Você está na página 1de 230

Diesel - Módulo V

r Donizeti Manoel Rodrigues Corrêa


c
c
(
r

c
c
Diesel Módulo 5 - Ford Ranger Motor Eletrônico NGD 3.0E

(Série Manuais de Reparação- Vídeocarro Diesel)

('
c
l

Sete Produções (Educar Brasil Comércio e Exportação LTDA)


1a Edição (2007), reimpressão
Belo Horizonte, 201 O

ISBN 978 85 62748 29 5


(

C824d Corrêa, Donizeti Manoel Rodrigues


mod.5 Diesel módulo 5 : Ford Ranger Motor eletrônico NGD 3.0E. - reimp.
2010 Donizeti Manoel Rodrigues Corrêa. -- Belo Horizonte : Sete, 20 IO. (Série
Manuais de Reparação- Vídeocarro Diesel)
230 p.: i!.

ISBN 978-85-62748-29-5

Inclui glossário técnico

I. Motores- Manual técnico. 2. Motores- Motor diesel. 3 . Veículos a motor


-Manutenção e reparos. 4. Motores- Fabricante MWM Intemational. 5. Motores
- Motor Power Stroke Electronic. I. Corrêa, Donizeti Manoel Rodrigues. li. Sete
Produções. Educar B rasi l Comércio e E xportação L tda. I I!. S érie Manuais de
Reparação- Vídeocarro Diesel. IV. Título.

CDU: (083.13)621.436

Responsável pela ficha catalográfica: CRB-MG 2742


ÍNDICE
(
( FORO RANGER- MOTOR ELETRÔNICO NGD 3.0E
r EDITORIAL ................................................................................................. 11
(
APRESENTAÇÃO .......................................................................................15
MOTOR NGD 3.0E- MWM INTERNATIONAL ........................................... 19
Bloco do Motor ......................................................................................... 21
(
Árvore de Manivelas .......................................................... ,. ..................... 21
Bielas ........................................................................................................ 22
(
( Pistões ...................................................................................................... 22
Cabeçote .................................................................................................. 23
Junta do Cabeçote ................................................................................... 24
( Distribuição do Motor- Sincronismo ........................................................ 25
Sincronismo do Motor .............................................................................. 27
Sistema de Arrefecimento ........................................................................ 29
Sistema de Lubrificação ........................................................................... 31
Reservatório de Combustível ................................................................... 34
I
( Drenagem de Agua e Ar - Linha de Baixa Pressão ................................. 37
( Turbocompressor ..................................................................................... 38
( Tabela de Especificações ......................................................................... 39
(
Variações do Sistema Operacional do Motor .......................................... 45
í Tabelas de Torques nos Parafusos do Motor- Cabeçote e Bloco .......... 55
(
SISTEMA PIEZO COMMON RAIL DE INJEÇÃO- RANGER 3.0E ............ 61
Sistemas de Baixa e Alta Pressão de Combustível - Funcionamento ..... 63
TECNOLOGIA PIEZOELÉTRICA .............................................................. 65
Efeito Piezoelétrico ................................................................................... 67
Princípio de Construção do Injetor Piezoelétrico ..................................... 68
Funcionamento do Injetor Piezoelétrico ................................................... 70
Bomba de Alta Pressão com Três Elementos ......................................... 72

~------------------------------------------~C!J
(
BOMBA DE TRA~SFERÊNCIA INTERNA (ITP) ........................................ 75 (
VÁLVULA DE CONTROLE DE ALIMENTAÇÃO ........................................ 79 (
Válvula Reguladora de Vazão (VCV) ........................................................ 81 (
Válvula Reguladora de Pressão (PCV) ..................................................... 82 (
Rail ............................................................................................................ 83 (
Tubos de Alta Pressão .............................................................................. 83 (
(
CENTRAL ELETRÔNICA DE INJEÇÃO - UCE ...................... ........ ........... 85
(
Procedimento de Limp Home ................................................................... 88
(
Troca da UCE do Motor- Possíveis Causas ........................................... 88
(
Conectares A, B e C da UCE do Motor ................................................... 90
(
PAINEL DE INSTRUMENTOS - ICL .......................................................... 93
Senso r de Temperatura Externa .............................................................. 95
I (
Alarme de Velocidade .............................................................................. 96
(
REDE CAN - CO~UNICAÇÃO DE DADOS .............................................. 97 (
CENTRAIS E SISTEMAS DO VEÍCULO- FORA DA REDE CAN ............. 101 (
Central Elétrica Inteligente- SJB ............................................................ 103
Central 4WABS do Sistema de Freio ..................................................... 104 l
Central Elétrica da Bateria - BJB ............................................................ 104 (
Central de Controle da Tração 4WD ...................................................... 105 (
Central de Contr~le do Airbag ............................................................... 106 (
Conecto r de Diagnose EOBD - DLC ....................................................... 107 (
Sistema D-PATS: Antifurto Passivo Distribuído ...................................... 108 (

SENSORES- LOCALIZAÇÃO E FUNÇÃO .............................................. 111 (


Sensor de Pressão Barométrica ............................................................. 113 (

Senso r MAP (T-MAP) ............................................................................... 113


Sensor de PMS e Rotação do Virabrequim- Efeito Hall ......................... 114
Sensor de Fase do Comando - Efeito Hali .............................................. 114
Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento e de Combustí-
vel ............................................................................................................. 115

(!)------------------------------------~~
r Sensor de Alta Pressão ........................................................................... 115
( Senso r de Posição do Pedal de Aceleração ........................................... 116
r Interruptor de Posição do Pedal de Freio ............................................... 117
r Interruptor de Posição do Pedal de Embreagem ................................... 117
r
Senso r de Velocidade - VSS ................................................................... 118
lnfomarções Sobre a Utilização do Multímetro ....................................... 119
Teste de Continuidade ............................................................................. 119
(
Teste de Resistência ................................................................................ 120
(
Teste de Tensão .......................................................................................120
c TESTES E VERIFICAÇÕES ........................................... ........................... 121
c Sensores .................................................................................................. 123
(
Atuadores ................................................................................................. 132
c TABELA DE CÓDIGOS DTCs- ESPECÍFICOS ........................................ 139
(
(
DIAGNÓSTICOS DE FALHAS E REPAROS -VIA DTC ............................ 151

( Análise das Falhas .................................................................................. 153


Quadro de Falhas ................................................................................... 153
FUSÍVEIS E RELÉS .............................................. ................................... 195
Central Elétrica Inteligente- SJB ............................................................. 197
Central Elétrica da Bateria - BJ B ............................................................ 199
l ESQUEMAS ELÉTRICOS ....................................................................... 201
C GLOSSÁRIO TÉCNICO ................................................................................. 213
QUESTIONÁRIO ..................................................................................... 217
Instruções para Preenchimento e Envio do Gabarito e Pesquisa ......... 219
Gabarito ........................................................................................................... 227
Pesquisa .......................................................................................................... 229

~--------------------------------------------~(!:
(
(
(_
(
c
(
(
(
(
c
(
c
(
(
(

l
(
(
(
(
(
l

~~------------------------------------~(
EDITORIAL
c
O controle das emissões de poluentes vem, de forma progressiva, setor-
nando mais rígido à medida que as necessidades ambientais se evidenciam.
Assim, os desafios técnicos estão s·endo vencidos com a evolução dos re-
cursos tecnológicos empregados. Os motores diesel com gerenciamento
(
eletrônico representam um grande passo na manutenção da qualidade do
ar e redução de ruídos, por conseqüência, oferecendo uma melhoria na
c qualidade de vida da população. Atendendo a esse cronograma, a produ-
ção nacional de veículos diesel equipada com motores de gerenciamento
eletrônico atinge, hoje, praticamente a totalidade da sua produção. Assim,
para atualizar o mercado reparador sobre esse novo conceito de controle
de injeção, a SETE, no seu quinto vídeo da série Diesel, aborda o controle
dessa injeção através da tecnologia piezoelétrica, sistema de última gera-
ção que equipa a versão diesel da pick-up Ranger com motor 3.0E. As infor-
mações contidas neste curso, especificamente sobre o motor diesel NGD
3.0E, foram-nos cedidas como suporte pelo fabricante e parceiro MWM ln-
ternational por reconhecer a importância que o mercado informal tem como
formador de opinião no segmento automotivo. A SETE, com a certeza da
missão cumprida, deseja que este curso seja muito útil no seu dia-a-dia.

Sucesso!

l
c
c
árcio Patrus
Presidente da SETE

~----------------------------------------------~~
-
APRESENTAÇAO
A linha diesel da Ranger 2006 está equipada com o
novo motor Power Stroke Electronic de 3 litros, con-
figurado como NGD 3.0E pelo fabricante MWM Inter-
national. Classificado como motor diesel eletrônico
de segunda geração, equipado com sistema piezo-
elétrico de controle de combustível injetado, atende
e supera as exigências ambientais nacionais e inter-
nacionais. A Ranger está equipada com tração nas
rodas dianteiras e sua ativação é feita através de uma
chave seletora no painel que direciona os comandos
elétricos para um atuador na caixa de marcha, a fim
de selecionar a opção desejada, ou seja, 4X4 ou 4X2.
É possível acompanhar o estado de tração através
de luz-espia no painel de instrumentos. O modelo
completo da Ranger 3.0E dispõe de sistema ABS de
freio que evita o bloqueio total ou individual nas qua-
tro rodas. Outro componente opcional que equipa
os modelos top de linha é o sistema de airbag duplo
localizado no volante de direção e no painel frontal,
no lado do passageiro. São componentes importan-
tes que compõem uma lista de aparatos controlados
através de sistemas eletroeletrônicos inteligentes que
(
se comunicam externamente através de um conectar
de comunicação de dados padrão EOBD. A Ranger,
como item de série, vem equipada com o sistema
PATS passivo, um programa antifurto de última ge-

' Motor NGD 3.0E

~-----------------------------------------------~
c
ração com chaves codificadas que protege o veículo
c
(
contra o roubo. Ações de levantamento dos vidros,
alarme e travas elétricas, assim como as funções de
conforto como luz de cortesia, são executadas pela (
central elétrica inteligente posicionada no lado do (
passageiro. O painel de instrumentos, além de com-
putador de bordo, é uma unidade inteligente que (
recebe sinais relevantes do sistema e troca informa- c
ções com a UCE do motor via dados em alta e baixa
velocidade, conforme a prioridade definida pelo pro-
tocolo CAN de comunicação. c
Segundo o fabricante, a caixa de transmissão é o mo-
delo manual FS0-2405A, fabricado pela EATON, de
5 velocidades a frente totalmente sincronizada. Todas
as mudanças de marcha, incluindo a ré, possuem lu-
vas sincronizadas. Foi montado um dispositivo de c
segurança que impede a mudança acidental de 5ª (
velocidade para a ré. (

c
(

(
(
l
MOTOR NGD 3.0E - MWM INTERNATIONAL
Bloco do Motor
O bloco do motor é construído em ferro fundido e
possui alojamento para acoplamento do resfriado r de
óleo. Para permitir um controle maior da temperatura
do motor, o bloco possui três galerias integradas ao
sistema de arrefecimento: galeria de arrefecimento
(
por cilindro, no lado de exaustão, galeria de arrefeci-
( mento entre o 2º e 3º cilindros e galeria de arrefeci-
mento no 4º cilindro, no lado da admissão.

(
,
Arvore de Manivelas
Fabricada em aço forjado, com contrapesos integra-
dos à superfície dos mancais e moentes, recebe têm-
pera por indução. O ajuste da folga axial da árvore de
manivelas é feito no mancai central através de semi-
( arruelas com medidas de espessura pré-determina-
( das.
(

\
Árvore de mamvelas

-~-----------------------------------------------~
(
Bielas (
(
As bielas e capas de bielas do motor NGD 3.0E são produzidas pelo processo de (
fratura, o que propicia melhor resistência mecânica e menor peso.
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
Pistões
O pistão do motor NGD 3.0E é um componente de alta capacidade de carga e pro- (
jetado para aplicações mais rigorosas. O conjunto de anéis é de alta conformidade (
para maior controle do consumo de óleo lubrificante.
(

l
l

' Ptstao do motor NGD 3.0E


Cabeçote
Os motores NGD 3.0E são equipados com cabeçote construído em alumínio com
injetores centrais e verticais. O eixo do comando no cabeçote (OHC), as 4 válvulas
por cilindro e os balancins roletados com tuchos hidráulicos acoplados dispensam
o ajuste da folga das válvulas.

(
(
(

(
\

\
Balancms roletados

.~-----------------------------------------------~
(
Junta do Cabeçote (

A junta do cabeçote possui 4 espessuras diferentes que variam de 1O em 1O cen- (


tésimos de milímetro, permitindo um ajuste mais preciso na taxa de compressão. (
A espessura da junta será determinada pela altura do pistão em relação à face (
usinada do bloco.
(
(
(
(
(

(
(

(
(
(

\ \
Número d e furos 1ndica espessura
(

Altura do pistão em relação à face usinada do bloco (


(
Tabela de aplicação da junta do cabeçote

De 0,90 a 0,99 mm

~-------------------------------------------------
Distribuição do Motor - Sincronismo
O sistema de distribuição do motor NGD 3.0E da Ranger é realizado por correntes
com largura de 9,5 mm apoiadas por guias de alinhamento. A tração do conjunto,
feita a partir da engrenagem montada na ponta do virabrequim, movimenta a ár-
vore do comando de válvulas e a bomba de alta pressão. A tensão aplicada sobre
as guias é feita por dois atuadores hidráulicos, cuja função é distribuir tensão de
forma uniforme por todo o conjunto. As rodas dentadas da árvore de comando
(
e árvore de manivelas não possuem marcas de sincronização, o que facilita sua
( montagem. Em condição normal de uso do veículo, com a troca do filtro e óleo do
( motor dentro das normas especificadas, a vida útil do conjunto de distribuição é
superior a 300.000 km.

(
(

(
(

\
Engrenagens do motor 3 OE

Lubrificação do sistema de distribuição

O sistema de distribuição possui lubrificação contí-


nua através de um borrifador (jet cooler) que garante
alta durabilidade ao sistema.

~--------------------------------------------~~
(
Acionamento da bomba de vácuo (
(
O acionamento da bomba de vácuo é feito pela árvore do comando de válvulas
(
através do parafuso adaptador.
(

(
(
(

(
(
(
(

(
(
Válvula de retenção de óleo da caixa de distribuição
c
O motor NGD 3.0E possui, na galeria de óleo superior da caixa de distribuição,
uma válvula de retenção cravada no seu interior. Sua função é manter as galerias
internas dos tensores hidráulicos sempre abastecidas para evitar ruídos nas parti-
(.
das a frio até o enchimento dos mesmos.
(
t
(
(
(
(

~-------------------------------------------------(
IMPORTANTE!
Danos nas válvulas.
(
Em caso de danos nas válvulas, a caixa de
(
distribuição deverá ser substituída.
(

(
c
c
(
(
c

Sincronismo do Motor
(
( O motor NGD 3.0E não requer sincronismo para a bomba de combustível, portanto
o sincronismo é feito através de dois pontos de referência: no virabrequim e no
comando de válvulas.

Posicionamento do comando de
válvulas

Utiliza-se um pino-ferramenta de 7 mm
que deverá ser alojado diretamente no
comando de válvulas através do bocal de
abastecimento. Para a fixação do pino,
existe um furo calibrado no cabeçote e
um chanfro na árvore do comando de vál-
vulas.

~-----------------------------------------------~
(
Posicionamento do virabrequim (
(
O motor deverá ser colocado em PMS. Para isso, utilize uma ferramenta especial e
(
insira o pino-ferramenta no orifício localizado na carcaça do volante.
(
(
(
(

(
(
(

c
(
(
{
IMPORTANTE!
Motor em PMS. (

(
Para garantir que o motor esteja em PMS, o pino da ferramenta especial
deve ser introduzido totalmente na carcaça do volante. Na dúvida, ob- l
serve a engrenagem do eixo, repare com atenção e veja que a mesma (
possui uma referência que se alinha à outra na carcaça. Isso indica que o
(
motor está em PMS.

(
(
(

~-----------------------------------------4(
Sistema de Arrefecimento

( O sistema de arrefecimento do motor da Ranger 3.0E possui 11 litros de capacida-


de, e o intervalo de troca do líquido é de 2 anos ou 50.000 km.

Ventilador do motor

(
Possui 11 pás não eqüidistantes, está montado na polia da bomba d ' água e seu
acoplamento é do tipo viscoso com acionamento por correia poli V. O giro do ven-
1.. tilador é anti-horário.
(

(
( ATENÇÃO!
Sentido de aperto do ventilador.
(
O sentido de aperto do ventilador na rosca da polia da bomba d'água é
( horário, portanto, para soltar o ventilador, trave a polia da bomba e force a
chave para o lado esquerdo (olhando o ventilador de frente).

(
(

1..
(
l

~---------------------------------------------~
r
(
(

IMPORTANTE! (
Ventilador da Ranger 2.8L não é intercambiável com o modelo (
3.0E. (

(
No modelo anterior da Ranger 2.8L até 2004, o roteiro da poli V na polia da
bomba, o sentido de giro da bomba d'água e a direção do ventilador são (
horários. Portanto, o ventilador da 2.8L não é intercambiável com o mo- (
delo 3.0E porque as pás estão montadas com sentido invertido de ataque. (
Montar o ventilador de um modelo no outro, ou vice-versa, provoca o su-
peraquecimento em ambos. (
(
c
(
{
(
(

(
(
(

(
Bamba d'água (
(
O acionamento da bomba d'água é feito
através de correias poli V e sua carcaça é (
fabricada em alumínio, integrada à caixa
de distribuição do motor. Seu rotor é con-
feccionado em plástico injetado de alta
resistência. Sua vedação é feita por anel
o 'ring.
7
Bomba d'água de alumínro com rotor de plást1co
Válvula termostática
(
(
É do tipo ação simples e a temperatura de abertura inicial é de 88°C. o sensor
de temperatura do líquido de arrefecimento está montado na base da carcaça da
( válvula termostática.

c
(
I

Válvula termostática

( Sistema de Lubrificação
A capacidade de óleo no motor NGD 3.0E é de 8 litros no cárter e de 1 litro no filtro,
( totalizando 9 litros de volume.

Tampa de válvulas
Os gases decorrentes da evaporação do óleo no motor são direcionados à admis-
( são de ar para serem reaproveitados através de um sistema de respiro com cir-
( cuito fechado que diminui o arraste de óleo para a admissão. A tampa de válvulas
possui, além de um defletor, uma válvula de respiro.

(
r
Válvula de respiro (
(
É uma válvula do tipo ciclone que retém a condensação do óleo em suspensão
presente nos gases, liberando para a admissão gases com o mínimo de gotículas (
de óleo e reduzindo sensivelmente o consumo de óleo lubrificante do motor. O (
óleo condensado na válvula de respiro é conduzido ao cárter através de galerias (
internas no cabeçote e no bloco até o retorno do respiro. (

(
(

(
(
(
" Tampa da válvula de respiro possu1
diafragma - Se ressecar, troque-a
(
(
(
Tubo de retorno do respiro

O tubo de retorno do respiro é fixado por uma ex-


tremidade na parte inferior do bloco do motor e sua
outra extremidade fica imersa no óleo do cárter.
(

(
t
t
(

(
ATENÇÃO! (
Película de óleo na admissão.
Mesmo com a válvula de respiro, uma quantidade pequena de óleo evapo-
rado poderá seguir para a admissão. Assim, o aparecimento de uma
película de óleo na admissão do motor é normal. Isso não indica proble-
mas no mesmo.
( Bomba de óleo
(
A bomba de óleo do motor 3.0E da Ford Ranger é do
tipo engrenagem planetária e está integrada à caixa
( de distribuição, facilitando as manutenções do siste-
( ma de lubrificação. A válvula de alívio que controla
a pressão máxima do sistema de lubrificação está
montada no conjunto da bomba. ' Válvula de alívio de pressão
(
(
Trocador de calor
(
c O trocador de calor do óleo do motor está montado na lateral do bloco. O controle
da temperatura é feito através das 9 placas do trocador que ficam imersas no líqui-
t do de arrefecimento. A vedação do conjunto com o bloco é feita através de anéis
( o'rings.
(
(

(
(
' Dissipador com 9 placas

( Filtro de óleo

( O filtro de óleo possui estrutura em alumínio e está


acoplado ao resfriador de óleo. O elemento filtrante
(
interno, construído em papel poroso com armação
( plástica, é um componente descartável.

' Filtro de óleo com estrutura em


alumínio
' Elemento de papel do f1ltro de óleo

~~----------------------------------------G§)
(

Borrifadores de óleo (jet coolers) (


(
Os borrifadores de óleo estão localizados na base
(
dos cilindros e têm a função de reduzir a temperatu-
ra de funcionamento dos pistões através da troca de (
temperatura com o óleo. (
(

(
(
(
(

Reservatório de Combustível (

Linha de baixa pressão (


(
O tanque de combustível da Ranger possui capacida-
de para 60 e 75 litros, nos veículos com cabines sim- (
ples e dupla, respectivamente. Aloja em seu interior a
bomba elétrica de transferência de combustível que
mantém o sistema pressurizado e fornece o combus-
(
tível para a bomba de pressão do sistema Common \ '
Tanque de combust1vel sob a car-
Rail. rocena
(
(
Pré-filtro de combustível t
(
Na entrada da bomba elétrica, estão instalados dois importantes filtros que retêm
as impurezas do combustível no tanque. Devem receber limpeza periódica para c
evitar o acúmulo de impurezas e o bloqueio do fluxo de combustível para o siste- (
ma.
(
(
(
(
(
(

c
(
~ __;._.__------=--===--..=....::___=._===========------=-=...::...==============;-J
(
DICA!
c Instalação de filtro no bocal de abastecimento.
(
Em decorrência da grande incidência de resíduos presentes no óleo die-
(
sel, recomenda-se instalar um filtro no bocal de abastecimento para mini-
mizar o acúmulo de detritos nos pré-filtros da bomba elétrica no tanque.
( Essas impurezas acumuladas restringem a entrada de combustível na
( bomba e provocam a parada do motor.

(
(
(
(

l
l
(
Sintoma provocado pelo entupimento (
(
Com a restrição, a UCE tenta corrigir a falta de com-
(
bustível e atua sobre a válvula de controle de vazão da
bomba (DCP). Isso provoca falha e a luz de anomalia (
se acende. O sistema, via DTC, define a falha como (
alta tensão na válvula reguladora de vazão (PCV)
(
quando, na realidade, o motor parou por entupimen-
to nos pré-filtros da bomba elétrica no tanque. (
(

(
(
(

'
(
Detalhe de um f11tro obstruído
(
(

IMPORTANTE!
(
Evite o diagnóstico precipitado.
(
São falhas desse tipo que prejudicam muito nosso trabalho. Fique esper-
to! Evite o diagnóstico precipitado. Condenar um componente antes de
avaliar o sistema como um todo não é só arriscado, é loucura! <
(
(

(
Filtro principal de combustível
(
O filtro principal de combustível, alojado no compartimento do motor, tem a função
(
de reter as impurezas para garantir que o sistema de injeção receba combustível
( limpo, a fim de garantir a integridade da bomba de alta pressão e dos injetores. O
filtro também tem a função de reter a passagem de água presente no combustível
e evitar o desgaste dos componentes do sistema.
(

( Salda para bomba de alta Ptesalo ParalutO de cleweoçto


VAivula paro dronar • 6011• do Rhro
( Eg&rada do 11nque

(
c
(
(
(

,
Drenagem de Agua e Ar - Linha de Baixa Pressão

C Drenagem de água do filtro de combustível


(
Para drenar a água do filtro de combus-
tível, recomenda-se ligar o contato da
ignição (sem partir o motor) e acionar a
válvula existente na parte superior do filtro
até sair somente óleo diesel.

.~--------------------------------------------~~
(

Sa~gria de ar do filtro de combustível (


(
Segundo o fabricante, após a troca do filtro de combustível, não está previsto o
(
procedimento da sangria de ar do filtro. Recomenda-se, após a troca do elemento,
ligar o contato da ignição (não funcionar o motor) e aguardar 1 minuto. O sistema (
direciona o ar para o tanque pela linha de retorno. Repita o procedimento. Em se- (
guida, funcione o motor e deixe-o em marcha lenta por alguns minutos. (
(
Turbocompressor
(

Fabricado pela Garret (GT 25595), o turbocompressor possui válvula wastegate (


para controle de sobrepressão. Para aumentar a vida útil do turbo, antes de des- (
ligar o motor após um período de trabalho, deixe-o funcionando em marcha lenta
(
por 45 segundos.

(
(
(

c
c
(
(
(
(
(
(
(

~----------------------------------------------~l
(

IMPORTANTE!
(
Período em marcha lenta.
(
( Os rotores do turbo, com o motor em plena carga, atingem até 150.000
giros. Se pararmos o motor abruptamente, o rotor do turbo continuará em
(
giro elevado, por um breve período, sem a pressão da bomba de óleo.
( Nesse momento, o eixo não mais flutuará e tocará as buchas laterais, pro-
c vocando desgastes. Portanto, o período em marcha lenta permite que os
giros do rotor desçam para patamares aceitáveis.
(
(

Tabela de Especificações
c
(
(
(.

. .. ..
( 1
I [ 1\ l; l .... , ! '1 ' ' ,I I '

. . '
(
(

-~---------------------------------------------~
(

óleo lubrificante em (
temperatura normal 2,5 - 3,5 kgfm/cm2 (bar) (
(
(

(
(
4640 rpm
(
aoo rpm (
-- ":":""::-:i--

Não aplicável (sistema eletr&riico) (


(
___
....___ ~
Uquldo
(

Válvula termostática
c
Especificações (
Cápsula de cera (
(
86°C a 90QC
(
9mm
l
(
(
Bloco do motor (

(
(
(
(_

67,721
(
Casquilhos do mancai Milímetros
(
(
(
(

c
(
c
(

( Virabrequim Milímetros
(
l
c
(
(

l
l

Ovalizaçãe
moentes

~----------------------------------------------~C!D
í
(
(
(
(
(
(
(
(
Biela (
(
(
l
(
(

(
(

(.
c
Casquilhos da biela (
(

l
(
(
(
(.
(
(
L
(
Bucha da biela Milímetros
(

(
(
(
(
(
Pistão Milímetros
(
c
Pino do pistão Milímetros
c
(
( Anéis de segmento Milímetros
(
na canaleta 1
c
na canaleta 2 - Com-
ressão
( Folga lateral na canaleta 3 - Raspador
(
deól a
(
(
(

l
, ,
Arvore do comando de valvulas Milímetros

27,939 a 27,960

~--------------------------------------------~~
é
-

(
Cabeçote Milímetros
(
(
(

(
(
(
(
(
c
(
(

(
(

Arruela do bico injetor Milímetros (


(
(

(
(
Válvula de admissão Milímetros
(
(
(
t

~~--------------------------------------------~~
Válvula de escape Milímetros
(

(
(
(

(
(
(
(
Mola da válvula Milímetros
(
(
(
c

(
( Variações do Sistema Operacional do Motor
(

' Comportamento típico de partida (faixa de tolerâncias)

L
r
(
(
(
(
(

\
(

(.
Valores típicos para condição de ignição acionada (
(
(
(
(
(

(
(
(
{

(
(

~~----------------------------------------------1
(

c
(
(
(

c.
(
c
c
(
(
C

c
(
l
(
l
(

J-------------------------------------------------~~
r
(
(

(
(
(
(
(
'
(
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(
(

~--------------------------------------------~~'
......~":-< ~-·· ~·· '"r~#·~l':'-·1oc' , .. ,."t•'•rl';,,.•:\~l.·~~~!~ ':!f'.~ 1 "!: ·~· ~ ,,.,.... ~:.·.' ·.~-~· ?,· ·,- · ' · J 1 •

Valores típicos para condiç~o · d~ ·marcha lenta a quente


(
Mfn.
( Rotação do
rpm 775
(
motor
Temperatura de
( 82
arrefecimento
(
Temperatura do
( 15
ar de admissão
( Valor do sensor
( do pedal do % o
acelerador
(
Tensão da ba-
teria
( Quantidade de
c injeção - Injeção
c completa
Quantidade de
injeção - Pré-in-
jeção
Quantidade de
c injeção - Injeção
( principal
\ Duração de
( controle da inje-
ção principal
Duração de
controle da pré-
( injeção
Início da injeção 0
0PMS
principal
Início da pré-in- 0
DPMS
jeção
Pressão do rail
mpa 21 23
- Valor nominal
(
(
20 24 (
(
12 13,5
(
0,3 (

(
18
(
0,5 (

38 50 l
(

34 40 (
(

675 710 l
(
(

bar 1,3 1,7 t

\
(
bar 1,3 1,7
(
(
(
1,8 2,4 l
(

"-
bar 1,3 1,7

~-----------------------------------------------1
(
(

r Rotação do motor rpm


(
Temperatura de arrefecimento
(
( Temperatura do ar de admissão
( Valor do sensor do pedal do acelerador %
c Tensão da bateria v
mg/
Quantidade de injeção - Injeção completa
injeção
mg/
Quantidade de injeção - Pré-injeção
\ injeção
c Quantidade de injeção - Injeção principal
mg/
( injeção
( Duração de controle da injeção principal ms
Duração de controle da pré-injeção ms
0
lnfcio da injeção principal 0PMS
( Início da pré-injeção 0
DPMS
Pressão do rail - Valor nominal mpa
c
Pressão do rail - Valor real mpa
PCV - Sinal de tensão em PWM %

Corrente PCV A
VCV- Sinal de tensão em PWM %

Corrente VCV A
Temperatura do combustível

-~---------------------------------------------~
(
(
43
(
(
750
(

1,7 (
(
1,7 (
(

(
(
(
(

(
Min. Máx. (
(
900 1100
{
oc 85 95
oc 45 46 (
(
do pedal do acelerador % 2,6 4,8
v 12 15
mg/ (
2,5 6,5
injeção
(
mg/
injeção
o 1,8 (

mg/
2 5
injeção
Ms 0,25 0,65
Ms o 0,4
0
0PMS -12 -9

~----------------------------------------------~\
(

c
(

(
(
c

c
(

(
(
\
(

Tensão da bateria
(
mg/ (

in·eção (
mg/ (
injeção (
mg/ (
injeção
(
(
(

(
(

(
(
(
(

\
(

(
(
(
(
(

(_

~-------------------------------------------------{
Tabelas de Torques nos Parafusos do Motor - Cabeçote
c e Bloco
( Parafusos das bielas
(
Especifi-
I

( Qtde. Descrição Aperto


( ca ão
Parafuso de fixação da capa
(
2 da biela (comprimento má>éi·
( mo: 61,1 mm)

Parafusos da carcaça do volante

Especifi-
Qtde. Descrição Aperto
( ca ao
( Parafusos de fixação da car-
5
caça do volante
Parafuso sextavado
Bujão

Parafusos do volante

Es ecifica ão A erto

~-------------------------------------------------------------------------------------~~
(
Sistema de correntes (
(
- ' ' ..
Espe~ifi- (
Qtde. Desc_rição Aperto
ca ão (
(
MS X 1,25
(

M24 X 1,5 (
(

Parafuso do adaptador da bomba de vácuo ~


(

Qtde. Descrição
Especifi-
·Aperto
c
I ca ão r
(
M14x2x22,5 86Nm
(
(
Tampa da caixa de distribuição

' Especifi- (
Qtde. Descrição Aperto .·
ca ão (
25Nm (
(
25Nm (
(
M8x80 25Nm
\

Parafusos do cárter de óleo lubrificante

Especifi-
Qtde. Descrição . Aperto
ca ão
Max 16 22-28 Nm
M14x 1,25 30-40 Nm
Tampa do cabeçote

Especifi-
Qtde. Descrição Aperto
( ca ão
(
(
(
Frame - Grade estrutural dos mancais do comando
c
(
Especifi-
Qtde. Descrição Aperto
ca ão

c
(

(
(
(
(
(
(

~-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------~CEE
(
Cabeçote (
(
Especifi- (
Qtde. Descrição -
ca ao I
I
Aperto
(
(

(
(
(

(
(

(
(
(
(

(
(
(
(
<.
(

l
(
(

® ~----------------------------------~lê
- .
c
(

Injetores de combustível

Especifi-
( Descrição Aperto
ca ão
(
Porca MS 23Nm
Porcas de fixação entre tubo
4 distribuidor de combustfvel e MS X 1,25 26Nm
injetor _ _ _ _ _ _ _ _ .___ _ _ ___..___~~~___.J

( Polia da árvore de manivelas

Especifi-
I

(
Qtde. Descrição Aperto
ca ão
Parafuso da polia do vira- M20 x 1,5 x SONm +
1 brequim _ _ _ _ _ _ _ ._____ 54 ._____ 125°

Mancais do virabrequim

Qtde. Descrição Aperto


10 Parafuso de fixação das mancais 6 Nm +120°

~-----------------------------------------------~
c
(

(
(

c
(
(
(
c

(
{
(
I
Sequênc1a de aperto dos manca1s do v1rabreqU1m

c
(
(
c
l
{

~~-------------------------------------------------1
SISTEMA PIEZO COMMON RAIL DE INJEÇÃO -
c RANGER 3.0E

O motor lnternational NGD 3.0E da Ford Ranger é equipado com sistema eletrôni-
( co de injeção de combustível Siemens PCR de última geração, que utiliza injetores
com acionadores piezoelétricos. O sistema é composto pela bomba de alta pressão
c (DCP), rail (duto de alimentação), tubos de alta pressão, injetores piezoelétricos e
sensores, além de atuadores controlados por uma unidade de comando de última
(
geração.
(
Sistemas de Baixa e Alta Pressão de Combustível - Fun-
cionamento
O sistema de controle de injeção Piezo Common Rail que equipa a pick-up Ranger
funciona da seguinte forma:
c • O combustível é aspirado do tanque, através do pré-filtro de combustível,
( por meio de uma bomba elétrica imersa no tanque;
• Segue para o filtro principal e, depois, para a bomba de transferência no
interior da bomba de três elementos;
• Em seguida, o combustível é conduzido para a válvula de lubrificação e
para a válvula reguladora de vazão;
• A válvula de alimentação, posicionada paralelamente à bomba de transfe-
rência interna, abre-se, se a válvula reguladora de vazão se fecha, e conduz
o combustível novamente para a extremidade de sucção da bomba de trans-
ferência interna;
• Através da válvula de lubrificação, o combustível chega à parte interna da
bomba e, de lá, para o duto de retorno;
• A quantidade de combustível conduzida para os elementos da bomba de
alta pressão é determinada pela válvula reguladora de vazão 0JCV), quando
acionada pela UCE do motor;
• Os dutos de saída dos três elementos da bomba são reunidos e direciona-
dos para a linha de alta pressão que segue em direção ao rail;
• A válvula reguladora de pressão, controlada pela UCE, localizada entre os
canais de alta pressão e de retorno, regula a pressão da linha e direciona o
excedente para o retorno, controlando a pressão de combustível na linha de
alta pressão e consequentemente no interior do rail;
• No rail, o combustível se mantém pressurizado e segue pela tubulação de
alta pressão para o interior do bico injetor;

~--------------------------------------------~~
c
• A injeção do combustível é determinada pela UCE através dos elementos c
piezoelétricos existentes nas unidades injetoras.
c
.....

(
c
c
c
(

c
) c
c
{
(

c(
(
(
(

~-------------------------------------------------
TECNOLOGIA PIEZOELÉTRICA
A piezotecnologia foi utilizada primeiramente em ótica, engenharia de precisão,
medicina e biologia. Atualmente, é utilizada em alto-falantes, tweeters, relógios
( de quartzo, sensores de detonação, sensores de pressão, sensores de reversão
e sensores de aceleração. O efeito piezoelétrico foi descoberto, em 1880, pelos
irmãos Pierre e Jacques Curie em um cristal natural. A raiz da palavra piezo vem
do grego e significa pressão.

(
Efeito Piezoelétrico

c O efeito piezoelétrico pode ser demonstrado com o auxílio de um cristal de quartzo


submetido à pressão. Em estado natural, o quartzo tem carga neutra, as cargas
negativas e positivas estão em equilíbrio. Quando se aplica uma pressão externa,
os íons se deslocam produzindo uma corrente elétrica. Mas, se aplicarmos uma
tensão elétrica e a ampliarmos, estaremos moldando a deformação do cristal, o
que resultará em uma força.
c
c Cristal d e quartzo em
estado latente
Força exterior aplicada Tensão elétrica aplicada

(
(
1· Pressão 4· Direção da força
(
2· Deslocamento de fons 5- Deformação do cristal
3· Produção de tensão 6- Fonte de tensão

Atualmente, materiais piezocerâmicos de alta eficiência estão substituindo os cris-


tal de quartzo. Após pesquisas específicas e desenvolvimentos de materiais, há
uma distinção entre efeito piezoelétrico direto e efeito piezoelétrico indireto, repre-
sentados da seguinte forma:
(
Efeito piezoelétrico direto (sensores) (
(
Efeito direto é quando os elementos piezocerâmicos de um sensor convertem uma
(
força em sinal elétrico na compressão do elemento cerâmico. Isso produz cargas
elétrica na sua superfície e um campo elétrico é construído. Esse campo pode ser (
medido e sua tensão elétrica é direcionada para um dos eletrodos. Dessa forma, (
os sensores convertem a energia mecânica em energia elétrica através da ação
(
realizada sobre um elemento piezoelétrico. O sensor de pressão é um exemplo de
efeito direto. c
(
Efeito piezoelétrico indireto (atuadores) (
(
Efeito indireto é quando o material sólido usado em um atuador converte tensão
elétrica em deformação mecânica. Um elemento piezoelétrico é deformado quan- c
do exposto à ação de um campo elétrico. Se esse elemento é impedido de se (
deformar, produz, então, uma força elástica que é aplicada em qualquer atuação (
do elemento piezoelétrico. O injetor de combustível é um exemplo de efeito indi-
reto, pois a ação elástica do elemento cerâmico desloca a válvula de abertura do (
combustível. (
(
Princípio de Construção do Injetor Piezoelétrico
O princípio de funcionamento do sistema de injeção Piezo Common Rail utilizado c
na Ranger é o do efeito piezoindireto empregado na operação do bico injetor. O (
elemento piezo, energizado pela UCE através de pulsos elétricos em PWM , con- (
verte a energia elétrica em energia mecânica pela deformação de suas placas, (
expande e força um êmbolo e uma válvula-cogumelo para baixo, liberando a pas-
sagem do combustível para o retorno. Apenas pequenos movimentos podem ser (
produzidos por um elemento piezoelétrico único, por isso, vários elementos são (
conectados juntos e empilhados para produzir movimentos maiores. São neces- (
sários em torno de 400 películas cerâmicas para produzir um movimento preciso
{
e controlado na operação do bico injetor. As películas cerâmicas medem aproxi-
madamente O, 1 mm de espessura e uma unidade piezo, para deslocar 0,08 mm,
atinge o comprimento de aproximadamente 45 mm.
c
(
E
( E
l{)
q-

(
1- Folha de cerâmica sem processamento
( 2- Folha de cerâmica encapada com prata
3- Pilha de folhas de cerâmica
4- Sinterizado de folhas de cerâmica
r
A velocidade de operação do injetor piezo eletricamente controlado é quatro vezes
c maior que as de elementos injetores acionados eletromagneticamente. Por essa
( razão, a quantidade de combustível injetada pode ser medida com muito mais
( precisão. Assim, durante a pré-injeção, é possível injetar 1 mm3 de combustível,
aproximadamente.
(

1. Unidade atuadora
2. Alojamento
3. Contato elétrico

c 4. Conectar
5. Porca de fixação
6. Anel de vedação
l 7. Membrana
(

(
(

A quantidade injetada por ciclo de trabalho é formada pela quantidade corres-


pondente à pré-injeção e pela injeção principal somada. Com essa estratégia, a
combustão no motor tem um comportamento "suave" e menos ruidosa. Com os
acionadores piezoelétricos, os tempos de resposta são extremamente curtos, ra-
zão pela qual a dosagem pode ser controlada de uma forma precisa e com exce-
lente índice de repetição.

~----------------------------------------------~
(
(

(
1) Conexão de alta pressão (
2) Retorno de combustível
(
3) Conectar elétrico para a UCE
4) Atuador piezoelétrico (
5) Pistão de comando (
6) Válvula de fechamento (válvula-cogumelo)
(
7) Pistão de controle
8) Agulha do bico injetor (
9) Câmara de alta pressão (
1O) Orifícios do injetor (6 em cada injetor)
(
(
(
Funcionamento do Injetor Piezoelétrico (
(
Injetor não acionado
(
O combustível em alta pressão proveniente do rail entra no injetor através do tubo (
de ligação (1) e segue para a câmara de controle (2) e para a câmara de alta pres-
são (3). A passagem para o retorno do combustível (5) está fechada pela válvula-
(
cogumelo (4), por meio da ação de uma mola. Como a área do pistão da câmara
de comando é maior que a área da ponta do bico injetor, a força hidráulica (F1 ) (
resultante da alta pressão do combustível na câmara de controle (2) sobre a agu- (
lha do bico injetor {6) é superior à força hidráulica que atua sobre a ponta do bico
(
injetor (F2). Logo, o bico injetor permanece fechado.
(
(
(
(
(

Válvula-cogumelo fechada

Injetor não acionado


Injetor acionado
(
Quando o atuado r piezoelétrico é energizado (7), pressiona a válvula-pistão (8) e
a válvula-cogumelo (4), permitindo a passagem do combustível pelo orifício que
( interliga a câmara de comando (2) e o retorno do fluxo de combustível. Essa situ-
( ação provoca queda de pressão na câmara de comando, e a força hidráulica que
atua na ponta do bico injetor (F2x) passa a ser maior que a força dos pistões (F1 x)
da câmara. Com isso, a agulha do bico injetor (6) movimenta-se para cima e trans-
fere o combustível para a câmara de combustão do motor através dos 6 orifícios
( de injeção. Quando a unidade piezoelétrica estiver desativada, a válvula-cogume-
(
lo, que interliga a câmara de comando com a linha de retorno e a agulha do injetor,
se fecha devido à força da mola. Nesse momento, uma pequena quantidade de
c combustível será direcionada para fins de lubrificação entre a agulha do injetor e
sua guia.
(
(
c
(
(
Válvula-cogumelo aberta

(
(
Injetor acionado
(

(
IMPORTANTE!
Não desconecte os conectares do chicote elétrico com o motor (
em funcionamento. (

{
Os conectares do chicote elétrico entre o in-
jetor e a UCE não podem ser desconectados (
enquanto o motor estiver em funcionamento, (
sob o risco de danificar o mesmo. Em caso
(
de reparos, os injetores não podem ser des-
montados e nenhuma peça poderá ser solta (
ou desparafusada, o que causará o compro- (
metimento de seu perfeito funcionamento e a (
perda automática de garantia.
(
(

Bomba de Alta Pressão com Três Elementos (

l
A bomba de combustível (DCP) possui 3 unidades de bombeamento ordenadas (
de forma radial, deslocadas entre si 120°. Fornece o fluxo e o volume que geram
(
alta pressão no combustível transferido ao rail, alimentando os injetores com a
quantidade necessária de combustível para todas as condições de operação do (
motor. (
(

(
(
1) Eixo de acionamento
2) Válvula reguladora de vazão (
3) Bomba de alta pressão l
4) Válvula reguladora de pressão
5) Bomba de transferência interna
a) Alimentação de combustível
b) Conexão de alta pressão
c) Retorno de combustível

~-------------------------------------------------1
Admissão de combustível
Quando ocorre o retorno do pistão (1) é gerado
(
---,® .. vácuo no cilindro da bomba, que provoca a ab-
ertura da válvula de admissão (2), provocando a
sucção do combustível que chega da válvula regu-
ladora de vazão (a). Simultaneamente acontece
o fechamento da válvula de saída (3), provocado
pela diferença entre a pressão do próprio com-
( bustível e do cilindro da bomba.
(

c
(
( .
(
(
( Transferência de combustível:
O excêntrico (4) pressiona o pistão (1) para cima,
a válvula de admissão (2) é fechada pela ação da
mola e pela pressão no cilindro da bomba. A vál-
vula de saída (3) abre quando a pressão no cilindro
da bomba for superior à pressão do combustível
( no duto de alta pressão (b) .
(
(

f
(

~--------------------------------------------~~
(
(
(
(
(
(

(
(
c
cr
c
t
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(

c
(.

~----------------------------------------(
BOMBA DE TRANSFERÊNCIA INTERNA {ITP)
(
A bomba de transferência interna é do tipo rotativa de palhetas e tem a função de
conduzir o combustível do tanque, junto com a bomba elétrica, através do filtro de
combustível até a bomba de alta pressão. Além disso, a bomba de transferência in-
( terna tem a função de enviar combustível para lubrificar a bomba de alta pressão.
(
(
(
c Válvula de alimentação ......---

c de combustível

(
Válvula reguladora
de vazão

Bomba de
c
c
(
t transferência

Alimentação de
interna

(
combustível
{

~---------------------------------------------~
(
(
c(
(
(
(
(
(
c
(
(

(
(
(
c
(
(
(
(
(
(
(
(
(

~~~~~~=-----~l
VÁLVULA DE CONTROLE DE ALIMENTAÇÃO
(
[ A válvula de alimentação, posicionada paralelamente à bomba de transferência
( interna, se abre quando a válvula reguladora de vazão se fecha. Nesse momento,
a pressão do combustível se eleva, vence a mola da válvula e direciona o com-
(
bustível bombeado novamente para a linha de sucção da bomba de transferência
interna. Nessa condição, o combustível recircula até o processo ser interrompido
( com a abertura da válvula reguladora de vazão.
(
( Válvula de alimentação de Válvula reguladora
combustível de vazão
c

c
Bomba de

t transferência
interna

( Válvula Reguladora de Vazão (VCV)


A válvula reguladora de vazão dosa o volume de combustível transferido pela bom-
c ba de transferência interna para alimentar os elementos da bomba de alta pressão.
O controle de atuação da válvula é feito através de sinais modulados de tensão
l provenientes da UCE do motor, de forma que o volume de combustível liberado se
ajuste às necessidades do sistema.

Condição de operação

Quando desativada, posiciona-se normal/fechada e o combustível retorna para a


entrada de alimentação da bomba de transferência. Se ativada, o combustível é
direcionado para outra linha e abastece os elementos da bomba de alta pressã~
(
Fechada
(
(
(
(
(
(
(
(
Válvula Reguladora de Pressão (PCV) (
(
Montada diretamente sobre a bomba de combustível, a válvula reguladora de
pressão controla a pressão de combustível na saída da linha de alta pressão. Ou- (
tra função que exerce é de atenuar as oscilações de pressão da linha durante o (
bombeamento de combustível e pela pulsação no processo de injeção. O controle
da válvula reguladora de pressão é obtido através de sinais modulados de tensão c
provenientes da UCE. c
Condição de operação

Quando desativada, posiciona-se normal/aberta. Nessa posição, a alta pressão


da linha do rail deixa de existir e o combustível segue para a linha de retorno. c
Se ativada, bloqueia e dosa a passagem do combustível para a linha de retorno, (
controlando a pressão no interior do rail conforme os comandos da unidade de (
gerenciamento do motor (UCE).
(
(
c
Fechada Aberta
Rail
O rail é um tubo resistente de paredes espessas que tem função de acumular alta
pressão do combustível transferido da bomba DCP para alimentar os injetores.
( Outra característica desse tubo é amortecer as oscilações de pressão geradas
( pela injeção que contribui significativamente para a redução de ruído.
(
(
Tubos de Alta Pressão
(
As conexões entre a bomba de combustível (DCP) e o rail e entre o rail e os injeto-
res são feitas por tubos de alta pressão. Toda vez que o rail for removido, os tubos
de alta pressão deverão ser substituídos devido à deformação dos flanges que
ocorre quando é feito o aperto das porcas de fixação.

(
c

(
c
c
(
(_
(

-~------------------------------------------------~
(
(
c
(
(
c
(
l

c
(

(
(
c


(.
c
(
(
c
(

~===========-----------------------~
CENTRAL ELETRÔNICA DE INJEÇÃO - UCE

A unidade central eletrônica(UCE), fabricada pela SIEMENS, controla a injeção


do motor NGD 3.0 Eletrônico fabricado pela MWM lnternational. Na Ford Ranger,
( a UCE está localizada no compartimento do motor. É uma unidade eletrônica do-
tada de grande velocidade de processamento e monitora as ações do sistema de
(
injeção através de válvulas que controlam vazão e pressão, assim como a injeção
( de combustível através de unidades injetoras piezoelétricas. Os sinais de tensão
c utilizados para controlar os atuadores são do tipo PWM. A UCE, através da estra-
tégia do sistema pats passivo, desativa componentes do motor para impedir seu
(
funcionamento e garantir a imobilização do veículo.

(
c

(
(
(
Bateria • 12V e Negellvo
Sensor de liquido de orreteclmenlo PCV • Vélvula de controle de prel8éo
( Senaor de lemperalura do combusllvel VCV • Vélvula de controle de volume
Sensor da posk;Ao do pedal do acelerador Injetor 1
Sensor de acionamento da embreagem Injetor 2
Sensor de rotaçAo da ilrvora de manivelas Injetor 3
Entrada Injetor 4
Sansor de alia praiSêo
Rete prlnclpal
SensorHMP
Sansor de rolaçAo da árvore do comando de vélvulas
Sansor do pedal de freto
Sansor de nlvel de combusdvel no tanque

Rede CAN VIA PAINEL DE INSTRUMENTOS


Ar condicionado
Conectar EDBD • CAN
Sansor de velocidade
Bomba da combusllvel
Componentes do sistema PATS
(
Procedimento de Limp Home (

O sistema que gerencia a injeção da Ranger 3.0E é dotado de uma estratégia de


c
(
calibração que coloca o módulo eletrônico em modo de segurança, denominado
/imp home, um procedimento de emergência parecido com o recovery de outros (
sistemas. Assim, quando falhas graves acontecem, a luz de anomalia se acende e (
o programa define uma rotação mínima para o motor, de forma que o proprietário (
do veículo consiga chegar até uma oficina.
(
• Quando a falha compromete os componentes do motor, a rotação fica limi- (
tada a 2.800 rpm, evidenciando a falta de potência do motor; (
• A rotação permanece em 850 rpm (marcha lenta) quando há falhas nos
sensores do pedal do acelerador. c
c
(
IMPORTANTE! (
Módulo de segurança limp home.
c
Ao desligar o motor e ligá-lo novamente, o modo de segurança limp (
home é apagado, mas o procedimento volta a ser adotado se a UCE
detectar a falha novamente. As falhas que geram códigos DTCs fi- (
cam gravadas na memória KAM da unidade. Sempre que consultar (
a memória KAM, anote os DTCs presentes e passados. Após solu-
cionar as falhas apresentadas no sistema, limpe a memória KAM. c
(
(
Troca da UCE do Motor - Possíveis Causas (
(_
Erros de sistema podem causar falhas seqüenciais que devem ser administradas
de modo secundário durante a eliminação das mesmas. No início da solução do
problema, todos os sensores e atuadores, assim como o chicote elétrico e o sis-
tema hidráulico, devem ser verificados e as falhas, corrigidas. Antes de substituir
a unidade de controle do motor (UCE), elimine todas as outras possibilidades de
falha.

~~------------------------~~
Aquecimento da unidade de controle do motor.

A unidade de controle do motor pode se aquecer muito durante seu


funcionamento. Uma alta temperatura na carcaça não indica que a
UCE esteja danificada. No caso das seguintes entradas de códigos
c de falhas, a unidade de controle do motor deverá ser substituída.
(
(
Código
( Causas possíveis para substituir a UCE do motor
de falha I

c
(
(

(
c
(

c
(

~--------------------------------------------~~
:' ~-, --~\,=--:~;:-''"F •.)·. ~
I: .i i'~-~~ 1: "','

'
,:·\ ••(·,,, 1• .,..' 1'
1
, ,, • , ', I ' ' I r I ' ,
.
•.


":" I
f)'
I I
• -,
I ', l o- j ), - - - 1 1
1
- 1 , I • _. ~

(
• I- l LI . . I ''.I: : '.· I • • • \:::I I • ~, I . ' ) : '; ' ~ 1. I -. I '1 I \ t
• • 1
(
- l~f..~J>·~. tf:~'.
I _oi • , •• _, • ' ·"' (
(
Conectares A, B e C da UCE do Motor (
(
Os sinais gerados pelos sensores e os comandos enviados para os atuadores
entram e saem da unidade através dos conectares A, B e C que também fazem as c
alimentações positiva e negativa do módulo. Para evitar a umidade nos conecta- (
res e garantir o perfeito contato com os pinos da UCE, os conectares devem estar
limpos, com os vedadores em boas condições. Após as verificações de testes, os
c
(
conectares devem ser instalados corretamente em seus alojamentos.
(

oocccccacccc ccccccOO
(
=
ooccccccaccc = ~cc6ãcc
OOI!!!!!J!!.CCC~
oocccccccccc
ccccccoo
c:::a c:::a
ccccccOO
(
(
l
HGFEDCBA MLKJHGFEDCBA ABCDEFGH
(
4 OOcccccc 4 DDcccccccccc 1 c c c c c c DO
3 DO cccccc A 3 DDcccccccccc B 2c c c c c c DO c (
2 DO cccccc 2 DDcccccccccc 3c c c c c cDD
1 DO cccccc 1 DDcccccccccc 4c c c c c c DO l
(
ALERTA!
Alta tensão.
(
( Quando forem executados serviços nos
(
conectares da UCE e os mesmos es-
tiverem conectados, o contato da chave
de ignição deve estar desligado. Se reali-
( zar testes para avaliar a alimentação do
módulo de injeção, seja cuidadoso, pois
c a alta tensão estará presente!

c
(

ALERTA!
UCE e picos de tensão.
c
c A UCE é sensível a picos de tensão, por-
tanto, conectar ou remover seu conectar
c com a ignição ligada poderá danificá-la.
c
(

~-----------------------------------------------~
(
c
(

(
(
(
(
(
(
(

c
c
(

(
(

(
(.
(._
c
(
(
PAINEL DE INSTRUMENTOS - ICL
Dotado de um microprocessador de última geração, o painel de instrumentos pos-
sui um sistema programável e extremamente flexível integrado à rede CAN de alta
velocidade, o que permite haver uma comunicação digital entre o painel, o módulo
de injeção eletrônica e os demais módulos com as
seguintes vantagens:
(
• Maior facilidade de diagnóstico;
c • Diminuição do número de fios;
c • Aumento da confiabilidade do sistema.

c.. O novo painel ainda possui uma função programável, chamada Flash ROM, que
c permite a atualização do software com facilidade.

c Sensor de Temperatura Externa (°C)


l Indica a temperatura ambiente registrada no exterior
G do veículo, em graus centígrados. Na Ranger, está
localizado atrás da grade frontal, no lado esquerdo.
Sua função é oferecer parâmetro do ambiente exter-
no para as funções do A/C.

~-----------------------------------------------~
Alarme de Velocidade
Presente em alguns modelos da FORO
Ranger, o painel avisa (usando bips)
quando o veículo ultrapassou uma ve-
locidade determinada pelo motorista.

(
(
(_

(
(_

c
c
c
(
REDE CAN - COMUNICAÇAO DE DADOS
-
A Ranger utiliza a rede CAN para comunicação de dados entre as centrais de
controle da injeção e do painel de instrumentos. Esse protocolo de comunicação
c facilita o diagnóstico de falhas, reduz o número de fios e aumenta a confiabilidade
do sistema. A transferência de dados entre os módulos é feita por um par de fios
trançados, também conectados ao conectar DLC de diagnose.

(
OUTROS COMPONENTES REDE CAN
... ----
c

L-- --- --- J

ISO - 9141 Rede CAN

~
CONECTOR DLC
(

r
c

~-----------------------------------------------~
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

c,..
(
(
(

c
(
(

(
(
CENTRAIS E SISTEMAS DO VEÍCULO - FORA DA
C REDE CAN
Os módulos do airbag, do 4WABS, da 4WD (tração 4x4) e da central elétrica inteli-
gente (SJB) estão ligados através de outra linha identificada como linha ISO 9141,
que permite a comunicação desses módulos com o conectar DLC de diagnós-
tico.

Central Elétrica Inteligente- S\JB


(
As ações de conforto e conveniência que compreendem os sistemas de acion-
c amento elétrico de vidros e travamento das portas, sistema pats ativo e luz de
cortesia são comandadas por uma central elétrica inteligente localizada na lateral
interna, no lado do passageiro. Nos modelos anteri-
ores da Ford Ranger, quem comandava essas ações
era um módulo elétrico inteligente denominado GEM.
Fique atento, pois, na nova Ranger 3.0E, o módulo
( GEM não existe mais. Na central elétrica inteligente
(SJB), estão dispostos vários fusíveis e relés que con-
trolam as ações dos comandos internos do veículo.
A central se comunica externamente pela linha de
dados ISO 14401 através do terminal 7 do conectar
EOBD.
(

~----------------------------------------------~~
(
Central 4WABS do Sistema de Freio (
(
Na Ranger, a unidade antibloqueio do freio que atua nas quatro rodas (ABS) está
localizada no compartimento do motor, ao lado do servo-freio. Esse sistema pos- c
sui unidades hidráulica e eletrônica desmembráveis, ou seja, é possível substituir r
somente a unidade danificada. A comunicação externa é feita através da linha de (
dados ISO 9141 através do terminal 7 do conector EOBD.
(
(
(

(
(

(
(

Pinos do conectar da unidade 4WABS


(
Para verificar a disposição dos terminais no conector da central do ABS, consulte
o capítulo de esquemas elétricos que consta neste manual. (

(
Central Elétrica da Bateria - BJ B (
(
Essa unidade está alojada no lado esquerdo no compartimento do motor, ao lado
do servo-freio e da unidade ABS. Nela, estão alojados os pontos principais de (
distribuição de alimentação elétrica para o sistema, tais como os maxifusíveis e a
maior parte dos relés de proteção do sistema de injeção de injeção, airbag, A/C e
sistema de freio ABS.

~~-------------------------------------------------
c

l
(

c
Central de Controle da Tração 4WD
O sistema 4X4 é ativado por uma tecla no painel do veículo. Para que a tração
(
dianteira seja efetivada, o veículo deve estar parado, o pedal do freio acionado e
o de embreagem também. Os sinais desses procedimentos seguem para a uni-
( dade de ativação do sistema 4X4 localizada no interior do painel, atrás do rádio. A
unidade direciona sinais elétricos de ativação para o atuador elétrico existente na
transmissão que, por sua vez, aciona uma luva sobre o conjunto de engrenagem
e ativa a tração dianteira do veículo. Paralela a esses comandos, a unidade de
controle 4WD sinaliza ao painel de instrumentos e à UCE que a tração dianteira foi
{ ativada. A UCE, por sua vez, define nova estratégia de gerenciamento da injeção
( para que se ajuste ao novo perfil de utilização do motor. A comunicação externa é
feita pela linha de dados ISO 9141 através do terminal 7 do conectar EOBD.
(
(
(
(
r
(
(
Unidade de controle da tração 4X4
(
(

(
IMPORTANTE! (
Informações que não devem ser esquecidas.

Não se esqueça de que, na pick-up Ranger a partir de 2005, a central de (


cor preta alojada atrás do rádio é uma unidade exclusiva para o controle (
da tração 4X4. O módulo conhecido por GEM deixa de existir. As funções (
de ativação dos vidros elétricos e alarmes agora são executadas pela
central elétrica inteligente SBJ. l

(
Pinos do conectar da 4WD (

Para verificar a disposição dos terminais no conector da central 4WD e do conector l


do motor elétrico na caixa de marcha, consulte o capítulo de esquemas elétricos (

que consta neste manual. (


(
Central de Controle do Airbag (

A central de comando do sistema airbag está localizada sob a capa do console,


ao lado da alavanca de marcha, fixada num suporte sobre o túnel do assoalho. As
unidades infláveis de proteção estão alojadas no volante de direção e sob o painel,
no lado do passageiro. Ela se comunica externamente pela linha de dados ISO
9141 através do terminal 7 do conector EOBD.
(

c
r

t
(
(
Pinos do conector da unidade airbag

Para verificar a disposição dos terminais no conectar da central do airbag, consulte


o capítulo dos esquemas elétricos que consta neste manual.

Conectar de Diagnose EOBD - DLC


O conectar de diagnose EOBD, localizado no painel
abaixo da coluna de direção, faz comunicação de da-
dos via CAN com a UCE pelos terminais 6 e 14. Pelo
terminal 7, é feita a comunicação com as centrais do
airbag, 4WD, ABS e central elétrica inteligente.
(
(
(
(

(
Conectar EOBD de 16 pinos (
(
(
(
(
(
(
\
(
(
{

(
(
Sistema D-PATS: Antifurto Passivo Distribuído
(
Além de todas essas funções, o novo painel ainda tem a função de integrar o sis- (
tema de imobilização do veículo no seu interior, proporcionando maior segurança (
ao veículo contra furtos devido às seguintes características:
(
• Transponder integrado na chave;
• Reconhecimento da chave feito pela UCE (transceiver); (
• UCE e painel de instrumentos recertificam a identificação da chave via rede
l
CAN;
• O sistema é inviolável sem utilizar a chave correta (antifurto);
• Em caso de haver falha no sistema, a UCE não habilitará o motor de partida,
injetores e bomba de combustível.
(
c
(
(
c
(
(
(
(

(
(

(
(

r---------------------------------------~~
(
(
(
(
(
(
c
(
(
(
(

(
(
(
(

(
..
(
(

(
(
,., ,.,
SENSORES - LOCALIZAÇAO E FUNÇAO
Sensor de Pressão Baromé-
trica
Para compensar os efeitos da altitude no
funcionamento do motor e corrigir a inje-
ção de combustível, um sensor de pres-
são barométrica é montado no interior
da UCE. Além de informar ao sistema a
c altitude instantânea, o painel de insfru-
mentos utiliza a informação para indicar
ao motorista a altitude através da função
altímetro. ' Sensor T MAP - Pressao do ar na adm1ssao

Sensor MAP {T- MAP)


( O sensor T-MAP é um sensor duplo que mede a temperatura e a pressão do ar ad-
mitido pelo motor, comparando à pressão atmosférica. A temperatura e a pressão
existente na admissão são convertidas em sinais avaliados pela UCE do sistema
de injeção. O senso r T-MAP fica localizado no coletor de admissão do motor.

' Sensor T-MAP - Pressao do ar na adm1ssao

~------------------------------------------------~
(
Sensor de PMS e Rotação do Virabrequim - Efeito Hall (
(
O senso r de posição do virabrequim está montado na carcaça do volante do motor
e é responsável pela leitura de sua posição através de um anel dentado usinado na
face interna do volante do motor. A rotação do anel diante do sensor provoca uma (
variação de tensão que a UCE compara com às características armazenadas em (
sua memória. Dessa forma, o módulo localiza a posição da árvore de manivelas.
(
(
(
(
(
c
(
(

' Sensor de rotação do virabrequim


(
l

Sensor de Fase do Comando - Efeito c


(
Hali
(
Montado diretamente no cabeçote, o sensor de fase (
do comando de válvulas é responsável pela leitura de (
sua posição através de um anel dentado montado na
extremidade da árvore. A rotação desse anel altera t
a tensão do sensor que é comparada pela UCE às l
características armazenadas em sua memória. Dessa
l
forma, o módulo encontra a posição da árvore do co-
mando de válvulas.
l

' Sensor hall de fase do comando

~------------------------------------------------~~
c Sensor de Temperatura do Líquido de Arrefecimento e de
Combustível
O sistema de injeção da Ranger é equipado com 2 sensores de temperatura do
tipo NTC, um para temperatura do combustível e outro para o líquido de arrefeci-
mento. Quando exposto à temperatura e excitado com corrente elétrica, o resistor
c NTC gera uma variação de tensão que é medida pela UCE e comparada às carac-
terísticas do programa. Isso produz a informação necessária para o controle da
temperatura do sistema.

c
c

' Sensor de temperatura da água

Sensor de Alta Pressão


(
O senso r de alta pressão mede a pressão do combustível do rail e transforma esse
valor em um sinal elétrico interpretado pela UCE para calcular o tempo de injeção
e para controlar a pressão ajustada pela válvula reguladora de pressão (PVC), de
acordo com parâmetros armazenados na memória do programa. O sensor de alta
{ pressão é fixado no rail com vedação por meio de arruela de aço maleável.
(
(
(
r
IMPORTANTE!
Remoção do sensor de alta pressão. (
(
O sensor de alta pressão não pode ser re-
(
movido do rail. Caso seja constatado algum
defeito, a substituição do sensor deverá (
ocorrer juntamente com o rail. (
(
(
(

(
(
Sensor de Posição do Pedal de Aceleração (
{
Os movimentos do acelerador são transformados em sinais elétricos através de
(_
dois potenciômetros alojados no interior do sensor do pedal. Esses sinais de po-
sição seguem em direção à UCE que, em conjunto com outros sinais do sistema,
comanda o débito de combustível. Caso haja alguma diferença entre os valores
fornecidos pelo pedal, a UCE adotará uma estratégia de segurança para permitir o (
uso do veículo da seguinte forma:
(
(
(
(
(
(

~----------------------------------------------~~
( Falha em um potenciômetro
(
Motor irá funcionar com potência reduzida, desenvolvendo até 2.750 rpm.

Falha nos dois potenciômetros


(
Caso os dois potenciômetros falhem, o motor irá funcionar a uma rotação cons-
tante de 1.200 rpm.
(
(
Interruptor de Posição do Pedal de Freio
c
O interruptor do pedal de freio informa à UCE quando o veículo estiver sendo
desacelerado. Esse sinal afeta o funcionamento da válvula reguladora de vazão.
Durante a frenagem, a UCE recebe o sinal desse interruptor e reduz a quantidade
de combustível injetado, prevenindo o aumento de rotação que poderia reduzir a
c eficiência da frenagem. Montado no pedal de freio, possui dois conectares, um
para a luz de freio e outro para o chicote da UCE.
c
(

Interruptor De Posição Do Pedal De Embreagem


Localizado no suporte do pedal de embreagem, esse sensor informa à UCE se a
embreagem está acoplada ou não ao volante do motor. Quando o pedal está pres-
sionado, o interruptor transmite um sinal para informar à UCE que haverá mudança
de marcha. Dessa forma, o sistema garante que a rotação e a força do motor não
serão prejudicadas.

~-------------------------------------------------~
(
(
(
(
(
(
(
(
(

(
(
Sensor de Velocidade - VSS (

Localizado na transmissão (Ranger 4X2 e 4X4) e nas rodas dianteiras (Ranger (


4X4), esse sensor utiliza o efeito hall para emitir um sinal de voltagem na freqüên-
cia proporcional à velocidade instantânea do veículo. A UCE utiliza o sinal do VSS (
para determinar se há alguma marcha engatada, melhorar as características de (
dirigibilidade e controlar o ventilador do motor.

(
(

(
(
Informações sobre a Utilização do Multímetro
c O sistema de injeção possui mecanismos ativados por corrente elétrica, que são
monitorados eletronicamente por uma unidade de comando. Para acessar o qua-
dro de avarias e entender a condição de falha apresentada no sistema, deve-se
utilizar um scanner.
Além da comunicação via software, a injeção utilizada nos caminhões pesados
dispõe de um programa de diagnose que relata, através de códigos de piscadas,
os componentes avariados do sistema. Assim, com o auxílio de um multímetro au-
tomotivo, é possível solucionar a maioria das falhas apresentadas. O profissional,
por sua vez, deve conhecer as unidades de grandezas elétricas disponíveis em
formas de escalas no multímetro, para aplicar os testes de continuidade, resistên-
c cia e tensão, condição indispensável para diagnosticar fios (chicotes), conectares,
sensores e atuadores de um sistema.

' Multímetro Alfatest


(

c Teste de Continuidade
(
O teste de continuidade é muito importante e mede, através da unidade ôhmica, a
resistência de um fio à passagem da corrente elétrica.
A finalidade do teste é medir a integridade de um fio
em toda sua extensão, para confirmar o estado de co-
municação entre a unidade de comando e o sensor
ou atuador.
(
Teste de Resistência (
(
É um teste utilizado para medir a resistência elétrica
interna de um sensor ou atuador. Para medir a resis-
tência interna de um componente, a tecla do apare-
lho deve ser direcionada para a escala ôhmica. Após
c(
a medição, o valor obtido no visar deve ser compara-
do aos da tabela de valores ótimos. Para esse teste, o c
contato da ignição deve estar desligado e o conectar
da UCE desconectado. O componente a ser avaliado pode estar no seu alojamen-
to e é medido através dos pinos do conectar da UCE ou, removido do veículo, com (
as pontas de prova do multímetro inseridas diretamente nos pinos do conectar do
sensor ou atuador.

Teste de Tensão
(
Para determinados sensores ou atuadores do siste-
ma de injeção, os testes devem ser realizados pela
variação da corrente elétrica, na escala volt do multí-
metro. Dessa forma, a leitura obtida é mais confiável,
pois é realizada a partir da variação da tensão original
de trabalho. É o caso do sensor do pedal do acele-
rador e do sensor de temperatura. O procedimento
para realizar o teste é o seguinte: posicione a tecla do multímetro na escala volt,
permaneça com o conectar da UCE conectado, com o contato da ignição ligado,
e o sensor, a ser avaliado, operando em seu alojamento. (

l
TESTES E VERIFICAÇÕES
Antes de testar ou substituir um componente, verifique seus contatos elétricos.
Conectares soltos ou sujos podem gerar problemas idênticos aos de um compo-
nente defeituoso.

IMPORTANTE!
c Memória KAM.

Sempre que consultar a memória KAM, ano-


te os DTCs presentes e passados. Após
solucionar as falhas apresentadas, limpe a
memória KAM. (Imagem acessando falhas
através de um scanner -Aifatest)

Sensores
Os testes de resistência, continuidade e tensão dos sensores e chicotes devem ser
realizados com um multímetro digital de boa qualidade.

c Sensor de temperatura da água do motor - ECT


c Teste de continuidade do chicote do sensor de temperatura da água do mo-
tor

Com o contato da chave de ignição desligado, o conector 8 da UCE e do sensor


de temperatura da água removidos, meça a continuidade entre pontas. O valor
não pode ser superior a 0,3 ohm de resistência. Meça da seguinte forma:
• Pino 1 do conector do sensor, lado do chicote, com o pino A2 do conector 8
da UCE;

~-----------------------------------------------Q!V
(
• Pino 2 do conector do sensor, lado do chicote, com o pino K1 do conector B (
da UCE, lado do chicote.
(
Teste de resistência do elemento NTC (direto nos pinos do sensor) • ECT (
(
Com o contato da chave de ignição desligado, remova o conector do sensor e (
insira as pontas de prova nos pinos 1 e 2 do sensor.
(
(
~ ,:. .·.< ~
Tempera.ur.a do
~ -· , ~ -
llq~.idçfdé
o...l. I: - ' • -. ' ;~

·

.. ~.~:·ir~ ''•t ~~/.\ ~~~.:i ,~·~;:rrr :···~· ~ ;:~ .':
~~ ~ ~r .. \ . (
· · R~sl$t~nc.~~~' dó ·ECT (kóhms) ·.
arrefecimen~o °C) •· ; ~ . '. - . . ~ . ~·
(

1,18 (
(
1,55
(
2,07 (

2,80 (
(
3,84
5,37
60 7,70
10,97
(
16,15 (
24,27 l
(
37,30
l
58,75

Medição da resistência do elemento através dos pinos do conector da UCE

Com a chave de ignição desligada, o conector C da UCE removido e o conecto r do


sensor ECT encaixado, insira as pontas de prova nos terminais A2 e K1 do conec-
tar B da UCE. Os valores de leitura devem ser os mesmos da tabela.

~--------------------------------------------~(
Sensor de temperatura do combustível

Teste de continuidade do chicote do sensor de temperatura do combustível


Com o contato da chave de ignição desligado, os conectares B e C da UCE e o
conectar do sensor de temperatura removidos, meça a continuidade entre pontas.
O valor não pode ser superior a 0,3 ohm de resistência. Meça da seguinte forma:

• Pino 1 do conectar do sensor, no lado do chicote, com o pino A3 do conectar


C da UCE, no lado do chicote;
( • Pino 2 do conectar do sensor, no lado do chicote, com o pino J2 do conectar
B da UCE, no lado do chicote.
c
Teste de resistência do sensor de temperatura do combustível - No pino do
c senso r

Com o contato da chave de ignição desligado, remova o conectar do sensor e


c insira as pontas de prova nos pinos 1 e 2, no lado do sensor.
(
( .
~~ ~!,{'::::.~~tS'~~·;~r:.~: ·d~ ;~~~-:'~ :~.~- <~~:f~ ~-~: ;~ . ·.
~-- ·~~~!p~~~~~!~"~~~~9~ ,~.ombustível -·:~e.~i~-~~.ri:Ç_i .~-~d:o · ~c~ (k~hms)
;i •. ·itt{ -:~,·~·~-~~:;fE::.~~;:t~~ ~.G):* . ' : . ~ • ., ' ..: ! I <., ~ ~:.<I •• OI • • .,. •

r 100 2,07

( ;I 90 2,80

( 80 3,84
li
70 5,37
(
li
60 7,70
( li
( 50 10,97
Ir
l Jl 40 16,15

t 30 24,27

I 20 37,30

10 58,75
r

"~----------------------------------------------~~
(
(
Teste de resistência do elemento NTC através dos pinos do conectar da UCE
(
(
Com a chave de ignição desligada, os conectares C e B da UCE removidos e o
conectar do sensor do sensor de temperatura do combustível encaixado, insira as (
pontas de prova nos terminais A3 (conectar C da UCE) e J2 (conectar B da UCE). (
Os valores de leitura deve ser os mesmos da tabela.
(

Sensor de T-MAP- Pressão no coletor de admissão (


(
Teste de continuidade do chicote do sensor T-MAP (

Com o contato da chave de ignição desligado, conectares B e C da UCE e conec- (


(
tar do sensor T-MAP removidos, meça a continuidade entre pontas. O valor não
pode ser superior a 0,3 ohm de resistência. Meça da seguinte forma: t
• Pino 1 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino J4 do conectar B
da UCE, lado do chicote; c
• Pino 2 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino A2 do conectar B (
da UCE, lado do chicote; (
• Pino 3 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino C3 do conectar B
da UCE, lado do chicote;
• Pino 4 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino 81 do conectar C
da UCE, lado do chicote. (
(
Teste de alimentação do sensor T-MAP
(
Com os conectares da UCE instalados e o contato da chave de ignição ligado, (
remova o conectar do sensor T-MAP e meça a tensão entre os pinos 1 e 3 do co- l
nectar, no lado do chicote. A tensão deve ser de 4, 75 a 5,25 volts. (
(
Sensor de temperatura do ar da admissão (T- MAP)
(
Teste de resistência do sensor de temperatura do ar - T-MAP l
Com o contato da chave de ignição desligado, os conectares B e C da UCE e o ~
conectar do sensor T-MAP removidos, meça a resistência do sensor de tempera-
tura pelos pinos 1 e 2 do sensor ou pelos pinos do conectar da UCE - A2 conecto r
B com J4 conectar C, lado chicote.

~----------------------------------------------------~(
( Temperatura do ar no coletor Resistência do sensor de tem-
de admissão oc eratura do ar Kohms
70 5,37

60 7,70
(
50 10,97
c 40 16,15
(
30 24,27
(
( 20 37,30
c ,_
10 58,75

Sensor hall de posição do virabrequim - CKP

Teste de alimentação do sensor CKP - Rotação e PMS do virabrequim

• Com os conectares da UCE instalados e o contato da chave de ignição liga-


do, remova o conectar do sensor de rotação e meça a tensão entre os pinos
1 e 3 do conectar, no lado do chicote. A tensão deve ser a mesma da bateria
(em torno de 12 volts);
(
• O pino 3 recebe alimentação positiva (12 V) do fusível F44 de 5A da central
elétrica da bateria (BJB). O pino 1 recebe negativo através do pino E4 do
( conectar B da UCE;
( • O pino 2 envia sinal do sensor através do pino E3 do conectar B da UCE.
(
Teste de continuidade do chicote do sensor de rotação e PMS - CKP do vira-
l brequim
l Com o contato da chave de ignição desligado e os conectares B da UCE e do
sensor CKP removidos, meça a continuidade entre pontas. O valor não pode ser
superior a 0,3 ohm de resistência. Meça da seguinte forma:
• Pino 1 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino E4 do conectar B
da UCE, lado do chicote;
• Pino 2 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino E3 do conectar B
da UCE, lado do chicote.

~---------------------------~------------------------------GlV
Sensor hall de posição do comando - CMP c
Teste de alimentação do sensor CMP ·Posição do comando c
(

Com os conectares da UCE instalados e o contato da chave de ignição ligado,


remova o conector do sensor de rotação e meça a tensão entre os pinos 2 e 3 do
conector, no lado do chicote. A tensão deve ser a mesma da bateria (em torno de
12 volts).
• O pino 2 recebe alimentação positiva (12 V) do fusível F42 de 5A da central
elétrica da bateria (BJB). O pino 3 recebe negativo através do pino E2 do
conector B da UCE;
(
• O pino 1 envia sinal do sensor através do pino C1 do conector C da UCE.
(

Teste de continuidade do chicote do sensor de posição do comando- CMP (

Com o contato da chave de ignição desligado, os conectares B e C da UCE e o


conector do sensor CMP removidos, meça a continuidade entre pontas. O valor
não pode ser superior a 0,3 ohm de resistência. Meça da seguinte forma:
• Pino 1 do conector do sensor, lado do chicote, com o pino C1 do conector C
da UCE, lado do chicote;
• Pino 3 do conector do sensor, lado do chicote, com o pino E2 do conector B
da UCE, lado do chicote.
c
Sensor de pressão do rail l
(
Teste de alimentação do sensor de pressão do rall
(
Com os conectares da UCE instalados e o contato da chave de ignição ligado,
remova o conector do sensor de pressão do Rail e meça a tensão entre os pinos 2 (
e 3 do conector, no lado do chicote. A tensão deve ser de 4,75 a 5,25 volts.
(
• O pino 3 recebe negativo(-) e o pino 2 recebe positivo(+).

Teste de continuidade do chicote do sensor de pressão do rall

Com o contato da chave de ignição desligado, os conectares B e C da UCE e


o conector do sensor de pressão do Rail removidos, meça a continuidade entre
pontas. O valor não pode ser superior a 0,3 ohm de resistência: Meça da seguinte
forma: l

• Pino 1 do conector do sensor, lado do chicote, com o pino 82 do conector

~~----------------------------------------------~
( C da UCE;
• Pino 2 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino 01 do conectar
8 da UCE;
• Pino 3 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino 83 do conectar
C da UCE.

c
( ~
ATENÇÃO!
Remoção do sensor de pressão do rail.

O sensor de pressão do rail não deve ser removido. A troca deve aconte-
cer junto com o rail.

(
(
Sensor do pedal do acelerador

Teste de variação de tensão - 5 volts

Os valores de variação de tensão nos sensores do acelerador devem ser obtidos


com scanner e com multímetro, na escala de tensão contínua.

( Teste de variação ôhmica dos sensores do pedal do aceleradori


(
O teste deve ser feito com o contato da chave de ignição desligado e o conectar
A da UCE removido. Para esse procedimento, utilize um multímetro posicionado
( na escala ôhmica.

Potenciômetro 1

Insira as pontas de prova nos terminais 5 e 6 do conectar A da UCE. Movimente o


pedal do acelerador e acompanhe a variação de resistência do potenciômetro. A
leitura deve ser contínua e sem interrupções.
(
(
Potenciômetro 2
c
(
Insira as pontas de prova nos terminais 7 e 8 do conectar A da UCE. Movimente o
pedal do acelerador e acompanhe a variação de resistência do potenciômetro. A (
leitura deve ser contínua e sem interrupções. (
(
(
(
Recebe sinal de terra(-) do pino F4
Pino 1 (
do conectar A da UCE
Recebe sinal de terra (-) do pino H3 (
Pino3 (
do conectar A da UCE
Envia sinal de variação do poten- c
PinoS ciômetro 1 para o pino G3 do conec- (
I tarA da UCE
':=: (
Recebesinal positivo de até 5 volts
PinoS (
do pino F2 do conectar A da UCE
~
1
Recebesinal positivo de até 5 volts (
Pino7
!
.........
do pino G2 do conectar A da UCE
Envia sinal de variação do poten- (

.'
PinoS
;I
ciômetro 2 para o pino C2 do conec-
tar A da UCE
c
(

Sensor de presença de água no filtro de combustível


(
Para o teste de alimentação do sensor de presença de água, remova o seu co- (
nectar e ligue o contato da chave de ignição. Com um multímetro na escala volt,
(
insira as pontas de prova nos pinos 1 e 3. O valor encontrado deve ser igual ao da
bateria (por volta de 12 volts).
• O sensor de presença de água no combustível recebe alimentação positiva
(+) do fusível F42 de 5A através do pino 3 de seu conectar;
• A alimentação do terra(-) chega ao sensor através do pino 1 de seu conectar,
fornecido pelo pino F2 do conectar B da UCE;
• O sensor, através do pino 2, envia o sinal de presença de água. A UCE recebe
esse sinal através do pino 81 do conectar 8.
Teste de alimentação do sensor de presença de água no filtro de combustível

Com os conectares da UCE instalados, o contato da chave de ignição ligado e o


conectar do sensor desconectado, meça a tensão entre os pinos 3 e 1 do co-
nectar, no lado do chicote. A tensão deve ser a mesma da bateria (em torno de 12
volts).
• O pino 3 recebe alimentação positiva (12 V) do fusível F42 de 5A da central
( elétrica da bateria (BJB). O pino 1 recebe negativo através do pino F2 do
( conectar B da UCE;
• O pino 2 envia sinal do sensor através do pino 81 do conectar B da UCE.
c
Teste de continuidade do chicote do sensor de presença de água no filtro de
( combustível

Com o contato da chave de ignição desligado, os conectares B da UCE e do sen-


sor de presença de água removidos, meça a continuidade entre pontas. O valor
( não pode ser superior a 0,3 ohm de resistência.
( • Pino 1 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino F2 do conectar B
da UCE, lado do chicote;
• Pino 2 do conectar do sensor, lado do chicote, com o pino 81 do conectar B
da UCE, lado do chicote.

Sensor de velocidade - VSS do eixo traseiro


(
O sensor de velocidade, localizado no diferencial da Ranger 4X2 e 4X4, opera por
( relutância magnética.

( Teste de resistência ôhmica do sensor

(
A resistência de sua bobina interna, medida com um multímetro diretamente em
( seu terminais, é em torno de 1.900 ohms.
• Ranger sem ABS - Os sinais gerados são analógicos e convertidos para digi-
tais por uma unidade conversora localizada no painel, atrás do porta-luvas.
Pode-se medir a resistência do sensor através dos pinos 3 e 4 do conectar
da unidade conversora;
• Ranger com ABS- Os sinais são convertidos pela central de comando do
ABS e, depois, enviados para a UCE do motor e painel de instrumentos.
Pode-se medir a resistência do sensor através dos pinos 14 e 21 do conectar
da unidade ABS.

~------------------------------------------------~
Sensores do sistema ABS nas rodas dianteiras (
(
Os sensores que captam os movimentos das rodas dianteiras para o sistema de
(
freio ABS são do tipo relutância magnética.
(
Valor da resistência interna do sensor: (

• Medida no pinos 3 e 4 da roda dianteira direita: em torno de 900 ohms; (


• Medida no pinos 5 e 6 da roda dianteira esquerda: em torno de 900 ohms. (
(
(
Atuadores (
(
Os testes de resistência, continuidade e tensão dos atuadores e chicotes devem
ser realizados utilizando um multímetro digital de boa qualidade. c
(
Válvula de controle de vazão - VCV (

Teste de resistência (

l
A válvula de controle de vazão, localizada na bomba de alta pressão DCP, possui
um conectar com dois pinos de contato. Para medir a resistência ôhmica de seu
enrolamento, remova seu conectar e meça diretamente nos pinos 1 e 2 do contato (
da válvula. A resistência encontrada deve ser em torno de 3 ohms. (
(
Teste de continuidade

O teste de continuidade do chicote da válvula VCV é realizado através do pino 2 do (


conectar do sensor, no lado do chicote, com o pino M4 do conectar B da UCE. O (
valor encontrado não pode ser superior a 0,3 ohm.
l
Teste da válvula quanto a possível curto ao terra (_

Remova o conectar da válvula e meça a resistência entre cada um dos pinos da


própria válvula e a massa do motor (terra). O resultado correto deve ser de circuito
aberto. Se aparecer qualquer outro resultado que mostre circuito fechado, substi-
tua o componente.

~----------------------------------------------~(
Teste de verificação do funcionamento da válvula VCV

Remova o conectar da válvula VCV e instale uma extensão de fio no pino 2 da


válvula ao pino 2 do conectar do chicote. Com outra extensão, conecte o pino 1
da válvula e deixe a outra ponta livre. Agora, ligue o contato da ignição, sem partir
o motor, e com a ponta livre do fio ligado à válvula VCV, dê toques na massa do
motor (terra). Se a válvula estiver em bom estado, podem-se ouvir os "cliques" do
acionamento interno. Com o uso do estetoscópio, o ruído é mais nítido.
c
( Teste de alimentação positiva da válvula VCV

Remova o conectar da válvula, ligue a ignição e meça a tensão entre o pino 1 do


( conectar, no lado do chicote, e a massa do motor. O valor encontrado deve ser a
tensão da bateria. Se não houver tensão, verifique a linha de alimentação positiva
l e o fusível correspondente.

r Válvula de controle de pressão - PCV


(
( Teste de resistência

A válvula de controle de pressão, localizada na bomba de alta pressão DCP, pos-


sui um conectar com 2 pinos de contato. Para medir a resistência ôhmica de seu
enrolamento, remova seu conectar e meça diretamente nos pinos 1 e 2 do contato
da válvula. A resistência encontrada deve ser em torno de 3 ohms.

Teste de continuidade

O teste de continuidade do chicote da válvula PCV é realizado através do pino 2


do conectar do sensor, no lado do chicote, com o pino L4 do conectar B da UCE.
O valor encontrado não pode ser superior a 0,3 ohm.

Teste da válvula quanto a possivel curto ao terra


r
Remova o conectar da válvula PCV e meça a resistência entre cada um dos pinos
da própria válvula e a massa do motor (terra). O resultado correto deve ser de cir-
cuito aberto. Qualquer outro resultado que mostre circuito fechado, indica que a
válvula PCV está defeituosa.
(
Teste de verificação do funcionamento da válvula PCV (
(
Remova o conectar da válvula PCV e instale uma extensão de fio no pino 2 do
conectar lado da válvula ao pino 2 do conectar lado do chicote. Com outra exten- (
são, conecte pino 1 da válvula e deixe a outra ponta livre. Agora, ligue o contato (
da ignição, sem partir o motor, e com a ponta livre do fio ligado à válvula PCV, dê (
toques na massa do motor (terra). Se a válvula estiver em bom estado, podem-se
(
ouvir os "cliques" do acionamento interno. Com o uso do estetoscópio, o ruído é
mais nítido. (
(
Teste de alimentação positiva da válvula PCV
(

Remova o conectar da válvula, ligue a ignição e meça a tensão entre o pino 1 do (


conectar, no lado do chicote, e a massa do motor. O valor encontrado deve ser a (
tensão da bateria. Se não houver tensão, verifique a linha de alimentação positiva
e o fusível correspondente.
c
(
(
Unidade bico injetor - Piezoelétrico (

(
O procedimento correto para avaliar o funcionamento das unidade injetoras é atra-
vés do scanner ou do osciloscópio. Por recomendação do fabricante, o teste com
multímetro foi descartado. Além de impreciso, a corrente de excitação do multíme- ~
tro pode descalibrar a unidade piezoelétrica do injetor. (
Teste prático 1 (
(
• Uma forma interessante para verificar o funcionamento individual de cada
injetor é utilizar um estetoscópio com haste para perceber o ruído das unida-
(
des piezoelétricas sendo ativadas pela UCE;
• Outra forma de teste, também com o motor em marcha lenta, é remover a l
mangueira de retorno do injetor para uma vasilha e notar o gotejamento que l
é direcionado para a linha de retorno;
• Se nada sair, é sinal de que o injetor está inoperante (sem ação de ativação
piezoelétrica). Nesse caso, repita o procedimento para cada injetor.
IMPORTANTE!
Comparação entre injetores.

Para comparar o funcionamento entre os injetores, conte o gotejamento


do retorno durante 1 minuto. Assim, de forma objetiva, por comparação
( com as demais unidades, é possível avaliar ou detectar problemas na
( unidade piezoelétrica de cada injetor.
(

Teste prático 2

• Se perceber uma unidade injetora sem ativação, antes de optar pela troca,
inverta esse injetor, supostamente com defeito, com o outro do cilindro par.
( Ex: cilindro 1 com o 4, ou 2 com o 3;
( • Se a unidade injetora, supostamente defeituosa, instalada no outro cilindro
continuar inoperante e a do cilindro que não funcionava entrar em operação,
substitua o injetor;
• Se a falha persistir no injetor do cilindro em questão e o outro voltar a fun-
cionar no cilindro par, o defeito pode ser no chicote elétrico. Nesse caso,
recomenda-se fazer o teste de continuidade e verificar os contatos dos co-
nectares.

( IMPORTANTE!
Confirmação de falha.
l
Se os testes afirmarem o bom estado do chicote e dos conectares, a falha
está na UCE. Nesse caso, para avaliação final e por segurança, antes de
substituir a unidade, recomenda-se entrar em contato com um posto au-
torizado para confirmar a falha através de um scanner.

~----------------------------------------------~~
(
(
(

ALERTAI
Excesso de pressão. (
(
Não desconecte a linha de combustível do rail e dos injetores quando o (
motor estiver em funcionamento porque a pressão gerada supera 1000
bar. (
(

Teste de continuidade no chicote dos Injetores (


(
Com o contato da chave de ignição desligado, remova os conectares dos bicos
injetores e o conectar C da UCE. O valor de resistência entre pontas dos fios não
deve ultrapassar 0,3 ohm. (
(
(
Injetor 1

• Entre o pino 1 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino G4 do


conectar C da UCE;
• Entre o pino 2 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino H1 do co-
nectar C da UCE.
(
Injetor 2
(
• Entre o pino 1 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino G1 do
(
conectar C da UCE;
• Entre o pino 2 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino H2 do co- <.
nectar C da UCE. \_

Injetor 3
(
• Entre o pino 1 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino G2 do
conectar C da UCE;
• Entre o pino 2 do conectar do injetor, lado do chicote, com o pino H4 do co-
nectar C da UCE.
Injetor 4

• Entre o pino 1 do conector do injetor, lado chicote, com o pino G3 do conec-


tar da UCE;
• Entre o pino 2 do conectar do injetor, lado chicote, com o pino H3 do conec-
tar da UCE.

( ALERTA!
( Risco de danificar a UCE.

O piezoinjetor trabalha sob uma tensão de 200 volts. Nunca desconecte


seu conectar com o motor em funcionamento e não inverta a polaridade
de seus fios. A UCE é sensível a picos de tensão, portanto, remover ou
conectar o conectar de um injetor, com o motor em funcionamento, po-
( derá danificá-la.
(

-~------------------------------------------------G!V
c(
(
(

(
(
(_
(
(
c(
(
c
c
(

(
c
l
(
(
(
TABELA DE CÓDIGOS DTCs- ESPECÍFICOS
DTC
Tipo de Falha
Es ecífico

(
P.0001

(
r
(
P0002

(
(
(
l

~-------------------------------------------------Q!D
(
(

P0092 (
(
(

(
(

P0097 (
(
(
P0098
(
(
(
(
(
(
(_
P0108
(
(
(
,
\_

\
(
l
(
P0116 l

P0117
(

P0118

(
P0119
(
c
c P0122
(

l
( P0123
(
(
( P0180

P0182
(
c
l P0183
(
(

P0191

~----------------------------------------------~~
(
(

(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
l
(

(
l
(
(
\
(

(
(
l

(
Sensor do pedal
Sinal do pedal do acelerador do canal 2 :exloeõl$:{~i;rl
especificado (MÁX.)
• Curto-clr.cuito ao +
(
• Descontinuidade do fio
Sensor de pressão do turbo
( • Desvio na pressão do turbo
( • Pressão do turbo > valor limite
• Teste de pressão diferencial (entre pressão atuallpressâ:o
(
antiga) < valor limite
( • Variação (aumento) muito grande
c Sensor de pressão do turbo
t • A Qressão do turbo cai abaixo do lh;:nlte especm
(MfN.)
• Curto-circuito ao +
• Pressão do tubo de sucção muito baixa
( • Pressão do tubo de sucção em marcha lenta- Na ~arti~,
( a pressão é muito baixa se comparada à pressão ambiem
te
Sensor de pressão do turbo (especifico EURO 4)
• A pressão do turbo excede o limite especificado (M~J
• Curto-circuito ao terra
• Descontinuidade do fio
P0238
• Pressão do tubo de sucção muito alta
• Pressão do tubo de sucção em marcha lenta- Na pg~
( a pressão é muito baixa se comparada à pressão amalt ..
(
te

~----------------------------------------------..,__.,~
(

(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
c
(
(
(

c
(
(

\
(
(
(
(_
l
(
(
(

(
(
(
(
c
c
(
(
(
(

(
c
(
(
(
(
(

~=====-------------------------------~
(
- ,.:'li:"

I : ( ' , I I
1
~~ •,
(
(
(
(
. '. ~;-~~ (
I ~)ir'~~~·: l ,": /.~~~:~
~I lo~ :...~t
(
.' .
''p'
~
{
: ,· ,, .I 1• •• • ~~
(
r':;

~ ] .... .
. '.~ ..·
P,
(
d . ~ ~ ·.
r .{
.. (
'...- ·-:

' . (
J: ·' l'',lt ·,' .. (
<-~ ;! (
" .. ; ~

. . ':,
...... ,.
-~i
(
'r : , . 1 l- _.' , • ·.'
1


I
.,_.a. I
.•
-~
l
J
(
'
~ I
'"
j ' ' '•

~~;

' •7 ' - ••
""
lo _, .~

- . - ~ ·~: .._
' . -- ~/' ~

(
," 'i, )·l~: :~~-·:·~~f
~- f:i (
... !' ;t

. ·-. l
. ,"·.''~

.: ~ .-\ ():.) ~. I (
·~~ :. ~~ (
(
;j{.f;r;.•-.:_.,~ •v;~.~~ ••'\<,:(:'C"'1.o'}~.····t·~~:"f."t•;:;~ ·•~" •••·~~''t""''•-"~~.,,~.,.....~··r '''• 1'•1 '~--:=• ,f',-:,·. •~ '
·.."j:·'[:j~~··:(,if~.·I·;H,/'::J)~'l.,r;1~:r:~l·"jt';r
1 ' • - " -~
•< - \ I ' • I • -- ' •
·"~ ·.":. , .I
· · · ~ · ·· • "
··, · ·
·, ·, ljl.,l•Jf~.~.(: ~~·r '::;--·~·~:r(1ft(Jr r;1 ..._ jni,t';~~'>1ll~lf_:_t:•J-~:·.;
• ' Ir •
~-' 1
'•..... ' ~ / - ~ "- 1
~~-~.· ... r;,--:
I , ,

.. ' • ~ , ,...., I· , • .' )' • 1 T _ _. • "- ,, ' I \


~~J~..\'2i.:_.. •.f::!? \~~~q1rJft•l 11 .~Jt~• ~~~}Ü; ,ji[t!S.(tll. .)~:\jl]t1~'J~Ijt,> ·.~~~...r.
1
'\t;,
(1 f"'
1

r
(
(
(
c
c
(

c
(
(
(

~-----------------------------------------------~
(
(
(
(
(
(~

(
c
(
(
(
(
c
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(
(
l
l
l

~==========-----------------------------~ll
DIAGNÓSTICOS DE FALHAS E REPAROS - VIA DTC
(
Análise das Falhas

No início da busca da falha, todos os sensores e atuadores deverão ser testados, e


os defeitos, corrigidos. Sensores com defeito ou mal conectados podem interferir
na análise de falhas. Se nenhum código de falhas for mostrado ou não houver pos-
sibilidade de leitura com ferramentas de diagnóstico (scanner), testes de continui-
c dade e resistência, com uso de um multímetro, deverão ser realizados.
(
(
(
IMPORTANTE!
( Memória KAM.
c Sempre que consultar a memória KAM, anote os DTCs presentes e pas-
( sados. Após solucionar as falhas apresentadas, limpe a memória KAM.

Quadro de Falhas

( Motor não dá partida ou não entra em funcionamento


Causa da Localização Ação Corre-
c Falha da Falha
Código
tiva
( . I~-,;.. ,·.. ·.... .. ~ ' - . - . . . ,,j I; I I ,.
. ·:·:(1 ...... ;~1:~'·'·'11' 1 1_-.' •
:
' \~ l •

: 1 r·;. : · · ·
I ' ' '1, ~ J; ·<1::, I ' 1- :I i, \ '
( :~;
..
·t'nl- ;.3: .. ~ l~r~~:::: 1 ·f~t
• •• - - J'
_· I \ ~ - I '
': ~ I' ; -

\f' i . ~ ~- ''j
\.
> I I" (I •• • I I$ • '
1\/! ·,>~ ;) "-" !'-'t-I· I ':: .
', -I
I ' l [~ . I ' 1 ' I I ' ( ..-- I J,
r~'~l n1 ,t>,; '~' :11,1(, 1111 I

l ',
. -, -
j, ·.11: · ~.: · i,, iI ,: ., ,; I
'
, I " , ' ' ' I ' ~ 1 l1 '

:-------------------------------------------------------------------------------------~
(
(
(
c
(
(
~.-:\<:,.·~-I,,'':,:,.:') /:;-r (
I: '• ,f," ): \: '{ I
I/ 1, \ ~~ I JJ ~ ~~ ·, ; ' • I -k
(
~";_:· .. ''/}~J~r' ~--,\·l_~· ~ .:J
1

(
(
(
c
(
(
(
(

(
', ' '~ .. :.I., ' I ' ~,

::~ ~ f.-~~·' . . . . '" '. \ ' ~: l :I ' \ I~ I i f• I I I ti ': •l ll


(
j :- , .:~j ; ~ ; 1:.. ~ I n'r.:.! . ' I I\ ~ r ~ ' ' ~ • ! ' ' r
' ' .. - ' . ' ' - (
,rq~tr·j -~
. . . ' - ~ .
:\ ' : i1 · •:

'!I • ~ ,.. ' ' • - ' '


(
• • ; 1:~ t ·=--l, ; , ::1.:) 1 n. . • " ' ' .

. :dll 1 .~~
.
1
• ,,j, -:j1r11~~r
. - . \\

·:· •
''-,.i I;,'-
' t ' :I <',
II ·I \ ·~ "I r I •t,"í
~ \:~ • I
'1 ·
_, ; '
~I ; ''"' l w

·.I- ti I-:}.,
; I : ( ~ • I I
c
: . . - .. ·-~ .. '·,..,. ' ~: .. . .
.•~ ~·. Hr rr_,r .. Jt 1 r,.: 4:.:...: •• -~ I 1~ 0 O I I , ,, l
(
(
c
(
(
c.
(
(

(
(
l

~------------------------------------~~
(
c
c
(
(
~ -
,,
~I: \I •
..
:r !- : \~ 1 'f ( /,
.
' . (
' t ' .: ~, •• ! t' ~l I
'·)i I l I I . ' ' :
(
I ,
(
(
c
(

(
(
(

1
\·-!I,'! I .- , t j •

' ' - c
' ' c
(
(
(
(

~~-----------------------------------------!
(

(
(

(
(
(

( J •
' .. '

.~
-

• I
~

• ~
-

'
- ' •

'
'

~.J
-).1

.,

1
!- ~' ,~.. r 1 ~ ~
~(I C,' •, =- I~ r • : \ ~ / '- I 1
' lo: I ' 1 I •- - ' •

.! 1 l
. -
' ;

~ ~~
.
'
.
. ..

(
(
(

c Motor apresenta problemas de partida


c Causa da Localização da
( Código Ação Corretiva
Falha Falha I
(
(

l
l
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(
(

(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

(
c
(
(
( 1~Cirl~kl.c5.[.:, ~,v ~--=~.. ~-~,-.-,l;·:l~]~ .:
- ' •• ' ' J ~ ~-
-'t. • ...."

( !~~;';<~; [:};f.'fr?l(';,0:rt:~di(~v~01. ·.
1
~:~-
. ". ,f)~~~t-)-tl'IH~) ,~._:l~_~l::.\<·.~. ,,:
, I " ": -. · d "; '- ,/:' -· :." .... ,

~------------------------------------------~~
(
(
r
(
r
(
(
(
(
(
(

(
(
(

t
(
(

c
(
Problemas na partida a frio (principalmente em baixas (
tem eraturas \.
Causa da Localização da (
Código Ação Corretiva
Falha Falha (
(
l
Sinal de tampe-
ratura do ar de
Sem registro
admissão muito
Pressão no rail alto
( muito baixa as-
Sinal do sensor
( sim como baixa
de temperatura do
quantidade de P0115; P0116;
( líquido de arrefeci-
combustível P0117;P0118
( manto está muito
injetada durante
alto
c o processo de
Sinal do sensor
( partida
de temperatura do P0180; P0184;
c combustível está P0183
muito alto
Uma ou mais
velas de aqueci- Sem registro
manto danificadas
c Falha no sistema
de velas de aque-
Defeito no relé das
c cimento (Obs.:
velas de aqueci- Sem registro
manto
Item opcional)
Lâmpada da vela
de aquecimento Sem registro
com defeito
Filtro de combus-
c tfvel bloqueado I Sem registro
c saturado
Filtro de com-
bustfvel congelado
Sem registro
Pouco ou nenhum devido à presença
combustível na de água
admissão
Filtro de com-
bustível obstruído
Sem registro
devido à formação
de parafina
Ar na tubulação
Sem registro
de baixa pressão

~------------------------------------------------G!D
(
(

c
(

'
(
(
(
Ação Corre-
(
tiva
(
c
c
(
(
(
(

Motor pára de funcionar


Causa da Localização Ação Corre- (
Código
Falha da Falha tiva (
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

c
c

c
(
(
c
(
l

.--------------------------------------------------~
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(.
(
(
c
(
(
(
(

(
l
(
(
(
..... :;-..."'!,... ·~··~ ... ~ ·~ ; · · . f'f,:r;··:...· .;:..• t :,: •• ~-·. ...•_-:-··.. : "\ ~~:~ .. :r~~·~.,l,'t."'•l'•,... -r,,', 'r''; I! • .~- ~
,..~ ... ~- - . : I - J i
'.~ '· j~'I:J;.;l~-'~f lul~' ( :1c01"' ·,·,
I I

,,
)1 :~ /
1
• :: '11) 'l ·, 11 \'"'\I I •: - ' ,), ; • I -~ I 1 t) :: (11 ' ' .

. I ; .) l _.:I tI~ :: I-! I; J - I :' ',·~ l

(
{

Rotação de marcha lenta muito alta


Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

(
(
(
c

;~:(·t~. d;J ····u l\- '--:1··,.:


, :"I'~ ( J \'
1
) I 1: ,l I , • j" "
(
(
(
(
(
(
(
(
(

(
c
(

(
l
Sem registro (

Rotação de marcha lenta muito baixa ou irregular (


Causa da Localização (
Código Ação Corretiva
Falha da Falha (
l
(
(
(
(
(
l
(

(
(

~----------------------------------------G!V
(

P0001 ; P0089; (
P0090; P0091 ; (
Vazamento na
P0092; P0263; Verifique o
tubulação de (
P0266; P0269; sistema dé alta
alta pressão I (
P0272; P0190; pressão
rail
P0191 ; P0192; (
P0193;P0194 (
Sem sinal do (
P0190; P0191 ; Verifique o
sensor de alta
P0192; P0193; sistema de alta (
pressão ou sinal
P0194 pressão
com falha (
Vazamento na Verifique o sis- (
linha de baixa Sem registro tema de baixa (
pressão pressão
(
Defeito nos P0263; P0266; Verifique os
injetores P0269;P0272 injetores (
Def$its no (
Verifiq~êas
chicote elétrico (
Sem registro conectares
ou conexões
elétricos
elétricas
Verifique, na
UCE, conec- \.
toras, chicotes, l
alimentações (
P0200; P0602; positiva e
(
Falha na UCE P0606; P0608; negativa e, caso
(
P1612;P1613 nenhum dos
procedimentos (
tenha sido re-
solvido, substi-
tua a central
(

Defeito no sen- Verifique o sen-


sor de pressão sor de pressão
Sem registro
do ar condicio- do sistema de
nado ar condicionado
Veículo acelera pouco ou não acelera. A rotação do motor
não aumenta ou aumenta lentamente
Causa da Localização
Código Ação Corretiva
Falha da Falha

(
(

(
(
(

~----------------------------------------------~~
(
(
(
(
. .. I (
, . ,. n1~ , . , ::1,1 ',-

~ L-:\ J' Vl ;r i, , ,:'J;:~r'/<· i (


.. . '
- li : ~~): '·~•"' rj I
(
1
\/(;;_~ 1 '":~ 1 1 d:}~I·I'J.'"o• 1•](.1 '
(
• ' , J, • r-: I• :• ~ , 'r -
(
I ;)>' f'
'. ·' " ' I
' : ()\
I
cl•1-f ,,,.'l•A
.... ·- :

(
j r.~!~ I'! I I<!:_, ' •' ( I : 1

. ~~·~J~~i'~~~!:, /_.;1' , l· ):·J'J:-


1
, I
(
::,\C ( '1 · '"! .: :'1
1
i.'· !O[r ,) ' c
i I ; I ~~ , ' r ~_: I i .~ 1 , I . :·r·-., 1
.- • :

i 1
''J I::,.: 111) :-I ' 1\ 1\_:.,t~ l ~ ~ 1
1
. •1'1'' ,. '
(
;,_ '•--r lr:::.~r~r 1 j,JI':;'"'1 _ .. ·-
- '
, , r . ·, ,' -
. ~.. .
t]r r• \
~ . :' :1 ,
1, J .. ; r,,'
• . \',,.'ql .J·

I ' ----(~ :::,·:j :·-\_(',--I : ,'

(
I - ·.:i \-I ' 'I J •) I,.

-, 1 'I ·; '_ ,:. I 'I .


(
"";I 1 • ;'"]L:- j : ( (r ! (
I I, "·, ' 1 I ,, f (
! ! ' 1 \I Jt ! 1 ° , 1 (r)
0 ,-I
(
'1'

(
(

(
(
(
c
(

(
(

(
c
(
(
(

·------------------------------------------~~
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

c
(
(
(

(
(
(
(
(
(
Veículo falha em velocidades constantes
(
Causa da Localização da
I
Código Ação Corretiva
Falha Falha

(
(

c
(
(
(
(
(
(
(
(

t
(
(
(
(

(
(
(
(
(
c

l
(

(
(
(

~
(
(

(
c
(

(
(

(
(

(_

~-----------------------------------------------~
(
(
(
(
(
(
..
(

(
(
(

(
(

Vetifique o sistema
c
(
de alta pressão
c
(
(

c
(
(
(
c
l
Veículo não desacelera (não opera como freio-motor)
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

(
( Problemas com a Diversos defeitos
( UCE
,
pOSSIVeiS
.
(

Quantidade de
combustfvel in- Injetor travou P0263; P0266;
( jetado é muito alta aberto P0269;P0272
( ou descontrolada
Posição incorreta
do pedal do acele- Sem registro
rador
Falha no sinal do Defeito no chicote
pedal do acelera- elétrico ou cone-
P0122; P0123;
c dor xões elétricas
P0222; P0223;
( Falha no sensor P2135;P1577
( do pedal do ace-
lerador

( PO 190;P0191;
Sinal do sensor de
( P0192; P0193;
alta com falha
P0194

~------------------------------------------------~
c
(
Veículo falha em declives com a marcha engrenada (

Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
c
(
Falha Falha
(
(
(

(
(

c
(
(
(
{

\
(
c
(
l
(
(

[
~~--------------------------------------------~l-
Veículo apresenta baixa potência
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

l
(

(
c

(
c

(
(

r-------------~------------------------~~
(
(
(
c
c
(
(
(
(
(

(
(
(
(

(
c
c
(
(
(
(
L
~

~------------------------------------------------~
c

c
c
(

t
(
(
t
c
(
(
(
(

c
(
c
(

(
(
(
(
(
(
(
c
(
(
l
(
(
l
(

c
Veículo a resenta potência muito elevada
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

(
(

(
(

(
c . ~'

~~~ 1 " ..
1: ~~~·,,~. '·it~.
'
... ,
I' - I

,n)(•;nBLot.:l ·
...
·,~~' -<.~-?~;

::.!
( . - .
_ ·r: r:;.·~~; •::~ !?1.:·~_,<::;:-:t: (-:-}_ .-~
r 1

~----------------~----------------------~
(
Pedal de em- (
breagem leve- (
mente acionado Verifique o inter- r
Pedal de em- Sem registro ruptor da em-
breagem (
breagem com
defeito ou mal (
regulado (
(

Sem registro c
(

Erro no controle (
Verifique a
de pressão do
turbo
Sem registro
pressão do turbo c
..__.__.~-
(
(
. . . . . '. . . ~ . ~ '

Oscilação de carga ·Com aceléração·ou-desaceleração {


{
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva l
Falha Falha

Verifique o Inter- (
Sem registro ruptor da em- (
breagem
(
(
Verifique, na (
UCE, conectares, (
chicotes, alimen-
tações positiva e
Falha na UCE P0200; negativa e, caso
nenhum dos pro-
cedimentos tenha
sido resolvido,
substitua a central
(
c

{
(
(
c Veículo acelera de forma significativa, em declives,
ao soltar o freio
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha
(
(

~-----------------------------------------------~
(
(
Veículo apresenta fumaça na partida
f
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva (
Falha Falha
(
(
(

\
c
(

(
(
(
(
{
(
Veículo emite fumaça (fumaça azul)
Causa da Localização da
Falha Falha
Código Ação Corretiva c
c
(
(
(
(

(
(

(
c

l
(
(

c
r
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(
(

(
Veículo emite fumaça quando opera em aclives (
Causa da Localização da l
Código Ação Corretiva
Falha Falha (
l

! ':. '

~.\:(~.1~~~ :·:~.~~· \ ·.-;:ltEl~JJ: ~


~~ . . ~. ·,, 'r l 1.1\'v~\:d tr~ ·.l~
•,;. 3:'> • < ,, • • ~ I !I
J ._, ''
·,' -, J •';,
~Jt&:~~~(/{' .. ~ · ..#~ .;;_;~-:~~~
Veículo emite fumaça branca
(principalmente durante a partida)
Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

c
(

Elevado consumo de combustível


Causa da Localização da
Código Ação Corretiva
Falha Falha

~---------------------------------------~
(
(
(

(
l
(
(
(
{
c
c
(
(
(
(

c
(
(
l
(
l

~------------------------------------------~,
'•i
.:r~?}Jr~.r;;Y~·l~-~~WõJ.r;·r~··:~~~::. -!'tJf'·.' ·--~~? 3:~ \-':·,..,.·.;?;~":~~]
~ - "'f':~'+'ot:•IJõ 'Q:J"'(J .... : :!'-, : : •;("..;., ~

·• - .. · _ 1r ..: ~ ~ · ; . .: .. · ·~ : .... ·., ..~, r: - ;~.:.. ,1., , : ~~


1 n,c 1 I' ·1·:1ot~J~ lr,,cr ~~-IC I~ . ,· 1 ~ 1 n f
li ' '',r..... '..
1. I I 1...._, '.

..
~ : H·~~~ ;~·?te)· .. :· .
.
• - • .'.._-:c...,~·-~ ••

. . •.• t

] 1 \,
;. ·1~·, i(:\:t:JJr'~J-
_,'L '"" ·:,:;f';J:Íf"::L ·.·.,
.{'' ..._ :'_" . v i•:J }:-, '' ' . . ·• ·:

Motor apresenta ruídos de detonação


(
Causa da Localização da
l Código Ação Corretiva
Falha Falha

~--------------------------------------G!D
(
(
(
(
(

(
(

(
(

(
(
(
Combustível de
Sem registro (
má qualidade
(

Motor apresenta ruídos de detonação \-


Causa da Localização da
Código Acão Corretiva (
Falha Falha ""
(

(
l
(
l
r.
Deficiência ou
nenrnum arrefeci-
mento do motor

(
{
(

c
}
I • t ~~ --i' ' _:

(
(
Falha na válvula
Sem registro
termostática

Admissão de ar lntercooler obs-


incorreta truido

c
(
l

(
c
(

(
(
(
(
l
c

r
(

(
(
(
(
(
c
c
r
FUSÍVEIS E RELÉS
Central Elétrica Intel igente - SJ B

FUSÍVEIS - SJB
I

Fusível Capacidade ' Função no sistema

- .
I~
;. ;.___· : ,:.·,>;,. ' -' I
I --; '
j
~
\ ''<'
I ' I ' """
I''
l ,I ' • ' .r
'I:
k I
; t
.
1
I
I!
1\ I
-' l
'
I
t ' '
I
(
(
Airbag
Luz indicadora do airbag
c
c
Luz indicadora da tração 4X4 (

15A Buzina, luz interna e luz de leitura c


(
15A Farol e painel de instrumentos
(
30A Interruptor dos vidros elétricos (
Pisca-alerta (
(

(
Comutador do farol alto (
(
5A Fusfvel do relé de partida
(
Interruptor do farol e interruptor multifun-
(
cional
Sistema de áudio l
c
Relé de acionamento dos vidros
c
Ar condicionado (
(
Tração 4X4
(
(.
Espelho elétrico interno (
(.
(
Luz do freio

Tomada de força
15A ___
=~:~:=-:====-
_ __... ... Travamento das portas
Central Elétrica da Bateria - BJ B
(

c [ID D
D
D
D
D
D
D
D
I= =I== I= =li= =I
21 22 23 24 rnJioogiA
1 2 3 4 5 I= =I ====I= =I
561 oo§IB
o 6[ID[ID[ID
7 8 9
D
D
10
D
D
25 26
[o oi [o oi [o cl o o
27 28
55 CJ

29 30 31 32
o [ID[ID[ID D D I= =I = = = = = =
l
11
[ID
12
D
D
13
D
D
14
D

D
D
15
D

D
D
33
o o [o oi o o
37
34
40 ~ 52
38
[o oi [o oi o o o o 5 1
35
39
r=1
36
o
53rnl o
o
54
16 17 18 19 20 41 42 43 44
~B
I§DD IA
45
![[]B46
l§oo IA
oo§ s
47
CJ
48
DO§ A I DDE5I A
~· CJ IWI [@]]" t:l

49
CJ

DDE5 A
50

c
c
FUSÍVEIS
I

Fusível Capacidade Função no Sistema

u~ ~ . .
;~ /'
..
~;~ .. ~ .
ti/·. .·~
'J I

• l\ ~ ~ ~· 'J \
l > 11 ' ~~ I I I ;• ~ : > • j • r ' ) l L• '1 :I) l : ' : \
.. - ..
," . . I 'f ,,.. f' ' '·ri· '• 1-'
1
í ~
'·'I' i'·~. ;1' (i,_,-.)~,\ •• J I
.. ' r ', '
~· .. . . l~ 'v J I. I, :. li. ' •
t!J,.:., •. • '· ' '

~------------------------------------------------~
Controle eletrônico do motor
-----==~
10A Controle do ar condicionado
20A Tração 4X4
=-===-=::::::::====:::::=:
Faróis de neblina
(
Tomada de forQa (
Controle eletrônico do motor (
==~
Bomba de combustível (

Sensor separador de água do filtro de c


5A
combustível r
5A Sensor do virabrequim (hall) c
RELÉS
c
(
Rei é F~nção (

~~

(
(
(
(
(

~----------------------------------------------~l
FORO Ranger • ABS

o Sensor de
velocidade roda
dianteira esquerda

l
(
Painel de
Instrumentos o Sensor de
velocidade roda
dianteira direita

o Sensor de
velocidade das
rodas traseiras

Módulo
PCM

Interruptor do nivel
fluido de freio
Unidade ABS

(
c
(
FORO Ranger - Painel de Instrumentos (
c
(
Ao alternador (+ D)
(
(
(
(
(

(
(

(
Central
elétrica
(
inteligente (
Módulo ABS (
Sensor de
temperatura (
externa
l

Interruptor das luzes


(múltipla função)
Módulo de
intensidade
do painel (
(
(
(
C.E.B=#=Central elétrica da bateria
C.E.I=@=Central elétrica inteligente
Pp=Pedal pressionado (
Pn=Pedal em posição normal

Painel de
Instrumentos

~~----------------------------------------------{
FORO Ranger- Sistema 4WD

Ao módulo da injeção

Ao relé
da luz de

Interruptor de
acionamento da tração 4WD

(
(

1- Sistema desligado
2- Alta
3- Baixa

Painel de

C.E.I.

Sistema 4WD

C.E.B=#=Central elétrica da bateria


C.E.I=@=Central elétrica inteligente
Pp=Pedal pressionado
Pn=Pedal em posição normal

~----------------------------------------------~~
(
Ford Ranger- Elétrica (

Buzina
(
(
(
(
(

Interruptor (
porta dianteira
esquerda (

Painel de (
instrumentos Circuito Alarme
(

(
(
Central Elétrica Inteligente

Interruptor
porta dianteira
direita
l
Interruptor
porta traseira (
esquerda
Interruptor
porta traseira
c
direita (

Cabine dupla (

(
\.
I Alternador I (

Painel de
instrumentos

C.E.B=#=Central elétrica da bateria


C.E.I=@=Central elétrica inteligente
Ford Ranger - Ar Condicionado

Ao painel de instrumentos
(

(
Interruptor do
compressor do A/C
(
( Interruptor do
corte da pressão

(
(

Interruptor do
Ar Condicionado
C.E.B=#=Central elétrica da bateria
C.E.I=@=Central elétrica inteligente
(
c
c
(
(

l
l

~---------------------------------------~
(
Ford Ranger - Sonorização (
(
(
(
(
(
C.E.I. (
Antena 111--l-l-~------f..\.---r--,
(
Malha
c
(
Ao controle de intensidade (
da iluminação
(
(
Alto-falante Alto-falante
diant. direito tras. esquerdo
t
(
Alto-falante
diant. Alto-falante
esquerdo tras. direito

l
Sonorização
(
(
I
\
(

(
GM- S10 Sistema EDC 16C9

Injetor 1
Sensor de
rotação
Injetor 2

Injetor 3

Injetor 4

HH~ Ventilador de alta/baixa velocidade,


relés A/C e relés velas incandescentes

-o- Válvula
do distribuidor
[><] de combustivel

Válvula
de regulagem
c Sensor do pedal
do acelerador
da pressão do
turbo

(
(
lmobilizador
(
Ar condicionado •E----------1
Interruptor pedal da embreagem
4x4 .:-------------t
Conector de diagnóstico •E-------1

Sistema EDC 16C9 Bomba elétrica


de combustivel

~----------------------------------~------------G[D
(
c
c
(
(
{
(
(
t
(
c
c
(
(
c(

(
'...

c
GLOSSÁRIO TÉCNICO

D-PATS

4WABS
(
. ,,.·~~~:;i;_: ~Z- -~,-~7~~~~ r
.~ \ ~)

c
(
(
(
(
(
c
c
c
c
(
(
(

(
(

l
c
(

~~--------------------------------------~l
(
Instruções para Preenchimento e Envio do Gabarito
e Pesquisa
Prezado amigo,

Apresentamos o questionário com as principais questões tratadas no


(
VIDEOCARRO FORO Ranger - Motor Eletrônico NGD 3.0E. Respondendo a
estas perguntas e obtendo um índice mínimo de acerto de 70%, enviaremos a
c você o Certificado de Aprovação Sete, inteiramente grátis, para melhorar ainda
( mais o seu currículo.
( 1. Assinale no gabarito, somente uma opção de cada pergunta do questionário.
(
2. Após responder ao questionário, transcreva as respostas para o gabarito que
c acompanha este manual.

( 3. Responda à Pesquisa Sete com letra legível e sem rasuras. Dessa forma, a Sete
( poderá atendê-lo melhor e aperfeiçoar a qualidade de seus produtos.
( 4. Após responder à Pesquisa, destaque as folhas, coloque-as num envelope com
( o gabarito anexo, preencha seu nome e endereço (remetente), sele e envie pelo
correio para o endereço (destinatário): SETE- Av. Flávio dos Santos, 372, Bairro
Floresta- CEP: 31015-150- BH- MG. Para agilizar o processo de certificação,
não estamos utilizando o sistema de porte pago, que torna mais lento o envio
c do material.
(
( 5. O seu certificado de conclusão será enviado pelo correio, para o endereço
indicado, no prazo máximo de 60 dias após o recebimento do gabarito. Caso
(
você não obtenha o índice mínimo de acertos no questionário, será comunicado
r através de carta.
c
Em caso de dúvida, ligue para:
l 31 2126-7007.
Não deixe de conferir o site www.mecanico.com.br, desenvolvido pela Sete
especialmente para quem trabalha com automóveis. Aproveite! Esse é o seu lugar
na internet!
Nossos produtos também podem ser adquiridos pela internet. Basta acessar
www.setenet.com.br. Nesse endereço, você também pode acompanhar os
lançamentos e as novidades da série Videocarro e conhecer os outros produtos
da Sete.

~------------------------------------------------~~
(
Questionário - Ford Ranger - Motor Eletrônico NGD 3.0E
(
Responda com atenção. Se necessário, consulte o manual ou o DVD antes de (
responder. (
(
1 - Qual a configuração de motor que caracteriza o NGD lnternational? c
(
a) Motor com comando de válvulas no bloco e duas válvulas por cílindro.
(
b Motor com comando de válvulas único no cabeçote e quatro válvulas por
cilindro. (
c) Motor com duplo comando de válvulas no cabeçote e correia dentada tipo (
HNBR. (
d) Motor com comando no bloco e acionamento dos tuchos mecânicos por
varetas. (
(
2 - Como podemos especificar a junta de cabeçote do motor NGD 3.0E lnterna- (
tional?
(
a) Existe somente um tipo de junta de cabeçote especificada para esse motor. (
b) A junta é fabricada de acordo com o pedido do mecânico reparador.
c) Existem 4 espessuras diferentes de juntas variando de 1O em 1O centésimos
de milímetro, podendo ser visualizados através dos furos existentes no corpo
da mesma.
d) Esse motor não usa junta de cabeçote, pois trabalha com anéis o ' rings de (
vedação entre cilindros. (
(
3 - Qual a função da válvula de retenção de óleo localizada na galeria da caixa de ,
distribuição do motor NGD 3.0E? \
(
a) Sua função é manter óleo lubrificante dentro da bomba de alta pressão, faci-
litando as partidas a quente do motor.
b) Sua função é reter o óleo nas pontas dos injetores üet coolers) para resfria-
mento dos pistões.
c) Sua função é manter as galerias internas dos tensores hidráulicos sempre
abastecidas para evitar ruídos nas partidas a frio até o enchimento das mes-
mas.
d) Sua função é manter óleo no eixo da turbina, mesmo depois de desligado o
motor.
4 - Qual a maneira correta de posicionarmos o comando de válvulas do motor
( NGD lnternational?

a) Existe uma marcação em forma de círculo na engrenagem do comando de


c válvulas e na corrente de distribuição.
b) Existe uma marcação em forma de um losango na engrenagem do comando
de válvulas e na lateral do cabeçote.
(
c) Através de uma ferramenta que acoplada no carne do comando de válvulas
do cilindro número 2.
d) Posicionando o comando de válvulas, de forma a utilizar um pino-ferramenta
c de 7 mm que será inserido num furo calibrado, e um chanfro na árvore do co-
( mando de válvulas.

5 - Onde estão localizados e qual a função dos borrifadores de óleo Oet coo-
lers)?
{
a) Estão localizados no cabeçote, e sua função é lubrificar a extremidade dos
(
bicos injetores piezoelétricos.
( b) Estão localizados na base dos cilindros e têm a função de reduzir a tempe-
ratura de funcionamento dos pistões através da troca de temperatura com o
c óleo.
c) Estão localizados junto à bomba d'água e sua função é lubrificar a mesma,
aumentando sua vida útil.
d) Estão localizados no eixo principal da turbina e sua função principal é dimi-
( nuir a temperatura de trabalho em regimes de marcha lenta.

c 6- Descreva o sistema de alimentação do motor NGD lnternational.


(
( a) Sistema eletrônico de injeção SIEMENS SID com injetores do tipo solenóide.
( b) Sistema de injeção mecânica
BOSCH com injetores controlados eletronicamente.
c) Sistema eletrônico de injeção
c BOSCH MOTRONIC com injetores acoplados junto à bomba de alta pressão.
d) Sistema eletrônico de injeção SIEMENS PCR com injetores de acionamento
piezoelétricos.

~----------------------------------------------~~
(
7- Qual a principal vantagem do injetor piezoelétrico em relação ao injetor con-
trolado magneticamente? (
(
a) O tamanho, pois o injetor piezoelétrico é 4 vezes menor que o injetor contro-
lado magneticamente.
(
b) O peso, pois o injetor piezoelétrico é 4 vezes mais leve que o injetor contro- (
lado magneticamente. (
c) A velocidade de operação, pois o injetor piezoelétrico é 4 vezes mais rápido (
que o injetor controlado magneticamente, permitindo maior precisão na quanti-
dade de combustível injetada. (
d) O consumo de corrente, pois o injetor piezoelétrico consome 1O vezes me- (
nos corrente que o injetor controlado magneticamente. (

8 - O que podemos dizer sobre a bomba de alta pressão do motor NGD 3.0E? (
(
a) A bomba de combustível é do tipo palhetas com acionamento elétrico e pré-
filtro incorporado.
c
(
b) A bomba de combustível possui 8 unidades de bombeamento ordenadas de
forma radial, deslocadas entre si 40 graus. (
c) A bomba de combustível possui 3 unidades de bombeamento ordenadas de
forma radial, deslocadas entre si 120 graus.
d) A bomba de combustível é do tipo em linha com 4 cilindros injetores.

9- O que é chamado de rail num sistema de injeção eletrônica diesel? (


(
a) É um canal de lubrificação do eixo principal do turboalimentador.
(
b) É um tubo plástico que leva o ar do filtro até o coletor de admissão.
c) É um sistema que eleva a pressão da linha para aumentar a potência do mo-
tor em baixos giros. (
d) É um tubo que tem a função de acumular alta pressão do combustível trans- (
ferido pela bomba DCP para alimentar os injetores.
(
10- O que é procedimento de "LIMP HOME"?

a) É um procedimento eletrônico que a central de injeção aplica para diminuir a


emissão de poluentes.
b) É um procedimento de emergência que o programa da central de injeção
aplica, a fim de permitir que o veículo, mesmo com falhas eletrônicas, consiga
chegar até a oficina.

~~------------------------------------------~(
c) É um procedimento da central de injeção que visa melhorar as retomadas de
( velocidade.
( d) É um procedimento da central de injeção para colocar os resultados de diag-
nósticos de uma forma mais explicativa ao mecânico reparador.
r
( 11 - O que é chamado de REDE CAN e qual sua vantagem?
(
( a) É a rede que interliga o sistema de bateria com o alternador e visa melhorar
a distribuição de corrente entre as caixas de fusíveis e relés.
(
b) É a interligação entre as centrais de tração 4x4 e a caixa de transferência que
( visa melhorar as trocas de marchas em regime pesado.
( c) É a interligação entre centrais com uma linha de dados que visa reduzir o
número de fios e aumentar a confiabilidade do sistema eletrônico.
c d) É a rede que interliga a central elétrica inteligente e a central elétrica da bate-
( ria, para diminuir a quantidade de fios elétricos.
(
( 12 - Quais os sistemas incorporados à CENTRAL ELÉTRICA INTELIGENTE, além
dos relés e fusíveis?
(
( a) Travamento de portas, vidros elétricos, sistema PATS, luz de cortesia e alarme.
b) Controle da tração 4WD e conversor de sinal do sensor de velocidade (VSS).
l c) Controle de iluminação e do sistema AIRBAG.
d) Central do ABS e sistema de injeção eletrônica SIEMENS.

c
r
13 - Onde está localizado o sistema de controle do freio ABS?
\.
I
a) Está localizado junto ao diferencial traseiro, próximo ao sensor de velocidade.
b) Está localizado na cabine, abaixo do painel de instrumentos.
r
c) Está localizado junto ao pára-choque frontal, entre a grade e o radiador.
d) Está localizado no compartimento do motor, ao lado do servo-freio.

14 - Onde está localizada a central do airbag em veículos que possuem esse sis-
tema incorporado?

a) No compartimento do motor, junto ao servo-freio e à unidade do sistema ABS.


b) Está localizada sob a capa do console, ao lado da alavanca de marchas.
c) Está localizada na cabine do veículo, sob o banco do passageiro.
d) Está localizada na grade dianteira, próximo ao farol dianteiro esquerdo.

~-----------------------------------------------~
(
15 - Qual a função do sensor de pressão barométrica e onde está localizado?
(
a) Sua função é informar à central de injeção a pressão do turbocompressor e (
está localizado no tubo de admissão de ar. (
b) Sua função é informar à central de injeção a contrapressão existente no sis-
tema de escapamento e está localizado junto ao coletor de exaustão. (
c) Sua função é informar à central de injeção a altitude em que se encontra o (
veículo, a fim de compensar seus efeitos e está localizado no interior da central (
de injeção (UCE).
(
d) Sua função é informar à central de injeção a pressão do sistema de combus-
tível e está localizado no tubo de distribuição principal. (
(
16 - Qual o procedimento que a central de injeção do motor NGD 3.0E adota em
caso de falha em 1 dos 2 potenciômetros do sensor do pedal do acelerador? c
c
a) O motor irá funcionar normalmente, visto que o sistema conta com 2 poten- (
ciômetros. (
b) O motor irá funcionar com potência reduzida, desenvolvendo rotações de até
2.750 rpm. (
c) O motor não irá funcionar, devido ao sistema de segurança (recovery). (
d) O motor irá funcionar com rotação constante de 1.100 rpm.

17 - Em um teste de resistência do sensor de temperatura do combustível, qual


será o valor aproximado quando tivermos uma temperatura de 40 graus?
(
a) Aproximadamente 180 ohms. (
b) Aproximadamente 1 Kohm.
c) Aproximadamente 16 Kohms ~
d) Aproximadamente 131 Kohms. (
(
18 - Por que não podemos desconectar a linha de combustível do rail e dos inje-
(
tores quando o motor está em funcionamento?
l
a) Por causa da pressão de combustível em torno de 6 bar.
b) Por causa da pressão alta do sistema em torno de 1.000 bar.
c) Devido à temperatura alta que fica em torno do rail e dos injetores.
d) Devido ao lugar de difícil acesso, necessitando tirar o coletor de escapamen-
to e de admissão.
19 - Qual a característica do sensor de rotação (CKP) usado no motor NGD
( 3.0E?

(
a) É um sensor do tipo relutância magnética com resistência em torno de 900
ohms.
c b) É um sensor do tipo relutância magnética com resistência baixa em torno de
20 ohms.
c) É um sensor do tipo hall com alimentação de 12 volts.
l
d) É um sensor do tipo hall com alimentação de 5 volts.
(

c 20 - A válvula reguladora de pressão (PCV), além de regular a pressão do sistema


( de alta pressão, possui outra utilidade. Que utilidade é essa?

c a) Controlar a pressão de trabalho do turbocompressor.


b) Controlar a pressão de óleo lubrificante que é direcionado ao comando de
válvulas e tuchos hidráulicos.
c) Atenuar as oscilações de pressão da linha durante o bombeamento do com-
bustível e pela pulsação no processo de injeção.
( d) Atenuar as oscilações de pressão do óleo lubrificante, devido ao borrifadores
( de óleo üet coolers).

c
(
(
l
c
l
(
(
c
c
(
(
(
l
(
(
(
(
(
(
(
(
c.
(
(
(

(
(
(
(
(
(_
c
Nome:

Endereço:

CEP:

Cidade: UF:

Código de cliente - - - - - - - - - - (o número encontra-se na nota fiscal)

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
A
B
c
D

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
(
c A
B
c
D
I

i (
I c
c
(
(
I (

I c
I (

c
c
c
c
(

l
c
(
c
(
PESQUISA SETE

Responda à Pesquisa SETE com letra legível e sem rasuras. Indique três amigos
ou oficinas, envie junto com o questionário e ganhe um brinde especial.

Nome legível: _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _.......:....._ _ _ _ _ _ _ _ __

Fone: ( )
--------Cód. do cliente: ----------------------
1 . Qual o seu grau de satisfação em relação ao Módulo V de Diesel?

• O vídeo: ( ) Superou as expectativas ( ) Satisfez ( ) Não satisfez

c Comente:
-----------------------------------------
( • O manual: ( ) Superou as expectativas ( ) Satisfez ( ) Não satisfez
Comente:
-------------------------
2. Como tomou conhecimento do nosso produto?
I

11 ( ) Revistas/Jornais ( ) Internet ( ) Indicação de Cliente


I ( ) Feira/Palestra ( ) Outros - - - - - - - - - - - - - - - - - - -

3. O que você acha do nosso atendimento?

( ) Excelente ( ) Ótimo ( ) Bom ( ) Regular ( ) Ruim

4. Você gostaria de receber e-mails com informações sobre os produtos da SETE?

( ) Não ( ) Sim, meu e-mail é:-----------------------

5. Você conhece o site www.mecanico.com.br?

( ) Sim ( ) Não
6. Você recomendaria os produtos da SETE?

( ) Sim ( ) Não

7. Que publicações você costuma ler?

( ) Jornal Oficina Brasil ( ) Revista Quatro Rodas


( ) Revista Oficina Mecânica ( ) Revista O Mecânico
( ) Outras - - -- -- - - - - - - - ' - - - - - ' - - - - - - - - - : : - - - - - -

8. Minha oficina trabalha com (pode marcar mais de um item): c


( ) Mecânica Geral ( ) Lanternagem/Pintura ( ) Suspensão
( ) Freios ( ) Injeção Eletrônica ( ) Alinhamento/Direção
( ) Autopeças

9. Indique três amigos ou oficinas que possam ter interesse nos produtos da
SETE.

a) Nome:
Fone: ( )

b) Nome: c
Fone: ( ) (

c) Nome:
Fone: ( )

1O. Sua opinião é muito importante para a SETE. Use o espaço abaixo para suges-
tões e observações ou ligue 31 2126.7007.

~==============================================~~
o
T""
C')
o
oQ)
c Sensor de
temperatura do a
C/) e Sensor de
pressão absoluta Massa
UJ Sensor do pedal
c Temp. Ar do acelerador
Cl)
E
.!
C/)
co
E
-
Cl)

.~
C/)
I
Sensor de
rotação

Sensor de
I.. água no
Cl)
combustível
C)
c Injetor 1
co
a: Sensor de
fase do
c Injetor 2 comando
a:
oLL Injetor 3
Sensor de
pressão de
combustível
Injetor 4
Sensor de
temperatura
do líquido de
arrefecimento
Sensor de
temperatura
do combustível
Válvula
de volume de
combustível
(VCV)

Sistema Siemens
SJD 901C

elétrica do tanque

C.E.B=#=Central elétrica da bateria


C.E.I=@=Central elétrica inteligente
Pp=Pedal pressionado
Pn=Pedal em posição normal
..,
o
Válvula reguladora
da pressão do :o
combustível c..,
N
U1
Sensor de fase
o
I

cn
Modulador de
mudança de
transmissão

Aquecedor de
Sensor de
rotação

Sensor de
temperatura
-
ur
C1)
3
m
combustível do combustível
oc
Sensor de
Relé de bloqueio temperatura
do líquido de
3
de partida
arrefecimento 3
::::s
Válvula de acionamento 0

-
Sensorde
do freio-motor pressão e
temperatura ::::s
do óleo C1)
""t

-
m
Sensorde
nível do (')
líquido de Sensor de
temperatura
arrefecimento
do veículo -~:lo

Injetor 1

lnjetorl

lnjetor3
Interruptor de pressão
do óleo do motor
lnjetor4

Válvula reguladora
da pressão do
combustível

Sensorde
pressão de
combustível

Sensor de
temperatura do ar
e Sensor de

Unha +30 ..'t::I:f 1 I

Interruptor de
incremento/
diagnóstico da
marcha lenta
Aquecedor n• 1 do
Interruptor seV
ar de admissão coast do piloto
automático
Aquecedor n° 2 do
ar de admissão Interruptor
liga/desliga
{orv'off} do freio
do motor
Datalink J1 708
Interruptor
de desativação
de proteção do
motor
Datalink J1 939
Interruptor
liga/desliga do
piloto automático/
PTO
Embreagem do
ventilador

Interruptor de máx.
velocidade de
operação

Sensor de
posição do
acelerador e
interruptor de
marcha lenta

Você também pode gostar