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Auditoria

Material 01.1
Profº Davi Barreto

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01. (ESAF – SEFAZ/SP - Analista em Planejamento, Orçamento e Finanças Públicas


– 2009) Sobre a auditoria independente, é correto afirmar que tem por objetivo:

a) auxiliar a administração da entidade no cumprimento de seus objetivos.


b) apresentar subsídios para o aperfeiçoamento da gestão e dos controles internos.
c) emitir parecer sobre a adequação das demonstrações contábeis.
d) levar à instância decisória elementos de prova necessários a subsidiar a justa
solução do litígio.
e) recomendar soluções para as não-conformidades apontadas nos relatórios.

02. (ESAF – SEFIN/Natal – Auditor de Tributos Municipais - 2008) No processo de


auditoria independente, deve-se

a) garantir a viabilidade futura da entidade.


b) dividir a responsabilidade entre a equipe técnica e o auditor.
c) abolir o uso de práticas consagradas pela Profissão Contábil.
d) certificar a continuidade da empresa pelos próximos 5 anos.
e) emitir o parecer com assinatura de contador devidamente registrado.

03. (ESAF – Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF – 2002) A elaboração das


demonstrações contábeis é de responsabilidade

a) do auditor independente
b) da administração
c) do auditor interno
d) do contador
e) do conselho fiscal

04. (FGV / Auditor Fiscal da Receita Municipal – Pref. Angra dos Reis / 2010) No que
diz respeito à finalidade da auditoria, a NBC TA 200, publicada no final do ano de
2009, com eficácia para os exercícios iniciados a partir de 01/01/10, explicita que

a) o objetivo da auditoria é aumentar o grau de confiança nas demonstrações contábeis


por parte dos usuários. Isso é alcançado mediante a expressão de uma opinião pelo
auditor sobre se as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos
relevantes, em conformidade com uma estrutura de relatório financeiro aplicável.
b) as fraudes e erros, diferentemente do que acontecia até 2009, a partir de 2010 precisam
ser comunicadas aos órgãos fiscalizadores.
c) a auditoria de demonstrações contábeis passa a ter como finalidade precípua a
descoberta de fraudes.
d) a auditoria de demonstrações pode ser executada em conjunto com serviços de
consultoria, desde que essa informação seja divulgada e haja comunicação à Comissão
de Valores Mobiliários – CVM.

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e) o controle interno não é mais significativo para o auditor, uma vez que, com a
revogação da Resolução que tratava da amostragem, a partir de 2010 o auditor deve
validar 100% dos registros da entidade auditada.

05. (FGV / Auditor Fiscal da Receita Municipal – Pref. Angra dos Reis / 2010)
Estrutura de relatório financeiro aplicável, nos termos da TA 200, é a estrutura de
relatório financeiro adotada pela administração e, quando apropriado, pelos
responsáveis pela governança na elaboração das demonstrações contábeis, que é
aceitável em vista da natureza da entidade e do objetivo das demonstrações contábeis
ou que seja exigida por lei ou regulamento.

É utilizada para se referir a uma estrutura de relatório financeiro que exige


conformidade com as exigências dessa estrutura e

a) prevê o mesmo modelo de demonstrações contábeis para qualquer tipo de entidade,


com vistas à harmonização de normas contábeis.
b) reconhece explícita ou implicitamente que, para conseguir a apresentação adequada
das demonstrações contábeis, pode ser necessário que a administração forneça
divulgações além das especificamente exigidas pela estrutura.
c) prevê que caberá ao auditor fornecer os modelos adequados de relatórios a serem
utilizados pela entidade, a partir de 2010.
d) reconhece explicitamente que a administração não se desvie de uma exigência da
estrutura para conseguir uma apresentação adequada das demonstrações contábeis.
e) reconhece que o auditor deve manter seu planejamento inicial constante até o final dos
trabalhos.

06. (ESAF – SEFAZ/CE – AFRE – 2006) Na ausência de disposições específicas sobre


matéria contábil, deve o auditor

a) solicitar que os órgãos competentes da profissão se manifestem formalmente sobre o


assunto, aguardando posição para término do trabalho.
b) somente adotar práticas consagradas pela profissão contábil formalizadas pelos órgãos
da profissão.
c) basear-se em práticas já consagradas pela profissão contábil, independente de estarem
ou não formalizadas pelos órgãos da profissão.
d) sempre emitir parecer com ressalva relatando no parecer o procedimento adotado e a
irregularidade em relação aos princípios fundamentais de contabilidade.
e) não emitir parecer, em virtude de não haver procedimento contábil formal para
tratamento do fato.

07. (FCC – SEFAZ/SP – Agente Fiscal de Rendas – 2009) O trabalho de auditoria


interna

a) tem maior independência que o de auditoria externa.


b) é responsável pela implementação e pelo cumprimento dos controles internos.

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c) deve estar subordinado ao da Controladoria da empresa.


d) deve emitir parecer, que será publicado com as demonstrações contábeis.
e) deve efetuar a revisão e o aperfeiçoamento dos controles internos.

08. (FCC –SEFIN/SP – Auditor-Fiscal Tributário Municipal – 2006) Uma das


diferenças entre o auditor independente e o auditor interno é que o primeiro

a) necessita de registro no Conselho Regional de Contabilidade e o segundo, não.


b) está dispensado de recomendar modificações nos controles internos da entidade e o
segundo, não.
c) precisa ter conhecimentos sobre tecnologia da informação e o segundo, não.
d) não pode ficar subordinado a pessoas que possam ter seus trabalhos por ele
examinados e ao segundo, sim.
e) tem por obrigação emitir um parecer sobre as demonstrações contábeis da entidade e o
segundo, não.

09. (Fepese/AFRE – Sefaz SC/2010) Analise a lista abaixo.

I. Profissional com qualquer formação.


II. Contador devidamente registrado em órgão de classe.
III. Contabilista.
IV. Exame de conformidade.
V. Litígio.
VI. Investigação de fraude

Assinale a alternativa que esteja associada à (1) auditoria interna, (2) auditoria
contábil independente e (3) perícia contábil, nessa ordem.

a) (1) I e IV (2) II e IV (3) II e V


b) (1) I e VI (2) III e V (3) III e VI
c) (1) II e VI (2) II e V (3) II e IV
d) (1) III e VI (2) II e V (3) I e VI
e) (1) III e V (2) I e IV (3) III e V

10. (FGV / Auditor Fiscal da Receita Municipal – Pref. Angra dos Reis / 2010) Os
princípios fundamentais de ética profissional relevantes para o auditor quando da
condução de auditoria de demonstrações contábeis estão implícitos no Código de
Ética Profissional do Contabilista e na NBC PA 01, que trata do controle de
qualidade. Esses princípios estão em linha com os princípios do Código de Ética do
IFAC, cujo cumprimento é exigido dos auditores e encontram-se listados a seguir, À
EXCEÇÃO DE UM. Assinale-o.

a) integridade
b) subjetividade
c) competência e zelo profissional

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d) confidencialidade
e) comportamento (ou conduta) profissional

11. (ESAF/SUSEP/2010) Com relação à atividade profissional do auditor externo,


pode-se afirmar que:

I. o auditor externo, ao realizar a auditoria em entidade seguradora, pode ter nível de


parentesco até segundo grau com os administradores e gestores da entidade
auditada, desde que declare para a SUSEP, CVM e CFC, antes do início da auditoria,
este vínculo.

II. todo auditor externo, registrado no Conselho Federal de Contabilidade, que tenha
registro no CNAI – Cadastro Nacional de Auditores Independentes, pode realizar
auditoria em Seguradoras e Entidade de Previdência Complementar Aberta.

III. para ser auditor responsável pelos trabalhos, exercendo a função de sócio de
auditoria, o auditor deve ter formação em nível superior nos cursos de administração
de empresas ou contabilidade.

Assinale a opção correta, com relação às afirmativas acima.

a) Somente a I e II são verdadeiras.


b) Somente I e III são falsas.
c) Todas são verdadeiras.
d) Somente II e III são falsas.
e) Todas são falsas.

12. (ESAF –AFRFB – 2009) O auditor da empresa Negócios S.A. estabeleceu três
procedimentos obrigatórios para emissão do parecer. O primeiro, que a empresa
renovasse o contrato de auditoria para o próximo ano, o segundo, que a empresa
emitisse a carta de responsabilidade da administração e o terceiro, que o parecer
seria assinado por sócio do escritório de contabilidade, cuja única formação é
administração de empresas. Pode-se afirmar, com relação aos procedimentos,
respectivamente, que:

a) é ético, não é procedimento de auditoria e atende as normas de auditoria e da pessoa


do auditor.
b) não é ético, não é procedimento de auditoria e não atende as normas de auditoria e da
pessoa do auditor.
c) é ético, não deve ser considerado para emissão do parecer e atende as normas de
auditoria e da pessoa do auditor.
d) é ético, considera-se apenas em alguns casos para emissão do parecer e não atende as
normas de auditoria e pessoa do auditor.
e) não é ético, é procedimento de auditoria e não atende as normas de auditoria e da
pessoa do auditor.

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13. (ESAF – SEFAZ/RN – AFTE – 2005) Na ética profissional do auditor


independente, a integridade é a qualidade na qual a confiança do usuário de seus
serviços se norteia. Para isso, o auditor não pode

a) questionar os fatos contabilizados.


b) renunciar aos trabalhos.
c) ser imparcial em sua opinião.
d) subordinar-se a julgamento.
e) cometer erros não intencionais.

14. (ESAF – SEFAZ/RN – AFTE – 2005) Não é fator que impeça o auditor
independente de aceitar trabalhos de auditoria em entidades:

a) vínculo conjugal com administradores da entidade.


b) ter sido empregado da entidade há mais de dois anos.
c) ser acionista da empresa auditada.
d) ter interesse financeiro direto na entidade.
e) fixar honorários condicionais à natureza do trabalho.

15. (ESAF – Receita Federal – Auditor Fiscal – 2002) Quando o faturamento de


outros serviços prestados aos mesmos clientes de auditoria ultrapassar, na média dos
três últimos anos, os honorários dos serviços de auditoria, a empresa:

a) tem que comunicar à Comissão de Valores Mobiliários.


b) deve dar ciência do fato ao Conselho Federal de Contabilidade.
c) apenas relata por ofício ao Banco Central do Brasil.
d) deve comunicar ao Conselho Regional de Contabilidade.
e) não tem obrigatoriedade de comunicar a nenhum órgão.

16. (ESAF – Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF – 2003) É evidência de


independência do auditor externo:

a) parentesco com administrador, acionistas ou sócios da empresa auditada.


b) participação direta ou indireta como sócio ou acionista da empresa auditada.
c) ser representante comercial da empresa auditada sem vínculo empregatício.
d) ter sido empregado há mais de três anos da empresa auditada.
e) fixar honorários condicionados ao tipo de parecer a ser emitido.

17. (ESAF – SEFIN/Natal – Auditor de Tributos Municipais- 2008) Na execução dos


trabalhos de auditoria externa, normalmente são utilizadas equipes técnicas para o
desempenho do trabalho. Pode-se afirmar que a responsabilidade técnica do trabalho
é

a) de toda a equipe técnica, desde que supervisionada pelo auditor.

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b) dos gerentes do projeto e do sócio-auditor, por possuírem formação pertinente.


c) da firma de auditoria, que assume os riscos mediante contrato.
d) do auditor, que assumirá total responsabilidade pelos trabalhos executados.
e) de todos os sócios da firma de auditoria, por responderem solidariamente e
ilimitadamente.

18. (ESAF – SEFAZ/CE – AFRE – 2006) O programa de controle de qualidade deve


ser estabelecido de acordo com a estrutura da equipe técnica do auditor e a
complexidade dos serviços; assim, se o auditor não possuir equipe, em trabalho desta
natureza,

a) não poderá aceitar o trabalho visto ser de fundamental importância à existência de


estrutura técnica da equipe.
b) terá limitação na execução de parte do trabalho, tendo de compor parceria com firma
de auditoria maior.
c) o auditor deverá de forma obrigatória constar de seu parecer a limitação da equipe
técnica, ficando sob sua responsabilidade os trabalhos.
d) o controle de qualidade é inerente à qualificação profissional do auditor, a qual
confirmará sua competência para a execução do trabalho.
e) a qualidade do trabalho fica sempre comprometida, sendo passível de punição ética
pelo Conselho Federal de Contabilidade.

19. (ESAF – Auditor-Fiscal da Previdência Social - AFPS - 2002) O objetivo da


revisão pelos pares consiste na:

a) explicação de motivos que levaram os auditores a emitir pareceres com ressalva


contratados por seus clientes.
b) avaliação dos procedimentos adotados pelos auditores com vistas a assegurar a
qualidade dos trabalhos desenvolvidos.
c) análise dos procedimentos adotados pelos auditores no cumprimento de um razoável
critério de seleção de amostras.
d) determinação dos procedimentos indicados pelo auditor revisor quanto à qualidade dos
trabalhos executados.
e) análise da variação de taxa horária média dos três últimos anos praticada pelo auditor.

20. (ESAF – CGU – AFC AUDITORIA E FISCALIZAÇÃO – 2006) Como objetivo


do Planejamento da Auditoria não se pode incluir:

a) obter conhecimento das atividades da entidade, para identificar eventos e transações


relevantes que afetem as Demonstrações Contábeis.
b) propiciar o cumprimento dos serviços contratados com a entidade dentro dos prazos e
compromissos previamente estabelecidos.
c) assegurar que as áreas importantes da entidade e os valores relevantes contidos em
suas demonstrações contábeis recebam a atenção requerida.
d) identificar meios para aumento dos lucros da entidade.

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e) identificar a legislação aplicável à entidade.

21. (FGV / Auditor da Receita Estadual – AP / 2010) O auditor deve definir uma
estratégia global que defina o alcance, a época e a direção do seu trabalho e oriente o
desenvolvimento do plano de auditoria. Ao estabelecer essa estratégia global, o
auditor deve adotar os procedimentos apresentados a seguir, à exceção de um.
Assinale-o.

a) Identificar as características do trabalho para definir o seu alcance.


b) Definir os objetivos do relatório do trabalho de forma a planejar a época da auditoria e
a natureza das comunicações requeridas.
c) Considerar os fatores que no julgamento profissional do auditor são significativos para
orientar os esforços da equipe do trabalho.
d) Considerar os resultados das atividades preliminares do trabalho de auditoria, sendo
indispensável o conhecimento dos outros trabalhos realizados pelo sócio do trabalho
para a entidade.
e) Determinar a natureza, a época e a extensão dos recursos necessários para realizar o
trabalho.

22. (ESAF – SEFIN/NATAL – Auditor de Tributos Municipais- 2008) Quando o


auditor efetuar a auditoria na empresa pela primeira vez e as demonstrações
anteriores tiverem sido auditadas por firma de auditoria regularmente habilitada,
pode-se afirmar que não será necessário obter

a) evidências de que os saldos iniciais de abertura do exercício atual estão corretos e de


acordo com os saldos finais do exercício anterior.
b) carta de responsabilidade da administração, quanto às informações e dados, bem como
a preparação e apresentação das demonstrações do exercício anterior.
c) confirmação de que as práticas contábeis adotadas no atual exercício estão uniformes
com as adotadas no exercício anterior.
d) evidências de fatos relevantes que possam afetar as atividades da empresa e sua
posição econômico-financeira.
e) identificação de fatos relevantes de eventos subseqüentes ao exercício anterior,
revelados ou não revelados.

23. (ESAF – TCE/GO – Auditor - 2007) Todas as opções abaixo são importantes
recomendações acerca do planejamento da auditoria, exceto uma. Aponte a única
opção falsa.

a) O planejamento e os programas de trabalho não devem ser revisados mesmo que


novos fatos o recomendarem.
b) O programa de auditoria deve ser detalhado de forma a servir como guia e meio de
controle do progresso dos trabalhos.
c) O planejamento pressupõe adequado nível de conhecimento sobre o ramo de atividade,
negócios e práticas operacionais da entidade.

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d) O auditor deve documentar seu planejamento geral e preparar programa de trabalho


por escrito, detalhando o que for necessário à compreensão dos procedimentos que
serão aplicados.
e) O planejamento da auditoria, quando incluir a designação de equipe técnica, deve
prever a orientação e supervisão do auditor, que assumirá total responsabilidade pelos
trabalhos executados.

Gabarito:

01 02 03 04 05 06 07 08 09 10

C E B A B C E E A B

11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
E E D B D D D D B D
21 22 23
D B A

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