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RELATÓRIO DE AULA

Nome da Instituição: Seminário Teológico Batista de Mato Grosso


Nome do curso: Teologia, 3º Ano
Nome da Disciplina: Realidade Denominacional
Relatório de Aula da Unidade: 1 a 5, bem resenha crítica do texto ...
Aluno (a): Rilza Rodrigues Pacheco Meira
Prof. Roosevelt Tarsis
Data: 12 de Julho de 2020

Relatório da unidade I - Origem e Identidade

Introdução:
O presente relatório tem a finalidade de analisar a história da origem e
identidade da Igreja Batista no mundo e no Brasil, destacando os esforços e
desejos das grandes personalidades que muito contribuíram para a formação de
uma Identidade Batista Brasileiros.
Desenvolvimento:
Dentre as diversas teorias que explicam o surgimento da Igreja Batista no
mundo, no meio acadêmico é aceito a história de que um grupo de refugiados da
Inglaterra se deslocaram para Holanda em busca de liberdade religiosa. Um dos
lideres, estava Jolm Smyth, que por sua vez discordava de alguns itens da Igreja
Anglicana na Inglaterra, da qual era pastor, vindo por isto a fundar em 1.609, a
primeira Igreja Batista no mundo, em Amisterdã; posteriormente em 1.642, o batismo
que até então estava sendo realizada por aspersão, passou a ser adotado a forma
de imersão.
A primeira Igreja Batista em solo brasileiro foi organizada ano 1871, na
cidade de Santa Bárbara D’Oeste, foram grupo de colonos americanos refugiados
que escolheram vir morar no brasil depois da guerra da sucessão que ocorreu nos
Estados Unidos , passaram então a fixar moradia nesta região. Foi este mesmo
grupo de irmãos batista que organizaram a segunda Igreja Batista no local
próximo a Cidade Santa Barbara do D’Oeste , sendo muitos deles evangélicos e
batistas. Com o passar dos tempos estes irmãos resolveram enviaram uma
correspondência a convenção Batista do sul dos Estados Unidos, para a Junta de
Missões estrangeiras dizendo da importância de enviar missionários para anunciar
Jesus Cristo ao povo Brasileiro, foi então que chegou ao Brasil um casal de
americanos para a Cidade de Campinas , posteriormente eles passaram a ser
membros da igreja de Santa Bárbaro do D’Oeste.
Vale destacar que o primeiro Pastor Batista Brasileiro, Pr. Antônio Teixeira
de Albuquerque, era um ex-padre na Cidade de Recife, era sacerdote Romano,
que ao estudar a escritura se converteu, divido a perseguição religiosa pelos
romanos, foge e conhece os batista da Cidade de Santa Bárbara D’Oeste e aceita
ser batizado por imersão, sendo ordenado pastor batista, junto com o missionário
William Buckb, realizam trabalhos evangélicos.
É de suma importância destacar também no presente trabalho, outras
personalidades Batistas que deixaram muita contribuição no meio evangélico, dentre
eles podemos destacar Billy Grahan, que muito contribuiu para expandir o reino de
Deus entre as pessoas, através das cruzadas evangélica..
Desta forma podemos dizer que a Igreja Batista iniciou com a comunhão de
homens e mulheres que tinham uma característica própria de crer, que foram
chamados para viver uma vida cristã servindo a Deus, ajudando a salvar almas e
não olhando para o seu próprio eu.
Mas infelizmente temos muitos que foi perdendo a sua identidade, sua
doutrina e princípios, o compromisso de focar na bíblia, na história de onde viemos,
se degradando cada vez mais, o que vemos por exemplo que na Grécia a religião
cristã virou filosofia, em Roma uma instituição; na Europa uma cultura, na América
um verdadeiro negócio. Perderam suas identidade crista, dizendo ser batista mas
na verdade não são porque não estão praticando os seus princípios doutrinários
Conclusão:
Agradecemos a Deus por aqueles que lutaram no passado e devemos
analisar as suas experiências pois ela tem muito a nós ensinar para que cada vez
mais possamos crescer espiritualmente, sermos cada vez mais moldado nas nossas
ações diária e sermos fortes para que possamos ser firmes como cristão Batista e
esforçar, com a graça de Deus pai, para que possamos continuar levando para
onde caminharmos a sua palavra e demonstrar através de nossas ações, atitudes
que agrada a Deus, assim temos certeza que muitas almas serão libertas.

Relatório da unidade 2 - Estrutura da Convenção Batista Brasileira


Introdução:
Este relatório trata-se de esclarecimento de assuntos relacionado a
Convenção Batista Brasileira, onde será descrito sobre a sua fundação,
desenvolvimento no decorrer de sua história, bem como a formação de sua
estrutura e função. Será abordado também como se dá a origem da formação de
uma Igreja Local. Por fim, será efetivado comentários a respeito do plano
cooperativos, onde teceremos informações a respeito de seu funcionamento.
Desenvolvimento:
Após transcorrer 25 anos da fundação dos trabalhos das Igrejas Batista no
Brasil, os quais cresceram e se multiplicaram cada vez mais nos diversos
estados deste país; um grupo de irmãos missionários Batistas, perceberam a
grande necessidade de fundar uma organização que pudessem reunir todas as
Igrejas Batistas, desta forma reuniram na Cidade de Salvador - Ba, no dia 22 de
julho de 1907,século XX, vindo a organizar e fundar a Convenção Batista Brasileira
(CBB), no dia seguinte, foi criado as agencias missionarias, composta por juntas
de missões nacional, estrangeiras, escola bíblica dominical, a finalidade foi para
cumprir a determinação de Jesus Cristo, onde podemos ver descrito no Evangelho
de Mateus capítulo 28, que narra assunto relacionado a questão evangelizadora
em todos os local, todo o mundo, convertendo e salvando vidas, cumprindo assim a
missão do nosso Senhor Jesus Cristo.
Atualmente, à CBB vem crescendo no desenvolvimento de sua missão
evangelizadora, ela esta sediada na cidade de Rio de Janeiro , além das
organizações que apresentava na sua origem, cresceu ainda mais, sendo
adicionadas em sua estruturas outras organizações como por exemplos os diversos
seminários teológico, que estão em pleno funcionamento e espalhados por todos
os Estados Brasileiros, atuando no trabalho de formação de pastores, lideres, com
o intuito de trabalhar em todo o território Brasileiro e mundial.
A CBB contém ainda em sua estrutura departamentos de Educação religiosa,
presta serviços em organizações de ação social, da união masculina, da
Associação missionária feminina, produzindo literatura as mais variadas, como por
exemplo a escola bíblica dominical, atendendo desta forma as necessidade das
Igrejas Batista em todo o brasil.
Assim, a CBB é órgão máximo da denominação Batista no Brasil, faz parte
da organização batista mundial. É a maior convenção batista da América Latina,
representando cerca de 8.753 Igrejas, 4.944 missões. É ela que define o padrão
doutrinário, sendo administrada por um Conselho Geral, com mandato de 2 anos,
sendo este o responsável pelo planejamento, coordenação e acompanhamento dos
trabalhos da CBB e suas organizações. As Igrejas locais se filiam a CBB, sendo
democráticas em suas decisões, consideradas fundamental para a existência e
funcionamento da CBB, sem elas a CBB não existiria.
Quanto a criação de uma nova igreja Batista, percebemos que se dá por
decorrência do desenvolvimento de vários tipos de iniciativa e também de forma
informal, como por exemplo grupo familiares, núcleo de estudo bíblico, células.
Assim que esta atividade crescer, passa ser uma congregação, não sendo
oficializada como instituição, apesar de sua dependência , mas muitas delas de fato
funcionam como uma Igrejas. Para uma congregação ser transformação de fato e
direito em uma igreja, à necessidade de um pedido oficial, passando pelo clivo de
um concílio para a sua filiação.
Para manutenção dos trabalhos realizados pelos batistas , como por
exemplo o desenvolvimento de programas e projetos voltados para área missionária
e educação teológica, foi criado em 1925, Plano Cooperativo, o funcionamento
deste órgão se dá através das igrejas que recolhem seus dízimos e enviam um
porcentual para a convenção Estatual e associação regional, a maior parte é
aplicada na evangelização, sendo que o objetivo maior é expandir o reino de Deus
para o mundo inteiro .
Vale ressaltar que estes recursos são contabilizados, acompanhados pela
comissão de orçamento e finança, fiscalizado e auditado pelo conselho fiscal,
apreciado na comissão de administração e missões, apreciado pelo conselho geral
da CBMT e aprovado pela assembleia geral da CBMT.
Conclusão:
Sabemos que a CBB é considerada um órgão voltado para atender as
diversas necessidades dos batistas, ela existe e depende diretamente dos recursos
enviados pelas Igrejas, mas infelizmente existem algumas instituições que
apresenta grande receita e no entanto enviam uma porcentagem incompatível com
a determinada, elas pensão mais em si mesma, em ampliar e melhorar as suas
estrutura física e não em colaborar para expansão do reino de Deus, esquecem que
tudo que possuem foi recursos proporcionados por Deus, que são apenas
administradores e no entanto não estão cumprindo o que Deus determinou.
Desta forma, é necessário, por parte da CBB, a realização de um trabalho cristão,
no sentido que seja revertido esta situação.

Relatório da unidade 3 - Quem somos e para onde vamos?


Introdução:
Este relatório tem a finalidade de definir o conceito de cosmovisão,
apresentando os motivos que levam a sua formação. Apresentaremos também o
conceito da cosmovisão cristã, sua formação e importância no desenvolvimento de
nossas ações cotidiana.
Desenvolvimento:
O conceito de cosmovisão quer dizer o modo pelo qual uma pessoa vê ou
interpreta uma realidade no mundo em que vive, é a visão de mundo de uma
pessoa, todos temos experiências diversas, os quais adquirimos durante a nossa
existência, desde o ventre materno vamos construindo nossa visão de mundo, onde
consequentemente tiramos conclusões de tudo que vivemos.
A cosmovisão influencia muito a maneira em que a pessoa vê Deus, muitos
acreditam que tudo é Deus, confundindo o criador com a criatura, tendo assim uma
visão panteísta de Deus; outros acreditam que Deus não existe em nenhum lugar,
nem no universo e nem no céu, mas sim é uma força no universo, que é
autossuficiente, apresentam assim uma visão ateísta da realidade.
De uma forma ou de outra, a pessoa apresenta a sua cosmovisão, acredita e
defende como correta, explicando como vê a natureza humana, sua origem,
valores, destino, da forma como viveu e aprendeu durante a sua vida; como por
exemplo uma determinada pessoa vivencia uma situação traumática, vindo a sofrer,
pode em consequência disto vir a tirar conclusões errada desta situação, não tendo
a visão que o motivo do sofrimento no mundo é exatamente o pecado original
cometido pelo homem. Há também aqueles que acreditam na explicação da criação
do universo como sendo explicada de forma cientifica, mas Deus revela na bíblia
que ele é o criador do universo.
A cosmovisão cristã vem do estudo e medição da bíblia, onde devemos tirar
dados e fatos e assim ter argumentos concretos e corretos para conduzir nosso agir,
sendo através de raciocínio lógico que irão filtrar as nossas conclusões, apontando
aquilo que está certo ou errado.
Para temos uma cosmovisão cristã, temos o entendimento do universo
como criação de Deus, ou melhor, todo o conhecimento presente na humanidade
procede do Deus único e verdadeiro, Senhor do universo, o verdadeiramente
regente do universo. A bíblia é a regra da nossa vida, o qual devemos obedecer, não
devemos a agir por meras experiência que a vida nos apresenta.
Devemos estudar e meditar a bíblia para dela ter dados e fatos e
consequentemente ter argumentos e pressupostos verdadeiros para conduzir o
nosso agir, o nosso raciocínio logico irá filtrar nossas conclusões, dizendo se
estamos certo ou errado.
Sabemos quando uma Igreja apresenta realmente característica regida pelos
princípios Batista, não pelo seu nome ou estrutura, mas sim pelo seu corpo
doutrinário, isto fica claro quando ouvimos uma pregação, ou um estudo bíblico, os
quais não foge dos cinco solas da reforma protestantes, (somente a fé, somente
a escritura, somente a cristo, somente a graça, gloria somente a Deus), os quais
são o identificador de um verdadeiro cristão Batista.
Infelizmente muitos, por orgulho e arrogância, acreditam ser verdadeiros
batista, mas no entanto não são, as vezes até por falta de conhecimento bíblico,
vindo na verdade a proferir outra religião; outros, não sabem nem mesmo dizer por
que são batistas, alegam que a culpa é dos lideres; temos ainda aqueles que não
demonstra nenhum interesse em buscar em crer nas verdades bíblica.
Contudo, temos que ser pessoas humildes e não devemos ser arrogantes,
achando que a nossa maneira de ver o mundo por experiências pessoas é a certa, a
correta, acreditando que somos donos da verdade e que sabemos tudo; mas sim,
devemos ser pessoas humildes, aceitando que não sabemos tudo e que a nossa
cosmovisão esta sempre se refazendo através da palavras de Deus, devemos
sempre estar estudando, analisando e também apreendendo com outros que
conhece bem a Bíblia.
Conclusão:
Devemos ter muita cautela em nossas conclusões cotidiana, pois muitas
vezes podemos nos deixar a agir em conceitos infundados. Devemos refletir
constantemente a respeito da nossa cosmovisão cristã, deixando que nossas
pregações e ações sejam baseadas nas escrituras sagrada, e não em situações
pessoas; que sejamos humildes para estarmos sempre abertos ao aprendizado,
pois o fundamento de todas as coisas está revelado na Bíblia.

Relatório da unidade 4 - Breve análise da Declaração Doutrinária da CBB

Intrudução:
O presente relatório tem por finalidade comentar de forma alguns conceitos
referente a DD da CBB, onde destacaremos de forma resumida os principais
pontos da tradição batista, defendida através dos tempos, crendo que são princípios
norteadores nas Escrituras Sagradas.
Desenvolvimento:
A igreja primitiva desde a sua origem foi guiada por princípios, sempre
buscavam expressar sua fé em declarações com a vontade e desejo de afirmar
aquilo em que creem.
Nós Batista devemos construir nossa cosmovisão a partir da doutrina Batista,
temos nela o modelo de pensamento que são gerados para que possamos agir em
fase ao mundo, pois seu conteúdo e veracidade está contida nas Escrituras
Sagrada.
Os Princípios batista são atitude e comportamento do crente em fase do mundo
que o creca,
A Declaração Doutrinária da CBB, apresenta explicações bíblica de forma
sistemática, com a finalidade de estudarmos da melhor formas, os temas sobre a
escritura sagrada, como Deus, Homem, pecado, eleição, dentre outros assuntos de
grande valia e enriquecedor para a nossa vida cristã, temos que ler e praticar o que
nela esta escrito, muitos dizem ser batista mas infelizmente não conhecem a
Declaração, vindo a acreditar em outras doutrinas que não é bíblica, como por
exemplo a questão da morte, pois ainda se vê falar em sono da alma.
Apreendemos na Declaração que a Bíblia é a palavra de Deus, onde registra a sua
revelação de si a toda humanidade, ele é o autor, sendo escrita por homens
inspirados por ele, tem como objetivo de revelar os propósitos de deus a sua criatura
levando à redenção; seu conteúdo não contém nenhum erro, é totalmente
verdadeiro, nela podemos confiar seriamente, sendo a luz que ilumina o nosso
caminhar.
Aprendemos que somente na bíblia contém registro de auto revelação de
deus, que apresenta autoridade para nos guia na nossa crença e comportamento,
pois somente a Palavra de Deus é suficiente para toda a nossa fé e pratica. Cristo é
a Cabeça da Igreja e Cada igreja local é autônoma e sujeita somente a Cristo. A
Igreja, é constituído de individuo regenerados e biblicamente batizados, a fé e o
arrependimento sempre precedem o batismo.. Isto significa evidentemente que não
havia batismo infantil porque as crianças não são capazes de arrependimento.  
Cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus, o pastor de qualquer não
pode se responsabilizar por você, e a igreja também não. Somos responsáveis pelo
que fazemos. Quanto a separação do estado e Igreja, cada um tem o seu tem seu
devido lugar. E a nossa liberdade religiosa separatista vem desde a época Igreja
anglicana, pois naqueles tempos rei era considerado autoridade máxima, como um
Deus, era a união do estado e Igreja.
Outro quesito é quanto a Liberdade consciência, onde o homem é livre
para aceitar ou não a religião.
Conclusão:
È de extrema importância estudar e praticar o que está escrito na
Declaração, pois ela é constituída e fundamentada na palavra de Deus. Muitos tem
a pratica e o gosto de estudar e meditar na bíblia e não dão valor na Declaração,
acreditando não bíblico o que nela está contida, mas este realidade precisa ser
revertida, porque a Declaração vem da palavra de Deus de forma sistematizada,
tornando de fácil acesso e compreensão e nos ajudando a ser cristãos Batistas
cada vez melhor na construção de nossa cosmovisão.

Relatório da Unidade 5 - Os princípios da CBB e o Pacto das Igrejas Batistas


Introdução:
Nesta relatório trataremos sobre os principais pontos da tradição batista,
que são princípios norteadores nas Escrituras Sagradas, que é compreendida como
o conjunto de valores inegociáveis que determina a conduta de uma cristão Batista
que busca agradar a Deus nos seus atos. Comentaremos também de forma
resumida sobre o pacto Batista.
Desenvolvimento:
Os Princípios Batistas são linhas mestras que descrevem nossa maneira de
praticar a fé cristã. A CBB mostra a sociedade como são suas crenças e praticas
dentro do conjunto das Igrejas locais, que por sua vez tem haver com seus
princípios, que são a linha de pensamento que fundamenta a interpretação da fé
cristã que distingue dos batista de outras denominação. A Convenção Batista
Brasileira publicou “Princípios Batistas”, agrupando em cinco títulos: Autoridade,
Indivíduo, Vida Cristã, Igreja e Tarefa Contínua.
O primeiro princípio diz respeito da autoridade onde cristo é visto como
nosso senhor, de suprema autoridade, tudo está sujeita a ele, sendo a bíblia a sua
palavra e nossa regra de conduta de fé e pratica,
O Espirito santo é uma pessoa, é o próprio Deus, não podemos considerar
como uma força , ou energia, é ele que nos convence do pecador, da justiça e do
juízo, nos ajudando a compreender as Escrituras e a aplicá-la em nosso viver. O
proposito do Espírito Santo não está em realizar os nossos desejos e a vontade ,
mas sim o que o pai e filho determinar.
Quanto ao Segundo principio , fala sobre o indivíduo, pois sabemos que
todos nós pecamos e afastamos da glória de Deus, mas no entanto somos a sua
imagem e semelhança, por isto temos valorosos para ele; que enviou seu filho
Jesus Cristo para morrer em uma cruz e salvar toda a humanidade, mas nem por
isto todos serão salvos, caso não venha a se converter e arrepender de seus
pecados.
Cada pessoa é livre perante Deus em todas as questões de consciência e tem
o direito de abraçar ou rejeitar a religião, bem como de testemunhar sua fé religiosa,
respeitando os direitos dos outros. Assim como ninguém tem o direito de impor sua
crença a outra pessoa, também não se pode proibir que sua fé seja compartilhada
com as pessoas de outras crenças.
No que refere ao terceiro principio, sobre a vida cristã, vimos que
O ser humano de forma alguma pode salvar a si mesmo, e nem mesmo merece a
salvação, ela vem pela graça e fé em Deus que nos chama para ir com ele,
sacrificando o nosso orgulho. O nosso senhor é Jesus Cristo e devemos ensinar
como ele nos ensinou , isto é o objetivo do discipulado, Nós crentes somos
representante de Deus aqui na terra, fazemos isto através de nossa cosmovisão
cristã.
Quanto ao Cristão e seu lar, temos que para a bíblia a formação do lar cristã
deve ser vivido o sacerdócio cristão, irão criar seus filhos, onde ali embaixada o
reino de deus, o aconchego do lar, quem comanda é o sumo sacerdote que é Jesus
Cristo.
Como Cristã, somos cidadãos, por isto precisamos obedecer a leis humanas
e a de Deus, dando prioridade ao reino de Deus
Como cristã Batista temos que fazer uma auto crítica, pois somos pecadores,
devemos estar diariamente buscando a Deus para fazermos o que é correto
perante a sociedade e de Deus.
Com relação ao quarto principio, temos o conceito de Igreja como
comunidade local composta de pessoa regenerada e batizada. Porém não é porque
é batizados poderá configurar como membros da igreja, pois muitas vezes alguém
pode ser membro e não ser convertido, tendo atitudes erradas e tentando ocultar
dos irmãos, ocasionando desta forma diversos problemas na Igreja.
Quanto as Ordenanças, temos dois princípios, que são atos simbólicos e não tem
poder salvífico, sendo o batismo por imersão e a ceia.
O batismo, não leva a salvação, mas é importante sua pratica pra mostrar
para outras pessoas que o individuo morreu para o mundo.
Na ceia, estamos lembrando do sacrifício de cristo no calvário.
Quanto ao seu governo, a Igreja é teocrática, sendo Jesus cristo o
comandante; sua estrutura é democrático , considerando sempre o Espírito Santo
como guia, que lhe capacita para levar avante a missão de Cristo. Ela é organizada
conforme o princípio de que todos os membros são iguais em direitos e deveres.
Acredita que a vontade de Deus é manifesta pelas decisões da comunidade dos fiéis
que vivem de acordo com a palavra de Deus. É autônoma, suas decisões são
realizadas em assembleia. Devemos ser reconhecida como agência de Deus na
terra.
A Igreja tem o objetivo de propagar evangelho e o estado trata de questão do
bem estar dos cidadãos, porém esta divisão de proposito, não quer dizer que a
igreja não ajuda o estado, pelo contrario, coopera de forma a contribuir para que a
ação do governo seja eficaz, garantindo a liberdade e a dignidade humana; temos
como por exemplo os trabalhos de ações social, dando assim testemunho de cristo
dentro do Estado. Agora, no que tange de favorecimento político, a Igreja deve se
abster.
A relação da Igreja para com o mundo, temos que propagar o Reino de
Deus, pois isto a Igreja precisa se relacionar com a sociedade, a comunidade
local, colocando seus valores cristãos para que as pessoas sejam salvas e libertas
de seus pecados.
Quanto ao quinto princípios diz respeito daquilo que a convenção deve fazer
constantemente, sendo a pregação, a musica, o culto todo tem que ser o Cristo
Centrica, com reverencia e ordem, com adoração e louvor a Deus, as pessoas são
de extrema importância, precisam entender a pregação, conhecer Deus, assim e
vidas serão salvas e resgatadas.
Temos que levar cristo as pessoas também onde quer que andemos, no
nosso trabalho, na escola, etc.., é importante que levamos Deus através de nossa
profissão, da nossa vocação, sempre fazendo o melhor para salvar vidas para cristo,
precisamos deixar claro para as pessoas durante a evangelização que haverá um
juízo vindouro, onde todos serão julgados, para que as pessoas se arrependam dos
pecados. Vale lembrar que muitas vezes as nossas atitudes cristã também
evangelizam.
Evangelizar é uma tarefa continua, devemos fazer onde andamos, pois fazer
missões não é somente aqui e acolá, mas sim em todo o mundo, cada um fazendo
a sua parte.
Outra questão que vimos, foi sobre a mordomia, onde nós somos mordomo,
gerente das coisas de Deus, devemos zelar pelo que ele nos proporcionou, em
todas as áreas, na financeira, na racional, etc., pois nada é nosso temos que
devolver para Deus.
Quanto ao Pacto é um juramento , sendo realizado quando batizamos,
passamos assim a ser membro da Igreja Batista. É ele que determina como a Igreja
espera que os membros se comportam, ou seja ele diz respeito a conduta.
Sabemos Com o passar dos tempos, muitas situações acontecem com o cristão,
levando o mesmo até mesmo a esquecer da seriedade e das determinações nela
contidas, muitos cristão não vive e nem para um momento se quer para buscar
refletir se realmente está cumprindo o mesmo.
Conclusão:
Buscarei, em oração e fé, esforçar ao máximo, para estudar e praticar os
princípios aqui compreendido e o que ainda irei apreender, tudo com objetivo maior
possuir firmeza doutrinária e agradar a Deus, e que com certeza repassei as lições
aprendidas para outras pessoas, continuando sempre a aprofundar nos
conhecimentos bíblicos, a fim de crescer no relacionamento com Deus.
Passei recentemente a fixar residência numa localidade onde não possui Igreja
Batista, desta forma irei convidar os moradores para juntos iniciarmos Estudos
Bíblico. Talvez Deus queira me usar como uma plantadora de igreja.
Nome da Instituição: Seminário Teológico Batista de Mato Grosso
Nome do curso: Teologia, 3º Ano
Nome da Disciplina: Realidade Denominacional
Aluno (a): Rilza Rodrigues Pacheco Meira
Prof. Roosevelt Tarsis
Data: 12 de Julho de 2020

Resenha crítica do artigo: Por que sou Batista?

Resenha apresentada para a disciplina de


Realidade Denominacional, no curso Livre
em Teologia, do Seminário Teológico Batista
do Mato Grosso – STBMT.

Diretora. Irany Oliveira de Freitas Souza

Cuiabá-MT, 13 julho de 2020.


REGA, Stelio Lourenço. Artigo (monográfico) apresentada à disciplina “História dos
Batistas”, em 18/11/1977. Por que sou Batista?.

O presente artigo tem como finalidade apresentar discussões acerca de


temas que todo cristão Batista deve saber responder de forma clara e explicativa.
Para a confecção deste trabalho, o autor utiliza citações de vários autores,
bem como declarações de fé e passagens bíblica.
O autor descreve situações de alguns indivíduos que acreditam serem
Batistas, mas não são, pois muitos não sabem explicar o porque são Batistas;
outros, alegam ser porque gostam da prática dos cultos e tem aqueles que
justificam ser Batista porque possuem ligação direta com a história da Igreja
primitiva.
A composição do artigo é formado por alguns passos, no item I, o autor
discute a questão da ausência de uma base sólida para as respostas acima
elencadas, são elas: 1ºdoutrinária, 2º histórica, 3ºligado a costumes e práticas, 4º
afetiva.
O autor afirma que a 1º base, está intimamente relacionada à Declaração
de fé dos Batista, onde muitos segue veemente, declarando como herege aquele
que chegam a conclusão diferenciada, criando assim discussões e divisão ferrenha
Quanto à 2º base, o autor descreve três linhas teóricas; a 1ª é
denominada JJJ (Jerusalém, Jordão, João), onde a origem de jesus é desde João
batista; na 2ª estão aqueles que defendem a relação espiritual com os
Anabatistas; na 3ª, é a origem dos Batistas Gerais Ingleses, dando a validade do
batismo após a sua regeneração espiritual.
Com relação a 3ª base, o autor relata que este grupo é fechado na defesa
de suas tradições, chegando até invalidar os mandamentos de Deus, uma vez que
defendem a ceio restrita e até a ultra restrita, não aceitando ligação com outras
denominações. A 4ª base está ligado a questão afetiva, afirmam ser Batista porque
gostam, sente bem com a forma do culto, da forma do tratamento dispensados a
eles.
Acredita-se que os que defendem a 1ª base, não reconhecem que os
seres humanos são falhos, pecadores, sujeito a erro e que existem pessoas que
são iluminada por Deus durante seus estudos bíblico, para que passam renovar,
retificar aquilo que foi desviado por um ser humano sujeito a transgredir a palavra
de Deus.
Defende a 2ª base, 3º item, por acreditar ser a mais consistente, onde relata que os
Batistas hoje tem origem da reforma separatista da Inglaterra, onde a Igreja tinha
caminhos contrários a Escritura, as formas de culto eram imposta pelo Estado, onde
o Rei, considerado como soberano se intitulava como Deus. Os separatistas
acreditavam que a Igreja era formada por pessoas redimidas e não de forma
politizadas, o culto enfatizava a deus e não um Rei, eles buscavam a pureza da
Igreja e eram considerados como Batistas gerais porque acreditavam que a
expiação de cristo era para todos, o batista era por imersão.
Percebe-se na 3ª base , ausência de conhecimento quando a ordenança
Deus quanto a Santa Ceia, pois acredita-se que deve ter a participação de todos
aqueles que crê em Deus, tenha professado sua fé em Jesus Cristo através do
batismo.
Nota-se que na 4ª base, os cristãos dizem ser Batistas por sentirem
carência afetivas, muita vezes, no seio familiar ou no trabalho , não recebem o
aconchego, atenção e amor necessária, quando recebem dos irmãos da Igreja,
passam a frequentar os cultos porque se sente confortáveis e amados , mas não
tem a compreensão e definição do que vem a ser um crente Batista, são imaturos na
fé cristã.
No cap. II, o autor fala sobre as resposta do porque ser Batista, para
tanto explica seus princípios.
Rega inicia falando que o homem deve conduzir sua vida e conduta através
das sagradas escrituras, pois muitos batistas não fazem, vindo a buscar em
fontes contaminadas por tradições humanas. O autor orienta a necessidade de
estudar a Bíblia cada vez mais, a fim de revisar a declaração de fé, caso ela
estiver fora dos ensinos bíblico, deverá voltar ao caminho certo, para tanto
esclarece a necessidade de um caráter humilde.
Outro ponto abordado por Rega é a respeito da Igreja Neotestamentária,
sendo ela composta de crentes batizados por imersão, sob profissão de fé, afirma
que este principio foi abandonado, sita como exemplo o batismo infantil.
O autor aborda a questão do sacerdote dos crentes e a autonomia da
Igreja local, no primeiro o crente é salvo para sempre pela graça e por meio da fé;
o segundo , a Igreja local não tem nenhuma autoridade sobre outras igrejas, ela
mesma que administra suas tarefas sob a condução de Jesus. Rega lamenta a
conduta dos diáconos e pastores por terem considerados clero e os membros
como leigos. Quanto a liberdade religiosa e separação da igreja do estado, o autor
manifesta-se favorável para a Igreja batista, podendo considerar o Estado somente
naquilo que não contradiz a escritura, dentre outras coisas, sita como exemplo o
registro dos estatutos; acrescenta dizendo que a Igreja não tem nenhuma ligação
ou compromisso com o estado,; este, não deve interferir nas crenças religiosas e
praticas eclesiásticas; quanto ao sustento da igreja, afirma ser de forma voluntária
pelos cristãos.
Acredita-se que as Igrejas que batizam crianças e efetivam o batismo por
aspersão não constituem conceitos e práticas bíblica, desta forma não adianta dizer
que a Bíblia é autoridade se ela não norteia a fé e o agir. È de extrema importância
largar o comodismo e aceitar a necessidade e responsabilidade de estudar a Bíblia,
mas com a mente aberta, coração transbordante de amor e constante oração,
buscando cada vez mais a revisar nossa declaração de fé, pois somos falhos e
muitas vezes saímos do caminho do senhor e necessitamos voltar a ele.
Argumenta-se que as Igrejas precisam preocupar com os candidatos à
profissão de fé para batismo a fim de evitar afirmações de pessoas que dizem ser
catequisadas , mas na verdade não foi. Acredita-se que o correto é efetuar o
batismos após ter uma firme convicção de que o candidato é um crente regenerado,
deixando transparecer ser um crente verdadeiro que aceitou jesus como seu único
salvador.
Quanto a liberdade religiosa e separação da igreja do estado verifica-se que
cabe ao Estado cabe apenas a preservação da lei e da ordem para todos os
cidadãos, evitando assim o favoritismo, a defesa partidária dentro das Igreja.
Ressalta-se aos cristãos cabe a obediência às leis do Estado desde que elas não
afeta a nossa consciência cristã. A Igreja cabe prestar ajuda o estado no bem
estar dos cidadãos, muitas são as atividades sociais desenvolvidas pelas Igreja, com
propósito de levar Cristo as pessoas.
No terceiro capítulo, o autor apresenta os problemas de tensão entre
democracia politica e democracia espiritual, que aparecerem dentro das Igrejas .
Afirma ser favorável a democracia, esclarecendo que quando ela é dirigida à Igreja,
deve levar em consideração a vida espiritual dos cristãos, pois tem muito crentes
carnais que apresentam decisões também carnais, satisfazendo a vontade e
desejo de homens mantendo assim práticas de atos ilícitos diante de Deus. Outro
ponto da tensão esta relacionado entre tradição e a liberdade de pensamento
característica dos princípios batistas, ela se inicia quando um crente começa a
estudar profundamente a bíblia e chega a conclusões diferenciada a declaração de
fé Batista, vindo por isto a serem taxado como anti-batista. O autor afirma que a
declaração de fé Batista é geralmente aceita, mas sujeita a correção, podendo a
igreja seguir ou não.
Considera-se que a democracia tem a ver obediência, respeito,
compromisso, mas muitos cristãos não cumprem, não obedecem a Deus para
renunciar a vontade da carne, não demonstra compromisso verdadeiro com sua
palavra, vindo consequentemente a viver de forma egoística , muitas decisões são
levadas a satisfazer a sua vontade e interesses. Desta forma percebe-se que
o maior perigo e inimigo da democracia espiritual é o próprio homem.. O remédio
para tal perversão é a liberação espiritual que Deus oferece ao mundo.
A democracia espiritual é uma forma de mostrar o quanto Deus é dinâmico
em se relacionar com o ser humano. E mostra o quanto o homem está distante do
plano de Deus para uma vida justa, igualitária, bem sucedida e prazerosa.
Com relação à declaração de fé, acredita-se que ela é passível de revisão
principalmente pelo fato da necessidade de tratar temas que a Igreja possa estar
enfrentando na atualidade. Por ser inscritas por homens, que durante o estudo ,
interpretação e aplicação da bíblia, é influenciada por suas convicções e
suposições acerca de Deus e da Bíblia, para tanto acredita-se na necessidade de
utilizar métodos hermenêutico da bíblia, para que desta forma a declaração de fé
possa ser reformada, defendendo assim a cosmovisão bíblia, nesta tarefa, a
humilde, submissão a Cristo e a oração pela iluminação do Espírito Santo é de
extrema importância.
Enfim, o artigo do autor Lorenço Stelio Rega é excelente para leitura,
apresenta linguagem acessível, de fácil compreensão e boa explicação dos temas
em tela. Os temas abordados contribui-se para o aprendizado, pois ajudou a
entender que temos muitas coisas a melhorar, fragilidades a superar e defeitos
para corrigir para melhor servir o nosso senhor. Onde há problemas, também tem
que existir solução, Deus é a solução, ele capacita sua igreja a lidar com os
problemas. Devemos estudar a palavra de Deus a fim de tirar dela instruções
necessárias e crescemos espiritualmente, sermos transformados em nossas
cotidiana e sermos fortes e como cristão Batista, ajudando a expandir o reino de
Deus.
Indica-se a leitura do artigo, pois contribui bastante na construção da vida
cristã, ajudando a identificar falhas e imperfeições, bem como incentivando a
educação cristão.