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Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção.

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FORMAÇÃO DE PREGADORES E FORMADORES

ORATÓRIA SACRA

VERBALIZAÇÃO

– O CARISMA DA PREGAÇÃO –
CAPA:
Wildson Lopes de Avelar

ÍNDICE
TEMAS PÁGINAS
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (primeira parte) 03
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (segunda parte) 05
A ELOQÜÊNCIA DO CORPO 08
O MÉTODO DA PREGAÇÃO 10
APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA 12

"Quando Demóstenes fala, as pessoas dizem: "Co-


mo ele fala bem!", mas quando Péricles fala, as
pessoas exclamam: "Marchemos!"
recursos extralingüísticos, como gestos, expressões faciais, entonação, postu-
ra, que facilitarão a transmissão de idéias, emoções e possibilitarão o refaz i-
mento da mensagem, caso esta não seja assimilada ou bem interpretada.

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A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. 3
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PRIMEIRO TEMA (primeira parte)
FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
1. APRESENTAÇÃO DO FORMADOR
- (nome), casado, Secretaria Pedro.
2. MOTIVAÇÃO
Um dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-lhe na
rua:
– Senhor Bilac, estou precisando vender meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Po-
deria redigir um anúncio para mim?
Olavo Bilac apanhou um papel e escreveu:
– Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no ex-
tenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa, ba-
nhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.
Meses depois, topa o poeta com o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio, mas,
surpreendentemente, o homem respondeu:
– Nem pense mais nisso! – Disse o homem – Quando li o anúncio é que percebi a ma-
ravilha que eu tinha.
– "Não basta ter o espírito bom, o principal é aplicá-lo bem"1
3. APRESENTAÇÃO DO ENSINO
a) TEMA: FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (primeira parte)
b) Itens:
b.1) CONCEITO DE ORATÓRIA
b.2) PARTES DA ORATÓRIA
b.3) ELOQÜÊNCIA
b.4) ORATÓRIA: MÉTODO DA PREGAÇÃO
b.5) DECÁLOGO DO ORADOR SACRO
II – DESENVOLVIMENTO
1. CONCEITO DE ORATÓRIA
- Oratória: arte de falar em público.
- É uma parte da retórica
= Retórica: em estudo de linguagem significa o estudo do uso persuasivo da
linguagem, em especial para o treinamento de oradores.
= Tratado que encerra essas regras.
- Oratória Sacra
= Oratória Sacra é um método de pregação que, com docilidade ao Espírito
Santo e dependendo dele de sua unção, anuncia o Evangelho de nosso S e-

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René DESCARTES, Discurso do Método, p. 37.
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A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
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nhor Jesus Cristo empregando as técnicas e os recursos de comunicação en-
sinados pela retórica e utilizados pela oratória.
= Sua raiz remota são as homilias feitas pelos primeiros cristãos
= Nasceu quando os pregadores cristãos perceberam que podiam usar a ret ó-
rica grega ou a oratória romana
= Seu objetivo é veicular uma mensagem religiosa
2. PARTES DA ORATÓRIA
a) Antiga
- Inventio (invenção): descoberta de argumentos
- Dispositio (disposição): arranjo das idéias
- Elocutio: descoberta da melhor forma para expor as idéias
= Emprego de figuras e tropos
- Memória: memorização
- Pronuntiatio (pronunciação): apresentação oral
b) Moderna
- Invenção: planejamento estratégic (busca de idéias, provas, argumentos) .
= Acolhimento da revelação para a pregação e para o ensino.
- Disposição: organização da forma mais didática possível
- Elocução: exposição das idéias de forma estética e convincente
3. ELOQÜÊNCIA
- "A eloqüência tem forças e belezas incomparáveis." 2
- Habilidade de falar e exprimir-se com facilidade. É a arte e o talento de persuadir,
convencer, deleitar ou comover por meio da palavra.
- Em estudos da linguagem é a arte de falar bem.
4. ORATÓRIA: MÉTODO DA PREGAÇÃO
- Método é um processo ou técnica de ensino
- A oratória é a técnica natural para o pregador evangelizar, pelos seguintes motivos:
= Uma das funções da oratória é apresentar uma tese, sustentá-la e deixar os ouvin-
tes em condições de decidir por ela.
= Cada tema de pregação assemelha-se a uma tese
5. DECÁLOGO DO ORADOR SACRO
- Docilidade ao Espírito Santo
- Orar diariamente
- Zelar pela própria santidade
- Amar as pessoas
- Aprender com os bons pregadores
- Pregar o que se vive
- Simplicidade na exposição e profundidade nas idéias
- Escolher cuidadosamente o tema e as idéias principais para compor o roteiro
- Treinar exaustivamente
- Começar a pregação com serenidade (os arroubos são para depois)
III – CONCLUSÃO

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René DESCARTES, Discurso do Método, p. 41nn.
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A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
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1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!

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PRIMEIRO TEMA (segunda parte)


FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
1. APRESENTAÇÃO DO FORMADOR
- (nome), casado, Secretaria Pedro.
2. MOTIVAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO DO ENSINO
a) TEMA: FUNDAMENTOS DA ORATÓRIA SACRA (segunda parte)
b) Itens:
b.1) RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO
b.2) QUALIDADES DA ORATÓRIA SACRA
b.3) VITÓRIA SOBRE O MEDO
b.4) UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS COM SABEDORIA
II – DESENVOLVIMENTO
1. RUÍDOS DA COMUNICAÇÃO
- Ruídos da comunicação são todas as coisas que dispersam a atenção das pessoas
- Espécies de ruídos mais comuns:
= Má articulação
= Ambigüidade
= Desconhecimento da norma gramatical
= Inadequação vocabular
= Inibição
= Nervosismo
= Insegurança
= Desconhecimento das leis da comunicação verbal coletiva
= Emprego inadequado da concisão (falta ou excesso de concisão)
= Prolixidade
= Exagero de expressões desconhecidas e de palavras “difíceis”
= Discurso decorado de forma mecanizada
= Usar a imaginação em desfavor de si mesmo
= Velocidade vocal inadequada
= Mau uso do aparelho fonador (má colocação da voz, exagero de articulação não
natural).
= Exagero de citações comentadas (bíblicas, doutrinárias)
= Exagero de citações sem comentários
= Exagero de ilustrações e exemplos
= Imitação inconsciente de outro pregador
= Excessos de cortesias (delicadezas artificiais, maneirismo)
= Exagero no uso das figuras de linguagem
= Excesso de movimento
= Imobilidade
= Expressão de abatimento e de inferioridade (cansaço, depressão)

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= Expressão de superioridade (narcisismo, excesso de altivez, presunção, excesso de
autoconfiança).
= Repetição constante de um mesmo gesto
= Citar fontes sem variedade retórica
= Levar os ouvintes para trechos e não para a idéia principal
= Olhos voltados para dentro da pregação e não para dentro da realidade do ouvinte
= Inobservância de simples combinações de vestuário
= Falar de forma monótona
= Mau uso da aparelhagem de som (microfone, amplificador, etc.)
= Vulgaridade
= Negatividade
= Falsa humildade
= Belicosidade
= Prepotência
= Vaidade
= Competição
= Descrença
= Preconceito
= Visão limitada.
2. QUALIDADES DA ORATÓRIA SACRA
- Unção
- Eloqüência
- Clareza
- Linguagem direta e atual (equilibrada na balança cujos pratos são cultura e linguagem
coloquial)
- Mensagem coerente, bem fundamentada, concatenada, concisa, convincente, confiá-
vel, coloquial, comovente.
- Empatia (desenvolve empatia com os ouvintes)
- Tem um piloto: você (orador sacro, pregador).
- Circunstancial.
- Congratulação (ambiente de fraternidade).
- Sinal de contradição
- Comunicativa
- Adequada aos ouvintes
- Frutífera
- Conceitual (Cale ou fale, mas se falar, diga uma palavra que valha o silêncio).
- Criativa
- Conveniente
- Geradora de ação
- Bilateral
- Liberal
- Lógica
- Amorosa.
3. VITÓRIA SOBRE O MEDO
- Reconhecer que todos os seres humanos normais têm medo
- Momentos do medo:
= Antes da pregação
= No início da pregação

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= durante a pregação (não é normal, precisa de tratamento).
- Batalhas contra o medo:
= Falar na sua língua (temos duas línguas: transmitida, pela família; adquirida, na es-
cola).
= Conhecer as regras, porém sem se escravizar.
= À medida que repetir a mesma pregação, buscar em Jesus coisas novas para ela.
= Preparar a pregação para você e preparar-se para ela.
= Começar a pregação de maneira serena
= Confessar o medo, criativa e sabiamente, no início da pregação.
= Conhecer suas qualidades e limitações.
= Vencer a inibição (inibição sim, silêncio jamais: o pregador é aquele que fala).
= Não cair na tentação de combater os defeitos de comunicação enquanto prega
= Manter o bom humor
= Vencer o olhar da assembléia
= Deixar-se avaliar
= Pregar sob unção
= Entregar o medo a Jesus.
4. UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS COM SABEDORIA
- Aparelhagem de som (o som deve ser claro, inteligível e, principalmente, agradável
ao ouvinte)
- Microfone (como utilizá-lo).
- Documentos escritos (Sagrada Escritura (CV II, 192, Dei Verbum); documentos da
Igreja
= Livros espirituais; apostilas; roteiros
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!

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SEGUNDO TEMA
A ELOQÜÊNCIA DO CORPO
I – INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
1. APRESENTAÇÃO DO FORMADOR
- (nome), casado, Secretaria Pedro.
2. MOTIVAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO DO ENSINO
a) TEMA: A ELOQÜÊNCIA DO CORPO
b) Itens:
b.1) A LINGUAGEM DO CORPO
b.2) PARTES DO CORPO IMPORTANTES NA ORATÓRIA SACRA
b.3) A LINGUAGEM DO CORPO CONVENCE
II – DESENVOLVIMENTO
1. A LINGUAGEM DO CORPO
a) O corpo fala
- Várias partes do corpo expressam as emoções, pensamentos, intenções.
2. PARTES DO CORPO IMPORTANTES NA ORATÓRIA SACRA
a) Corpo
- Postura (cabeça, queixo, corpo).
b) Rosto
- Expressa os pensamentos, as emoções e os sentimentos.
c) Olhos
- Aproveitar o olhar para se comunicar (expressão dos olhos)
- Lc 22,61-62
d) Mãos
- Gestos (seu significado, como e quando fazê-los, a emoção dirige os gestos do ora-
dor, a unção dirige os gestos do pregador; mãos no bolso: o que fazer quando se
surpreender com este gesto).
- Jo 13,24
- At 21,40
e) Pés
- Abertura
- Jo 20,3-8
f) Vestuário e adereços
- Roupas (calçados, roupas, enfeites masculinos – barba; e femininos)
3. A LINGUAGEM DO CORPO CONVENCE
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– A sinceridade do corpo
– O corpo desmascara a mentira dos lábios
= Para não ser desmentido pela sinceridade do corpo, é bom pregar o que se vive.
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
– A eloqüência do corpo nos lembra a necessidade de praticarmos a Palavra de Deus,
com vistas à conversão do coração, isto é, objetivando a mudança da mentalidade que
se dá por meio da substituição da mentalidade mundana pela proposta de Nosso Senhor
Jesus Cristo. Para abreviar a conversão, podemos orar constantemente, estudar a Santa
Palavra e praticar a oração de cura interior, a fim de cultivarmos a pureza de coração
que nos ajudará a sermos mais santos e mais sinceros. Assim, quando pregarmos, não
correremos o risco de proclamar uma idéia com palavras e desmenti-la com o corpo.
Sendo puros e sinceros nosso corpo será nosso aliado na evangelização, pois confirma-
rá com sinais visíveis cada palavra que anunciarmos.
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!

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TERCEIRO TEMA
O MÉTODO DA PREGAÇÃO
I - INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
1. APRESENTAÇÃO DO FORMADOR
- (nome), casado, Secretaria Pedro.
2. MOTIVAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO DO ENSINO
a) TEMA: O MÉTODO DA PREGAÇÃO
b) Itens:
b.1) CONCEITO
b.2) COMPOSIÇÃO DO MÉTODO
b.3) EMPREGO DE ROTEIROS
b.4) EMPREGO DA VOZ
b.5) EMPREGO DA DRAMATIZAÇÃO COMO RECURSO DE COMUNICAÇÃO
b.6) LINGUAGEM, VOZ, CONHECIMENTO E UNÇÃO: PARCERIA DA VITÓRIA
II - DESENVOLVIMENTO
1. CONCEITO
- Método ou técnica de ensino. Modo jeito de realizar algum trabalho.
2. COMPOSIÇÃO DO MÉTODO
- Oração, pesquisa, planejamento, organização do pensamento, treinamento, roteiriza-
ção, didática, emprego adequado da voz, emprego correto da linguagem.
3. EMPREGO DE ROTEIROS
a) É fundamental
b) Composição
- Introdução (saudação, atenção para uma frase marcante).
- Desenvolvimento.
- Peroração (novamente uma frase forte e agradecimento).
= Explicitar, demonstrando, uma peroração.
4. EMPREGO DA VOZ
- Tom
- Volume
- Dicção
- Respiração
- Impostação (colocação e projeção da voz – NDALP - IMPOSTAÇÃO de voz é a sua
modificação deliberada com a finalidade de torná-la mais agradável, mais audível e melhor
entendida).
- Entonação: modulação na voz de quem fala. Variação de tom. Entoação. Ênfase (em
palavras, em frases).
- Treinamentos (observar bons modelos).
5. EMPREGO DA DRAMATIZAÇÃO COMO RECURSO DE COMUNICAÇÃO
- A oratória é uma arte
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- Interpretação (melhora a estética, atrai a atenção, melhora a comunicação, aumenta
a eficácia da pregação).
(atenção: Góis, Maurício. Curso Prático de Comunicação Verbal, p. 302. Bolsa Nacional
do Livro. Curitiba-PR: 1989.)
6. LINGUAGEM, VOZ, CONHECIMENTO E UNÇÃO, PARCERIA DA VITÓRIA
- Linguagem (comunicação - linguagem: simples, direta, precisa, concisa e clara; evitar
vícios, gagueira, pronúncias truncadas etc).
= Ritmo da fala (Do grego rhytmós: movimento regrado e medido. Nas artes, na litera-
tura, no cinema, etc., a disposição ou o desenvolvimento harmonioso, no espaço e/ou
no tempo, de elementos expressivos e estéticos, com alternância de valores de dife-
rente intensidade).
= Cadência (compasso e harmonia na disposição da palavra).
= Velocidade da fala.
= Como obter uma boa linguagem?
- Voz
= Cartão de visitas do pregador
= Cuidados terapêuticos e sanitários
= Treinamentos para melhora-la (fisioterapias).
- Conhecimento.
- Unção.
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
c) Fecho
– A Oratória Sacra é um ser composto de corpo, alma e espírito. O corpo é a voz, a
alma é o conhecimento e o espírito é a unção.
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!

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QUARTO TEMA
APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
I - INTRODUÇÃO
(Pedir oração)
1. APRESENTAÇÃO DO FORMADOR
- (nome), casado, Secretaria Pedro.
2. MOTIVAÇÃO
3. APRESENTAÇÃO DO ENSINO
a) TEMA: APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
b) Itens:
b.1) APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
b.2) ESPÉCIES DE ELOCUÇÃO
b.3) REQUISITOS PARA A BOA APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
b.4) RECURSOS PARA POTENCIALIZAR A ORATÓRIA SACRA
II - DESENVOLVIMENTO
1. APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA (Finalidades da pregação - CV II, 534, 535 e
1.148; CL 33 e 51).
a) Finalidades da Oratória Sacra
- Imediata: EVANGELIZAÇÃO (Experiência de Deus). Encurtar o caminho entre o ho-
mem e Deus
- Mediata: conversão (entrega de si a Jesus Cristo) ensino/instrução, cura, libertação.
b) Aplicação
– Nos ensinos
– Nas pregações, PRINCIPALMENTE.
2. ESPÉCIES DE ELOCUÇÃO
- Conferência
- Discurso político
- Discurso acadêmico
- Discurso forense
- Palestra
- Ensino (pregação + palestra: 2)
- Pregação (proclamação feita por arautos - grito).
3. REQUISITOS PARA A BOA APLICAÇÃO DA ORATÓRIA SACRA
- Amor (etapas do amor – CNBB, DOC. 54, 271).
- Oração.
- Ter a mente imbuída do assunto.
- Fidelidade ao tema.
- Praticar e treinar.
- Dar vida à pregação sabedoria no emprego da técnica
- Obediência ao tempo.
- Dependência (depender) do Espírito Santo e ser conduzido por Ele.

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= Características do pregador conduzido pelo Espírito Santo: durante o planejamento
e durante a pregação propriamente dita, realiza suas atividades crendo em Deus,
amando-o, adorando-o, glorificando-o, evangelizando os irmãos e intercedendo por
eles - Catec. 2.145.
4. RECURSOS PARA POTENCIALIZAR A ORATÓRIA SACRA
a) Escolha do melhor recurso
- Para escolher os recursos, observar os seguintes fatoresÇ
= Tema da pregação
= Espécie de elocução (ensino, pregação)
= Natureza (querigma, catequese)
= Local (País, Estado, cidade, local aberto, local fechado, grande, pequeno).
= Espécie de encontro (aberto, retiro)
= Público (iniciantes, veteranos, quantidade).
= Instrumentos disponíveis (aparelhagem de som, objetos).
b) Espécies de recursos
- Oração (pessoal, diária e vida de oração).
- Zelar pela santidade pessoal.
- Testemunho (Puebla, 964ss; EN; SD; CV II:
= Testemunho de vida;
= Testemunho como técnica de evangelização.
- Parábolas (Sagrada Escritura) (O afilhado rico).
- Eloqüência.
- Dramatização (Mt 17,23-26).
- Repetição (Mr 4,26-32 => Reino de Deus).
- Indagação (Mr 4,21; Mat 6.25-31).
- Não dar todas as respostas (Jo 3.1-15).
- Aguçar a curiosidade (suspense, anúncios escatológicos feitos por Jesus, anúncios
sobre sua morte).
- Descrição (Mt 14,24; Jo 13,4-12).
- Narração
- Dissertação
- Movimentação do pregador.
- Anedotas (departamento de propaganda).
- Histórias (Lc 16,19-31 - os dois irmãos).
- Sinais e prodígios.
- Emprego dos dons carismáticos.
- Emprego de Figuras de linguagem (Figura de linguagem, no estudo de linguagem,
significa forma de expressão que foge à norma, apresentando alterações fonéticas,
morfológicas ou sintáticas. Cada uma das formas de elocução suscitadas pela imagi-
nação e pelos afetos, e que emprestam ao pensamento mais energia, mais vivacida-
de, e/ou conferem à frase mais beleza e graça. Exemplo: hipérboles: “o camelo no
fundo da agulha”).
- Emprego de tropos (Ex. metáfora)
- Quebra brusca do pensamento (deixando um mistério)
III – CONCLUSÃO
1. RESUMO
a) Recapitulação (retomar itens)
b) Avaliação (indagações, sanar dúvidas, complementar).
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A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
Formar com simplicidade sem renunciar à ciência e aplicar a técnica sem extinguir a unção. 15
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c) Fecho
2. CONVITE À AÇÃO
3. ORAÇÃO FINAL (sobre a pregação proclamada).
Amém! Deus os abençoe!

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A técnica atinge a perfeição quando é submissa à unção do Espírito Santo.
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REFEÊNCIAS

DESCARTES, René. Discurso do Método. Porto Alegre, L&PM Pocket,


2005.

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