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CRAS: como unidade preventiva de situações de riscos as famílias em

vulnerabilidade social

Elaiane Mata Silva Melo1

Gleice Pereira da Silva2

Yramaia Caribe Simões Parente 3

Giselle Bangoim4

Resumo: A Política Nacional de Assistência Social - PNAS, operacionaliza por meio


do Sistema Único de Assistência Social - SUAS, propõe garantir a todos a proteção
social, que dela precisarem, pois sua concepção enquanto política pública é que
como direito à proteção por meio da Constituição de 1988, o CRAS é a unidade
estatal responsável pela efetivação da proteção social básica, prevista na PNAS,
tendo como objetivo de prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de
aquisições e potencializações, bem como do fortalecimento de vínculos familiares e
comunitários. Levando em consideração a relevância do tema, o presente estudo
tem como objetivo compreender através da revisão bibliográfica, quais são os
serviços ofertados pelo CRAS as famílias em situação de vulnerabilidade social.

Palavras-chave: CRAS. Vulnerabilidade Social. Prevenção Social.

1 Graduanda em Serviço Social pela UNIFACS EAD – Feira de Santana (BA). E-mail:
elaianedamata@gmail.com
2 Graduanda em Serviço Social pela UNIFACS EAD – Feira de Santana (BA). E-mail:

gleicefsa@hotmail.com
3 Graduanda em Serviço Social pela UNIFACS EAD – Feira de Santana (BA). E-mail:

maia2011@bol.com.br
4 Docente de Serviço Social da UNIFACS, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em

Planejamento e Gestão pela Universidade Federal do ABC, Mestre em Serviço Social pela
Universidade Federal do Pará e Graduada em Serviço Social pela UFPA. E-mail:
giselle.sakatauskas@eadlaureate.com.br
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1. INTRODUÇÃO

Ignorar a precisão do desenvolvimento social e de um empenho extenso de


combate à pobreza no Brasil é um percurso prejudicial para uma relação cooperativa
e de paz. É necessário atitude solidárias de todas as instâncias governamentais em
serviço de uma distribuição mais justa da riqueza e do acesso às condições básicas
de vida por um maior contingente populacional que seja possível alcançar (Cartilha
Brasil em Desenvolvimento, 2009).
Nesse sentido, o presente projeto científico tem como finalidade abordar um
dos desafios designados aos trabalhadores dos Centros de Referência de
Assistência Social: a prevenção das situações de risco com as famílias em
vulnerabilidade social tendo como objetivo impedir a violação de direitos no contexto
familiar e na sociedade. Observando os inúmeros procedimentos da questão social
que tem tocado a sociedade brasileira e tornado famílias e indivíduos em vítimas, o
CRAS é uma nova estrutura estatal que se dispõe reforçar a responsabilidade do
Estado com a proteção e constituição das famílias. Fundamentando melhor esta
discussão, o projeto oferece a priori uma sucinta discussão acerca da política
Nacional de Assistência Social – PNAS e do Centro de Referência da Assistência
Social - CRAS, tendo como foco seu trabalho preventivo as famílias em situação de
vulnerabilidade social (MAGALHÃES; SILVA; OLIVEIRA, 2015).
Diante do que foi exposto, o estudo deste tema justifica-se pelo fato da
inquietude por parte das autoras durante o percurso de estágio realizado no Centro
de Referência de Assistência Social- CRAS em 2016, onde por meio da retomada
situação de Vulnerabilidade dos trabalhos desenvolvidos pelo Serviço de Conivência
e Fortalecimento de Vinculo - SCVF, foi possível perceber os diversos trabalhos que
são realizados pela equipe para a prevenção de situações de risco para com as
famílias em situação de vulnerabilidade social, objetivando tornar acessíveis os
serviços de proteção social. O problema deste projeto é compreender o trabalho
preventivo que a equipe do CRAS oferece as famílias em Social.
Assim, o objetivo deste estudo é compreender através da revisão
bibliográfica, quais são os serviços ofertados pelo CRAS as famílias em situação de
vulnerabilidade social. Tendo como objetivos específicos: Identificar quais as formas
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de trabalho preventivo desenvolvido pelos profissionais atuantes no CRAS; Expor


possíveis benefícios dessa prevenção para com as familiares em situação de
vulnerabilidade social.
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2. O CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL

Sabe-se que a Assistência Social é direito de todas as pessoas e dever do


Estado e historicamente no Brasil a Assistência Social foi desenvolvida por mulheres
que buscavam ações assistencialistas e caritativo, tornando política pública a partir
de lutas de profissionais e movimentos sociais (MAGALHÃES; SILVA; OLIVEIRA,
2015).
Antes de se tornar um direito social reconhecido
constitucionalmente, a assistência social era um campo de
intervenção política e social nebuloso. Ela não fazia parte dos
debates políticos referentes à pobreza e à questão social e sua
prática derivava muito mais do dever moral de ajuda do que do
dever político ligado aos direitos de cidadania. (Boschetti, 2006,
citado por SILVA & CORGOZINHO, 2012).

Assim, a Política Nacional de Assistência Social, operacionaliza por meio do


Sistema Único de Assistência Social - SUAS, propõe garantir a todos que precisam
da proteção social, pois sua concepção enquanto política pública é que como direito
à proteção por meio da Constituição de 1988, apresenta um novo enfoque a essa
política, finalizando desvinculá-la dos tradicionais modelos assistencialistas e
entendendo-a como garantidora dos direitos da cidadania (BRASIL, 1988, citado por
ANDRADE & ROMAGNOLI, 2010).
O SUAS propõe a sua intervenção a partir de duas grandes estruturas
articuladas entre si: a Proteção Social Básica, que dá conta da atenção básica, e a
Proteção Social Especial, considerando a necessidade de ações de média e alta
complexidades. De acordo com a PNAS (2004), a proteção social básica tem como
objetivos:
prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento
de potencialidades e aquisições, e o fortalecimento de
vínculos familiares e comunitários. Destina-se à
população que vive em situação de vulnerabilidade social
decorrente da pobreza, privação (ausência de renda,
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precário ou nulo acesso aos afetivos – relacionais e de


pertencimento social (discriminação etárias, étnicas, de
gênero ou por deficiências, dentre outras) (PNAS, 2004,
p.27).
Isso significa que a proteção social básica abarca as ações de vigilância
social, prevenindo situações de risco através do desenvolvimento de aquisições e
potencializações do fortalecimento de vínculos familiares e também comunitários.

Nessa perspectiva de Proteção Social Básica, o CRAS se faz presente


promovendo atividades que estão voltadas para o alivio imediato da pobreza, para a
ruptura com o ciclo intergeracional da pobreza e do desenvolvimento das famílias.
O CRAS oferta principalmente o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à
Família - PAIF, tendo como objetivos: prevenção da ruptura dos vínculos familiares e
comunitários, a promoção de ganhos sociais e materiais das famílias e o acesso a
benefícios, programas de transferência de renda e serviços socioassistenciais. Cabe
ressaltar que, todas as ações são implementadas por meio de trabalho de
assistência social. E mais, o CRAS possui a função de gestão territorial da rede de
assistência social básica, promovendo a articulação e a organização das unidades a
ele referenciadas, bem como o gerenciamento dos processos nele envolvidos.
(Referências Técnicas, CREPOP, 2007).

2.1 O CRAS como unidade preventiva

Como foi abordado anteriormente, o CRAS é a unidade estatal responsável


pela efetivação da proteção social básica, prevista na PNAS 2004, tendo como
objetivo de “prevenir situações de risco por meio do desenvolvimento de aquisições
e potencializações, bem como do fortalecimento de vínculos familiares e
comunitários” (Orientações Técnicas, MDS, 2006, p. 11).
As ações desenvolvidas pelo CRAS estão voltadas para pessoas e/ou
famílias em situação de vulnerabilidade social, em razão principalmente da pobreza,
do desemprego, e do rompimento e/ou fragilização dos vínculos afetivos familiares
ou comunitários.
Esse trabalho preventivo de situações de risco ocorre de variadas formas no
CRAS, através de acolhidas individual ou familiar; estudo social; visita domiciliar;
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orientações e encaminhamentos, acompanhamento familiar; campanhas


socioeducativas; promoção ao acesso à documentação pessoal; mobilização e
fortalecimento de redes sociais de apoio; desenvolvimento de convívio familiar e
comunitário; mobilização para a cidadania; cadastramento socioeconômico;
notificação de ocorrência de situação de vulnerabilidade social e busca ativa
(Cartilha Proteção Social Básica e as Pessoas com Deficiência).
Ainda de acordo com esse autor, os serviços realizados através do SCFV
ocorre em grupos, organizado por meio de percursos, de modo a garantir aquisições
progressivas aos seus usuários, a fim de contemplar o trabalho social estimular e
orientar os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivencias
individuais, ampliando trocas culturais e de vivencias, desenvolvimento o sentimento
de pertença e de identidade, fortalecendo os vínculos familiares e incentivando a
socialização e a convivência comunitária.
É diante dessa oferta de serviços que os profissionais, ou seja, uma equipe
interdisciplinar compostas por assistentes sociais, psicólogos e outros técnicos,
atuam promovendo e favorecendo o desenvolvimento da autonomia dos
participantes, oportunizando o empoderamento da pessoa, dos grupos e das
comunidades. As famílias participantes compreendem e garantem seus direitos, o
que consequentemente passam a ter uma melhor qualidade de vida com a pratica
preventiva do CRAS, como também promove a família a prevenção de rupturas de
laços, a promoção de ganhos sociais e materiais ás famílias programas de
transferência de renda e serviços socioassistenciais e o apoio às famílias que
possuem, dentre seus membros, sujeitos que necessitam de cuidados, por meio da
promoção de espaços coletivos de escuta e troca de vivências familiares
(BROGNOLI & SANTOS, 2008).
Contudo, o caráter preventivo do CRAS também é proativo, pautando na
defesa e afirmação dos direitos e no desenvolvimento de capacidades e
potencialidades, com vista ao alcance de alternativas emancipatórias para o
enfrentamento da vulnerabilidade social.
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3. MATERIAIS E MÉTODOS

Para a obtenção do objetivo geral deste projeto, selecionamos o método da


revisão integrativa, pois essa revisão permite abranger e analisar as investigações
relevantes para as decisões cabíveis e também a melhorar da prática clínica.
Ressalta-se que este método de pesquisa promove o resumo de variados e amplos
estudos publicados, consequentemente possibilitando conclusões gerais a respeito
de uma particular área de estudo (MENDES, et al, 2008).
A operacionalização dessa revisão, adotará as seguintes etapas:
estabelecimento dos critérios para seleção da amostra, representação das
características da pesquisa original, análise dos dados, interpretação dos resultados
e apresentação da revisão. A pesquisa bibliográfica será desenvolvida mediante a
procura de artigos indexados em bases de dados, Scientific Eletrononic Library
Online – (SCIELO Brasil), e Periódicos Eletrônicos em Psicologia – PEPSIC, e busca
a partir das palavras-chave: “CRAS”, “Vulnerabilidade Social” e “Prevenção Social”.
Para a seleção dos artigos serão somente amostras publicadas em periódicos
nacionais; artigos que abordem a temática o trabalho preventivo do CRAS para com
as famílias em situação de vulnerabilidade social; periódicos indexados nos bancos
de dados Pepsic e Scielo; publicações entre 2004 a 2015, totalizando um período de
onze anos. Enfim, a partir da coleta dos artigos, iniciou-se uma coleta mais
específica, observando os critérios de exclusão, na qual se considerou os artigos
que não estavam relacionados ao tema; artigos que não estavam disponíveis numa
versão completa e artigos que se repetem nas bases de dados. Ao considerar esses
critérios obteve-se um resultado mais especifico, na qual na base de dados SCIELO,
dos 1.952 artigos, apenas 08 foram utilizados. Na base de dados PEPSIC, dos 28
artigos, apenas 3 foram utilizados, pois responderam ao objetivo proposto por este
estudo, a fim de organizar e tabular os dados.
Não obstante, será elaborado um banco de dados de referência, com a
finalidade de analisar e tratar as informações; os dados foram apresentados em
tabela na forma de quadros, seguindo a seguinte ordem de identificação; referência
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dos artigos, metodologia empregada, resultados encontrados, discussões dos


resultados e considerações finais.

Assim na Tabela 1, apresentamos o modelo seguido do banco de referência:

Referência Objetivo Método Resultados Discussões Considerações


Finais
PEREIRA, V. Visibilizar e Para a Os resultados, Discute-se o porquê da As considerações
T. " Mulheres problematizar o construção da organizados em três preponderância do finais abordam o papel do
à procura de cenário contextual pesquisa, foram campos temáticos, público feminino e CRAS e as dificuldades e as
benefícios": o do Centro de entrevistadas 21 apontam que são sobre as pistas da potencialidades que
cenário do Referência de psicólogas, que mulheres, ausência masculina. Já envolvem o acesso
CRAS. Assistência Social atuam em 20 CRAS basicamente, a procura por benefícios dos(as) usuários(as) aos
Barbarói, n. (CRAS), das regiões quem mais acessa os é a motivação principal serviços.
41, p. 148, mostrando quem metropolitana e serviços. de
2014. são as pessoas central do Rio procura pelo CRAS, o
que mais o Grande do Sul. que demonstra que os
acessam e quais Trabalhou-se a partir serviços não
são os da perspectiva das conseguem atuar
principais motivos representações preventivamente,
para isso. sociais. Todo o evidenciando um
material das cenário já instaurado de
entrevistas foi vulnerabilidade.
submetido à análise
de discurso.
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4. RESULTADOS E DISCUSSÕES

No que se refere às pesquisas de referência para embasar este artigo, o que


se observou foi que a grande parte dos estudos como dos autores (CARMO et al,
2011), apresentam a importância de destacar que lugares como o CRAS devem ser
incentivados e divulgados para a população, isso porque, durante a realização da
pesquisa pode-se perceber que uma das grandes dificuldades está na falta de
motivação e participação dos jovens nestes programas. Competindo aos
profissionais envolvidos instigarem a participação de toda a população.
Com base nos estudos foi possível também perceber que, outros autores
como (MAGALHÃES; SILVA; OLIVEIRA, 2015) observaram que toda a equipe do
CRAS para realizar este trabalho deve agir com uma postura ética frente às
diferentes demandas proporcionadas pelas famílias, uma vez que, não deixe seus
valores e suas crenças influenciarem neste trabalho. Sendo de grande valia também
preservar estas famílias e suas distantes histórias de vida, com o intuito de não cair
no paradigma de culpabilização da família por sua situação de pobreza,
desemprego, entre outros.
Ainda de acordo com estes autores é obrigação da equipe do CRAS executar
suas ações voltadas pela ótica do direito, e devido à diversidade das demandas
familiares, realizar o planejamento prévio dessas ações, isto é, é necessário a
elaboração de um procedimento para que o trabalho com essas famílias surta
resultados e para que auxilie no processo de construção de respostas profissionais
sustentáveis.
O autor Pereira (2014) apresenta que o CRAS precisa ter uma ação
integrativa, ou seja, atuando a fim de atender todos os sujeitos, sem selecionar para
atendimento somente aqueles mais “adequados”. Como “porta de entrada”, é seu
papel acolhê-los e acompanhá-los, fazendo os encaminhamentos pertinentes
quando necessários, lembrando também a posterior integração aos serviços
indicados.
Contudo, nota-se diante das considerações do autores que os CRAS exercem
um papel fundamental nos impactos produzidos nas relações familiares pelas
vulnerabilidades sociais e risco pessoal e/ou social. Dessa maneira, os profissionais
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comprometidos com seu código de ética, seja assistentes sociais, psicólogos e


outros técnicos envolvidos no CRAS são capazes profissionalmente de efetivar a
prática profissional baseada na garantia de direitos e dos mínimos sociais à
população.
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5. CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir do que foi exposto nesse estudo, conclui-se que o público alvo do

CRAS é variado, das crianças a idosos em diferentes e vulneráveis condições

socioeconômicas, especialmente as desfavoráveis, na qual oferece tratamento e

assistência psicossocial, e em alguns casos, encaminha essas pessoas para

cadastros para recebimento de bolsas-auxilio condizente com as suas necessidades.

Nesse sentido, o CRAS trata-se de um instrumento desenvolvido pelo

governo brasileiro com a finalidade de tornar os serviços de proteção social mais

acessíveis, além disso, promove a organização e a articulação das unidades a ele

referenciadas e o gerenciamento dos processos nele envolvidos.

Observou-se diante dos estudos sobre a temática que para o CRAS atuar

com a prevenção de situações de riscos as famílias em vulnerabilidade social é

preciso oferecer aos profissionais ferramentas para que de fato seja efetivado esse

trabalho.

Esta pesquisa visa proporcionar conhecimento as pessoas em relação ao

trabalho preventivo desenvolvido pelo CRAS e os benefícios deste para as famílias

que encontram-se em situação de vulnerabilidade social. As pesquisas mostraram

que existe poucos estudos no que diz respeito a esta temática, não obstante,

constatou-se através deste estudo a necessidade de mais pesquisas sobre o tema a

partir de possíveis estratégias que visem minimizar os prejuízos no desenvolvimento

social destas famílias, e mais, que os setores como a saúde, educação, cultura,

entre outros, possam também oferecer a essas famílias recursos de prevenção, uma

vez que, há evidências que o trabalho quando desenvolvido em redes só traz


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benefícios para a população, proporcionando ao indivíduo recursos sociais em sua

totalidade. Dessa forma, os setores que oferecem intervenções apropriadas,

consequentemente irão contribuir para uma melhor compreensão do problema.


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REFERÊNCIAS

ANDRADE, L. F.; ROMAGNOLIS, R. C. O Psicólogo no CRAS: uma cartografia dos


territórios subjetivos. Psicologia: ciência e profissão, v. 30, n. 3, 2010.

Cartilha Brasil em desenvolvimento, estado, planejamento e políticas públicas.


Volume 3. Série Brasil: o estado de uma noção. Ipea, 2009.

DA SILVA MAGALHÃES, S. et al. O desafio do fortalecimento dos vínculos


familiares e comunitários nos CRAS de Álvares Machado e Regente Feijó.
Seminário integrado-ISSN 1983-0602, v. 6, n. 6, 2015.

DA SILVA, J. V.; CORGOZINHO, J. P. Atuação do psicólogo, SUAS/CRAS e


psicologia social comunitária: possíveis articulações. Revista Psicologia &
Sociedade, v. 23, 2012.

DO CARMO, A. S. et al. CRAS um Espaço de Formação e Capacitação dos Jovens.


Seminário Integrado-ISSN 1983-0602, v. 4, n. 4, 2011.

MENDES, K. D. S.; SILVEIRA, R. C. D. C. P.; GALVÃO, C. M. Revisão integrativa:


método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na
enfermagem. Texto and Contexto Enfermagem, 17(4), 758, 2008.

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Sistema Único de


Assistência Social. Proteção Social Básica. Orientações Técnicas Centro de
Referência de Assistência Social – CRAS. Brasília – 2009.

PEREIRA, V. T. " Mulheres à procura de benefícios": o cenário do CRAS. Barbarói,


n. 41, p. 148, 2014.

Política Nacional DE Assistência Social – PNAS/2004 Norma Operacional Básica –


NOB/ SUAS. Ministério do desenvolvimento social e combate à Fome
secretaria nacional de assistência social. Brasília, 2005.
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