Você está na página 1de 1

Evitando o Homossexualismo

Como vimos, a evidência no sentido de que o homossexualismo é uma


condição aprendida e não genética, glandular ou fisiológica é bastante forte. Se isso
for verdade, o homossexualismo pode ser então evitado oferendo experiências de
aprendizado que estimulem a heterossexualidade. Isto não significa, naturalmente,
que podemos fazer uma conferência ou recomendar uma leitura e esperar que tais
coisas impeçam o homossexualismo. O aprendizado deve ter inicio no lar mesmo
antes da criança aprender a ler.
 Formação de ambientes domésticos sadios: Desde que a homossexualidade no
geral se desenvolve em lares que existem conflitos entre os pais e rejeição dos
filhos, o lar é onde deve iniciar-se a prevenção.
 Transmissão de dados corretos sobre o homossexualismo: É trágico observar a
condenação e horror com que tantos cristãos reagem ao homossexualismo.
Crescendo num ambiente assim, os jovens aprender a temer os homossexuais,
e a suprir quaisquer tendências “gays” em si mesmos em lugar de enfrenta-las.
A alternativa não é desenvolver atitudes liberais que negem a pecaminosidade
do ato homossexual. Por tanto a alternativa para as igrejas é ensinar o que a
bíblia diz sobre a sexualidade humana (inclusive a homossexualidade), o amor,
a amizade e o controle sexual.
 Desenvolvimento de autoconceitos sadios: O fracasso no amor ou do trabalho
pode deprimir tanto o homem, que ele se sente incapaz de manter um
relacionamento com uma mulher. E se ele sente-se inadequado ou pouco
masculino, ele pode buscar um relacionamento seguro onde não tenha de agir
como homem. Portanto as igrejas e lares podem ajudar os individuos a
formarem autoconceitos realistas e positivos e isto, por sua vez, pode contribuir
para a prevenção da homossexualidade.
Conclusão sobre homossexualismo: É impossível quantas pessoas,
inclusive cristãos lutam com impulsos homossexuais. Temendo a rejeição e por se
sentirem incompreendidos, tais indivíduos não tem coragem de admitir suas
tendências – algumas vezes até para si mesmas. Ao refletirem sozinhos a esse
respeito, essas pessoas lutam com sentimentos de culpa e autocondenação
descobrindo racionalizações para explicar ou perdoar seus pensamentos ou atos
sexuais. Pessoas assim podem ser ajudadas e a igreja pode ser um lugar de ajuda.