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METODOLOGIA E SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO MCT

INTRODUÇÃO
 Obtenção de propriedades em corpos de prova MINIATURA
COMPACTADOS e destinados aos solos TROPICIAS;
 Índices classificatórios tradicionais não podem ser aplicados
diretamente aos solos tropicais;
 Desenvolvimento de índices mais significativo à realidade dos
solos tropicais;

PARTICULARIDADES DOS SOLOS TROPICAIS


 Agregação de finos nos solos lateríticos
alterações na granulometria e Limites de Consistência
 Natureza físico-química das argilas
alterações no comportamento da fração argila
 Influência dos macrocristais de mica e caulinita nos solos saprolíticos
fração silte pode apresentar plasticidade
 Natureza fragmentável dos grão de silte e areia dos solos saprolíticos
limitações na classificação granulométrica devido a fragmentação e
estrutura porosa, presença de cristais.
IMPORTÂNCIA DA METODOLOGIA MCT
 Compatibilidade com a origem geológica e/ou pedológica dos solos
tropicais
VANTAGENS DA METODOLOGIA MCT
 Menor quantidade de solo empregado,
 Equipamento de compactação mais leve;
 Possibilidade de utilização dos corpos de prova em outros ensaios
(Mini-CBR, permeabilidade, contração etc.)
 Rapidez e menor esforço físico;
 Aspecto mecânico dos ensaio facilita sua mecanização.
HISTÓRICO
Primeiro Ensaio – MINI-CBR (Nogami, 1972)
Base procedimento da Iowa State University e correlações com o método
determinação do CBR adotado no Brasil.
Dimensões dos CPs (= 5,0 cm e h = 5,0 cm)
 Procedimento de compactação (soquete de seção plena)
 Outras simulações (sobrecargas, estágio de penetração e crit. imersão)
Obtenção de outras propriedades (infiltrabilidae, contração, perm.) –
(Nogami e Villibor, 1979)
CLASSIFICAÇÃO MCT
Adaptação dos Introdução do
procedimentos propostos ENSAIO DE PERDA
por Parsons (1976) POR IMERSÃO
Desenvolvimento de uma classificação geotécnica
CLASSIFICAÇÃO MCT (Nogami e Villibor, 1980 e 1981)
(Nogami e Villibor, 1985) – Procedimentos do Ensaio Sub-miniatura
Corpos de prova com 2,6 cm de diâmetro (Sub-MCV)

Ensaios da Metodologia de
Classificação MCT Eixo da estrada
Compactação;
Capacidade de Suporte
( Mini-CBR);
Contração;
Infiltrabilidade;
Permeabilidade
Perda por Imersão;
Penetração da Imprimadura;
Controle de compactação
CARACTERÍSTICAS DOS ENSAIOS
 Moldes cilíndricos de 50 mm (26 mm na alternativa sub-miniatura)
 Soquetes de seção plena (Tipo leve = 2270 g e Tipo pesado = 4500 g)
caindo em queda livre (30 cm de altura)
 Sub-miniatura = 1000 g e altura de queda 20 cm
 Base tipo pistão (movimentação do molde durante a compactação)
melhor distribuição da energia aplicada pelo soquete
 Sistema de extração tipo alavanca acoplado ao equipamento de comp.
(Soria & Fabri, 1980; Nogami e Villibor, 1980)
MÉTODOS DE COMPACTAÇÃO
 Método Proctor (Mini-Proctor)
Fixa uma determinada energia de compactação e realiza-se a
compactação para diferentes teores de umidade
 Método MCV (Moisture Condition Value - Parsons, 1976) - Mini MCV
Para cada umidade de compactação, aplicam-se, energias crescentes até
não se conseguir aumento sensível de densidade, obtendo uma família
de curvas compactação
COMPACTAÇÃO PROCTOR (MINI-PROCTOR)
 PREPARAÇÃO DA AMOSTRA
Amostra seca ao ar e passante na # 2,0 mm
Umedecimento prévio por 10 a 12 horas
 COMPACTAÇÃO
Golpes distribuídos igualmente nos dois lados dos CPs ( inversão do
molde)
ENERGIA NORMAL= 5 golpes soquete leve, de cada lado
ENERGIA INTERMEDIÁRIA = 6 golpes soquete pesado, de cada lado
ENERGIA MODIFICADA = 12 golpes soquete pesado, de cada lado
COMPACTAÇÃO Mini-MCV
 PREPARAÇÃO DA AMOSTRA
Amostra seca ao ar e passante na # 2,0 mm
Umedecimento prévio por 10 a 12 horas
Utilizar cerca de 200g, primeiramente da amostra com maior umidade
 COMPACTAÇÃO
Procede-se o primeiro golpe e determina-se altura A1 do CP, repete-se a
as operações de medida de altura após os golpes sucessivos
seguintes 2, 3, 4, 6, 8, 12, 16,...., n,...., 4n
Compactação
Características

Energia
Características
Normal Intermediária Modificada
Peso do soquete 2.270 g 4.540 g 4.540 g
Altura de queda 305 mm 305 mm 305 mm
No de golpes 5 6 12
Diâm. do cilindro 50 mm 50 mm 50 mm

Aplicações dos resultados


Paralisação da compactação
medidas sucessivas de altura derem diferenças menos que 0,1 mm
4n atingir o valor 256 golpes, ou 96 no Sub-MCV
houver nítida exudação.
Repetir os procedimentos para as outras umidades
 PERDA POR IMERSÃO
 corpos de prova resultantes do ensaio de compactação MINI-MCV são
extraídos de maneira que fiquem com uma saliência de 1,0 cm da base
do molde
 posicionamento horizontal numa cuba cheia de água, imersão
completa, por 20 horas
 recolhe-se a massa desprendida e determina-se a massa
 perda por imersão = relação massa perdida pela massa da parte
saliente do CP
Resultados
CURVAS DE COMPACTAÇÃO
CURVAS mini-MCV OU DE DEFORMABILIDADE COEFICIENTE c’
CURVA mini-MCV vs. UMIDADE
Perda por Imersão
Características

WS
Pi  100 (%)
Wp

Ws = peso seco da parte desprendida


Wp = peso seco da saliência inicial
Aplicações dos resultados
Resultados

20 Pi
e´  3 
d´ 100
Capacidade de Suporte Infiltrabilidade
Características
Características

Aplicações dos resultados


Contração Permeabilidade
Características Características

Aplicações dos resultados Aplicações dos resultados


Classificação

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