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(5390) - COMI O CU DA PAULA

Olá, pessoal, meu nome é Bruno, tenho mais de 30 e menos de


40 anos, casado, nível superior, branco, cabelos e olhos
castanhos. Quero compartilhar com você uma transa bem gostosa
que aconteceu comigo a alguns dias atrás. Paula é uma grande
amiga que conheço a algums anos e que tem um negócio de
fotografia com o marido. Sempre tive por ela o maior respeito, e
não podia ser diferente pois qualquer envolvimento maior seria
um risco para nossa amizade, além disso era também amigo do
marido dela. Um belo dia eu estava indo embora no meu carro
para casa mais cedo quando a vi caminhando a minha frente em
direção ao ponto de ônibus. Ao me aproximar dela para oferecer-
lhe uma carona me espantei ao ver Paula se desfazendo em
lágrimas. Desci rapidamente do carro e procurei reconfortá-la e
saber o que estava acontecendo. Ela me disse, então, que havia
brigado com o marido pelo telefone e que ele a ofendeu muito.
Vendo o estado de minha amiga, resolvi levá-la no meu carro de
volta à casa dela. Ela não queria ver o marido então decidi levá-la
até algum local onde poderíamos conversar e eu tentaria acalmá-
la. Paula concordou. Fomos a um barzinho bem discreto. Paula
disfarçara bem as lágrimas até o momento que ficamos a sós em
um cantinho do bar. Não consigo ver uma mulher chorar. Isso me
toca fundo no coração. Procurei abraçá-la e lhe convencer que
tudo ficaria bem. Ela foi se acalmando à medida que relatava as
barbaridades que ouvira do marido, principalmente em relação à
"feiúra" de seu corpo. Ele nunca aprovara o tamanho avantajado
da bunda de Paula. Ou seja, uma bunda pela qual eu, em
particular; e o restante da população masculina, em geral,
babávamos, eram por ele desdenhadas de forma cruel e injusta
(pois além dos atrativos já citados, Paula tinha um sensual cabelo
castanho compridos, coxas grossas, quadris largos e convidativos,
fora uma boca grande e linda onde os homens adorariam enfiar a
pica). Foi quando aconteceu, totalmente inesperado para mim;
enquanto enxugava as lágrimas dela Paula me perguntou o que
eu achava do corpo dela. Inocentemente, juro, disse-lhe que era
muito bonito, apesar de apenas poder visualizá-los por sob a
roupa dela. Paula, olhando-me diretamente nos olhos, perguntou
se eu gostaria de vê-la sem roupa. Fiquei estático. Não esperava
por aquilo. Cheguei mesmo a duvidar se ela não estaria se
oferecendo a mim apenas para se vingar do marido. Sentindo
minha hesitação, ela ruborizou de pronto e começou a improvisar
um pedido de desculpas. Vendo aquele mulherão se oferecendo a
mim, meu tesão despertou num endurecer instantâneo do
caralho, apertado sob minha calça como um animal faminto
enjaulado. Sem dizer uma palavra, peguei-a pelo braço, levei-a
até meu carro e saímos. Em silêncio fizemos toda o caminho até
um motel que eu conhecia na Rodovia Rio-Petrópolis, o Clips. Ao
chegramos a portaria senti que Paula estava um pouco nervosa e
procurei acalmá-la segurando sua mão. Já dentro da suite,
abracei-a forte e beijei sua boca enorme e gostosa. Apesar de
sermos amigos a muito tempo eu, nessa hora, a via mais como
uma puta querendo rola. Depois que a beijei bastante sentei-a na
beirada da cama e, de pé, diante dela, afrouxei minha calça e
abaixei a cueca, liberando minha vara tesuda e inchada para o
consumo dos olhos surpresos, e gulosos, de Paula. Os lábios dela
ficaram úmidos de imediato. Passei a bater e esfregar a pica por
aquela face tão delicada e familiar, e que agora eu descobria tão
quente, suave e macia. Dominado pelo tesão forcei a entrada dos
seus lábios com meu pau e ela cedeu, abrindo passagem. Sentir
minha pica deslizando para dentro daquela bocona gostosa me
deu um prazer danado. Vendo sua total submissão segurei-a pelos
cabelos com minhas duas mãos e passei a fuder sua boca,
enfiando e tirando minha rola bem devagarinho. Paula, apesar de
se manter totalmente passiva, parecia estar adorando, ainda que
quase se sufocando mais de uma vez entalada em minha carne
dura, gemendo como uma cadela obediente. Fuder aquela boca
era realmente uma delícia e não tardei muito para alcançar um
gozo inesquecível, farto, gritado, aos borbotões, derramando na
boca de Paula uma seqüência de esporradas que parecia não ter
vim, e que para meu deleite a vi engolir até a última gota, em
confiança (sou um praticante do sexo seguro, e ela sabia disso).
Precisei me sentar na cama para não cair ao chão de tão forte
havia sido meu orgasmo. Decidimos, então, tomar um banho
juntos. Ela se despiu à minha frente e fiquei embasbacado com a
gostosura daquela fêmea, finalmente nua para mim. Um delicioso
corpo de mulher, tão cretinamente vilipendiado pelo marido que
não deu àquela maravilha o tratamento que ela merecia. Debaixo
da água tépida do chuveiro, dei um banho de língua, dentes e
sabonete naquela potranca. Mamei demoradamente nas suas
tetas deliciosas; eu as engolia inteiras, alternando o castigar
safado da minha língua entre os mamilos pontudos e rosados, o
que arrancava urros de prazer de minha saborosa amiga. Não
havia mais como me segurar, precisava comê-la já. Entre carícias,
fiz minha amiga encamisar minha vara inchada, o que ela fez com
muita doçura. Postei-a de quatro diante de mim, sua cabeça sob a
ducha quente do chuveiro. Aquela bunda enorme ficou empinada
diante de mim, arreganhada, o cu e a boceta totalmente expostos
para o meu prazer. Passei os dedos lentamente por aquele rego
sedoso, detendo-me numa carícia especial, super suave por sobre
o cuzinho apertado, de pregas virgens. O ânus da gata se contraiu
de imediato e ela protestou. Adoro submeter uma mulher aos
meus caprichos de macho, subjugá-la à minha fome de sexo
como uma verdadeira escrava. Amiga ou não, seria isso que faria
com Paula; a trataria como uma puta. Enterrei-lhe a vara na xota
até o talo num só movimento de tesão animal. Ela gritou alto. E
foi berrando que ela se derreteu sob a força crescente das minhas
estocadas. Fudia aquela boceta ardente e apertada com violência,
enquanto atacava apaixonadamente o grelinho inchado dela com
uma das mãos. Foi quando cravei-lhe um dedo no cu. Paula pediu
para tirar. Respondi com mais um dedo, num enfiar profundo,
arregaçando o buraco sem piedade, sentindo a musculatura e o
calor do reto da gata em todo o seu esplendor. Só tirei-lhe os
dedos do cu para cobrir-lhe a bunda de tapas carinhosos e cheios
de tesão. Foi apanhando delicadamente no rabo, com o grelo em
minha mão e levando o caralho fundo na racha que minha bela
parceira explodiu num gozo suado e potente, gritando como se
não houvesse amanhã, rebolando ensandecida como uma cobra.
Sorri para mim mesmo; Paula nem desconfiava o que eu estava
tramando: era chegada a hora de meter no cu dela, mas nada
diria até ser tarde demais para ela me recusar. Levei-a de volta
para o quarto e a deitei de bruços sobre a cama. Deitei-me sobre
ela, fazendo-a sentir o peso do meu corpo e o roçar do meu peito
cabeludo em suas costas. Mordendo-a na nuca com suavidade e
volúpia, fui introduzindo a vara na sua xota delicada bem
lentamente. Entrei inteiro, sentindo a maciez quentinha e sedosa
daquela bunda enorme que eu cobiçava tão febrilmente. Ela
gemeu. Passei a estocar, mais lentamente ainda. Um preguiçoso
vai-e-vém que a fazia suspirar como uma donzela inocente.
Mordiscava as orelhas dela, lambia-as, chamando-a, entre
sussurros, de piranha, vadia, vagabunda, boqueteira, cadela. Ela
parecia adorar ser xingada e humilhada. Tirei a vara dela tão
suavemente quanto a havia penetrado e, ajeitando-me sobre ela,
prendendo-lhe as pernas abertas sob meus joelhos, mirei-lhe o
cuzinho. Foi uma enterrada forte e precisa, que pegou minha
amiga de surpresa, num grito de “Ai, meu cu”! Arrombada pela
cabeça do pau, que ganhara as paredes incrivelmente estreitas do
reto, já alargadas há pouco pelos meus dedos, Paula esperneou,
pedindo para que eu saísse de sua bunda, tentando escapar
debaixo de mim. Mas eu a prendia forte sob meu corpo,
imobilizando-a com toda a minha força. Ordenei com firmeza que
ela relaxasse o cuzinho para fora (como se estivesse no banheiro)
para facilitar a penetração, caso contrário ela iria sentir muita dor.
Disse-lhe que eu não teria dó dela. Que uma bunda grande como
adela foi feita para levar pau mesmo. Que já que estava tomando
no cu, o melhor para ela seria relaxar e aproveitar. Ela continuou
protestando. Sem dizer mais nenhuma palavra, fui forçando o
caralho para dentro daquele cuzinho assustado. Eu sentia estar
rasgando ela no meio. Minha vara parecia esfolar por completo o
reto a cada centímetro que eu avançava com tanta dificuldade
naquela estreiteza ardente. Minha parceira anal arfava, gemendo
de dor, os olhos cheios de lágrimas. Foi quando ela me
surpreendeu, começando a relaxar para fora as pregas como eu
havia mandado. Paula havia me obedecido mais cedo do que eu
esperava; estava totalmente entregue, tomando no cu como uma
puta de verdade. Uma puta com P maiúsculo, em negrito e
sublinhado. Apenas com o sexo anal, a forma mais selvagem de
entrega de uma mulher a um homem, é que esta se mostra uma
piranha completa, totalmente realizada em seu potencial erótico,
orgulhosa de vencer o desafio dos seus próprios limites, indo além
do convencional. E era assim que minha Paula se sentia (como
depois me confessou), agüentando pau duro no cu. Quanto mais
eu metia naquele rabo, centímetro por centímetro, mais pica
parecia sobrar. Finalmente, senti meus pentelhos espremidos
contra a pele macia da bunda de minha amiga. Fiquei parado por
alguns instantes, sentindo a pressão da musculatura anal em
torno do caralho enfiado inteiro na fêmea, mordendo-a nuca e
lambendo-lhe o pescoço. Cinicamente, perguntei-lhe se queria
que eu tirasse. Ela me disse, em tom de desafio, estar com muita
dor no cu, mas que ia agüentar. Comecei a estocar. Ela gemeu
muito. Passei a meter super forte. Ela gritava de prazer.
Ensandecida, Paula procurava rebolar ao máximo para aproveitar
cada centímetro de vara que lhe estufava o cuzinho. Ela se
despedia das pregas sem remorso. Pedia mais e mais. Ataquei-lhe
o grelo com a mão; a nuca, pescoço, rosto e lábios receberam
minha boca faminta. Levei-a à loucura. Minha amiga anunciou aos
gritos e entre lágrima de tesão seu mais profundo orgasmo.
Nunca vi uma mulher gozar tanto. Sua boceta ensopou minha
mão, seu cu mordeu forte o caralho num intensa contração da
musculatura anal, sua bunda se contorcia para todos os lados com
tanta vontade que temi perder o equilíbro sobre ela. Nenhum
homem resistiria ao requebrado daquela fêmea suada. Eu me
desfiz num gozo farto e completo, enchendo seu cu de porra.
Após essa trepada, realmente memorável, ficamos abraçados,
juntinhos, como antigos amantes. É claro que muitas outras horas
de prazer se seguiram após nosso descanso. Mas, como estava
ficando tarde, o inevitável aconteceu: tivemos que ir embora.
Fizemos juras de que nosso rompante de “loucura” não estragaria
nossa amizade. E conseguimos. Continuamos amigos até hoje.
Paula continua dando para mim sem que o marido saiba, algumas
vezes até dentro da sua loja, onde, de portas fechadas, ela faz um
boquete bem gostoso no meu pau no horário do almoço. É muito
gostoso poder dar uma boa esporrada naquele rosto lindo e
naquela bocona gostosa, antes da refeição. Que seu marido me
perdoe mas ele é um tremendo de um babaca.
(3578) - ARREGAçANDO UM Cú VIRGEM

Na agência que eu trabalhava tinha uma guarda morena, gostosa,


invocada, que todos cobiçavam, apesar de ter dois filhos, usava
roupas sempre apertadas realçando a bundinha, soutien meia taça
empinando os peitinhos, que apesar de pequenos ficavam
apetitosos, todos queriam comê-la mas apesar de todas as
investidas ela não deixava espaço para mais nada. Até que em
uma festa de fim de ano ela deixou que eu me aproximasse mais
dela gerando uma certa intimidade. Na festa não rolou nada, mas
como o meu caminho passava na estação de trem que ela
embarcava, logo que possível ofereci uma carona. As caronas
foram se sucedendo até que a intimidade chegou a um limite de
uma cantada real e que possibilitou sairmos juntos. Na data
marcada ela arrumou uma amiga perto da agência e foi tomar um
banho arrumando-se com esmero. Quando ela subiu no carro sem
dar tempo de reclamações fui direto a um motel; ela relutou,
reclamou mas acabou indo. Chegando no quarto já fui
encochando ela tirando a roupa, seus peitos que ficavam
mexendo com todos ao tirar o soutien ciaram moles, mas o corpo
correspondia, a bundinha empinada continuava a dar o maior
tesão. Demos uns amassos e ela logo caiu de boca no meu pau,
chupando gulosamente. Por estar separada há mais de um ano
ela estava com o maior tesão para dar, pois não via rola desde a
separação, chupou com gosto me levando ao delírio, virei ela e
comecei um 69 fazendo ela gozar na minha boca. Não aguentando
mais ela sentou no meu pau dando um gemido profundo pois a
xaninha estava apertadinha por tanto tempo sem rola. Começou a
rebolar como uma desvairada gemendo alto e gritando de tesão
até gozar. Joguei ela de costas na cama, colocando as suas
pernas no meu pescoço e enfia o pau na sua xana, no famoso
frango assado. Ela gritava, dizendo que meu pau estava
arregaçando a xana, gemia e pedia para por tudo, soquei
impiedosamente enquanto ela gritava, rebolava, gemia e a cada
estocada mais forte na xaninha ela gritava “Não judeia”. Gozei
fartamente naquela xana, ensopando-ª Fomos tomar um banho e
voltando ela fez uma gulosa e pediu que quando fosse gozar
avisá-la para que ela tirasse da boca para esporrá-la no rosto e
nos peitos, quando o jato de porra saiu ela deixou lambuzar o
rosto e os peitos continuando a chupar. Descansamos um pouco
tomando uma cerveja; ela foi se lavar e voltou; pedi a ela que
chupasse meu caralho colocando-o novamente duro para que eu
comesse a sua bunda tão cobiçada, ela chupou mas falou que não
daria a bundinha, que nem o marido tinha comido etc e tal; falei
que tudo bem que seria carinhoso, devagarinho para não doer,
mas ela não queria, tinha medo pois o meu pau era grande para
ela...... comecei a socar de novo na xana na posição de frango
assado e comecei a enfiar o dedo no cuzinho, ficamos assim por
algum tempo e logo estavam dois dedos no rabinho untando-o
com vaselina preparando a penetração, ela gemia e pedia: “Não
vai me judea, vai doer, não, não judeia eu...”. Sem dó fui
lubrificando-a e quando estava pronta coloquei a cabeça do meu
pau que latejava de tesão de omer um cuzinho virgem. E ela:
“Não judeia.....”, foi quando achei que ela gostava de um certo
sofrimento na penetração, porque apesar de reclamar, gemer,
pedir, não fazia nada para evitar a penetração; isso me deixou
com mais tesão e arrebitando bem a bundinha, prendendo as
pernas dela no meu pescoço comecei a enfiar; a penetração era
difícil, o rabinho era muito apertado e ela gemia, chorava, e pedia
para não colocar. Fui enfiando sem dó, enterrando o pau naquele
cú virgem, com ela chorando, gemendo e dizendo “Não judeia,
Não judeia....”; Nilza estava lívida levando no cú. Chorando,
gemendo e eu comecei a socar, no princípio devagar, mas
aumentando gradativamente as estocadas, que ficaram cada vez
mais fortes e fundas; sentia as bordas do cuzinho apertando meu
pau que estava totalmente dilatado e latejando lá dentro, ela
gemia alto, urrava, berrava, enquanto eu arrombava o cuzinho.
Fiquei louco de tesão com aquele arrombamento, porque apesar
de socar forte e com tudo, sentia o cuzinho apertando meu pau,
parecia que estava no limite de alargamento daquele cuzinho e
que não deixaria de apertar o meu pau aumentado o tesão. Doido
de tesão comecei a bombar me esticando todo na cama, com os
pés apoiando no colchão e as mãos no alto, levantando o máximo
possível com o meu pau chegando a quase sair daquele cuzinho e
enfiando tudo novamente. Ela só urrava, gemendo alto e
chorando, comecei a pular em cima do cu dela e ela berrava alto
cravando as unhas em mim, puleoi diversas vezes fazendo o pau
enterrar inteiro no cu dela, com as bolas batendo nas suas
preguinhas dilatadas ao máximo, pulei naquele cú até gozar
desfalecendo. Quando tirei o pau de dentro do rabinha ela de um
grito. Quando deixei ela em casa ela confessou que estava
arrasada, arregaçada, com o cu doendo e a xaninha inchada e
dolorida. Apesar de sempre quando saimos depois ela falar que
nunca mais daria a bundinha, todas as vezes eu comi aquele
cuzinho apertado, parecendo violentar aquele cuzinho com ela
berrando, urrando, geemendo e chorando dizendo que não queria
que doia, que “..judeiava dela......”. Mesmo arrombado aquele cu
era apertado e agasalhava o meu pau de uma forma deliciosa,
dava té para sentir o pulsar das veias no rabo dela.

O ANEL DE SOLTEIRA
" Logo nas primeiras semanas de Faculdade, ela levantou-se, no meio
da aula, e veio em minha direção. Era uma morena grande, talvez
1,84m como eu, desajeitada e vestia-se como uma carola: blusa
larga, fechada até o pescoço, saia bem abaixo do joelho, cabelo preso
numa espécie de rabo-de-cavalo e nenhuma maquiagem. Sentou-se
ao meu lado e cruzou as pernas, ajeitando a saia com cuidado.
Comentou que havia trocado de lugar pois as pessoas lá na frente
viviam falando indecências, sem o menor respeito. Ponderei que ali
atrás a coisa poderia ser bem pior. Ela apenas ouviu e passou a
prestar atenção na aula. A partir daquele dia parecia ter me adotado,
me encontrava, na sala e nos intervalos, com uma freqüência
absurda. Até que pintou um daqueles trabalhos-de-grupo e ficamos
todos de nos reunir na manhã de sábado na Faculdade. Chegamos
cedo, eu e ela, e começamos o trabalho, aguardando os demais. Era
um dia quente, o sol àquela hora já derretia o asfalto e imaginei que
todos estivessem na praia, para onde eu também iria assim que
terminássemos. As horas passavam, o calor aumentava, sugeri irmos
à cantina tomar um refrigerante e comer algo. Descemos e
encontramos a cantina fechada, a faculdade praticamente deserta,
aconselhei deixarmos o trabalho para outro dia. Ela retrucou que
deveríamos entrega-lo na próxima semana e não haveria outro dia
para faze-lo. Sugeri então irmos para um outro lugar onde
pudéssemos comer e beber algo. Ela topou e logo estávamos a
caminho. Rumei para um motel próximo e embiquei o carro. Ela me
olhou irada, gritando que não era moça daquele tipo. Disse-lhe que
não tinha nenhuma outra intenção, apenas imaginei que seria um
lugar sossegado onde poderíamos fazer em paz o nosso trabalho
além de comer e beber algo. Um carro atrás nos apressava. Pedi a
chave de uma suíte e entramos na garagem. Ela, possessa, recusou-
se a descer. Disse-lhe se acalmasse enquanto eu iria até o quarto
pegar uns refrigerantes. Ficamos sentados no carro um bom tempo,
tentando convence-la de que nada iria acontecer, até que concordou.
Àquela altura eu queria apenas comer alguma coisa e terminar o
maldito trabalho. Subimos ao quarto, uma porta de vidro mostrava lá
fora um deck com uma mesinha, uma pequena piscina e o sol forte
que entrava pelo teto-solar. Sentamos na cama, pedimos algo para
comer e reiniciamos a tarefa. Tivemos a idéia de sentar na mesinha
lá fora, pois a cama era desconfortável para o que fazíamos. La, o
calor forte fazia o suor escorrer pelo corpo e a visão da piscina
tornava ainda mais difícil suportar. Perguntei se ela se importava que
eu desse um mergulho para me refrescar. Ela me olhou assustada,
expliquei que usava sunga por baixo da bermuda, pois tencionava dar
uma chegada até a praia após terminado o trabalho. Ela, aliviada,
concordou. A água estava uma delícia e eu a convidei para que se
molhasse também. Ela respondeu que gostaria mas não havia trazido
maiô por baixo como eu. Sugeri que ela usasse sua roupa-de-baixo
pois deveria ser suficientemente comportada, e acrescentei: - vou
pegar uns 15 minutos de sauna e você pode aproveitar esse tempo
para se refrescar um pouco. Dito isso, me dirigi à sauna. Minutos
depois vi, pela janelinha da porta, um vulto passar em direção à
piscina. Levantei-me e pude vê-la deixar cair o roupão e descer a
escadinha da piscina. Era um monumento: os cabelos negros
encaracolados soltos até os ombros, as costas largas fortemente
divididas pelas tiras largas do soutien, a calcinha enorme tentando,
com pouco sucesso, esconder aquele bundão maravilhoso, sustentado
por pernas longas e coxas grossas, tudo emoldurado por uma
penugem dourada que brilhava ao sol. Meu pau imediatamente
reagiu, tentando escapar da sunga apertada. Saí da sauna e vesti
meu roupão tentando esconde-lo. Ela assustou-se um pouco com a
minha presença, mas logo sorria e conversava, enquanto curtia a
água. Perguntei se poderia entrar também e ela respondeu que não.
Sentei-me à mesinha e fiquei apreciando até que saiu da piscina,
subindo vagarosamente a escada. Não pensamos que sua roupa,
molhada, iria ficar transparente, deixando ver os seios fartos
adornados por dois enormes bicos negros apontados em minha
direção, a cabeleira negra emoldurando uma boceta de lábios
enormes que gotejavam como se babassem. Ela se deu conta e
começou a chorar, tentando cobrir-se com os braços. Levantei-me
rápido e a envolvi com seu roupão, abraçando-a para consola-la.
Beijei sua testa, seu rosto e nossos lábios se encontraram num beijo
gostoso. Levei-a calmamente para o quarto e pedi que me desse suas
roupas para secar. Voltei ao quarto e a encontrei enrolada no lençol
soluçando. Acariciei aquele corpão maravilhoso: seus ombros, suas
costas, sua bunda, suas coxas e finalmente sua boceta encharcada.
Ela não me impediu, apenas gemia baixinho. Enfiei um dedo e senti
como era estreita. Sem parar de alisar seu grelo, peguei sua mão,
pus sobre o meu pau que já escapava duro sobre o elástico da sunga
e fiz que começasse uma lenta punheta, enquanto beijava sua boca e
mamava suas tetas. Seus gemidos eram cada vez mais altos até que
gozou aos gritos. Continuei acariciando sua boceta até que
sossegasse, mas ao invés disso voltou a excitar-se punhetando meu
pau violentamente. Peguei-a pelos cabelos e empurrei sua boca em
direção ao meu pau. Ela fingiu tentar escapar, mas, abocanhou a pica
e passou a chupar desajeitada. Ensinei a mamar com carinho,
passando a língua na cabeça e engolindo a vara. Sem largar seus
cabelos, guiava seus movimentos, tentando tirar o máximo prazer
daquela boca gulosa, até que gozei inundando sua boca. Ela
engasgou, tossiu, cuspindo a porra que invadia sua garganta, o leite
escorria pelo queixo. Me olhou assustada e virou a cabeça de lado
como se nunca mais quisesse me ver. Na semana seguinte ela sequer
me olhava, tentando me evitar, até que me procurou, falando de sua
família, religião, blá, blá, blá. Eu disse: - Quero continuar de onde
paramos. Ela me olhou nos olhos por algum tempo e balançou a
cabeça. Já entrei no motel alisando aquele bundão. No banho,
ensaboei cada pequena parte daquele corpo e, com uma forte
palmada na bunda, mandei que me esperasse na cama. Deitei-me ao
seu lado, beijei com carinho sua boca, suas tetas e mandei que
beijasse minha piroca. Ela curvou-se, beijou toda a sua extensão
muitas vezes, como se matasse a saudade, e começou a mamar
carinhosamente. Puxei-a sobre mim num 69, e meti a língua naquele
bocetão encharcado. Ela rebolava enlouquecida, engolia minha
piroca, mamando com força o leite que começava a brotar. Enfiei um
dedo no seu cu e fiquei golpeando até que gozou aos gritos,
esfregando o bocetão na minha cara e desabou seu peso sobre mim.
Deitei-a e ajoelhei entre as suas coxas enfiando a pica em sua boceta
estreita, deixando deslizar até encontrar seu cabaço. Ela suplicou que
não continuasse e começou a chorar. Não tive coragem de
descabaça-la e fiquei apenas fodendo de leve na portinha, até que
encostei a cabeça inchada do pau no seu cuzinho pondo suas pernas
sobre meus ombros. Nessa posição seu bundão ficava inteiro à minha
disposição, fodia de leve para não assusta-la e aos poucos aumentei
a pressão. Ela parecia estar adorando e eu aproveitei para segurar
firmemente seus ombros e enfiar a piroca com força. A cabeça entrou
com um estalo e ela berrou, forçando as pernas para escapar. Foi
difícil segurar aquela cavala enlouquecida pela dor, contorcia-se e aos
berros pedia que eu tirasse. Mandei que sossegasse pois eu queria
tirar a virgindade daquele anelzinho, e não gostaria que alguém
ouvisse e a encontrasse tomando no cu. Ela parou de gritar e eu
voltei a, com muita dificuldade, enterrar a piroca. Era maravilhoso
ver aquela mulher enorme gemer e chorar como criança enquanto eu
estourava suas pregas. Quando faltava ainda um bom pedaço de
pica, segurei-a firme e enfiei de uma vez meus 23 centímetros
naquela bunda. Ela urrou de dor mas não reagiu, apenas implorava,
soluçando, que eu tirasse. Ergui-me um pouco e passei a acariciar
seu grelo, ela logo começou a gemer de prazer e gozou aos berros.
Libertei suas pernas deitei-me sobre ela e passei a fode-la num
papai-e-mamãe bem carinhoso. Ela, cruzou as pernas nas minhas
costas e com os calcanhares forçava a enterrar-me ainda mais, até
que gozei inundando de porra suas tripas. Ficamos abraçados,
sentindo as fortes contrações do seu ânus que aos poucos voltaram a
me excitar. Tirei o pau ainda duro das suas pregas e mandei que
ficasse de quatro. A piroca deslizou fácil naquele cu arrombado.
Aquelas costas largas, a bunda enorme, era lindo ver nos espelhos
aquela puta égua sendo enrabada, as expressões do prazer que
sentia a cada estocada. Cavalguei por longo tempo aquele bundão até
que ela voltou a gozar escandalosa, pela primeira vez sem que eu
tocasse sua boceta, e eu gozei logo em seguida. A partir daquela dia
ela só pensava em pica, às vezes chegava ao motel tão excitada que
simplesmente arriava as, agora minúsculas, calcinhas e, ainda
vestida, curvava-se sobre a cama, pedia: - Usa teu anelzinho de
solteira, e gozava aos gritos logo nas primeiras pirocadas. Inúmeras
vezes implorou que eu fodesse sua boceta, tirando sua virgindade.
Seu jeito de andar e suas roupas aos poucos mudaram: suas saias
mais curtas e justas desenhavam a bela bunda, seus decotes mais
ousados, uma leve maquiagem realçava seus traços e os lábios
grossos que eu adorava ver em torno da minha piroca. Os homens
agora já a cantavam. Pensei na diferença que faziam as fartas doses
de porra que eu derramava no rabo daquela fêmea. Durante os anos
de faculdade amamentei com leite-de-pica aquela cavala, sempre
faminta, principalmente nas caronas que lhe dava após a aula. Pelo
menos uma vez por semana fodi sem pena aquele bundão sempre
apertado, que parecia ficar maior a cada foda. Depois que nos
formamos continuamos fodendo, até que no dia em que
comemorávamos o aniversário do seu "defloramento", meti-lhe a
piroca estourando finalmente seu cabaço, tomando posse para
sempre do seu anel de casada: a boceta que sempre foi minha. Mas,
isso, é uma outra história.

IDA RELIGIOSA DEDICADA E FIEL ( BY


athuscanalha)

" Faz cinco anos que eu a conheço. Mas nunca imaginei nada confesso
acreditar que não tinha chance : uma mulher de seus 42 anos mas muito
bonita , talvez por ser dona de uma franquia de produtos de beleza , tem
1,70 , busto firmes ,cintura fina , seus 52 quilos , talvez a melhor
explicação que eu tenha para seu tipo de beleza é a do tipo Vera Fischer ,
aquela beleza que enlouquece e povoa a cabeça dos homens com as
fantasias mais loucas ... Como toda mulher perfeita três eram os defeitos :
casada , fiel ,e muito religiosa o que extermina as chances de qualquer
um. Então comecei namorar com uma garota da religião dela , e soube
que o marido dela já havia traído IDA milhares de vezes ,e que ela não se
separou dele por causa da religião , uma mulher deve fazer tudo para
manter o casamento na religião deles... os "chefes" da igreja apregoavam
isso. Passado um tempo , num dos encontros profissionais com IDA
comecei a puxar papo com ela ..papo vai papo vem confessei meu
interesse por ela : ela se surpreendeu e me disse que eu era muito novo 26
e ela 46 , e que ela era casada ... e traição nunca . Sabendo do casos do
marido dela : perguntei se ela era feliz , se o marido dela valorizava a
mulher maravilhosa que ele tinha, e tudo mais que eu sabia que ela era....
e se ela tinha certeza que ele era tão fiel a ela como ela a ele?... ( ela ficou
em silencio e pôs-se a chorar.... ( eu a acalmei .... a abracei) então ela disse
que não poderia conversar a respeito ali , que deveríamos conversar
depois ... ( após os compromissos ) fui até o escritório dela ... era final de
tarde o expediente já tinha acabado... encontrei-a vestida com a classe de
sempre , saia , sobre tudo, como uma mulher de negócios. retomamos a
conversa , ela disse que sabia que seu marido não era fiel a ela, mas que
nunca poderia permitir que outro homem a tocasse , pois caso contrario
seria expulsa da sua igreja.... perguntei se ela não conheceu outros
homens além do seu marido e se ela tinha casado virgem... ela disse que só
permitiu que seu marido a tocasse , mas que não casou virgem... não
entendi e ela explicou.. contou quando tinha 15 anos... foi estuprada por
um homem mais velho ... e que por ter sido forçada a igreja a perdoou e
não a expulsou ... nessa hora ela começou a chorar.... eu cheguei mais
perto de IDA a abracei e dei um beijo ... ela relutou mas foi deixando ,
acariciei seus seios por cima da roupa senti seu corpo tremer.... mas ela
deu um salto e disse que não.... nessa hora eu me lembrei do que ela havia
contado , a abracei forte, torci seu braço ( e por trás dela aplicando a
chave de braço perguntei no ouvido: se vc for forçada , pode se vingar de
seu marido sem ser expulsa não pode?... eles não te podem te expulsar se
vc for estuprada podem?... ela respondeu que não com a cabeça... e parou
de fazer força para se para se libertar... peguei o fio do telefone , amarrei
seu pulsos...coloquei-a deitada de bruços numa mesa grande ... peguei um
abridor de cartas ( o tipo de um punhal) encostei nela e disse se vc não
fizer o que eu quiser vai se machucar ( ela olhou para mim assustada e eu
pisquei para ela ... ela sorriu aliviada com olhos de cumplicidade) . Por
um segundo delirei , a mulher que eu desejei ali a minha mercê.... virei ela
de frente para mim ...abri o sobre tudo ..a blusa ... passei a mão nos seios ,
tirei-os para fora e chupei....chupava e beijava os seios e a barriga ..desci
e fui tirando a saia ela lá deitada delirando , amarrada , só de calcinha e
blusa e sobretudo abertos ,... a hora que eu afastei a calcinha e suguei
seus sexo com a minha boca ela resistiu disse que não que não podia que
aquilo não era permitido... então eu subiu encostei o objeto cortante no
peito dela e disse: aqui vc não tem querer ...vai fazer tudo que eu quiser...
e desci e chupei com ferocidade seu sexo...ela se contorcia , mordia os
próprios lábios , sufocava gemidos , ate que eu senti pelo espasmo do seu
corpo que ela tinha gozado....eu continuei chupando com minha língua
áspera e sedenta os espasmos seguintes viram rápido e eu sentia seu corpo
suado e mole , sem nenhuma resistência....olhei para ela e ela estava
chorando ... ( perguntei esta tudo bem?...ela disse tudo ... é que eu nunca
tinha sentido isso antes... isso o que ?.. prazer ?..gozo ? ela: sim.... meu
marido quando me procura sobe em cima de mim e termina rápido...
Olhei para ela e só pelo que ela me disse me senti gratificado... desatei
suas amarras e disse : a partir de agora nos só vamos para frente se vc
quiser : não a estuprarei nem a forçarei e fiz menção de sair , ela me
segurou e disse tira a sua roupa que eu quero vc dentro de mim... eu falei
: não ... tire vc a minha roupa... ela tirou com todo cuidado... quando viu
meu pau duro perguntou se poderia pegar... Pegar só não...pegar e
chupar sim.. Chupar? ... Interrompi e disse gostou do que sentiu?...
quando eu a chupava ela disse que sim não quer que eu sinta o mesmo?..
ela não reponde nada simplesmente ajoelhou-se e começou a chupar...
uma boca nervosa...sedenta ...chupava com força ..como se quisesse
engolir meu membro... não resisti e gozei... jatos fartos e
quentes...escorreu pela lateral da boca.... ela engoliu sem que eu pedisse ...
meu pau estava duro com o tesão que eu sentia por aquela fêmea a cinco
anos ele estava tão duro que eu achei que nunca mais fosse amolecer...
coloquei-a encostada na mesa com a barriga apoiada...tirei a calcinha de
vez (estava só afastada) ..afastei suas pernas...encostei meu pau na
entrada e fui pressionando ate me acomodar totalmente... depois comecei
a bombear...a entrar e sair...ah que tesão nuca tinha sentido tanto tesão
nem quando comi minha prima , minha irmãzinha ou a mãe da minha
namorada... era inexplicável...a cada penetrada sentia que estava no
paraíso...olhava para ela e via a transformação acontecendo ... os olhos
viravam a feição mudava , de santa para puta.. os gemidos ficavam mais
altos e ela gozava uma , duas , três vezes até desfalecer... Eu não tinha
gozado dentro dela ...deitamos no chão e meu pau continuava duro ..ela
comentou: vc esta animadinho. Eu disse: vc me faz ficar assim... ela: não
gozou ? ..eu não ... ela: pena.. o que eu posso fazer para vc gozar
denovo?... eu disse: sua bundinha... ela olhou para mim , num silencio de
3 segundos e disse: nunca fiz assim, mas vc não merece que eu recuse esse
seu prazer... por outro lado minha igreja acha isso sodomia ..eu não posso
... eu disse nem que vc seja forçada?... ela riu ; se me forçarem não posso
fazer nada... eu falei para ela colocar as mão para trás.. amarrei com o fio
levantamos ..encostei-a na escrivaninha com a bunda virada para mim...
peguei meu sinto e amarrei o tornozelo dela com ele no pé da
escrivaninha e o outro tornozelo com o fio do telefone. Quando terminei e
olhei para cima vi ela toda aberta me esperando e aquela bunda linda
..fiquei contemplando a bunda e masturbando a vagina...beijava o
cuzinho e fazia caricias na vagina enfiava um dedo na vagina um no
cuzinho...simulava penetrações com os dedos ..forçava para
dentro...sentia o meu dedo alargando aquele rabinho... ela dizia; meu
marido sempre quis e nunca conseguiu... agora ele vai ser seu ..só seu ...
quando eu ouvi aquilo fui tomado por um espirito animalesco... coloquei
meu pau na entrada de seu cuzinho e enfiei de um vez só ... seu rosto
trocou de cor ela me olho com um olhar de desespero com se acabasse de
ser esfaqueada... enfiei denovo sem do nem piedade tinha a me
transformado num animal , mais rápido e com mais força , mais rápido e
mais forte, os olhos dela lacrimejam, mas eu era imune só fodia ... e com
muita força. e num instante ela me perguntou , vc me deseja?... eu
respondi muito e com muita força , perco até a noção , to sendo
violento?... ela disse : não sinto dor ..mas me sinto desejada .como
nunca...gosta de se sentir violada?... ela: amo... me fode meu macho... fode
esse cu que é só seu ..me fode.. lava esse rabinho com seu esperma... nessa
hora eu não resisti e gozei... meu gozo saia do meu pau como se levasse
minha alma junto gozei e meu corpo entrou numa convulsão ..ela gozou
também... depois de refeitos ela disse que seu gozo anal fora mais forte e
que queria que eu sempre a comece pelo cuzinho... eu disse sempre?... ela
é vc pode me estuprar quando vc quiser.... se vc mulher entre 12 e 45 anos
quiser entrar em contato comigo e trocar experiências meu endereço é
athuscanalha@@zipmail.com.br

APRIMEIRA VEZ DE UM NINFETINHA - A minha


melhor transa

" Ola..bom, a muito tempo eu frequento esta pagina e ja me diverti


bastante aqui..tanto com minha ex-namorada , quanto batendo gostosas
punhetas.... A transa q vou contar hj foi talvez a melhor da minha vida,
nao, com certeza foi a melhor!! Na epoca eu tinha 17 anos( hj tenho 20) e
tinha acabado de entrar na faculdade, não estava namorando e so ficava
de vez em quando..Sexo era super raro pra mim naquela epoca, eram
poucas as garotas q me davam e eu nunca fui de pagar pra ter sexo, afinal
pra q pagar por alguma coisa q vc pode ter de graca!!! Mas tudo
comecou, num dia quando estava em casa, quando chegou uma amiga da
minha irma, a Mariana (nome inventado, pra ninguem reconhecer..).
Mariana era um tesãozinho de garota..tinha 14 anos mas ja era bem
desenvolvida..mas o q ela tinha de melhor era a bunda nossa q bunda
maravilhosa..parecia a bunda da Sheila do Tchan..maravilhosa Mas ela
nao me dava muita bola, tipo, so cumprimentava e ja ia pro quarto com
minha irma, mas nesse dia foi diferente..... Eu estava sozinho e ela com
sempre chegou perguntando pela minha irma.. disse q ela nao estava, mas
q ja devia estar chegando(na verdade minha irma ainda ia demorar), e se
ele quise-se esperar ... Pra minha alegria ela resolveu esperar, ai
perguntei pra ela se ela nao queria mexer na internet (eu estava
conectado quando ela chegou), e ela logo concordou pois nao tinha
internet em casa. Primeiro ficamos so ali naqueles sites mais maneros,
tipo UOL, ZAZ e tal..e nisso conversa vai conversa vem e a gente ja tava
conversando sobre tudo..e o assunto sites eroticos apareceu.. Perguntei se
ela nao queria dar uma olhada em um desses sites..ela primeiro disse q
ficaria envergonhada e tal , mas acabou aceitando..e la fomos nos pra
gostosa.com, q um site com muitas fotos legais.. Com o tempo ela foi se
soltando e clima foi ficando cada vez mais quente, e eu perguntei pra ela
se ela ainda era virgem, a resposta deixou meu pau q ja estava duro,
parecendo uma pedra, ela disse q era virgem e q ja a muito tempo queria
transar mas nao tinha com quem, era muito timida..e com aquela carinha
de menina sacana, olhou pra mim e disse : " Eu nem nunca vi um homem
pelado, hj foi a primeira vez q vi um pinto" Eu nao me fiz de bobo e
perguntei, se ela nao queria ver um de verdade..ela primeiro resistiu,
disse q nao, mas eu fui logo passando a mao sobre sua perna e lhe dei um
beijo na boca.. Ela retribiu o beijo, mas logo depois me falou q era melhor
nao..ela tinha medo..mas o tesão ja tinha tomado conta dela..e ela
murmurava para eu parar enquanto eu passava a mao sobre seus seios
(ja com os bicos durissimos!!!). Dei outro beijo em sua boca, enquanto
comecava a tirar sua blusinha..depois do beijo ela ja totalmente tomada
pelo tesão disse q aqueles tb tinham cido seus primeiros beijos..apartir
dai acho q ela nao falou mais nada ate o fim daquela transa so gemia
baixinho.. Tirei sua blusa e o q vi me deixou maravilhado!! Seus seios
eram pequenos e em formação..tinham os bicos grandes em relacao ao
resto..eram lindos nao resisti e cai de boca naquelas maravilhas!! Lambi..
chupei.. mamei ela..e ela continuava so gemendo baixinho.. Ai tirei sua
calca jeans e vi sua calcinha enxarcada..nossa aquele cheiro era
maravilhoso entao tirei sua calcinha..a xoxotinha dela era linda..tinha
poucos pelos..e tava toda meladinha..primeiro beijei, depois lambi, e em
entao penetrei ela com a lingua..ela deu o primeiro gritinho..senti q ela ia
gozar..continuei chupando ate q ela gozou, dando outro
gritinho..molhando ainda mais aquela bucetinha linda.. Depois disso ela
ficou deitada de olhos fechados na cama e continuava gemendo
baixinho..entao tirei a camisa e depois a clasa e pedi para ela abrir os
olhos e vir ate o pe da cama.. Quando ela abriu os olhos viu meu pau (tem
mais ou menos uns 18cm e tava muito duro.) ela ficou olhando sem saber
o q fazer, eu entao comecei a esfregar o pau em seu rosto..ate q falei para
ela pegar.. Ela muito sem jeito pegou e comecou a acaricia-lo..pedi para q
ela coloca-se na boca, ela logo atendeu e meio sem jeito comecou a me
chupar..nao demorou muito e eu sem avisa-la gozei litros de porra em sua
boquinha virgem.. Ela se assustou, quase se engasgou e ficou ali parada
com a porra na boca, deixando escorrer um pouco pelo canto da boca,
parada, meio q anestesiada olhando pra mim..ai eu falei pra ela : "Pode
engolir..esse é meu primeiro presente pra vc", ela obediente engoliu.. Ai
ela falou a primeira palavra desde q comecamos.. " Nossa!!! isso é muito
bom..agora quero o resto mas nao quero q coma minha xaninha
ainda..mas quero sentir vc no meu cuzinho.." Logo foi atendida..como
nao tinha nenhum lubrificante, usei o q tinha a mao.. peguei a manteiga q
tava na mesa da cosinha pra lubrificar..queria q transa foce bem gostosa
pra ela..nao queria q ela se machuca-se.. Então pedi para ela ficar de
quatro.. quando ela enpinou aquele bundão na minha cara nao resisti..
lambi suas nadegas e logo ja estava com a lingua no seu cuzinho
rosinha..era bom de mais..cada lambidinha q eu dava no cuzinho dela ele
dava uma piscadinha..acho q ela gozou de novo !! mas era aqueles
gemidinhos q ela dava q me deixavam louco !!!!! Ai passei a manteiga no
seu cuzinho e pedi para q ela passa-se no meu pau.. E ela me surpreendeu
quando meteu a linga no pote e passou a manteiga gostosamente com a
boca..quase gozei de novo! Ai primeiro passei a manteiga no seu cuzinho e
depois fui enfiando o dedo pra lubrificar dentro, e para ela ir se
acostumando.. e ela continuava gemendo baixinho..aquilo ja estava me
deixando louco, foi quando encostei a cabeca do meu pau no seu
cuzinho..ela deu um gritinho e disse : "Entra meu amor.. minha
bundinha é sua agora.." E eu comecei a penetra-la, meu pau deslisou
gostosamente dentro de seu cuzinho apertado.. logo senti meu saco
encostando em sua bunda maravilhosa era a hora de comecar o vai e
vem..e q vai e vem.. Nossos corpos suados naquele movimento louco, claro
q nao resisti muito tempo e enchi sua bunda de porra..nunca gozei tanto
Quando tirei meu pau, ficamos ali abraçados curtindo aquele momento
maravilhoso No proximo conto eu conto o resto dessa transa historica!!
Vc mulher de todas as idades q curte uma transa gostosa me mande um e-
mail!! e-mail : elcabron10@yahoo.com

MEIO INCESTO

" Meu nome é Paula,tenho 18 anos,sou morena,alta,magra,tenho um


corpão. Francisco é meu meio irmão,filho do meu padrasto.É um loiro
cabeludo,corpo atlético, lindo,lindo lindo,e muito safado,tem 19 anos,até
minhas amigas pagavam pau pra ele. Porém,nunca fomos muito amigos
até nossos pais decidirem se casar. Passamos a morar juntos e o tempo me
ajudou a conhecê-lo melhor e nos tornamos amigos. Geralmente saíamos
juntos,fingiamos ser namorados pra tirar um sarro da galera,mas nunca
nos beijamos de verdade.Certa vez nossos pais foram viajar pra
comemorar o aniversário de casamento,e tivemos que ficar uma semana
sozinhos em casa.Essa semana foi aquela zona,não fazíamos
comida,íamos no shopping todos os dias pra comer,saíamos a noite pras
baladas,sem contar que nem íamos nas aulas.E meu irmão metaleiro
ficava tocando guitarra em casa irritando a vizinhança toda.Porém,foi
numa quarta-feira,o dia amanheceu chuvendo,resolvemos ir a
aula,voltamos e fomos direto para o shopping comer,logo em seguida
voltamos pra casa, ficamos lá vendo TV de baixo das cobertas.Eu estava
deitada na cama dos meus pais,quando o Kiko(meu irmão)veio e deitou-
se no meio das minhas pernas com a cabeça entre meus seios para que eu
pudesse mexer em seus cabelos(sempre fazíamos isso,e ele adora que
mexo em seus cabelos)de repente apareceu na TV uma cena de sexo,e
começamos a falar sobre sexo e ele me convidou pra assistir um filme
pornô novo que ele tinha alugado,eu aceitei.(sempre tive curiosidade pra
ver os filmes dele)ele foi buscar e quando voltou colocou o filme e voltou
pra cama só que invertemos de posições(eu me deitei entre suas pernas).O
filme começou com aquela cena de sexo,o único barulho no quarto eram
os gemidos do casal.E o filme foi ficando mais quente,eu estava me
excitando, já sentia minha calcinha molhadinha Kiko começou a se agitar
na cama,percebi que um volume crescia nas minhas costas,o clima foi
aumentando,eu suando,me sentei na cama ao lado dele.Estava usando um
shortinhos e top,ele estava só de bermuda,vi que ele estava me olhando de
um jeito estranho,mas fingi não perceber nada,até que ele tirou seu pau
pra fora e começou a se masturbar,fiquei olhando aquilo em minha
excitação era tanta que cai de boca naquela pica enorme.Ele foi tirando
meu top,abocanhou meus seios,depois foi beijando minha barriga,tirou
meu shortinhos e passou sua língua na minha xana desde baixo até em
cima concentrando ela quente e úmida no clítoris,eu extremeci,então subi
em cima e me sentei de frente pra ele naquela piroca gostosa,fiquei
rebolando em cima, enquanto ele mamava em mim me deixando sedenta
de tesão.Comecei a cavalgar nele,suas mãos apertavam minha bunda,e
enfiou o dedono meu cuzinho apertado,nessa hora senti que ia gozar
como louca,então me virei e ofereci o meu cuzinho.Ele me colocou de
quatro, abriu minha bundinha,ficou lambendo até sentir que estava bem
lubrificado.Colocou a cabecinha bem devagarinho,e eu berrava....Vai
Kiko,me come.Fode essa sua irmã... aaaaahhh...arregaça esse cuzinho
virgem e minha bunda engoliu aquele pinto todo,eu gemia muito,gritava
de dor e ao mesmo tempo sentia o maior tesão com aquela piroca na
minha bunda.A cada estocava que ele dava,sentia as bolas baterem na
minha bunda.Eu rebolava,gemia,gritava.. ....hummm..então ele foi
passando uma das mãos pelo meu corpo,apertou os bicos dos meus
seios,depois foi se dirigindo pra minha xoxotinha,e enfiou um dedo nela,
depois outro,eu rebolava mais,e gemia mais alto,depois me virei e pedi
pra que me fodesse a xana,e ele obedeceu,meteu sem dó o pau,fui a
delírio,ele me beijava,me fodia gostoso,eu apertava sua bunda, arranha
suas costas,tava um tesão,nunca pude imaginar que isso aconteceria
algum dia com a gente,mas tava maravilhoso.Esgotados após aquela bela
transa no quarto do papy e da mamy,nos beijamos bem gostoso,e ficamos
conversando sobre o acontecido.Hj nossa relaçõa melhorou
muito,melhorou tanto que começamos a namorar, transávamos sempre, e
o mais legal era que nossos pais concordavam numa boa.Ainda estamos
juntos,e temos história muito gostosas pra contar,mas isso vou deixar pro
próximo conto. Beijos.

ESTUPRADA NO CONSULTORIO MEDICO

" Meu nome é Karen, tenho 19 anos de idade. Sou morena, esbelta, e
posso até dizer que sou bonita, pois sou assediada em todos os lugares por
onde passo. O que chama atenção em mim são meus cabelos e meu
bumbum, que é arrebitadinho e redondinho. Começando a história...a
alguns dias atrás notei que minha menstruação estava vindo
abundantemente, comecei a me preocupar e contei a minha mãe. Ela logo
me indicou um ginecologista de confiança e marcou uma consulta para
mim. Chegando o dia da consulta, pedi para minha mãe ir comigo mas
ela se recusou, dizendo que eu ja era bem grandinha e poderia muito bem
ir sozinha ao medico. Logo me conformei e fui. Coloquei uma roupa
basica, e porque não discreta: calça jeans e uma mini por cima. Fui
pontual e a secretaria tambem. Entrando na sala do ginecologista,
cumprimentei-o educadamente. Era um homem com uns 35 anos, em
forma e com um rosto bem simpatico. Dr Marcelo, fiquei sabendo o nome
dele depois, começou me fazendo perguntas normais...como a frequencia
com que me menstruo, se sinto dores etc. Enquanto me perguntava,
fixava seu olhar em mim de um jeito que me deixava nervosa, meio que
sem graça. Num ato repentino, se levantou e pediu para que colocasse o
avental para fazer exames e tal. Fui me trocar normalmente e voltei. Ele
pediu para que eu me deitasse na cama ajeitando minhas pernas naqueles
ganchos proprios p/ exames do tipo. Ele observou minha vagina, confesso
que fiquei um pouco excitada olhando aquele senhor admirando minha
bucetinha peladinha e carnuda, ele ficou la parado por 1 minuto e depois
de calçar as luvas, começou a abrir meus labios vaginais delicadamente,
reparei que ele lambeu os labios...senti um calafrio percorrer por todo
meu corpo...Tocou com um dedo meu clitoris...enquanto invadia minha
bucetinha com o outro dedo. Nao sei o que pensei no momento, mas me
deixei ficar e fechei os olhos...só pra sentir aquela sensaçao de ter um
estranho me tocando. Ele começou um entra e sai com dois dedos e decidi
sair daquele consultorio pois apesar de ser prazeroso, é extremamente
anti-etico a atitude do Dr Marcelo. Quando tentei me levantar, ele me
segurou e me deu um soco com a mão fechada no meu rosto, fiquei meio
tonta e deitei novamente na cama. Ele rasgou o avental que eu vestia e
abaixava as calças. Começou a se masturbar e com a outra mão apertava
meus seios brutalmente, chorei de dor..parecia que ele queria rancar meu
seio para fora...Novamente tentei levantar e levei outro soco muito mais
forte que o primeiro, o que fez com que eu chorasse com força e desistisse
de fugir. Abriu minhas pernas com força e sem se quer lubrificar minha
vagina, enfiou seu pau de uns vinte cm . Pulei de dor, gritei mas a
secretaria havia saido para almoçar e nao havia ninguem mais no
consultorio. Chorava loucamente...ele olhava para mim e ria alto...ele
começou a se movimentar ...entrava e saía alucinadamente com força, eu
sentia aquele pau batendo com tudo em meu utero, mas eu nao conseguia
sequer sentir prazer naquele entra e sai. Ele nao gozou e mandou que
ficasse de quatro em cima da cama. Obedeci com medo de levar outra
surra. Eu implorei para que nao arrombasse meu cuzinho, mas enquanto
eu falava, ele ja lubrificava meu cuzinho com um creme que nao
identifiquei. Fechei os olhos com força esperando a tora me invadir..era
inevitavel. Ele apertou meu quadril com toda força e invadiu meu
cuzinho com tudo, soltando um urro de prazer enquanto eu continuava
chorando. Puxou meus cabelos com tudo me chamando de puta gostosa,
começou um vai e vem louco, eu sentia todo o peso do corpo dele vindo
pra cima de mim a cada estocada que ele dava. As bolas dele chocavam
com a minha bunda. Ele ficou nesse movimento agressivo durante uns 5
minutos direto, e quase perdendo o folego, jorrou aquela porra toda
dentro do meu cuzinho. Na hora senti um alivio pois tinha acabado a
tortura. Chorava muito e ele ria vendo um pouco de sangue escorrer
junto com a porra na minha bunda. Vendo meu estado, ele me ameaçou
de morte jurando me estuprar de novo antes de me matar. Fiquei
desesperada. Ele pegou minhas roupas e jogou pra fora da sala dizendo
que era pra eu sair de lá em um minuto e disse que nao queria mais me
ver lá pois era uma puta vadia que nao sabia dar o rabo. Me vesti e saí
correndo de lá. O que sinto hoje pelo marcelo é odio, muito odio e um
desejo de vingança.

FELIZ ANUS NOVO

" Meu nome é André, moro em Vitória e essa história se passou no


reveillon de 97 para 98... Estava com minha familia reunida na casa de
meus tios, comemorando a virada do ano, comigo estava minha
namorada, uma loira gatissima de olhos verdes e muito gostosa,
namoravamos a mais ou menos 3 anos. Na festa alem de muitos parentes,
tios e tias, estava também algumas primas... e algumas amigas das minhas
primas, heheheh. Mas elas eram meio novinhas, apesar de muito gostosas,
variando entre 15 e 17 anos. Eu tinha 20 anos e minha namorada 21 nessa
época, e eu geralmente me relacionava com garotas um ou dois anos mais
velhas que eu. Bom mas estava lá eu e minha namorada tomando vinho
quando eu comecei a notar que Janaina, uma das amigas de minha prima
não tirava os olhos de mim, eu tenho 1,86m, 89kg, corpo malhado,
moreno, não sou de se jogar fora não... e janaina, 17 aninhos 1,67m uns
55kg, uma bunda maravilhosa, seios medios para grandes e durinhos, um
rosto estonteante e um jeitinho moroto que me tirava do sério...nossa tudo
que eu pedi ao papai noel : ) e ela não parava de me encarar... e eu
também sempre que podia, pra não dar na pinta... afinal minha gata
estava ali do meu lado, não podia dar bobeira... aquele clima com gosto
de aventura proibida estava me deixando com o pau feito concreto...
minha gata já estava ficando um pouco alta e ela se dava hiper bem com
minha mãe e minhas tias... então minha prima chegou se em mim e pediu
ajuda pra descer os refrigerantes que estavam no andar de cima da casa...
eu fui, e no caminho ela me disse que era só um pretexto pra falar comigo
em particular. Ela me disse que Janaina tava doida pra ficar comigo e
que era pra eu marcar uma hora e local amanhã pra encontrar com
ela...eu mais que depressa falei que não... ela estranhou... então eu falei
que só rolaria se fosse naquele dia mesmo. Disse pra minha prima que era
pra Janaina me esperar no fim da escada dos fundos que levava ao
quarto de empregada, lá era um lugar seguro, a casa era enorme e esse
seria o ultimo lugar para se procurar alguém numa festa. E lá fui eu falar
com minha namorada... ela ja estava bem altinha, e altos papos com as
minhas tias... cochichei em seu ouvido que estava com uma dor de barriga
terrivel e que iria ao banheiro e devia demorar, ela disse que tudo bem e
que estava me esperando... nisso vi Janaina me mandar um sorrisinho
sacana e se dirigir ao nosso local de encontro... pra onde também corri,
mais que depressa. Chegando lá, fui logo pegando e dando aquele beijo
demorado e molhado, ela disse que eu era doido que minha namorada era
muito ciumenta e ia desconfiar. Tranquilizei-a e disse que ela ja estava
chapadinha e tava em altos papos com as coroas... sem dar muito tempo
pra ela pensar voltei pro amasso, e comecei a baixar as alças de seu lindo
vestido curtinho... e pude ver melhor aqueles peitinhos deliciosos e não
deu pra aguentar... cai de boca neles, lambi um por um sugando os
mamilos durinhos, ela estava entrando em extasy, começou a esfregar o
meu pau por cima da calça, e eu a essa altura ja tinha arrancado sua
calcinha... minhas mãos ja trabalhavam naquela xoxotinha cheirosa e
apertadinha, minha lingua passou de seus peitinhos pra sua bucetinha
que era simpesmente deliciosa e linda, ela usava bigodinho de hitler que
eu adoro. Janaina pirava com os malabarismos de minha lingua, poucas
pessoas tem toda a maestria de chupar bem uma xaninha como eu,
modestia a parte, todas as gatas que eu chupei gosaram na minha boca,
Janaina se posicionou de forma a poder chupar meu pau ao mesmo
tempo que lambia sua buceta, ficamos nesse 69 até ela gozar, gemendo
mais alto do que devia... ficamos quetinhos por uns 5 minutos até termos
certeza que ninguém tinha ouvido. Então ela voltou a me chupar e meu
pau voltou a ficar duro como um vergalhão, levantei ela e a coloquei
sentada sobre o tanque que tinha ali perto...abri suas pernas e me
encostei na entrada da grutinha, nisso ela me afastou, olhou nos meus
olhos e disse: - André... eu sou virgem! Nossa eu pirei o cabeção... não
podia acreditar que aquela safadinha que me pagou aquele boquete
maravilhoso estava me dizendo que nunca havia dado a perereca...
putz...não sabia se forçava a barra ou se desistia, quando ela interrompeu
meus pensamentos me dizendo: -Mas isso não quer dizer nada... eu
perguntei: -Como assim? Ela sem dizer nada, saltou de cima do tanque,
virou-se de costas pra mim e debruçou-se empinando aquela bunda
maravilhosa pra mim, não podia acreditar no que via... ela disse: - Come
meu rabinho, come? Ele está doido pra te sentir todinho dentro dele...
Não conseguia acreditar no que ouvia... minha namorada raramente
aceitava me dar o cuzinho e agora, aquela deuza me pedindo para foder
seu anelzinho apertadinho... Dei uma lambida e depositei uma grande
porção de saliva na entradinha quentinha... e fui me encostando, meu pau
duro, tem 17,5 cm mas é bem grosso, e ela jogando sua bunda pra trás e
gemendo a cada centímetro que entrava, passou a cabeça e eu senti ela
tremer... mas ela pedia para eu não parar... e eu não parei... logo estava
todo dentro dela que começou a apertar meu pau com as piscadas do seu
cuzinho... pirei e comecei a estocar aquele rabo bem devagar, tirava tudo
só pra ter o prazer de enfiar tudo de novo, ela gemia enquanto dedilhava
sua xoxota virgem, comecei a meter com mais força e ela gemia mais alto
que devia... eu comeceia morder sua orelha e falar pra ela gemer mais
baixo, mas ela estava possuída, nem me ouvia e arrebitava mais a bunda
pra mim... eu deixei a sorte nos proteger e meti com força. cada vez mais
rápido e mais forte, via meu pau entrar e sair daquele cúzinho
apertadinho... e minha gatinha se contorcendo com meus movimentos, até
que não aguentando segurar mais, explodi num gozo abundante no fundo
de seu rabo. fiquei assim abraçando Janaina por trás por um bom tempo,
ate meu pau amolecer e fugir sozinho de dentro daquele cuzinho guloso.
Nos limpamos e nos amassamos por mais um tempinho e eu tive que
voltar pra minha namorada que continuava a bater papo e nem imaginou
o que havia rolado. Quando cheguei em casa, tive que dar conta dela, que
por causa do vinho estava louca de tesão, consegui ate comer seu cuzinho
também aquela noite... ela me disse que era presente de ano novo... e eu
vou recusar?

LOURDES MENINA

"Depois da escola, para poder ter um dinheirinho, eu ia ajudar


o meu tio no seu escritório (não éra bem um escritório, mas
uma sala em sua casa que era usada como tal). Lá moravam a
sua mulher, que trabalhava fora e seus dois filhos que no meu
horário estavam na escola. Em resumo, quase sempre
estávamos sozinhos. Nesta época eu tinha 18 anos e sexo para
mim era um grande mistério, resumido em beijos e mãos bobas
com meus namoradinhos. Titio me olhava bastante, e é claro
que eu percebia uma certa malícia neste olhares e na forma
que ele roçava a minha mão com seus fortes dedos quando eu
lhe entregava algo. Ao chegar e ao me despedir seus beijos nas
minhas faces sempre tentavam roçar meus lábios. Um dia que
eu estava triste, carente, precisando de um ombro amigo
encontrei os seus prontos para me apoiar e suas mãos
procuraram os meus cabelos e os acariciaram e seus lábios os
roçaram e os beijaram, a princípio levemente, depois com
ímpeto e logo alcançaram meus lábios que os abri com vontade
para receber a sua língua. A partir deste episódio meu corpo foi
dia a dia sendo explorado, sempre com muito carinho, por
aquele homem que me falava palavras tão doces e desarmava-
me completamente. Aprendi como é bom ter a boceta, na
época virgem, explorada por uma boca e invadida pela sua
língua. Aprendi a segurar um cacete e bater uma gostosa
punheta. Mas ele a cada dia queria mais e eu não sabia dizer
não. Até que chegou o dia que ele quis comer o meu rabo.
Morri de medo e disse não. Como um rabo de uma garotinha
pode suportar o pau de um homem de 40 anos? Achei
impossível e só de sentir a pressão daquela cabeça negra no cú
acheva que ia morrer. Passaram-se dias de tentativas e
negaceios e ele não se contentava apenas em gozar nas minhas
coxas e enfiar um dedo no meu rabo, ele já metia 2 dedos até o
fundo e depois encostava bem forte o pau prá gozar "quase
dentro". Minha resistência não mais o comoveu. Um dia ele me
agarrou com força, botou-me de quatro, molhou bastante o
meu rabo com a sua saliva e forçou até o seu pau começar a
invadir meu cu. Urrei quando entrou a cabeça e gritei quando
ele começou a beijar minha nuca e gemi quando ele esfregou
meu grelo e gostei quando ele começou a mexer com seu pau,
bem devagar. E sangrei quando ele saiu. No dia seguinte não
gritei mais, uma semana depois eu voltei a gritar, só que de
puro prazer, a ponto de uma de suas mãos ter de tapar minha
boca para o vizinho não escutar. É lógico que ele um dia quis a
minha boceta, como vocês lerão em um próximo relato.

VISITANDO A AMIGUINHA

" Após ler diversos relatos decidi enviar este narrando o que ocorreu
comigo. Certo domingo destes combinei de visitar um casal de amigos
recém-casados. Aproveitei que uma outra amiga comum a nós não os via
a muito tempo e perguntei se ela gostaria de ir comigo. Vou chamá-la de
Vanessa. Ela disse que sim e combinei de passar em seu apartamento por
volta das 14h para irmos até a casa de nossos amigos. Sempre percebi que
Vanessa, uma negra de aproximadamente 1,70m, lançava uns olhares
meio sacanas para mim, mas nunca dei muita bola, mesmo porque nunca
tivemos a oportunidade de ficarmos a sós, apesar de achá-la uma mulher
com um corpo muito bonito. No horário marcado cheguei ao
apartamento de Vanessa, e qual não foi minha surpresa ela atendeu a
porta apenas enrolada em uma toalha, com a desculpa que dormira
demais e atrasou para tomar banho. Ao vê-la somente de toalha fiquei
logo excitado, o que era facilmente percebido pelo volume embaixo de
minhas calças. Ela pediu para eu entrar e esperar que ela tomaria um
banho rapidamente, e então nós sairíamos. Vanessa ao sair da sala me
lançou um olhar extremamente maroto. Logo percebi que o atraso fora
proposital, pois detesto atrasos quando marco meus compromissos. Sem
pestanejar tirei minha roupa e me encaminhei para o banheiro e
advinhem: a porta estava aberta. Então pude confirmar o que já havia
imaginado a muito tempo. Vanessa, apesar de não ter um rosto muito
bonito, tinha um corpo simplesmente lindo: pernas grossas e torneadas,
seios médios e rijos, uma buceta depiladinha e uma bunda ... Ah! A
bunda, redonda, não muito grande, simplesmente linda. Fiquei parado ali
observando aquele corpo de mulher, quando percebi que ela me olhava
sorrindo. Retribui o sorriso e entrei embaixo do chuveiro com aquela
fêmea e a abracei fazendo-a sentir todo o tesão e calor da minha pica em
seu corpo. Dei-lhe um prolongado beijo enquanto passeava com minhas
mãos por aquele corpo que dentro de pouco tempo eu iria explorar cada
centímetro. Não queria iniciar minhas explorações no banheiro por isso a
convenci a irmos para o quarto mas antes lavei muito bem sua buceta
tesuda e seu cuzinho. Saímos do banho e fomos para o quarto onde fiz
questão de secá-la com minha língua. Certamente, uma das melhores
aulas de anatomia que já tive na vida. Me retive na bucetinha que trazia o
cheiro do sabonete misturado ao cheiro de fêmea. Passei a massagear seu
clitóris com minha língua arrancando gritinhos da minha amiguinha. A
medida que eu massageava com mais força e rapidez, mais ela queria.
Chegamos a um ponto onde Vanessa, com uma misto de pedido e
imploração, pediu-me para penetrá-la, pois não agüentava mais. Então
pedi a ela para colocar a camisinha no meu pau. Isto a deixou mais
excitada. Para aproveitar ao máximo a situação sugeri que ela sentasse
em minha pica enquanto eu ficava deitado de costas em cima da cama.
Lógico que ela nem titubeou pois no momento só queria sentir minha pica
dentro de si. Logo senti aquela buceta cheirosa e quente engolir minha
pica. Após Vanessa começar a cavalgar em cima de minha rola
rapidamente me sentei. Nesta posição podia revezar minha boca entre os
seus seios e sua boca, enquanto minha pica era devorada pela sua buceta.
Vanessa estava excitadíssima e pedia cada vez mais. Em seguida enfiei
meu dedo naquele cuzinho já preparando aquele buraquinho para sentir
minha pica mais tarde. Vanessa reclamou no começo mas estava tão
excitada que relaxou. Continuamos nesta posição até que ela me avisou
que iria gozar. Rapidamente, coloquei-a deitada na cama e penetrei
violentamente sua buceta e continuei a meter cada vez mais rapidamente.
Entre gritos e gemidos Vanessa gozou e logo em seguida foi minha vez.
Exaustos em cima da cama, Vanessa me disse que não gostou de eu ter
enfiado o dedo em seu cuzinho pois nunca tinha dado e não queria fazer
isto, pois suas amigas falavam que doía muito. Logo me interessei em ser
o primeiro macho a cavalgar aquela fêmea de quatro. Então comecei a
beijá-la novamente e aos poucos fui passeando minha boca pelo seu
corpo. Vanessa foi se excitando de novo e começou a fazer tudo que eu
pedia. Então pedi para ela ficar de bruços. Ela reclamou e disse que eu
queria enrabá-la. Então eu disse a ela que só ia fazer com ela coisas que
ela consentisse. Como ela estava cheia de tesão aceitou. Comecei a beijar
sua bunda, e logo em seguida travei suas pernas com meus braços. Ela
ficou com medo, e antes que pudesse dizer alguma coisa dei uma linguada
em seu cuzinho. Ela soltou um gemido alto depois passou a me xingar e
tentou sair daquela posição. Mantive ela na mesma posição e continuei a
dar-lhe linguadas no rabo. Sua resistência foi diminuindo e em poucos
minutos ela pedia mais. Só de maldade comecei a dizer que ia parar e ela
choramingava pedindo mais. Disse que queria ser o primeiro homem a
fuder aquele cuzinho e só estava esperando ouvir as palavras mágicas.
Continuei a lamber aquele cu virgem e Vanessa não agüentando mais de
tesão falou as palavras mágicas: me enrraba meu tesão. Ela ficou de
quatro, enquanto eu colocava a camisinha. Naquela posição podia
observar aquele buraquinho piscando para mim e dizendo: - me
arromba. Sem mais demora lubrifiquei meu pau e seu cu com o líquido
que escorria de sua vagina e comecei a penetrá-la. Como era apertadinho,
quanto mais eu forçava mais excitado ficava. Consegui enfiar a cabeça,
Vanessa reclamou pediu para parar mas já era tarde para voltar
continuei forçando minha pica enquanto ela rebolava para se
desvencilhar. Enquanto metia acariciava seu clitóris. Consegui enfiar a
metade e Vanessa mais relaxada começava a rebolar de tesão. Cada vez
que eu enterrava meu pau naquele cu delicioso, mais ela rebolava. E
gritava pedindo para eu meter mais fundo. Dono da situação comecei a
fuder aquele cu com mais força ao mesmo tempo que dava palmadas de
leve em sua bunda. O que deixou-a mais excitada. Peguei-a pelos cabelos
e sem parar de fudê-la trouxe sua boca para próximo de mim e dei-lhe
um longo beijo. Vanessa gozou e continuei fudendo. Ela gozou de novo e
disse que estava cansada. Não me fiz de rogado e mandei ela deitar de
bruços colocando um travesseiro embaixo de sua cintura. Totalmente a
minha mercê enfiei meu pau sem dó nem piedade naquele cú e continuei
fudendo até gozar junto com Vanessa. Depois desse dia voltei a encontrar
Vanessa umas duas vezes antes dela ir para outro estado. Mas,
certamente aquele cu foi um dos mais gostosos que fudi em minha vida. E
quanto a visita aos amigos: em existem outros domingos. Se alguma
mulher quiser entrar me contato e-mail para:
notivago_errante@zipmail.com.br

A APOSTA DE CIDINHA
" Cida era uma mulher casada com um executivo muito ocupado. Quase
sempre viajava e a deixava sozinha por longos períodos de tempo. Mas
seu maior problema não era esse: depois do casamento ele passou a lhe
dar cada vez menos atenção. Não fazia suas vontades e até mesmo na
cama parecia que apenas a satisfação dele é que contava. Estava muito
desiludida pois não só tinha crescido com todas as mordomías como
também era muito patricinha. O que era pior: tinha a sorte de ter um
corpo escultural, morena de cabelos longos e lisos, olhos escuros, rosto
fino e lábios cheios. O corpo não deixava por menos: queimado de sol
com seios medios e pele lisa. Mas o seu melhor atributo era o traseiro:
perfeito, redondo e abundante, com marquinha da tanga minúscula que
usava quando ía à praia. Era olhada por onde quer que fosse, inclusive as
próprias espôsas dos amigos do marido lhe tinham cumprimentado a
forma física. Sinal de que todos os homens também tinham olhado. De
fato, seus amigos comentavam entre sí, sempre que a encontravam, como
era gostosa a bunda da mulher dele. O fato de ser tão gostosa fez com que
Cida fez mais ainda que crescesse como patricinha, tinha tudo o que
queria graças ao seu corpo e ela sabia disso. Conseguiu assim escolher um
marido com dinheiro e rico, mas logo passou a levar o troco, ele a tratava
como se ela fosse um troféu, pra mostrar pros outros e para seu uso
próprio, o que a irritava profundamente. Já estava resignada a essa
situção e se contentava em gastar dinheiro em compras e esbanjar em
festas. No grupo de amigos do marido tinham o hábito de se juntar para
jantar e jogar cartas, especialmente quando alguma esposa ficava sem o
marido por motivos de viagem. Era común reunirem-se na casa da
mulher em questão para que ela não ficasse sozinha. Estes encontros
eram muito frequentes pois todos no trabalho dele viajavam muito. Cida
não necessariamente apreciava os encontros pois não gostava dos amigos
e amigas dele, apenas esbanjava suas roupas e suas jóias. Naquele dia,
Cida estava sozinha pois seu marido tinha viajado e ficaria fora por mais
de um mês. Como sempre, tinha organizado uma janta e várias pessoas
tinham vindo. Ela estava sem disposição para enfeitar-se naquele dia,
mas mesmo assim colocou salto alto em um jeans que lhe marcava
perfeitamente aquela bunda que tanto seu marido gostava de mostrar que
possuia, e ,no fundo, ela também. O jantar acabou e as pessoas foram
indo embora, apenas uns poucos ficaram para um joguinho de cartas. Ela
estava já de saco cheio pois era sempre o mesmo: apostavam com fichas e
muito de vez em quando por dinheiro. Não havia excitação nenhuma
para ele, mesmo porque não era boa no jogo. O tempo foi passando e
mais convidados foram embora. Até que ficou sozinha com três amigos do
marido. Em geral sempre havia casais jogando mas nesse dia os últimos
eram homens: Zé, Luís (que eram solteiros) e Pedro, que era casado mas
a esposa não o tinha acompanhado naquele dia. Muito não a surpreendia
que tivessem ficado, provavelmente queriam estar o maior tempo possível
perto daquela bunda maravilhosa, observando-a mesmo que não
pudessem tê-la. Ela achava graça, mas também lembrava-lhe quando
todos os homens faziam o que ela queria, o que já não acontecia mais.
Íam jogando e às vezes ganhava e outras perdia. Os três eram espertos e
iam bebendo e enchendo o copo da Cida com olhares de segundas
intenções. Ela bebia e ría das fantasias que aqueles coitados deviam ter
com ela. Mas entre um copo e outro a conversa foi esquentando e o jogo
também. Cida ganhava um jogo atrás do outro e começara a se divertir
naquela noite. Ría e mandava eles apostarem que íam perder de novo,
dizia ela. De fato, estava gostando de mandar outra vez e o poder que
tinha sobre eles a excitava cada vez mais. Tinham apostado fichas e até
um pouco de dinheiro, mas agora ela queria mais. Achou que não havia
nada demais em jogar um strip-pocker pra poder mandar eles tirarem a
roupa. Mandaria neles até que perdessem tudo e os mandaria embora,
como fazia com tantos rapazes que queriam sair com ela. Não havia
duvida que os tinha na mão, eles aceitaram na hora e o jogo continuou.
Começaram suave, apostando sapatos, meias, camisas. Ela apenas havia
perdido um sapato mas já havia deixado os três sem camisa, sem meia e
sem sapatos. Mas Cida não se contentou com sua vantagem e reclamou
que estava jogando sozinha eles e que cada vez que ganhava tinha o
direito de mandar os três tirarem algo. Eles reclamaram que isso não
estava certo, mas cederam, afinal queriam estar o máximo de tempo
possível naquele jogo de poker, pois tinham a esperança de tirar pelo
menos o jeans dela para admirar aquela bunda preciosa. Cida apostou
alto, queria ver os três nús. Afinal, se ganhasse eles não teriam mais como
jogar e cumpriria o seu desejo de humilhá-los no jogo. Eles se
entreolharam preocupados, aquele jogo estava ficando sério e íam perder
a partida. Mas Cida não disse o que apostaria se perdesse pois, entre a
bebida e a excitação, não pensava nessa hipótese. Foi quando Luís,
irritado, falou que se era assim então queria apostar uma passada de mão
de cada um deles na bunda dela. Cida se surpreendeu com tamanha
proposta. Qual era a desse cara? Estavam apostando só roupa, não tinha
nada dessa de passar a mão. Mas, com a bebida, o fato de ser tarde da
noite e o ponto em que estavam no jogo, a convenceram que era apenas
uma coisa inocente, que mesmo que perdesse seria uma passada leve e
que apenas riríam do jogo e não diríam nada a ninguém. Cida só queria
saber de ganhar o jogo e se livrar dos três e resolveu ir em frente. Mas, de
um segundo para outro, sua sorte mudou e acabou perdendo aquela
partida. Estava desolada, pois não gostava de sofrer revés. Mas também
pensava que se não fosse o babaca do marido não estaria ali naquele
momento. Aceitou a derrota e bebeu um copo inteiro de whiskey.
Levantou-se da cadeira e virou-se de costas para os três. Imediatamente
Luís se levantou e apalpou aquelas nádegas tão avantajadas apertadas
pela calça jeans. Como havia dito, foi de leve. O mesmo fez Pedro, curto e
rapido como Luís. Logo veio Zé, o mais jovem, que não se contentou em
apenas apalpar e enviou-lhe a mão por entre as nádegas, encravando-lhe
o jeans, que já estava encravado como de costume, mais ainda no cu' de
Cidinha. Ela virou-se mas não fez nada, apenas olhou sem graça e
irritada pro sorriso sacana que ele tinha no rosto. De ali em diante, as
apostas foram aumentando de nível, Cidinha apostava sempre que os três
ficassem nús, estava obstinada a atingir seu objetivo, depois da derrota
que tinha sofrido. Os três apostaram então que se ela perdesse, aquele
que ganhasse entre os três homens teria direito a um boquete da Cidinha.
A aposta era alta mas ela nao se chocou, pois por um lado não queria
parar de jogar até que ganhasse, a qualquer custo, portanto iria aceitar,
até mesmo porque o whisky começava a fazer efeito nela. E assim foi,
para surpresa de Cida que Luís ganhou a rodada. Mas ela quis se livrar
da dívida, não iria aceitar ser humilhada desse jeito e apostou o boquete
que acabara de perder e mais toda a roupa deles. Eles apostaram outro
boquete, e dessa vez, Pedro ganhou. Cidinha não se dava por vencida,
apostava o que perdia e algo mais. Mas logo, sentindo que estava
entrando numa fria, começou a tentar se livrar das dívidas que contraíra.
Às vezes ganhava, mas logo perdia tudo de novo, enquanto as apostas
ficavam cada vez mais altas. Depois de horas e muito whiskey na Cidinha,
as dívidas dela eram: um boquete para Luís e Pedro, uma trepada para
os três e, no auge do desespero, tinha apostado o cu' para o Zé. Sentia a
partida perdida e já não sabia o que apostar. Eles se divertiam com as
apostas que fizeram com uma mulher que era tão certinha e tão cheia de
frescuras, mesmo porque não esperavam que fossem ser pagas as dívidas,
eram amigos do marido dela e não pensariam em ir mais longe do que
colocar uma mão na bunda da Cidinha. Apenas riríam entre sí e tudo
continuaria como sempre no dia seguinte. Mas foi nesse momento que ela
se levantou. Tinha descido vários whiskies mas estava gostosa como
sempre, um mulherão. Disse aos três que pagaria as promessas que tinha
feito e que tinha pressa pois já eram as 3 da madrugada. Apoiou o copo e
falou que esperava os três no quarto dela. Surpresos, os eles não sabiam o
que falar. Tentaram dizer que não era pra isso, que não tinha nada ver,
fora só um joguinho de cartas, etc. Mas Cidinha não ouviu uma palavra,
saiu da sala e foi direto pro quarto. Nesse momento, começaram a
discutir a situação. Zé dizia que estava solteiro e que iria comer aquela
gostosa, que essa chance não acontecia todos os dias; Luís achava que isso
seria sacanagem com o marido que era colega de trabalho, e Pedro ficava
no muro. Depois de alguns minutos, Zé falou que iria entrar no quarto e
Pedro decidiu que se Zé fosse ele também iria. Luís ficou apenas olhando
pros dois, com cara de espanto, mas quando Zé se levantou, também foi e
os dois entraram no quarto. Lá dentro, a luz estava apagada e apenas
dava pra se distinguir algo pela luz da rua que entrava pelas cortinas. O
quarto era grande, tinha uma varanda e uma cama enorme bem no meio.
Cidinha estava do lado de fora, tomando mais um whisky. Assim que
ouviu barulho, entrou no quarto e mandou o Pedro deitar na cama que
pagaria a primeira dívida com ele. Ele se deitou e Cida ficou sobre ele de
quatro, na altura da cintura. Abaixou-lhe as calças e segurou no pau duro
que tinha a sua frente com decisão. Abocanhou o caralho inteiro e foi
chupando com vigor. Cidinha se lembrava que seu marido sempre
reclamava que ela não era boa no sexo oral. Não sabia porque mas agora
iria se vingar praticando nos amigos dele, pagaria os melhores boquetes
que jamais tinha dado. E Pedro agradecia o serviço: tinha uma morenaça
aos seus pes, fazendo um boquete sensacional; que beleza de boca tem a
Cidinha, pensava. Zé vendo que a coisa era pra valer, subiu na cama e
ajoelhou-se por trás dela. Tinha uma bunda perfeita de presente,
embrulhada num jeans que exibia as nádegas grandes e bem formadas da
Cidinha. Sem atrapalhar, ele desabotoou o jeans e foi revelando aquele
bumbum queimado de sol. Mesmo no escuro dava pra ver o branco da
marca de biquíni, que parecia marcar o caminho do "ouro". Logo tinha
abaixado a calça até os joelhos dela, e com o tesão que lhe dava aquela
bunda convidativa, abaixou suas próprias calças e meteu naquele
monumento. Comia devagar, admirando o traseiro dela, mas logo foi
estocando com vontade, chacoalhando a cama a cada enfiada. Nesse
momento, Luís entrou no quarto. Tinha mandado ao inferno os suas
dúvidas, decidiu que a bunda da Cidinha merecia uma boa sacanagem,
pelo menos naquela noite. E assim aproximou-se da cama e trocou de
lugar com Pedro que estava satisfeito com o pagamento da primeira
dívida. Cidinha estava no segundo boquete e estava se desinibindo e
inclusive pensando nas dívidas que ainda pagaria. Pelo menos, ninguém
tinha reclamado de ter o pau chupado por ela até ali. Já começava a usar
a língua para lamber todo o cacete do Luís. Preocupava-se apenas com o
fato que o Zé não queria largar da bunda dela, agarrava-se nas nádegas e
metia sem piedade por um bom tempo já. A cada estocada fazia com que
o pau de Luís, que estava chupando, entra-se mais ainda em sua boca.
Percebeu que tinha dado azar, pois Zé parecia ser dotado de um cacete
bem grande e grosso, muito maior ao que estava acostumada a sua
bucetinha, que sofria no início mas já estava se acostumando. Os dois
expressavam toda a admiração que tinham por aquele corpo moreno:
"Que bunda tesuda, sua safada. Como sonhei em te enrabar desse jeito,
gostosa!.", dizia Zé; enquanto que Luís comandava as ações na frente e
ela obedecia: "Isso Cidinha, passa mais a língua na cabeça do meu pau,
agora chupa ele inteiro, assim, como você é boa nisso!". Finalmente ele
teve de parar pra recuperar o fôlego e Pedro reclamou para sí a posse do
dote mais valioso que Cidinha possuia, não dando sossego a sua xoxota já
castigada pelo Zé. Também tinha satisfeito a primeira parte da dívida
com Luís, quando Zé tomou o seu lugar. Não se lembrava de que ele
tivesse ganho um boquete no jogo de cartas, mas não disse nada, pois
estava tomada de tesão. E assim deu um bonus ao pau de Zé, que era o
mais safado dos três, com língua e boca; comprovando como era grosso e
grande aquele sacana que acabara de comer-lhe a xoxota, enquanto Luís
substituía Pedro no comando de seu traseiro. Puta sacanagem tinha
montado na sua cama de casal, mas nem mais ligava se aqueles três
espalhassem pelo escritório, pois assim o babaca do marido de repente se
tocava e passava a dar mais atenção pra ela, naquele momento estava
cheia de tesão e álcool e só queria saber de Ter os seu corpo abusado por
aqueles três. Finalmente Pedro gozou e ele e Luís se arrumaram, saíram
do quarto e foram embora, maravilhados com a hospitalidade que
Cidinha tinha lhes oferecido naquela noite e com a confirmação de
quanto era gostosa aquela bunda que ela tinha. Mas Zé continuava no
quarto, deitado e com a Cidinha de boca no pau dele. Não havia gozado
uma vez sequer, deixando Cidinha com mais tesão ainda de satisfazê-lo.
Olhando para ela enquanto fazia desaparecer o seu cacete inteiro por
entre aqueles lábios já experientes falou com ironia: "Você pagou todas
as dívidas mas está faltando uma." Ela olhou-o, enquanto segurava o
caralho mais grosso que já vira, e sorriu maliciosamente ao pensar na
sacanagem que estava para fazer. Ele tirou-lhe a roupa e levou-a até a
varanda. La' havia um sofa grande que colocou de costas para a rua, e fez
que Cidinha de ajoelha-se nele, apoiando-se no ferro da varanda, de
forma a empinar a bunda e deixá-la completamente arregaçada para ele.
Zé fitava os cabelos lisos dela, as costas morenas, a bunda espetacular e as
coxas grossas, "que potranca de mulher!", pensava. Separou-lhe as
nádegas um pouquinho e foi introducindo a ponta do cacete no cuzinho.
Cida, que até ali nunca tinha dado aquela parte a ninguém porque não
achava que iria gostar e nem que seria correto uma mulher fazer isso,
estava queimando de tesão. O azar quis que logo o Zé, que era o de maior
cacete, tivesse ganho a bunda dela no jogo, mas ela passou a pensar que,
com o tesão que lhe dava aquele caralhao invadindo-lhe o cuzinho
virgem, tinha mais é tirado a sorte grande. Sentia as pernas amolhecerem
e a bunda ser invadida, mas agora não tinha volta, seu cú tinha dono a
partir daquele momento. Zé falou: "Pode ir relaxando a bunda que meu
pau vai entrar inteiro nesse teu rabo de princessa, sua safada. Bem que eu
sabia que estava faltando um cacete que domasse essa tua bunda tão
gostosa. Vai se acostumando que está só na metade." E enquanto ele
falava, o cuzinho dela ia ardendo de tesão e dor e ela começava a gemer
baixinho, imaginando que não só iria aguentar mais a outra metade do
cacete dele como iria ter um gozo descomunal do jeito que estava indo.
Levou um tempo para a bunda de Cidinha se acostumar, e enquanto
continuava a enrabação, já gemia e gritava em alto e bom som para toda
a vizinhança ouvir: "Ahhh, ahhh, enfia mais, enfia que eu gosto seu
sacana! Ahhh!". E Zé ía enfiando mais e mais até começar as primeiras
estocadas naquele cuzinho que estava perdendo a virgindade de vez com
o tamanho do pau dele. Com habilidade ele foi comendo a Cidinha até
arregaçar o seu cuzinho por completo, que já tinha se rendido ao caralho
que a penetrava por inteiro: "Isso, Cidinha, entrou tudo! Que beleza de
cuzinho que você tem! Agora vou meter na sua bunda até você gozar, sua
gostosa!". Esse foi o sinal para o início de uma grande foda na varanda,
ao som dos gemidos de Cida que não parava de pedir mais. Que tesão,
pensava ela, nua na varanda, com o ventinho a acariciar-lhe o corpo na
madrugada e de quatro no sofa com aquele pau descomunal à foder-lhe,
botando fogo na sua bundinha. Zé deu-se por vencido e descarregou todo
o gozo acumulado no traseiro de Cidinha. E ela finalmente conseguiu
satisfazê-lo, apesar de que para isso seu cuzinho já não seria tão apertado
quanto antes. Depois de que todas as dívidas tivessem sido compensadas,
ele se foi também, e Cida ficou sozinha com a xoxota e o bumbum
doloridos mas satisfeitos com a sacanagem que tinha organizado. De Luís
e de Pedro nem mais se lembrava, mas daquele cacetão do Zé não iria se
esquecer tão cedo, pensou Cida. De fato, antes que o marido volta-se, Zé
visitou-a várias vezes, nas quais Cidinha lhe oferecia o bumbum
magnífico para que ele satisfasse-se o tesão de ambos. Por muitas noites
ouviu-se na vizinhança os gemidos de prazer dela, acompanhados do
estalo das estocadas de Zé naquele traseiro maravilhoso, que virariam
rotina sempre que Cidinha estivesse só em casa. by dpz9

MORENA VIRGEM

" Tudo aconteceu já fazem alguns anos, Jorge era um homem maduro,
casado, mas que não dispensava uma boa aventura, Adriana tinha 18
anos, morena jambo, estava na flor da sensualidade e da descoberta. O
destino fez com que seus caminhos se cruzassem. Jorge vendia títulos de
clube de campo junto com seu amigo Matos e foram brindados com uma
grata surpresa, seu supervisor os encarregou de ensinar o serviço para a
jovem Adriana. No começo os três saiam juntos, porém Jorge se mostrou
com mais interesses, além de simplesmente lhe ensinar o serviço e
combinou com Matos para que lhe desse um pouco mais de folga com
Adriana. Jorge se aproveitando do tempo, foi estreitanto os vínculos de
intimidade e se aproximando cada vez mais. Para ela disse aquela velha
estória de que as coisas no seu casamento não iam bem, etc... e dela ficou
sabendo muitas coisas sobre sua vida, namorado e intimidades. Logo
estavam intimos e já pintava um certo clima rolando até uns beijinhos. A
oportunidade para o "bote" de Jorge apareceu um dia em que Matos
ficara no escritório. Após um dia meio cansativo Jorge convidou Adriana
para um chopinho o que foi prontamente aceito pela morena. Alguns
chopes depois sairam do bar e começaram a rodar pelos arredores, até
que Jorge parou o carro em uma estrada deserta e escura. Lá começaram
com beijos, abraços e amassos, a mão dele explorava aquele corpo jovem
e teso, foi se deliciando com o gosto de seus beijos enquanto sua mão nada
boba, subia sua saia, roçando suas coxas roliças e macias. Jorge foi se
empolgando e tomando coragem subiu a mão até tocar o sexo quente e
úmido de Adriana através da calcinha, seu membro latejava e doia de tão
duro que estava, porém foi interrompido por Adriana que segurando sua
mão lhe confidenciou sussurrando quase sem folego: - Não posso, Jorge ...
eu ... eu... ainda sou virgem! Aquilo para Jorge duplicou seu tesão, estava
diante de uma deliciosa morena virgem, mas ela prosseguiu: - Ainda não
estou pronta! Jorge não queria força-la, porém não podia perder aquela
aportunidade, então começou a usar seu papo de vendedor: - Não
importa, podemos fazer muitas coisas, posso te dar muito prazer e ainda
continuará virgem. E num ato seguido, Adriana se deixou levar ao banco
de trás com Jorge. Lá pela primeira vez ela teve contato com o membro
dele que, praticamente, pulou para fora quando ele desabotoou a calça.
Estava escuro e ela não o via com clareza, mas guiada pela mão de Jorge
ela o segurou e pode sentir toda sua dureza e as pulsações de tesão que
emanavam daquele pau. Logo Jorge se deitou por trás de Adriana e
encaixou seu pau entre suas coxas, deslizando-o num gostoso movimento
de vai-e-vem, não demorou e ele gozou deixando seu semém escorrer por
entre as pernas de Adriana. A partir de então sempre que tinham uma
oportunidade acabava rolando uma sacanagem, porém sem que houvesse
qualquer tipo de penetração. As transas se resumiam a bolinação ou a
masturbação, apesar da insistência de Jorge para que fossem a um motel,
Adriana rejeitava. Numa tarde, porém, rolou algo mais. Jorge levou
Adriana a um clube de campo e, por ser dia de semana, o mesmo estava
deserto, não havia viva alma (pelo menos era o que pensavam). Ele parou
o carro próximo a umas árvores e começaram os amassos. A mão de
Jorge habilmente abrira a calça de Adriana e encontrara seu sexo
molhado começando, então a masturbá-la, deslizando o dedo pela entrada
da vagina e seu clitóris, Adriana, por sua vez, como que retribuindo a
gentileza, tirou-lhe o membro rijo para fora da calça e também o
masturbou. Ele percebeu que Adriana estava prestes a atingir o orgasmo,
então aumentou os movimentos sobre seu clitóris. No ápice do gozo dela,
Jorge puxou-lhe a cabeça em direção ao membro, ela não ofereceu
resistência, abocanhando a vara toda de uma vez. Apesar de sua
inexperiência, os instintos de Adriana faziam com que ela executasse um
movimento de vai-e-vem no membro de Jorge, as vezes parando e
circundando a cabeça com a língua o que arrancavam dele gemidos de
prazer. Jorge por sua vez sentia seu pau envolvido pela boca macia e
quente de Adriana chupando-o num movimento de entra-e-sai, percebeu
o gozo se aproximar: - Chupa tesão! Chupa que vou gozar! Adriana
parou seu "serviço" e se desculpou: - Desculpa, amor! Mas não sei se
estou pronta para terminar. Jorge não escondeu sua insatisfação, aquilo
caíra pior que uma ducha de água gelada sobre ele e seu pau. Se
recomporam e foram andar pelo clube para esfriar. Jorge porém não
desistiu e tentava convencê-la a ir ao motel. Pararam para conversar,
Jorge a encostou numa árvore e a abraçou, ela pode sentir o membro
duro dele, ofegante ele tirou o pau para fora e abaixou-lhe as calças
encaixando o membro do lado de fora de seu sexo, ela estava toda
molhada e o roçar da vara de Jorge a deixava mais excitada. Jorge
tentava convencê-la a deixar penetrar, mas ela relutava. No meio daquela
bolinação ele a virou e continuou a roçar seu sexo, desta vez por trás,
percebendo que ela estava gostando, Jorge viu a possibilidade de comer-
lhe a bundinha. Adriana estava curvada, suas calças estavam na altura do
joelho o que não permitia abrir as pernas, o membro de Jorge deslizou
por seu sexo encostando no seu cuzinho, ela se contraiu. - Deixa aqui,
disse Jorge, assim você continua virgem. - Não, retrucou ela de pronto.
Adriana já ouvira de algumas colegas coisas sobre o sexo anal, que doia
muito da primeira vez, que muitos homens gostavam de fazer ali, mas
também que era um jeito de ter relação sem correr risco de engravidar.
Para Adriana era um jeito de sentir um membro dentro de si,
preservando sua virgindade, mas ainda receava pela dor e pelo tabu que
representava. Jorge insistiu: - Deixa, eu faço com carinho e se doer eu
paro. Sem dar resposta, instintivamente ela relaxou o ânus arrebitando
mais a bunda. Jorge a puxou para o chão, deitando-a de lado se deitou
atrás dela e encostou a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho, que por
reflexo se contraiu, ele pediu que ela relaxasse e começou a cutucar
forçando a entrada. No meio da transa ela não percebeu que um homem
os via e se masturbava, Jorge porém o tinha visto, só que não estava
disposto a parar por nada e a idéia de um voyer o excitou até mais. A
posição não era a ideal, porém como diz o ditado "água mole em pedra
dura..." Lentamente Jorge sentiu o buraquinho de Adriana se abrir e
receber a cabeça do membro que foi engolida para dentro. Adriana por
sua vez, sentira a glande de Jorge romper-lhe as pregas e invadir seu
interior, os momentos que Jorge permaneceu inerte dentro dela foram
suficientes para dissimular a dor que foi substituída por um enorme
prazer. Lentamente Jorge começou a se movimentar dentro dela, a
cabeça entrava e saia do buraquinho quente dela. Jorge lembrou-se do
voyer e se ajeitou melhor para que ele tivesse uma visão privilegiada. Não
mais resistindo Jorge gozou abundantemente, Adriana, sentindo o gozo
do companheiro e as pulsações do membro injetando-lhe esperma o
acompanhou. Ficaram alguns momentos parados, o membro de Jorge já
flácido saíra de dentro dela. Enquanto se recompunham, Adriana viu o
voyer e se assustou, Jorge fingiu surpresa e sairam rápido. O espectador
serviu de subterfúgio para que Jorge a convencesse a ir ao motel. Com a
ajuda da carteira de identidade de sua mulher eles ingressaram na suite.
Para Adriana tudo era novidade, Jorge, mais experiente, tratou de encher
a banheira de hidro, voltando ao quarto despiu-a peça por peça até ter
aquele corpo delicioso inteiramente nu à sua frente, ainda de pé ele se
deliciou chupando os peitos empinados dela, seus seios eram pequenos,
mas os bicos ficaram rijos ao contato da língua de Jorge. Jorge se livrou
de suas roupas e foram para a hidro, lá continuou a chupar os seios dela,
enquanto dirigia o sexo de Adriana para um dos jatos da hidro. Adriana
já estava quase gozando, quando Jorge pediu que ela se levantasse, meio
sem entender, obedeceu. De pé, seu sexo ficava a altura do rosto de Jorge
que puxou uma de suas pernas, apoiando-a sobre a borda da banheira.
Logo Adriana percebeu a intenção do companheiro. Jorge lambeu sua
coxa subindo lentamente até atingir o sexo dela, por sua vez Adriana se
abriu mais e Jorge pode degustar de seu sexo virgem. Sua língua ávida
massageava o clitóris dela, arrancando gemidos e gritos, até que
finalmente ela atingiu um orgasmo como nunca tivera antes, suas pernas
amoleceram e ela quase que caiu dentro da hidro. Ainda meio atordoada,
foi levada para a cama, onde Jorge a deitou abrindo suas pernas e se
deitando sobre seu corpo. Seu pau duro foi direto à entrada do sexo dela,
onde deslizava passando pelo clitóris se perdendo entre os seus pelos,
Jorge repetiu várias vezes o movimento, porém quando tentou penetrá-la
ela se contraiu tentando fechar as pernas. Apesar dela estar à merce de
Jorge, ele preferiu virá-la e aproveitar-se daquela bundinha deliciosa.
Adriana estava ali, completamente nua na cama, virada de bruços, com
as pernas generosamente abertas e a bundinha bem empinada. Jorge foi
deslizando seu membro pela espinha dela, desceu pelo rego de sua bunda
e encontrou seu cuzinho, ele forçou a entrada e de repente o cuzinho dela
se abriu e engoliu o membro dele, lentamente o pau foi empurrado para
dentro dela. Finalmente Adriana sentiu as bolas dele encostarem em sua
bunda, finalmente ela recebia um membro todo dentro de si, Jorge parou
um momento para que ela se acostumasse, depois começou a meter.
Quando Jorge entrava ela relaxava e quando ele saia ela contraia o
cuzinho aproveitando todo o prazer que podia tirar daquele pau. Não
mais aguentando Jorge começou a dar estocadas mais fortes e rápidas,
como ela não conseguia acompanhar os movimentos simplesmente
relaxou e deixou acontecer. Logo Jorge deu uma estocada mais funda e
começou a gozar numa quantidade maior que a normal. Adriana ao
sentir a penetração mais funda, contraiu seu cuzinho e pode sentir as
pulsações do membro esporrando dentro de si. O calor da porra de Jorge
subiu pela espinha e se espalhou por todo o corpo de Adriana levando-a a
um orgasmo alucinante. O membro de Jorge foi amolecendo e Adriana
sentiu ele saindo de dentro de si. Jorge saiu de cima dela e pode ver sair
de seu cuzinho semi aberto seu precioso líquido. Adriana estava
realizada, pois se sentia mais mulher, mais femea, enquanto Jorge, apesar
de satisfeito, ainda não desistira de terminar o que começara, mais isto
fica para um outro conto. J.A.S.

A LOIRINHA DA FAZENDA
" Num fim de semana de abril eu fui para São José dos Campos numa
fazenda. Fui com uns camaradas do trampo. Cheguei lá no sábado de
manha. Chegando lá fomos olhar os quartos e foi quando vi 3 garotas
deitadas uma do lado da outra em dois colchões colocados no chão um do
lado do outro. Uma delas tinha cabelo preto, bonitinha e gostosa a outra
era morena e era uma Raimunda agora já a outra que foi a que mais me
chamou a atenção pois era uma garota de cabelo loiro e liso, bonita e com
um corpinho perfeito do jeito que eu gosto. Então coloquei as coisas no
quarto e fui até a churrasqueira onde estavam jogando truco; fiquei de
próximo junto com um outro cara que nem o conhecia. Entramos e
começamos a jogar e ninguém consegui nos tirar da mesa. Enquanto nos
jogávamos as garotas vieram e sentaram junto a nos para assistir. Fiquei
a tarde inteira olhando para aquela garota e imaginando aquele corpinho
em meus braços. Chegando a noite ficamos sem luz lá onde fica a
churrasqueira, onde mesmo sem luz fiquei jogando bilhar. E a loirinha
estava sentada no chão a uns passos da mesa de bilhar, conversando com
a morena nisso chega dois camaradas e me dizem que a loirinha tava afim
de mim. Nem pensei duas vezes para ir falar com ela. Cheguei sentei com
elas e comecei a conversar com elas, nisso a morena se tocou e se levantou
e nos deixou a sós no escuro. Continuamos a conversar e cada vez ia
chegando mais perto até que catei na sua mão e já fui logo lhe tascando
um beijo. Em seguida levei-a para um dos quartos deitei com ela num dos
colchões e nos cobrir como um cobertor por estar frio, então comecei a
beija-lá e a acariciar seu corpinho. Comecei acariciando sua bundinha
redondinha, depois suas coxas e a sentir seus peitos durinhos e fartos mas
quando tentei chegar perto de sua bocetinha ela já não deixou. Dali fomos
para um dos carros e lá a beijava e comecei a chupar seus peitos e a
deixava loca a cada mordida que dava nos seus bicos. E fiquei beijando-a
e acariciando-a por um bom tempo até quando estava chupando
novamente seus peitos e apalpando sua bunda consegui colocar minha
mão por dentro de sua calcinha e senti sua buchetinha que estava
molhadinha , já com meu dedo roçando sua boceta eu continuava a
chupar seus peitos, ela gemia e logo ela abaixou minha bermuda e catou
na minha vara que estava em ponto de bala e começou a bater uma
punheta para mim e eu continuava a chupa-lá. Quando eu já estava quase
enfiando meu pau nela uns cara que estavam no quarto resolveram para
perto do churrasqueira e estragaram tudo. Nisso peguei ela e fui para os
quartos mas estavam todos ocupados, então fomos até a cozinha beber
algo e foi quando vi uma porta e a abri; era um quartinho, nem pensamos
duas vezes e entramos, arrumei uns papelões que estavam lá e a deitei.
Tirei minha roupa e deixei minha pica que estava latejando de vontade de
fodela descoberta, desci e arranquei sua calcinha e comecei o caminho
lambendo toda sua xana. Fins que ela tivesse dois orgasmo só com a
língua e vi seu cuzinho piscando quando minha saliva misturada com o
liquido que saia se sua xana escorriam em direção a ele. Continuei a
lambendo até que já cheia de tesão começou a implorar para enfiar-lhe
minha pica nela dizia que já tava loca de vontade de sentir minha vara,
lambi mais um pouco e fui fazer o desejo dela. Me ajeitei e comecei a
cutucar a entrada se sua xana com a minha cabeça a deixando mais loca.
Até que comecei a entrar. Comecei a enfiar a cabeça e ia entrando de
vagar para não machuca-la pois sua xana era fechadinha, mas como ela
já tava cheia de tesão me puxou de uma só vez para dentro dela mas
quando ela fez isso se arrependeu um pouco por minha vara ser grande;
E quando fez isso deu um berro de dor, mas pedia para fudela e para que
começa-se. Então comecei o vai e vem, nossa como ela gemia. Virei ela e
deixei ela em cima de mim. Ela subia e descia em quanto eu apertava seus
peitos controlando-a. Ficamos mais ou menos 45 min. Naquele quartinho
e depois nos vestimos e saímos. Saímos de lá e fomos para um dos quartos
e ficamos deitados e assistindo televisão e foi quando decidimos tomar
banho. Que loucura; tiramos as roupas e fomos para baixo do chuveiro lá
começamos a ensaboar um ao outro, primeiro foi ela que me ensaboou.
Mas quando foi ensaboar meu pau não se conteve quando segurou nele
que no momento estava mole, e começou a chupa-lo fazendo ele crescer e
ficar duro em poucos segundos, nossa que boquete gostoso e quente que
ela fazia, parecia até uma profissional. Quando estava para gozar a avisei
mas ela fez que não escutou e engoliu tudinho sem desperdiçar nenhuma
gota. Então foi mina vez de ensaboa-la, comecei pelo seus peitos no que os
ensaboava os apertava, comecei a descer em direção sua xana, a esfreguei
bem lá então desci pelas suas coxas. A virei, então comecei a ensaboar
suas nádegas e no que vi aquele cuzinho fechadinho e apertadinho
piscando na minha frente na hora meu pau subiu e ficou parecendo uma
estaca. Então a pedi para que ficasse de quatro para ensaboa-la mas em
vez disso comecei a lamber aquele cuzinho e ela gemia; gemia muito.
Então pedi para entrar ela disse que era melhor não pois nunca avia
levado vara por trás . Eu insisti muito e continuei enfiando a língua em
seu rego até que ela disse sim e nisso passei condicionador na minha pica
e em seu rego e mirrei minha vara naquela entrada e comecei a enfiar a
cabeça e ela gritava de dor:--- tá doendo muito. E fui encaixando o resto a
puxando pelos peitos até que enterrei tudo e em seguida comecei a me
movimentar a cada vez que entrava e saia ela pedia para que não parasse
pois apesar de estar doendo estava muito gostoso. Então ela começou a
rebolar para ficar melhor. Que delicia de rego a comi sem parar gozei
duas vezes lá dentro. Mas ela pedia para que não saísse, mas acabei
saindo, então ela reclamou. Mas quando viu que meu pau já tava mole
então sem pensar duas vezes veio e começou a chupar meu pau fazendo
com que ele cresce-se novamente e quando ficou duro pediu para entrar
novamente, não tive do e dessa vez entrei de uma ó vez ela gritou mas não
reclamou e começou a rebolar, a comi até gozar. Terminamos de tomar
banho nos trocamos e fomos dormir. Ela foi embora logo cedo e desde
então nunca mas a vi.
TARADO POR BUNDINHAS

" Tenho 24 anos, paulista,cab cast, olhos verdes, boca carnuda... sempre
fui um cara animado, namorador e safadinho. O fato que venho a narrar,
desde lá já se foram muito mas como foi o primeiro e mais excitante eu
venho contar. Como vinha dizendo tenho um corpo definido, pernas
grossas 1,73m 72q ( sempre fiz artes marcias ) e em 1992 foi que tudo
aconteceu. Namorava com uma garota linda, cab cast escuros compridos
e cacheados, olhos castanhos, pele morena bem clara,seios médios
empinadinhos, coxas grossas, roliças e uma bundinha empinadinha,
redondinha e maravilhosa. Como ela tinha 18 anos e só tinha transado
com um ex namorado, eu ensinei as safadezas pra ela, não sabia chupar
um pau direito mas com o tempo se deliciava com perícia chupando meu
pau e engolindo meu gozo com sua boquinha gulosa. Como sempre tive
tara por bundas eu vivia pedindo pra ela deixar eu comer a sua bundinha
mas ela sempre resistia. Um dia fomos a uma danceteria, dançamos
tomamos umas bebidas e o clima esquentava quando tocava alguma
música lenta a gente ia pros cantos e dava uns amassos excitantes. Já
estavamos com muito tesão e resolvemos ir embora e como era de
costume meu pai viajar eu esperava que neste fim de semana fosse assim
mas ao passar em frente de casa eles estavam lá. O que fazer com todo o
tesão ?? Sem grana pra motel e louco pra transar ?? Continuei a andar
de carro na direção da casa dela passando as mãos em suas coxas, às
vezes eu tocava a sua xaninha já molhadinha de tesão e ela pegava no
meu pau, o tesão aumentou muito quando ela tirou meu pau pra fora e
começou a chupar enquanto eu dirigia, ela aprendeu direitinho(
SAFADINHA ). Encostei numa rua deserta em frente ao galpão do meu
pai e começamos a nos beijar, e já com o pau pra fora tirei a blusinha
dela, chupei seus peitinhos, apertava , mordia os mamilos de leve, umas
das mãs eu passava em sua xaninha ..ela pegando no meu pau, tirei
minha camiseta, a saia dela ela parou e disse : Vc é louco ??( Respondí )
Eu sou e sei que vc adora..ela sorriu com cara de Safadinha e começou a
chupar meu pau , gemia com a rola na boca, eu segurava ela pelos cabelos
e dava ums puxadinhas de leve, ela me olhava nos olhos com o pau na
boca, hummm isso é demais ..Deitei os bancos da Parati e fiz uma
caminha lá atrás, deitei ela e comecei a delizar a língua pelos seus seios,
barriguinha, passava a língua em sua xana ainda sobre a calcinha só pra
provocar, lambia a parte de dentro das coxas dela, arrnahava as suas
costas..tirei a calcinha dela, e comecei a chupar aquela xaninha gostosa,
cheirosa, metia a língua lá dentro, chupava seu clit, ela gemia e puxava
me rosto contra o seu sexo, chupei com gosto e ela gozou na minha boca,
continuei a chupar e ela pediu pra enfiar o pau na xaninha dela..ela tava
louca pra dar pra mim.Tirei as calças e comecei a esfregar o pau em sua
xana, provocando, enfiava a cabeça e tirava ,,enfiava até a metade e
tirava quase tudo aí levantei as pernas dela pra cima ( Papai e mamãe) e
metí tudo com força , ela gemia, delirava , meu pau duro , veias pulsando
, louco de tesção dentro daquela xaninha gostosa, eu metia cada vez mais
rápido, mais fundo e forte. Como já tava com muito tesão eu tirei em
gozei forte em seus seios, esfregando o pau nos biquinhos e ela chupou o
restinho com gosto, não parou de chupar até meu pau estar duro de novo,
ela tirou meu pau da boca e disse : Quero ele durinho pois hoje eu vou
dar a bundinha pra vc .Meu pau ficou mais duro ainda só de imaginar
aquele cuzinho tão desejado sendo fodido por mim. Coloquei ela de
quatro e louco de tesão abri a sua bundinha e enfiei a boca em sua
xaninha, apertando a bunda dela, dando umas mordidas, chupava com
gosto a sua xana , deslizei a língua em sua xana subindo até seu cuzinho
ela gemia, se contorcia quando eu circulava seu cuzinho com a língua,
parei de chupar e metí o pau na xana dela, lambí o dedo indicador e
enquanto comia a xaninha dela eu brincava com seu cuzinho enfiando o
dedo devagar, preparando o rabinho pra receber minha rola que não é
pequena. Com carinho comecei a meter dois dedinhos, o cuzinho
apertado ia dando espaço, tirei o pau da xana dela, passei mais saliva nele
e encaixei na entrada do seu cuzinho, enfiei um pouco olhando pra ela, ela
me olhou, falou vai.. com carinha de dor e prazer, devagar eu tirei e metí
só um pouquinho de novo, ela se soltava, relaxava aos poucos e eu metia
cada vez mais. Entrou a metade e eu segurei lá dentro, me debruçava
sobre ela , lambia as costas, mordia a nuca dela, chamava ela de Gostosa,
ela se soltou eu tirei tudinho e fui metendo bem devagar, pra ela sentir o
pau entrando até o fim no seu cuzinho, ela gostou , aumentei o
ritmo,gritava de prazer, eu metia mais rápido mas com cautela pra não
machucar , o tesão foi aumentando, olhava aquela bundinha maravilhosa
sendo fodida, segurei ela pela cintura e metia fundo, gostoso, fodia aquele
cuzinho, até as bolas bater em sua bundinha. Tirei tudo, metí de novo,
mais rápido e tirei de novo pra gozar tudo em sua bundinha, espalhar
toda a minha porra na sua bundinha gostosa e no seu cuzinho agora
descabaçado. Relaxamos até a respiração voltar ao normal, e caímos na
real, nossa estamos no meio da rua ..Sorrimos, se trocamos, limpos com
uma toalha que sempre deixava no carro . Deixei ela em sua casa, ela
desceu do carro,se despediu e eu fiquei olhando ela ir embora, aquela
bundinha gostosa embaixo da saia agora também era minha. Satisfeito eu
fui pra casa, tomei um banho e domi profundamente. Daí em diante
foram muitas e mais confortáveis vezes que eu comi o cuzinho dela.
Gostaria de trocar mensagens com garotas que gostem ou queiram
experimentar os prazeres do sexo anal com um cara bonito e realmente
carinhoso. Tenho 24 anos e procuro gatas na mesma faixa de idade. Fotos
tb são bem vindas. vcj@uol.com.br
COMENDO A EX-CUNHADA NO FUSQUINHA

" Esta história aconteceu há tres anos quando eu ainda era solteiro,
minha namorada acabara de desmanchar comigo e eu andava meio
desolado foi quando a sorte sorriu para mim, eu estava saindo do estádio
de futebol voltando para casa todo eufórico com a vitória do nosso time
quando acabo encontrando minha ex-cunhada a qual chamarei de Marli,
para quem a não conhece ela tem 1,80 de altura, seios médios para
grande, morena clara e uma bunda de levantar até defunto, na verdade
ela é um TESÃO. Conversamos um pouco e marcamos um encontro na
cidade duas horas mais tarde, pois havia festejos juninos na época, fui
todo eufórico para casa me produzi e fui ao encontro, chegando lá estava
Marli toda de preto um colírio para meus olhos, conversamos um pouco e
fomos tomar uma cervejinha em uma das barracas o papo estava muito
legal e o drink já estava subindo quando a convidei para irmos para o
meu fusquinha, pois ali estava muito movimentado e para a minha
surpresa ela topou na verdade eu estava estranhando porque ela sendo
casada e com filho jamais imaginei que poderia ocorrer algo entre nós,
pois durante os três anos namorando a irmã dela nunca rolou nada entre
nós apenas amizade mesmo também porque o marido dela é meu amigo
até hoje daqueles de jogar futebol junto, cervejinhas e tudo mais, porém
voltando ao conto ao embarcamos no ¨espaçoso¨ fusca começamos um
tremendo festival de amassos, beijei-a loucamente alisei seus seios foi
quando ela suplicou dizendo no meu ouvido eu quero que você goze na
minha boca, aquelas palavras me deixou mais louco ainda e rapidamente
tirei o meu pau para fora da calça e ela abocanhou com todo o talento que
Deus a deu, ficou uns dez minutos brincando com ele quando eu dei
diversos jatos de esper- ma em sua garganta e ela engoliu tudinho não
deixando nenhuma gota para contar a história, nos recompomos e toquei
o carro para um local afastado, enquanto eu diri- gia ela fazia uma
explendorosa chupeta no meu pau, ao chegarmos passamos para o banco
de trás, nos despimos e aí foi a minha vez de chupá-la inteirinha minha
ex- cunhadinha tinha um belo corpo e um traseiro que eu estava de olho
já fazia algum tempo, deixei-a de quatro e chupei aquela bucetinha
encharcada provocando fortes gemidos por ela enquanto isso o meu dedo
já massageava aquele anel que eu tanto cobiçava, Marli já não aguentava
mais e pediu para que eu a penetrasse pois ela já estava enlouquecendo,
como sou bem mandado penetrei-a com força, meu pau entrava e saia
num rítimo frenético, após um bom tempo bombando alí parti para
outros campos menos frequentado, pois ela me confidenciou que fizera
apenas uma vez com o marido o sexo anal e doeu muito por isso estava
meio temerosa, mas eu prometi ser carinhoso com ela e na mesma posição
de quatro fui entrando devagarinho e ela rebolando e gritando de tanto
tesão até que ao sentir o meu saco batendo na bunda dela ela começou a
se movimentar como uma égua no cio, a mulher estava alucinada, falava
palavras desconexas, berrava, na verdade eu já estava ficando
preocupado, pois podereia aparecer alguma pessoa então tratei de gozar
naquele rabinho gostoso como jamais tinha gozado anteriormente com
outra garota, foi nesse momento que apareceu um guardião e pensando
que eu estava estrupando a moça ameaçou em chamar a polícia e não
queria que eu me vestisse mas com muita conversa acabou nos liberando
(pois o homem estava armado). Após este encontro saímos ainda por
diversas vezes, pena que hoje em dia ela já casou com outro cara e só nos
restou amizade. Se alguma gatinha quiser experimentar uma transa
doida dentro de um carro aviso que hoje hão tenho mais o fusquinha que
tanto serviu de motel mas sim um Palio (também apertadinho) e-mail
para mecanica.2.pilares@network.com.br com Brites.

ADORO OBEDECER...

" Sou uma moca bonita e charmosa. Meu pais são suficientemente ricos
para me darem uma vida confortável e luxuosa. Cresci rodeada de
empregados, na realidade sempre tive tudo que precisei nas minhas mãos,
sempre tinha um empregado por perto para alcançar algo ou fazer
alguma coisa. Ou seja, desde criança aprendi a mandar nos outros e ser
obedecida. Isto nunca me subiu a cabeça, e não me transformei em uma
dondoca inútil. Ao contrário, hoje administro uma empresa com mais de
1000 funcionários. Por algum motivo que não sei qual é durante as
transas eu adoro me sentir submissa. Tenho muito mais prazer quando
me mandam e/ou me xingam durante as transa, não gosto de apanhar ou
de sadomasoquismo, mas adoro ser bem obediente quando me comem.
Este é um dos motivos que sou apaixonada pelo meu marido, desde o
inicio ele me faz totalmente submissa durante as transas e não leva este
sentimento para o resto do dia. Quando eu o conheci, Os tinha transado
quatro vezes com outros dois namorados e forma transas banais,
portanto tudo que descobri de prazer no sexo foi com ele. Vou contar o
primeiro dia e que me fez ficar apaixonada por ele. Tínhamos alguns
amigos em comum, e nos encontrávamos em varias festas. Em uma dessas
festas, ficamos conversando bastante tempo sobre assuntos pessoais, tanto
sobre os dela como sobre os meus. A noite se prolongava e trocamos
opiniões sobre nossas vidas pessoais e familiares. Não lembro como, mas o
assunto acabou em sexo e prazer, e eu acabei por revelar que em matéria
de sexo tinha alguns gostos que tinha vergonha de revelar. Cada vez mais
curioso, ele sugeri que eu me abrisse totalmente, sem esconder nada, em
troca ele faria o mesmo comigo. Já meio alterada pela bebida, eu topei. E
revelei que, apesar de não ter transado muitas vezes, eu adorava ser
submissa nas transas e que gostava de ser xingada. Como resposta ele
falou que seu segredo era exatamente ao contrario, que apesar de achar
que as mulheres devem ser independentes e modernas, na cama adora
uma mulher submissa. Como que para provar sua declaração anterior,
ele disse que minha confissão o tinha deixado de pau duro e que adoraria
de enfiar o pau e gozar no meu corpo. Que desde outras festas tinha
achado meu corpo gostoso e que agora tinha descoberto que, alem de
gostoso, era um corpo ansioso para levar ferro. Essas palavras, agressivas
e machistas, elevaram meu tesão as alturas, sem resistir eu disse que
estava ficando louca de tesão, e que estaria dispostas a obedecer todas
suas ordens. Rapidamente, ele falou que estava sozinho e que gostaria de
transar comigo nessa noite, e que adoraria sentir o sabor dos meus lábios
na sua boca, e que se eu não desejasse que ele me agarrasse na sala
devíamos ir para o jardim da festa. A esse pedido, caminhamos ate o
jardim, onde começamos um beijo gostoso, cheio de tesão. 0 beijo me
acendeu e comecei a me soltar ainda mais. Fui passando as mãos pelo
peito dele, acariciei as costas, passando minhas unhas de leve, até que
empalmei o pau razoavelmente duro por cima da calça. Como eu tinha
tido que não queria dar bandeira, pedi para ir embora da festa,
procurando um local mais discreto e aquecedor. Ele me avisou, que iria
me saborear em sua casa, onde eu seria tratada como uma dama, mas
sem direitos, que teria que obedecer todos seus pedidos. Ao chegarmos a
sua casa ele me deu um gostoso beijo na boca, puxou meu vestido para
baixo, me deixando semi nua na sua sala. Sem falar nada, me deitou no
sofá e começou um banho de língua. Ao chegar a xotinha ficou chupando
demoradamente, me causando arrepiou e tirando gemidos da minha
boca. Ele colocou seu pau ao meu alcance, e dizendo que minha boca
estava muito vazia, mandou eu chupar. Eu já estava excitada pelo clima,
e com uma ordem, assim, direta, meu tesão aumentou mais ainda.
Comecei a chupar cheia de vontade . Coloquei seu pau na boca, chupando
bem forte e gostoso, eu lambia todo, colocava seu pau todo na minha boca
ate não conseguir mais. Enquanto eu chupava, ele me chamava de puta e
vadia, mandando que eu chupasse o pau ate ele encher minha boca de
porra e, que eu deveria engolir tudo!! Eu continuei engolindo todo o pau
e a acaricia-lo com a língua. Fiz um entra e sai na boca e depois segurei-o
com as duas mãos, batendo-1he uma gostosa punheta. Alternando com
algumas chupadas, levei meu namorado a loucuras. Comecei a sentir que
ele se contraia cada vez mais rápido e forte em minha mão, coloquei-a na
boca, onde ele despejou um rio de porra grossa e quente. Dirigi o jato na
direção do meu rosto e peitos e fiquei totalmente lambuzada com o leite
cremoso. Voltei a colocar a cabeça do pau na boca e lambi até deixa-la
completamente limpa. Ao final, ele disse que eu estava de parabéns, que
sabia chupar um pau como uma verdadeira galinha, mas que naquela
noite iria aproveitar de todos meus buracos. Ele me deitou no sofá, com
as pernas apoiadas no braço do sofá, o que fazia que minha xotinha
ficasse bem mais saliente, exposta ao meu dominador. As coxas estavam
bem abertas. Ele aproximou o pau da minha xota, e abrindo os lábios,
começou a entrar no meu corpo. Ele foi empurrando o pau, abrindo
minha vagina. E pouco a pouco foi metendo, centímetro por centímetro,
até que todo o pau estava dentro. Ele tinha me penetrou deliciosamente,
sem que eu sentisse nenhuma dor e só muito prazer. Comecei a rebolar e.
abrindo mais as pernas, ajudar para uma penetração mais profunda.
Queria sentir minha vagina cheia. Nossos corpos mexiam, e seu cacete me
ocupava inteira e batendo forte no meu útero. Ele me comia com forca,
num movimento de vai e vem bem selvagem, colocava tudo. Falava que
minha xota era gostosa e devia ser comida com muito prazer e tesão. Que
eu era sem-vergonha e que iria me desmanchar de tanto me fuder. Eu
gritava de prazer toda vez que ele enfiava tudo, pedia mais e cada vez
mais forte. Sem censura, pedia que me xingasse e me fudesse com todo
tesão possível. Gozei inúmeras vezes. fiquei exausta mas não satisfeita.
Sem avisar, ele enfiou o dedo no meu rabinho. Olhou-me com uma cara
de sacana e disse "Vou comer este cuzinho dessa putinha, deixar o
cuzinho todo rasgado, sem uma prega inteira". Como resposta disse
"Será que meu cuzinho virgem suportará?" A resposta, perfeita para o
meu gosto foi "Não perguntei se você agüentar ou quer, apenas falei que
vou comer seu cuzinho. Não perguntei se você quer dar, disse que vou
comer e garanto que vai ter muito prazer". Em ato continuo, me colocou
de quatro no carpete e começou a lamber minha bundinha e rabinho.
Encostando o pau em meu corpo, ele forcou, colocando a ponta do pau no
meu cuzinho apertado, eu dei um gemido mais alto. Ele disse, que não
dava bola para meu gemidos, que iria me arreganhar toda, invadir,
alarga e rasgar meu cú. Ele foi invadindo cada vez mais o meu cu, ate
encher com seu pau. Eu gritava e gemia. Dizia que não iria agüentar,
mordia o travesseiro, mas ele dizia que eu tinha que agüentar, que não
iria tirar o pau da minha bunda. Eu tentava não me mexer, para
diminuir a dor. De tanto eu gemer, ele falou que iria fazer um favor e
esperar que meu cu se acostumasse com o pau, mas que não iria tirar. Eu
comecei a sentir que a dor diminuía. Com isto, o tesão, por estar sendo
mandada, aumentou e comecei a apertar seu pau com meu cu...provando.
Sentindo que eu já estava pronta, tanto que minha xotinha estava toda
molhada, ele começou a entrar e sair, dando estocada, que me faziam
gemer, agora mais de prazer do que de dor. Eu rebolava sob seu corpo,
gemendo e falando palavrões. Ele começou a entrar e sair, levando-me ao
delírio, eu gritava e gemia. Ele me chamava de puta, aquilo me deixava
mais excitada ainda, ele ficou me comendo pelo cu, ate eu gozar, quando
ele não resistindo gozou, enchendo meu cu de porra. Acabamos
dormindo, abraçados um ao outro. Acordei com ele lambendo meu
cuzinho, após deixar bem molhado, ele e foi colocando um ,dois, três
dedos. Falava que isto era para relaxar e preparar o buraquinho. Eu falei
que o meu cu ainda estava ardido, de tanto levar pau na noite anterior.
Ele falou que sabia disso e por isto queria comera mais ainda. Só que
agora iria ser com mais carinho. Ficou nessa brincadeira, ate eu falar que
já não estava sentindo dor e sim uma sensação gostosa. Senti que ele
começou a esfregar o pau no meu cu, foi encostando a cabeça do pau, que
não é muito pequeno, e começou a entrar. Senti que começou a forçar a
cabeça, a sensação de tesão crescendo alucinadamente e eu fui me
abrindo toda, senti o cacete entrando no meu cu, me alargando, me
arrombando toda, era uma sensação de dor maravilhosa. O pau foi sendo
no meu rabinho de uma só vez. Eu senti meu corpo se rasgar ao meio,
senti meu cu pegar fogo, mas a sensação era muito gostosa, apesar da dor
eu não queria parar. Num ato de coragem empurrei minha bunda para
cima, fazendo o pau entrar todo. Gemi, chorei e gritei de dor e prazer. A
seguir ele começou o vai e vem, quando eu sentia o pau entrando e saindo
de dentro de mim, ao sair levando minhas pregas e ao entrar fazendo meu
cu engoli as bordas. Senti que meu cu já tinha se acostumado com o
volume, pois estava tudo dentro e não doía mais, então comecei a rebolar.
Eu já não sentia mais dor, só tesão. Por enquanto ele me fodia, falava que
eu era puta e galinha que iria adorar dar muitas mais vezes o rabo, que
iria dar tantas vezes que ficaria sem uma prega inteira. Eu gemia alto de
prazer a cada vez que o pau entrava fundo, mostrando que estava
gostando e que isso me dava muito tesão, enquanto isso, grita: - Mais...
mais, por favor. Sua mão começou a fazer carinhos na minha bucetinha,
fazendo-a delirar de tesão. E o pau entrava cada vez mais fundo, com
forca, até que o saco encostou. Tinha entrado tudo! Para acabar com
aquela agonia, comecei a cavalgar, empurrando minha bunda, fazendo
seu pau cravar em meu corpo. Com isso tornei o tesão irresistível e com
muitos gemidos e sacudidas terminamos por explodir em gozo total. Ele
me encheu de porra, o esperma escorria do meu cuzinho, completamente
arrombado. Novamente, acabamos dormindo, com ele encoxando minha
bundinha. Ao acordar, depois do meio dia, foi para minha casa, mas
sabendo que tinha conhecido o meu futuro marido.

MORENA VIRGEM

" Tudo aconteceu já fazem alguns anos, Jorge era um homem maduro,
casado, mas que não dispensava uma boa aventura, Adriana tinha 18
anos, morena jambo, estava na flor da sensualidade e da descoberta. O
destino fez com que seus caminhos se cruzassem. Jorge vendia títulos de
clube de campo junto com seu amigo Matos e foram brindados com uma
grata surpresa, seu supervisor os encarregou de ensinar o serviço para a
jovem Adriana. No começo os três saiam juntos, porém Jorge se mostrou
com mais interesses, além de simplesmente lhe ensinar o serviço e
combinou com Matos para que lhe desse um pouco mais de folga com
Adriana. Jorge se aproveitando do tempo, foi estreitanto os vínculos de
intimidade e se aproximando cada vez mais. Para ela disse aquela velha
estória de que as coisas no seu casamento não iam bem, etc... e dela ficou
sabendo muitas coisas sobre sua vida, namorado e intimidades. Logo
estavam intimos e já pintava um certo clima rolando até uns beijinhos. A
oportunidade para o "bote" de Jorge apareceu um dia em que Matos
ficara no escritório. Após um dia meio cansativo Jorge convidou Adriana
para um chopinho o que foi prontamente aceito pela morena. Alguns
chopes depois sairam do bar e começaram a rodar pelos arredores, até
que Jorge parou o carro em uma estrada deserta e escura. Lá começaram
com beijos, abraços e amassos, a mão dele explorava aquele corpo jovem
e teso, foi se deliciando com o gosto de seus beijos enquanto sua mão nada
boba, subia sua saia, roçando suas coxas roliças e macias. Jorge foi se
empolgando e tomando coragem subiu a mão até tocar o sexo quente e
úmido de Adriana através da calcinha, seu membro latejava e doia de tão
duro que estava, porém foi interrompido por Adriana que segurando sua
mão lhe confidenciou sussurrando quase sem folego: - Não posso, Jorge ...
eu ... eu... ainda sou virgem! Aquilo para Jorge duplicou seu tesão, estava
diante de uma deliciosa morena virgem, mas ela prosseguiu: - Ainda não
estou pronta! Jorge não queria força-la, porém não podia perder aquela
aportunidade, então começou a usar seu papo de vendedor: - Não
importa, podemos fazer muitas coisas, posso te dar muito prazer e ainda
continuará virgem. E num ato seguido, Adriana se deixou levar ao banco
de trás com Jorge. Lá pela primeira vez ela teve contato com o membro
dele que, praticamente, pulou para fora quando ele desabotoou a calça.
Estava escuro e ela não o via com clareza, mas guiada pela mão de Jorge
ela o segurou e pode sentir toda sua dureza e as pulsações de tesão que
emanavam daquele pau. Logo Jorge se deitou por trás de Adriana e
encaixou seu pau entre suas coxas, deslizando-o num gostoso movimento
de vai-e-vem, não demorou e ele gozou deixando seu semém escorrer por
entre as pernas de Adriana. A partir de então sempre que tinham uma
oportunidade acabava rolando uma sacanagem, porém sem que houvesse
qualquer tipo de penetração. As transas se resumiam a bolinação ou a
masturbação, apesar da insistência de Jorge para que fossem a um motel,
Adriana rejeitava. Numa tarde, porém, rolou algo mais. Jorge levou
Adriana a um clube de campo e, por ser dia de semana, o mesmo estava
deserto, não havia viva alma (pelo menos era o que pensavam). Ele parou
o carro próximo a umas árvores e começaram os amassos. A mão de
Jorge habilmente abrira a calça de Adriana e encontrara seu sexo
molhado começando, então a masturbá-la, deslizando o dedo pela entrada
da vagina e seu clitóris, Adriana, por sua vez, como que retribuindo a
gentileza, tirou-lhe o membro rijo para fora da calça e também o
masturbou. Ele percebeu que Adriana estava prestes a atingir o orgasmo,
então aumentou os movimentos sobre seu clitóris. No ápice do gozo dela,
Jorge puxou-lhe a cabeça em direção ao membro, ela não ofereceu
resistência, abocanhando a vara toda de uma vez. Apesar de sua
inexperiência, os instintos de Adriana faziam com que ela executasse um
movimento de vai-e-vem no membro de Jorge, as vezes parando e
circundando a cabeça com a língua o que arrancavam dele gemidos de
prazer. Jorge por sua vez sentia seu pau envolvido pela boca macia e
quente de Adriana chupando-o num movimento de entra-e-sai, percebeu
o gozo se aproximar: - Chupa tesão! Chupa que vou gozar! Adriana
parou seu "serviço" e se desculpou: - Desculpa, amor! Mas não sei se
estou pronta para terminar. Jorge não escondeu sua insatisfação, aquilo
caíra pior que uma ducha de água gelada sobre ele e seu pau. Se
recomporam e foram andar pelo clube para esfriar. Jorge porém não
desistiu e tentava convencê-la a ir ao motel. Pararam para conversar,
Jorge a encostou numa árvore e a abraçou, ela pode sentir o membro
duro dele, ofegante ele tirou o pau para fora e abaixou-lhe as calças
encaixando o membro do lado de fora de seu sexo, ela estava toda
molhada e o roçar da vara de Jorge a deixava mais excitada. Jorge
tentava convencê-la a deixar penetrar, mas ela relutava. No meio daquela
bolinação ele a virou e continuou a roçar seu sexo, desta vez por trás,
percebendo que ela estava gostando, Jorge viu a possibilidade de comer-
lhe a bundinha. Adriana estava curvada, suas calças estavam na altura do
joelho o que não permitia abrir as pernas, o membro de Jorge deslizou
por seu sexo encostando no seu cuzinho, ela se contraiu. - Deixa aqui,
disse Jorge, assim você continua virgem. - Não, retrucou ela de pronto.
Adriana já ouvira de algumas colegas coisas sobre o sexo anal, que doia
muito da primeira vez, que muitos homens gostavam de fazer ali, mas
também que era um jeito de ter relação sem correr risco de engravidar.
Para Adriana era um jeito de sentir um membro dentro de si,
preservando sua virgindade, mas ainda receava pela dor e pelo tabu que
representava. Jorge insistiu: - Deixa, eu faço com carinho e se doer eu
paro. Sem dar resposta, instintivamente ela relaxou o ânus arrebitando
mais a bunda. Jorge a puxou para o chão, deitando-a de lado se deitou
atrás dela e encostou a cabeça do pau na entrada do seu cuzinho, que por
reflexo se contraiu, ele pediu que ela relaxasse e começou a cutucar
forçando a entrada. No meio da transa ela não percebeu que um homem
os via e se masturbava, Jorge porém o tinha visto, só que não estava
disposto a parar por nada e a idéia de um voyer o excitou até mais. A
posição não era a ideal, porém como diz o ditado "água mole em pedra
dura..." Lentamente Jorge sentiu o buraquinho de Adriana se abrir e
receber a cabeça do membro que foi engolida para dentro. Adriana por
sua vez, sentira a glande de Jorge romper-lhe as pregas e invadir seu
interior, os momentos que Jorge permaneceu inerte dentro dela foram
suficientes para dissimular a dor que foi substituída por um enorme
prazer. Lentamente Jorge começou a se movimentar dentro dela, a
cabeça entrava e saia do buraquinho quente dela. Jorge lembrou-se do
voyer e se ajeitou melhor para que ele tivesse uma visão privilegiada. Não
mais resistindo Jorge gozou abundantemente, Adriana, sentindo o gozo
do companheiro e as pulsações do membro injetando-lhe esperma o
acompanhou. Ficaram alguns momentos parados, o membro de Jorge já
flácido saíra de dentro dela. Enquanto se recompunham, Adriana viu o
voyer e se assustou, Jorge fingiu surpresa e sairam rápido. O espectador
serviu de subterfúgio para que Jorge a convencesse a ir ao motel. Com a
ajuda da carteira de identidade de sua mulher eles ingressaram na suite.
Para Adriana tudo era novidade, Jorge, mais experiente, tratou de encher
a banheira de hidro, voltando ao quarto despiu-a peça por peça até ter
aquele corpo delicioso inteiramente nu à sua frente, ainda de pé ele se
deliciou chupando os peitos empinados dela, seus seios eram pequenos,
mas os bicos ficaram rijos ao contato da língua de Jorge. Jorge se livrou
de suas roupas e foram para a hidro, lá continuou a chupar os seios dela,
enquanto dirigia o sexo de Adriana para um dos jatos da hidro. Adriana
já estava quase gozando, quando Jorge pediu que ela se levantasse, meio
sem entender, obedeceu. De pé, seu sexo ficava a altura do rosto de Jorge
que puxou uma de suas pernas, apoiando-a sobre a borda da banheira.
Logo Adriana percebeu a intenção do companheiro. Jorge lambeu sua
coxa subindo lentamente até atingir o sexo dela, por sua vez Adriana se
abriu mais e Jorge pode degustar de seu sexo virgem. Sua língua ávida
massageava o clitóris dela, arrancando gemidos e gritos, até que
finalmente ela atingiu um orgasmo como nunca tivera antes, suas pernas
amoleceram e ela quase que caiu dentro da hidro. Ainda meio atordoada,
foi levada para a cama, onde Jorge a deitou abrindo suas pernas e se
deitando sobre seu corpo. Seu pau duro foi direto à entrada do sexo dela,
onde deslizava passando pelo clitóris se perdendo entre os seus pelos,
Jorge repetiu várias vezes o movimento, porém quando tentou penetrá-la
ela se contraiu tentando fechar as pernas. Apesar dela estar à merce de
Jorge, ele preferiu virá-la e aproveitar-se daquela bundinha deliciosa.
Adriana estava ali, completamente nua na cama, virada de bruços, com
as pernas generosamente abertas e a bundinha bem empinada. Jorge foi
deslizando seu membro pela espinha dela, desceu pelo rego de sua bunda
e encontrou seu cuzinho, ele forçou a entrada e de repente o cuzinho dela
se abriu e engoliu o membro dele, lentamente o pau foi empurrado para
dentro dela. Finalmente Adriana sentiu as bolas dele encostarem em sua
bunda, finalmente ela recebia um membro todo dentro de si, Jorge parou
um momento para que ela se acostumasse, depois começou a meter.
Quando Jorge entrava ela relaxava e quando ele saia ela contraia o
cuzinho aproveitando todo o prazer que podia tirar daquele pau. Não
mais aguentando Jorge começou a dar estocadas mais fortes e rápidas,
como ela não conseguia acompanhar os movimentos simplesmente
relaxou e deixou acontecer. Logo Jorge deu uma estocada mais funda e
começou a gozar numa quantidade maior que a normal. Adriana ao
sentir a penetração mais funda, contraiu seu cuzinho e pode sentir as
pulsações do membro esporrando dentro de si. O calor da porra de Jorge
subiu pela espinha e se espalhou por todo o corpo de Adriana levando-a a
um orgasmo alucinante. O membro de Jorge foi amolecendo e Adriana
sentiu ele saindo de dentro de si. Jorge saiu de cima dela e pode ver sair
de seu cuzinho semi aberto seu precioso líquido. Adriana estava
realizada, pois se sentia mais mulher, mais femea, enquanto Jorge, apesar
de satisfeito, ainda não desistira de terminar o que começara, mais isto
fica para um outro conto. J.A.S.

PELA PORTA DOS FUNDOS

" Eu sou magra, tenho cabelos escuros na altura dos ombros, seios
médios e uma bundinha arrebitada, que trato com muito carinho.
Costumo usar roupas justas e biquínis mínimos, para realçar a bundinha,
por um motivo que já vão entender. No inicio o sexo não me atraia muito,
até que descobri que com a relação anal, eu tinha muito mais prazer,
desde este momento adoro muito mais dar o cuzinho, sentindo minhas
pregas abrindo, do que transar pela vagina. Aqui escrevo algumas das
minhas transas. A minha primeira transa anal foi assim. Eu já namorava
o rapaz a uns meses, sempre que transávamos, o que não era muito
freqüente, transávamos na xotinha. Eu tinha medo de dar a bundinha, da
dor de ser rasgada, mas ele sempre pedia e insistia pela meu cuzinho.
Nesse dia ao voltarmos de uma festa fomos para a sua casa. Após muitos
carinhos e abraços e fiquei de quatro, ele gostava de penetrar na xotinha
nessa posição, por parecer que estava comendo meu cuzinho. Depois de
lamber bem minha xotinha ele começou me penetrar. Eu gemia, para
provocar e de prazer, sentindo o pau entrar na minha xotinha
apertadinha. Dava gritinhos de prazer e empurrava a bunda para trás,
fazendo o pau entrar tudinho na minha xotinha. Ele começou fazer
movimentos de vai e vem em ritmo rápido e fundo, tanto que a minha
bunda batia na minha barriga. Com a mão eu masturbava meu clitóris,
aumentando o prazer. Eu comecei a gritar pedindo que ele não parasse,
que deixasse minha xotinha toda molhada e gozada com seu néctar. Ele
continuou a me penetrar, num vai e vem frenético e descontrolado. Ele
me comia de forma muito gostosa, me segurando pela cintura, e
continuava empurrando o pau cada vez mais fundo, enquanto eu
empurrava a minha bunda em direção ao seu pau, fazendo que ele
entrasse tudo na minha xotinha. Foi entrando e saindo, num ritmo que
me deixou louca de prazer, ate que gozamos juntos, foi um orgasmo
delicioso. Eu dava grito de prazer, sentindo o maior prazer que já tinha
sentido em todas minhas transas. Como de costume após descansar ele
desejou comer meu cuzinho. Como eu estava muito excitada e como um
prêmio pelo prazer recebido eu resolvi deixar ele abrir meu cuzinho pela
primeira vez. Eu lembrei que era virgem pela bundinha, e ele disse que
seria carinhoso e paciente. E começou bem carinhoso e devagar, passou
um creme no pau e no meu cuzinho, que estava ansioso para ver
desvirginado. Começou a penetrar devagar, eu gemia de dor e pedia que
fosse mais devagar, ele me deu um beijo e foi colocando mais e mais, até
enfiar tudo. Começou a mexer e a dor foi passando dando lugar a um
prazer que eu nunca imaginaria que existisse. Meu cu estava ardendo,
mas ele continuou no movimento de entrar e sair, eu comecei a gemer,
agora de prazer, e tive meu primeiro gozo anal. Nesse momento eu
descobri que adorava dar a bundinha, apesar de ficar sem conseguir
transar por um bom tempo, pois estava literalmente rasgada. Descobri
que dar o cu é a melhor coisa do mundo, e a partir do dia que me
recuperei tentei dar o cuzinho o maior numero de vezes possível. Após
algum tempo do fim do namoro, conheci o Marcos numa festa na casa de
amigos, rapidamente ele me cativou e ficamos dançando e conversando
toda a noite. Ao final da festa me convidou para terminar a festa em seu
apartamento. Eu tinha adorado a noite com ele e, não tinha porque
recusar. Durante o caminho, fui acariciando seu pau por cima da calca,
sentindo que o volume era bastante grande. Ao entramos no
apartamento, ele serviu um suco gelado. Após bebermos o suco, ele me
abraçou apertado e me puxou para próximo de si. Eu falei que estava
adorando a noite e que adoraria ser totalmente sua. Eu estava vestida
com uma minissaia, ele a levantou, o que deixou minha bundinha
totalmente exposta. Ele falou que eu tinha uma bundinha linda e eu
respondi que ela é realmente linda e eu trato com muitos cuidados pois
adoro dar o cuzinho. Com esse sinal verde, ele encostou o pau duro na
minha bundinha e sussurrou no meu ouvido que queria comer o meu
cuzinho, e eu respondi que iria adorar, que adoraria sentir minhas pregas
sendo abertas de uma vez só pelo seu pau. Ele começou a beijar e
acariciar meus seios, me deixando super excitada. Não resistindo mais e
querendo ser emrrabada, eu abri sua calca e comecei a chupar seu pau,
fazendo uma masturbação lenta e lubrificando para deixar bem
molhadinho para entrar no meu cuzinho. Ele me deitou no sofá e
lubrificou meu buraquinho com saliva, dando lambidas que me deixavam
arrepiada. Após, começou a brincar com meu cuzinho, colocava um dedo,
dois. Eu delirava de tesão. Quando sentiu que eu estava completamente
excitada, começou a esfregar na porta do meu cuzinho. De surpresa, ele
entrou devagar, mas de uma só vez, e eu senti uma dor muito grande. Eu
gritei e ele parou. Perguntou se queria desistir, como disse que não, ele
esperou que eu acostumasse com o volume. Novamente, começou a
entrar, e eu a gritar, mas agora de prazer e desejo. Já relaxada, comecei a
piscar o cu, provocando mais e mais. Ele começou também a enfiar o
resto que faltava quando senti o saco dele batendo na minha bunda
comecei a rebolar e ele lentamente colocava e tirava aqueles muitos cm de
pau que eu gozei no pau e ele gozou e encheu meu buraquinho.
Continuamos abraçados por alguns minutos. Eu comecei a acariciar
novamente seu pau e falei que queria sentir novamente meu cu cheio com
seu pau. Ele tentou me convencer a dar a xotinha, mas eu falei que ele era
especial e para pessoas especiais eu reservava meu cuzinho. Com essa
declaração, ele já ficou duro. Veio para cima, chupou a minha bunda
todinha, dava lambidas no cuzinho, na xota, eu só falava "Estou
adorando, lambe gostoso, deixa meu cuzinho todo molhadinho, depois
quero sentir você novamente me rasgando toda". Quando senti que eu já
estava totalmente molhada, fiz uma cara de sacana e pedi: "Agora vem
meu macho, quero você em meu cu, quero cada centímetro desse pau
rasgando minhas pregas." Fiquei de quatro, abrindo as pernas, deixando
a bunda totalmente arrebitada. Ele veio, encostou o pau no meu cu, que
piscou. Abri a bundinha, oferecendo o cu já não tão apertadinho ao meu
homem. Ele foi entrando devagar, eu sentia a cabeça abrindo o cu,
alargando as pregas. Para provocar mais, apertei o cu, e pedi: "Vem,
entra tudo", ele cravou o pau inteiro no meu cu. Doeu, eu gritei, mas ele
fez que não ouviu e começou a bombear com mais forca. A dor deu lugar
a um prazer, eu gemia, agora de prazer, sentindo ele tirar o pau e enfiar
novamente. Meu cu, ainda se acostumando com o tamanho do pau, ardia,
mas eu não queria parar. Queria sentir todo o tesão que tinha
acumulado. Eu estava com o cuzinho já ardendo e comecei a gemer e
falar: " Você arrombou minhas pregas, estou adorando, mas não estou
agüentando seu pau, mexe mais devagar. Esta doendo, mas eu quero
mais, faz mais, pode meter todo mas, bem devagar". Ele começou a fazer
movimentos alternados em lentos e rápidos. Meu tesão aumentava mais e
mais. Pedi para ele acabar com meu sofrimento, não agüentava mais o
pau rasgando meu cu e queria gozar loucamente. Eu rebolava e sentia
aquele pau duro fudendo meu rabo, eu gemia e gritava de tesão, sem
sentir um pingo de dor. Gemi tanto e rebolei tanto, que não agüentei e
comecei a gozar, quase ao mesmo tempo ele gozou alucinadamente no
meu cuzinho, enchendo cada prega com sua porra, que escorreu quando
ele tirou o pau do meu buraco arregaçado. Ficamos trocando beijos, ate
dormirmos abraçados. Ainda no outro dia sentia meu cu ardido, mas o
prazer valeu a pena. A minha transa mais louca foi num dia que eu estava
tomando banho de sol na piscina de minha casa, trajando apenas um
reduzidíssimo fio-dental que sumia no rego. Como meus pais estavam
fora e era dia de folga do jardineiro nem me preocupei eu ficar assim,
quase nua. Só que eu tinha esquecido que viria um rapaz fazer a
manutenção do filtro. Eu estava me masturbando pela borda do biquíni,
quando entrou no jardim a empregada seguida pelo rapaz. Rapidamente,
retirei a mão da xotinha e tentei disfarçar, só que o rapaz já tinha visto,
entretanto deu somente um sorriso e foi trabalhar no filtro. Em vez de
ficar constrangida pela situação, eu fiquei foi mais excitada, imaginando
que poderia ter alguma coisa melhor do que um dedo. Quando a
empregada voltou para a casa, eu me fui na direção da casa do filtro e
comecei a conversar com o rapaz. O coitado não sabia se trabalhava ou
prestava atenção ao meu corpo que estava quase totalmente exposto a
seus olhos, já que eu tinha mexido no biquíni, deixando meus seios quase
todos expostos. Eu fazia perguntar bobas sobre o filtro e me colocava em
posições onde meu corpo ficava mais e mais desnudo. Comecei a
perguntar se ele tinha namorada, e do que achava mais bonito no corpo
de um mulher. Ele meio temeroso falou que não tinha namorada e achava
a bunda a parte mais linda da mulher. Eu fiquei de costas e expondo a
minha bunda, perguntei o que achava. Ele, perdendo a timidez, falou que
era a bunda mais bonita que já tinha visto. Em resposta, eu falei que
minha bunda era bonita porque eu a tratava com uma geleia que combate
estrias e celulite. Ele falou que a geleia funcionava mesmo, mas que devia
ser muito cara. Como resposta ouviu que a geleia que eu usava, não era
cara, eu conseguia de graça, pois todo homem tem. Após esta resposta o
rapaz não se conteve mais, me agarrou pela cintura e puxando meu
biquíni para baixo, caiu de boca em minha xotinha. Enfiou a língua
naquela na vagina, sugando meu néctar que escorria abundantemente.
Lambeu meus lábios pequenos e grandes, pressionando com os dentes. Ao
encontrar meu clitóris, chupou demoradamente, bem devagarinho, me
fazendo vibrar de prazer. Como imaginando o que eu queria começou a
deslizar a língua para a borda de meu cu, explorando seus arredores.
Passou a chupa-lo mais fortemente, com movimentos repetidos e mais
fundos. Meu cu começou a piscar de tesão e eu me senti toda arrepiada de
tesão. Eu encostada na parede da saleta, abri ao máximo, com as duas
mãos, a bunda. Ele continuou chupando minha xotinha e o cuzinho. Eu já
estava toda molhada e excitada e sem agüentar mais, pedi para que ele
me arrombasse o cuzinho, me usasse como se fosse um puta de rua. Isto o
deixou louco e, ele foi enfiando o pau de uma só vez profundamente no
meu cu. Meu rabo estava totalmente lubrificado, e ele entrou com uma só,
estocada que me deixou tonta de dor. O saco encostou na minha boceta.
Ele estava me tratando como uma vadia, me arrombando com toda fúria.
Me arrombando sem dó nem piedade, num vaivém continuo, que
arrombava cada vez mais o meu cu. Eu adorando ser tratada pelo
servente como uma puta, remexia os quadris feito uma verdadeira puta
de boca. Gemendo e dizendo palavrões, pedia que ele entrasse cada vez
mais fundo. Para excita-lo, eu comprimia seu cacete com as pregas do
cuzinho levando-me as nuvens. Quando ele comecei o movimentos de vai
e vem, feito um bate-estaca, arrombando minhas pregas, comecei a gemer
alucinada. Experiente, ele enfiou seu dedo na minha boceta encharcada
de tesão e continuou com movimento cada vez mais violentos. Eu dei um
grito e empurrei minha bunda em sua direção, fazendo entrar tudo e
gozei gemendo de prazer, enquanto ele ejaculava em espasmos seguidos,
enchendo de porra quente minha bunda. A seguir ele me beijou e antes
que tentasse me comer pela xotinha eu sai da saleta do filtro e fui para
casa. Esta foi a minha primeira transa com um desconhecido, mas isto se
repetiu outras vezes, pois como gosto de só dar a bundinha, é muito mais
fácil convencer um desconhecido a não me comer a xotinha do que um
namorado. Com um namorado acabo tendo que dar a xotinha algumas
vezes, pois apesar dos homens serem tarados por um rabinho, não se
contentam só com o rabinho. Certo dia ao chegar em casa, encontrei o
filho do vizinho brincando com o cachorro no jardim de nossa casa. Eu
tinha passeado toda tarde, e como tinha estado comprando algumas
calcinhas e sutiãs bem sexy estava excitada e com tesão. Eu convidei o
adolescente para tomar um suco na minha casa. Sentamos na sala e após
servir o suco eu comecei a perguntar sobre seus amigos e namoradas. O
rapaz era muito tímido mas, foi lentamente começando a se abrir e falar
sobre namoradas e acabou revelando que nunca tinha transado. Essa
declaração, junto com meu tesão foi suficiente para que eu decidisse
seduzi-lo. Eu comecei a acariciar seu pau por cima das calcas. Quando
senti bem duro, fui abrindo a sua calca e abocanhando seu pau, já duro,
que pulava em minha boca. Deixei o adolescente quase louco, mas antes
que gozasse, carreguei-o até o meu quarto, onde me despi lentamente,
mostrando aos poucos meu corpo. A seguir o deitei na cama e comecei a
chupa-lo. Inexperiente, em seguida ele começou a gemer alto e
estremecer, quando senti seu sêmen encher minha boca e deslizando pela
minha garganta. Em seguida, o adolescente, agora já relaxado e mais
tranqüilo, tomou a iniciativa. Como um garanhão, me pôs de quatro e
começou a lamber meu cuzinho e enfiar a língua. Que gostoso,
exatamente onde gosto, gritei. Ele ficou me lambendo o cuzinho, passando
a língua áspera por cada prega, como que se sentindo o gosto de uma
bundinha pela primeira vez. Quando meu cuzinho estava completamente
lubrificado, pedi que ele me abrisse o cu com seu pau de adolescente. O
pau não era muito grande, hoje deve estar maior, mas muito gostoso.
Como se que tivesse muito experiência, ele colocou bem devagar,
deixando só a pontinha dentro por alguns minutos, deixando meu cuzinho
se acostumar. Depois foi empurrando ate entrar tudo e iniciar um entra e
sai lento e gostoso. Eu gemia, gemia, empinava a bunda, rebolava. Dizia
que ele fodia muito gostoso, que era um cara muito gostoso. E era
verdade, nem parecia que essa era sua primeira transa. Ele colocou o
braço em torno do meu corpo e começou a acariciar meu clitóris, como se
imaginasse o que eu estava pensando. E tocava com muito carinho no
meu clitóris, enquanto me metia gostoso e fundo por trás. Ele foi
cravando cada vez mais forte, mais fundo. Aprendendo a fuder, ele
começou a penetrar com forca. E de repente ele entrou rápido, indo ate o
fundo do meu cuzinho. Eu dei um grito de dor quando seu membro me
penetrou, rasgando, ate o fundo. Ele se assustou, mas eu falei que o
prazer era muito maior que a dor, que essa passava logo. Eu abri mais as
pernas, abrindo mais o cuzinho e pedi que fosse com todo amor ate o
fundo do meu corpo, mas que enfiasse mais devagar. Ele foi entrando
devagar, num prazer inesquecível. Empurrando meu corpo, fui guiando a
profundidade e o ritmo dos movimentos, fazendo-o aumentar o ritmo.
Sem poder agüentar mais, comecei a gemer prevendo o gozo e senti os
seus movimentos firmes e profundos. Comecei a gemer mais alto e gritar
que ele era um macho de verdade e murmurando um palavras
desconexas, senti meu corpo tremer e amolecer, enquanto ele jogava todo
seu néctar no meu corpo. Caiu sobre meu corpo e ficamos ate relaxarmos,
quando ele, já de pau duro, pediu para comer minha xotinha, já que
nunca tinha comido uma xotinha. Apesar de não gostar de dar a xotinha,
resolvi dar este prazer ao menino inexperiente. Deitei-me de costas, com
as pernas bem abertas, ele começou a lamber e acariciar com os lábios
minha xotinha, quando seu pau já estava completamente duro ele se
deitou e começou a enfiar o seu pau, que já estava pingando, na minha
xotinha. A xotinha foi se abrindo para a penetração firme e gostosa do
seu pau. No estado que ele estava deu algumas cravadas firmes e
profundas e gozou. Foi uma gozada intensa, a porra se espalhou pelos
meus lábios e escorreu pelas pernas. Enquanto ele gemia de prazer, eu
sentia seu leite escorrendo pelo meu corpo e sentindo prazer de mostrar a
um jovem o prazer da vida. Qualquer dia conto outras historias. Gostaria
de me corresponder com mulheres que adorem a transa anal, para trocar
confidencias e truques de como fazer um homem se acabar somente pelo
nosso cuzinho

RECORDAÇÕES DE UMA EX...

" O que aconteceu comigo foi uma experiência muito boa, que realmente
eu nunca mais esperava que fosse acontecer, mas prá minha felicidade
aconteceu. Há uns 18 anos atrás eu namorei com Carla (nome fictício).
Foram apenas três meses de namoro, mas com uma intensidade sexual
fantástica. Só que na época tínhamos 18 (eu) e 17 (ela) anos e realmente
éramos muito inexperientes, ou seja, não variávamos quase nada.
Transávamos muito, mas com pouca qualidade. O famoso "papai e
mamãe" era a posição que fazíamos e, só de vez em quando uma
variadinha, mas nada de oral ou anal, ela tinha um certo medo de tudo
isso, e eu a respeitava. Carla é descendente de japoneses, então imagine só
a criação conservadora que ela tinha. Bom, terminamos o namoro, nem
convém comentar os porquês, mas conseguimos manter uma amizade
muito forte, e por incrível que pareça, sem sexo algum (não porque eu
não quisesse, mas ela me segurava e não deixava). A minha nova
namorada era ciumenta e o namorado dela então, nem se fala. Sei que
após 10 anos nada rolou. Meu relacionamento acabou e comecei um
outro. O dela também, e ela conheceu um outro cara também. Prá nossa
sorte os dois não eram tão ciumentos quanto os anteriores, o que facilitou
uma "reaproximação" . Nossa amizade ficou mais intensa e começamos a
sair mais. Ela mais madura já com 27 anos e eu com meus 28 anos
também mais hábil no campo do sexo. Um dia meus pais viajaram e
fiquei só em casa, liguei para Carla e perguntei se ela não estaria a fim de
comer uma Pizza. Minha namorada estava na casa dela e o namorado da
Carla ia ter que trabalhar de madrugada. Ela aceitou, e fui busca-la onde
havíamos combinado. Carla é uma japonesinha que não tem nada de
especi! al, não é nenhuma top-model, é gostosinha, bonitinha, posso até
dizer que é uma beleza comum, mas tem algo nela que deixa os homens
doidos, não sou só eu que penso isso, acho que é uma energia sexual que
sai de dentro dela e passa prá gente pelo olhar, sei lá. Bom, vamos voltar
a história. Ao invés de irmos a uma pizzaria levei-a prá casa onde disse
que de lá pediríamos uma pizza e ficaríamos mais a vontade. Antes de
pedir a pizza, pois eram umas 19h00 mais ou menos, ficamos conversando
e percebendo que o clima entre nós estava esquentando. Mas eu sabia que
na hora "H" ela não deixaria rolar nada, como em todos estes anos
acontecera. Mas prá minha surpresa, quando cheguei perto dela e
comecei a toca-la, ela correspondeu! Uau, tudo não poderia ser melhor.
Começamos a nos beijar delicadamente, e fui passando minhas mão em
cada parte do seu corpo sobre a roupa. Calmamente fui tirando sua
blusa, sua calça, suas roupas íntimas até deixa-la totalmente nua.
Comecei a beijar todo seu corpo, lambendo aqueles pequeninos seios que
deixavam-na louca. Desci e comecei a lamber sua bocetinha que já estava
molhadinha, ela mordia o lábio e se contorcia mostrando como estava
com tesão. Lambi seu grelinho e comecei a lamber sue cuzinho. Como
estava! cheirosa aquela menina. Parei um pouco e tirei minha roupa. Meu
pequeno pau (14cm) estava duro feito uma barra de ferro, mas como
sempre falam que tamanho não é documento, acho que foi o necessário
para satisfaze-la. Quando fiquei em pé, e ela sentada no sofá, para meu
espanto ela abocanhou o meu pau, coisa que nunca tinha feito antes, e
como chupava, foi a melhor chupeta que eu já tive, que boca, ela chupava
de um jeito que tive que pedir prá ela parar senão iria gozar rápido
demais. Ela mexia com aquela língua na cabecinha do meu pau, depois
engolia tudo, voltava prá cabecinha... Que chupada! Quando ela parou,
ajoelhei-me no chão, abri suas pernas e enfiei naquela bocetinha molhada
o meu pau. Meu, ela gemeu, mordia o lábio, não falava uma palavra
sequer, só dava aqueles gemidinhos que deixa qualquer um doido. Tirei o
pau ensopado por sua bocetinha e comecei a raspar na porta do cuzinho,
só prá brincar. Colocava na bocetinha de novo, tirava e ficava roçando na
porta do seu cuzinho. Uma hora resolvi arriscar, e dei uma forçadinha
prá entrar naquele rabinho maravilhoso. Ela continuava de frente prá
mim, então podia ver toda e qualquer reação positiva ou negativa. Prá
mais uma surpresa ! minha, foi positiva, ela deixou eu enfiar tudinho no
seu rabinho e o melhor, estava adorando. Não parecia mais a Carla de 10
anos antes, recatada sexualmente. Tinha virado uma mulher, experiente e
liberal, que queria curtir tudo em matéria de sexo. Parei novamente prá
não gozar depressa, queria curtir todo aquele momento. Tirei meu pau de
seu cuzinho, e levei-a para o meu quarto. Quando estava no corredor, ela
me parou, ajoelhou no chão e começou a chupar meu pau de novo. Aquilo
quase me enlouqueceu de tesão, quase gozei na sua boca ali mesmo, me
controlei, peguei ela do chão e continuei levando-a pro meu quarto.
Chegando lá ela já deitou de bruços na minha cama. Peguei meu pau e
coloquei na porta de seu rabinho e enfiei até o fundo. Foram poucas as
estocadas, não agüentei, gozei loucamente naquele rabinho maravilhoso.
Ela curtiu muito dizendo ter adorado sentir aquele jato de porra quente
em seu cuzinho. Descansei poucos minutos e já estava com o pequeno
valente em posição de ataque novamente. Aí minha meta era faze-la
gozar, Carla merecia. Coloquei-a sentada na cama de frente prá mim,
ajoelhei-me no chão, enfiei naquela bocetinha ávida por sexo e comecei
um alucinante vai e vem que a estava deixando louca. Também n! ão
demorou quase nada prá ela gemer baixinho como era de seu feitio mas
respirar fundo como se quisesse todo o ar do mundo prá ela. Desfaleceu,
ficou quase morta em cima da cama, porém feliz com o gozo que eu e o
pequeno valente havíamos propiciado a ela. Descansamos abraçados uma
ao outro, trocando carícias e beijos. Depois pedimos a pizza, comemos e
ficamos conversamos sobre o acontecido. Até hoje nos encontramos, não
prá transar, mas apenas como amigos, prá batermos papo e nada mais.
Relembrarmos de vez em quando aquela transa maravilhosa que tivemos.
Hoje estou casado e ela está quase casada, por isso acho que ela resolveu
parar com as transas extraconjugais. Que pena, pois ela é simplesmente
fantástica.

Enrabando a loura deliciosa pela primeira vez

Regina é daquelas mulheres que chamam a atenção imediatamente


por onde quer que passem. Loura, alta, cabelos sedosos e
compridos, corpo violão e uma cintura finíssima, verdadeiro convite
às mãos e à boca. Com seios que deafiam a gravidade e um
bumbum que é uma tentação, sua beleza clássica desperta desejo
imediato nos homens, que deixam de lado o que estão fazendo para
observá-la, e, muito provavelmente, inveja nas mulheres. Imaginar
... na cama é a conseqüência natural para qualquer um que a veja,
mal sabendo que a realidade pode ser ainda melhor que a
imaginação ... Casada há algum tempo, à primeira vista Regina é de
um recato à toda prova, sempre mantendo uma classe impecável,
com roupas elegantes e discretas. Mas por trás desse aparente
pudor está uma fêmea insaciável, louca por pica a qualquer
momento, capaz de saciar um macho em todos os seus desejos. E
eu vinha podendo desfrutar dessa deusa magnífica, cuja simples
lembrança me provoca uma ereção incontrolável. No entanto, ainda
não tinha realizado aquele que sempre fora um de meus desejos
imediatos: enrabar Regina bem gostoso, fazê-la sentir todo o meu
pau dentro de sua bunda. Ela dizia que nunca tinha experimentado
um pau daquele tamanho (20cm) por trás. Mas sua voz e seus olhos
revelavam, ao dizer isso, temor e desejo simultâneos, o que só fazia
aumentar minha vontade. Com o tempo, meus argumentos
prevaleceram, e um belo dia ela resolveu realizar meu sonho.
Marcamos uma ida a um motel num horário conveniente para
ambos, e consegui dela ainda a realização um segundo desejo meu:
vê-la de biquini e de salto alto, tornando real um de meus muitos
fetiches. No motel, bastou fechar a porta da garagem para eu
começar a beijá-la com sofreguidão, sentindo aquela boca e aquela
língua deliciosas. De vestido ligeiramente curto, mas comportado,
ela subiu na frente, me provocando ainda mais. No quarto, fez um
strip-tease que me deixou sem fôlego , revelando um biquini
vermelho mínimo, mas nunca vulgar, que conseguia tornar ainda
mais desejável aquele corpo queimado de sol. Pedi que ela desfilasse
em minha frente, e ela o fez com a sensualidade de quem sabe, em
questão de segundos, deixar um homem louco de tesão. Assumindo
seu lado putinha, ela pediu, ainda de biquini, que eu roçasse meu
pau em seu bumbum, o que eu fiz, falando em seu ouvido: \" - Está
pronta para sentir minha pica toda dentro de sua bunda, putinha?
Sei que você adora provocar um macho atê que ele te foda todinha,
não é?\" \" - Isso, adoro uma pica grande ... Foder é o que eu mais
gosto de fazer na vida. Se eu pudesse, não faria outra coisa... quero
sentir seu pau todinho ...\" Puxei o biquini de lado e enfiei meus
dedos naquela buceta já completamente molhada. Tirei a cueca e
fiquei nu na frente dela, que, sentada na cama, olhava meu pau com
uma gula que saltava aos olhos. Devo chamar a atenção para o fato
que Regina simplesmente adora chupar uma pica. Sua língua quente
percorreu toda a extensão de meu pau até que sua boca o engoliu,
primeiro a cabeça, indo depois até a metade. Como aquela piranha
sabe engolir um cacete! Perguntei a ela se ela tinha chupado o pau
de todos os caras a haviam comido, e ela, com um riso mais que
safado, falou: \" - Claro ... uma pica só se conhece com a boca!\".
Sabia que se ela continuasse me chupando daquele jeito, em pouco
tempo eu gozaria em sua boca, sensação que ela adora, e eu
também. Mas hoje eu não queria encher de porra aquela linda
boquinha, e sim seu rabo tentador. Assim, levantei-a, beijei-a
longamente, tirei a parte de baixo de seu biquini e a coloquei de
quatro na cama para começar a fodê-la. Tive de respirar fundo para
controlar meu tesão, enquanto enfiava meu pau na buceta de
Regina, sentindo-a gemer gostoso, enquanto falava as maiores
obscenidades (ela adora isso!) em seu ouvido. Pelo espelho pude
acompanhar meu pau entrando devagar até não ficar nada de fora.
\" - Gosta de um pau grande dentro de você, não é, piranha?\". \" -
Sim, adoro, sei que nasci para foder ...\". Em pouco tempo eu já
bombeava bem forte, fazendo-a sentir minha pica entrando e
saindo, a princípio devagar, depois mais e mais depressa. Trocamos
de posição e me recostei na cama, fazendo-a cavalgar meu cacete.
Também adoro essa posição, que me possibilita desfrutar
simultaneamente da boca e dos seios grandes e incrivelmente firmes
de Regina. Suguei-os demoradamente, sabendo que ela também
adora a sensação. Em seguida perguntei: \" - Pronta para ser
enrabada, vagabunda?\" \" - Você vai arrombar meu cuzinho?\" \" -
Claro! E não estou nem aí se vai doer ou se você vai gritar, pois sei
que você gosta é de pica, não importa onde e como!\" Sem retirar
meu pau, fiz Regina deitar em meu peito e, com ajuda de um creme
lubrificante, comecei a enfiar um,depois dois dedos em seu cuzinho.
Um pouco tensa no início, ela logo passou a relaxar, e senti meus
dedos entrarem sem problema. Passei a girá-los lá dentro, o que a
fazia rebolar de tesão, dizendo que adorava a sensação. Eu sabia
que estava na hora. Coloquei-a de quatro novamente e, ao mesmo
tempo que retirava meus dedos, enfiava meu pau completamente
rijo. Coloquei só a cabeça a princípio, e ela, num estado de tesão
completo, continuava gemendo baixinho e gostoso, sem reclamar.
De joelhos na cama, minha visão era privilegiada. Assisti meu pau
entrar aos poucos naquela bunda devoradora de picas, e quanto
mais fundo eu metia, mais sabia que ela sentia e gostava. \" - Viu
como entra todo, putinha? Te enrabar, sentir seu cu apertadinho
envolvendo meu pau é tudo que um homem pode desejar ...\"
Regina nem mais falava, apenas rebolava e gemia, o que só fazia
aumentar ainda mais meu prazer. Comecei a bombear, já sabendo
que iria gozar logo, e muito. Falei isso para ela. \" - Goza, goza ...
me enche de porra! \" E foi isso que fiz ... Gozei como nunca fizera
antes, sentindo meu pau latejar, enquanto parecia despejar litros de
esperma quente dentro daquela fêmea única e deliciosa ... Depois
voltei a beijá-la, sabendo que iria querer continuar recebendo para
sempre aquele presente pelo qual esperara tanto tempo.
CU DE ESPOSA DE AMIGO É MAIS GOSTOSO III

Continuação do conto “Cú ESPOSA DE AMIGO É MAIS GOSTOSO II”


APÓS TER REALIZADO A FANTASIA DELA DE TRANSAR COM DOIS
AO MESMO TEMPO,JÁ QUE O MARIDO NÃO TOPOU, A NICE ME
PEDIU QUE QUERIA TRANSAR COM UM NEGRÃO E COMIGO. O SEU
MARIDO VIAJOU PELA EMPRESA E TERIAMOS ALGUM TEMPO
LIVRES, MINHA ESPOSA ESTAVA DE FERIAS NA NOSSA CASA NO
INTERIOR COM AS CRIANÇAS E NÓS SÓ IAMOS PARA LÁ NA SEXTA
À NOITE. RESOLVI FAZER UMA SURPRESA PARA A NICE E MARQUEI
NUMA 4ª FEIRA A NOITE NUM FLAT, CHEGANDO LÁ PEDI PARA ELA
FICAR NUA PARA TOMAR UM BANHO. NO FIM DO BANHO DEITEI-A
NA CAMA E PEDI PARA ESPERAR, COLOCANDO UMA VENTA EM SEUS
OLHOS PARA QUE NÃO PERCEBECE NADA. TROUXE A SURPRESA
PARA O QUARTO E PEDI QUE ELA TIRASSE A VENTA SEM ABRIR OS
OLHOS, QUANDO PEDI PARA ABRIR OS OLHOS ELA DEU UM
PEQUENO GRITO DE ESPANTO AO VER VI 5 NEGROS COM OS PAUS
DE FORA EM VOLTA DA CAMA. FICOU ASSUSTADA POIS 3 DELES
TINHAM O PENIS MAIOR DO QUE O DO MARIDO DELA E ESTAVA
ESPERANDO APENAS UM PARA COME-LOA COMIGO. FOI QUANDO
PEDI DESCULPA PELA SURPRESA MAS NÃO QUERIA DESPERDIÇAR A
OPORTUNIDADE E CASO ELA NÃO TOPASSE NADA ACONTECERIA,
ELES SÓ FARIAM O QUE ELA DEIXASSE. ELA FICU SEM RESPOSTA,
MAS AO MESMO TEMPO EXCITADISSIMA POIS SEUS OLHOS
BRILHAVAM, SUA XOXOTA JÁ EXALAVA AQUELE PERFUME JÁ MEU
CONHECIDO E ELA ESTAVA COM AQUELA CARA DE SAFADA. ELA
SAIU DO TORPOR E FALOU: - EU QUERO EXPRIMENTAR, MAS 5 É
DEMAIS AINDA POR CIMA DESSES TAMANHOS, MAS VAMOS VER O
QUE DÁ PARA AGUENTAR....... O CARALHO MAIOR TINHA 26 CM.
POR UNS 7, 7,5, ENQUANTO QUE O MEU TEM 16 CM E O DO
MARCOS, SEU MARIDO, TINHA 19 CM. QUANDO O 1º. COMEÇOU A
COLOCAR NA SUA BOCETA ELA FEZ TUDO PARA PODER SE
PENETRADA SEM MUITA DOR E PARA AGUENTAR. OUTRO COMEÇOU
A CHUPAR OS SEUS PEITOS, OUTRO COLOCOU O CARALHO ENORME
NA SUA BOCA QUE ELA MAL CONSEGUIA ABOCANHAR DE TÃO
GROSSO, OUTRO NA SUA MÃO, FORAM RODIZIANDO NAS
POSIÇÕES E FODENDO-A DE TODAS AS FORMAS. UMA DAS
MEHORES FODAS FOI QUANDO ELA FICOU DE QUATRO CHUPANDO
UM CARALHO, OUTRO ENFIANDO EM SUA BOCETA POR TRÁS E
FORAM TROCNADO DE POSIÇÕES ATÉ TODOS COMELA ASSIM.
APENAS NÃO DEIXAVA ELES COLOCAREM NO SEU CUZINHO. APÓS
VARIAS GOZADAS NA BOCA E NA BOCETA FOMOS TOMAR BANHO
PARA NOS REFAZER. VOLTANDO AO QUARTO ELA ME PERGUNTOU
SE EU NÃO IRIA PARTICIPAR, EU FALEI QUE SÓ NA DUPLA
PENETRAÇÃO, EU COLOCARIA NA SUA BOCETA E ELES IRIAM
REVEZAR NO SEU CUZINHO. A NICE ASSUSTADA FALOU QUE
TALVES NÃO AGUENTASSE TANTOS CARALHOS AO MESMO TEMPO A
PENETRAR O SEU CU POIS APESAR DE GOSTAR DE SER ENRABADA
NÃO CONSEGUIRIA AGUENTAR AQUELE QUE TINHA 26 CM. FALEI
PARA ENTÃO COMEÇAR-MOS PELO MENOR E IR AUMENTANDO AOS
POUCOS PARA O CUZINHO IR SE DILATANDO, O QUE ELA TOPOU E
QDO NÃO AGUENTASSE ELA AVISARIA QUE IRIAMOS PARAR.
DEITAMOS NA CAMA E FIZEMOS UM MEIA NOVE E CHUPEI O
CUZINHO DA NICE PREPARANDO-O PARA A PENETRAÇÃO, APÓS
METI NO CU DELA PARA COMEÇAR A ABRI-LO, SOQUEI POR ALGUNS
MINUTOS E ME DEITEI NA CAMA ELA SUBIU EM MIM, SENTOU NO
MEU CARALHO E CAVALGOU POR UNS MINUTOS, DEPOIS VIROU
PARA O NEGRÃO E FALOU: - VEM SOCAR ESSA ROLA PRETA NO MEU
CU ELE TENTOU METER DE UM SÓ VEZ, MAS ELA SEGUROU E PEDIU
PARA COLOCAR AOS POUCOS, PARA IR ACOSTUMANDO, ELE FOI
EMPURRANDO E ELA SEGURANDO OCARALHO DO NEGRO, FOI
DEIXANDO PENETRAR TUDO AOS POUCOS, GEMENDO, COM O
ROSTO DESFIGURADO, APÓS ENTRAR TUDO ELA PEDIU QUE ELE
FICASSE PARADO ALGUNS MOMENTOS E SÓ DEPOIS PEDIU QUE
ELE COMEÇASSE A MEXER, PRIMEIRO DEVAGAR E AUMENTANDO O
RITMO AOS POUCOS, O NEGRO COMEÇOU ENTÃO O VAI E VEM
DEVAGAR E AUMENTADNO O RITMO, NA MESMA MEDIDA QUE ELA
AUMENTAVA OS GEMIDOS, QUANDO NOS DEM,OS CONTA O NEGRO
SOCAVA A VARA NO CU DELA VIOLENTAMENTE E ELA URRAVA EM
CIMA DE MIM AGUENTANDO AQUELA TORA NO CU. UM A UM OS
NEGROS FORAM COMENDO O CU DA NICE ATÉ EXPLODIR EM GOZO
ATÉ QUE CHEGOU O MAIOR CARALHO DA TURMA E SE
POSICIONOU, SEGUREI A NICE PELOS OMBROS, AINDA COM O MEU
CARALHO NA SUA BOCETA, PUXEI-A DE ENCONTRO A MIM, BEIJEI-
LHE A BOCA E PEDI PARA ELA ARREBITAR AO MÁXIMO A
BUNDINHA, ELE COLOCOU A CABEÇONA NO SEU CU JÁ DILATADO E
COMEÇOU A PENETRAÇÃO, ELA GEMENDO, CHORANDO, ROSNANDO
DE DOR, ENTÃO FALEI PARA ELE TIRAR QUE ELA NÃO ESTAVA
AGUENTANDO, FOI QDO ELA FALOU COM VOZ ROUCA E QUASE
SUMIDA: - NÃO, BOTA TUDO, SOCA, FODE O MEU CU NEGÃO, SOCA
TUDO COM FORÇA, QUE EU QUERO ENGOLIR TUDO...... AÌ ELE
CONTINUOU A ENFIAR DEVAGAR ATÉ ENTRAR TUDO, O ROSTO DA
NICE ESTAVA DESFIGURADO PELA DOR E PRAZER DE ENGOLIR OS
26 CMS, ELE PAROU PARA ELA ACOSTUMAR E APÓS ALGUNS
SEGUNDOS, ELA QUASE SEM VOZ FALOU: - AGORA SOCA COM
TUDO, FOOOOOOOOOODE......... ELE COMEÇOU A SOCAR, A
BOMBAR O CARALHÃO INTEIRO NO CU DA NICE E ELA SÓ GEMIA,
GRUNHIA, URRAVA DE DOR, CHORAVA, MAS NAO DESISTIA DE
LEVAR TUDO NO CU, ELA COMEÇOU A GRITAR:- - AI NEGÃO TÁ ME
RASGANDO, ME MATANDO DE DOR, ME ARROMBANDO,
GOZAAAAAAAAA, GOZAAAAAAAAAA.................... GOZAMOS OS 3
PRATICAMENTE JUNTOS; AO TIRAR O CARALHO DO CU DA NICE, O
NEGÃO DEIXOU UM BURACO ENORME ABERTO QUE AOS POUCOS
FOI DIMINUINDO. ELA FICOU DEITADA TOTALMENTE ARROMBADA,
OS 5 TOMARAM BANHO, SE VESTIRAM, PAGUEI-OS. TOMEI UM
BANHO E NÃO TIVE CORAGEM DE ACORDAR A NICE QUE ESTAVA
DORMINDO TODA ARROMBADA, TODA ESPORRADA EM TODOS OS
SEUS BURACOS, EM TODO O SEU CORPO, DESFALECIDA, EXAUSTA.
DORMINOS NO FLAT MESMO E NO DIA SEGUINTE DEI UM BANHO
NA NICE E APLIQUEI-LHE UMA POMADA POIS ESTAVA TODA
DOLORIDA E ESFOLADA, MAS FELIZ DA VIDA, AO SAIR DO FLAT ELA
ME BEIJOU LONGAMENTE E ME AGRADECEU DIZENDO QUE ME
AMAVA, POIS SÓ EU CONSEGUIA ENTENDE-LA E PROPORCIONAR O
PRAZER FÍSICO, POIS O MARIDO DESDE A PRIMEIRA VEZ NÃO
TOPOU. FICAMOS NOS BEIJANDO LONGAMENTE DURANTE TODA A
PARTE DA MANHÃ E APÓS O ALMOÇO FOMOS EMBORA, ELA MAL
CONSEGUIA ANDAR E SENTAR, MAS ESTAVA FELIZ. CASO VC
QUEIRA PARTICIPAR DE UMA ORGIA ASSIM ME ESCREVA QUE
ESTOU A SEU DISPOR; zanelab@bol.com.br
Como enrabei titia
Vou começa esse conto , me apresento tenho 22 anos e tudu
aconteceu quando estava com 20 , tenho 1,79 um corpo bem
trabalhado pela malhação e um dote de 19 cm e sempre tive atração
por mulheres mais velhas que eu , e minha historia que vou relatar
aki aconteceu com uma titia minha que tem os seus 45 anos de
idade cabelos curtos,um pouco mais baixa que eu 1,70 peitos cheios
,bunda deliciosa grande uns beiços carnudos ,mas casada e mãe de
2 filhos , sempre tive um tesão imenso por ela , mas como é minha
tia nunca pensei que poderia comer akela potranca, mas tudu bem .
Eu morava perto da casa dela , e como estava desempregado
sempre ia a sua casa para lhe fazer companhia ,ja que seu marido
trabalha muito e sempre chega muito tarde do trabalho e seus filhos
estudam no periodo da tarde, e ela sempre fikasozinha em casa
fazendo os trablhos do lar , e eu sempre ia la porque minha mãe me
pedia porque ela sempre reclamava para minha mãe que estava se
sentindo muito sozinha ultimamente , e eu como sempre queria
agradar akela tia deliciosa ia para a casa dela para fazer companhia
e sempre bater uma punheta no seu banheiro , até que um belo dia
eu estava vendo televisão e minha tia vania(como vou chamar a
gostosa da minha tia) , estava no tanque lavando umas roupas , me
cansei de ver tv e fui até a area onde ela estava, logo quando me
aproximei ja logo vi os bicos de seu peito gostoso, pq a camisa
branca qeu ela vestia estava totalmenta molhada e fikava
transparente, e eu lgo cresci oolho e meu pau log reagiu,fikando
ereto na hora, mas disfarcei e ela logo se tocou,e foi trocar de
camisa sorrindo , logo depois deu uma olhada para o meu calção e
viu o volume mas naum comentou nada, continuamos conversando
,e começou a chover ,logo depois ela me pediu para mim ir a
padaria comprar uns pães porque ela iria preparar um lanche para
agente, e eu logo fui , e ela me pediu para levar a chave pq estava
um pouco cansada e iria tomar um banhu e descansar um pouco,
tudu bem cheguei na padaria naum tinha pão ,iria demorar uns 20
minutinhus , resolvi esperar e depois voltei para a casa da tia vania,
chegando la estava todo molhado da chuva, fui tomar uma ducha e
vesti somente uma bermuda , e fui procurar minha tia ja que naum
havia sinal dela , ai me lembrei que ela disse que iria descansar, fui
ao seu quarto que estava com a porta encostada, logo quando abri
vi aquela miragem, a potranca da titia deitada de bruços com akela
bunda deliciosa para cima só de calcinha preta enfiadinha no rabinhu
e sem sutien, logo tirei o pau para fora e bati uma punheta na porta
do quarto memo , esporrei tudu na porta ,,.........e fui para a
cozinha comi um lanche que eu mesmo fiz , ja que ela continuava a
durmi, acabei e logo fui ao quarto de titia de novo, quando cheguei
la estranhei porque a porta estava aberta e a porra que eu tinha
deixado la tinham limpado, e como só tinha eu e tia vania na casa ja
logo deduzi que tinha sido a coroa , tudu bem entrei e ela durmia
,me deitei ao lado dela , e logo olhei para akeles peitões apetitosos e
resolvi apalpa-los e meu pau ja naum tava cabendo dentro da
bermuda, resolvi ser mais ousado e comecei a passar a mão sobre a
bunda dela e logo desci para a a xaninha dela , quando desci para a
xana ela deu uma respirada profunda e eu me assustei e parei , e
ela abriu os olhos , eu olhei para ela ela olhou para mim, eu logo
pedi desculpas e pensei que ela iria me dar o maios esporro , mas
que nada ,ela passou a mão sobre minha bermuda e sentiu o
tamanho do mastro e apertou e mandou eu continuar, na hora ja
tirei a bermuda e fikei peladão e tirei a calcinha dela com a boca e
comecei a chupa ela todinha,mordia os bicos da teta dela e descia e
dava umas mordidinhas na virilha e no grelinhu e ela naum
aguentava mais,pediu para mim meter que ela naum aguentava
mais, lgo virei ela de bruços , abri bem as pernas dela,vi akela
bunda gostosa ali só pra mim, segurei bem forte dei varios tapas e
ela implorava pra mim come ela , eu logo entrei com tudu nakela
buceta cabeluda enfiava como um selvagem ,penetrava muito forte
que delicia, lgo mudamos de posição ,foi minha vez de fikar deitado ,
ela me jogou na cama e começou um boquete alucinante chupava
muito bem akela safada , se posicionou abriu suas pernas segurou
meu pau ,apontou e sentou guardando todo meu pau dentro dakela
buceta deliciosa que desejava a anos , e começou a cavalgar e eu
vendo akela tetas gostosas balançando em cima de mim, quase
naum me contive, ela cavalgava muito bem , até que ela começou a
acelerar e eu segurando akela bundona e ela acelerou e só parou
quando gozou , gozei primeiro mas deixei ela acabar tambem ,
depois dissu demos uma discansada fikamos nos beijando , ela me
contando que ja naum transava a meses com seu marido porque ele
estava fikando broxa , depoiis de segundos ela virou pro lado ,achu
que ela iria durmi , mas logo a abracei por tras de ladinhu e virei seu
rosto para mim e dei-lhe um super beijo e meu pau ja estava ereto
di novo entrando no meio das pernas da titia ela logo sentiu e
levantou um poukinhu eu ja peguei sua perna levantei e cravei na
buceta dela , e comecei um vai e vem delicioso de ladinhu nossa era
um cheiro de sexo no quarto delicioso , ela gozou outra vez e ai foi a
vez dela esperar eu acabar ela gozou mais eu continuei, fikei nakele
vai e vem de ladinhu por mais uns minutos bem deliciosos até que
explodi num gozo maravilhoso , como esporrei ela todinha , ela se
levantou e foi tomar banhu , e eu fikei deitado na cama repousando
um pouco e pensando nakela trepada gostosa que eu tinha acabado
de dar , mas fikei refletindo como acabou , se o que eu mais desejo
nela eu naum comi ainda , rapidamente me levantei e corri para o
banheiro onde minha tia estava tomando banhu , logo entrei no
chuveiro com a potranca e ela : disse \" naum acredito ,vc naum
esta satisfeito\" olhou para o meu que estava duro como um mastro
e caiu de boca ,pensando que iria ser só issu , chupou ,chupou e eu
naum gozei , ela se levantou e disse que estava cansada e a
bucetinha dela estava totalmente alargada porque meu pau era o
dobro do pau do meu tio que ela estava acostumada a receber , mas
eu disse tudo bem : \"agente tem q aproveitar esse momento , eu
quero só mais uma coisinha\" e ela olhou para mim sorriu e disse
\"vc ker me matar\" e eu disse bem baixinhu no ouvido dela \" kero
matar de prazer\" e logo a virei para a parede e lambuzei meu pau e
o cuzinhu dela todo de condicionador , e ela segurou no ferro onde
se liga o chuveiro e abriu bem as pernas , e eu abri bem a bunda
dela para facilitar a minha penetração , fui apontando a cabeça do
pau , fui tentando enfiar mas ela gemia muito ,logo a cabeça foi
entrando com muito sacrificio , e ela dizendo que tava doendo muito
, e eu consegui enfia tudu ,e que tesão que deu ver meu pau
totalmente dentro do cu dakela gostosa que era minha tia ,o cu dela
apertava muito meu pau e akilo me dava mais tesão e comecei a
bombar bem devagarzinhu , e ela começou a chorar de prazer e de
dor , ai que comecei a dar umas estocadas muito violenta nakel cu
gostoso , ela começou a entra no ritmo mais mesmo assim gemendo
e chorando, até que depois de um belo tempo sem tirar de dentro
dakele cu gostoso que eu gozei duas vezes sem tirar de dentro
dakele cuzinhu e tirei e puz mais um poukinhu na bucetinha dela
para dar uma aliviada nela , e bombei muito forte em baixo do
chuveiro , até que avisei que iria gozar ela veio até meu pau , e
abocanhou e até que saiu bastante porra ,apesar de ter sido minha
6º gozada , ela engoliiu tudinho , ai sim foi o final de uma foda feliz
com a minha melhor titia , depois disse fui para a casa porque os
filhos dela estava quase chegando da escola, . E em outro conto vou
relatar o dia que voltei la para tentar come-la di novo.

MINHA MENININHA

" Esse fato ocorreu quando eu tinha 18 anos. Os nomes foram


trocados para evitar problemas. No meu prédio tinha uma garota,
Carlinha. Ela tinha só 18 anos, mas já era um pequeno tesão.
Embora fosse baixinha, tinha um corpinho lindo: bundinha
empinada, peitinho começando a se desenvolver e uma bucetinha
que não havia um homem que quando passasse por ela não olhasse.
Tudo isso era reforçado pelas roupas que ela usava, uns shortinhos
minúsculos, que deixavam a bucetinha marcada. Os caras mais
novos do prédio eram doidos para pegá-la, mas ela só deixava uma
mão boba e nada mais. Eu sempre tinha tido vontade de pegá-la, e
foi então que ela começou a dar mole para mim. Ela ficava sempre
junto de mim, quando sentava junto sempre botava a perna sobre a
minha, ficava naquelas brincadeirinhas que me deixavam cada vez
mais louco. No começo eu fiquei com receio, até por achá-la muito
nova, mas eu estava numa situação insustentável. Então resolvi
partir para o ataque. Um dia nós estávamos conversando na
entrada do prédio, quando ela disse que iria subir. Eu me despedi
do resto do pessoal e fui subir com ela. Quando entramos no
elevador, havia um monte de gente nele, e, no aperto, com ela na
minha frente, a safada ficou encostando a bundinha em mim. Meu
pau ficou duro na hora. Assim que as outras pessoas desceram,
faltavam dois andares para o dela, e então eu agi: dei um belo beijo
nela. O andar dela passou, e o beijo não acabava. Ela beijava sem
jeito, nunca tinha beijado, mas estava completamente entregue à
mim. Eu estava sozinho em casa, meus pais estavam viajando,
então fiz com que ela fosse para lá. Ela era tão inocente mas ao
mesmo tempo tão decidida que merecia ser comida com todo o
carinho, pois não é todo dia que se encontra uma menina desse
tipo: bonita, virgem e disposta a tudo. Nós começamos nos beijando
no sofá, e com a mão comecei a percorrer o corpinho dela. Passava
a mão pelos pequenos peitos, pelas pernas, pela bunda, e ela cada
vez mais submissa. Então eu a virei de costas e comecei a beijar a
sua nuca, e minha mão foi direto na sua bucetinha. Ela se arrepiou
na hora, e eu resolvi tirar sua camisa. Quando vi aqueles peitinhos
fiquei doido: eram pequenos, mas com o mamilo rosado e os
biquinhos completamente duros. Comecei a chupá-los, não
conseguia parar, era realmente uma delícia. Enquanto chupava,
minha mão tratou de tirar o short dela. Ela ainda estava de
calcinha, então eu pedi para ela esperar um pouco enquanto eu ia
pegar umas camisinhas no banheiro. Quando eu chego, ela já
estava completamente nua. A visão daquela bucetinha, com aqueles
poucos cabelinhos loiros, fez meu pau doer de tão duro. Eu a levei
para o meu quarto, e comecei a percorrer todo seu corpo com
minha língua. Quando cheguei na buceta, comecei a lamber só por
fora, o suficiente para arrancar gemidos dela. Mal enfiei a língua lá
dentro, ela pareceu que ia enlouquecer: gemia, gemia alto, e eu
caprichando cada vez mais nas lambidas. Quando ela gozou, deu
um grito que todas as pessoas do prédio devem ter ouvido. Eu
parei, e ela continuou deitada no chão, meio que desfalecida. Então
eu tirei minha bermuda, e embora eu não tenha nada
extraordinário, o tamanho é normal, ela ficou meio assustada: a
buceta dela era realmente apertadinha, seria difícil de entrar, mas
ela estava realmente apaixonada, queria ir até o fim. Eu coloquei a
camisinha e comecei a pincelar na frente da buceta, tentei entrar,
mas estava realmente apertado. Fui então bem devagar, a cabeça
mal entrou ela começou a gritar dizendo que estava doendo, mas
agora já era tarde: fui empurrando e quando vi já estava quase
toda dentro. Fiquei parado por um tempinho para ela se acostumar
e então comecei a movimentar. Quando eu começava a tirar, ela
gemia, e então eu empurrava e ela gritava. Ela não parava de
gemer, devia estar doendo muito, mas em pouco tempo a dor virou
puro prazer, e nós gozamos juntos. Eu então tirei meu pau e vi o
sangue escorrendo no meio das pernas dela. Ela estava com os
olhos cheios de lágrimas, numa mistura de dor, felicidade e prazer.
Eu passei a beijá-la, mas logo ela deu sinal de querer mais. Eu
perguntei se ela estava disposta a aprender tudo, e ela disse que
faria qualquer coisa por mim. Então eu botei ela de quatro e
comecei a lamber a buceta e o cu. Minha língua passava pelos dois
buracos, e aquele cuzinho não parava de piscar. Depois de bem
lubrificado, comecei a tentar penetrá-lo. Estava difícil, mas pedi
para ela rebolar, e depois que a cabeça entrou eu puxei ela de uma
só vez. O grito que ela deu foi incrível, o sangue começou a
escorrer, mas comecei a bombear, e ela não parava de gemer e
falar umas coisas que não consegui entender. Ela estava doida, o
prazer que ela estava tendo e me dando era algo incrível. O meu
pau saiu sem querer, e ela mudou de posição: sentou no meu pau,
de costas para mim. Enquanto ela subia e descia, eu beijava seu
pescoço e com minha mão fazia carícias na buceta. Meti dois dedos,
depois três, e então ela gozou. Eu ainda não tinha gozado, então
voltei para a buceta, dessa vez com ela de quatro. Metia sem parar,
e ela sempre pedindo mais. Meti até o fim, meti tudo, e gozei. Já
estava cansado, mas então ela pegou meu pau e passou a chupá-lo
sem jeito, mas com muito tesão. Em pouco tempo ela pegou o jeito.
Como dessa vez eu estava sem camisinha, avisei que iria gozar, e foi
aí que minha menina me surpreendeu: começou a chupar cada vez
mais rápido e engoliu cada gota do meu gozo. Eu então a levei para
o banheiro, e ficamos nos abraçando e trocando carícias. Ela disse
que tinha que ir embora, pois estava ficando tarde, mas queria
gozar mais uma vez. Eu a coloquei sobre o vaso, com as pernas
para cima, e comecei a enfiar na bucetinha. O volume de líquido
que escorria da buceta era grande, ela, com os olhos fechados, dizia
que queria dar para mim pelo resto da vida. Quando ela gozou, nos
despedimos e prometi que passaríamos muitas noites iguais àquela.
Aguardem relatos de outras transas com minha menininha.

NAMORADA OBEDIENTE

" Eu sou moreno,28 anos,solteiro e tarado. Sempre gostei de


aventuras sexuais , e nunca tive muitos limites quando se tratava de
sexo. Gosto de mulheres que se tornem putas maravilhosas entre
quatro paredes.Por isso namorei pouco na minha vida , porque
algumas se assutavam com a minha fome de sexo. Bem o que vou
contar aqui , foi o rolou com a minha última namorada , ela
morena , 23 anos , cabelos encaracolados até o ombro cabelos e
olhos castanhos , bundinha gostosa , peitinho rosinha e durinhos e
uma xoxota carnuda e melada. O que ela mais gostava de fazer era
chupar uma pica , nossa como chupava bem aquela garota,e tinha
um detalhes adorava sentir o gosto da minha porra na sua
boquinha macia coma língua nervosa. Certa noite passei na casa
dela ja com a intenção de botá-la pra chupar e depois fudê-la
todinha. Buzinei e ela desceu , sempre com aquela cara de "hoje eu
quero sacanagem...!", entrou no carro e lá mesmo começou as mãos
se assanharem , fiu direto po nosso refúgio , que era uma sala num
prédio comercial.Entramos e começamos a nos beijar , lamber ,
morder... , ela pegava no meu caralho , eu me esfragava nela ,dai
começou o que sempre rolava , ela começou a beijar meu pescoço ,
descendo até a barriga , foi abrindo o meu zíper , nesse tempo meu
caralho ja pulsando de tanto tesão saltou pra fora e ela como
sempre abocanhou sem pensar , ela sabia mamar uma cacete ,
subia e descia a cabeça , segurando o sacoe lambendo com se fosse a
melhor de todas as vadias do mundo, e ficava olhando pra mim ,
com um sorrisinho maroto naquela carinha de menina levada. Ela
chupou o caralho e foi descendo até o saco , ai chupava uma bola ,
subia e lambia o pau , apertava e lambia o saoc , uma verdadeira
putaria , até que com muita malícia a garota começou a descer
mais embaixo do saco , e começou a brincar com a lingua sbem
aonde , isso mesmo no meu cú , que doida!!!! deixei ela se divertir
um pouco por lá, mas ja pensando : "...é deixa ela , ta querendo
sacanagem , vou fodê-la como uma cadela..." . deixei ela brincar
um pouco mais no caralho e pronto era a minha vez sentei no sofá ,
segurei o cacete e ordenei:... vem gata , senta no caralho aqui
,vemmmm....", e ela como sempre sem falar nada ja veio
obedecendo e sentando , pronto , a cabeça foi entrando com um
pouco de dificuldade mas ela com a sua ginga foi rebolando e
falando baixnho:"... pera ai, deixa encaixar essa tora , calma ,
devagar, assim ,assimmmm....". Nisso o caralho ja estava to alojado
naquela xoxota encharcada , dai começei a fodê-la como uma fêmea
de verdade gosta , com potência , com vontade , socava o caralho
dentro daquela buceta até ela pedir clemência , mas a safada
aguentava tudo numa boa , se deliciando , parecia que estava nas
nuvens quando tava com um caralho atolado dentro dela. O que fiz
peguei a gata botei ela de quatro no sofá, e fa;ei:"... empina essa
bunda , vai gostosa fica arrebitada que vou meter ...". Ai é que a
safadinha arreganhou-se toda pronto tava do jeito que eu queria
fuietendo devagarzinho na xoxota que foi engolindo meu caralho de
uma só vez , começei a bombar e ela a rebolar , rebolava como uma
profissional , eu arregaçando-a todinha, mas eu olhando o caralho
entrando , dei de cara com o cuzinho dela piscando pra mim , cada
estocada que ue dava o cu dav uma piscada , não perdi muito
tempo , vendo aquele cú todo arreganhado pra mim , sem pedir
permissão fui enfiando no buraquinho , como era apertado , mas
que se foda , vou enrraba-la assim mesmo, pensei comigo!! Pronto
o caralho ja estava entrando e ela quase chorando pedindo pra
parar , mas não atendi o seu pedido, ela virava atá os olhinhos ,
hummmm... como era lindo ver aquela gatinha tomar na bunda ,
virando os olhinhos .Começei a socar o cacete , num ritma nem
devagar nem rápido , mas o suficiente pra eu e ela gozarmos
juntinhos , a safada além de chupadora , gozava dando a bunda ,
salve a namoradinha obediente!!!

NA CAMA DA PROFESSORA

Na cama da Professora Tamanha era o desejo por aquela Professora,


todos a admirava desde os próprios professores até os alunos, ela era
o sonho de qualquer mortal, uma mulher de 25 anos, morena clara
da pele bronzeada, medindo 1,67cm, olhos castanho-mel e cabelos
claros, bumbum grande, seios médios pequenos, lábios carnudos,
pernas torneadas, e o mais lindo uma pequenina pintinha em seu
pescoço. Séria e enérgica com todos me atraia muito mais, não
admitia qualquer tipo de piadinhas ou indiretas, no último ano do
colegial não poderia deixar de passar a oportunidade de ganhar pelo
menos um beijo daquela Professora, inventará várias vezes que tinha
alguma dúvida e ela vinha me explicar bem perto, e eu falava bem
baixinho em seu ouvido. - Sua boca é linda. Ela abre os olhos meio
assustada com o meu atrevimento, defere um leve olhar de lado, e
diz: - Acho que você já aprendeu a matéria. Ela não era jogo fácil,
sendo casada à pouco tempo não a transpunha de nada inclusive de
se divertir e ela sempre propusera passeios para nós, íamos à
diversos lugares. No final da aula, ela pedirá para eu ficar, pois
quisera falar comigo. - Pois não Professora. - Tenho algo para lhe
comentar. Aquela era a minha chance, com certeza ela iria agradecer
meus elogios. - Gabriel, eu tive reparando que você é bonito e
privilegiado e pude concluir que as garotas olham muito para você,
vejo que você é muito assediado. - Nem tanto Professora. - Vejo que
para você é fácil conquista-las. - Mas meu único interesse é. - Bom,
se você acha que eu sou parecida com essas garotinhas das quais
você aluga, pois pode parar por aí, não admitirei de modo algum
qualquer tipo de insinuações vindas de você. Abaixei a minha cabeça,
e disse: - Perdoe Professora, isso não irá mais acontecer. - Acho
melhor senão terei que procurar o Diretor e meu Marido. - Estou
dispensado. - Está sim pode ir. - Posso só falar alguma coisa. - Sim, o
que é. - Você é a princesa mais linda do mundo. Olhei bem profundo
em seus olhos e mandei um leve beijo, seu olhos brilharam ela ficou
completamente sem reação, senti que ela quisera brigar comigo mas
ela ficou completamente estagnada. E saí rapidamente da sala sem
que ela voltasse a si e me desse mais outra bronca. Daí para frente
sentia que as coisas mudaram entre nós, ela fazia questão de não
fazer menção a minha presença, mas quando desfilava um leve olhar
para mim via que aqueles lindos olhos brilhavam, semanas se
passaram, e em meados de Abril partindo de mais uma excursão ela
nós propôs a ir para um clube ou um planetário, e com plane maioria
fomos ao clube. Não podia ver a hora de ver aquela mulher de
biquíni. Chegado o esperado dia, todos fora do Colégio esperando o
ônibus, tão logo o ônibus chegou, vi que ela estava dentro do Colégio
arrumando as bolsas, ela dissera: - Alguém pode me ajudar a levar
essas bolsas para o ônibus. Eu de pronto me ofereci, ao pegar as
bolsas, que estavam na Secretária e disse bem baixinho. - Você vai
ficar linda de biquíni. Ela segurou bem forte em meu braço, apertou
com força e disse: - Você que não se atreva a vir com suas
insinuações, meu marido esta aí. - Adoro o seu lado agressivo.
Sussurrei bem pertinho de seu ouvido e desfilei um leve beijo em seu
pescoço bem em cima da pintinha. Ela fechou os olhos, vi o seu corpo
amolecer, parou de apertar o meu braço, e suspirou pausadamente.
Prossegui e levei as bolsas para o ônibus. O único entojo era o
marido dela, que ia junto a nós, mas nada que pudesse estragar o
final de semana. Após duas horas de estrada chegamos, lá todos
aqueles rapazes na expectativa em poder ver aquela linda mulher
com um corpo maravilhoso, até que passa Paulinha, uma amiga de
classe e diz: - Ela não é tão linda como parecia ser. - Não me diga
que você está com inveja dela. - Eu, claro que não Gabriel, mas ela
não é tudo isso. - Ela é completamente perfeita. - Pois fiquem
babando que eu ficarei observando o armário do lado dela, tchau.
Como eu era bastante observador, me divertindo com as outras
pessoas mas seguia cada passo dela, em um sol de aproximadamente
40°, ela inteirinha deitada sob aquele sol escaldante se bronzeando, à
beira da piscina até que seu marido afastou um pouco dela,
mergulhei na água e segui em direção dela. - Eu queria poder ser
esse sol para poder envolver o meu calor em seu corpo. E fui saindo
da água, e a lambia com o olhar profundamente excitante, pois
queria a fazer sentir-se desejada e admirada, centro do desejo
feminino, excitando-a. Esse olhar deslizante, acariciante, admirador e
acompanhado da verbalização de meu afeto por ela, sinalizando meu
interesse por um envolvimento mais profundo. Ela levanta o óculos
escuro levemente e diz: - Até que você me surpreendeu. - E você me
encantou com a sua beleza. - Próximo ao banheiro feminino em meio
aquelas árvores me espere por lá. Discretamente me afastei dela e
segui em direção aos banheiro como era muito próximos fiz que ia
entrar no masculino e dei a volta por fora, e fiquei atrás daquelas
árvores pois logo atrás havia um pequeno bosque. Após uns cinco
minutos veio ela, ao fazer menção de falar alguma cousa ela
simplesmente colocou o dedo em minha boca em sinal de silêncio, e
passou a beijar e a passar a língua em meu pescoço, a morder o meu
peito, orelha, e começamos a nos beijar freneticamente meu cacete
começou a latejar de tanto tesão ao morder o meu peito ela olhou
para meu calção e arregalou os olhos ao ver a veracidade de meu
cacete, ela colocou a mão levemente dentro do calção e massageou
as minha bolas, quando notamos que uma outra professora a
procurava, ela saiu de lá rapidamente antes que fossemos pego. -
Nos vemos outro vez. - Espere só um pouquinho. E dei-lhe outro
beijo delicioso na boca. Daí então o final de semana já estava ganho.
Já na segunda-feira ela já estava na porta esperando os alunos e eu
lhe perguntei: - Como você está se sentindo hoje. Passando
levemente meu rosto ao lado do seu. - Espero que hoje eu não seja
atrapalhada por ninguém. Aquilo me excitou profundamente, nunca
havia visto ela daquele jeito provocante e sensual. Durante a aula ela
ao passar por mim deixa em cima de minha carteira um bilhete “Me
ligue”, com o número do seu telefone, marcado a hora. Ao ligar para
ela a noite pois seu marido havia saído para dar aula pois era
também professor, ela falava ao telefone em um tom de voz
completamente provocante tentando me seduzir. Quem diria eu
quem tinha que seduzi-la não ela, e dizia: - Estou só de camisola
transparente de calcinha, toda molhadinha esperando por vc. - Irei
para sua casa agora. Como não morávamos muito longe, fui depressa
ao encontro dela. Ao abrir a porta ela estava vestida com uma linda
camisola transparente, descalça com os cabelos soltos. - Sente-se,
sinta-se à vontade. Aquilo na verdade era um sonho realizado, poder
ter aquela mulher todinha para mim. Ela pediu para que eu ficasse de
pé, ela se levantou abriu a minha camisa botão por botão e ela
começou a me morder ela tinha tara em morder o meu peito
cabeludo, quando ficamos frente a frente, levemente com as pontas
dos dedos levantei as alças de sua camisola e deixei-as cair, e pede
visualizar aqueles lindos seios, os abocanhei chegando a ouvir leves
gemidos de prazer. - Como eu gosto de ser chupada nós seios,
vamos até o meu quarto. Lá chegando deitei-a na cama, nesta altura
eu já estava só de cueca, por cima dela passava a ponta dos dedos
para percorrer a região próxima à nuca, depois subia como se
estivesse escrevendo um "V" para perto das orelhas, dando algumas
mordidinhas no couro cabeludo dela e no pé da nuca em sua pintinha
e depois assoprava ela se surpreendia e delirava, fechava os olhos e
se contorcia. - Aonde você aprendeu a fazer isso. - Estou aprendendo
com você. - Ah, seu cachorro, escondendo o jogo. - Guardei
exclusivamente para você. Daí comecei a lhe dar um banho de língua,
passei a língua sobre sua pálpebras com delicadeza, dando uma série
de beijinhos, tocando seus cílios com os lábios e a língua. Nas orelhas
percorria alternadamente toda a parte interna e externa com a língua
ligeiramente umedecida dando leves mordidas no lóbulo, respirando
bem perto delas eu a via se arrepiar todinha. Roçava os meus lábios
nos dela procurando a ponta da língua, intercalando com beijinhos,
prendendo o lábio dela entre os meus dentes, e acabava por invadir a
sua boca com vigor explorando a gengiva e o céu da boca
interrompendo o beijo suavemente, e começando de novo. Nossos
corpos a essa altura já estava pegando fogo. Ao chegar em seus
seios onde ela gostava mais beliscava-o de leve e enrolando com a
ponta dos dedos, os segurava como um presente dos deuses, lambia
os bicos com a ponta da língua em movimentos circulares, alternando
com um vaivém rápido, logo se endureceram,e comecei a sugá-los de
leve, depois com um pouco mais de vigor, me delirando com a reação
dela, ela erguia os seios pedindo mais e mais. Fui descendo minha
língua até sua barriga circulando o seu umbiguinho com seus pêlinhos
dourados e indo a parte mais baixa até seus pêlinhos e subindo para
o umbiguinho. - Aiiiiiiiiiiiii, pare de me torturar. Ela tentava empurrar
pela minha cabeça até sua vagina, soltando gemidos de prazer.
Coloquei-a em pé, e fui tirando sua calcinha, coloquei um dedo em
cada lateral, mergulha as mãos por baixo do tecido até a bunda,
voltando pela lateral e então eu puxei sua calcinha devagar até que
os primeiros pêlos aparecerem, parava, passando os dedos debaixo
do tecido e pondo a peça no mesmo lugar, de novo a tirava, dessa
vez mais baixo, voltando a subir a calcinha, ela completamente
enlouqueceu. Virei aquele lindo bumbum grande com pêlinhos
dourados. Os afaguei com paixão e mais vigor cariciando e
massageando, beijando, lambendo e mordiscando. - Ninguém nunca
fez isso comigo. Virei-a de bruços na cama ou sobre o seu colo, como
se fosse levar umas palmadas dei uma bem de leve, desfilei minha
língua em seu rego acariciando o cóccix, brincando bem pertinho do
ânus. - Hummmmm, que delícia. Brincava com ela, passava a língua
entre as coxas e o bumbum. Desci até seus pés e fiz o contrario
massageei seus pés e beijava eles subindo até as pernas, dando
várias beijinhos lambidinhas, chegando até suas coxas abri minha
boca e apertava junto a mim segurando o seu bumbum e atrás das
coxas. - Uiiiiiiiiii, me chupa seu tarado. Subi até sua bucetinha
cheirosa, fervendo e úmida de tesão, passando minha língua em suas
virilhas e por fim passando a minha língua em toda a extensão da sua
buceta, mordia, lambia seu clitóris sugando tudo beijava ela
deliciosamente, passava minha língua em seu cuzinho. Fiquei bem
embaixo de suas pernas hora chupando sua buceta hora o seu
cuzinho, ela rebolava em minha língua feito uma puta. Até que ela
sussurrou gemendo: - Agoraaaa, eu vou te ensinarrrrrr algo. Abaixou
minha cueca, e tirou para fora meu cacete, latejando de tanto prazer,
ela a amostra de sua língua percorria a extensão do meu cacete, das
bolas até a cabeça, chegando a abrir totalmente a boca abocanhando
a cabeça do meu pau, punhetando-o ela me confessara: - Tinha a
maior curiosidade em poder dar para um pinto grande. - Eu tinha o
maior prazer em poder sentir o sabor de seu corpo. Ela se levantou e
nos beijamos profundamente e nossas mãos percorrendo os nosso
corpos. Coloquei um travesseiro debaixo do seu bumbum puxei-a
pelo bumbum em direção ao meu corpo. - Jura que se doer você
para. - Claro que não, porque antes de você poder sentir dor você
sentirá prazer. Sussurrando em seu ouvido ela fechou o olhos
levemente e um ar brande de um sorriso, antes de ela poder esboçar
qualquer reação untamos pelas mãos e deixei o meu cacete deslizar
levemente a entrada de sua buceta fazendo movimentos circulares,
ela para comprimir um pouco a dor mordiscava os lábios, e soltava
várias frases de prazer. - Me possua, me devora, eu te amo, você é
gostoso demaiiiiiisssssss. - Vou te fazer gozar, gemer de prazer. -
Aiiiiiiii, seu cavalo, ta doendo, mas ta gostoso. - Ta gostoso, minha
putinha. Nós num gostoso vaivém, podia sentir a cabeça do meu
cacete massagear o seu clitóris, depois ela ficou por cima de mim,
antes deu uma bela chupada em meu cacete para facilitar a
penetração. Em cima de mim ela pode controlar todos os movimentos
e eu aproveitava para chupara os seus seios, e neste momento ela
dizia: - Apeeeerta minha bunda, morde os biquinhos dos meus seios..
Segurava sua bunda com firmeza e a puxava junto do meu cacete, e
mordiscava de leve aqueles biquinhos maravilhosos, a cada estocada
era um grito, rebolava muito, nunca poderia acreditar que aquela
professora, linda, e enérgica fosse esse furacão. Depois ela virou de
costas sobre a minha pélvis, com os pés apoiados no chão, eu
aproveitava para beijar a nuca em cima de sua pintinha, sussurrava
palavras deliciosas: - Eu quero que você goze todos os seus líquidos
em minha boca, professora gostosa. E mordia de leve a sua orelha. -
Aiiiiiiiiiii, goza para mim seu cacetudo. Ela gostava de todas as
posições a todo instante ela queria mais e tudo diferente, segurei-a
pelo quadris e coloquei levemente e sentia rasgar novamente as
preguinhas de sua bucetinha, isso me enchia muito de tesão. -
Aiiiiiiiiiiii, como é maravilhoso sentir um cacetão me comer. - Sua
bucetinha é apertadinha. - Eu tenho vontade de fazer uma cousa. - O
que é. Perguntei a ela mas imaginava o que era. - Eu e meu marido,
fazemos sexo anal, mas gostaria de sentir como é a sensação de ser
penetrada por você. - Você têm alguma coisa para passar nele. - Nós
compramos um gel, mas o usamos poucas vezes. Coloquei duas
almofadas embaixo do corpo dela, colocando-a de quatro, comecei a
chupar novamente o seu cuzinho, para acostumar, colocava a
pontinha da minha língua, ela gritava constantemente eu vou gozar,
pegando o gel e fazendo questão de passar bastante em meu cacete
e eu em seu cuzinho. - Huuuuuummmmmmm, devagarinho. Foi difícil
e penetração a Professora mordia os braços, soltando gritos
abafados. - Aiiiiiiiiiiii, coloca mais um pouquinho, aiiiiiiiiiiiii. Não
poderia negar que eu também gritava muito, nunca havia comido um
cu tão gostoso, de quatro ela fazia movimentos circulares, para
ajudar a penetração do meu cacete. Entrando a metade já estava o
bastante não tinha mais nada a aprofundar. - Aii, não força mais por
favor. Ela dava pequenos gemidinhos, rebolando sobre o meu cacete.
Até que ela acelerou o movimentos. - Euu, vouuuuuu gozaaaaaaaar.
Ela teve um orgasmo delicioso pelo cu, sua buceta nesta altura já
estava inchada, já na minha primeira gozada ela disse: - Agora meu
aluninho eu quero ver você gozar. Ela me ensinou uma posição
loucamente deliciosa, eu fiquei de joelhos, e ela agachada, ficando
agachado na ponta dos pés com os dois joelhos apoiados no chão, e
ela me entrelaçando com as pernas pela cintura e pude penetra-la
abraçando-a pelas costas e beijando-a com sofreguidão. - Não irei
agüentar mais vou gozar. - Goze meu príncipe, goze que eu também
vou gozar. Aumentamos os nossos movimentos e gozamos juntos.
Ficando na mesma posição deixamos nossos corpos relaxar e o meu
cacete parar de latejar em sua bucetinha, continuamos a nos beijar, e
ela disse: - Nunca havia gozado tanto, acho que eu não agüento
mais. - Que nada você, você agüenta mais uma. - Hoje não, eu estou
me sentindo toda aberta. Tomamos um delicioso banho de banheira,
aproveitamos para continuar nos chupando, a cada chupada em seu
grelinho mais delicioso ficava, ela não acabou resistindo, ficou de
quatro com os braços fora da banheira. - Só mais uma, eu quero
mais. Olhava para mim com um olhar de safada. Beijando em seu
pescoço. - Agora eu quero que você bata na minha bunda. Isso fazia
meu cacete inchar mais, aproveitando eu passava o dedinho em seu
cuzinho, fomos novamente ao êxtase total. Nos vestimos
rapidamente pois já estava próximo das 23:00hs,e teríamos que nos
apressar. - Gabriel, irei lhe pedir uma cousa, por favor não conte isso
à ninguém. - Palavra de honra, eu te amo e jamais te magoarei. Nós
beijamos apaixonadamente, continuamos o nosso romance por
alguns meses mais, mas não podíamos dar mais prosseguimento seu
marido já estava desconfiando, ele já era desconfiado por natureza,
ela percebendo que estava sendo seguida de vez em quando,
decidimos parar por ali. Fico feliz pelos meses que passamos juntos,
aprendemos muito um com o outro, e só decidi contar isso pois ela
lera os meus outros contos e viu que não tinha o nosso, falou que eu
tinha a excluído, daí decidimos nos encontrar após ter passado 4
anos, e para a minha felicidade ela continua a mesma.
TIRO PELA CULATRA

De início vou me apresentar: Em 2.001 completei 25 anos , sou


loura, tenho mais ou menos 1m60, sou magrinha (mais ou menos 52
kg.), tenho seios pequenos (manequim 36), cinturinha fina (65 cm.),
bundinha arrebitada (91 cm.) e sou casada há quase seis anos. Li
muitas histórias parecidas com a minha e resolvi contá-la. “Depois de
algum tempo de casados, meu marido disse que uma de suas
fantasias era me ver transando com outro homem, idéia rechaçada
de imediato, por me parecer coisa de homossexual enrustido, depois
resolveu que queria sexo anal, não entendia o que havia com ele, já
que tínhamos uma vida sexual bem ativa, sexo oral e vaginal da
melhor qualidade, não entendia essa sua fixação, até tentamos, mas
seu pau é um grosso e grande demais e eu não aguentava aquela
dor, reclamei, não tentei mais e lhe disse que, se quisesse, poderia
procurar na rua, pois comigo sexo anal só com dedinhos e na língua,
o engraçado é que a língua e o dedo no cuzinho me davam um tesão
desgraçado, penetração com o pau nunca, no máximo só língua e
dedinho. Acho que a “liberação” pra que procurasse na rua só não foi
levada a sériopoor mim, pois, a partir daquela vez ele começou a
ficar esquisito, chegava tarde em casa, de pilequinho e me procurava
pra trepar com intervalos cada vez maiores e, o principal, já não
bolinava e nem lambia mais meu cuzinho. Aquilo foi me deixando
com a pulga atrás da orelha, indaguei alguma coisa e ele respondeu
que não havia nada demais, que eu estava imaginando coisas e
aquelas besteiras todas. Tínhamos uma amiga em comum no serviço
dele e, ele nem imaginava que passei a conversar mais com ela a
respeito dessa situação, de forma que essa amiga virou uma espécie
de espião minha dentro da empresa. E soube que, além da saída pro
futebol sempre às terças feiras serem bem animadas, ele tinha um
chefe homossexual que os amigos sempre insinuavam ter caso com
meu marido e, como gato escaldado tem medo de água fria, procurei
averiguar. Não descobri muita coisa de concreto, a única coisa que
consegui entender é que Márcio (nome fictício) andava dando umas
saidinhas com uma mulher que tomava conta de um barzinho que
existia onde eles jogavam bola, mas parecia que a mulher era
daquelas que dava pra todo mundo. Aquilo me deixou possessa,
conversei com Márcio, que foi muito reticente, não confirmou, nem
desmentiu nada. Sei que, à medida que o tempo passava, nosso
casamento minguava a olhos vistos e o comportamento dele não
mudava nada. Resolvi que iria armar uma vingança e comecei a
ceder às cantadas que recebia no dia a dia. No local onde eu
trabalhava tinha um homem quase vinte anos mais velho que eu que
também passava por uma crise conjugal, ele é alto (quase 1m80),
mulato, magro, aparenta bem menos idade e vivia se insinuando pra
mim, elogiando minha bundinha e me dava beijinhos de bom dia que
quase sempre passavam raspando pela minha boca e, como eu já o
achava interessante, passei a dar-lhe corda cada vez mais e ele
gostando da situação, com o tempo, quando não tinha ninguém por
perto, os beijinhos passara a ser na boca mesmo e já não
disfarçávamos o tesão que sentíamos um pelo outro, eu, apesar de
tudo, não deixava de pensar no meu marido (que continuava do
mesmo jeito, talvez pior), só que a carga de sexualidade daquela
situação tava me deixando doidinha e não tava quase resistindo mais,
me insinuava cada vez mais, inclusive uma vez, num dos corredores
da empresa, esse meu amigo tava tomando água, ele de costas pra
mim, eu passei e lhe falei no ouvido: - Até que você tem uma bunda
bem interessante também. E, sem que ele esperasse, passei-lhe a
mão na bunda. Ele sussurrou bem de pertinho: - A minha é
interessante, a sua é gostosa. E, rápido, aproveitando-se da
proximidade, deu-me um beijo na boca de língua e passou a mão na
minha bunda bem devagarinho e ainda pediu pra que o esperasse
depois do expediente. Meio assustada, concordei. Passei o resto do
dia achando que tinha ido longe demais, já tava me arrependendo da
minha tentativa de vingança. No fim do expediente ele me esperava
no meio do caminho. Me expliquei e disse que tava arrependida de
ter ido tão longe, ele, compreensivo, entendeu tudo e disse-me que
pararia com aquelas “brincadeiras”. Apesar de Márcio continuar do
mesmo jeito, não tive coragem de dar o tal “desconto”. Só que algo
de estranho ocorreu comigo. Sentia muita falta daquelas
sacanagenzinhas que o Pedro, meu amiguinho do serviço, fazia
comigo, então comecei a me insinuar novamente, sempre que
ninguém estava vendo vivia passando a mão na bundinha dele - que
tava cada vez mais interessante e, porque não dizer, “gostosa” -,
deixava os beijinhos sempre próximos à boca e me mostrava cada
vez mais carente (tava mesmo). Até que ele, não resistindo, me deu
outro beijo cinematográfico daqueles, sendo plenamente
correspondido, grudei naqueles beiços grosso, enfiei a língua dentro
daquela boquinha e chupei com vontade, a mão boba (esperta) dele
passeou por onde pode, desgrudamo-nos rapidinho, mas ficou no ar
um gostinho de quero mais. E, como eu já previa, Pedro me
aguardava no caminho, dessa vez ele foi mais direto, já me agarrou,
me beijou a boca e quase não me deixava falar, ele dizia: - Você
recomeçou porque quis, eu tava quietinho no meu canto, agora você
vai ter que me aguentar. E passava a mão em mim todinha, eu não
resistia, muito pelo contrário, até ajudava ele, aproveitando da minha
submissão, me levou pruma estação de metrô próxima de onde
estávamos, me levou a um cantinho bem escondidinho e me dava
amassos, isso me agradava bastante, fazia um tempão que eu não
“namorava”, e, aquele cara sabia fazer isso muito bem . Depois desse
episódio, passamos a pagar pedágio no metrô e ele sempre insistindo
pra que eu fosse com ele prum motel, eu sempre negava, planejava
levar aquilo em banho-maria até quando pudesse, ele vivia
ameaçando terminar nosso “namoro”, eu nem me abalava. Numa
dessas vezes, em que ele pediu e ouviu mais uma negativa, parou o
“amasso” no meio de caminho e disse que não queria saber mais de
mim. Duvidei, mas paguei pra ver. Desde aquele dia ele nem olhava
mais na minha cara, achei aquilo de uma sacanagem gigantesca e
também fiz o mesmo com ele. Passamos quase um mês naquela
"frescura" e eu tava sentindo uma falta desgraçada do namoro e
resolvi agir. Fui até a mesa dele e deixei um bilhetinho que queria
encontrá-lo depois do expediente no “nosso lugar”, quando ele
passou por mim abriu um sorriso de orelha a orelha. Fim do
expediente lá vou eu pra “nossa estação de metrô”, ele me perguntou
se eu iria ao motel, eu, disfarcei e disse que ele teria que me
convencer. Rápido ele me agarrou e me deu um dos beijos mais
gostosos de toda a minha vida. Capitulei, disse que iria sim, só não
poderia ser aquele dia. Combinamos então que nos encontraríamos
no sábado, num Shopping Center aqui de São Paulo aproveitando que
meu marido iria trabalhar e naquele dia demos os “malhos” mais
quentes de todos, ele inclusive me enfiou um dedinho no rabinho,
enquanto eu apertava seu pau. No sábado, nos encontramos no
Shopping pegamos um táxi e partimos direto prum motel, não sei o
que poderia esperar daquilo, mas tava numa ansiedade incrível. Já no
quarto, ele mostrou o quanto era carinho, me beijava a boca, o colo,
me passava a mão pra me deixar relaxada. Me tirou a camiseta e
caiu de boca nos meus peitinhos, aquele cara tava me deixando
louca! A mão dele passeava pelo meu corpo todinho. Pedi pra que ele
parasse, fui ao banheiro e voltei com um conjunto de lingerie
vermelha, ele já tava só de cueca samba-canção, andei sinuosamente
até ele, sentei-me em seu colo, rebolava, lhe dava beijinhos e ela
passava a mão nas minhas pernas, virou-me de costas, tirou meu
sutiã e começou a mamar nos meus peitinhos, tava começando a
ficar louquinha, quando menos percebi, já tava sem calcinha e sua
língua passeava pelo meu umbigo, deitei-me e ele desceu mais e
chegou a minha bucetinha, que língua maravilhosa ele tinha! Não sei
como fazia, deixava a língua toda mole e passeava devagarinho por
cima da buceta, o cara era um mestre nisso! Ele continuava
chupando gostoso, colocou minhas pernas no seu ombro e enfiava a
língua bem lá dentro, saía de vez em quando e cutucava o cuzinho,
voltava pra buceta. Queria retribuir, dei um jeito de me virar e
comecei a beijar aquele cacete, enfiava na boca quase todo, lambia e
enfiava as bolas do saco inteirinhas na boca. Não tava aguentando
mais, parei com aquilo e pedi pra que me penetrasse, ele subiu em
mim, encaixou na entrada e empurrou bem devagar, tava bem
lubrificada, entrou tudinho, então ele começou a fazer uns
movimentos circulares, rodava a pélvis e o pau rodava pra lá e pra
cá, nunca tinha sentido algo parecido, só sei que era muito gostoso,
depois e começou a entrar e sair bem forte, deu uma paradinha lá
dentro, me enfiou um dedo no cuzinho e continuou a martelar, ficou
um tempão só nisso, então apertei-o bem e comecei a gozar feito
uma doida, depois que terminei ele começou a gozar também. Aquilo
foi demais pra mim. Precisava me recuperar, tava molinha. Demos
um tempo e fomos à hidromassagem, ficamos brincando e
conversando bastante tempo. Quando senti que estávamos
recuperados, voltei à cama e comecei a lambê-lo inteirinho, quando
cheguei ao seu peito o homem parecia que ia enlouquecer, lambi
bastante, fiquei de quatro e pedi pra que ele entrasse de novo, enfiou
de novo e mexia gostoso, ficamos nessa “meteção” um tempão.
Depois começamos a conversar de novo, eu deitada de bruços e ele
de costas, ele começou a me lamber a espinha e foi descendo,
chegou na minha bundinha e lambeu, deu mordidinhas foi indo pro
meinho, abriu meu reguinho e enfiou a língua no cuzinho, eu até
chiava! Quando imaginei, que ele fosse tentar meter no rabinho ele
entrou na bucetinha de novo, tava doida pra tentar um anal com ele,
já que não era tão grosso como meu marido, era até maior de
tamanho, mas a grossura não era a mesma. Pedi: - Tenta pôr
atrás.... Pra minha surpresa, ele respondeu: - Não! As experiências
que tive com sexo anal não me foram agradáveis. Eu insisti, reclamei,
até que ele resolveu fazer. Continuei deitada de costas, ele enfiou a
língua no cuzinho e deixou com bastante cuspe, mirou o pau na
entradinha e foi empurrando bem devagar, quando a cabeça
encaixou, senti uma dorzinha, não reclamei, ele foi empurrando o
resto com muita delicadeza, quando tava dentro perguntou: - Tá te
machucando? Quando disse que não ele começou a entrar e sair.
Tava tão gostoso aquilo! Ele ficou fazendo isso mais de meia
hora!?!?!? Tirou, me pôs de quatro e começou a entrar e sair bem
rápido, confesso que aquilo tava me excitando demais. Quando ele
parou no fundo, senti até seu pau latejar e ele me encheu o rabo de
porra. Eu estava exultante. Conseguira fazer sexo anal! Depois
daquilo fiz anal com meu marido, a falta de delicadeza dele me
decepcionou, às custas disso (so sexo anal), meu casamento
revitalizou-se, mas quando eu quero fazer um sexo total bem
gostoso, apelo pro meu "namorado".

COMI O CU DA PAULA

Olá, pessoal, meu nome é Bruno, tenho mais de 30 e menos de


40 anos, casado, nível superior, branco, cabelos e olhos
castanhos. Quero compartilhar com você uma transa bem gostosa
que aconteceu comigo a alguns dias atrás. Paula é uma grande
amiga que conheço a algums anos e que tem um negócio de
fotografia com o marido. Sempre tive por ela o maior respeito, e
não podia ser diferente pois qualquer envolvimento maior seria
um risco para nossa amizade, além disso era também amigo do
marido dela. Um belo dia eu estava indo embora no meu carro
para casa mais cedo quando a vi caminhando a minha frente em
direção ao ponto de ônibus. Ao me aproximar dela para oferecer-
lhe uma carona me espantei ao ver Paula se desfazendo em
lágrimas. Desci rapidamente do carro e procurei reconfortá-la e
saber o que estava acontecendo. Ela me disse, então, que havia
brigado com o marido pelo telefone e que ele a ofendeu muito.
Vendo o estado de minha amiga, resolvi levá-la no meu carro de
volta à casa dela. Ela não queria ver o marido então decidi levá-la
até algum local onde poderíamos conversar e eu tentaria acalmá-
la. Paula concordou. Fomos a um barzinho bem discreto. Paula
disfarçara bem as lágrimas até o momento que ficamos a sós em
um cantinho do bar. Não consigo ver uma mulher chorar. Isso me
toca fundo no coração. Procurei abraçá-la e lhe convencer que
tudo ficaria bem. Ela foi se acalmando à medida que relatava as
barbaridades que ouvira do marido, principalmente em relação à
"feiúra" de seu corpo. Ele nunca aprovara o tamanho avantajado
da bunda de Paula. Ou seja, uma bunda pela qual eu, em
particular; e o restante da população masculina, em geral,
babávamos, eram por ele desdenhadas de forma cruel e injusta
(pois além dos atrativos já citados, Paula tinha um sensual cabelo
castanho compridos, coxas grossas, quadris largos e convidativos,
fora uma boca grande e linda onde os homens adorariam enfiar a
pica). Foi quando aconteceu, totalmente inesperado para mim;
enquanto enxugava as lágrimas dela Paula me perguntou o que
eu achava do corpo dela. Inocentemente, juro, disse-lhe que era
muito bonito, apesar de apenas poder visualizá-los por sob a
roupa dela. Paula, olhando-me diretamente nos olhos, perguntou
se eu gostaria de vê-la sem roupa. Fiquei estático. Não esperava
por aquilo. Cheguei mesmo a duvidar se ela não estaria se
oferecendo a mim apenas para se vingar do marido. Sentindo
minha hesitação, ela ruborizou de pronto e começou a improvisar
um pedido de desculpas. Vendo aquele mulherão se oferecendo a
mim, meu tesão despertou num endurecer instantâneo do
caralho, apertado sob minha calça como um animal faminto
enjaulado. Sem dizer uma palavra, peguei-a pelo braço, levei-a
até meu carro e saímos. Em silêncio fizemos toda o caminho até
um motel que eu conhecia na Rodovia Rio-Petrópolis, o Clips. Ao
chegramos a portaria senti que Paula estava um pouco nervosa e
procurei acalmá-la segurando sua mão. Já dentro da suite,
abracei-a forte e beijei sua boca enorme e gostosa. Apesar de
sermos amigos a muito tempo eu, nessa hora, a via mais como
uma puta querendo rola. Depois que a beijei bastante sentei-a na
beirada da cama e, de pé, diante dela, afrouxei minha calça e
abaixei a cueca, liberando minha vara tesuda e inchada para o
consumo dos olhos surpresos, e gulosos, de Paula. Os lábios dela
ficaram úmidos de imediato. Passei a bater e esfregar a pica por
aquela face tão delicada e familiar, e que agora eu descobria tão
quente, suave e macia. Dominado pelo tesão forcei a entrada dos
seus lábios com meu pau e ela cedeu, abrindo passagem. Sentir
minha pica deslizando para dentro daquela bocona gostosa me
deu um prazer danado. Vendo sua total submissão segurei-a pelos
cabelos com minhas duas mãos e passei a fuder sua boca,
enfiando e tirando minha rola bem devagarinho. Paula, apesar de
se manter totalmente passiva, parecia estar adorando, ainda que
quase se sufocando mais de uma vez entalada em minha carne
dura, gemendo como uma cadela obediente. Fuder aquela boca
era realmente uma delícia e não tardei muito para alcançar um
gozo inesquecível, farto, gritado, aos borbotões, derramando na
boca de Paula uma seqüência de esporradas que parecia não ter
vim, e que para meu deleite a vi engolir até a última gota, em
confiança (sou um praticante do sexo seguro, e ela sabia disso).
Precisei me sentar na cama para não cair ao chão de tão forte
havia sido meu orgasmo. Decidimos, então, tomar um banho
juntos. Ela se despiu à minha frente e fiquei embasbacado com a
gostosura daquela fêmea, finalmente nua para mim. Um delicioso
corpo de mulher, tão cretinamente vilipendiado pelo marido que
não deu àquela maravilha o tratamento que ela merecia. Debaixo
da água tépida do chuveiro, dei um banho de língua, dentes e
sabonete naquela potranca. Mamei demoradamente nas suas
tetas deliciosas; eu as engolia inteiras, alternando o castigar
safado da minha língua entre os mamilos pontudos e rosados, o
que arrancava urros de prazer de minha saborosa amiga. Não
havia mais como me segurar, precisava comê-la já. Entre carícias,
fiz minha amiga encamisar minha vara inchada, o que ela fez com
muita doçura. Postei-a de quatro diante de mim, sua cabeça sob a
ducha quente do chuveiro. Aquela bunda enorme ficou empinada
diante de mim, arreganhada, o cu e a boceta totalmente expostos
para o meu prazer. Passei os dedos lentamente por aquele rego
sedoso, detendo-me numa carícia especial, super suave por sobre
o cuzinho apertado, de pregas virgens. O ânus da gata se contraiu
de imediato e ela protestou. Adoro submeter uma mulher aos
meus caprichos de macho, subjugá-la à minha fome de sexo
como uma verdadeira escrava. Amiga ou não, seria isso que faria
com Paula; a trataria como uma puta. Enterrei-lhe a vara na xota
até o talo num só movimento de tesão animal. Ela gritou alto. E
foi berrando que ela se derreteu sob a força crescente das minhas
estocadas. Fudia aquela boceta ardente e apertada com violência,
enquanto atacava apaixonadamente o grelinho inchado dela com
uma das mãos. Foi quando cravei-lhe um dedo no cu. Paula pediu
para tirar. Respondi com mais um dedo, num enfiar profundo,
arregaçando o buraco sem piedade, sentindo a musculatura e o
calor do reto da gata em todo o seu esplendor. Só tirei-lhe os
dedos do cu para cobrir-lhe a bunda de tapas carinhosos e cheios
de tesão. Foi apanhando delicadamente no rabo, com o grelo em
minha mão e levando o caralho fundo na racha que minha bela
parceira explodiu num gozo suado e potente, gritando como se
não houvesse amanhã, rebolando ensandecida como uma cobra.
Sorri para mim mesmo; Paula nem desconfiava o que eu estava
tramando: era chegada a hora de meter no cu dela, mas nada
diria até ser tarde demais para ela me recusar. Levei-a de volta
para o quarto e a deitei de bruços sobre a cama. Deitei-me sobre
ela, fazendo-a sentir o peso do meu corpo e o roçar do meu peito
cabeludo em suas costas. Mordendo-a na nuca com suavidade e
volúpia, fui introduzindo a vara na sua xota delicada bem
lentamente. Entrei inteiro, sentindo a maciez quentinha e sedosa
daquela bunda enorme que eu cobiçava tão febrilmente. Ela
gemeu. Passei a estocar, mais lentamente ainda. Um preguiçoso
vai-e-vém que a fazia suspirar como uma donzela inocente.
Mordiscava as orelhas dela, lambia-as, chamando-a, entre
sussurros, de piranha, vadia, vagabunda, boqueteira, cadela. Ela
parecia adorar ser xingada e humilhada. Tirei a vara dela tão
suavemente quanto a havia penetrado e, ajeitando-me sobre ela,
prendendo-lhe as pernas abertas sob meus joelhos, mirei-lhe o
cuzinho. Foi uma enterrada forte e precisa, que pegou minha
amiga de surpresa, num grito de “Ai, meu cu”! Arrombada pela
cabeça do pau, que ganhara as paredes incrivelmente estreitas do
reto, já alargadas há pouco pelos meus dedos, Paula esperneou,
pedindo para que eu saísse de sua bunda, tentando escapar
debaixo de mim. Mas eu a prendia forte sob meu corpo,
imobilizando-a com toda a minha força. Ordenei com firmeza que
ela relaxasse o cuzinho para fora (como se estivesse no banheiro)
para facilitar a penetração, caso contrário ela iria sentir muita dor.
Disse-lhe que eu não teria dó dela. Que uma bunda grande como
adela foi feita para levar pau mesmo. Que já que estava tomando
no cu, o melhor para ela seria relaxar e aproveitar. Ela continuou
protestando. Sem dizer mais nenhuma palavra, fui forçando o
caralho para dentro daquele cuzinho assustado. Eu sentia estar
rasgando ela no meio. Minha vara parecia esfolar por completo o
reto a cada centímetro que eu avançava com tanta dificuldade
naquela estreiteza ardente. Minha parceira anal arfava, gemendo
de dor, os olhos cheios de lágrimas. Foi quando ela me
surpreendeu, começando a relaxar para fora as pregas como eu
havia mandado. Paula havia me obedecido mais cedo do que eu
esperava; estava totalmente entregue, tomando no cu como uma
puta de verdade. Uma puta com P maiúsculo, em negrito e
sublinhado. Apenas com o sexo anal, a forma mais selvagem de
entrega de uma mulher a um homem, é que esta se mostra uma
piranha completa, totalmente realizada em seu potencial erótico,
orgulhosa de vencer o desafio dos seus próprios limites, indo além
do convencional. E era assim que minha Paula se sentia (como
depois me confessou), agüentando pau duro no cu. Quanto mais
eu metia naquele rabo, centímetro por centímetro, mais pica
parecia sobrar. Finalmente, senti meus pentelhos espremidos
contra a pele macia da bunda de minha amiga. Fiquei parado por
alguns instantes, sentindo a pressão da musculatura anal em
torno do caralho enfiado inteiro na fêmea, mordendo-a nuca e
lambendo-lhe o pescoço. Cinicamente, perguntei-lhe se queria
que eu tirasse. Ela me disse, em tom de desafio, estar com muita
dor no cu, mas que ia agüentar. Comecei a estocar. Ela gemeu
muito. Passei a meter super forte. Ela gritava de prazer.
Ensandecida, Paula procurava rebolar ao máximo para aproveitar
cada centímetro de vara que lhe estufava o cuzinho. Ela se
despedia das pregas sem remorso. Pedia mais e mais. Ataquei-lhe
o grelo com a mão; a nuca, pescoço, rosto e lábios receberam
minha boca faminta. Levei-a à loucura. Minha amiga anunciou aos
gritos e entre lágrima de tesão seu mais profundo orgasmo.
Nunca vi uma mulher gozar tanto. Sua boceta ensopou minha
mão, seu cu mordeu forte o caralho num intensa contração da
musculatura anal, sua bunda se contorcia para todos os lados com
tanta vontade que temi perder o equilíbro sobre ela. Nenhum
homem resistiria ao requebrado daquela fêmea suada. Eu me
desfiz num gozo farto e completo, enchendo seu cu de porra.
Após essa trepada, realmente memorável, ficamos abraçados,
juntinhos, como antigos amantes. É claro que muitas outras horas
de prazer se seguiram após nosso descanso. Mas, como estava
ficando tarde, o inevitável aconteceu: tivemos que ir embora.
Fizemos juras de que nosso rompante de “loucura” não estragaria
nossa amizade. E conseguimos. Continuamos amigos até hoje.
Paula continua dando para mim sem que o marido saiba, algumas
vezes até dentro da sua loja, onde, de portas fechadas, ela faz um
boquete bem gostoso no meu pau no horário do almoço. É muito
gostoso poder dar uma boa esporrada naquele rosto lindo e
naquela bocona gostosa, antes da refeição. Que seu marido me
perdoe mas ele é um tremendo de um babaca.

QUE FUNCIONÁRIA

" Paula trabalha na minha loja. Ela é um tesão de ninfetinha com


seus dezessete aninhos e me faz ficar de pau duro só de olhar
para ela. Hoje eu vi pela primeira vez uma pintinha que ela tem
no meio dos seios, aquilo me deixou meio sem graça, pois ela
percebeu que eu olhava para aqueles peitinhos lindos e estava até
suando. Acho que ela já percebeu o tesão que sinto por ela. Vejo
o jeito que ela me olha quando estou no balcão atendendo algum
cliente. Vejo a boca vermelha e gostosa ficar molhada e fico
pensando como seria a outra boquinha que ela deve ter no meio
das pernas. Que vontade de beijar a duas e sentir o gosto delas.
Sentir o melzinho escorrer enquanto percorro sua intimidade e
arranco suspiros. Sentir seu dedos desesperados no meus cabelos
enquanto saboreio cada gotinha daquela grutinha ardente. Ela
tem uma calça cinza que acho uma loucura. Modela o corpo de
ninfeta e realça aquela bundinha do tamanho perfeito para levar
uma encoxada Hoje, ela estava com ela e esbarrei nela por trás
do balcão. Fiquei meio sem graça, mas minha masculinidade deu
sinais imediatamente. Ela olhou para trás e me encarou e depois
desceu os olhos e viu minha ereção e deu um sorrisinho maroto.
"Que putinha" pensei. Estou ficando louco por ela. Quando
terminou o expediente, ela disfarçou e deu um jeito de ficar
conferindo o caixa até mais tarde quando ficamos só nós dois na
loja. - "Chefinho, preciso falar com você" - "Que foi?" - mal
sabendo o que iria acontecer... - "Sonhei com você hoje" -
"Comigo?" - começando a pensar onde iria dar aquela conversa -
"Sonhei que nós dois estávamos tomando banho de banheira
juntos e que nós fazíamos amor descontroladamente" - "Paula,
essa conversa está meio perigosa. Nós dois temos namorados..."
- "Estou tão carente hoje, briguei com meu namorado e sei que
você me deseja e eu estou ardendo de vontade de ficar com você.
Até coloquei essa calça cinza que sei que te provoca e que você
me come com os olhos quando estou usando. Naquela hora no
balcão quando esbarrei em você de propósito senti como seu pau
ficou duro na hora" - "Você tem certeza do que está dizendo,
pirralha? Sabe que sou um homem 10 anos mais velho que você e
dos riscos que estamos correndo?" - Apesar do que eu dizia, um
calor latejante surgia em minha virilha e a ponta do meu pau
começava a ficar molhada e dava para ver os biquinhos dos seios
dela numa inútil tentativa de furar a blusa. - "Sei e quero sentir o
peso do seu corpo sobre o meu" - Parece até uma letra de uma
música, pensei. Perdi o controle. Dei a volta no balcão e beijei-a.
A boca era mais maravilhosa do que eu fantasiara nas minhas
punhetas que eu batia diariamente nas últimas semanas. Sua
língua macia lambia os meus lábios deixando-os arrepiados bem
como minha nuca. Arrastei-a para um sofá e comecei a arrancar a
roupa dela. Ela dava uns gritinhos a cada peça retirada: - Cuidado
meu garanhão, não vá rasgar minha calcinha! Era tarde, rasguei
aquela calcinha com a minha boca e cheirei a grutinha secreta que
finalmente se abria para mim. Chupei como se sorvesse uma fruta
madura. O caldinho que escorria dali me deixou embriagado de
tesão, ela se retorcia e gemia acariciando meus cabelos. Com
uma das mãos comecei a acariciar o biquinho do seu seio direito.
Ele estava tão inchado que parecia que ia estourar. Coloquei um
dedo naquela bucetinha lubrificada e sentia cada camada de pele
dos pequenos lábios se abrindo para mim até esbarrar com um
anelzinho. Ela era virgem!!! Fiquei meio sem saber o que fazer.
Aqueles olhos verdes me encararam e ouvi aquelas palavras
doces como pimenta. "Quero que você me faça mulher e
arrebente esse cabacinho" Perdi totalmente o controle. Continuei
a masturbá-la com o dedo enquanto chupava o clitóris e com a
outra mão punha um dedo na boquinha linda para ela chupar e
morder. Meu pau estava querendo furar minha calça jeans. Paula,
num relance me empurrou para trás e eu caí estatelado no chão.
Ela veio por cima de mim meio sem jeito se desfazendo de zíper,
jeans e algodão da minha cueca melada de sêmem. "Deixa eu ver
esse tesouro que tanto tenho vontade de chupar" Que chupada!
Podia ser virgem, mas pagar um boquete ela sabia fazer como
uma meretriz. Foi descendo a língua bem devagar pela parte
debaixo do meu caralho e chegou ao meu saco. Encheu a boca
colocando uma das minhas bolas na boca e ficou passando a
língua pela pele. Meu pau parecia que dobrava de tamanho e
poderia contar a minha pulsação só de olhar a cabeça dele pular e
ficar arroxeada pelo sangue que enchia cada vez mais meu pau.
Ela comecçou então a agasalhar a cabeçorra e foi descendo.
Parecia que a boca não tinha fundo. Foi colocando devagarzinho e
eu sentia sua língua num movimento frenético alisar a cabeça.
Chegou até a garganta e ela continuava a engolir. Eu sentia
espasmos e fiquei com medo de encher a boquinha dela e não ter
tempo de comê-la. Empurrei-a para cima do sofá e abri suas
pernas. A buça estava úmida e brilhante. "Vem, me rasga" Nem
precisou pedir duas vezes. Peguei meu pau em riste e comecei a
passar pelas coxas e fui me aproximando. Os poucos cabelos que
emolduravam aquela maravilha estavam totalmente molhados.
Meu pau acariciava o interior das coxas e eu via a pele ficando
arrepiada. Encostei a cabeça nos grandes lábios. Ela deu um
empurrão para frente e o meu pau parou em frente ao hímem.
"Rasga essa sua putinha, rasga! Me faz mulher" Fui enfiando
devagarzinho, mas nada de entrar. Como era apertada! Nem um
cuzinho seria tão arrochado! Ela rebolava descontrolada pelo
tesão. Apoiei-me sobre ela e mandei ver. Ela deu um grito
abafado e pude ver uma pequena lágrima no canto dos olhos.
Deitei-me sobre ela e beijei-a ardentemente. Ela ameaçou me
empurrar. Fiquei quieto sentindo o calor daquela bucetinha que
acabara de deflorar. Dava para sentir o calorzinho do filetinho de
sangue que escorria. Ficamos abraçado sem falar nada. Apenas o
brilho daqueles olhos verdes me encarando. "Me beija e continua,
já parou de doer" Comecei a bombar devagarinho. Ela ainda
reclamava um pouquinha da dor. Mudamos de posição colocando-
a sobre mim com as perna abertas e pedi que ela fizesse o ritmo
que ela quisesse. Ela estava meio sem jeito, mas parecia que o
sangue de putinha aflorou. Começou a rebolar pra frente e pra
trás, pros lados e gemia e revirava os olhinhos. O suco da frutinha
madura recém descascada escorria pelo meu pau. Ela acelerou os
movimentos arregalando os olhos e caiu desfalecida sobre o meu
peito, balbuciando: "Gozei, nunca pensei que fosse tão forte
assim" Meu pau ainda estava em ponto de bala. Aquela gata do
meu lado abraçadinha comigo me deixava maluco. Virei-a de
posição e fiquei deitado atrás dela. "Vai comer a sua putinha de
novo meu garanhão?" "Vou fazer serviço completo" -respondi eu,
relando a cabeça naquele cuzinho lindo e apertado. Pra minha
surpresa ela disse que já estava acostumada a dar o rabinho para
o namorado dela e não tive muita dificuldade de enfiar o meu pau
molhado pelo líquido dela misturado com um pouquinho de
sangue. Ela começou a gemer acompanhando as bombadas cada
vez mais rápidas que eu dava. Cheguei a atolar meu pau inteiro
naquele bunda maravilhosa. "Vai, fode sua nova putinha. Me
come todo dia assim meu gato" E eu mandava ver naquele rabo.
Senti então um calor subir pelas minhas bolas e esguichando do
meu pau. O cuzinho dela ficou inchado de tanto levar ferro e
escorria porra pela bunda toda. Ela beijou a cabeça do pau e
disse: "Sempre que quiser repetir a dose, a sua putinha vai estar
a disposição para sentar em cima desse pauzão" Desde então
temos feito muitas horas extras sem que a minha namorada nem
o dela desconfiem. Eu jamais poderia querer uma amante tão
gostosa como ela."

(8885) - Entubei a evangélica com Sorriso Fresh e a


converti ao meu credo

Olá irmãos, estamos aqui mais uma vez depois de praticarmos boas
ações pela justiça social e o exercício da virtude capaz de nos
glorificar e nos tornar merecedores do paraíso. No meu dia-à-dia,
procuro alcançar a bondade, fazendo o bem para o meu próximo, a
começar pelas mulheres que precisam ser felizes através da
libertação e costumo levar algumas na minha república onde posso
tirar as amarras físicas e psíquicas que as impede de serem felizes.
Embora não seja um cara muito religioso, fui a uma quermesse em
2001, pois é uma ocasião interessante pra conhecer novas irmãs de
fé, foi aí que conheci Luana, que me fora apresentada por amigas de
minha universidade, de modo um tanto instigante numa rodinha de
amigos, de forma que Samira se encarregou de nos apresentar \"Lu,
a gente quer que você conheça o Igor, ele é um amigo nosso muito
gente fina, rapaz honesto, bom caráter, religioso e respeitador, o
moço ideal pra você\", eu e Luana nos olhamos, e sorri pra ela,
enquanto minha bondosa amiga finalizava as apresentações \"Igor,
espero que você e Luana se entendam muito bem, ela é uma moça
de família, prendada e caseira do jeito que tanto gosta\", consegui
disfarçar a gargalhada junto com meus demais amigos, diante de
tamanha ironia e me aproximei discretamente, tímido como sou, pra
uma conversa com Luana... Lu não era universitária como nós, era
uma menina de seus 19 anos que morava em nossa interiorana
cidade, tinha terminado o segundo grau e trabalhava ajudando os
pais num mercadinho próximo à república de minhas amigas de
classe, das quais eu já havia arrancado todas as pregas, assim,
Samira, Juliana e Maria Carla sempre me empurravam alguma amiga
pois ganhariam mais uma pro clube das pervas arrombadas, pra
minha felicidade é claro. Comecei a falar de religião e da bíblia com
Luana, que ficou impressionada com minha religiosidade, falei sobre
textos bíblicos, romarias, cidades religiosas e todas essas coisas que
uma mulher beata, com pouca cultura gosta de ouvir, mas estava
atento mesmo era no seu corpo delicioso, aquela tetéia tinha cara de
menina e corpo de cavala, muito gata mesmo de rosto, tinha os
cabelos castanhos, pele sedoza e corada, alta com quase 1.80m, uns
65 kilos, com aquilo que adoro além de tudo, uma bunda enorme
arrebitada e seios empinados bem grandes, ficava observando suas
curvas que se insinuavam em sua roupa provocante, um top
agarradinho e um vestido bem comportado mas que deixava bem
claro seus belos contornos, o que importa é que consegui cativá-la
com minha postura de homem sério e encabulado sem que ela ficasse
intimidada com o gritante abismo intelectual que nos separava, ao
mesmo tempo me colocando como ótimo partido praquela potranca,
já que dificilmente ela teria oportunidade de se aproximar de um
promissor estudante da USP como eu. Acontece que Luana era a
típica jeca de princípios, estava na cara dela que nunca tinha visto
uma rola em sua frente e seu jeito inocente me cativava, eu devia
agir cautelosamente e com pasciência pra não assustá-la, pois só
assim cumpriria meu ideal cristão de livrá-la dos medos e encontrar a
felicidade através do prazer e fiquei trocando telefonemas com ela
por uma semana até que marcamos um encontro pro fim de semana
seguinte num culto evangélico que ela frequentava. Nesse intervalo
de tempo, eu me lembrava de conselhos sentimentais que aprendi
quando eu era bixo da faculdade com um veterano que fazia
doutorado em Filosofia, pois na época eu estava gostando de uma
menina também muito religiosa, quase fanática, e meu amigo Roger
me dizia com essas palavras que jamais esqueço \"Bixo, mulher que
é muito religiosa na verdade, tenta controlar suas taras sexuais
através de preces, não fica com muito bláblablá com ela, sabe o que
vc faz? quando sairem e ficarem a sós, simplesmente tira a
manguaça pra fora bem pertinho dela e vai pro ataque, mas tem que
estar com a coisa armada hein bixo!\". Naquela época segui a risca o
conselho de meu amigo Roger, e tudo que ganhei foi um tapa na cara
depois dela dar um berro assombroso com os olhos arregalados,
porém em 2002 eu já estava no meu terceiro ano, e suficientemente
experiente pra interpretar a verdade filosófica sobre \"Seduzes finas
damas chacoalhando o ereto pênis na mesa e mostras o que há de
sublime nas sutilezas do ocaso\" e portanto levaria os
desdobramentos desta sabedoria por suas parábolas mais recôntitas
e não ao pé da letra. O domingo chegou e fui eu trajando roupa
social, a caráter pra ir ao culto evangélico com minha amiga Luana
que outra vez estava divina dentro de suas vestes comportadas que
escondiam um pedaço de perdição, e chegamos com certa
antecedência àquele templo, e decorei algumas rezas previamente
pra fazer bonito frente a minha Luana, que já se encantava com
minhas virtudes. Durante o culto, houve música religiosa, aquelas
músicas desafinadas de igreja, com letras forçadas, hinos da bondade
que não existe nem no mais casto dos homens, e ao final, comentei
com minha deliciosa tetéia que eu também tocava intrumentos
musicais e poderia tocar umas músicas pra ela se quisesse, ao que
ela me respondeu com um sorriso animado, e rumamos pra minha
república. No fundo, eu estava me sentindo um tremendo mal caráter
levando aquela guria ingênua pro meu templo das mais ardentes
carnificinas e já tinha um esquema bolado pra convertê-la ao bom e
velho rock\'n roll e suas vertentes... Eram mais ou menos 7 e meia
da noite quando estávamos na república, e infelizmente meus amigos
estavam todos lá aquele dia, mas como somos muito cúmplices em
pilantragens, fiz um sinal que eles entenderam bem, e foram dar uma
volta pra que eu pudesse ficar a sós com Luana pras minhas ardentes
perfídias. Como devem saber de outros contos, sou fera no baixo,
seguidor de Balzary Flea, mas também sei enganar bem num violão
acústico e dentro do meu quarto comecei a tocar umas músicas
melosas e com cunho religioso que tinha estudado recentemente pra
cativá-la e Luana ficou bobinha, molinha, me vendo cantar pra ela
canções como Nossa Senhora do Roberto Carlos, Se eu quiser falar
com Deus da Elis Regina, Tente outra vez do Raul Seixas e coisas do
gênero. Aí pude dar o golpe de misericórdia, ofereci refrigerante pra
minha menina pura do corpo das formas de pecado, e diluí uma
cápsula de Êxtase na coca-cola, e fui sentindo um instigante calafrio
ao ver minha Luana virar o copo com toda sede. Não foi preciso
conversar mais muito tempo, logo observei que ela estava a flor da
pele, me aproximei dela olhando com tara e volúpia seus olhos de
ressaca e suguei com vontade aqueles lábios carnudos, que beijo
doce e tempestuoso dei naquele rostinho angelical, que arrepios
ígneos senti bulinando devagarinho aquele corpo quente, que ainda
não conhecia o pecado, ela não dizia nada, entorpecida de êxtase e
se entregava cada vez mais às minhas carícias. Já eram cerca de 10
da noite, ela sentiu o tesão tomar conta de si, pois minhas mãos já
acariciavam por dentro de seu longo vestido em seu quadril e tirei
minha bengala pra fora, mais do que dura, ela abriu os olhos bem
tesuda e segurou firme meu mastro grosso e começou a apertar e
movimentar, no começo meio sem jeito e depois foi pegando o ritmo,
nisso já tinha conseguido deixá-la só de sutiã e calcinha, e Luana me
pediu pra apagar a luz. Claro amigos, mesmo em seu estado de
consciência alterado, algo de conservador e púdico ainda se
conservava intacto no coração daquela menina, e no escrurinho do
quarto, abri bem as pernas da minha égua sobre a cama e dei um
verdadeiro banho de língua naquela xotinha melada, ainda
fechadinha, cabacinha de tudo, meu tesão e adrenalina estavam a
mil, e eu mordiscava sem dó aquela bucetinha gostosa fazendo ela
requebrar o quadril como uma insana ao som de Perfect Strangers do
Deep Purple, ela já estava pronta pra conhecer o rock\'n roll e o
mundo hardcore. Depois de ter chupado bastante aquela xaninha
apertada, a deixando completamente meladinha, me ajoelhei na
cama, frente a ela e a fiz chupar meu cacete, minha menina com
corpo de cavala estava como brasa incandescente, segurou a
manguaça e abocanhou com vontade, como era boa a sensação de
perverter uma menina pura. Luana estava aprendendo como chupar
um cacete, e às vezes deixava resvalar seus dentes na minha benga,
e eu a reprendia, ela foi se esforçando pra fazer bem gostoso e logo
estava delirando de prazer, até mesmo as poucas vezes em que
roçava seus dentes na minha rola, eu sentia mais tesão ainda e
bombava sem dó o caralho pra dentro da guela de minha menina.
Estava tudo do jeitinho que mais gosto, eu dominava a situação, não
resisti muito tempo e posicionei Luana a caráter pra ser deflorada e
fui devagarinho empurrando meu pau pra cima daquela bucetinha
que já pegava fogo, senti minha glande romper seu hímen, ela berrou
de dor e seu sangue escorreu, mas a sensação de aperto de traçar
uma xaninha virgem é indescritível, ela abriu mais ainda as pernas
recebendo bem fundo meu cacete e logo eu estava estocando com
muita força aquela xaninha gostosa. Como sei do poder que reside na
primeira experiência de alguém ao quebrar algum tabu da vida,
procurei já deixá-la bem puta em sua foda inaugural e a comi de
todas as maneiras aquela xotinha apertada, por cima dela, frango
assado, a fazendo galopar sobre meu cacete, de ladinho e de quatro,
quando finalmente depois de uns 50 minutos, não resisti sentindo
meu pau desaparecer naquela xotinha apertada junto a uma
indescritível sensação proporcionada por seu delicioso e enorme
traseiro batendo em minha barriga e inundei completamente aquela
gruta estreita com minha porra caldosa. Luana estava toda
lambusada, sem forças, saciada, porém arregaçada, e tinha aquela
potranca recém descabaçada na minha cama, pensei comigo, ainda
falta mais alguma coisa, e virei a ninfeta de bruços me deliciando
com sua insinuante bunda, enfiava hora os dedos, hora a língua em
seu ânus apertado deixando ela malukinha e sentia já meu pau bem
grande em ponto de bala. A gatinha entendeu bem como era o lance
e foi tratando de empinar bem o bumbum, encostei a minha cabçorra
que não parava de babar em êxtase, fiquei esfregando a jeba em seu
cuzinho apetitoso e nada de entrar, até que lembrei da gaveta de
minha cômoda, onde guardo muitas bugigangas, entre as quais meu
tubinho de KY e abri a gaveta, procurando em meio a tantas coisas lá
presentes o lubrificante. Acontece que estava escuro, eu estava louco
de tesão, queria encontrar logo aquilo que procurava, e quando senti
um tubo, não tive dúvidas e peguei. Fui logo biuntando do creme a
cabeça do meu pau e aquele cuzinho gostoso, e pra minha surpresa
Luana reclamou de uma ardência aos prantos quando passei o creme
em seu rabinho, eu disse que aquilo era fogo no rabo e logo comecei
a forçar passagem com o cacete duríssimo naquele aninho cremoso,
porém pra minha estranheza eu também estava sentindo uma certa
ardência na minha benga e pensei com meus botões, \"Ah deve ser
porque há tempo eu não sei o que é comer um cuzinho virgem\" e fui
pincelando devagarinho meu pau naquela bunda maravilhosa.
Cheguei a ficar assustado, pois mesmo com êxtase, Luana estava
gemendo muito de dor, dizia pra eu tirar, que não estava
aguentando, e quase atendi a sua súplica, pois meu pau, além de
esfolado pelo aperto daquele reto estreito e quente estava
completamente ardido, mas como nessas horas, fico cego, surdo e
mudo, segurei com firmeza suas ancas e comecei a estocar
violentamente aquele rabo. Logo, mesmo com dor, começamos a
sentir um prazer indescritível imenso e Luana já jogava pra trás com
vontade sua bundona gulosa engolindo completamente minha jeba e
não parava de esperniar, que estava sendo arrombada, que doia
muito mas que estava adorando, que não era pra eu parar, e num
misto de ardência e tesão sentia meu mastro pulsar e chutar forte
dentro daquele traseiro gostoso. Minha Lu, logo começou a ter
aqueles inconfundíveis delírios de gozo, estremecendo a xereca em
meus dedos e fazendo seu cuzinho piscar seguidas vezes, como se
fosse tomado de choques elétricos, senti minha tora latejando
enquanto estocava forte e era mastigado por aquele rabo selvagem,
e logo gozei de forma cavalar dentro daquela bundinha virgem, e
simplesmente caí desfalecido por cima dela, que também se deixara
cair desacordada, de bruços sobre a cama, e pegamos
profundamente no sono. No dia seguinte, os primeiros raios do novo
sol nascente já entravam fumegantes pelas frestas da janela e estava
eu debruçado sobre Luana, com meu pau todo dolorido, melado e já
se enchendo de sangue pela ereção matinal entre as formosas
nádegas de Luana, e ao olhar em cima da minha cômoda, o que vejo
pra minha surpresa? Fico pasmo ao me deparar com um tubo de
creme dental Sorriso aberto e compreendo o que havia ocorrido na
noite anterior, segurei um misto de risada pelo quão absurdo era tal
situação e tesão por ter pervertido minha ninfeta, enquanto eu me
mechia na cama, e meu pau endurecia, Luana respirava mais forte
até que ela acordei, fiquei apavorado com medo de que ela visse a
pasta de dente aberta sobre a cômoda e mais do que rápido fui
guardando dentro da gaveta. Ela me perguntou o que eu estava
guardando, e disse que estava apenas fechando a gaveta que estava
aberta, mas Luana já estava sem vergonha, e havia se saído nada
mal pra uma evangélica crente, ela me abraçou gostoso, sorriu pra
mim e disse \"Aaai meu cu! Você me arrombou todinha, estou toda
ardida\" segurei a risada novamente e só não sabia se a maior parte
da ardência fora causada por mim ou pelo Fluor com Bicarbonato de
Sódio, e compreendi que o nome daquela pasta realmente fazia jus
ao sorriso de satisfação que podia causar, Luana com sua felicidade
estampada no rosto, não me deixava mentir. Aproveitei o ensejo da
manhã, enquanto ela se espreguiçava, me disse que ia ao banheiro
fazer sua higiene matinal, e com um jeitinho safado, fui engatando
nela por trás, sussurrando em seu ouvido, \"Vamos escovar os dentes
com Sorriso Fresh?\" meio sem entender as coisas, Luana disse que
sim, como fazia todas as manhãs, e ficou mais perplexa ainda,
quando depois de tida sua resposta fui entubando seu delicioso rabo
com minha benga bem armada, a estranheza da situação não a
impediu de dar uma ré gostosa e até hoje Luana não entende o que
quero dizer quando sussurro em sua orelhinha \"Vamos escovar os
dentes?\" mas quando se dá conta está sendo violentamente enrbada
até o talo por meus 22 cm. Hoje em dia Luana já está aprendendo
uma nova religião e consegue orar enquanto me dá o rabo, e assim
ela sussurra possuída de luxúria enquanto me dá o supra sumo de
seu corpinho \"A vida é a grande indulgência, a morte, a grande
abstinência. Portanto, tiremos da vida tudo o que for possível aqui e
agora! Não existe céu resplandecente de glória, nem inferno onde
ardem os pecadores! Aqui e agora é nosso dia de tormento! Aqui e
agora é o nosso dia de alegria! Aqui e agora está nossa oportunidade!
Escolhamos este dia e esta hora, sem esperar redenção! Digamos a
nós mesmos: Eu sou o meu próprio redentor! Vivo e portanto não
devo perder a ocasião de agir! Se existe uma outra vida, sua
conquista deveria, sem dúvida, depender da vitalidade, da ânsia de
viver, que nos caracteriza antes da morte, e nada além disso\". Igor,
a fera: paranoid644@bol.com.br