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A Parábola do Mordomo Infiel, ou Administrador Infiel, fala

sobre a necessidade da prudência que deve caracterizar os


seguidores de Cristo. O significado dessa parábola de
Jesus expressa uma advertência sobre a forma diligente
com que a vida cristã deve ser vivida. A Parábola do
Mordomo Infiel está registrada no Evangelho de Lucas
16:1-9.
Jesus contou a Parábola do Mordomo infiel aos seus
discípulos. Esses discípulos provavelmente não resumiam
ao grupo dos doze apóstolos, mas ao grupo maior de
pessoas que o seguiam. Apesar de ter sido pronunciada
aos discípulos, os fariseus também a ouviram. Jesus
pronunciou essa parábola logo após ter contado a Parábola
do Filho Pródigo.
Resumo da Parábola do Mordomo Infiel
Na Parábola do Mordomo Infiel Jesus falou sobre um
homem rico que empregava um administrador. Esse
administrador, ou mordomo, foi acusado diante dele de
esbanjar seus bens, praticando uma péssima gestão. Então
o homem rico chamou o mordomo para que ele lhe
prestasse contas de sua administração. O patrão lhe avisou
que ele não poderia mais continuar na administração de
seus bens (Lucas 16:1,2).
Diante daquele impasse, o mordomo argumentou com sigo
mesmo: “O que vou fazer, já que meu senhor tirou de mim
a posição de administrador? Cavar não posso; de
mendigar tenho vergonha” (Lucas 16:3). Então ele teve
uma ideia do que fazer para não ficar desamparado quando
estivesse desempregado.
Antes de entregar suas contas, o mordomo chamou cada
um dos devedores de seu patrão. Então ele perguntou a
cada um deles o valor de sua divida para com o seu
senhor. Conforme cada devedor ia falando o valor de sua
divida, o mordomo infiel lhe oferecia um grande desconto.
Por exemplo: um homem que devia ao homem rico cem
medidas de trigo, recebeu do mordomo infiel vinte por
cento de desconto. Assim sua divida foi atualizada para
oitenta medidas (Lucas 16:4-7). Ao fazer isso o mordomo
infiel estava construindo bons relacionamentos que lhe
ajudariam no porvir.
Muito provavelmente os devedores não perceberam que
estavam participando de uma fraude, mas pensavam que o
desconto era legitimo e tinha a aprovação do credor.
Conforme a narrativa de Jesus, tudo indica que os
devedores não sabiam que o administrador estava sendo
infiel.
Depois dessa trama, o mordomo infiel entregou as contas
“em ordem” ao seu patrão. Ao perceber o que o mordomo
infiel havia feito, ele reconheceu sua astúcia. Ele elogiou o
mordomo infiel por ter agido com sagacidade e ter sido
esperto ao garantir suas provisões futuras para o tempo em
que estivesse desempregado (Lucas 16:8). O homem rico
sabia que não poderia mais reverter os descontos
concedidos por seu administrador em seu nome.

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