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Equipamentos e utensílios de

loja

UFCD_8928

341340 - Técnico/a de
Distribuição

25 Horas
Equipamentos e utensílios de loja UFCD_8928

Índice

Objetivos e conteú dos................................................................................................................................................ 3

Enquadramento............................................................................................................................................................ 4

Utensílios......................................................................................................................................................................... 8

X-ato e outros instrumentos de corte................................................................................................................. 8

Escadotes e bancos de reposiçã o........................................................................................................................... 9

Equipamentos gerais................................................................................................................................................ 10

PDA.................................................................................................................................................................................. 10

Outros............................................................................................................................................................................. 11

Equipamentos específicos...................................................................................................................................... 12

Perecíveis...................................................................................................................................................................... 12

Má quinas e equipamentos..................................................................................................................................... 12

Caixas.............................................................................................................................................................................. 16

Bazar, alimentar e outras....................................................................................................................................... 17

Estruturas de suporte.............................................................................................................................................. 18

Regras de utilizaçã o e manutençã o.................................................................................................................... 22

Cuidados gerais de segurança.............................................................................................................................. 23

Bibliografia................................................................................................................................................................... 24

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Objetivos:

 Enumerar os equipamentos e utensílios gerais da loja.

 Utilizar os equipamentos gerais e específicos de cada unidade.

 Enumerar a regras gerais de segurança na utilizaçã o dos equipamentos e utensílios.

Conteúdos:
 Enquadramento

 Utensílios

 X-ato e outros instrumentos de corte

 Escadotes e bancos de reposiçã o

 Outros

 Equipamentos gerais

 PDA

 Outros

 Equipamentos específicos

 Perecíveis

 Má quinas

 Equipamentos

 Caixas

 Bazar, alimentar e outras

 Estruturas de suporte

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 Regras de utilizaçã o e manutençã o

 Cuidados gerais de segurança

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Enquadramento
Este conceito é aplicado a qualquer tipo de comércio pelo que o seu método de criar e
apresentar uma imagem, refere-se tanto ao pequeno comércio como à s grandes superfícies.
Sempre que observamos um espaço comercial retemos um conjunto de referências que
nos sã o transmitidas a partir dos elementos que observamos, que cheiramos, que ouvimos ou
pela sensaçã o de ter concretizado um bom negó cio.
Estas apreciaçõ es sã o normalmente transmitidas:
 pela arquitetura do edifício onde está implantada a loja, através dos
elementos decorativos, da iluminaçã o, da cor,
 pelas características dos produtos,
 pelas qualidades dos vendedores,
 pelo nome do estabelecimento ou
 pelo conjunto dos elementos grá ficos de sinalizaçã o e identificaçã o até ao
pormenor do embrulho que reveste o artigo adquirido, etc.

De facto, retemos uma imagem da loja, a qual foi constituída por uma série de
informaçõ es e de sensaçõ es, das quais resultou a nossa interpretaçã o e classificaçã o do espaço
comercial.

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A imagem pretende, por um lado, individualizar o estabelecimento de modo a melhor
fazer face à concorrência, facilitar a sua identificaçã o, caso se trate de uma loja de marca, e
transmitir a sensaçã o de modernizaçã o da empresa. Por outro lado, é igualmente o somató rio
de um conjunto de aspetos que identificam um estabelecimento, que foi pensado como um
todo, tendo em conta os produtos e a necessidade de ir ao encontro do pú blico-alvo.

A apresentaçã o do conjunto dos elementos mais responsá veis pela imagem do


estabelecimento comercial está dividida em dois grandes vetores:

 o primeiro é formado pela arquitetura, decoração e exposição;


 o segundo é constituído pela imagem comercial, trato humano e a promoção
da empresa.

A arquitetura corresponde ao espaço edificado, no qual se insere a loja. Por exemplo,


uma agência bancá ria apesar de apresentar sempre a mesma imagem comercial vai sofrer
adaptaçõ es conforme o espaço físico construído, onde está inserida. É diferente a agência
estar localizada dentro de uma galeria comercial ou no piso térreo de um edifício de uma das
principais artérias da cidade.

Assim, o pró prio espaço de implantaçã o da loja numa determinada malha urbana com
características pró prias, para além das condições físicas do espaço da loja, como a altura

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do pé direito, a existência ou não de montra, os materiais existentes na fachada da loja,
sã o elementos que influenciam a imagem do estabelecimento.

Ainda hoje existem excelentes exemplos de arquitetura produzida para


estabelecimentos comerciais e que continuam a apresentar um grande vigor, como o caso do
café Nicola no Rossio em Lisboa ou a fachada da Pérola do Bolhão na cidade do Porto.
Por exemplo, a cidade de Nova York apresenta um pé direito médio das suas lojas ao
nível da rua, de nove metros.
Por outro lado, as lojas de uma medina numa cidade de Marrocos apresentam ruas com
dois metros de largura. Por aqui se pode ver até que ponto a imagem é condicionada pelas
características de localizaçã o e construtivas de uma á rea comercial

A qualidade e diversidade dos produtos, a constante mudança de espaço das


empresas, a grande profusã o de á reas comerciais e a avançada tecnologia dos materiais
empregues nas lojas permitem que se mudem fá cil e rapidamente os elementos decorativos e
consequentemente, a imagem do estabelecimento.
Pode-se dizer que a decoração cria o ambiente que deverá predispor à compra.
Deverá existir correspondência entre o produto e a decoraçã o e entre esta ú ltima e a filosofia
da empresa.
A decoração engloba o estilo da fachada, o interior da loja, a distribuiçã o dos
produtos na loja e a imagem dos vendedores.

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Utensílios
X-ato e outros instrumentos de corte

X-Ato –
É uma faca de utilidade, geralmente com uma lâ mina curta, afiadíssima disponível em forma
de pena presa na ponta distensora de haste igual a uma caneta, usada geralmente para
trabalhos de artífices e passatempos predilectos. Designada também faca X-Ato

O bisturi é um nome de instrumento de corte, cujo significado alterna do seu sentido pró prio
para o sentido faca de pena de gume, sempre que se refira a esse tipo de faca induzido pelo
nome de marca X-Ato, empregue com valor de adjectivo.

A faca de pena de gume, do tipo X-Acto, é usada geralmente em trabalhos de artífice e


passatempos prediletos como modelos à escala e designada amiú de por defeito apenas como
estilete ou bisturi sem mençã o ao nome de marca X-Acto, o qual permite identificá -la com sua
variedade genérica. Antes da chegada da imagem digital e os programas aplicativos para o
processamento de texto, a preparaçã o de originais de impressã o (literalmente cortar e colar

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ou montar originais para fotogravura) dependia em grande parte do uso de facas como esta,
por serem mais eficazes no recorte e manipulaçã o de pedaços de papel.

Escadotes e bancos de reposição – outros

Os Bancos Escadotes ou de reposição constituem um excelente auxílio no local de trabalho,


concretamente numa loja.
Sã o ideais para trabalhar a alturas baixas ou médias. Existem fixos e rebatíveis.
Pode ainda ser escolhida a versã o Doméstica, Profissional ou Profissional Plus.
Degraus amplos e antiderrapantes. Asseguram estabilidade. Sã o fá ceis de transportar e
armazenar.

Este tipo de equipamentos servem para arrumar, de forma conveniente, as matérias-primas


ou produtos acabados, quer manualmente, quer utilizando equipamentos de movimentaçã o
de materiais como, por exemplo, empilhadores e porta-paletes. Existem vá rios tipos de
sistemas de armazenagem, utilizados de acordo com o tipo de produto a armazenar e área
disponível, entre outros parâmetros.

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Equipamentos gerais
PDA

Personal digital assistants - assistente pessoal digital, (PDAs , handhelds), ou palmtop, é


um computador de dimensõ es reduzidas (cerca de A6), dotado de grande capacidade
computacional, cumprindo as funçõ es de agenda e sistema informá tico de escritó rio
elementar, com possibilidade de interconexã o com um computador pessoal e uma rede
informá tica sem fios — Wi-Fi — para acesso a e-mail e internet.

Os PDAs de hoje possuem grande quantidade de memó ria


e diversos softwares para vá rias á reas de interesse.

Os modelos mais sofisticados possuem modem (para acesso


à internet), câ mera digital acoplada (para fotos e filmagens), tela colorida, rede sem fio
embutida.

Os PDAs guardam das agendas eletró nicas apenas as dimensõ es, pois a sua utilidade e
aplicabilidade estã o a aproximar-se cada vez mais dos computadores de mesa.

A principal finalidade de um assistente digital pessoal (PDA) é atuar como um


organizador eletró nico ou agenda portá til de planeamento diá rio. É fá cil de usar e capaz de
artilhar informaçõ es com o PC. Note-se que deve ser uma extensã o do PC, nã o um substituto.

Os PDAs, também chamados de handhelds ou palmtops, definitivamente evoluíram ao


longo dos anos. Gerem, nã o apenas as informaçõ es pessoais, como contactos, compromissos e
listas de tarefas. Os dispositivos de hoje também podem conectar-se à internet, atuar como
dispositivos de posicionamento global (GPS) e executar software multimédia.

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Outros

Os equipamentos de apoio sã o uma sub-á rea da administraçã o, envolvendo diversos


recursos da engenharia, economia, contabilidade, estatística, marketing e tecnologia, do
transporte e dos recursos humanos.
Sã o equipamentos que essencialmente nos dã o informaçõ es precisas que nos ajudam na
tomada de decisões.
Estã o incluídos nos equipamentos de apoio, os computadores, registadoras, impressoras,
fotocopiadoras, balanças eletró nicas, entre muitos outros.
O notebook ou computador portátil é um computador portá til, leve, projetado para ser
transportado e utilizado em diferentes lugares com facilidade. Geralmente, um laptop contém
tela de LCD ou LCD LED, teclado, mouse (geralmente um touchpad, á rea onde se desliza o
dedo), unidade de disco rígido, portas para conetividade via rede local ou fax/modem,
gravadores de CD/DVD. Os mais modernos nã o possuem mais a entrada para discos flexíveis
(disquetes), e, havendo necessidade de utilizar um desses dispositivos, conecta-se um
adaptador a uma das portas USB.

Segundo o Dicioná rio Aurélio da Língua Portuguesa, existe uma pequena distinçã o entre
laptop e notebook, sendo o notebook aproximadamente do mesmo tamanho de um caderno
universitá rio e necessariamente menor que o laptop. Apesar disso, nã o existe uma convençã o
oficial sobre a nomenclatura e, na linguagem popular, o uso dos dois nomes faz-se de forma
aleató ria, sendo que os computadores portáteis pequenos com menos recursos sã o

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ocasionalmente chamados de laptops, e os computadores portáteis grandes e com
maiores recursos sã o ocasionalmente chamados de notebooks.

Equipamentos específicos

Perecíveis

Máquinas e equipamentos:

EQUIPAMENTOS FIXOS:

Este tipo de equipamentos é mais utlizado para exposiçã o de produtos muito variados e em
grandes quantidades. Aqui devem ter-se alguns cuidados, nã o só na harmonia de cores, como
cuidados relacionados com a segurança dos mesmos e das pessoas.
Assim sendo, os artigos mais volumosos e pesados devem situar-se na parte inferior do
expositor e os artigos mais leves deverã o estar expostos na parte superior do expositor.

EQUIPAMENTOS MÓVEIS:

Mais utilizados para exposiçã o de produtos específicos, sã o normalmente colocados em


espaços “vazios” e por serem mó veis, sã o facilmente deslocados para outras zonas da loja.

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EQUIPAMENTOS INDIVIDUAIS:

Utilizados para produtos específicos, como por exemplo um perfume ou um reló gio. Tem a
finalidade de chamar a atençã o para esse produto especifico

EQUIPAMENTOS COLETIVOS:

Utilizados normalmente para expôr várias quantidades de um produto especifico, onde o


cliente possa escolher um numero ou uma cor de acordo com as suas necessidades. Temos
como exemplo desde tipo de expositores um varã o com peças de roupa, um expositor com
revistas ou CD’s, uma bandeja com bolos

EQUIPAMENTOS DE INTERIOR OU EXTERIOR:

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Adequados ao espaço onde se pretende expor o produto. Os equipamentos de exterior


devem possuir um resistência ao sol, ou á chuva, ao calor ou ao frio, muito mais acentuada que
os equipamentos de interior

EQUIPAMENTOS DE DECORAÇÃO:

Os equipamentos de decoração funcionam como um palco onde monta um cená rio, no qual
as mercadorias desempenham o seu papel principal. Os equipamentos de decoraçã o exigem
“criatividade” e “bom gosto”, de modo a criar um ambiente, uma atmosfera, que estimule a
venda do produto, além de conferir à loja uma personalidade pró pria, o que permitir-lhe-á
fugir do lugar comum, isto é sobressair de entre os demais.

Visto que os equipamentos de decoração encerram uma forma de comunicaçã o visual, eles
deve transmitir uma mensagem ou um sentimento, como “alegria”, “drama”, “sá tira”,
“romance”, “cultura”, “humor”, etc., que possam ser facilmente assimilá veis.

Este tipo de equipamentos, deve ser utilizado de forma harmoniosa e chamativa, uma vez
que a sua principal funçã o é cativar a atençã o do cliente.
O jogo de formas, luz e cores dã o vida ao espaço e aos artigos com os quais se pretende
“atingir” o cliente.

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EQUIPAMENTOS DE ARMAZENAGEM:

No armazém sã o necessá rios alguns equipamentos para melhorar e facilitar a acomodaçã o


das cargas além sua movimentaçã o. É necessá rio observar que existem fatores determinantes
para a guarda das mercadorias. Sã o eles:

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Caixas

A zona das caixas num loja destina-se ao local onde os compradores se drijem para pagar os
seus produtos.

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As grá vidas, idosos e deficientes têm prioridade nas filas das caixas.

Bazar, alimentar e outras

Bazar é uma loja onde se vendem vá rios tipos de objetivos, principalmente brinquedos e
quinquilharias em geral.

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Normalmente, nos bazares sã o vendidas antiguidades ou produtos vintage, para decoraçã o ou


colecionadores.

O bazar teve origem em tempos antigos, chegando a se tornar cená rio de muitas histó rias
clá ssicas, como em "As Mil e Uma Noites".

Nos países orientais os bazares sã o típicos mercados pú blicos cobertos, considerados centros
importantes para a fluência de mercadorias e diversos tipos de produtos.

O baixo preço dos produtos vendidos nos bazares é outra característica marcante deste
tipo de comércio.

A zona alimentar destina-se à venda de produtos da á rea alimentar.

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Estruturas de suporte

Designam-se por suportes os objetos responsáveis por suster e enquadrar os


produtos expostos. Estes equipamentos, de diferentes tamanhos e complexidade, como por

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exemplo, o simples cabide ou o fio de nylon até ao sofisticado sistema de suporte com
movimento, sã o usados nos espaços comerciais.
 Os suportes normalmente utilizados apresentam contudo algumas características e
deverã o ser utilizados conforme o objetivo pretendido.
 Todo e qualquer suporte deve respeitar os seguintes aspetos:
 nã o chamar a atençã o mais do que o artigo exposto;
 ter uma dimensã o proporcional ao objeto exposto;
 a qualidade dos seus materiais deve ser inferior à dos artigos.
 Existem estabelecimentos e marcas que usam manequins ou adereços com grande
impacto visual e que sã o responsá veis pela chamada de atençã o para o artigo exposto. Mas,
seria incorreto que um artigo de qualidade, por exemplo, um fato de custo elevado, matéria de
confeçã o de primeira qualidade e desenho exclusivo, fosse exposto num manequim com uma
grande expressã o plá stica; nestes casos recorre-se, corretamente, a um expositor sem rosto.

Pelas suas características, os suportes normalmente usados podem ser divididos, nos
seguintes grupos:
 Suportes individuais: utilizados para produtos específicos como, por exemplo, para
um perfume ou um reló gio (o cabide e o manequim com uma peça exposta, pertencem a este
grupo);
 Suportes coletivos: um varã o com roupa exposta, um expositor para revistas ou CDs,
uma bandeja com bolos, uma estrutura com batons; nestes casos, os suportes designam-se por
expositores;

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 Suportes amovíveis: facilmente deslocados para diferentes exposiçõ es, para
diferentes zonas da mesma exposiçã o ou para diferentes posiçõ es.
 Suportes fixos: o oposto dos amovíveis.
 0s suportes podem ter uma forte componente decorativa. Por exemplo, o suporte
para uma nova gama de perfume necessita, por questõ es de enquadramento e destaque de um
artigo com uma pequena dimensã o, de uma imagem promocional forte e atrativa.
Muitas vezes, o resultado desta imagem torna-se igualmente bastante decorativo para
o espaço da montra e loja quanto utilizado no interior da á rea comercial.

Alguns suportes sã o elementos pertencentes ao mobiliá rio existente no espaço da loja.


Nestes casos, o resultado final é normalmente de grande unidade e é realçada a imagem global
do estabelecimento comercial. Por exemplo, nas á reas do comércio tradicional e alimentar é
muito comum os artigos estarem expostos em mobiliá rio comum a toda a loja.
Se repararmos numa farmá cia, os medicamentos e afins expostos estã o em
armá rios/expositores que dominam toda a imagem da loja.
Os suportes sã o elementos estruturais de sustentaçã o, enquadramento e, em muitos
casos, de proteçã o do objeto. Deverã o ter sempre em atençã o o artigo exposto e o tipo de
comunicaçã o se pretende transmitir ao consumidor.

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Regras de utilização e manutenção

Existem vários tipos de equipamentos de manutenção:

Manutenção preventiva é toda a açã o sistemá tica de controle e monitoramento, com o


objetivo de reduzir ou impedir falhas no desempenho de equipamentos. A manutençã o nã o

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aumenta a confiabilidade apenas leva o equipamento a operar sempre pró ximo das condiçõ es
exigidas no moimento em que acabou de ser fabricado.

Manutenção corretiva é toda a manutençã o nã o perió dica causada por falhas e erros. Trata
da correçã o dos danos atuais e nã o dos iminentes.

Manutenção preditiva é o acompanhamento perió dico dos equipamentos, baseado na


aná lise de dados obtidos através de monitoraçã o ou inspeçõ es em campo. O objetivo principal
da manutençã o preditiva é a verificaçã o pontual do funcionamento dos equipamentos,
antecipando eventuais problemas que possam causar gastos maiores como a manutençã o
corretiva.

A manutenção preditiva é conhecida como uma técnica de manutençã o com base no estado
do equipamento. A manutençã o preditiva tenta definir o estado futuro do equipamento e o
tempo da sua durabilidade. Tem base na mediçã o e coleta de dados por monitoraçã o:
vibraçã o, aná lises de ó leo, ultrassom e termografia, entre outras. Esta avaliaçã o, entretanto,
peca por ser pouco precisa.

Cuidados gerais de segurança

A higienização é um processo que poderá ser realizado em vá rias etapas, mas que
geralmente contempla:

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1. Remoçã o dos detritos só lidos pela açã o mecâ nica e da á gua.

2. Utilizaçã o de um detergente para a remoçã o da gordura das superfícies e/ou outros


detritos.

3. Aplicaçã o de um desinfetante (em todas as superfícies em contacto com os alimentos ou


com as mã os dos manipuladores/utilizadores) para a eliminaçã o de quaisquer perigos de
origem bioló gica.

Bibliografia

 AFONSO, Carlos, A arte de mostrar, CECOA

 AFONSO, Carlos, Decoraçã o do estabelecimento comercial, CECOA

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 GRAHAM, Roberts-Phelps (2001), Segurança, Higiene e Saú de no Trabalho – Jogos para
Formadores, Monitor

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