 1 e 2 são −1 −1 4 −7 12 −12
zeros de P ( x ) . 1 −4 7 −12 12 0
−1 −1 5 −12 24
Deve-se começar por aplicar sucessivamente a regra de Ruffini de
modo a identificar a multiplicidade de cada uma das raízes. 1 −5 12 −24 36
1 1 −10 −8 32 16 −32 Daqui resulta que a multiplicidade da raiz − 1 é 3 e que
−2 −2 2 16 −16 −32 32
P ( x ) =( x + 1 ) ( x 4 − 4 x 3 + 7 x 2 − 12 x + 12 ) .
3

1 −1 −8 8 16 −16 0
Ao quociente obtido, ou seja, ao polinómio
−2 −2 6 4 −24 16
x 4 − 4 x 3 + 7x2 − 12x + 12 , aplica-se a regra de Ruffini para
1 −3 −2 12 −8 0 determinar a multiplicidade da raiz 2.
−2 −2 10 −16 8 1 −4 7 −12 12
1 −5 8 −4 0 2 2 −4 6 −12
−2 −2 14 −44 1 −2 3 −6 0
1 −7 22 − 48 2 2 0 6
1 0 3 0
Daqui resulta que P ( x ) = ( x + 2 ) ( x 3 − 5 x 2 + 8 x − 4 ) .
3

2 2 4
Ao quociente obtido, ou seja, ao polinómio x 3 − 5 x 2 + 8 x − 4 , 1 2 7
aplica-se a regra de Ruffini para determinar a multiplicidade de
outra das raízes e o quociente. Daqui resulta que a multiplicidade da raiz 2 é 2 e que
1 −5 8 −4 x 4 − 4 x 3 + 7 x 2 − 12 x + 12 = ( x − 2 ) ( x 2 + 3 ) .
2

1 1 −4 4
25.3. P ( x=) ( x + 1 )3 ( x − 2 ) ( x 2 + 3 )
2
1 −4 4 0
1 1 −3 m=3 , n = 2 e Q ( x=) x 2 + 3 .
1 −3 −1

Daqui resulta que x 3 − 5 x 2 + 8 x − 4 = ( x − 1)( x2 − 4 x + 4 ) . Pág. 125

Sabe-se que x 2 − 4 x + 4 = ( x − 2)
2
. Proposta 26
Então, conclui-se que P ( x ) =( x + 2 ) ( x − 1 )( x − 2 ) , sendo r = 3 , 26.1. Seja P ( x ) um polinómio que satisfaz as condições exigidas.
3 2

s =1 e t =2 . Consideremos, por exemplo:


24.2. Os zeros de P ( x ) são − 2, 1 e 2. P ( x ) = ( x + 1 )( x − 2 ) = ( x − 1 ) ( x 2 − 4 x + 4 ) = x 3 − 3 x 2 + 4 .
2

− 2 tem multiplicidade 3, 1 tem multiplicidade 1 e 2 tem


multiplicidade 2.
26.2. Seja P ( x ) um polinómio que satisfaz as condições exigidas.
Consideremos, por exemplo:
Proposta 25 1 
3
1 
2
1  1  1

P ( x ) =  x +  =  x +   x +  =  x 2 + x +  x +  =
25.1. P ( −1 ) = ( −1 )7 − ( −1 )6 − 2 × ( −1 )5 − 2 × ( −1 )4 − 7 × ( −1 )3 +  2  2  2  4  2
3 3 2 3 1
+7 × ( −1 ) + 24 × ( −1 ) + 12 =
2 =x + x + x + .
2 4 8
=−1 − 1 + 2 − 2 + 7 + 7 − 24 + 12 =0
P ( 2 ) = 27 − 26 − 2 × 25 − 2 × 24 − 7 × 23 + 7 × 22 + 24 × 2 + 12 = 26.3. Seja P ( x ) um polinómio que satisfaz as condições exigidas.
= 128 − 64 − 64 − 32 − 56 + 28 + 48 + 12 = 0 Consideremos, por exemplo:
Como P ( −1 ) =
0 e P ( 2 ) = 0 , conclui-se que − 1 e 2 são zeros de P(x) = ( x − 4 )( x2 + 1) = x3 − 4 x2 + x − 4 .
P(x) .

66
Polinómios

Proposta 27 Proposta 28
27.1. 1.º Processo de resolução 28.1. x 3 − 4 x ≥ 0 ⇔ x ( x 2 − 4 ) ≥ 0 ⇔ x ( x − 2 )( x + 2 ) ≥ 0
O resto da divisão de A ( x ) por x + 2 é 3 se A ( −2 ) =
3. −∞ −2 0 2 +∞ w
x – – – 0 + + +
A ( −2 ) = 3 ⇔ − ( −2 ) − 2 × ( −2 ) + ( −2 ) + k = 3 ⇔
3 2

x −2 – – – – – 0 +
⇔ 8 − 8 − 2 + k = 3 ⇔ k = 5 ⇔ k = 5 ∨ k = −5 x +2 – 0 + + + + +
x ( x − 2 )( x + 2 ) – 0 + 0 – 0 +
2.º Processo de resolução
Vamos utilizar a regra de Ruffini para determinar o resto da Por observação do quadro, tem-se:
divisão de A ( x ) por x + 2 . x ( x − 2 )( x + 2 ) ≥ 0 ⇔ x ∈ [ −2,0 ] ∪ [2, +∞[
−1 −2 1 k
−2 2 0 −2
28.2. 2 x ( x 2 − 5 ) < 0 ⇔ 2 x ( x − 5 )( x + 5 ) < 0
−1 0 1 k −2 −∞ − 5 0 5 +∞
2x – – – 0 + + +
O resto da divisão de A ( x ) por x + 2 é k −2 . – – – – – 0 +
x− 5
Então, o resto da divisão de A ( x ) por x + 2 é 3 se k − 2 =3. x+ 5 – 0 + + + + +
k − 2 =3 ⇔ k =5 ⇔ k =5 ∨ k =−5 (
2x x − 5 )( x + 5 ) – 0 + 0 – 0 +

Por observação do quadro, tem-se:


27.2. Sendo k=2, então A ( x ) =− x 3 − 2 x 2 + x + 2 .
a) A ( 1) =−13 − 2 × 12 + 1 + 2 =−1 − 2 + 1 + 2 =0
( )( )
2 x x − 5 x + 5 < 0 ⇔ x ∈  −∞ , − 5  ∪  0, 5 

Como A ( 1 ) = 0 , 1 é raiz de A ( x ) . 28.3. − x 3 + 2 x 2 > −3 x ⇔ − x 3 + 2 x 2 + 3 x > 0 ⇔


Logo, A ( x ) é divisível por x − 1 , ou seja, x − 1 é divisor de A ( x ) ⇔ − x ( x 2 − 2 x − 3 ) > 0 ⇔ − x ( x − 3 )( x + 1 ) > 0

. Nota: x 2 − 2 x − 3 =0 ⇔ x =3 ∨ x =−1
b) Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da −∞ −1 0 3 +∞ ii
divisão de A ( x ) por x − 1 . −x + + + 0 – – –
x −3 – – – – – 0 +
−1 −2 1 2 x +1 – 0 + + + + +
1 −1 −3 −2 − x ( x − 3 )( x + 1 ) + 0 – 0 + 0 –
−1 −3 −2 0 Por observação do quadro, tem-se:
Quociente: Q ( x ) =
− x − 3x − 2 2 − x ( x − 3 )( x + 1 ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −1[ ∪ ]0,3[

Portanto, A ( x )= ( x − 1) × ( − x 2 − 3x − 2 ) . 28.4. ( x − 1 ) x ≥ 5 ( 1 − x ) ⇔ ( x − 1) x − 5 ( 1 − x ) ≥ 0 ⇔
c) Vamos determinar os zeros do polinómio − x 2 − 3 x − 2 . ⇔ ( x − 1 ) x + 5 ( x − 1 ) ≥ 0 ⇔ ( x − 1 )( x + 5 ) ≥ 0
3± 9−8
2
− x − 3 x − 2 =0 ⇔ x = ⇔ x =−2 ∨ x =−1 −∞ −5 1 +∞
−2 x −1 – – – 0 +
− ( x + 2 )( x + 1 ) =
Então, − x 2 − 3 x − 2 = ( − x − 2 )( x + 1) . x+5 – 0 + + +

Assim sendo, conclui-se que A ( x ) = ( x − 1)( − x − 2 )( x + 1 ) . ( x − 1 )( x + 5 ) + 0 – 0 +

d) A ( x ) < 0 ⇔ ( x − 1)( − x − 2 )( x + 1) < 0 Por observação do quadro, tem-se:

Para resolver a inequação A ( x ) < 0 , vamos construir uma tabela


( x − 1)( x + 5) ≥ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −5] ∪ [1, +∞[
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e 28.5. ( x 3 − 8 ) ( 2 − x ) < 0 ⇔ ( x − 2 ) ( x 2 + 2 x + 4 ) ( 2 − x ) < 0
do produto.
Notas:
−∞ −2 −1 1 +∞
1) 2 é zero do polinómio x 3 − 8 . Aplicando a regra de Ruffini,
x −1 – – – – – 0 +
−x − 2 + 0 – – – – – conclui-se que x 3 − 8 = ( x − 2 ) ( x 2 + 2 x + 4 ) .
x +1 – – – 0 + + +
2) O polinómio x2 + 2x + 4 não tem zeros.
A(x) + 0 – 0 + 0 –
−∞ 2 +∞
Por observação do quadro, tem-se: x −2 – 0 +
A ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−2, −1[ ∪ ]1, +∞[ x2 + 2x + 4 + + +
2− x + 0 –
( x − 2) ( x2 + 2x + 4 ) (2 − x ) – 0 –

Por observação do quadro, tem-se:


( x − 2 ) ( x 2 + 2 x + 4 ) ( 2 − x ) < 0 ⇔ x ∈R \ {2}

67
Unidade 3

28.6. x 4 > 16 ⇔ x 4 − 16 > 0 ⇔ ( x 2 − 4 )( x 2 + 4 ) > 0 ⇔ −∞ −1 0 2 +∞ i


x – – – 0 + + +
⇔ ( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 4 ) > 0 x −2 – – – – – 0 +
2 x +1 – 0 + + + + +
Nota: O polinómio x + 4 não tem zeros. x ( x − 2 )( x + 1 ) – 0 + 0 – 0 +
−∞ −2 2 +∞
x −2 – – – 0 + Por observação do quadro, tem-se:
x +2 – 0 + + + x ( x − 2 )( x + 1 ) > 0 ⇔ x ∈ ]−1,0[ ∪ ]2, +∞[
x2 + 4 + + + + +
( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 4 ) + 0 – 0 +
Proposta 29

29.1. Sendo − 3 um zero do polinómio P ( x ) , então P ( x ) é

Por observação do quadro, tem-se: divisível por x + 3 .


( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 4 ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ ∪ ]2, +∞[ Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da
divisão de P ( x ) por x + 3 .
28.7. 2 x 3 + 3 x 2 ≤ 2 x ⇔ 2 x 3 + 3 x 2 − 2 x ≤ 0 ⇔ 2 11 12 −9
⇔ x ( 2 x 2 + 3 x − 2 ) ≤ 0 ⇔ x ( x + 2 )( 2 x − 1 ) ≤ 0 −3 −6 −15 9
Notas: 2 5 −3 0
1 Quociente: Q ( x ) = 2 x 2 + 5 x − 3
1) 2 x 2 + 3 x − 2 =0 ⇔ x =−2 ∨ x = .
2
Portanto, P ( x ) = ( x + 3 ) × ( 2 x 2 + 5 x − 3 ) .
 1
2) 2 x + 3 x − 2 = 2 ( x + 2 )  x −  = ( x + 2 )( 2 x − 1 ) .
2

 2 Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio


1
2x2 + 5x − 3 .
−∞ −2 0 +∞
2 −5 ± 25 + 24 1
2 x2 + 5x − 3 =0 ⇔x= ⇔x= ∨ x= −3
x – – – 0 + + + 4 2
x +2 – 0 + + + + +
 1
2x − 1 – – – – – 0 + Assim sendo, 2 x 2 + 5 x − 3= 2  x −  ( x + 3 )= ( 2 x − 1 )( x + 3 ) .
x ( x + 2 )( 2 x − 1 )  2
– 0 + 0 – 0 +
Então, P ( x ) = ( x + 3 ) × ( 2 x 2 + 5 x − 3 ) = ( x + 3 )( x + 3 )( 2 x − 1 ) .
Por observação do quadro, tem-se:
 1 29.2. T ( x ) < 0 ⇔ x 3 + x 2 − 6 x < 0 ⇔ x ( x 2 + x − 6 ) < 0
x ( x + 2 )( 2 x − 1) ≤ 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2] ∪  0, 
 2
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio x 2 + x − 6 .
28.8. ( x + 2 x + 1 ) ( 3 − x ) > 0 ⇔ ( x + 1 ) ( 3 − x ) > 0
2 3 2 3
−1 ± 1 + 24
x2 + x − 6 =0 ⇔x= ⇔x= 2 ∨ x=−3
−∞ −1 3 +∞ 2
( x + 1)
2
+ 0 + + + Assim sendo, x 2 + x − 6 = ( x − 2 )( x + 3 ) .

(3 − x )
3
+ + + 0 – Então, T ( x ) < 0 ⇔ x ( x − 2 )( x + 3 ) < 0 .

( x + 1) ( 3 − x )
2 3
+ 0 + 0 – Para resolver a inequação T ( x ) < 0 , vamos construir uma tabela
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e
Por observação do quadro, tem-se:
do produto.
( x + 1) (3 − x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −1[ ∪ ]−1,3[
2 3

−∞ −3 0 2 +∞
x – – – 0 + + +
28.9. ( x − 1 ) ( x + 2 ) < 0
4 5
x −2 – – – – – 0 +
−∞ −2 1 +∞
x+3 – 0 + + + + +
x ( x − 2 )( x + 3 ) – 0 + 0 – 0 +
( x − 1)
4
+ 0 + + +
Por observação do quadro, tem-se:
( x + 2)
5
– 0 + + +
T ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −3[ ∪ ]0,2[
( x − 1) ( x + 2 )
4 5
– 0 + 0 +

Por observação do quadro, tem-se:


29.3. S ( x ) > 0 ⇔ 2 x 4 − 16 x > 0 ⇔ 2 x ( x 3 − 8 ) > 0
( x − 1) ( x + 2 ) < 0 ⇔ x ∈ ]−∞ , −2[ Como 2 é zero do polinómio x 3 − 8 ( pois 2 3 − 8 =0 ) , então
4 5

28.10. x 3 − 2 x > x 2 ⇔ x 3 − x 2 − 2 x > 0 ⇔ x 3 − 8 é divisível por x − 2 .


Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente da
⇔ x ( x 2 − x − 2 ) > 0 ⇔ x ( x − 2 )( x + 1 ) > 0 divisão de x 3 − 8 por x − 2 .
Notas: 1 0 0 −8
1) x 2 − x − 2 =0 ⇔ x =2 ∨ x =−1 . 2 2 4 8
2) x 2 − x − 2 = ( x − 2 )( x + 1) . 1 2 4 0

68
Polinómios

Conclui-se que x 3 − 8 = ( x − 2)( x2 + 2x + 4 ) . Então, P ( x ) =


1 2
( x − 1)  
x − x −4 .
2
O polinómio x + 2x + 4 não tem zeros. 2 
Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio
Então, S ( x ) > 0 ⇔ 2 x ( x − 2 ) ( x 2 + 2 x + 4 ) > 0
1 2
x − x −4 .
Para resolver a inequação S ( x ) > 0 , vamos construir uma tabela 2
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e 1 2
x −x −4 = 0 ⇔ x2 − 2x − 8 =0
do produto. 2
2 ± 4 + 32
−∞ 0 2 +∞ ⇔x= ⇔x= 4 ∨ x= −2
2x – 0 + + + 2
x −2 – – – 0 + 1  1
P ( x ) = 0 ⇔ ( x − 1)  x2 − x − 4  = 0 ⇔ x − 1 = 0 ∨ x2 − x − 4 = 0
x2 + 2x + 4 + + + + + 2  2
S(x) + 0 – 0 + ⇔ x =∨ 1 x= 4∨x= −2
Por observação do quadro, tem-se: Os zeros do polinómio P ( x ) são −2, 1 e 4.
S ( x ) > 0 ⇔ x ∈ ]−∞ ,0[ ∪ ]2, + ∞[ Então, A ( −2,0 ) e B ( 4,0 ) .
C é o ponto de interseção do gráfico de P com o eixo das
Pág. 126
ordenadas, então C ( 0, P ( 0 ) ) .
Proposta 30 Como P ( 0 ) = 4 , então C ( 0, 4 ) .

30.1. Se o perímetro de cada um dos quadrados for igual a 4, A[=


AB × OC 6 × 4
= = 12 (unidades de área).
ABC ]
então x = 1 . 2 2
A área da parte colorida do retângulo é dada por:
FG × CE 4×7 Pág. 127
( )
2
2 × DE + =2 × 12 + =2 + 14 =16 (unidades de
2 2 Proposta 32
área).
32.1. P ( 3) = 33 − 3 × 32 + 3 − 32 = 27 − 27 + 3 − 3 = 0
FG × CE ( 6 − 2x ) × (8 − x )
30.2. Acolorida =2 × ( DE )
2
+ =2 × x 2 + =
2 2 Logo, 3 é zero de P ( x ) .
48 − 6 x − 16 x + 2 x 2
Assim sendo, P ( x ) é divisível por x − 3 .
= 2 x2 + = 2 x 2 + 24 − 3 x − 8 x + x 2 =
2 Como P ( x ) é divisível por x − 3 , aplicando a regra de Ruffini
= 3 x 2 − 11 x + 24
vamos decompor P ( x ) em fatores.
30.3. A ( x ) =14 ⇔ 3x 2 − 11x + 24 =14 ⇔ 3 x 2 − 11x + 10 =0 1 −3 1 −3
11 ± 121 − 120 5 3 3 0 3
⇔x= ⇔ x =2 ∨ x = 1 0 1 0
6 3
Se x = 2 , então A[ CFG ] = 14 − 2 × 22 = 14 − 8 = 6 (unidades de área). ( x 3)( x2 + 1) .
Então, P ( x ) =−
2
5 5 50 76 x 2 + 1 =0 ⇔ 2
x =
−1 .


Se x = , então A[ CFG ] = 14 − 2 ×   = 14 − = (unidades de
3 3 9 9 equação
impossível
área).
O polinómio x2 + 1 não tem zeros.
Então, 3 é o único zero de P ( x ) .
Proposta 31
Como P (1) = 0 , então 1 é zero do polinómio P ( x ) . 32.2. A afirmação é falsa. Em 32.1. provou-se que o polinómio
As abcissas dos pontos A e B são os outros zeros do polinómio P ( x ) = x 3 − 3 x 2 + x − 3 tem apenas uma raiz e essa é uma raiz
P(x) . simples (de multiplicidade 1).
Se 1 é zero do polinómio P ( x ) , então P ( x ) é divisível por x − 1 .
Proposta 33
Aplicando a regra de Ruffini vamos decompor P ( x ) em fatores.
1 3
33.1. Atendendo a que P ( x ) é divisível por x2 − 1 e
− −3 4
2 2 x2 − 1 = ( x − 1 )( x + 1 ) , conclui-se que P ( x ) é divisível por x − 1
1
1 −1 −4 e por x + 1 .
2
1 A divisão de P ( x ) por x2 − 1 pode ser feita dividindo primeiro
−1 −4 0
2 A ( x ) por x − 1 e de seguida dividindo o quociente resultante
por x + 1 .

69
Unidade 3

Aplicando a regra de Ruffini, tem-se: P ( −1 ) =− ( −1 )


2 n +1
+ 2 × ( −1 ) + ( −1 ) − 2 =− ( −1 ) + 2 × 1 − 1 − 2 =0;
2n

1 6 4 −6 −5
P ( 1 ) =−12 n+1 + 2 × 12 n + 1 − 2 =−1 + 2 × 1 + 1 − 2 =0 ;
1 1 7 11 5
P ( −2 ) =− ( −2 ) + 2 × ( −2 ) + ( −2 ) − 2 =
2 n +1 2n
1 7 11 5 0
=− ( −1 ) × 2 2 n +1 + 2 × ( − 1 ) × 2 2 n − 4 =
2 n +1 2n
−1 −1 −6 −5
1 6 5 0 =− ( −1 ) × 22 n × 2 + 2 × 1 × 22 n − 4 =22 n × 2 + 2 × 22 n − 4 =
Quociente: Q ( x ) = x 2 + 6 x + 5 = 4 × 22 n − 4 ≠ 0 ;

Então, P ( x ) = ( x − 1 )( x + 1 ) ( x 2 + 6 x + 5 ) . P ( 2 ) =−22 n+1 + 2 × 22 n + 2 − 2 =−22 n × 2 + 2 × 22 n =0 .

Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio Logo, − 1, 1 e 2 são as raízes inteiras de P ( x ) .


x2 + 6 x + 5 .
35.2. P ( x ) =− x 2 n+1 + 2 x 2 n + x − 2 =− x 2 n × x + 2 x 2 n + x − 2 =
−6 ± 36 − 20
0 ⇔x= ⇔x= −1 ∨ x=−5
)=
2

(
x + 6x + 5 =
( x 2 ) ( − x 2 n + 1) =−
( x 2 ) 12 − ( x n )
2
2 − x 2 n ( x − 2 ) + x − 2 =−
=
P ( x ) =0 ⇔ ( x − 1 )( x + 1 ) ( x 2 + 6 x + 5 ) =0
=( x − 2 ) (1 − x n )(1 + x n )
⇔ x − 1 =0 ∨ x + 1 =0 ∨ x 2 + 6 x + 5 =0
⇔ x =1 ∨ x =−1 ∨ x =−1 ∨ x =−5
Proposta 36
Zeros de P ( x ) : −5, − 1 e 1 Como ∀x ∈ R , P ( x ) ( −1 − x 2 ) < 0 ⇔ x ∈ R e

33.2. P ( x ) < 0 ⇔ ( x − 1 )( x + 1 ) ( x 2 + 6 x + 5 ) < 0 ⇔ ∀x ∈ R , − 1 − x 2 < 0 ⇔ x ∈ R , conclui-se que


∀x ∈ R, P ( x ) > 0 ⇔ x ∈ R .
⇔ ( x − 1 )( x + 1 )( x + 1 )( x + 5 ) < 0
P ( x ) ( x 4 − 3 x 2 − 4 ) < 0 ⇔ x 4 − 3 x 2 − 4 < 0 , porque
Para resolver a inequação P ( x ) < 0 , vamos construir uma tabela
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e ∀x ∈ R, P ( x ) > 0 .
do produto. Em seguida, vamos determinar os zeros do polinómio
−∞ −5 −1 1 +∞ x 4 − 3x2 − 4 .
x −1 – – – – – 0 + Fazendo x 2 = y , tem-se:
x +1 – – – 0 + + +
– – – 0 + + +
3 ± 9 + 16
x +1 y 2 − 3y − 4 = 0 ⇔ y = ⇔
x+5 – 0 + + + + + 2
P(x) + 0 – 0 – 0 + ⇔y=4 ∨ y=−1
Como y = x 2 , tem-se:
Por observação do quadro, tem-se:
P ( x ) < 0 ⇔ x ∈ ] −5, − 1[ ∪ ]−1, 1[ x2 =4 ∨ 
2
x =
−1 ⇔ x =

 2 ∨ x=−2
equação impossível

Proposta 34
Então, x 4 − 3 x 2 − 4 = ( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 1 ) .
Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas. x 4 − 3 x 2 − 4 < 0 ⇔ ( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 1 ) < 0

P(x)= (x 2
+ 1 ) × ( a x + b ) , a ∈ R \ {0} . Para resolver a inequação ( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2 + 1 ) < 0 , vamos

P ( x ) dividido por x − 1 dá resto 2, então P ( 1 ) = 2 . construir uma tabela onde é apresentado o estudo do sinal de
cada um dos fatores e do produto.
P ( x ) dividido por x + 1 dá resto 1, então P ( −1 ) =
1.
−∞ −2 2 +∞

(
 12 + 1 ) ( a × 1 + b ) = 2 x −2 – – – 0 +
 P ( 1 ) = 2  2 ( a + b ) = 2
x +2 – 0 + + +
 ⇔ ⇔
 P ( − 1 ) =1 ( 2
)
 ( −1 ) + 1 ( a × ( −1 ) + b ) =1  2 ( − a + b ) = 1 x2 + 1 + + + + +

 3 ( x − 2 )( x + 2 ) ( x 2
+1 ) + 0 – 0 +
b=
 2a + 2b =2  2b =2 − 2a  2b= 2 − 2a  4
⇔ ⇔ ⇔ ⇔ Por observação do quadro, conclui-se que x ∈ ]−2, 2[ .
 −2a + = 2b 1  −2a + 2 − = 2a 1  −= 4a −1 a = 1
 4
Pág. 128
1 3 1 3 3 2 1 3
Então, P ( x ) = (x 2
+ 1) ×  x +  = x + x + x+ .
4 4 4 4 4 4 1. Como ( x 2 − 3 x ) × T ( x ) é um polinómio de grau 5 e x 2 − 3 x é

Proposta 35 um polinómio de grau 2, então o polinómio T ( x ) tem grau 3

35.1. Conjunto dos divisores do termo independente do ( 5 − 2) .


{−1, 1, − 2, 2} .
polinómio: D =
As raízes inteiras do polinómio pertencem ao conjunto D.

70
Polinómios

Como P ( x ) T ( x ) é um polinómio de grau 7 e T ( x ) é um Portanto, P ( 0 ) =−2 ( 0 − 1 ) × ( 0 + 2 ) =2 × 4 =8 .


2

polinómio de grau 3, então o polinómio P ( x ) tem grau 4 A opção correta é a (C).


( 7 − 3) . Pág. 129
A opção correta é a (C).
1.1. Como na divisão inteira de A ( x ) por B ( x ) o quociente é
2. Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios,
tem-se: Q ( x ) e o resto é R ( x ) , tem-se:
3 2 2
2 x + 0 x − 3x + 1 x +x A( x ) =B ( x ) ×Q( x ) + R ( x )
3 2
−2 x − 2 x 2x − 2 1 B ( x ) × ( 2 x + 1) + 3x − 1 ⇔
2 x 3 − 3x 2 + x −=
− 2 x2 − 3x + 1 1 B ( x ) × ( 2 x + 1)
⇔ 2 x 3 − 3 x 2 + x − 1 − 3 x +=
2
2x + 2x 2 x 3 − 3x 2 − 2 x
⇔ 2 x 3 − 3 x 2 − 2 x= B ( x ) × ( 2 x + 1 ) ⇔ = B( x )
− x +1 2x + 1
Então, R ( x ) =− x + 1 . Recorrendo ao algoritmo da divisão inteira de polinómios, tem-
-se:
A opção correta é a (B).
2x3 − 3x2 − 2x + 0 2 x + 1
3. Como ( P ( x=
) ) P ( x ) × P ( x ) e P ( x ) é um polinómio de grau
2
−2 x 3 − x 2 2x − 2

n, então ( P ( x ) ) é um polinómio de grau n + n , ou seja, 2n .


2 2
− 4 x − 2x + 0
4 x2 + 2x
Sendo x 2 − 8 um polinómio de grau 8 e ( P ( x ) ) um polinómio
2

0
(x − 1 ) ( P ( x ) ) é um polinómio de
2
de grau 2n , então T (=
x) 8
B ( x ) é o quociente da divisão de 2 x 3 − 3 x 2 − 2 x por 2 x + 1 , ou
grau 8 + 2n .
seja, B ( x=
) x2 − 2x .
Assim sendo, T ( x ) é um polinómio de grau par, superior a 8.
Logo, das quatro opções de resposta só 18 pode corresponder ao 1.2. O quociente da divisão inteira de um polinómio P ( x ) por
grau do polinómio T ( x ) .
R ( x ) é 2 x 3 − 6 x + 3 , logo tem-se:
A opção correta é a (D).
P ( x )= ( 3 x − 1 ) × ( 2 x 3 − 6 x + 3 ) + R1 ( x ) , sendo R1 ( x ) o resto da
4. Comecemos por determinar os zeros do polinómio x − x − 2 . 2

divisão inteira de P ( x ) por R ( x ) .


1± 1+8
( 3 x − 1 ) × ( 2 x 3 − 6 x + 3 ) + R1 ( x )=
2
x − x −2 = 0⇔ x= ⇔x= 2 ∨ x=−1 Ora, P ( x )=
2
Portanto, x2 − x − 2 =( x − 2 )( x + 1 ) .  1
= 3  x −  × ( 2 x 3 − 6 x + 3 ) + R1 ( x )=
 3
P(x) = ( x − 1) ( x − 2)
3 2
(x 2
− x − 2) =
1

=  x −  × 3 × ( 2 x 3 − 6 x + 3 )  + R1 ( x ) =
( x 1) ( x − 2 ) ( x − 2 )( x + 1 ) =−
( x 1) ( x − 2) ( x + 1)
3 2 3 3
=−  3
Conclui-se, então, que 1 e − 2 são raízes de P ( x ) de  1
=  x −  × ( 6 x 3 − 18 x + 9 ) + R1 ( x )
multiplicidade 3 e −1 é uma raiz simples (de multiplicidade 1) de  3
P(x) . Assim sendo, o quociente da divisão inteira de P ( x ) por x −
1
é
A opção correta é a (C). 3
6 x 3 − 18 x + 9 .
5. P ( x ) é divisível por x + 1 se o resto da divisão de P ( x ) por
2.1. Aplicando a regra de Ruffini, vamos determinar o quociente
x + 1 for igual a 0, ou seja, se P ( −1) =
0.
e o resto da divisão de Q ( x ) por x − 3 .
P ( −1 ) = 0 ⇔ 2 × ( − 1 ) − 3a × ( −1 ) + 2 a = 0 ⇔
4 3
−1 −1 4 4
⇔ 2 × 1 − 3a × ( −1 ) + 2a =0 ⇔ 2 + 3a + 2a =0 ⇔ 3 −3 −12 −24
2 −1 −4 −8 −20
⇔ 5a =−2 ⇔ a =− ⇔ a =−0,4
5 Quociente: Q ( x ) =− x2 − 4 x − 8
A opção correta é a (A).
Resto: R ( x ) = −20
6. Seja P ( x ) o polinómio que satisfaz as condições exigidas.
2.2. Vamos começar por determinar as raízes do polinómio
P ( x )= a ( x − 1 ) × ( x + 2 ) , a ∈ R \ {0} .
2

P(x) .
P ( −1 ) = 4 ⇔ a ( −1 − 1 )( −1 + 2 ) = 4 ⇔ a × ( −2 ) × 1 = 4 ⇔
2

⇔ −2a = 4 ⇔ a = −2

71
Unidade 3

1± 1+8 3.2. Atendendo à regra de Ruffini apresentada no quadro, tem-


P ( x ) =0 ⇔ − x 2 − x + 2 =0 ⇔ x = ⇔ x =−2 ∨ x =1
−2 -se: P ( x ) =( x − 1)( x − 1 )( x − 2 )( x + 3) .
Temos, agora, de descobrir qual das raízes é comum a Q ( x ) .
3.3. P ( x ) ≤ 0 ⇔ ( x − 1)( x − 1 )( x − 2 )( x + 3) ≤ 0
Q ( −2 ) =− ( −2 ) − ( −2 ) + 4 × ( −2 ) + 4 =
3 2
8 − 4 − 8 + 4 =0
Logo, − 2 é raiz comum aos polinómios P ( x ) e Q ( x ) . Para resolver a inequação P ( x ) ≤ 0 , vamos construir uma tabela
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e
Em seguida, vamos decompor em fatores o polinómio Q ( x ) .
do produto.
Sendo − 2 uma raiz do polinómio Q ( x ) , então Q ( x ) é divisível −∞ –3 1 2 +∞
por x + 2 . x −1 – – – 0 + + +
Aplicando a regra de Ruffini determina-se o quociente da divisão x −1 – – – 0 + + +
x −2 – – – – – 0 +
de Q ( x ) por x + 2 . x+3 – 0 + + + + +
−1 −1 4 4 P(x) + 0 – 0 – 0 +
−2 2 −2 −4
Por observação do quadro, conclui-se que P ( x ) ≤ 0 ⇔ x ∈[ −3,2] .
−1 1 2 0

Então, o quociente da divisão de Q ( x ) por x + 2 é − x2 + x + 2 . 4.1. P ( − 1 ) = 2 × ( −1 )4 − ( −1 )3 + a × ( −1 )2 + a × ( −1 ) − 6 =


=2 + 1 + a − a − 6 =−4
Q ( x )= ( x + 2) × ( − x2 + x + 2)
Como P ( −1) ≠ 0 , conclui-se que, independentemente do valor
Seguidamente vamos determinar as raízes do polinómio
− x2 + x + 2 . de a, − 1 não é raiz de P ( x ) .
−1 ± 1 + 8 Portanto, P ( x ) não é divisível por x + 1 .
− x2 + x + 2 = 0 ⇔ x = ⇔x= −1 ∨ x = 2
−2
Assim, tem-se: − x + x + 2 =− ( x + 1 )( x − 2 ) =( x + 1 )( − x + 2 ) e
2 4.2. P ( x ) é divisível por x − a se e só se P ( a ) = 0 .

Q( x ) = ( x + 2 )( x + 1)( − x + 2 ) . P ( a ) = 0 ⇔ 2a4 − a3 + a × a2 + a × a − 6 = 0 ⇔

Q ( x ) ≤ 0 ⇔ ( x + 2 )( x + 1 )( − x + 2 ) ≤ 0 ⇔ 2a 4 − a 3 + a 3 + a 2 − 6 = 0 ⇔ 2a 4 + a 2 − 6 = 0
Fazendo a 2 = y , tem-se:
Para resolver a inequação Q ( x ) ≤ 0 , vamos construir uma tabela
2y 2 + y − 6 =0
onde é apresentado o estudo do sinal de cada um dos fatores e
do produto. −1 ± 1 + 48
⇔y=
−∞ 2
4
−2 −1 +∞
x +2 – 0 + + + + + 3
⇔ y = ∨ y =−2
x +1 – – – 0 + + + 2
−x + 2 + + + + + 0 – Como y = a2 , tem-se:
Q(x) + 0 – 0 + 0 – 3
a 2 =∨ a 2
 = −2


Por observação do quadro, conclui-se que Q ( x ) ≤ 0 2 equação impossível

⇔ x ∈[ −2, −1] ∪ [2, +∞[ . ⇔a=


3
∨ a =−
3
2 2
3.1. Tendo em atenção a resolução apresentada no quadro, 3 3
⇔a= ∨ a=−
conclui-se que P ( x ) é um polinómio de grau 4, sendo 1, − 1, − 7, 2 2
13 e − 6 os coeficientes dos termos de grau 4, 3, 2, 1 e 0, 3× 2 3× 2
⇔a= ∨ a=−
respetivamente. 2× 2 2× 2
Então, P ( x ) = x 4 − x 3 − 7 x 2 + 13 x − 6 . 6 6
⇔a= ∨ a =−
2 2

72
Unidade 4 Geometria analítica
m
5.3. S ∈ 3.° Q ⇔ +3<0 ∧ −
4 − k 2 <0 ⇔ m < −6 ∧ k ∈R
Pág. 134 2 condição universal

1.1. Atendendo a que as coordenadas do ponto A são ( 1,1) ,


Pág. 136
 1   1 1
conclui-se que: B  − ,1  , C  − , −  e D ( 1, − 2 ) .
 2   2 2 6. Sabe-se que uma reta vertical é definida por uma equação do
tipo x = a e uma reta horizontal é definida por uma equação do
1.2. Como [ACDE] é um quadrado, conclui-se que o ponto E tem tipo y = b .
5 1 Então a correspondência entre as retas e as equações é a
coordenadas  , −  .
2 2 seguinte:
x= 2 → reta v ; x =
π → reta p; y =2 → reta s ; x =−2 → reta t ;
( 2 ) +=
2
2. OD = OC = OB = 12 + 12 = 2 e =
OE 1 2
3. y =0 → eixo Ox ; x =−1 → reta u ; y =π → reta r ;
x= 0 → eixo Oy .
Então, tem-se: A ( 1,2 ) , B ( 1,1) , C ( 2 ,0 ) , D ( 0, 2 ) ,
7.1. A reta que passa por F e é paralela ao eixo Ox é definida pela
E ( 2 , − 1 ) , F ( −1, − 1) , G ( 3 ,0 ) e H ( 3 ,1 ) .
equação y = 2 .

Pág. 135 7.2. A reta que passa por F e é paralela ao eixo Oy é definida pela
equação x = −4 .
3. Por observação da figura, sabe-se que:
- os pontos A e F têm abcissa e ordenada positiva pois pertencem 8.1.
ao 1.º Q; a) Os pontos A e D situam-se sobre uma reta paralela ao eixo Ox
- a ordenada do ponto A é superior à ordenada do ponto F; porque têm a mesma ordenada.
- o ponto G tem abcissa nula pois pertence ao eixo das
b) Os pontos B e C situam-se sobre uma reta paralela ao eixo Oy
ordenadas;
porque têm a mesma abcissa.
- o ponto H tem ordenada nula pois pertence ao eixo das
abcissas; 8.2.
- o ponto B tem abcissa negativa e ordenada positiva pois
a) A reta que passa por C e é paralela ao eixo das abcissas é
pertence ao 2.º Q;
definida pela equação y = 4 .
- o ponto C tem abcissa negativa e ordenada negativa pois
O ponto P pertence à reta que passa por C e é paralela ao eixo
pertence ao 3.º Q;
- os pontos D e E têm abcissa positiva e ordenada negativa pois das abcissas se e só se 5k − 6 =4.
pertencem ao 4.º Q; 5k − 6 = 4 ⇔ 5k = 10 ⇔ k = 2
- a ordenada do ponto E é inferior à ordenada do ponto D. b) A reta que passa por A e é paralela ao eixo das ordenadas é
Assim sendo, conclui-se que: A ( 2,4 ) , B ( −2,2 ) , C ( −3, − 2) , definida pela equação x = −5 .
O ponto P pertence à reta que passa por A e é paralela ao eixo
D ( 2, − 1 ) , E ( 2, − 2 ) , F ( 4,2 ) , G ( 0,3 ) e H ( −3,0 ) . das ordenadas se e só se 1 + 4 k = −5 .
3
4.1. O ponto A situa-se no 4.º Q porque a sua abcissa é positiva e 1 + 4 k =−5 ⇔ 4 k =−6 ⇔ k =−
2
a sua ordenada é negativa.
c) O ponto P pertence ao 4.º Q se e só se a sua abcissa é positiva
4.2. O ponto B situa-se no 3.º Q porque a sua abcissa e a sua e a sua ordenada é negativa.
ordenada são negativas. 1 6  1 6
1 + 4k > 0 ∧ 5k − 6 < 0 ⇔ k > − ∧ k < ⇔ k ∈  − , 
4 5  4 5
4.3. O ponto C situa-se no 2.º Q porque a sua abcissa é negativa e
a sua ordenada é positiva. Pág. 137
4.4. O ponto D situa-se no 4.º Q porque a sua abcissa é positiva e 9.1. A representação geométrica do semiplano definido por
a sua ordenada é negativa.
{P ( x , y ) : x ≤ 2} é:
4.5. O ponto E situa-se no 3.º Q porque a sua abcissa e a sua
ordenada são negativas.

4.6. O ponto F situa-se no 1.º Q porque a sua abcissa e a sua


ordenada são positivas.

5.1. P ∈2.º Q ⇔ k + 5 < 0 ∧ m − 3 > 0 ⇔ k < −5 ∧ m > 3 .

1 1
5.2. R ∈ 4.º Q ⇔ k2 > 0 ∧ 1 + 2k < 0 ⇔ k ≠ 0 ∧ k < − ⇔ k < −
2 2

73
Unidade 4

9.2. A representação geométrica do semiplano definido por 11.4. A afirmação é verdadeira porque qualquer ponto da reta
{P ( x , y ) : y > −1} é: x = 2 pertence ao semiplano x > 1 .

1 
12.1. A reta que passa por A  , 3  e é paralela ao eixo das
3 
abcissas é definida pela equação y = 3 .
O ponto P pertence à reta que passa por A e é paralela ao eixo
das abcissas se e só se k = 3 .

12.2. Atendendo aos dados da figura, sabe-se que

9.3. A representação geométrica do semiplano definido por OC = OB = 22 + 12 = 5.

{P ( x , y ) : x > −2} é: A região sombreada da figura é definida pela inequação y ≤ − 5 .


O ponto P pertence à região sombreada da figura se e só se
k≤− 5 .

Pág. 139

13.1. A representação geométrica do conjunto A ∩ B é:


9.4. A representação geométrica do semiplano definido por
{P ( x , y ) : y ≤ 3} é:

13.2. A representação geométrica do conjunto C é:

10.1. O semiplano representado é definido pela inequação


x ≥ −1 .

10.2. O semiplano representado é definido pela inequação


y ≥ −1 .
13.3. A representação geométrica do conjunto A ∪ B é:
10.3. A diagonal do retângulo representado tem de
comprimento 22 + 32 = 13 .
Então, o semiplano representado é definido pela inequação
x > 13 .

Pág. 138

11.1. A afirmação é verdadeira porque a abcissa do ponto A 13.4. A representação geométrica do conjunto C é:
verifica a condição x ≥ 4 , ou seja, porque a proposição 5 ≥ 4 é
verdadeira.

11.2. A afirmação é falsa porque a ordenada do ponto A não


verifica a condição y < −1 , ou seja, porque a proposição −1 < −1
é falsa.

11.3. A afirmação é falsa porque, por exemplo, o ponto de


coordenadas ( 0,3 ) pertence à reta y = 3 mas não pertence ao
semiplano x > 1 .

74
 Geometria analítica

14.1. x 2 − 1 =0 ⇔ x 2 =1 ⇔ x =1 ∨ x =−1 Tarefa 1


A representação geométrica do conjunto de pontos do plano 1.1. As coordenadas dos pontos que correspondem a locais de
interesse público são:
definido por x 2 − 1 =0 é:
H ( −1,4 ) , P ( 1,3 ) , M ( −1, − 2 ) , E ( 3,3) e C ( 4,1 ) .

1.2. O conjunto dos pontos que pertencem à linha do Metro é


definido pela condição y = −2 .

1.3.
a) A reta representativa da rua que passa pela Polícia e pela
Escola é definida pela condição y = 3 .
b) A reta representativa da rua que passa pelo Hospital e pela
Estação de Metro é definida pela condição x = −1 .
14.2. x y < 0 ⇔ ( x < 0 ∧ y > 0 ) ∨ ( x > 0 ∧ y < 0 )
A representação geométrica do conjunto de pontos do plano 1.4. PC = 22 + 32 = 13 ≈ 3,606
definido por xy < 0 é: Como cada unidade corresponde a 100 metros, conclui-se que o
comprimento mínimo do cabo é, aproximadamente, igual a 361
m.

1.5.
a) O conjunto dos pontos situados a norte do Hospital é
representado pela condição y > 4 .
14.3. ∼ ( y < 1 ∨ x > −2 ) ⇔ y ≥ 1 ∧ x ≤ −2 b) O conjunto dos pontos situados a sul da Escola é representado
pela condição y < 3 .
A representação geométrica do conjunto de pontos do plano c) O conjunto dos pontos situados a este da Polícia é
definido por ~ ( y < 1 ∨ x > −2 ) é: representado pela condição x > 1 .

Pág. 140

16.1. As coordenadas da projeção ortogonal do ponto A ( −3,5)


sobre o eixo Ox são ( −3,0 ) .

16.2. As coordenadas da projeção ortogonal do ponto A ( −3,5)


sobre o eixo Oy são ( 0,5 ) .
14.4. ∼ ( −3 < x ≤ 2 ) ⇔∼ ( x > −3 ∧ x ≤ 2 ) ⇔ x ≤ −3 ∨ x > 2
A representação geométrica do conjunto de pontos do plano 16.3. As coordenadas da projeção ortogonal do ponto A ( −3,5)
definido por ∼ ( −3 < x ≤ 2 ) é:
sobre a reta x = 2 são ( 2,5 ) .

16.4. As coordenadas da projeção ortogonal do ponto A ( −3,5 )


sobre a reta y = −1 são ( −3, − 1 ) .

17.1. A projeção ortogonal de A sobre o eixo Ox é o ponto de


coordenadas ( 8,0 ) .
Então, o ponto B é a projeção ortogonal de A sobre o eixo Ox se e
15.1. O conjunto de pontos assinalados no referencial é definido
só se k + 5 = 8 ∧ k2 − 9 = 0 .
pela condição −2 ≤ y < 3 .
k + 5 = 8 ∧ k2 − 9 = 0 ⇔ k = 3 ∧ k2 = 9 ⇔
15.2. O conjunto de pontos assinalados no referencial é definido ⇔k=3 ∧ (k =3 ∨ k =−3 ) ⇔ k =3
pela condição 0 < x ≤ 2 .
17.2. A projeção ortogonal de A sobre o eixo Oy é o ponto de
15.3. O conjunto de pontos assinalados no referencial é definido coordenadas ( 0,16 ) .
pela condição −4 ≤ x ≤ 0 ∧ 0 ≤ y ≤ 2 .
Então, o ponto B é a projeção ortogonal de A sobre o eixo Oy se e
15.4. O conjunto de pontos assinalados no referencial é definido só se k + 5 = 0 ∧ k2 − 9 = 16 .
pela condição y = 2 ∧ − 1 ≤ x < 3 . k + 5 =0 ∧ k 2 − 9 =16 ⇔ k =−5 ∧ k 2 =25 ⇔
⇔ k =−5 ∧ ( k =5 ∨ k =−5 ) ⇔ k =−5

75
Unidade 4

18.1. A projeção ortogonal do segmento de reta [AB] sobre a 20.2. A ( 3,0,1) , B ( 2,2,2 ) , C ( 0,2,2 ) , D ( 1,1,3 ) , E ( 3,3,1 ) e
reta y = 1 é o segmento de reta definido pela condição
F ( 1,2,2 ) .
y = 1 ∧ −1 ≤ x ≤ 2 .
21. Seja a a aresta de cada um dos cubos.
18.2. A projeção ortogonal do segmento de reta [AB] sobre o
V = 27 ⇔ a3 = 27 ⇔ a = 3 27 ⇔ a = 3 .
eixo das ordenadas é o segmento de reta definido pela condição
As coordenadas dos pontos assinalados na figura são:
x = 0 ∧2≤y ≤5 .
A ( 0,3,0 ) , B ( −3,0,0 ) , C ( 0,0,3 ) , D ( −3,3,3 ) , E ( 3, −3,3 ) ,

Tarefa 2 F ( 3, −3,0 ) , G ( 6, −3, −3 ) , H ( 3,3, −3 ) e I ( 3,6,0 ) .

1.1. a) A projeção ortogonal do ponto P ( 4, − 2 ) sobre o eixo Ox Pág. 145


é o ponto de coordenadas ( 4,0 ) .
22.1. A ∈ 2.º octante ⇔ k − 1 < 0 ∧ 2 > 0 ∧ k > 0 ⇔
b) A projeção ortogonal do ponto P ( 4, − 2 ) sobre o eixo Oy é o ⇔ k < 1 ∧ k > 0 ⇔ k ∈ ]0,1[

ponto de coordenadas ( 0, −2 ) . 22.2. B ∈ 6.º octante ⇔ −5 < 0 ∧ 2 − k > 0 ∧ k < 0 ⇔

1.2. a) A projeção ortogonal do ponto G ( −1,0 ) sobre o eixo Ox ⇔ k < 2 ∧ k < 0 ⇔ k < 0 ⇔ k ∈ ]−∞ ,0[

é o ponto de coordenadas ( −1,0 ) . 22.3. B ∈ 7.º octante ⇔ −5 < 0 ∧ 2 − k < 0 ∧ k < 0 ⇔


⇔ k > 2 ∧ k < 0 ⇔ k ∈{ }
b) A projeção ortogonal do ponto G ( −1,0 ) sobre o eixo Oy é o 
condição impossível

ponto de coordenadas ( 0,0 ) .


23.1.
c) A projeção ortogonal do ponto G ( −1,0 ) sobre a reta y = 4 é a) Os pontos que pertencem ao plano yOz são O, C, D, G, H e N
(pois têm abcissa nula).
o ponto de coordenadas ( −1,4 ) . b) Os pontos que pertencem ao plano xOy são O, M e N (pois têm
cota nula).
d) A projeção ortogonal do ponto G ( −1,0 ) sobre a reta x = −3 é c) Os pontos que pertencem ao plano xOz são O e M (pois têm
o ponto de coordenadas ( −3,0 ) . ordenada nula).

23.2.
1.3. a) A projeção ortogonal de [BC ] sobre o eixo Ox é definida a) O vértice E situa-se no 4.º octante pois tem abcissa e cota
por y = 0 ∧ 2 ≤ x ≤ 4 . positivas e ordenada negativa.
b) O vértice D situa-se no 8.º octante pois tem abcissa positiva e
b) A projeção ortogonal do triângulo [ ABC ] sobre o eixo Ox é ordenada e cota negativas.
definida por y = 0 ∧ 2 ≤ x ≤ 4 .
23.3. Como o vértice A se situa no 8.º octante, sabe-se que A tem
c) A projeção ortogonal do quadrilátero [DEFG ] sobre o eixo Oy abcissa positiva e ordenada e cota negativas. Então as
é definida por x = 0 ∧ − 2 ≤ y ≤ 2 . coordenadas do ponto A podem corresponder à situação III:
( 3, − 1, − 2 ) .
Pág. 142
Pág. 146
19.1. As coordenadas dos vértices da caixa são:
A ( 4,0,0 ) , B ( 4,4,0 ) , C ( 0,4,0 ) , O ( 0,0,0 ) , D ( 0,4,4 ) , 24. Sabe-se que as coordenadas do ponto A são ( 3,0,3) , logo os
E ( 0,0,4 ) , F ( 4,0,4 ) e G ( 4,4,4 ) . cubos têm aresta igual a 3.
Portanto, conclui-se que B ( −3,3,3 ) , C ( −3, −3,6 ) e D ( 3,3,0 ) .
19.2. As coordenadas dos vértices do polígono correspondente à
planificação da caixa são: 25.1. As coordenadas da projeção ortogonal de P ( 3, −5,2 ) sobre
( 0,0,0 ) , ( 4,0,0 ) , ( 4,4,0 ) , ( 0,4,0 ) , ( 4, −4,0 ) , ( 0, −4,0 ) , xOy são ( 3, −5,0 ) .
( −4,0,0 ) , ( −4,4,0 ) , ( 0,8,0 ) , ( 4,8,0 ) , (12,4,0 ) e (12,0,0 ) .
25.2. As coordenadas da projeção ortogonal de Q ( −1,2,4 ) sobre
Pág. 143 xOz são ( −1,0,4 ) .

20.1. Para construir a torre foram necessários 14 cubos.


25.3. As coordenadas da projeção ortogonal de T ( −2,1, −6 )
sobre yOz são ( 0, 1, − 6 ) .

76
 Geometria analítica

25.4. As coordenadas da projeção ortogonal de P ( 3, −5,2 ) sobre


xOz são ( 3,0,2 ) .
Pág. 147

25.5. As coordenadas da projeção ortogonal de T ( −2,1, −6 ) 26.1. As coordenadas dos vértices do cubo são:
sobre xOy são ( −2, 1,0 ) . A ( 3,0,0 ) , B ( 3,3,0 ) , C ( 0,3,0 ) , O ( 0,0,0 ) , D ( 0,3,3) ,
E ( 0,0,3) , F ( 3,0,3 ) e G ( 3,3,3) .
25.6. As coordenadas da projeção ortogonal de Q ( −1,2,4 ) sobre
26.2.
yOz são ( 0,2,4 ) .
a) Os vértices A, B, C e O pertencem ao plano xOy porque têm
cota nula.
Tarefa 3 b) Os vértices C, D, E e O pertencem ao plano yOz porque têm
1.1. Em relação à situação I, as coordenadas dos vértices do cubo abcissa nula.
c) Os vértices A, O, E e F pertencem ao plano xOz porque têm
são: A ( 4,0,0 ) , B ( 4,4,0 ) , C ( 0,4,0 ) , D ( 0,0,0 ) , E ( 0,0,4 ) , ordenada nula.
F ( 4,0,4 ) , G ( 4,4,4 ) e H ( 0,4,4 ) . 26.3.
a) Por exemplo, os pontos de coordenadas
1.2. Em relação à situação II, as coordenadas dos vértices do
cubo são:
( 3,2,1) , ( 3,1,1) e ( 3;0,5;2,8 ) não são vértices do cubo e
pertencem à face [ABGF].
A ( 2, − 2, −2 ) , B ( 2,2, −2 ) , C ( −2, −2, − 2 ) , D ( −2, −2, − 2 ) ,
b) Por exemplo, os pontos de coordenadas
E ( −2, −2,2 ) , F ( 2, −2,2 ) , G ( 2,2,2 ) e H ( −2,2,2 ) . ( 2,3,2 ) , ( 1,3,0 ) e ( 0,3,1 ) não são vértices do cubo e

1.3. O triângulo [AOB] é retângulo em O, então sabe-se que pertencem à face [BCDG].
c) Por exemplo, os pontos de coordenadas
( OA) + ( OB ) =
( AB ) .
2 2 2
( 1,2,3) , ( 0,1,3 ) e ( 2,2,3) não são vértices do cubo e
Como OB = OA , tem-se: pertencem à face [FGDE].

(OA) + (OB ) =
( AB ) ( ) ( ) 26.4. Todos os pontos da face [OABC] têm cota 0 e todos os
2 2 2 2 2
42
⇔ 2 OA =⇔ OA =
8
pontos da face [EFGD] têm cota 3.
Donde se conclui que OA= = 8 2 2. Todos os pontos da face [ABGF] têm abcissa 3 e todos os pontos
Então, em relação à situação III, as coordenadas dos vértices do da face [OCDE] têm abcissa 0.
cubo são: Todos os pontos da face [OAFE] têm ordenada 0 e todos os
( ) (
A 2 2 ,0,0 , B 0,2 2 ,0 ) , C ( −2 2 ,0,0 ) , D ( 0, − 2 2 ,0), pontos da face [BCDG] têm ordenada 3.

E ( 0, − 2 2 ,4 ) , F ( 2 2 ,0,4 ) , G ( 0,2 2 ,4 ) e H ( −2 2 ,0,4 ) .


Pág. 149
2.1. Atendendo às condições, o referencial aplicado foi o 27.1.
seguinte: a) As coordenadas dos vértices assinalados na figura são:
A ( 0, − 2,3) , B ( −1,3,2 ) , C ( 1,3,0 ) , D ( 2, − 1,0 ) e E ( 0, −2,1) .
b) O segmento de reta [AE] é definido pela condição
x =0 ∧ y =−2 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 .
c) O plano que passa em B e é paralelo a xOy é definido pela
equação z = 2 .
d) A reta que passa em E e é paralela a Ox é definida pelo sistema
de equações y =−2 ∧ z =1 .

Nota: A origem do referencial coincide com o ponto médio de 27.2.


[CD].
a) A reta que passa em C ( 1,4, − 1) e é paralela a Oy é definida
2.2. As coordenadas dos restantes vértices do cubo no pelo sistema de equações x =1 ∧ z =−1 .
referencial considerado são: b) A reta que passa em A ( 0, − 2,3) e é paralela a Ox é definida
B ( 4,2,0 ) , C ( 0,2,0 ) , D ( 0, −2,0 ) , E ( 0, −2,4 ) , F ( 4, −2,4 ) e pelo sistema de equações y =−1 ∧ z =2 .
G ( 4,2,4 ) .

77
Unidade 4

 3 
Logo, o ponto de coordenadas  1, − , k  pertence ao cubo se e
 2 
Pág. 150
só se 1 ≤ k ≤ 3 , ou seja, k ∈ [1,3] .
28.1. O vértice A pertence ao eixo Ox, logo tem ordenada e cota c) O cubo é definido pela condição
nulas. 0 ≤ x ≤ 2 ∧ −2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1≤ z ≤ 3 .
[ABCD] é um quadrado porque a pirâmide é quadrangular 1 
regular. Logo, o ponto de coordenadas  , k , 2  pertence ao cubo se e
2 
24
Como o perímetro da base é 24, conclui-se que AB= = 6. só se −2 ≤ k ≤ 0 , ou seja, k ∈ [ −2,0 ] .
4
O triângulo [AOB] é retângulo em O, então sabe-se que d) A face [BCHG] é definida pela condição
y =−2 ∧ 0 ≤ x ≤ 2 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 .
( OA) + ( OB ) =
( AB ) .
2 2 2

1 
Como OB = OA , tem-se: Logo, o ponto de coordenadas  , k , 2  pertence à face
2 
(OA ) + (OB) =
( AB ) ( ) ( )
2 2 2 2 2
62
⇔ 2 OA =⇔ OA =
18 [BCHG] se e só se k = −2 .

OA
Donde se conclui que = 18 3 2 .
=
Assim sendo, o vértice A tem abcissa igual a 3 2 .
1.4. AB : x = 0 ∧ z = 3 ; CD : x = 2 ∧ z = 3 ; EH : x = 2 ∧ z = 1 ;

(
Então, as coordenadas do vértice A são 3 2 ,0,0 . ) FG : x = 0 ∧ z = 1 ; AF : x = 0 ∧ y = 0 ; BG : x =0∧y=−2 ;
CH : x =2∧y=−2 ; DE : x = 2 ∧ y = 0 ; AD : y = 0 ∧ z = 3 ;
28.2. As coordenadas dos restantes vértices do sólido são:
BC : y =−2 ∧ z =3 ; GH : y =−2 ∧ z =1 ; EF : y = 0 ∧ z = 1 .
(
B 0,3 2 ,0 ) , C ( −3 2 ,0,0 ) , D ( 0, − 3 2 ,0 ) , E ( 0, − 3 2 , −4 ),
F (3 2 ,0, −4 ) , G ( 0,3 2 , − 4 ) e H ( −3 2 ,0, −4 ) . 1.5.
a) O cubo é definido pela condição
28.3. O quadrilátero [AFHC] é definido pela condição 0 ≤ x ≤ 2 ∧ − 2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 e a reta EH é definida pela
y= 0 ∧ −3 2 ≤ x ≤ 3 2 ∧ −4 ≤ z ≤ 0 . condição x = 2 ∧ z = 1 .
Então, por exemplo, o ponto de coordenadas ( 2,1,1 ) não
Tarefa 4 pertence ao cubo mas pertence à reta EH.
b) O cubo é definido pela condição
1.1. As coordenadas dos vértices do cubo são:
0 ≤ x ≤ 2 ∧ − 2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 e a reta BG é definida pela
A ( 0,0,3) , B ( 0, − 2,3) , C ( 2, −2,3) , D ( 2,0,3) , E ( 2,0,1) , condição x =0∧y=−2 .
F ( 0,0,1 ) , G ( 0, −2,1) e H ( 2, − 2,1) . Então, por exemplo, o ponto de coordenadas ( 0, −2,4 ) não

1.2. pertence ao cubo mas pertence à reta BG.


c) O cubo é definido pela condição
a) Por exemplo, o ponto de coordenadas ( 1,0,2) não pertence a 0 ≤ x ≤ 2 ∧ − 2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 e a reta BC é definida pela
qualquer aresta do cubo e pertence à face [ADEF]. condição y =−2 ∧ z =3 .
b) Por exemplo, o ponto de coordenadas (1, −1,3 ) não pertence
Então, por exemplo, o ponto de coordenadas ( −1, −2,3) não
a qualquer aresta do cubo e pertence à face [ABCD].
pertence ao cubo mas pertence à reta BC.
c) Por exemplo, o ponto de coordenadas (1, −2,2 ) não pertence a
qualquer aresta do cubo e pertence à face [BCHG]. 1.6.
d) Por exemplo, o ponto de coordenadas ( 0, −1,2 ) não pertence a) A face [ABCD] é definida pela condição
a qualquer aresta do cubo e pertence à face [ABGF]. z = 3 ∧ 0 ≤ x ≤2 ∧ −2 ≤ y ≤ 0 .
e) Por exemplo, o ponto de coordenadas (1, −1,1 ) não pertence a
qualquer aresta do cubo e pertence à face [EFGH]. b) A face [CDEH] é definida pela condição
f) Por exemplo, o ponto de coordenadas ( 2, −1,2 ) não pertence a x= 2 ∧ −2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1≤ z ≤ 3 .
qualquer aresta do cubo e pertence à face [CDEH].
c) A aresta [GH] é definida pela condição
1.3. y =−2 ∧ z =1 ∧ 0 ≤ x ≤ 2 .
a) A face [ADEF] é definida pela condição
y = 0 ∧ 0≤ x ≤2 ∧1≤ z ≤3. d) A aresta [ED] é definida pela condição x = 2 ∧ y = 0 ∧ 1 ≤ z ≤ 3 .
Logo, o ponto de coordenadas ( k ,0,2 ) pertence à face [ADEF] se
e só se 0 ≤ k ≤ 2 , ou seja, k ∈ [ 0,2] .
b) O cubo é definido pela condição
0 ≤ x ≤ 2 ∧ −2 ≤ y ≤ 0 ∧ 1≤ z ≤ 3 .

78
 Geometria analítica

3.2. x > 2 ⇔ x > 2 ∨ x < −2


Pág. 151
A representação geométrica do conjunto de pontos
Proposta 1 {P ( x , y ) : x > 2} é:

1.1. O triângulo [ABC] é retângulo em B, então sabe-se que

( AC ) ( AB ) + ( BC ) .
2 2 2
=

Como AB
= BC
= 2 , tem-se:

( AC ) ( )
2 2
= 22 + 22 ⇔ AC =8
Donde se conclui que AC
= 8 2 2.
=
Assim sendo, tem-se que B ( ) (
2 ,1 + 2 , C 0,1 + 2 2 )e 3.3. y ≤ 2 ⇔ y ≤ 2 ∧ y ≥ −2 ⇔ −2 ≤ y ≤ 2
(
D − 2 ,1 + 2 ). A representação geométrica do conjunto de pontos
{P ( x , y ) : y ≤ 2 ∧ x > 1} é:
1.2. O triângulo [AOD] é retângulo em O, então sabe-se que

( AD ) (OA) + (OD )
2 2 2
= .

Como OA = 1 e AD = 2 , tem-se:

( ) ( )
2 2
22 =
12 + OD ⇔ OD 3
=
Donde se conclui que OD = 3 .
Assim sendo, tem-se que B 1 + 3 ,1 , C ( ) ( 3 ,1 + 3 )e
3.4. A representação geométrica do conjunto de pontos
(
D 0, 3 . )
{P ( x , y ) : y < 3 ∧ − 1 ≤ x < 2} é:
Proposta 2
2.1. Como o triângulo [ABC] é equilátero, AB
= BC
= AC .
Sabe-se ainda que AB = 6 − 2 = 4 .
Designemos por h a altura do triângulo [ABC] em relação ao
vértice C.
Então, tem-se 42 = 22 + h2 ⇔ h2 = 12 .
Donde se conclui que=h 12 2 3 .
=
3.5. A representação geométrica do conjunto de pontos
Assim sendo, as coordenadas do vértice C são 4,1 + 2 3 . ( )
{P ( x , y ) : y ≥ 1 ∨ y < −1} é:
2.2.
a) A reta AB é definida pela equação y = 1 .
b) A reta r que passa em B e é paralela a Oy é definida pela
equação x = 6 .
c) A reta s que passa em C e é paralela a AB é definida pela
equação y = 1 + 2 3 .

Proposta 3
3.6. y > 1 ⇔ y > 1 ∨ y < −1
3.1. A representação geométrica do conjunto de pontos
A representação geométrica do conjunto de pontos
{P ( x , y ) : x ≤ 2 ∧ y ≥ −1} é:
{P ( x , y ) : x ≥ 2 ∨ y > 1} é:

79
Unidade 4

c) P ∈ 3.° octante ⇔ −4 < 0 ∧ 1 − k < 0 ∧ k + 2 > 0 ⇔


Pág. 152 ⇔ k > 1 ∧ k > −2 ⇔ k > 1 ⇔ k ∈ ] 1 , +∞[
Proposta 4
Pág. 153
4.1. O conjunto de pontos representado no referencial é definido
pela condição x ≥ −2 ∧ y ≤ 3 . Proposta 7

4.2. O conjunto de pontos representado no referencial é definido 7.1.


pela condição x < −2 ∨ y > 3 . a) Em relação ao referencial 1, as coordenadas dos pontos
assinalados são:
4.3. O conjunto de pontos representado no referencial é definido A ( 0,0,1) , B ( 1,1,0 ) , C ( 0,1,1 ) , D ( −1,1,2 ) , E ( −1,2,1) e
pela seguinte condição: −2 ≤ x ≤ 0 ∧ 0 ≤ y ≤ 3 . F ( 0,2,0 ) .
b) Em relação ao referencial 2, as coordenadas dos pontos
Proposta 5 assinalados são:
5.1. A ( 1, − 1,0 ) , B ( 2,0, −1) , C ( 1,0,0 ) , D ( 0,0,1) , E ( 0,1,0 ) e
a) O lado [AB] é definido pela condição y = 1 ∧ − 4 ≤ x ≤ 2 . F ( 1,1, −1 ) .
b) O lado [BC] é definido pela condição x = −4 ∧ − 2 ≤ y ≤ 1 . c) Em relação ao referencial 3, as coordenadas dos pontos
assinalados são:
5.2. A ( 1, − 2,1) , B ( 2, − 1,0 ) , C ( 1, −1,1) , D ( 0, −1,2 ) , E ( 0,0,1 ) e
a) Como a reta r passa na origem, a sua equação é do tipo
F (1,0,0 ) .
y =m x .
O ponto A ( 2,1 ) pertence à reta r, logo tem-se 7.2.
1 a) Em relação ao referencial 1, o plano ACF é definido pela
1 = m ×2 ⇔ m = . equação x = 0 .
2
1 b) Em relação ao referencial 1, o plano BCD é definido pela
Então, a reta r pode ser definida pela equação y = x. equação y = 1 .
2
1 c) Em relação ao referencial 1, o plano ACE é definido pela
b) O lado [AC] é definido pela condição =
y x ∧ −4 ≤ x ≤2 . equação z =1 .
2
7.3. O referencial relativamente ao qual o plano BCD pode ser
Proposta 6 definido pela equação y = −1 é o 3.
6.1.
a) O plano que passa por A e é paralelo a yOz é definido pela Proposta 8
equação x = −3 . 8.1. As coordenadas dos vértices assinalados na figura são:
b) O plano que passa por A e é paralelo a z = π é definido pela
A ( 1, − 1,1) , B ( 1,0,1 ) , C ( −1,0,1) , D ( −1,0,2 ) , E ( 1,1, −1 ) e
equação z = −1 .
c) O plano que passa por A e é paralelo a y + 5 =0 é definido F ( 0,1, −1) .
pela equação y = 2 .
8.2.
6.2. a) A aresta [AB] é definida pela condição
a) As coordenadas do ponto B’, projeção ortogonal do ponto x = 1 ∧ z = 1 ∧ −1 ≤ y ≤ 0 .
B ( 5, −2,3) sobre o plano xOy, são ( 5, −2,0 ) .  1 
Então, por exemplo, o ponto de coordenadas  1, − ,1  não é
b) As coordenadas do ponto B’, projeção ortogonal do ponto  2 
B ( 5, −2,3) sobre o plano z = −2 , são ( 5, −2, −2 ) . vértice de qualquer cubo e pertence à aresta [AB].
c) As coordenadas do ponto B’, projeção ortogonal do ponto b) A aresta [CD] é definida pela condição
B ( 5, −2,3) sobre o plano x = 1 , são (1, −2,3) . x =−1 ∧ y =0 ∧ 1 ≤ z ≤ 2 .
d) As coordenadas do ponto B’, projeção ortogonal do ponto  3
B ( 5, −2,3) sobre o plano y = 5 , são ( 5,5,3) . Então, por exemplo, o ponto de coordenadas  −1,0,  não é
 2
vértice de qualquer cubo e pertence à aresta [CD].
6.3.
a) P ∈ 2.º octante ⇔ −4 < 0 ∧ 1 − k > 0 ∧ k + 2 > 0 ∧ k > 0 ⇔ c) A aresta [EF] é definida pela condição
⇔ k < 1 ∧ k > −2 ⇔ k ∈ ]−2,1[ y =1 ∧ z =−1 ∧ 0 ≤ x ≤ 1 .

b) P ∈ 6.º octante ⇔ −4 < 0 ∧ 1 − k > 0 ∧ k + 2 < 0 ⇔


⇔ k < 1 ∧ k < −2 ⇔ k < −2 ⇔ k ∈ ]−∞ , −2[

80
 Geometria analítica

1 
Então, por exemplo, o ponto de coordenadas  ,1, −1  não é
5  Pág. 154
vértice de qualquer cubo e pertence à aresta [EF].
Proposta 10
8.3. ~ ( x − 1 > 2 ∨ y − 3 > 1) ⇔ x − 1 ≤ 2 ∧ y − 3 ≤ 1 ⇔
a) A reta AB é definida pelo seguinte sistema de equações: ⇔ ( x − 1 ≤ 2 ∧ x − 1 ≥ −2 ) ∧ ( y − 3 ≤ 1 ∧ y − 3 ≥ −1)
x =1 ∧ z =1 .
⇔ ( x ≤ 3 ∧ x ≥ −1 ) ∧ ( y ≤ 4 ∧ y ≥ 2 )
b) A reta CD é definida pelo seguinte sistema de equações:
x =−1 ∧ y =0 . ⇔ −1 ≤ x ≤ 3 ∧ 2 ≤ y ≤ 4
c) A reta EF é definida pelo seguinte sistema de equações: Assim sendo, conclui-se que as coordenadas dos vértices do
y=1 ∧ z =−1 . retângulo são:
A ( −1,2 ) , B ( 3,2 ) , C ( 3,4 ) e D ( −1,4 ) .
Proposta 9
Proposta 11
( )
9.1. Sendo I o ponto de coordenadas 0,0, 8 , então conclui-se
11.1.
que a medida da aresta do cubo é 8 . a) O ponto D tem a mesma abcissa e a mesma ordenada que o
O triângulo [AOB] é retângulo em O, então sabe-se que ponto B.
Atendendo às dimensões do reservatório inicial, conclui-se que a
(OA ) + (OB ) =
( AB ) .
2 2 2

cota do ponto D é 40.


Como OB = OA , tem-se: Assim sendo, as coordenadas do ponto D são ( 60,80,40 ) .

( OA ) + ( OB ) = ( AB ) ( ) =( 8) ( )
2 2 2 2 2 2
⇔ 2 OA ⇔ OA =4 b) Vlíquido = 60 × 40 × 60 = 144000 cm3
Designemos por h a altura do líquido no reservatório colocado na
Donde se conclui que OA
= = 4 2.
segunda posição.
Então, as coordenadas dos vértices do cubo são:
Então, tem-se: 60 × 80
= × h 144000 ⇔ 4800 =× h 144000 ⇔
( )
A ( 2,0,0 ) , B ( 0,2,0 ) , C ( −2,0,0 ) , D ( 0, − 2,0 ) , E 2,0, 8 ,
144 000
⇔h
= =⇔ h 30 cm .
(
F 0,2, 8 ) , G ( −2,0, 8 ) e H ( 0, − 2, 8 ) . 4800
Então, conclui-se que P ( 60,0,30 ) , Q ( 60,80,30 ) , R ( 0,80,30 ) e
9.2. S ( 0,0,30 ) .
a) O segmento de reta [BF] é definido pela condição
11.2. AB × 10 =4 × 10 =40 e BC × 10 =8 × 10 =80 .
x= 0∧ y=2∧0≤z≤ 8 .
Designemos por h1 a altura do líquido no reservatório colocado
b) O segmento de reta [EG] é definido pela condição na terceira posição.
y= 0∧z= 8 ∧ −2 ≤ x ≤ 2 . × h1 144 000 ⇔ 3200=
Então, tem-se: 40 × 80= × h1 144 000 ⇔
144 000
( )
9.3. O ponto P 3 − k − 5, 0, 8 pertence ao segmento de reta ⇔
= h1
3200

= h1 45

[EG] se e só se −2 ≤ 3 − k − 5 ≤ 2 . Como a unidade do referencial corresponde a 10 cm e


h=
1 : 10 45:
= 10 4,5 , conclui-se que a equação do plano JLM é
−2 ≤ 3 − k − 5 ≤ 2 ⇔ 3 − k − 5 ≥ −2 ∧ 3 − k − 5 ≤ 2 ⇔ z = 4,5 .
⇔ 3−k ≥ 3 ∧ 3−k ≤ 7 Então, J ( 4; − 2;4,5) , L ( 4;2;4,5) , M ( −4;2;4,5 ) e
⇔ ( 3 − k ≥ 3 ∨ 3 − k ≤ −3 ) ∧ ( 3 − k ≤ 7 ∧ 3 − k ≥ −7 ) N ( −4; − 2;4,5) .
⇔ ( −k ≥ 0 ∨ − k ≤ −6 ) ∧ ( −k ≤ 4 ∧ − k ≥ −10 )
⇔ ( k ≤ 0 ∨ k ≥ 6 ) ∧ ( k ≥ −4 ∧ k ≤ 10 ) ⇔ k ∈[ −4,0] ∪ [ 6,10]
Então, o conjunto de todos os valores inteiros de k para os quais
o ponto P pertence ao segmento de reta [EG] é
{−4, − 3, − 2, − 1, 0, 6, 7, 8, 9, 10} .

NEMA10PR-6
81
Unidade 4

( −3 − 2 ) + ( 6 − 7 )
2 2
31.3. EC = = 26 .
Pág. 155
P [ ACEG] = AC + EG + 2EC = 6 + 4 + 2 26 = 10 + 2 26
( 3 − 7 ) + ( −2 − 1 )=
2 2
29. AB
= 16 + 9= = 5;
25 (unidades de comprimento) .
( 3 − 0 ) + ( −2 − 2 ) =
2 2
AC= 9 + 16= 25= 5 ; Tarefa 5
BC= ( 7 − 0 ) + (1 − 2 ) =
2 2
49 + 1= 50 . 1.1. O referencial aplicado é o seguinte:

( ) ( AB ) + ( AC ) , conclui-se que o triângulo [ABC] é


2 2 2
Como BC
=
retângulo em A.
Quanto aos lados, o triângulo é isósceles porque AB = AC .

Pág. 156

( −1 − 2 ) + ( 3 + 3 )
2 2
30.1. AB = = 9 + 36 = 45 = 32 × 5 = 3 5 .

30.2. A projeção ortogonal do ponto A ( −1,3 ) sobre o eixo Ox é


1.2. Em relação ao referencial aplicado, sabe-se que B ( 5,2 ) ,
o ponto A ' ( −1,0 ) .
C ( 3, − 1 ) e D ( 6, − 2 ) .
A'B = ( −1 − 2 ) + ( 0 + 3 )
2 2
= 9+9 = 9×2 = 3 2 .
1.3.
30.3. A projeção ortogonal do ponto B ( 2, − 3 ) sobre o eixo Oy é
a) d ( A , D )= (2 − 6 ) + (1 + 2 ) = 25= 5 .
2 2
16 + 9=
o ponto B ' ( 0, − 3 ) .
b) d ( B , C ) = ( 5 − 3) + (2 + 1) 13 .
2 2
= 4+9 =
AB ' = ( −1 − 0 ) + ( 3 + 3 ) =
2 2
1 + 36 = 37 .
Pág. 157
( −1 − 0 ) + ( 0 + 3 )
2 2
30.4. A ' B ' = = 1+ 9 = 10 .
32.1. O perímetro do triângulo [ABC] é dado por:
P = AB + AC + BC .
( 2 + 1 ) + (1 − 4 )
2 2
31.1. AD = = 18 = 3 2 e
( 3 − 1 ) + ( 2 − 0 ) + (1 − 1 ) ( 3 − 1 ) + ( 2 − 1 ) + (1 − 2 )
2 2 2 2 2 2
P= + +
( −3 + 1 ) + ( 6 − 4 )
2 2
ED = = 8= 2 2 .
( 1 − 1 ) + ( 0 − 1 ) + (1 − 2 )
2 2 2
+ =
P [ ABCD] =
4 AD = 12 2 e P [DEFG ] =
4×3 2 = 4ED =
4 ×2 2 =
8 2.
= 8+ 6+ 2= 2 2+ 6+ 2= 3 2+ 6
P [ ABCD ] 12 2 3
Ora, = = . ( unidades de comprimento ) .
P [DEFG ] 8 2 2
3 32.2. O triângulo [ABC] é retângulo em C porque
Donde se conclui que P [ ABCD] = P [DEFG ] .
(=
AB ) ( AC ) + ( BC ) .
2 2 2
2

31.2. O triângulo [ADC] é retângulo em D, então sabe-se que


33.1. Por aplicação do Teorema de Pitágoras tem-se:
( AD ) + ( DC ) =
( AC ) .
2 2 2

( AC ) =
( AB ) + ( BC ) ( )
2 2 2 2
⇔ AC a2 b2 .
=+
Como AD = DC , tem-se: Também por aplicação do Teorema de Pitágoras, se conclui que:
( AC ) = ( AD ) + ( DC ) ( ) =( ) +( )
2 2 2 2 2 2

( AH ) = ( AC ) + (CH ) ( )
2 2 2 2
⇔ AC 18 18 ⇔ ⇔ AC = a2 + b2 + c 2 .

⇔ ( AC ) =
2
36 . Donde se conclui que AH = a2 + b2 + c 2 .
AC =
Donde se conclui que = 36 6 . 33.2.
De forma análoga se conclui que a) Relativamente ao referencial aplicado, sabe-se que A ( b,0,0 )
( GE ) = ( 8 ) + ( 8 ) ( )
2 2 2 2
⇔ GE = 16 , ou seja, que e H ( 0, a , c ) .
GE =
= 16 4 .
(b − 0) + (0 − a ) + (0 − c )
2 2 2
Então, AH = = b2 + a 2 + c 2 .
Então, os outros vértices dos quadrados têm as seguintes
coordenadas: b) Relativamente ao referencial aplicado, sabe-se que
B ( −1 + 6,4 ) , C ( 2,1 + 6 ) , F ( −1 − 4,4 ) e G ( −3,6 − 4 ) , ou seja, A ( 0, − a , −c ) e H ( −b,0,0 ) .

B ( 5,4 ) , C ( 2,7 ) , F ( −5,4 ) e G ( −3,2 ) . Então, AH


= ( 0 + b ) + ( −a − 0 ) + ( −c − 0 )=
2 2 2
b2 + a 2 + c 2 .

82
 Geometria analítica

 50 × 65 
Pág. 158
1.2. A planificação =4 ×  50 × 12 +  =4 × ( 600 + 1625 ) =
 2 
34.1. = 8900 cm2 .

a) AB = ( −2 + 1 ) + ( 0 + 2 ) + ( 3 − 2 )
2 2 2
= 6 . 2.1. Sabe-se que A ( 25,25,0 ) , B ( −25,25,0 ) , C ( −25, −25,0 ) ,
( −2 − 1 ) + ( 0 − 2 ) + ( 3 + 3 ) 49 = 7 . D ( 25, −25,0 ) , E ( 25, −25, − 12 ) e V ( 0,0,60 ) .
2 2 2
b) AC = =

34.2. 2.2.
a) AO = ( −2 − 0 ) + ( 0 − 0 ) + ( 3 − 0 ) = 13 ;
2 2 2
( 25 + 25 ) + ( −25 − 25 ) + ( −12 − 0=
)
2 2 2
a) =
EB

BO = ( −1 − 0 ) + ( −2 − 0 ) + ( 2 − 0 ) = 9 =3 ;
2 2 2
= 2500 + 2500 + 144= 5144 cm .
1
CO
= (1 − 0 ) + ( 2 − 0 ) + ( −3 − 0 )=
2 2 2
14 . b) Vpoliedro = Vprisma + Vpirâmide = 502 × 12 + × 502 × 60=
3
Logo, o ponto mais próximo da origem é o B. = 30 000 + 50 000 = 80 000 cm3

b) O ponto mais afastado da origem é o C. Pág. 161

35. Cada uma das faces do tetraedro é um triângulo equilátero. 37.1. Seja M o ponto médio de [AB]. As coordenadas de M são

169= 13 .
 4 + ( −1 ) −2 + 6   3 
( 5 − 8 ) + ( −2 − 2 ) + (1 − 13 )=
2 2 2
AD
=  ,  =  ,2  .
 2 2   2 
Logo, o perímetro de cada face do tetraedro é dado por:
P =3AD =3 × 13 =39 (unidades de comprimento). 37.2.
a) Sejam ( x , y ) as coordenadas do ponto D.
Pág. 159
 4 + x −2 + y 
Como C é o ponto médio de [AD], tem-se: ( 1,3 ) =  , .
36.1. Como B ( 3,6 3 ,0 ) , conclui-se que OB = 3 e  2 2 
4 + x
AB
= OC = 6 3. =1
 2  x = −2
Seja P a projeção ortogonal de E sobre [AB]. Daqui resulta que:  ⇔ .
−2 + y y =8
Como as bases do prisma são triângulos equiláteros, então  =3 
 2
BE = 6 3 .
Conclui-se, então, que D ( −2,8 ) .
O triângulo [BEP] é retângulo em P, então sabe-se que
b) Sejam ( x , y ) as coordenadas do ponto D.
( BE ) ( EP ) + ( PB ) .
2 2 2
=
 −1 + x 6 + y 
Como C é o ponto médio de [BD], tem-se: ( 1,3 ) = 
( BE ) = ( EP ) + ( PB ) ⇔ ( 6 3 ) = ( EP ) + ( 3 3 ) , .
2 2 2 2 2 2
⇔  2 2 

⇔ 108= ( EP ) + 27 ⇔ ( EP )= 81 .
2 2
 −1 + x
=1
 2 x = 3
Daqui resulta que:  ⇔ .
EP
Donde se conclui que = 81 9 .
=  6 + y y = 0
=3
Então, as coordenadas do ponto E são 3,3 3 ,9 ( ).  2
Conclui-se, então, que D ( 3,0 ) .
36.2. A [BCDE ] =BC × BE =×
3 6 3=18 3 (unidades de área) .
38. Sejam ( x1 , y1 ) as coordenadas do ponto B.
6 3×9 Como M é o ponto médio de [CB], tem-se:
36.3. V=
prisma = × 3 81 3 (unidades de volume) .
2  3   −2 + x1 3 + y1 
 ,2  =  , .
2   2 2 
Tarefa 6  −2 + x1 3
=
1.1. Designemos por ap o apótema da pirâmide. Então, tem-se:  2 2 ⇔  x1 = 5 .
Daqui resulta que:  
ap2 = 602 + 252 ⇔ ap2 = 602 + 252 ⇔ ap2 = 4225 .  3 + y1 = 2  y1 = 1
 2
Donde se conclui que
= ap 4225 65 .
= Conclui-se, então, que B ( 5,1 ) .
Relativamente ao referencial aplicado, sabe-se que a cota do
Sejam ( x2 , y2 ) as coordenadas do ponto A.
ponto V é 77 ( 65 + 12 ) e que A ( 50,12 ) e V ( 25,77 ) .
Como N é o ponto médio de [BA], tem-se:
( 50 − 25 ) + (12 − 77 )
2 2
Então, AV = = 625 + 4225=  1   5 + x2 1 + y2 
 1,  =  , .
= 4850 5 194 cm .
=  2  2 2 

83
Unidade 4

 5 + x2 40.2. Seja M o ponto médio de [AC]. As coordenadas de M são


 =1
 x = −3  −2 + ( −2 ) 1 + 4  
Daqui resulta que:  2 ⇔ 2 . ,
5
 1 + y2
=
1  y2 =0  2 2  =  −2, 2  .
 2  
2
Conclui-se, então, que A ( −3,0 ) . Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AC].

Como P é o ponto médio de [AC], as coordenadas de P são Sabe-se que PA = PC .


 −3 + ( −2 ) 0 + 3   5 3  PA = PC ⇔ ( x + 2) + ( y − 1)
2 2
= ( x + 2) + ( y − 4 )
2 2
Então, tem-
 , =  − ,  .
 2 2   2 2  -se que:
( x + 2 ) + ( y − 1) =( x + 2 ) + ( y − 4 )
2 2 2 2
39.1. Seja M o ponto médio de [AB]. As coordenadas de M são
 2 + ( −3 ) 1 + 0 3 + 2   1 1 5  ⇔ x 2 + 4 x + 4 + y 2 − 2y + 1 = x 2 + 4 x + 4 + y 2 − 8 y + 16
 , , =  − , ,  . 15 5
 2 2 2   2 2 2  ⇔ 6 y = 15 ⇔ y = ⇔y=
6 2
39.2. 5
Então, a mediatriz de [AC] é definida pela equação y = .
2
a) Sejam ( x , y , z ) as coordenadas do ponto D.
Como C é o ponto médio de [AD], tem-se: 40.3. Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [BC].
 2+ x 1+ y 3+ z 
( 1, −1,2 ) =
 , , . Sabe-se que PB = PC .
 2 2 2 
( x − 6 ) + ( y − 1) ( x + 2) + (y − 4 )
2 2 2 2
PB = PC ⇔ = Então, tem-
2 + x
 2 =1 -se que:
 x = 0
( x − 6 ) + ( y − 1) = ( x + 2) + ( y − 4 )
2 2 2 2
1 + y 
Daqui resulta que:  =−1 ⇔  y =−3 .
 2  ⇔ x 2 − 12 x + 36 + y 2 − 2y + 1 = x 2 + 4 x + 4 + y 2 − 8 y + 16
3 + z z = 1
 2 = 2 16 x − 17 8 17
 ⇔ 6 y = 16 x − 17 ⇔ y = ⇔ y= x−
6 3 6
Conclui-se, então, que D ( 0, −3,1 ) . 8 17
y
Então, a mediatriz de [BC] é definida pela equação = x− .
b) Sejam ( x , y , z ) as coordenadas do ponto D. 3 6
Como C é o ponto médio de [BD], tem-se:
( 5 − 1) + (2 − 4 )
2 2
 −3 + x 0 + y 2 + z  41. DA= = 20 e
( 1, −1,2 ) =
 , , .
 2 2 2 
( 5 − 3 ) + (2 + 2 )
2 2
DC = = 20 .
 −3 + x
 2 =1 Como DA = DC , conclui-se que o ponto D pertence à mediatriz
 x = 5 de [AC].
0 + y 
Daqui resulta que:  =−1 ⇔  y =−2 .
( 3 − 1) + ( 4 − 4 )
2 2
 2  BA = = 4= 2 e
2 + z z = 2
 2 =2 ( 3 − 3) + ( 4 + 2) 36 = 6 .
2 2
BC = =

Conclui-se, então, que D ( 5, −2,2 ) . Como BA ≠ BC , conclui-se que o ponto B não pertence à
mediatriz de [AC].
Pág. 162 42.1. Sabe-se que AC = BC , então C é equidistante de A e B, ou
40.1. Seja M o ponto médio de [AB]. As coordenadas de M são seja, pertence à mediatriz de [AB].
Vamos então começar por determinar uma equação da mediatriz
 −2 + 6 1 + 1 
 ,  = ( 2,1 ) . de [AB].
 2 2 
Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB].
Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB].
Sabe-se que PA = PB .
Sabe-se que PA = PB .
( x + 3) + ( y − 1) ( x − 1) + ( y − 2)
2 2 2 2
PA = PB ⇔ = Então, tem-
( x + 2) + ( y − 1) = ( x − 6 ) + ( y − 1 ) Então, tem-
2 2 2 2
PA = PB ⇔ -se que:
-se que:
( x + 3) + ( y − 1) = ( x − 1) + ( y − 2 )
2 2 2 2

( x + 2 ) + ( y − 1) =( x − 6 ) + ( y − 1 )
2 2 2 2

⇔ x 2 + 6 x + 9 + y 2 − 2y + 1 = x 2 − 2 x + 1 + y 2 − 4 y + 4
⇔ x 2 + 4 x + 4 + y 2 − 2y + 1 = x 2 − 12 x + 36 + y 2 − 2y + 1 5
⇔ 2y = −8 x − 5 ⇔ y = −4 x −
⇔ 16 x = 32 ⇔ x = 2 2
Então, a mediatriz de [AB] é definida pela equação x = 2 . 5
Então, a mediatriz de [AB] é definida pela equação y =
−4 x − .
2

84
 Geometria analítica

Em seguida vamos determinar a ordenada do ponto da mediatriz 1 1


de [AB] que tem abcissa 0. Equação reduzida da mediatriz de [BC]: y = − x+ .
4 8
5 Então, o semiplano superior fechado definido pela mediatriz de
Se x = 0 , então y = − .
2 1 1
[BC] é representado pela inequação y ≥ − x + .
 5 4 8
Assim sendo, o ponto C tem coordenadas  0, −  .
 2
44.2. Vamos começar por determinar a equação reduzida da
42.2. Pretende-se determinar a ordenada do ponto da mediatriz mediatriz de [AB].
de [AB] que tem abcissa −2 . Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB].
5 5 11
Se x = −2 , então y =−4 × ( −2 ) − =−
8 = . Sabe-se que PA = PB .
2 2 2
( x + 1) + ( y − 1) ( x − 0) + ( y + 2)
2 2 2 2
PA = PB ⇔ =
 11 
Assim sendo, o ponto C tem coordenadas  −2,  . Então, tem-se que:
 2 
( x + 1) + ( y − 1) = ( x − 0) + ( y + 2)
2 2 2 2

42.3. Pretende-se determinar a ordenada do ponto da mediatriz


⇔ x 2 + 2 x + 1 + y 2 − 2y + 1 = x 2 + y 2 + 4 y + 4
de [AB] que tem ordenada −4 .
x 1
5 ⇔ 6y = 2x − 2 ⇔ y = −
Se y = −4 , então −4 =−4 x − . 3 3
2
x 1
5 3 Equação reduzida da mediatriz de [AB]: y= − .
−4 = −4 x − ⇔ −8 = −8 x − 5 ⇔ 8 x =⇔
3 x= 3 3
2 8
Então, o semiplano inferior aberto definido pela mediatriz de
3  x 1
Assim sendo, o ponto C tem coordenadas  , − 4  .
8  [AB] é representado pela inequação y < − .
3 3

Pág. 164 44.3. Vamos começar por determinar a equação reduzida da reta
BC.
( −3 + 4 ) + ( 2 + 2 )
2 2
43.1. PA = = 17 e 2 − ( −2 )
=
O declive da reta é dado por mBC = 4 e a ordenada na
1−0
( −3 − 2 ) + ( 2 − 1 )
2 2
PB = = 26 .
origem é −2 .
Como PA < PB , conclui-se que o ponto P está mais próximo do Equação reduzida da reta BC: = y 4x − 2 .
ponto A do que do B, ou seja, pertence ao semiplano inferior Então, o semiplano inferior fechado definido pela reta BC é
aberto definido pela reta r. representado pela inequação y ≤ 4 x − 2 .
43.2. A reta r é a mediatriz de [AB].
Tarefa 7
Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB].
Sabe-se que PA = PB . 1.1. A reta r é a mediatriz de [AB].
Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB].
( x + 4 ) + ( y + 2) ( x − 2 ) + ( y − 1)
2 2 2 2
PA = PB ⇔ = Então, tem-
-se que: Sabe-se que PA = PB .
( x − 0 ) + ( y + 3) ( x − 1) + ( y − 2)
2 2 2 2
( x + 4 ) + ( y + 2) = ( x − 2) + ( y − 1) Então, tem-
2 2 2 2
PA = PB ⇔ =
2 2
⇔ x + 8 x + 16 + y + 4 y + 4 = x − 4 x + 4 + y − 2y + 1 2 2 -se que:
( x − 0 ) + ( y + 3) = ( x − 1) + ( y − 2 )
2 2 2 2
5
⇔ 6y = −12 x − 15 ⇔ y = −2 x −
2 ⇔ x2 + y 2 + 6y + 9 = x2 − 2x + 1 + y2 − 4 y + 4
5 x 2
Então, a reta r é definida pela equação y = −2 x − . ⇔ 10 y =−2 x − 4 ⇔ y =− −
2 5 5
44.1. Vamos começar por determinar a equação reduzida da x 2
Então, a reta r é definida pela equação reduzida y =− − .
mediatriz de [BC]. 5 5

Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [BC]. 1.2. O semiplano superior aberto determinado pela reta r é
Sabe-se que PB = PC . x 2
definido pela inequação y > − − .
5 5
( x − 0) + ( y + 2) ( x − 1) + ( y − 2)
2 2 2 2
PB = PC ⇔ =
Então, tem-se que: 1.3. O semiplano inferior fechado determinado pela reta r é
( x − 0) + ( y + 2) = ( x − 1) + ( y − 2 ) x 2
2 2 2 2
definido pela inequação y ≤ − − .
5 5
⇔ x2 + y2 + 4 y + 4 = x2 − 2x + 1 + y2 − 4 y + 4
Pretende-se determinar o conjunto das ordenadas de todos os
1 1
⇔ 8 y =−2 x + 1 ⇔ y =− x + pontos que têm abcissa 2.
4 8

85
Unidade 4

Ora, se x = 2 , tem-se: A circunferência de centro B ( −3,3 ) é tangente aos eixos


2 2 4
y≤− − ⇔y≤− coordenados, então r2 = 3 .
5 5 5
A circunferência de centro C passa pela origem do referencial,
 4
Então, y ∈  −∞ , −  . então r3= CO= ( 1 − 0 ) + ( −2 − 0 ) =
2 2
5.
 5

1.4. A reta BC pode ser definida por uma equação do tipo Pág. 166
y mx + b .
=
46. Um ponto pertence à circunferência de centro C e raio 5 se a
1−2 1
mBC
O declive da reta é dado por:= = . sua distância a C é igual a 5.
−3 − 1 4
( −1 − 2 ) + ( 7 − 3 ) 25 = 5 ;
2 2
1 PC = =
y
Então, a equação é da forma= x +b .
4 2
1  9 109
Como o ponto B ( 1,2 ) pertence à reta, tem-se: QC=  − 2  + ( −2 − 3 ) =
2
+ 25= ;
 2  4 2
1 1 7
2= ×1 + b ⇔ 2 − = b ⇔ = b . RC
= ( 4 − 2 ) + ( −1 − 3 )=
2 2
20 .
4 4 4
1 7 Conclui-se que apenas o ponto P pertence à circunferência de
y
Equação reduzida da reta BC: = x+ .
4 4 centro C e raio 5 porque PC = 5 .

1.5. Então, o semiplano inferior aberto determinado pela reta BC 47. As circunferências representadas pela equações I, II, III e IV
1 7 têm centros de coordenadas, respetivamente,
é definido pela inequação y < x + .
4 4 ( 4, −1) , ( −4,1) , ( 0,0 ) e ( 0, −4 ) .

2.1. Sendo B o ponto de interseção da reta t, definida por Então, a correspondência entre as circunferências representadas
e as equações é a seguinte:
−3 x + 6 , com o eixo Oy, então B ( 0,6 ) .
y=
C1 → III , C2 → I , C3 → IV e C 4 → II .
A é o ponto de interseção da reta t com o eixo Ox, então A ( x ,0 )
48.1. Começa-se por determinar o raio r.
e 0=
−3 x + 6 .
( −1 − 2 ) + ( 3 + 5 )
2 2
Ora, 0 =−3 x + 6 ⇔ x =2 . r = AB = = 73
Então, A ( 2,0 ) . Então, a circunferência de centro A ( −1,3 ) e que passa em B é
Como C é o ponto médio de [AB], as suas coordenadas são definida pela equação:
( )
2
 2+0 0+6  ( x − ( −1) ) + ( y − 3) = 73 , ou seja, ( x + 1 ) + ( y − 3 ) =
2
73 .
2 2 2

 ,  = ( 1,3 ) .
 2 2 
48.2. Começa-se por determinar o raio r.
2.2. A reta s é a mediatriz de [AB].
( 0 + 1) + ( 0 − 3)
2 2
Seja P ( x , y ) um ponto qualquer da mediatriz de [AB]. r = OA = = 10
Então, a circunferência de centro em O e que passa em A é
Sabe-se que PA = PB .
definida pela equação:
( x − 2) + ( y − 0 ) ( x − 0) + (y − 6)
2 2 2 2
PA = PB ⇔ =
( )
2
( x − 0) + ( y − 0) 10 .
2 2
=10 , ou seja, x 2 + y 2 =
Então, tem-se que:
( x − 2) + ( y − 0) = ( x − 0) + ( y − 6)
2 2 2 2
48.3. Sendo [AB] um dos diâmetros da circunferência, então o
2 2 2
⇔ x − 4 x + 4 + y = x + y − 12y + 36 2 centro é o ponto médio de [AB].
x 8 As coordenadas do ponto médio de [AB] são
⇔ 12y = 4 x + 32 ⇔ y = +  −1 + 2 3 + ( −5 )   1
3 3 
 , =   , −1  .
x 8  2 2  2 
Então, a reta s é definida pela equação reduzida y= + .
3 3 Em seguida determina-se o raio r.
Então, o semiplano superior aberto determinado pela reta s é
( −1 − 2 ) + ( 3 + 5)
2 2
AB 73
x 8
definido pela inequação y > + .
r
= = = .
2 2 2
3 3
Então, a circunferência de diâmetro [AB] é definida pela equação:
2 2
Pág. 165  1  73 
 x −  + ( y − ( −1 ) ) =
2
 , ou seja,
 2  2 
45. Designemos por r1 , r2 e r3 os raios das circunferências de
2
 1 73
 x −  + ( y + 1) = .
2
centros A, B e C, respetivamente.
A circunferência de centro A passa em B, então  2 4

( −2 + 3 ) + ( 4 − 3 )
2 2
r1 = AB = = 2.

86
 Geometria analítica

Assim sendo, o ponto A é exterior à circunferência porque


Pág. 167 AP > 3 e os pontos B e C são interiores à circunferência pois

49.1. BP < 3 e CP < 3 .

x 2 + y 2 + 10 y =0 ⇔ x 2 + y 2 + 10 y + 52 − 52 =0 ⇔ x 2 + ( y + 5 ) =25
2
52.2. Começa-se por determinar o raio r.