Você está na página 1de 1

Coledocolitíase Lidiely Mello

DEFINIÇÃO: presença de cálculos no ducto colédoco.


ETIOLOGIA QUADRO CLÍNICO DIAGNÓSTICO TRATAMENTO
• Coledocolitíase primária: cálculo se formou • 10-25% dos pcts assintomáticos; • Exames laboratoriais: • Sempre tratar;
dentro do ducto colédoco • Dor abdominal HD e epigástro; - FA ↑ (> 150U/L); • CPRE - Colângiopancreatografia retrógrada
• Coledocolitíase secundária: o cálculo se • Náuseas e vômito; - GGT ↑ (+ sensível; primeiro a elevar); endoscópica → Papilotomia endoscópica
formou na VB e depois migrou para o ducto • Icterícia - BD↑ - Bilirrubinas - ↑BD (2-5 mg/dL);
colédoco. (+ comum) • Colúria; - AST, ALT – aumento discreto.
2ª complicação mais frequente da colelitíase. • Acolia fecal;
• Tríade de Charcot – 50-70% • USG: a partir dele tem-se o diagnóstico de
FISIOPATOLOGIA - Dor abdominal HD; colelitíase; com o ultrassom não é possível ver
• Cálculos de colesterol ou pretos → - Icterícia; adequadamente o colédoco – pesquisar sinal
provenientes da vesícula - Febre com calafrios; indireto:
• Cálculos marrons → formados nos ductos ➔ Dilatação do ducto colédoco (>6mm)
• Cálculos causam efeito obstrutivo → colestase
– estase biliar → infecção (+ risco de colangite) • Colangiorressonância (não consegue ver
cálculos <3mm);
• Ultrassom endoscópico: mais sensível, porém
muito caro, invasivo e pouco disponível.

Ducto hepático direito Ducto hepático esquerdo

Ducto cístico Ducto hepático comum

Colo da VB
Infundíbulo
da VB
Corpo
da VB
Ducto colédoco

Ducto pancreático

Ampola de Vater

Você também pode gostar