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ELETRONICA!

Instituto Nacional
CIEI\ïCIA
Endereço
BaiÍo

AV. SAO JOAO,Ne253


cEP 01035- sÃo PAULo- sP Estado _ ldade
ELETFTNEF
TOTRL Ne17l1990

. MONTAGENSo

F o n t ep a rat o c a { ila s. . . . ....'10


S e n s odr e p re s s á o. .... . .17
Ch a mac a c h o rro ........ ..25
S t ro b o. .. .. ....28
a p id a. .
Re s p o s trá ....... ..39
T a mb o re le t rô n ic o .......... 45

. ELETRONICAJUNIOR.

Caoa- fotodo protótipodo Conversordê 15 a 50MHz

. ARTIGODE CAPA . . DIVERSOS.

de 15 a 50MHz
Conversor Sintonizando ondascurtas- TransmissÕes
p a ra oB ra s il .......43
. TEORIA. Reparação parainiciantes- Técnicasde
re p a ra ç á o .'.......48
C o m oÍu n cio n aoms S CRs ..'.... .. '12 Co rre iod o le it o r. . . '...'. 52
Comoconstruirum temporizador digitalde Enciclopédia Eletrônica Total
a t é 10ho Ías( Pa ÍtelD . ..'....20 (Í ic h adse n s 6 3 a 6 6 ) . .....61
EDITC'RA SABERLTDA.

DiÍlaorrs
HéÌioFittipaÌdi.
TherezaMbzzalo CiaÍÍrpi Fittipaldi
Gêr€nte AdmiÍristrativo
EduaÌdo Anion

. Paraestaediçã0,noartigodecapa,Newton
Bragapreparououtroprojetomuitointeressante,
principalmente
paraaquelesquetem- 0ugosta-
riamdetercomo"hobby" a radioescuta
naÍaixa TTTRL
de15MHz a 50MHz, lrata-sedeumconversor Diretor Responsável
quepermrte
a recepçãodessa Íaixacomqualquer HélìoFittipaldi
DiÌ€torTé{nico
rádio
deondasmédias. NeMon C. Braga
Editor
Estanãoé, porém,
a única
montagem inte-
RêvisáoTécnicâ
ressante;
c0m0sempre, trazemOs para Jorge
artigOs EduardoCampeloda Silva
0sgostos.
todos Também a teoria
nãoÍoiesque- Diagmmaçãoe Arte
Departamento de Produçáo
Final:
em"Como
cida: íuncionamosSCRs" essesim- CelrÍìaCristinaRonquid
Desenhos: Almi! B. de Queiroz,
portantes
c0mponentes,presentesem grande Magaly
BelkisFávero,RoseliUemolo,
Antonietto
númerode modernos
circuitos,
sãominunciosa- Maria
Publicidade
daGlória Assir
mentedescritos. FotograÍia
Ceni
Nesta edição
deixamosdepublicar
a seção Fotolilos
StudioNippon
"Ciências",
quevoltará
somente napróxima.
lsto Margraf
porque 0 mêsdeDezembroé deÍérias.
Porfalar Impr€ssão
W. Roth& Cia. Lrda.
em "Ciências",
gostaríamos
deconhecersuaopi- DistribuiçÁo
Brasil:DINAP
niãoa respeito
e receber
sugestões
e outros
c0- Portugal:DistribuidoraJardimLdâ. .
ELETRÔNICA TOTAL é uma pubìicâção
mentários.
Escreva-nos. mensal da Editora Saber Lrda. Red.cão. od;ri-
nistraçáo, publicidade e correspoodênóiatAv.
CuilhermeCotching,608, I e aodâÌ- CEP 02113
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osnossosleitores,
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po6tâis.
s4, deexclusivârespoúsabili-
amigos
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e portugueses
FelizNatale um dÂdede seusautoíes.E vedâdâa repÌoduçãototal
ou parcìal dos textos e ilustrôçõ€sdestaRevistâ,
AnoNovocheioderealizações. bem como a industriâÌizâçáoe/ou comercialização
dos aparôlhosou idéias oriundas dos textos men-
cionados,sob penade sançõeslegais. As corìsútãs
técnicâsreíerentesâos arligosda Revistadeverão
A.W.Franke s€r feilas exlusivanÌ€nte por cartâs (Arc do De-
paflamentoTé.nico).
de 15 a 50MHz
Conversor
por muitosmotivos'Um delesé a
A faixa superioÍde ondascurtâse inferiorde VHF é poucoexplorâda
dificuladadeem se obter um bom receptor, já qüe a maioria dos rádios comertiaiscomunssó cobre a faixa
que chegam âos 1? ou 2lMHz' Outro motivoé o próprio
inferiorde ondascurtas,sendopoucoso.
poismuitos nâo sâbem o que -ìo"lot
podem ou"ir n"tìo lui*", que vai de 15 a 50MHz e com issoperdem
desinteÍesse,
emoçõese até a possibiliàadede captar com muita nitidez estaçõesdistantesduranÍe o dia'
i""i.""t"
"i,irt^ esta parie do espectro e deseja novas emoções, mesmoque seuradinhoseja
Seo leitor aindanão exptorou
de ondasmédias, por que não tentar esíeprojeto?
;; si;pi"r transistorizâdo

NewtonC. Braga

Outra vanlagemè a seìeli\idade. ou \eja. a capa-


A maioria dos rádios transistorizadosque possur passaa ser
cidadede separação entre estaçÕes,que
faixa de ondas curtas raramenfecobre lreqüênciasaci- mui to \upe-
ma dos 15, l7 ou mesmo 2l MHz. No entanto, as gran- do própri oIeceptoÍusado.normal mente
des emissorasinternacionaispossuemestaçõespolen rior à rle rádios:imple., como 'uper-regeneralivos.
qüenãosãobonsno quesereferea estacaracterlstlca
tes que operam na faixa de 17,21 e atê 25MHz, on-
de a recepçãoa longa distância é possivelcoÌn muita FinaÌmente,temoso próprio ganhodo conversor
clarezaate mesmo durante o dia. que,utilizandoum transistoÍ,tambémamplificao si-
Além disso, na faixa dos 27 e 28MHz temos ra- nal, acrescenta ao rádio usadouma etapaadicional
dioamadores(PY e PX) operando em grande quanti- para melhoraraindamaisestacaíacteristica'
O conversorque descrevemos nesteartigoé sim-
dade e, pouco acima, diversos seÍviços públicos que
podem ser acompanhado. poÍ quem liver um Ieüep' oÌes e pode ser aÌimentadosom piÌhas comuns com
ior para i.'o . Sin ai" de c ham ada t BI P) . \ ialur as de muito baixoconsumo.Ele peímitequerádioscomuns
ma;utenção de empresaspúblicas' íepartiçõese mui- de ondas médiasrecebamconÌ cÌarezaas estaçõesna
tos outros tipos de serviço usam esta faixa inferior Íãixa de l5 a 50MHz semqualquermodificaçãonos
de vHF que vai de 30 a 50MHz. seuscircuitos.Bastaligar o co[versorna antenaclo
Se o leitor tem um rádio transistorizadoque não rádio ou se ele não a tiver, acopláJopor meio de
uma pequenabobinae pronto: estações da laixa supe-
cobre esla faixa ou nem ao menos lem um ieceptor
de ondas cuítas, existe uma solução eçonômica que rior àe ondascurtasde 15 a 30MHz e da faixa de
aproveita o seu rádio de ondas médias Esta solução VHF inferior de 30 a 50MHz poderãoser captadas
é a montagem de um conversor' com faciìidade.
Quaisestações poderãosercaptadas nestafaixa?
Um conversor consistenum circuito que abaixa
. RadiodifusâointeÌnacional(ver seçãode ondas
as freqüências dos sinais de uma certa faixa de mo-
do que elespossamser recebidosem outra, poÍ exem- curtas) - existememissorasmuito potentes,aÌgumas
plo, na própria faixa de ondas médias de um rádio com programasem portuguêstransmitindo na faixa
de 15, 17, 2l e 25MHz. Estasestações poderãoser
AM comum. o dia, nas
captadas com clareza até mesmo durante
A utilização de um conversor' além de simplifi-
car o projeto pois normalmente trata-sede algo mui_ faixassupeíiores.
to mais simplesque um receptorcompleto, possui ou-
. Rãdioamadores - na faixa de 21,28ì{H2 e
mesmol5MHz temosos radioamadores dos20 e dos
tras vantagens.Uma delas é que utilizando um rádio que poderãoser
lO metros (PY) e os PX (11 metros)
comum aproveitamostoda sua sensibilidade,ou seja,
todo o seu ciÍcuiio interno de amplificação, obtendo ouvidoscom o conversor.
. Serviçospúblicos e particulares- estaçõesde
com isso um sistema de recepção muito sensivel.
radiochamada (BlP), empresas' viaturase muitasou-
tras emissões poderão serouvidasnestafaixa (figura l)'
Se o Ìeitõr iá se animou com estanova possibili-
dade de exploraçãodo espectroeletromagnetrco, en-
tâo não percatempo.

COMO FUNCIONA

A basedestecircuito é um tÍansistoÍde efeito de cam-


po MOS de porta dupÌa (MOSFET) cuja estruturae
símbolosãomostrados na ligura 2.
Este componentepossuicaracteristicas especìais,que
oermilemsua urilizaçàoem freqüència\Ìào altasco-
mo l000MHzsendo,poÍ estemotiro empregado até
em seletoresde canaisde televisoresque operam na
faixa de UHF.
Num componentecomo este' a correnteque circula

ÍorAL N9r 7/90


ELETRóNtcA
r6,2O-
\7,4

r5ìoo- 1774O- 2ì450 -


15450 1 7 9 00 21750 II MEÍROs

€sÊaço rNDUsrRraL
ME'orco, 4O.ôO
CIENÌIFI@
crEtvJrFrco
MEDICO
lNDlJSÌRlÂ!

Íig. I - Algumas modalidades de transmissdoentrc t5 e SOMHZ

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osct!Â00R
20,Oüh:
rtq. 2 - Estruíwa e símbolo de um MOSFET de Do a t2
dupla (MOSFET = Metal.oxide Semicondutor
Field EÍec| Tronsis|o| )

entre a fonte (s) e o dreno (d) não dependeda polari- íig. 4 - Conve endo 2l.6MHz em l,6MHz
zaçâode um só elementocomo num transistorcomum,
mas sim da polarizaçãode dois elementosde contro_
le que são as portas Gl e G2. É como se uvessemos, só a amplificaçãodestessinaiscomo tambémsuacom-
na realidade"dois transistoresem um". binaçãoou mistuÍa. Na combinação,aparecemna sa-
Assim, as tensõesaplicadasaosdois eletrodosde con- ida do transistordois sinais:um que corresponde à
trole, que sâo estascomportas,controÌam a corrente soma das freqúênciasdos sinais aplicados(fl + f2)
no componente,com uma grandeampÌificação. e outro que corÍespondeà diferença(fl _ f2) confor_
Seusarmoso transistornum circuito de altas freoüên- me a figura3.
cias,aplicandoem cadacomporrasinaisde freqüên- No nossocasointeressa-nos em esDecialo sinal-
cias diferentes,teremoscomo resulradofinal não diferença.
Se quisermosreceberum sinal de 2l,60OMHZ,
por exemplo,num rádio de ondasmédias,ligado em
I 600kHz (l,6MHz) bastarágerar no próprio ciÍcuito
um sinal de 20,000MH2e aplicar os dois no transis-
tor de efeito de campo,conforme explicaa figura 4.
E claro que o sinal-somavai cair em 4l,600MHz
,rrr?Jao,ú
r't-r? e não pode ser recebidono rádio transistorizado.
) Nossoconve$or consisteentão,numa etapacom
estetransistorem que aplicamosnuma entrada,a Dar-
tiÍ de uma antena,os sinaisquedevemserrecebiàos.
Na outra entrada, Iigamosa saida de um oscilador
que vai operar entre l6,6MHz e 5l,6MHz, de modo
que os sinais-diferençana faixa dos 15 aos 50MHz
fie, 3 - Púnclpio da mistula de dois sínaìsnum caiam em l600kHz. Nesteoscilador, que utiliza um
MOSFET de porta dupto transistorçomum, ligamosum capacitorvariávelque
fará a sintonia do conversor.

ELEÍFÔNICATOTALN? 17l9O
Uma característicaimportante deste circuito e MONTAGEM
que facilita àquelesque não goltam de muitas bobi-
nas num circuito, é que precisamosenrolar apenas Nesteprojeto, além dos cuidadoscom a disposi-
uma, com número de espirase dimensõesmais criti- ção dos componentesna placa fiá que se trata de cir-
cas. A outra bobina (Ll) é simplesmenteum choque cuito de alta freqúência),temos algo em especial:o
de RF não crítico que desviapara a terra os sinais transistor de porta dupla MOSFET é extremamente
das freqüênciasmais baixas,principalmenteos da fai- delicado,podendosofrer danos irreparáveissimples-
xa superior de ondas rnédias,evitando que elesche- menteao tocarmoscom os dedosnos seusterminais,
guem ao receptorque poderia sintonizálos indevida- principalmentenos dias secos,ou setrabaÌharmosso-
mente.A reduçãodo número de bobinasfoi estuda- bre carpetesou tapetesque possamacumular cargas
da no sentido de facilitar ao máximo a montagem, estáticas.Assim, deixepara soldar estetransistorem
mas para os que desejamuma melhoriaainda maior último lugare evitetocarem seuslerminajs.
do projetocom o acréscimo de bobinastemosduas Na figura 6 temoso diagramacompletodo con-
possibilidadcr,quc sàomosÌradas na figura5. versor.O modelode placade circuitoimpresso é mos-
trado na figura 7.
Este padrão deve ser seguidocom o máximo de
rigor para que não ocoÌram problernasde instabiÌida-

.r des de funcionamento.Observeque o MOSFET tem


seusterminaissoldadosdo lado cobreadoda placa.
A bobinaLl é um microchoque de 10pHou en-
tão pode ser formada por 20 espirasde fio AWG 28
num pequenonúcleode ferrite com 0,5cm de diâme-
I tro e de I a 2cm de comprimento.
l" Os capacitoresusadosdevemsertodoscerâmicos,
com atençãoespecialpara C7 que deve ser de boa
quali.ì,:ir
3l A bobineL2 ldmite oua5:?rfieurações, confor-
me a faixa de freqüênciadesejada.Para úina.nbertu-
ra de l5MHz a aproximadamente 30MHz, .t-çvsrÌt
5j,
enroladasI I espirascom diâmetroaproximadode icm.
sem núcÌeo, usando fio comum isolado bitola 22 ou
esmaltadoAWG 22. Para coberturade 30MHz a
50MHz e até pouco mais, devemser enroladas7 espi-
te. 5 - Possibìltdades de modttcaçòes ras com diâmetrosde lcm, semnúcleo,usandoo mes-
mo fio.
O leitor poderá fazer experiênciaspara cobertu-
Uma delasconsisteem se empregarem lugarde ra de outras faixasaté um máximo de 250MHz, mas
R4 um choquede RF de pelo menoslmH que pode- deveráreduzirC? paía 22pF na faixa de 50 a 80MHz,
rá serconstruidoenrolando-se de 100a 200voltasde pa"a4,7pFna faixa de 80 a l20MHz e para lpF aci-
fio fino (32) num resistorde lOOkOx l/2vy' ou numa ma de 120MHz.
fôrma com núcÌeo de ferrite. Outra possibilidadeé O capacitor variável CV, para a faixa de 15 a
usar,em lugarde Ll, uma bobinasintonizada na fre- 50MHz da versãobásica,é do tipo com dielétricode
qüênciada estaçãoa ser ouvida,com uma segunda ar (podendoser aproveitadode rádios antigos)com
seçãodo capacitorvariávelem paralelo.O ajustese- uma seçãode capacitânciamáximaentr€ 120e 360pF.
rá bem maiscríticonestecaso. Se for usadoum caDacitorvariávelcom duasou mais

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fì9. 6 - Dìagrumado conveÍsor

ELEïFONICATOTALN? 17190
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ao coNv€RsoR

íìg. 9 - Liqaçào de una antena dipolo

alimentaçãotanto podemosusar 4 pilhas pequenas


fig. 8 - LigaÇâo do ,orìávl CV
(6v) como uma bateria dç 9V, já que o consumode
coÍente é bastantebaìxo.
o circuito possui4 saídasque são fçitas em duas
seções.bastadeixar desligadaa seçãoque não vai ser pontesde termioaiscom parafusos.
aproveitadano circuito. Na figura 8 mostramosco- Em (A) e (T) fazemosa ligaçãode antenae ter-
nro fazer a ligaçãodestetipo de capacitorvariável. ra. A antenadeve ter de 4 a lom de comprime!ìto,
Alguns tipos possuemuma pequenalâmina de prefeÍivelmenteexternapara melhor recepção,princi-
encaixeque faz contato com a estruturade metal con- palmenteentre 15 e 30MHz, A ligaçãoà terra pode-
sistindono terminal das armadurasmóveisou terra. rá ser feita com fio comum no pólo neutro da toma-
Seo seuvariávelnão tiver esterecursobastafixar com da de correnteou em qualquerobjetó em coltato com
um parafuso(num dos furos existentes)um terminal o soÌo, como por exemploo encanamentode água,
comum onde serásoldadoo fio de ligação. seestenâo for de ca[os plásticos.Existea possibilida-
Os resistoressão todos de l/8 ou l/4\iy' e Daraa dedeseusarumaantenadipolocomomosttaafrguÍag.

6 ELETFONICATOTALN: 17190
LISTADE iIATERIAL
atrÌEt{Â
01 - BF980A- transistorde eÍeitode camDoMOS
de portadupla- MOSFEÍ Philips
Q2 - gF4g4- lransistoÍNPNde RF
L1 - 10rrH- microchoaue - veÍ texÌo
L2 - bobinaosciladora- veÍ lexlo
CV - variávelde 190a 360pF- veí texto
S1 - interruotoÍsimoles
B1 - 6 a 9V - 4 pilhaspequenas ou bateria
R1,R2 - 100kO x 1/8W- resistores (marrom, preto,
amareto)
R3- 3,3k0x 1/8W- resistoí(laíanja,
laranja,vermelho)
R4 - 10k0x 1/8W- resistoí (marrom, preto,laranja)
R5- 180k0x 1i8W- resistor (maÍrom, cinza,amarelo)
R6- l kOx 1/8W- ÍesÌslor (maírom, preto,veímelho)
C1,C2,C7 - 1000F- capac;toíes ceÍámtcos
C3,C6 - 10nF- capacitores cerâmicos
C4 - 1opF- capacitor ceÍâmico
CS- 22DF- caDacitoÍ ceÍâmico
C8 - 100nF- capaciìoÍ cerâmico
Dlversos:placade circuitoimpresso,suportede pi
lhasou coneclorde baterla,caixaparamontagem,
bolâopaÍacapacitoÍ variável,
lerminais tipoatena/
terra,garÍajacaré,íios,soldaetc.

Se, ao girar o capacitorvariável, não houver si-


nal algum verifiqueseQ2 estáoscilando.Aproximan-
do do receptoÍe do conversorum rádio de FM e gi-
rando o capacitorvaÌiável, devehaver a captaçãode
sinaisse a etapade Q2 estiverboa.
Se houveroscilaçõesmas nada for captadotente
modificar a bobina retirando uma espiraou duas ou
fazendooutra com duasespirasa mais. Podeser que,
por azar você estejatentandosintonizaruma "faixa
rtq, Ì0 - Modos de ligar o conversor a um Ìódío
morta" ou seja,em que no momentonão existames-
taçõesoperando.
Senão for possivelcaptarnada, veja sevocênão
Esta antena, de 2 a 5 metros pode ser interna fez ligaçõeserradasno transistorde efeito de campo
ou externa.Para as faixasinferiores,seutamanhode- ou danificou-o com a instalação,já que se trata de
ve ser de 5 a 20 metÍos. çompoDentedelicado,
Seseurádio de ondasmédiastiveÍ antenatelescó- Depoisdecomprovadoo funcionamento,manten-
pica, a conexãodo conversoré feita simplesmentçcom do a bobina fixa e instalando-oem caixa,procureiden-
a ligaçâo da garra C nesta antena que deveráestar tificar asestações,marcandosuasfreqüências napaineÌ.
contÌaida,conforme ilustra a figura 10.
Se o rádio não tiver antena, o acoplamentodo
conversoÍserá feito enroÌando-seumas 2 ou 3 voltas
de fio comum em torno do rádio e ligandoas extremi-
dadesdestefio nos pontos C e X do aparelho.

m-

PROVA E USO

A pÍova de funcionamentoé imediata.Dê Drefe-


rência à realizaçâodesta prova no final de taràe ou Ì8
à noit€, quando temos mais estaçóeschegandoaté a
láL
autenae a Íecepçãoé melhor na faixa de ondas cur-
tas de 15 a 30MHz.
Faça a conexão da antena e ligue o rádio de on-
das médias coÍr 3/4 de seu volume, foÌa de estação
@
e perto do extr€mo superior da faixa, em torno de
1600kÍIz(l,6MHz).
Ligando o conveÌ$oÍ e gi.ando o variável deve
imediatam€Ilte haver sinal no receptor e ajustando
com cuidado você já çaptarácstçõesdistantcsou da rtg. Il - Sug8tão de caixa paro montagem
faixa visada.

ELETRÔNICA
ÌOÌÂL N? 17190
Deveserdadapreferênciaà instalaçãodo conver- ESTAçÕES DA FATXA DE 35 A 5OMHZ
sor em caixa de metal, com botão plástico no eixo
do capacitorvariável, pois a simplesaproximaçãoda Damos a seguiraÌgumasestaçõesque podem ser
mão podecausarvariações de fÍeqüência. captadasna faixa do convesori
Ao usar o aparelho,sintonizeinicialmentea esta- 21840kHz - Voz da América - USA
ção no capacitorvariável do conve.sore depoisreto-. 2l770kÍlz - SRI - Suíça
que sua sintonia no capacitorvariáveldo próprio rá- 2l135kHz - NoÌuega
dio, obtendoassima melhor recepção. 21700kHz - Portugal
Se você captar estaçõescom sinaisque não pode l'l 165kHz - DW - Alemanha
entenderou distorcidos nào se assuste:nesta faixa 111llkHz - Sófia - Bulgária
operamestaçõesde SSB e outros tipos de modulação 11695kHz - BBC - Londres
que são usadoscom recepçõesespeciais;os rádios de 1162OkHz- RFI - França
AM nâo conseguemfazer a detecção.Não se trata l6420k}i.z - Estaçãode tempo - lsrael
oois. de defeito do conversor. (Veja seçãode ondascurtaspara mais informações)

OS MOSFETS
Cuidados com o manuseio
Os trunsístores MOS ou MOSFET' de por- possahaverquolquerlipo deíaiscomento Outro
ta dupla como o uíilizado nesta monlagemsão tipo de embalagemé a formada por socosanli-
componentesextrcmamentedelícados,devendo estdticoscue constilui numa espéciede plástico
ser Iomadosprecauçoesespecioiscom seumonuseio. que ndo acumulacargas.
'
A sensibìlidade ao mqnuseio destescompo- Oüando compraì o seu MOSFET nào deixe
nenlesvem da sua púpría estrutura. que õ vendedor iegure diretamenle eníre os de-
As comportassão isoladasdo subslratoon- dos, nem íaço o mesmo quondo chegar em ca-
de esfio ligados os termínqís de dreno e íonte sa. O comDonentedeve ser colocgdo na emba'
por meío de uma microscópica capa de óxido. lagem anti-estática ou esponja condutora e você
Este óxido é o ponto crítico do componente,pe' só vai pegà-locom cuidado. com uma pìnço por
la sua delicadeza. exemplo por um terminql- Você nõo deve estar
Se tocamos nos terminais do componeníe sobre tapetes, dando preíeÊncia ao chdo de ma-
depoìsde andarmosnum tapete ou carpeÍeque deíruou mesmocimentopois eslesndo acumulam
possibìlíte o acúmulo de elel cidade em nosso carPas,
corpo (nos dias secos esla cargq pode atingir O MOSFET vai ser a úllima peça que vocë vai
mais de 1000 volts), ocorrc umo descargaque soldar no circuito e issocom muíto cuidodopa-
rompe a capa de óxido ísolqnte em questdo e da- fa que ele não se estruSueantes fiesmo de você
nifica o componente de maneira irreversível. O ligar o oparelho. Uma vez soldado no circuito,
componentefìcará i nutil izado. os rcsistores de pola zaçòíovdo se encorreSorde
Os MOSFET| assìmcomo componentesque evitar que tensões5ttiticas causemdanos ao com-
utilizam estqtécnica(integradosCMOS, pot exem- ponenle,Mas não obuse.No csso do conversor
'ndo
plo) sdo embaladosem esponiasde metal condu- deixe a antena ligada ao circuíto nos díqs
tor queproücameníecolocaem curlo os compor- de tempestadepoís podem ocoter descargaque,
tas coü o substralode modo que entre elesnão ineri lavelmente,o queimardo,

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míúmo 30W, a ptriiÌ da redede ll0 oü 220V.A fonte é reguladapor inlegÍsdoe brslanteseguÌr, com fillÌrgem
que proporcionamínimo oivcl de zumbido. S€ vocêestáprocurandouma boa fonle paÌa uso domésticod€ seu
equipametrtode carro, aqui esiá a solução.

Newion C. Braga

Os rádios e toca-fitas de automóvelprecisamde


uma correnteconsiderávelpara funcionar, o que sig-
nifica que fontescomunsde até lA com l2V não ser- oì oì
50v/54 ÍrP34
vem para sua alimentação.Uma fonte para um rádio
ou toca-fitas de carro precisater algo em torno de
5A sob l2V para poder alimentaraparelhoscomuns.
A fonte que descrevemos é bastantesimplese tem
regulagemfeita por circuito integrado,o que garante
a estabilidadeda tensão de saída em quaÌquer nivel
de corrçnte.
Tambémpoderemosusar esta fonte na alimenta-
ção de qualqueÍ outro aparelhoque exija l2V, desde
que sua correnteestejana faixa de 0 a 54.

COMO FUNCIONA

A tensãoda redede alimentaçãoaplicadaao trans-


formador via fusívelde proteçãoé rebaixadapara l5V
rms, ainda aÌternados,sob coüente de 5A. O trans-
formador para estacoüente é pesado,o que exigea LISTA DE MATERIAL
utilizaçãode uma caixa robustapara a montagem.
A tensãode 15+l5V rms é retificadapor dois Cl1 - 7a12 - ciÍcuitornlegrado
diodos de silício, carregandocom a tensãode pico o 01 - TlP34- lÍansistorPNPde potência
capacitorCl de filtro. D1, D2 - 50V/54- diodosÍetiíicadores
Para lsv temos um valor de pico da ordem de T1 - 15+ 15V x 5A e primáÍìode acordocom a re-
22V, o que quer dizer que estaseráa tensãocontínua de local - tÍansformadoí
nesteponto do circuito, que evidentemente não serve F1 -1A-Íusível
para alimentaro rádio. S1 - inìeííupÌoísimples
Para obter os l2V com boa estabilidadeutiliza- Rl - 10 x 1W - resistorde Íìo
mos um regulador integrado e um transistor de alta R2 - 100 x 1W - resislorde fio
potência. Cl - 47O0pFf,25V - capacitorelelÍolítico
Os resistoresRl e R2 são lìgados de tal forma C2 ' ì000aFx 25V - capaciloÍelelÍolÍlico
que, atravésdo integrado,circula uma correntede até C3 - 1000pFx 16Vou mais - capacitoreletíolítico
lA e o restanteda çorrentedo circuito é controlado Diversos:caixaparamonlagem,ÍadladoÍesde calor,
p€lo transistor de potência, que fornece no total os suporlede íusível,ponte de lerminais,cabo de alr-
5A de saida. menlaçào,lios,bornesde saídaetc.
A ligaçãodos elementosé feira de tal forma que
os l2V do estabilizadorintegradoé que determinam
o grau de conduçãode Ql, de modo que tenhamos Não seráprecisousar placa de circuito impresso,
sempreesta tensão na carga independentemente de dado o número reduzido de componentespequenos.
seuconsumo. Sugerimosa utilizaçãode uma ponte de terminaispa-
O capacitorC3 na saídaproporcionaa filtragem ra os componentes menores, enquantoqueos maioÍes
final, evitandoque roncosde correntealternadaapa- como o transformador,o transistor, o radiador e o
reçamno equìpamentode som. suportede fusivel serão fixados na própria caixa. O
Tanto o integrado como o transistoÍ devem ser aspectofinal da montagemé mostradona figura 2.
montadosem bons radiadoresde calor. O radiador de calor de Ql deve ser de grandes
Os fios de ligaçãoqueconduzemascorrentesprin- dimensões,como mostra a mesmafigura e, de prefe-
cipaisdevemser grossos. rênciadeveficar na parte posteriorda caixa (do lado
de IoÍa), O circuito integradodeveser montadonum
MONTAGEM radiador de calor pequeno.
O transformador tem enrolamentoprimário de
Na figuÍa I damoso diagramacompletoda fonte, açordo com a tensãoda rede de sua localidade(ou

10 ELEÍBôN|CA
TorAL N9r7190
Ê €o
R
6

€ntão pode ser de duas tensões) e secundário de Os eletrolilicosdevem ler uma tensãode trabalho
l5 + l5 V co m 5 4. clepelo menos 25V e os resistoressâo de lw, preteri-
Na verdade,se reu toca-fitaserigir menos, lÍan. velmentede fio.
formador com menor capacidadepode ser usado. Pro- Os fios de ligaçãopara a saidadevem ser grossos,
cure nos manuâisdo toca-fitasou na píópria caixa in- dada a corrente de operação.
formações sobre sua potência. Dividindo a potência
por 6 teremosa corrente de pico aproximada que seu PROVA E USO
aparelho precisa.
Os diodos devem ser para 50V com corrente de Para provar a fonte basta ligar um voltimetro e
pelo menos 5A, mas diodos maiores podem ser usa- uma lâmpada de lanterna de carro de l2V. A lâmpa-
dos. Não recomendamosa Ìigaçãode diodos menores da deve acendernormalmente€ a tensão indicada pe-
em paraÌelo, pois as diferençasde caracteristicasde lo voltimetro deveráestar eütre 12 e l3V.
cada unidade fazem com que a corrente não se divi- Comprovada a saida de tensãonormal, basta fa-
da por igual e isso acarretaa sobrecargade um deÌes, zer a Ìigação do toca fitas, observandosua poÌarida-
qüe acaba por se quelmar. de. Pode ser instaladoo sistenlade gavetasem proble-
O fusível de entrada é de lA - a corrente do pri- mas. Se, ao abrir o volume, for notada distorção ou
mário é bem menor que isso - dada a tensãomais alta. aquecimcntoexcessivodo transisto. Ql e do transfor-
Um led indicadoÍ pode ser Ìigado na saida em sé mâdoÍ, e sinal que seu aparelho exige mais do que
rie com um resistorde 2k2 x l/4w. 5A e não deve ser usado com esta fonte. a

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um dos componentesmsis ütilizedosnos projetos eletíônicosque envolvemcontÌole de potência,
automalismose temDorizaçãoé o diodo controlado de silício ou abrevildam€ntescR (de silicon
ControlledRectifier).Conhecero p ncipio de funcionrmeÍto destedispositivosemicondutornão significa
Eomenteum rcessomaioÍ âos pÍojetos qüe o envolvemcomo trmbém a dossibilidadede criaçâoãe
novoscircüitose splicrtivos bastanleinleÌessânaes.
Nesteartigo explicamosem linguagembem simples
como funcionâm os SCRSe como utilizáJos em müitrS aplicaçõesint€ressanles.

Newtor C. Braga

Conforme o nome sugere,o SCR é um diodo e Observeque os transistores"simulam" o SCR


como tal tem a propriedadede conduzir a corrente o que significa que na prática, dois transistoresÌiga-
num único sentido.No entanto, a coÍente que passa dos da maneiraindicadanão podemser usadosexata-
atravésde um SCR pode ser controladaexternamen- mente como um SCR nas aplicaçõesnormais (por
te atravésde um gatilho(gateou comporra). motivos que fiçarão clarosmais adiante).
O SCR é extremameÍrterápido e pode controlar Esta estruturaequivalea uma "chave regenerati-
correntesmuito intensasa partir de sinaismuito fra- va" ou seja, um circuito dotado de forte realimenta-
cos, o que o torna ideal em aplicaçõesque envolvem ção em que o sinalde um transistorservepara polari-
sensores. zar o outro e vice-versa.
Com uma çorrente da ordem de 200t4 (200 x Como funciona basicamente estaestrutura?
l0-óA; apenaspodemoscontrolar uma correntede 3 Na basede um dostransistores(NPN) temosliga-
ou 4A com facilidade,utiÌizando SCRscomuns. do o terminal de comportaou gate(abreviadopor G).
Como o SCR faz isso é o assuntodeste artigo No emissordo transistorPNP, temoso terminal
em que çomeçamosanalisandoa estruturadestecom- de anodo (Ai e no emissordo transistorNPN temos
ponente. o terminal de catodo (abreviadopor C ou K).
Na figura 3 mostramoscomo deve ser polariza-
A ESTRUTURA DE UM SCR da estaestrutura.

Um SRC é um diodo de quatro camadas,com


eshutura básicamostradana figuÍa l.
As regiõesde material semicondutorsão disoos-
tasde maneiÍaa equivalera um circuilomaiscomple-
xo que pode ser simuladocom dois transistorescom-
plementares,conforme mostra a figura 2.

l^
e t\
I-
COUK
O anodo deve ficar positivo ( + ) em relaÇão.ao
catodo (-). Com a comportadesligada(sempolariza-
çâo), a única correnteque pode circular pela estrutu-
ra é a produzidapela "fuga" entre coletor e emissor
dos transistores,uma correnteque no casoé desprezí-
vel. poisnào ulÍrapassaalgunsmicroampéres.
Nestascondições,o SCR está na condição de
"desligado", comportando-secomo circuito aberto.
Para comutar o SCR o que fazemosé polarizar
a junção emissor-base
do transistorQ2 de modo que ele seja levado à
condução.Para isso, a comporta (G) que corrêspon-
o2 de à basedo transistor NPN deve ser levadaa uma
tensãopositiva€m relaçãoao emissor.Quandocome-
ça a fluir uma correnteentre a basee o emissorde
Q2, mesmoquemuito fraca, estacorrentee amplifica-
da, resultandonuma correntemais intensaentÍe o co-
letor e o emissoÍdo mesmotratsistor.

ELETRÕNrcA
ÌorAL N: t7i9o
Esta correntede coletor é, na verdade,a coÌÍen- de do componente.Resistores de lk a l00k sãoencon-
te que polarizaa basede nl, fazendo-otambémcon- trados na maioria das apÌicações.
duzir uma coúente muito forte €ntre o €missore o Na figura 5 temos então duas maneirasde fazer
coletor. Ora, estacorrentede coletor de Ql vai justa- o disparo:(a) o resistofé ligadoao (+) da mesma
mentesesomarà correntede basede Q2, realimentan- fonte que aÌimenta o circuito principal, atravésde
do-o e fazendoassimcom que aumentea polarização. um interruptor de pressão.
O processode reaÌimentaçãofaz com que os dois
transistoressejam levados a conduzir plenamentea 5
correntenum tempomuito curto. o sistema"comu-
ta" passandorapidamenteda não conduçãopara ple-
na condução.
Veja aindaque, mesmoque aquelacorrentefra-
ca que circulou pela basede Q2 e que deu início ao
processodesapareça,a coarentede coletor de Ql se
mantéme com isso polariza a basede Q2. O resulta-
do é que, mesmodesaparecendo a poÌarizaçãoexter-
na aplicada à comporta, o SCR se manterá ligado
ou em plenacondução.
Para desligaro circuito,interrompendo a reaÌi-
mentação, é precisointerrompera correnteprincipal.
O motivo pelo qual dois transistoresservemape-
naspara simularum SCR é que a correnteprincipal,
quevaì do emissorde Ql ao emissorde Q2, passape-
las junçõesde baseque, nos ttansìstoÍes comunsnão
suportamcorrenteselevadas.Num SCR "de verda-
d e " e es t r ulur aé t al q u e p o d eS u p o ÍtacÍ o rre n tei\n
tensas. o€ P R E ssà o

FUNCIONAMENTOBÁSICO EM
CORRENTECONTÍNUA J.
Parautilizaro SCRnum circuitode correntecon-
tinua, com uma bateriaalimentando-o poÌ exemplo,
temosque fazer as ligaçõesmostradasna figura 4.

Em (b) temos uma fonte separada.Os SCRs pre-


cisam de uma tensão minima que vaÍia entre 1,2 e
2,0v para disparar, sendo esta a tensão minima des-
ta segunda fonte (B2).
Como o SCR tem uma configuraçãoint€rna rege-
nerativa! a aplicação da tensão de disparo não precl-
sa ser mantida. Assim, bastapressionalpor um instan-
te a chave de disparo para que o SCR ligue e mesmo
depois de desaparecida a tensão que o dispara, ele se
O SCR é ligadoda mesmaforma que um inter- mantém em pÌena condução.
ruptorcomum,em sériecom a carga(dispositivo con- Para desligaro SCR temosduas possibiìidades:
trolado),por exemplouma lâmpadae tambéma fon- Uma deìaqconsisteem inlerromper por um ins-
te de alimentação. tante a corrente pÌincipal, c'onforme mostra a figura
Nesta ligação deve ser observadaa polaridade 6, em (a). A outÍa possibilidadeconsisteem fazer com
doselementos principaisdo SCR,ou seja,seuanodo que a tensão entre o anodo e o catodo caia a zefo,
e seucatodo, pois ele só consegueconduzir a corren- colocando-osem curto-circuito por meio de um inter-
te num sentido. ruptor exteÍno que é pressionadopor um instante'
Com a comporta deligada,o SCR se comporta conforme mostra a mesma figura 6, em (b).
como uma chaveaberta,não deixandopassarcorren- Na operaçàodo SCR em corrente conlinua. con-
te alguma,o que significaque a lâmpadapermanece- forme explicado, temos de nos lembrar de alguns fa-
rá apagada(ou a cargadesativada). tos lmportantes:
Paraligaro SCRdevemospolarizarsuacompor- a) O SCR precisa estar ligado com a polaridade
ta com uma tensãopositiva.como a correntenecessá- correta, com o anodo positivo em r'elação ao catodo.
ria ao disparo é muito pequenanos tipos mais sensi- b) A tensão de disparo deve ser positiva em rela-
veis,é suficientea ligaçãodestacompoÍta a qualquer ção ao catodo e não precisa ser aplicada constante-
ponto de potencialpositivoatravésde um tesistorcom mente, pois o SCR se mantém ligado mesmo depois
valor tanto mais alto quanto maior ior a sensibilida- que a tensâo desapareceu. Para desÌigar o ScR deve-

ÉLEÍRÔNICAÌOTAL N: ] 7/90 13
mente, havendo em cada inversãoinstantes.emque
ó DESLTGÂNDOPOR UM ela é zero, conforme representaa figura 8. Se ligar-
/-
mos um SCR num circuito de correntealternada.seu
comportamentoserábem diferentedo casoem que o
temos nüm circuito de correntecontinua.

PoNÌo DE MÀxrMopostÌtvo

1 C T C LO

lr^ ,4\ Í{aREo€


oE
PÊ€SSIONANDO POR IJM lNSÌANÌE O SCR O€SLLGA J--!--ì---J-----ì- CoFRENÍE
aLTERNAoÀ
i \-/ \-,,
(b)

mos inlerrompera coÍrenteou reduzira zero a tensâo


entreanodoe catodo.
c) Na conduçãoda correnteprincipal ocorre uma
quedade tensãono SCR da ordemde 2V- Estes2V
devemser consideradosnas aplicaçõesque envolvem ]-*.
tensõesbaixas.Por exemplo:no circuitoda figura7,
se o relé precisarno minimo de 6V para funcionar,
mesmoutilizandouma bateriade 6V e considerando
a quedade 2V no SCR,só teremos4V paraseuacio-
namenÌo.

orsPAÀo
ôrosErsrcrcLo
NÊGÂn\o

flf

O primeiro ponto a ser observadoé que a tensão


7 cai a zero em cada final de semiciclo,o que significa
que, se o SCR estiverconduzindonesteinstante,mas
Multiplicando os 2V pela corrente que o SCR não tiver impulso de disparo na sua comporta, ele
conduztemosaa potênciaque ele converteem calor. vai desÌigar.
Assim, quandoum SCR conduzuma correntede 2A, Em suma, num circuito de correntealternada,o
a potênciaque ele devedissiparseráde: SCR precisater um estimulona sua comporta,ou se-
ja, precisaestarcom a compoÍtaconstantemente posi-
P=2 x2 = 4\ N tiva, enquanto quisermosque ele sempreconduza,
num determinadosemiciclo.Se isso não acontecer,o
FUNCIONAMENTO BÁSICO EM máximo que ele pode conduzir é um semiciçlointei-
CORRENTE ALTERNADA ro conforme mostÌa a figura 9.
Outro ponto importante está no fato de que o
A tensãoda rede de alimentaçãoé alternada,o SCR é um diodo e portanto só pode conduzir a cor-
que significaque sua polaÌidadese inverte constante- rente num sentido.Isso significaque num çircuito de

ELETRÔNICA
ToTAL N: 17190
te com 4 diodos (b) que funcionamda mesmaforÍla:
r0 com a manutençãodos formatos dos semiciclos.As
formas de onda obtidas em cada casosão mostradas
na mesmafigura.
Na utilizaçãodos SCRSnos circuitos de corren-
te alternada'existem alguls cuidadosimportantesque
devemser observados:
Se tivennos um circuito de controle de potência
em que os pulsosde disparo podem ser tanto positi-
vos como negativosipois são aproveitadosa partir
da pÍópria tensãoalternadada rede, devemosevitar
que os pulsosnegativos cheguem ao gatedo SCR.
Quando o SCR estiverpolarizadono sentidoin-
veÍso, ou sejai com o anodo negatìvoem relaçãoao
catodo, de modo aìgum podemosaplicar um pulso
negativode disparono SCR pois issopodecausarsua
ÌENsÃONA RÉD€
queima.
Um procedimento comumparaevitara aplicação
de pulsos negativosde disparo é mostrado na figura
TENSÃONA CAR6AAPLICAOÀP€LOSCR
12 e consiste na utilizaçãode um diodo.

12
correntealternadaele só pode conduzirmetadedos
semiciclos, no casoos positivos,para a ligaçãomos-
trada na figura 10.
Um SCR usado para controlar uma lâmpada,
por exemplo,num circuito de correntealternadasó
pode aplicarmetadedos semicicÌos, o que sigüifica
que ele tem um controÌede apenas50q0da potência.
Dizemosque o SCR é um "contÌole de meia onda"
quando usadodestaforma.
Para que o SCR possacontroÌaros dois semici-
clos,ou seja,o ciclointeiro,existemalgunsarlificios DISPARO POR SENSORES
interessantesque sãomostradosna figura II
A correnteque pode disparaÍ um SCR como por
exemplo os da série l0ó é muito pequena.o que signì-
fica que estesdispositivossão muito sensiveise podem
ser ligados direlamenteâ sensoÍes.
/çm4\4\4Fm O tipo maìs comum de sensorque pode ser utili-
zâdo de modo direto no disparo de um SCR é o LDR.
Temos então duas possibiljdades.

â) Dispâro pela luz


No circuito da Íigura l3 lemo\ a primeira possi-
bilidade, que consisteno disparo do SCR pela luz. O
SCR pode então ativar um sistemade alarme, uma
lâmpada ou alimentar qualquer outro dispositivo co-
mo mostra d figura 18. Devemoslembrar que, alimen-
4Yì4YìAâTÀ tando o circuito com l2V, perdemos 2V no SCR de
modo qüe na carga alinentada só chegam lov. Se a
carga admitir um funcionamenÌonormal com l0V is-
so não será probleÍna.

IJ


O primeiro consiste em se fazer sua alimentaçâo
a partir de um sistema de retificação de onda com
dois diodos (a) em que temos um transformador coÍn
tomada central. Veja que não deve ser feita a filtra-
gem, como numa fonte convencional, pois precisa-
mos dos semiciclos com o formato, como o formato
originaÌ. No segundo temos a utilização de uma pon-

ELETÊÔNICA
1OTALN917/SO
O LDR é ligado junto a um potenciômetroque da alimentaçãopassandopelo nossocorpo, até a com-
servede ajuste do ponto de sensibilidade.No escuÍo, porta do SCR é suficientepara provocar seudisparo.
' apresentauma resistênciaelevada.
Ajustando pl çolo_ Observeque o positivo da alimentaçãodeve ir à
camoso seu cursor, ligado a comporta do SCR num terra (qualquer objeto em contato com o chão) de
ponto em que a Íensãoobtida é insuficientepara pro- modo a foÍmar o percursopara a correntede dispa-
vocar a correntede disparo, Nestascondições,o SCR ro. Semisso,o aparelhonão funciona.
se mantémdesligado. Todos os circuitos descritospodem ser usados
No momento em que a luz incide no LDR e sua em demostrações tendo como cargauma lâmpadade
resistênciadiminui, sobe a tensão na comporta do 6V x 50 ou l00mA ou entâo uma buzina de bicicleta
SCR provocandoseudisparo. de 6V.
Para desarivaro SCR, depoisque a luz deixou
de incidirno LDR é precisodesligarmomentaneamen- CANÂCTERISTICAS DOS SCRS
te a alimentaçãoou entãocurto-circuitaro anodo com
o catodo por meio do interruptor de pressãoSl. Os SCRs mais usadosem nosso projeto são os
Na figura 14 temos um modo de fazer o disoaro da série106que podemaparecercom as seguintesde-
com a sombra,ou seja,com a interrupçãode luã no nominações; TICI06 (Texas),MCRI06 (Motorola),
LDR. IRl06 (lnternationalRectifier),Cl06 (ceneralElectric).

t4 Ìl c t06

ffi
TÏÏ'
ç;?
tt
ïffi
---1
|lllil
8l

Quando utilizamos um SCR num projeto, além


da disposiçãode seusterminais, que é mostrada na
figura 16, tambémprecisanosconhecersuascaracte-
rístiçaselétricasque são:
Tensãomáxima: a tensãomáxima normalmente
Novamentetemos um tÍim-pot que, na presença é dada por uma letra ou número após o tipo, e nâo
de iluminação no LDR, quando este apresentarme- pode ser superada.Não podemosusar um SCR de
nor resistência.
permiteajustara lensàona comDor_ 50V num circuitode llov. Uma tolerâncianormaì,
Ìa do SCRde modoqueelefiqueperrodo disparó1li- é usar um SCR que tenha uma especificaçàode ten-
miar). Quandopassaralgumobjeto na frentedo LDR, são pelo menoso dobro da que vamos usaÍ, Assim,
ìnterrompendoa incidênciade luz sua resistênciaso- na rede de I lov, usamosum SCR de 200V: na rede
be a tensãona comporta provocandoo disDaro.pa_ de 220V,um SCR de 400V,e assimpor dianre.
ra desativaro SCR temosde utilizaro inter;uDtorde Para os SCRSda sérieTICI06 (Texas)temos as
pressào Sl. seguintesespecificações:

b) Disparo poÍ correntedo corpo humano Tipo Tensão(V)


Os SCRSda série106tambémpodemserdisDara_
dos pelacorrenteque circulaalravésdo nossocorDo TICI06A 100
quandorocamosem sua comporÌa,Na figura l5 ie- TICI068 2I0
mos um circuito de alarmede toqueque funcionades_ TICl06C 300
ta manetra. TICIOóD 400
Tocando por um instante no fio que vai ligado TICIO6E 500
à comporta, a corrente que circula entre o Dositivo TICIO6M 600
TICl065 700
TICIO6N 800

A correntedestesSCRSé de 5 amperes.
Para os MCR 106(Motorola) temos:

Tipo Tensào(V)
MCRl06-l 30
MCRl06-2 60
MCRl06-3 100
MCR 106-4 2m
MCRI0ó-6 400
t
ELETRONICA
TOTALNI 17190
Sensorde pressão
Um alarmedispararáquandodguém pisar Íum sensoÌ,üm objeto pressioná'loou mesmoum pequeno
animal passarsobÌe ele. Podemosusar estesensorde pressãocomo alarme,aviso de presença,
deíecto;de pesos,€ até mesmoem armadilhaspara pequenos&nimais.A alimentaçâoé feita com
duas ou quaìro pilhrs comünse o sensornada mais é do que um pedaço.deesponi&condutoÌa, do
tipo usadopsÍa pÌotegercircuitos integrados.

Newton C. BÌaga

Os circuitos integrados CMOS possuem uma em- toresdos integradosCMOS de seusubstrato;issocau-


balagem protetora contra descargas estáticas, ou são sará dano ao componente.Ele simplesmenteestará
vendidos com seusterminais introduzidos num peda- "queimado" seissoocorrer(figura 1,.
ço de esponja condutora que evita que potenciaisele- Por estemotivo os integradosCMOS, e mesmo
vados cheguemale as comportas do\ líansi\loreS,cau- os transistoresde efeito de campo, não devemser to-
sando danos. cados diretamenteem seusterminais com os dedos.
Esta esponja condutora, que não deve ser retiía- Para protegeros componentesdestetipo contra des-
da do integrado até o momento do uso, também não cargasacidentaisexistemdiversosrecursospossíveis,
deve ser jogada foÍa. Com um pedaço desta esponja mostradosna figura2.
podemos fazer um excelente sensor de peso ou pres-
são que é justamenÌe a base do projeto que descreve-
mos nesteartlgo.
Pressionandoa esponja eÌa muda sua resistência
e, com isso, dispara um sensivelcircuito eletrônico,
que emitiÍá um forte apito atravésde um alto-falante.
Se o sensoÍfor instalado sob um tapete, a passa-
gem de uma pessoafará com que o alarme soe, e até
mcsmo um pequeno animal consegueproduzir este
efeito.
Montado em janelas ou portas, a abertuÌa destas
provoca o disparo do alarme e até mesmo a colocação
de um objeto num local deÍerminado fará com que o
oscilador dispare.
Damos também no artigo indicações de como au-
mentar a potência do som emitido com a utilização
de alimentaçãode l2V.

COMO FUNCIONA

os circuitos integrados CMoS são extremamen-


te sensiveis a descargas estáticas. Se você caminha
num dia seco sobre um tapete pode acumular em seu
coÍpo cargas que equivalem a tensÕesde milhares de
volts. e você estiver "carregado" coÍn estâ eletricida-
de e tocar nos terminais de um circuito integrado Um delesconsisteem se curto-circuitaros termi-
CMOS, a descarga é suficiente para Íomper a finissi- nais do componentecom um anel condutor, que só
ma pelicula de óxido que isola a comporta dos transis- deveser retirado depoisque o componentefor solda-
do na placa de montagem. Outra maneira consiste
no empregode ernbalagens de plásticoanti-estáticas,
que evitam o açúmulo de cargas.Para estescasos,
ao usaro componentenão devemostocar nos seuster_
minais.
o E ó Íroo Temosfinalmentea utilizaçãode um tipo de es-
ponja condutora,que é o que nos interessa.Apresen-
tando uma resistênciarelativamentebaixa, quando
enfiamosos terminaisdo componentenestaesponja
estessãopÍaticamentecurto-circuitados,fìcandopro-
tegidoscontra descargasestáticas.
Uma esponjadestetipo apÌesentauma resistência
o o óxrDo que varia quando a ape amos, conforme mostra a
figura 3.

TorAL N?17/90
ELETFôNtcA 17
3 Ã

@l
*
"tc

o-r
res eÍLtrc22 e 100nF.Podem ser usadostipos de poli-
ésterou cerâmica.
O capacitor C2 é do tipo eletrolítico para l2V
ou mais de tensãode trabalho.
Pl pode se! um potenciômettoou um trim-pot
e seuvalor não é critico, já que tanto um de 47k co-
mo um de l00k funcionarão.
Um pedaçode 2 x 2 com lcm de espessuraterá O volume do som dependedo rendimentodo al-
uma resistênciaque variará entre l0 e 50k, dependen- to-falante. Sugerimosa utilizaçãode um alto-falante
do da pressãoque fizermos. de locm, que teÌá mais volume se for instalado nu-
No nossoprojeto usamosum pedaçode esponja ma pequenacaixa acústica.
como detector,ligando-oa um osciladorajustadonum Para uma alimentaçãode 9 ou l2V, com maior
ponto em que fica prestesa entrar em funcionamento. volume de som, o transistorQ2 deveser trocado por
QuaÂdo a resistêtciado sensordiminui, ocorre um TIP32 ou BDl36.
a realimentação,que faz com que o osciladorde dois
transistoresentre em ação, produzindo som num al- 6
to-falant€.
Um potenciômetropermite ajustaÍ o ponto exa- ctncurÍo
'to de funcionamentoem função das caraçteristiças
do sensor.

MONTAGEM

Na figura 4 temoso diagramacompleto do sen- LÂÍIN IIA OU PIAC A C I


sor de Dressão, es eo t,Jl coir o raDo cognEA-
oo EtrtcoNÍaÍo coit

LISTADE MATERIAL

01 - 8C548- líansislor NPNde usogeral


Q2 - 8C558- lransisloí PNPde usogeral
al X'l - sensor- ver texto
S1 - interÍuptoÍsimples
PTE- allo'falantede 4 ou 80
81 - 3 ou 6V - 2 ou 4 pilhascomuns
Pl - 47kO- potenciômetro ou ÌÍím-pot
R1 - 10k0- resistor (marrom, pÍeto,laÍania)
A montagempode ser feita em ponte de termi- R2 - 1kO- Íesisloí(marrom, preto,vermelho)
naisou num pedaçode placade circuito impressouni- C1 - 47nF- capacitor cerâmico ou de poliéster
versal com padrão de matriz d€ contatos. Damos a C2 - 1O0pF- capaciloreletrolítico
disposiçãodoscomponentes paraestaplacana figura 5. Diversos:placade circuitoimpressoou pontede ter-
Os transistoresusadosadmitem diversosequiva- minais, suporteparaduasou quatrobilhas, caixapa.
lentçse os resistorestanto podem ser dç l/8W çomo ra montagem,knobpaía o potenciômetÍo, fios, sol-
de l/4W, até 20qode tolerância.O capacitorCl de- da etc.
termina a freqüência do som emitido e pode ter valo-

18 ELETRôN|oÂ
TorAL N917i90
do movida. Este tipo de sensoÌpode ser usado na de-
tecção de movimentos de portas ou obJetos.
Para a conexão do sensor ao apareìho podemos
I usar ate 30 metros de fio comum paralelo ou trança-
do que, evidentemente,deve ficar oculto.

PROVA E USO

Para provar, basta colocar as piìhas no suporte


e acionar 51. Depèndendoda posição de Pl já pode
haveÍ a emissãode som Vagarosamentevá girando
P I , de modo que o som se torne cada vez mais gra-
ve e pare em dado momento.
Este transislor deverá ser dotado de um peque Experimente pressionaro sensor, apertando ou
no radiador de calor. movìmentando sua aÌavanca lmediatamenteo oscila-
O sensorlem a construçàomostrada na ligura 6. dor deve entrar ern luncionamento, emitindo um som
Duas Ìatinhasou pedaçosde placa de circuito impres- que variaÍá sensivelmentede freqüência em função
so são fixados de modo a l-ormar um "sanduíche" do grau da pressão.
com um pedaço de esponja condutora. Quando este Para usar o aparelhobasta instaÌálo no local de-
"sanduíche" for pÍessionado.a resistênciado sensor s e j a d o e a j u r t a r P l p a r a q u e e l e Í i q u e p r e s t e ' a o 'c i -
diminuirá, ativando o circuito. lar. Na condiçâo de espera o consumo cle coÍrente
OLrtra possibilidadeé mostrada na figura 7' em da urÌidade é relativamente baixo, o que garante boa
dürabilidade para as Pilhas. I
que temosuma aìa! anca q ue pr ersionaa etponja quan

VOCÊJÁ CONHECEA
g78EA
Ét-ÉrnEnEF?
^

Poisse nãoconhecee necessita de


artigosteóricosavançados,monlagens
maiscomplexâs, inÍormaçóes técnicas
sobrecomponentes, dicaspara
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entáoestáperdendo tempo!Procurêcom
seujoÍnaleiroa RêvistaSaberEleÍônica.

Na ediçáo205 você encontrará:


Módulosde relógiosM41002
'
CaixaacústicaSB-G1104Technicso
Interfacede potênciacom acopladorÓptico.
Sìstemade barramentode emergência.
Paraestaçãode rádiobase

Ê muitomais...

C A T O T A LN ' 1 7 / 9 0
ELETB O N
Comoconstruir umtemporizado
digitaldeaté 10horas(parteil)
Complementods descriçãodoô compotr€trles que lomsm paíe tro projclo do temporizadordigitsl
qüe seÍá spÌesentedo e desc lo no próximo mês.

Aquiliro R. Iarl

CI 45ll - um decodificrdorBCD prrr s€tes€gmetrtos

O circuito integrado 4511, da família CMOS, é

E,
B 12
um decodificadorBCD (decimalcodificado em biná- c ìì
rio) parasetesegmentos realizandoa funçãode "latch" 0 l0
(trinco, arnazenamento,etc.) e de "driver" (excita- IT
dor, amplificador, etc.) conferindo ao mesmo uma BI
grandeversatilidade,ainda mais porque ele estádota-
do deoutrasfunçõesdesejáveis nestestiposdecircuitos.
O circuito prevê,a bem da verdade,as seguintes
funcõese/ou caraçteristicas: constitui o "teÍra" do mostrador); as entradasdos
r unidadede armazenamento("latch") de 4 bitsi dadosbinários(BCD) tambémsão ativasem nivel al-
. decodificaçãode código BCD para setesegmentos, to, o mesmoocoÌrendocom a entradaLE ("latch ena-
inclusivecom amplificação("driver") próp a; ble" - habilitaçãode trinco). Já a entradaLT ("lamp
. testede segmcntos("Ìamp test" ou LT) com o que test" - testede segmentos) e a entradaBl ("blanking
é possívelverificarsetodos os segmentosdo mostra- input" - entradade branco ou nulo) são sensibiliza-
dor sob seucontrole se encontramem perfeito esta- daspoí sinaisem nivellógicobaixo.
do de funcionamento(nestasituaçãoo circuito at! O resumo do comportamentológico do 45ll é
va todas as suassetesaidas- cada uma correspon- mostrado na tabela I oÍrde claramentepercebemos
dendo, obviamentè,a um segmentodo mostrador); que o dispositivoapresentaseteentradase outrastan-
. função "blanking" ou "branco" cujo objetivo é de- tas saídas,sendoestasativasem nível alto como vi-
sativar (colocarem "branco") o mostradorem um mos antes.Claramentepercebemosque a entradade
dado momento ou fazer piscaro conteúdodo mos- maior prioridade é justamentea entrada LT que, se
trador ou, ainda, modular o bÍilho do mesmo; ativa (em nivel baixo), provocao "acendimentototal"
. pode ser usado em mostradoresde sete segmentos do mostrador.A entÍadaBI apresentaa segundaprio-
a Leds, incandescentes, fluorescentes,cristal líqui- ridade e como mostra a segundalinha dessatabela,
do e até mesmode gás. ela é responsávelpelo "apagamento" do mostrador
O campo de aplicaçãodo 451I é praricamenteili- que passaa apresentarum "branco".
mitado pois ele pode ser utilizado em qualquerdispo- Ainda da análiseda tabelafuncional do 451I po-
sitìvo que utilize um mostradoro que, convenhamos, demosver que, para informaçõesde entradanão per-
em nossosdias e com a atual tecnologiaé praticamen- tencentesao códigoBCD (de l0 a l5), o circuito inte-
te uma constante. grado apresentaum "bmnco" na saida(todasas saí-
A distribuição€ função dos terminaisdo Cl45ll dasinativas)informandoao usuárioque a informaçâo
são mostradasna figura l, que também apresentaa de entradanão é condizentecom o código BCD.
decodificaçãoutilizada pelo circuito para os dez digi- Finalmente,a última ìinha da tabela I, nos mos-
tos decimais.As combinaçõesde entradanão permiti- tra a açãoda ertrada LE (habilitaçãode trinco): quan-
das ao código BCD como, por exemplo, 1010, l0ll, do ativada(em Írívelalto) ela mantéma decodificação
etc., são traduzidasna saidada pastilhacomo "bran- do conteúdo interno do circuito independentemente
co" conformeterernosoportunidadede verificar mais senova informaçãode entradaestáchegandoou não,
adiante,Chamamosa atençãopaÌa a codificaçãodos mantendo,dçssaforma, um valor fixo no mostrador,
dígitosdecimais6 e 9: no primeiro, não é utilizado o o qual correspondeà última informaçâobinária pre-
segmento"a" enquantoa decodificaçãodo segundo sentenas entradasquando LE = 0.
não utiliza o segmento"d" como ocorre com oulro! A figura 2 forneceduas idéiasde como utilizar
tipos de decodificadorespara setesegmentos(o 9368 o 451I e ambasas versõesprevêma utilizaçãode mos-
é üm exemplo). tradoresa LEDS. Observeque, a cada saídado inte-
Como claramentemostÌa a figura l, as saídas(a, grado, se faz necessária uma resistêricialimitadora de
b, ..,, g) sãoativasem nivel alto, o que sugerea utili- correntetanto para acioÍrardir€tamenteo mostrador
zação de mostradores a LEDS de confìguração cato- (ou LED) como para ativar o transistorcuja finalida-
do comum (os catodos dos LËDs formadoÌes desse de aqui é a de complementaros níveisde saídapermi-
tipo de mostÌador estão intemamente interligados en- tindo a utilizaçãode mostradoresa LEDSdo tipo ano-
tre si, sendo exteriorizado esseponto comum que se do comum.

20 ELETBôN|oA
TorAL N9r7l90
Ëntrada Saída

LE BI LT D B b c f Ação no display

X X L X X X X H H H H H H H I

X L H X X x X L L L L L L L branco

L H H L L L. H H H H H H L 0
L H H L L L H L L H H L L L I
L H H L L H H H L H H L H 2
L H H L L H H H H H H L L H 3
L H H L H L L L H H L L H 4
L H H L H L H H L H H L H H 5
L H H L H L L L H H H H ó
L H H L H H H H H H L L L L 7
L H H H L L L H H H H H H H 8
L H H H L t_ H H H L L L L 9
L H H H L H L L L L L L branco
L H H L H H L L L L L L L branco
L H H H L L L L L L L L L branco
L H H H H L IJ
L L L L L L L branco
L H H H H H L L L L L L L branco
L H H H H H H L L L L L L L branco
H H H X X X

X - Nõo impo aoeslado Tab€laI


" - Depende do volor BCD anteriomenle oplicado qúando LE = 0

A alimentaçãodo circuito integrado 45ll deve sentandocada uma nada menosque quatro entradas
compreender-se entre5VCC a 15VCC,sendoela apli- confoÍme mostraa figura 3, ondetambémestãoiden-
cada aos terminais8 (terra) e 16 (VCC), obedecendo tifiçados os terminaisdo cirçuito integradoem quas-
aos atuaise clássicospadrõesmecânicos. tão. A alimentaçãodeve ser aplicada aos pinos 14
(+) e 7 (terra), obedecendoaos padrões"convencio-
Cl .1012- dupla porta OU de qüatro entrsdas nais".
Como é sabido,a principal característica
de uma
Estc é, sem sombrade dúvida, um circuito inte- porta OR é fornecero nível baixo somentequando
gradode funcionxnìcrìl{) cxtremamente simplessendo em todas as suasentradasfor aplicadoo nível baixo;
bastante l,rlrrnìaioriadosaficionados.
conhecidt' Tra- em caso contrário, a saida do operador lógico assu-
ta-sede uma dupla porta lógicado tipo OR (OU) apre- me o nivel alto.

TOÌ^I N" 1//90


E LE Ì RÔN I C A
na parte inferior correspondente estáa forma de on-
da do sinal que se esperaobservarna saídado circui-
to cuja simbologiausual é também mostrada nessa
2 mesmafigura.
3 Vamos analisarcom um pouco mais de detalhes
o primeiro caso. Iniciaìmenteo ciruito consideraco-
5 mo entradao nivel baixo de modo que ele expõena
saídao seucomplemento.O crescimentodo valor de
tensãodessesinaÌ é ignorado pelo circuito até o mo-
mento em que essevalor atingeo valor VT+ quando,
ì0

a saídado circuito comuta para o níveÌ baixo, assim
12
permanecendomesmo com o incrementoda tensão
de entrada.
A partir de certo momento essatensãode entra-
da começaa decair chegandoa passar,inclusive,pe-
lo nível V1* sem,no entanto,aletar o comportamen-
to da saída do disparador. O mesmo não acontece
CI 4093 - um quádÌuplo "schmitt trigger" a portas quando o sinal atingeo valor VT-: nesteponto o cir-
NAND de duplaentrrda cuito comuta e assimpermaneceaté que a tensãode
entradavolte a atingir o nivel V1a, repetindoo pro-
Comosabemos,o disparadordeSchmitt("Schmitt cessodescrito- isto tambémestáclaramenteexposto
triggeÍ") é um tipo de circuito que se caracterizapor no segundográfico destafigura.
apresentardois níveisdistintosde disparoou de comu- No casodo C14093não temosum circuito de com-
tação: um no sentido ascendentee outrJ no sentido plementaçàoassociadoao disparadorde Schmitte sim
descendente da tensãodÒ sinal de entrala, permitin- uma porta lógica do tipo NAND de duas entradas,
do dessaforma a quadraturade sinais,isto é, a trans- conformeestáindicadona figura 5, que tambémapre-
formação de sinaisnão digitais, ou não perfeitamen- senta a pinagem do circuito integrado em questão.
re digitais, em sinaisdigitais ou Íetangulares. Em uma dasentradasaplìcamoso sinal que queremos
Essesniveisde tensão("threshold voltages")que quadrar e na outra, se for o caso,um sinal digital de
estabelecem os pontos de disparo são usualmentere- controle, possibilitandoa reaÌizaçãoda quadratura
presentadospoí Vr+ (tensâoascendente) e Vr- (ten- ou não do sinaÌ analógico.
são descendente) e a diferençaentre essesvaloresé o No projeto do temporizadoresteintegradotoma
parâmetroconhecidopor tensãode histeresisou sim- parte, tanto fazendoa quadraturade um sinal senoi-
plesmentepor histeresis("hysteresis /oltage") sendo dal como em uma rede de atrasopara a linha de "re-
usualÍnenterepresentadopor VH - no casoparticular set" geraldo sistema- estecircuito é apresentadona
do CI 4093estevaÌor é da ordem de algumasdezenas figura 6, sendoque sua saídaassumeo nivel alto du-
de milivolts. rante um certo lapso de tempo estabeÌecìdo, a priori,
Para melhor entendermoso funcionamentode pelaconstante de tempoda redeRl/Cl. E claroque
um disparadorde Schmitt recorramosà figura 4, on- nada impedeque o mesmoseja utilizado como uma
de estamosconsiderandocomo sinal de enirada, do porta lógica NAND propriamentedita. Convém não
disparode Schmjttinversor,o sinal analógicoé repre- esquecerque nestecasoos níveisde entrada(disparo)
sentadona partesuperiordo par de desenhos enquanto são diferentesdos níveisde entradada familia TTL.

4
L}---j
t/

'DD 'D D

TOTALN9 17190
ELETRONICA
Ao coìocar nível alto em uma das entradasde
5 controle a chave opera, ou fecha, O funcìonamento
de uma dessaschaveseletrônicasé comparadoa uma
chaveconvencional.O nível baixo na entradade çon-
trole laz com que o "interruptor" fique aberto. Deve-
mos ter em me[te que o "fechamento" de cada uma
das chaveseletrônicasdo 4016 não é exatamenteum
"curto" taì qüal o conseguidonuma chavemecânica.
Ela apresenta,isto sim, uma baixa impedânciaentre
o terminal de entÍada "e" e o terminal de saída"s"
- o valor dessaresistênciaé da ordem de umas pou-
cascentenasde ohms.
12
A utilizaçãodesteintegradono projeto do tempo-
tl
rizador resumiu-seem apenasdirecionaraÌgunssinais
de controlepara o sistemade acordocom a necessida-
de do momento.

6 TÍC226B - tiristor bidiÍecional

O tiristor bidirecional,popularmenteconhecido
por TRIAC, é um componentede três terminais(figu-
ra 8) cuja principal caracteristica
é deixarcircularcor-
rente em ambos os sentidospeÌosterminaisTl e T2
segundoo contÌole estabelecido na entradade coman-
do C (comportaou "gate").

I
rÃ7
f-t
Ct 4016 - quádrupla châve analógica,/digital 'flffi
LJ

Este circuito integrado é formado por quatro "cha- ÌìÌ2G


ves", ou interruptores, individualmentecontroláveis
por niveis lógicos, permitindo um sem fim de aplica-
ções. Essas "chaves" são circuitos cujo funcionamen- Grosseiramente podemosdizer que um TRIAC é
to é similar a um interruplor que deìÀapassar os si- basicamenteuma chave, de elevadapotência, sendo
nais em ambôs sentidos quando acionado. comandadaatravésdo terminalcomporta,semeÌhante-
Em v,irdade, cada 4016 consiste em quatro cha- mente ao que acontececom cada chave do Cl 4016
ves indef,endentes, construidas com tecnoÌogia MOS vistoacima.
canal P e canaÌ N, capazes de controlar tanto sinais Denrreas famíliasmaispopulares em nossopaís.
digitais como sinais analógicos, A figura 7 identifica merecemdestaqueassériesTIC da TexasInstruments;
os teÍminais de cada uma dessaschaves do circuito in- em especialo TIC205, TIC206, TIC215, TIC2I6,
tegrado. Chamamos a atenção para o fato de que TlC226, TlC236, TlC246, TlC253, TIC263, etc. cujas
aqui não é importante a terminologia "entrada" e "sa- capacidades de manuseiopermanentede correntesão,
ida" já que as chavessão bidirecionars. respectivamente, 2A, 34, 34, 64, 84, l2A, 16A,204,
Como normaÌmente ocorre, a tensào de alimenta- 25A, etc. O sufixo (uma letra) à identificaçãodo com-
ção do circuito integrado é aplicada aos terminais 7 ponentenão pode ser ignorado pois ele forneceum
(terra ou vss) e 14 (positivo da alimentação ou VDD). segundodado extremamente importante:essaÌetra in-
dica a tensâocom a qual o componentepode operar
ìegundoo mosrradona Ìabelall (nolar que nem to-
dos os sufixos são disponiveisem cada tipo/modelo.
lz ^ sl Os sufixosE e M, por exemplo,só estãodisponiveis

\-l-ll Daraas sériesTIC253e TÍC263).
vo o - PINO1 4
F--- o s2 Sufixo Tensão
E?
H._l "l va a - e n to z
C . CONTROLÊ r00
s B 200
.t re sg sÂíDÀ
D 400
H-J Ê - ÈNT RÂDÁ
E 500
lr o - M 600
E4 -
r-1J rrI
Segundoo exposto,o TRIAC 2268 é capazde
maÍripularcontinuamentçvaloresde corrente(ça ou

ELETRONICATOÌAL N: 17/SO
cc) de 8A/200V; aliás, esteé o TRIAC reçomendado peÍceb€mosa existênciade dois pinos para o terra,
na lista dç matedal do temporizadoÌ,mas que pode ou seja, para o catodo comum. lsto facilita o "lay
ser substituídopor um outro similar, de maior ou me- out" de uma eventualplacade circuito impresso.
nor potência,sem qualquerrestrição
OUTROS COMPONENTES
8C238/548- transistorNPN
O circuito do temporizadortambémse utiliza de
Estestransistoressãosimilaresentresi sendoutili- outros componentese materiaisque, por seremtão
zadosno projeto do temporizadorcomo meroschave- populares,não merecemum destaqueisolado.Alguns
adores,ou seja, operam nas regiõesextremas:corte delesnem serãoaqui anunciados:E o caso,entre ou-
ou saturação,de modo que podem ser tranqüilamen- tros, dos resistorespois todos sabemo que são, para
te substituidospor qualqueroutro tipo equivalentesem que servem,quais são as suasprincipaiscaracterísti-
maioresconseqüências. cas,etc.
Ambos são transistoresNPN, de baixa potência De qualquerforma não podemosdeixar de falar
(300mWpara o BC238e 500mW para o 8C548) e de sobreo relé que em nossoprojeto é o elementoprinci-
apÌicaçãogeral,sendoamplamenteconhecidose extre- pal de comutaçãoda cargasobcontroÌedo temporiza-
mamentepopularesfazào pela qual nâo entraremos dor. O modeloutilizadono protótipofoi o RUI100t2
em maioresdetalhes.Sempreque possivela escoÌha mas que pode ser substituidopor um outro semelhan-
deveÍecair no 8C548. te (MetaÌtexpor exemplo)que apresentecaracteristi-
cassemelhanles e,ou compalíveis com a aplicaçào,É
8C557 - transistoÌPNP lÍnportanteJporem, que a tensâonominaÌ da bobina
sejade I2VCC e que apresenteuma resistêncianão in-
Assim como no caso anterior, este transistor é feriora 1500.
de baixa potênciaapresentandocaractristicaspratica- A capacidadede corrente do(s) contato(s)deve
mente iguais aos anteriorese encontrandoapÌicação atendercom folga a demandade correníe solicitada
onde essesdois também encontram - no projeto ele pela carga (utilizar, no minimo, o fatoÌ 2). O mode-
foi empregadocomo mero chaveadornos limites de lo utilizado no protótipo apresentauma potênciano-
corte e de saturação. minal de comutaçãode 1.320V4 segundoo fabrican-
te, com uma intensidadede correntemáximapelo seu
FND5ó0 - mostÌador digital de 7 segmentosa LEDS único contatoreversívelde 6A que, seguramente, aten-
de à maioria das aplicações"domésticas".
Como mostradorfoi utilizado um da já consagra- Na figura 17 temosa identificaçãodos teÍminais
da, e popular sérieFND de catodo comum em vtnu- do reÌé empregadono nosso protótipo, vendo-seos
dc do decodificadorpara setesegmentosadotado no pontos de conexãoda bobina e o contato reversivel
proJeto. na situaçãode repouso.
Este mostradoré internamenteconstituídopor 8 Outro componentequemerecedestaqueé o trans-
diodosfotoemissores (leds)cujoscatodosesrãointerli- formador. Sempreque possivelutilizar os de melhor
gadosentre si dando a lormação elétricaapresentada qualidade(aquecemmenos,sãomaisconfiáveis,apre-
na figura 9. Essesdiodoseletroluminescentesestãoge- sentammeÌhor rendimento.etc.). Como o consllmo
ometricamentedistribuídos, dando formação a uma do circuito é reÌativamentebaixo, é possívelutilizar
estrutura capaz de representarqualquer dígito d€ci- um transformadorcapazde entregarl2V sob 30OmA,
mal (0 a 9) e algumaspoucasletras. no minimo, em seusecundário,A tençãodo primário
A identificação dos Íerminais (pinagem) do dessetransformadordeveestarde acoÍdo com a ten-
FND560 é a mostradana figura l0 onde claramente sãoda rede eÌétricalocal.

coNclusÃo
Com estapublicaçãodamospor encerradaa des-
criçãodos componentese materiaisutilizadosno pro-
jeto do temporizados.No próximo mêsseráapresenta-
do o circuito (diagramaesquemático)
dessetemporiza-
dor bem como a descriçâodo iuncionamentodo cir-
cuito cmo um todo. I
9

. TERRÀ
R A NH UR A S ],4
ASSIiIETAMBEM
A REVISTA

l0

ELÊTRÔNICA
TOTALN9 17190
Chama-cachorro
Animais podem ser facilmentecondicionadosa respondeÌa deteÌminadostipos de sinais.Sons,luzese até
gestospodemseÌ usadospor tr€inadoÍespara chamar&nimaiscomo cães,gatos€ até mesmooütrosconsiderados
de menor inteligência.O que propomosnesleartigo é llgo muito inleÍessante:cotrsideÌandoque os cãespodem
ouvir sonsqueestãoacimado limite de nossâaudição,ou seja,üllÌa-sons,elâborsmosum osciladorinteÌmitente
que produz um sinal que as pessoasnão.podem ouvir mas um cão pode' Treinando o animal a respondera
estesinal, ele pode ser chamadopoÌ uma espécied€ "contÌole Ìemoto" que somenteele ouviÌá.

Newton C, Braga

A faixa de freqúênciasque podemosouvir é rela- a um verdadeiro"controle remoto"


eÌe se assemelha
tivamenteampla:todos os sonsque estãoentre 16 e para cachorros,ou mesmooutros animais,desdeque
aproximadamente l5000Hzpodem ser ouvidospela tenhamsensibilidadeaos uìtra-sons.
maioriadossereshumanos.Devidoa diferenças fisio-
lógicas,os limitesde cada individuosão diferentes, Característicasdo circüito
mas no geral, a maio a não consegueouvir qualquer - Tensãode alimentação:6 ou 9V
som cuja freqüência estejaacimade l5 ou lókHz. - Freqüênciade opeftção: 16 a 22kHz
No entanto,asvibrações acimados l6kHz, deno- - Potência(aprox.): 500mw
minadas"uÌtra-sons",podemserouvidaspor muitos - Tipo de sinal: modulado (intermitente)
animais.Assim,os cãespodemchegaraté algunsmi-
lharesde hertz acimadestevalor, enquantoque os COMO FUNCIONA
morcegospodemouvir até peÍto de 40 ou 50000H2,
sem problemas, e inclusiveusamestasaltasfreqüên- Para produzir os sinais nas freqüênciasde 16 a
ciascomo "sonar"pâradetectarpequenosobjetose 22kHzusamqs um circuitointegrado 4011,quesepres-
alémde obstácuÌos,
insetos, quandoem vôo (figural). ta muito bem a estafunção quandoutilizado na con-
figuraçãomostradana figtra 2,

t.
t{[
vr a RÀço Êst L ÍRA so Nr r Âq
Gt\
|à ) I

&kt,"..,"
- " Í- + 0.691l
R ì+Fz
2
o fato de que os cãespodem ouvir ultra-sonsjâ
é conhecidohá muito tempo.Na tradicional"caça à
raposa",esportenobredosséculos passados na Euro- Três das 4 portas desteintegradosão Iigadasco-
pa, eram usados"apitos" especiais que, quandoso- mo inversores,de modo que, com os resistorese o ca-
prados,emiÌiam um som agudo o suficientepara que pacitor, tenhamosum circuito de realimentaçãores-
nossoouvidonão o percebesse (ultra-som),maseram ponsávelpelasoscilaçòes.
imediatamente atendidospeloscãestreinados. A fÍeqüênciadependedos vaìorese do capacitor,
O aparelhoque descrevemos nesteartigo é uma segundoa fórmuladadajunto ao diagramadestafigura.
versãoeletrônicado apito de chamar cachorÍo, usa- Tornando um dos resistoresvariável, podemos
do nosveìhostempos. facilmenteajustar a freqüênciaentre os dois limites
Trata-sede um osciladorintermitentede ultra- dadoscomo operacionaisdo apareÌho.
sonsque operaentÍe 16 e 22kHz (vocêpoderâajustá- O sinal produzidopor esteosciladoré retangular
lo de acordo com a sensibilidadede seu cào) e que de boa estabilidadee intensidade.
pode_serusadopara chamarcachorros. Para modularestesinal usamosum segundointe-
E claro que, com qualquertipo de ruído que se- grado, o 555 na configuraçàode um osciladorde bai-
ja usado para estafinalidade, o animal precisaráser xa freqüência,da ordem de lHz ou mais, em que es-
treinadoa respondere para issoexisteum procedimen- ta freqüênciaé dada pelosresistoresRl e R2 do cir-
to própÍio. cuito e pelo capacitorCl.
O circuito opera com uma tensãode 6 ou 9V e O sinal retangulardesteosciladorfaz piscar um
forneceuma boa potênciade áudio, o que significa led, de monitoria de funcionamentodo apareÌho,e,
um bom alcancepara o som. ao mesmo tempo, controla o osciladorcom o 401l,
Montado numa caixinhade pequenasdimensões, atüandodiretamentesobreuma das Dortas.

ELETRôNtcAToÌAL N? l7190

I
LISTA DE MATERIAL

Cl-1 - 555 - ciÍcuilo integÍado- timer


Cl-2 - 4011 - circuitointegradoCL4OS
Led - led bomum
401Ì
Q1 - BC55B(6V)ou 8D136(9V)- transistorPNP
( PtNO ìì )
ÌW - tweeleípiezoelétrico
51 - interruplorde pressão
81 - 6 ou 9V - 4 pìlhasou bateria
Temoscom issoa produçãode um sinaÌ retangu- R1, R2 - 47k - resisloíes{amarelo,violela,laranja)
lar modulado,com a forma de onda mostradana figu- R3, R6 - 1k - resisloÍes(marrorn,preto,veÍmelho)
ra 3 . 84, B5 - 10k - Íesistores(marÍorn,preto,laranja)
Sugerimosexpedmentarpara Cl valoresentre I Cl - 1 a 4,lrF - capactor eletÍolítico
e 4,7pF, de modo a obter padrõesde intermitência C2 - 1onF - capacitoícerârnìco
mais lentosou mais rápidos. C3 - I nB capacitorcerârnco ou styroÍlex
O sinal obtido na saídado 40ll (pino ll), não C4 - 100pF- capaciÌoreleiroílico
pode excitar diretamenteum transdutor com boa po- Pl - 417 t.rìpol
tência.Na verdade,podemosaté ligar um buzzercerâ- D versos:placa de circultoimpresso,supoítede pi-
mico e teremosum sinal de pequenaintensidade,mas lhas,caixa para monlagem,Íios,soldaelc.
que nâo ultrapassaráalgunsmetros.
Para termos uma boa potênçia, apÌicamoso si-
nal numa etapa amplificadora que utiliza na versão O capacitor C1 é um eletrolítico para l2V ou
de 6V um transistor 8C558 e de 9V, um transistor mais, enquanto que C2 e C3 podem ser cerâmicos,
BD l 3 6 ou T I P 32. de poliésterou styroflex. C4 é um eletrolítico de 47
Estetransistortem em seucoletoÌ um tweeterpie- ou 100pFcom l2V de tensàode trabalho, tendo por
zoelétricoque, conforme pudemosconstatar, repro- função desacoplara fonte.
duzcombom rendimentofreqüências na faixaproposta. Paraa versãode 6V, Ql podeseÍ um 8C558ou
O conjunto é instaladonuma caixinha e ativado equivalente.Paraa versãode 9V ou mesmol2V, su-
por um simplesinterruptor de pressãode modo que, gerimosa utilizaçãode um 8D135ou TIP32, quede-
como o funcionamentoé eventual,a duraçãodas pi- ve ser dotado de um pequenoradiador de calor.
lhas serálonga. O int€rruptor Sl é de pressãoe para a conexão
da bateriaou pilhasusamossuporteou conectorapro-
MONTAGEM priado,observando a suapolaridadena ligação.
A montagemnuma caixa plásticapode ser feita
Na figura 4 damoso diagramacompletodo apa- conforme mostra a figura 6.
relho e na 5 temosa disposiçãodos componentesnu- O tweeterpiezoelétricopossuiparafusosde fixa-
ma placacom padrão de matriz de contato. Na verda- ção que podemserusadosnum "L" de alumínioou
de, vocêpoderámontar experimentaÌmente seuprotó- oulrometal.ou aindaparacolocação diretanumacai\a.
tipo na matriz e somentedepoisde estudarseufuncio-
namento,passara uma versãodefinitiva em placa. PROVA E USO
Sevocênào tem muitaexperiència em montagem
ou pret€ndereciclarcomponentes,sugerimosa utiliza- Apertando51 e ajustandoPl podemosouvir no
ção de soquetespara os integrados.Os resistoressão limiteinferiorda operação um apitomuito agudo,se-
de l/8 ou l/4W, com 5 ou loqo de tolerância,e o led guido de estalidosda intermitência.Aumentandoa
é opcional(vermelhocomum). freqüência de Pl, o apito devesumir, mas os estali-

555

ïi' ' ' !4 15 P ì\ ol


10K 10( 4K7 BC 55A

,17
cr -2
?Ìw

ELEÌFONICAÌOTAL N9 17i90
:)

ct- ì

do os eslaliclos.ulrr bonÌ indicativo do funcionamen-


6 l(J. LeÌÌÌbranÌosque o cão vai ouvir os sons agudos
inlerÍompidos e nào os esÌalido! que possuem curto
âlcarce.
Para usar é preciso treìnar o animal, da Íbrma
con\ crÌciorìaÌ,clÌamando-oe apeÍÌandoo bolão e quân-
do eÌe atender, recompensandoo com algo que ele
goste (pcclaçosde alimerlto, por exe!Ìplo). Depois de
algÌlnl tempo de 1Íeinamentoo animal passaráa aten-
deÍ somenteao chantado do aparelho.
LeÌÌrbranos que, como o ultra-som é direcional
dos iracos da modulaçào, indicando o funcìonanten e nào pode ultrapassarcertos lipos de objetos, o apa-
to, continuarão. relho deve ser apontado para o animal quando quiser-
rÌìos chamálo. I
Deixalnos o aparclho aJLlsladonesÌc ponto, seÌl_

DECOMPONENTES
PACOTES CHEGOU A POCHETÌE
SABER ELETRôNICA
PACOTE N9 1
SEIIIICONDUTOBES OS SEXO
A BOLSINHAPARAAI\,1BOS
5 8C547 oü 8C543 3 ponles de te.minâis (20 lerninâis)
5 8C557 ou 8c558 2 rrimmeÍs{basê de Porcelana P/ FM Na praia,no campo,na escolaou no trabaÌho,
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ELE T R O N I CTAO Í A L N 9 ] 7 /9 0
Strobo
Poderãoser cons€gttidosefeitosespecirisde lttz com eslesimplesciÌcuilo, dado
em düas veÍsóes,amboscom um minimo de componentes,

TeÌencelrsigleÌ

Na verdade, o circuito aqui proposto consiste


em apenas um controle automático para lâmpadas
usandocomo sensorum LDR comum (figura l).
O circuito,alémde seÍvircomo pisca-pisca para
animar festase outros eventos,poderá ser usado co-
mo controle automático para lâmpadasacendendo-
as ao anoileceÍe apagando-asao amanhecer.
São dadasduas versõesde montagem:uma utili-
za relé para a comutaçãoda lâmpada.sendoo circui-
lo alimenradopor uma fonle de l2V,
Já a segundaversão,usa um SCR para o aciona-
mento da lâmpada, sendoo circuito alimentadopor
6V a partir da rede local, dispensandoo empregode
transformadores.
As duas versõessão dotadasde um_potenciôme-
tro para melhor ajustede sensibilidadede trabalho e
suascaracterísticassão:

Velsâo I - Alimentacâode l2V


Empregatransformadorpara fonte
Ajuste de sensibilidade
Comutaçãofeita atravésde reÌé
Funcionaapenasem lugaresescuros

Versão2 - Alimentaçãode 6V
Dispensauso de transformadorpara fonte
Ajuste da sensibilidade
Comutaçãofeita atravésde SCR em corte e a lâmpadaé desligada.Este ciclo se repe-
Funcionaapenasem lugaresescuros te consecutivamente. Os eletroliticoscolocadosna ba-
se dos transistoresservempara dar uma certa inercja
o ctRcurro ao acionamentoda lâmpada.
Os diodos Dl, D2 e D4 funcionamretificandoa
O funcionamentodo circuito é simplesconfor- tensãode entrada.Já D3 servede proteçãoparao tran-
me sugeremos diagramasdas figuras 2 e 3. sistor, pois, no momentoem que o relé é desenergiza-
No escuro,a resistênciado LDR aumentae com do, são criadastensõescontráÍiasmuito altas devido
issoa basedo transistoré energizada.Este,ao condu- à contraçãodos camposmagnéticosna bobinado relé;
zir, aciona o relé (ou SCR na versão2) o qual ativa D3 absorveestastensões.
a lâmpada. Quando a lâmpada acendea risisrência Os capacitoresCl e C3 são filtros. O resistor
do LDR dimunui e a tensãode polarizaçãode base- R5 impedcqueo SCRfique permanentemente dispara-
do transistor é desviadaà teIra. O transistor entra do. O resistorR7 tern seuvalor de 4k7 Daratrabalhar

2A TOTALN9 17190
ELETRONICA
na rede elétdca de llov mas, para usar o circuito NOTA: vale a lrna lembrar que, na versão 2,
em 220V,é necessário trocar R7 por um resistorde 6k8. quando a lâmpadaestiver acesa,ela apresentarámeta-
Os interruptoresSl e 53 são para Ìigar o circui- de de seubriÌho normal devido ao emprcgo do SCR.
to. Já 52 servepara mudançade tensão,110ou 220V. O limite de carga para L é de 60otiy'.Na ver-
O Led servepara modificar o circuito quando o ^té de caloÌ se L
úo 2, o SCR não precisade dissipador
mesmoestiverem funcionamento. náo uÌtrapassaÍ llow de potência.Caso contrário,

le
\::.--:-/ \:*J
LE D LOR

t;

ELETRONICATOTALN? 17190
òeránecessáriodotar o SCR de um pequenodissipa- O LDR deveráser diÍecionadopara a lâmpada
dor de calor. a üma distânciarelativa,dependenteda claridadeam-
bientee do ajustedo potenciômetro.
MONTAGEM O circuito poderáser usadopara gerarefeitoses-
peciaisde luz em festas,como sinalizadornoturno au-
Sugerimosnas figuras 4 e 5 as placasde circuito tomático, e outras utilidades.
impressopara as duasversõesde montageme os com-
ponentesusadossão de fácil aquisiçãono comércio.
Os resistoressâo todos de l/8W com exceçãode LISTA DE MATERIAL
R7, o qual deve ser de fio com dissipaçãode 10vr'.
Para os capacitoreseletrolíticos,é bom que te- Versão 1
nham tensãode trabalho a partir de l6V. O1 - Í1P110ou equivalente- ìransislor
Os transistoresQl e Q2 são do tipo Darlington D1, D2 - 1N4002- diodosde silício
NPN e poderão ser usadosequivalentes(ver figura D3 - 1N4148- diodode s lício
6). Na falta destes,pode ser construídoum Darling- C1 - 1000pFx 16V- capacitorelelroílico
ton a partir de dois 8C548 sem maioresproblemas, C2 - 4,7pFx 16V - capactor eletÍolítico
Os diodos são retificadorescomuns e poderão B1 - 1kíÌx 1/8W- resistoÍ(maÍÍorn,prelo,vermelho)
ser usadosequivalentes,para maior tensão.O led po- R2 - 27k0x 1/BW-,esistoÍ(verrnelho,violela,laÍanja)
de serde qualquercor e tipo; quanto ao fotorresistor, Pl - 1l\,{0- potencìômelrolinear
esteé do tipo usadoem postesde luz. O mesmoé fei- K1 - GI FC2 - relé
to de uma superlicie sensívelde sulfato de cádmio LDB íolorresistor(veÍ texto)
(CdS), que, quando no escuro,apresentaresistência Led - led comurn
elevadae no claro, resistênciamínima devidoà libera- T - transíoÍrnadorcom primáÍo de acordocom a re.
ção de portadoresde carga. de locale secundárlode 6 + 6V x 350m4 ou mais
Na montagem(versãol) é usadoo relé GIRC2 L - lâmpada comum (máx. 600w)
para 12V da Metaltex. Caso haja dificuldade em en- S1 - interruptorsimples
cóntrá-lo, poderáser usadoqualqueroutro desdeque 52 - inteÍrupÌorde 2 posições
seja para l2V. Também a placa de circuito impresso
deveráser modificada de acordo com o iamanho e a VeÍsão 2
pinagemdo relé. 02 - TlPl í0 ou equivalenle- lransistor
SCR-ÌlC106D-liristor
PROVA E USO D4 - 1N4004- diodode silíclo
D5 - 1N4002- diodode silíclo
Convém dar uma conferida na montagemantes Z1 - 1N4735- diodozeneÍ
de ligar o circuito na rede elét ca. C3 - 1000pFx'16V - capacitoreletrolítico
Após ligar o circuito,o Led deverá.emitirluz. C4 - 100pFx 16V capacitoÍeletrolílico
Regulandoa sensibilidadecom o potenciômetro,a B3 1,BkO x 1/8W- Íes stor(marÍom,cinza,veÍmelho)
STROBOenlraráem funcionamenro. H4, 85, R6 - 1k0 x 1/8W - Íeisslor(marrom,pÍelo,
O circuito só funcionaem ambienteescuros.Dor- vermelho)
lanro, náo tenle urilizá-loem locaisclaros.pois ele B7 - resistor- ver texto
não luncionará. Pl - 1k0 - potenciômetro linear
LDR - ÍotoÍresislor- veí lexto
Led - led comurn
L - lâmpada cornum (máx. 600W)
53 - interruplorslmples
DiveÍsos:caixa para montagern,lio, solda,disslpa-
doí. l_ob. placade crÍcu.toimpÍessoelc.

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2 bornesde alimeniação 31/2smts.
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Apresentsmosum simplescircüito prra detecaarquem apertoü primeiÍo um boaõode resposta,como os
üsadosem programade TV, em qüe os participânteshsbilitam-sea respondeÌuma peÌguntaapertando
rapidamena€ o botão. Aquele que apeía em primeiÍo lu8ar, faz acenderum led indicrdor, inibindo a ação
do outro. No nossocasolemos um circuito bastanlesimplesque pode ser usadoem debatesescolaresenlre
dois compctidores.O Nparelhoé slimentadopor pilhas comunse €xaÍemamenae compacto.

Newton C. Brrg!

Com apenasdois circuitos integradosde muito Quando o sinaÌ de habilitaçãoé dado pelo juìz,
baixo custoe algunscomponentes adicionaisigualmen- professorou apresentador,aqueleque apertarem pri-
te baratospodemoselaborar um simplesdetectorde meiro lugar seuinterruptor faz com que o led corres-
prioridade, para desafiosou competiçõesde diversos pondenteacenda.Para rearmaro aparelhoexisteum
tipos. Montado numa caixinha, este aparelho tem botão.
dois cabosque terminamem interruptoresde pressão, Num desafio escolarpor exemplo, o professor
conforme mostra a figuta l. escolhedois alunosqueseguramos interruptorespron-
tos para acioná-los,semmantê-losapertados(issode-
ve ser verificado). Depois faz uma pergunta sobre
um determinadoassunto.
No momenroem queelehabilitaro circuito.acio-
nando 54, os alunosdevemapertaro mais rapidamen-
te que puderemos seusinterruptoresde pressão(S1
e S2), desdeque tenhamcertezade que sabema res-
posta coÍeta.
O led que acenderdeterminaráo aluno que vai
respondera pergunta. Se acertar, ganha um ponto
barasuaequipe,masseerrarperdeum ou doispontos.
O fato de se perder ou ganhar pontos ao errar
torna o jogo mais interessante,
pois o aluno devepen-
sar bem antesde decidir se apertaou não o interrup-
Ìor, habilitando-seassima respondeÍ.
Numacompetição po-
esportiva,os interruptores
dem ser usadospara determinarquem chegaprimei-
ro. Na beirade uma piscinaou no final de uma pis-
ta de corridao acionamento €vitaqualquerdúvidaso
bre quem chegouem primeiro lugar (figura 2).

ELEIRONICATOTALNI 17190
PaÍa maior facilidadede entendimento,como é
usual fazercom ciÌcuitos digitaisdestetipo, represen-
tamos o nível aÌto ou presençade tensãode alimenta-
ção por l, e o nível baixo, ou a tensãonula por 0.
Fazemosentãouma tabela,para o funcionamen-
À. to da porta, que nos dá as 4 situaçõespossíveis:

B Saída
0 0 I
0 I I
I 0 I
I I 0

Veja que a única condiçãoem que a saida estâ


no nível baixo é a que correspondeàs duas entradas
no nivel alto.
PodemosÌigar duas destasportasde modo a for-
mar um flip-flop, ou seja, uma configuraçãoem que
temos duas condiçóesestáveis.Quando uma das saí-
das estáno nível alto, a outra obrigatoriamenteesta-
rá no nível baixo e vice-versa(figuÍa 5).

Como o circuito é CMOS, de extremasensibilida- FLìP..FLOP COI 2 PORÌAS NÀNO

de, podemostrocar os resistoresRl e R2 por outros


de 2M2, o! mesmo4M7, e fazer o acionamentopelo
simplestoque no sensor,eliminadoassima necessida-
de do uso dos interruptoresSl e 52 (figura 3). Usamosentão ó portas no nossoaparelho:4 de-
A alimentaçãocom piÌhas evita qualquer perigo lasformamdoisflip-Ílops€duas,o circuitodeexcitação.
de choquee, como o consumoé muito baixo, suadu- Na figura 6 temoso diâgramacompletodo apare-
rabilidadeserágrande. lho. Na condiçãode rearme,com 53 pressionado,as
saídasdos flip-flops.que estão ligadas aos leds vâo
COMO FUNCIONA ao nivel baixo. destafoÍma, os ledspermanecemapa-
gados(ledl e led2).
Os circuitos integrados40ll (CMOS) consistem QuandopÍessionamos Sl e 52, o quevierprimei-
em funçõeslógicasdenominadasportas NAND. Em ro determinaqual dos flip-flops vai mudar de estado.
cadaintegradotemos4 portasde funcionamentoinde- No entanto,existeum circuito de realimentação,que
pendente.AnaÌisemosuma delas, já que as demais funciona com portas, e servepara inibí-los, Assim,
sãoiguais. se pressionarmosSl em primeiro lugaÍ, o flip-flop
Na figura 4 temoso símboloadotadopara repre-
sentaruma destasportas,ondeobservamos que exis-
tem duasentradase uma saida,A saidapodeêpresen- LISTADE MATERIAL
tar somentedois tipos de sinais:ou estáem nível bai-
xo (0V), ou então em níveÌ alto (aprox. 6V). O nivel Cl-l,Cl-2- 4011 - circuilointegrado
CMOS
apresentadona saidavai dependerjustamentedos ní- Led1,led2,led3- ledscomuns- vertexlo
veis de siÍral que apÌicarmosnas entradas,ou seja, 81 - 6V - 4 pilhaspequenas
0V ou 6V. 51,52, 53 - interruproresde oressãoNA
54 - interruotorsimoles
R1,R2,R3 - 22k - resistoÍes {veímelho,vermelho,
4 laranja)
R4,R5- 2700- íesislores (vermelho,
vioìela,maÍrom)
€ ÌnaDAs(
[^-]-, rI ro,.o^ R6 - 4700- resistor(amaÍelo,violeta,marrom)
| b_r caixapaÍamontagem, placade circuitoim-
1,"-1J j Diversos:
presso,suportepara4 pilhas,soquetesparaos Cls,
Íios,soldaetc.

TOTALN: 17/90
ELETRôNICA
{ " {i" D E.C t- r E C Ì- 2

oe cr.r e cr-z t"


t t r'7
?;;" .L :

1r t;
A

,|

fo

ía\ì
| \:/
t_

que acionao ledl mudade estadoe, com isso,o flip- leds por outrosde 50qoa mais do valor, com uma
flop que acionao led2 é inibido atravésde nível bai- pequenabateriade 9v.
xo no pino 5 de sua porta de excitação.
Desta forma, mesmo que 52 seja pressionado MONTAGEM
uma fração de segundodepois,sua ação sobreo flip-
flop que acionao led2 não serápossiveÌ. Nossasugestãode montagemem placa universal
O mesmo ocorrerá em relação ao flip-flop que com disposiçãode matriz de contatosé mostradana
acionao ledl se a chaveacionadafor 52. figura 7.
Uma vez que tenha sido feito o acionamentode Esta placa pode ser instalada,juntamente com
qualquerdas chaves,a única maneira de apagarmos os demaiscomponentes,numa caixa plástica,com os
os dois leds é resetandoou rearmandoos flip-flops, ledsdevidamentecolocadosno painele os interrupto-
o queseráconseguidoapertando-se 53 por um instante. res de pressãoligadosao circuito por meio de fios pa-
A finalidade do led3 é habilitar os jogadoresa ralelosde até 5 metrosde comprimento.Estes,para
apertar os botões,quando 54 for acionado. maior facilidadede manuseio,podem ser montados
A alimentaçãopode ser feita com 4 pilhaspeque- em tubos de PvC ou outro material. os leds são co-
nas, ou, com a troca dos resistoresem sé e com os muns, podendoser de coresdiferentes.

ELETRÔNICATOTALN9 17/90
Os resistoressão todos de l,/8 ou l,/4W com 5 pressionepor um instante53 para rearmaro aparelho,
ou loqo de tolerânciae os intenuptores Sl, 52 e 53 fazendocom que os leds I e 2 apaguem.
sâo do tipo de pressãoNA (botão de campainha),54 Com isso, aperteprimeiramenteSl: o ledl deve
é um interruptor simplese para as pilhas usamosum acender.Depoisrearmeo ciÍcuito e aperte52: o led2
suporteaprop ado. deveacender.
Tambémé convenienteíazera montagemdos cir- P.rocurerearmaro aparelhoe apertar os dois in-
cuitos inÌegradosem soquetes. terruptoresao mesmo tempo. Somenteum dos leds
deveacender,pois uma fração de segundode difereo-
PROVA E USO ça nos acionamentosé suficiente Dara determina!
quaÌ dos Ìeds ficará aceso.
Para a prova do circuito, bastacolocar as Dilhas Para usar, habilite o aparelho em 54, Íearmç
no suportee acionar54. O led3deveacendere, even- em 53 e dê o sinal para que os jogadoresatuemsobre
tualmente,os leds I e 2 também. Nestascondicões. as chavesde prioridade. a

MÓDutO
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decontrole
Íem0t0
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sistemapodeserusadonasmaisdiversa6 aplicaçÕespráticas,
como:abertura de poÍtas-gâragens,
Íechaduras óorcontrole
remoto,controlede gravadores e projetores
de..slides',,
controleÍemotode câmerasÍotogÍáficas, âcionamento de
eletrodomésticos até4 ampèresetc.Formado porum receptor
e um transmìssòÍ completos,comalimentaçâo de 6V,4 pjihas
pequenas paÍacadaum.Transmissor modulado em tomde
grandeestabilidade comalcancede 50 metros0ocalaberto).
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Sintonizandoondascurtas
parao Brasil
Thansmissões
ValieÍ Aguisr

Desde que publicamos nossa primeira lista de trans- Casillade CorÍeos555,CorreoCentral,1000 Buenos
missõesoara o Brasil ("Eletrônica Total" n: ll, pá9. Aires
22), ocorreram muitas modificações. Por isso, apÍesenta- 8h àsth. e das22hàs23h,em I l7lokHz.
mos uma nova relaçâo, mais completa e atualizada, e es- - "AtualidadeDx", produzidopor Gabriellván Bar-
peÍamos que seja útil para os Ìeitores interessadosnas rera,costumair ao aÍ àsquintas-feiras, na lransmis_
ondas curtas. Note que Íelacionamos apenasas transmis- sãoda manhã.
sões dirigidas para o Brasil; pÍogramâs para a África e - Obs.: No momentode fecharestaedição,a RAE
Portugal não estãoincluídos, €mbora vários delespossam apresentava transmissãesmuito irregulares, compro-
ser sintonizados em nosso país. Pretendemos publicar gramasparaoexteriorsendosubstituidos por retrans-
uma relaçãodestesprogramasem breve. Destavez, incluí- missões da RádioNacionalde BuenosAires. Desco-
mos também endereçosde todas as eÍnissorasrelacioúa- nhecemos as causasdestasituação.
das e os programas DX, atualizando a relação da "Ele- . BULCARIA:
trônica Total"n: I, pá9. 35. Todos os horá.ios mencio- RádioSófia
nados correspondemao horário de verão de Brasilia. 4, DraganTsankovBlvd., Sófia
. ÁFRICADo sul: 20hàs2lh, em I 1710,I1860.15310,15330 e l7825kHz
Rádio RSA - Voz da Africa do Sul 22h às 23h,nasmesmasireqüências.
P.O.Box 4559,JohannesbuÍg2000 . CANADA:
Ou: CaixaPostal4862, CEP 01051,SãoPaulo/SP,Brasil RádioCanadáInterDacìonal
20h às 21h, em 9580e I l745kHz Boite Postaleó000,MontréalH3C 348
- "Onda Curta", com Paulo JoÍge e MaÍiana Costa, Ou:CaixaPostal074495, CEP70359,BrasiÌia/DF, Brasil
às quintas-feiÍas. Segundaa sexta:
. ALBÂNIA: 2lh às21h30e das22hàs22h30,em 9535e I l940kHz
Rádio Tirana 23h às23h30,em 9535,11845,11940e l3720k}tz
RÍuga lsmail Qemali,Tirana Sábadose domingos:
22h às 23h e 23h às 24h, em 9500 e I l870kHz. 2lh às22h, em 9535e I l9,lokHz
. ALEMANHA OCIDENTAL: 21h30às22h,em 9?55kHz.
Deutschewelle - Voz da Alemanha . CHECOSLOvAQUIA:
Postfach 100444,D-5000 KòÌn RádioPraga
Ou: CaixaPostal12153,CEP 22022,Rio de Janeiro/RJ, vinohradska12, 12099PÍah^ 2
Brasil 19h30às20h,em 7145,9540,I1990e l3?l5kHz
8h às 8h50,em 11795,ll8l0, 15205e l7860kHz 22hàs23h.em 7345,9540, 11680,11855 e ll990kHz.
19h30às 2lh, em 6145, 9545, 11865, 13790, 15105, . CHINA POPULAR:
15425e l1720kHz. RádioPequim
- "cantinho de DX", com Pedro Schüller e Pedro Beijing,RepúblicaPopularda China
Leite Pinto, aos sâbados na tÍansmissâo da noite, 20h às20h30.em7435.792Ie ll745kHz
com repetiçãoaos domingos pela manhã, dentro do 22h30às23h, eÍí 3920,74f5e l2055kHz.
programa "Conversando com o Ouvinte". . COREIA DO SUL:
. ALEMANHA ORIENTAL: RádioCoréia
Rádio Berlim lnternacional - Voz da ReDúblicaDemo- 4s-Yoido-dong, Youngdungpo-ku, Seoul150-?90
cÍáticaAIemã 7hl0 às8h15,em9570e ll725kHz
Nalepastrasse l8-50, I160 Berlin 23hàs23h45,em 155?5kHz.
20h15às 2lh, em 6040, 11785,15125e l5,l40kHz - Aos sábados, espaçoDX dentrodo programa"CoÍ-
0h30 à 1h15,em 6040kHz reio dâ Amizade".com PereiraLima.
lh30 às 2h45,em 5965,6040, 13610e l5440kHz. . CUBA:
- "Encontro do DX Clube", às segundas-feiras. RádioHavanaCuba
. ANTILHAS HOLANDESAS: ApaÌtado?026,La Habana
Rádio Trâns Mundial 7h às8h45,em l1725kHz
Bonaire, Antilhas Holandesas 23h à 0h45,em l53,lokHz.
Ou: Caixa Postal 183m, Cep04699,SãoPaulo/SP, Brasil . ECITO:
5h às 7h . em 80 0.9 515e ll885k Hz RádioCairo
7h às 8h, em 11885kH2- 20h às 22h, em l5360kHz P.O.BoxI186,Cairo
22h às 22h10,em 15355e l5380kHz 20h15às2lh!0, em l5420kHz.
- "Módulo DX", com Rudolf Walter Crimm e Anto- . EQUADOR:
nio Ribeiro da Motta, de segunda a sexta, às 5hl0 HCJB - voz dosAndes
e às 20h10. Casillade Correos691,Quito
. ARGENTINA: ou: caixa Postal16050,cEP I I 502,curitiba/PR, Bra.sil
RAE - Radiodifusão Argentina paÌa o ExteÌioÍ 2lh à! 23h,em l5295kHz

TOTALN917190
ELETRONICA
2lh30 às 22h, em l5250kHz. RAI - Rádio e Televisao ItAiana
- "DX HCJB Internaciolal", com JoÍras Braum, às Viale Mazzini 14, ml95 Roma
terças-feiras,às 21h45. 23h20às 23h35,em 9710, 11905e l5245kHz
. ÊSPANHA: . JAPAO:
Rádio Nacional da Espanha, Rádio Exterior Rádio Japão
Apartado 156202,28080 Madrid 2-2-l Jinnan, Shibuya-ku, Tokyo
Domingos, 8h27 às 8h32,9h27 às th32 e 10h27 às 7h às 7h30,em 9675e I l875kHz.
l0hJ2, e m I78 15 ,21 55 5e 21570k Hz . PAISES BAIXOS:
. ESTADOS UNIDOS: Rádio NederÌand
voz da AméÍica Postbus 222, l200JG Hilversum
Washingion DC 20547 Ou: Caixa Postal 3222, CEP 20001,Rio de Janeiro/RJ,
Ou: Caixa Postal 699, CEP 20001, Rio de Janeiro,/RJ, Brasil
Brasil 20h30às 21h25,em 15315e l5560kHz
20h às 2lh, em9455,9115, 11680e I5330kHz. 22h30 às 23h25, em 9895 e I l660kHz
- "USA na Bandeirantes" (programasda Voz da Amé- - "O Mundo das Comunicações", com Jacob Borelrs-
rica transmitidos pela Rádio Bandeirantes de São tein, às quintas-feiras, Íras duas transmissões.
PauÌo, com apresentaçãode Dárcio Arruda), em 840, . PORTUGAL:
6090,9645e I l925kHz. RDP/InternacìonaÌ - Rádio Portugal
Caixa Postal372, CEP 01051,São Paulo/SP. Rua dos Quelhas,2l, 1200Lisboa
- "Uniâo, Sucessoe Amizade": segunda a sexta, I lh 20h às 22h, em 9600 e I l840kHz
as I -zn. 22h às 23h, em I l840kHz
- "Um SábadoAlegÌe": sábados,lOh às l2h. Sábadose domingos,das 8h às l8h, em l5250kHz.
W H RI. - As transmissõescostumam ser ampliadaspara narra-
P.O.Box 12, South Bend, lndiana 46624 çõesesportivas.
l9h às 20h e 2lh às 22h, em 17830kH2 - Rádio RenascençaLtda
22h às 23h, em 9495kH2. Rua Capelo5, 1294Lisboa
- Estesprogramas são apresentadosem português, in- 22h15às 23h15,em 9600kH2.
glês e espaÍihol e produzidos pela organizaçãoRádio . ROMÊNIA:
Boas Novas Internacìoúal, cujo endereço (anuncia- Rádio Bucareste
do na transmissão- pareceincompleto)é: P.O.Box SÍr. Nuferilor ó0-62,79756Bucuresti
330, California 94543, Estados Unidos. 19h30às 20h, em 9510,9690,11830e ll940kHz
WINB. 23h às 23h30,em 5990,61J5,9510, I1830e I l940kHz.
P.O.Box 88, Red Lion PA 17356 r SÍRIA:
22h às 22h30, eír\ | 5l45kHz (não tem sido captada ulri- Rádio Damasco
mamente). . Omyyad Square, Damascus
\ffYFR - FamiÌy Rádio 22h às 22h30,em 12085e l5095kHr.
290 HegenbergerRoad, Oakland CA 94621. . SUECIA:
20h às 21h, em 15130kHz Rádio Suécia
2lh às 21h45,em l3695kHz S-105l0 Stockholm
22h às 22h45, em l3695kHz Ou: Caixa Postal0T-Oll9,CEP 70359,Brasilia/DF, Brasil
23h às 23h45,em l5l30kHz 20h30às 2lh e das 21h30às 22h, em 9695e I l705kHz.
7h às 8h, em I l830kHz. - "Editor DX" vai ao aí às teÍças-feiras, nas duas
FRANÇA: transmissões,com.produÇãode Ceorge Wood e apre-
- Rádio F.ança Internacional sentaçãode CaÍlos Hartmann.
Boite Postale9516,75016Paris . surçA:
Ou: CaìxaPostalI187, CEP 20001,Rio de Janeiro/RJ, RádioSuiçaInternacional
Brasil CH-3000Bernel5
20h às 21h, em 11965,1i995, 15200e ll620kHz 20h30às2lh, em9810,9885, 12035e l5570kHz.
22h às 23h, em I1670, I1995 e l5200kHz. - Serviçode Rádioda Cruz VermelhaInÌernacional
. CRÃ-BRETANHA; Ave. de la Paix 17,CH-1202GeÍréve
BBC de LondÍes 20h10às20h27,em 9810,9885,12035 e lJ570kHz.
Bush House, Strand, London WC2B 4PH - Úhima segundâ-feira de cada mês, com Íepetição
Ou: Caixa Postal 51681,CEP 01499,São Paulo/SP, na quinta-feirada rnesmasemana.
Brasil . UNIÃO SOVIÉTICA:
19h30às 2 0h , em 61 10 ,9825,11785,l1820e l5390k Hz RádioCentralde Moscou
23h15às 24h, em ó005,9515e I l820kHz. Moscou,UniãoSoviética
- Aulas de inglês com explicação em português das 20h às 23h, em 9650,9670,Ì1690,11900,12060e
20hàs20h15,em6l10,9825,11785,I1820el5390kHz. l2O70kHz.
- "Freqüência DX", com Oscar PiÌagallo FiÌho, segun- - "Ondâ DX", com Yuri Cromov, às terças-feirâs,
das-feiÍas na transmissàodas 23h15, com repetição às21h30.
às teÍças, na transmissãodas 19h30. - RádioPaz& PÍogresso
. GRECIA: Moscou,UniãoSoviética
voz da Grécia th à 1h30,em9650,9665,9195,11145,11900, 12060
P.O.Box 60019, Aghia Paraskevi, Athens e l2010kHz.
21h05às 21h15,em 9395e I l&skHz. . VATICANO:
.IS RA E L: RádioVaticano
Kol lsrael - Voz de Israel 00120VaticanCity
P.O.Box 1082, Jerusalem Ou:CaixaPostall3-20ó?,Cep70259,Brasilia/DF,Brasil
23h30 às 23h55 em 9435, 9930 e I lóoskHz. 1lh às lth30, em 15405,17870 e 2l485kHz
. ITÁLIA: 21h30às22h,em 9615,11750 e l5l80kHz. a

ÍOTÂL N9 17190
ELETRÔNICA
Tâmboreletrônico
Apresentamosum circuilo interessanteqüe imitr o som de um tamboÍ e, com algu[s ajustes,até mesmo
o som de blocosde madeirabalendo um no outro. Você pode usar esleinteÌessanteinstrumentopara
acompanhaÌconjuntos ou mesmoseueqüipamentode sorn quando estivertocândo algumade suas
músicaspreferidas.O circuito é alimenÍadopor pilhas€ possuiamplificador próprio.

Existem circuitos eletrônicosque podem imitar Seasoscilações não seprolongaremmuito, amor-


com perfeição instrumentosmusicais de percussão. tecendorapidamente, temosum som mais "seco",
Um delesé o chamadoosciÌadorde duplo T, que apre- como a batida de blocosde madeira.
sentamos aqui, e que podeimitar sonsque vão desde Paraproduzireletronicamente oscilações
amorte-
o sinoatémesmotamboresou bumboscom sonorida- cidasexisteum circuitobastantesimpÌese eficienle.
de maisgrave. que é o osciladorde duplo T. Na figura 2 temosa
O circuitoque descrevemos, utilizaum oscilador conliguraçãobásicadestecircuito.
de duplo T dimensionado para imitar um tambor ou
tamborim,masnadaimpedeque sejamfeitasmodifi-
cações(que seÍãosugeÍidasno d€correrdo artigo) pa-
ra a produçãode outrostipos de percussão. Damos
atea montagemde diversoscircuitosdestes com tona-
lidadesdiferentes, o quepermitiriatermosuma "bate-
ria musical"eÌetrônica.
E, seo volumedo amplificadorilue descrevemos
não for suficienteparaque vocêpossadesfrutarreal-
mente do instrumento.mostraremoscomo utilizar
um amplificadorexternode maior potência.
O circuitoé muito simples,utilizando3 transisto-
rescomunse componentes adicionais defácìlobtenção.

COMO FUNCIONA

Parateimoso som de instrumentos de percussão


é precisoque o sinaleìétrìcocorrespondentesejauma É fáciÌ percebero poÌque de seu nome: existem
oscilaçãoamortecida. Por osciÌacãoamortecidaenten, dois "Ts" de resistorese capacitoresque determinam
demosum sinalque tem uma freqüência determina- a ireqüênciadas osciÌações.Os componentesdesla re-
da fixa, mas que vai diminuindode intensidade nu- de de realimentação devem manter relações de vaÌores
ma certa velocidade,até desaparecer. Na figura I bem definidas.
mostÍamos o queocorrecomum sinaldeste tipo, quan- Assim, existem dois capacitoresde mesmo valor
do comparadoao sinalcontínuode um osciladorco- e um cujo valor é o dobro. Para o reri.tor, lemos
mu m , dois de mesmo valor e um que é a meradedestemes-
SeasoscilaçõesseprolongaÌem por um bom tem- mo vaÌor.
po, ou seJa,forem pouco amortecidas,temosum som A fórmuÌa que dá a freqüência de operação do
"melàììco".comopor exemplode um sinoou da ba- oscilador é mostrala junto ao diagrama.
tida de um objetode metalnum copo. Se o resistor à terra do duplo T for variável, po-
demos usálo para ajustar o ponto de funcionamento
do oscilador e, com isso, o amortecimento.
No oosso caso, usaremosum potenciômeÌropa-
sox coruríluo ra esta finaÌidade,o que nos dará tanto o som de tam-
CONsTANTE
bor, tamboriÍn, como até de blocos de madeira baten-
do um no outro.
Uma tabela de Cl/C2 e C3 nos permite produzir
os sons de alguns instrumentos.
GRANDE
lnstÍumento ct/c2
Sino/Tamborim 280pF 560pF
Bongô 560pF tn|.
Tambor agudo l nF 2,2Í\F
PEOUE!O
Tambor 2,2nF 4,7nF
Bumbo médio 4,?nF lonF
Bumbo grave 1OnF

ELETRONICATOTALN9 ]7/90
Os Íesistores mantêm os valores fixos. Sugerimos
que sejam feitas experiênciascom os capacitores, en- LISTADE ÍIIATERIAL
contrando o. som exato, de acoÍdo com a necessida-
dç de cada um, Ql, 02 - 8C548ou equivalente - transistores NPN
O sinal do osciladorde duplo T é fraco, não ser- de usogeral
vindo para excitar diretamente um alto-falante. Te- 03 - 8C538ou Ï1P32- transistoíPNP- ver lexto
mos, então, duas possibilidades:pod€moslevar este S1 - inlerruptoísimples
sinal diretamentea um amplificador de áudio exter- 52 - inteÍuptorde pressãoou lâminas
no, fazendoa ligaçãocomo mostra a figura 3. o fio 81 - 6V - 4 pilhasou lonte - ver lexto
deveser blindado e o plugue deveser de acordo com P 1 -100k-l ri m-pot
a entrada do amplificador. Outra possibilidadeé a FÍE - altojalanle de 4 ou 80 x 10cm
montagçmdo pÌóprio amplificador,no casocom ape- Fl, R2 - 100k- resistores (marrom, prelo,amaÍelo)
nasdoistransistores,e de pequenapotência,o suficien- F3 - 10k- resisloÍ(maÍrom, píeto,laíanla)
te para "sentirmos" o funcionamentodo circuito e F4 - 5k6 - Íesislor(verde,azul.vermelho)
até usálo em aplicações que não precisam de volu- R5 - 2M2- Íesistor (vermelho, vermelho, verde)
me muito grande. R6 - 180k- resistor (marrom, crnza,amarelo)
C1,C2 - 22nF- capacitoíes- ver lexto
C3 - 47nF- capacitor- veí texto
C4 - 100nF- capacitor cerâmico ou de polièsler
Diversos: placade circuitoimpíessoou malrizde
contatos, suportede 4 pilhâsou fonlede alimenta
ção, caixa acúslicaparao altoJalante, fio blindado
paraentÍada aoampliíicador (opcional),tios,soldaelc.

Para disparaÍ o duplo T externamentepodemos


usaÌ um interruptoÍ de prçssãoou mesmoduaschapi-
nhas que possamser tocadassimultaneamente. Na fi-
gura 4 temosos dois pontosdo duplo T em que pode-
mos fazer a ligaçãodo disparo.
O resistorR6 em série com a chavinhadeve ser
dimensionadode modo a evitar o estalono momen-
to do disparo.Podemostambémdispararautomatica-
menteo cirçuito. atravésde um osciladorde baixa fre- A alimentaçãodo circuito podeser feita com ten-
qúênçiapor exgmplo,chegaDdoa um metrônomoou sãode 6. 9 ou ainda l2v. Para 9 ou l2v é precisotro-
marcadorde compassomusicaltotalmenteautomático. car Q3 por um TIP32 ou BDl36, dotado de radiador
de calor. Uma fonte €xterna,de pelo menos50omA,
pode ser usadapara as tensõesentre 6 e l2V.

MONTAGEM

Na figura 5 temos o diagramacompletode nos-


so tambor. Na figura 6 damosa disposiçãodos com-
ponentesnuma matrizde contatos.casovocêqueira
fazerexperiências antesde paÍtir para uma montagem
definitiva.
A montagemdefinitiva pode ser f€ita numa pla-
ça de mesmotraçado,facilitando,assim,aosque não
tenhammuita experiênciacom o projeto.
Os resistoressão todos de l,/8 ou l/4W, com 5
ou l0qo de toleÌância. Os capaçitotespodem ser to-
dos de poliéster,cerâmicaou styroflcx, dependendo
dos valorese disponibilidade.
4 Pl é um potenciômetrocomum, ou mesmotrim-
pot. Obsqve que não incluimos controle de volume,

TOTALN9 17l9O
ELETBÔNICA
to

Lo
6

cotilsTRUcÀo
DEs2

7
OIJ ÌR A VER SAOPAR AS2
mas ele pode ser facilmenteagregado,bastaldo, pa-
ra isso,trocar o resistorde 5k6 por um potenciômetro
de 4k7, em série com um resistor de lk, conforme
mo str aaf igur aT .
A saida para o amplificador deve ser feita com
fio blindado. Uma chavinha pode ser incluída para
desligaro aìto-falantelocal.
Paramelhorqualidadede som, o alto-falanteusa-
do deveter pelo menoslocm de diâmetroe serinstala-
do numa pequenacaixaacústica.Se vocêquiserpo-
de ligar alto-falantesmaioresna saídadestecircuito,
os quais acentuarãoa respostade graves.
Na verdade,para as configuraçõesmais gÍavçs,
com capacitoresmaìores,no duplo T é fundamental PROVA E USO
a utilizaçãode amplificador externoou então de cai-
xa com alto-faìantegrandee pesado,para que possa- Ligue o aparelhoe ajuste Pl para que ele fique
moster a reproduçãodo somdebumboou equivalente, p€Ìto do ponto de oscilação.Existemdois pontos de
Se for usadaalimentaçãode 9 ou l2V o traÍrsis- ajuste para isso: um em que ele fica pouco antesda
tor Q3 deveser substituidopor qualquerPNP de mé- realimentaçãocrítica, e outro, pouço depois.ExpeÍi-
dia potênciaou de potência,como o BDl36, BDl38, mçnte aquçl€em que, quando vocêapeÍtar 52 ou to-
TIP32 ou mesmo TlP42. Este transistor deyeráser car naschapinhasde 52, seobtenhao som de percus-
dotado de um radiador dç caÌor. sAosemelhantea tambor ou sino. Façaentão o ajus-
Os capacitorespodem ser de qualquertipo pois, te fino de Pl para obteÌ o som desejado.
emsetratandodemontagçmd€âudio, não sãocriticos. Uma vez feito o ajuste é só utilizar o apaÍelho.
A alimentaçãodeve vir de 4 pilhas pequenasou A cadatoque ou batida em 52, ter€moso som de per-
bateria. Se for usadafontc de alimentação,deve ha- cussãode um sino, tambor ou outro instrumento,de-
ver uma boa filtragem, paÍa que não apar€çamzum- terminado peÌos valores dos çomponentesdados Da
bidosno alto-falante,Na versãocom amplificadoÌex- tabela.
terno, para evitar qualquerproblcmade zumbido, su- Seusar alimentaçãoexternae houverronco, veri-
gcrimosquesejausadaa alimentaçãode6V com pilhas, fique a filtragem. Se usar amplificador exteÍno e hou-
A chave 52 pode ser feira com duas chapinhas ver ronco, verifique a blindagem do fio de acoplamen-
de metal, conforme mostra a figura 8, to entie os aparelhos. a
ÊLETRÔNICA
TOTAL
N917190
Reparaçãopara iniciantes
Técnicasde Reparação
As técnicesde Ìeprração de aparelhoseletrônicossão importrtltes não só psÌa rquelesque
pÍetendemsetornar piofissionaiscomo lsmlÉm parr nossospÍópÌios leiaoresqüe' apósuma montagem'
de um proieto' Mris
iodem ter a rorp."ta d" um Íão funcionrmenaoou funcion&mentodeficiente
uma vez voltgmoscom o tssunto, tratando trnlo de circuitoscomercirisscomo de ciÍcuitosqüe
normrlmenl€ encontÌ&mosem |losstsmontagers.

Newton C. Brsga

Sema possqde um instrumentode prova ou me- ResistoÌes


dida não é fácil encontrardefeitosem aparelhoseletrô- Podemostestar resistoresde lO a 4,7k0 tipica-
nicos. No entanto, com aparelhosrelativamentesim- mentecom nossoprovador, ligando-oconformemos-
plcs podemosfazer trabalhosde localizaçãode defei- tra a figrra 2.
O brilho do led deveserinversamente proporcio-
tos bastantepreclsos.
A possede um multimetro é altamenterecomen- nal ao valor do resistortestado,isto é, quanto maioÍ
dável,mas para os leitoresque aindanão tiveram con- o resistor menor será o brilho. Um resistor aberto'
diçõesde chegara este instrumento,um medidor de ou seja,com resistênciainfinita ou muito alta não dei-
continuidadepodeserdealgumaajuda,çomoporexem- xará o led acenderou ele o fará com um brilho me-
pÌo o mostradona figura l, nor que o esperaoo,

RÌ cÀ txa PL Ã srtcÂ
É ÍOÀ|ÌAOO
-/oNoÉ
VERM ÊLNâ

at LÉO

SU PO F T E O O LEO

Setiver dúvidasnum teste,comparecom o brilho


obtido para um resistorbom de valoÍ conhecido:por
exemplo,testandoum resistorde 3,3kO,você"descon-
fia" do brilho do Ìed. Veja então se é o mesmoque
se obtém com um r€sistorde 3,3kObom.

CoprcitoÌes
Duas pilhas, um resistore um led instaladosnu- PaÍa estes,podernosapenasrevelarse o capaci-
ma caixa plásticacom duas pontasde prova improvi- tor estáou não em curto-circuitonâo havendoindica-
sadascom pregosou mesmo adquiÌidasno mercado çãode outro problemaque podeocorrer,que é a aber-
de componentes;e já temos um primeiro instÍumen- tura do capacitor.
to que nos ajudará bastante. Bastaencostaras pontasde prova nos terminais
Este provador permite a realização do teste de do capacitor.Se o seu valor for muito grande o led
componentes,conforme explicamosa seguir: deve dar apenasuma "piscadinha" mas em todos os
casosdeveficar totalmenteapagado.Seo ïed acender
TESTES DD COMPONENTES certamentetercmosum capacitorçom problemas.

A utilização de um provador de continuidade é Diodos


semore feita retiÍando-se o componçnte a ser testado Na figura 3 temoso modo de s€ testardiodos'
do iircuito. se formos testar tÍilhas ou componentes Seo led acendernasduasplovas, é porqueo dio-
que podem ficar no ciÍcuito (destes falaÍemos mais do está em cuno-circuito e se permaneceerapagado
adiante), o circuito em teste deve estar com sua ali- é porqu€ o diodo estáaberto. Para um diodo bom o
mentação desligada. led deveacendernuma prova e ficar apagadona outra.

48 ELEÌRÔNICAÍOTAL N9 17/90
EÍÂPÂ OE
EÍÀpa o€ F : EÌapa o€ Fr oEÌs c ÍoR Áuol o

POLARIZAçÃO
OIFEÍÂ

b , PROVÂ?
orooo Po L AÂr zÂçÃO
ü !vEF 5 À

J.

Cootinuidade
A utilidad€ máxima destetipo de provador está
no testede componentesque devemter continuidade,
como por exemplo,o enrolamentode transformado-
rese bobinasque aprçsentambaixaresistência,o enro- ( J '' PO N ÌO ON O € OÊVE SER V€R IF IC AD A
lamentode choquese alto-falantes,fusíveis,lâmpadas, A PAESEIT ç A OE ÌÊN SÂO
5
inteíuptores quando são ligados, pequenosmotores,
solenóides,etc.
Bastaentão encostaras pontas de prova nos ter- Um tipo d€ falha que pode ocorrer rìum circuito
minais destescomponentese observaro led (figura 4). é a falta de alimentaçãode uma etapadevidoa inter-
rupçõesde trilhas na placade circuito impresso,quei-
ma de componentesou outros problemas.
Assim,um primeiroprocedimento,quandosetem
um aparelhoinoperante,é verificar setodas as etapas
reçebema alimentaçãoda fonte e issoó fácil de fazer,
m€smose o leitor não possuirum multímetro.
Um comprovadorde tensõesde alimenlaçãoque
trabalhadç 3 a l2V é mostradona figura 6 e é monta-
do çom apenasdois componentes,

@
LÃ ü P A o A
c':-t 6
CHOOUE

'.-<
,RLl K"4
(\11 è-'j'':a
-/

Se o led acende,mesmoque com um brilho um


poucoreduzido(paraas bobinasde resistênciamaior),
entãoo componenteestábom. Se não acender,então
existeminterrupçõesou falta de continuidade.

COMPROVAçÃO DE ALIMENTAçÃO

Os circuitoseletrônicospossuemuma lógica bern A ponta de prova é vermeÌhae a garra jacaré é


definida. Não é precisoconhecerprofundarnenteseu preta. O led é vermelhocomum e a posiçãodo led
funcionamentopara que, a partir desta lógica, seja dev€ser observada..Este comprovadorde tensõespo-
possívelfazeruma análisede operaçãoe eventualmen- de ser instaladofacilmenteDum tubo Dlástico.como
te enconlraruma falha. mostraa figura 7.
Assim,rádios,ampliÍicadores,pré-amplilicadores,
circuitosdigitaisetc,possuemetapasque exercemfun-
çõesdeterminadase têm operaçãoquaseindependen-
te. Cada etapapossuiuma entradade sinal, uma sai-
da de sinal, ç deve receberuma alimentaçãona for- asÌrco
ma de tensõescontínuas.
Na figuÍa 5 temosum circuito típico de um rádio
em que se observaas diversasetapas.
Cada etaparecebea alimentaçãoda fonte única,
formada por pilhas, poÌ €xemplo,e tem tanto uma 7
entradacomo saídade sinal.

TOTALN9 ] 7/90
ÊLÊTRÔNICA
COMO USAR O multímetro deveestarna escalaDC Volts 0-12
ou 0-15, conforme a alimentaçãodo apareÌho.
Para usar o compÍovadoÌ de tensão ligamos a Onde devemosfazer as verifiçações?
garÍa jaçaré(preta)ao pólo negativoou 0V da alimen- Na figura 9 temosum circuito tipico de rádio tran-
tação (pilhasou fonte). A ponta de prova vai ser en- sistorizado mostradoDarcialmente.
costadanos pontos em que esperamosencontrarten- A placâ de circuito impressocorrespondenteé
são de alimentação, mostradana mesmafigura.
Sefor usadomuitímetro,conformemostraa figu- Observea linha de alimentac,ão,ou seja, onde
ra 8, o procedimentoé análogo: ligamos atravésde passaa alimentaçãopositivapara todasas etapas.Es-
uma garra a ponta de prova preta ao póÌo negativo ta "Linha" possuialgunsÍesistoresque têm por fun-
da fonte e vamostocando com a ponta vermelhanos ção reduzira tensãoa valoresapropriadose, em con-
pontos em que esperamosencontrartensões. junto com capacitores,fazer uma certa filtragem pa-
ra estaalimentação.
Normalmente são usadoscapacitoresde 100nF
I ou então, nos circuitosmais sensíveis de áudio, capa-
citoreseletrolíticosde valoreselevados.
Tocandocom a ponta do comprovadornos pon-
tos destalinha, o led deve acender,e seu brilho vai
reduzindo à medida que nos afastamosda fonte ou
bateria.
Se houver uma interrupçãona alimentaçãoo led
apaga.
Vamos supor que ocoÍa a interrupçãono resis-
tor R da figura 10.

PR OÊLEÍ4, F ESISÌO F
''_ Às r r t EnAuec ÃO _ ,/^BER T O {OU El r r Âoo,
oc
rl \
tl
lr
tl
ll
5€ll
ÌE Ns o

l0

9 Temos então 4 possibilidadesque devem se ser


Às ÉTÂPès Às ÉÍaPAs
oE arJ0ro OEF T DE RF verificadas:
a) O próprio resistorR pode estaÍ queimado(ve-
ja se não tem sinaisde enegrecimento). Se isso ocor-
rer, cuidado!podeserque suaqueimasedevaa algum
j' curto-circuito, por exemplono capacitorC de filtro
que tambémdevç ser verificado.
b) Interrupçãona trilha da placa de circuito im-
presso.Podemosencontrarinterrupçõespela simples
inspeçãovisual.
c) Capacitoresem curto-circuitona filtragem. A
entrada do capacitorem curto-circuito faz com que
OE RA L a tensãocaia a zero e o aparelhonào luncione, Reti-
re o capacitore teste-o.A simplesretiradapodejá fa-
zer com que o aparelhoentre em funcionamento,se
bem que anormal.
d.)Finalmente temosproblemas nospróprioscom-
ponentesda etapaalimentada,comopoÍ exemplotran-
sistoresem curto-circuito,capacitoresem curto-circui-
to, etc. Estesdevemser testados.
O comprovadorde tensãotambémservepara ve-
rificar o funcionamentode fontesde alimentação,
Na figura I I temos um circuito típiço de ionte
com os pontosem que o comprovadordeveserligado.
Senão tivermost€nsãoem (a) o iliodo podeestar
aberto ou,/eo capacitorde liltro em curto. Se em (b)
não tivermostensão,o transformadorestâaberto,Fa-
ça uma prova de çontinuidadecom ele desligadopa-
ra ver seos enrolamentosestãoDerfeitos.

TOTALN' 17/90
ELETRÔNICA
acrescentadoao comprovador para permitir que ele
também verifique a presençade tensõesalternadas,
casoda fonte.

E s€ as tensõ€sesÍiveremcorÌetas?
No casoem que nenhumaanormalidadeseja en-
contradanas tensõesdasetapas,entãopodemosfazer
usodeoutrostiposdetécnicas paraencontrarprobÌemas.
Uma delasé a que empregao injetor de sinaise
que podeserusadâem aparelhos que operamcom si-
naisdeáudioe RF taiscomorádios,amplificadores etc.
Outra.consiste na medirladar ten.òe.nor t ompo-
ncntes.Muitos esquemas trazemtambémas tensões
que devemosencontrarquandoa etapaestánormal.
Encontrandouma tensãoanormalmente baixaou al-
ta podemossuspeitardos componentes em torno do
local, que podemestarcom problemas.Se bem que
ÂCRESCENIÁR PÂRA AS PROVAS DE a tarefade retjrarum a um para le\te nào sejâa me-
ÍEN5ÀO ALÍERNÂOÁ COiIO EI' (bJ lhor, num casode emergência não há outra solução.
ìì
O idealé realizarprocedimentos de prova que, sem
dúvida, nos levemao componente ou componentes
Se cm (c) não tìvermos tensão,devemosverificar defeituosos que entãosim, serãoretirados,testados e
o diodo zener, transisÍore também o segundocapaci- depoissubstituidos.
tor de filtragem. Voltaremosnaspróximasediçõescom mais "di-
O diodo Dl do lipo lN4l48 ou 1N4002deve ser cas" de reDaração. I

ílr--Novos Lonçomentos
em MSX---rr
cuFso oEBAstcMsx- vot. I LtNGuacEM
DEMÁoutNÀ
Msx 100otcasPAFA[asx

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r,entês ê.iativos,
_E-r____E rri_,o""q ta, e acompanna.
êstaobr aÁop1- ALEPH.
m e r o cu rso si sl e má l i co par a âqueles que N C z S277,00
Nc7\212,20
qúerem reâìmenÌe aprenoer a programar.

colEçÃo DE PFocRÀMAs Msx voL. I


pÊocnÂMAÇÃo
avaNÇaDA
EMMsx apFoFUNDANoo-sE
NoMsx Oliveira el al, Uma coletânea de prog.amas
parâ o usuário principalmenlê êm [4sx, J]
Figleredo, À4aldonadoe Bossetlo - Um livro Piazzi, lvlaldonado, OtiveiÍâ el at. Pará ouen gos, músicas, desenhos e aplicalivos úteis
pâra aqueles qle querem extrâir do l\,lSXru- qúêf conhecer todos os detathes da mâouina: aprêsentados de modo siÍìples e didátlco.
do o que ele lem a oleíecer. Todos os segre- como usar os 32kb de RAi,1€scondido peta Todos os programas lêm inslÌuçõês de digiìa-
dos do lirmwaÍe do IMSXsão comenlados ê BOI\,1,como redêÍinÌ caracte.es, como usaf o ção e uÍìa análise delalhada, elplicãndo
exempliÍicados. TruqLrese rnacêtês sobíe co- SOUNO, como tazêr cóoiâs dê lêtas aráticâs pÌalicamente linhâ por linha o s.u tuncionâ-
n o Lsa r L rn g u a q e n d e MáquiFado 2.80 são na r mpr er cor a, ( om o ,az ej c ópr as o; ÍÍâs . menlo. Todos os pÍograÍnas Io anr leslados ê
exãus1ivãrnenle6nsinâdos. Eslã é mâis uma Ìodos os deta hes da arquitetura do MSX. o tuncionaml A maneiÍa íals lácil e diverlida
obra, iidispensável na biblioteca e na nentê B|OS e as variáveis do sistema comenìãdase de entrar no maiaviihoso mundo do mìcro
do pfogrdador ÌúSX! um podeíoso disâssembter. M SX.
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Pedidospelo ReembolsoPostalà Saber Publicidadee PromoçõesLtda.
de Comprada últimapágina.
Utilizea Solicitação

E LÊ T E O N I CÌAO I A L N : ] 7 / 9 0
Correiodo leitor
AMPLIFICADOR DE 30 A 8OW . Se houver perda do nível de áudio com a ligaçào
do fone ou alto-falantede modo a não havera excita-
Pedimosaosleitoresque pretendemmontar o am- ção do gravadorcomo desejado,utilize o transforma-
plificador de 30 a 80W da revistaEletrônicaTotal n: dor, que e do tipo de saidapara transistores,com im-
15 que façam uma pequeÍIaalteraçãoBo desenhoda pedânciaprimária entre 100e 2000ohms.
placaque saiu na figura 5 - pág. 5. O que ocorre'é
que para maior segurançade funcionamento,as tri- VARICAP
lhasque vão de C4 ao alto-falantede Q4 e do alto-fa-
lante ao 0V e tambéma trilha de + Vcc ao transistor Algunsleitorescomoo ELIAS HENRIQUEDOS
Q3 e finalmentede Q3 a R8, C4, passandopor R9 SANTOS de Juiz de Fora - MC estão encontrando
até Q4 devemseralargadasdada a intensidadçda cor- dificüldadespara conseguiro diodo vaÍicap recomen-
rente que flui. Se o leitor Já,fez a placa sugerimos dado na montagemdo Transmissorde FM da Revis-
que por cima das trilhas, em toda sua extensãoseja ta EletrônicaTotal n9 14.
soldado um fio nu de modo a poder apresentarme- Damos a seguiruma relaçàode diodos varicaps
noÍ resistênciaà corr€nteelevada queìrá circular.Sem que podem ser usados:BBl19, BB204B,BB204G,
este procedimentopodem ocorrer instabiÌidadese as BB405B,BB4l7, 88809, 88909 e BB909B.Na falta
própriasrrilhaspodemabrir num pico mais intenso destesdiodosexisteuma soluçâoimprovisadaque en-
de corÍente. treianto exigeum sinal moduladormaiselevadoe que
precisade experimentação, Trata-seda ligaçâoem pa-
FORA DE SERIE ralelo de 2 diodos lN40O2conforme mostra a figura
2. Se bem que apresentando uma capacita6nciame-
Duasvezespor ano publicamosuma ediçãoespe- nor, elestambémapresentamo efeito "Varicap" po-
cial denominadaSaber Eletrônica Fora de Série em dendo ser experimentados no circuito.
quesãoapÍesentados projetosdesenvolvidospelospró-
prios leitoresda revistaSaberEletrônicae da revista
EletrônicaTotal. Seo leitordesenvolveu algumproje-
to interessantee desejapublicáJo, concorrendoa prê-
mios, envie-opara nossaredação.Os projetos devem
ser inéditos; devem ser desenhadosem folha separa-
da (mesmoque a lápis) com nossasimbologiae todos
os valoresdos componentese acompanhadosde um
pequenoÌextoexplicarivo.
A próxima edição Fora de Sériedeverásair em
janeiro de 1990,e os projetos que forem enviadosa
partir de agoraficarâo para a ediçãodo meio do pró-
ximo ano. Atenção: não valem projetos copiadosde
revistasou livÌos técnicos.

MoNrroRAçÃo DE GRAvAçÃo
O leitorELMO EDSONMANGIA de BarraMan-
sa - RJ desejasabercomo devefazer para monitorar VENDA DE COMPONENTES
uma gravaçãofeita da saídade fone de seurádio pa-
ra a entradade microfone de seugravador. Muitos leitores nos escrevempedindo listas de
lsso pode ser feitq por um pequenoalto-falante preçosde componentespara montagensde aparelho
ou mesmo um fone de ouvido conforme o circuito ou seja,determinadosprojetosda revista.
específicos,
da fisura l. Informamos que, a não ser os kits que são anuncia-

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ELETRÔNICA
ÌOTAL N? 17/90
Elelrônicajunior

Construção
de um periscópio
A associâçãode espelhosplanosnos pÌmile constÌuir vários aprÍelhos. Um deles,abslanaeinter€ssanle,
é o Periscópio.0 periscôpioé um aprr€lho que, basicamente,tem como princípio e Ìeflexão da luz'
É um aparelhode construçãosimplese que faz bastetrtesucessonas Feirasde Ciências.
Vamos fornecerprÍa você as "dicas" paÌa que possaconstÌuir um bom Periscópio.

Prof. Pedro C&rlosde OliveiÍa

INTRoDUçÃO
LISTA DE üATERIAL
Os espeÌhosplanosforÍÌecema partiÍ de um obje-
to real, uma imagem virtual e de igual tamanho do - lesoura
objeto. Observepela figura I que o objeto (o) e a ima- - lápls
gem (i) são equidistantesdo espelho(d = d'). - Íégua
- cartolinapíela (ou papelão)
- cola
- dois espelhosplanosde 10x10cm

Se colocarmosdois espelhosplanos de acordo


çom a ilustraçãoda figura 2, temoso caminhoesque- (OUPAPELÃO
matizadodos raios luminosos.
E baseadonesteprocessod€ Íeflexão que vamos
PBETO)
construir o Periscópio.

I - ArÍumar uma cartolina preta ou papelãore-


cobertocom papelpreto nasdimensões 43x46cm(figu-
ra 3).
2 - Recortara cartolinana regiãode linhascheias
e dobrar nas regiõesde linhas ponti-
lhadas(- - -), como na figura 4.

54 ToTÂLNI 17190
ÉLÉTRÔNIoA
j uni oÍ
E ìcrrúni (ã

ConslÍuçàode um periscópio

3 - Fazerdois orificiosde 5x5cmnasregiòesin-


dicadaspor (W\ (fteuía 5).
4 - Os espelhosde l0xlocm ficarão coladosinter-
namentenas Ìegiõesindicadaspor (v@r, conforme a
figura 6. Deve-sefixálos com cola (durex ou supor-
rt
ri TW" te) de tal forma que estesfaçam ângulo de 45o. E
mais fácil fixar primeiro o lado I do espelho.
le r dt j 5 - O periscópioestarápronto após vocêefetuaÍ
"
TÏ1 tl
ri
as dobradurase fixar o outro lado do espelho.A fi-
gura 7, mostra o aspectofinal, de perfil, do peris-
:W : lr cópio.

í'.> rì
t
--r
!l

i'i.
rl
Li
r:i-
(
.t...

S UPER
A MP T I F I C A D O R E S
Paragrandealcanceem campoaberto
ldealparacaÍÍo-volante,
estádiosde Íuteboletc.
MOD.PA.25O
Alim ent aç ão:bat e ri ao u Ío n te 1 3 ,8V D C (8 A míni mo)
Potênciade salda IHF: '100W
Alc anc eút il em c a mp o a b e rto :
360" 4 cornetas350m oor corneta
1B0o 2 cornetas400m por corneta
NCzS2.569,00

MOD .P A -100
Alimentação:bateriaou Íonte 13,8VDC (5A mínimo)
Potênciade saída IHF: 70W
Alcance útil em campo âbeÍto:
360" 4 cornetâs300mpor corneta
180" 2 cornetâs350mpor corneta
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OBS.:Essesâpârelhosnão sáo vendidos
por Fìeembolso
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ElctÌôoica junior

minipÍojctos

Vibrador eletrônico
experimental
Este circuito, bastantesimples,pode ser usado A disposiçãodos componentestendo por base
em feiras de ciênciaspara d€monstÌaçãodo principio uma ponte de terminaisé mostradana figura 2.
de operaçãode um vibrador, como curiosidadeou co- Os resistoressão de l,/8w ou l/4vr', com 5 ou
mo um alarmesimPÌes. loqo de tolerâÍIcia,e o capacitor tanto pode ser de
Trata-sede um sistemaque excita um vibrador poliéstercomo cerâmico.Na verdade.sugerimos que
construídocom peçasde sucatae que produz um som você faça experiêlciascom capacitoresna faixa de
que dependedo ajuste de Pl. A intensidadedo som 41 alé 220ítF. Os çapacitoresmaioÌes vão produziÍ
vai dependerda maneiracomo vocêmontar seuvibra- sonsmais graves(freqüênciasmais baixas).
dor. O vibrador Ll tem sua montagem feita como
O que temos é um osciladorcuja freqüênciade- mostra a figura 3.
pendedo capacitoÍ Cl e ambém do ajuste do poten- A bobina do vibrador é formada por 200 a 400
ciômetroPl. voltas de fio esmaltadobem fino, como por exemplo
A alimentaçãopode ser feita com tensõesde 3 a o 32AWC.
6v, obtida de pilhas comuns.
Na figura I temoso diagramacompletodo apare-
lho.

Ér!-r

ELEÍFôN|oATorALN917l9o
Ëletrônicajunior

miniprojetos

entÌe a cabeçado pregoe a lata para que possaoçor-


rer a vibraçãoda forma esperada.
LISTA DE MATERIAL Para testar o aparelhobastaligá-lo e ajustar Pl
a fim de obter o maior nível de som. Podemosajus-
01 - 8C548 - lransistorNPN de uso geraì taÍ tambémestesom aproximandoou afastandoa la-
02 - 8C558- lransistorPNPde uso geÍal tinha do prego. No momentoem que, na vibraçâo,a
L1 - vibÍador- ver lexto latinha bater.noprego,teremoso som de maior inten-
S1 - interruPloÍsimPles sidade.
81 - 3 oL r6V - 2o u 4 Pilhas Para obteÌ maior nivel sonoro podemosalimen-
Pl - 100k- poìenciômelro tar o circuito com tensãomaior, como por exemplo
R1 10k - íeslstoÍ(marrom,prelo,laranla) 9 ou 12V de uma fonte de alimentaçãode pelo menos
R2 - 1k - Íeslslor(marÍom,preto,veÍrÌìelho) 500m4. No entanto, será precisotrocaÍ o transistor
C1 100nF- capacilorcerârnlcoou de poliester Q2 por um TIP32ou mesmoTIP42e usarum peque-
Diversos:suportepara pilhasoLrÍonte de âl menta_ no radiador de calor, pois com a potênciamaior este
çào, ponle de teÍminais,materlalpaÍa elaboração componentetendea aquecer.
dovibíadorknobparao polenciôrnetío, lios,soldaelc Num aÌarmeexperimentalbastaligar os fios que
váo a SI aoslerminaisde um sensor
Outrapossibilidade é trocarSl por um manipula-
A parte metálica deste vibrador é feita com peda- dor e, com isso, fazer um telégrafoexperimental.O
ço de Ìata cortada com cuidado e presa num toco. vibrador será colocado bem longe do manipulador,
veia oue deve existir um intervalo de ordem de lmm ligadopor meiode fios compridos.

Provadorde eletrolíticos
Sevocênão tem um multímetroou outro instru- Comparado o tempo de carga de capacitores
mentode prova na sua bancadae deseiasaberse o bons de valoresconhecidospodemosaté saberquaì é
"estoqüc"de eÌetroliticos aproveitados de aÌgumapa- o valor aproxìmadode um capacitorcom a marcação
relhodesmontado tem algumcomponente defeituoso
entãoesteprovador pode ser de grandeutilidade. Ele
testa com eficiênciacapacitores eletroliticosde I a
l0o0pFdando uma idéia tanto da existênciade fugas,
como atédo valor do componente.
O aparelhoé extremamentesimplespodendoser
construidode modo permanente e instaladonumape-
quenacaixaplásticaou saboneteira. BC 54a
o princípiode funcionamentoé simplesde enten-
der: um transistoré polarizadopor um Íesistor(Rl)
de modo a conduzira correnteque faz acenderum Ied,
Se Ìigarmosmomentaneamente um capacitorele-
trolíticoentrea basee c emissordestetransistor,o
capacitor"absorve" a correntedepoÌarizaçãodo tran-
sistor até que ocorra sua cargacompieta.Issosignifi-
ca que,Ìigandoo capacitorno circuito,enquantoele
nãosecarregaratravésdo resistorRl, o led nãoacende.
Como o tempo de carga é tanto maior quanto
maior for o capacitor, para os capacitoresmaiores
LISTA DE MATERIAL
demorarâ mais tempo para que o led acenda.Para
um capacitorde lpF temosum tempo da ordem de I O1 - 8C548ou equivalente- tÍansislorNPN de uso
segundo.Para um capacitorde l00opF pode demoraÌ geral
até algunsmìnutos. Led - led vermelhocornum
Se,ao ligarmoso capcitor,o led acenderde ime- 81 - 6V - 4 pilhasou baleÍÌade 9V
diato, é porque o capacitorestáaberto, ou seja, não F1 - 47k0 - Íesistor(amaíelo,vilêta,larania)
flui correntede carga. Se o led não acendernunca, n2 - 470k0- Íesislor(amarelo,violela,rnarrom)
mesmodepoisde I minuto com um capacitorpeque- Diversos:ponlasde pÍova,suportede pilhas,caixa
no, é porque ele está em curto-circuito,ou seja, flui paÍa montagem,íios,soldaetc.
coÌrentepermanenteque nunca o caÍrega.

TOTALN9 17190
ELETRÕNICA
Eletrônicajunior

ninipíojelos

As pontas d€ prova são feitas com dois pregui-


nhoscom suapartedeseguraÍisoÌada com fita isolante.
Os resistoressão de l/8 ou l/4W e o led pode
ser vermelhô ou de qualquer outra cor. A fonte de
aÌimentaçãopode ser formada por 4 piÌhaspequenas,
ou, seo leitor preferir, uma montagemmais cômpac-
ta pode usar uma bateria de 9V. Nestecaso, troque
o resistorR2 por um de 1k0.
Na montagemé precisoobseÍvarcom cuidado a
polaridadedo led, a posiçãodo transistore a polari-
dade do suportede piÌhas.
Para usar é simples:encosteas pontas de prova
nos terminaisdo capacitor em testeobssrvandosua
polaridade.
No momento em que você encostaras pontas
no capacitorem pÍova, o led que estavaacesodeve
apagar.O led ficaÍá apagadopor aÌgunssegundose
depoìs deve acender,se o capacitor estiver bom. O
tempo durante o qual o led fica apagadodependedo
valor do capacitor. Para os capacitoresde I a 50pF
o tempoé de algunssegundos. Paracapacitores maio-
res pode ultrapassaros l0 segundos.
apagado,Na figura I temoso circuito desteprovador. Para desligaro aparelho é só retirar as pilhas
Sua montagem,muito simples,pode ser feita numa do suporteou retirar a bateria,a não ser que o leitor
pequenaponte de 5 terminaisque será instaladanu- queira acrescentarao projeto um interrüptor geral
ma caixaplástica(figura 2). (Sl), da maÍreiraconvencional.

O menoralarmedo mundo
Este alarme pode ser montado numa versãotão
compactaque cabe perfeitamenteno seu bolso e po-
de avisálo quandoalguémtentar abrir uma porta, ja-
nela, gaveta,ou removeralgum objeto.
O circuito é muito simplese admite a utilização
de praticamenÌe qualqueÍÌransislor.inclusivedos ri-
pos PNP (com a inversãodo led e da bateria).
O princípio de funcionamentoé simples:quan-
do o sensor,que consistenum pedaçode fio esmalta-
do fino estáinteiro, a correnteque passapoÌ Rl cir-
cuiladiretamenre parao negativoda bateria,sempo-
larizar a basedo transistor.Nestascondições,o tran-
sistornão tem correnteno seuemissoÍe o Ìed perma-
neçeapagado.
Se o fio fino for interrompido quando alguém
tentar abrir uma porta ou janela, a correntepassaa
circular atravésde Rl e pela basedo transistor Ql,
polarizando-o.Destaforma, passamosa ter uma cor- A montagem,tendo por baseuma pequenapon-
rente intensa no emissor do transistor, que acende te de terminaisé mostradana figura 2.
o led. O desenhomostra alimentaçãocom 4 pilhas pe-
O intçressanteneste projeto é que na condição quenas,mas podemosusar uma bateriade 9V em seu
de espera,ou seja,com o fio do sensorintacto, a cor- lugar, obtendo montagemmais compacta.Para isso
rentede Rl é muito baixa, o que significaque o alar- basta trocar Rl por um resistor de l00k e R2 por
me praticamenenão consomeenergia,prolongando um de lk2 ou lk5.
assima vida útil das pilhas ou bateÍia. Os transistorespodem ser NPN de qualquer ti-
Na figura I temoso diagramaçompletodo alarme. po. DentreosPNP sugeridos, temoso 8C558,25Bl75,

58 ELETaÔNICAÍOTAL N? ]7190
El€lrônicajunior

minipÍojetos

O conjunto podeseÍ montadonuma pequenacai-


xa plásticae o fio sensoÍpode ser estendidoaté uma
distânciade l0 mettos do aparelho.
PaÍa a conexãodo sensor,utilizamosuma pon-
te de terminais çom parafusos.No ponto em que o
fio é encaixadonestaponte e apertadopelo parafuso,
deve ser feita a raspagemdo esmalteque o recobre
de modo a facilitar o contato elétrico.
Se, ao ligaÍ o aparelho, o led acender,é sinal
que existemau contatona ponte de conexãonos pon-
tosA eB .V eri fi que.

LISTA DÊ MATERIAL

Ql - BC54Bou qualqueÍNPNde usogeíal - lransistor


Led - led vermelhocomum
ou bateÍiade 9V - verlexìo
81 - 6V - 4 pilhaspequenas
R1 - 47k - resistoÍ(arnarelo,
violela,laranla)
R2 - 470A,- resisÌor(amarelo,violela,mâíÍorn)
Diversos:supoÍtede pilhas,pontede teÍminals,cal_
xa pa.a montagem,fios esmalladosÍinos de n: 30 a
34 para o se4soÍ,ponlede dorsleÍm'naiscom paía'
ACl88, ACì28 e muitosoutros,desdeque se obser- íusos,soldaelc.
ve a inversãodas pilhas e led e a disposiçãodos ter-
minais de emissor,coletoÍ e base.

Osciladorsolar
Eslaversãode osciladorsensivel a luz utilizaco- da dependeda sombraque fazemossobreo foto-tran-
mo sensorum foto transistorou então um transistor sistor.O circuito é muito simplese utiliza componen-
de potênciacomumcomoo 2N3055do quaÌtenhasi- Ìescomuns.
do íetirada a pÍoteção superior. Com a retirada do A alimentaçãopode ser feita com 2 ou 4 pilhas
invólucroprotetor,expomosa pastilhasemiconduto- comunse o som tem intensidadesuficientepaÍa exci-
ra à luz e com isso obtemos os efeitos equivalentes tar um pequenoalto-falante.
aosobservados num foto-transistor comum. O circuito do osciladoré mostrado na figura 1-
l Esteosciladoremiteum som cuja freqüência de- Sua montagemtendo por baseuma ponte de termi-
pendede quantidade de luz queincideno foto-transis- nais isoladosé mostradana figura 2.
I
tor. Podemosusá lo como um alarme de passagem, O foto-transistorpode ser de qualquer tipo, ou
I em demonstrações para feiras de ciênciase até mes-
't mo como instrumentomusical,em que a nota emiti-
I LISTA DE MATERIAL

01 - 2N3055- ver texto - lransistorsem proleção


ou Íoto-lransìslor
02 - 8C548ou equivalente- transislorNPN de uso
geíal
03 - BC558ouequivalente-transistor PNPdeusogeral
FÌÊ - aìlo'Íalanlede 4 ou 80
S1 - interÍuptorsimples
81 - 3 ou 6V - 2 ou 4 pilhaspequenas
R1,R2 - l kOx 1/8W- resislores{marlom,pÍelo,ver-
melho)
C1 - 47nF - capâciÌorcerâmicoou poliéster
Diversos:pontede ìeíminais,suporlede pilhas,tios,
caixa paÍa montagemelc.

ELETBÔNlCATOÌAL N: 17/90

l
Ëletlônica junior

então um 2N3055 do qual tenha sido retirada a parte O alto-falante de 4 ou 80 pode seÍ de qualquer
protetora do invólucro. Observe que as ligaçõessão tamanho, e para a alimenlação podemos usar duas
feitas entre os terminais de coletor e emissor. Nos fo- ou quatro pilhas pequenas.
to-transistoreso leitor também terá de identificar es- Para utilizar o aparelho iluminamos Ql deven-
Ìes terminais. Os resistoressão de l/8 ou l/4W e o do então haver emissão de som. Quando deixamos
capacitor Cl determina a tonalidade do som gerado. Q l n a \ o m b r a o 'o m d e \ e l o r n a r - s em a i s g r a v e o u e n -
Se quiser toÍnar o som mais agudo, basta reduzir es- tão parar completamente.A intensidadede luz que
te capacitor. faz o som sair forte e bastanteagudo dependedo ti-
O transistor Q2 pode ser qualquer NPN de uso po de transistor usado para Ql.
geral como o 8C548 ou seusequivalentesmais conhe- Observeque esle oscilador é controlado pela luz
cidos tais como o 8C237, 8C238, 8C547, etc. Já, o e não alimentado por ela, já que Ql funciona como
transistor Q3 pode ser o 8C558 ou seus equivalenÌes uma célula condutiva e não como um gerador de ener-
como o 8C307. 8C308. 8C557. etc. g i a e l é t r i c aa p a r Ì ì r d a ì u z . a

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Enclclopódl6 Eletrônlca Tolsl Enclclopédlâ Elot.ônlca Totrl
SUBSTBATO FERRIÌE frl
F ich a 63/R evsl a no 17 Ficha e,a/Revista n9 t7
z
São substânciascom propriedadesmagnélicasusadasnâ elabo- o
E a parte do material semicondutorque serve de apoio Íísico
ao componenteem Si,como por exemploum transistoroU Um Çircui-
to inlegrado,a partirde onde sáo foímadasas regiÕesque correspon,
raçãode núcleosde bobinas.Estassubstâncìasapresentama proprie-
dade de concenÌraras linhâsde ÍorÇade um campo magnéticoau-
mentandoassima indutânciade uma bobina.No entanto,estâssubs-
o
r{
dem â cada elementodo semicondutor(emissor,coletore base)ou
do cjrcuitointegrado(resislores,partesdos diodose dos Ìransistores
e outroscomoonentes).
tâncias não são condutoras,Íeduzindoassim os eÍeitosdas corren-
tes induzidasde turbilhãoque provocamo aquecimentodos núcle-
os, principalmenlenas allas lreqüênclas.
o
Fd
O substratopode ser ativo ou passivo.Quansoativo,ele exerce
uma determinadaÍunção eletrônica,conduzindocorrente.No caso
Núcleosde Íerrite são usadosem bobinasque ooeram em Íre-
qúênciasque vão desdealgunshertzaté algumasdezenasde mega-
14.
do substratopassivo,ele serveapenasde apoioou aindapara trans-
Íerênciade calor.
hertze podemter os maisdiversosÍormatosconÍorfnemostraa Íigura. U
Os bastõesde ferrite sâo obtidospelo aglomeradode óxidosde
ferro de forma especial,adquirindoum grandegrau de compacidade. F
1ll
r{
14
RATOSX
EnciclopádleEl€trônlcâÌotal
Fichâ65/Revislan9 17
E ANION
EnciclopódlaEletrônlcaTotal
Fichaôô/Bevisìan917
F.l

o,
São radiãçÕeseletÍomagnéticas mujto penetrantescom comorì- z
mentosde onda na Íaixa de O,Oja 50 Angstroms,tendopor caracle.
rísticaprincipala de atravessarcorposopacosâ radiaçôesno espec-
Quando dissolvemosum composto eletÍicamente dissociável
em água elê se separaem componentesdotadosde cargas elétricas o
tro elêtromagnétlco
ta e os raios gama.
observando-seque ficam entreos raiosultraviole- que apresentamcerta mobilidade.Os elemenlosdotados de carga
negativasão denominadosânione são atÍaídospor um eletrodoDosi_ F
ParaproduzirraiosX são Íeitasdescargasde alta tensãoem tu- tivo que recebe o nome de anodo. Já, os elementospositivossão
Fl
bos de vácuo, ou então bombardeadasplacas no interiorde tubos
que liberam esta radiação.
Comoos raiosX são perigosos,pois destÍoemas célulasde nos_
chamadosde cátionse são atraídospor um elelrodonegativodeno_
minadocatodo.
No caso do sal de cozinha(ctoretode sódio),o cloro se djssocia
o
Fl
em ânions(que podemsê movimentaratravésda soluÇão)e o sódio.
so corpo, a exposição prolongadaa esta Íadiação deve ser evitada.
na Íorma de cátion. F
F
ENCICLOPÉDIA ENCICLOPÉDIA
FERRITE SUBSTRATO TOTAL
ELETRôNICA
TOTAL
ELETRÔNICA

IlUCLEO

â*
9JBSIRAÌO P OEUM ÌRÂIIS|STOR 0€ lrlrl Cr8cljrÍo í'ltEGFAoo
SUBSTRAÍO

TcLEO NUC LEOC

ÊNclcLoPÉDtA ENCICLOPÉDIA
ÂNroN RAIOSX TOTAL
ELETRÔNICA
TOTAL
ELEÍRÔNICA

Ì'>

+ o*
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o cÁtrolrs
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o ÂNtoNs (C A ÌION (A
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SOLICITAçÃO DE COMPRA
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Bairro cEPl-T-fT-f-]
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cole
i
J
livrostécnicos
MANUÁLBÁSICO DE
ETEÌRONICA

CInCU|TOSE DISPOSIÌIV(,J
ELEÍFôNrcos ESGOTADQ
Es l a ó r m â obr a de gr ânde m -
por tanc â pâÍa a b b Ò tc c . de
ESGOTADO l odo es l udanl e de el c l r ôni c a.
Como sáo leilos e como Íu.- c ônl ê.do s ete paÍl es . o autoÌ
c ion a m o s p Í n ci p a s d i sp o str- ex pl ofê os pín.r pai s Ìem âs dc
v os d e e s l a d o só Ìd o e to to - r r l er c s s c ger âl da e etÍôn ôa.
e le l Í Ô nc o s . E s u m â ssu n to c om eç ânÕ opor
que o e v ê s e r e sl u d à d o p o r l o - de r .Íoím aç ões ger a s s ôbr e
oos q u e p r e r en d e mu m co n h e l er m r noog a, un dadês 1óÊ
ome n l o m a i o r d a e l e kô n ca m ur ase s i m bol osm âl em óìc os .
n o d e r n a , N e sta o b ra , â é m pãs s a.do pe a hr s ìóía íes uhi
des r e s â s s u n to s, a i n d a te n o s da da e etr ônl c a,c onc etos l r á
uma a b o f d a g e m co mp cl a d o s s c os de r i s i c a 9er â,l ufda.
c rrc ! r t o s r r l e g .a d o s, d a mi - m enr o5 qer ar s .r e r ad ac ões
c f oe l ê t r ó nc a e d o s ci rcu l o s * el eÌr 0m agnél c áse fúc eâr ês
-'7 \ â ófôs l er a e â l r opos l er a.
s !âs Ini uônc âs na pr opâgã
\ ç ao das ondas dê r âdr o,m al e-
ías e c om pofenl es el etÍôn-
c os , e IeÍm r ôandoem v ál v !l as e tubos e c l r ón c ôs .

T U D o s oBF E F ELES
E!ETAOMCÁ ÁP!tCAOA
ESGOÍADO
64 pág nas .om d v er s asapti
ESGOÌADO
.aÇ ões e i n,oÍhaç oes s obr e
E s le t Í â b a l h o é , n â ve rd a d ê ,
lm a c o n l r n u ã çã o d o s i vÍo s . C om o l onoonãm os r e és
M a n u a l B á s c o d e E te rÍô n i ca ' . Os r e és na pr áti c a
e C i r c ! ì l o s e D i sp o sÌi vo s E i e .
. As c ar ac l er ís cl as etétr c as
lrón cos . São iênas de grán ii.;
dê In p o r l à n c a p á ra a ro ma -
. C om o us âr !m fè é : :
ç ão l é c n r c a ,q u e tè m s!a ã b o r i;it
õãgeh oe uma lorma agradá-
v eL e m u r r o D em p o rme n o r2 a . t,t.
F e és em c i r c ! l os i ógi c os
,
Deslacamos a guns: lelecom!- Be ós em opl oel etíónr c a
ap r c aç ões nd!s l r i ai s a ;-.ìtì ,-.,,...
nic a ç ô e s - e l e trô n i ó a n a n -
d ú s l Í r a e n o c o h é Íc o - g Íá va U m l v r o i nd c ado a ESÌU D AN -
ÌEs , ÌÉc N l c os , EN c ÊN N Et-
ç ã o d e s o m e vfd e o - mú srca
e lelÍ ô n i c â s ste ma sd e Ía d a Í F OS e H OBISÌAS q!e que r ám ;,,-,.
ãpr m or ar s eus I'il+,. .
, ;ïi,i itir i -

c oLEÇ Ào c tBc ul Ìos & tN F oR M Áç óEs - v or , t, l t, It E tv

N C Z SI I2,50 c ada v ol um ê
TUDo soaFE MULÌjMEÌÊos um â c or èr ãôeadc gr ande utl i dadc par a e.genhei r os , l éc n c ôs , es r uc an-

C i .c ur tosbás r c os- c ar ac teÍfs ti c as


de c om po.enr es pi ôa9ens tóÍr ìL as
N C z $1 4 4 , 9 0 l abel àsè nl or m aç óesúl e s .
o llv r o i d e a r p a ra q u e m q l e r O Bqa G O VPLEÌ4 00L' j o,c 300ti on- ,o"
saber úsar o l\4utÍmetÍo em to-
d a s s u a s p o s s Í ve i sa p i i ca çó e s

AplicaçÕesno aí e no carro

Ìesles de compônentês
Ce n t e n a s d € u s o s p a ra o ma i s
ú lrl d e r o d o s os i n sl ru me n ro s
ele l. Ôn i c o sÍ a z em d e sl ê l i vro o
ma s c o m p e l o d o g è n e ío l
Ì ot âlm ê n t e b a se a d o n o s ML ,
1Ímêlrosque vocè enconlra em

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