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COMO FUNCIONA UMA MÁQUINA DE SOLDA?

Fonte: http://fundentes.blogspot.com.br/2010/03/como-funciona-uma-maquina-de-solda.html

3. A MÁQUINA DE SOLDA


3.1 DEFINIÇÃO
Máquinas ou aparelhos de solda elétrica são equipamentos para produzir altas temperaturas num ponto concentrado da
peça a ser soldada, através da energia elétrica.

3.2 CLASSIFICAÇÃO
Está contido na classificação geral das máquinas de solda, duas categorias:
a) máquina de solda moto - geradora
b) máquina de solda transformadora
b.1) máquina de solda a arco
b.2) máquina de solda a resistência
b.3) máquina de solda a retificador

4. PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
4.1 MÁQUINA DE SOLDA MOTO - GERADORA

Esta máquina é constituída de um gerador de corrente contínua, o qual é acoplado e acionado por um motor de
corrente alternada, geralmente trifásico.
O conjunto rotativo motor + gerador proporciona uma elevada inércia, amortecendo assim as oscilações provocadas
pela carga, bem como, faz com que o sistema “enxergue – a” como uma carga balanceada (fase equilibrada).
Desta forma, a ligação deste tipo de máquina de solda será regida pela mesma norma que trata dos motores elétricos,
ou seja, a Norma “Critérios para Atendimento a Motores Elétricos de Indução”. 

4.2 MÁQUINA DE SOLDA TRANSFORMADORA 


As máquinas de solda transformadoras são aquelas que causam maiores perturbações à rede de distribuição, sendo as
variações bruscas de potência e o baixo fator de potência suas características básicas.

4.2.1 MÁQUINAS DE SOLDA A ARCO


Estas máquinas utilizam como fonte térmica para fusão de uma peça metálica, o arco voltaico, o qual poderá ser
produzido por uma corrente contínua ou alternada, com a utilização de eletrodos de carvão ou metálicos.
Um polo da fonte de energia é conectado à peça a ser soldada e o outro é manuseado pelo operador da máquina.
No processo de solda, destacamos dois instantes importantes e distintos.

Instante 1:
Momento do curto circuito dos eletrodos com a peça a ser soldada. Este instante correspondente à máxima corrente
encontrada em todo o processo de solda, conseqüentemente a máxima oscilação de tensão.
O valor desta corrente (curto circuito) não está contida na placa de identificação da máquina.
Após o contato do eletrodo com a peça metálica, o operador vai afastando o eletrodo gradativamente, compondo –se
assim o arco voltaico, até um comprimento de arco de trabalho.

Instante 2:
Com o arco já estabelecido, o operador executa a solda. Neste instante temos uma corrente nominal (de placa) sendo
absorvida da rede.
Os transformadores das máquinas de solda diferem-se dos transformadores de distribuição, pois tem uma elevada
dispersão de fluxo magnético, possuindo características elétricas mínimas capazes de satisfazer à condição de
operação.
A regulagem da corrente de solda pode se dar através de:
- variação da reatância do transformador, variando o fluxo magnético de dispersão, através do deslocamento das
bobinas ou de variação do entreferro ; ou - variação da tensão no secundário ou no primário da máquina. 
Este tipo de máquina de solda, devido seu baixo custo, é o mais utilizado.

4.2.2 TRANSFORMADOR DE SOLDA A RESISTÊNCIA


A soldagem por meio de resistência , utiliza a própria resistência da peça a ser soldada, circulando corrente elétrica
alternada à baixa tensão, através das superfícies de contato das peças a serem trabalhadas.

4.2.3 TRANSFORMADOR RETIFICADOR DE SOLDA


Este equipamento é idêntico à máquina de solda a arco, descrita em 4.21, exceto a existência de um retificador
acoplado ao secundário do transformador, a fim de se conseguir um arco sob corrente contínua.

5. EFEITOS DA MÁQUINA DE SOLDA NA REDE DISTRIBUIÇÃO


5.1 MÁQUINA DE SOLDA MOTO - GERADORA
Serão considerados como motores elétricos (vide Norma Técnica de atendimento a motores elétricos).

5.2 MÁQUINAS DE SOLDA TRANSFORMADORA


Através do arco voltaico formado no secundário destas máquinas, o sistema supridor fica submetido a todas as rápidas
variações de corrente, correspondendo às mesmas variações no nível de tensão.
Além destas variações, existe também o ponto de partida do processo, que corresponde a uma corrente de curto
circuito, proporcionado a maior valor de flutuação de tensão. Graficamente, podemos fazer a seguinte analogia: 
Destacam-se 4 etapas num processo completo de operações. 

Etapa 1 - instante (t0) de energização da máquina de solda, correspondendo a um valor de corrente em vazio (I0), em
geral corresponde à corrente do motor de refrigeração da máquina de solda ( quando houver ).
Etapa 2 - instante (t1) do curto circuito dos eletrodos com a peça a ser soldada, correspondendo a maior corrente
absorvida ( Icc = corrente de curto circuito ).
Etapa 3 - instante (t2) do início do arco voltaico, correspondendo a uma corrente intermediária (I2).
Etapa 4 - instante (t3) referente ao início da solda propriamente dita, correspondendo a uma corrente nominal de solda
(I1 = Inom).
A operação da máquina de solda causa na rede de distribuição, flutuações rápidas de tensão, devido a particularidade
do arco voltaico, podendo estas flutuações causam níveis de flicker consideráveis.
OBS: Outro ponto importante a se destacar, é que, diferente dos motores elétricos, nas máquinas de solda a arco, é por
unidade de tempo, inviabilizando assim, o cálculo do nível de flicker causado por estes equipamentos no momento da
solda.

6. MODELAGEM DA MÁQUINA DE SOLDA 


6.1 MÁQUINA MOTO GERADORA
Idem Motores Elétricos (vide Norma Técnica de atendimento a motores elétricos).

6.2 MÁQUINA DE SOLDA A ARCO


Observando o gráfico 1, nota-se que o instante de maior impacto para a rede no processo completo da solda, é o
instante t1, correspondendo a corrente de curto circuito Icc, ou seja, a máquina de solda terá que ser modelada para
esta corrente, um valor desconhecido, que não consta nos dados de placa do equipamento.
O Anexo I, mostra o método correto e tradicional de se quantificar a potência ou corrente de curto circuito de uma
máquina de solda. Como este método se baseia em ensaios, torna – se assim, quase que impraticável
este procedimento. Desta forma, através de medições realizadas, constatou – se que esta corrente aproxima – se de
duas vezes a corrente nominal da máquina, assim: Icc = 2 x I nom (1) 
••
Scc  =2 x Snom
S cc = S nom ∠ θ (notação angular de Scc, com módulo Snominal e ângulo θ)
θ = Cos - 1 (FP)
Onde : 
S cc = Potência de curto circuito aproximada da máquina de solda em kVA. 
S nom = Potência nominal da máquina de solda em kVA, dado de placa.
FP = Fator de potência da máquina de solda.
θ = Ângulo do fator de potência. 

Processo de soldagem Mig/Mag: como funciona?


Blog FK 22 de abril de 2016 Dicas, Equipamentos, Ferramentas Kennedy, Máquinas, SerralheriaDeixe um comentário 3,864 Visualizações

Tig, Mma, Mig/Mag, essas são as mais conhecidas denominações de processo de soldagem, mas será que as
conhecemos tão bem? Hoje vamos tratar do processo de soldagem Mig/Mag, muito utilizado na indústria e
reconhecido por sua alta produtividade.

Introduzido na década de 1920 e viabilizado comercialmente a partir de 1948,  o processo de soldagem


Mig/Mag consiste de um processo de alimentação constante de um arame consumível (polaridade +), que é
direcionado a uma peça metálica (polaridade – ), sob uma atmosfera de proteção gasosa.
Quando o arame consumível entra em contato com o metal de base, ocorre o fechamento do circuito e a circulação
de corrente elétrica entre o pólo positivo e o negativo, os metais são aquecidos até a temperatura de fusão, o que
resulta na chamada “poça de fusão” que efetua a coalescência dos metais ali presentes. Parte desta poça de fusão é
composta pelo arame consumível ou metal de adição, e parte é composta pelo resultado da fusão entre o arame e o
metal de base, o que chamamos de diluição. Após o resfriamento da poça de fusão, temos a união destes metais.

É um processo muito flexível que proporciona soldagens de qualidade com alta produtividade, principalmente quando
comparado com processos manuais como eletrodos revestidos. O processo ficou caracterizado no mercado
como MIG/MAG, ou seja, MIG (metal inert gas), quando o gás de proteção utilizado para proteção da poça de fusão é
inerte, ou MAG (metal active gas), quando o gás de proteção da poça de fusão é ativo.
A alta produtividade do processo de soldagem MIG/MAG advém da elevada taxa de deposição, da alta velocidade de
soldagem e do alto fator de ocupação do equipamento/soldador.

 Processo semiautomático, bastante versátil, que pode ser adaptado para a soldagem automática

 Exige menor habilidade do soldador em comparação ao processo de eletrodo revestido

 O eletrodo nu (arame) é alimentado continuamente, evitando perda de arame

 A soldagem pode ser executada em todas as posições

 Versatilidade em relação ao tipo de material e à espessura de soldagem.

 Não há formação de escória

 A penetração é mais uniforme comparado ao processo de eletrodo revestido

 A penetração e a diluição podem ser controladas durante o processo

 Processo com baixo teor de hidrogênio

 Os problemas de distorções e tensões residuais são menores

 A visibilidade da poça de fusão é excelente

Agora que você já conhece um pouco mais sobre o processo de soldagem MIG/MAG, que tal conferir
algumas máquinas de solda MIG/MAG presentes no mercado:
As fontes de soldagem MIG-MAG, MB 250 MK proporcionam uma excelente estabilidade do arco elétrico em todas
as faixas de soldagem com regulagem por comutador de múltiplas faixas (10 posições) que permite o ajuste preciso
dos parâmetros, conta ainda com indutância de dois níveis (250 A e 40%), possui tracionador de 2 roletes com
controle linear exato de velocidade com sistema de freio eletrônico do motor e compartimento do rolo de arame.

INVERSORAS DE SOLDA –
PERGUNTAS E RESPOSTAS
Como funciona uma máquina de solda?
O funcionamento de uma máquina de solda se dá por ela fazer um controle adequado da energia
que temos no “poste”, convertendo em uma situação adequada para soldagem.
A energia elétrica se mede em tensão (V – Volts) e corrente (A – Ampére). A máquina de solda
modifica essa tensão (V) e corrente (A) que vem da rua, de forma a derreter o tipo de consumível
adequado: arame de mig, vareta de tig ou eletrodo revestido.
Quanto mais estável a energia final entregue na ponta do equipamento, melhor a qualidade da
solda. Chamamos isso de arco elétrico.
 
O que é uma solda inversora?  Qual a sua diferença quando comparado com
transformador ou convencional?
Vamos responder em alguns tópicos:
– A grande diferença está na utilização de uma placa eletrônica no lugar de um transformador
– Isso resulta em uma máquina muito mais leve e portátil
– Além disso, é possível obter regulagens mais finas e precisas, pois a eletrônica permite um arco
muito mais estável que o transformador
Resumindo: a inversora de solda é uma máquina leve, onde trocamos o peso dos transformadores
por uma eletrônica (parecida com a das fontes para som automotivo). São feitas para trabalhar
em situações diversas (inclusive em altura), com facilidade de transporte e manuseio, e com
muita precisão.
 

 
Que tipo de eletrodo pode ser usado e quais materiais eu consigo soldar com uma
inversora de solda?
O tipo de eletrodo depende da corrente de saída da máquina. Abaixo segue uma tabela com os
eletrodos mais comuns e indicados para soldar chapas de aço carbono, com os modelos de
inversoras da V8 Brasil:

MODELO ELETRODO 6013 2,5 MM ELETRODO 6013 3,25 MM ELETRODO 7018 2

MMA 150 x x

COMBAT 160 x x

COMBAT 200 x x x

TIG/MMA 200 S x x x

A tabela acima foi elaborada através de testes realizados na fábrica da V8 Brasil,


entretanto, é indispensável alertar que alguns fatores são importantes para a qualidade
de soldagem:
 O tipo de liga do material a ser soldado (metal de base);
 A qualidade e o correto armazenamento dos eletrodos (lembrando que eles
possuem validade e precisam estar secos, sendo indicado o uso de estufa);
 A superfície a ser soldada precisa estar limpa (sem tinta, óleo e outras
impurezas);
 Uma rede elétrica adequada. No Brasil temos oscilações de tensão na
distribuição de energia. Sempre verifique a tensão na tomada e utilize extensões
adequadas;
 Além disso, a experiência do soldador em efetuar a regulagem correta também é
determinante para se atingir uma melhor eficiência e qualidade de soldagem.
 
Quais os tipos de defeitos podem ocorrer com esse tipo de equipamento?
Por se tratar de uma máquina controlada por uma placa eletrônica, a grande maioria dos defeitos
será resolvida com a simples troca da placa o que facilita a manutenção do produto em uma
eventualidade deste vir a estragar.

Como funciona o processo de solda TIG?

Soldagem TIG

O processo de soldagem TIG (Tungsten Inert Gas) foi primeiramente desenvolvido por Russel Meredith, que
trabalhava na empresa Northrop Aircraft Company, no inicio da segunda guerra mundial, o senhor Jack Northrop
desejava construir uma estrutura para aviões de guerra em magnésio e alumínio que os tornasse mais leves e
mais rápidos, e os processos de soldagem existentes naquela época não eram adequados para soldar estas ligas.
Estimulado por Russel Meredith e seu grupo de soldagem, Russel Meredith inventou o processo TIG, e tambem
desenvolveu as primeiras tochas TIG. O novo processo foi chamado de "Heliarc", porque foi utilizado um arco
elétrico pra derreter o material base e hélio como gás de proteção da poça de solda. Em 1942 Russel Meredith
patenteou a primeira tocha TIG original. As patentes foram vendidas para a divisão Linde da Union Carbide (hoje
Praxair). A Linde introduziu no mercado os modelos HW-17 e HW-18, que ainda são utilizados até hoje no Brasil e
em várias partes do mundo. 

Vantagens

- Soldas de excelente qualidade


- Acabamento do cordão de solda
- Menor aquecimento da peça soldada
- Baixa sensibilização à corrosão intergranular
- Ausência de respingos
- Pode ser automatizado

Limitações

- Dificuldade de utilização em presença de corrente de ar


- Inadequado para soldagem de chapas de mais de 6 mm.
- Produtividade baixa devido à taxa de deposição
- Custo do equipamento
- Processo depende da habilidade do soldador, quando não automatizado

Detalhes da Soldagem TIG

Em solda TIG, o arco elétrico se estabelece entre a peça de trabalho e um eletrodo de tungstênio com
aproximadamente 2% de tório. A poça de fusão e o eletrodo são protegidos contra os efeitos do ar atmosférico
por um gás inerte, cujo fluxo é direcionado por um bocal que circunda o eletrodo. O arco elétrico é ignitado por
um gerador de faísca (gerador de alta freqüência) entre o eletrodo e a peça. O eletrodo representa apenas o
terminal de um dos pólos e não é adicionado à poça de fusão (eletrodo não consumível). Conseqüentemente são
utilizados eletrodos de material de alto ponto de fusão e de alta emissão termiônica (o ponto de fusão do
tungstênio é de 3.370°C). Para solda de aço, cobre, níquel, titânio, etc, é utilizada corrente contínua com
polaridade direta (eletrodo conectado ao terminal negativo) aquecendo menos o eletrodo se comparado com a
polaridade inversa. Alumínio e suas ligas são normalmente soldados com corrente alternada. A corrente alternada
dá um arco que limpa a chapa no ciclo positivo, permitindo ao metal fluir facilmente. Alumínio pode também ser
soldado com corrente contínua, polaridade direta, com o uso de Hélio como gás de proteção. Escolha do gás de
proteção para vários metais base e suas ligas: Argônio é o gás de proteção mais utilizado em soldagem pelo
processo TIG. Hélio (He), misturas de Argônio/Hélio ou a mistura de Argônio/Hidrogênio são utilizados em casos
específicos. 
Abaixo detalhe da posição correta do eletrodo de tungstênio e vareta de adição para soldar com o processo TIG na
posição plana. 
Máquina de Solda com Eletrodos - Inversor ou Transformador?

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O transformador de solda tem sido largamente utilizado nos últimos anos, mas a tecnologia digital chegou
também às máquinas de solda. Por isso, na hora de adquirir um equipamento para soldagem com
eletrodos, qual é a diferença entre Inversor ou Transformador?

TECNOLOGIA
Os transformadores são basicamente constituídos por um núcleo revestido por enrolamento de bobinas de
cobre. Trabalham em corrente alternada (CA) e os valores de corrente e tensão são alterados através da
posição do núcleo. Possuem algumas limitações de acordo com tipo de eletrodo devido a construção física do
equipamento.  

Os inversores são constituídos por circuitos eletrônicos, garantindo eficiência e conforto na mudança de
corrente e tensão. São equipamentos compactos, potentes podendo trabalhar com uma gama maior de
eletrodos.

CONSUMO DE ENERGIA
Pela diferença de tecnologia, os inversores são mais eficientes, e consomem menos energia que os
transformadores.

CICLO DE TRABALHO
Seja para soldagem ou para ponteamento, quando se fala em ciclo de trabalho (período em que a máquina está
soldando), os inversores são mais eficazes, conseguindo manter um determinado valor de corrente por mais
tempo.
Exemplo: em um período de 10min:
Maquina 100A@60% = 6min soldando (100A) e 4min em descanso
PESO E TAMANHO
O inversor é aproximadamente 3 vezes mais leve e mais compacto que o transformador de solda, possibilitando
o uso em lugares de difícil acesso. O transporte é ainda mais fácil com o uso da alça de ombro, disponível em
todos os inversores portáteis ESAB.

FACILIDADE DE USO
O ajuste dos parâmetros de solda nas máquinas para eletrodos é geralmente simples, selecionando apenas a
corrente de soldagem através de uma manivela ou um botão.

Os inversores possuem painéis extremamente simples com potenciômetros e em alguns casos displays
indicativos, facilitando o ajuste e precisão dos parâmetros. Já os transformadores possuem ajuste simples
através de manivelas, que em relação aos inversores não apresentam a mesma agilidade e conforto.

Sobre a garantia dos equipamentos, os transformadores têm garantia de 1 ano e meio, enquanto os inversores,
2 anos (Os inversores de solda portáteis ESAB têm a maior garantia do mercado).

Assim como todos os produtos ESAB, ambos contam com a Assistência Técnica presente em todo o Brasil.
Para sua próxima máquina para soldagem com eletrodos revestidos, seja transformador ou um inversor portátil,
a ESAB oferece vantagens e diferenciais em cada modelo, e você pode estar certo de que a opção escolhida
atenderá suas necessidades.