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Eliane Lüders

HO'OPONOPONO
da quarta dimensão

Licensed to Ricardo tambellini veiga - ricardo.tambellini@gmail.com - HP18416173642150


Dedico esse livro às minhas filhas,
Bárbara e Júlia, alminhas deliciosas
que me escolheram como mãe!
Ao meu pai, à minha mãe e ao meu irmão,
pela amorosa base familiar.

À minha amiga
Ana Cláudia Cavadas que filosofou
comigo em toda a jornada de escrita,
à querida Marilaine Germano que
segurou minhas mãos e
nunca mais soltou.

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Eliane Lüders, 2021

São Paulo, Brasil

Essa obra não pode ser reproduzida ou compartilhada


sem a autorização da autora.

Todos os direitos reservados, de acordo com a


legislação em vigor.

Imagens de acervo gratuito do site www.canva.com

ISBN: 978-65-00-18809-7

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Apresentação do Estudo do Livro

O livro tem 2 partes, a primeira teoriza alguns conceitos


que satisfaz as necessidades da mente prática e ilumina o
intelecto com saberes que preparam o caminho para a
inteligência espiritual completar o conhecimento.

Nós temos muitas camadas de consciência, são como


véus que turvam nossa percepção e que precisam cair
para elevarmos a nossa espécie para o próximo nível.

A segunda parte traz o ho'oponopono 4D e 5 práticas de


purificação das energias densas e de movimentação
deliberada das energias sutis.

A mudança de polaridade calibra o magnetismo do nosso


merkabah no paradigma da facilidade, da delicadeza, e
da velocidade, coerente com a quarta dimensão da
consciência. Quando, sem fazer força, sem sacrifício,
sem demora, manifestamos uma realidade mais elegante,
amorosa e feliz.

Bons estudos!

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Prólogo

Quando éramos bem pequenos às vezes acordávamos


assustados com algum sonho perturbador, a nossa reação
era chorar e chamar por nossos pais. Quando nos atendiam,
para nos acalmar eles diziam que o sonho não era real, que
não devíamos nos preocupar, que tudo não passava de fruto
da nossa imaginação, algo que só havia acontecido dentro da
nossa cabeça.

Naquela tenra idade, suspeito que essa explicação não dizia


lá muita coisa, mas o tom de voz e a expressão facial eram
suficientes para nos acalmar de fato.

Daí a gente cresce considerando super normal que certas


coisas só aconteçam dentro da nossa cabeça. E, então
vamos à escola e numa aula de anatomia conhecemos o
senhor cérebro. Uma coisa estranha, cheia de gomos, mas
nenhum pensamento, sonho, imaginação para extrair, cortar,
pesar, medir, fotografar ou observar pelo microscópio.

A imaginação, o pensamento, a memória, a intuição são


coisas que existem, certo? Mas, onde?

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Albert Einstein chamou esse local de não local, olha que


gracinha! Nós somos quânticos e não nos damos conta que é
a tecnologia que nos imita! A memória, o pensamento, o
sentimento, a imaginação, o sonho são dados que guardamos
num lugar chamado akáshico, a nossa nuvem de dados.

E olha só, podemos também compartilhar os dados, os


cientista descobriram que cada membro de uma espécie se
intercomunica através de uma rede de wi-fi, chamada
ressonância límbica.

Toda parafernália tecnológica que tanto admiramos são


artefatos rudimentares diante das nossas habilidades
psíquicas. A senciência humana apenas está adormecida,
ainda calcada nos primeiros cinco sentidos.

A nossa ciência teve que, ao longo do seu próprio avanço,


admitir que coisas que aparentemente não existem, não
somente existem, como governam o mundo que existe!
Quando ela dividiu o átomo, abriu a porta para um lado
invisível e desconhecido da matéria. Então começamos a
compreender muitas coisas sobre nós mesmos.

E=m.c2, é a equação de Einstein, diz que a energia e a matéria


são a mesma coisa, em diferentes estados de manifestação.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O universo tem cerca de 14 bilhões de anos e possui 100


bilhões de galáxias. E só na nossa galáxia, a Via Lactea, os
cientistas estimam haver 200 bilhões planetas e estrelas. No
entanto, quanto mais a ciência avança na capacidade de
observar o espaço, maior descobre-se que ele é. E, há ainda
um agravante: ele está em constante expansão.

Mas há outro agravante ainda mais curioso: apenas 15% dele


é observável, 85% é energia escura, não emite e não reflete
luz, que em outras palavras é o mesmo que dizer que são
invisíveis para nós. Então, esses números não são estáticos,
mudam sempre. Seria como correr para medir algo que
também corre e ainda sem enxergar bem o que está sendo
medido.

Nossos corpos têm camadas invisíveis que nos tornam bem


maiores do que a imagem que se reflete ao espelho. O que
vemos, medimos e pesamos, é o corpo físico. A última e mais
densa camada da energia que somos. Em densidades mais
sutis temos ainda o corpo etéreo, o emocional, o mental e o
espiritual.

Então, nem tudo é o que parece ser, a camada invisível, tanto


do universo, quanto da realidade, quanto de nós mesmos é
indescritivelmente maior do que somos capazes de supor.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

No espaço, no éter, no quântico, tudo se entrelaça, material e


imaterial se justificam. No invisível está a matriz de tudo o
que é visível.

A nossa percepção de tudo o que é, está limitada. Como se


usássemos óculos de realidade virtual que permite enxergar
uma pequena camada do mundo manifestado. Enxergamos,
percebemos e cognizamos o que está ao nível da dimensão
da nossa consciência.

A realidade 3D, 5D, 7D e além não são lugares físicos, são


dimensões de consciência. O que seríamos capazes de
enxergar e como seriam as nossas experiências de vida, se
melhor aferíssemos as lentes desses óculos? E o que veríamos
se pudéssemos simplesmente livrarmo-nos deles?

Há muito a ser descoberto. O ho'oponopono é uma técnica de


transmutação de energia, usada há milhares de anos, que
vem sendo atualizada desde sempre, correspondendo ao
nível que se requer em cada estágio da consciência coletiva.

A nova atualização é um presente de Rumi para nós, feita


para acelerar nosso despertar e sustentar a nova energia da
Era de Aquarius, na quarta dimensão.

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Parte 1

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Criação de Anjos

Deus é a fonte de tudo o que é, é a quintessência, o único


elemento. É o amor absoluto, tão intenso que não coube em
si, então criou um sistema para se entregar. Deus se doa em
energia, poder e movimento. É a força centrífuga, a centrípeta
e a equilibrante. Se entrega, cria, pulsa, expande, sustenta e
recolhe, um ciclo eterno.

O universo é fractal, cujo padrão criativo, matemático e


estrutural se repete da menor à maior escala, em toda
natureza. A geometria sagrada é tão perfeita que cria um
espelhamento multidimensional, permitindo à menor
partícula conter todos os elementos do universo.

Tudo é Deus, portanto, não pode haver partes mais ou menos


importantes d’Ele mesmo. Ele se expressa, em infinitas
formas, em todos os reinos, do elemental, dévico, mineral,
vegetal, animal, hominal, angélico e além, compondo a
extraordinária obra da qual participamos integralmente.

As primeiras emanações, os Arcanjos, os Querubins, os


Tronos e os 7 Super Deuses, se experimentam em 21a
dimensão e se multiplicam em núcleos, chamadas Mônadas.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As Mônadas são as primeiras super centelhas, que dão a Deus


a experiência das galáxias, em 8a à 20a dimensão. Para ter
uma experiência do eu, individual e separada do Todo, as
mônadas se projetam em fractais menores - as almas - que
entregam a Deus a experiência de existir no plano dos
planetas e das estrelas, em 3a à 7a dimensão.

A alma, para descer às dimensões mais baixas, também se


fractaliza e sua energia desacelera para alcançar a vibração
adequada ao plano dimensional onde escolhe imergir.

O DNA é adaptado às características físicas de cada galáxia,


pois ele comanda o processo evolutivo. As leis universais, não
são universais como imaginamos, elas são galácticas.

Cada galáxia é regida por leis próprias, com holografias,


estruturas de tempo, diversidade de espécies e seres
conscientes, como nós. E praticamente todos passaram pela
fase de julgar estarem sozinhos no cosmos.

Aqui, como em muitos quadrantes do multiverso, a vida está


acontecendo, em muitas formas e níveis de consciência.
Passo a passo, os humanos se movem para novas dimensões
conscienciais, descortinando o ser magnífico, feérico, mágico,
feliz, o anjo nascido em Gaia, soprado pelo hálito divino.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Alma Humana

O humano é a forma de vida mais recente da Via Lactea, no


entanto, nossas almas são tão antigas quanto Deus. Emaram
d'Ele muito antes da criação da espécie humana e há éons
exploram os diversos mundos, criando muitas formas de vida.

A presença de um ser iluminado altera a própria consciência


do planeta, que também é um ser celeste em evolução.

O planeta teve que ser preparado. Levou milhares de anos, o


eixo gravitacional da Terra se moveu a fim de proporcionar
condições ambientais favoráveis e adequar a consciência do
planeta à energia da nova espécie.

Cada espécie sua rede ecobiológica sináptica, por onde todos


os indivíduos se comunicam por ressonância límbica. Para os
humanos construíram a malha magnética e a rede cristalina.

Quando a alma decidiu viver essa experiência corpórea, na


densidade da Terra, ela se fractalizou numa pequena
centelha, para alcançar a frequência do corpo humano a fim
de ele fosse, biologicamente, capaz de suportar a sua energia.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A centelha divina se acomodou no corpo etéreo, no chakra


cardíaco onde, no corpo físico, corresponde à glândula timo.
Até aos 6 meses de vida de um bebê, uma egrégora amorosa e
angelical sustenta a adaptação da centelha, que ainda tem
consciência de quem é.

Conforme se harmoniza com a nova densidade, começa a se


esquecer e então, a nova aventura começa. Os outros fractais
da alma permanecem em frequências mais sutis e mais
vibrantes, a espera de serem reintegrados.

O DNA comanda a evolução biológica do corpo para sustentar


mais alma, porém a consciência também ativa o DNA, um
aspecto da nossa multidimensionalidade que provoca uma
evolução sincronizada e simultânea.

A alma explora a diversidade criativa, em muitos mundos e


aqui neste planeta, uma das infinitas matrizes cósmicas
existentes no universo, enfrenta uma realidade perigosa.

A experiência que esta realidade oferece é desafiadora, é fácil


de adentrar e dificílima de sair. As configurações incluem
apagar as memórias, a amnésia consciencial e a supressão
dos dons naturais. Elementos suficientes para permitir o
aprisionamento mental por milhares de anos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As sementes estelares que cá estão, por vontade própria,


escolheram a realidade de Gaia pelo desejo de explorar uma
matrix extremamente complexa e desafiadora.

Nós esgotamos as opções de expansão em mundos evoluídos


e positivamente direcionados. Somos deuses maravilhosos,
com baixa autoestima e temporariamente desmemoriados,
nos explorando num ambiente rico em contraste.

Conhecíamos os riscos e nos entusiasmamos com as incríveis


possibilidades.

A vida pulsa na contraposição entre zero e um, entre luz e


sombra, yin e yang, entre bem e mal, entre positivo e o
negativo. Esse antagonismo é necessário, são os passos da
coreografia em que dança o universo, que mantém o
movimento e o ritmo.

Note que, esse mecanismo de esquecer e lembrar é o que


gera mais luz, mais universo, mais de nós. Há infinitos
caminhos para se explorar o intervalo em não saber que é
divino e iluminar-se com a consciência plena. Portanto luz e
sombra são elementos criativos de tudo o que é.

O universo é pulsante e vibrante, uma obra viva e aberta,


justamente por conta dessa contraposição eterna.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Há valor tanto no positivo, quanto no negativo, uma vez que


um não existiria sem o outro.

Infinitar-se no bem eterno arrefeceria a chama espiritual do


fractal, que pouco ansiaria por novas experiências para se
expandir. Seria como estar numa ilha paradisíaca por tempo
demais e ver o prazer inicial se esvair e se transformar em
tédio. Do mesmo modo que não é contribuição à expansão
do fractal demorar-se na escuridão, o distanciamento
prolongado poderia cortar definitivamente os laços com o
sagrado, resultando em sua extinção.

A expansão do fractal se faz por incursões em terrenos do


bem e do mal, o amor incondicional é precisamente o
resultado dessa exploração desafiadora.

Quanto mais experimentamos o contraste do amor, mais


expansão criamos, pois exatamente pela nossa natureza,
iremos sempre transformar desamor em amor, não importa o
tempo que isso leve a acontecer.

Quando estamos num estado ignorante da consciência


divina, vibramos medo, porque nos sentimos pequenos
diante da imensidão que nos cerca. Vibramos longe da
alegria, da serenidade, do bem-estar.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Tudo se refere à integridade interior, nos sentimos pequenos


porque uma parcela muito pequena de nós está consciente
de quem somos. Um modo de expandir essa parcela é seguir
o fluxo do bem-estar, por intuição.

Confiar nas outras partes que sabem quem somos, deixar que
elas nos orientem. Há uma um sofisticado sistema de
comunicação e navegação em nós: os sentimentos. Quanto
mais agimos na direção do que nos alegra, mais nos
divertimos e mais acessamos as frequências altas onde
moram outras partes da alma. Nos tornamos mais aderentes,
mais consciência sustentamos e mais colhemos os frutos
dessa unificação. Eis a metáfora da ascensão da consciência.

A percepção limitada vem da mente humana querendo


conceitualizar a experiência da vida, ela não sabe nada a
respeito. A mente é uma complexa interface psíquica da alma
com o cérebro que, de tão extraordinária, ao se observar, se
ilude acreditando ser a própria alma.

A mente acredita que tem que cuidar de tudo, no entanto, ela


não oferece respostas, ela questiona mais.

E, por não saber quem é o verdadeiro ser, quem respira e


pensa, quem realmente caminha sobre a face da Terra, ela
projeta a busca para o lado de fora.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

E foi ali, do lado de fora, que permanecemos milhares de


anos distraídos com o holograma que nós mesmos
criamos. Acreditando na realidade projetada e simulada, sem
saber que éramos nós os construtores.

Os fractais em processo de despertar, intuem o amor e


tateiam nas sombras da inconsciência o caminho de regresso
ao núcleo do amor indescritível.

E, só há um meio de conseguirmos isso: nos tornando o amor,


nos tornando o próprio caminho. É irresistível à nossa
essência retornar ao estado natural, à alegria incondicional.
Esse é o potencial divino que comanda nossa evolução.

Mas, a alegria que conhecemos é a conceitualizada pela


experiência humana e ela depende das formas. Como ter
riqueza (forma), um relacionamento (forma), beleza física
(forma), reconhecimento (forma)...são muitas réguas que
usamos para medir essa alegria. Não é alegria incondicional,
pelo contrário, é cheia de condições.

A alegria divina é livre de medidas, ela não entra num instante


e sai em outro, ela independe das situações, dos eventos,
simplesmente é e está em nós, vibrando o tempo todo. Trata-
se sobre ter lucidez, por conhecer a essência divina, que nada
precisa ter para ser quem já é.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

13 Mil Anos Antes

Há cerca de 500 mil anos, o surgimento e a evolução da


espécie humana na Terra, é acompanhada por nossos irmãos
estelares, especialmente, os vindo das Plêiades, Orion, Sírius,
Andrômeda, Antares e Pégasus.

Por milhares de anos, os primeiros humanos viveram imersos


no mundo dos devas, integrado à natureza e ao reino animal.

Em Lemúria, um antigo continente localizado no Pacífico e


no Índigo, da Austrália à América do Sul, por conta da
elevação da placa terrestre e da baixíssima temperatura,
isolou seus habitantes do resto do mundo, que tiveram uma
evolução diferente, lenta e adequada.

Foram 150 mil anos para começarem a se espiritualizar e mais


30 mil anos para que o pensamento e a biologia do lemuriano
atingisse um estágio de maturidade elegante.

Há 20 mil anos, a humanidade alcançou um elevado grau de


consciência, organização social e alta tecnologia, ainda não
vistos novamente.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Lemúria foi o último reino encantado sobre a Terra, descrita


no Velho Testamento como a terra cujos rios manavam leite e
mel. Uma maneira poética de descrever os tempos deliciosos
que desfrutavam, num estado de plena consciência, quase
um estado eterno do ser.

Os habitantes de Lemúria experenciavam a vida física de


modo espiritual, sentiam a conexão sagrada, o elo divino em
seu interior, a chama fumegante que aquecia seus corações,
que lhes davam coragem e alegria.

Interagiam com os elementos da natureza, canalizavam a


energia vril, telúricas, puras e renováveis para edificar suas
casas, monumentos, esculturas e tudo mais que desejavam.

A maioria habitava as zonas rurais e as metrópoles tinham até


2 milhões de habitantes, que viviam em palácios magníficos e
pirâmides. Lemúria prosperou em estado de paraíso e magia
por milhares de anos. Quando a noite chegava, sentiam o
aconchego e o afago da mãe natureza.

Mas naquele tempo, terremotos, erupções vulcânicas e


colisões de meteoros eram comuns, então os lemurianos se
especializaram em observar o pulso da natureza, as marés e
os astros. Estavam no fim da maior era do gelo que já existiu,
anteviram o grande dilúvio há 13 mil anos e se preparam.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Construíram embarcações e lentamente abandonaram o


continente, foram para direções que hoje formam a Nova
Zelândia, Polinésia, Austrália, Américas, Egito, Alasca...

Fugiam à medida em que a geleira derretia.

Mas o grande sismo aconteceu durante a noite, pegando a


maioria de surpresa e Lemúria se quebrou e afundou. As
gigantescas placas fragmentadas se uniram a outras e
formaram o que conhecemos hoje como Japão, Ilhas de
Páscoa, Cook, Samoa, Carolinas, Marquesas, Marianas,
Gilbert, Marshall, Taiti, Tonga e Havaí.

Durou apenas uma única noite, mas os terremotos e os


tsunamis castigaram Lemúria, apagando o rastro de uma
civilização de 50 mil anos, com mais de 60 milhões de
habitantes.

Nessa noite, os sacerdotes e as sacerdotisas irradiaram


conforto e coragem, cobrindo a aura dos lemurianos num
manto de paz.

Os que não puderam ser salvos, foram adormecidos, a fim de


minimizar a dor e o trauma em seus corpos etéreos e em suas
memórias celulares.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Os mestres se posicionaram estrategicamente em vários


locais e afundaram entre os grupos de pessoas, cantando e
consolando-as até o fim. Mas o estrago estava feito, poucos
sobreviventes conseguiram preservar a sabedoria lemuriana.

A dor de ver a nação mãe desaparecer, do chão se abrir, do


céu cair, de perder a vida sob as águas, ainda habita a
memória coletiva de boa parte da humanidade.

A necessidade de preservar a vida, o medo de perder o que


traz sensação de segurança, estabilidade e conforto
emocional revolvem nossas entranhas, até hoje, de um modo
que não sabemos explicar...

São traumas, medos e fobias que trazemos conosco.

A experiência da destruição de Lemúria gerou a sensação de


abandono, de fragilidade, de vulnerabilidade da vida.

O pior dos sentimentos foi o de separação. O lemuriano


sentiu a dor de ser apartado do todo, da unidade.

Então, ele se sentiu sozinho.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Queda da Consciência

Lemúria foi o último reino que ainda sustentava a consciência


divina a cair, em outras partes do planeta a deterioração já
estava em marcha há tempos, por conta da ganância dos
seres estelares que dominavam os humanos.

O sofrimento que os humanos sentiam enfraqueceu o elo


com a mãe natureza, que evoluiu para o humano e sua
própria essência divina.

A miopia consciencial, projetou a atenção para o mundo


manifestado, enquanto o reino interior desmoronava.

O humano encantou-se com as próprias criações e a ilusão


tomou conta da sua percepção da realidade.

Aqueles que lembravam como manipular a energia, não


partilharam seus conhecimentos e foram adorados como
deuses por aqueles que não se lembravam.

Seduzidos pela vaidade, disputa de poder, comparação e pela


volúpia, suas consciências caíram cada vez mais.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Sem conseguir acessar o estado puro mental e emocional


necessário para manipular a energia, até mesmo aqueles que
foram considerados deuses se iludiram pela própria falta de
clareza e passaram a acreditar que estavam a ser castigados
por alguém maior do que eles.

Nascia o conceito do deus tirano, seletivo e vingativo.

O pensamento de unidade desapareceu de vez, a consciência


do coletivo sucumbiu ao egoísmo e ao medo.

Um humano escravizou e explorou outro para garantir um


status quo que a sua ignorância havia criado.

Caímos profundamente no sono do esquecimento, fomos


obsediados espiritualmente por seres de pouca luz, que se
passaram por deuses. E, em troca de pequenos favores
climáticos, amorosos ou mercantis, nos tornamos cruéis,
realizamos sacrifícios de humanos para satisfazer o ego e as
necessidades energéticas dessas falsas divindades.

Gaia, a consciência do planeta Terra, também entrou em


declínio por milhares de anos. Caiu da sétima dimensão, para
quinta dimensão e rapidamente para a terceira.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Quase perdeu o status de planeta, quase retornou para o


Criador, como muitos planetas e outras civilizações que não
tiveram sucesso.

Mas Gaia interviu e pediu tempo ao Conselho Planetário,


insistindo na regeneração. Os antigos conheciam o prazo e
escreveram sobre a data, 2012.

Gaia acreditava ser possível fazer o que ainda nunca tinha


sido feito. Nós também, enquanto almas jamais teríamos
aderido a isso se não estivéssemos convencidos de que
seríamos capazes.

A queda, em nível tão baixo, uma consciência frágil e sem


memória num plano tridimensional, tornou -se o maior
desafio da galáxia.

Sem a consciência do processo criativo, a matéria se tornou


escassa. O humano contabilizou os recursos deste mundo e
concluiu não haver o suficiente para todos.

A vida abundante, feliz e generosa se tornou uma utopia, um


sonho distante, um conto de fadas.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Samsara

As almas se incumbiram de corrigir a rota evolutiva, de salvar


o planeta da extinção, de restabelecer a lei do amor, a lei do
livre arbítrio, de aprender a dominar as habilidades e os
atributos divinos. Porque sabem que são responsáveis pela
qualidade da energia que canalizam, seja na forma de
pensamento, sentimento, emoção, palavra, memória e ação.

A consciência do planeta também está em evolução, ele não


dissolve sozinho o que foi criado, com a partida da alma
daqui. A energia permanece e deve ser tratada e magnificada,
por quem a criou, cooperando com a consciência do planeta.

Eis o princípio da responsabilidade da alma, embora ela


possa encarnar em outros mundos, a configuração do planeta
vai ser sempre no mesmo nível evolutivo.

É como mudar de escola, mas para a mesma graduação em


que estava na anterior.

Quando a alma inicia nova jornada, seus registros pessoais -


os akáshicos - lhe são entregues e eles se alojam na coluna
vertebral etérea.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Na baixa consciência, foi natural criarmos experiências ruins,


ora no papel de vítima, ora no de algoz. Muitas vezes fomos
os deselegantes, rudes, estúpidos, soberbos, ignorantes,
exploradores e noutras aqueles que sofreram as opressões,
que choraram a injustiça, as traições, as humilhações...

Vibramos sentimentos baixos, mal qualificando a energia que


circulava pelo corpo. Bloqueando a passagem de luz,
obscurecemos algumas partes, que então adoeceram.

Criamos as doenças físicas, emocionais e psicológicas.

O akáshico vinha impregnado de memórias infelizes e


iniciávamos a vida no estado mental negativo - o carma - já
em desvantagem energética. Não transmutávamos essas
energias e transferíamos o carma de uma vida para outra.

As novas vidas se pareciam muito com a anterior, os enredos


eram quase sempre os mesmos, os mesmos dramas, as
mesmas dores, os mesmos medos e assim se sucediam. Esse
é o ciclo de Samsara, a roda de reencarnações que que repete
vidas parecidas.

Na língua sânscrita, samsara é devanagari, que significa


perambular, devanear. Samsara é o ciclo de vidas de uma
consciência adormecida.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Assim, para transmutar a energia pesada, as almas decidiram


encarnar por períodos menores, trocando de corpo para
trocar rapidamente de energia. Adoecíamos com facilidade,
pois não energizávamos o corpo com energias positivas, para
que se renovasse e se curasse espontaneamente.

Como sonâmbulos não percebíamos o mundo particular que


criávamos como resultado da ilusão de acreditar que
estávamos acordados. Era demasiadamente insuportável, até
mesmo para o menor fractal da alma, a centelha, viver numa
dimensão consciencial tão baixa.

A matrix mental estava muito danificada. Em vidas curtas, em


torno de 50 a 60 anos conseguimos avançar um pouco mais
depressa. A estrutura do pensamento na 3D é rígida, as
mudanças que somente acontecem com a flexibilização das
ideias, das regras, dos padrões morais, religiosos e sociais,
não são bem-vistas e novidades são comumente rejeitadas,
então as velhas bases se mantém por muito tempo.

Até mesmo a Ciência foi condicionada e controlada por


mentes medíocres por um longo período da nossa história.
Nossas experiências, de modo geral, foram muito ruins. A
motivação para a ação partia da raiva, da ignorância, do
egoísmo, da insatisfação, do apego, do medo, do desejo de
vingança, entre outros.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Partindo desse estado mental negativo, criamos ainda mais


sofrimento. A dor realimenta o akáshico criando um ciclo
vicioso e condenado à ilusão. Em termos de energia, o estado
mental negativo arrasta o estado emocional para a mesma
frequência. O corpo entra nessa frequência vibracional baixa,
com todas as suas células.

Em outras palavras, produzimos energia negativa e por


ressonância límbica, emanamo-la a todos os humanos do
planeta. Por isso a consciência coletiva pareia a média
individual. Nos conectamos uns aos outros, contaminamos e
somos contaminados pelas energias que emanamos.

Creditamos ao mero acaso e às coincidências, os eventos


repetitivos que temos, porque não identificamos de onde
partem as configurações que geram mais do mesmo. A vida
evolui lentamente, altos e baixos se alternam e as
experiências têm sabor de comida requentada.

Samsara é um ciclo cansativo para a alma, um déjà vu


constante, pois além de resgatarmos nossas memórias
pessoais, reencarnamos nas mesmas famílias cármicas.

Assim foi por milhares de anos, as interações entre os


avatares - os amigos, os parentes e cônjuges - por exemplo,
muito lentamente enfraquecendo o efeito do carma.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A alma, em cada jornada, intenciona criar mais espaço para


agir sobre a consciência, trazer lucidez, para poder desperta-
la. Emana amor e inspiração, incansavelmente, para transitar
o estado mental negativo para o positivo. A consciência
expande mais um pouco e mais um pouco de luz penetra
nesse espaço que ficou vazio, um pouco mais de amor é
ancorado, mais a ilusão cede para a realidade divina.

O entendimento, a compaixão, a paz e a alegria, são


sentimentos luminosos que precisam de uma pequena
brecha atenuar as sombras. O ho'oponopono é uma
ferramenta de luz que quebra a roda de samsara, o ciclo
cármico. Quando as memórias celulares são dissolvidas,
anulamos o efeito conspirador.

Conforme evoluímos, escolhemos agir amorosamente, no


fluxo das energias positivas - no darma - que resulta em
experiências harmoniosas, belas e expansivas.

Restabelecemos a lei do amor e aplicamos nosso tempo e


recursos para criar beleza e perfeição e não mais para
destruir.

Nos graduamos consciencialmente, a realidade reflete nosso


estado de consciência, a vida se apresenta mais harmônica,
coerente e feliz.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

13 Mil Anos Depois

Em 1868, o engenheiro britânico James Churchward, estava


na Índia a serviço da marinha britânica quando visitou um
museu e se encantou com algumas tábuas de pedras
vulcânicas talhadas com um alfabeto que pensou ser maia ou
egípcio.

Ele perguntou ao monge hindu que o acompanhava e soube


que se tratava de uma língua ainda mais antiga do que
julgava, a naacal.

O monge leu algumas tábuas, que contavam a história da


criação do nosso planeta e do nascimento da espécie
humana, num continente perdido, chamado Lemúria.

O engenheiro levou 2 peças para casa, a fim de estudar os


caracteres. As pistas contidas nelas o conduziram a Lhasa,
capital do Tibete. Onde encontrou manuscritos e ainda mais
tábuas, que ele chamou de Tábuas de Lhasa.

Tempos depois soube que o fotógrafo e arqueólogo francês,


Augustus Le Plongeon, nos Estados Unidos, andava citando
Lemúria em suas apresentações acadêmicas.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Em 1890, Churchward, Plongeon e sua esposa Alice Dixon,


fotógrafa e pesquisadora, se reuniram para trocar impressões
sobre o material que possuíam.

As tábuas de Plongeon estavam escritas em nahuatl, a


língua dos Toltecas, ancestrais dos astecas e que viveram
entre 900 e 1200 a.C.

A tradução dos códices nahuatl dizia o seguinte:

"No ano 6 de Kan, em 11 muluc do ano de Zac, terríveis


tremores de terra se produziram e continuaram sem
interrupção até o dia 13 de Chen. A região de Argilla, o
país de Mu, foi sacrificado.

Sacudido duas vezes, ele desapareceu subitamente


durante a noite. O solo, continuamente influenciado por
forças vulcânicas, subia e descia em vários lugares, até
que cedeu.

As regiões foram então separadas umas das outras e


depois dispersas.

Não resistiram às terríveis convulsões e afundaram,


arrastando à morte seus 64 milhões de habitantes."

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A tradução era um problema, pois as tábuas traziam dialetos


cujas características linguísticas pertenciam a épocas e povos
muito distantes na linha do tempo, mas contando a mesma
história.

Por várias partes do mundo, arqueológicos se dedicaram à


busca por mais informações, como na Ilha de Páscoa, Peru,
México, Grécia, Tibete, Índia, Peru, Turquia e Egito.

Em 1921, no México, em Teotihuacán, nas escavações sob o


comando do mineralogista escocês William Niven, foram
encontradas 2.600 placas de pedra com hieróglifos antigos,
cuidadosamente preservadas.

Ao saber da descoberta de Niven, Churchward viajou ao


México e reconheceu os caracteres da língua naacal. Em
seguida, nas ruínas dum imenso altar, em Santiago
Ahuizoctla, Churchward encontrou mais 975 tábuas.

Em 1926, James Churchward, aos 75 anos, após mais de 50


anos de estudos, publicou o livro a história fascinante de
Lemúria, O Continente Perdido de Mu. As tábuas descreviam
em detalhes a origem do homem no planeta, da raça adâmica
à atlante. Apresentava uma civilização tão avançada, que era
difícil acreditar que se tratava de uma ancestral.

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Elas falavam de um povo que conhecia todos os planetas do


sistema solar, o movimento cósmico, a precessão dos
equinócios, que dominava a matemática, a medicina e a física
com maestria.

A comunicação era sensorial e psíquica - sentimento e


pensamento. A medicina orientava para a energização e o
alinhamento dos chakras. Conheciam o corpo físico tão bem,
quanto os corpos sutis.

Eles moviam a eletricidade atmosférica - a geoenergia - que


usavam para construir pirâmides e lapidar monólitos em
esculturas gigantescas.

A engenharia, a matemática e astronomia conheciam o


número Pi, a proporção áurea, a sequência de Fibonacci - os
elementos da geometria sagrada - presentes em toda
simetria na natureza. A verdade é que esse povo dominava
muitas ciências, que ainda hoje não temos acesso.

O livro de Churchward revelou o impacto da queda da


consciência, que fez o humano perder o acesso às
benevolências da natureza, a reduzir a sensibilidade ao
mundo interdimensional, a esquecer seus dons inatos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Os lemurianos sabiam o que estava por vir, sabiam que o


tempo apagaria suas pegadas sobre o planeta e que a sua
sabedoria ficaria esquecida por longos anos.

Os povos descendentes dos sobreviventes da Lemúria


entenderam a necessidade de preservar o conhecimento,
antes transmitido extra sensorialmente, agora de uma forma
que atravessasse o tempo.

O que não ficou escrito, permaneceu na memória e no


coração, sofrendo adaptações às culturas dos locais para
onde os sobreviventes imigraram.

Muitas referências da antiga sabedoria lemuriana são


percebidas nas práticas de curas milenares, como feng shui,
acupuntura, cromoterapia, qigong, yoga e reiki, por exemplo,
que movem e harmonizam a luz que circula pelo corpo para
restabelecer a saúde.

As semelhanças entre as mitologias, seja grega, chinesa,


hindu, celta, nórdica, persa, japonesa, egípcia, revelam que a
sabedoria da Lemúria está na base de todas elas.

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A Filosofia Huna

Quando os ingleses chegaram ao Hawaí no século XVIII, se


depararam com costumes sociais muito diferentes aos
europeus.

Aos ingleses chegavam relatos estranhos, que falavam do uso


de magia para cura de dores físicas e emocionais, conflitos
pessoais, familiares, profissionais e até para melhorar o
futuro das pessoas, em reuniões secretas.

Embora não soubessem exatamente o que os havaianos


faziam, trataram de proibir o que julgaram se tratar de um
rito religioso inferior.

Mas a tradição havaiana resistiu, despertando cada vez mais


a curiosidade dos ingleses. E, para confundir as autoridades
inglesas e desviar o foco das reuniões, os nativos faziam
festas, onde dançavam e andavam sobre brasas.

Os havaianos protegiam os kahunas - os guardiões do


segredo - que participavam ativamente da sociedade e
exerciam profissões comuns, como professores, médicos
engenheiros, agrônomos, entre outras.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A prática de cura nem sequer tinha um nome e acabou sendo


chamada de ho’oponopono pelo povo havaiano, que significa
endireitar, corrigir, tornar perfeito.

No final do séc. XIX, William Tufts Brigham, um geólogo,


botânico e etnólogo americano, presenciou muitos casos de
cura atribuídos aos kahunas e ficou fascinado.

Durante quase 40 anos reuniu relatos e provas de casos de


evolução de ordem física, psíquica, emocional e até mesmo
material.

Ele presenciou muitas sessões, viu os kahunas comandar


mantras, orações e cantos, num ritual longo e metódico,
onde diversos 'problemas' eram tratados na mesma
cerimônia, publicamente. Brigham escreveu artigos e livros
sobre a cultura havaiana, seus vulcões, suas flores e suas
pedras, mas quase nada sobre a filosofia huna.

Os kahunas mantinham o secretismo se recusavam a lhe dar


explicações sobre o que faziam, conforme a tradição.

Na verdade, Brigham desperdiçou a maior parte do seu


tempo tentando relacionar o caminhar sobre as brasas com o
processo de cura, que de fato nunca teve ligação alguma,
fazia parte da alegoria para distrair os ingleses.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Tal como fizeram os alquimistas na Idade Média, que


desviaram a atenção dos curiosos e sobretudo da Igreja, com
complicadas fórmulas químicas de transmutação do enxofre
em ouro, quando a real intenção era camuflar os conceitos da
elevação da consciência humana.

Em 1917, Max Freedom Long, um psicólogo americano e


recém-formado, chegou ao Havaí. Tinha acabado de aceitar
um convite para assumir uma vaga de professor primário
numa escola de Honolulu.

E tão logo se estabeleceu também começou a ouvir os relatos


dos seus conterrâneos sobre curas instantâneas e
feitos miraculosos que o povo nativo praticava.

Tomado de curiosidade, buscou referências de estudo e


acabou conhecendo William Tufts Brigham, já bastante idoso,
que lhe entregou o seu acervo pessoal.

Os seus estudos particulares, apontamentos, insights e


centenas de testemunhos surpreendentes dos benefícios
atribuídos à filosofia huna. Um riquíssimo material de
pesquisa no qual Long se debruçou por 15 anos.

Mas, apesar da busca incessante, também não extraiu o


segredo de nenhum kahuna.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

De volta aos Estados Unidos continuou seus estudos e em


1935 acordou no meio da noite com uma inspiração, buscou
seus rascunhos, suas observações sobre os mitos, símbolos,
lendas e com a ajuda de um dicionário de 1820, compilado e
mal traduzido por missionários cristãos, Long finalmente
desvendou os 7 princípios básicos do conhecimento dos
segredos da vida.

A sacada foi perceber que a maneira mais formidável de


esconder alguma coisa é deixando-a terrivelmente óbvia. As
mentes preparadas as encontram, enquanto as outras
simplesmente não as reconhecem e as descartam. Os códigos
da filosofia huna, a sabedoria secreta do povo mais antigo do
planeta, estavam guardados em 7 palavras havaianas.

Em 1936, em Londres, Max Freedom Long publicou o artigo


Recuperando a Magia Antiga pela Rider & Co., na esperança
de que, num país antigo, pudesse encontrar quem
conhecesse mais sobre a filosofia huna, então deixou um
endereço para contato no impresso.

Após centenas de cartas curiosas, foi contatado por William


Reginald Stewart, um jornalista inglês que há 30 anos
guardava apontamentos sobre magia de uma tribo da
Berbéria, norte da África, onde havia estado na adolescência.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Stewart havia convivido, por alguns meses, com a tribo da


kahuna Lucchi, que o iniciou no estudo sobre a huna, contou
a história dos seus antepassados e lhe deu as bases
filosóficas. Mas o aprendizado foi interrompido com a morte
de Lucchi, num confronto entre tribos rivais.

Com medo de permanecer na tribo, sem a proteção da


kahuna, Stewart recolheu suas anotações e retornou à
Inglaterra. Mas, após ler o artigo de Long, revirou seus
apontamentos encontrou incríveis semelhanças fonéticas,
por exemplo, a palavra kahuna para os berberes era quauna,
ou então, a palavra havaiana para Deus é akua, enquanto
para os berberes é atua.

No dialeto africano, a tribo usava as mesmas 7 palavras


identificadas no artigo. Stewart colaborou com Long, na
tradução e na interpretação das sete palavras.

O material finalizado surpreendeu o mundo.

A filosofia huna apresentava o cérebro em três camadas, a


subconsciente, a consciente e a superconsciente. Os kahunas
conheciam as fases da evolução da consciência humana,
compreendiam o sistema de crenças, o fluxo das energias
vitais, o mecanismo da cocriação, a força da intenção, a lei do
magnetismo e o poder da prece.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As mentes superconsciente, consciente e subconsciente


eram tratadas por aumakua, uhane e unihipili, que em
havaiano são pai, mãe e filho.

A quebra dos códigos desagradou os kahunas anciãos, que


temiam pela banalização da filosofia. Mas o livro de Long,
Milagres da Ciência Secreta, publicado em 1948 nos
Estados Unidos, foi muito bem recebido no mundo todo por
leitores interessados em espiritualidade e metafísica.

O empenho dos kahunas foi belíssimo e cumpriu o seu


propósito, as chaves ancestrais atravessaram o tempo e
chegaram bem preservadas até nós. Mas o meio de
transferência, por via oral, restringia sobremaneira o acesso à
filosofia que tanto bem fazia às pessoas.

Nenhum kahuna quebrou seu voto, os símbolos que Long


apresentou no livro foram interpretados à sua maneira. E os
comandos que os kahunas pronunciavam às partes
envolvidas no tratamento nunca foram conhecidos.

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As 7 Chaves do Huna

Ike
O mundo é o que você pensa que ele é.

Kala
Não existem limites.

Makia
O que tem sua atenção, tem seu poder.

Manawa
Agora é o momento do poder.

Aloha
Vibração boa, felicidade.

Mana
Todo poder vem de dentro.

Pono
Moralmente consciente, correto.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

1. Ike - o mundo é o que você pensa que ele é

As verdades com as quais nos alinhamos, afetam nossa


percepção da realidade. Pois a tal da verdade é apenas a
interpretação que parte de um ponto de vista fixo, que não
revela a totalidade.

Essa perspectiva pessoal limita e fatia o campo de visão do


que é observado. E, a partir do ponto que observamos,
criamos versões, interpretações e sensações particulares.

Cada um de nós se move pela vida colhendo impressões e


significando as experiências, catalogando-as entre os crivos
de bom e mau, certo e errado, belo e feio, positivo e negativo.
E ainda pesa sobre esses critérios toda uma herança étnica,
social, cultural, religiosa e familiar.

O mundo é o que você pensa que ele é. As crenças agem


como óculos de realidade virtual, que filtram a realidade e só
enxergamos o que estamos condicionados a ver.

Um viajante, ao entrar numa nova cidade pergunta a um


artesão de rua amigo, como é esta cidade? O artesão sorri e
lhe devolve a pergunta como era a cidade de onde vem?

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O viajante responde oh, muito boa, um ótimo lugar para viver,


os habitantes são amáveis e gentis.

Essa é exatamente igual! confirma o artesão.

A seguir, chega outro viajante e faz a mesma pergunta ei


amigo, como é esta cidade? E o artesão pergunta também
como era a cidade de onde vem? Ele responde não muito boa,
as pessoas de lá são grosseiras e falsas.

Essa é exatamente igual! confirma o artesão.

O artesão falava da mesma cidade, mas sabia que cada


viajante a perceberia conforme as crenças que traziam
consigo. É dessa forma que cada um sente e enxerga a vida,
de dentro para fora! A realidade manifestada reflete nosso
mundo interior.

2. Kala - não existem limites

O desejo ardente põe a força da intenção sobre a matriz das


infinitas possibilidades - o campo. Não há nada que não se
possa experenciar, fazer, ter ou ser. Absolutamente nada.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

No entanto, a clareza , a certeza, a pureza do estado mental e


emocional, são os reais limitadores da manifestação.

Não há ninguém na porta do céu segurando as bênçãos, não


há filtros de moralidade no universo, selecionando o pedido
que vai ser atendido e o que não. O único fator é alcançar o
estado de consciência que manifesta o que se deseja, esse é o
primeiro e o último desafio.

O apóstolo Mateus em 17:20 na Bíblia, escreveu:

"Se tiveres a fé do tamanho d’um grão de mostarda,


dirás ao monte mova-te daqui para o lado de lá e ele se
moverá."

É uma afirmação tão sui generis que pode permanecer


escrita, claramente, sem floreados linguísticos e quase todos
dirão que se trata de uma simples metáfora.

O apóstolo estaria exagerando ou dizendo uma mentira no


evangelho? Certamente nenhuma coisa, nem outra.

Acontece que ninguém, que conhecemos neste planeta,


alcançou o estado de consciência de ser possível mover uma
montanha de lugar. Nós duvidamos, então assim é.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Nossa superconsciência, o eu superior, não filtra o que lhe


dizemos em termos vibracionais, essa atribuição é da mente
consciente, que está aprendendo o domínio do livre arbítrio,
o domínio das habilidades psíquicas e emocionais e o
domínio de pilotar um corpo cósmico.

Não existem limites para o que podemos somar em nossa


experiência, como também não há para o que podemos
liberar, desfazer ou cancelar. Não há memória celular ou
crença que não possa ser alcançada e atualizada.

3. Makia - o que tem sua atenção,


tem o seu poder

Colocar a atenção em algo é o mesmo que acender uma


lâmpada sobre ele e escolher iluminar dentre milhares de
outras coisas, apenas uma.

Vivemos num emaranhado quântico multidimensional, num


oceano cósmico de ondas eletromagnéticas, onde a atenção
e intenção direciona a energia para onde a queremos.

E quando a atenção se vira para algo, aquilo se expande.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Pois o desejo faz nossa energia circular, ampliando nosso


campo vibracional, atraindo tudo o que for semelhante, como
um potente ímã.

Mas, nós somos especialistas em nos distrair, acendemos a


lâmpada ora aqui, ora ali, desejando uma coisa hoje e outra
amanhã.

O resultado disso é que calibramos nossa potência magnética


para o mínimo, nutrindo o vórtice de energia debilmente.

Os desejos são tão volúveis que surgem e desaparecem sem a


mínima condensação de energia para manifesta-los.

O que guardamos é a memória de ter desejado algo e


confundimos essa lembrança com perseverança.

Nutrimos o desejo quando mantemos o foco sobre ele,


tomando o cuidado de não nos identificarmos com a sua não
manifestação.

É neste ponto que a maioria de nós tropeça e cai numa


armadilha vibracional. Pois, quando identificamos aquilo que
queremos alcançar, entramos numa sensível zona de
contraste, ou seja, desejamos algo que ainda não temos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Toda atenção deve-se manter na grata sensação da sua


conquista, positivamente. E não no desconforto de ainda não
possuir o que deseja, a fim de evitar que a vibração do corpo
entre na frequência da ausência, da escassez.

Bebemos da fonte criativa do universo e colocamos o


magnetismo deliberadamente a nosso favor, quando nos
divertimos em manter o desejo vivo, respirando-o com
alegria, entusiasmo e confiança. Independentemente de
como a realidade ainda se apresenta.

Esse é o truque mágico.

4. Manawa - agora é o momento do poder

Quando relembramos algum acontecimento do passado,


como uma dor, uma saudade, um fato engraçado, seja o que
for, imergimos nas sensações que essas memórias acessam e
o nosso corpo entra, vibracionalmente, na frequência dessas
emoções no momento presente. Ou, quando expectamos
uma situação futura, antecipando circunstâncias, projetando
diálogos que ainda não acontecerem, nosso corpo vibra na
frequência dessas emoções no momento presente.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Em qualquer situação, seja relembrando ou projetando, a


mente está ausente, mas o corpo está vibrando aqui e agora,
magnetizando mais vibrações correspondentes.

A sabedoria huna diz que nenhum sentimento do futuro ou


do passado tem poder de afetar o presente de uma pessoa,
sem que ela alimente a fonte desse sentimento, agora!
Portanto, nada no passado tem efeito no presente, sem o
nosso convite vibracional. O momento presente, em cada
agora, é o único instante em que podemos direcionar nossa
vibração para magnetizar nossas preferências.

Temos um construtor de realidades em nós, chamado


coração, é dele que parte a ignição da vibração do corpo. A
vibração que é multidimensional atravessa o tempo, o
espaço, o plano real e o imaginário. No coração tudo vive no
agora, no compasso das suas batidas, no pulso da vida.

A mente presente traz a atenção para o agora e corrige a


vibração, se necessário.

Observar o que estamos sentindo é tomar ciência do que


estamos criando. Os pensamentos que temos de forma
recorrente são sementes de flores ou ervas daninhas que
plantamos e regamos. A colheita é coerente à semeadura.

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5. Aloha - vibração boa, felicidade

A voz interior fala direto do nosso sistema de crenças e repete


90% dos quase 70 mil pensamentos que temos por dia. Seria
desumano controlar a qualidade de cada um deles para
ajustar a nossa vibração.

Felizmente, temos um maravilhoso guia de navegação, que


são as nossas emoções. Quando estamos atentos ao modo
como nos sentimos, podemos corrigir a vibração do corpo
mudando o foco do pensamento para outro que nos
posicione numa frequência melhor.

Se o que sentimos é agradável, então estamos no fluxo do


bem-estar, imantando o merkabah para atrair mais das
experiências que preferimos. Se o que sentimos traz
desconforto, estamos na contramão do fluxo e atraindo mais
do que nos desagrada.

A energia que alimentamos encontra sua manifestação na


matéria, sempre. O magnetismo é incessante.

O pensamento escolhe a direção, o sentimento atrai. Quando


escolhemos seguir, intencionalmente, o pensamento que nos
agrada, colocamos o magnetismo para agir em nosso favor.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Escolhemos um único pensamento, de boa vibração, que


atrai outro e outro, expandindo a energia boa que o corpo
passa a vibrar.

Isso é magnético, mais pensamentos da mesma vibração


colam, mais nosso campo se energiza.

As frequências - eventos e pessoas - que são semelhantes se


sentem atraídas para o nosso campo e se manifestam em
nossa realidade. As sincronicidades acontecem dessa forma.

Tudo começa com a escolha de um pensamento de boa


vibração, todo o resto é acrescentado.

Algumas vezes ao dia, devemos tomar o hábito, de observar


como nos sentimos e ajustar o pensamento, se for necessário.

6. Mana - todo poder vem de dentro

De dentro de onde? Onde exatamente fica o centro do ser, o


seu interior?

De onde brota esse poder de existir, de ser, pensar, sentir,


manifestar?

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

E se iniciássemos agora uma jornada para dentro do que


julgamos ser? Inevitavelmente teríamos de olhar para o nosso
aspecto imaterial, sagrado, espiritual, quântico...

O tal lado de dentro é o manancial divino, ilimitado e infinito,


a fonte de tudo o é. Toda a beleza, harmonia, perfeição,
alegria e elegância que queremos ver manifestadas em nossa
realidade jorram dessa fonte, de nós.

O fluxo do bem-estar é incessante, porque Deus é apenas


amor, não existe outra energia vindo d'Ele. Nós, pela nossa
consciência, damos forma a essa energia e criamos realidades
boas e más, belas e feias, certas e erradas que são somente
variantes de muito amor e pouco amor.

O poder vem de dentro, mas as crenças limitam ou expandem


o seu fluxo. As manifestações de pouco amor são os frutos de
uma consciência baixa, que desconhece sua essência e sua
conexão com tudo. A mente, pouco iluminada, concorda com
as crenças que dizem que somos pequenos, impotentes,
vulneráveis e frágeis.

As ideias de que temos que nos defender, nos proteger, nos


comparar, competir e vencer outras pessoas tomam seu lugar
na mente e no coração, então produzimos mais realidades
com pouco amor.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Toda transformação parte de nós, da atualização do nosso


sistema de crenças, porque as crenças positivas criam
realidades com muito amor.

O humano consciente da sua divindade cria felicidade,


abundância, alegria, saúde, harmonia, paz e equilíbrio.

7. Pono - moralmente consciente, correto

Somos todos um, estamos essencialmente conectados uns


aos outros, a Deus, à natureza, a absolutamente tudo que nos
cerca, seja visível ou invisível. O modo como nos sentimos
impacta as consciências, no micro e no macrocosmo.

Fazer o bem a si mesmo é o primeiro passo para corrigir a


frequência do planeta e da humanidade. Nossas escolhas são
sementes, que colhemos como realidade.

A vibração de um ser humano reverbera em todos os outros.


Por ressonância límbica, nossa linguagem mais primitiva
propagamos o que sentimos pela rede ecobiológica sináptica.
Assim cada ser humano contribui para a coletividade, não
somente da sua própria espécie, mas de todos os seres vivos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Esse é o nível da importância de escolher o que pensar e o


que sentir. Quando cuidamos da nossa energia pessoal,
emanamos ondas de altas frequências que ressoam nas
pessoas que estão vibrando na mesma faixa frequencial,
expandindo o efeito.

Quem recebe essa onda de energia positiva nem sabe o que


está acontecendo, apenas sente a sensação de bem-estar e
assim, globalmente, conduzimos os humanos para novos
patamares de vibração.

Essas ondas de bem-estar se propagam e, aos poucos, vão


contagiando mais pessoas, que buscam meios para
experenciar mais dessas boas sensações, ocupam seu tempo
e aplicam seus recursos para estudar, aplicar técnicas para
despertar e expandir. Nessa jornada elas se elevam para
novos níveis de consciência.

O impacto da vibração individual no coletivo é enorme e, se


cada um, verdadeiramente, se propusesse a manter o foco
em si mesmo, a cuidar da qualidade da própria vibração, a
humanidade daria um salto de consciência e alcançaria
estados de harmonia, alegria e prosperidade rapidamente e
sem esforço.

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O Ho’oponopono por Morrnah

Sinto muito.

Por favor, me perdoe.

Eu te amo.

Sou grato(a).

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O Ho'oponopono por Morrnah Simeona

Morrnah Nalamaku Simeona, nasceu em Honolulu, no Hawaí,


em 19 de maio de 1913, numa família tradicional de kahunas.

A mãe, Lilia Simeona, foi dama de companhia da rainha


Lili'uokalani até o fim do seu reinado, que coincidiu com o fim
da monarquia no Hawaí.

Aos 3 anos, quando o seu vocabulário atingiu cerca de 200


palavras, Morrnah foi iniciada na filosofia ancestral.

Conforme a tradição, o conteúdo era memorizado pela


repetição, não havia livros ou anotações.

A pequena Morrnah teve muita dificuldade, os anciãos


queixavam-se da sua lentidão e distração. Suspeito que tenha
sido essa dificuldade que fez brotar na jovem aprendiz o
desejo de simplificar a técnica.

Ela cresceu envolta por essa antiga tradição, que desde cedo
lhe apresentou um mundo multidimensional, onde a
realidades interna e externa fluíam, se moldavam e se
correspondiam.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Sua educação sofreu influência católica, protestante e


budista, estudou metafísica, anatomia e canalização de
energias curativas através da impostação das mãos, na Índia
e na China.

Como lomiiLomi lapa'au, uma mestra da massagem


terapêutica havaiana, Morrnah foi muito procurada por
celebridades da época, entre elas, Jackeline Kennedy.

A fama atraiu clientes do mundo todo e o intenso contato


com pessoas de culturas diferentes, deu à Morrnah a chance
de observa-las mais atentamente.

Ela identificou um padrão nos ocidentais: a desconexão do


divino como a causa de uma dor emocional constante e que
estava na raiz de todas as dores físicas. O nível de
entorpecimento consciencial era tão grande que essas
pessoas não relacionavam o estado espiritual ao físico. Numa
entrevista, ela disse:

"Os ocidentais têm enorme dificuldade em tirar o


intelecto da frente, aquilo que não é evidente não é
aceito como verdadeiro. Eles acreditam que o físico e o
abstrato estão separados, logo o homem está afastado
da fonte divina. E isso faz do homem um destruidor,
porque ele não age no fluxo."

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Mesmo com a revelação dos códigos do ho'oponopono huna


por Max Freedom Long, 40 anos antes, sem o auxílio de um
kahuna as pessoas ainda não se curavam sozinhas.

Então em 1976, Morrnah iniciou um profundo processo de


atualização do ho'oponopono huna, destilando os complexos
conceitos ancestrais e reduzindo-os na sua forma mais
elementar.

Sua preocupação era com os ocidentais, tão carentes de uma


espiritualidade mais elevada, livres de dogmas religiosos e
labirintos mentais. Queria criar uma fórmula simples que
qualquer pessoa fosse capaz de aplicar.

Morrnah entendia que reunir as pessoas que estavam em


conflito não era algo simples como havia sido no passado.
Pois antigamente elas não se mudavam para longe com a
facilidade dos dias atuais.

Se questionava sobre a situação das pessoas que tinham


conflitos a resolver com pessoas já falecidas. Também não
achava elegante compartilhar publicamente os problemas
pessoais, acreditava que cada pessoa poderia curar-se a si
mesma, mantendo sua privacidade e entrar em contato
direto com a fonte divina, sem intermediadores.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O ho’oponopono de Morrnah resgatava o poder pessoal na


transmutação das memórias negativas, minimizava o efeito
do carma, dando os primeiros passos a um longo processo de
ruptura do ciclo de samsara. Devolvia às pessoas o direito de
escolher e de assumir a responsabilidade pela própria
evolução consciencial e qualidade de vida.

Morrnah e Dr. Len, seu discípulo, prepararam o caminho para


mais mudanças que viriam pela frente. A entrada na era de
Aquarius, no início deste século, mudaria nossa percepção
sobre a importância do sentir, descontruindo a incontestável
superioridade intelectual a qual nos submetemos e que
provocaria uma tremenda mudança de paradigma. As
pessoas estariam desejosas por transformações rápidas e
descomplicadas propensas a romper com velhos padrões
mentais que criavam vidas sisudas, entediantes e infelizes.

Nas técnicas antigas, o garimpo mental e emocional para


encontrar as barreiras emocionais que travavam a vida das
pessoas, levavam anos, sem garantia de sucesso. Com o
ho’oponopono não seria mais necessário saber onde estavam
as origens das memórias limitantes. Os comandos de
Morrnah estavam sustentados por uma base sólida e
impressionante. A extensa oração original, que somente os
kahunas conheceram, foi sintetizada em apenas 4 frases.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O Mecanismo do Ho'oponopono

Por que e como funciona?

O ho'oponopono é um comando metafísico que se dirige à


nossa porção divina, solicitando sua intervenção para que ela
ilumine a nossa porção humana.

A porção divina está sempre e amorosamente presente,


desejando se manifestar e dissolver as energias que nos
impedem de reconhecer nossa totalidade.

A mente, na baixa consciência, é resistente ao encontro com a


natureza divina, pois não é acostumada à sua luz, no entanto,
as coisas mudaram.

Em 2012 passamos pela data limite da regeneração da


consciência de Gaia, nós conseguimos. Em consequência
começamos a receber ajuda consistente dos anjos, seres de
consciência elevada e famílias galácticas. Em 2019 entramos,
coletivamente, nas primeiras oitavas da quarta dimensão da
consciência. Isso significa que alcançamos uma quantidade
crítica de consciências que acessaram essa dimensão.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Por ressonância, essas consciências que se elevaram


impactam outras, impregnando-as com ondas de bem-estar
que amenizam os efeitos da terceira dimensão.

Subimos um degrau na escala da consciência, há muito


trabalho a ser feito. A boa notícia é que, nesse degrau a
evolução se acelera, exatamente porque ativa partes da
estrutura multidimensional que estavam adormecidas.

2% do nosso código genético respondem pelas funções


biológicas, 98% são códigos que respondem por nossas
características multidimensionais.

A herança extraterrestre e angelical, o akáshico, o eu


superior, a senciência, a conexão com o cosmos e com a
natureza, tudo que chamamos de magia ou de milagre estão
nessa parcela.

Para o DNA multidimensional é perfeitamente natural reagir à


linguagem humana, aos estímulos de frequências de som, luz
e pensamento.

Os cientistas, através da mecânica quântica confirmaram o


poder dos mantras, da hipnose, das afirmações, das orações
e dos cânticos, além de muitas outras formas vibracionais
que o instruem.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O DNA é espiritualmente inteligente, mas vibra na frequência


do amor, então, enquanto não vibrarmos na mesma faixa
98% se mantém inativo, então nossos atributos angelicais
não se manifestam. Bastante coerente, não?!

As frases do ho'oponopono não precisariam fazer sentido à


mente consciente para funcionar, pois não é para ela a quem
nos dirigimos. No entanto fazem e são belíssimas.

Através das 4 frases pedimos à mente superconsciente, pai ou


uamakua, que limpe as memórias celulares, sejam quais
forem ou quão distantes estejam na linha temporal da alma.
Quem pede é a mente consciente, a mãe ou uhane em nome
da mente subconsciente, a criança interior ou unihipili para
os polinésios.

A forma de linguagem do ho'oponopono de Morrnah é doce e


didática, claramente dirigida a uma consciência de terceira
dimensão, habituada à rigidez do julgamento.

Quando o diálogo fica livre de ruídos, das crenças limitantes,


a mente subconsciente identifica com clareza aquilo que quer
- porque é sempre quem pede. A mente superconsciente -
quem sempre responde - envia as orientações que intuímos,
também com clareza. A mente consciente, agora ciente da
conexão, apenas confia.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Mente superconsciente, Pai, Aumakua

Tem a perspectiva mais elevada da experiência humana, tudo


sabe e tudo vê. É o verdadeiro e nativo estado de ser, pleno,
absoluto, superconsciente de quem é.

A superconsciência vibra em altíssima frequência e para viver


a experiência da vida, na atmosfera da Terra, na densidade
material deste plano, desacelera sua energia, diminuindo o
nível de consciência na mente humana.

Apenas nos níveis inferiores da consciência, na mente


consciente e subconsciente, que experenciamos estados
alterados de memória, que criam a ilusão da separação e da
baixa autoestima. A vibração contraditória que emanamos,
fruto da perturbação e da dualidade da mente consciente,
dos dramas e conflitos da subconsciente bloqueiam o acesso
à superconsciência e à sua assistência.

É a porta aberta ao fluxo da abundância, em todas as coisas.


Para ela é fácil e natural acessar a fonte criativa, ela sente o
fluxo constante. E envia ondas de inspirações e respostas, às
outras partes de si, incansavelmente.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Ela é como um drone que observa as possibilidades da vida


de uma perspectiva aérea e multidimensional, vê todas as
possibilidades em tempo real, num único plano, como num
tabuleiro. Vê possíveis conexões e atalhos, os meios mais
fáceis e mais rápidos de sair do ponto onde estamos até o
destino desejado.

A superconsciência sabe onde e quando as memórias


infelizes foram criadas, mas age apenas sob a solicitação e
consentimento da consciência, pois essa parte de nós que
está despertando para a memória plena do eu, se tornando
mais hábil no exercício do livre arbítrio e tomando domínio
da sensibilidade psíquica.

Para trazer facilidade, alegria e bênçãos para a nossa vida,


precisamos esvaziar, silenciar e alinhar as mentes.
Naturalmente seremos tomados pela alta vibração da nossa
essência e tudo mais nos será acrescentado.

Mente consciente, Mãe, Uhane

É a superconsciência temporariamente desmemoriada, tem a


perspectiva parcial e personalizada da experiência humana,
enxerga a individualidade, a separação, o contraste, o plano
tridimensional que dá a percepção do dentro e fora.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

É altamente sofisticada, detalhista e específica, pensa, fala,


analisa, planeia, raciocina, ordena e decide.

Mas, para o ho'oponopono, a consciência tem pouca clareza


sobre o que se passa realmente, pois antes mesmo que o
pensamento seja formado, a mente subconsciente já fez
todas as conexões neurais, com base nas suas memórias.

Mas, como é a consciência quem lê as conexões e as


interpreta, ela acredita que a decisão foi sua.

A consciência tem papel fundamental para assumirmos o


verdadeiro controle sobre nós mesmos, embora suas análises
muitas vezes sejam equivocadas, sem que ela decida se livrar
da interferência das memórias infelizes, nenhuma integração
à superconsciência acontece.

Quando reconhece que precisa se livrar das memórias que


criam pensamentos sabotadores, já está a jogar luz sobre si
mesma. Já está se expandindo e alcançando algumas notas
vibracionais da superconsciência.

As memórias infelizes estão no estado menos consciente da


mente, onde a consciência ainda não chega sozinha, ela
precisa da ajuda da superconsciência.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A tendência da mente consciente de traduzir sentimento em


pensamento, de linearizar o que é multidimensional, a faz
perder tempo em análises e interpretações. Ela não tem
clareza para se livrar das memórias que a limitam.

A superconsciência e a subconsciência falam a mesma língua


- o sentir - os comandos do ho'oponopono são sentidos e
interiorizados ao nível quântico, por isso, os resultados são
sutis e rápidos. As memórias infelizes são transmutadas pela
consciência da compreensão, da paz, do perdão e do
entendimento pela inteligência divina. As energias
transmutadas são impressas na rede cristalina do planeta e
ficam disponíveis, assim cada pessoa que se cura contribui
para elevar a consciência de mais pessoas.

Mente subconsciente, Criança, Unihipili

Unihipili, a nossa criança interior é a mente que sente e se


comunica com o universo, na linguagem vibracional. Ela que
intui (ouve) e que vibra nossas vontades (fala).

Quando as mentes consciente e subconsciente estão em


alinhamento, os desejos se manifestam com facilidade. Mas,
se há contradição entre pensamento e sentimento, o que é
sentido é criado, todas às vezes.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Então, de um modo simples, podemos dizer que unihipili está


no controle da nossa vida, não uhane como ela mesma
acredita.

Eis o mecanismo da autossabotagem, pois o pensamento não


magnetiza, ele direciona a nossa atenção para algo do nosso
interesse, quem magnetiza é o sentimento em relação ao
pensamento. Esse sentimento associado à escolha do
pensamento vibra e magnetiza as pessoas e os eventos que
irão contribuir para a manifestação da vibração.

Unihipili guarda memórias de experiências vividas, de todas


as vidas que tivemos, com a qual cria uma espécie de
enciclopédia de significados.

As interpretações da consciência originam as crenças - as


formas-pensamentos - que padronizam as respostas
emocionais para cada tipo de experiência.

O uso frequente das crenças vira programação.

Não há dualidade na subconsciência, unihipili não julga se


essas formas-pensamentos são boas ou más, se são elegantes
ou estúpidas, se criam harmonia ou conflito, se são reais ou
imaginárias. Para a criança interior tudo é real e tudo é
verdade, inclusive a ilusão.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Ela precisa que a mãe lhe diga o que fazer, que a mãe lhe
traga formas-pensamentos que resulte em experiências mais
agradáveis e felizes. A mãe quem tem contato com o mundo
externo e quem traz as impressões para dentro de casa. A
criança brinca e cria seu mundo com os brinquedos que tem.

Mas tem brinquedos velhos e ruins, guardados em recônditos


do quarto da criança que a mãe nem imagina. Então ela pede
ao pai, aumakua, que tem a visão multidimensional, que
transpassa as paredes mentais, que os encontre e os elimine.

As formas-pensamentos são descriadas, a energia liberta. A


mágoa é abraçada pela compreensão, a vingança pelo
perdão, o medo pela coragem, a solidão pelo amor. A luz
incide sobre as sombras e o entendimento dissolve os
conflitos emocionais. Há memórias transferidas em histórias
de famílias, heranças emocionais, no modus operandi do
núcleo familiar, hábitos e regras, que trazemos entranhadas
no akáshico. E ainda mais, quando não estamos atentos, a
subconsciência age como uma esponja energética, sugando
do entorno dramas alheios, reais e imaginários.

Segundo Morrnah, é necessário fazer a limpeza das memórias


todos os dias, até que tomemos como hábito estarmos
mentalmente presentes e fazermos escolhas vibracionais
inteligentes.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As 4 Frases

Nos anos 80 do século 20, quando Morrnah sintetizou o


ho'oponopono huna no ho'oponopono da identidade
própria, como ele ficou conhecido, por resgatar o poder
pessoal no processo de autocura, as 4 frases tinham o
propósito de amolecer as rígidas estruturas da mente na
terceira dimensão.

A humanidade vibrava em frequências tão baixas que dar


e pedir perdão era uma necessidade emocional, para que o
alívio começasse a desconstruir o pensamento calcado na
culpa e no julgamento.

A mentalidade da época, coletivamente, não estava


preparada para falar de registros akáshicos, memórias de
vidas passadas, ciclos cármicos, samsara e ferramentas
holísticas deixadas por seres de outros planetas. Embora para
a filosofia espiritual não fosse novidade nenhuma, para
grande parte da humanidade ainda era.

Assim, delicadamente prepararam a consciência para acessar


as frequências mais altas da quarta dimensão.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Sinto muito

Pela má qualidade dos pensamentos, sentimentos e atitudes


que tive, em qualquer tempo e lugar.

Por favor, me perdoa

Pai, divino criador, alcance a memória de dor e me liberte


dela, dissolva toda energia que criei e vibrei por falta de
entendimento.

Eu te amo

Por transmutar todas as recordações dolorosas em luz,


através da energia do amor.

Sou grato (a)

Por liberar a energia transmutada para que todos se


beneficiem dela.

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O Ho’oponopono por Rumi

Eu aceito.

Eu te amo.

Eu agradeço.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Rumi

Mestre Rumi ou Mevlâna Jalâluddîn Rumi fez sua última


passagem pelo planeta no século XIII, entre 1207 e 1273. Foi
um poeta e teólogo persa, que viveu a maior parte da sua vida
na Anatólia, hoje Turquia.

Dedicou-se à literatura e à filosofia sagrada, tornou-se o


maior poeta místico da história da humanidade. Sua obra é
monumental, em importância e em volume.

Quase 800 anos após seu nascimento, ela é equiparada à


Shakespeare e à Dante, traduzida em muitas línguas, mas
infelizmente, muito pouco em português.

A poesia de Rumi usa a palavra para tocar o silêncio, o


momento da comunhão com o divino. E oferece pistas para a
solução de problemas complicados da metafísica, da religião
e da ética em versos, canções, odes, danças, cartas, prosas e
muito mais.

Ele inspirou a dança sufi, uma meditação em movimento, que


simboliza a busca do humano pela unidade através do êxtase,
onde o ego se dissolve e se une ao divino.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Os dervixes rodopiantes - os praticantes da meditação -


ritualizam numa dança, a elevação da alma para ouvir as
inspirações divinas, a busca pela sensação de equilíbrio
interno e externo, do Céu com a Terra, da Vida com a Criação,
ecoando o movimento do mundo que começa e termina no
mesmo ponto, embalados harmoniosamente pela música da
flauta de bambu.

Rumi e muitos outros abridores do caminho ligados à


Lemúria, inspiraram a técnica do ho’oponopono e a
entregaram aos nativos das ilhas polinésias, há muitos
séculos. E pela tradição ela foi entregue de kahuna a kahuna,
oralmente.

Em nosso tempo, ele diz não haver mais necessidade dos


mestres encarnarem para nos oferecer conhecimentos e
chaves, pois toda assistência de que necessitamos chega
através da senciência que despertamos, pela habilidade que
todos temos de acessar os blocos de informações disponíveis
na rede cristalina.

A nova atualização foi especialmente entregue à canal


Luciana Attorresi em 2016, em Bassano del Grappa, na Itália,
por comunicação telepática com Rumi.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Quarta Dimensão

A geometria nos ajuda a compreender a expansão da


consciência, que impacta em toda experiência humana.

Imagina que caminhamos sobre uma linha reta, tudo o que


vemos é o comprimento, para frente e para trás. Se nos
movemos para o lado e saímos da linha, criamos um ângulo.
Agora vemos 2 linhas: comprimento e largura.

plano plano
unidimensional bidimensional

Se pulamos para fora do papel, nos movemos para o espaço,


criamos uma terceira dimensão: a altura. Esse é o plano
tridimensional.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Ainda na terceira dimensão, podemos atravessar o plano


horizontal, criando uma medida oposta e espelhada da
altura: a profundidade.

Fazendo uma analogia da geometria com a consciência


humana, até a segunda dimensão tudo é plano, tudo é como
é, as verdades são indiscutíveis.

Já na terceira dimensão tudo é ambíguo, tem dois lados,


negativo e positivo. As escolhas envolvem polaridade e a
dualidade estão presentes em todas elas.

Damos significados às nossas decisões, que apontam para


polos opostos: amor e medo, verdade e mentira, luz e
sombra, honestidade e crime e assim por diante.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Escolher um polo é negar o outro, pois é impossível estar em


ambos os polos ao mesmo tempo, mas é possível sentir fé e
dúvida ao caminharmos de um polo ao outro,
alternadamente.

Na terceira dimensão, apesar da perspectiva espacial, ainda


temos uma visão limitada. Porque, se estamos contemplando
um lado, não enxergamos o outro, temos de dar a volta para
o observar.

Ou seja, temos de mudar de opinião, de decisão para saber o


que tem do outro lado. Se ele não for bem o que queríamos
então temos de trilhar o caminho de volta.

Assim, a vida se desenrola lentamente, com sacrifícios e


muita dedicação.

A quarta dimensão é a expansão do plano 3D, que projeta


novos vetores, interceptando outras estruturas 3D, em
movimento. As estruturas trocam de posição, ora o que está
dentro está fora, ora o que está fora está dentro.

É o entrelaçando do tempo e do espaço, em outras palavras,


é a transparência.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O tempo é a quarta medida desta nova dimensão,


percebemos a realidade multidimensional, com infinitas
possibilidades e conexões.

Elevamos significativamente a percepção da consciência para


a superconsciência, começamos a sentir a mudança de
energia, as transformações rápidas, a vida mais fácil.

As estruturas móveis indicam que nem tudo é o que parece


ser, que há muitos pontos de vistas, que nossa opinião pode
mudar e se ajustar às novas reflexões. Que tudo vai ser
exposto: verdades, mentiras, falsidades, boas intenções...

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A Mudança de Paradigma

A criação divina é uma obra viva, que flui em constante


movimento, sob uma coreografia onde os passos se revelam
em novos estágios de consciência, novos desdobramentos e
novos paradigmas.

Por séculos procuramos um deus fora de nós, adorando-o,


venerando-o, temendo-o, um deus que iria nos salvar do mal
do mundo e nos levar de volta ao paraíso.

Então chegamos à nova era, Aquarius, à quarta dimensão da


consciência, diante da possibilidade de cognizar um Deus
Interior. Um Deus vivo, latente, presente, infinito, singular e
plural! De sentir a conexão com toda Criação, e reconhecer a
nossa origem angelical.

De repente, somos maiores do que jamais conseguimos


imaginar e ao mesmo tempo, tudo o que nos apetece fazer
diante dessa verdade é sentarmo-nos ao sol, sorrir e
agradecer. É um momento de equilíbrio consciencial, o ego se
dissolvendo e a matrix 3D começando a ruir, se movendo
para uma estrutura flexível e transparente.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Isso é novo para a consciência que, antes de se adaptar, vai se


sentir desconfortável. Ela se acostumou às jaulas, às regras,
aos padrões da mentalidade 3D e vai sentir a desconstrução
das velhas estruturas. Não ter uma ideia fixa à qual se agarrar
pode causar desconforto físico e emocional, como náuseas,
enxaquecas e ansiedade.

Em muitos aspectos desmoronamos para nascermos num


novo design de vida, em vida. O que antes fazíamos ao trocar
de vida, vamos fazer nessa mesmo, vamos trocar a roda com
o carro em andamento.

O despertar da consciência é o processo do acordar para


quem essencialmente se é. O autoconhecimento é a via da
transformação. E neste ponto, a alegria é autêntica, não mais
fruto de ilusão e enganos.

Nesta consciência, o mestre ascencionado Rumi atualiza o


ho’oponopono a fim de favorecer nossa transição e nos
posicionar na frequência adequada. As consciências de culpa
e perdão são iluminadas pela aceitação, porque entendemos
que toda interação e tipo de experiência se magnetizam pelas
crenças que temos em nós. O "outro" espelha o que somos
vibracionalmente.

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700 + ILUMINAÇÃO
600 PAZ
540 ALEGRIA
500 AMOR
AMOR

400 RAZÃO

350 ACEITAÇÃO
EXPANSÃO
310 OTIMISMO
250 NEUTRALIDADE
200 CORAGEM
175 ORGULHO
150 RAIVA
125 DESEJO
CONTRAÇÃO
100 MEDO
MEDO

75 TRISTEZA
50 APATIA
30 CULPA
20 VERGONHA

Resumo da Escala de Consciência de Hawkins

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Na Escala de Consciência, elaborada pelo psiquiatra


americano David R. Hawkins (1927 -2012) é fácil de ver o
imenso salto de consciência que damos ao sair da faixa da
vibração da culpa para a vibração da aceitação.

É um avanço significativo, o novo estado de consciência se


reflete numa nova estrutura de realidade, onde a velocidade
das mudanças é grande.

Ao nos elevarmos à frequência da aceitação, na faixa de 350


Hz, entramos na zona de expansão, que Hawkins chamou de
poder, que muda o paradigma da dificuldade para o da
facilidade, mas é a nossa percepção que se move.

Na consciência da culpa, abaixo de 50 Hz, estamos na zona de


contração, fazemos o uso da força para nos movermos na
vida. A preocupação, advinda da atividade predominante do
hemisfério esquerdo do cérebro, fecha os chakras, retém a
energização do corpo, as habilidades intuitivas e curativas
ficam reduzidas. A baixa frequência mantém o DNA dormente
e apenas uma parte ínfima de nossos cérebros é usada.

O ajuste da frequência da culpa para a da aceitação move a


consciência na 3D de autocondenação para a 4D de autocura,
preparando-a para a 5D de amor.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O ho’oponopono 4D, substitui esses comandos e eleva nossa


vibração à frequência da aceitação, em 350 Hz.

O impacto disso na prática é o motivo desse livro ter sido


escrito. Pelo emaranhamento quântico, pela ressonância
límbica, quanto mais pessoas corrigirem suas vibrações, mais
contribuímos para que toda humanidade encontre uma nova
forma de existir, mais feliz e harmoniosa.

Diferente de qualquer outra espécie orgânica do planeta, a


ressonância em nós humanos tem efeitos logarítmicos.
Segundo Hawkins, uma pessoa que vibra na energia da paz,
no nível 600, contrabalanceia a negatividade de 10 milhões
de pessoas que estão calibradas nos níveis mais baixos.

Alguém que alcança e se mantém na consciência do amor, em


500 Hz, neutraliza o efeito negativo de 750 mil pessoas
vibrando em níveis inferiores. Uma pessoa que vibra em 310
Hz, na energia do otimismo, equaliza a energia de 90 mil
pessoas que vibram abaixo da faixa.

Os estudos de Hawkins, divulgado em 1995, no livro “Poder


contra Força: Uma Anatomia da Consciência, Os
Determinantes Ocultos do Comportamento Humano”,
indicavam que cerca de 85% da humanidade vibrava abaixo
de 200 Hz, o nível da coragem.

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0ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Com quase 5 bilhões de pessoas vibrando as energias da


vergonha, culpa, apatia, tristeza, medo, desejo, raiva ou
orgulho, sentir-se pequeno tornou-se o senso comum.

Vibrando nessa baixa frequência, a percepção que temos de


nós mesmos é a mais distante da verdade possível, nesse
estado de consciência sofremos de uma amnésia que beira à
aberração... quando um deus se convence de que é uma reles
criatura.

Para Hawkins, o desafio para a humanidade é romper o nível


400 Hz, transitar do nível intelectual, dual e linear para o nível
do amor, uno e multidimensional.

A mudança de paradigma a partir de 500 Hz, dá lugar a uma


percepção profunda, um ser que compreende que é mais do
que humano, cuja senciência estimulada o conecta a muitas
outras camadas de energia, onde descobre novas realidades,
propósitos e intenções. Em 540 Hz, alcançamos a consciência
da alegria incondicional, nosso verdadeiro estado de ser. No
âmbito coletivo, a sociedade se torna elegante e fraterna.

Gaia, em nossa época, experimenta um impulso energético,


um empurrão vibracional de seres de consciência elevada,
muito afetuosos e benevolentes, a maioria nos acompanha
desde o início da criação da nossa espécie.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O conhecimento sobre a nossa multidimensionalidade e o


desbloqueio de recursos para alcançarmos o potencial de nos
tornarmos os deuses e as deusas, jovens anjos se quisermos
chamar assim, está nosso DNA.

Temos 2 fitas ativas de DNA, num total de 12. São 10 fitas ou


camadas energéticas de DNA, bilhões de códigos em estado
latente, adormecidos.

Os novos padrões vibratórios alcançados pela humanidade,


estão movendo a energia do planeta, ativando esses códigos
genéticos que se manifestam apenas em altas frequências.

A terceira fita do DNA está se reordenando, evoluindo o


sistema nervoso, despertando novas células cerebrais. A
capacidade do cérebro dispara, realiza mais conexões e
sinapses, as habilidades estelares, psíquicas e intuitivas
acessam fontes de inteligências de outras realidades,
compreendemos que somos mais do que humanos, sentimos
nossa multidimensionalidade na concepção mais verdadeira.

A eficiência do corpo se eleva, o ajuste em determinada


frequência vibratória condiciona a autocura, a remissão
espontânea, a longevidade e a vitalidade. A consciência de
cada célula coopera conosco.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A terceira fita do DNA abre o terceiro portal de energia do


corpo, o chakra do plexo solar. Ancoramos mais luz da fonte
criativa, que impulsiona nossa alegria, ousadia e entusiasmo.

Sustentamos nossa vibração nas frequências mais altas e


finalmente atualizamos nosso sistema de crenças com as
quais criamos realidades mais agradáveis. Expressamos mais
senso de harmonia, cooperação e unidade. Entramos na 4D e
colhemos os benefícios da ascensão frequencial.

As frequências que preferimos já existiam em nós, a vida feliz,


a prosperidade, o bom humor, a boa disposição, o amor,
como todas as outras, inclusive as baixas. O que muda o
paradigma, a plataforma de criação da realidade é o estado
vibracional que sustentamos como habitual.

Na 3D, eventualmente, em alguns momentos do dia


oscilamos entre as frequências e, dependendo do que
vivenciamos, experimentamos as frequências da 4D. Mas por
conta do que consideramos ser o normal para o ser humano,
não permanecemos nelas o tempo suficiente para integrar a
nova energia.

Muitos de nós achamos que sentir insegurança, raiva, medo,


impaciência, desânimo ou ter baixa autoestima é o normal da
condição humana.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Quando consideramos as emoções de baixas frequências


como normais, nós estabelecemos o padrão vibracional que
cria a realidade correspondente.

Dessa forma, perdemos contato com a qual desejamos, ela se


torna difícil de ser manifestada, porque operamos a partir da
frequência errada.

A realidade que preferimos, cheia de amor, abundância,


facilidades, relacionamentos amorosos e expansivos, o
mundo particular que desejamos secretamente existe numa
determinada frequência e é acessado quando o nosso estado
normal vibrar nessa frequência.

Quando sentimos uma emoção de baixa frequência, uma


ferida emocional está sendo exposta. Se sentimos medo de
ter uma doença, rancor por uma pessoa ou irritação no
trânsito, por exemplo, há memórias celulares de baixa
frequência ainda ressoando com o nosso corpo de luz.

Essas memórias celulares nos impedem de acessar e


sobretudo, de permanecer nos níveis de consciências onde os
nossos sonhos se realizam.

Elas precisam ser transmutadas, a energia desestagnada.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Nós só vamos criar o impulso de mudar de frequência,


quando interiorizarmos o conceito de que as emoções
elegantes é que são normais. Sermos gentis e amorosos
conosco e com os demais, nos sentirmos confiantes, calmos,
destemidos, atentos e seguros são as emoções que se
repetem, se repetem e se repetem...

O ho'oponopono 4D abre o caminho para que possamos


transcender de estado emocional, para um conjunto de
verdades que nos conecte com os outros estados que
desejamos, onde os relacionamentos são maravilhosos, onde
trabalhamos com o que adoramos fazer, onde estamos
sempre tranquilos independente do que esteja acontecendo,
onde contemplamos a imagem refletida no espelho com
admiração, carinho e onde olhamos para o futuro cheios de
entusiasmo.

E para que isso aconteça, devemos aplicar a limpeza das


memórias celulares que seguram nossa vibração nas
frequências mais baixas, hoje.

Se não a fizermos no aqui e agora, amanhã elas estarão cá de


novo.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O Alinhamento

Nós, falando do ponto de vista da mente consciente, temos


uma visão fracionada da vibração que emanamos. Às vezes
nos sentimos felizes e não sabemos bem de onde vem a onda
de alegria que nos acomete, ou o contrário, somos invadidos
por uma angústia que não identificamos de onde ela partiu.

Já a superconsciência enxerga todas as nossas frequências


como um único dado. A clareza é total, sua leitura atravessa
camadas conscientes e subconscientes. Lê a combinação das
frequências nas quais vibramos e responde conforme o nosso
estado de consciência.

E aqui está o ponto mais importante do ho'oponopono.

Nossas criações atuais partem de uma consciência confusa,


como por exemplo, quando o pensamento quer algo, mas a
memória de experiências semelhantes pede cautela, o desejo
está apaixonado por uma ideia, mas o sentimento associado
é de incerteza sobre nossa capacidade ou merecimento.

Cada uma dessas vibrações puxa nossa força para um lado.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Assim, para alcançar a manifestação, temos antes que vencer


uma disputa interna de um cabo de guerra vibracional.

Por isso é cansativo, por isso demora, por isso não é


divertido, exige sempre esforço e muita repetição.

Quando desejamos algo, partindo de um estado de confusão


vibracional, atraímos as experiências que nos manterão no
estado de consciência correspondente.

Quando empregamos esforço para fazer alguma coisa, para


conquistar algo, para chegar num ponto, estamos usando
apenas alguns atributos do ser que somos.

Porque na totalidade do ser que somos, tudo é fácil, rápido e


simples. No entanto, nos sentimos mais familiarizados com o
padrão da dificuldade do que o da facilidade, porque nossos
desejos sempre partiram da vibração da carência, urgência,
desespero, ou seja, da identificação da ausência do que
queríamos manifestar. Não do desejo puro e simples.

A realidade expressa o que somos conscientes de ser. Dentro


do que cabe em nossa caixa de coisas possíveis. Quando a
consciência cria formas-pensamentos limitantes, a realidade
não pode expressar algo diferente, ela é o produto e não a
fábrica.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Por exemplo, quando dizemos:

O que vem fácil, vai fácil.


Sorte no jogo, azar no amor.
Quem tudo quer, nada tem.
Quando a esmola é muita, até o santo desconfia.

São sentenças sabotadoras que dão formas à substância


amorfa - sem forma - das infinitas possibilidades.

Nós decretamos como as experiências devem ser servidas. As


crenças que herdamos como cultura social, nos programam
frequentemente para esperar sempre o pior de uma bênção
recebida. Não para celebrar, agradecer, bendizer, cultivar e
colher mais.

Muitas vezes evitamos desejar as bênçãos, para evitar - na


verdade - a decepção que acreditamos que vem a seguir. Essa
é uma das formas-pensamentos mais sabotadoras que
inventamos. Então, nos acostumamos a desejar pouquinho,
coisas pequeninas que tragam decepções pequeninas.

No entanto, no nível da superconsciência, as crenças não


existem, nada que limite ou dê formas à consciência plena de
Ser, habita esta dimensão consciencial.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Estado de Desalinhamento

Plenitude, substância amorfa,


Superconsciência
todas as possibilidades

Consciência experencia o contraste, cria


definições, conclusões e crenças.

mundo particular, guarda todas


Subconsciência
as impressões da consciência.

Estado de Alinhamento

Plenitude, substância amorfa,


Superconsciência
todas as possibilidades

permite o fluxo, confia e cria


Consciência
impressões expansivas

mundo particular, guarda todas


Subconsciência
as impressões da consciência.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

A diferença é bastante sutil, no julgamento nós fechamos a


conclusão, se foi algo agradável, ainda bem. Mas, se não foi,
nós entramos no lugar da autopunição, autodestruição, na
frequência baixa de tristeza, vergonha e medo. Impedimos o
bom fluxo das inspirações da superconsciência, turvamos as
interpretações ao usar filtros da consciência condicionada,
por impressões pré-fabricadas de experiências passadas ou
adquiridas de outras pessoas. Não é o eu atual quem está no
controle, é o eu antigo, ausente e distraído.

O ho'oponopono nos move para o alinhamento, as mentes se


acoplam, isso é poderoso e transformador.

Na aceitação entramos no espaço aberto da possibilidade:


como foi que criei isso?/como posso corrigir?/como posso ter
mais disso? Seja qual for a resposta da superconsciência, o
poder de modelar a criação está na posse do eu atual,
presente e conectado. A consciência do espaço de aceitação
vibra em alta frequência, é expansiva e sempre amorosa.

O ho'oponopono age sobre a interferência negativa que nos


impede de entrar no espaço sagrado e harmônico, onde a
alegria e a tranquilidade norteiam nossa expedição terrestre.
Nos reconecta, nos reintegra, ativa atributos essenciais,
permitindo que nos expressamos a partir da totalidade do Ser
que somos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O Espelho

A emoção que revela uma dor é aquela que cutuca uma ferida
que já cá existia. Se a memória já não estivesse ressoando, o
evento, a situação ou a pessoa que expôs a ferida não se
manifestaria em nossa realidade. Tais frequências não seriam
atraídas por nossos campos eletromagnéticos, passariam por
nós sem causar danos e continuaria a propagar à procura de
compatibilidade energética com outro campo.

Podemos nos iludir e apontar a responsabilidade para outra


pessoa, mas é tudo sobre nós, o ponto atrator está e sempre
esteve em nós. Pessoas tóxicas permanecem, eventos se
repetem, perfis semelhantes se revezam em nossas vidas
para mostrar que as feridas estão abertas, que o magnetismo
está calibrado e ativado dessa forma.

Quando transmutamos as emoções de baixa frequência, os


atores e o eventos de baixa frequência simplesmente saem de
nossas vidas, porque cumpriram sua utilidade e as nossas
frequências não são mais compatíveis. A partir daí nos
alinhamos com outros eventos, pessoas, padrões vibratórios
e possibilidades correspondentes à nossa nova configuração
mental e emocional.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Não expressamos nada em nossa realidade que não estamos


conscientes de ser. Lutar contra um problema, mantém nossa
consciência nutrindo e sustentando a vibração na frequência
em que ele foi criado e o problema continuará a se manifestar
em nossa realidade.

É dessa forma que configuramos nosso merkabah, colocando


a atenção sobre as coisas que desejamos ou que detestamos,
é a atenção sobre que determina o que magnetizamos.

O mundo nos trata da forma como nos tratamos primeiro,


porque a forma como nos tratamos, configura nossa vibração
primária. Então atraímos o que semeamos, seja auto apreço,
carinho, autoestima, desprezo, a humilhação.

É a lei do magnetismo, do ser antes do ter. Não adianta brigar


com a imagem refletida no espelho, é inútil. Ela é fruto de
uma criação que já aconteceu em nós. De um pensamento
que já foi pensado, de um sentimento que já foi sentido, de
uma frequência vibrada e sustentada.

Mas, podemos mudar o próximo quadro, a próxima imagem,


escolhendo agora uma nova frequência, mais amorosa, gentil
e divertida. Fechamos a porta para os sentidos atuais, para o
aspecto da realidade atual e nos concentramos no design da
imagem que queremos ver refletida num futuro breve.

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A Ação Sem Ação

Quando escolhemos algo no contraste - algo que não temos e


queremos possuir ou vivenciar - nosso desejo cria uma
frequência específica, se ela tivesse um nome seria algo como
"eu quero isso" exclusivo para cada um de nós.

Se há algo que possa ser imaginado, então já foi criado e já


está disponível para nossa realidade. Então, de fato, nós não
criamos nesta dimensão, aqui nós escolhemos. Tudo está
criado e está aqui.

Depois de emitir o desejo, temos de emitir outro sinal: o da


permissão. Outra vez, se tivesse um nome, seria um "eu estou
pronto(a)". Esse é o sinal com força magnética, o primeiro é o
que faz o pedido subir, esse é o que faz o pedido descer e se
manifestar materialmente.

Nós sofremos porque não passamos da fase do escolher, não


avançamos para o próximo passo: receber.

Tudo o que queremos é energia, seja em forma de objeto, em


forma de experiência, em forma de emoção.

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O carro é uma energia, a casa é uma energia, a viagem é uma


energia, o relacionamento é uma energia, tudo é energia que
assumiu uma forma ao vibrar em certa frequência.

No entanto, as coisas boas que queremos vibram em altas


frequências, porque nos trazem satisfação, realização, alegria
e, portanto, enquanto não alcançarmos a mesma faixa de
frequência, o sinal que estamos enviando é um "espera que
não cheguei aí ainda".

Percebeu a pegadinha? O pedido (que já está aqui) não desce


de lugar algum, nós que subimos de frequência e acessamos
a faixa onde a sua manifestação acontece na realidade que,
agora, temos consciência de ser.

Não vamos atrair uma felicidade estonteante partindo de


uma vibração de desespero e medo.

São frequências incompatíveis e distantes. Medo é denso,


pesado, enquanto a felicidade é leve, flutua. São consciências
que se repelem, não são aderentes, uma não cola na outra.

Hoje, por falta de hábito, permanecemos pouco nas altas


frequências da 4D. Os momentos em que vibramos gratidão,
alegria e amor, são escassos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

E ainda, quando chegamos lá, por mais que apreciamos essas


novas sensações, as nossas crenças limitantes da 3D nos
desestabilizam e caímos de volta.

Quando nos cercamos de boas energias, visitamos reinos


superiores dentro de nós. Quando assistimos a um filme que
nos encanta, lemos um livro que nos leva a viajar, ouvimos
uma canção que alegra o coração, brincamos com um animal,
usamos um perfume que amamos, por exemplo, por breves
instantes atravessamos os portais dimensionais e acessamos
o estado de ser que gostaríamos de sentir por mais tempo,
mas que não sustentamos por falta de hábito.

Nessas experiências, nós já estamos ajustando a nossa


frequência num degrau mais alto e quanto mais vezes
visitamos esses lugares vibracionais, menos descemos e
então nos tornamos estáveis nas altas frequências.

Depois de usar o ho'oponopono entre no vórtice, entre na


frequência correspondente ao seu desejo. O que sentiria se
estivesse vivendo a manifestação dele? Estaria comemorando
a cada instante, agradecendo aos quatro ventos, à lua, ao sol,
ao universo, ao divino, às estrelas, estaria planeando modos
divertidos de celebrar e curtir sua conquista?

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Esse é o vórtice que devemos nutrir, a alegria.

Quando sentimos alegria, reintegramos as nossas partes,


nessa frequência todas elas se tornam aderentes. Porque nela
fomos criados, esse é o nosso estado natural de ser.

Por isso que nessa frequência tudo é mágico, rápido e fácil,


porque nela nos expressamos na totalidade.

Para entrar nesse vórtice faça aquilo que gosta, corra, passeie
na natureza, esteja com quem ama, brinque com um
animalzinho, aprecie o máximo possível das coisas positivas
ao seu redor, busque focar sua atenção nelas.

Então, você entra no vórtice e medita, fala com sua divindade


interior, sem nenhuma vibração contraditória, em total
alinhamento consciencial e energético, aí então faça seus
pedidos do jeito certo: agradecendo e vibrando por eles.

Rumi chama de ação sem ação, quando agimos antes no


alinhamento vibracional, para depois partimos para a ação
com a vantagem do magnetismo calibrado.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As 3 Frases

A nossa linguagem é codificada e os sons criam imagens


mentais que estimulam e estruturam a consciência. A palavra
falada carrega vibrações variadas e diferentes da palavra
escrita. Os sons das palavras faladas trazem significados e são
percebidos de formas diferentes pela mente e pelo corpo.

A voz, sobretudo a nossa, é reconhecida por cada célula do


nosso corpo, provocando ondas vibracionais que ressoam,
harmonizam e sincronizam todas elas.

O corpo entra nas frequências e compreendem as instruções.


Até os espaços entre as palavras faladas trazem informação,
as linhas, o compasso, tal como nas partituras musicais, há
muitos elementos na composição, para além das notas.

Cada frase foi escolhida com esse cuidado por Mestre Rumi e
outros mestres linguistas pleiadianos que trabalharam na
criação da ferramenta muito antes do ho'oponopono ser
chamado assim pelos havaianos.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Os sons que entoamos com a nossa voz ecoam pelas células,


cantando uma melodia pleiadiana. Os sons das 3 frases do
ho'oponopono nos afetam profundamente e disparam
camadas de conhecimento que temos armazenadas em nós.

Em cada frase reivindicamos à nossa superconsciência que


corrija todas as programações erradas, que limitam a plena
expressão de quem somos hoje.

Os comandos quânticos elevam a vibração às frequências da


4D, adequadas à transição para um novo ser humano mais
consciente, mental e fisicamente mais eficiente.

As frases eu aceito, eu te amo e eu agradeço, equalizam nossa


vibração nas frequências da aceitação, do amor e da gratidão.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Eu aceito

A responsabilidade pela minha evolução, pelo design da


minha vida, pelas escolhas frequenciais que faço. Aceito tudo
o que já aconteceu, acolho o aprendizado que reuni e escolho
estar presente e cocriar conscientemente.

Eu te amo

Sagrado que me habita, que cura toda memória de baixa


frequência que criei, guardei e nutri por falta de luz. Elevo a ti,
todas essas memórias, para serem magnificadas pela chama
do amor e entregues ao vento.

Eu agradeço

Por esse momentum maravilhoso e doce, que honra toda a


minha ancestralidade, nós agradecemos.

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Parte 2

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Instruções Gerais

Todos os livros que lemos, todos os cursos que fazemos, as


técnicas que experimentamos, os totens que usamos, os
amuletos que guardamos, as orações que recitamos, os
grupos que frequentamos, os cânticos que entoamos, somos
nós buscando o alinhamento.

Somos fraquinhos na cocriação consciente pois estamos


desalinhados e isso nos desfavorece, como já sabemos.

Tudo o que puder fazer para se alinhar, faça. Ninguém é


capaz de dizer como, quando e onde você vai se conectar
consigo mesmo.

O alinhamento é seu, está em você, no espaço sagrado e


inviolável do seu ser.

O melhor jeito, o que vai funcionar para você, é o coração


quem vai apontar. Quando ele se alegrar, é ali que deve estar,
é assim que deve fazer.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Se sentir que gosta de incensos, acenda. Se gostar de


solfeggio, ouça. Se prefere som de cachoeira, caminhar ao
sol, meditar sob a lua ou fazer exercícios, escolha.

Apenas lembre-se de estar presente, de pôr sua atenção ao


que está fazendo. Pois, agir mecanicamente pode, inclusive,
criar o efeito oposto ao desejado.

Vamos expandir e potencializar o que desejamos, que tal


participarmos com o máximo da nossa concentração?
Divertidamente e suavemente como deve de ser? Quanto
calor pomos nessa ignição? Quanta energia de ativação
colocamos ao estarmos presentes?

Oh, você nem imagina.

Respire profundamente e solte o ar, lentamente. Repita os


movimentos de inspiração e de expiração, até sentir relaxar
os batimentos cardíacos e os músculos do corpo.

Sinta sua presença em você, fora de você, perceba que ela te


transborda. Expande-a para todo o espaço e além. Você está
no agora.

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Eu aceito.
Eu te amo.
Eu agradeço.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Em qualquer ocasião em que sentir uma vibração de baixa


frequência, aplique o ho'oponopono. Eu aceito, eu te amo, eu
agradeço. Eu aceito, eu te amo, eu agradeço. Eu aceito, eu te
amo, eu agradeço. Repita até sentir que anulou a invasão
negativa, a sensação de bem-estar vem depressa e é o melhor
indicativo.

Repita quantas vezes sentir que é necessário. A contagem


mecânica tem pouco efeito. É fato que contar uma certa
quantidade de repetições nos colocará em algum momento
no estado de alinhamento com a superconsciência. Mas a
intenção e a atenção plena é que são importantes de fato.

Lembre-se, nós estamos elevando nossa consciência ao


padrão da facilidade da quarta dimensão, onde não é lugar
de coisas difíceis e engessadas.

O ho'oponopono 4D atua, simultaneamente, em 3 áreas


importantes. Ao mesmo tempo em que anula o velho sistema
de crenças, acomoda a consciência na faixa da aceitação, do
amor e da gratidão, e ainda cria o estado de consciência mais
estável e fértil para imprimimos, intencionalmente, as novas
formas-pensamentos que nos favorecem.

É uma ferramenta maravilhosa que prepara a consciência e


potencializa o efeito de outras práticas.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Repita algumas vezes por dia, em voz alta, imaginando uma


energia subindo do chakra do plexo solar e saindo pela boca,
é importante sentir essa energia se movendo, respire fundo e
pronuncie as frases.

Cada uma delas é uma chave quântica, um comando de


reajuste vibracional. A repetição robotizada não move a
energia, escrever não move a energia, colar lembretes e
emoldurar as frases não move a energia suficientemente.

Se quiser produzir efeito rapidamente, a energia tem que se


mover e tem que sair pela boca. A energia expande dentro do
corpo e altera a vibração das células.

Eu aceito, eu te amo, eu agradeço.

A energia expande a consciência para ter cada vez mais lugar


para agir, limpar, curar, corrigir, integrar e para sustentar o
trabalho que foi feito.

A nossa voz é reconhecida por cada célula do nosso corpo,


que responde cada vez mais a esse comando e se habitua a
nova forma de interação, consciente e deliberada.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Limpando Ambientes

Risque um círculo imaginário no chão ao redor do ambiente


que deseja limpar. Você pode permanecer dentro do círculo
ou comandar a ação do lado de fora, como preferir.

Desça sobre o local uma estrutura piramidal dourada e


ilumine o interior com luz violeta, do chão ao teto. A luz passa
pelas paredes, removendo miasmas que estavam colados.
Direcione o foco de luz para trás dos móveis, por baixo, para
onde desejar.

Todas as formas-pensamentos de padrão negativo que foram


criadas e deixadas naquele espaço, por moradores, visitas ou
que vieram nos móveis e objetos de decoração são limpos e a
energia transmutada, liberada ao céu.

Está feito, remova a pirâmide e desfaça o círculo.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Círculo da Transmutação

Sente-se confortavelmente, feche os olhos e toque, com a


ponta dos dedos, o meio do peito, sobre a glândula timo, o
chakra anahata, do coração. O protocolo dirige-se à parcela
da nossa energia superconsciente, por isso, não precisa ser
feito com frequência.

Querida alma, sou eu.

Eu dou permissão para experimentar a


grandeza da minha alma. (3x)

Estou pronto(a).

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Despertando o corpo

Sente-se confortavelmente e passeie as mãos pelo corpo, se


acarinhe. O corpo é a parcela da nossa energia que mais se
densificou, para que pudéssemos viver essa experiência. Por
isso, nesse caso devemos repetir o protocolo com frequência,
para que as células se acostumem e se convençam de que
estamos realmente fazendo contato.

Querido corpo, sou eu.

Eu te amo, te honro e agradeço todo


trabalho que tem feito, todo esse tempo.

Você é maravilhoso, é magnífico!

Eu te amo.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Movendo a Energia

Posicione-se de forma confortável, feche os olhos e respire


profundamente. Perceba o momento, os sons, a atmosfera do
ambiente e suas vibrações. Sinta a energia da presença do ser
que respira, que transborda e transcende os limites do corpo.

Intencione se conectar com uma energia específica - amor,


riqueza, alegria - puxe-a de todos os lugares onde sabe que
ela existe, puxe até condensa-la numa esfera brilhante diante
das suas mãos. Então inale a esfera e sinta a força da energia
percorrer todo corpo. Expire a energia sobre o planeta,
amorosamente.

Obs. A energia que se move, se expande e mais acessível se torna.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

As chaves Dévicas

Cada esfera da Criação tem seus habitantes. Muitos são os


reinos e consciências a complementam. Os reinos elemental,
feérico e élfico são formados por seres de 5D que constroem e
protegem a natureza. Perdemos o contato com eles quando
saímos da frequência do amor e da alegria. Nossos mundos,
ilusoriamente, se separaram conforme nossa consciência
caia... deixamos de vê-los, depois de ouvi-los, de senti-los, de
intui-los... até que finalmente cremos que nunca existiram.

Eles são instruídos pelo Sagrado, sabem o que fazer, como e


quando. Por isso, não devemos invoca-los, mas honra-los.
Apreciar a natureza, caminhar descalço sobre ela, nadar em
seus lagos, sentir o aroma das suas flores, beber os seus chás,
abraçar suas árvores, encantar-se com as suas cores e suas
infinitas expressões que a tornam tão exuberante. Essas são
as chaves que abrem portais magníficos dentro de nós.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

Considerações Finais

Nós significamos as experiências, damos formas à energia e


criamos um mundo à nossa maneira, enquanto exploramos a
dualidade e a polaridade. Isso é tão encantador, envolvente e
sedutor que tanto pode nos expandir quanto aprisionar.

Pois temos o mesmo poder de criar um mundo maravilhoso


ou catastrófico, apenas escolhendo entre o amor ou o medo.
Essa é a única bifurcação na estrada da criação, todo o resto é
consequência dessa escolha primária.

O amor... é o que perseguimos, pressentimos, sentimos...


encontrar o amor é o potencial divino que nos move.

O amor nos expande, o medo nos contrai.

O amor aceita, o medo julga.

O amor abre as portas, para explorar o que há por trás delas.


O medo fecha todas e tenta advinhar qual é boa, qual é má.

O amor impulsiona, o medo paralisa.

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ELIANE LÜDERS HO'OPONOPONO 4D

O amor confia, o medo duvida.

O amor não tem medo, o medo não tem amor.

Conforme procuramos o amor em todas as coisas, em todas


as situações, em todas as pessoas, mais expandimos a
consciência do amor.

E quanto mais ampliamos o raio de consciência para


perceber o tanto de amor que nos rodeia, algo extraordinário
acontece. Porque só encontramos aquilo que já possuímos,
apenas identificamos o que já é... não há como enxergar o
amor, sem ser ele do outro lado do espelho.

Então você vai perceber que você é a luz que iluminava seu
caminho, que a luz nunca esteve em outro lugar, que era você
o tempo todo.

Não há nada que precise ser procurado, fora de você nada


existe, são véus fininhos e ralos que te atrapalham os olhos.

Afaste-os.

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Eliane Lüders
Quando saí de Americana, São Paulo, no Brasil para morar na Ilha
da Madeira em Portugal tive que fazer as malas e desapegar, numa
escala que nunca tinha experimentado antes.

O que levar? O que deixar? Me confortei com a ideia de que poderia


despachar o resto depois, mas nunca o fiz...

13 anos depois refiz o caminho de volta e novamente passei pelo


processo. Essas experiências me fizeram olhar para o essencial,
em relação aos pertences e aos sentimentos que trouxe comigo.

Acho que me apaixonei pelo minimalismo do ho'oponopono, por


esse motivo, todos os dias ele me esvazia e me preenche apenas
com aquilo que é útil, me favorece e me cai bem.

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. outras obras .

Oráculo da Sacerdotisa
Jejum, Sol e Gratidão
Metamorfos

@quintessencia.wicca
@eliane.luders

elianeliiders@gmail.com

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Nós somos seres sencientes, humanos e divinos.
Somos um fractal divino, que concordou em esquecer sua origem
para criar a magnífica espécie humana. Mas, durante a jornada, a
consciência caiu para níveis perigosos danificando a matrix mental
e limitando a expressão do nosso Ser.

Evoluímos e entramos nas primeiras oitavas da quarta dimensão


em 2019, em Aquarius, a era da velocidade e da facilidade.

A energia de Aquarius requer a atualização definitiva da matrix e


do padrão vibracional, condição básica para começar a despertar
o potencial divino. Anulando velhos decretos e contratos cármicos,
criamos amor, alegria, longevidade e retornamos ao fluxo do bem-
estar, a favor da corrente e sustentamos essa mudança.

O novo ho'oponopono, ajustado em alta frequência, recalibrado


por Mestre Rumi é um presente para a humanidade.

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