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Tribunal de Justiça de Pernambuco

PJe - Processo Judicial Eletrônico

08/04/2021

Número: 0017327-63.2020.8.17.2990
Classe: APELAÇÃO CÍVEL
Órgão julgador colegiado: 2ª Câmara Direito Público - Recife
Órgão julgador: Gabinete do Des. Ricardo de Oliveira Paes Barreto
Última distribuição : 26/03/2021
Valor da causa: R$ 1.000,00
Processo referência: 0017327-63.2020.8.17.2990
Assuntos: Incapacidade Laborativa Parcial, Incapacidade Laborativa Permanente, Auxílio-Doença
Acidentário
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? SIM
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Procurador/Terceiro vinculado
ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA (APELANTE) VIRAMI SILVA CAVALCANTI JUNIOR (ADVOGADO)
INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (APELADO)
Coordenação das Procuradorias Cíveis (FISCAL DA
ORDEM JURÍDICA)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
15329 05/04/2021 10:24 Despacho Despacho
647
15216 26/03/2021 15:07 Decisão Decisão
755
15199 19/02/2021 17:00 Contrarrazões Contrarrazões
771
15199 16/02/2021 18:54 Intimação Intimação
770
15199 16/02/2021 18:54 Intimação Intimação
769
15199 02/02/2021 17:59 Despacho Despacho
768
15199 01/02/2021 17:29 Apelação Apelação
766
15199 01/02/2021 17:29 APELAÇÃO - ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE Petição em PDF
767 SOUZA
15199 01/02/2021 09:27 Intimação Intimação
765
15199 27/01/2021 14:19 Sentença Sentença
764
15199 08/01/2021 14:31 Petição em PDF Petição em PDF
759
15199 08/01/2021 14:31 RESPOSTA A DESPACHO - ERICH RIBEIRO Petição em PDF
760 CARNEIRO DE SOUZA
15199 08/01/2021 14:31 DOC 01 declaracao-de-beneficio Documento de Comprovação
761
15199 08/01/2021 14:31 DOC 02 BENEFÍCIO EM ANÁLISE Documento de Comprovação
762
15199 08/01/2021 14:31 DOC 03 COMPROVANTE DE REQUERIMENTO Documento de Comprovação
763
15199 04/01/2021 08:19 Intimação Intimação
508
15199 23/12/2020 11:29 Despacho Despacho
507
15199 11/12/2020 14:07 Petição Inicial Petição Inicial
474
15199 11/12/2020 14:07 INICIAL - ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA Petição em PDF
475
15199 11/12/2020 14:07 DOC 01 PROCURAÇÃO PREVIDENCIÁRIA Procuração
476
15199 11/12/2020 14:07 DOC 02 RG Documento de Identificação
477
15199 11/12/2020 14:07 DOC 03 CTPS Documento de Comprovação
478
15199 11/12/2020 14:07 DOC 04 COMPROVANTE DE RESIDÊNCIA Documento de Comprovação
479
15199 11/12/2020 14:07 DOC 05 CAT 2017 Documento de Comprovação
480
15199 11/12/2020 14:07 DOC 06 CAT 2018 Documento de Comprovação
481
15199 11/12/2020 14:07 DOC 07 CAT 02.04.2019 Documento de Comprovação
482
15199 11/12/2020 14:07 DOC 08 CAT 2020 Documento de Comprovação
483
15199 11/12/2020 14:07 DOC 09 ATESTADO PSIQUICO 15.05.2017 Documento de Comprovação
484
15199 11/12/2020 14:07 DOC 10 LAUDO 24.01.2017 Documento de Comprovação
485
15199 11/12/2020 14:07 DOC 11 LAUDO 15.05.2017 Documento de Comprovação
486
15199 11/12/2020 14:07 DOC 12 COMPROVANTE DE REQUERIMENTO Documento de Comprovação
487 23.01.2017
15199 11/12/2020 14:07 DOC 13 COMUNICADO DE DECISÃO 10.10.2017 Documento de Comprovação
488
15199 11/12/2020 14:07 DOC 14 LAUDO 2017 Documento de Comprovação
489
15199 11/12/2020 14:07 DOC 15 RECEITUÁRIO 17.04.2018 Documento de Comprovação
490
15199 11/12/2020 14:07 DOC 16 CARTA DE CONCESSÃO B91 18.04.2018 Documento de Comprovação
491
15199 11/12/2020 14:07 DOC 17 COMUNICADO DE DECISÃO 26.04.2018 Documento de Comprovação
492
15199 11/12/2020 14:07 DOC 18 COMPROVANTE DE REQUERIMENTO Documento de Comprovação
493 01.04.2019
15199 11/12/2020 14:07 DOC 19 COMPROVANTE DE PROTOCOLO Documento de Comprovação
494 07.05.2019
15199 11/12/2020 14:07 DOC 20 COMUNICADO DE DECISÃO 07.05.2019 Documento de Comprovação
495
15199 11/12/2020 14:07 DOC 21 COMUNICADO DE DECISÃO Documento de Comprovação
496
15199 11/12/2020 14:07 DOC 22 DECLARAÇÃO DE AFASTAMENTO Documento de Comprovação
497 07.05.2019
15199 11/12/2020 14:07 DOC 22 LAUDO 2019 Documento de Comprovação
498
15199 11/12/2020 14:07 DOC 22 REQUERIMENTO DE INCAPACIDADE 2019 Documento de Comprovação
499
15199 11/12/2020 14:07 DOC 23 RECEITUÁRIO e laudo 23.11.2020 Documento de Comprovação
500
15199 11/12/2020 14:07 DOC 24 REQUERIMENTO 23.11.2020 Documento de Comprovação
501
15199 11/12/2020 14:07 DOC 25 LAUDO 23.11.2020 Documento de Comprovação
502
15199 11/12/2020 14:07 DOC 26 declaracao-de-beneficio (11) Documento de Comprovação
503
15199 11/12/2020 14:07 DOC 27 carta-concessao-beneficio 2015 Documento de Comprovação
504
15199 11/12/2020 14:07 DOC 28 CNIS Documento de Comprovação
505
15199 11/12/2020 14:07 DOC 29 CARTA 2019 Documento de Comprovação
506
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
Gabinete do Des. Ricardo de Oliveira Paes Barreto

DESPACHO

Vistos, etc.

Certo que o recurso norteia-se pelas disposições processuais


estabelecidas pelo Código de Processo Civil (arts. 1.009, 1.010 e 1.012 do CPC), e
estando atendidos – na espécie - os requisitos/pressupostos extrínsecos e intrínsecos
de admissibilidade recursais, admito-o – recebendo-o nos dois efeitos legais - para o
seu regular processamento, viabilizando a análise do mérito recursal.
Assim, abra-se vista à Procuradoria de Justiça nos termos do art. 178 e
art. 932, VII, do CPC c/c o art. 113 do RITJPE, para fins de direito.
Intimem-se.
Em seguida, retorne-me o processo para a análise e julgamento do
mérito.
Recife, 05 de Abril de 2021

(ASSINADO ELETRONICAMENTE)

Juiz JOSÉ ANDRÉ MACHADO BARBOSA PINTO


Desembargador Substituto
141

Num. 15329647 - Pág. 1


DECISÃO UNIPESSOAL

Cuida-se de Apelação Cível em face de sentença exarada pelo Juízo da 4ª Vara Cível
da Comarca de Olinda-PE, ação de nº 17327-63.2020, movida por ERICH RIBEIRO
CARNEIRO DE SOUZA e INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL- INSS.

Ocorre que, o Art.76, II, “a”, do RITJPE, deste E. Tribunal de Justiça estabelece que:

Art. 76. Compete às 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Câmaras de Direito Público:


[...]
II -julgar:
a) os recursos interpostos contra pronunciamentos judiciais exarados pelos juízes de
primeiro grau, nos feitos da Fazenda Pública.

Assim, impõe-se a redistribuição do presente recurso à uma das Câmaras de Direito


Público, a quem competirá julgar o feito.

Dê-se baixa na distribuição.

Intimem-se.

Recife, 18 de março de 2021.

FREDERICO RICARDO DE ALMEIDA NEVES


DESEMBARGADOR

JSM

Num. 15216755 - Pág. 1


EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) JUIZ(ÍZA) DA 4 VARA CÍVEL DA COMARCA DE OLINDA

Processo Eletrônico 0017327-63.2020.8.17.2990

O INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, autarquia federal,


representada pela Advocacia-Geral da União, por intermédio da Procuradora Federal abaixo
assinada, mandato ex lege, vem à presença de Vossa Excelência, tempestivamente, apresentar
CONTRARRAZÕES ao recurso interposto pela parte autora, conforme razões em anexo,
requerendo seu recebimento e, em sede recursal, a manutenção da decisão proferida.

Pede deferimento.

Petrolina, nesta data.

THIAGO BRITO
Procurador Federal

EGRÉGIO TURMA RECURSAL DA


DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO
COLENDA TURMA,
EMINENTE RELATOR,

Insurge-se a parte contra a sentença que extinguiu o feito sem julgamento do mérito por ausência
de prévio requerimento administrativo.

Num. 15199771 - Pág. 1


Cumpre notar, de logo, que o demandante carece de interesse de agir.

De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (RE 631.240/MG, Repercussão


Geral, Tema 350), de observância obrigatória “A concessão de benefícios previdenciários
depende de requerimento do interessado, não se caracterizando ameaça ou lesão a direito
antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou se excedido o prazo legal para sua
análise”

Ainda que tenha feito o requerimento, é necessário aguardar o prazo legal de 60 dias para
apreciação administrativa consoante respaldo legal, consoante art. 49 da Lei n° 9.784/99 o
indeferimento.

Ora, a propositura de qualquer demanda não prescinde de interesse e


legitimidade, nos termos do art. 3º do CPC, porque a intervenção do Poder Judiciário somente se
justifica para as hipóteses em que haja prévio litígio a ser dirimido. Dito de outro modo, apenas a
pretensão resistida caracteriza a lide.

No caso, contudo, falece ao Requerente verdadeiro interesse de agir, haja vista


a ausência de prévia pretensão resistida. É que não se pode pretender que o Judiciário proceda
ao enquadramento de atividades especiais sem que tenha a autarquia, por desídia da própria
parte, incorrido em erro admistrativo. Aliás, entendimento diferente acabaria por tolher o que
Celso Antônio Bandeira de Mello chama de “reserva da primeira palavra”, ou seja, o Direito de a
Administração se pronunciar de forma inicial no que diz respeito aos pedidos a ela dirigidos,
afetando, assim, a devida separação dos Poderes.

Do contrário, estará o Judiciário procedendo à retificação de um ato


administrativo que, em verdade, não contém qualquer mácula, com o que não se pode
concordar.

Ante o exposto, requer a extinção do feito sem resolução de mérito, face a


ausência de prévio requerimento, havendo, na hipótese, carência de ação no tocante a
conversão dos períodos indicados na inicial.

Portanto, não existe razão para alteração da sentença.

III - Conclusão

Num. 15199771 - Pág. 2


Assim, requer o INSS seja negado provimento ao recurso interposto pela parte autora, mantendo-
se a sentença proferida pelo juiz singular.

Pede deferimento.

Petrolina, nesta data.

THIAGO BRITO DA CUNHA MARANHÃO


Procurador Federal

Num. 15199771 - Pág. 3


Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA REGIONAL DA ZONA DA MATA NORTE

4ª Vara Cível da Comarca de Olinda


Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL


INTIMAÇÃO
Por ordem do(a) Exmo(a). Dr(a). Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca de Olinda, fica(m) a(s) parte(s)
AUTORA intimada(s) do inteiro teor do Despacho de ID 74483072, conforme transcrito abaixo:

"Cite-se o réu, por meio do PJe, para responder ao recurso de apelação (art. 331, § 1º, do CPC). Em seguida, remetam-
se os autos ao Eg. TJPE (art. 1.010, § 3º, do CPC). Olinda, 2 de fevereiro de 2021. Alexandre Pinto de Albuquerque Juiz
de Direito (em exercício cumulativo)"
OLINDA, 16 de fevereiro de 2021.
NYERE MARQUES PEREIRA
Diretoria Reg. da Zona da Mata Norte

Num. 15199770 - Pág. 1


Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA REGIONAL DA ZONA DA MATA NORTE

4ª Vara Cível da Comarca de Olinda


Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL


INTIMAÇÃO
Por ordem do(a) Exmo(a). Dr(a). Juiz(a) de Direito da 4ª Vara Cível da Comarca de Olinda, fica(m) a(s) parte(s) RÉ
intimada(s) do inteiro teor do Despacho de ID 74483072, conforme transcrito abaixo:
"Cite-se o réu, por meio do PJe, para responder ao recurso de apelação (art. 331, § 1º, do CPC). Em seguida, remetam-
se os autos ao Eg. TJPE (art. 1.010, § 3º, do CPC). Olinda, 2 de fevereiro de 2021. Alexandre Pinto de Albuquerque Juiz
de Direito (em exercício cumulativo)"
OLINDA, 16 de fevereiro de 2021.
NYERE MARQUES PEREIRA
Diretoria Reg. da Zona da Mata Norte

Num. 15199769 - Pág. 1


Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
4ª Vara Cível da Comarca de Olinda

Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL

DESPACHO

Cite-se o réu, por meio do PJe, para responder ao recurso de apelação (art. 331, § 1º, do CPC). Em seguida,
remetam-se os autos ao Eg. TJPE (art. 1.010, § 3º, do CPC).

Olinda, 2 de fevereiro de 2021.

Alexandre Pinto de Albuquerque


Juiz de Direito
(em exercício cumulativo)

Num. 15199768 - Pág. 1


EM PDF.

Num. 15199766 - Pág. 1


AO JUÍZO DA 4ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE OLINDA/PE.

Autos do processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990.

ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA, já devidamente qualificado nos autos


do processo que move em face do Instituto Nacional do Seguro Social, também
qualificado nos autos, vem respeitosamente perante Vossa Excelência, por meio
de seus procuradores, interpor tempestivamente o presente RECURSO
DE APELAÇÃO COM PEDIDO LIMINAR DE TUTELA DE URGÊNCIA com
fulcro no art. 994, I, e 1.009 e seguintes, todos do Código de Processo Civil, em
face da sentença que julgou improcedente o pedido formulado na inicial e
extinguiu o processo sem resolução do mérito, com base nos incisos I e VI, do
artigo 485, do CPC.

Nessa conformidade, REQUER o recebimento deste recurso, sendo remetidos


os autos, com as razões recursais anexas, ao Egrégio Tribunal de Justiça
do Estado de Pernambuco, para que, ao final, seja dado provimento ao
presente. Deixa de juntar preparo, eis que beneficiário da Gratuidade da justiça.

Termos em que,

Pede deferimento.

Recife/PE, 01 de fevereiro de 2021.

VIRAMI SILVA CAVALCANTI JÚNIOR


OAB-PE 31.979

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Num. 15199767 - Pág. 1


EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO

PROCESSO 0017327-63.2020.8.17.2990.

APELANTE: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

APELADO: INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL

RAZÕES DO RECURSO DE APELAÇÃO

COLENDA CÂMARA

EMÉRITOS JULGADORES

I - SÍNTESE DO RECURSO – DO CABIMENTO

Trata-se de recurso contra a sentença que julgou improcedente o pedido


formulado na inicial, determinando o seguinte:

“De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (RE


631.240/MG, Repercussão Geral, Tema 350), de observância
obrigatória “A concessão de benefícios previdenciários depende de
requerimento do interessado, não se caracterizando ameaça ou
lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS,
ou se excedido o prazo legal para sua análise”.

No caso concreto, o autor ingressou em Juízo antes de excedido


prazo legal para a análise do requerimento pela Autarquia
Previdenciária (máximo: 60 dias – art. 49 da Lei n° 9.784/99), além
de não ter havido o indeferimento do benefício (cf. Id 73339939).

É importante salientar que tanto o auxílio-doença comum quanto o


auxílio-doença acidentário possuem idêntica forma de cálculo e
ambos são temporários. Diferenciam-se, basicamente, no que
tange à carência exigida para a sua concessão, dispensada no

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Num. 15199767 - Pág. 2


caso de incapacidade por acidente de trabalho, e, nesta mesma
hipótese, quanto à garantia de estabilidade do segurado junto ao
seu empregador durante certo período.

Ex positis, com fulcro nos artigos 321, parágrafo único, 354, e 485,
inciso I, todos do CPC, INDEFIRO A PETIÇÃO INICIAL E, POR
CONSEQUÊNCIA, EXTINGO O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO
DO MÉRITO.”

Por sua vez, extinguindo o processo sem resolução do mérito, com fulcro
no inciso I e VI do artigo 485 do CPC/15.

Todavia, por mais respeitável que seja a decisão do Excelentíssimo Juiz,


a sentença de mérito não observou critérios de proporcionalidade e exatidão
no seu teor, cujos efeitos deverão ser suspensos em caráter liminar conforme
teor do Art. 1.012 do CPC/15, assim vejamos:

Art. 1.012. A apelação terá efeito suspensivo.

III - extingue sem resolução do mérito ou julga improcedentes os


embargos do executado;

Com isso, o Apelante busca perante Vossas Excelências o apropriado


remédio legal para que seja devidamente suspenso os efeitos da sentença,
para que, posteriormente, após demonstrada suas alegações, seja reconhecido
como pleno o seu pleno direito, cujos argumentos passaremos a expor
doravante.

II - DA TUTELA RECURSAL.

Sabe-se que o Art. 300 e seguintes, como o artigo 932 CPC/15, preveem
os requisitos para a concessão da antecipação da tutela recursal pelo relator,
quais sejam a probabilidade do direito e o perigo de dano ou o risco ao
resultado útil do processo.

Tais probabilidades são definidas no seguinte: No que tange a


probabilidade do direito do Apelante, esta encontra materialização em todo

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Num. 15199767 - Pág. 3


arcabouço fático probatório que elencou em sua peça inicial, todos estes
trazidos aos autos com provas comprobatórias, como os exames, laudo, CAT
e demais documentos necessários a proposição da ação.

Neste mesmo sentido, há evidente perigo de dano, uma vez que a


sentença indeferiu implicitamente a decisão liminar que determinava ao
Apelado a implementação do auxilio doença acidentário – B91 ao apelante.
Desta feita, se a tutela recursal não for concedida por Vossa Excelência, o
Recorrente poderá ter maiores prejuízos caso a demanda recursal seja julgada
procedente mais à frente. Ou seja, não só o perigo de dano ao Apelante está
explícito, como também há inequívoco risco ao resultado útil do processo caso
não haja uma intervenção judicial imediata.

Ora, Nobre Julgador, existem exames e laudos, emitidos pelo médico


especialista que o acompanha, atestando a incapacidade laborativa do autor, ora
apelante, que estão devidamente acostados aos autos originários. Assim, tem-
se que através dos documentos médicos supracitados, encontra-se cabalmente
provada a incapacidade do apelante para executar a sua atividade laboral.

No que diz respeito ao receio de ocorrência de dano irreparável ou de


difícil reparação e a reversibilidade do provimento antecipatório, é necessário se
sopesar se entre a possibilidade de uma família passar privações, inclusive
alimentares, diante da inércia da autarquia ao não se manifestar acerca do
requerimento de auxílio-doença no prazo legal, posto que comprovado, por
documentos médicos legais, que o ora apelante continua incapaz e que suas
patologias são advindas de acidente de trabalho, sendo-lhe devido o auxílio
doença por acidente de trabalho – B91, e a impossibilidade de repetição dos
valores pagos ao ora apelado, caso se venha a constatar que o mesmo era
capaz para o exercício se seu trabalho, deva se optar pela concessão da
antecipação dos efeitos da tutela.

III – DA SÍNTESE FÁTICA.

Na presente ação se pleiteia a concessão de auxílio doença por acidente


de trabalho, espécie B91, considerando a redução da capacidade laborativa
oriunda de doença ocupacional ocasionada pelo ambiente de trabalho

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Num. 15199767 - Pág. 4


desde 08/09/2015, conforme CAT anexada aos autos, razão pela qual requereu
junto à autarquia previdenciária a concessão de referido benefício.

O Sr. Erich, requereu o benefício de auxílio-doença em 23/11/2020


conforme se observa no comprovante de requerimento, acostado aos autos.
Nesse sentido, ciente da extrema morosidade da instituição e da negligência com
que as perícias vem sendo realizadas, o Demandante ingressou com a presente
ação, visando a satisfação de seus direitos e tendo em vista a sua condição de
hipossuficiência, uma vez que encontra-se desempregado e desamparado por
não estar recebendo o benefício a que faz jus.

Assim, conforme estabelece os artigos 19 e 20 da Lei 8.213/91:

Art. 19. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo


exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo
exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII
do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou
perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou
redução, permanente ou temporária, da capacidade
para o trabalho.

Art. 20. Consideram-se acidente do trabalho, nos termos


do artigo anterior, as seguintes entidades mórbidas:

I - doença profissional, assim entendida a produzida ou


desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a
determinada atividade e constante da respectiva
relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da
Previdência Social;

Art. 21. Equiparam-se também ao acidente do trabalho,


para efeitos desta Lei:

I - o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha


sido a causa única, haja contribuído diretamente para a
morte do segurado, para redução ou perda da sua

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Num. 15199767 - Pág. 5


capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija
atenção médica para a sua recuperação; (Grifamos)”

Desta forma, conforme mencionado a cima, e de acordo com os artigos


referidos, o autor é portador de patologias que atingem a saúde da psique, que
tem como CID 10 F32.2 Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos, CID
10 F43.2 Transtorno misto de ansiedade e depressão, CID 10 Z56.3 Ritmo de
trabalho penoso, CID 10 Y96 Circunstância relativa às condições de trabalho e
CID 10 F41.0 Transtorno de pânico (ansiedade paroxística episódica),
compatíveis com doença ocupacional, danos estes decorrentes do tratamento a
que era submetido em sua agência, das constantes ameaças de demissão que
sofria, e pela falta de tempo para total recuperação. Elas constam, inclusive, na
Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho do Ministério da Saúde, conforme
a Lei n. 8.080/90, e da Previdência Social.

Com isso, o autor, ora apelante, passou a apresentar irritabilidade,


desmotivação, depressão, ideias negativas, insônia, extrema angústia, baixa
autoestima, crises de ansiedade e mudanças bruscas de humor, o que
ocasionou-lhe muito sofrimento com o passar dos anos de sua vida laboral.

Por esta razão, o próprio INSS já reconheceu diversas outras vezes o


direito da parte autora ao auxílio doença acidentário B91, em virtude da mesma
doença ocupacional que o acomete atualmente, reconhecendo-se assim, o nexo
de causalidade entre as patologias e suas atividades laborais.

Após distribuição, o Excelentíssimo Juiz a quo, proferiu despacho, para,


em síntese, a comprovar o interesse de agir por ausência de indeferimento do
requerimento administrativo do auxilio doença acidentário.

Ato contínuo, o Recorrente apresentou manifestação, comprovando o


interesse de agir, frente a iminência de receber o referido benefício, bem como
o decurso do prazo de apreciação do requerimento realizado. Todavia, o
magistrado a quo extinguiu o processo por ausência das condições da ação sob
o pressuposto da falta de interesse de agir, justificando que não houve prévio
indeferimento do requerimento administrativo do auxilio doença acidentário.

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Num. 15199767 - Pág. 6


Ocorre que não só o Exmo. Magistrado incorreu em erro ao interpretar a
ação originaria em comento, como também extinguiu o feito, sem julgamento de
mérito, nos termos do art. 485, I e VI, do Novo Código de Processo Civil. Por tais
motivos, não há alternativa senão a interposição da presente apelação.

IV - DO INTERESSE DE AGIR

Desde logo, vale salientar que trata-se de uma questão processual


especificamente previdenciária, em que diz respeito à necessidade de prévio
requerimento administrativo ou indeferimento administrativo da pretensão de
obtenção de um benefício da Seguridade Social. O tratamento geral acerca do
interesse de agir como condição da ação, encontra-se previsto nos artigos 17 e
485, inciso VI, do CPC:

Art. 17. Para postular em juízo é necessário ter interesse e


legitimidade.

Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando:

VI - verificar ausência de legitimidade ou de interesse


processual;

Nesse contexto, o entendimento firmado na Suprema Corte até o


presente momento é de que o INSS tem um prazo de 45 dias para proceder
à realização das perícias médicas no caso de requerimentos de auxílio-
doença.

Desse modo, decorridos 69 dias do requerimento administrativo realizado


pelo segurado, seu pedido ainda não foi sequer apreciado, demonstrando-se,
assim, a extrema morosidade da instituição, o que coloca em risco os seus
direitos, justificando o ingresso da presente ação antes da manifestação do
INSS, tendo em vista que a Recorrente encontra-se sem condições de laborar e,
consequentemente, sem meios de garantir a sua subsistência.

Logo, mostra-se razoável a propositura da presente demanda, visto


que, o prazo para a realização da perícia já decorreu-se e o requerimento

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Num. 15199767 - Pág. 7


administrativo ainda encontra-se sem apreciação, prejudicando-se o autor
pela negligência da Autarquia.

A boa doutrina alerta que, uma vez reconhecida a verossimilhança da


alegação e o fundado receio de dano, é preferível “sacrificar o direito improvável,
em benefício do direito que se mostre mais verossímil (Ovídio A Baptista Pereira,
Curso de Direito Processual Civil, 3ª edição, Ed. Fabris, pág. 120)”.

Sem embargo, em nosso modo de pensar, o que melhor caracteriza o


interesse de agir em matéria previdenciária é que tem como pressuposto a
existência de lesão ou ameaça de lesão a direito, mais do que a ideia de
resistência à pretensão.

Acrescenta-se ainda que, conforme diretriz radicada na Constituição da


República (CF/88, art. 5º, inciso XXXV), e também na visão do Juiz Federal e
Doutor em Direito Previdenciário José Antônio Savaris, o que
fundamentalmente caracteriza o interesse de agir não é o indeferimento
administrativo, mas a ocorrência de lesão ou ameaça de lesão ao direito do
particular.

A exigência de indeferimento administrativo, consoante aludido pelo


ilustre magistrado a quo, neste caso, implica desconsiderar a injusta privação,
por parte do autor, de recursos materiais necessários à sua subsistência e de
sua família, de forma que encontra-se incapacitado para laborar em razão das
doenças ocupacionais, restando impossibilitado de manter suas obrigações
financeiras em dia, bem como de manter o regular sustento de sua família.

Nobre julgador, é de conhecimento geral que está havendo escassez de


perícia médica na Autarquia INSS devido à pandemia do Corona vírus, e que, as
que são agendadas de forma on-line, são munidas de negligência e desleixo, em
que a morosidade da autarquia para a apreciação mostra-se evidente, além de
ser evidente a concessão do benefício incorreto aos segurados que se
encontram em tal situação.

Ciente desse fato, o demandante, ora Apelante, acionou o judiciário, após


ter pleiteado o benefício nas vias administrativas, uma vez que estava implícito
que haveria o indeferimento do benefício acidentário B91 pleiteado, ou o

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Num. 15199767 - Pág. 8


decurso do prazo de 45 dias sem apreciação. Tanto é assim, que já
decorreram-se 69 dias do requerimento e o INSS ainda não se manifestou,
o que justifica a preocupação do autor em ingressar o quanto antes com a
demanda, tendo em vista a sua extrema necessidade e sua condição de
desemprego.

Nos termos do art. 48 e 49, da Lei 9.874/99, refere-se expressamente


que “concluída a instrução de processo administrativo, a administração tem o
prazo de trinta dias para decidir, salvo prorrogação por igual período
expressamente motivada.”

O artigo 41-A, § 5º, da Lei nº 8. 213/1991, refere que o primeiro


pagamento do benefício será efetuado até quarenta e cinco dias após a data da
apresentação, pelo segurado, da documentação necessária à sua concessão.

Assim, verifica-se que o INSS excedeu não só o prazo de 45 (quarenta


e cinco) dias para análise do auxílio-doença, conforme entendimento vigente do
STF, como também o de 60 (sessenta) dias previsto na Lei 9.794/99 (Lei do
Processo Administrativo Federal), o que demonstra que, em qualquer situação,
a autarquia teve excedido seu prazo para a apreciação.

Nesse sentido, observa-se uma decisão emitida em 26.01.2021, da


magistrada Laura Simões, juíza de direito em exercício cumulativo da 5ª vara
cível da comarca de Olinda, que, diante de caso semelhante, deferiu o pedido de
antecipação de tutela da ação originária de NPU 0016491-90.2020.8.17.2990,
sob a seguinte fundamentação:

“O fato de o INSS, até a presente data não ter


concluído a análise administrativa do pedido do autor
configura lesão ou ameaça ao seu direito, conforme
entendimento consolidado do STF, inclusive tema de
Repercussão Geral. (RE 631240 – Repercussão Geral,
Tema 350).

(...)

Isso posto, nos termos do art. 300 do CPC, concedo


a tutela provisória antecipada para determinar que a

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Num. 15199767 - Pág. 9


autarquia ré conceda ao demandante, no prazo de 05 (cinco)
dias, o benefício auxílio-doença (B91), cujo pedido não foi
apreciado em tempo razoável nos termos do documento id
73827000, devendo tal benefício ser mantido pelo prazo de
90 (noventa) dias, sem prejuízo de nova apreciação do
pedido após decurso desse prazo.”

É válido salientar que o fato de adquirir doença laborativa, traz


demasiadas consequências ao psicológico do trabalhador, uma vez que é
obrigado a conviver com uma determinada doença por tempo
indeterminado, decorrentes de seu ambiente de labor. Sendo assim, não se
pode ignorar o fato de que o não deferimento do benefício adequado só
prejudicará ainda mais o estado de saúde do Recorrente.

Essa concepção pragmática confere prioridade à necessidade de


resultados úteis para o processo judicial (utilidade ou efetividade do processo
judicial) e não à maximização dos direitos fundamentais. Inadequadamente,
confere proeminência ao instrumento de realização do direito material (processo)
e não ao direito material em si. É por isso que não tolera o formalismo radical
que conduz à negativa judicial de proteção social à pessoa que
comprovadamente faz jus.

O processo se acha fartamente instruído com provas de comprovam a


necessidade da medida urgente, haja vista que preenche todos os requisitos
para a concessão do benefício acidentário.

No caso dos autos, a incapacidade para o trabalho se encontra


devidamente comprovada através dos atestados médicos colacionados aos
autos, expedidos por médicos que assistem o Segurado, em razão da sua
hipossuficiência em relação ao INSS, o que constitui prova favorável e verdadeira
das alegações. Além disso, o nexo de causalidade entre as doenças e as
atividades laborais também encontra-se especificado em tais documentos, bem
como na CAT emitida pela entidade sindical correspondente.

Destaca-se que as perícias administrativas realizadas pelo Instituto


Nacional do Seguro Social – INSS são eivadas de vícios, jogando na rua todos
os dias centenas de pessoas que não possuem condições de trabalhar tachadas

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Num. 15199767 - Pág. 10


de “capaz de exercer atividade laborativa”. Prova inconteste disso é o número
crescente de ações judiciais cujos pedidos de concessão/restabelecimento de
benefícios previdenciários por incapacidade são julgados procedentes todos os
dias.

Reitera-se que o demandante acionou o judiciário, após ter


pleiteado o benefício nas vias administrativas, uma vez que estava implícito
que haveria o indeferimento do benefício acidentário B91 pleiteado, tanto é
assim, que decorridos 69 dias do requerimento, o INSS ainda nem sequer
apreciou o pedido do autor, demonstrando sua extrema morosidade e
negligência.

Conhecendo o acima explanado, identificamos perceptivelmente a


violação ao um dos institutos legais resguardado na Carta que fundamenta todo
ordenamento jurídico brasileiro, qual seja o art. 6º da Constituição Federal de
1988, trazendo o instituto da previdência social como um direito fundamental, em
que deve assegurar direitos básicos atinentes à saúde e assistência de cada
cidadão, por meio da concessão dos benefícios previdenciários.

Art. 6 da CF – São direitos sociais a educação, a


saúde, a alimentação, o trabalho, a moradia, o
transporte, o lazer, a segurança, a previdência social,
a proteção à maternidade e à infância, a assistência
aos desamparados, na forma desta Constituição.

Deste modo, basta a interpretação literal ao artigo supracitado para


entendermos que deve este garantir a vida digna dos trabalhadores e seus
dependentes, tendo como base o fato de que o Estado prioriza as condições
mínimas de qualidade de vida e de bem-estar da coletividade, além da dignidade
da vida humana.

Ademais, salienta-se que a recorrente não deixou de apresentar o


requerimento administrativo, logo, aplica-se também a Súmula 89, STJ, que
dispõe “A ação acidentária prescinde do exaurimento da via
administrativa”, o que demonstra o entendimento do tribunal superior sobre
essa desnecessidade, tendo em vista que houve requerimento, mas o
esgotamento não é necessário para justificar o interesse de agir.

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Num. 15199767 - Pág. 11


Tal posicionamento também é defendido por outras Cortes. Vejamos:

AGRAVO DE INSTRUMENTO. DECISÃO


MONOCRÁTICA. AÇÃO ORDINÁRIA. AUXÍLIO ACIDENTE
DO TRABALHO. COMPROVAÇÃO DE EXAURIMENTO NA
VIA ADMINISTRATIVA. DESNECESSIDADE, SÚMULA 89,
STJ. O ingresso em Juizo para pleitear a concessão de
auxílio acidente de trabalho prescinde do exaurimento na via
administrativa. Súmula 89 do STJ. A exigência de
comprovação atualizada da negativa da Autarquia
implica em obstáculo ao ingresso em Juízo, em evidente
afronta ao princípio da inafastabilidade da tutela
jurisdicional. (Agravo de Instrumento N° 70058861576,
Nona Câmara Cível, Tribunal de Justiça de RS, Relator:
André Luiz Planella Villarinho, Julgado em 14/03/2014).

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSO CIVIL. REVISÃO.


PEDIDO ADMINISTRATIVO. ELENCADO AOS AUTOS.
PRETENSÃO RESISTIDA CONFIGURADA. INTERESSE
DE AGIR. EXAURIMENTO DA VIA ADMINISTRATIVA.
DESNECESSIDADE. SÚMULAS 2013, TFR E 89 DO STJ.
1. Não há dizer em carência de ação por falta de prévio
requerimento administrativo, uma vez que tal documento
encontra-se anexado aos autos, caracterizando a pretensão
resistida e, consequentemente, o interesse processual da
parte autora. 2. O exaurimento da via administrativa é
desnecessário para a propositura da ação judicial, na linha
das Súmulas 2013 do extindo TFR e 89 do STJ. (TRF-4 –
AC: 245465820144049999 RS 0024546-58.2014.404.9999,
Relator: RICARDO TEIXEIRA DO VALLE PAREIRA, Data
de Julgamento: 26/05/2015, QUINTA TURMA).

Assim, a tese ventilada na sentença de que não há interesse de agir não


merece prosperar, sendo a concessão do benefício de auxílio doença por
acidente de trabalho imperativa.

V - DO PEDIDO

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Do teor de todo o narrado, a ANULAÇÃO da sentença a quo é medida
que se impõe.

ISTO POSTO, REQUER o recebimento e o PROVIMENTO do presente


recurso, com a consequentemente ANULAÇÃO DA R. SENTENÇA, nos termos
da fundamentação retro, para determinar a reabertura da instrução processual,
para fins comprovação da necessidade da concessão da tutela de urgência no
sentido de que a recorrente sofreu limitação da sua capacidade laborativa em
face do acidente de trabalho sofrido.

Termos em que,

Pede deferimento.

Recife/PE, 01 de fevereiro de 2021.

VIRAMI SILVA CAVALCANTI JÚNIOR


OAB-PE 31.979

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Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV PAN NORDESTINA, S/N, Km 4, Vila Popular, OLINDA - PE - CEP: 53010-210

4ª Vara Cível da Comarca de Olinda


Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL


INTIMAÇÃO DE SENTENÇA
Por ordem do(a) Exmo(a). Dr(a). Juiz(a) de Direito do 4ª Vara Cível da Comarca de Olinda, fica(m) a(s) parte(s)
AUTORA intimada(s) do inteiro teor da Sentença de ID 74073774 , conforme segue transcrito abaixo:
" SENTENÇA Vistos, etc. Erich Ribeiro Carneiro de Souza, devidamente qualificado na petição inicial, ingressou com a
presente AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO (B91) C/C TUTELA DE URGÊNCIA,
em face do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, igualmente qualificado na peça de ingresso, em que,
no curso da qual, foi determinada a emenda da petição inicial, para o autor demonstrar seu interesse de agir, visto que
protocolou seu requerimento junto ao INSS em 23/11/2020, tendo ajuizado a presente ação em 11/12/2020. Em
resposta, o autor afirmou no Id 73339936: “verifica-se que a Autarquia Previdenciária excedeu o prazo de 45 (quarenta e
cinco) dias firmado em acordo entre o MPF e o INSS, assinado em 16/11/2020, o qual pôs fim à controvérsia que
tramitava no STF através do RE 1.171.152/SC, com repercussão geral reconhecida, estabelecendo o referido prazo
para a conclusão do procedimento administrativo desolicitação de auxílio-doença.” Sendo isto o que importa relatar,
passo à fundamentação. De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (RE 631.240/MG, Repercussão
Geral, Tema 350), de observância obrigatória “A concessão de benefícios previdenciários depende de requerimento do
interessado, não se caracterizando ameaça ou lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou se
excedido o prazo legal para sua análise”. No caso concreto, o autor ingressou em Juízo antes de excedido prazo legal
para a análise do requerimento pela Autarquia Previdenciária (máximo: 60 dias – art. 49 da Lei n° 9.784/99), além de
não ter havido o indeferimento do benefício (cf. Id 73339939). É importante salientar que tanto o auxílio-doença comum
quanto o auxílio-doença acidentário possuem idêntica forma de cálculo e ambos são temporários. Diferenciam-se,
basicamente, no que tange à carência exigida para a sua concessão, dispensada no caso de incapacidade por acidente
de trabalho, e, nesta mesma hipótese, quanto à garantia de estabilidade do segurado junto ao seu empregador durante
certo período. Ex positis, com fulcro nos artigos 321, parágrafo único, 354, e 485, inciso I, todos do CPC, INDEFIRO A
PETIÇÃO INICIAL E, POR CONSEQUÊNCIA, EXTINGO O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO. Sem custas
e sem honorários (art. 129, p. único, da Lei nº 8.213/1991; REsp 142.221/RJ). Publique. Intimem-se. Não interposto o
recurso de apelação, intime-se o réu do trânsito em julgado da sentença (art. 331, § 3º, do CPC), arquivando-se os
autos em seguida, com baixa na distribuição. Olinda, 25 de janeiro de 2021. Alexandre Pinto de Albuquerque Juiz de
Direito (em exercício cumulativo)"
OLINDA, 1 de fevereiro de 2021.
REBECA PESSOA RODRIGUEZ BELTRAO
Diretoria Cível do 1º Grau

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Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
4ª Vara Cível da Comarca de Olinda

Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL

SENTENÇA

Vistos, etc.

Erich Ribeiro Carneiro de Souza, devidamente qualificado na petição inicial, ingressou com a presente
AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA ACIDENTÁRIO (B91) C/C TUTELA DE URGÊNCIA, em
face do INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL – INSS, igualmente qualificado na peça de ingresso, em que,
no curso da qual, foi determinada a emenda da petição inicial, para o autor demonstrar seu interesse de agir, visto
que protocolou seu requerimento junto ao INSS em 23/11/2020, tendo ajuizado a presente ação em 11/12/2020.

Em resposta, o autor afirmou no Id 73339936: “verifica-se que a Autarquia Previdenciária excedeu o prazo
de 45 (quarenta e cinco) dias firmado em acordo entre o MPF e o INSS, assinado em 16/11/2020, o qual pôs
fim à controvérsia que tramitava no STF através do RE 1.171.152/SC, com repercussão geral reconhecida,
estabelecendo o referido prazo para a conclusão do procedimento administrativo desolicitação de auxílio-
doença.”

Sendo isto o que importa relatar, passo à fundamentação.

De acordo com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (RE 631.240/MG, Repercussão Geral, Tema
350), de observância obrigatória “A concessão de benefícios previdenciários depende de requerimento do
interessado, não se caracterizando ameaça ou lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou
se excedido o prazo legal para sua análise”.

No caso concreto, o autor ingressou em Juízo antes de excedido prazo legal para a análise do requerimento
pela Autarquia Previdenciária (máximo: 60 dias – art. 49 da Lei n° 9.784/99), além de não ter havido o indeferimento
do benefício (cf. Id 73339939).

É importante salientar que tanto o auxílio-doença comum quanto o auxílio-doença acidentário possuem
idêntica forma de cálculo e ambos são temporários. Diferenciam-se, basicamente, no que tange à carência exigida
para a sua concessão, dispensada no caso de incapacidade por acidente de trabalho, e, nesta mesma hipótese,
quanto à garantia de estabilidade do segurado junto ao seu empregador durante certo período.

Ex positis, com fulcro nos artigos 321, parágrafo único, 354, e 485, inciso I, todos do CPC, INDEFIRO A
PETIÇÃO INICIAL E, POR CONSEQUÊNCIA, EXTINGO O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DO MÉRITO.

Sem custas e sem honorários (art. 129, p. único, da Lei nº 8.213/1991; REsp 142.221/RJ).

Publique. Intimem-se.

Num. 15199764 - Pág. 1


Não interposto o recurso de apelação, intime-se o réu do trânsito em julgado da sentença (art. 331, § 3º, do
CPC), arquivando-se os autos em seguida, com baixa na distribuição.

Olinda, 25 de janeiro de 2021.

Alexandre Pinto de Albuquerque


Juiz de Direito
(em exercício cumulativo)

Num. 15199764 - Pág. 2


EM PDF.

Num. 15199759 - Pág. 1


AO JUÍZO DA 4ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE OLINDA/PE

Nº do processo: 0017327-63.2020.8.17.2990

ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA, já devidamente qualificado nos


autos em epígrafe, no qual litiga com INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO
SOCIAL – INSS, por intermédio de seu advogado ao final assinado, com fulcro
no artigo 321 do CPC, vem, respeitosamente, a presença de V. Exª, apresentar
MANIFESTAÇÃO ACERCA DO DESPACHO DE ID 72935482.

I - DO OBJETO DA EMENDA

A presente emenda tem amparo no artigo 321 do Código de Processo


Civil, em que dispõe:

“Art. 321. O juiz, ao verificar que a petição inicial não


preenche os requisitos dos arts. 319 e 320 ou que
apresenta defeitos e irregularidades capazes de dificultar o
julgamento de mérito, determinará que o autor, no prazo de
15 (quinze) dias, a emende ou a complete, indicando com
precisão o que deve ser corrigido ou completado.”

Trata-se de medida que reforça o princípio insculpido no artigo 6º do


CPC.

Num. 15199760 - Pág. 1


No presente caso, faz-se necessário a presente Emenda à inicial
para justificar e juntar documentos que demonstrem a existência do interesse de
agir, quanto ao pedido relativo ao benefício previdenciário constante da inicial.

I- DO INTERESSE DE AGIR

O Autor, em razão da incapacidade laboral constatada, mesmo com o uso


dos recursos dispostos na medicina para tentar minorar toda a dor e sofrimento,
necessitou de afastamento de suas funções laborais, protocolando seu
requerimento de auxílio-doença acidentário – B91 junto ao INSS em 23/11/2020,
juntando todos seus documentos comprobatórios para o deferimento deste,
como CAT e laudos atualizados atestando sua incapacidade e exames, os quais
indicam o nexo entre suas patologias e as atividades exercidas no banco, em
seus anos de labor.

Entretanto, não obteve a apreciação do seu pleito até o presente


momento, perfazendo-se 46 (quarenta e seis) dias de espera desde o seu
agendamento.

Nesse sentido, verifica-se que a Autarquia Previdenciária excedeu o


prazo de 45 (quarenta e cinco) dias firmado em acordo entre o MPF e o
INSS, assinado em 16/11/2020, o qual pôs fim à controvérsia que tramitava
no STF através do RE 1.171.152/SC, com repercussão geral reconhecida,
estabelecendo o referido prazo para a conclusão do procedimento
administrativo de solicitação de auxílio-doença.

Ciente da realidade atual das perícias do INSS, em que a morosidade é


evidente, e que, as perícias que estavam sendo agendadas de forma online,
apenas deferiam o benefício de código B31, o autor, que se encontra
desacobertado e, consequentemente, extremamente necessitado da concessão
do benefício, tendo em vista a sua incapacidade laborativa e sua condição de
desemprego, buscou nas vias judiciais a satisfação do seu direito, uma vez que,
administrativamente, isso não estava sendo possível.

Desta forma, observa-se que houve a supressão dos direitos do


demandante, de modo que restou prejudicado pelos equívocos da

Num. 15199760 - Pág. 2


autarquia, não lhe restando outra alternativa, senão o ajuizamento da
presente demanda, justificado assim o seu interesse de agir, e o que já se
previa ao ingressar com seu pleito, demonstrando-se assim a
irresponsabilidade da parte ré, que todos os dias vem prejudicando
milhares segurados que dela necessitam.

Desta forma requer a concessão do benefício previdenciário a que faz jus,


qual seja o estabelecimento do benefício auxílio-doença por acidente de trabalho
– B91.

Acrescenta-se que, conforme diretriz radicada na Constituição da


República (CF/88, art. 5º, inciso XXXV) e também na visão do Juiz Federal e
Doutor em Direito Previdenciário José Antônio Savaris, o que
fundamentalmente caracteriza o interesse de agir não é o indeferimento
administrativo, mas a ocorrência de lesão ou ameaça de lesão ao direito do
particular. Logo, o decurso do prazo de apreciação do INSS sem qualquer
manifestação só corrobora o entendimento de que, ao propor a ação, o
autor já possuía seu direito ameaçado.

A exigência de indeferimento de requerimento implica desconsiderar a


injusta privação de recursos materiais para subsistência, de forma que o
recorrente além de estar desempregado, encontra-se incapacitado para laborar
em razão das doenças ocupacionais, restando impossibilitado de manter suas
obrigações financeiras em dia, bem como de manter o regular sustento de sua
família.

Logo, o requerente solicita o restabelecimento do benefício de auxílio


doença por acidente de trabalho – B91, devido a constatação dos profissionais
que o acompanham considerem-no INAPTO, pelo que requer, a concessão da
tutela de URGÊNCIA, uma vez que se encontram presentes os requisitos
autorizadores do pedido liminar e também o caráter alimentar da medida.

Isto posto, sob pena de agravar ainda mais a situação de saúde do


Demandante, e por estar necessitando da tutela do Estado para, tanto e
preservar o seu bem maior que é a sua saúde, como garantir a sua subsistência

Num. 15199760 - Pág. 3


e de sua família, observa-se a necessidade da parte autora em pleitear seus
Direitos pela via judicial, sendo necessário, desde logo, solicitar sua conversão.

Desta forma, o Autor, em função da permanência de suas patologias


ocupacionais, pleiteou além da via administrativa, também pelas vias judiciais,
afim de que seu pedido seja apreciado de forma ágil, tendo em vista a sua
extrema necessidade e a demonstrada morosidade do INSS.

II. DO REQUERIMENTO

Isto exposto, requer o recebimento da presente petição, atendendo ao


despacho de ID 72935482, a fim de que se verifique a existência do interesse de
agir, para sucessivo prosseguimento do feito.

Termos em que,

Pede deferimento.

Recife/PE, 08 de janeiro de 2021

VIRAMI SILVA CAVALCANTI JUNIOR

OAB-PE 31.979

Num. 15199760 - Pág. 4


INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
08/01/2021 13:27:27

DECLARAÇÃO

Declaramos que CONSTA no Sistema Único de Benefícios, nesta data, a concessão do(s) seguinte(s) benefício(s)
que possuam como titular o CPF nº 431.945.404-91 pertencente a ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA:

Número do
Situação Espécie Último Pgto. Início Cessação
Benefício

627.403.658-3 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.999,76 17/04/2019 07/05/2019


TRABALHO

622.600.874-5 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.755,48 18/04/2018 26/04/2018


TRABALHO

617.278.401-7 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.630,84 08/02/2017 24/05/2017


TRABALHO

612.546.192-4 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.317,28 20/11/2015 12/03/2016


TRABALHO
*Último Pgto: Refere-se ao valor atualizado da renda mensal inicial, reajustado pelos índices de correção monetária. Se a
espécie for Pensão Alimentícia, o valor deverá ser consultado no histórico de créditos.

Brasília, DF, 08/01/2021 LEONARDO JOSÉ ROLIM GUIMARÃES


Presidente do INSS

Você pode conferir a autenticidade do documento em


https://meu.inss.gov.br/central/#/aberto/autenticidade
com o código 2101088WE67E01

O INSS poderá rever a qualquer tempo as informações constantes desta declaração, conforme art. 19, § 3° do Decreto 3.048/99.

Num. 15199761 - Pág. 1


Num. 15199762 - Pág. 1
PROTOCOLO DE REQUERIMENTO

133164133
Data de Entrada do Requerimento: 23/11/2020 14:05 - Central de Serviços - Internet

COMPROVANTE DO PROTOCOLO DE REQUERIMENTO

Requerente
ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Serviço
Auxílio-Doença com Documento Médico

Unidade de Protocolo Protocolo realizado em

15001040 - AGÊNCIA DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL
PAULISTA/PE
23NOV 2020
SEGUNDA-FEIRA

Dados do Requerente
CPF: 431.945.404-91
Nascimento: 20/01/1964
Mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
E-mail: erichrcsouza@gmail.com
Telefone: (81) 3242-7444

Campos Adicionais
NB: 7087743849 NR: 30996741
protocoloGET: 133164133

Informações Adicionais
Serviço referente a solicitação de Antecipação do Auxílio-Doença, prevista na Lei 13.982, de 04 de abril de 2020 e disciplinada na Portaria
Conjunta nº 47, de 21 de agosto de 2020.

Se concedida, a Antecipação do Auxílio-Doença será paga por até 60 dias a partir da data de início do benefício, de acordo com o período de
afastamento informado no documento médico. Caso a incapacidade persista por período maior, solicite prorrogação da antecipação.

O valor da Antecipação do Auxílio-Doença fixado na referida lei é de R$ 1.045,00. Após reabertura das unidades de atendimento, as
antecipações serão revisadas e serão geradas as diferenças que possam existir, entre o valor pago e a Renda Mensal Inicial - RMI calculada
com base nas contribuições realizadas pelo beneficiário.
Conforme disposto na Lei 13.982, os requisitos para recebimento do benefício são:
I - ao cumprimento da carência exigida para a concessão do benefício de auxílio-doença; e
II - à apresentação de atestado médico, cujos requisitos e forma de análise serão estabelecidos em ato conjunto da Secretaria Especial de
Previdência e Trabalho do Ministério da Economia e do INSS.
Assim, para melhor compreensão seguem abaixo os requisitos para que o atestado seja considerado válido:
I - estar legível e sem rasuras;
II - conter a assinatura do profissional emitente e carimbo de identificação, com registro do respectivo Conselho de Classe ou Registro Único do
Ministério da Saúde (RMS);
III - conter as informações sobre a doença ou Código Internacional de Doenças (CID); e
IV - conter o período estimado de repouso necessário.
Caso discorde da decisão, é possível ainda, solicitar novo exame sem apresentação de atestado, que será encaminhado para realização de
perícia presencial.

Você pode conferir a autenticidade do documento em


https://meu.inss.gov.br/central/#/autenticidade com o código 210108R8Z8M110

Num. 15199763 - Pág. 1


Num. 15199763 - Pág. 2
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV PAN NORDESTINA, S/N, Km 4, Vila Popular, OLINDA - PE - CEP: 53010-210

4ª Vara Cível da Comarca de Olinda


Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990
AUTOR: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

REU: INSS - INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL


INTIMAÇÃO DE DESPACHO
Por ordem do(a) Exmo(a). Dr(a). Juiz(a) de Direito do 4ª Vara Cível da Comarca de Olinda, fica(m) a(s) parte(s)
AUTORA intimada(s) do inteiro teor do Despacho de ID 72935482 , conforme segue transcrito abaixo:
" DESPACHO Defiro o pedido de gratuidade da justiça, ante a declaração de insuficiência de recursos e os documentos
que acompanham a inicial (artigos 98 e 99, § 3º, do CPC). Trata-se de ação de estabelecimento de auxilio-doença
acidentário. Conforme restou pacificado pelo STF, nos autos do RE 631.240/MG (Repercussão Geral, Tema 350), “a
concessão de benefícios previdenciários depende de requerimento do interessado, não se caracterizando ameaça ou
lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou se excedido o prazo legal para sua análise”. No
caso em tela, observo que o autor protocolou seu requerimento junto ao INSS em 23/112020 (doc. Id 72399713), tendo
ajuizado a presente ação em 11/12/2020. Assim, vislumbrando a ausência de interesse de agir, determino a intimação
do autor para se manifestar sobre o presente despacho e requerer o que entender de direito, o que faço com esteio no
art. 10 do CPC. Prazo: 10 (dez) dias. Olinda, 23 de dezembro de 2020. Rafael Cavalcanti Lemos Juiz de Direito"
OLINDA, 4 de janeiro de 2021.
REBECA PESSOA RODRIGUEZ BELTRAO
Diretoria Cível do 1º Grau

Num. 15199508 - Pág. 1


PODER JUDICIÁRIO
ESTADO DE PERNAMBUCO
4ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE OLINDA

Processo nº 0017327-63.2020.8.17.2990

DESPACHO

Defiro o pedido de gratuidade da justiça, ante a declaração de insuficiência de recursos e os


documentos que acompanham a inicial (artigos 98 e 99, § 3º, do CPC).

Trata-se de ação de estabelecimento de auxilio-doença acidentário.

Conforme restou pacificado pelo STF, nos autos do RE 631.240/MG (Repercussão Geral, Tema 350), “a
concessão de benefícios previdenciários depende de requerimento do interessado, não se caracterizando
ameaça ou lesão a direito antes de sua apreciação e indeferimento pelo INSS, ou se excedido o prazo
legal para sua análise”.

No caso em tela, observo que o autor protocolou seu requerimento junto ao INSS em 23/112020 (doc. Id
72399713), tendo ajuizado a presente ação em 11/12/2020.

Assim, vislumbrando a ausência de interesse de agir, determino a intimação do autor para se


manifestar sobre o presente despacho e requerer o que entender de direito, o que faço com esteio no art. 10 do
CPC. Prazo: 10 (dez) dias.

Olinda, 23 de dezembro de 2020.

Rafael Cavalcanti Lemos


Juiz de Direito

Num. 15199507 - Pág. 1


EM PDF,

Num. 15199474 - Pág. 1


AO JUÍZO DA __ª VARA DE ACIDENTES DE TRABALHO DA COMARCA DE
OLINDA/PE.

ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA, brasileiro, casado,


bancário, inscrito no CPF sob o nº 431.945.404-91 e RG sob nº 2.117.301
SDS/PE, residente e domiciliado na Rua Vital Brasil, nº 104, Jardim Brasil,
Olinda/PE, CEP: 53230-390, por meio de seus advogados devidamente
constituídos e que abaixo subscreverem, conforme procuração em anexo, com
endereço profissional localizado na Rua Gonçalves Maia, n.º 207, Bairro Boa
Vista, Recife/PE – CEP 50070-545, onde deverá receber toda e qualquer
notificação, sob pena de nulidade do ato praticado, com fulcro na Lei nº 8.213/91
e demais diplomas legais que regulam a matéria, vem mui respeitosamente
perante Vossa Excelência, propor a presente propor a presente:

AÇÃO DE RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO DOENÇA ACIDENTÁRIO


(B91) C/C PEDIDO DE TUTELA DE URGÊNCIA

Em face do INSTITUTO NACIONAL DE SEGURO SOCIAL


(INSS), Autarquia Federal, que deverá ser citado na pessoa de seu
Representante Legal, pelos fatos e fundamentos jurídicos a seguir expostos:

I – DAS INTIMAÇÕES EXCLUSIVAS

Requer, que todas as intimações e notificações sejam publicadas


exclusivamente em nome dos patronos VIRAMI SILVA CAVALCANTI JUNIOR,
inscrito na OAB/PE nº 31.979, com fulcro nos artigos 269 e 274 do Novo CPC.

X1

Num. 15199475 - Pág. 1


Art. 269 - Intimação é o ato pelo qual se dá ciência a
alguém dos atos e dos termos do processo.

Art. 274 - Não dispondo a lei de outro modo, as


intimações serão feitas às partes, aos seus
representantes legais, aos advogados e aos demais
sujeitos do processo pelo correio ou, se presentes em
cartório, diretamente pelo escrivão ou chefe de
secretaria

II - DA AUTENTICAÇÃO

Os advogados que subscrevem a presente exordial declaram a


autenticidade dos documentos anexados em cópias simples, nos termos do
artigo 405 do Código de Processo Civil.

III - DO BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA

Pleiteia o Requerente que lhe seja deferido o benefício da assistência


judiciária gratuita, eis que, pobre na acepção jurídica do termo, não dispõe de
meios para custear a presente demanda sem prejuízo da própria sobrevivência.

Consoante dicção dos artigos 98 e 99 do Novo Código de Processo Civil


(Lei 13.105/15), basta a afirmação da parte de que não possui condições de
arcar com custas e honorários, sem prejuízo próprio e de sua família, na própria
petição inicial ou em seu pedido, a qualquer momento do processo, para a
concessão do benefício. Ou seja, em outros termos, em se apresentando o
pedido de gratuidade e se fazendo acompanhar tal de declaração de pobreza,
há incidência de presunção legal, considerando-se a boa-fé processual, a
respeito do artigo 5º do NCPC.

IV – DOS FATOS:

O Autor, admitido no Banco Itaú Unibanco S.A, para exercer o cargo


inicialmente de Escriturário, consoante se observa sua CTPS de número: 18953

X2

Num. 15199475 - Pág. 2


– série: 00019, no dia 18.10.1983, exercendo, atualmente, a função de Gerente
de contas.

Ocorre que, exerceu atividade laboral como bancário por mais de 35


anos e, conforme o setor bancário foi desenvolvendo de forma acelerada,
juntamente com a informatização, houve também o aumento da pressão por
parte dos gestores para o atingimento de metas inatingíveis, bem como o
desempenho de atividades repetitivas, mecanizadas e em jornada excessiva,
resultando em um ambiente propício ao surgimento de patologias que atingem a
saúde da Psique.

Assim, desde 2015 o obreiro luta contra doenças psíquicas, adquiridas


em ambiente ocupacional, sendo acompanhado desde então por médicos
especialistas em suas patologias, dentre eles psiquiatras, psicólogos e
neurologistas, fazendo uso constante de remédios direcionados ao tratamento
dessas doenças, conformes os laudos e exames médicos apresentados em
anexo.

Frise-se que as doenças provenientes das atividades laborativas


são confirmadas com a CAT nº 2015.445659.4/05 (Doc. 08), em que informa
a data do acidente no dia 08/09/2015.

Em razão do tratamento a que era submetido em sua agência e das


constantes ameaças de demissão que sofria, o autor, ao desempenhar as
funções que seu cargo exigia, passou a apresentar irritabilidade, desmotivação,
depressão, ideias negativas, insônia, extrema angústia, baixa autoestima, crises
de ansiedade e mudanças bruscas de humor, o que ocasionou-lhe muito
sofrimento com o passar dos anos.

Assim, o demandante tentou conciliar, por diversos anos, o tratamento


de suas patologias, com o desempenho de suas funções laborais, realizando
frequentes sessões de terapias e fazendo uso de medicamentos. Porém, tal
conciliação não resultou no desfecho promissor esperado, tendo em vista que
precisou afastar-se de seu trabalho devido à incapacidade para exercê-lo.

X3

Num. 15199475 - Pág. 3


O primeiro afastamento se deu pelo período de 20/11/2015 até
12/03/2016, ocasião em que recebeu o auxílio-doença por acidente de
trabalho B91, sob o NB 612.546.192-4.

Com a permanência de sua incapacidade laborativa, o Segurado


também recebeu o benefício acidentário em vários outros anos, quais
sejam 2017 (NB 617.278.401-7), 2018 (NB 622.600.874-5) e 2019 (NB
627.403.658-3).

Logo, observa-se que o próprio INSS já reconheceu diversas outras


vezes o direito da parte autora ao auxílio doença acidentário B91, em
virtude da mesma doença ocupacional que o acomete atualmente,
reconhecendo-se assim, o nexo de causalidade entre as patologias e suas
atividades laborais.

Tais doenças ocupacionais são corroboradas pelo laudo médico emitido


pelo médico psiquiatra, Dr. Lino Rivas, CREMEPE: 4159 / RQE 6723, em
23/11/2020 (Doc. 25), que informa algumas de suas patologias incapacitantes,
que tem como CID 10 F32.2 Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos
e CID 10 F43.2 Transtorno misto de ansiedade e depressão, recomendando seu
afastamento pelo período de 120 (cento e vinte) dias. Vejamos:

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Num. 15199475 - Pág. 4


Reitere-se, pois, que os acompanhamentos médicos são periódicos
devido a dosagem dos remédios que faz uso e frequentes sessões de terapia,
em razão de sua saúde em que resta prejudicada e debilitada, em que pesem
seus esforços e dedicação em progredir e obter sua melhora.

Desta forma, com a permanência de tais enfermidades, não lhe restou


outra alternativa senão buscar afastar-se de seu trabalho novamente, em razão
da exposição frequente ao agente causador do dano, requerendo ao INSS o
auxílio doença acidentário em virtude de suas doenças serem ocupacionais, no
dia 23/11/2020, sob o número de protocolo 133164133.

Nobre julgador, é de conhecimento geral que está havendo escassez de


perícia médica na Autarquia INSS devido à pandemia do Corona vírus, e que, as
que são realizadas de forma on-line, são munidas de negligência e desleixo. Isso
está levando tal entidade, em diversos casos, a conceder erroneamente o
benefício de auxílio doença previdenciário B31 (que, aos requerimentos
realizados até o dia 30/11/2020, está sendo antecipado no valor de R$ 1.045,00),
ao invés do auxílio doença acidentário B91, cujo valor corresponde a 91% da
última remuneração do segurado. Prova disso é o número crescente de ações
nesse sentido contra o INSS. Logo, não se pode dar credibilidade alguma a tal
ato administrativo.

Ademais, as pericias presenciais, além de estarem com grande lapso


temporal de espera para seu agendamento, não são efetuadas de forma objetiva
e aprofundada, limitando-se a apreciar de maneira superficial o periciado e a sua
documentação.

Ciente desse fato, o demandante acionou o judiciário, após ter pleiteado


o benefício nas vias administrativas, uma vez que está implícito o
indeferimento do benefício acidentário B91 pleiteado, tendo em vista que
essa atitude artificiosa da autarquia é reiterada neste momento de pandemia, e
que as patologias que o acometem são ocupacionais.

Tal instabilidade levou-o a propor a presente ação contra a Autarquia em


questão, para que lhe seja estabelecido o benefício decorrente de acidente de
trabalho B91, tendo em vista que não pode se prejudicar pelos equívocos da

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Num. 15199475 - Pág. 5


Entidade e que está extremamente necessitado da concessão do auxílio, já que
encontra-se incapacitado de laborar e que foi demitido do banco onde
trabalhava.

A boa doutrina alerta que, uma vez reconhecida a verossimilhança da


alegação e o fundado receio de dano, é preferível “sacrificar o direito improvável,
em benefício do direito que se mostre mais verossímil (Ovídio A Baptista Pereira,
Curso de Direito Processual Civil, 3ª edição, Ed. Fabris, pág. 120)”.

Sem embargo, em nosso modo de pensar, o que melhor caracteriza o


interesse de agir em matéria previdenciária é que tem como pressuposto a
existência de lesão ou ameaça de lesão a direito, mais do que a ideia de
resistência à pretensão.

Conforme diretriz radicada na Constituição da República (CF/88, art. 5º,


inciso XXXV) e também na visão do Juiz Federal e Doutor em Direito
Previdenciário José Antônio Savaris, o que fundamentalmente caracteriza o
interesse de agir não é o indeferimento administrativo, mas a ocorrência
de lesão ou ameaça de lesão ao direito do particular.

Reitera-se que o requerente sempre desenvolveu suas atividades com


eficiência e de forma eficaz, dedicando-se severamente às suas funções.
Contudo, as condições de trabalho a que era submetido tornou inevitável o
surgimento de patologias psíquicas.

Importante trazer à baila que as patologias que acometem o demandante


reduziram sensivelmente sua capacidade às atividades que desenvolvia, sendo-
lhe devido o estabelecimento do benefício pleiteado, de espécie B91.

Desse modo, tendo em vista que o peticionário continua incapacitado para


exercer a sua atividade laborativa, bem como a grande probabilidade de agravar
irremediavelmente o quadro clínico ao retornar às suas atividades, não lhe restou
alternativa senão ajuizar a presente demanda.

Desta forma requer o estabelecimento do benefício previdenciário


que faz jus, qual seja o benefício auxílio-doença acidentário de espécie B-
91.

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Num. 15199475 - Pág. 6


Ora, Excelência, não pode o empregador atribuir ao empregado os riscos
da atividade empresarial, sob pena de ser suprimida a característica da
alteridade inerente ao contrato de emprego. Conforme, jurisprudência
contemporânea especializada é uníssona no sentido de que, havendo alta
médica pela Autarquia Previdenciária, independentemente de pendência de
processo judicial discutindo a necessidade de permanência do benefício, cabe
ao empregador, em face do retorno do emprego à atividade, deixá-lo a seu
dispor, retribuindo-lhe com o salário ajustado.

V - DA DOENÇA OCUPACIONAL DO AUTOR

É sabido que a profissão de bancário é uma das que mais geram


afastamentos previdenciários, constituem-se de atividades muito repetitivas,
desempenhadas em jornada excessiva, com constantes pressões para o
atingimento de metas abusivas, rebaixamento da autoestima e humilhações,
além de outras atividades externas extremamente prejudiciais à saúde psíquica
do trabalhador.

Conforme relata-se nos fatos, o autor exercia o cargo de Gerente de


Contas, com CTPS de número: 18953 – série: 00019, realizando diversas
atividades, nas quais era submetido a situações constrangedoras e
extremamente estressantes, ameaças de demissão, tratamento discriminatório
e vexatório, assédio moral e pressão constante por parte de seus gestores, além
de ter uma jornada excessiva, o que agravou ainda mais a sua patologia, estando
atualmente em tratamento.

Conforme os laudos em anexo o autor é acometido pelas doenças:

- CID 10 F32.2 Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos

- CID 10 F43.2 Transtorno misto de ansiedade e depressão

- CID 10 Z56.3 Ritmo de trabalho penoso

- CID 10 Y96 Circunstância relativa às condições de trabalho

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Num. 15199475 - Pág. 7


- CID 10 F41.0 Transtorno de pânico (ansiedade paroxística
episódica)

Logo, o Demandante é portador de patologias compatíveis com doença


ocupacional, as quais constam na Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho
do Ministério da Saúde, conforme a Lei n. 8.080/90, e da Previdência Social.
Grifos abaixo do sistema de doenças.

Desta feita, diante das patologias apresentadas em laudo, sendo elas


grifadas no quadro apresentado, conforme termos médicos apresentados,
entende-se que:

CID 10 F32.2 Episódio depressivo grave sem sintomas psicóticos:


Episódio depressivo onde vários dos sintomas são marcantes e angustiantes,
tipicamente a perda da autoestima e ideias de desvalia ou culpa. As ideias e os
atos suicidas são comuns e observa-se em geral uma série de sintomas
“somáticos”.

CID 10 F43.2 Transtorno misto de ansiedade e depressão: O


transtorno misto ansioso depressivo em si é definido “quando o sujeito apresenta
ao mesmo tempo sintomas ansiosos e sintomas depressivos, sem
predominância nítida de uns ou de outros, e sem que a intensidade de uns ou de
outros seja suficiente para justificar um diagnóstico isolado”, de acordo com o
Departamento.

Tendo em vista, a demonstração da natureza acidentária das


enfermidades incapacitantes, em que o excesso de trabalho e falta de recursos
estruturais e pessoais para responder as demandas laborais, foram devidamente
comprovadas através dos exames, laudos, atestados e receituários médico,

X8

Num. 15199475 - Pág. 8


acostados aos autos que, além de confirmarem o enquadramento das patologias
como “ocupacional”, enquadra-se como acidente de trabalho, impossibilitando
seu retorno as atividades laborais

Como se vê, imune a qualquer tipo de discussão o fato de que o


Demandante padece de enfermidade laborativa equiparada a acidente de
trabalho, conforme ficou estabelecido nos inúmeros laudos acostados ao
presente processo. Houve Comunicação de Decisão do INSS em seus
afastamentos anteriores, onde demonstra-se que a Autarquia previdenciária
concedeu o benefício de auxílio doença por acidente de trabalho (espécie
91) decorrente das mesmas patologias que o acometem atualmente,
estabelecendo-se assim o nexo de causalidade entre a doença do autor e
o trabalho realizado no banco ao longo dos anos de labor.

Logo, requer o reconhecimento do nexo causal da sua incapacidade


laboral com as atividades laborativas desenvolvidas, até enquanto
perdurar a sua incapacidade laboral, tendo em vista que, além de ter que
conviver o resto de sua vida com tais limitações, tem que arcar com os
custos de um tratamento adequado, para suas patologias psíquicas.

III - DO ACIDENTE DE TRABALHO

O acidente de trabalho ocorre em decorrência estrita com as atividades


laborativas desenvolvidas a serviço da empresa, com o segurado empregado,
trabalhador avulso, médico residente, bem como o segurado especial, no
exercício de suas atividades, provocando lesão corporal ou perturbação
funcional que cause a morte, a perda ou redução, temporária ou permanente, da
capacidade para o trabalho.

Portanto, é dever do empregador a emissão da CAT, Comunicação de


Acidente do Trabalho até o 1º (primeiro) dia útil seguinte ao da ocorrência e, em
caso de morte, de imediato, à autoridade competente, sob pena de multa variável
entre o limite mínimo e o limite máximo do salário-de-contribuição,
sucessivamente aumentada nas reincidências, aplicada e cobrada pela
Previdência Social (Lei 8.213/91, art. 22, caput).

X9

Num. 15199475 - Pág. 9


De se ponderar que a obrigação da emissão ocorre igualmente, mesmo
em caso de dúvida:

"A CAT deve ser emitida mesmo nos casos em que não
acarrete incapacidade laborativa para fins de registro e
não necessariamente para o afastamento do trabalho.
Segundo o artigo 336 do Decreto nº 3.048/99, "para fins
estatísticos e epidemiológicos, a empresa deverá
comunicar o acidente de que tratam os artigos 19, 20,
21 e 23 da Lei nº 8.213, de 1991". Dentre esses
acidentes, se encontram incluídas as doenças do
trabalho nas quais se enquadram as LER/DORT”.1

Também de forma supletiva, no caso de recusa do empregador em


cumprir com sua obrigação principal, negando-se a emitir a CAT, está também
poderá ser preenchida pelo próprio acidentado, seus dependentes, a entidade
sindical competente, o médico que o assistiu ou qualquer autoridade pública, não
prevalecendo nestes casos o prazo previsto no caput do artigo 22, § 2º da Lei
8.213/91.

Desta forma, encontra-se o autor, atualmente, sem condições de


laborar, e sem condições financeiras de se sustentar, tendo em vista que
encontra-se desempregado, pelo que requer o deferimento do pedido de
estabelecimento do benefício previdenciário de auxílio-doença por
acidente de trabalho (B91), ou, secundariamente, Auxílio Acidente, posto
que encontra-se com sequelas para o resto da sua vida habitual e de
trabalho.

VIII - DA PERÍCIA MÉDICA

Importante destacar que a parte autora, ao realizar exames


recentemente, teve sua patologia psíquicas, decorrentes do desempenho das
suas atividades laborais, identificadas pelo médico responsável, tendo em vista

1
IN Nº 98 INSS/DC, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2003 – DOU DE 10/12/2003.

X10

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a recomendação de um prazo de afastamento de 120 (cento e vinte) dias,
restando INAPTO para o labor. Vejamos:

Ocorre que, o art. 2º da Resolução 1.488/98 estabelece:

Art. 2º - Para o estabelecimento do nexo causal entre


os transtornos de saúde e as atividades do
trabalhador, além do exame clínico (físico e mental) e
os exames complementares, quando necessários,
deve o médico considerar:

X11

Num. 15199475 - Pág. 11


I - a história clínica e ocupacional, decisiva em
qualquer diagnóstico e/ou investigação de nexo
causal;

II - o estudo do local de trabalho;

III - o estudo da organização do trabalho;

IV - os dados epidemiológicos;

V - a literatura atualizada;

VI - a ocorrência de quadro clínico ou subclínico em


trabalhador exposto a condições agressivas;

VII - a identificação de riscos físicos, químicos,


biológicos, mecânicos, estressantes e outros;

VIII - o depoimento e a experiência dos trabalhadores;

IX - os conhecimentos e as práticas de outras


disciplinas e de seus profissionais sejam ou não da
área da saúde.

Neste curso, o art. 6º da suscitada resolução, elencam as atribuições do


Médico Perito de Instituições Previdenciárias:

Art. 6° - São atribuições e deveres do perito-médico de


instituições previdenciárias e seguradoras:

I - avaliar a capacidade de trabalho do segurado,


através do exame clínico, analisando documentos,
provas e laudos referentes ao caso;

II - subsidiar tecnicamente a decisão para a concessão de


benefícios;

X12

Num. 15199475 - Pág. 12


III - comunicar, por escrito, o resultado do exame médico-
pericial ao periciando, com a devida identificação do perito-
médico (CRM, nome e matrícula);

IV - orientar o periciando para tratamento quando


eventualmente não o estiver fazendo e encaminhá-lo para
reabilitação, quando necessária.

E mais, o art. 55 da Resolução CFM nº 2.056/2013 preceitua que é


fundamental, nos procedimentos periciais, a observância do princípio do visum
et repertum (ver e registrar), para que o laudo pericial seja objeto de análise
futura. Por todo o exposto, requer o reconhecimento dos laudos dos médicos
assistentes do autor os quais declaram a sua incapacidade para o trabalho.

Dessa forma, outro não poderia ser o resultado do pedido senão a


concessão do auxílio doença acidentário (espécie B91), visto que resta
provado conforme exames realizados que o demandante está acometido
das doenças, bem como tratam-se de patologias ocupacionais, não sendo
justo fazê-lo arcar com os equívocos da autarquia INSS, bem como
prejuízos causados pelo empregador em sua saúde.

VIII - DO ACIDENTE DE TRABALHO

Na hipótese dos autos, o Reclamante, em razão de doença ocupacional


equiparada a acidente do trabalho, encontra-se incapacitado para as atividades
laborais. Cumpre esclarecer que o art. 19, da lei 8.213/91, o art. 20, inciso I, e,
ainda, o art. 21, inciso I e IV, ao instruírem sobre acidentes de trabalho, dispõem
que:

Art. 19. Acidente do trabalho é o que ocorre pelo


exercício do trabalho a serviço da empresa ou pelo
exercício do trabalho dos segurados referidos no inciso VII
do art. 11 desta Lei, provocando lesão corporal ou
perturbação funcional que cause a morte ou a perda ou
redução, permanente ou temporária, da capacidade
para o trabalho.

X13

Num. 15199475 - Pág. 13


Art. 20. Consideram-se acidente do trabalho, nos termos
do artigo anterior, as seguintes entidades mórbidas:

I - doença profissional, assim entendida a produzida ou


desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a
determinada atividade e constante da respectiva
relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e da
Previdência Social;

Art. 21. Equiparam-se também ao acidente do trabalho,


para efeitos desta Lei:

I - o acidente ligado ao trabalho que, embora não tenha


sido a causa única, haja contribuído diretamente para a
morte do segurado, para redução ou perda da sua
capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija
atenção médica para a sua recuperação; (Grifamos)”

A LC 150 de 2015 acrescentou à suscitada Lei nº. 8.213/91, o art. 21-A,


este com a seguinte redação:

Artigo 21-A. A perícia médica do Instituto Nacional do


Seguro Social (INSS) considerará caracterizada a
natureza acidentária da incapacidade quando
constatar ocorrência de nexo técnico epidemiológico
entre o trabalho e o agravo, decorrente da relação entre
a atividade da empresa ou do empregado doméstico e
a entidade mórbida motivadora da incapacidade
elencada na Classificação Internacional de Doenças
(CID), em conformidade com o que dispuser o
regulamento” (Grifamos).

O Decreto 6.042/2007, ao dispor sobre o Nexo Técnico Epidemiológico,


destaca que havendo nexo entre a patologia e os agentes de riscos listados nas
atividades econômicas das empresas, há de se enquadrar o benefício na espécie
acidentária. Observe-se o disposto no art. 337, §3º do Decreto 6.042/2007:

X14

Num. 15199475 - Pág. 14


Art. 337. O acidente do trabalho será caracterizado
tecnicamente pela perícia médica do INSS, mediante a
identificação do nexo entre o trabalho e o agravo.

(...)

§ 3o Considera-se estabelecido o nexo entre o trabalho


e o agravo quando se verificar nexo técnico
epidemiológico entre a atividade da empresa e a
entidade mórbida motivadora da incapacidade,
elencada na Classificação Internacional de Doenças
(CID) em conformidade com o disposto na Lista B do
Anexo II deste Regulamento.

§ 5o Reconhecidos pela perícia médica do INSS a


incapacidade para o trabalho e o nexo entre o trabalho e o
agravo, na forma do § 3o, serão devidas as prestações
acidentárias a que o beneficiário tenha direito” (Grifamos)

Inobstante, de acordo com o Manual de Perícias Médicas do INSS,


encontra-se definição sobre a perícia médica do INSS e prazos esperados de
agendamento:

5 – REALIZAÇÃO DO EXAME MÉDICO-PERICIAL

5.1 - O exame médico-pericial tem como finalidade a


avaliação laborativa do examinado, para fins de
enquadramento na situação legal pertinente, sendo
que o motivo mais frequente é a habilitação a um
benefício por incapacidade.

(...) omissis

5.3.5 – A anotação da profissão ou ocupação do


examinado deve ser feita de forma a caracterizar
adequadamente o tipo de atividade por ele exercido à
época do afastamento do trabalho. Devem ser evitadas

X15

Num. 15199475 - Pág. 15


expressões genéricas como "ajudante". Faz-se necessário
especificar: que tipo de ajudante, nunca usar expressões
vagas ou genéricas, como operário, servente, bancário,
comerciário. Procurar caracterizar a atividade específica,
tecelão, servente de serviços gerais, caixa de banco, vem
dedor balconista etc. No caso do segurado estar
desempregado, essa situação deverá ser anotada no local
indicado e merecerá do médico toda a atenção, visto
constituir problema social importante, muitas vezes
motivador exclusivo do requerimento do benefício. O perito
necessita investigar cuidadosamente o tipo de atividade, as
condições em que é exercida, se em pé, se sentado, se
exigindo prolongados e ou grandes esforços físicos,
atenção continuada, etc. As condições do ambiente em
que o trabalho é exercido podem, também, fornecer
subsídios importante à avaliação.

2 – PRAZOS PARA MARCAÇÃO E COMPARECIMENTO


A EXAME

2.1 – No exame inicial a marcação de exame e o


comparecimento do segurado/requerente deverá ser de
preferência imediato.

De acordo com a documentação dos autos, verifica-se que a parte


autora, bancária, exercia atividades causadoras de estresse e lesões, com
o mesmo histórico de CID’S ao longo dos períodos de afastamentos
previdenciários, uma vez que já reconhecido pelo INSS. Assim, se
consultado a lista B do anexo II do regulamento 6.042/2007, percebe-se o
cruzamento das informações (doenças e agentes de risco das atividades),
de forma que resta claro o nexo entre o labor e as patologias adquiridas,
devendo, então, ser concedido o benefício previdenciário requerido nesta
ação, qual seja o auxílio-doença acidentário, ou aposentadoria por
invalidez ou, ainda, auxílio-acidente.

IX - DO PEDIDO LIMINAR DE TUTELA DE URGÊNCIA – ART. 300 NCPC:

X16

Num. 15199475 - Pág. 16


O presente pedido de concessão do benefício de Auxílio Doença
comum por Acidente de Trabalho – (espécie B91) deve ser concedido
imediatamente, devido a constatação dos profissionais que o acompanham
considerem o Demandante INAPTO, pelo que requer, a concessão da tutela
de URGÊNCIA, uma vez que se encontram presentes os requisitos
autorizadores do pedido liminar e também o caráter alimentar da medida, uma
vez que, o autor precisa do benefício previdenciário para promover o seu
sustento e de sua família, já que não tem condições de trabalhar e encontra-se
em situação de desemprego.

Face ao caráter alimentar do benefício, resta comprovado o perigo


da demora, uma vez que, sem a concessão imediata do benefício
previdenciário (espécie B91) o autor não tem condições de sustentar a si e
a sua família, pois não possui nenhuma fonte de renda no momento, visto
que foi demitido do banco onde laborava, sem estar preparado para tal
dispensa.

O Livro V da Parte Geral do Código de Processo Civil trata da tutela


provisória. Tutela provisória agora será gênero do qual serão espécies a tutela
de urgência e a tutela de evidência (artigo 294, caput do CPC/2015).

A tutela provisória de urgência poderá ter natureza antecipada ou


cautelar e caráter antecedente ou incidental (artigo 294, parágrafo único do
CPC/2015).

Vejamos o disposto nos artigos 300 ao 302 do CPC/2015 que regulam


as disposições gerais relativas à tutela provisória de urgência, assim redigido:

“Art. 300. A tutela de urgência será concedida quando


houver elementos que evidenciem a probabilidade do
direito e o perigo de dano ou o risco ao resultado útil do
processo”.

Dois, portanto, são os requisitos para a concessão da tutela provisória


de urgência, abaixo apresentados:

X17

Num. 15199475 - Pág. 17


I - Da probabilidade do direito: como ficou perfeitamente demonstrado, o direito
do Autor é caracterizado pela demonstração inequívoca da
veracidade dos argumentos exordiais, uma vez que com as
provas documentais juntadas em anexo é possível
confirmar que todos os requisitos estão preenchidos, sendo
iminente a necessidade da obtenção da tutela, deve o
magistrado deferir antecipadamente o objeto postulado.

Está devidamente comprovado o nexo causal pois foi emitida a CAT


_ Comunicação de Acidente de trabalho, além de o INSS ter reconhecido o
nexo causal e concedido o benefício de auxílio-doença por acidente de
trabalho – B91 pela mesma doença, mais de uma vez.

Assim, conforme destaca a doutrina, não há razão lógica para aguardar


o desfecho do processo, quando diante de direito inequívoco:

“Se o fato constitutivo é incontroverso não há racionalidade


em obrigar o autor esperar o tempo necessário à produção
da provas dos fatos impeditivos, modificativos ou extintivos,
uma vez que o autor já se desincumbiu do ônus da prova e
a demora inerente à prova dos fatos, cuja prova incumbe
ao réu certamente o beneficia.” (MARINONI, Luiz
Guilherme. Tutela de Urgência e Tutela da Evidência.
Editora RT, 2017 Pp. 284)

II- Do perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo: trata-se de


benefício de caráter alimentar que garante a digna sobrevivência
do Autor.

a) O perigo de dano ou risco constata-se no fato de o autor estar acometido


de patologias e sem condições de trabalhar. Desta forma, o peticionário
necessita da concessão do benefício previdenciário de auxílio-doença por
acidente de trabalho (B91), visto que esta é uma questão alimentar de risco
para sobrevivência do autor e de sua família.

X18

Num. 15199475 - Pág. 18


O primeiro requisito – probabilidade – já foi muito bem analisado por
Cândido Rangel Dinamarco:

“Probabilidade é a situação decorrente da preponderância


dos motivos convergentes à aceitação de determinada
proposição, sobre os motivos divergentes. As afirmativas
pesando mais sobre o espírito da pessoa, o fato é provável;
pesando mais as negativas, ele é improvável (Malatesta).
A probabilidade, assim conceituada, é menos que a
certeza, porque lá os motivos divergentes não ficam
afastados, mas somente suplantados; e é mais que a
credibilidade, ou verossimilhança, pela qual na mente do
observador os motivos convergentes e os divergentes
comparecem em situação de equivalência e, se o espírito
não se anima a afirmar, também não ousa negar. O grau
dessa probabilidade será apreciado pelo juiz,
prudentemente e atento à gravidade da medida a
conceder”2

Ao primeiro requisito (probabilidade), deve, ainda, estar somado um


destes requisitos: perigo de dano ou o risco ao resultado útil do processo.

Inicialmente, faz-se necessário fazer a distinção entre risco e perigo.


Risco e perigo, embora possam parecer sinônimos, não se confundem. Risco é
a possibilidade de dano, enquanto perigo é a probabilidade de um dano ou
prejuízo. Assim, perigo é uma causa do risco. Dano nada mais é do que um mal,
prejuízo, ofensa material ou moral ao detentor de um bem juridicamente
protegido. Já o resultado útil do processo, segundo professado por Luiz
Guilherme Marinoni, “… somente pode ser o bem da vida que é devido ao autor,
e não a sentença acobertada pela coisa julgada material, que é própria da ação
principal”3.

A Reforma do Código de Processo Civil, 3ª ed. São Paulo: Malheiros, p. 145.


2

Antecipação de Tutela. São Paulo: Malheiros, p. 87


3

X19

Num. 15199475 - Pág. 19


In casu, muito embora, estejamos em sede de cognição sumária, há que
se levar em consideração que todos os laudos médicos constataram o nexo
causal entre a doença e as condições de trabalho do Autor, concluindo que se
encontravam presentes os requisitos para a concessão do auxílio-doença por
acidente de trabalho (espécie 91).

Atualmente, o Autor se encontra com sua saúde gravemente


comprometida com a doença profissional, em razão do acidente do trabalho:
comprometendo sua condição motora, sendo, inclusive, acompanhado por
médicos especialistas, portanto, sem condições de voltar a trabalhar, de forma
que requer a concessão da tutela requerida, qual seja o estabelecimento do
benefício auxílio-doença por acidente de trabalho.

X - DA TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA EM CASO DE NÃO


CONCESSÃO DE TUTELA DE EVIDÊNCIA

Conforme documentação anexada nos autos, os atestados médicos e


exames realizado pelo autor, demonstram, claramente, por meio de prova
inequívoca, a probabilidade do direito de receber seu benefício de auxílio
acidente com brevidade, elemento indispensável para concessão da tutela
provisória de urgência.

Nesse sentido, o perigo de dano ou risco ao resultado útil do


processo, se faz presente, tendo em vista que é conditio sin qua non, para seu
próprio sustento. Como consequência, proteção de seu salário, proveniente do
princípio da dignidade da pessoa humana, um dos pilares de nosso Estado
Democrático e Social de Direito, previsto em seu artigo 1º, inc. III da Constituição
Federal, mormente pelo fato de ser verba de natureza alimentar.

Em face ao princípio da dignidade da pessoa humana, previsto no art.


1º, inc. III da Constituição e do disposto no art. 5º da LICC, expressa que o juiz
deve atentar ao caráter social da norma, não há óbice para a concessão da tutela
provisória de urgência com base em eventual indício de irreversibilidade do
provimento.

X20

Num. 15199475 - Pág. 20


Assim, é cristalino o risco de ineficácia do provimento final da lide,
exatamente por estar a parte Autora desprovida de qualquer fonte de renda e,
por consequência, de manter a digna subsistência, o que já vem sendo
reconhecido em caráter liminar pelos tribunais:

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE


INSTRUMENTO. RESTABELECIMENTO
PREENCHIDOS. TUTELA PROVISÓRIA DE URGÊNCIA
DEFERIDA. Evidenciados nos autor a probabilidade do
direito e o perigo de dano, deve ser deferida a tutela de
urgência, determinando-se a imediata reimplantação do
benefício de auxílio-doença em favor da parte agravante.
(TRF4, AG 5072526-32.2017.4.04.0000, TURMA
REGIONAL SUPLEMENTAR DE SC, Relator CELSO
KIPPER, juntado aos autos em 28/05/2018).

AGRAVO DE INSTRUMENTO. ANTECIPAÇÃO DOS


EFEITOS DA TUTELA BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO.
DEMONSTRADOS OS REQUISITOS LEGAIS
NECESSÁRIOS Á CONCESSÃO DO BENEFÇIO.
TUTELA ANTECIPADA CONCEDIDA. 1. A tutela
antecipada, via de regra, deve ser concedida após a oitiva
da parte contrária. Contudo, a sua concessão inaudita
altera parte não é vedada em nosso ordenamento jurídico
e pode ser deferida nos casos em que o juiz verificar que
o prazo de resposta possa implicar em risco de
perecimento do direito invocado, como é a hipótese de
deferimento do direito invocado, como é a hipótese de
deferimento de benefício previdenciário do qual a parte
necessite para sobreviver. 2. A antecipação da tutela é
medida excepcional, pois realizada mediante cognição
sumária. Desta forma, a fim de evitar a ocorrência de
prejuízos à parte sofre antecipadamente os efeitos da
tutela, o Juízo deve buscar aplicar tal medida com
parcimônio, restringindo-a apenas àqueles casos em que

X21

Num. 15199475 - Pág. 21


se verifique a verossimilhança da alegação e a urgência da
medida, sob pena de dano irreparável ou de difícil
reparação. 3. O benefício previdenciário do auxílio-doença
é regido pelo art. 59 da Lei n. 8.213/91. Da leitura do
aludido artigo conclui-se que, para fazer jus ao benefício
pleiteado, deverá a parte autora satisfazer
cumulativamente os requisitos mencionados:
incapacidade e carência, quando for o caso; qualidade de
segurado e não ser portador da doença incapacitante ao
ingressar no RGP3. 4. Presente a verossimilhança nas
alegações autorais e não havendo nos autos
comprovação para prover sua própria subsistência,
restando evidenciada a presença do periculum in mora
no caso concreto (STJ, 1ª Turma, AgRG na MC 20209,
Rel. Min. NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, Dje
13.6.2014), a tutela antecipada deve ser concedida. 5.
Agravo de instrumento provido. O benefício do auxílio-
doença deverá ser concedido e mantido até o julgamento
de mérito pelo Juízo a quo (art. 60, § 3º e parágrafo único,
da Lei 8.213/91). (TRF2, Agravo de Instrumento
OOO1178-59.2018.4.02.0000, Relator(a):ROGERIO
TOBIAS DE CARVALHO, 2ª TURMA ESPECIALIZADA,
Julgado em 30/07/2018, Disponibilizado em: 02/08/2018).

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO.


INCAPACIDADE LABORAL, PARCIAL E PERMANENTE
DEMONSTRADA.POSSIBILIDADE DE REABILITAÇÃO.
AUXÍLIO-DOENÇA. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. MANUAL DE CÁLCULOS NA JUSTIÇA
FEDERAL. Lei n. 11.960/2009. INVERSÃO DO ÔNUS DE
SUCUMBÊNCIA. TUTELA ANTECIPADA.
IMPLANTAÇÃO IMEDIATA DO BENEFÍCIO. 1. Trata-se
de pedido de restabelecimento de auxílio-doença, com
conversão em aposentadoria por invalidez. 2. Laudo
médico pericial indica a existência de incapacidade

X22

Num. 15199475 - Pág. 22


laboral parcial e permanente, com restrição para a
atividade habitual. Auxílio-doença restabelecido. 3.
Inviável a concessão de aposentadoria por invalidez. 4.
Juros e correção monetária de acordo com os critério do
Manual de Orientação de total e permanente. 4. Juros e
correção monetária de acordo com os critérios do Manual
de Orientação de Procedimentos para os Cálculos na
Justiça Federal, naquilo que não conflitar como o disposto
na Lei n. 11.960/2009. 5. Inversão do ônus da
sucumbência. 6. Prestação de caráter alimentar.
Implantação imediata do benefício. Tutela antecipada
concedida. 7. Apelação da parte autora parcialmente
provida, para conceder o benefício previdenciário de
auxílio-doença. (TRF-3 AC: 00003703720174039999 SP,
Relator: DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO SÉTIMA
TURMA, Data de Publicação: e- DJF3 Judicial. DATA:
05/05/2017)

Portanto, é devida a imediata concessão do benefício pleiteado pelo


Autor, no qual requer a concessão da tutela provisória de urgência para que seja
concedido o auxílio em questão.

XI- DOS PEDIDOS

Requer em sede de DA TUTELA DE URGÊNCIA, que seja deferido o


seguinte:

1. Por todo o exposto, estando presentes os requisitos autorizadores


da tutela de urgência prevista no art. 300 e seguintes do NCPC,
REQUER a V.Exa. que seja reconhecido o nexo causal e concedido
de imediato o benefício de auxílio-doença por acidente de trabalho
– B91 em favor do autor, mantendo-o em benefício até o julgamento
final haja vista que se encontra incapacitado para exercer atividade
profissional, conforme Laudos Médicos apresentados em anexo e
que encontra-se desempregado.

X23

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2. Requer, que todas as intimações e notificações sejam publicadas
exclusivamente em nome dos patronos VIRAMI SILVA CAVALCANTI
JUNIOR, inscrito na OAB/PE nº 31.979, com fulcro nos artigos 269 e
274 do Novo CPC.

3. Citação do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), na pessoa de


seu representante legal, para, querendo, apresentar a defesa dentro do
prazo legal, sob pena de revelia e confissão;

4. Requer que seja concedido o benefício previdenciário de auxílio-


doença por acidente de trabalho (91), uma vez que o Autor se
encontra incapacitado para o trabalho, ou acaso não seja acolhido
o pedido principal que seja deferido o pedido sucessivo de auxílio-
acidente B94.

6. Diante da incapacidade de trabalhar do Autor, sendo doença que


necessita de tratamento, por ocasionar limitações para o dia a dia,
atestado por Laudos Médicos, requer a V.Exa. seja a Ré condenada a
conceder e pagar o auxílio-doença por acidente do trabalho 91,
reconhecendo o nexo causal, conforme se apurar no curso da demanda,
tudo acrescido do abono anual.

7. Produção de prova pericial, caso Vossa Excelência entenda


necessária, em consonância com o disposto no artigo 472 do CPC,
diante dos documentos elucidativos já apresentados em inicial,
consistente em exame médico, a ser realizado por perito habilitado por
este juízo e com especialidade – e conhecimento técnico suficiente (art.
156, p. 5, CPC) nas enfermidades do autor –
psiquiatras/psicólogos/neurologistas - a fim de atestar pela sua
incapacidade laborativa.

8. Sendo assim, requer seja a ação julgada totalmente procedente,


devendo a Ré ser condenada em custas, honorários periciais e
honorários advocatícios de 30% sobre o valor da condenação.

X24

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9. Protesta pela juntada posterior de documentos, juntada da procuração
no prazo legal;

10. Requer a intervenção do Ministério Público;

11. Requer a condenação da Ré no pagamento de juros e correção


monetária a incidir sobre o total da condenação, tendo a indenização por
base o salário de contribuição do dia em que foi constatada a doença
acidentária, e vigentes sobre este valor em todo o pedido e nas parcelas
vincendas.

12. Requer os benefícios da assistência judiciária gratuita por ser o autor


pobre na forma da lei.

13. Requer a V.Exa. seja o INSS compelido a apresentar em juízo, com


a maior brevidade possível, cópia integral do histórico de
benefícios concedidos ao Autor incluindo INFBEN e Laudo Médico
Pericial, esclarecendo o tipo de concessão, o período e o CID da
doença que embasou os benefícios.

Dá à causa o valor de R$ R$ 1.000,00 (mil reais).

Nestes termos,
Pede deferimento.

Recife, 10 de dezembro de 2020.

VIRAMI SILVA CAVALCANTI JUNIOR


OAB-PE 31.979

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INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL
10/12/2020 09:37:38

DECLARAÇÃO

Declaramos que CONSTA no Sistema Único de Benefícios, nesta data, a concessão do(s) seguinte(s) benefício(s)
que possuam como titular o CPF nº 431.945.404-91 pertencente a ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA:

Número do
Situação Espécie Último Pgto. Início Cessação
Benefício

627.403.658-3 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.999,76 17/04/2019 07/05/2019


TRABALHO

622.600.874-5 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.755,48 18/04/2018 26/04/2018


TRABALHO

617.278.401-7 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.630,84 08/02/2017 24/05/2017


TRABALHO

612.546.192-4 CESSADO AUXILIO-DOENCA POR ACIDENTE DE R$ 4.317,28 20/11/2015 12/03/2016


TRABALHO
*Último Pgto: Refere-se ao valor atualizado da renda mensal inicial, reajustado pelos índices de correção monetária. Se a
espécie for Pensão Alimentícia, o valor deverá ser consultado no histórico de créditos.

Brasília, DF, 10/12/2020 LEONARDO JOSÉ ROLIM GUIMARÃES


Presidente do INSS

Você pode conferir a autenticidade do documento em


https://meu.inss.gov.br/central/#/aberto/autenticidade
com o código 2012107USHPJ85

O INSS poderá rever a qualquer tempo as informações constantes desta declaração, conforme art. 19, § 3° do Decreto 3.048/99.

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INSS - INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL


Carta de Concessão / Memória de Cálculo do Benefício

10/12/2020 09:42:06

Nome: ERICH RIBEIRO C DE SOUZA

Nit: 1080568937-8
Aps: 15.0.01.050 - AGÊNCIA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL RECIFE - AFOGADOS

Número do Benefício: 612546192-4


Data de Concessão do Benefício: 18/01/2016

Comunicamos que lhe foi concedido AUXILIO P/INCAPACIDADE TEMPORARIA ACIDEN (91) número 612546192-4
requerido em 17/11/2015 com renda mensal de R$ 4.231,80, calculada conforme abaixo, com início de vigência a partir de
20/11/2015.

Quem pediu o pagamento do benefício em conta corrente ou poupança, deve olhar o extrato da conta. Quem não fez essa
opção, deve ir ao banco indicado abaixo, levando obrigatoriamente o documento de identificação usado para pedir o
benefício. Os próximos pagamentos serão realizados no 2º dia útil de cada mês.

Mantenha seus dados atualizados. Se precisar alterar nome, telefone, e-mail ou endereço, acesse o Meu INSS ou entre em
contrato pelo telefone 135.

Dados do Pagamento do Benefício

Órgão Pagador / Agência Bancária: 3208 / BRADESCO - DANTAS BARRETO-URE

Endereço: AV. DANTAS BARRETO, 1024 - SAO JOSE

Cálculo de Benefícios segundo a Lei 9876, de 29/11/1999

Seq. Data Salário Índice Sal. Corrigido Observação


001 10/2015 4.663,75 1,0077 4.699,66

002 09/2015 4.663,75 1,0128 4.723,62

003 08/2015 4.663,75 1,0153 4.735,43

004 07/2015 4.663,75 1,0212 4.762,90

005 06/2015 4.663,75 1,0291 4.799,57

006 05/2015 4.663,75 1,0393 4.847,09

007 04/2015 4.663,75 1,0466 4.881,50

008 03/2015 4.663,75 1,0624 4.955,22

009 02/2015 4.663,75 1,0748 5.012,70

010 01/2015 4.663,75 1,0907 5.086,88

011 12/2014 4.390,24 1,0974 4.818,25

012 11/2014 4.390,24 1,1033 4.843,78

013 10/2014 4.390,24 1,1075 4.862,19

014 09/2014 4.390,24 1,1129 4.886,02

015 08/2014 4.390,24 1,1149 4.894,81

016 07/2014 4.390,24 1,1163 4.901,17

017 06/2014 4.390,24 1,1192 4.913,92

018 05/2014 4.390,24 1,1259 4.943,40

Num. 15199504 - Pág. 1


019 04/2014 4.390,24 1,1347 4.981,96

020 03/2014 4.390,24 1,1440 5.022,81

021 02/2014 4.390,24 1,1514 5.054,96

022 01/2014 4.390,24 1,1586 5.086,80

023 12/2013 4.159,00 1,1670 4.853,57

024 11/2013 4.159,00 1,1733 4.879,78

025 10/2013 4.159,00 1,1804 4.909,54

026 09/2013 4.159,00 1,1836 4.922,80

027 08/2013 4.159,00 1,1855 4.930,68

028 07/2013 4.159,00 1,1840 4.924,27

029 06/2013 4.159,00 1,1873 4.938,05

030 05/2013 4.159,00 1,1914 4.955,34

031 04/2013 4.159,00 1,1985 4.984,57

032 03/2013 4.159,00 1,2056 5.014,48

033 02/2013 4.159,00 1,2119 5.040,56

034 01/2013 4.159,00 1,2231 5.086,93

035 12/2012 3.916,20 1,2321 4.825,40

036 11/2012 3.916,20 1,2388 4.851,46

037 10/2012 3.916,20 1,2476 4.885,90

038 09/2012 3.916,20 1,2554 4.916,69

039 08/2012 3.916,20 1,2611 4.938,81

040 07/2012 3.916,20 1,2665 4.960,05

041 06/2012 3.916,20 1,2698 4.972,95

042 05/2012 3.916,20 1,2768 5.000,30

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044 03/2012 3.916,20 1,2873 5.041,36

045 02/2012 3.916,20 1,2923 5.061,02

046 01/2012 3.916,20 1,2989 5.086,83

047 12/2011 3.691,74 1,3055 4.819,73

048 11/2011 3.691,74 1,3129 4.847,20

049 10/2011 3.691,74 1,3171 4.862,71

050 09/2011 3.691,74 1,3231 4.884,60

051 08/2011 3.691,74 1,3286 4.905,11

052 07/2011 3.691,74 1,3286 4.905,11

053 06/2011 3.689,66 1,3315 4.913,13

054 05/2011 3.689,66 1,3391 4.941,14

055 04/2011 3.689,66 1,3488 4.976,72

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058 01/2011 3.689,66 1,3778 5.083,96

Num. 15199504 - Pág. 2


059 12/2010 3.467,40 1,3861 4.806,37

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063 08/2010 3.467,40 1,4199 4.923,56

064 07/2010 3.467,40 1,4189 4.920,12

065 06/2010 3.467,40 1,4174 4.914,71

066 05/2010 3.416,54 1,4235 4.863,44

067 04/2010 3.416,54 1,4338 4.898,94

068 03/2010 3.416,54 1,4440 4.933,72

069 02/2010 3.416,54 1,4541 4.968,26

070 01/2010 3.416,54 1,4669 5.011,98

071 12/2009 3.218,90 1,4704 4.733,38

072 11/2009 3.218,90 1,4759 4.750,90

073 10/2009 3.218,90 1,4794 4.762,30

074 09/2009 3.218,90 1,4818 4.769,92

075 08/2009 3.218,90 1,4830 4.773,73

076 07/2009 3.218,90 1,4864 4.784,71

077 06/2009 3.218,90 1,4926 4.804,81

078 05/2009 3.218,90 1,5016 4.833,64

079 04/2009 3.218,90 1,5099 4.860,22

080 03/2009 3.218,90 1,5129 4.869,94

081 02/2009 3.218,90 1,5176 4.885,04

082 01/2009 3.038,99 1,5273 4.641,52

083 12/2008 3.038,99 1,5317 4.654,98

084 11/2008 3.038,99 1,5375 4.672,67

085 10/2008 3.038,99 1,5452 4.696,04

086 09/2008 3.038,99 1,5475 4.703,08

087 08/2008 3.038,99 1,5508 4.712,96

088 07/2008 3.038,99 1,5598 4.740,29

089 06/2008 3.038,99 1,5740 4.783,43

090 05/2008 3.038,99 1,5891 4.829,35

091 04/2008 3.038,99 1,5993 4.860,26

092 03/2008 3.038,99 1,6074 4.885,04

093 02/2008 2.894,28 1,6156 4.676,16

094 01/2008 2.894,28 1,6268 4.708,42

095 12/2007 2.894,28 1,6425 4.754,10

096 11/2007 2.894,28 1,6496 4.774,54

097 10/2007 2.894,28 1,6545 4.788,86

098 09/2007 2.894,28 1,6587 4.800,83

Num. 15199504 - Pág. 3


099 08/2007 2.894,28 1,6685 4.829,16

100 07/2007 2.894,28 1,6738 4.844,61

101 06/2007 2.894,28 1,6790 4.859,63

102 05/2007 2.894,28 1,6834 4.872,26

103 04/2007 2.894,28 1,6877 4.884,93

104 03/2007 2.801,82 1,6952 4.749,69

105 02/2007 2.801,82 1,7023 4.769,63

106 01/2007 2.801,82 1,7106 4.793,01

107 12/2006 2.801,82 1,7212 4.822,72

108 11/2006 2.801,82 1,7285 4.842,98

109 10/2006 2.801,82 1,7359 4.863,80

110 09/2006 2.801,82 1,7387 4.871,59

111 08/2006 2.801,82 1,7383 4.870,61

112 07/2006 2.801,56 1,7402 4.875,52

113 06/2006 2.801,56 1,7390 4.872,10

114 05/2006 2.801,56 1,7413 4.878,44

115 04/2006 2.801,56 1,7434 4.884,29

116 03/2006 2.668,15 1,7481 4.664,26

117 02/2006 2.668,15 1,7521 4.674,99

118 01/2006 2.668,15 1,7588 4.692,75

119 12/2005 2.668,15 1,7658 4.711,53

120 11/2005 2.668,15 1,7753 4.736,97

121 10/2005 2.668,15 1,7856 4.764,44

122 09/2005 2.668,15 1,7883 4.771,59

123 08/2005 2.668,15 1,7883 4.771,59

124 07/2005 2.668,15 1,7888 4.773,02

125 06/2005 2.668,15 1,7869 4.767,77

126 05/2005 2.668,15 1,7994 4.801,14

127 04/2005 2.508,72 1,8158 4.555,34

128 03/2005 2.508,72 1,8290 4.588,59

129 02/2005 2.508,72 1,8371 4.608,78

130 01/2005 2.508,72 1,8475 4.635,06

131 12/2004 2.508,72 1,8634 4.674,92

132 11/2004 2.508,72 1,8716 4.695,49

133 10/2004 2.508,72 1,8748 4.703,47

134 09/2004 2.508,72 1,8780 4.711,46

135 08/2004 2.508,72 1,8874 4.735,02

136 07/2004 2.508,72 1,9012 4.769,59

137 06/2004 2.508,72 1,9107 4.793,43

138 05/2004 2.508,72 1,9183 4.812,61

Num. 15199504 - Pág. 4


139 04/2004 2.400,00 1,9262 4.622,92

140 03/2004 2.400,00 1,9371 4.649,27

141 02/2004 2.400,00 1,9447 4.667,40

142 01/2004 2.400,00 1,9603 4.704,74

143 12/2003 1.869,34 1,9720 3.686,47 DESCONSIDERADO

144 11/2003 1.869,34 1,9815 3.704,17 DESCONSIDERADO

145 10/2003 1.869,34 1,9902 3.720,47 DESCONSIDERADO

146 09/2003 1.869,34 2,0111 3.759,53 DESCONSIDERADO

147 08/2003 1.869,34 2,0236 3.782,84 DESCONSIDERADO

148 07/2003 1.869,34 2,0195 3.775,27 DESCONSIDERADO

149 06/2003 1.869,34 2,0054 3.748,85 DESCONSIDERADO

150 05/2003 1.561,56 1,9920 3.110,63 DESCONSIDERADO

151 04/2003 1.561,56 2,0001 3.123,38 DESCONSIDERADO

152 03/2003 1.561,56 2,0333 3.175,23 DESCONSIDERADO

153 02/2003 1.561,56 2,0657 3.225,72 DESCONSIDERADO

154 01/2003 1.561,56 2,1105 3.295,72 DESCONSIDERADO

155 12/2002 1.561,56 2,1675 3.384,70 DESCONSIDERADO

156 11/2002 1.561,56 2,2940 3.582,37 DESCONSIDERADO

157 10/2002 1.561,56 2,3906 3.733,19 DESCONSIDERADO

158 09/2002 1.561,56 2,4537 3.831,74 DESCONSIDERADO

159 08/2002 1.561,56 2,5117 3.922,17 DESCONSIDERADO

160 07/2002 1.561,56 2,5631 4.002,58

161 06/2002 1.561,56 2,6077 4.072,22

162 05/2002 1.430,00 2,6367 3.770,53 DESCONSIDERADO

163 04/2002 1.430,00 2,6551 3.796,93 DESCONSIDERADO

164 03/2002 1.430,00 2,6581 3.801,10 DESCONSIDERADO

165 02/2002 1.430,00 2,6629 3.807,94 DESCONSIDERADO

166 01/2002 1.430,00 2,6679 3.815,18 DESCONSIDERADO

167 12/2001 1.430,00 2,6727 3.822,05 DESCONSIDERADO

168 11/2001 1.430,00 2,6930 3.851,10 DESCONSIDERADO

169 10/2001 1.430,00 2,7321 3.906,94 DESCONSIDERADO

170 09/2001 1.430,00 2,7425 3.921,78 DESCONSIDERADO

171 08/2001 1.430,00 2,7671 3.957,08 DESCONSIDERADO

172 07/2001 1.430,00 2,8120 4.021,18

173 06/2001 1.430,00 2,8530 4.079,89

174 05/2001 1.328,25 2,8656 3.806,27 DESCONSIDERADO

175 04/2001 1.328,25 2,8980 3.849,28 DESCONSIDERADO

176 03/2001 1.328,25 2,9211 3.880,07 DESCONSIDERADO

177 02/2001 1.328,25 2,9311 3.893,26 DESCONSIDERADO

178 01/2001 1.328,25 2,9454 3.912,34 DESCONSIDERADO

Num. 15199504 - Pág. 5


179 12/2000 1.328,25 2,9678 3.942,07 DESCONSIDERADO

180 11/2000 1.328,25 2,9794 3.957,45 DESCONSIDERADO

181 10/2000 1.328,25 2,9904 3.972,09 DESCONSIDERADO

182 09/2000 1.328,25 3,0111 3.999,50

183 08/2000 1.328,25 3,0659 4.072,29

184 07/2000 1.328,25 3,1352 4.164,32

185 06/2000 1.328,25 3,1643 4.203,05

186 05/2000 1.255,32 3,1855 3.998,89

187 04/2000 1.255,32 3,1896 4.004,09

188 03/2000 1.255,32 3,1954 4.011,30

189 02/2000 1.255,32 3,2015 4.018,92

190 01/2000 1.255,32 3,2341 4.059,91

191 12/1999 1.255,32 3,2739 4.109,85

192 11/1999 1.255,32 3,3567 4.213,83

193 10/1999 1.255,32 3,4202 4.293,47

194 09/1999 1.255,32 3,4704 4.356,58

195 08/1999 1.255,32 3,5208 4.419,75

196 07/1999 1.255,32 3,5768 4.490,03

197 06/1999 1.255,32 3,6132 4.535,83

198 05/1999 1.200,00 3,6132 4.335,94

199 04/1999 1.200,00 3,6143 4.337,24

200 03/1999 1.200,00 3,6859 4.423,12

201 02/1999 1.200,00 3,8495 4.619,50

202 01/1999 1.200,00 3,8938 4.672,63

203 12/1998 1.200,00 3,9320 4.718,42

204 11/1998 72,62 3,9320 285,54 DESCONSIDERADO

205 10/1998 1.081,50 3,9320 4.252,47

206 09/1998 1.081,50 3,9320 4.252,47

207 08/1998 1.081,50 3,9320 4.252,47

208 07/1998 1.081,50 3,9320 4.252,47

209 06/1998 1.081,50 3,9430 4.264,38

210 05/1998 1.031,87 3,9520 4.078,05

211 04/1998 1.031,87 3,9520 4.078,05

212 03/1998 1.031,87 3,9611 4.087,43

213 02/1998 1.031,87 3,9619 4.088,24

214 01/1998 1.031,87 3,9968 4.124,22

215 12/1997 1.031,87 4,0244 4.152,68

216 11/1997 1.031,87 4,0578 4.187,14

217 10/1997 1.031,87 4,0716 4.201,38

218 09/1997 1.031,87 4,0956 4.226,17

Num. 15199504 - Pág. 6


219 08/1997 1.031,87 4,0956 4.226,17

220 07/1997 1.031,87 4,0993 4.229,97

221 06/1997 1.031,87 4,1280 4.259,58

222 05/1997 957,56 4,1404 3.964,69 DESCONSIDERADO

223 04/1997 957,56 4,1648 3.988,08 DESCONSIDERADO

224 03/1997 957,56 4,2131 4.034,34

225 02/1997 957,56 4,2308 4.051,28

226 01/1997 957,56 4,2976 4.115,30

227 12/1996 957,56 4,3355 4.151,51

228 11/1996 957,56 4,3476 4.163,13

229 10/1996 957,56 4,3572 4.172,29

230 09/1996 957,56 4,3628 4.177,72

231 08/1996 957,56 4,3630 4.177,88

232 07/1996 957,56 4,4106 4.223,42

233 06/1996 957,56 4,4644 4.274,95

234 05/1996 957,56 4,5394 4.346,77

235 04/1996 832,66 4,5712 3.806,25 DESCONSIDERADO

236 03/1996 832,66 4,5844 3.817,29 DESCONSIDERADO

237 02/1996 832,66 4,6170 3.844,39 DESCONSIDERADO

238 01/1996 832,66 4,6844 3.900,52 DESCONSIDERADO

239 12/1995 832,66 4,7617 3.964,88 DESCONSIDERADO

240 11/1995 832,66 4,8336 4.024,75 LIMIT. AO TETO

241 10/1995 832,66 4,9012 4.081,10 LIMIT. AO TETO

242 09/1995 832,66 4,9586 4.128,85

243 08/1995 832,66 5,0092 4.170,96

244 07/1995 832,66 5,1324 4.273,57

245 06/1995 832,66 5,2258 4.351,34

246 05/1995 832,66 5,3601 4.463,18

247 04/1995 582,86 5,4630 3.184,19 DESCONSIDERADO

248 03/1995 582,86 5,5400 3.229,09 DESCONSIDERADO

249 02/1995 582,86 5,5949 3.261,06 DESCONSIDERADO

250 01/1995 582,86 5,6883 3.315,52 DESCONSIDERADO

251 12/1994 582,86 5,8129 3.388,13 DESCONSIDERADO

252 11/1994 582,86 6,0030 3.498,92 DESCONSIDERADO

253 10/1994 582,86 6,1146 3.564,00 DESCONSIDERADO

254 09/1994 582,86 6,2070 3.617,82 DESCONSIDERADO

255 08/1994 582,86 6,5459 3.815,35 DESCONSIDERADO

256 07/1994 582,86 6,9439 4.047,33

Num. 15199504 - Pág. 7


Fator Previdenciário = = 0,0000

onde,

Tc - Tempo de contribuição = 32 ano(s) 00 mes(es) 17 dia(s)


Es - Expectativa de Sobrevida = 0,0 ano(s)

Id - Idade = 0 ano(s)
a - Alíquota = 0,00

Salário de Benefício = média X fator previdenciário = 4.650,34

onde,
média - Média dos 80% maiores salários de contribuição = 948.669,97 / 204 = 4.650,34

y - Número de meses, após a Publicação da Lei = 192

Renda Mensal Inicial = Salário de Benefício X coeficiente = 4.231,80

onde, Coeficiente = 0.91


Cálculo de Benefícios segundo a Lei 9876, de 29/11/1999

Seq. Data Salário Índice Sal. Corrigido Observação


001 10/2015 4.663,75 1,0077 4.699,66

002 09/2015 4.663,75 1,0128 4.723,62

003 08/2015 4.663,75 1,0153 4.735,43

004 07/2015 4.663,75 1,0212 4.762,90

005 06/2015 4.663,75 1,0291 4.799,57

006 05/2015 4.663,75 1,0393 4.847,09

007 04/2015 4.663,75 1,0466 4.881,50

008 03/2015 4.663,75 1,0624 4.955,22

009 02/2015 4.663,75 1,0748 5.012,70

010 01/2015 4.663,75 1,0907 5.086,88

011 12/2014 4.390,24 1,0974 4.818,25

012 11/2014 4.390,24 1,1033 4.843,78

Fator Previdenciário = = 0,0000

onde,
Tc - Tempo de contribuição = 32 ano(s) 00 mes(es) 17 dia(s)

Es - Expectativa de Sobrevida = 0,0 ano(s)


Id - Idade = 0 ano(s)

a - Alíquota = 0,00

Num. 15199504 - Pág. 8


Salário de Benefício = média X fator previdenciário =
onde,
média - Média dos 80% maiores salários de contribuição = 58.166,60 / 12 = 4.847,21

y - Número de meses, após a Publicação da Lei = 192

Renda Mensal Inicial = Salário de Benefício X coeficiente = 4.231,80

onde, Coeficiente = 1.0

Após o saque do primeiro pagamento, do PIS/PASEP ou FGTS, não será mais possível renunciar ou reverter os
benefícios de aposentadoria (seja aposentadoria por idade, tempo de contribuição ou especial).

Você pode conferir a autenticidade do documento em


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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Seq. NIT Código Emp. Origem do Vínculo Data Início Data Fim Tipo Filiado no Vínculo Últ. Remun. Indicadores
1 108.05689.37-8 60.701.190/0338-86 ITAU UNIBANCO S.A. 18/10/1983 30/07/1986 Empregado 07/1986

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


10/1983 38.999,89 11/1983 93.749,91 12/1983 101.249,19
01/1984 95.220,18 02/1984 98.288,09 03/1984 164.956,84
04/1984 168.781,03 05/1984 173.421,26 06/1984 242.818,53
07/1984 164.703,60 08/1984 165.025,25 09/1984 274.585,36
10/1984 309.573,58 11/1984 302.153,16 12/1984 533.213,52
01/1985 316.580,59 02/1985 347.892,20 03/1985 526.779,31
04/1985 590.949,88 05/1985 580.764,73 06/1985 551.010,46
07/1985 704.585,44 08/1985 710.544,96 09/1985 950.854,39
10/1985 1.298.208,61 11/1985 1.810.302,00 12/1985 1.772.430,00
01/1986 2.263.002,00 02/1986 2.416.002,00 03/1986 1.710,00
04/1986 1.710,00 05/1986 1.710,00 06/1986 1.710,00
07/1986 1.652,99

Seq. NIT Código Emp. Origem do Vínculo Data Início Data Fim Tipo Filiado no Vínculo Últ. Remun. Indicadores
2 108.05689.37-8 47.200.324/0011-09 ITAUDATA ITAU INFORMATICA LTDA GRUPO ITAU 01/07/1986 31/12/1986 Empregado

Seq. NIT Código Emp. Origem do Vínculo Data Início Data Fim Tipo Filiado no Vínculo Últ. Remun. Indicadores
3 108.05689.37-8 60.701.190 ITAU UNIBANCO S.A. 01/01/1987 19/11/2020 Empregado 11/2020

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NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


01/1987 3.772,00 02/1987 4.526,00 03/1987 5.431,00
04/1987 11.900,99 05/1987 7.820,99 06/1987 12.783,99
07/1987 12.055,00 08/1987 12.103,99 09/1987 12.760,99
10/1987 13.358,99 11/1987 26.859,99 12/1987 26.233,99
01/1988 20.365,00 02/1988 21.267,00 03/1988 24.709,97
04/1988 41.342,98 05/1988 57.855,01 06/1988 71.977,03
07/1988 109.548,02 08/1988 97.722,98 09/1988 137.331,99
10/1988 204.161,04 11/1988 258.432,10 12/1988 411.237,93
01/1989 407,00 02/1989 459,00 03/1989 389,99
04/1989 447,99 05/1989 624,99 06/1989 957,00
07/1989 777,00 08/1989 1.391,00 09/1989 2.076,00
10/1989 3.057,00 11/1989 4.469,99 12/1989 12.521,99
01/1990 11.075,99 02/1990 20.202,84 03/1990 26.438,90
04/1990 40.169,96 05/1990 48.050,82 06/1990 62.540,84
07/1990 31.726,86 08/1990 38.025,84 09/1990 59.434,80
10/1990 161.527,37 11/1990 141.808,92 12/1990 251.676,16
01/1991 92.919,00 02/1991 125.442,20 03/1991 125.443,00
04/1991 137.149,20 05/1991 150.529,90 06/1991 308.512,60
07/1991 219.922,20 08/1991 229.795,80 09/1991 490.875,00
10/1991 543.148,20 11/1991 451.042,20 12/1991 793.157,40
01/1992 930.400,04 02/1992 1.432.127,87 03/1992 1.036.770,99

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NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


04/1992 1.123.118,15 05/1992 2.418.312,00 06/1992 3.813.308,00
07/1992 2.576.184,00 08/1992 2.751.835,00 09/1992 4.642.502,99
10/1992 5.626.250,96 11/1992 6.412.037,87 12/1992 12.593.582,43
01/1993 11.910.991,42 02/1993 10.629.999,46 03/1993 16.143.983,85
04/1993 20.339.996,75 05/1993 34.590.968,41 06/1993 54.970.975,05
07/1993 54.812.973,27 08/1993 58.850,99 09/1993 85.747,95
10/1993 191.065,92 11/1993 151.995,99 12/1993 434.104,89
01/1994 333.943,67 02/1994 445.187,75 03/1994 940,61
04/1994 932,70 05/1994 753,42 06/1994 1.094,40
07/1994 773,43 08/1994 967,24 09/1994 831,11
10/1994 1.268,75 11/1994 804,58 12/1994 1.695,96
01/1995 1.486,68 02/1995 1.151,15 03/1995 1.158,74
04/1995 1.436,14 05/1995 1.672,75 06/1995 1.663,37
07/1995 1.585,62 08/1995 1.725,87 09/1995 1.690,00
10/1995 1.931,87 11/1995 2.605,37 12/1995 1.842,12
01/1996 1.492,87 02/1996 1.629,75 03/1996 1.846,25
04/1996 1.724,12 05/1996 1.827,00 06/1996 1.785,36
07/1996 1.790,99 08/1996 1.774,25 09/1996 1.843,49
10/1996 3.273,25 11/1996 1.742,11 12/1996 1.766,49
01/1997 1.563,74 02/1997 1.645,75 03/1997 1.663,62
04/1997 1.686,37 05/1997 1.709,25 06/1997 1.798,37

O INSS poderá rever a qualquer tempo as informações constantes deste extrato, conforme art. 19, § 3° do Decreto 3.048/99.

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Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


07/1997 2.004,12 08/1997 2.692,74 09/1997 2.727,50
10/1997 2.674,74 11/1997 2.428,86 12/1997 3.476,61
01/1998 2.118,87 02/1998 2.167,37 03/1998 2.536,25
04/1998 2.324,75 05/1998 2.310,86 06/1998 2.394,49
07/1998 2.217,75 08/1998 2.201,86 09/1998 2.263,99
10/1998 1.946,62 11/1998 72,62 12/1998 3.371,37
01/1999 2.209,75 02/1999 2.065,44 03/1999 2.365,95
04/1999 2.274,06 05/1999 2.298,84 06/1999 2.186,26
07/1999 2.277,84 08/1999 2.370,90 09/1999 2.552,30
10/1999 3.304,13 11/1999 2.861,19 12/1999 2.662,94
01/2000 3.487,49 02/2000 2.450,25 03/2000 2.599,46
04/2000 2.539,46 05/2000 2.555,84 06/2000 2.573,25
07/2000 2.597,41 08/2000 2.677,00 09/2000 2.467,46
10/2000 2.257,81 11/2000 3.107,67 12/2000 3.914,61
01/2001 2.900,37 02/2001 2.567,53 03/2001 2.558,45
04/2001 2.485,74 05/2001 2.692,57 06/2001 2.636,04
07/2001 3.554,15 08/2001 2.743,42 09/2001 2.727,90
10/2001 2.639,49 11/2001 3.154,09 12/2001 2.823,38
01/2002 2.766,84 02/2002 2.953,36 03/2002 2.778,47
04/2002 2.760,65 05/2002 2.781,01 06/2002 2.757,93
07/2002 3.248,73 08/2002 3.153,14 09/2002 2.978,42

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


10/2002 2.986,38 11/2002 2.992,74 12/2002 3.110,05
01/2003 3.068,61 02/2003 3.475,88 03/2003 3.337,06
04/2003 3.090,15 05/2003 3.236,12 06/2003 3.103,15
07/2003 3.446,03 08/2003 3.147,55 09/2003 3.168,61
10/2003 3.973,73 11/2003 3.743,20 12/2003 3.826,83
01/2004 3.813,24 02/2004 4.616,53 03/2004 3.559,43
04/2004 3.609,59 05/2004 3.654,91 06/2004 3.665,64
07/2004 3.824,86 08/2004 4.140,86 09/2004 3.731,79
10/2004 4.102,34 11/2004 4.712,81 12/2004 3.976,10
01/2005 4.249,74 02/2005 5.186,10 03/2005 4.037,59
04/2005 4.381,25 05/2005 4.474,57 06/2005 4.124,94
07/2005 4.611,72 08/2005 4.481,51 09/2005 4.056,59
10/2005 4.470,16 11/2005 4.214,81 12/2005 4.240,50
01/2006 4.653,94 02/2006 4.461,77 03/2006 5.001,04
04/2006 4.451,22 05/2006 4.592,19 06/2006 4.412,43
07/2006 4.576,01 08/2006 4.863,88 09/2006 5.875,27
10/2006 4.740,21 11/2006 4.529,03 12/2006 4.312,54
01/2007 4.834,79 02/2007 4.497,64 03/2007 4.395,25
04/2007 4.527,94 05/2007 4.556,88 06/2007 4.393,35
07/2007 4.566,43 08/2007 4.514,37 09/2007 5.735,64
10/2007 5.001,45 11/2007 4.603,00 12/2007 4.609,66

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


01/2008 5.123,81 02/2008 4.999,32 03/2008 4.707,23
04/2008 4.787,33 05/2008 4.654,24 06/2008 4.589,68
07/2008 4.506,53 08/2008 4.427,74 09/2008 5.797,37
09/2008 498,76 IREM-ACD 10/2008 4.350,67 10/2008 498,76 IREM-ACD
11/2008 4.854,44 12/2008 4.812,80 01/2009 5.291,76
02/2009 4.818,12 03/2009 5.006,87 04/2009 4.668,17
05/2009 4.955,86 06/2009 4.822,82 07/2009 4.743,34
08/2009 4.590,23 09/2009 5.752,73 09/2009 477,87 IREM-ACD
10/2009 5.083,09 11/2009 4.873,03 12/2009 4.963,60
01/2010 5.732,22 02/2010 6.880,83 03/2010 4.865,65
04/2010 4.865,65 05/2010 4.865,65 06/2010 4.865,65
07/2010 6.283,61 08/2010 4.865,65 09/2010 4.865,65
09/2010 364,94 IREM-ACD 10/2010 5.230,59 11/2010 5.230,59
12/2010 5.230,59 01/2011 5.230,59 02/2011 5.230,59
03/2011 5.230,59 04/2011 5.230,59 05/2011 5.230,59
06/2011 5.230,59 07/2011 5.230,59 08/2011 5.230,59
09/2011 5.230,59 09/2011 470,76 IREM-ACD 10/2011 5.701,35
11/2011 5.701,35 12/2011 6.968,33 01/2012 5.701,35
02/2012 5.701,35 03/2012 5.701,35 04/2012 5.701,35
05/2012 5.701,35 06/2012 5.701,35 07/2012 5.701,35
08/2012 5.701,35 09/2012 5.701,35 09/2012 427,61 IREM-ACD

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


10/2012 6.128,96 11/2012 6.469,47 12/2012 7.150,47
01/2013 6.128,96 02/2013 6.128,96 03/2013 6.128,96
04/2013 6.128,96 05/2013 6.128,96 06/2013 6.128,96
07/2013 6.128,96 08/2013 6.194,14 09/2013 6.401,54
09/2013 504,16 IREM-ACD 10/2013 8.312,32 11/2013 7.235,46
12/2013 6.746,57 01/2014 6.968,60 02/2014 7.262,11
03/2014 6.863,88 04/2014 6.661,26 05/2014 7.208,85
06/2014 7.094,39 07/2014 7.274,29 08/2014 7.023,67
09/2014 6.652,69 09/2014 565,51 IREM-ACD 10/2014 9.561,60
11/2014 8.079,30 12/2014 7.416,01 01/2015 7.752,10
02/2015 7.411,12 03/2015 7.836,34 04/2015 7.774,63
05/2015 7.251,51 06/2015 7.183,43 07/2015 7.230,44
08/2015 7.227,02 09/2015 7.248,08 09/2015 802,58 IREM-ACD
10/2015 9.034,27 10/2015 802,58 IREM-ACD 11/2015 5.107,32
04/2016 12.575,60 05/2016 7.871,06 06/2016 7.922,24
07/2016 7.902,84 08/2016 7.916,31 09/2016 7.934,09
10/2016 8.578,14 10/2016 634,74 IREM-ACD 11/2016 10.479,89
12/2016 8.578,13 01/2017 8.532,18 02/2017 6.548,88
06/2017 10.238,62 07/2017 8.632,81 08/2017 8.824,19
09/2017 9.052,56 10/2017 9.002,95 11/2017 10.801,50
12/2017 8.823,62 01/2018 8.897,14 02/2018 8.834,37

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


03/2018 8.798,51 04/2018 5.153,77 05/2018 9.059,05
06/2018 9.643,52 07/2018 8.768,62 08/2018 8.766,83
09/2018 9.205,18 10/2018 9.267,07 11/2018 9.205,18
12/2018 9.205,18 01/2019 9.205,18 02/2019 9.213,34
03/2019 9.219,61 04/2019 4.939,56 05/2019 7.057,30
06/2019 9.205,18 07/2019 9.146,60 08/2019 9.205,18
09/2019 9.619,61 10/2019 9.627,33 11/2019 9.601,94
12/2019 9.601,94 01/2020 9.623,55 02/2020 10.595,42
03/2020 9.484,96 04/2020 9.601,94 05/2020 9.601,94
06/2020 9.601,94 07/2020 9.601,94 08/2020 10.255,98
09/2020 10.645,97 10/2020 10.645,97 11/2020 6.801,56

Seq. NIT Código Emp. Origem do Vínculo Data Início Data Fim Tipo Filiado no Vínculo Últ. Remun. Indicadores
4 108.05689.37-8 60.701.190/1345-69 ITAU UNIBANCO S.A. 01/10/1995 Empregado 12/1995

Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


10/1995 1.931,80 11/1995 2.605,34 12/1995 1.842,14

Seq. NIT Código Emp. Origem do Vínculo Data Início Data Fim Tipo Filiado no Vínculo Últ. Remun. Indicadores
5 108.05689.37-8 60.701.190/0338-86 ITAU UNIBANCO S.A. 01/04/1999 Empregado AEXT-VT

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

Relações Previdenciárias

Seq. NIT NB Origem do Vínculo Espécie Data Início Data Fim Situação
6 108.05689.37-8 6125461924 Benefício 91 - AUXILIO DOENCA POR ACIDENTE DO 20/11/2015 12/03/2016 CESSADO
TRABALHO

Seq. NIT NB Origem do Vínculo Espécie Data Início Data Fim Situação
7 108.05689.37-8 6172784017 Benefício 91 - AUXILIO DOENCA POR ACIDENTE DO 08/02/2017 24/05/2017 CESSADO
TRABALHO

Seq. NIT NB Origem do Vínculo Espécie Data Início Data Fim Situação
8 108.05689.37-8 6226008745 Benefício 91 - AUXILIO DOENCA POR ACIDENTE DO 18/04/2018 26/04/2018 CESSADO
TRABALHO
Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


04/2018 1.426,64

Seq. NIT NB Origem do Vínculo Espécie Data Início Data Fim Situação
9 108.05689.37-8 6274036583 Benefício 91 - AUXILIO DOENCA POR ACIDENTE DO 17/04/2019 07/05/2019 CESSADO
TRABALHO
Remunerações

Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores Competência Remuneração Indicadores


05/2019 2.333,22 05/2019 1.166,61

Legenda de Indicadores
Indicador Descrição Indicador Descrição
AEXT-VT Vínculo extemporâneo confirmado pelo INSS IREM-ACD Remuneração possui parcela de Acordo, Convenção ou
Dissídio Coletivo.

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Identificação do Filiado
NIT: 108.05689.37-8 CPF: 431.945.404-91 Nome: ERICH RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA
Data de nascimento: 20/01/1964 Nome da mãe: MARIA JOSE RIBEIRO CARNEIRO DE SOUZA

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