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26/07/2020 TEC Concursos - Questões para concursos, provas, editais, simulados.

portugues orações ( https://www.tecconcursos.com.br/s/Q1EZI9 )

Português

Questão 1: CEBRASPE (CESPE) - AJP (PGE PE)/PGE PE/2019


Assunto: Orações subordinadas substantivas
A própria palavra “crise” é bem mais a expressão de um movimento do espírito que de um juízo fundado em argumentos extraídos da razão ou da experiência. Não há
período histórico que não tenha sido julgado, de uma parte ou de outra, como um período em crise. Ouvi falar de crise em todas as fases da minha vida: depois da
Primeira Guerra Mundial, durante o fascismo e o nazismo, durante a Segunda Guerra Mundial, no pós-guerra, bem como naqueles que foram chamados de anos de
chumbo. Sempre duvidei que o conceito de crise tivesse qualquer utilidade para definir uma sociedade ou uma época.

Que fique claro: não tenho nenhuma intenção de difamar ou condenar o passado para absolver o presente, nem de deplorar o presente para louvar os bons tempos
antigos. Desejo apenas ajudar a que se compreenda que todo juízo excessivamente resoluto nesse campo corre o risco de parecer leviano. Certamente, existem épocas
mais turbulentas e outras menos. Mas é difícil dizer se a maior turbulência depende de uma crise moral (de uma diminuição da crença em princípios fundamentais) ou de
outras causas, econômicas, sociais, políticas, culturais ou até mesmo biológicas.

Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais.


Trad. Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p. 160-1 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

Todo o trecho subsequente ao termo “difícil” funciona como complemento desse termo.

Certo
Errado
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Questão 2: CEBRASPE (CESPE) - AJ (STM)/STM/Apoio Especializado/Revisão de Texto/2018


Assunto: Orações subordinadas substantivas
Texto 6A4AAA

Todo escritor convive com um terror permanente: o doerro de revisão. O revisor é a pessoa mais importante na vida de quem escreve. Ele tem o poder de vida ou de
morte profissional sobre o autor. A inclusão ou a omissão de uma letra ou de uma vírgula no que sai impresso pode decidir se o autor vai ser entendido ou não, admirado
ou ridicularizado, consagrado ou processado. Todo texto tem, na verdade, dois autores: quem o escreveu e quem o revisou. Toda vez que manda um texto para ser
publicado, o autor se coloca nas mãos do revisor, esperando que seu parceiro não falhe.

Pode-se imaginar o que uma conspiração organizada, internacional, de revisores significaria para a nossa civilização. Os revisores só não dominam o mundo porque ainda
não se deram conta do poder que têm. Eles desestabilizariam qualquer regime com acentos indevidos e pontuações maliciosas, além de decretos oficiais inin
teligíveis.Grandes jornais seriam levados à falência por difamações involuntárias, exércitos inteiros seriam imobilizados por manuais de instrução militar sutilmente
alterados, gerações de estudantes seriam desencaminhadas por cartilhas ambíguas e fórmulas de química incompletas. E os efeitos de uma revisão subversiva na
instrução médica são terríveis demais para contemplar.

Luis Fernando Veríssimo. Cuidado com os revisores. In: VIP Exame, mar./1995, p. 36-7 (com adaptações).
Em relação às estruturas linguísticas e às ideias do texto 6A4AAA e aos múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o item seguinte.

A palavra “se” classifica-se como conjunção e introduz uma oração completiva.

Certo
Errado
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Questão 3: CEBRASPE (CESPE) - Diplomata/IRBr/2018


Assunto: Orações subordinadas substantivas
Texto IX

O gosto da maravilha e do mistério, quase inseparável da literatura de viagens na era dos grandes descobrimentos marítimos, ocupa espaço singularmente reduzido nos
escritos quinhentistas dos portugueses sobre o Novo Mundo. Ou porque a longa prática das navegações do Mar Oceano e o assíduo trato das terras e gentes estranhas já
tivessem amortecido neles a sensibilidade para o exótico, ou porque o fascínio do Oriente ainda absorvesse em demasia os seus cuidados sem deixar margem a maiores
surpresas, a verdade é que não os inquietam, aqui, os extraordinários portentos, nem a esperança deles. E o próprio sonho de riquezas fabulosas, que no resto do
hemisfério há de guiar tantas vezes os passos do conquistador europeu, é em seu caso constantemente cerceado por uma noção mais nítida, porventura, das limitações
humanas e terrenas. (...) Não está um pouco nesse caso o realismo comumente desencantado, voltado sobretudo para o particular e o concreto, que vemos predominar
entre nossos velhos cronistas portugueses? Desde Gandavo e, melhor, desde Pero Vaz de Caminha até, pelo menos, Frei Vicente do Salvador, é uma curiosidade
relativamente temperada, sujeita, em geral, à inspiração prosaicamente utilitária, o que dita as descrições e reflexões de tais autores. (...) Muito mais do que as
especulações ou os desvairados sonhos, é a experiência imediata o que tende a reger a noção do mundo desses escritores e marinheiros.

Sergio Buarque de Holanda. Visão do paraíso. São Paulo: Editora Brasiliense, 1998, p. 1 e 5.
A respeito dos aspectos linguísticos do texto IX, julgue (C ou E) o item que se segue.

No texto “é que” caracteriza-se como expressão expletiva, empregada para realçar o conteúdo “não os inquietam, aqui, os extraordinários portentos, nem a esperança
deles”.

Certo
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Questão 4: CEBRASPE (CESPE) - PEB (SEDF)/SEDF/Sociologia/2017

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26/07/2020 TEC Concursos - Questões para concursos, provas, editais, simulados.
Assunto: Orações subordinadas substantivas
Qualquer língua, escrita ou não, tem uma gramática que é complexa. Do ponto de vista naturalista, não faz sentido afirmar que há gramáticas melhores e gramáticas
piores. Não é certo, por exemplo, dizer que a gramática que produz Os meninos saíram
é melhor do que a que produz Os menino saiu
. Ambas as frases cumprem a sua
função, que é transmitir um certo conteúdo. São duas maneiras de chegar ao mesmo lugar. São duas gramáticas distintas, uma em que a pluralidade é marcada em
todos os termos da oração, outra em que o plural aparece marcado apenas no artigo.

Mas esses dois modos de falar não são avaliados socialmente da mesma maneira. O valor social de cada um deles é muito diferente. Aquele que fala Os menino saiu
sabe falar, diz a voz que define qual variedade está correta. Só que há línguas, como o inglês, em que o plural só ocorre em um dos termos: The tall boys left
(tradução
literal possível, desconsiderada a marca de plural:O alto meninos saiu ). É claro que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português, mas o nosso ponto é
que o plural só está em um lugar na oração do inglês e isso não recebe uma avaliação negativa. No português do dia a dia, é possível marcar o plural em apenas um dos
elementos, mas isso é avaliado negativamente.

Roberta Pires de Oliveira e Sandra Quarezemin. Gramáticas


na escola. Petrópolis: Vozes, 2016, p. 44 (com adaptações).
Em relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

A oração “que a gramática do inglês não é a mesma gramática do português” exerce a função de complemento do vocábulo “claro”.

Certo
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Questão 5: CEBRASPE (CESPE) - PEB (SEDF)/SEDF/Língua Portuguesa/2017


Assunto: Orações subordinadas substantivas
O aspecto da implantação do português no Brasil explica por que tivemos, de início, uma língua literária pautada pela do Portugal contemporâneo. A sociedade colonial
considerava-se um prolongamento da sociedade ultramarina. O seu ideal era reviver os padrões vigentes no reino.

Já para a língua popular as condições eram outras. A separação no espaço entre a população da colônia e a da metrópole favoreceu uma evolução linguística divergente.
Acresce que, com o encontro, em território americano, de sujeitos falantes de regiões diversas da mãe-pátria, cada um dos quais com o seu falar próprio, se realizou um
intercurso, intenso e em condições inéditas, de variantes dialetais, conducente a nova distribuição e planificação linguística. Mesmo sem insistir em tal ou qual ação
secundária das novas condições de vida física e social e de contato com os indígenas (e posteriormente com os africanos), é obvio que a língua popular brasileira tinha de
diferençar-se inelutavelmente da de Portugal, e, com o correr dos tempos, desenvolver um coloquialismo ou sermo cotidianus
seu.

Joaquim Mattoso Câmara Junior. A língua literária. In: Evanildo Bechara (org.). Estudo da
língua portuguesa: textos de apoio. Brasília: FUNAG, 2010, p. 292 (com adaptações).
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

O termo composto “a nova distribuição e planificação linguística” e a oração “que a língua popular brasileira tinha de diferençar-se inelutavelmente da de Portugal”
desempenham a mesma função sintática nos períodos em que ocorrem.

Certo
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Questão 6: CEBRASPE (CESPE) - AG (TCE-PE) /TCE-PE/Administração/2017


Assunto: Orações subordinadas substantivas
Atualmente, é inconcebível se pensar em administração pública sem controle ou fiscalização, na concepção mais ampla que se possa atribuir ao termo, sobretudo em um
estado democrático de direito, que tem seus principais pilares fincados na persecução do bem comum.

Inexistindo controle efetivo e fiscalização eficiente e não estando todos os entes públicos, bem como todos aqueles que recebem verbas públicas, sujeitos e submetidos à
aprovação de suas contas por um tribunal especializado, não há sociedade suficientemente protegida no que diz respeito aos crimes contra a administração pública.

A efetiva transparência do administrador público não se resume à publicidade dos gastos. É necessário que as suas contas sejam analisadas à luz da estrita legalidade,
visto que, enquanto o administrador privado pode fazer tudo o que não seja proibido em lei, o administrador público somente pode fazer aquilo que a lei expressamente
autorize.

Nesse contexto, dois desafios se apresentam para minimizar males que assombram os gestores públicos: permitir que as qualidades da gestão privada — eficiência e
baixo custo — sejam introduzidas no setor público e espantar o temor que tem paralisado a gestão pública ou lhe tem conferido uma lentidão incompatível com o mundo
moderno.

José Fernandes de Lemos. A importância do Tribunal de


Contas para a gestão pública. In: Revista TCE-PE, v. 18, p. 19-23, jun./2011 (com adaptações).
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue o item seguinte.

A oração “que as suas contas sejam analisadas à luz da estrita legalidade” exerce a função de complemento do adjetivo “necessário”.

Certo
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Questão 7: CEBRASPE (CESPE) - PRF/PRF/2019


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
A vida humana só viceja sob algum tipo de luz, de preferência a do sol, tão óbvia quanto essencial. Somos animais diurnos, por mais que boêmios da pá virada e
vampiros em geral discordem dessa afirmativa. Poucas vezes a gente pensa nisso, do mesmo jeito que devem ser poucas as pessoas que acordam se sentindo primatas,
mamíferos ou terráqueos, outros rótulos que nos cabem por força da natureza das coisas.

A humanidade continua se aperfeiçoando na arte de afastar as trevas noturnas de todo hábitat humano. Luz soa para muitos como sinônimo de civilização, e pode-se
observar do espaço o mapa das desigualdades econômicas mundiais desenhado na banda noturna do planeta. A parcela ocidental do hemisfério norte é, de longe, a mais
iluminada.

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Dispor de tanta luz assim, porém, tem um custo ambiental muito alto, avisam os cientistas. Nos humanos, o excesso de luz urbana que se infiltra no ambiente no qual
dormimos pode reduzir drasticamente os níveis de melatonina, que regula o nosso ciclo de sono-vigília.

Mesmo assim, sinto uma alegria quase infantil quando vejo se acenderem as luzes da cidade. E repito para mim mesmo a pergunta que me faço desde que me conheço
por gente: quem é o responsável por acender as luzes da cidade? O mais plausível é imaginar que essa tarefa caiba a sensores fotoelétricos espalhados pelos bairros.
Mas e antes dos sensores, como é que se fazia? Imagino que algum funcionário trepava na antena mais alta no topo do maior arranha-céu e, ao constatar a falência da
luz solar, acionava um interruptor, e a cidade toda se iluminava.

Não consigo pensar em um cargo público mais empolgante que o desse homem. Claro que o cargo, se existia, já foi extinto, e o homem da luz já deve ter se transferido
para o mundo das trevas eternas.

Reinaldo Moraes. “Luz! Mais luz”. Internet: <www.nexojornal.com.br> (com adaptações).


No que se refere aos sentidos e às construções linguísticas do texto precedente, julgue o item a seguir

A correção gramatical do texto seria mantida, mas seu sentido seria alterado, caso o trecho “que se infiltra no ambiente no qual dormimos” fosse isolado por vírgulas.

Certo
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Questão 8: CEBRASPE (CESPE) - PRF/PRF/2019


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
As atividades pertinentes ao trabalho relacionam-se intrinsecamente com a satisfação das necessidades dos seres humanos — alimentar-se, proteger-se do frio e do
calor, ter o que calçar etc. Estas colocam os homens em uma relação de dependência com a natureza, pois no mundo natural estão os elementos que serão utilizados
para atendê-las.

Se prestarmos atenção à nossa volta, perceberemos que quase tudo que vemos existe em razão de atividades do trabalho humano. Os processos de produção dos
objetos que nos cercam movimentam relações diversas entre os indivíduos, assim como a organização do trabalho alterou-se bastante entre diferentes sociedades e
momentos da história.

De acordo com o cientista social norte-americano Marshall Sahlins, nas sociedades tribais, o trabalho geralmente não tem a mesma concepção que vigora nas sociedades
industrializadas. Naquelas, o trabalho está integrado a outras dimensões da sociabilidade — festas, ritos, artes, mitos etc. —, não representando, assim, um mundo à
parte.

Nas sociedades tribais, o trabalho está em tudo, e praticamente todos trabalham. Sahlins propôs que tais sociedades fossem conhecidas como “sociedades de
abundância” ou “sociedades do lazer”, pelo fato de que nelas a satisfação das necessidades básicas sociais e materiais se dá plenamente.

Thiago de Mello. Trabalho. Internet: <educacao.globo.com> (com adaptações).


Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e das construções linguísticas do texto apresentado

No trecho “Os processos de produção dos objetos que nos cercam movimentam relações diversas entre os indivíduos", o sujeito da forma verbal “cercam” é “Os
processos de produção dos objetos”.

Certo
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Questão 9: CEBRASPE (CESPE) - AssP (PGE PE)/PGE PE/2019


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Passávamos férias na fazenda da Jureia, que ficava na região de lindas propriedades cafeeiras. Íamos de automóvel até Barra do Piraí, onde pegávamos um carro de boi.
Lembro-me do aboio do condutor, a pé, ao lado dos animais, com uma vara: “Xô, Marinheiro! Vâmu, Teimoso!”. Tenho ótimas recordações de lá e uma foto da qual
gosto muito, da minha infância, às gargalhadas, vestindo um macacão que minha própria mãe costurava, com bastante capricho. Ela fazia um para cada dia da semana,
assim, eu podia me esbaldar e me sujar à vontade, porque sempre teria um macacão limpo para usar no dia seguinte.

Jô Soares. O livro de Jô:


uma autobiografia desautorizada. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
Com relação aos aspectos linguísticos desse texto, julgue o item a seguir.

A retirada da vírgula empregada na linha 1 alteraria os sentidos originais do primeiro período do texto.

Certo
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Questão 10: CEBRASPE (CESPE) - AssJ (TJ AM)/TJ AM/"Sem Área"/2019


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Texto CB3A1-I

O maior desafio do Poder Judiciário no Brasil é tornar-se cada vez mais acessível às pessoas, até mesmo a quem não pode arcar com o custo financeiro de um processo.
De um modo amplo, o acesso à justiça significa a garantia de amparo aos direitos do cidadão por meio de uma ordem jurídica justa e, caso tais direitos sejam violados, a
possibilidade de ele buscar a devida reparação. Para tornar efetivo esse direito fundamental e popularizá-lo, foram feitas várias mudanças na lei ao longo dos anos. Esse
movimento de inclusão é conhecido como ondas renovatórias. Atualmente, já se fala no surgimento da quarta onda, que está relacionada aos avanços da tecnologia.

Na primeira onda renovatória, buscou-se superar as barreiras econômicas do acesso à justiça. No Brasil, as medidas para garantir a assistência judiciária a quem não
pode arcar com as custas de um processo ou ser assistido por um advogado particular foram efetivadas principalmente pela Lei n.º 1.060, de 1950, e pela criação da
Defensoria Pública da União, em 1994, que atende muitos segurados do INSS que têm de recorrer ao Poder Judiciário para conseguir um benefício.

A segunda onda renovatória enfrentou os desafios de tornar o processo judicial acessível a interesses coletivos, de grupos indeterminados, e não apenas limitado a ser
um instrumento de demandas individuais. Para assegurar a tutela dos direitos difusos, que dizem respeito à sociedade em geral, foram criados instrumentos para

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estimular a democracia participativa. Os principais avanços ocorreram com a entrada em vigor da Lei da Ação Civil Pública, em 1985, e do Código de Defesa do
Consumidor, em 1990, que, conjuntamente, formaram o microssistema processual para assegurar os interesses da população.

A terceira onda encorajou uma ampla variedade de reformas na estrutura e na organização dos tribunais, o que possibilitou a simplificação de procedimentos e,
consequentemente, do processo. Entendeu-se que cada tipo de conflito tem uma forma adequada de solução: a decisão final para uma controvérsia pode ser tomada por
um juiz, árbitro ou pelas próprias partes, com ou sem o auxílio de terceiros neutros, como mediadores e conciliadores.

Hoje, na quarta onda renovatória, a chamada revolução digital e suas mudanças rápidas aceleraram a engrenagem judicial. Esse processo de transição do analógico para
o digital não se resume apenas à virtualização dos tribunais com a chegada do processo eletrônico. As tecnologias da informação e comunicação oferecem infinitas
possibilidades para redesenhar o que se entende por justiça.

As plataformas digitais de solução de conflitos popularizaram serviços antes tidos como caros e pouco acessíveis. Hoje existe até a oferta de experiências de cortes online,
nas quais as pessoas têm acesso aos tribunais com um clique, sem sair de casa.

Mariana Faria. O que tecnologia tem a ver com acesso à justiça?


13/6/2018. Internet: <www.dacordo.com.br> (com adaptações).

Com relação aos aspectos linguísticos e aos sentidos do texto CB3A1-I, julgue o item a seguir.

A eliminação da vírgula empregada imediatamente após “difusos” não comprometeria a correção gramatical do texto, mas alteraria os seus sentidos originais.

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Questão 11: CEBRASPE (CESPE) - AJ (STM)/STM/Apoio Especializado/Análise de Sistemas/2018


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Texto CB1A1BBB

Esse rapaz que, em Deodoro, quis matar a ex-noiva e suicidou-se em seguida é um sintoma da revivescência de um sentimento que parecia ter morrido no coração dos
homens: o domínio sobre a mulher. Há outros casos. (...) Todos esses senhores parece que não sabem o que é a vontade dos outros. Eles se julgam com o direito de
impor o seu amor ou o seu desejo a quem não os quer. Não sei se se julgam muito diferentes dos ladrões à mão armada; mas o certo é que estes não nos arrebatam
senão o dinheiro, enquanto esses tais noivos assassinos querem tudo que há de mais sagrado em outro ente, de pistola na mão. O ladrão ainda nos deixa com vida, se
lhe passamos o dinheiro; os tais passionais, porém, nem estabelecem a alternativa: a bolsa ou a vida. Eles, não; matam logo.

Nós já tínhamos os maridos que matavam as esposas adúlteras; agora temos os noivos que matam as ex-noivas. De resto, semelhantes cidadãos são idiotas. É de se
supor que quem quer casar deseje que a sua futura mulher venha para o tálamo conjugal com a máxima liberdade, com a melhor boa- vontade, sem coação de espécie
alguma, com ardor até, com ânsia e grandes desejos; como é então que se castigam as moças que confessam não sentir mais pelos namorados amor ou coisa
equivalente?

Todas as considerações que se possam fazer tendentes a convencer os homens de que eles não têm sobre as mulheres domínio outro que não aquele que venha da
afeição não devem ser desprezadas. Esse obsoleto domínio à valentona, do homem sobre a mulher, é coisa tão horrorosa que enche de indignação.

Todos os experimentadores e observadores dos fatos morais têm mostrado a insanidade de generalizar a eternidade do amor. Pode existir, existe, mas excepcionalmente;
e exigi-la nas leis ou a cano de revólver é um absurdo tão grande como querer impedir que o Sol varie a hora do seu nascimento. Deixem as mulheres amar à vontade.
Não as matem, pelo amor de Deus.

Lima Barreto. Não as matem. In: Vida urbana. São Paulo: Brasiliense, 1963, p. 83-5 (com adaptações).
Com relação aos sentidos e aos aspectos gramaticais do texto CB1A1BBB, julgue o item que se segue.

Caso se isolasse por vírgulas o trecho “que, em Deodoro, quis matar a ex-noiva e suicidou-se em seguida”, seria pertinente inferir que o autor se referisse a um rapaz já
anteriormente mencionado, ou conhecido do interlocutor.

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Questão 12: CEBRASPE (CESPE) - Tec Min (MPE PI)/MPE PI/Administrativa/2018


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Eis que se inicia então uma das fases mais intensas na vida de Geraldo Viramundo: sua troca de correspondência com os estudantes, julgando estar a se corresponder
com sua amada. E eis que passo pela rama nesta fase de meu relato, já que me é impossível dar a exata medida do grau de maluquice que inspiraram tais cartas:
infelizmente se perderam e de nenhuma encontrei paradeiro, por maiores que tenham sido os meus esforços em rebuscar coleções, arquivos e alfarrábios em minha
terra. Sou forçado, pois, a limitar-me aos elementos de que disponho, encerrando em desventuras as aventuras de Viramundo em Ouro Preto, e dando viço às suas
peregrinações.

Fernando Sabino. O grande mentecapto. 62.ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2002.
Com referência aos sentidos do texto precedente e às estruturas linguísticas nele empregadas, julgue o item a seguir.

A oração “que inspiraram tais cartas” modifica o sentido apenas do termo “grau”.

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Questão 13: CEBRASPE (CESPE) - Tec Min (MPE PI)/MPE PI/Administrativa/2018


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Saiu a mais nova lista de coisas que devem ou não ser feitas, moda que parece ter contagiado o planeta. Desta vez, Arthur Frommer e Holly Hugues elencam os 500
locais que precisamos visitar antes que desapareçam (500 places to see before they disappear). O livro traz lugares naturais e históricos, de antigos centros de culto
a paisagens em vias de extinção, assim como tesouros culturais únicos, como o Fenway Park, de Boston, inaugurado em 1912: um dos últimos estádios norte-americanos
que mantêm sua construção original, diz o Atlanta Journal Constitution.

Revista da Semana, dez./2008 (com adaptações).


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26/07/2020 TEC Concursos - Questões para concursos, provas, editais, simulados.

Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado.

Os sentidos originais do texto seriam preservados caso se inserisse uma vírgula imediatamente após “norte-americanos”.

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Questão 14: CEBRASPE (CESPE) - ET (BNB)/BNB/Analista de Sistema/2018


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
O avião demorou a decolar, havia nevascas pela Europa, fui parar em Copenhague, perdi a conexão em Paris, me mandaram para Buenos Aires, mas gostei de chegar em
casa quase à meia-noite. O menino já estaria dormindo, e mesmo a Vanda logo iria para a cama. Estaria bicando um vinho, ou fechando as cortinas, ou tomando um
banho, ou em frente ao espelho, catando fios de cabelo branco, para mim era importante pegá-la desprevenida, queria ver com que gênero de surpresa me receberia.
Girei a chave, na sala havia uma árvore de Natal, a Vanda estava no quarto, do corredor ouvi sua voz. Devo ter aberto a porta com muito ímpeto, pois a babá, que estava
sentada na ponta da cama, se levantou num pulo. Mas o menino não se mexeu, continuou recostado na cabeceira com os olhos fitos na televisão.

Chico Buarque. Budapeste. São Paulo: Companhia das Letras, 2003 (com adaptações).
Julgue o item seguinte, relativo aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto precedente.

As vírgulas que isolam a oração “que estava sentada na ponta da cama” foram empregadas para dar ênfase às ideias do texto, por isso sua supressão não interferiria nos
sentidos originais do trecho.

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Questão 15: CEBRASPE (CESPE) - AJ TRF1/TRF 1/Judiciária/Oficial de Justiça Avaliador Federal/2017


Assunto: Orações subordinadas adjetivas
Texto CB1A2AAA

No direito brasileiro convencional, a relação entre a espécie humana e as demais espécies animais limita-se à tutela dos animais pelo poder público em função da sua
utilidade enquanto fauna brasileira intrínseca ao meio ambiente equilibrado. Alguns doutrinadores brasileiros inovadores defendem a existência de um direito animal, ou
seja, de direitos garantidos aos animais não humanos como sujeitos.

A Constituição de 1988 contém uma norma que protege os animais, independentemente de sua origem ou classificação. Porém, a proteção que lhes é garantida baseia-se
em um argumento puramente utilitarista: os animais são protegidos com a finalidade de garantir um hábitat saudável às atuais e futuras gerações humanas.

Desprovidos de valor próprio e de relevância jurídica no direito penal, os animais são tema de direito civil. Ainda são estudados na atualidade brasileira, sob a influência
do direito romano, como simples coisas semoventes, como se desprovidos fossem da capacidade de sentir dor ou apego. Em jurisprudência majoritária, são apenas
objetos que possuem a capacidade de se mover e que podem proporcionar lucros aos seus proprietários.

Nathalie Santos Caldeira Gomes. Ética e dignidade animal. Internet: <www.publicadireito.com.br> (com adaptações).

No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CB1A2AAA, julgue o item seguinte.

A oração “que protege os animais” delimita o sentido do termo “norma”.

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Questão 16: CEBRASPE (CESPE) - AJP (PGE PE)/PGE PE/2019


Assunto: Orações subordinadas adverbiais
A própria palavra “crise” é bem mais a expressão de um movimento do espírito que de um juízo fundado em argumentos extraídos da razão ou da experiência. Não há
período histórico que não tenha sido julgado, de uma parte ou de outra, como um período em crise. Ouvi falar de crise em todas as fases da minha vida: depois da
Primeira Guerra Mundial, durante o fascismo e o nazismo, durante a Segunda Guerra Mundial, no pós-guerra, bem como naqueles que foram chamados de anos de
chumbo. Sempre duvidei que o conceito de crise tivesse qualquer utilidade para definir uma sociedade ou uma época.

Que fique claro: não tenho nenhuma intenção de difamar ou condenar o passado para absolver o presente, nem de deplorar o presente para louvar os bons tempos
antigos. Desejo apenas ajudar a que se compreenda que todo juízo excessivamente resoluto nesse campo corre o risco de parecer leviano. Certamente, existem épocas
mais turbulentas e outras menos. Mas é difícil dizer se a maior turbulência depende de uma crise moral (de uma diminuição da crença em princípios fundamentais) ou de
outras causas, econômicas, sociais, políticas, culturais ou até mesmo biológicas.

Norberto Bobbio. Elogio da serenidade e outros escritos morais.


Trad. Marco Aurélio Nogueira. São Paulo: Editora UNESP, 2002, p. 160-1 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue.

No período em que se inserem, os trechos “para absolver o presente” e “para louvar os bons tempos antigos” exprimem finalidades.

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Questão 17: CEBRASPE (CESPE) - Ana GRS (SLU DF)/SLU DF/Administração/2019


Assunto: Orações subordinadas adverbiais
Texto CB1A1-III

Não faz muito tempo, fui assistir à ópera As Bodas de Fígaro, de Mozart. Aproximando-se o final do espetáculo, o personagem mais importante, Fígaro, faz um

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comentário cruel a respeito das mulheres. Na montagem que vi, o diretor de cena teve a ideia de acender as luzes da plateia durante o canto de Fígaro, que saiu do palco
e dirigiu-se aos homens presentes.

Logo atrás de mim, uma senhora furiosa levantou-se. Fez o sinal de “não” nas fuças do pobre cantor e retirou-se protestando em voz alta. Pensei que ela poderia ter
prestado mais atenção. O tema nuclear de As Bodas de Fígaro é atual: trata-se de desmascarar, denunciar e punir um poderoso aristocrata que é violento predador
sexual.

Aquela senhora furiosa revoltou-se antes do tempo e não viu a condenação do conde brutal. Tal suscetibilidade, decorrente da situação inferior em que, do modo mais
injusto, as mulheres são mantidas em nossas sociedades, é compreensível. Mas indignou-se cedo demais.
Indignação: eis o problema. Nunca tive simpatia por essa palavra. Pressupõe cólera e desprezo. Quando estamos sozinhos, a indignação nos embriaga como se fosse
uma droga. Arrebata a alma, enfurece as vísceras, dilata os pulmões e nos faz acreditar na veemência do nosso ódio. Viramos heróis justiceiros diante de nós mesmos.

A solidão indignada faz grandes discursos interiores contra aquilo que erigimos como inimigo. Serve para dar boa consciência. É um prazer solitário. Exaltados,
arquitetamos vinganças e reparações. Depois, o balão murcha, sobrando apenas nossa miserável impotência.

Ao se manifestar na presença de outra pessoa, ou de duas, ou em um pequeno grupo, a indignação leva ao descontrole. Nervosos, falamos alto e dizemos coisas que, na
calma, jamais pronunciaríamos. Porque não somos mais nós que falamos, mas algo que está em nós e que ocupou nosso corpo esvaziado de qualquer poder reflexivo: a
indignação.

Jorge Coli. A indignação enfurece as vísceras


e nos embriaga como se fosse droga. Internet: <www.folha.com.br> (com adaptações).
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-III, julgue o item subsecutivo.

A oração “não viu a condenação do conde brutal” exprime o motivo, a causa por que a senhora furiosa revoltou-se antes do tempo.

Certo
Errado
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Questão 18: CEBRASPE (CESPE) - TMCI (CGM J Pessoa)/Pref João Pessoa/2018


Assunto: Orações subordinadas adverbiais

Internet:<www.cgu.gov.br> (com adaptações).


Acerca das propriedades linguísticas do texto precedente, julgue o item subsequente.

No trecho “Tentar subornar o guarda para evitar multas”, a oração “para evitar multas” expressa a causa, o motivo que leva alguém a cometer suborno.

Certo
Errado
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Questão 19: CEBRASPE (CESPE) - Aud (CAGE RS)/SEFAZ RS/2018


Assunto: Orações subordinadas adverbiais
Texto 1A9AAA

Estas memórias ficariam injustificavelmente incompletas se nelas eu não narrasse, ainda que de modo breve, as andanças em que me tenho largado pelo mundo na
companhia de minha mulher e de meus fantasmas particulares. Desde criança fui possuído pelo demônio das viagens. Essa encantada curiosidade de conhecer alheias
terras e povos visitou-me repetidamente a mocidade e a idade madura. Mesmo agora, quando já diviso a brumosa porta da casa dos setenta, um convite à viagem tem
ainda o poder de incendiar-me a fantasia.

Na minha opinião, existem duas categorias principais de viajantes: os que viajam para fugir e os que viajam para buscar. Considero-me membro deste último grupo,

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embora em 1943, nauseado pelo ranço fascista de nosso Estado Novo, eu haja fugido com toda a família do Brasil para os Estados Unidos, onde permanecemos dois
anos.

O que pretendo fazer agora é apresentar ao leitor, por assim dizer, alguns diapositivos e filmes verbais dos lugares por onde passamos e das pessoas que encontramos,
tudo assim à maneira impressionista, e sem rigorosa ordem cronológica.

Usei como título deste capítulo, dedicado a minhas viagens, uma expressão popular que suponho de origem gauchesca: mundo velho sem porteira. Tenho-a ouvido desde
menino, da boca de velhos parentes e amigos, de tropeiros, peões de estância, índios vagos, gente da rua... Minha própria mãe empregava-a com frequência e
costumava pontuá-la com um fundo suspiro de queixa. As pessoas em geral pareciam usar essa frase para descrever um mundo que se lhes afigurava não só
incomensurável como também misterioso, absurdo, sem pé nem cabeça...

Parece a mim, entretanto, que na sua origem essa exclamação manifestava apenas a certeza popular de que Deus fizera o mundo sem nenhuma porteira a fim de que
nele não houvesse divisões e diferenças entre países e povos — gente rica e gente pobre, fartos e famintos, uns com terra demais, outros sem terra nenhuma. Em suma,
o que o Velho queria mesmo era um mundo que fosse de todo mundo. É neste sentido que desejo seja interpretada a frase que encabeça esta divisão do presente
volume.

Quem me lê poderá objetar que basta a gente passar os olhos pelo jornal desta manhã para verificar que o mundo nunca teve tantas e tão dramáticas porteiras como em
nossos dias... Mas que importa? Um dia as porteiras hão de cair, ou alguém as derrubará. “Para erguer outras ainda mais terríveis” — replicará o leitor cético. Ora, amigo,
precisamos ter na vida um mínimo de otimismo e esperança para poder ir até ao fim da picada. Você não concorda? Ô mundo velho sem porteira!

Erico Veríssimo. Solo de clarineta: memórias. Porto Alegre: Globo, v. 2, 1976, p. 57-58 (com adaptações).
Em relação ao trecho “ou alguém as derrubará” no texto 1A9AAA, a oração ‘Para erguer outras ainda mais terríveis’ transmite uma ideia de

a) conformidade.
b) condição.
c) causa.
d) proporção.
e) propósito.
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Questão 20: CEBRASPE (CESPE) - TJ (TRE PE)/TRE PE/Administrativa/"Sem Especialidade"/2017


Assunto: Orações subordinadas adverbiais
Texto CG3A1BBB

Competência é uma palavra polissêmica. Uma das razões da variabilidade de seu significado é a diversidade dos contextos e dos campos de conhecimento em que ela é
usada. Em 1986, o Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa apresentou o seguinte verbete para os usos correntes à época: Competência (do latim
competentia.) s. f. 1. Faculdade concedida por lei para um funcionário, juiz ou tribunal para apreciar e julgar certos pleitos ou questões. 2. Qualidade de quem é capaz de
apreciar e resolver certo assunto, fazer determinada coisa; capacidade, habilidade, aptidão, idoneidade. 3. Oposição, conflito, luta.

Os dois primeiros sentidos, transpostos para o mundo do trabalho, indicam que a palavra competência refere-se ou às atribuições do cargo ou à capacidade do
trabalhador de apreciar, resolver ou fazer alguma coisa.

Posteriormente, o Dicionário Houaiss atribuiu dez significados ao termo. Os sete primeiros são especificações ou derivações dos três sentidos já registrados no Novo
Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Os outros três sentidos são relacionados à gramática, à hidrografia, à linguística, à medicina e à psicologia.

Acompanhando essa tendência, a área educacional, em especial a da educação profissional, tem multiplicado os sentidos e usos da palavra competência. Por exemplo, ao
se discutir uma proposta educacional baseada em competências, é importante especificar o conceito de competência adotado e a forma como ele é utilizado para se
discutir o modelo pedagógico decorrente.

J. A. Külller e N. de F. Rodrigo. Metodologia de


desenvolvimento de competências. Rio de Janeiro: SENAC Nacional, 2014, p. 39 (com adaptações).
No texto CG3A1BBB, a oração “ao se discutir uma proposta educacional baseada em competências” exprime, no período em que ocorre, uma ideia de

a) finalidade.
b) conclusão.
c) causa.
d) consequência.
e) tempo.
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Gabarito
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8) Errado 9) Certo 10) Certo 11) Certo 12) Errado 13) Errado 14) Errado
15) Certo 16) Certo 17) Errado 18) Errado 19) E 20) E

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