Você está na página 1de 13

Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

MEMORIAL DESCRITIVO

MUNICÍPIO:
Tramandaí / RS

RUAS DE PERFILAGEM E CAPEAMENTO ASFÁLTICO

Local: Diversas Ruas

Introdução:
O presente Memorial Descritivo tem por finalidade expor de maneira detalhada as
normas técnicas, materiais e acabamentos que irão definir os serviços INICIAIS, CAPEAMENTO
ASFÁLTICO, SERVIÇOS FINAIS E COMPLEMENTARES, e foi orientado visando atender às
exigências legais e técnicas desta Prefeitura Municipal.

Serviços preliminares:
Inicialmente a empresa executora da obra (contratada), através de sua equipe de
topografia, irá fazer a marcação das ruas.
A Prefeitura Municipal (Contratante), antes a empresa executora da obra (contratada)
iniciar os serviços no local, se responsabilizará e executará qualquer tipo de drenagem e
realinhamento de meio fio que fizerem necessários.

1. SERVIÇOS INICIAIS
1.1 Implantação de placa de obra
A placa de obra tem por objetivo informar a população e aos usuários da rua, os dados da
obra. As placas deverão ser afixadas em local visível, preferencialmente no acesso principal do
empreendimento, suas medidas terão que ser iguais ou superiores a maior placa existente na obra,
respeitadas as seguintes medidas: 1,50m x 2,00m.
A placa deverá ser confeccionada em chapas de aço laminado a frio, galvanizado, com
espessura de 1,25mm para placas laterais à rua. Terá dois suportes e serão de madeira de lei
beneficiada (7,50cm x 7,50cm, com altura livre de 2,50m).
A medição deste serviço será por unidade aplicada na pista.

1.2 Serviços topográficos para pavimentação


Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

Este serviço consiste na marcação topográfica do trecho a ser executado, locando todos os
elementos necessários à execução, constantes no projeto. Deverá prever a utilização de
equipamentos topográficos ou outros equipamentos adequados à perfeita marcação dos projetos e
greides, bem como a locação e execução dos serviço de acordo com as locações e os níveis
estabelecidos nos projetos.
A medição deste serviço será por m² de área locada.

1.3 Mobilização e desmobilização de Equipes e Equipamentos


A mobilização compreenderá o transporte de máquinas e equipamentos, pessoal e
instalações provisórias necessárias para a perfeita execução das obras.
A desmobilização compreenderá a retirada dos materiais e dos equipamentos da obra e o
deslocamento dos empregados da Contratada.
A medição deste serviço será por unidade.

1.4 Container para Sanitário

O serviço consiste em um banheiro químico que será usado como sanitário.


A medição do serviço será por mês.

1.5 Administração Local de Obra


O serviço se dá através de custos com materiais de escritório, consumos de
água, telefone, luz. Também os serviços de um engenheiro que irá acompanhar a
obra, encarregado geral, vigia noturno, mestre de obras, técnico de segurança do
trabalho e automóvel para deslocamento na obra.
A medição referente ao item administração local deverá ser realizada
multiplicando-se o valor calculado em composição específica pelo percentual de
evolução da obra.
O serviço será medido por mês.

2. CAPEAMENTO ASFÁLTICO
2.1 REMOÇÃO DE PAVIMENTO EXISTENTE, INCLUSIVE BOTA FORA DO MATERIAL
Este tipo de serviço se dá, pela remoção do pavimento que será removido e
retirado do local. Sua retirada visa a correção nas áreas onde foi detectado solo
instável com baixa capacidade de suporte.
Operações de remoção compreendem:
* Após a marcação, procede-se a retirada do pavimento, o qual se remove,
carrega-se com carregadeira ou retroescavadeira no caminhão e transporta-se para
um local apropriado e liberado pela Fiscalização.
O local para bota-fora dos materiais removidos deve ser indicado previamente
pela CONTRATANTE.
Serão empregados, equipamento tipo: retroescavadeira, ou escavadeira
hidráulica e caminhões transportadores diversos.
A medição será efetuada em m² na pista.
O transporte deverá ser feito por caminhões.
O serviço será medido por m³.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

2.2 REMOÇÃO DE MATERIAL INADEQUADO, INCLUSIVE TRANSPORTE


Este tipo de serviço se dá pela escavação de materiais nitidamente instáveis,
apresentados sob o pavimento existente. Essa instabilidade do solo se dá por
excessiva umidade e de aeração inviável, e/ou por características intrínsecas de baixo
poder-suporte. Apresenta-se sob forma de bolsões ou em áreas restritas, que
afetaram o bom desempenho do pavimento existente.
Operações de remoção compreendem:
Escavação, carregamento e retirada de material de baixa capacidade se
suporte (1ª categoria), através de escavadeiras hidráulicas e caminhões
transportadores, sendo sua DMT de 5 km.
O local para “bota fora” do material removido está indicado em projeto, e a
liberação ambiental da área do “bota-fora” para este tipo de material e quaisquer
ônus financeiro (quando for o caso) fica por conta da CONTRATANTE.
Serão empregados equipamentos apropriados a este serviço, retroescavadeira
ou escavadeira hidráulica e transportes diversos.
A medição será efetuada em m³ escavados.
O transporte deverá ser feito por caminhões.
O serviço será medido por m³.

2.3 REGULARIZAÇÃO E COMPACTAÇÃO DE SUBLEITO

Esta especificação se aplica à regularização do subleito da via a ser


pavimentada com a terraplenagem concluída.
Regularização é a operação que é executada prévia e isoladamente na
construção de outra camada do pavimento, destinada a conformar o subleito, quando
necessário, transversal e longitudinalmente.
São indicados os seguintes tipos de equipamentos para execução da
regularização: moto niveladora com escarificador, carro tanque distribuidor de água,
rolos compactadores tipo pé-de-carneiro, liso vibratório, grade de discos, etc.
Os equipamentos de compactação e mistura, serão escolhidos de acordo com
o tipo de material empregado e poderão ser utilizados outros, que não os
especificados acima, desde que aceitos pela Fiscalização.
A medição dos serviços de regularização do subleito será feita por m² de
plataforma concluída.

2.4 RECOMPOSIÇÃO DE PAVIMENTO COM MACADAME HIDRÁULICO

Esta especificação consiste numa camada de agregado graúdo (pedra britada),


devidamente bloqueado e preenchido por agregado miúdo (britado), de faixa
granulométrica especificada.

Agregado graúdo
O agregado graúdo deverá ter diâmetro máximo que não exceda a 2/3 (dois
terços) da espessura final da camada executada, nem ao limite de 5 polegadas e um
mínimo de 2 polegadas, devendo ser constituído de fragmentos duros, limpos e
duráveis, livres de excesso de partículas lamelares ou alongadas, macias ou de fácil
desintegração e de outras substâncias prejudiciais.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

A porcentagem de perda no ensaio de Abrasão Los Angeles deve ser inferior a


50%.

Agregado miúdo

O material de enchimento deve ser constituído pelos finos resultantes de


britagem que satisfaçam as faixas granulométricas apresentadas no Quadro I.

O equivalente de areia da fração fina deverá ser no mínimo igual a 50%.


Material da camada de isolamento ou bloqueio
O material da camada de bloqueio deverá ter as mesmas características do
material de enchimento descrito no item acima.
Execução
Os serviços somente poderão ser iniciados, após a conclusão do serviço de
regularização do subleito, da aceitação dos resultados apresentados pelos ensaios de
laboratório e deverão ser executados isoladamente da construção das outras camadas
do pavimento.
Compreenderá as seguintes operações: fornecimento, transporte, execução da
camada de isolamento ou bloqueio, execução da camada de agregado graúdo,
execução do enchimento e compactação, sendo que a mesma terá espessura de 15
cm, conforme especificado no projeto.
Deverá ser executada, antes do primeiro espalhamento do agregado graúdo,
uma camada de isolamento ou bloqueio. A camada de bloqueio deverá ser executada
em toda a largura da plataforma, tendo uma espessura, após o espalhamento, de 3 a 5
cm.
O agregado graúdo será espalhado em uma camada de espessura uniforme.
Deverão ser utilizados, no espalhamento, meios mecânicos como
motoniveladoras, tratores de esteira ou espalhadores de agregados.
Depois do espalhamento o acerto do agregado graúdo, será feita a verificação
de greide longitudinal e seção transversal, com cordéis, gabaritos, etc, sendo então
corrigidos os pontos com excesso ou deficiência de material; nesta operação deverá
ser usado agregado com a mesma granulometria do utilizado na camada em execução,
sendo vedado o uso de brita miúda para tal fim.
Os fragmentos excessivamente lamelares ou de tamanho excessivo, visíveis na
superfície do agregado espalhado, deverão ser removidos.
Todo o acerto final de desempenamento, nessa fase, será realizado com a
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

motoniveladora ou com trator de esteira.


Antes do lançamento do material de enchimento, se houver necessidade,
poderá ser permitida uma passada do rolo compactador sem vibração, para um
melhor alinhamento ou acomodação das partículas.
O material de enchimento, deverá ser a seguir espalhado por meios manuais
ou mecânicos, em quantidades suficientes para preencher os vazios do agregado
graúdo.
O material deve ser compactado (com ou sem vibração) e irrigado.
A aplicação do material de enchimento deverá ser feita em uma ou duas
camadas sucessivas, devendo-se iniciar a compactação e forçar a sua penetração nos
vazios do agregado graúdo por meios manuais ou mecânicos.
A compactação inicial da camada será realizada com um rolo do tipo vibratório,
aprovado pela Fiscalização. Nos trechos em tangente, a compactação deve partir
sempre das bordas para o eixo e, nas curvas, da borda interna para a borda externa.
Em cada deslocamento do rolo compressor, a faixa anteriormente compactada
deve ser recoberta de, pelo menos, 1/3 da largura do rolo.
Após obter-se a cobertura completa da área a ser comprimida, deverá ser feita
uma nova verificação do greide longitudinal e seção transversal, efetuando-se as
correções necessárias.
A compactação deverá prosseguir até que se consiga um bom entrosamento
dos agregados da camada.
Uma vez constatados os problemas, usualmente deficiência de finos, haverá a
necessidade de correções. Nesses locais, a correção será realizada com material de
enchimento.
Antes da colocação da camada superior, a superfície do macadame hidráulico
usado como sub-base ou base deverá ser molhada e rolada novamente com rolo liso
vibratório.
Os serviços de construção da camada de macadame hidráulico deverão ser
executados mecanicamente, constando o equipamento mínimo necessário: moto
niveladora, carro tanque distribuidor de água, rolo compactador vibratório liso,
vassoura mecânica, caminhões basculantes para o transporte do material e
carregadeira. Além destes, poderão ser utilizados outros equipamentos aceitos pela
Fiscalização.
A camada de macadame hidráulico será medida por m³ de material
compactado na pista.

2.5 TRANSPORTE DE BASE DE BRITA MACADAME

Define-se pelo transporte de base de brita graduada, material definido pela


mistura de agregado com várias Granulometrias, misturado em Usina apropriada.
Deve ser transportado por caminhões na área da pista.
A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume lançado na pista
em m³.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

2.6 RECOMPOSIÇÃO DE PAVIMENTO COM BRITA GRADUADA

Esta especificação aplica-se à execução de base de brita graduada, constituída


de base de brita, nos locais onde o pavimento foi removido devido a borrachudos. Sua
curva granulométrica deverá se enquadrar nas faixas especificadas pelo DAER.
Os serviços somente poderão ser iniciados após que a compactação do
macadame hidráulico for aceita pela Fiscalização, da aceitação dos resultados
apresentados pelos ensaios de laboratório e deverão ser executados isoladamente da
construção das outras camadas do pavimento.
O transporte da base de brita graduada deve ser realizado por caminhões
basculantes com proteção superior até a área da pista.
A camada de base será medida por m³ de material executado na pista.

2.7 TRANSPORTE DE BRITA GRADUDADA

Define-se pelo transporte de base de brita graduada, material definido pela


mistura de agregado com várias Granulometrias, misturado em Usina apropriada.
Deve ser transportado por caminhões na área da pista.
A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume lançado na pista
em m³.

2.8 IMPRIMAÇÃO COM CM-30, INCLUSIVE ASFALTO E TRASNPORTE,


TAXA=0,8L/M² A 1,6L/M²

Imprimação é uma aplicação de película de material betuminoso, CM-30,


aplicado sobre a superfície da base granular concluída, antes da execução de um
revestimento betuminoso qualquer, objetivando conferir coesão superficial,
impermeabilizar e permitir condições de aderência entre a camada existente e o
revestimento a ser executado.
Primeiramente deverá ser procedida a limpeza adequada da base através de
varredura e, logo após, executado o espalhamento do ligante asfáltico (CM-30) com
equipamento adequado.
Aplicar o ligante betuminoso sendo que a taxa a ser utilizada deverá variar
entre 0,8 a 1,6 l/m². Será verificada pelo menos uma taxa de aplicação através de
ensaio adequado “bandeja”.
Para varredura serão usadas vassouras mecânicas e manuais.
O espalhamento do ligante asfáltico deverá ser feito por meio de carros
equipados com bomba reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento,
capazes de realizar uma aplicação uniforme do material, sem atomização, nas taxas e
limites de temperatura especificados. Devem dispor de tacômetro, calibradores e
termômetros, em locais de fácil observação, e ainda de espargidor manual para
tratamento de pequenas superfícies e correções localizadas.
As barras de distribuição, do tipo de circulação plena, serão obrigatoriamente
dotadas de dispositivo que permita, além de ajustamentos verticais, larguras variáveis
de espalhamento pelo menos de 4,0 metros.
O dispositivo de aquecimento do distribuidor deverá propiciar constante
circulação e agitação do material de imprimação;
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

O depósito de ligante asfáltico, quando necessário, deve ser equipado com


dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do
recipiente. O depósito deve ter uma capacidade tal que possa armazenar a quantidade
de material asfáltico a ser aplicado em, pelo menos, um dia de trabalho.
A imprimação será medida em m² de área executada.

2.9 REMOÇÃO DE VEGETAÇÃO E AREIA DOS BORDOS DA PISTA (LIMPEZA


PESADA)

Este item compreende o corte e remoção de toda a vegetação (material


orgânico) existente e que seja necessária a sua retirada do local, para a implantação
da plataforma de terraplenagem.
Define-se nas operações de remoção de vegetação e areia dos bordos que
estejam alocadas dentro da pista e que realmente seja necessária sua retirada.
O serviço deverá ser executado com equipamentos apropriados para a
execução do serviço, sendo utilizados caminhões transportadores, trator de esteira.
A medição da decapagem e remoção do material orgânico deverá ser realizada
em m².

2.10 LIMPEZA, VARREÇÃO E LAVAGEM DE PISTA


São objetos desta especificação os serviços de limpeza, varreção e lavagem de
pista existente, para fins de preparação de pista para aplicação de revestimento.
As operações de limpeza, varreção e lavagem de pista, serão executadas
mediante a utilização de equipamentos adequados (caminhão pipa, vassoura
mecânica com trator agrícola) complementados com o emprego de serviços manuais.
Estes serviços serão medidos em função da área em m².

2.11 PINTURA DE LIGAÇÃO COM RR-2C, INCLUSIVE ASFALTO E TRANSPORTE


0,4L/M² A 0,6L/M²
Refere-se à aplicação de película de material betuminoso sobre a superfície do
calçamento de paralelepípedo, visando promover a aderência entre o calçamento
existente e o revestimento a ser executado.
Para a varredura da superfície a receber pintura de ligação utilizam-se, de
preferência, vassouras mecânicas.
A taxa a ser utilizada deverá variar entre 0,4 a 0,6 l/m², que será verificado pelo
menos uma taxa de aplicação através de ensaio adequado “bandeja” ou através de
preenchimento da Planilha do controle de pintura de ligação.
A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba
reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação
do material betuminoso em quantidade uniforme.
As barras de distribuição deverão ser do tipo de circulação plena, com
dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento
de ligante.
Os carros distribuidores deverão dispor de termômetros, em locais de fácil
observação, e, ainda, um espargidor manual para tratamento de pequenas superfícies
e correções localizadas.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

O depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado


com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do
recipiente. O depósito deve ter capacidade tal que possa armazenar a quantidade de
material betuminoso a ser aplicado em pelo menos, um dia de trabalho.
A pintura de ligação será medida através da área executada em m².

2.12 TAPA BURACO COM C.B.U.Q., EXCLUSIVE TRANSPORTE


Concreto asfáltico é o revestimento flexível, resultante da mistura a quente,
em usina adequada, de agregado mineral graduado, material de enchimento e
material betuminoso, espalhado e comprimido a quente sobre a primeira camada e
com a pintura de ligação já executada e liberada.
A espessura será de 3 cm compactados conforme especificado no projeto.
Para este serviço estão previstos os seguintes equipamentos:
• Usina de asfalto;
• Rolos compactadores lisos e com pneus;
• Caminhões;
• Motoniveladora com controle eletrônico;
• Placa Vibratória;
• Rolo Tanden.
Serão verificadas duas temperaturas do C.B.U.Q.:
• Na usinagem, e
• No espalhamento.
Material a ser utilizado:
• CAP 50/70;
• Pedra britada devidamente enquadrada nas normas e na granulometria
especificadas pelo DAER.
O concreto betuminoso usinado a quente será medido em m³.

2.13 TRANSPORTE DE C.B.U.Q.


Define-se pelo transporte da camada de C.B.U.Q., material usinado em Usina
apropriada. Deve ser transportado por caminhões transportador, com proteção
superior de maneira a evitar que a temperatura da massa asfáltica não diminua a
ponto limite de não se poder utilizar na pista.
A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume executado em m³
na pista.

2.14 PINTURA DE LIGAÇÃO COM RR-2C, INCLUSIVE ASFALTO E TRANSPORTE


0,4L/M² A 0,6L/M²
Refere-se à aplicação de película de material betuminoso sobre a camada de
perfilagem executada em concreto asfáltico, visando promover a aderência entre o
concreto asfáltico e o revestimento a ser executado.
Para a varredura da superfície a receber pintura de ligação utilizam-se, de
preferência, vassouras mecânicas.
A taxa a ser utilizada deverá variar entre 0,4 a 0,6 l/m², que será verificado pelo
menos uma taxa de aplicação através de ensaio adequado “bandeja” ou através de
preenchimento da Planilha do controle de pintura de ligação.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba
reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação
do material betuminoso em quantidade uniforme.
As barras de distribuição deverão ser do tipo de circulação plena, com
dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento
de ligante.
Os carros distribuidores deverão dispor de termômetros, em locais de fácil
observação, e, ainda, um espargidor manual para tratamento de pequenas superfícies
e correções localizadas.
O depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado
com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do
recipiente. O depósito deve ter capacidade tal que possa armazenar a quantidade de
material betuminoso a ser aplicado em pelo menos, um dia de trabalho.
A pintura de ligação será medida através da área executada em m².

2.15 CAMADA ASFÁLTICA COM C.B.U.Q. (E=4CM), EXCLUSIVE TRANSPORTE


Concreto asfáltico é o revestimento flexível, resultante da mistura a quente,
em usina adequada, de agregado mineral graduado, material de enchimento e
material betuminoso, espalhado e comprimido a quente sobre a primeira camada e
com a pintura de ligação já executada e liberada.
A espessura será de 4 cm compactados conforme especificado no projeto.
Para este serviço estão previstos os seguintes equipamentos:
• Usina de asfalto;
• Rolos compactadores lisos e com pneus;
• Caminhões;
• Vibro acabadora com controle eletrônico;
• Placa Vibratória;
• Rolo Tanden.
Serão verificadas duas temperaturas do C.B.U.Q.:
• Na usinagem, e
• No espalhamento.
Material a ser utilizado:
• CAP 50/70;
• Pedra britada devidamente enquadrada nas normas e na granulometria
especificadas pelo DAER.
O concreto betuminoso usinado a quente será medido em m³.

2.16 TRANSPORTE DE C.B.U.Q.


Define-se pelo transporte da camada de C.B.U.Q., material usinado em Usina
apropriada. Deve ser transportado por caminhões transportador, com proteção
superior de maneira a evitar que a temperatura da massa asfáltica não diminua a
ponto limite de não se poder utilizar na pista.
A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume executado em m³
na pista.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

2.17 PINTURA DE LIGAÇÃO COM RR-2C, INCLUSIVE ASFALTO E TRANSPORTE


0,4L/M² A 0,6L/M²
Refere-se à aplicação de película de material betuminoso sobre a camada de
perfilagem executada em concreto asfáltico, visando promover a aderência entre o
concreto asfáltico e o revestimento a ser executado.
Para a varredura da superfície a receber pintura de ligação utilizam-se, de
preferência, vassouras mecânicas.
A taxa a ser utilizada deverá variar entre 0,4 a 0,6 l/m², que será verificado pelo
menos uma taxa de aplicação através de ensaio adequado “bandeja” ou através de
preenchimento da Planilha do controle de pintura de ligação.
A distribuição do ligante deve ser feita por carros equipados com bomba
reguladora de pressão e sistema completo de aquecimento, que permitam a aplicação
do material betuminoso em quantidade uniforme.
As barras de distribuição deverão ser do tipo de circulação plena, com
dispositivo que possibilite ajustamentos verticais e larguras variáveis de espalhamento
de ligante.
Os carros distribuidores deverão dispor de termômetros, em locais de fácil
observação, e, ainda, um espargidor manual para tratamento de pequenas superfícies
e correções localizadas.
O depósito de material betuminoso, quando necessário, deve ser equipado
com dispositivo que permita o aquecimento adequado e uniforme do conteúdo do
recipiente. O depósito deve ter capacidade tal que possa armazenar a quantidade de
material betuminoso a ser aplicado em pelo menos, um dia de trabalho.
A pintura de ligação será medida através da área executada em m².

2.18 CONCRETO BETUMINOSO USINADO QUENTE (C.B.U.Q.), FORNECIMENTO


E EXECUÇÃO (E=3CM), EXCLUSIVE TRANSPORTE
Concreto asfáltico é o revestimento flexível, resultante da mistura a quente,
em usina adequada, de agregado mineral graduado, material de enchimento e
material betuminoso, espalhado e comprimido a quente sobre a primeira camada e
com a pintura de ligação já executada e liberada.
A espessura será de 4 cm compactados conforme especificado no projeto.
Para este serviço estão previstos os seguintes equipamentos:
• Usina de asfalto;
• Rolos compactadores lisos e com pneus;
• Caminhões;
• Vibro acabadora com controle eletrônico;
• Placa Vibratória;
• Rolo Tanden.
Serão verificadas duas temperaturas do C.B.U.Q.:
• Na usinagem, e
• No espalhamento.
Material a ser utilizado:
• CAP 50/70;
• Pedra britada devidamente enquadrada nas normas e na granulometria
especificadas pelo DAER.
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

O concreto betuminoso usinado a quente será medido em m³.

2.19 TRANSPORTE DE C.B.U.Q.


Define-se pelo transporte da camada de C.B.U.Q., material usinado em Usina
apropriada. Deve ser transportado por caminhões transportador, com proteção
superior de maneira a evitar que a temperatura da massa asfáltica não diminua a
ponto limite de não se poder utilizar na pista.
A medição efetuar-se-á levando em consideração o volume executado em m³
na pista.

2.20 CARGA, MANOBRA E DESCARGA DE MISTURA BETUMINOSA A QUENTE


É o processo de manobra do caminhão para a descarga fragmentada da massa
asfáltica.
A medição do serviço será feita em m³.

3. SERVIÇOS FINAIS E COMPLEMENTARES

3.1 LIMPEZA FINAL DA OBRA


Esta especificação aplica-se à retirada de todo e qualquer entulho que ficar na
obra após a sua conclusão.
Deverá ser separado, carregado e colocado para uma área previamente
definida e liberada pela fiscalização.
Estes entulhos serão carregados por transportadores tipo caminhão
basculantes.
A medição deste serviço será feita por m² de obra executada.

4. CAPACIDADE TÉCNICA

Na apresentação do atestado de Capacidade Técnica e Planilha


orçamentária a ser fornecido pela empresa no processo licitatório a parcela de
maior relevância a serem considerados na análise da Capacidade Técnica
serão:

4.1 Registro ou inscrição no Conselho Regional de Engenharia e


Agronomia (CREA), da Licitante e de seu responsável técnico, comprovando a
regularidade;

4.2 Indicação de 1 (um) responsável técnico, profissional de nível


superior, detentor de atestado de responsabilidade técnica por execução de
obras e/ou serviços de complexidade tecnológica operacional equivalente ou
superior ao objeto desta licitação, devidamente registrados no CREA, da
seguinte forma:
4. 2.1. Comprovação de que o responsável técnico indicado no item 4.2.
faz parte do quadro social da Licitante, mediante contrato social no caso de
sócio ou quotista. No caso de empregado, da Carteira de Trabalho e
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

Previdência Social (CTPS) ou de Certificado de Registro de Pessoa Jurídica no


CREA; ou por meio de contrato de prestação de serviços registrado no CREA,
celebrado de acordo com a legislação civil;

4.2.2 Comprovação de aptidão para desempenho de atividade


pertinente e compatível com o objeto licitado, nos seguintes termos:

4.2.2.1. A prova de que o profissional e detentor de responsabilidade


técnica, será realizada mediante apresentação de atestado fornecido por
pessoa jurídica de direito publico ou privado, devidamente registrado no CREA,
contendo as seguintes informações: nome do contratado e do contratante,
identificação do tipo ou natureza da obra, localização da obra, período de
execução e descrição dos serviços executados e suas quantidades;

4.3. Capacitação Técnico – Operacional: comprovação de que a


licitante possui na data prevista para a entrega dos envelopes, atestado de
capacidade técnica (atestado único), devidamente registrado no CREA,
contendo as seguintes informações: nome do contratado e do contratante,
identificação do tipo ou natureza da obra, localização da obra, período de
execução e descrição dos serviços executados e suas quantidades; que
comprove a execução de obra ou serviço de característica semelhantes,
limitados exclusivamente a 50 % (cinquenta por cento) das parcelas de maior
relevância e valor significativo do objeto da licitação, sendo as seguintes:
4.3.1. Pintura de Ligação - R$ 274.000,00;
4.3.2. Execução de CBUQ - R$ 2.950.000,00;

4.4. Equipe Técnica – deverão ser apresentados os técnicos


responsáveis pela condução dos trabalhos, através de uma relação dos
técnicos de nível superior e de nível auxiliar médio, até o nível de encarregado.
Para cada técnico de nível superior relacionado deverá ser apresentado o
curriculum vitae e a declaração de autorização de inclusão e de disponibilidade
de seu nome na proposta, devidamente assinado pelo técnico e pelo
responsável da proposta, sendo que estes profissionais deverão participar da
obra e/ou serviço objeto da licitação, admitindo-se a substituição por
profissional de experiência equivalente ou superior, desde que aprovada pela
Contratante;

4.5 Equipamentos – Declaração formal, sob as penalidades cabíveis,


conforme art.30, parágrafo 6º, da Lei 8.666/93, da relação e da disponibilidade
dos equipamentos mínimos necessários para execução desta licitação, a
saber:
1 – Motoniveladora
1 – Escavadeira Hidráulica
1 – Retroescavadeira
1 – Rolo Liso
1 – Caminhão Pipa
7 – Caminhões basculantes (caçamba)
1 – Vibro Acabadora com controle eletrônico
1 – Rolo Compactador de Pneus
1 – Rolo Tanden Liso
1 – Caminhão Espargidor
Prefeitura Municipal de Tramandaí / RS

1 – Vassoura Mecânica
1 – Placa Vibratória
1 – Caminhão acoplado com Usina de Micro revestimento asfáltico

Junto à relação dos equipamentos deverão ser relacionadas instalações


de britagem e usina de asfalto a quente, todos com Licença de Operação da
FEPAM em vigor ou, por órgão ambiental competente, cujas cópias devem
figurar em anexo. No caso em que qualquer das instalações de britagem e
usina de asfalto não for de propriedade do licitante, deverá ser apresentada
declaração de disponibilidade do proprietário para atendimento do Registro de
Preço, com firma reconhecida em Cartório, cumpridas as determinações deste
subitem.

4.6 Declaração de que a usina está a uma distância em relação à obra


que permita que a massa asfáltica chegue dentro limites de temperatura
estabelecidos pela norma do DAER.

4.7 Deverá ser apresentado pela empresa participante o projeto


completo de engenharia do CBUQ a ser controlado pela fiscalização de acordo
com especificações de serviços do DAER.

5. OBSERVAÇÕES

Deverá ser agendada visita técnica até o 3° dia anterior da abertura da


licitação, pelo telefone (51)3684-9027 com Ana Paula Seller e/ou o engenheiro
Milton Roberto Pedrollo Bittencourt, de 2ª a 6ª das 08:30 hs às 11:30 e dás
14:00 às 17:00 hs, para esclarecimentos e conhecimento das vias a serem
pavimentadas. A visita técnica deverá ser realizada pelo responsável técnico
da empresa.
Ao final da visita será fornecido o atestado de visita técnica. Esta
documentação deverá ser entregue juntamente com os demais documentos.

Tramandaí / RS, 10 de Setembro de 2015.

Milton R. Pedrollo Bittencourt


Eng. Civil - CREA RS-158.788

Você também pode gostar