Você está na página 1de 36

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

GERENCIAIS DE MARKETING
ESTRATEGICO

Belo Horizonte
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO..............................................................................................……………... 03

1 INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS .............………. 05

2 SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL – CONCEITOS ............…………............. 09

3 COMPONENTES E VANTAGENS DOS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES ...……….. 13

4 IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL ......................... 21

REFERÊNCIAS CONSULTADAS …………………………………………….………………. 51

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
INTRODUÇÃO

Prezados alunos,

Nos esforçamos para oferecer um material condizente com a graduação e


consequente capacitação daqueles que se candidataram à está Pós-Graduação, procurando
referências atualizadas, embora saibamos que os clássicos são indispensáveis ao curso.

As ideias aqui expostas, como não poderiam deixar de ser, não são neutras, afinal,
opiniões e bases intelectuais fundamentam o trabalho dos diversos institutos educacionais,
mas deixamos claro que não há intenção de fazer apologia a esta ou aquela vertente,
estamos cientes e primamos pelo conhecimento científico, testado e provado pelos
pesquisadores.

Apesar de o curso possuir objetivos claros, positivos e específicos, nos colocamos


abertos para críticas e para opiniões, pois somos conscientes que nada está pronto e
acabado e com certeza críticas e opiniões só irão acrescentar e melhorar nosso trabalho.

Como os cursos baseados na Metodologia da Educação a Distância, você é livre


para estudar do melhor modo que possa. Este arranjo preserva a sua individualidade
impondo, uma responsabilidade imperativa. Organize-se, lembrando que: aprender sempre,
refletir sobre a própria experiência se somam, e que a educação é demasiado importante
para nossa formação e para o bem-estar dos pacientes.

A presente apostila tem como proposito oferecer um conteúdo abrangente de


Análise do Comportamento Aplicada-ABA partindo do conceito da analise do
comportamento, passando pela compreensão do transtorno do espectro autista, analise
aplicada até a intervenção em ABA.

Neste intuito apresentamos um compendio de conhecimento necessários à analise


do comportamento no ambiente de consultório como no ambiente educacional. Oferecemos,

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
ainda, ferramentas para o desenvolvimento de procedimentos que produzirão mudanças
observáveis no comportamento.

A apostila agrupa de maneira ordenada a síntese do pensamento de vários autores


cuja obra que entendemos serem as mais importantes para a disciplina. Sendo fruto de
exaustiva pesquisa bibliográfica, cujas fontes são colocadas ao fim da apostila possibilitando
ao aluno, conforme sua necessidade e disposição, o amplio de seus conhecimentos.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
1. INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

Antes da década de 60, abordava a informação de marketing apenas por meio da


pesquisa de marketing, sendo voltada especialmente para o ambiente externo da empresa,
mais precisamente para o mercado (MATTAR, 1986). Com o surgimento e barateamento da
TI, as ferramentas do novo marketing possibilitam atingir a busca incessante de vantagens
competitivas pelas organizações. Os Sistemas de Informação em Marketing fornecem TI que
dão sustentabilidade aos componentes principais das funções de marketing.

Sistemas de informação

Para conceituar os sistemas de informação é necessário conhecer a definição de


sistema. Segundo Audi; Andrade; Cidral (2005, p. 20), o pensamento sistêmico é “a filosofia
de gerenciar sistemas que permitem a abordagem e solução de problemas”. Segundo Bio
(1996), sistema pode ser considerado um conjunto de elementos que interagem entre si ou
um todo organizado, onde neste todo se deve apresentar importância maior que a soma
apurada das partes de um sistema, pois as informações agregadas estão em sintonia,
apresentando formas de visualizar as informações com características diferentes dos
componentes isolados.
De acordo com Araújo (1995), a ideia da teoria geral de sistemas como movimento
científico teve inicio no trabalho do biólogo Ludwig Von Bertalanffy, na década de 30 do
Século XX, que adotou a abordagem de “todos integrados”, partindo do princípio que um ser
vivo não é apenas e simplesmente um aglomerado de elementos, sem integridade e
organização. O organismo é um sistema que se mantém num mesmo estado, mas a matéria
e a energia que o integram estão em constante renovação, chamada de equilíbrio dinâmico
do sistema.
. Para Audi; Andrade; Cidral (2005, p. 18), em qualquer hierarquia de sistemas, sua
manutenção acarretará um processo de troca de informações, que ele chamou de
“comunicação”, com a finalidade de regular o sistema (controle).
Ou seja, Bio (1996, p. 18), entende sistema como “um conjunto de elementos

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
interdependentes, ou um todo organizado, ou partes que interagem formando um todo
unitário e complexo”. O básico funcionamento de um sistema se traduz em processamento
de dados incluídos no sistema e após este processamento se obtém as saídas dos recursos
ou produtos e serviços vindos deste sistema. Os dados são lançados no sistema,
devidamente processados e obtém-se as informações necessárias para as tomadas de
decisões.
Gil (1999) afirma que, “os sistemas de informação compreendem um conjunto de
recursos humanos, materiais, tecnológicos e financeiros agregados segundo uma sequência
lógica para o processamento dos dados e a correspondente tradução em informações.”
Assim, pode-se definir Sistemas de Informação (SI) em uma combinação de recursos
humanos, procedimentos e controles, facilidades tecnológicas, com intuito de interligar e
processar atividades rotineiras traduzindo-as em informações confiáveis, a fim de
demonstrá-las da melhor forma para gestores e outros interessados dando base às
organizações para tomadas de decisões.
Para Matsuda (2007), um sistema de informação é estruturado por três
componentes, que são:

 os colaboradores que participam da informação da entidade,

 a composição da empresa (circuitos de informação e documentos) e

 as tecnologias de informação e de comunicação.

Tudo isso acarreta uma grande quantidade de informações e dados em que o


sistema necessita fazer o devido processamento. As principais utilidades são:

I. Apoio à tomada de decisão;

II. Valor agregado ao produto;

III. Melhoria da qualidade do produto;

IV. Novos momentos de negócios;

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
V. (Carga de trabalho manual reduzida,e;

VI. Controle das operações.

A atual competitividade das organizações, faz emergir a necessidade de ferramentas


eficientes que utilizem formas integradas de informações, inteirando os gestores de todas as
etapas envolvidas no processo organizacional. Este contexto tem direcionado o estudo da
informação com base da tecnologia ao aperfeiçoando com frequência a inserção de
processos e mecanismos empresariais com instrumentos tecnológicos. Assegura-se que:
“tecnologia da Informação é todo e qualquer dispositivo que tenha capacidade para tratar
dados e/ou informações, tanto de forma sistêmica como esporádica, quer esteja aplicada no
produto, quer no processo.” (CRUZ, 1998).
Para Padoveze (2000, p. 44) “tecnologia da Informação é todo o conjunto tecnológico
à disposição das empresas para efetivar seu subsistema de informação”. Assim a tecnologia
de informação passa a ser ponto fundamental para a estratégia dos gestores, tendo
incumbência por um amplo sucesso das organizações.
Sistema de Informação é a expressão utilizada para descrever um sistema
automatizado (que pode ser denominado como Sistema de Informação Computadorizado),
ou mesmo manual, que abrange pessoas, máquinas, e/ou métodos organizados para coletar,
processar, transmitir e disseminar dados que representam informação para o usuário.
Para Laudon e Laudon (2007), um sistema de informação pode ser definido
tecnicamente como um conjunto de componentes inter-relacionados que coletam (ou
recuperam), processa, armazenam e distribuem informações destinadas a apoiar a tomada
de decisões, a coordenação e o controle de uma organização.

Sistemas de informação & marketing

Informação é um termo que envolve dado e conhecimento, além de servir como


conexão entre os dados brutos e o conhecimento que se pode eventualmente obter. A
informação oferece ao o marketing uma base sólida para a tomada de decisões sobre:

 desejos e necessidades dos consumidores;

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
 ações dos concorrentes;

 evolução do mercado;

 capacitações e recursos disponíveis da empresa;

 evolução das vendas e lucros da empresa. (MATTAR, 1986).

Para Freitas (1993, p.45) não há gestão possível sem informação. A atividade de
marketing não foge a esta regra, demandando de forma intensa informação. Os homens de
marketing precisam ter informação para fazer boas decisões envolvendo as variáveis do
composto de marketing. O propósito da informação é capacitar uma organização a alcançar
seus objetivos pelo uso eficiente de seus outros recursos, isto é, pessoas, materiais,
máquinas, dinheiro e outros ativos.
A dependência das atividades de planejamento e controle de marketing em relação
à informação é grande. As decisões de marketing são tomadas em ambiente complexo e em
contínua mudança, pois há dificuldade de tomar decisão, representando enormes riscos que
poderão ser reduzidos à medida que houver informações adequadas tanto em quantidade
quanto em qualidade.
Os Sistemas de Informação foram concebidos como uma ferramenta de apoio aos
homens de marketing na tomada de decisão. Seu objetivo principal é permitir a esses
profissionais uma economia no esforço das atividades de busca e análise de informações,
minimizando a demanda de tempo necessária para tanto e possibilitando um maior
desenvolvimento da atividade principal, ou seja, fazer marketing.
Moresi (2000, p. 16) define que a Informação operacional é a utilizada pelo respectivo
nível para viabilizar a execução de suas tarefas, monitorar o espaço sob sua
responsabilidade e, planejar e tomar as decisões dentro deste nível. Já as Informações
gerenciais, são aquelas que permitem que os gestores observem as variáveis presentes no
ambiente interno e externo, monitorem e avaliem seus processos, planejem e tomem
decisões neste nível, além de fornecer dados para a elaboração das informações
estratégicas. As Informações estratégicas são as que permitem observar as variáveis no
ambiente externo, visando monitorar e avaliar o desempenho institucional e subsidiar o

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
planejamento e as decisões estratégicas. (MORESI, 2000).

2. SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL – CONCEITOS

Segundo (STAIR e REYNOLDS, 2002, p. 18) um Sistema de Informações Gerencial


(SIG) abrange uma coleção organizada de pessoas, procedimentos, software, banco de
dados e dispositivos que fornecem informação rotineira aos gerentes e aos tomadores de
decisão.
O foco de um SIG é, principalmente, a eficiência operacional. Marketing, produção,
finanças e outras áreas funcionais recebem suporte dos sistemas de informação gerencial
e estão ligados através de um banco de dados comum.
Oliveira (2004, p. 40) ao definir Sistema de Informação Gerencial (SIG) como um
processo de transformação de dados em informações que são utilizadas na estrutura
decisória da empresa, proporcionando, ainda, a sustentação administrativa para aperfeiçoar
os resultados esperados.
O SIG, não possibilita somente a informação e o suporte para a efetiva tomada de
decisão, mas também respostas ás operações diárias, agregando, assim, valores aos
processos da organização.
Geralmente, há dificuldades para avaliar de forma quantitativa, qual o efetivo
benefício de um sistema de informações gerenciais, ou seja, a melhoria no processo
decisório.
Segundo, (OLIVEIRA, 2002, p.185) pode-se afirmar que os sistemas de informações
gerenciais podem, sob determinadas condições, trazer os seguintes benefícios para as
empresas:

• Redução de custos das operações;

• Melhoria no acesso às informações, propiciando relatórios mais precisos e


rápidos, com menor esforço;

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
• Melhoria na produtividade, tanto setorial quanto global;

• Melhoria nos serviços realizados e oferecidos;

• Melhoria na tomada de decisões, por meio do fornecimento de informações


mais rápidas e precisas;

• Estímulo de maior interação entre os tomadores de decisão;

• Fornecimento de melhores projeções dos efeitos das decisões;

• Melhoria na estrutura organizacional, por facilitar o fluxo de informações;

• Melhoria na estrutura de poder, propiciando maior poder para aqueles que


entendem e controlam o sistema;

• Redução do grau de concentração de decisões na empresa;

• Melhoria na adaptação da empresa para enfrentar os acontecimentos não


previstos, a partir das constantes mutações nos fatores ambientais;

• Otimização na prestação dos seus serviços aos clientes;

• Melhor interação com seus fornecedores;

• Melhoria nas atitudes e atividades dos funcionários da empresa;

• Aumento do nível de motivação das pessoas envolvidas;

• Redução dos custos operacionais;

• Redução da mão-de-obra burocrática; e

• Redução dos níveis hierárquicos.

O SIGs no ambiente interno das organizações

A fim de que a empresa usufrua as vantagens básicas do sistema de informações

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
gerenciais, é necessário que alguns aspectos sejam observados. Alguns aspectos para que
o sistema de informações gerenciais tenha sucesso, segundo Oliveira (2002, p. 187), dentre
os quais podem ser citados:

a) O envolvimento adequado da Alta e Média Administração com o SIG. Isto


porque se o envolvimento não for adequado, pode provocar situação de descrédito para o
sistema. O executivo deve lembrar-se de que o SIG é um instrumento básico para o
processo decisório e este direciona para resultados. Esta situação considera tanto a Alta
como a Média Administração, de forma mais forte, mas não menospreza a Baixa
Administração, principalmente como fonte geradora de dados/informações.

b) A competitividade por parte das pessoas envolvidas no SIG. Isto porque, antes
de ser um sistema com um conjunto de relatórios, exige uma competência intrínseca às
pessoas que irão utilizá-lo; caso contrário, poderá até gerar problemas, pois essas pessoas
podem começar a ter “dificuldades” de apresentar resultados.

c) O uso de um plano-mestre. O SIG deve ter um plano-mestre, que deverá ser


implementado, adaptado e operacionalizado pelas várias unidades organizacionais da
empresa, de acordo com as necessidades de informações, tendo em vista as ações e os
resultados desejados. Normalmente, esse plano-mestre é denominado Plano Diretor de
Sistemas de Informações – PDSI.

d) A atenção específica ao fator humano da empresa. Este aspecto pode ser


apresentado, principalmente, na participação efetiva e com a responsabilidade dos vários
funcionários da empresa envolvida no processo.

e) A habilidade dos executivos da empresa em identificar as necessidades de


informações. Se isto não ocorrer, o SIG pode já nascer morto, pois ele não será alimentado
como sistema.

f) A habilidade dos executivos da empresa para tomarem decisões com base em


informações. Este aspecto é o centro nervoso “do SIG”.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
g) O Apoio global dos vários planejamentos da empresa. O fato de o
planejamento estratégico considerar a empresa como um todo e perante o seu ambiente faz
dele o principal instrumento de estabelecimento de resultados esperados, bem como das
informações necessárias. Mas os planejamentos táticos, bem como os planejamentos
operacionais, proporcionam os detalhes dos sistemas de informações gerenciais da
empresa.

h) O apoio organizacional de adequada estrutura organizacional e das normas e


dos procedimentos inerentes aos sistemas. Neste caso, a estrutura organizacional aparece
como um instrumento administrativo do SIG, o qual deverá ser racionalizado por meio de
normas e procedimentos.

i) O apoio catalisador de um sistema de controladoria (contabilidade, custos e


orçamento). O sistema de controladoria aparece, neste contexto, como um instrumento
catalisador e de consolidação do SIG da empresa.

j) O conhecimento e a confiança no sistema de informações gerenciais. Isto pode


ser conseguido por meio do planejado e estruturado treinamento dos vários usuários e
administradores dos sistemas considerados.

k) A existência de dados/informações relevantes e atualizados. Se o SIG não for


atualizado periodicamente, você poderá ficar numa situação de descrédito perante os seus
usuários.

l) A adequada relação custo X benefício. O SIG deve apresentar uma situação


de custo baixo dos benefícios que proporciona à empresa.

Verifica-se que estes aspectos podem proporcionar adequada sustentação de


desenvolvimento e implementação do SIG na empresa. E, por conseqüência, as potenciais
vantagens de um adequado SIG poderão ser mais bem usufruídas pelos executivos da
empresa.
Brien e Stafford (1968, p. 21) enfatizam a diversas implicações oriundas da definição
de sistema de informação de marketing e umas delas é que este, lida com a informação de

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
modo sistemático e sem interrupções, diferenciando fundamentalmente da pesquisa de
marketing que opera de certa forma de modo intermitente.
O sistema de informação se inicia com a determinação de quais dados são
necessários e seu ponto central é a geração e o processamento das informações, assim
como deve haver um dispositivo de armazenagem dos dados para posterior consulta das
informações. Uma empresa que utiliza o sistema de informação aufere diversas vantagens,
quando bem estruturado:

a) proporciona reconhecimento mais rápido das novas tendências;

b) permite maior controle do plano de marketing da empresa; por exemplo, pode dar
sinais de alarme quando há algo errado no plano, afirma Berenson (1969, p. 17).

3. COMPONENTES E VANTAGENS DOS SISTEMAS DE


INFORMAÇÕES

Partindo da definição das necessidades dos diversos níveis hierárquicos existentes


nas organizações, os sistemas de informações gerenciais podem ser compostos por vários
subsistemas interligados, formando uma cadeia de informações que atinjam a todos os
níveis de decisão. Assim, os gestores que dela necessitam podem utilizá-las de forma a
alcançar a eficácia organizacional.
Os sistemas de informações gerenciais são concebidos para o apoio as
necessidades informacionais e as tomadas de decisões. Portanto, o tipo de informação
demandada pelos decisores se relaciona diretamente com o nível de tomada de decisão
gerencial e o grau de estrutura que enfrentam (O’BRIEN, 2002).
Segundo Oliveira (2004), os sistemas de informações estão estruturados em três
níveis, de influência: estratégico, tático e operacional.

Nível estratégico:

Este nível contempla as interações entre as informações dos ambientes externo e


interno à organização. Nele ocorrem as decisões estratégicas de ampla perspectiva,

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
envolvendo, o ambiente interno e o ambiente externo à organização. As informações para
tomadas de decisões estratégicas são resumidas, de caráter antecipatório e não rotineiras,
para auxílio à administração estratégica que, normalmente, desenvolve metas globais,
estratégias, políticas e objetivos, dentro do planejamento estratégico da organização.
(O’BRIEN, 2002).
Nesse nível, estão as atividades de planejamento de longo prazo, cujo propósito é
compatibilizar mudanças no ambiente externo com as capacidades existentes na
organização (NALIATO; PASSOS, 2006). Embora o grau de detalhamento seja menor, as
informações devem ter um maior nível agregado para que sirvam de apoio às tomadas de
decisões estratégicas.

Nível tático

É o nivel que contempla as informações de apenas determinada área da


organização. As decisões táticas, que acontecem neste nível, agregam informações de
apenas uma área de resultado e não de toda a organização (OLIVEIRA, 2004). Esse nível
engloba informações que não são, necessariamente, programadas, e se concentram em um
nível médio de decisão, por desenvolverem planos de curto e médio prazo.
No nível tático, são feitas programações e orçamentos, determinação das políticas,
procedimentos e objetivos de negócios para as várias subunidades da organização, além
da distribuição de recursos e monitoramento dessas subunidades (O’BRIEN, 2002).

Nível operacional

Aqui se considera a formalização das diversas informações estabelecidas na


organização. É neste nível que se dão as decisões operacionais, que necessitam de
programação prévia e detalhamento, através de planos organizacionais de curto prazo
(O’BRIEN, 2002).
Nesse nível, é implantado o plano de ação da organização, definido no nível tático,
com o apoio dos recursos humanos, dos recursos financeiros e dos recursos físicos
disponíveis, visando obter-se a melhor relação custo/benefício para a organização (CARMO;
PONTES, 2006). É o nível em que se efetua o monitoramento das atividades básicas da

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
organização.

A seguir se expõe de maneira ilustrativa a estrutura dos níveis de decisão


organizacional acima descrita.

Figura 1 – Estrutura dos Níveis de Decisão Organizacional


Fonte: IGTI (2002).
Para que os sistemas de informações gerenciais auxiliem de fato, nas tomadas de
decisão nas organizações, é necessário a compreensão dos administradores quanto aos
componentes e interações, quando do desenvolvimento desses sistemas, para que, deste
modo, seja assegurado seu bom funcionamento.
Oliveira (2004) afirma que os sistemas de informações são compostos por:

 dados: elemento na forma bruta, que, por si só, não leva à compreensão de fatos
ou situações;

 tratamento: transformação dos dados em informações (dados dotados de


relevância);

 informação: dado que foi trabalhado e auxilia no processo decisório;

 alternativa: ação substituta, através da qual chega-se ao mesmo resultado, porém,


de modo diferente;

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
 decisão: opção que o administrador possui de escolher, entre as diversas
alternativas, a que leve ao melhor resultado operacional;

 recursos: levantamento das alocações (equipamentos, materiais, financeiros,


humanos);

 resultados: produto final do processo de tomada de decisão;

 controle e avaliação: função do processo administrativo que permite aos


tomadores de decisão avaliar o desempenho e o resultado das ações, objetivando
a realimentação do sistema, para que possam corrigir e/ou reforçar o desempenho
organizacional;

 coordenação: função do processo administrativo que aproxima os resultados


apresentados do que foi planejado.

Um sistema de informações gerenciais, segundo Oliveira (2004), traz os dados que


irão receber o tratamento. Esses dados, por sua vez, se transformarão em informações que
subsidiarão o processo decisório.

Figura 2 - Modelo Geral de um Sistema de Informações Gerenciais


Fonte: Oliveira (2004).

Os sistemas de informações gerenciais são compostos também pelos


equipamentos e materiais necessários ao bom funcionamento do sistema; pelos os
indivíduos, que irão agregar valor às informações; pelos resultados decorrentes das

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
tomadas de decisões; pelo controle e avaliação, em que os administradores controlam e
avaliam o desempenho e o resultado das ações; e, finalmente, pela coordenação, função
do processo administrativo que aproxima os resultados apresentados do que foi planejado.
Segundo Claver et al (2001 apud TEIXEIRA JUNIOR; OLIVEIRA, 2003), o sucesso
dos sistemas de informação nas organizações está condicionado à união de dados,
tecnologia da informação e pessoas, sendo estas últimas estabelecidas na condição de
indivíduos dentro da cultura organizacional.
Os sistemas de informações gerenciais, portanto, otimizam a utilização da
informação, tornando-se indispensável para todas as áreas das organizações, de modo a
estimular seu compartilhamento.
Oliveira (2004, p. 44) destaca os benefícios que os sistemas de informações
gerenciais trazem para as organizações:

 melhoria no acesso às informações, favorecendo a precisão nos relatórios, que são


gerados mais rapidamente e com menor esforço;

 melhoria na operacionalização dos serviços;

 melhoria nas tomadas de decisões, a partir do fornecimento de informações mais


rápidas e precisas;

 melhoria na estrutura organizacional, devido um melhor fluxo de informações;

 melhoria na adaptação das organizações no enfrentamento dos imprevistos,


derivados das freqüentes transformações no ambiente em que a organização está
inserida.

Observa-se que os sistemas de informações gerenciais, através de informações


mais rápidas e precisas, levam as organizações a ganhos de vantagem competitiva e a
benefícios incorporados, tais como: maior rapidez nos processos de comunicação das
organizações; maior facilidade no acesso às informações relevantes; e melhoria nas
tomadas de decisões.

Integração com os demais Sistemas Organizacionais

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
A essência do planejamento e do controle é a tomada de decisões, que depende de
informações oportunas e confiáveis. Para tanto, faz-se necessário que as organizações
mantenham sistemas de informações ajustados às necessidades de informações que o
processo decisório exige (BIO, 1996).
A definição de um bom planejamento dos sistemas de informações, por parte das
organizações, é extremamente importante para que possam auxiliar os gestores no
processo de tomada de decisão.
Conforme Amaral (1999 apud SANTOS; CONTADOR, 2006), o planejamento dos
sistemas de informação constitui-se em uma atividade da organização que irá definir o futuro
que ela deseja para seus sistemas, bem como a maneira pela qual deverão ter o suporte
das tecnologias da informação e o modo de estabelecê-lo.
Conforme Bio (1996), no período da concepção dos sistemas de informações
gerenciais, cabe aos administradores definir o tipo de decisão que devem tomar para que
os sistemas não produzam informações irrelevantes. Assim, o autor evidencia a
necessidade de: identificação dos objetivos, do processo de planejamento e das políticas
existentes na organização; determinação das necessidades de informação para auxiliar a
tomada de decisões; identificação dos responsáveis pela tomada de decisões e avaliação
de seus padrões de reação e decisão; desenvolvimento de sistemas adequados às
necessidades informacionais da organização.
O planejamento dos sistemas de informação traz mudanças na organização, que se
manifestam, principalmente, nos recursos humanos, técnicos e gerenciais, no sentido de
monitorar a evolução e a inovação organizacional e criar um espírito de mudança e de
procura pela qualidade (AMARAL 1999, apud SANTOS; CONTADOR, 2006).
Para desenvolver adequadamente um sistema de informações gerenciais, é preciso
inicialmente, efetuar a identificação das informações relevantes nas áreas que fornecem as
informações. Depois de reunidas, devem ser analisadas, para que possam ter valor
agregado e, assim, converterem-se em informações gerenciais, com fins de apoio ao
processo decisório.
Segundo Oliveira (2004), os sistemas de informações gerenciais devem ser
desenvolvidos por um grupo representativo da empresa, com a coordenação de seus
principais executivos, possuidores de visão sistêmica. Conforme o autor, para que os

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
sistemas de informações gerenciais tenham sucesso em sua implantação, faz-se necessário
que o “empreendedor interno” tenha as seguintes características:

 elevada dose de energia e força pessoal e grau de autoconfiança;

 compromisso com a administração de projetos e objetivos de longo prazo,

 elevada preocupação com o tempo alocado;

 busca de ajuda interna ou externa de especialidades de que necessitam.

O autor evidencia o fator humano no condicionamento dos os sistemas de


informações gerenciais pelo seu nível de envolvimento e entendimento, capacitação
profissional, comportamentos, atitudes, atuação e interação.
Bio (1996) compreende que, no desenvolvimento dos sistemas de informações
gerenciais, os administradores devem seguir os seguintes critérios, para que tais sistemas
possam atender com eficácia ao processo decisório:

 flexibilidade: para poder atender aos diversos níveis informacionais;

 confiabilidade: para dar suporte às tomadas de decisão;

 utilidade: para que as informações disponibilizadas possam satisfazer as


necessidades dos usuários;

 funcionalidade: para que possam atender com praticidade e eficácia;

 acesso: permitir acesso rápido e tempestivo a seus usuários.

Para que um sistema de informações gerenciais possa atender, com efetividade, ao


processo decisório de uma organização, faz-se necessária a integração conceitual e
informativa entre os subsistemas e os sistemas que o alimentam. Em determinadas
organizações, tais sistemas são integrados através de um banco de dados comum,
facilitando o fluxo dos dados e das informações.
A integração entre sistemas associa-se diretamente à administração de redes e
banco de dados, na definição de quais sistemas deverão combinar-se entre si e quais

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
componentes adicionais serão necessários na otimização da utilização dos dados e das
informações da organização (STAIR, 1998).
Deste modo, as áreas organizacionais devem ser vistas com enfoque sistêmico,
para efeito de formulação de relatórios e demais documentos relativos aos sistemas de
informações gerenciais. Estes devem atender às necessidades de todas as unidades da
organização, inter-relacionando-as por meio do fluxo de informações.
Segundo K. Laudon e J. Laudon (1999a), a integração entre os diversos sistemas
permite a troca de dados entre diferentes áreas e sistemas. Entende-se que essa troca
possibilita um melhor fluxo de informações, uma vez que não há a necessidade do
deslocamento de um funcionário de determinada área para outra, para conseguir a
informação de que necessita, vindo a gerar, desse modo, otimização quanto aos processos
de trabalho.
Faz-se necessária a compatibilização dos subsistemas com a estrutura de
responsabilidade executora das atividades da organização, de modo que as informações
direcionadas para a formulação de planos, execução das funções e avaliação de
desempenho sejam estruturadas quanto à forma, periodicidade e detalhamento, conforme
os objetivos das unidades da organização, no sentido de prover seus membros da
comunicação correta e temporal (OLIVEIRA, 2004).
Stair (1998) destaca a importância da colaboração de todas as áreas da organização
para o desenvolvimento de uma abordagem integrada e coordenada na implementação de
hardware, software, bancos de dados e telecomunicações, como bases de seus sistemas
de informação. A integração entre sistemas permite: interconexão entre os computadores;
melhor fluxo na transmissão e compartilhamento dos dados e informações; facilidade de
acesso aos dados; melhor monitoramento e controle dos programas e arquivos de dados.
Evidencia-se a necessidade de integração entre o processo organizacional e os
sistemas de informações gerenciais, para permitir o desenvolvimento de melhores produtos
e serviços de modo contínuo, gerando, assim, efetividade organizacional.
Assim sendo, salienta-se que os administradores devem reconhecer a importância
da visão integrada entre as áreas de planejamento e sistemas da organização, quando da
elaboração do projeto do sistema. O planejamento do sistema de informações gerenciais
deve estar alinhado aos negócios da organização, definidos na elaboração do planejamento

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
estratégico.

Sistemas de Informações Gerenciais na Internet

A Internet é uma rede mundial de computadores, integrada com várias outras redes
locais, regionais e nacionais (LAUDON, K.; LAUDON, J., 1999). O Dicionário Eletrônico
Aurélio Século XXI, traz a seguinte definição para Internet qualquer conjunto de redes de
computadores ligadas entre si como, p. ex., aquela de âmbito mundial, descentralizada e de
acesso público, cujos principais serviços oferecidos são o correio eletrônico e a Web e que
é constituída por um conjunto de redes de computadores interconectadas por roteadores
que utilizam o protocolo de transmissão TCP/IP. (FERREIRA, 2000).
Para O’Brien (2002), o crescimento intenso da Internet provocou uma revolução em
computação e telecomunicações, transformando-se na maior e mais importante rede de
redes em constante expansão. Percebe-se que a Internet veio a alterar o modo de
comunicação entre os indivíduos e as organizações, diminuindo sensivelmente a
caracterização de tempo e o espaço, pois, a partir de seu surgimento, o tempo e espaço se
dão na medida em que se formam os contatos. Assim sendo, passa a não existir a barreira
de tempo e espaço, para que se efetue uma comunicação.
Conforme K. Laudon e J. Laudon (1999b), quase todos os tipos de computador
podem ser conectados à Internet, a partir de linhas telefônicas. Desta maneira, começam a
fazer parte da rede e, assim, podem enviar e receber mensagens de texto, imagens, vídeos
e som. Atualmente, a Internet passou a representar um meio valioso para as organizações,
na disseminação de seus produtos e serviços, na facilidade de comunicação entre seus
membros e setores, melhorando o desempenho operacional.
Segundo O’Brien (2002), é crescente a utilização da Internet pelas organizações, de
modo a otimizar seus contatos. Organizações do mundo inteiro utilizam amplas plataformas
para as diversas aplicações empresariais de cunho estratégico, de modo a aproximar mais
seus clientes, fornecedores, funcionários que trabalham em filiais, entre outras.
A utilização de sistemas de informações gerenciais, por meio da Internet, permite o
acompanhamento das ações organizacionais, bem como a integração entre os vários níveis
de tomadas de decisões, além de facilitar o compartilhamento da informação, otimizando o

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
desempenho organizacional.
4. IMPLEMENTAÇÃO DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL

O propósito básico de um SIG é ajudar a empresa a alcançar suas metas, fornecendo


aos seus gerentes detalhes sobre as operações regulares da organização, de forma que
possam controlar organizar e planejar com mais efetividade e com maior eficiência. (STAIR
e REYNOLDS, 2002).
O Sistema de informações Gerenciais (SIG) é uma ferramenta que trabalha com
entrada, processamento e saída de dados destinados a auxiliar na gestão de um negócio.
Quando o executivo considera o SIG, deve saber que o mesmo aborda apenas uma parte
das informações globais da empresa. Essa situação pode ser visualizada a seguir:
Figura 1
(Empresa e Sistemas de Informações)

Sistema Global de Informações SIG


Fonte: (OLIVEIRA, 2004, P.41)
Nesse contexto, o executivo deve sempre lembrar de que o SIG é um sistema
projetado para oferecer ao referido executivo informações seguras para a tomada de
decisões sólidas que resultem na concretização dos objetivos previamente estabelecidos. A
interação da informação com o processo decisório. Pode ser visualizado a seguir:

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
Figura 2
(Interação da Informação com o processo decisório)

A implementação do sistema de informação gerencial – SIG

O SIG deve ser muito bem desenvolvido e implementado e ter efetiva colaboração
na adequação das empresas perante os pontos básicos inerentes a um cenário provável
para as economias nacional e internacional. Alguns desses pontos são:

• Capacidade para investir gradualmente;

• Capacidade para produzir volumes crescentes;

• Produtividade em termos de qualidade, custo, tecnologia e recursos humanos;

• Capacidade tecnológica em termos de informação, engenharia de produto e


produção;

• Capacidade logística de distribuição;

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
• Desenvolvimento de inovações quanto a novos processos, produtos e serviços;

• Capacidade de agregar serviços valorizados a produtos;

• Comunicação segmentada eficiente;

• Eficácia mercadológica sustentada por marketing orientado; e

• flexibilidade empresarial.

Portanto, o SIG deve ser visualizado como um instrumento administrativo de


significativo auxílio para os executivos da empresas.
Com base em todos os aspectos apresentados até este momento, verifica-se que
SIG tem elevada abrangência e importância nas empresas. Também vai ser constatado, ao
logo da leitura deste livro que o desenvolvimento do SIG envolve alto nível de criatividade e
realização das pessoas participantes. Isso porque, a partir de um problema identificado, o
executivo deve explicitar elevada criatividade para chegar até a decisão a ser
operacionalizada. E a sua realização como profissional pode ocorrer no momento em que o
processo decisório apresentar os resultados.
Além disso, o processo envolve fatores comportamentais que o tornam mais
interessante ainda. Alguns desses fatores são cultura organizacional, emoção, instinto,
desejo.
Esse processo de criatividade e realização pelo executivo pode ser visualizado na
figura 4.1, na qual verifica que a decisão do executivo recebe dois grandes insumos, o da
informação e o da criatividade, bem como a realização está relacionada com a qualidade da
ação e o tipo de resultado apresentado.
Observa-se, também, que todos os itens apresentados na figura 3 estão dentro do
enfoque sistêmico, que é uma premissa básica para toda e qualquer abordagem de um
sistema de informações gerencias.
Figura 3
Criatividade e realização do executivo no SIG

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
Fonte: (OLIVEIRA, 2004, P.43).

Ao avaliar o sistema de informações gerenciais sob a perspectiva do marketing da


informação, considerando-se como se dá a relação entre a oferta de informação disponível
por meio do Sistema e a demanda informacional.
A adoção desta fundamentação teórica sobre marketing da informação permite unir
a importância dos estudos de usuários para o planejamento de produtos e serviços de
informação realizados com a aplicação de técnicas de marketing adaptadas ao escopo da
Ciência da Informação.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
REFERÊNCIAS CONSULTADAS

ALVARENGA NETO, R.C.D. et al. Gestão do conhecimento ou gestão de organizações da


era do conhecimento? Um ensaio teórico-prático a partir de intervenções na realidade
brasileira. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 12, p. 5-24, 2007.
Disponível em: <http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/article/view/682> Acesso em:
19 abr.2011.

ALVARENGA NETO, R.C.D. Gestão do Conhecimento em organizações: proposta de


mapeamento conceitual integrativo. São Paulo: Saraiva, 2008.

AMARAL, L. A. M. Praxis: Um referencial para o planeamento de sistemas de informação.


1994. 251f. Tese (Doutorado) – Escola de Engenharia da Universidade do Minho,
Guimarães, 1994. Disponível em:
<http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/49/1/PRAXIS_Amaral.pdf>. Acesso
em: 29 dez.2010.

AMARAL, S. A. Análise do consumidor brasileiro do setor de informação: aspectos


culturais, sociais, psicológicos e políticos. Pespectiva em Ciência da Informação, Belo
Horizonte, v.1, n.1, p.207-224, 1996. Disponível em:
<http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/viewFile/641/429>. Acesso em:
19 abr.2011.

AMARAL, S. A. Gestão da informação e do conhecimento nas organizações e a orientação


de marketing. Informação e Informação, v. 3, p. 52-70, 2008. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/pbcib/index.php/pbcib/article/view/1050>. Acesso em: 19 abr.2011.

AMARAL, S. A. Marketing da informação: abordagem inovadora para entender o mercado


e o negócio da informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 40, n.1, p. 85-98, 2011.
Disponível em: <http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/viewArticle/1920>. Acesso
em: 13 jun.2012.

AMARAL, S. A. Marketing e desafio profissional em unidades de informação. Ciência da


Informação, Brasília, v. 25, n.3, p. 330- 341, 1996. Disponível em:

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
<http://revista.ibict.br/ciinf/index.php/ciinf/article/viewFile/452/411 >. Acesso em: 13
jun.2012.

AMARAL, S. A. Marketing e inteligência competitiva: aspectos complementares da gestão


da informação e do conhecimento. In: AMARAL, S. A. (org.) Marketing na Ciência da
Informação. Brasília: Editora UnB, p. 19-31, 2006.

AMARAL, S. A. Os 4 Ps do composto de Marketing na literatura de Ciência da Informação.


Transinformação, Campinas, v. 12, n. 2, n. 2, jul./dez. 2000. Disponível em:
<http://www.brapci.ufpr.br/documento.php?dd0=0000000323&dd1=6aff6 >. Acesso em: 17
abr.2012.

AMERICAN MARKETING ASSOCIATION. 2011. Disponível em:


<http://www.marketingpower.com/_layouts/Dictionary.aspx?dLetter=M> Acesso em: 1
mai.2011.

ARAÚJO JÚNIOR, R. H.; ALVARES, L. As necessidades informacionais dos usuários no


planejamento e modelagem de sistemas de informação. Revista Ibero- americana de
Ciência da Informação, v. 1, n. 1, p. 199-218, jan./jun. 2008.

ARAÚJO, V. M. R. H. Usuários: uma visão do problema. Revista da Escola de


Biblioteconomia da UFMG, v. 3, n. 2, p. 175-192, set. 1974.

AUDI, J.L.N; ANDRADE, G.K.; CIDRAL, A. Fundamentos de Sistemas de Informação.


Porto Alegre: Bookman, 2005.

BAPTISTA, S. G.; CUNHA, M. B. Estudo de usuários: visão global dos métodos de coleta
de dados. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v. 12, p. 168-184, 2007.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pci/v12n2/v12n2a11.pdf>. Acesso em: 19 abr.
2011.

BARBOSA, R. R. Acesso e necessidades de informação de profissionais brasileiros: um


estudo exploratório. Perspectivas em Ciência da Informação, Belo Horizonte, v.2, n.1, p.5
35, jan./jul. 1997. Disponível em

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
<http://portaldeperiodicos.eci.ufmg.br/index.php/pci/article/view/32/407>. Acesso em: 19
abr.2011.

BARRETO, A. A. A oferta e a demanda da informação: condições técnicas, econômicas e


políticas. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n. 2, p. 168-173, maio/ago. 1999.
Disponível em: <revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/298/264>. Acesso em: 19
abr. 2011.

BARRETO, A. A. A questão da Informação. Revista São Paulo em Perspectiva. Fundação


Seade, v. 8, n. 4 , 1994. Disponível em: <http://www.e- iasi.org/cinfor/quest/quest.htm>.
Acesso em: 1 mai.2011.

BELKIN, N. J. Information concepts for information science. Journal of Documentation,


London, v. 34, n.1, p. 55-85, mar. 1978.

BERTALANFFY, L. V. Teoria Geral de Sistemas. Petrópolis: Vozes, 1973.

BIO, S. R. Sistemas de Informação: um enfoque gerencial. São Paulo: Atlas, 2008.

BORGES, M. E. N. A informação como recurso gerencial das organizações na sociedade


do conhecimento. Ciência da Informação, Brasília, v.24, n. 2, p. 181-188, maio/ago, 1995.
Disponível em: <http://www.revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/download/551/500>.
Acesso em: 19 abr.2011.

BORGES, M. E. N.; CARVALHO, N. G. M. Produtos e serviços de informação para


negócios no Brasil: características. Ciência da Informação, Brasília, v.27, n. 1, p. 76- 81,
jan/abr. 1998. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v27n1/10.pdf> Acesso em: 19
abr.2011.

BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF,


Senado, 1998.

BUCKLAND, M. K. Information as thing. Journal of the American Society for Information


Science. v. 42, n. 5, p. 351-360, June 1991.

CALVA GONZÁLEZ, J.J. La investigación sobre las necesidades de información em


comunidades de usuarios. Investigación Bibliotecológica, v. 18, n. 37, jul-dic, 2004, p. 23-

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
55. Disponível em: <http://www.revistas.unam.mx/index.php/ibi/article/view/4057>. Acesso
em: 1 mai.2011.

CALVA GONZÁLEZ, J.J. La necesida de información: la importancia de su estudo. Revista


Biblioteca Universitaria, v. 9, n. 3, jul-sep., 1994, p. 33-38. Disponível em:
<http://www.dgbiblio.unam.mx/servicios/dgb/publicdgb/bole/fulltext/volIX3/necinfo.ht ml>.
Acesso em: 1 mai.2011.

CAPURRO, R.; HJØRLAND, B. O conceito de informação. Perspectivas em Ciência da


Informação, Belo Horizonte, v.12, n.1, p. 148-207, abr. 2007. Disponível em:
<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextepid=S1413- 99362007000100012>.
Acesso em: 19 abr.2011.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 2009.

CENDÓN, B. V. Bases de dados de informação para negócios no Brasil. Ciência da


Informação, Brasília, v.32, n. 2, p. 17-36, mai/ago. 2003. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/ci/v32n2/17030.pdf> Acesso em: 19 abr.2011.

CHIAVENATO, I. Administração nos novos tempos. 2ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.

CHIOVENDA, G. Instituições de direito processual civil. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1969. v.
1.

CHOO, C. W. A Organização do conhecimento. São Paulo: Editora Senac. 2006.

COSTA, M. E. B. Grupo Focal. In: DUARTE, J.; BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de
Pesquisa em Comunicação. São Paulo: Atlas, p. 180-192, 2010.

CUNHA, M.B. Base de dados e bibliotecas brasileiras. Brasília: ABDF, 1984. Disponível
em: http://repositorio.bce.unb.br/bitstream/.../LIVRO_BaseDadosBibliotecas.pdf Acesso
em: 12 jul. 2012.

DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Conhecimento empresarial: como as organizações


gerenciam seu capital intelectual. Rio de Janeiro: Campus, 1998.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
DAVENPORT, T.; PRUSAK, L. Ecologia da informação: por que só a tecnologia não basta
para o sucesso na era da informação. São Paulo: Futura, 1998.

DERVIN, B.; NILAN, M. Information needs and uses. Annual Review of Information Science
and Technology, v. 21, p. 3-33, 1986.

DI CHIARA, I. G. Grupo de Foco. In: VALENTIM, M. L. P (org.). Métodos qualitativos de


pesquisa em Ciência da Informação, São Paulo: Polis, p. 101-117, 2005.

DIAS, F. S. Análise da Interseção e Alinhamento entre os Sistemas de Informação e o


Planejamento Estratégico Empresarial. Artigo apresentado no 1º Simpósio Mineiro de
Sistemas de Informação. Belo Horizonte, 2004. Disponível
em:<http://www.skac.pro.br/Artigo%20Sistemas%20de%20Informacao%20I.pdf>. Acesso
em: 19 abr.2011.

DIAS, F. S. Estudo Exploratório da Avaliação de Sistemas de informação. In: II Simpósio


Mineiro de Sistemas de Informação, 2005, Belo Horizonte. II Simpósio Mineiro de Sistemas
de Informação, 2005. Disponível
em:<http://www.skac.pro.br/Artigo%20Sistemas%20de%20Informacao3.pdf>. Acesso em:
19 abr.2011.

DRUCKER, P. F. A sociedade pós capitalista. São Paulo: Pioneira, 1997.

DRUCKER, P. F. Administração de Organizações Sem Fins Lucrativos. São Paulo:


Pioneira, 1994.

DUARTE, J.; BARROS, A. (org.). Métodos e Técnicas de Pesquisa em Comunicação. São


Paulo: Atlas, 2010.

DUMONT, L. M. M. O não-usuário de serviços de informação, este ilustre desconhecido.


In: Congresso Latino-Americano de Biblioteconomia e Documentação, 2, Belo Horizonte,
1994; Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação, 17, Belo Horizonte, 1994.
Anais do Biblos 2000. Belo Horizonte: ABMG, p. 697-718, 1994.

FIGUEIREDO, N. de M. Estudos de uso e usuários da informação. Brasília: IBICT, 1994.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
FIGUEIREDO, N. M. Aspectos especiais de estudos de usuários. . Ciência da Informação,
Brasília, v. 12, n. 2, p. 43-57, jul./dez. 1983. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/1496/1114> Acesso em: 1 mai.2011.

FREIDEN, J.; GOLDSMITH, R.; TAKACS, S.; HOFACKER, C. Information as a product: not
good, not services. Marketing Intelligence& Planning, v. 16, n. 3, p. 1- 13, 1998. Disponível
em: <http://myweb.fsu.edu/chofacker/pubs/freiden_goldsmith_takacs_hofacker.pdf>.
Acesso em: 1 mai.2011.

FURNIVAL, A. C. A participação dos usuários no desenvolvimento de sistemas de


Informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 24, n. 2, 1995. Disponível em:
<www.ibict.br/cienciadainformacao/viewarticle.php?id=478elayout=abstract > Acesso em: 1
mai.2011.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisas. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2010.

GUINCHAT, C; MENOU, M. Introdução geral às ciências e técnicas da informação e


documentação. Brasília: IBICT, 1994.

GUTIÉRREZ, M.P.M. O conhecimento e sua gestão nas organizações. In: TARAPANOFF,


K. (org.) Inteligência, informação e conhecimento em corporações. Brasília:
IBICT/UNESCO, 2006.

KOTLER, P. Administração de Marketing: a edição do novo milênio. São Paulo: Prentice


Hall, 2005.

KOTLER, P. Marketing para organizações que não visam o lucro. São Paulo: Atlas, 1978.

LASTRES, H. M. M., ALBAGLI, S. (Org.). Informação e globalização na era do


conhecimento. Rio de Janeiro: Campus, 1999. Disponível em:
<http://ibict.phlnet.com.br/anexos/saritalivro.pdf>. Acesso em: 19 abr.2011.

LAUDON Jane P. e Laudon Kennet C. Sistema de


Informações gerenciais: Administrando a empresa digital. 5º ed. São Paulo:
Atlas 2004.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
LAUDON Jane P. e Laudon Kennet C. Sistema de
Informações gerenciais: Administrando a empresa digital. 5º ed. São Paulo: Atlas 2004.

LAUDON, K. C.; LAUDON, J. C. Sistemas de Informações Gerenciais. Administrando a


Empresa Digital. 5ª edição. Rio de Janeiro: Editora Prentice Hall, 2008.

LE COADIC, Y.F. A ciência informação. Brasília: Briquet de Lemos, 2004.

LEITÃO, D. M. A informação como insumo estratégico. Ciência da Informação, Brasília,


v.22, n.2, p.118-123, mai/ago, 1993. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/viewArticle/1178> Acesso em: 19 abr.2011.

MALHOTRA, N. K. Pesquisa de marketing: uma orientação aplicada. 3 ed. - Porto Alegre:


Bookman, 2006.

MAÑAS, A. V. Administração de Sistemas de Informação. São Paulo: Érica, 1999.

MATTAR, F. N. Pesquisa de Marketing: metodologia, planejamento. 5 ed. - São Paulo:


Atlas, 1999.

MCCARTHY, E.J. Marketing Básico: uma visão gerencial. Volumes I e II, 2 ed. Rio de
Janeiro: Zahar Editores, 1978.

MCDANIEL, C. D. Pesquisa de Marketing. São Paulo: Thompson, 2004.

MCGEE, J. e PRUSAK, L. Gerenciamento Estratégico da Informação. Rio de Janeiro:


Campus, 1994.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS (Ed.) Ministério


Público do Distrito Federal e Territórios. Disponível em: <http://www.mpdft.gov.br/portal/>.
Acesso em: 18 jun.2010.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS. Portaria Normativa nº


007/2008, de 25 de março de 2008. Dispõe sobre as regras para controle e
acompanhamento dos feitos no âmbito do MPDFT e dá outras providências. Disponível
em: <https://intranet.mpdft.gov.br/bamp/arquivos/Portarias/Portarias_PGJ/2008/n2008_0
007c.pdf > Acesso em: 15 jun.2012.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS. Portaria Normativa nº
022/2009, de 22 de setembro de 2009. Regulamenta, no âmbito do MPDFT, a metodologia
de desenvolvimento de sistemas de informação no MPDFT. Disponível em: <
https://intranet.mpdft.gov.br/bamp/arquivos/Portarias/Portarias_DG/2009/022- 09.pdf>
Acesso em: 15 jun.2012.

MINISTÉRIO PÚBLICO DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS. Portaria Normativa nº


115/2010, de 04 de agosto de 2010. Dispõe sobre regras para controle e acompanhamento
dos feitos no âmbito do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. Disponível em: <
https://intranet.mpdft.gov.br/bamp/arquivos/Portarias/Portarias_PGJ/2010/n2010_01 15.pdf
> Acesso em: 15 jun.2012.

MIRANDA, R. C. R. O uso da informação na formulação de ações estratégicas pelas


empresas. Ciência da Informação, Brasília, v. 28, n.3, p.286-292, set/dez., 1999.
Disponível em: <http://hdl.handle.net/10482/941 > Acesso em: 19 abr.2011.

MIRANDA, S. Como as necessidades de informação podem se relacionar com as


competências informacionais. Ciência da Informação, Brasília, v. 35, n.3, p. 99-114,
set/dez., 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v35n3/v35n3a10.pdf> Acesso
em: 19 abr.2011.

MORESI, E. A. D. Delineando o valor do sistema de informação de uma organização.


Ciência da Informação, Brasília, v.29, n.1, p.14-24, 2000. Disponível em:
<http://www.scielo.br/pdf/ci/v29n1/v29n1a2.pdf > Acesso em: 19 abr.2011.

MORESI, E. A. D. Memória Organizacional e a Gestão do Conhecimento. In:


TARAPANOFF, K. (org.) Inteligência, informação e conhecimento em corporações.
Brasília: IBICT/UNESCO, 2006.

NASCIMENTO, J. A. M. Usabilidade no contexto de gestores, desenvolvedores e usuários


do website da Biblioteca Central da Universidade de Brasilia. Brasília. 2006. 230 f.
Dissertação (Mestrado em Ciência da Informação e Documentação)- Universidade de
Brasília, Brasília, 2006. Disponível em: <http://migre.me/59dxx >. Acesso em: 19 abr.2011.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
NONAKA, L.; TAKEUCHI, H. A criação do conhecimento na empresa. São Paulo: Editora
Campus, 1997.

O’BRIEN, J. A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da Internet. São


Paulo: Saraiva, 2002.

OLIVEIRA, D. P. R. Sistemas de Informações Gerenciais: estratégicas, táticas e


operacionais. 13ª edição. São Paulo: Atlas, 2009.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de Informações Gerenciais. 9 ed.


São Paulo: Atlas 2004.

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de. Sistemas de Informações Gerenciais. 9 ed. São
Paulo: Atlas 2004.

OLIVEIRA, Figueiredo de Oliveira. Sistemas de Informação: Um enfoque gerencial


inserido no contexto empresarial e tecnológico. 3ª ed. São Paulo: Érica 2002.

OLIVEIRA, Figueiredo de Oliveira. Sistemas de Informação: Um enfoque gerencial inserido


no contexto empresarial e tecnológico. 3ª ed. São Paulo: Érica 2002.

OLIVEIRA, J. F. Sistemas de Informação: um enfoque gerencial inserido no contexto


empresarial e tecnológico. São Paulo: Ed. Erica, 2007.

PINHEIRO, L. V. R. Usuários informação: o contexto da ciência e tecnologia. Rio de


Janeiro: LTC, 1982.

PINHEIRO, L. V. R.; LOUREIRO, J. M. M. Traçados e limites da ciência da informação.


Ciência da Informação, Brasília, v. 24, n. 1, p. 42-53, jan./abr. 1995. Disponível em:
<http://revista.ibict.br/index.php/ciinf/article/view/531/483> Acesso em: 19 abr.2011.

POWERS, J.E. Marketing in the special library environment. Library Trends, v. 43, n. 3, p.
478-493, Winter 1995. Disponível em: <
http://www.ideals.illinois.edu/bitstream/handle/2142/7964/librarytrendsv43i3o_opt.pdf >
Acesso em: 15 jun.2012.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
REZENDE, D. A. Sistemas de conhecimento e as relações com a gestão do conhecimento
e com a inteligência organizacional nas empresas privadas e instituições públicas. In:
TARAPANOFF, K. (org.) Inteligência, informação e conhecimento em corporações.
Brasília: IBICT/UNESCO, 2006.

REZENDE, D. A. Sistemas de informações organizacionais: guia prático para projetos em


cursos de administração, contabilidade e informática. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2008.

REZENDE, D. A.; ABREU, A. F. Tecnologia da Informação Aplicada a Sistemas de


Informação Empresarias. São Paulo, Atlas, 2010.

REZENDE, Y. Informação para negócios: os novos agentes do conhecimento e a gestão


do capital intelectual. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p. 75-83, jan./abr. 2002.
Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/ci/v31n1/a08v31n1.pdf > Acesso em: 19 abr.2011.

ROWLEY, J. Information marketing in a digital world. Library high tech, volume 20, n. 3, p.
352-358, 2002.

ROWLEY, J. Information marketing. 2 nd. Edition. Ashgate Publishing e Co, 2006.

ROZADOS, H.F.; PIFFER, B.P. Pesquisa de Marketing e Estudos de Usuários. Em


Questão, Porto Alegre, v. 15, n. 2, p. 169-182, jul./dez. 2009. Disponível em: <
http://seer.ufrgs.br/EmQuestao/article/view/10387 > Acesso em: 19 abr.2011.

SAMARA, B. S.; BARROS, J. C. Pesquisa de Marketing. 3ª ed. São Paulo: Prentice Hall,
2002.

SANTOS ROSAS, A.; CALVA GONZÁLEZ, J. J. El comportamiento informativo de los


investigadores em geografía: el Instituto de Geografía de la UNAM. Revista General de
Información e Documentación, 18, p. 257-292, 2008. Disponível em:
<http://revistas.ucm.es/byd/11321873/articulos/RGID0808110257A.PDF> Acesso em: 19
abr.2011.

SANTOS, A. V. Identificação dos usuários do sistema de informações SISPROWEB do


Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. In: II ENEGI – Encontro de Estudos

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500
sobre Tecnologia, Ciência e Gestão da Informação, 2011, Recife/PE. A gestão da
informação na era do conhecimento. Recife: Nectar, 2011.

SANZ CASADO, E. Manual del estudios de usuarios. Madrid: Pirâmide, 1994.

SARACEVIC, T. Information Science. Journal of the American Society for Information


Science, v. 50, n. 12. p. 1051-1063, 1999.

SCHULTZ, D. E.; TANNEMBAUM, S. I; LAUTERBORN, R. F. O novo paradigma do


marketing: como obter resultados mensuráveis através do uso do Database e das
Comunicações integradas de marketing. São Paulo: Makron Books, 1994.

STAIR, Ralph M. e REYNOLDS George W. Princípios de Sistemas de Informações:


Uma abordagem Gerencial. 4º ed. São Paulo: LTC, 2002.

STAIR, Ralph M. e REYNOLDS George W. Princípios de Sistemas de Informações: Uma


abordagem Gerencial. 4º ed. São Paulo: LTC, 2002.

TARAPANOFF, K. (org.) Inteligência, informação e conhecimento em corporações.


Brasília: IBICT/UNESCO, 2006.

TARAPANOFF, K. Técnicas para Tomada de Decisão nos Sistemas de Informação. 2a.


Edição. Brasília: Editora Thesaurus, 1995.

VALENTIM, M. L. P (org.). Métodos qualitativos de pesquisa em Ciência da Informação,


São Paulo: Polis, 2005.

VALENTIM, M. L. P. Inteligência competitiva em organizações: dado, informação e


conhecimento. Datagramazero, Rio de Janeiro, v.3, n.4, p.1-13, 2002. Disponível em:
<http://www.dgz.org.br/ago02/Art_02.htm> Acesso em: 19 abr.2011.

WERSIG, G.; NEVELLING, U. The phenomena of interest to information science. The


Information Scientist. v. 9, n. 4, p.127-140, dec. 1975.

WILSON, T. D. A problemática da gestão do conhecimento. In: TARAPANOFF, K. (org.)


Inteligência, informação e conhecimento em corporações. Brasília: IBICT/UNESCO, 2006.

Instituto Pedagógico de Minas Gerais http://www.ipemig.com


(31) 3270 4500

Você também pode gostar