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Bernardo Domingos Chatambalala

Análise dos Factores que Influenciam na Resolução de Problemas Textuais na


Disciplina de Matemática, estudo de caso: 11ª classe na Escola Secundária da Vila
Nova-Chimoio.
.
Licenciatura em Ensino de Matemática com Habilitação em Ensino de Física

Universidade Pùngué
Chimoio
2021
Bernardo Domingos Chatambalala
Análise dos Factores que Influenciam na Resolução de Problemas Textuais na
Disciplina de Matemática, estudo de caso: 11ª classe na Escola Secundária da Vila
Nova-Chimoio

Projecto de pesquisa a ser apresentado no Curso de Matemática


Departamento de Ciências Naturais e Matemática para a
obtenção do grau acadêmico de Licenciatura em Ensino de
Matemática com Habilitação em Ensino de Física.

Supervisor:

Universidade Pùngué
Chimoio
2021

Índice
1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................1
1.1 JUSTIFICATIVA.........................................................................................................2
1.2. Problema da Pesquisa...................................................................................................2
1.3. Hipóteses......................................................................................................................4
1.3.1. Hipótese primária.........................................................................................................4
1.3.2. Hipótese secundária......................................................................................................4
1.4. Objectivos da pesquisa.................................................................................................4
1.4.1. Objectivo Geral............................................................................................................4
1.4.2. Objectivos Específicos.................................................................................................4
2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA........................................................................................5
2.1 .Problema e exercícios – diferenças...............................................................................5
2.2. Problema......................................................................................................................6
2.3. Características de um problema proposto a um resolvedor...........................................7
2.4. Formas de expressar problemas Matemáticos:.............................................................8
2.5. Classificação de problemas textuais.............................................................................8
2.6. Níveis no desenvolvimento do resolvedor de problemas..............................................8
2.6.1. As heurísticas de resolução de problemas....................................................................9
2.7. Etapas da resolução de um problema segundo (POLYA, 2006).................................10
3. METODOLOGIA DA PESQUISA....................................................................................14
3.1. Tipo de pesquisa.........................................................................................................14
3.2. Instrumentos de Colecta de Dados..............................................................................14
3.3. População alvo e Amostragem...................................................................................15
3.4. Delimitação da pesquisa.............................................................................................15
3.5. Procedimentos metodológicos usados na colecta dos dados.......................................16
3.6 Resultados esperados..................................................................................................16
4. CRONOGRAMA DAS ACTIVIDADES...........................................................................17
5. Plano de orçamento............................................................................................................17
Referências Bibliográficas.........................................................................................................18
Anexo.........................................................................................................................................19
1.
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2. INTRODUÇÃO
De acordo com Porfírio(1993), a resolução de problemas constitui, em Matemática, um
contexto universal de aprendizagem e deve, por isso, estar sempre associada ao
raciocínio, à comunicação é integrada naturalmente nas diversas actividades. Assim,
viver a Matemática na escola pode ser uma experiência feliz se proporcionarmos aos
alunos experiências matemáticas diversificadas que estejam ao seu alcance e sejam
autênticos desafios aceites com prazer.

Porém segundo Ferna et al., (2005), a Matemática é a única ciência onde pouco valor se
dá à erudição. Na mesma ordem de ideia o autor acrescenta que, o valor de um
matemático é avaliado não pelo que ele sabe mas pela sua capacidade de resolver
problemas.

A colocação de aspectos relacionados com a Matemática, estabelecido pelos autores


acima mencionados conduz ao entendimento de que a Matemática basea-se na resolução
de problemas. Portanto o presente projecto de pesquisa será desenvolvido de acordo
com essa visão

Neste contexto, como se tem verificado muito insucesso na disciplina de Matemática,


justifica-se a escolha do tema para o trabalho do fim do curso: “Análise dos Factores
que Influenciam na Resolução de Problemas Textuais na Disciplina de
Matemática”, tendo como base uma experiência que será realizada com alunos da
Escola Secundária da Vila Nova e cujo objectivo é analisar os factores que influenciam
na resolução de problemas matemáticos e consequentemente propor algumas estratégias
ou soluções para diminuir o insucesso melhorando o processo de ensino-aprendizagem
da Matemática.

Todavia, com o desenvolvimento do tema, pretende-se dar um contributo docente, de


forma a proporcionar a organização sistemática dos conhecimentos diacrónicos, e
contextualização, de modo a verificar as diversas contribuições para o desenvolvimento
do processo ensino-aprendizagem e também propor aos professores e alunos algumas
sugestões metodológicas na abordagem da resolução de problema matemático, tendo em
conta que a maioria dos alunos, quando se lhes fala do assunto em destaque começa a
temer.
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1.1 JUSTIFICATIVA

Como professor de Matemática, ao longo da carreira o autor teve oportunidade de


trabalhar com alunos, cujo, a idade vai dos 11 até à idade adulta, contribuindo, deste
modo, na resolução de problemas relacionados com a disciplina de Matemática, e, como
é natural, alguns desses alunos tem um talento excepcional para a Matemática, enquanto
outros a vê como uma disciplina particularmente difícil de aprender. No entanto, a
maioria desses alunos manifestam uma capacidade média em apreender matemática,
durante o ano lectivo culminando no insucesso no processo de aprendizagem da
Matemática.

Porem a resolução de problemas pode estar por de trás para que os alunos tenham um
insucesso na aprendizagem da Matemática e manifeste uma capacidade menor a
aprende-la. Portanto deve-se dar uma atenção especial à resolução de problemas
matemáticos.

De acordo com Ferreira (2003), a questão fundamental no ensino de Matemática não é a


alteração dos conteúdos, mas sim, a mudança nos métodos de ensino e na natureza das
actividades a realizar com os alunos. Importa, porém, que o professor faça uma
planificação cuidada do processo de ensino aprendizagem, o que implica desafios à
actualização científica e pedagógica, à criatividade, mas também ao equilíbrio e bom
senso.

Assim, a justificativa para a realização desta pesquisa origina-se da necessidade de


ampliar conhecimentos e desenvolver iniciativas para a promoção na aprendizagem da
Matemática, valorizando a necessidade da resolução de problemas matemáticos
textuais, devido à sua aplicação na vida quotidiana.

2.2. Problema da Pesquisa

Segundo Porfírio, (1993), define os problemas como sendo situações não rotineiras que
constituem desafios para os alunos e em que, frequentemente, podem ser utilizados
varias estratégias e métodos de resolução e não exercícios, geralmente de resolução
3

mecânica e repetitiva, em que apenas se aplica um algoritmo que conduz directamente à


solução.

Como se tem verificado muito insucesso, mais concretamente na disciplina de


Matemática e, dentro da Matemática, a resolução de problemas é um dos conteúdos que
contribui para o insucesso.

Ressaltar que de acordo com Ferna et al., (2005), um bom problema matemático além
de representar um desafio, tanto ao poder dos matemáticos como ao poder da disciplina
por eles criada, também mexe com a Matemática faz com que melhor entendamos,
fertiliza-a e permite que possamos resolver outros problemas. No contexto de educação
Matemática, um problema, ainda que simples, pode suscitar o gosto pelo trabalho
mental se desafiar à curiosidade e proporcionar ao aluno o gosto pela descoberta da
resolução.

Neste sentido, para Freitas e Gomes, (1999) os problemas podem estimular a


curiosidade do aluno e fazê-lo a se interessar pela Matemática, de modo que ao tentar
resolvê-los o aluno adquire criatividade e aprimora o raciocínio além de utilizar e
ampliar o seu conhecimento matemático.

Nesse âmbito, sendo a Matemática uma disciplina baseada maioritariamente na


resolução de problemas, é indispensável um adequado projecto que indique de forma
simples e clara as estratégias que deve ser utilizadas perante um problema matemático.
Portanto, o olhar atento (observando) o modo de resolução de problemas matemáticos,
adaptados pelos professores e alunos na rede escolar, leva-nos a suspeita de que este
modo pode ser inadequado, desencadeando provavelmente o insucesso na aprendizagem
da Matemática nos alunos, desta forma incentivando o estudo sobre análise dos factores
que influenciam na resolução de problemas matemáticos, além disso, não se conhece
nenhum estudo no qual se faz o levantamento do factores que influenciam na resolução
de problemas matemáticos em Moçambique.

Portanto, o contacto entre o autor e os alunos da 11ª classe da Escola Secundária da Vila
Nova durante o período de estágio pedagógico constituiu a base que possibilitou
verificar que a maior parte dos alunos possuem imensas dificuldades na resolução dos
problemas matemáticos.
4

Diante do pressupsosto acima descrito, levanta-se a seguinte questão de pesquisa: quais


são os factores que influenciam no baixo rendimento dos alunos da 11ª classe da
Escola Secundária da Vila Nova, na resolução de problemas Textuais Matemáticos?

2.3. Hipóteses
Para Marconi e Lakatos (2003, P.160)ʺ Hipótese é uma proposição que se faz na
tentativa de verificar a validade de resposta existente para um problema. É uma
suposição que antecede a constatação dos factos e tem como característica uma
formulação provisória. No tocante ao problema do tema em causa, avança-se as
seguintes hipóteses:

2.3.1. Hipótese primária


 Provavelmente que os factores que influenciam no baixo rendimento em relação
à resolução dos problemas textuais matemáticos sejam a motivação do aluno e a
compreensão do conteúdo que envolve a forma que o professor transmite o
conteúdo, a forma que o aluno assimila a informação e o modo de uso dos meios
didácticos de ensino e aprendizagem.
2.3.2. Hipótese secundária

 Presume-se que os factores que influenciam no baixo rendimento em relação à


resolução dos problemas textuais matemáticos não sejam a motivação do aluno e
nem a compreensão do conteúdo.

2.4. Objectivos da pesquisa

2.4.1. Objectivo Geral


 Analisar os factores que influenciam negativamente na resolução de problemas
textuais matemáticos.

2.4.2. Objectivos Específicos


 Identificar as dificuldades dos alunos da 11ª classe da Escola Secundária da Vila
Nova na resolução de problemas textuais matemáticos
 Descrever os aspectos teóricos e práticos sobre resolução de problemas textuais
matemáticos;
 Caracterizar as potencialidades na resolução de problemas textuais no
desenvolvimento cognitivos dos alunos da 11ª classe da Escola Secundária da
Vila Nova.
5

3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

2.1.Problema e exercícios – diferenças


Muitas vezes o professor de Matemática tem pedido ao aluno para resolver exercícios
ou problemas, e até os livros didácticos induzem a utilizar estas palavras, para aprender
um determinado tópico da matéria. Ou seja, é preciso diferenciar problema de exercício,
palavras estas, muitas vezes utilizadas como equivalentes pelos professores de
Matemática.

De acordo com (Ditado popular) “O que para alguns é um problema para outros é um
exercício e para alguns outros uma distracção”. Segundo Barbosa (2005), o exercício é
uma actividade de adestramento no uso de alguma habilidade ou conhecimento
matemático já conhecido pelo resolvedor, como a aplicação de algum algoritmo ou
fórmula já conhecida. Ou seja, o exercício envolve mera aplicação de resultados
teóricos enquanto que o problema necessariamente envolve invenção e/ou criação
significativa.

Mais concretamente conforme Contreras (1987), um problema é uma tarefa na qual o


individuo ou grupo se confronta com a necessidade de encontrar uma solução, não
possuindo um procedimento directamente acessível que garanta a solução.

Para ONUCHIC, (2009), destaca duas palavras presentes que um matemático, ao


descrever o seu trabalho, certamente não deixará de pronunciar no seu dia -a -dia a
saber: problema e prova.

Para o autor o problema é o meio pelo qual a Matemática se desenvolve, ou seja, o


“alimento” da evolução matemática. Continuando com o mesmo autor reforça que, um
problema tem seu grau de importância relacionado à quantidade de ideias novas que ele
traz à Matemática e o quão ele é capaz de impulsionar os diversos ramos da
Matemática, sobretudo aqueles em que ele não está directamente relacionado.

Já segundo o autor acima citado, a prova está indissoluvelmente ligada ao problema e é


a única maneira de atestar ou não a solução Matemática do mesmo. (ONUCHIC, 2009),
ainda estabelece que, a prova representa o rigor, a solidez e a consistência da teoria
Matemática e nada mais é do que uma sequência de raciocínios dedutivos que parte de
6

factos de veracidade já conhecida como teoremas e axiomas – e chega até o resultado


em demonstração, resolvendo o problema.

3.2. Problema

No ponto anterior enfatizou-se basicamente sobre a importância dos problemas na


Matemática, e isso leva-nos a dar uma definição intuitiva de problema. Porem existe
diversas concepções acerca do que é um problema:

Para Newell e Simon(1972), “um problema é uma situação na qual um indivíduo deseja
fazer algo, porém desconhece o caminho das acções necessárias para concretizar a sua
acção”. Seguindo esta mesma linha de pensamento Chi e Glaser (1983) aponta que “o
problema é uma situação na qual um indivíduo actua com o propósito de alcançar uma
meta utilizando para tal alguma estratégia em particular”

Uma definição mais exaustiva do problema matemático é estabelecida por Polya.


Segundo (Polya,2006), um problema matemático é toda situação requerendo a
descoberta de informações matemáticas desconhecidas para a pessoa que tenta resolve-
lo, e/ou a invenção de uma demonstração de um resultado matemático dado. o autor
ressalta que, o fundamental é que o resolvedor tenha de inventar estratégias e criar
ideias; ou seja: pode até ocorrer que o resolvedor conheça o objectivo a chegar, mas só
estará enfrentando um problema se ele ainda não tem os meios para atingi-lo.

De acordo com a definição dada pelos autores podemos concluir que a palavra
“problema” tem conotações diferentes de indivíduo para indivíduo e por isso, torna
necessário caracterizar o sentido que lhe damos.

Perfilhamos a ideia que Kantowski (1977) traduz na seguinte afirmação: “Um indivíduo
está perante um problema quando se confronta com uma questão a que não pode dar
resposta ou com uma situação que não sabe resolver, usando conhecimentos
imediatamente disponíveis” Podemos destacar alguns exemplos que ilustram a situação
acima referida:

1-No torneio de ténis de mesa, que se vai. Realizar numa escola, estão inscritos 92
participantes. Cada participante necessita de 3 bolas. Quantas bolas serão distribuídas?
7

2- A função f (t) = 1000e1,2t traduz o crescimento de uma certa população de insectos (t


representa o tempo em semanas). Mostra que a variação da função é proporcional à
própria função. Qual é o significado desta relação?

A primeira questão para alunos da 4 a classe do ensino primário é um problema, mais


não será um problema para um aluno do 1ºciclo ensino secundário, pois no seu
repertório de conhecimento faz parte o algoritmo da multiplicação. Trata-se de um
simples exercício de aplicação. No entanto, para os mesmos alunos, a segunda questão
já constitui um problema. Será necessário descobrir um caminho que lhes permita dar a
resposta.

3.3. Características de um problema proposto a um resolvedor

A partir das concepções de problemas acima, entende-se que existe um problema


quando há um objectivo a ser alcançado e não sabemos como atingir esse objectivo. Em
Matemática, existe um problema quando há um resultado, conhecido ou não a ser
alcançado utilizando a teoria Matemática.

Para (POZO & CRESPO, 1998), Um problema é mais valioso à medida que o
resolvedor ou seja, quem está se propondo a encontrar uma solução ao problema, tenha
de inventar estratégias e criar ideias. Quem resolve pode até saber o objectivo a ser
atingido, mas ainda estará enfrentando um problema se ele ainda não dispõe dos meios
para atingir tal objectivo. Dai Segundo (RESNICK, 2000), há necessidade de identificar
algumas características de um problema proposto ao resolvedor: segundo o autor, um
problema tem várias características dentre elas:

 Sem algoritmização - o caminho da resolução é desconhecido, ao menos em boa


parte;
 Complexos - precisam de vários pontos de vista;
 Exigente-a solução só é atingida após intenso trabalho mental; embora o
caminho possa ser curto, ele tende a ser difícil;
 Nebulosos- podem ocorrer que nem todas as informações necessárias estejam
aparentes, por outro lado, pode ocorrer que existam conflitos entre as condições
estabelecidas pelo problema, não há resposta única além de normalmente ocorrer
de existirem várias maneiras de se resolver um dado problema, pode ocorrer de
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não existir uma melhor solução e até de não existir solução; ao contrário do que
a Escola ensina.
3.4. Formas de expressar problemas Matemáticos:
Existe diversas forma de expressar um problema matemático de modo a propor para um
resolvedor dentre elas destacam-se:
 Texto e esquema;
 Texto e gráfico;
 Texto e tabela;
 Texto e figura;
 Texto e equação / inequação;
 Texto.

3.5. Classificação de problemas textuais

Tendo em conta que o trabalho a ser realizado é sobre problemas textuais utilizando
modelo de resolução função exponencial há necessidade de avaliar os problemas
textuais. Segundo Romanatto (2012), os problemas textuais podem ser classificados
segundo os seguintes critérios:

 Conteúdo do problema (ex: problemas sobre: movimento, trabalho conjunto,


moedas, números, idades, misturas de líquidos, figuras geométricas,...);
 Nível de abstracção (ex: problemas práticos e teóricos);
 Método de resolução (ex: problemas: algébricos, lógicos, geométricos;
problemas que se resolvem utilizando “instrumentos” de análise Matemática).

3.6. Níveis no desenvolvimento do resolvedor de problemas

Na resolução de problemas existem indivíduos com diferentes características, a ideia


defendida pelo matemático (Kantowski, 2000) que os classificou de acordo com as
capacidades pessoais de resolver problemas matemáticos em seguintes estágios:
 Inerte:A pessoa não tem nenhum ou quase nenhum entendimento do que seja
feito para resolver um problema matemático; em particular, não é capaz de
atinar por onde começar. O máximo que se consegue fazer nesse estágio é
reproduzir procedimentos de resolução muito simples e que foram
exaustivamente explicados e exemplificados. Ou seja: uma pessoa nesse estágio
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está restrita ao mundo dos exercícios, e é necessário que esses sejam bastante
exemplificados;
 Imitador: Com pouca explicação e exemplificação, torna-se capaz de fazer
exercícios mas ainda não é capaz de resolver verdadeiros problemas; é capaz de
participar produtivamente em grupos que estejam discutindo a resolução de
problemas de tipo novo, contudo é incapaz de trabalhar sozinho;
 Capaz: Atingiu a capacidade de resolver problemas, mas esses devem ser
variantes relativamente simples de problemas que aprendeu ou já resolveu;
 Avançado: Além de demonstrar uma capacidade superior de resolução, através
da velocidade de resolução, da variedade e da maior complexidade dos
problemas que é capaz de enfrentar, a pessoa começa a ser capaz de conceber
processos de resolução diferentes dos que tinha aprendido;
 Artista: A pessoa não só atingiu uma proficiência superior de inventar novos
processos de resolução como preocupa-se em explorar caminhos alternativos,
buscando resoluções mais elegantes ou poderosas.

3.6.1. As heurísticas de resolução de problemas

Antes de entrarmos na exposição e análise das diversas heurísticas de resolução de


problemas é muito importante termos uma ideia clara sobre o significado da palavra
heurística. Para tal, recorremos ao dicionário Houaiss que nos “traduz” heurística em
vários contextos:

 Contexto científico: “a ciência que tem por objectivo a descoberta dos


factos”;
 Contexto de problematização: “a arte de inventar, de fazer descobertas” ou
“método de investigação baseado na aproximação progressiva de um dado
problema”;
 Contexto pedagógico: “método educacional que consiste em fazer descobrir
pelo aluno o que se lhe quer ensinar”.

Percebe-se, portanto, que falar em heurística de resolução de problemas é falar sobre


“métodos e regras que conduzem à descoberta, inovação, investigação e resolução de
problemas. Pode-se também observar que heurística pode referir-se tanto ao contexto
científico quanto ao contexto educacional; para nós, ambos os contextos são pertinentes,
pois ao mesmo tempo em que quer-se avaliar a importância da resolução dos problemas
10

na evolução da Matemática, descoberta de novos resultados, criação de novos


problemas, etc. Também queremos ressaltar a importância dos problemas no processo
de ensino-aprendizagem

3.7. Etapas da resolução de um problema segundo (POLYA, 2006)

O quadro teórico sobre a resolução de problemas considerado adequado e por isso


adoptado, foi o Modelo de Resolução de Problemas de Polya. Tal modelo, fora
apresentado aos alunos numa aula, através de uma transparência, comportando as
diversas fases (mais simplificadas), acompanhadas de um exemplo prático e de simples
aplicação.

Procurando organizar um pouco o processo de resolução de problemas, o grande


matemático George Polya o dividiu em quatro etapas, que resume-se abaixo. Antes de
passarmos a elas, é muito importante enfatizar que Polya nunca pretendeu que sua
divisão correspondesse à uma sequência de etapas a serem percorridas uma após outra,
sem que nunca seja conveniente ou necessário voltar atrás que funcionasse como uma
“opção mágica” para resolver problemas matemáticos. E dela podemos destacar tais
como: Entendimento do problema, Invenção de estratégias de resolução,
Resolução/execução e Revisão.

A tabela que se segue explica de uma forma exaustiva o processo de abordagem das
quatro etapas de como resolver problemas (segundo Polya).

Primeiro COMPREENDER DO PROBLEMA

Qual a incógnita? Quais são os dados? Qual é a condição? É


possível satisfazer a condição? A condição é suficiente para
determinar a incógnita? Ou é insuficiente? Ou redundante?
É preciso compreender o problema Ou contraditória?

Trace uma figura. Adopte uma notação adequada. Separe as


diversas partes da condição. É possível escreve- las?

Segundo ESTABELECER UM PLANO


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Já viu o problema antes? Ou já viu o mesmo problema


apresentado sob forma ligeiramente diferente?

Conhece um problema relacionado com este? Conhece um


problema que lhe pode ser útil?

Considere a incógnita! E procure pensar num problema


conhecido que tenha a mesma incógnita ou outra
semelhante.

Eis um problema correlato e já antes resolvido. É possível


utiliza-lo? É possível utilizar seu resultado? É possível
utilizar o seu método. Deve-se introduzir algum elemento
Construa uma estratégia de resolução auxiliar para tornar possível a sua solução?
Encontre a conexão entre os dados e a É possível reformular o problema? É possível reformulá-lo
incógnita É possível que seja obrigado ainda de outra maneira? Volte as definições.
a considerar problemas auxiliares se
não puder encontrar Se não puder resolver o problema proposto, procure antes
resolver algum problema correlato. É possível imaginar um
problema correlato mais acessível? Um problema mais
genérico? Um problema mais específico? Um problema
análogo? É possível resolver uma parte do problema? É
possível obter dos dados alguma coisa útil?

Utilizou todos os dados? Utilizou toda a condicionante?


Terceiro EXECUTAR O PLANO

Execute seu plano Ao executar o seu plano de resolução, verifique cada passo. É
possível verificar claramente que o passo está correcto? É
possível demonstrar que ele está correcto?
Quarto REFLECTIR SOBRE O TRABALHO REALIZADO
É possível verificar o resultado? É possível verificar o
Examine a solução obtida argumento?
É possível chegar ao resultado por um caminho diferente?
É possível utilizar o resultado, ou o método, em algum
outro problema?
Fonte: dptado de polya, 2006
12

2.7.1-Sugestões metodológicos para a resolução de problemas textuais matemáticos


utlizando o modelo de resolução da função exponencial.

O termo “crescimento exponencial “é muitas vezes utilizado para caracterizar um


fenómeno de crescimento cada vez mais rápido, embora o modelo matemático dessa
realidade nem sempre seja uma progressão geométrica. O desenvolvimento de uma
doença, a propagação de um boato, o crescimento de uma população, é exemplos de
situações em que aquele termo é usado.

Por exemplo: Supõe que no dia 1 de Abril alguém (nos boatos nunca se sabe quem
começa) se lembra de lançar um boato e que, cada dia que passa, quadruplica o
número de pessoas apanhadas pelo boato.

Supondo que o boato não é desmentido, quantos dias serão precisos para que o boato
se espalhe junto de toda a população de Moçambique? Escreva a função que define
essa propagação.

Reflexão Acção
⇒Ler atentamente o problema?  Ler.
 Problema de um boato, que pretende
⇒De que problema se trata?
saber o tempo para que a mesma
chegue a toda a população
moçambicana
⇒O que é que sabemos acerca do tema em destaque
 Existem aproximadamente 510
(população moçambicana)? 000Obs:(Uma previsão)
 O tempo para que esse boato chegue a
⇒O que foi pedido?
toda a população de Moçambique.
⇒O que foi dado?  A relação que existente entre o dia e
onumero de pessoas que a
informaçãochegue junto da mesma.
⇒Existe um algoritmo pré estabelecido para resolver o  Não.
problema?
 Sim.
⇒Será que é necessário utilizar variáveis?  d, para representar o número de dias e
⇒Como? Para quê? p onúmero de pessoas ambas
⇒Que modelo? desconhecidas.
⇒Escreve as relações.  Uma tabela ,uma função ...
⇒Que modelo Matemático traduz o problema?  Ver (1)
⇒Esse modelo traduz o significado do problema?  Função exponencial.
⇒Pode se comprová-lo no enunciado do problema?  Sim.
⇒De que forma?  Sim.
⇒Existe outra forma de representar o problema?  Fazendo substituição para alguns
⇒Tira conclusões e formula uma resposta números.
 Sim
 Ver(2)
13

Reflexão/acção[1]

Nº de dias Nº de pessoas
1 p=1 4° 1
2 p=1. 4 4¹ 4
3 p=1. 4. 4 4² 16
4 p=1. 4. 4. 4 4³ 64
5 p=1. 4. 4. 4. 4 44 256

Designado por d o número de dias e por P o número de pessoas, podemos definir a


função que caracteriza essa propagação do boato. P = 4d −1 Aparentemente parece que
vai demorar um certo tempo, mas ….

D (nº de dias) N (nº de pessoas)


….. ……
6 1 024
7 4 096
8 16 384
9 65 536
10 262 144
11 1 048 576
12 4 194 304
13 16 777 216

Para que o boato se espalhe junto a toda população de Moçambique, foram necessários
11 dias.
14

4. METODOLOGIA DA PESQUISA
Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao
pesquisador conhecimentos prévios sobre o problema a respeito, assim, o pesquisador
conhece o que já se estudou sobre o assunto. Com efeito, a realização do presente
estudo partiu duma revisão de literatura que consistiu na colecta e sistematização de
informações existente em artigos científicos, monografias, sites específicos da internet,
sobre o estado da arte da área de valorização do processo de ensino-aprendizagem
centrado na resolução de problemas matemáticos e toda a documentação que tenha
relação com a questão básica da pesquisa, considerando como objectivo fundamental do
estudo a análise da evolução dos alunos em relação a capacidade de resolver problemas.

Visto que segundo Fonseca (2002), revisão de literatura é feita a partir do levantamento
de referências teóricas já analisadas, e publicadas por meios escritos e electrónicos. Para
Gil (2007), “os exemplos mais característicos desse tipo de pesquisa são sobre
investigações sobre ideologias ou aquelas que se propõem à análise das diversas
posições acerca de um problema p. 44”.

3.1. Tipo de pesquisa

Quanto a abordagem a pesquisa será qualitativa. Segundo Fonseca (2002), Esclarece


que a abordagem qualitativanão se preocupa com representatividade numérica, mas,
sim, com o aprofundamento da compreensão de um grupo social, de uma organização,
etc. o autor ainda reforça que a pesquisa qualitativa preocupa-se, portanto, com aspectos
da realidade que não podem ser quantificados, centrando-se na compreensão e
explicação da dinâmica das relações sociais.

Para Minayo (2001), a pesquisa qualitativa trabalha com o universo de significados,


motivos, aspirações, crenças, valores e atitudes, o que corresponde a um espaço mais
profundo das relações, dos processos e dos fenómenos que não podem ser reduzidos à
operacionalização de variáveis. Entretanto Justifica-se a escolha da abordagem de
pesquisa tendo-se em vista, aos dados recolhidos no campo, não serão
operacionalizados.

3.2. Instrumentos de Colecta de Dados


A natureza do tema em estudo, leva-nos a investigar um contexto de práticas complexas
e subjectivas, por isso, optá-se pelas metodologias de observação directa, técnicas de
15

recolha de dados por inquéritos de questionários e entrevistas, de modo a termos


possibilidades de compreender com uma margem mais alargada o tema.
A escolha dessas técnicas justificam-se, na medida em que, permitem um tratamento
mais sistematizado dos dados, obtendo maiores números de dados possíveis em menos
tempo, e ainda facilita, muito o tratamento dos dados disponíveis.

3.3. População alvo e Amostragem


Amostragem é o processo de selecção de unidades de estudo de uma população de
interesse de modo que, estudando essa amostra, seja possível generalizar os resultados
para a população da qual foi escolhida. Pode ser (Cohen, et al., 2011) probabilística
quando em geral se selecciona aleatoriamente da população as unidades de estudo,
sendo relevante se os resultados da pesquisa devem ser generalizados para uma
população ampla; não probabilística quando deliberadamente se evita essa
representatividade com objectivo de um estudo mais aprofundado de um grupo
particular e mista quando o objectivo é seleccionar (sequencialmente ou em vários
níveis) amostras de diferentes tamanhos, escopo e tipos dentro do mesmo estudo.

Considerando-se as estratégias do presente estudo, adoptou-se o método de amostragem


probabilístico, pois estabelece uma sinergia a partir do diálogo entre os dados
qualitativos.

3.4. Delimitação da pesquisa


Delimitação de pesquisa significa estabelecer com base nos objectivos, os limites até
onde a pesquisa irá alcançar. Pode integrar a situação geográfica, o tempo, o grupo alvo,
os conteúdos ou o objecto de estudo. Considerando a necessidade de se estabelecer um
limite temporal e conteudista exequível ao presente trabalho, este estudo delimita-se,
para a resolução de problemas matemáticos com base na utilização do modelo função
exponencial que envolve alunos da 11ª classe do ESG secção B, num estudo que irá
decorrer na escola secundária da Vila Nova.

A escolha da 11a classe justifica-se por ser o nível mais apropriado para abordagem do
conceito de problemas matemáticos, bem como as estratégias de resolução a ela
associadas, devido ao grau de abstracção exigido do aluno.
16

3.5. Procedimentos metodológicos usados na colecta dos dados

O inquérito com os alunos será feito nas turmas com os alunos distribuídos em cada
sala, em momentos diferentes e reunidos num mesmo espaço, os alunos irão responder
às questões propostas depois de lida e explicadas pelo inquiridor; Os alunos receberão
as fichas de inquérito, preencheram-nas, sob a orientação do inquiridor que prestará
esclarecimentos sempre que necessário

Depois de se ter procedido à recolha das fichas de entrevistas abertas e semiabertas,


procederá se, a leitura e análise das respostas, de acordo com as categorias, que de
seguida, serão sistematizada num quadro com base nas tendências e afinidades das
respostas de cada entrevistado.

Os inquéritos que serão feitos aos alunos, receberão um tratamento estatístico através
do recurso ao programa informático Excel.
No entanto, pode-se referir que, a utilização dessas técnicas permitem recolher de forma
eficiente e eficaz, importantes informações sobre as visões, as percepções, e os
conhecimentos dos principais intervenientes, sobre o assunto em questão; oferecendo
maiores disponibilidades dos dados para analise e tratamento.

3.6 Resultados esperados


Com o culminar deste projecto espera-se que o produto do mesmo tornar-se uma fonte
de informação para a direcção da Escola Secundária da Vila Nova e outras identidades
dentro do sistema de educação em Moçambique, sobre os factores que influenciam os
alunos na resolução de problemas textuais matemáticos, com o propósito de pensar nas
consequências negativas que estes podem trazer no desempenho profissional dos
professores¸ acadêmicos e dos alunos, visto que a Matemática vive de problemas.
17

4. CRONOGRAMA DAS ACTIVIDADES

Actividades Período (meses)


Abril Maio Junho

Pesquisa bibliográfica X

Colecta de dados X

Apresentação e X
discussão dos dados
Elaboração do trabalho X

Entrega do trabalho X

Apresentação do trabalho X

5. Plano de orçamento
Nº Designação Quantidade Custo total em meticais
01 Bloco de notas 1 70,00
02 Folhas A4 60 60,00
03 Canetas azuis 2 20,00
04 Caneta vermelha 1 10,00
05 Digitação 1 500,00
06 Fotocópia e impressão de inquritos 60 (cópias e impressões) 200,00

06 Crédito para comunicação e pesquisa 6 de 100 Recargas 600,00


na internet
07 Impressão e Encadernação do trabalho -------- 250,00
Total -------------- -------- 1710,00
18

Referências Bibliográficas

FREITAS A. César; GOMES francelino, Matemática 11º ano de escolaridade (2ºano


complementar), TOMO1, R. Barros ,14-18-Tel864548-1194, Lisboa 1999.

GOMES, A. N.; SALVADOR, J. A. Dobras, Cortes e Fractais no Ensino


Fundamental. Educação Matemática em Revista, v. 17, p. 5-13, nov. 2012.

GOUVEA, F.R; MURARU, C. Fractais de bases caleidoscópicas. In: Encontro


Nacional de Educação Matemática, 8, 2004

NUNES, R. S. R. Geometria Fractal e Aplicações. Tese (Mestrado em Ensino da


Matemática) – Departamento de Matemática Pura, Faculdade de Ciências do Porto,
Janeiro, 2006.

ONUCHIC, L. R. A resolução de problemas na educação matemática: onde estamos? E


para onde iremos?. Espaço Pedagógico, Passo Fundo (RS), v.20, n.1, p. 88-104,
jan./jun. 2013.

ONUCHIC, L. R.; ALLEVATO, N. S. G. Ensinando Matemática na sala de aula através


da Resolução de Problemas. Boletim GEPEM. Rio de Janeiro; v. 55, p. 1-19, 2009.

POLYA, G.. A arte de resolver problemas: um novo aspecto do método matemático.


Tradução e adaptação Heitor Lisboa de Araújo. Rio de Janeiro: Interciência, 2006.

POZO, J. I. & CRESPO, M. A. G. A aprendizagem e o ensino de ciências: do


conhecimento cotidiano ao conhecimento científico. Porto Alegre: Artmed, 2009.

POZO, J. I.; CRESPO, M. Á. G. A. A solução de Problemas nas Ciências da Natureza.


In: POZO, J. I. (org). A solução de Problemas: Aprender a resolver, resolver para
aprender. Porto Alegre: Artmed, 1998.

PORFÍRIO, Joana A resolução de problemas na Aula de Matemática. Lisboa: APM.


(1993).

ROMANATTO, M. C. Resolução de problemas nas aulas de matemática.Revista


Eletrônica de Educação. São Carlos (SP), v. 6, n. 1, p. 299-311, mai. 2012.
19

Anexo
20

Questionário aos alunos

Sou professor de matemática e estudante do 4 0 ano na Universidade Pùngué. Este


questionário tem por objectivo recolher informações sobre resolução de problemas
matemáticos.
Agradeço muito se pudesse colaborar comigo, respondendo às perguntas do
questionário. Garanto o anonimato e a confidencialidade das suas respostas a todas as
questões.

I- Identificação do entrevistado

1-Asinale com X a sua condição.

Sexo
Masculino [ ] feminino[ ]
Área de estudo
letra [ ] ciências [ ] Outras áreas [ ]
2-O que entende por um problema matemático?
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
3-Quantas vezes já resolveu um problema matemático neste ano lectivo? Responde
colocando um X a frente da opção que traduz a tua experiência.
zero a quarto vezes (0-4)

Quatro a oito vezes (4-8)

Mais do que oito vezes

4-Os problemas resolvidos na sua turma considera que são fáceis ?


Sim[] Não [] Nem um[] nem outro []
4.1-Acha que facilitam a compreensão dos conceitos envolvidos?
Sim[] Não[]

Justifica-----------------------------------------------------------------------------------------------
21

---------------------------------------------------------------------------------------------------------
5-Em cada tema que estudou,este ano lectivo,o teu professor de matemática tem dado
problemas para resolver?
Muitas vezes [] Algumas vezes[] Quase nunca []

6-Você gosta de resolver os problemas matemáticos?


Sim[] Não[]
Indica as razões-------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
7-Quando o professor introduziu o estudo da função exponencial, entendeu com
facilidade?
Sim[] Não[]
8-Gostou da forma como o teu professor de matemática te apresentou a função
exponencial?
Não

Sim mas não entendo

Não gosto mas entendo

Sim e entendo

9-Acha que o conteúdo tem aplicabilidade na vida do dia-a-dia?


Sim[] Não[]
Porquê-------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
10-Os problemas que resolveu na sala de aula tinham relação com a vida quotidiana?
Sim[] Não[]
Porquê ------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
11-Entendeu o conteúdo, mais não conseguiu aplicar na resolução de problemas?
Sim[] Não[]
Indica as razões--------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
22

12-Você tem alguns meios didácticos que usa para o estudo ou estuda só com os que o
professor dá?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
13-Demora muito tempo a resolver problemas envolvendo função exponencial?
Sim[] Não[]
Justifica----------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
14.Quanto tempo demora em resolver os problemas do tipo e quais são as suas
dificuldades?
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
15-Acha que o tempo que o professor dá para resolver os
problemas é Suficiente[] pouco[ ] muito[]
Justifica-----------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
16-Quando o professor resolveu os primeiros problemas ensinou vós a técnica de
resolução?
Sim[] Não[]

Justifica-----------------------------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------

17-Deixe sugestão ou seja a melhor forma para ministrar o conteúdo e aplica-la na


resolução de problemas -------------------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------------------------------------------------

---------------------------------------------------------------------------------------------------------
23