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LAUDO

NORMATIZAÇÃO DE ATERRAMENTO
EDIFICIO COLISSEU
OBRA DNIT 2018

RUMO ENGENHARIA LTDA

PORTO ALEGRE/RS
CNPJ: 01.041.641/0001-57

Realizado em abril de 2018.


ÍNDICE
SUMÁRIO

1. OBJETIVOS...............................................................................3

2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA...................................................4

3. DESCRIÇÃO DO LAUDO.............................................................5

4. SISTEMAS DE ATERRAMENTO...................................................7

5. MEDIÇÕES COM TERROMETRO...............................................18

6. CERTIFICAÇÃO E APARELHO.....................................................25

7. CONCLUÇÃO............................................................................27

8. ART.........................................................................................28

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1- OBJETIVO.

O presente Laudo Técnico foi elaborado para atender os seguintes objetivos:


( ) Atendimento de Notificação da DRT.

( ) Atendimento de Notificação da Procuradoria Geral do Trabalho.

( X ) Atendimento normatização de sistemas de aterramentos.

( X ) NBR 5410.

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2. – Identificação da Empresa:

IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

RAZÃO SOCIAL RUMO ENGENHARIA LTDA


ENDEREÇO: RUA DR. NILO PECANHA, 604-
VERANOPOLIS – CACHOEIRINHA RS –
CEP 94920-190
CEP: 94920-190
CNPJ: 01.041.641/0001-57
IE: 41.20-4-00

RAMO DE ATIVIDADE:
CONSTRUÇÃO DE EDIFICIOS

TIPO DE ATIVIDADE: Outras obras de engenharia civil não


especificadas anteriormente
CNAE: 41-20-4-00
GRAU DE RISCO: 3

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3 DESCRIÇÃO DO LAUDO
Descrever a sistemática a ser adotada nas atividades de aterramentos e suas
complementações e normativas.

Normas para um bom aterramento e os


tipos de aterramento

Para garantir um bom aterramento, é necessário seguir algumas normas específicas.


A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) possui uma norma que rege o campo de
instalações elétricas em baixa tensão. Essa norma é a NBR 5410, a qual, como todas as demais normas
da ABNT, possui subseções. As subseções: 6.3.3.1.1, 6.3.3.1.2, e 6.3.3.1.3 referem-se aos possíveis
sistemas de aterramento que podem ser feitos. Os três sistemas da NBR 5410 mais utilizados são:

A – Sistema TN-S:
O neutro é aterrado logo na saída do transformador e levado até a carga. Concomitantemente, outro
condutor – identificado como PE- é utilizado como fio terra, conectando-se à carcaça (massa) do
equipamento.

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B – Sistema TN-C:
O sistema TN-C é normalizado, porém não é aconselhável, já que o fio terra e o neutro são constituídos
pelo mesmo condutor. Após ser aterrado na terra, o neutro é ligado à massa do equipamento. Nesse
caso, a identificação é PEN.

C – Sistema TT:
Esse sistema é o mais eficiente de todos: O neutro é aterrado logo na saída e segue (como neutro) até
a carga (equipamento). A massa do equipamento é aterrada com uma haste própria, independente da
haste de aterramento do neutro.

Dicas práticas de procedimento


 Haste de aterramento: A haste de aterramento é geralmente feita de uma alma de aço
revestida de cobre. Seu comprimento pode variar de 1,5 a 4,0m, sendo que as de 2,5m são as
mais utilizadas por reduzirem o risco de atingirem dutos subterrâneos em sua instalação.

 O valor ideal para um aterramento de qualidade deve ser inferior ou igual a 5 ohms.
Dependendo da química do solo (quantidade de água, salinidade, alcalinidade, etc.), mais de
uma haste é necessária para chegarmos ao valor de 5 ohms.

Nesse caso, existem duas possibilidades: tratamento químico do solo (que será analisado mais
adiante), e o agrupamento de barras em paralelo. Uma boa regra para agruparem-se barras é a da
formação de polígonos.
Outra regra no agrupamento de barras é manter sempre à distância entre elas, o mais próximo
possível do comprimento de uma barra.

Siga as normas cabíveis e faça um aterramento de qualidade.

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5´. SISTEMAS DE ATERRAMENTO.

Os sistemas de aterramento podem atender cada uma das funções abaixo relacionadas:

ƒ O "Terra" ou Ponto Referência de Terra.

Todo sistema elétrico ou eletrônico deve ser referenciado à terra. Este tipo de
aterramento é chamado normalmente de "Terra". O ponto de "terra" neste caso, providencia uma
referência comum para os circuitos dos sistemas. Em muitos casos, o valor de resistência dos
pontos de referência é de pequena importância. Para estes pontos, a referência de terra irá
satisfazer apenas os requisitos funcionais. Estes sistemas são normalmente independentes não
requerendo interconexões com a terra, exceto quando necessário proporcionar segurança às
pessoas, não permitindo a presença de potenciais perigosos. Um exemplo típico é um terminal de
computador, onde o fio verde (terceiro pino da tomada) é o ponto de referência.

ƒ O aterramento de neutralização de um sistema de para-raios.

Normalmente o aterramento de um sistema de proteção contra descargas atmosféricas é


tratado como mencionado no item acima, mas na realidade ele é bem diferente. Na realidade este
"terra" deveria ser chamado de "sistema de neutralização de cargas", devido a natureza da
eletricidade atmosférica e ao mecanismo das descargas atmosféricas. As nuvens de tempestade
induzem na superfície do solo, uma sombra de cargas elétricas de igual, porem opostos potenciais.
Quando uma descarga elétrica atinge um ponto ou estrutura na terra, o canal ionizado (condutor
de eletricidade) então formado entre estes dois corpos (terra e nuvem), permitirá a equalização
das cargas opostas. Neste momento, toda a carga elétrica induzida pela nuvem de tempestade (na
superfície da terra, nas estruturas das edificações, nos sistemas elétricos e eletrônicos, e em tudo
que estiver abaixo da nuvem), deverá se mover em direção ao ponto de contato da descarga, e a
neutralização deverá ser processada em 20 microsegundos ou menos. Desta forma, os sistemas
elétricos, eletrônico, ou qualquer outra parte do local sob influência da nuvem, deverão ter um
caminho de baixa resistência e baixa impedância em direção ao ponto de contato de uma descarga
atmosférica. Desta forma, os requisitos de funcionamento de um aterramento de para-raios não
devem se restringir apenas nos baixos valores de resistência ôhmica (CC- Corrente Contínua), mas
também no caminho de baixa impedância.
ƒ O aterramento de interface com o solo. Deverá proporcionar um contato efetivo com o
solo ao redor. Isto é, quanto menor a resistência ôhmica entre os componentes do sistema e o
solo em volta, melhor, mais eficiente e seguro o aterramento será. Estes sistemas normalmente

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necessitam também de um ponto de referência à terra, uma capacidade de neutralização das
cargas elétricas induzidas pelas nuvens de tempestade e uma interface de baixa impedância com a
terra. Pelo exposto acima, e em particular no item 2, podemos entender a necessidade de critérios
ao se projetar e instalar um sistema de proteção contra as descargas atmosféricas. A interligação
dos diferentes aterramentos e condutores de descidas dos sistemas tem fundamental importância
para a efetividade e segurança desejada. Entretanto, alicerçadas na aleatoriedade de ocorrência
de raios e nos períodos longos que podem ocorrer entre um evento e outro, muitas empresas
prestadoras de serviços da área insistem em direcionar seus objetivos para alternativas de baixo
custo e confiabilidade duvidosa. Voltamos a afirmar, uma proteção efetiva não dispensa os
requisitos fundamentais: materiais de qualidade e apropriados para o uso e em quantidade
necessária a atender os conceitos da boa técnica e da evolução da tecnologia. Logicamente, os
custos estão diretamente relacionados a estes parâmetros, ou seja, recebemos pelo que pagamos.
Existem 4 itens de extrema importância em um sistema de aterramento:
ƒ Baixa indutância- conseguida com eletrodos ou hastes de aterramento de excelente
qualidade.
ƒ Baixa Impedância – conseguido com tratamento de solo, o que proporcionará boa
resistividade e consequentemente garantia de condutividade elétrica entre haste e solo.
ƒ Conectores que não permitam fuga de tensão.
ƒ E finalmente sistema de aterramento mantido sempre úmido, conseguido desde que
deixe- s uma maneira de receber água sempre que necessário. Os diversos tipos de sistemas de
aterramento devem ser realizados de modo garantir a melhor ligação com a terra. Os tipos
principais são:
ƒ Uma simples haste cravada no solo;
ƒ Hastes alinhadas;
ƒ Hastes em triângulo;
ƒ Hastes em quadrado;
ƒ Hastes em círculos;
ƒ Placas de material condutor enterradas no solo;
ƒ Fios ou cabos enterrados no solo, formando diversas configurações, tais como:
ƒ Estendido em vala comum;
ƒ Em cruz;
ƒ Em estrela;
ƒ Quadriculados, formando uma malha de terra. A haste de aterramento normalmente, é
feita de uma alma de aço revestida de cobre. Seu comprimento pode variar de 1,5 a 4,0m. As de
2,5m são as mais utilizadas, pois diminuem o risco de atingirem dutos subterrâneos em sua
instalação. O valor ideal para um bom aterramento deve ser menor ou igual a 5W. Dependendo da
química do solo (quantidade de água, salinidade, alcalinidade, etc.), mais de uma haste pode se
fazer necessária para nos aproximarmos desse valor. Caso isso ocorra, existem duas
possibilidades: tratamento químico do solo e o agrupamento de barras em paralelo. Uma boa

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regra para agruparem-se barras é a da formação de polígonos. A fig.5.1, mostra alguns passos.
Notem que, quanto maior o número de barras, mais próximo a um círculo ficamos. Outra regra no
agrupamento de barras é manter sempre a distância entre elas, o mais próximo possível do
comprimento de uma barra.

Fig. 5.1 – Agrupamento de barras em paralelo O tipo de sistema de aterramento a ser


adotado, depende da importância do sistema de energia elétrica envolvido, do local e do custo. O
sistema mais eficiente é, evidentemente, a malha de terra.

EQUIPOTENCIALIZAR

Definição: Equipotencializar significa deixar tudo no mesmo potencial.

Na prática: Equipotencializar significa minimizar a diferença de potencial para reduzir acidentes.

Em cada edificação deve ser realizada uma equipotencialização principal. Além disso, as massas

das instalações situadas em uma mesma edificação devem estar conectadas à equipotencialização

principal e, desta forma, a um único eletrodo de aterramento. Veja figuras 1 e 2.

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A equipotencialização funcional tem a função de equalizar o aterramento e garantir o bom
funcionamento dos circuitos de sinal e a compatibilidade eletromagnética.

CONDUTOR PARA EQUIPOTENCIALIZAÇÃO

Principal – deve possuir como comprimento mínimo a metade da seção do condutor de proteção

de maior seção e, de acordo com o material, no mínimo:

 6 mm2 (Cobre);

 16 mm2 (Alumínio);
 5 0mm2 (Aço).

Figura 1 – Equipotencialização

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Figura 2 – Linha de Aterramento e Equipotencial em Instalações.

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Figura 3 – Material para Equipotencializar

CONSIDERAÇÕES SOBRE EQUIPOTENCIAIS

Observe a figura 4, onde temos uma fonte geradora de alta tensão e ruídos de alta freqüência,

além de um sistema de medição de temperatura a 25 metros da sala de controle, onde


dependendo do acondicionamento dos sinais, podemos ter até 2,3 kV nos terminais de medição.

Conforme as condições de blindagem, aterramento e equalização tornam-se melhores, chega-se à

condição ideal para a medição.

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Figura 4 – Exemplo da importância do aterramento e equipotencialização e sua influência no sinal.

Em sistemas distribuídos, como o controle de processos industriais, onde se tem áreas

fisicamente distantes e com alimentação de diferentes fontes, a orientação é que se tenha o

sistema de aterramento em cada local e que sejam aplicadas as técnicas de controle de EMI em
cada percurso do encaminhamento de sinal, conforme representado na figura 1

IMPLICAÇÕES DE UM MAU ATERRAMENTO

As implicações causadas por um mau (ou mesmo inadequado) aterramento não se limitam apenas

aos aspectos de segurança. Os principais efeitos de um aterramento inadequado são choques

elétricos aos usuários por contato e resposta lenta (ou intermitente) dos sistemas de proteção

(fusíveis, disjuntores, etc).

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Outros problemas operacionais podem ter origem no aterramento deficiente:

 Falhas de comunicação;

 Drifts ou derivas, erros nas medições;

 Excesso de EMI gerado;

 Aquecimento anormal das etapas de potência (inversores, conversores) e motorização;

 Em caso de computadores, travamentos constantes;

 Queima de componentes eletrônicos sem razão aparente, mesmo sendo em

equipamentos novos e confiáveis;

 Intermitências.
O sistema de aterramento deve ser único e atender a diferentes finalidades:

 Controle de interferência eletromagnética, tanto interno ao sistema eletrônico

(acoplamento capacitivo, indutivo e por impedância comum) como externo ao sistema

(ambiente);

 Segurança operacional, sendo a carcaça dos equipamentos ligadas ao terra de proteção

e, dessa forma, qualquer sinal aterrado ou referenciado à carcaça ou ao painel, direta ou

indiretamente, fica automaticamente referenciado ao terra de distribuição de energia;

 Proteção contra raios, onde os condutores de descida do Sistema de Proteção contra

Descargas Atmosféricas (SPDA) devem ser conectados às estruturas metálicas (para

evitar centelhamento) e sistemas de eletrodos de terra interconectados com o terra de

energia e encanamentos metálicos, ficando o “terra dos circuitos” ligados ao “terra do


para-raios” (via estrutura ou sistema de eletrodos).

A consequência é que equipamentos com carcaças metálicas ficam expostos a ruído nos circuitos

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de aterramento (energia e raios).

Para atender aos requisitos de segurança, proteção contra raios e EMI, o sistema de aterramento

deveria ser um plano com impedância zero, onde teríamos a mistura de diferentes níveis de

corrente destes sistemas sem interferência. Esta seria a condição ideal, porém, na prática, não é
bem o que ocorre.

TIPOS DE ATERRAMENTO

Em termos da indústria de processos, podemos identificar alguns tipos de terras:

 “Terra sujo” : é o que está presente nas instalações tipicamente envolvendo o 127 VAC,

220 VAC, 480 VAC e que estão associadas a alto nível de comutação, tais como os CCMs,

iluminação, distribuição de energia ou qualquer fonte geradora de EMI. É comum que a

alimentação AC primária apresente picos e surtos, os chamados spikes, que degradam o

terra AC;

 “Terra limpo: é o que está presente em sistemas e circuitos DC, tipicamente 24 VDC,

alimentando PLCs, controladores, em sinais de aquisição e controle de dados, assim

como redes digitais;

 “Terra estrutural”: é o aterramento via estrutura e que força o sinal a 0 V. Tipicamente


tem a função de "gaiola de Faraday", funcionando como proteção a raios.

Obs: terra de “chassi” ou "carcaça" é usado como uma proteção contra choques elétricos.

Este tipo de terra não é um terra de "resistência zero" e seu potencial de terra pode variar.

No entanto, os circuitos são quase sempre ligados à terra para a prevenção de riscos de
choque.

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Aterramento, equipotencialização e a NBR 5410
Uma vez entendido o conceito e a diferença entre aterrar e equipotencializar, a NBR 5410:2004,
norma brasileira que rege as instalações elétricas de baixa tensão, prescreve a existência de:
Medida 1: uma “infra-estrutura de aterramento”, denominada “eletrodo de aterramento”, que
está em contato direto com a terra. Este eletrodo pode ser constituído pelas armaduras de
concreto das fundações; por fitas, barras ou cabos metálicos imersos no concreto das fundações;
por malhas metálicas enterradas; por hastes, tubos, chapas metálicas enterradas.
Medida 2: uma equipotencialização principal que reúne, em um ponto chamado de Barramento
de Equipotencialização Principal (BEP), entre outros, os seguintes elementos: armaduras de
concreto e outras estruturas metálicas, tubulações metálicas de água, esgoto, etc., dutos
metálicos de ar condicionado, condutos metálicos de linhas elétricas, condutor neutro da
concessionária, etc.
Medida 3: um condutor de aterramento que interliga o eletrodo de aterramento ao BEP. Note
que, com o uso deste condutor de aterramento, todas as massas e elementos condutores que
estão equipotencializados (no mesmo potencial entre si) por meio da Medida 2 anterior são agora
também colocados no mesmo potencial da terra obtido pela Medida 1.
Medida 4: a partir do BEP, exige-se o uso de “condutores de proteção” que interligam as massas e
os elementos condutores direta ou indiretamente ao BEP. Tais condutores de proteção, por força
do costume, ainda hoje são chamados de fios terra, embora tal denominação não exista
oficialmente.
Em resumo, a NBR 5410 busca fazer com que todas as massas e elementos condutores estejam no
mesmo potencial (equipotencialização) e que este potencial seja o mais próximo possível do
potencial da terra (via sistema de aterramento). Com estas medidas, preservam-se a vida e o
patrimônio.

Exemplo de aplicação de um sistema de aterramento e equipotencialização num edifício de apartamentos

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5. MEDIÇÕES COM TERROMETRO.

Sistema de aterramento com uma haste pequena, existente. Antes medições.


Medidas com terrometro antes do reforço com haste.
HASTE 1

COLOCAÇÃO HASTE LADO VOLUNTÁRIOS PONTO 1.

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HASTE PONTO 2.

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HASTE PONTO 2

DESLOCAMENTO DOS FIOS.

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ATERRAMENTO COM PONTO DE CAPTAÇÃO.

PONTOS DO TERROMETRO.

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Medição ACD Medição 4 ohms Medição 400 ohms

Medição em 40 ohms
Medições com reforço de duas hastes:

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Medição ACD Medição em 40 ohms Medição em 400 ohms

Medição em 4 ohms

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Tabela antes da parametrização:

ACD 40 OHMS 400 OHMS 4 OHMS

0,7 OL OL 750

MEDIÇÃO DEPOIS DA PARAMETRIZAÇÃO ENTRE AS HASTES.

ACD 40 OHMS 400 OHMS 4 OHMS

0 2,97 3 2

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6. CERTIFICAÇÃO E APARELHO.

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EQUIPAMENTO UTILIZADO NA MEDIÇÃO.

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7. CONCLUSÃO:

Pela norma NBR 5419, quanto mais perto do zero o resultado da medida do aterramento
melhor, mas o ideal sempre é zerar a medida no aterramento. Após as medições feitas com
terrometro, a condição do aterramento existente poderá ser utilizada, fazendo os reforços na
mesma. Após as medições com as hastes auxiliares, as condições do aterramento passaram a ter
boas condições em conjunto com o emparelhamento com outras hastes como dita a norma NBR
5410, NBR 54219, Norma internacional IEC 61024-1-2, ASE 4022, ANSI/IEEE STD 142 E BS 6651. O
barramento atual e conectores dos cabos, sugiro que sejam substituídos para dar maior
segurança ao sistema. Uma observação importante, o sistema atual abastece as antenas
instaladas e os oitos elevadores do condomínio, por isso também a necessidade reforço no
conjunto de haste. Com a carga anexa ao conjunto de equipamento utilizados pelo DNIT, que
gera entorno de 76 Kva, a necessidade de real do reforço já mencionado. Estas medições foram
feitas com equipamento terrometro Minipa modelo MTR-1530.

ART vinculada a este laudo: 9632477

_________________________________
Edney da Silva Monte

Engenheiro Auditor Perito


Engenheiro de Segurança
CREA-RS100222

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