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Assensi Teixidor, 5 de mayo del 2011

Apresentação das Oito Leis Biológicas


As bases da Emobiologia
A evolução da Nova Medicina Germânica®.

O conhecimento e a integração destas Oito Leis Biológicas nos permite compreender as


causas de tudo o que se entendeu até hoje como doença. Elas nos permitem conhecer a
etiologia, o mecanismo de desenvolvimento dos programas especiais da natureza, além
de podermos compreender as mudanças estruturais adaptativas que ocorrem nas células
em cada um desses processos. Também nos dá a compreensão da finalidade biológica
dessas alterações morfológicas. A articulada e rígida Nova Medicina® evolui com a Sexta,
Sétima e Oitava Leis Biológicas e são o marco inicial de uma ciência dinâmica, aberta e
precisa.

Pela primeira vez, a compreensão do nosso organismo é transformada em conhecimento


totalmente científico, objetivo e baseado na emotividade.

Por respeito, durante esta apresentação, manteremos a evolução cronológica dos


estudos iniciais, preservando sua evolução e cronologia e, em seguida, as novas
investigações e descobertas.

Meu nome é Assensi Teixidor, eu me apresento como uma pessoa com uma mente
inquieta que gosta de saber o porquê das coisas.

Por que, em um determinado momento, ocorre uma mudança em um tecido ou em uma


função fisiológica? São estas perguntas que eu habitualmente faço e são exatamente
essas inquietudes que me motivam a investigar como, na realidade, funcionam as coisas
e, concretamente, como funciona o nosso organismo.

Os diagnósticos que são dados atualmente representam termos para nomear e classificar
processos considerados patológicos, não fazem referência a processos biológicos
vinculados aos tecidos ou às suas funções. Desta forma, ao não conhecer estas Leis
Biológicas, está se cometendo graves erros de diagnóstico.

Os primeiros estudos se iniciaram a partir de dúvidas que muitos profissionais da área de


saúde carregam até os dias hoje. Oficialmente, não se aceita que exista uma relação
entre um detonante emotivo e o aparecimento de uma modificação orgânica, porém,
todos os profissionais que possuam a mínima capacidade de observação, verão que por
trás de um diagnóstico patológico, existe um ambiente conflitivo sobre o paciente.

Hamer foi o médico que iniciou esses estudos a partir do mesmo desejo: Observar se
havia uma relação direta entre situações de conflito e as modificações nos tecidos. A
primeira iniciativa foi realizar entrevistas, paciente por paciente, perguntando se eles

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haviam experimentado algum tipo de acontecimento intenso, vivido de maneira conflitiva e


ele percebeu que a grande maioria, senão, cem por cento dos casos, onde haviam
modificações nos tecidos, os pacientes haviam vivenciado algum tipo de situação
conflitiva.

As afirmações ilustradas no seu livro não são uma invenção pessoal, são baseados na
observação minuciosa dos casos. Não são fenômenos externos a nós, todos podemos e
devemos realizar nossas próprias pesquisas.

Os estudos iniciais evoluíram através de análises de tomografias computadorizadas do


cérebro com o intuito de observar se havia alguma marca ou sinal que mostrasse a
relação do cérebro com a regulação dos tecidos que se modificavam. A observação
destas imagens ilustrou dois tipos de sinais: Em algumas ocasiões apareciam anéis
concêntricos e em outras inflamações. Estas modificações apareciam, precisamente, em
zonas encarregadas de controlar tecidos ou funções relacionadas com a modificação que
estava sendo produzida.

Um comité científico reprovou a existência desses anéis concêntricos e os classificou


como artefatos, ou seja, reflexos da lente do equipamento de tomografia. Porém, foi muito
simples de comprovar a veracidade destes achados radiológicos: Foram realizadas
imagens em diferentes cortes, quando era uma falha das lentes, estes sinais apareciam
sem nenhum critério, porém, quando eram marcas associadas ao cérebro, ao realizarem
diferentes cortes, sempre apareciam na mesma zona espacial. Não foi necessário realizar
muitas provas para comprovar que existiam algumas marcas que, realmente, eram
artefatos e outras, muito características, que representavam os anéis concêntricos em
zonas cerebrais relacionadas com alguma modificação em um tecido ou função
específica.

Essas Leis Biológicas são totalmente interligadas umas às outras. Cada Lei trouxe um
conhecimento e novas incógnitas que, ao serem respondidas, destilavam uma nova lei.
São fenômenos naturais com os quais convivemos, já existiam antes de serem
postuladas. Essas Leis são tudo aquilo que, no fundo, nós já sabemos. Quando uma
pessoa vivencia uma situação conflitiva, projeta uma reação em busca de uma solução
para aquilo que a incomoda. Não é necessário viver uma situação de intenso conflito para
comprovar esses fenômenos, assim como não é necessário pular de um penhasco para
comprovar a lei da gravidade!

O organismo funciona de forma automática e não necessita desta parte intelectual para
se regular, o exercício de observação nos ajuda a compreender na posição de
expectadores como atuamos e funcionamos, revela realidades e desvenda falsos mitos.

A emotividade tem relação direta com uma zona cerebral, com uma função fisiológica que
regula e possui uma maneira especifica de funcionar a cada momento.
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Tudo tem uma origem precisa, porém, não podemos cometer o erro de pensar que toda
mudança em um tecido ou em uma função provém de um detonante emotivo. Pode ter
uma origem química, ser resultado de um traumatismo ou de um desgaste natural.

As primeiras cinco Leis Biológicas fazem parte do que se conhece como Nova Medicina

Germânica®. É um nome, uma marca registrada para proteger a paternidade das cinco
primeiras leis.

Quando nos aprofundamos no assunto nos damos conta de muitos aspectos


desconhecidos. Minha mente inquieta não se conformou simplesmente com o conteúdo
das cinco Leis Biológicas. Inicialmente, busquei uma formação com o que havia de
melhor, recebi uma informação genérica para cento e vinte alunos diretamente com
Hamer. A partir desse grupo foram selecionadas vinte e seis pessoas para realizar uma
formação especial e avançada (assim me venderam e assim os paguei). Durante todo o
processo de formação, me apoiaram e eu me formei com o Comitê Científico que, até
janeiro de 2008, era presidido pelo próprio Hamer.

Chegou um triste dia, quando me dei conta que as coisas que havia aprendido, se
repetiam, eu sentia que não havia evolução, que os meus professores não tinham
respostas para as minhas inquietudes e incógnitas.

Depois de me recuperar deste desânimo inicial, decidi procurar novas respostas para
cada caso que eu analisava.

Esta apaixonante obsessão por compreender como funcionam as coisas, me motivou a


decifrar os estudos que mostrarei brevemente, neste texto. As novidades mais
significativas sobre os meus estudos são a Sexta, Sétima e Oitava Leis Biológicas da
Natureza, porém, deste conhecimento, se extraem muitas outras novidades apaixonantes
que também serão ilustradas.

Nessas três últimas Leis Biológicas existe uma parte de novidades que nunca se havia
cogitado até agora e outra que qualifica e retifica conceitos que já foram postados. Sendo
assim, estas novidades são, realmente, revolucionárias para a medicina oficial e, ainda
mais, para a Nova Medicina Germânica®.

Continuamente, muitas pessoas me perguntam se estas três novas Leis Biológicas fazem
parte ou não da Nova Medicina Germânica® e eu não sei o que responder já que são
estudos universais que não se detêm a patentes ou marcas registradas. Tudo aquilo que
faço, realizo por uma inquietude pessoal, talvez não me preocupe muito se estas Leis se
incluem ou não dentro da NMG. Enquanto essas denominações são discutidas e se
consolidam, proponho a Emobiologia para definir a ciência que estuda esses fenômenos.

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Essa denominação faz referência a um universo onde, também, estão inclusas as Leis
Biológicas, não tenho nenhuma intensão em criar uma patente sobre este termo, espero
que, em breve, estes estudos sejam totalmente reconhecidos e que todos nós possamos
nos beneficiar dos critérios que deles se extraem.

Essas novidades supõem uma evolução no que diz respeito à compreensão dos
fenômenos físicos considerados como doenças e, por sua vez, também uma revolução
sobre o que se conhece sobre a NMG.

Eu entendo perfeitamente que estas três últimas Leis trazem muitos conceitos novos que
não podem ser compreendidos com precisão se não se dispõe de um mínimo
conhecimento das cinco primeiras Leis Biológicas e que, talvez, não apareçam no melhor
momento, porque, justamente, ainda não temos um processo de reconhecimento. Sinto
profundamente se a minha contribuição molesta ou incomoda a alguém, eu sei que o
tempo irá suavizar essa possível rejeição de alguns setores. Solicito que ninguém se
deslumbre com as minhas contribuições, não sou nenhum iluminado. A Sexta, Sétima e
Oitava Leis Biológicas representam um trabalho continuísta das primeiras cinco Leis.

Atualmente, todas as enfermidades são classificadas com base em sinais e sintomas.


Todos aqueles processos que compartilham as mesmas características, também
compartilham a mesma etiqueta médica. Na realidade, não se pode observar esses
processos como algo estático. Em muitas ocasiões, o paciente encontra-se preso a essas
etiquetas de diagnóstico mesmo que existam mudanças nos sintomas e, inclusive, nos
tecidos que estão envolvidos no processo. Quando essas Leis se integrarem, ocorrerá
uma mudança dessa visão mecanicista, veremos essas modificações como processos
dinâmicos.

A única dificuldade que podemos encontrar nesses estudos é a sua simplicidade e lógica.
Comecemos desde o princípio:

Primeira Lei Biológica


Tudo tem um detonante

A primeira Lei biológica contém três critérios


Primeiro critério

Comprovadamente, sempre existe um desencadeante, uma causa que ativa um programa


de adaptação. Um programa especial biológico sensato (EBS) inicia-se a partir de um
DHS (síndrome de Dirk Hamer), em homenagem ao filho morto do precursor destes
estudos.

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Define-se como “choque conflitivo”, um evento vivido em solidão, grave, altamente


dramático que “pega a pessoa no contrapé” que, ao mesmo tempo, oferece
oportunidades: O estresse e a adaptação orgânica representam uma oportunidade da
natureza para adaptar-se e eliminar o inconveniente, uma tentativa de superar a situação
conflitiva. No momento em que se inicia um programa especial, este é feito, praticamente,
de maneira sincrônica em três níveis, na psique, cérebro e órgão ou função.

A partir do momento da DHS, o paciente se encontra em estresse permanente, em


simpaticotonia: Isto significa que têm as mãos e os pés frios, pensa compulsivamente em
seu conflito tentando resolve-lo, não consegue dormir a noite, não tem fome e perde
peso.

A diferença entre conflitos e os problemas rotineiros é que os conflitos biológicos são de


forte intensidade e são capazes de criar modificações nos tecidos ou em funções.
Podemos observar que uma pessoa está vivenciando um conflito biológico, um estresse
permanente e manifesta sintomas bem definidos e evidentes.

Os pensamentos obsessivos projetam a pessoa em busca de uma solução, este estresse


ativa uma área cerebral correspondente ao contexto do conflito e adapta os tecidos que
são regulados por ela. Esta reação, embora seja necessária, caso se mantenha no
tempo, cria um desgaste cerebral e fortes modificações orgânicas. Esse estado de
adaptação é conhecido como conflito ativo.

Este estado muda, novamente, quando a pessoa resolve o seu conflito, a esta solução
chamamos de conflitólise. A pessoa deixa de viver a situação de estresse, inicia-se o
processo de regeneração do tecido cerebral e dos tecidos do corpo que foram
modificados. Nestas situações, o alívio de deixar de viver a situação conflitiva,
rapidamente, é mascarado pelos sintomas e moléstias propícias da regeneração.

Todas as funções do organismo, tecidos e os órgãos são regulados direto ou


indiretamente pelo cérebro.

O segundo critério (da Primeira Lei Biológica)

No conflito biológico, exatamente no momento que aparece a situação conflitiva (DHS), se


determina o EBS (programa especial biológico sensato) no cérebro, assim como a
adaptação no órgão correspondente. Neste momento, se decide a melhor estratégia de
resposta.

Dependendo de como a pessoa vive esse choque inesperado, se ativará o programa


especial biológico correspondente. Ainda que todos nós tenhamos esses mesmos
programas de resposta instalados, a reação diante de uma situação conflitiva dependerá
da reação que a pessoa tiver. São essas opções de respostas que nos fazem únicos.

No nível cerebral, graças à tomografia axial computadorizada (TAC), se pode observar a


ativação destas áreas cerebrais: Na zona ativada do cérebro, aparecem anéis

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concêntricos que indicam a fase de estresse, a emoção associada e o tecido ou função


que regula.
Quando a pessoa deixa de viver aquela situação conflitiva, estes anéis desaparecem e a
adaptação orgânica também se encerra. Neste momento inicia a fase de regeneração a
nível cerebral. Na região onde estavam os anéis concêntricos aparece um edema e
proliferação de tecido conjuntivo.

O terceiro critério (da Primeira Lei Biológica)

O transcurso do programa EBS (Especial Biológico Sensato), evoluí nos três níveis desde
a DHS até a solução do conflito de maneira sincrónica.

Segunda Lei Biológica


Lei bifásica

Observamos a dualidade, dia e noite continuamente em nossa volta. Assim, o nosso


organismo se regula por este ciclo, dinâmico, criador da vida, que se estruturou baseado
nesta dualidade.

Normalmente, se mantém um equilíbrio. Quando aparece um conflito biológico, uma


situação chocante para o organismo, este produz uma reação, aumentando os níveis de
estresse, ou seja, supera os níveis fisiológicos normais com a intensão de enfrentar e
encontrar uma solução. Dependendo da vivência ou da situação conflitiva, se ativará a
melhor estratégia de resposta. O estresse, ainda que o organismo necessite dele para
fazer frente à situação diferente, provoca um desgaste orgânico, na mesma proporção na
qual a pessoa se mantenha sentindo a necessidade de resposta (consciente ou não).

Nesta situação, também encontramos esta dualidade: Quando a pessoa sai da situação
conflitiva, se inicia o processo de regeneração que será tão intenso quanto o desgaste
ocorrido. O organismo dedica toda a sua energia para normalizar os tecidos que se
modificaram durante a situação conflitiva. Normalmente, o nosso corpo tenta finalizar esse
processo de regeneração no menor tempo possível, como explicaremos na Sétima Lei
Biológica, no intuito de encontrar um estado normal e um ponto de equilíbrio.

O enunciado da 2ª Lei Biológica nos diz que todo “programa especial biológico sensato”
da natureza possuí estas duas fases sempre que apareça a resolução do conflito.

Na metade da fase de regeneração aparece uma crise chamada crise epilética ou crise
epileptoide (que equivale a uma crise epilética, porém, sem movimentos musculares). De
uma maneira simples, esta crise é um retorno à fase de estresse durante um curto

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período de tempo cujo objetivo é frear a expansão das inflamações e provocar o inicio de
uma fase diurética onde se elimina o excesso de líquido proveniente dessas inflamações.

No esquema a seguir, inspirado no gráfico criado por Geerd, subtraímos a crise epilética
ou epileptoide e simplificamos ao máximo o processo de regeneração, já que as novas
investigações contem informações mais precisas do que se sucede nesta parte do
processo.

Terceira Lei Biológica


O sistema ontogenético

Por que, mediante uma situação conflitiva, alguns tecidos aumentam e outros
diminuem?

A correlação entre os três níveis é evidente em todos os casos, se observa uma sincronia
existente entre as emoções e as reações orgânicas reguladas pelo cérebro, porém, as
investigações iniciais caminharam com rapidez a formular a pregunta do enunciado.
Observou-se que conforme a situação conflitiva, alguns tecidos aumentavam a sua
função e, inclusive, se observava uma multiplicação celular e, em outros casos, aparecia
uma redução da função e uma degeneração de tecido.

A resposta coloca em evidência que nada no organismo acontece por acaso, tudo
acontece em um sentido lógico e sensato. Evolutivamente se desenvolveram mecanismos
de adaptação com base na função específica de cada tecido. Ao observarmos cada caso,
compreenderemos a utilidade dessas adaptações.

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Desde a origem da criação foram se desenvolvendo funções e tecidos com base em uma
verdadeira e contínua luta existencial para preservar a vida. Por exemplo, os organismos
que não desenvolveram continuamente mecanismos encarregados de reter líquido
tiveram sua sobrevivência reduzida. A seleção natural foi aperfeiçoando cada vez mais
esses mecanismos de adaptação. A evolução se realiza aos três níveis. O enunciado da
3ª Lei biológica faz referência ao sistema ontogenético dos programas especiais
biológicos sensatos das doenças. O termo ontogenético faz referência ao
desenvolvimento de um organismo desde o óvulo fecundado até a sua forma adulta.
Vejamos como se formam os diferentes tecidos:

A fecundação é a união de dois gametas com a consequente formação de um zigoto; nos


seres humanos a fusão do espermatozoide e do óvulo. A partir deste momento começa a
se dividir através de mitoses para formar um novo ser e nas duas primeiras divisões que o
zigoto realiza, se determina se a pessoa será destra ou canhota. Esta contínua
multiplicação celular forma uma massa organizada, um anel de células, que em poucos
dias se rompe, como podemos ver no esquema.

A partir da ruptura desse anel se observa a formação de três camadas de células de onde
derivarão todos os tecidos do corpo. A partir da camada mais interna, o endodermo, se
criarão os tecidos do tubo digestivo e suas glândulas anexas. A camada mais externa, o
ectodermo, dará origem a tecidos como a pele, o sistema nervoso, etc. Da camada
intermediária, o mesodermo, terão origem o sistema músculo – esquelético e, também,
membranas de proteção como o peritônio e o pericárdio.
A camada intermediária, o mesodermo, se divide em duas sendo uma que atua de
maneira similar à camada interna, o endodermo e outra que atua de maneira semelhante
à camada mais externa, o ectodermo. Veremos com maior clareza nos esquemas que
seguem.

A 3ª Lei Biológica ordena todos os processos conforme a capa embrionária a qual


pertencem. Observam-se as manifestações que pertencem a uma mesma capa
embrionária mantêm características e peculiaridades. Cada capa embrionária contém,
segundo a história evolutiva:

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- Uma parte específica do cérebro:

Os tecidos que derivam do endodermo são controlados pelo tronco cerebral. Os tecidos
que derivam do mesodermo e atuam funcionalmente como endodermo, são controlados
pelo cerebelo. Os tecidos que derivam do mesodermo e atuam de maneira similar ao
ectodermo, são controlados pela substância branca do cérebro. Os tecidos que derivam
do ectodermo são controlados pelo córtex cerebral.

Com base nesta mesma derivação embrionária comprovamos um tipo específico de


conteúdo conflitivo para cada capa embrionária:

O endodermo localizado no tronco cerebral controla funções relacionadas com a


absorção e expulsão dos nutrientes. O conflito sempre estará relacionado com a função
do tecido, neste caso, o “abocanhar” nutrientes. Quando uma emotividade aciona uma
área do tronco cerebral, estes tecidos sempre respondem com um aumento de função e
proliferação celular.

O mesodermo controlado pelo cerebelo controla as membranas de proteção, o conteúdo


do conflito sempre estará relacionado com a sua função: Ataque e defesa. Quando uma
emotividade relacionada ao ataque ativa essa área cerebral do cerebelo, os tecidos
associados sempre produzem um aumento em sua função e de tecido (proliferação de
células) para aumentar a capacidade de defesa.

O mesodermo controlado pela sustância branca cerebral, mesmo sendo mesodermo,


funciona como ectodermo. Regula os tecidos relacionados com a estrutura e a
sustentação e o tipo de conflito sempre estará relacionado com a função desses tecidos.
Quando temos um sentimento relacionado à estrutura (desvalorização), ou seja, “minha
estrutura não é suficientemente forte”, se ativará a área cerebral da substância branca. Os
tecidos associados a essa área cerebral sempre reagem com degeneração dos tecidos.
Veremos, com as novas Leis Biológicas que isso é um engano.

O córtex cerebral, de derivação ectodérmica, controla funções relacionadas à


sensibilidade, movimentos, coordenação, etc. O tipo de conflito está associado com essas
funções. Quando uma emotividade ativa esta área cerebral, ocorre uma degeneração de
tecido ou diminuição das funções nos tecidos correspondentes.

Este esquema nos ilustra de maneira simplificada como, dependendo da capa


embrionária ao qual pertencem, os tecidos reagem em fase de estresse quando o conflito
está ativado:

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Quando não existe mais a necessidade de resposta, ou seja, quando a pessoa deixa de
vivenciar a situação conflitiva, inicia-se um processo de regeneração com o intuito de
normalizar aqueles tecidos que sofreram modificações.

Quando apresentarmos a 6ª Lei Biológica iremos ampliar a informação referente aos


processos que controlam esta estrutura cerebral, já que parte do que foi expressado até
hoje contém erros.

Quarta Lei Biológica


O sistema ontogenético dos microrganismos
Os microrganismos são seres vivos que só podem ser vistos com o auxilio de um
microscópio. Neste grupo estão os fungos, as bactérias e os vírus. São organismos
dotados de particularidades, têm sua própria organização. O corpo humano é portador de
uma população de microrganismos dez vezes maior do que o próprio número de células.

Se levarmos em conta essas considerações podemos nos perguntar: Por que não atuam?
Por que não estão sempre provocando infecções? A teoria atual nos diz que o sistema
imunológico os mantém à distância. Então, se os mantém à distância, por que, às vezes,
eles entram em ação?

A resposta é que em alguns momentos pontuais o sistema imunológico se deprime. E se


ele se deprime, por que não atua de maneira geral? Por exemplo, por que aparece uma
afta em uma região específica e não em outra em outra qualquer? Entrou em ação,
supostamente, porque o sistema imunológico se deprimiu e, se ele deprimiu, por que não
houve uma manifestação generalizada?

O que realmente se observa com base no conhecimento das Leis Biológicas é que esses
microrganismos atuam quando a pessoa sai da situação conflitiva, os microrganismos

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convivem conosco e tem a sua atividade aumentada quando nosso organismo deixa a
situação conflitiva, quando as modificações dos tecidos implicados são interrompidas.

A atividade destes microrganismos não depende, como havíamos pensado erroneamente,


até hoje, de fatores externos, na verdade, são controlados indiretamente pelo nosso
computador central, o cérebro.

Os micróbios não são nossos inimigos, servem para nos ajudar, eles trabalham
comandados pelo nosso organismo, dirigidos direta ou indiretamente pelo nosso cérebro
porque, para cada grupo de órgãos pertencentes a uma capa embrionária, atuam seus
microrganismos específicos.

Segundo a Lei bifásica das enfermidades, quando um conflito se soluciona, todos os


micróbios “atuam”, sem exceção, exclusivamente na fase da regeneração e finalizam
suas atividades quando se termina o processo de cura.

Neste esquema podemos observar uma classificação que resume o que acontece na fase
de regeneração em cada capa embrionária, quando existe a presença desses
microrganismos:

Não se pode descartar a possibilidade de contágio ou transmissão desses


microrganismos de uma pessoa para a outra, nem, tão pouco, se nega que possam
provocar sintomas e moléstias incomodas. Esta Lei descreve com quais critérios atuam,
comprovamos, também, como eles sempre atuam na fase de regeneração.

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Quinta Lei Biológica


O sentido biológico
O sentido dos programas especiais, biológicos sensatos da Naturaza (EBS).

A quinta essência.

Do ponto de vista da história evolutiva, tudo o que se considera como doença faz parte de
um ou mais programas especiais biológicos sensatos da Natureza (EBS). Ilustramos este
conceito desde o início, desde a explicação da Primeira Lei Biológica.

Até o descobrimento da 5ª Lei Biológica se consideravam esses processos analisados


anteriormente como “erros da Natureza” assim como se faz na medicina oficial. Nos
projeta diretamente ao que, de uma maneira romântica, chamamos de “A quinta
essência”.

A Quinta essência, mesmo não descoberta em sua totalidade, nos permite compreender o
que se sucede com uma pessoa quando aparecem diferentes conflitos biológicos ativos
em diferentes áreas cerebrais. São estratégias de sobrevivência que permitem ao
individuo, em uma situação onde aparecem diversos processos ativos, modificar a sua
percepção e suas respostas para poder ser capaz de lidar com a situação.

Isto representa alguns programas de sobrevivência onde estão inclusas, nos dias de hoje,
a maioria das doenças psiquiátricas, aquelas onde a pessoa se distancia da realidade, em
comparação com as demais pessoas. Se essas modificações psíquicas não
acontecessem, seria muito difícil sobreviver em uma vida cada vez mais socializada. Tudo
depende da intensidade, socialmente, alguns delírios são toleráveis e outros não.

Quando uma pessoa sofre uma situação chocante, determinada, ela sente a emotividade
deste conflito (conscientemente ou não), porém, quando aparecem diferentes áreas
fortemente ativadas, aparece uma percepção totalmente modificada. A pessoa percebe e
se expressa com outra emotividade. Tem outro tipo de expressões e interpretações. Não
perceber nada de errado, permite que a pessoa se adapte psiquicamente ao seu entorno.
A situação conflitiva individual pode ser representada pela seguinte formula:

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SENTIDO BIOLÓGICO

O sentido biológico do tronco cerebral, que controla a absorção e expulsão dos nutrientes,
encontra-se em fase ativa de estresse para afrontar uma situação de necessidade,
aumentando alguma ou todas suas funções fisiológicas (sensorial, absorção, excreção,
secreção e motilidade). Os tecidos que derivam do endodermo em fase de estresse,
produzem um aumento de suas funções.

No cerebelo, em fase ativa, se produz um aumento de tecido ou função. Ocorre um


aumento nas membranas de proteção no momento em que se sente um ataque, cuja
finalidade é reforçar a barreira de proteção.

Nos tecidos controlados pelo córtex cerebral, em fase ativa de conflito, aparece uma
redução de tecido ou de suas funções. Veremos com a 8ª Lei Biológica que o sentido
biológico muda, dependendo do tipo de tecido implicado. Nas membranas preenchidas
por epitélio plano que formam os ductos que derivam do ectodermo, em fase de estresse,
ocorre uma redução de tecido com o objetivo de aumentar a secção deste ducto e facilitar
a circulação mediante um sentimento de oclusão, obstrução.

Os tecidos que são controlados pela substância branca cerebral, com base nas cinco
primeiras Leis Biológicas, em fase ativa se degeneram. Seu sentido biológico, antes de se
ter o conhecimento da 6ª Lei Biológica, se acreditava que estava ao final da fase de
regeneração quando aparece um aumento de tecido estrutural para reforçar a região
afetada. Agora, tudo isso está mudando, como nos disse a 6ª Lei Biológica, todos esses
processos tem o seu sentido biológico em fase ativa, inclusive a substância branca
cerebral.

A ativação de diferentes áreas cerebrais é conhecida como constelações esquizofrênicas,


podemos expressar como funciona com esta formula:

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Duas situações conflitivas ativas ao mesmo tempo, provocam uma adaptação emotiva
que permite se perceber de maneiras diferentes. Essa emoção vai acompanhada de uma
percepção diferente do que está a sua volta e é provocada pela soma das duas regiões
cerebrais ativas de forma conflitiva. A nova percepção reduz a adaptação orgânica dos
tecidos e das funções.

Sexta Lei Biológica


Estresse e ausência de estresse
Todo EBS possui seu sentido biológico em fase ativa

A Sexta Lei Biológica no fala que as duas fases que se descrevem na Segunda Lei
Biológica, na realidade, se levarmos em conta a estimulação, supõem um único
fenómeno: Estimulação ou ausência de estimulação. É certo que temos uma percepção
diferente em cada fase, porém, na realidade, se levarmos em conta somente a
estimulação, representa o mesmo fenómeno. Um exemplo muito claro é encontrado no
ritmo dia e noite. A noite representa a ausência de raios solares, a ausência de luz. No
nível cerebral acontece algo muito semelhante. A estimulação cerebral é produzida por
uma despolarização das membranas que gera um potencial de ação, um estímulo
elétrico.

Isto que, a um grosso modo, possa parecer um pequeno detalhe, na verdade, representa
um conceito revolucionário. Talvez, não para as pessoas que estão tendo o primeiro
contato com essa matéria, mas, principalmente para aquelas que já conheciam o assunto
durante os últimos trinta anos.

Tiraram algumas conclusões erróneas quando afirmavam que tudo tinha um sentido
biológico em fase ativa, com exceção dos tecidos controlados pela substância branca do
cérebro (ossos, músculos, articulações, etc.).

Inicialmente, quando se falava sobre a emotividade relacionada ao osso, se associava a


uma desvalorização, quando se falava sobre o músculo, se associava a uma
desvalorização, a emotividade do sistema linfático, também, como desvalorização e,
assim, para quase todos os tecidos regulados pela substância branca cerebral. Quando
se perguntava a Hamer sobre a diferença qual seria a diferença entre a emotividade

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destes tecidos (ósseo, muscular, linfático), ele respondia que dependeria da intensidade
dessa desvalorização, ou seja, uma desvalorização leve acometia o sistema linfático, o
tecido muscular, uma desvalorização média e, no osso, uma desvalorização intensa.

Agora, com a Sexta Lei Biológica, eu criei uma ampla classificação que surge da
investigação de casos, que nos permite saber a emotividade associada a cada tecido
baseado em sua função fisiológica. É possível compreender o sentido biológico da
adaptação que se produz em fase ativa, veremos com mais detalhes:

Nos processos biológicos, quando observamos a atividade neurológica, só existe o


estresse (estimulação) ou ausência de estresse (ausência de estimulação). Se
observarmos as diferentes áreas cerebrais e as adaptações que realizam sobre os tecidos
os quais regulam, se aprecia a ativação ou estimulação de diferentes áreas cerebrais e a
desativação ou diminuição da atividade de outras áreas.
Quando falamos de estimulação, só existe a estimulação e a ausência ou redução de
estímulo. A noite representaria a ausência total de estimulação de todas as zonas
cerebrais. Estamos rodeados por esse fenômeno elementar. O que nós conhecemos
como “noite”, é, simplesmente, a ausência dos raios solares. Em física, se sabe muito
bem que o frio não existe e que, na realidade, a diminuição da temperatura, é a ausência
do calor.

O enunciado da 6ª Lei Biológica nos diz assim:

Nos processos biológicos somente existe estresse (estimulação, potencial de ação)


e ausência de estresse (ausência de estímulo, diminuição do potencial de ação),
Sendo assim, todos os processos têm o seu sentido biológico em fase ativa de
conflito.

A única coisa que pode ser verificada é a estimulação de uma área cerebral e sua
adaptação correspondente nos tecidos que controla. Infelizmente, não dispomos, nos dias
de hoje, de mecanismos que possam mensurar e quantificar a intensidade destas
diferentes áreas cerebrais. Quando isto for possível, falaremos de fatores que provocam
um aumento da intensidade e de outros que a diminuem.

No enunciado da 1ª Lei Biológica se define que todo processo biológico especial sensato
tem início com uma situação chocante, um DHS: Conflito dramático, agudo, que “nos
pega no contrapé”, vivido em solidão. Também definimos na Primeira Lei Biológica que a
massa conflitiva era a modificação orgânica criada com base na intensidade do conflito e
na sua duração.

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Esta regra sempre se cumpre, com exceção nas constelações esquizofrênicas, conforme
dissemos anteriormente, na exposição da 5ª Lei Biológica e que veremos com mais
detalhes quando expusermos a 8ª Lei Biológica.

Teoria de Intensidades:

O fator dramático, afeta diretamente a percepção subjetiva da pessoa diante um


acontecimento.

O fator inesperado aumenta a estimulação, o estresse. Pode aparecer em uma situação


conflitiva ou, simplesmente, em um contexto da surpresa. Se aparece em fase ativa,
aumenta a intensidade e se aparece na fase de solução, retarda o processo de
regeneração.

Sentir-se só e abandonado expressa algo biologicamente inespecífico. Estas


características podem representar diferentes processos.

Quando dizemos que o acontecimento “te pega no contrapé”, queremos dizer que nosso
organismo não conseguiu codificar um mecanismo de resposta automático para essa
situação ou, se conseguiu, talvez, seja tarde demais. Seguramente, foram acionadas
duas áreas cerebrais que freiam o movimento, a ação da resposta.

Os agentes químicos influem sobre as intensidades de resposta, assim como o frio e o


calor também. O calor, diminuí o estresse e o frio, o aumenta.

Graças à compreensão da 6ª Lei Biológica podemos afirmar que todos os processos


biológicos têm seu sentido em fase ativa de conflito, quando o organismo sente a
necessidade de uma resposta.

Ainda, nos dias de hoje, se segue considerando que o sentido biológico dos tecidos
regulados pela substância branca cerebral se encontra no final da fase de regeneração.
Representa o conjunto de tecidos conhecidos como “grupo de luxo” (ossos, músculos,
articulações, sistema linfático, sanguíneo, etc.), aqueles que produzem um aumento de
tecido ao final da regeneração.

Isso era um grande erro ou uma interpretação parcial do que acontece. É verdade que ao
final da reparação dos tecidos encontremos um aumento de tecido e que este “reforço”
estrutural tem o seu próprio sentido biológico, porém, quando o organismo se encontra
em situação conflitiva, não realiza a modificação (degeneração de tecido) pensando e
interpretando esse reforço quando desaparecer a necessidade de adaptação.

Sendo assim, encontramos o sentido biológico do que conhecemos como “grupo de luxo”
em fase de estresse, no momento da necessidade e esse excesso de tecido que
observamos, é um mecanismo automático de reparação quando se identifica um dano
estrutural.

Até as 5 primeiras Leis Biológicas se desconhecia totalmente este processo adaptativo


dos tecidos estruturais. Podemos observar como é necessário reduzir tecido com a
finalidade de modelar a estrutura e adaptá-la às necessidades ambientais ou emotivas,
(Teoria do Desenho Estrutural©).

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Sétima Lei Biológica


O organismo se regenera no menor tempo Possível

A segunda Lei Biológica nos diz que existem duas fases. As pessoas que não conhecem
a Sétima Lei Biológica, seguem afirmando que estas duas fases são simétricas. Por
exemplo, se uma pessoa viveu uma situação conflitiva durante seis meses, o processo de
regeneração terá que durar os mesmos seis meses. Na realidade, graças a Sétima Lei
Biológica sabemos que isso não é bem assim. Quando os tecidos se regeneram, o
processo de regeneração dura o mínimo tempo possível.

Quase sempre se associa os sintomas à fase de regeneração, porém, se considerava que


era um bom sinal, que a pessoa estava se regenerando. Sendo assim, era recomendável
que a pessoa tivesse sintomas para se regenerar, para se curar, quando, na realidade, se
o processo de regeneração perdura muito tempo, significa que existe uma reativação do
conflito ou que a pessoa continua na fase de estresse.

O organismo finaliza o processo de regeneração e normalização dos tecidos alterados no


mínimo tempo possível dispondo de um estado favorável, marcado geneticamente.

Quando o organismo detecta que os tecidos sofreram modificações, seja por uma
situação mecânica ou adaptativa, ele inicia um processo de regeneração e normalização.
Os tecidos possuem diferentes capacidades de reparação. O tecido identificado como
alterado, se regenerará ou será substituído por outro, o tecido conjuntivo fibroso é um
exemplo claro, presente nas cicatrizes.

Quando se produz um corte na membrana epitelial, este tipo de células se divide


rapidamente para formar células filhas com a intenção de substituir o tecido alterado.
Quando não é possível produzir uma substituição de células, ocorre um preenchimento
por tecido conjuntivo fibroso. Alguns tecidos têm uma capacidade de regeneração mais
limitada, porém, geralmente, o organismo recupera um estado satisfatório no menor
tempo possível isto é marcado geneticamente. Quando desaparece a necessidade de
resposta e adaptação, há uma tendência a voltar ao seu estado original codificado. Os
sistemas de controle genético atuam em todas as células para manter as funções
intracelulares e também as funções extracelulares.

A fase de regeneração é proporcional à fase de conflito ativo, porém, a diferença do que


se acreditava até hoje na primitiva NMG, somente com as cinco primeiras Leis Biológicas,
é que não é inversamente proporcional, algo que não estava muito esclarecido. O gráfico
da 2ª Lei Biológica dava a impressão que a fase ativa era igual em intensidade e duração
à fase de regeneração, algo que não é correto. Explicaremos os critérios concretos com
base na 7ª Lei Biológica:

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O que, hoje, identificamos como fase de resposta inflamatória, por muitos anos foi
considerada como doença, os livros de medicina podem nos mostrar isso.

Hoje em dia, sabemos que isso é um mecanismo de resposta automático, quando


aparece uma lesão cuja finalidade é regenerar o tecido lesionado. Quando a pessoa tem
presente a causa da lesão ela sabe que simplesmente deve aguardar e cuidar desta
lesão até que se recupere. Em contra partida, quando aparece um processo de
regeneração, com todos os sintomas e a pessoa não sabe a origem dessa reação só lhe
resta recorrer às crenças mais vendidas no momento. As hipóteses se transformam em
realidade.

O organismo possui processos de regeneração programados para normalizar as


modificações dos tecidos, independentemente da causa. Ele realiza esses processos da
mesma maneira, tanto para as alterações provocadas por traumas, quanto para as
modificações orgânicas programadas em caso de conflitos biológicos onde foi necessário
dar uma resposta e uma adaptação de emergência para enfrentar uma situação conflitiva.

Faz-se uso do material genético para finalizar o processo de desenvolvimento embrionário


de um novo ser graças à diferenciação celular. Depois do nascimento, este material
genético, entre outras coisas, comanda as reparações, comanda a regeneração, se
encarrega de levar o organismo, novamente, ao seu estado de normalidade, pré-
determinado. O DNA contém codificada toda a informação necessária para a organização
estrutural e funcional dos diferentes tipos de células que formam cada tecido e cada
órgão.

O conhecimento e integração da 7ª Lei Biológica supõe uma mudança significativa,


ainda que não muito evidente, à primeira vista. Durante os primeiros anos de estudo
desta ciência natural, se comprovava a dificuldade de “encaixar” a cronologia dos
acontecimentos ao gráfico da 2ª Lei Biológica. Com facilidade, ao final, se acabava
tendo algumas conclusões interpretativas da reconstrução do que acontecia na realidade.
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Agora, graças à observação de como funciona o fenômeno de regeneração, graças a esta


Lei Biológica, podemos ser mais precisos com o que acontece.

Quando uma pessoa se vê livre de uma situação conflitiva, inicia-se, automaticamente, o


processo de regeneração e normalização dos tecidos que sofreram modificações,
conforme já foi explicado. Neste processo se observam várias fases, uma primeira fase
chamada de fase expansiva, onde aparecem edemas e inflamações nos tecidos que
estão se regenerando. Aparece uma vasodilatação e uma grande concentração de líquido
com a finalidade de nutrir a região.

Depois das modificações provocadas por um programa especial biológico sensato, existe
um ponto máximo de expansão e, em seguida, uma fase de eliminação de líquido. Esta
redução da concentração de líquido provoca uma progressiva diminuição da inflamação e
redução dos sintomas. Esses tecidos se reestruturam em um estado fisiológico normal e
estável, ou seja, estabelecem sua estrutura e função normal.

Exatamente, neste ponto máximo da expansão, em algumas ocasiões, aparece uma crise
denominada crise epilética (com movimentos musculares) ou crise epileptoide
(equivalente à crise epilética, porém, sem movimentos musculares). Esta crise nada mais
é do que um mecanismo que freia a fase expansiva, ou seja, a pessoa entra novamente
de maneira curta e aguda na fase de estresse, retorna em um estado de simpaticotonia
aos três níveis. A intensidade desta crise dependerá da intensidade da regeneração, ou
seja, dependerá de quão intensa e prolongada tenha sido a fase de conflito ativo e a
rapidez da expansão.

As manifestações deste fenômeno são diferentes para cada tecido. Na maioria das
ocasiões passam despercebidas, dependendo da intensidade e sua manifestação. Alguns
exemplos deste fenômeno são as câimbras musculares, os espirros, a asma, o infarto
cardíaco.

Ao final deste processo expansivo aparece uma fase diurética e de cicatrização, ou seja,
os tecidos voltam a encontrar sua estrutura e função normais.

Oitava Lei Biológica


Conexão entre os tecidos, estágios cerebrais,
e a organização emotiva.

A Oitava Lei Biológica nos diz que existe uma hierarquia emotiva. Uma conexão entre os
diferentes tecidos de um mesmo órgão.

Ao analisar o mapa cerebral, observamos que o tronco cerebral é o responsável pela


regulação de todas as emoções associadas à absorção e expulsão de nutrientes, os
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nossos objetivos mais primários. Quando temos esses objetivos garantidos, nos
projetamos a objetivos figurados. O cerebelo controla as emoções relacionadas ao ataque
e defesa. A substância branca calcula, quantifica, valoriza nossas capacidades para
desenvolver nossas emoções, alcançar nossos objetivos.

O córtex cerebral é uma rede de possibilidades entrelaçadas, relacionadas ao grupo, a


recepção sensorial e aos movimentos. Um exemplo muito claro desta hierarquia pode ser
comprovada nos processos de desvalorização: Não podemos ter um sentimento de
desvalorização se não estamos nos projetando a um objetivo. Sentimos desvalorização
quando nos projetamos a algum objetivo. Uma pessoa pode viver sem uma região
cerebral que controla uma desvalorização, porém, em contra partida, não pode viver sem
uma zona cerebral que controla a absorção e a expulsão de nutrientes, a qual regula a
nossa projeção aos nossos objetivos.

A Oitava Lei Biológica nos mostra como os conflitos figurados, na realidade, são as
interconexões entre varias áreas cerebrais, assim, um processo biológico pode ser
ativado pela interação de diferentes zonas cerebrais que são estimuladas ao mesmo
tempo. Quando, mediante a um objetivo, aparece um bloqueio por diferentes reações não
expressadas se produz massa conflitiva pelo fato de manter-se no tempo. Vejamos com
mais detalhes:

Existem sistemas de controle que atuam por todo o organismo para regular esta interação
entre os órgãos. Eles podem influenciar na ativação de um programa especial biológico.
Normalmente, estes sistemas de controle levam em conta os mecanismos fisiológicos
normais, quando são observados fora de seus intervalos normais, associamos,
erroneamente a uma doença. Na realidade, a conexão entre as diferentes regulações
cerebrais pode ativar uma delas de forma conflitiva. Neste instante, os valores de controle
estabelecidos como corretos se modificam.

Para nós, humanos, o comportamento que ocupamos na maior parte do dia é o de


alcançar “metas”. Neste processo, o sistema nervoso seleciona uma delas (percepção),
monitora os sentidos (sensações), busca informações essenciais para alcançá-las e
coordena a atividade motora (ação) necessária para executar as mudanças desejadas.

Existe uma conexão entre os diferentes tecidos com base nas vias neurológicas. A área
cerebral que controla os diferentes tecidos é distinta, porém, está interconectada através
de suas vias neuronais. Observamos essa relação, mais concretamente, nos diferentes
tecidos de um mesmo órgão. Antes de chegarem a um órgão, as vias neurológicas nos
mostram as origens do sentimento e da percepção, a reação que cada pessoa tem em
uma vivência. Os conflitos podem se ativar como comentamos anteriormente, de maneira
real ou figurativa, por exemplo, ao sentir que algo ou alguém me impede de desenvolver
um movimento e limita o impulso.

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Os canais neurológicos, com base nas diferentes áreas cerebrais, marcam alguns
estágios perceptivos na pessoa, desde os mais profundos e individuais até os mais
genéricos, aqueles que correspondem ao grupo e ao nosso mundo exterior. Graças a esta
Lei Biológica, podemos comprovar a função e os critérios de cada zona cerebral e a
conexão entre elas. Inicialmente, as classificaremos em quatro estágios:

Estágio um, deriva do tecido endodérmico:

Nesta área cerebral, são controladas as funções de absorção e expulsão de nutrientes. A


conquista daquilo que queremos “abocanhar”. A função de evitar o perigo é mensurada
pelo cerebelo, é ele que percebe e avalia o quanto uma situação pode nos agredir ou
atacar. Este estágio controla a vontade em relação a alguma coisa, objetivos primários,
profundos ou elementares. Definimos como objetivo, a direção em relação a alguma
coisa, aquilo que dedicamos nossos recursos e energia. O objetivo mais primário é o
alimento e quando já possuímos esse objetivo, nos dirigimos a outros objetivos figurados
ou transformados.

Observamos que o hemisfério direito controla o objetivo que queremos abocanhar, ingerir,
absorver, capturar, adquirir e na área esquerda o assunto que queremos expulsar,
eliminar, evitar.

Estágio dois: corresponde ao cerebelo. Este estágio está interconectado com o estágio
um (tronco cerebral) e com o estágio três (substância branca cerebral), porém, não está
totalmente conectado entre os dois seguintes, somente se conecta por algumas vias
neurológicas. Influi e intervêm de maneira visceral na ação do movimento. Quando não se
pode atacar, agredir, golpear, prejudicar, realizar um movimento, ação, situação, um
objetivo. É uma emoção visceral e automática, não racional. Alguns objetivos passam por
este centro de controle e outros não. Agora podemos compreender a conexão existente
entre a emoção essencial regulada pelo cerebelo e a relação com outros estágios,
concretamente, com o estágio quatro, o do impulso motor. Quando se esta
desenvolvendo um impulso motor e se percebe que este poderá produzir um ataque ou
agressão à nossa integridade, se ativa a zona do cerebelo responsável pela emotividade
da percepção e o impulso motor é bloqueado o u modificado para frear o movimento.

Neste estágio, encontramos uma lateralidade cruzada, ou seja, o hemisfério direito do


cerebelo controla a parte esquerda do corpo e vice e versa. A ativação de diferentes
zonas do cerebelo que controlam as membranas de proteção, provocando um aumento
de estímulo e se o conflito permanece ativo por muito tempo com forte intensidade, se
observa um aumento de tecido. Esta ativação de estímulos freia a ação para impedir que
sejamos agredidos, influi sobre o movimento para produzir uma correção.

Estágio três: Corresponde à substância branca cerebral. É encarregado de avaliar a


capacidade, possibilidade, habilidade para poder alcançar um objetivo, também,
interpretar se somos capacitados para realizar uma ação. Como já sabemos, esta área
cerebral se entrecruza com os órgãos. A área cerebral direita controla os tecidos da parte
esquerda do corpo e vice e versa.

A estrutura se codifica baseada nas necessidades estruturais em que se encontra o


organismo de maneira real ou figurativa. Está intercalado entre os objetivos primários, as
percepções que são captadas e as ações que se realizam. É neste estágio onde se
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impactam todas as técnicas de “pensamento positivo” e demais técnicas “terapêuticas”


para aumentar a autoestima e criar uma superação pessoal.

Este processo de sentir uma capacidade de alcançar algo que, no fundo, sabemos que
não podemos, representa um processo semelhante ao que acontece nas constelações da
substância branca cerebral, quando uma pessoa sente um forte sentimento de
desvalorização em ambos hemisférios cerebrais. Esta situação cria uma sensação,
sentimento de capacidade.

Não pode existir a ativação desta área cerebral sem que exista o estágio um, assim como
não há uma desvalorização se não existe um objetivo.

Estágio quatro: Este estágio pertence ao córtex cerebral. Gerencia a sensibilidade, o


movimento, a coordenação do corpo. É uma interconexão entre diferentes processos. É
uma rede de possibilidades de adaptação, percepção, interpretação, ação que nos
conectam com o mundo para conseguirmos nossos próprios objetivos ou os do grupo.
Graças ao percurso que os neurônios fazem por estes diferentes estágios é que se pode
realizar os trabalhos de recepção, análise, transmissão e resposta.

Este estágio reduz a sua atividade durante o sono. Sendo assim, um conflito do córtex
cerebral supõe o envolvimento de mais zonas cerebrais, com exceção das de conexão
direta, por exemplo, no córtex motor das vias diretas ao músculo. Não pode existir um
conflito de rancor de território sem que haja um objetivo. Sem esta 8ª Lei Biológica não
seria possível explicar muitos processos que acontecem. O conflito de território que, no
passado, se considerava um processo direto da intima das artérias coronárias,
controladas pela área peninsular direita do córtex cerebral, na realidade, significa a
implicação de vários processos de uma só vez: Íntima coronária (endotélio), ativação
sensorial (córtex), com forte intensidade e duração (com sensação de incapacidade
masculina), aparecem um redução de tecido intersticial testicular e uma redução
hormonal, o miocárdio pode ou não estar envolvido, também, a sensibilidade auditiva, etc.

O organismo sente a perda de território, aquilo que sentimos que nos nutre e cria uma
adaptação especializada para as características do conflito com a finalidade de sair o
quanto antes possível. Quando aparece a ativação conflitiva em diversas áreas de uma
só vez, aparecem as chamadas constelações do córtex cerebral. A pessoa cria uma
adaptação psíquica para poder suportar fortes conflitos ativos ao mesmo tempo.

Leucemia
Por que aparecem sintomas somente quando a pessoa sai da situação conflitiva?
Só se havia comentado até agora que o conflito pertinente à leucemia era o de
desvalorização e que o sentido biológico estaria no final da fase de regeneração quando
ocorria a consolidação do osso.
No processo de remodelagem óssea, ao qual definimos como Desenho Estrutural©, em
uma situação de emergência, a diferença para o que se acreditava até hoje é que
diminuem as defesas para que se possa produzir um dano estrutural que o organismo

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considera necessário sem que apareçam dores e inflamações típicas do processo de


regeneração dos tecidos.

Durante este processo anêmico, a pessoa se sente mais esgotada em fase ativa embora
possa se compensar já que está em um estado simpaticotônico. Neste momento de
simpaticotonia ocorre uma vasoconstrição, que também reduz o processo de
regeneração. Podemos dizer que, inicialmente, se produz uma redução do processo de
regeneração graças a uma vasoconstrição, depois, aparece uma redução dos leucócitos
com o intuito de diminuir ainda mais o processo de regeneração e facilitar a remodelagem
do tecido ósseo e como um terceiro recurso, se reduzem os eritrócitos com o intuito de
diminuir a oxigenação dos tecidos.

Durante a fase de resolução aparece uma vasodilatação que provoca uma ruptura nos
vasos daqueles tecidos que ainda não haviam se consolidado, a leucemia facilita o
processo de consolidação óssea e o aumento dos eritrócitos facilita a oxigenação durante
o processo de regeneração. Agora sim, podemos comprovar que, realmente, se entende
perfeitamente porque uma pessoa, quando se encontrava em um processo similar, em
fase ativa sentia-se mais “débil”, justamente quando estava vivenciando uma situação de
incapacidade.

Havíamos interpretado, no passado, que era um sentimento de desvalorização profundo


que, casualmente, se somava a uma redução na produção de células sanguíneas sem se
entender o motivo, já que o mais lógico seria pensar que, neste momento de
desvalorização, o organismo necessitava de um aumento de células sanguíneas e não
uma diminuição.

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Periósteo

Aqui, nos deparamos com uma novidade importantíssima, o periósteo. Durante os


processos relacionados ao osso, só se havia definido, até então, que existia uma redução
de tecido em fase ativa, que haveria uma descalcificação quando sentíamos uma
desvalorização. Nesta interpretação está escondida uma função fisiológica concreta do
periósteo, que nas antigas classificações era colocado como pertencente ao ectodermo,
já que só se dava importância a sua sensibilidade, também ectodérmica.
Concretamente, o periósteo era classificado como oncoequivalente pelo fato de se
acreditar que não havia nem diminuição e nem aumento desse tecido.

O periósteo, estruturalmente, pertence ao mesodermo e funciona de maneira semelhante


ao paleoencéfalo, produzindo aumento de tecido em fase ativa de conflito, ou seja,
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quando o organismo sente que existe uma pressão sobre o osso. Na terceira Lei
Biológica se considerou que todos os tecidos regulados pela substância branca cerebral
produziam uma redução de tecido em fase ativa e, neste caso, podemos observar
claramente que isso não acontece, pois este processo pertence ao paleoencéfalo e
produz aumento de tecido em fase ativa de conflito. Aparece uma dor intensa com o
objetivo de alertar sobre o ataque ao osso com a finalidade de nos afastarmos daquilo
que está incidindo sobre o osso.

Esta dor aparece devido a forte inervação sensorial do córtex, presente no periósteo.
Através da sua conexão com este tecido e função, se pode ativar a emoção, sobretudo
quando a pessoa associa a uma patologia de ataque, pressão ao osso e ativa o processo
do mesodermo do periósteo, produzindo um aumento do reforço.

Com base nas 5 Leis Biológicas se considerava que o conflito estava relacionado a uma
separação intensa, já que sem o conhecimento da 8ª Lei Biológica, só se levava em conta
a função sensorial deste tecido. Na realidade, ele dispõe de várias funções, cada uma
com as suas finalidades próprias. Notamos esta novidade quando observamos a função
de membrana mesodérmica, não valorizada até agora.

Nesta curta apresentação, só tive a pretensão de mostrar algumas novidades. Espero que
continuem se aprofundando nesta matéria.

Assensi Teixidor

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