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COLÉGIO ESTADUAL REGENTE FEÍJÓ.

Texto de apoio e Atividades de Geografia – Professor João Douglas - 2ª Ano


ALUNO _______________________________________ Nº _____
PAPEL DO ESTADO GESTOR nos modelos Capitalismo e Socialismo

No Capitalismo o ponto positivo se dá nas oportunidades de crescimento, acumulo de


riqueza e propriedade privada. O ponto negativo do capitalismo se pode explorar
grande parte da sociedade humana. Enfim, conhecemos e já estudamos o
Capitalismo, vamos conhecer um pouco as outros modelos econômicos alternativos.

No Socialismo enquanto as do socialismo pode - se ver a igualdade da


sociedade como desvantagem pode - se ver a falta de recursos por parte da
população. O socialismo corresponde à corrente de pensamento que surgiu no século
XIX, que confronta o liberalismo e o capitalismo, propõe uma configuração social e
econômica na qual os meios de produção privados não existem, são dirigidos pelo
estado. Dentro do sistema político-econômico socialista existem diferenças no regime,
algumas doutrinas rigorosas acreditam no poder centralizado do estado, outras no poder
descentralizado.

O Socialismo utópico, criado por Saint-Simon, imagina uma sociedade ideal, no


entanto, não informa as maneiras para alcançá-la. O Socialismo Científico, teoria
desenvolvida por Karl Marx e Friedrich Engels, baseada no materialismo histórico, está
voltado para a organização do proletário e para realização de uma revolução.

A China, desde o século XIX, era considerada “quintal do mundo”. Mao Tse-Tung
liderou uma revolução para desvinculá-la da exploração por parte de outras nações. A
partir do patriotismo o Partido Comunista Chinês elaborou uma linha autônoma de
socialismo, para desprender-se do vínculo com a União Soviética, o rompimento criou
uma rivalidade entre os dois países.

Enquanto a corrente socialista Marxista visava à tomada do poder dos trabalhadores


urbanos, a ideologia socialista chinesa focalizava-se no trabalhador rural.

Em Cuba o socialismo integrou-se no país como forma de reestruturação política, esse


vivia uma ditadura que foi abolida, logo se distanciou do EUA. CUBA adotou políticas
semelhantes às da União Soviética e Leste Europeu, a ilha viveu em função das
benesses da URSS, com o declínio soviético a partir de 1991, Cuba afundou em uma
interminável crise, sofrendo, inclusive, embargos econômicos. Atualmente, permite
atividades econômicas e empresas privadas, caminha para uma política de ditadura
militar socialista, e se aproxima para com a Social Democracia, onde o ESTADO, por
meio do Partido único Cubano, ainda Comunista, segue caminhos semelhantes a
CHINA, porém, pressionado e prejudicado por embargos econômicos do EUA. Este
ainda tenta por suas políticas imperialistas norte Americana a de transformar a ilha
cubana subordinada a seus interesses globais.

Por outro, Cuba, vivencia e absorve a qualidade e a proposta pelo desenvolvimento


social proposta desde 1959, voltada para saúde, educação e expectativa de vida, baixa
mortalidade infantil. A falta do desenvolvimento social e econômico integrado, de 1959
a 1991, fez volta as ruas a prostituição e as mazelas, como o fim da URSS e os
surgimento dos embargos econômicos dos EUA a crise econômica se agravou. Claro,
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que o modelo de desenvolvimento Cubano de subordinação plena a URSS até 1991 e


sua posição conservadora de Fidel Castro, trouxeram prejuízos ao desenvolvimento
econômico da ilha. Atualmente, as condições de desenvolvimento social são acima da
média, equiparadas a de países desenvolvidos, mas o desenvolvimento econômico da
ilha ainda é precário, mas apresenta evolução contínua... Porém com renda per capita de
países em desenvolvimento, melhorias ocorrem com a permissão de pequenas empresas
e expansão do comércio e turismo.

Cuba é forte aliada da China, da mesma forma o EUA, aproximou a Venezuela a China.

Caso CHINA – FAZ repensar o papel do ESTADO, neste país, É O GRANDE


GESTOR – governado pelo PARTIDO COMUNISTA CHINÊS

A economia de mercado socialista é o modelo econômico empregado pela República


Popular da China. É baseado em empresas estatais e uma economia de mercado, e teve
suas origens na política de Deng Xiaoping que chamou o seu sistema econômico de
socialismo com características chinesas. Este sistema substituiu, a partir de 1978 após
as reformas econômicas chinesas, a economia socialista clássica do tipo soviético.

Apesar de seu título formal, este sistema tem sido amplamente citado como uma forma
de capitalismo de Estado. Alguns o consideram como uma economia mista, outros o
consideram como capitalismo.

Semelhantes, embora muito menos extensas reformas foram realizadas no Vietnã


Socialista, onde o sistema econômico é chamado de economia de mercado de
orientação socialista, hoje osVietnãs estão unificados.

Na China, após o Grande Salto Adiante (1958-1961) e a destituição da Camarilha dos


quatro do poder, o presidente Deng Xiaoping estava disposto a considerar baseados no
mercado métodos de crescimento econômico, de modo a revitalizar a economia da
China e encontrar um sistema econômico específico compatível com as condições da
China, resultado a China Cresceu e vinha crescendo até este ano em média 7% a 10% ao
ano. Em 2020 ainda assim estimados são 3% de crescimento Econômico, a base de tudo
esteve na Reforma Agrária- trabalhador rural – produzir alimentos a todos, acabar com a
fome e propôs revolução Educacional – educação para todos... e abertura do mercado,
garantindo a compra do que faltava e produção para o mundo, com mão de obra barata,
produziam produtos de bens não duráveis e posteriormente para bens duráveis, a base da
produção da industria de Capital – energia, siderurgia, industrial da mineração e de infra
–estrutura, centros de pesquisa ficam sobre controle do ESTADO – é um modelo de
Socialismo REAL, onde se faz por força militar, logo temos controle de liberdade, e
baixa criminalidade, em geral criminosos são punidos com pena de morte. A China
aceita empresas multinacionais, mas somente em 22 ZEIS – Zonas Econômicas de
Interesse Sociais – altamente urbanizadas e modernas, grandes centros econômicos da
China, produzem para o mundo.
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AS ZEIS CHINESAS são diferentes da Zona Franca de MANAUS – BRASIL,


PERGUNTA É: O Brasil TÃO GRANDE TEM UMA SÓ Zona FRANCA... E a
CHINA 22.
“As empresas chinesas têm organização de trabalho baseada em uma gestão mais
técnica e menos participativa. Os chineses chamam essa política de no feelings.
Adotam uma política de produção de colaboradores, POUCO DIFERENTE das
fábricas sob influência da gestão japonesa (Toyotista). Os chineses introduziram a
produção de operadores. A produção de “colaboradores” modelo Toyota, não existe a
todos os trabalhadores. As empresas chinesas vêm desenvolvendo a “produção de
operadores” (operários que obtecem e não interagem (semelhante ao Fordismo
(fabricas da Ford). Eles não incentivam conversas, diálogos, o famoso “almoço” com o
chefe, funcionário do mês não existe, sem premiações. Já na Zona FRANCA DE
MANAUS - ZFM, se incentiva essa relação de colaboradores. Mas novas fabricas
chinesas chegam a cada ano na ZFM e mudam a rotina de trabalho...
As empresas Chinesas chegam ao Brasil, quer via ZFM – Zona Franca de Manaus,
quer em outros lugares do Brasil para montar produtos no Brasil, e vender aqui, assim,
90% das peças dos produtos montados no Brasil, são fabricadas na China, logo, ela
exporta, e Brasil importa e monta, o que se revelaram lucrativas aos chineses, pois
colocam no mercado brasileiro produtos mais baratos do que de outros países e até
mesmo mais baratos do que os produzidos por industrias do Brasil.
Enfim, desembarcam no Brasil também toda uma burocracia chinesa que vem
prospectar oportunidades de investimentos com Capital Chinês em diversas áreas de
produção no Brasil, como mineração, madeireira, piscicultura, frigoríficos (carne), silos
e montadoras de veículos, celulares, eletrônicos de marcas Chinesas.
Na esfera naval e logística o agronegócio no Sul da região amazônica e o comércio
com o Sul, em especial com PR, SC e RS azem estes estados crescerem mais do que
a média nacional. Resultado, a CHINA, neste século XXI tornou-se o principal
parceiro Comercial do BRASIL, superando o EUA e a UNIÃO EUROPEIA.
As fábricas são uma forma também de se adentrar na Amazônia pela via da ZFM e
colocá-la como objeto útil na rota econômica e geopolítica da China. A proposta mais
audaciosa da China para o Brasil e construir com capital Chinês uma estrada de ferro
esta ligaria a MAGALÓPOLE BRASILEIRA (Campinas, São Paulo, Santos e Rio de
Janeiro) e Sul do Brasil (agropecuário) a Bolívia e por meio da cidade portuária no
Peru ao Oceano Pacífico(navios) a China, o que encurta tempo de deslocamento
entre China e América do Sul (BRASIL).

Competitividade
A influência da CHINA pode impactar nas outras fábricas no Brasil e América do Sul.
Devido à concorrência, de algum modo as outras fábricas podem adotar o modelo
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chinês, assim como adotaram em outros tempos os modelo, fordista, japonês


(Toyotista) ou da Volvo (Volvismo ou Volvonismo da Suécia).

Certo é, o peso dos chineses no mundo pode fazer com que sua política de salários e
benefícios se torne nova régua para o mercado de trabalho local e global, afetando os
trabalhadores no mercado global e o Brasil de Norte a Sul, o modelo Chinês de
fabricação promove Divisão de Trabalho na fabrica, os que produzem e os que
pensam na produção e comercio.

Esse processo de competição faz com que outras empresas tenham de seguir certas
padronizações de preço, de salários para poderem competir com empresas Chinesas.
Por hora a mão de obra da China, Índia, e novos Tigres Asiáticos (Tailândia,
Indonésia, Vietnã) são atrativas para as multinacionais e empreendimentos Chineses,
mas já se aproximam do mundo desenvolvido, visto que estão em desenvolvimento,
mas a desproporção da hora trabalho de um Brasileiro Assalariado que é de R$ 4,57
para um trabalhador em Nova York (EUA) que em reais é de R$ 13,50, para as
remunerações de trabalhadores de empresas instaladas na China que em reais é de
R$ 2,00 (dois reais) promove algo de estranho e conflitante no mundo

O ESTADO, no mundo chinês, controla a sociedade e investimentos,, cerca de 50%


da população vive no campo e de trabalhos braçais, por outros grandes cidades com
política de Estado Centralizado no Socialismo de economia de mercado (aberta ao
mundo) se estabelecem. Uma nova forma de socialização de riquezas surge na China,
onde sabemos que existem desigualdades, mas com menor gravidade que a nossa.
Por outro o PCC- Partido Comunista Chinês, propõe ao mundo uma economia de
mercado ESTATAL, onde o ESTADO é O GRANDE GESTOR, e ao mesmo tempo
FISCALIZADOR da ORDEM e CONTROLE DOS LIMITES POLITICOS do cidadão...
com controle das libertinagens que maculam a sociedade Chinesa, não se admite a
violência, as drogas e impõe o respeito, combate-se a corrupção com pena de morte.
Se impõe o controle da sociedade, dos meios de produção essenciais (o necessário é
dado a todos, desde que trabalhe o mínimo), o Desejável ( o a mais que necessário)
conquiste com seu trabalho...

Por outro, a China permanece inserida no mundo Globalizado Capitalista, e mantém


internamente e está comprometida com o controle centralizado do ESTADO,
semelhante ao proposto por LENIN, na antiga URSS- União das Repúblicas Soviéticas-
com destaque para Rússia e Ucrânia. Fato é, com a Morte de LENIN, se põem fim ao
lenianismo para os trabalhadores, em especial urbanos da URSS e o modelo da URSS modifica-
se para proposto por STALIN, DITADURA COMUNISTA DE ESTADO. Na CHINA temos um
modelo semelhante ao do início da antiga URSS de LENIN, porém voltado aos trabalhadores
rurais, visto que precisava primeiro alimentar meio bilhão de chineses famintos, assim, se
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adotou as reformas agrária e educacional (todos na aula de aula), investiu em pesquisa e


tecnologia (se apropriou do conhecimento, mesmo com replicas) o que permitiu a novas
reformas com Planejamento e ações do ESTADO, enfim, este se tornou o GRANDE GESTOR.

Atualmente, em especial no século XXI, vemos a CHINA, em crescimento de evolução universal


(EXPANSÃO) impondo o seu modelo ao mundo, logo, podemos dizer que temos como modos
de produção do Capitalismo moderno, o FORDISMO, o TOYOTISMO, O VOLVONISMO e outros,
Vejo como novo o modelo produtivo ESTATAL CHINÊS, neste a população produtiva são
divididas em dois grupos, os colaboradores (pensadores, colaboradores para a revolução
técnico- científica, estes recebem o essencial e podem desejar algo a mais ofertado pelo
Capitalismo Social Chinês) e os da linha de produção (que não interagem e são mão de obra
barata, apenas produzem, são massas sob domínio e exploração, mas a eles é garantido o
essencial, o necessário a vida- educação, saúde, moradia, transporte, trabalho, renda,
alimentos ofertado pelo socialismo chinês).

O mundo para Competir com a China e o Leste Asiático (oriental – povos amarelos) precisou e
tem necessidade de evoluir, e seguir caminhos semelhantes, ou criar novo jeito de Governar,
quer nas empresas, quer nos Estados-países.

O mundo e a China, bem como os brasileiros, sabem que o ORIENTE (POVOS Amarelos e Índia)
apresenta grande mercado consumidor (50% da população mundial) com economias
emergentes (CHINA, Índia), e os Tigres Asiáticos (Indonésia, Coréia do Sul. Taiwan, Tailândia,
Vietnã, Cingapura, Malásia e até mesma a Coreia do Norte (Comunista de Ditadura profética),
através de cidades portuárias, como Macau (CHINA), e até mesmo por Seul (Coréia do Sul)
colocam (vendem) seus produtos e compram do mundo outros produtos, e crescem suas
economias em patamares maiores que a média nacional, adotam modelos de produção e
trabalho para além da média global, e com rendas inferiores. Com destaque a Coréia do Sul,
que com o crescimento desde 1960 e no século XXI em especial, se coloca atualmente em
patamares de mão de obra remunerada semelhantes de países como : EUA e União Européia e
Japão, estes vivem ora em crescimento, ora estagnados e sofrem pelas crises dos anos 90, que
em geral afetam o Brasil, que também apresenta várias semelhantes, com perda em
investimentos em educação, saúde, pesquisa e ciência.

O Brasil, praticamente isolado do mundo pelo seu jeito cultural, tem como concorrentes na
América do Sul, Argentina, Chile, Uruguai todos sofrem em virtude da incapacidade produtiva
e de investimentos do Estado Brasileiro.

Ao contrário da CHINA, que por suas atitudes, impôs ao Capitalismo e aos países Orientais, a
competição e investimentos nos países como Japão, Coréia do Sul e demais membros do grupo
de países dos Tigres Asiáticos.
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A grande sociedade BRASILEIRA, com sua CONCEPÇÃO LATINA e Neoliberal, associadas aos
aspectos culturais, nos faz ser um povo diferente nas relações de trabalho, e até conflitante. O
Da era de Vargas, a JK, e militares, se inserimos como grande potência econômica até 1973,
mas de lá pra cá, deixamos de investir em pensadores (ciência e educação) e se tornamos
novamente em território fornecedor de produtos primários, com alguns produtos e setores de
alta tecnologia. Vivemos, nos últimos 50 anos, cerca de 30 perdidos.

Fomos tomados por multinacionais, temos a tendência de ser celeiro do mundo, em alimentos,
minério, madeira) e outros produtos vinculados a mãe TERRA, mas tais produtos tem sito
importados por grandes empresas do mundo, inclusive pelas chinesas e populações do mundo.

Apresentamos crescimento econômico abaixo da média dos países emergentes do oriente e


do mundo, muito distante da China (principal parceira econômica do BRASIL).

Deixamos de investir na base da sociedade (educação), enquanto no oriente o Estado é Gestor


e Investidor. No Brasil e demais países Neoliberais, o Estado é mínimo, oferece ao povo o
mínimo, que está bem abaixo das necessidades vitais, cerca de 50% da população brasileira é
incapaz de adquirir sua condições essências com DIGNIDADE, enfim, o que se ganha, faz com
que algo seja precário, ou sempre precário em alimentação, moradia, saúde, educação,
transportes, vestuário e higiene e outras necessidades.

Enfim, andamos no sentido contrário do mundo que apresenta crescimento, e seguimos os


caminhos e MODELOS dos países que estão em CRISE GLOBAL (EUA, Reino Unido, Chile) que
adoram políticas NEOLIBERAIS.

EM RESUMO, estamos em CRISE desde 1973, e quando parece que encontramos um caminho,
a corrupção aparece, ou os gestores são incapazes de promover o desenvolvimento, ficam
tomados em políticas ideológicas partidárias. Deixo, um certo elogio ao Estado do Paraná,
nosso Estado, que desde 1964, tem adotado políticas de investimentos em ensino, em especial
Superior, porém encontramos um corporativismo tomado por grupos de educadores, que
permanecem na caixinha de seus mundos e grupos... Universidades Estaduais se instalaram,
com novos cursos, destaque para UNICENTRO E UNIOESTE, nesse período, avanços em outras
já instaladas aconteceram, centros tecnológicos e competição tem levado ao crescimento
expoente e a certa melhoria da qualidade de vida.

Somos freados por políticas Neoliberais, e por uma política mesquinha nacional Brasileira de
enfrentamento destrutivo de ideologias desde 1985 e de isolamento global (mercado semi
rígido e fechado) sem esquecer os efeitos da mão de obra barata e de produtos chineses) em
nosso território estadual e nacional.
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Precisamos, seguir um caminho de Planejamento Estratégico regional, os municípios


pequenos são integrados ao s maiores (rede urbana) e estes a Metropole Regional de Curitiba
e a Megalópole Nacional(Eixo Campinas, São Paulo, Santos a Rio de Janeiro).

Vejo a necessidade de gestores municipais se integrarem, em especial os gestores de


municípios de médio e grande porte, passarem a promover uma agenda de desenvolvimento
regional, para se chegar a uma agenda de desenvolvimento estadual e a escalas maiores...

Um novo olhar para o mundo e para o BRASIL se faz necessário... e seria muito útil e benéfico
ao povo Brasileiro e em especial Paranaense.

A fragmentação do Capitalismo é evidente, a regionalização são a base de vida das sociedades


(cidades maiores – capazes de ser industrializadas, prestadores de serviços e as menores, com
certa oferta de matéria prima e alguma produção e serviços essenciais).Os serviços para além
de essências, ficam a cargo das Cidades Regionais e Metrolóles... Estudos monstram que
qualidade de vida na no geopolítica das rede urbana e regional, estão em cidades com
populações de 200 mil a 1 milhão de habitantes, que se integram as demais em redes
hierárquicas regionais e nacionais.

Logística, infra estrutura, educação, saúde, comunicação, são meios a serem apropriados e
essenciais, devem ser organizados pelo ESTADO GESTOR.

Percebo, quer no mundo Capitalista, ou Socialista, que quando o Estado é o GESTOR, sem
agredir a sociedade, mas impor limites de diversos tipos de violência revivemos as base para o
desenvolvimento, mesmo que no início sejam apropriados os seres humanos como mão de
obra barata, as vezes expropriados dos bens produtivos, para novos rumos de
desenvolvimento, surgem os que ficam satisfeitos com o essencial, e abrem caminhos para os
que se permitem a outros bens desejáveis (para além do essencial). Surge um novo contrato
social... entre serem humanos, para além das POLARIDADES, surgem RELAÇÕES HUMANAS E
PRODUTIVAS, cambiando mercadorias, conhecimento e interagindo para que quase todos
possam ter o mínimo, o essencial, enfim suprir as necessidades previstas nas Constituição
Brasileira, por meio do trabalho, o trabalhador atenderá a família e a prover de alimentação,
moradia, educação, saneamento, higiene, saúde básica, transporte, vestuário e por fim ócio e
lazer.

ATIVIVIDADES AVALIATIVAS

1. Quais as características sócio econômicas presentes no país socialista


de Cuba?
2. Que influências a China impõe ao mundo e ao Brasil nos aspectos de
trabalho, renda, produção industrial e pensamentos?
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3. Como o Paraná se relaciona com os países Socialistas?


4. Qual é o papel do Estado no mundo Capitalista e Socialista?
5. Diferencie os Modelos Econômicos Socialista do Capitalista com relação
a organização do Estado, produção econômica e organização da
Sociedade: