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Conteúdo

1 INTRODUÇÃO..................................................................................................2

1.1 CRIME CIBERNÉTICO.............................................................................3

1.2 Tipos de cibercrime.....................................................................................4

1.2.1 Ataques DDoS......................................................................................4

1.2.2 Esquemas de Phishing..........................................................................4

1.2.3 Roubo de Identidade............................................................................5

1.2.4 Ransomware.........................................................................................5

1.3 Como proteger-se do cibercrime.................................................................6

2 CONCLUSÃO....................................................................................................7

3 REFERÊNCIA BIBILIOGRAFICA...................................................................8

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1 INTRODUÇÃO

Desde que existem computadores, existem também cibercrimes. Porém, com


milhões de ciberataques e quase mil milhões de vítimas de atividades criminosas online
todos os anos, o cibercrime nunca esteve tão alto como agora. Qualquer um pode ser
vítima desta atividade, e o facto de todos estarmos virtualmente ligados coloca cada um
de nós sob um risco ainda maior.

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1.1 CRIME CIBERNÉTICO

O termo “cibercrime” pode referir-se a qualquer atividade criminosa que envolva


um computador, quer este seja a ferramenta usada no ataque, quer seja o seu alvo. De
acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, todos os cibercrimes
recaem numa de três categorias – crimes que usam computadores como arma (e.g.
ataques de hackers), crimes que visam um computador ou outro dispositivo (e.g.
obtenção ilícita de acesso a uma rede), e crimes nos quais o computador não é nem a
principal arma, nem o principal alvo, mas ainda assim desempenha um papel importante
(e.g. armazenamento de ficheiros obtidos ilegalmente).

Com uma disponibilidade da Internet cada vez maior, a natureza do cibercrime


evoluiu. Não há muito tempo atrás, grande parte das atividades cibercriminosas
envolvia downloads ilegais de conteúdo com direitos de autor, ou discursos do ódio na
Internet. Apesar de não poderem ser ignorados, estes atos são praticamente inofensivos
quando comparados com o que veio de seguida. Atualmente, novos casos de extorsão,
vigilância em massa, roubo financeiro, fugas de dados, roubo de informação pessoal e
espionagem são notícia quase todos os dias.

Os crimes digital tem tido um crescimento nunca antes visto nos últimos tempos, e
por isso não devia ser uma surpresa o facto de a economia mundial estar a perder mais
de 500 mil milhões de dólares por ano como resultado de atividades cibercriminosas.

Apesar de muitas agências policiais por todo o mundo estarem a fazer o seu melhor
para infligir alguns danos ao cibercrime, esta tendência não mostra sinais de abrandar.
Para evitarem a perseguição, alguns cibercriminosos emigraram para países com leis
muito permissivas no que toca ao cibercrime e passaram a usar criptomoedas que não
deixam rasto em detrimento dos dólares.

Tal como acontece com as atividades criminosas ditas “offline”, a maioria dos
autores de atos cibercriminosos é motivada por razões financeiras. Mas além do
dinheiro, os cibercriminosos também podem ser motivados pelo seu próprio ego, uma
causa a que sejam fiéis, vingança pessoal, um desejo de ganhar notoriedade, ou mesmo
uma vontade de aumentar o seu estatuto junto dos círculos de hackers.

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1.2 Tipos de cibercrime

O cibercrime pode aparecer sobe várias formas, algumas das quais não são óbvias à
partida. Por exemplo, mesmo o roubo de um computador físico pode ser considerado
uma atividade cibercriminosa se o infrator pretender usar a informação armazenada
nesse computador para ganho pessoal. Se um dispositivo de memória flash com dados
valiosos for roubado para ser vendido no mercado negro da Internet, esse ato também se
qualifica como um cibercrime.

Alguns dos tipos mais comuns de cibercrime incluem os seguintes:

1.2.1 Ataques DDoS

Os ataques DDoS (Distributed Denial of Service, ou negação de serviço


distribuída) são levados a cabo por botnets, grandes grupos de computadores
controlados remotamente por um hacker que usa a sua largura de banda e recursos
combinados para cometer atos maliciosos na Internet. Uma vez ativadas, estas máquinas
agrupam-se para gerar enormes quantidades de tráfego para redes ou websites, na
tentativa de sobrecarregar os seus recursos e condicionar a sua funcionalidade.

Enquanto a maioria das tentativas de ataques DDoS é gorada, graças ao uso de


soluções de cibersegurança fiáveis, alguns são tão poderosos que mesmo as soluções
mais dispendiosas não são suficientes para os travar. Se forem bem-sucedidos, estes
ataques são capazes de deixar websites e redes informáticas inteiras fora de serviço
entre alguns segundos e bem mais de uma semana, causando perdas financeiras
significativas à vítima. De facto, as estatísticas mostram que cada ataque DDoS
apontado a uma rede empresarial custa às firmas, em média, cerca de 2.5 milhões de
dólares.

1.2.2 Esquemas de Phishing

Eventualmente a forma mais comum de crime de internet, o phishing envolve o


envio em massa de e-mails contendo links para websites maliciosos e/ou anexos com
ficheiros infetados com software malicioso. Quando o utilizador clica no link ou no
anexo, podem estar inconscientemente a descarregar malware para o seu computador.

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Os hackers podem, depois, usar esse malware para vigiar a atividade da vítima enquanto
esta navega na Internet, roubar a sua informação pessoal, ou juntar o seu computador a
uma botnet e usá-lo para atacar outros computadores.

Estes e-mails contêm normalmente algumas linhas de texto com um cariz


aparentemente urgente, juntamente com imagens que tentam induzir a vítima a
introduzir a sua informação pessoal, tal como palavras-passe e números de cartões de
crédito, disponibilizando-a assim aos hackers por detrás destes esquemas. De acordo
com as estatísticas, um utilizador normal recebe cerca de 16 e-mails de phishing todos
os meses. Apesar de a grande maioria ser imediatamente identificada como spam,
alguns são tão realistas que conseguem até contornar os filtros de spam e acabar na
caixa de entrada, juntamente com os restantes e-mails legítimos.

1.2.3 Roubo de Identidade

Revelar inconscientemente a sua informação pessoal a hackers, seja seguindo as


instruções em e-mails de phishing, seja instalando malware no seu computador, pode
fazer de si uma vítima de roubo de identidade. Quando os hackers obtêm os seus dados
pessoais, podem usá-los para desviar fundos da sua conta bancária, aceder a informação
confidencial, ou criar documentos falsos usando a sua identidade. Os hackers podem
também usar a sua informação pessoal para planear atividades criminosas ou reclamar
benefícios fiscais em seu nome.

Nos últimos anos, o roubo de identidade teve um crescimento sem precedentes. De


acordo com as estatísticas, quase 17 milhões de americanos foram vítimas deste tipo de
cibercrime em 2017, o que constitui um aumento de 10% em relação a 2016. O roubo de
informações pessoais garantiu aos hackers um ganho de quase 17 mil milhões de
dólares só no ano de 2017.

1.2.4 Ransomware

Ransomware é qualquer software malicioso que impede a vítima de aceder ao seu


próprio computador, ou bloqueia o acesso a certos ficheiros guardados no disco rígido.
A única maneira de a vítima conseguir aceder novamente aos seus ficheiros é através do
pagamento de algumas centenas de dólares em dinheiro de resgate, de acordo com

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instruções específicas do hacker. Para impedir a vítima de reportar o incidente à polícia,
o hacker tentará convencê-la que as próprias autoridades estão envolvidas no crime, e
para isto usa logótipos e outras imagens na nota de resgate.

Desde 2013, vários tipos de ransomware infetaram milhões de computadores e


redes por todo o mundo, custando aos negócios e instituições financeiras milhares de
milhões de dólares. Para evitarem ser apanhados, os hackers começaram a pedir resgates
sob a forma de criptomoedas.

1.3 Como proteger-se do cibercrime

Os efeitos do cibercrime podem ser devastadores, razão pela qual deve tomar
medidas para se proteger. Em primeiro lugar, deve usar sempre o melhor software
antivírus para garantir que o seu computador está protegido de adware, spyware,
ransomware, e todos os outros tipos de software malicioso. Mantenha o seu software
atualizado para impedir que os hackers obtenham acesso à sua informação pessoal.

Se encontrar um e-mail suspeito na sua caixa de entrada, não abra quaisquer anexos
ou links nele contidos. Utilize sempre palavras-passe seguras que combinem letras,
números e símbolos. Certifique-se que usa uma palavra-chave diferente para cada
serviço que utiliza. Se precisa de ajuda a manter as suas palavras-passe organizadas,
pode também usar um gestor de palavras-passe fiável. Considere usar uma rede privada
virtual (VPN) paga, para lhe dar uma camada extra de proteção quando navega na
Internet a partir de uma ligação Wi-Fi pública.

Tal como com todo o software, deve manter o seu programa antivírus sempre
atualizado. Usar o melhor software antivírus permite-lhe monitorizar a saúde do seu
computador em tempo real e agendar análises regulares para garantir que nenhuma
ameaça passa despercebida. Estes programas também efetuam automaticamente
atualizações da base de dados, mantendo assim o seu computador a salvo das ameaças
mais recentes.

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2 CONCLUSÃO

A grande maioria dos crimes cibernéticos é praticada com a utilização de softwares


criminosos, tais como os cookies; spyware; spammings; hoaxes; sniffer; cavalo de troia;
backdoors; vírus e Worm.

Destaca-se, que os referidos crimes podem ser praticados por qualquer pessoa,
contudo, evidentemente, existem indivíduos específicos tais como os hackers; craker;
pherakers; cardes e cyberterrorists.

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3 REFERÊNCIA BIBILIOGRAFICA

https://www.kaspersky.com.br/resource-center/threats/cybercrime

https://ambitojuridico.com.br/cadernos/direito-penal/crimes-ciberneticos-consideracoes-
sobre-a-criminalidade-na-internet/

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