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Manual de Normas e

Rotinas
da
Clínica Médica
Hospital Universitário Lauro Wanderley

Edição Revisada 2018

1
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA

EMPRESA BRASILEIRA DE SERVIÇOS HOSPITALARES

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO LAURO WANDERLEY

UNIDADE DE CLÍNICA MÉDICA

Manual de Normas e Rotinas


Da
Clínica Médica

JOÃO PESSOA – PB

2018

2
® 2017, Ebserh. Todos os direitos reservados
Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh
www.Ebserh.gov.br
Material produzido pela Clínica Médica/Ebserh
Permitida a reprodução parcial ou total, desde que indicada a fonte e sem fins comerciais.

Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ministério da Educação


MANUAL DE NORMAS E ROTINAS: Elaboração e extração de relatórios de
pesquisa de preços do Siasg –
DW – Diretoria Administrativa Financeira – Brasília: EBSERH – Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares, 14p.
Palavras-chaves:

3
Hospital Universitário Lauro Wanderley – HULW (Filial da EBSERH)
Campus Universitário I, S/Nº.
Cidade Universitária | CEP: 58051-900 | João Pessoa- PB |
Telefone: (83) 3216-7042

FLAVIA CRISTINA F. PIMENTA


Superintendente
ARNALDO DE CORREIA MEDEIROS
Gerente de Atenção à Saúde
ALBERTO MAGNO DE ARRUDA PALMEIRA
Gerente Administrativo
ÂNGELO BRITO PEREIRA DE MELO
Gerente Ensino e Pesquisa
MARTA MIRIAM LOPES COSTA
Chefe da Divisão de Enfermagem
FABYAN ESBERARD DE LIMA BELTRÃO
Chefe da Unidade de Clínica Médica
MARIA DO SOCORRO BATISTA SENA LEITE
Coordenadora de enfermagem – Clínica Médica

COLABORADORES

ANA PATRICIA DO EGITO CAVALCANTI DE FARIAS


ANA PAULA FELES DANTAS MELO
ARRISON LEITE COSTA
DEILLA PATRÍCIA CARDOSO PEREIRA
ELANIO LEANDRO DA SILVA
FABRIZIO EMMANUEL OLIVEIRA DE ALMEIDA
FERNANDA KELLY O. DE ALBUQUERQUE
FLÁVIO SILVA NÓBREGA
FRANCISCO STELIO DE SOUSA
GISELE SANTANA PEREIRA CARREIRO
HELAINE CRISTINA LINS MACHADO GERBASI
LIVIA SAYONARA DE SOUSA NASCIMENTO
MARIA DE FÁTIMA O. DA SILVA
MAYRLA LIMA PINTO
MAYANNE MARA DE MEDEIROS QUEIROZ
MALUESKA LUACCHE XAVIER FERREIRA SALES
SUELEN FARIAS DE BRITO
TACIANA TARGINO DE LIMA DOS SANTOS
TIAGO JOSE TEÓFILO SILVEIRA
VALKENIA ALVES SILVA
WISLANE SHIRLEY DE ARAÚJO SILVA
Enfermeiros

ALUSKA KARLENY BATISTA PEREIRA


MAYARA MUNIZ PEIXOTO RODRIGUES
ZUILA MAYARA NICOLAU DE ARAÚJO
Técnicos de Enfermagem

CARLA WOYTILA MACEDO MATTOS


SAMARA XAVIER PAIVA DE SOUSA

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Assistentes Administrativos
SUMÁRIO

1- INTRODUÇÃO ........................................................................................................................ 06
2- MISSÃO ................................................................................................................................... 07
3- OBJETIVOS ............................................................................................................................. 07
4- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL ...................................................................................... 07
5- ESTRUTURA FÍSICA ............................................................................................................. 08
6- NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO........................................................................ 12
6.1- AMBIENTES E INSTALAÇÕES................................................................................... 13
6.2- RELATIVAS A PESSOAL............................................................................................. 14
6.3- RELATIVAS AO MATERIAL DO SERVIÇO.............................................................. 15
6.4- CARRO DE PARADA CARDIORESPIRATORIA....................................................... 16
6.5- CONTROLE DE PSICOTRÓPICOS.............................................................................. 16
6.6- CONTROLE DE TEMPERATURA E HIGIENIZAÇÃO DA GELADEIRA................ 17
7- ROTINAS ESPECÍFICAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM............................................... 17
7.1- ENFERMEIRO COORDENADOR................................................................................. 20
7.2- ENFERMEIRO COORDENADOR ADJUNTO ............................................................. 22
7.3- ENFERMEIRO ASSISTENCIAL.................................................................................... 23
7.4- TÉCNICO E AUXILIAR DE ENFERMAGEM.............................................................. 30
7.5- TÉCNICO DE ENFERMAGEM RESPONSÁVEL PELO MATERIAL........................ 36
8- ROTINAS ESPECÍFICAS DE OUTROS PROFISSIONAIS................................................... 38
8.1- ASSISTENTE ADMINISTRATIVO.............................................................................. 38
8.2- MAQUEIRO.................................................................................................................... 39
8.3- AUXILIAR DE DOCUMENTAÇÃO............................................................................. 40
9- NORMAS RELATIVAS A ADMISSÃO E ALTAS DE PACIENTES................................... 41
10- GLOSSÁRIO........................................................................................................................... 43
11- REFERÊNCIAS...................................................................................................................... 45

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1- INTRODUÇÃO

O Manual de Normas e Rotinas da Unidade da Clínica Medica teve sua elaboração inicial
em 1996. Com a institucionalização da equipe de supervisão do Serviço de Enfermagem quando
foi possível unir esforços e finalmente apresentar aos diversos setores do Hospital Universitário
Lauro Wanderley o Manual de Normas e Rotinas de Enfermagem da Clínica Medica.
Atualmente.com o advento da EBSERH e com as mudanças estruturais e organizacionais
que a empresa exige, essa atualização faz parte da meta a ser cumprida pela equipe e como requisito
da Gestão por Desempenho de Competências (GDC), o qual está diretamente relacionado ao PDE
(Plano Diretor Educacional).
A GDC visa a forma de atender as necessidades dos servidores públicos estatutários e
empregados para o desenvolvimento de novos conhecimentos, práticas e posturas na gestão pública
a propósitos estratégicos teóricos/práticos, onde se possibilitará estruturar as competências
científicas, técnicas e atitudinais e necessárias para que os colaboradores desenvolvam,
implementem e executem o planejamento das atividades, os processos administrativos e de
trabalho na clínica médica do HULW.
É importante ressaltar a colaboração da Coordenação da Clínica medica, Enfermeiros
assistenciais, pessoal administrativo e Chefia da Divisão de Enfermagem para a concretização
desta edição.

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2- MISSÃO

Prestar uma assistência integral, ética e humanizada a comunidade, vinculada aos princípios e
Diretrizes do Sistema Único de Saúde, na busca permanente pela excelência, desenvolvendo
atividades de ensino, pesquisa e extensão para formação de profissionais que respeitem a dignidade
humana e sejam agentes transformadores da sociedade.

3- OBJETIVOS

 Proporcionar ambiente terapêutico adequado aos pacientes com afecções clínicas


diversificadas, em regime de internação.
 Oferecer assistência qualificada mediante a Sistematização da Assistência de Enfermagem
(SAE), respeitando os princípios deontológicos e legais da profissão.
 Proporcionar um ambiente de aprendizado para os residentes, discentes de graduação e
técnicos de enfermagem desta universidade.
 Favorecer integração entre ensino, pesquisa, extensão e assistência entre os profissionais
da instituição e comunidade acadêmica.

4- ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

A Clínica Médica do Hospital Universitário é uma unidade de internamento, que funciona


24 horas, ocupa o 5º andar do serviço, abrange várias especialidades clínicas, com capacidade para
70 leitos, distribuídos em 2 alas: clínica médica A e clínica médica B, uma área administrativa e
uma sala de aula, atende adultos de ambos os sexos e gêneros, com idades acima de 17 anos.

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5- ESTRUTURA FÍSICA:

CLINICA MEDICA A:

Das Enfermarias:

Enfermarias Número de Apresentação Especialidade


leitos dos leitos

533 4 01, 02, 03, 04 Neurologia

531 4 01, 02, 03, 04 Propedêutica

529 4 01, 02, 03, 04 Reumatologia

527 4 01, 02, Neurologia

03, 04 Nefrologia

525 2 01, 02 Reumatologia

523 2 01, 02 Propedêutica

521 2 01, 02 Oncologia

519 2 01, 02 Oncologia

517 1 01 Isolamento I

515 1 01 Isolamento II

513 2 01, 02 Propedêutica

511 2 01, 02 Hemodinâmica

509 2 01, 02 Pneumologia

507 2 01, 02 Nefrologia

505 2 01, 02 Hematologia

503 - - Sala dos Internos

501 - - Hemodiálise

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Das salas:

Posto de enfermagem

Sala de Procedimentos

Expurgo

Rouparia

DML

WC Social

Sala de Equipamentos

Repouso dos técnicos de


Enfermagem

Repouso Medico

Sala de Prescrição

Do total de Leitos:

Especialidade N° de leitos

Nefrologia 04

Propedêutica 08

Neurologia 06

Reumatologia 06

Oncologia 04

Hematologia 04

Isolamentos 02

TOTAL 34

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CLINICA MEDICA B:

Das Enfermarias:

Enfermarias Número de Apresentação Especialidade


leitos dos leitos

534 4 01, 02, 03, 04 Gastrenterologia

532 4 01, 02, 03, 04 Gastrenterologia

530 4 01, 02, 03, 04 Propedêutica

528 2 01, 02. 03, 04 Pneumologia

526 2 01, 02 Hemodinâmica

524 2 01, 02 Gastrenterologia

522 2 01, 02 Pneumologia

520 2 01, 02 Gastrenterologia

518 - - Polissonografia

516 1 01 Isolamento I

514 1 01 Isolamento II

512 2 01, 02 Cardiologia

510 2 01, 02 Cardiologia

508 2 01, 02 Cardiologia

506 2 02 Endocrinologia

504 2 02 Endocrinologia

502 - - Sala de Materiais

10
Das salas:

Posto de enfermagem

Sala de Procedimentos

Expurgo

Rouparia

DML

WC Social

Sala de Equipamentos

Repouso dos técnicos de


Enfermagem

Repouso dos Enfermeiros

Sala de Prescrição

Do total de Leitos:

Especialidade N° de leitos

Gastrenterologia 12

Propedêutica 04

Pneumologia 06

Cardiologia 06

Endocrinologia 04

Isolamentos 02

Hemodinâmica 02

TOTAL 36

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Da administração:

Coordenação de enfermagem

Chefia Medica

Secretaria

Sala dos Residentes

Sala Multiprofissional

Sala do Serviço Social

Sala da Terapia Ocupacional

Sala de Aula

Copa

WC Social

WC Social

6- NORMAS GERAIS DE FUNCIONAMENTO

Os internamentos realizados na clínica médica serão regulados pelo NIR (Núcleo Interno
de Regulação), com pacientes procedentes do ambulatório, UTI, de outras clínicas, ou procedentes
dos serviços externos e de cidades circunvizinhas do estado da Paraíba, que apresentem perfil de
atendimento para investigação diagnóstica, ou com doenças agudas e crônicas de referência e
contra referência;

Os internamentos são realizados durante os plantões diurnos, uma vez que não temos
perfil de hospital cadastrado em emergência;

Os exames de rotina são realizados diariamente, de segunda às sextas-feiras, exceto os de


urgências que podem ser realizados no período noturno e nos fins de semana;

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Desenvolve atividades de integração entre Ensino, Pesquisa e Extensão, viabilizando o
campo de estágio aos alunos de graduação, pós-graduação e cursos técnicos da UFPB.

As visitas aos pacientes, são permitidas diariamente das 14:00 às 16:00 horas. O caso de
visitas fora deste horário deverão ser resolvidos pelo Serviço Social em entendimento com o
enfermeiro do plantão.

As informações aos familiares serão prestadas pela equipe de plantão.

Quando se trata de informações sobre o estado de saúde dos pacientes deverão ser
fornecidas aos familiares e/ou responsáveis, pelo Médico Plantonista e/ou Residente do plantão de
modo presencial.

Os prontuários de pacientes estarão ausentes das colmeias para as visitas médicas, no


horário de 08:00hs as 11:00hs, diariamente, em cada Ala da Clínica Médica.

Os banhos e trocas de acessos venosos periféricos dos pacientes, são realizados a partir das
8:00 horas no horário da manhã e os curativos às 9:00 horas, com exceção em intercorrências ou
em casos de preparos para exames, devem ser realizados pelo plantão noturno.

6.1- AMBIENTES E INSTALAÇÕES

O horário de funcionamento dos televisores da clínica, para lazer dos pacientes, será nos
seguintes horários:
Manhã - 10:30 as 12:00 horas;
Tarde - 15:00 as 17:00 horas;
Noite – 18:00 as 22:00 horas.

As lâmpadas das enfermarias deverão ser apagadas após as 22h, para otimizar sono e repouso
dos pacientes, exceto quando houver necessidade de intervenções junto ao paciente.
A equipe de enfermagem será responsável pela ordem e conservação da unidade do paciente,
bem como de seu material e ambiente de trabalho, comunicando ao setor responsável quando houver
danos e/ou necessidade de reparações no setor, para as providências cabíveis.
O enfermeiro da unidade deverá fazer escala de serviço designando o profissional responsável
pelos cuidados diários com o expurgo e posto de enfermagem.
Todos os profissionais do plantão deverão se responsabilizar pela manutenção da organização;
no final do plantão o profissional escalado deverá conferir e organizar o que não estiver correto.
O padrão técnico de limpeza dos serviços deverá ser normatizado pelo Serviço de
Higienização e deverá ser supervisionado pelo Enfermeiro Plantonista e pelo fiscal do serviço

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terceirizado; o Enfermeiro deverá providenciar a desinfecção concorrente e terminal conforme for
indicado.
O Enfermeiro deverá orientar todos os profissionais a maneira e o local corretos de
acondicionamento e/ou descarte dos materiais utilizados após a realização de procedimentos com
paciente.
Toda a Equipe de Enfermagem deverá ser responsável pelo registro no Sistema de notificações
de eventos adversos e queixas técnicas (Vigihosp) de não conformidades que possam acarretar danos
ao serviço e usuários.
Toda equipe da clínica médica deverá zelar pelo patrimônio da instituição.

6.2- RELATIVAS AO PESSOAL

O quadro de pessoal é composto de profissionais pertencentes ao quadro ativo da UFPB,


EBSERH e Empresas terceirizadas de prestação de serviços.

CHEFIA DA UNIDADE

Sob a responsabilidade técnica de um profissional de nível superior da área de saúde,


nomeado através de portaria.

COORDENAÇÃO DE ENFERMAGEM

Será composta por um enfermeiro coordenador geral e um coordenador adjunto, lotados na


clínica médica e indicados pela Divisão de Enfermagem e designados por Portaria.

EQUIPE DE ENFERMAGEM

Para funcionamento regular desta Unidade, a dotação de pessoal de enfermagem deverá


obedecer, no mínimo, ao padrão estabelecido pelo Sistema de Classificação de Pacientes, de acordo
com a Resolução COFEN 543/2017.

PESSOAL ADMINISTRATIVO

Composto por quatro Técnicos Administrativos, sendo distribuídos, um em cada ala, um


na chefia da Unidade e um na secretaria da clínica.

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PESSOAL OPERACIONAL

Dois Auxiliares de documentação, sendo escalado um para cada ala;

Dois maqueiros: um para cada ala.

6.3- RELATIVAS AO MATERIAL DO SERVIÇO

 A previsão de material deverá ser efetuada de acordo com a necessidade do setor;


 A previsão de consumo deverá ser efetuada de acordo a atender às necessidades do
serviço durante o intervalo entre os pedidos já definidos em rotina (UPS e almoxarifado)
e o pedido deve ser feito requisição de material ou pelo sistema AGHU quando estiver
operante;
 O material deverá ser disposto no setor de forma adequada e organizada pelo técnico
responsável pelo material ou substituto, de forma que facilite a supervisão e reposição
desse material;
 Os aparelhos e equipamentos utilizados pela Enfermagem ou sob sua guarda, deverão ser
mantidos em condições para uso imediato, guardados na sala de arsenal, ligados à rede
elétrica;
 Os aparelhos e equipamentos devem ter revisão periódica pela Engenharia Clínica,
estando devidamente etiquetados, e, quando necessário, conserto;
 A equipe de Enfermagem deverá comunicar ao enfermeiro do plantão sobre falhas e/ou
defeitos nos equipamentos e este junto ao responsável pelo material deverá providenciar
os reparos ou substituição do equipamento.

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6.4- CARRO DE PARADA CARDIO RESPIRATÓRIA (CPCR)

 A conferência do CPCR deverá ser feita semanalmente pelo enfermeiro e com a colaboração
do técnico de enfermagem responsável pelo material, preferencialmente às sextas-feiras, no
turno da tarde;
 A conferência do CPCR deverá ser guiada pelo check-list próprio, que deverá ser preenchido
por completo e com as observações necessárias e pertinentes;
 O enfermeiro responsável deverá assinar e carimbar o check-list;
 A conferência de data de validade das medicações será feita pelo farmacêutico, que deverá
substituir as que se fizerem necessário, conforme orientação da rotina da UADF;
 Em caso de utilização do CPCR, o enfermeiro deverá solicitar ao farmacêutico a reposição
dos medicamentos utilizados e instalação de novo lacre;
 O desfibrilador/cardioversor será testado semanalmente pelo enfermeiro, preferencialmente
às sextas feiras à tarde, e o comprovante do teste será assinado e anexado ao livro específico;
 Qualquer falha mecânica deste equipamento deverá ser comunicada imediatamente ao serviço
de Engenharia Clínica, bem como ao residente de cirurgia e médico do plantão.

6.5- CONTROLE DE PSICOTRÓPICOS

 Ao recolhimento da prescrição médica, o enfermeiro protocola no livro de psicotrópicos;


 Ao encaminhar o receituário à farmácia, o técnico responsável pelo recebimento assina o livro
de psicotrópicos;
 A conferência da medicação psicotrópica deverá ser efetuada pelo enfermeiro durante o
recebimento da medicação no turno (tarde) e registrado em livro específico;
 O enfermeiro é responsável pela guarda da medicação e entrega ao auxiliar/técnico de
enfermagem que solicitará conforme prescrição médica;
 O enfermeiro manterá a unidade abastecida conforme às necessidades diárias (24h) da Clínica;

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 Toda intercorrência ocorrida com este tipo de medicação deverá ser comunicada pelo
enfermeiro ao farmacêutico responsável ou seu substituto, bem como à coordenação de
enfermagem da Clínica.

6.6- CONTROLE DE TEMPERATURA E HIGIENIZAÇÃO DA GELADEIRA

 O controle deverá ser realizado pelo técnico responsável pelo material


(Manhã e tarde), sendo anotado em Mapa de Controle de Temperatura, ficando sob sua
responsabilidade o dever de comunicar problemas no refrigerador e termômetro, além de
comunicar imediatamente à UADF.
 A higienização da geladeira deverá ser realizada a cada 15 dias, pelo pessoal da
higienização e sob a supervisão do técnico responsável pelo material.

7- ROTINAS ESPECÍFICAS DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

Os turnos de trabalho do pessoal de enfermagem EBSERH e RJU são distribuídos da seguinte


forma:

- 1o Turno: Manhã - 07:00 às 13:15 h

Tarde - 13:00 às 19:15 h

Manhã e tarde - 07:00 às 16:00 h

- 2o Turno: Plantão diurno: 07:00 às 19:00h


- 3o Turno: Plantão Noturno: 19:00 às 07:00h

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Com intervalos:

Intervalo Horário M Intervalo Horário Legenda Intervalo Horário


10:00 -
15 min 10:15 9 11:00-12:00 1 hora 15 1 hora 11:00-12:00
10:15 -
15 min 10:30 10 12:00-13:00 1 hora 16 1 hora 12:00-13:00
10:30-
15 min 10:45 11 13:00-14:00 1 hora 17 1 hora 13:00-14:00
10:45-
15 min 11:00 12 11:00-13:00 2 horas 18 1 hora 14:00-15:00
16:00-
15 min 16:15 13 12:00-14:00 2 horas 19 1 hora 23:00-00:00
16:15-
15 min 16:30 14 13:00-15:00 2 horas 20 1 hora 00:00-01:00
16:30-
15 min 16:45 21 1 hora 01:00-02:00
16:45-
15 min 17:00 22 1 hora 02:00-03:00

 Registrar no relógio de ponto eletrônico;


 Registrar esquecimento de registro no Portal Menthor;
 Os turnos de trabalho de trabalho não devem ultrapassar 12 horas. Os funcionários não
podem se ausentar do serviço sem garantir a continuidade da assistência ao paciente;
 Serão permitidas permutas de horário entre os profissionais, desde que previamente
acordado, com preenchimento de formulário específico e aprovação do Chefe do serviço.
* No caso de troca de plantão, os turnos contínuos de trabalho não poderão ultrapassar 12
horas, e o total de permutas não deve ultrapassar de 3 (três) trocas mensais, limitado a 18
(dezoito) trocas anuais. Será considerado tanto para o solicitante quanto para o solicitado.
 Os remanejamentos de turno realizados de maneira unilateral pela chefia imediata
motivadas exclusivamente pela necessidade do serviço não serão contabilizadas no
somatório individual de trocas de plantões.

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 As trocas de plantões deverão ser solicitadas à chefia imediata com no máximo 05
(cinco) dias úteis de antecedência. Assinadas por ambos os empregados e
encaminhado à Divgp para as providências necessárias.
 O fluxo de férias e de licenças especiais deverá ser disciplinado, para garantir uma
assistência equilibrada, com escalas previamente definidas, sendo apresentada aos
funcionários e setores interessados, em reuniões realizadas no mês de agosto de cada ano.
 O servidor somente poderá deixar o plantão após a chegada do seu substituto, ou 50%
mais 1 da equipe.
 Todo pessoal está sujeito a rodízio de horários e de setor, a critério da Chefia de
Enfermagem, de acordo com as necessidades do serviço.
 As interrupções do serviço para refeição ou descanso dos funcionários deverão obedecer às
escalas preestabelecidas pelo Enfermeiro de plantão. Viabilizar 15 minutos de intervalo para
lanche aos profissionais de enfermagem que trabalham em regime de 6 horas diárias,
conforme legislação pertinente;
 Viabilizar 60 minutos de intervalo para refeição/descanso nos plantões diurnos (12x36) para
a equipe de enfermagem, através de revezamento que garanta a assistência segura do cliente,
registrando no relatório de enfermagem diariamente;
 Ao Enfermeiro do plantão noturno caberá dividir a equipe para horário de repouso de acordo
com a legislação vigente e dinâmica do plantão noturno conforme estabelecido: de 00:00 às
2:30 horas e de 2:30 às 5:00 horas;
 Os enfermeiros responsáveis pelos plantões deverão elaborar escalas de atribuições e
serem executadas pelo pessoal, segundo suas funções. As modificações poderão ser
realizadas de acordo com a necessidade do momento.
 O pessoal em serviço deverá estar sempre uniformizando, de acordo com a padronização
estabelecida.
 As licenças médicas dos funcionários devem ser comunicadas à Chefia da Clínica Médica,
no prazo máximo de 24 horas após a emissão do atestado para ciência e até 72 horas para
o SOST e/ou SIASS, antes de serem encaminhadas à Divisão de Pessoas.

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 Na impossibilidade de comparecer ao serviço, o funcionário deve avisar com a
antecedência de 6 horas do plantão, para providências, exceto em casos extraordinários;
 As reuniões ordinárias da equipe de enfermagem deverão ser em datas previamente
definidas pela Chefia imediata;
 Nos Plantões, o enfermeiro lidera a equipe de Enfermagem, e tem autonomia para
resolução de intercorrências dentro do seu âmbito de atuação, observando o disposto na
Lei do Exercício Profissional de Enfermagem e Código de Ética dos profissionais de
Enfermagem e demais normas e preceitos que regem o serviço público federal.
 As atividades de enfermagem deverão ser registradas em impressos próprios a saber:
*Histórico de Enfermagem
*Diagnóstico de Enfermagem
*Prescrição de Enfermagem
*Evolução de Enfermagem
*Livro de Ocorrência de Enfermagem
*Os impressos estão sendo reavaliados de acordo com a implementação do Processo de
Assistência de Enfermagem, na Lei do Exercício Profissional de Enfermagem e no Código
de Ética dos Profissionais de Enfermagem, e as demais normas e preceitos que regem o
serviço público federal.

7.1- ENFERMEIRO COORDENADOR

 Apresentar-se ao serviço no horário estabelecido para o turno respectivo de trabalho;


 Cumprir escala de serviço estabelecida, atendendo às demandas do setor e conforme
orientação da Divisão de Enfermagem;
 Elaborar escala mensal do serviço de Enfermagem, atentando para férias e licenças e
encaminhar em 4 (quatro) vias para a Divisão de Enfermagem;
 Enviar cópia das escalas para o Serviço de Nutrição via e-mail, conforme orientação do
mesmo;
 Providenciar substituições na escala quando se fizer necessário;

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 Supervisionar as anotações de enfermagem nos prontuários;
 Ler o relatório geral, revisar o censo diário, checar o comparecimento dos funcionários nos
demais horários e observar os avisos;
 Supervisionar a ordem na clínica;
 Supervisionar as atividades dos servidores, observando suas respectivas funções e atribuições;
 Elaborar, quando necessário, e avaliar periodicamente as ações de Enfermagem;
 Manter contato com a Divisão de Enfermagem;
 Revisar e encaminhar a estatística mensal de internação para a Divisão de Enfermagem, em 3
vias;
 Preparar e encaminhar à Divisão de Gestão de Pessoas, mensalmente, até o 5° dia útil, os
consolidados dos plantões da equipe de enfermagem, dentre os quais estão os noturnos,
feriados, domingos trabalhados, absenteísmo, abonos e outros;
 Manter a Divisão de Enfermagem e a Divisão de Gestão de Pessoas informadas sobre
mudanças de escalas, convocações para plantões, dobras de plantão, compensação de horas,
comunicação de abono, dentre outros mais específicos;
 Realizar a Avaliação Anual de Desempenho de todos os servidores e empregados públicos da
clínica, conforme orientação por regime de trabalho (RJU e CLT);
 Manter os POPs e manual de normas e rotinas sempre atualizados, seguindo cronograma da
Divisão de Enfermagem;
 Participar de reuniões com a Superintendência, Divisão de Enfermagem, Chefia Médica e
outros quando for convocado;
 Estabelecer contato com outros setores e demais chefias sempre que se fizer necessário;
 Convocar reuniões com a equipe de enfermagem sempre que se fizer necessário;
 Prestar assistência de enfermagem de acordo com a necessidade do serviço;
 Solicitar material permanente que se faça necessário;
 Requisitar aos setores competentes, o conserto do material permanente e instalações, quando
necessário;
 Supervisionar o cumprimento do cronograma para higienização das dependências da clínica;

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 Esclarecer junto a equipe problemas ocorridos durante a jornada de trabalho;
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Cumprir regulamento, regimento, ordem de serviço e portarias;
 Respeitar os princípios da ética e determinações legais da sua profissão;
 Manter relacionamento interpessoal positivo com a equipe de saúde.

7.2 – ENFERMEIRO COORDENADOR ADJUNTO

 Substituir o Chefe do Serviço em seus impedimentos;


 Participar do processo de supervisão contínua;
 Representar o Chefe do Serviço junto à administração e outros órgãos oficiais;
 Colaborar na execução e avaliação do planejamento e ser seguido a curto e longo prazo pelo
serviço;
 Participar das resoluções e encaminhamentos realizados pela Chefia do Serviço;
 Participar da seleção de candidatos para equipe de enfermagem do serviço;
 Participar das resoluções e encaminhamentos realizados pela Chefia do Serviço;
 Representar o serviço junto aos grupos de estudo da instituição;
 Participar da visita diária e passagem de plantão da equipe de enfermagem e de saúde;
 Assessorar a chefia na tecno-vigilância do serviço, inclusive com a emissão de parecer
técnico;
 Cumprir regulamento, regimento, ordem de serviço e portaria;
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Respeitar os ´princípios da ética e determinações legais de sua profissão;
 Manter relacionamento positivo com a equipe de saúde.
 Elaborar escala mensal do serviço de Enfermagem, atentando para férias e licenças e
encaminhar em 4 (quatro) vias para a Divisão de Enfermagem;
 Enviar cópia das escalas para o Serviço de Nutrição via e-mail, conforme orientação do
mesmo;
 Providenciar substituições na escala quando se fizer necessário;

22
 Ler o relatório geral, revisar o censo diário, checar o comparecimento dos funcionários nos
demais horários e observar os avisos;
 Supervisionar a ordem na clínica;

7.3 - ENFERMEIRO ASSISTENCIAL

 Apresentar-se para receber o plantão no horário estabelecido para o turno; devidamente


uniformizado, sapato fechado e sem adornos;
 Participar da passagem de plantão da equipe de enfermagem e/ou equipe interdisciplinar
de saúde, prestando informações sobre o estado geral do paciente, procedimentos
realizados ou a realizar e intercorrências importantes;
 Aplicar e verificar o cumprimento do exercício legal da profissão, observando o Código
de Ética dos Profissionais de Enfermagem na Resolução do Conselho Federal de
Enfermagem no 311/2007, o Decreto n° 94.406 de 08 de junho de 1987 que
regulamenta a lei 7498 e dispõe sobre o exercício da enfermagem, e demais legislações
que normatizam a profissão;
 Assistir os pacientes sob sua responsabilidade, realizando cuidados de enfermagem de
média e alta complexidade em parceria com a equipe de enfermagem e equipe
multiprofissional;
 Garantir a continuidade da assistência de enfermagem repassando informações em cada
troca de plantão e apresentando-se para receber o plantão no horário escalado;
 Conferir a presença de funcionários da equipe de enfermagem escalados e informar ao
coordenador de enfermagem da unidade as possíveis ausências e intercorrências
relacionadas à assiduidade, pontualidade, disciplina e conduta;
 Realizar classificação de nível de dependência dos pacientes sob sua responsabilidade
de acordo com portaria de dimensionamento de pessoal do COFEN, vigente no período;
 Programar a organização da escala de atribuições dos técnicos de enfermagem e dos
enfermeiros, por turno, uniformemente e com equidade, de acordo com portaria de

23
dimensionamento de pessoal do COFEN, vigente no período, considerando a necessidade
de plantões de seis e de doze horas.
 Utilizar o relatório geral para registrar as ocorrências do plantão, mantendo
rotineiramente, a cada troca de plantão, as seguintes informações:

a) Os funcionários escalados para cada horário (presentes e ausentes), a respectiva escala


de atribuição e a divisão dos horários de intervalo intrajornada;
b) Os procedimentos realizados, os encaminhamentos dos pacientes para exames,
procedimentos, consultas ou outras necessidades de saída do setor;
c) O andamento dos preparos para exames, bem como os que não foram realizados,
alegando o motivo;
d) Material e/ou medicação em falta e quaisquer informações que se julguem relevantes;
e) Registrar o número do lacre do carro de urgência, no livro de relatório;
f) Protocolar e encaminhar pareceres, solicitações de hemoderivados e medicamentos
psicotrópicos;
g) Realizar a abertura de prontuários impressos (anotando observações relacionadas a
alergias e outras de relevância, de forma destacada) e a identificação dos leitos;
 Planejar, prescrever, executar, avaliar e reavaliar o plano da Sistematização da Assistência de
Enfermagem (SAE) de cada paciente;
 Registrar no prontuário de cada paciente a admissão de enfermagem e, em cada plantão, e
evolução de enfermagem, o plano da SAE, alterações do quadro clínico, procedimentos
realizados, o andamento dos preparos para exames, inclusive os que não foram realizados,
alegando o motivo, e a alta do paciente;
 Ler o relatório geral em cada plantão e os avisos enviados pela coordenação de enfermagem
do setor e da Divisão de Enfermagem via impresso ou digital, para se inteirar das ocorrências
e comunicados;
 Utilizar os quadros brancos para registrar informações de pacientes com nome, idade, data de
admissão e número do prontuário, necessidade de curativos, acamados, agendamento de

24
exames, procedimentos, consultas ou outros tratamentos com data, horário, local e preparo,
por paciente, quando necessário;
 Verificar com antecedência e orientar os pacientes e acompanhantes quanto ao preparo
adequado de exames, procedimentos e outros tratamentos, supervisionando o técnico de
enfermagem na administração de medicamentos conforme prescrição médica, quando
necessário;
 Verificar o abastecimento adequado e suficiente dos kits de roupa limpa disponibilizados pelo
setor responsável;
 Supervisionar a solicitação de material esterilizado bem como o envio de material
contaminado para processamento pelos técnicos de enfermagem;
 Realizar a admissão do cliente dando orientação sobre as normas e rotinas do ambiente
hospitalar, esclarecendo dúvidas e entregar impressos informativos quando disponível;
 Participar do planejamento de alta do cliente, realizando orientações específicas e preparando-
o para a continuidade dos cuidados em sua residência, quando necessário;
 Acompanhar o transporte intra-hospitalar dos clientes de médio e alto risco, e em casos
especiais conforme protocolo institucional;
 Registrar intercorrências na solicitação de transporte externos (ambulância) de pacientes e
anotar nos prontuários;
 Registrar admissões, altas e transferências dos usuários conforme normas e rotinas de
admissão, em livros próprios, sistema AGHU e em quadro branco;
 Supervisionar os serviços desenvolvidos pelos auxiliares/ técnicos de enfermagem, assistentes
administrativos e maqueiros e operacionais da unidade, seguindo a filosofia da Divisão de
Enfermagem, considerando prioridade e grau de complexidade;
 Receber e aprazar os horários das prescrições médicas, conferindo os dados, nos prontuários
dos pacientes de acordo com a rotina estabelecida, agilizando a chegada das medicações;
 Conferir diariamente a funcionalidade do laringoscópio, cardioversor e integridade do lacre
do carrinho de urgência, revisando-o semanalmente, mesmo lacrado, e, a qualquer momento
quando houver urgências, realizar reabastecimento, seguindo de inserção de novo lacre;

25
 Realizar solicitações de medicamentos, materiais e insumos no Sistema AGHU, conforme
necessidade do setor;
 Realizar procedimentos de alta complexidade privativos do enfermeiro, estabelecidos em
POP, e pelo conselho de classe, tais como:
 Cateterismo enteral (nasogástrico e nasoentérico) e vesical de alívio e de demora;
 Grandes curativos de feridas abertas infectadas, lesão por pressão a partir do estágio III,
queimaduras, feridas oncológicas, entre outras de maior complexidade;
 Acompanhar e orientar os curativos realizados pelos técnicos de enfermagem;
 Realizar curativo de acesso venoso central, incluindo o cateter para hemodiálise, quando
necessário;
 Preencher os formulários de mudanças de procedimentos de uso de curativos especiais
diariamente e encerrar a cada 15 (quinze) curativos realizados, abrindo novo formulário,
quando necessário;
 Acompanhamento de administração de hemocomponentes e de sistema de nutrição
parenteral com preenchimento de impresso específico em articulação com profissional
de enfermagem da Agência Transfusional e da Equipe Multidisciplinar de Terapia
Nutricional;
 Coleta de amostra de sangue arterial (realizar manipulação do gasômetro em unidade de
terapia intensiva);
 Coleta de amostra de sangue por meio de cateteres centrais;
 Punção venosa periférica de veia jugular externa;
 Aspiração de vias aéreas superior e endotraqueal;
 Coletas de amostras para culturas em geral (hemoculturas, secreção traqueal, urocultura,
swabs, fragmento de tecido, exsudato de ferida, entre outros) e encaminhar ao
laboratório;
 Punção por hipodermóclise;

26
 Supervisionar e realizar a aplicabilidade dos protocolos de prevenção de infecção relacionada
a assistência à saúde de acordo com protocolos do Ministério da Saúde, da Agência Nacional
de Vigilância à Saúde e da Instituição;
 Solicitar a desinfecção concorrente e terminal conforme indicação;
 Executar outras tarefas, dentro das atribuições do enfermeiro, quando designadas pelo
coordenador de enfermagem;
 Supervisionar a ordem das enfermarias, postos de enfermagem, expurgo, repouso, material
permanente e demais ambientes, comunicando possíveis problemas que demandem a ação da
coordenação de enfermagem;
 Supervisionar a desinfecção concorrente (em cada turno) das bancadas, equipamentos e leitos
da unidade realizada pela equipe de enfermagem;
 Cumprir o regulamento e regimento internos, ordens de serviço e portarias da EBSERH,
protocolos assistenciais, normas/rotinas e POPs de enfermagem da instituição;
 Seguir as normatizações previstas nos instrumentos gerenciais e assistenciais da Divisão de
Enfermagem;
 Colaborar com o desenvolvimento do planejamento estratégico da unidade e elaborar, em
conjunto com o coordenador de enfermagem e equipe, o planejamento, monitoramento e
formalização das metas da Gestão de Desempenho por Competência (GDC);
 Participar e sensibilizar a equipe para o desempenho e alcance de metas e objetivos da GDC;
 Participar de reuniões, quando solicitado, com os enfermeiros de todos os turnos e o
coordenador de enfermagem da unidade, em datas previamente acordadas;
 Colaborar na elaboração e revisão de protocolos assistenciais, normas/rotinas e POPs de
enfermagem;
 Participar como facilitador dos programas de educação em serviço quando convidado;
 Cumprir o programa da Divisão de Enfermagem para recepção de Técnicos de Enfermagem
admitidos e/ou transferidos das unidades;
 Realizar a capacitação prática dos profissionais recém-admitidos na unidade e, se necessário,
designar um profissional com habilidade para acompanhar o mesmo até sua adaptação;

27
 Participar da avaliação de desempenho e auto avaliação por competência da equipe de
enfermagem sob sua supervisão;
 Definir, elaborar e participar, em conjunto com o coordenador de enfermagem e membros do
SECAD/GEP, de programas educacionais a serem desenvolvidos na Unidade;
 Identificar as necessidades de educação permanente da sua equipe;
 Em caso de impossibilidade de cobertura de pessoal, solicitar à coordenação de enfermagem,
a possibilidade de cobertura para a unidade;
 Realizar a cobertura de unidades afins, de acordo com solicitação do coordenador de
enfermagem ou Divisão de Enfermagem;
 Supervisionar a realização da conferência da temperatura da geladeira diariamente com
preenchimento de impresso padronizado pela equipe de enfermagem e comunicar à
coordenação de enfermagem as situações de inconformidade;
 Registrar em livros específicos o empréstimo de equipamentos para outras unidades;
 Sensibilizar/orientar o uso racional dos insumos hospitalares;
 Colaborar com o a coordenação de enfermagem da unidade e serviço de padronização de
materiais e equipamentos na elaboração do termo de referência, revisão de descritivos,
testagem de amostras e pareceres técnicos sobre qualidade de materiais, bem como participar
do processo de licitação, quando solicitado;
 Realizar notificações de eventos adversos relacionados à segurança do paciente no Sistema
VigiHosp;
 Registrar as admissões de todos os pacientes com lesões por pressão no livro de Notificação
de Lesão por Pressão e atualizar sempre que aparecerem novas lesões.
 Executar as ações de prevenção das lesões por pressão, conforme o POP de Segurança do
Paciente;
 Registrar no Sistema Vighosp todos os eventos adversos relacionados a assistência dos
pacientes, à artigos médico-hospitalares, doenças de notificações compulsórias, equipamentos
médico-hospitalar, medicamentos, sangue ou hemocomponentes e todos os relacionados à
segurança do paciente.

28
 Monitorar, em conjunto com a coordenação de enfermagem, os indicadores de qualidade em
enfermagem e propor/aplicar as medidas de intervenção;
 Solicitar e protocolar reparos com relação às inadequações referentes à rede elétrica,
hidráulica, pintura, mobiliário, equipamentos assistenciais e outros;
 Orientar e preencher Ficha de Análise de Acidentes de Trabalho, conduzir o funcionário ao
acolhimento do SOST, em casos de acidente de trabalho;
 Acompanhar a fiscalização e auditorias dos órgãos competentes na unidade em conjunto com
a coordenação de enfermagem;
 Participar do controle sistemático de infecção hospitalar;
 Comunicar ao Núcleo de Vigilância Epidemiológica (NUVE) as suspeitas de doenças de
notificação compulsória;
 Participar da investigação, junto com equipe de segurança do paciente, de causas raiz e
planejamento de melhorias em caso de ocorrência de eventos adversos no setor, juntamente
com a coordenação de enfermagem;
 Colaborar com o ensino e avaliação dos graduandos e pós-graduandos de enfermagem;
 Participar de pesquisas técnicas e científicas na área da saúde;
 Zelar pelo patrimônio da Instituição;
 Elaborar e manter o censo diário atualizado às 00hs, registrando no relatório geral e no Sistema
AGHU.
 Prestar cuidados diretos aos pacientes sob sua visão holística, atendendo integralmente as suas
necessidades;
 Ser responsável na assistência de enfermagem com ênfase ao paciente em estado crítico,
acompanhando sua evolução e tratamento;
 Dirigir a unidade de trabalho sob sua responsabilidade, com competência técnica e
abrangência científica para atingir o objetivo proposto pelo serviço;
 Supervisionar os procedimentos realizados pelos auxiliares e técnicos de enfermagem;
 Realizar a checagem dupla, antes da administração de medicamentos potencialmente
perigosos (medicamentos de alto risco/ alta vigilância); antes da administração segura de

29
sangue e hemocomponentes, que devem estar devidamente registrado nos prontuários; e antes
da administração de nutrição parenteral e enteral.

7.4- TÉCNICO/ AUXILIAR DE ENFERMAGEM

 Observar e cumprir o exercício legal da profissão, observando o Código de Ética dos


profissionais de Enfermagem, o Decreto nº 94.406, de 08 de junho de 1987, que regulamenta
a lei 7489 e dispõe sobre o exercício da enfermagem, e demais legislações que normatizam a
profissão;
 Observar e cumprir o Código de Ética do Servidor, Regulamento de Pessoal da EBSERH e
Legislação pertinente ao cargo ocupado;
 Cumprir rigorosamente seu horário de trabalho de acordo com as normas e rotinas do setor;
 Conhecer e cumprir os protocolos assistenciais, normas/rotinas e Procedimentos Operacionais
Padrão de Enfermagem;
 Participar e colaborar para o alcance de metas e objetivos do Gestão de Desempenho por
Competência (GDC) da unidade;
 Atender às solicitações do Coordenador de Enfermagem e do Enfermeiro (a) da unidade;
 Participar de reuniões com o Coordenador de Enfermagem, para o repasse das informações e
orientações da Divisão Enfermagem sempre que solicitado;
 Participar de atividades de educação permanente e capacitações oferecidas pelo próprio setor,
SECAD/GEP e outros, com registro de presença em impresso específico;
 Colaborar na capacitação prática dos profissionais recém-admitidos na unidade até sua
adaptação, sempre que solicitado pelo Enfermeiro (a) assistencial ou Coordenador de
Enfermagem;
 Participar da Avaliação de Desempenho realizada pelo Enfermeiro (a) e Coordenador de
Enfermagem;
 Realizar cobertura de outros setores de acordo com solicitação da Coordenação de
Enfermagem;

30
 Cumprir escala de atribuição, pacientes e atividades diárias da unidade, conforme distribuição
dos Enfermeiros (as):
 Posto - Abastecer luvas, toucas e máscaras; manter bancadas limpas e organizadas,
trocar a caixa de perfuro cortante quando necessário;
 Material - Guardar o material da UPS; abastecer seringas, agulhas e demais materiais
das caixas e gavetas, abastecer e rotular as almotolias;
 Expurgo - Acondicionar o material nos sacos; preparar solução de desinfecção
para pinças; trocar a caixa de perfuro; manter a pia organizada; encaminhar o material
para a CME.
 Livro de Ocorrências - Registrar: a equipe do plantão e distribuição do serviço;
revezamento do horário de repouso; falta de materiais ou medicações; ocorrências do
serviço, realizar check-list de material permanente do posto em caderno próprio;
 Sala de procedimentos - Abastecer a sala; abastecer e identificar as almotolias; recolher
o material sujo; trocar a caixa de perfuro; auxiliar a equipe médica no atendimento a
pacientes externos; solicitar a equipe de higienização quando se fizer necessário;
 Rouparia - Manter o armário de roupas organizado; solicitar roupa para abastecer o
armário; distribuir kits para 24 horas (noturno), manter contato com a lavanderia sempre
que necessário;
 Curativo - Abastecer a clínica com o material estéril da CME; realizar os curativos de
pequena complexidade; auxiliar o enfermeiro nos curativos de média e alta
complexidade.
 Distribuir kits de roupa diariamente conforme atribuição;
 Realizar limpeza, conferência de validades e organização dos materiais e equipamentos da
unidade;
 Realizar desinfecção concorrente das bancadas, equipamentos e leitos sob sua
responsabilidade, conforme protocolo institucional;
 Realizar conferência da temperatura da geladeira de medicamentos, no início de cada turno,
bem como organização e registro em impresso próprio de acordo com a escala de serviço
diário da unidade e comunicar ao Enfermeiro (a) as situações de inconformidade;

31
 Registrar as informações inerentes ao plantão, materiais e equipamentos disponíveis do setor,
escala de profissionais, admissões, transferências e altas, e temperatura da geladeira no livro
de ocorrência dos técnicos de enfermagem;
 Identificar frascos de medicamentos e soluções abertos na sala de procedimentos com data,
hora e nome do responsável pela abertura;
 Realizar trocas dos circuitos de nebulizações a cada 24 horas;
 Realizar a troca dos circuitos dos umidificadores a cada 72 horas;
 Esvaziar os frascos de aspiradores a cada passagem de plantão anotando o débito e trocar os
frascos a cada 72 horas;
 Esvaziar os coletores de diurese a cada passagem de plantão e anotar o débito;
 Realizar em todos os procedimentos e cuidados a tripla identificação do paciente (pulseira de
identificação, identificação verbal do nome do mesmo e identificação do leito);
 Verificar a integridade da pulseira de identificação e identificação do leito periodicamente e
informar qualquer dano ou perca e comunicar ao enfermeiro;
 Buscar equipamentos/materiais na Central de Material e Equipamentos conforme atribuição
do enfermeiro;
 Encaminhar materiais/equipamentos contaminados à Central de Material e Equipamentos
conforme rotina institucional, na ausência do técnico responsável pelo controle e provisão de
material e organização do setor;
 Comunicar ao Enfermeiro (a) as irregularidades e defeitos apresentados dos equipamentos
hospitalares;
 Participar de treinamentos para manuseio de equipamentos e materiais adquiridos;
 Manter a organização das enfermarias, recolhendo os materiais e equipamentos em desuso ou
excesso;
 Comunicar ao Enfermeiro (a) sempre que perceber a necessidade de reparos/manutenção da
rede elétrica, hidráulica, pintura, mobiliário, equipamentos assistenciais e outros;
 Colaborar com as medidas de prevenção de controle sistemático de danos que possam ser
causados aos clientes durante a assistência de enfermagem;

32
 Verificar a necessidade de medicamentos no início do plantão e comunicar aos Enfermeiro (a)
para solicitarem à Farmácia;
 Comunicar ao Enfermeiro (a) da unidade a ocorrência de acidente de trabalho para
preenchimento da ficha de análise de acidentes, para devida notificação;
 Receber e passar o plantão de sua responsabilidade, dentro do horário estabelecido pela
instituição;
 Executar e checar a Sistematização da Assistência de Enfermagem conforme prescrito pelo
Enfermeiro (a);
 Colaborar com os discentes e docentes nos estágios supervisionados;
 Executar os Procedimentos Operacionais Padrão em Enfermagem, sob a sua competência,
conforme vigente em órgão de classe competente e descritos no livro institucional, tais como:
a) Administrar medicamentos por todas as vias;36
b) Realizar curativos de feridas classificadas como estágio I e II, feridas operatórias,
fixadores externos, drenos, cateteres intravasculares periféricos, traqueostomia, na
ausência de complicações;
c) Realizar troca de fixação de traqueóstomos e sondas após cuidados de higiene,
conforme necessidade;
d) Instalar dispositivos de oxigenoterapia de baixo e de médio fluxo e nebulização,
conforme prescrição médica;
e) Administrar enema e enteroclisma, conforme prescrição médica;
f) Aplicar crioterapia e termoterapia, conforme prescrição médica;
g) Executar os cuidados com o corpo após a morte;
h) Preparar o paciente para procedimentos cirúrgicos e realização de exames conforme
solicitado e/ou programado;
i) Puncionar e identificar o acesso venoso periférico sempre que necessário, observando
as trocas de acesso venoso periférico de poliuretano a cada 96 horas; periférico de teflon
a cada 72 horas; cateter venoso central em um tempo máximo de 30 dias; cânulas
(torneirinhas) e extensores de 72 a 96 horas; ou quando necessário e seguindo as
recomendações da CCIH e/ou conforme apresentação de sinais flogísticos;

33
j) Puncionar acesso venoso periférico de grosso calibre para exames, no turno da noite
anterior à data do exame, conforme necessidade;
k) Identificar os acessos venosos com data, hora, calibre do cateter e primeiro nome
legível do profissional;
l) Identificar os equipos de infusões (enteral e/ou parenteral) contínuas e/ou intermitentes
com data e realizar as trocas a cada 72 horas; 24 horas em caso de antibióticos; nutrição
parenteral (equipo específico) e infusão de sangue e hemocomponentes (equipo
específico), ou quando necessário;
m) Identificar as soluções infundidas com nome completo do paciente, enfermaria e leito,
componentes da solução, volume, hora de início, vazão, data e primeiro nome legível do
profissional, em impresso específico;
n) Auxiliar e/ou oferecer alimentos via oral conforme prescrição médica ou quando
necessário;
o) Conferir as características das dietas enterais recebidas e comunicar ao enfermeiro as
alterações;
p) Instalar e monitorar a infusão de dieta enteral conforme prescrição médica, observar,
reconhecer, registrar intercorrências durante o procedimento, realizar a lavagem da sonda
após cada dieta ou medicação e realizar a troca de equipo de dieta diariamente.
q) Prestar cuidados de higiene e conforto ao cliente zelando por sua segurança e trocar
roupas de cama, realizando a desinfecção do leito e equipamentos pela manhã após o
banho e em qualquer horário conforme seja necessário.
r) Explicar ao paciente e familiar o que será realizado antes de cada procedimento;
s) Prestar informações e esclarecimentos sob sua competência aos pacientes e familiares
durante as visitas;
t) Atender aos chamados dos pacientes e dos acompanhantes;
u) Manter vigilância permanente aos pacientes, identificando suas necessidades objetivas
e subjetivas;
v) Desempenhar atividades que lhes forem delegadas, desde que sejam compatíveis com
a sua função e competência;

34
w) Executar cuidados para prevenção de lesão por pressão (mudar decúbito de 2/2 horas
e de acordo com a necessidade, proteger proeminências ósseas e outros cuidados prescritos
pelo Enfermeiro (a) de acordo com a Sistematização da Assistência de Enfermagem);
x) Verificar de sinais vitais de 8/8 horas, e sempre que necessário e/ou de acordo com a
prescrição médica, devendo ser registrado na ficha de relatório de enfermagem;
y) Executar administração e checagem de medicamentos da prescrição médica e circular
aqueles que não forem realizados, justificando o motivo tanto na prescrição quanto na
ficha de relatório de enfermagem;
z) Registrar os cuidados de enfermagem prestados, descrever o estado geral do paciente,
as orientações realizadas e a presença de intercorrências no relatório de enfermagem de
forma clara, concisa e objetiva, colocando o primeiro nome legível do profissional e
carimbo do conselho de classe;
aa) Identificar impressos com nome completo do paciente e informações pessoais dos
mesmos com letra legível;
bb) Auxiliar o Enfermeiro (a) e o médico no preparo e execução de procedimentos
privativos;
cc) Encaminhar o material contaminado para o expurgo, só retornar para o posto com o
material se não foi usado ou contaminado;
dd) Fazer a separação do lixo conforme determinado pela CCIH: comum ou contaminado;
ee) Retirar as prescrições vencidas, deixando a das últimas 48h;
Retirar os excessos dentro das caixas de medicamentos do posto de enfermagem;
Realizar HGT, anotar resultados e fazer as correções de acordo com a prescrição médica;
Montar os descartex e realizar troca quando necessário;
Realizar limpeza e desinfecção das bandejas após uso;
Passar o plantão com os pacientes com a higiene preservada;
ff) Não executar prescrição de Enfermagem ou Médica em caso de identificação de erro e/ou
ilegibilidade da mesma, devendo esclarecer com o prescritor ou outro profissional e
registrar em prontuário as eventuais alterações consentidas.

35
OBSERVAÇÃO: Aos Auxiliares de enfermagem e ao pessoal que se encontra executando
tarefas de enfermagem não previstas em legislação na rede Ebserh, não cabe:
I – Prestar cuidados de Enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam
conhecimentos científicos adequados e capacidade de tomar decisões imediatas;
II – Realizar Sondagens;
III – Executar ações relacionadas à Terapia Nutricional;
IV – Prestar cuidados diretos de Enfermagem a pacientes graves com risco de vida;
V – Administrar medicamentos potencialmente perigosos (medicamento de alto risco ou
alta vigilância);
VI – Executar ações relacionadas à Hemoterapia.
Em relação às ações relacionadas à Hemoterapia, os auxiliares de enfermagem podem
executar cuidados de higiene e conforto ao paciente.

7.5 – TÉCNICO DE ENFERMAGEM RESPONSÁVEL PELO MATERIAL

 Apresentar-se para assumir o plantão de acordo com o seu horário estabelecido;


 Revisar todo material estéril de uso na unidade;
 Solicitar na CME o material estéril, nos horários pré-estabelecidos e quando necessário;
 Armazenar o material estéril em local próprio;
 Encaminhar o material usado para a CME, de acordo com o horário estabelecido;
 Abastecer e rotular as almotolias a cada 7 dias ou quando necessário;
 Encaminhar as almotolias usadas para a CME;
 Manter organizados e abastecidos os armários de reserva;
 Manter abastecidos as gavetas, caixas e armário do Posto de enfermagem;
 Abastecer os insumos da Sala de Procedimentos;
 Zelar e manter a ordem da Sala de Procedimento, Repouso, Rouparia, Expurgo e Arsenal;
 Comunicar ao Enfermeiro, a falta e/ou defeito de material permanente e de consumo;
 Realizar e encaminhar quando necessário OS para os setores de manutenção corretiva

36
predial.
 Realizar controle diário do cilindro de O2 e providenciar substituição Q/N através de
OS
 Realizar descongelamento de frigobar de medicação uma vez ao mês ou quando
necessário;
 Registrar a temperatura da geladeira diariamente, atentando para o horário e o
preenchimento completo da folha de registro;
 Realizar higienização dos depósitos das ampolas, das caixas da farmácia e das caixas
das soluções de grande volume do frigobar do PE;
 Encaminhar material e equipamentos com defeito para conserto, ou devolução;
 Realizar pedido de material ao Almoxarifado e dispensá-lo ao setor;
 Desempenhar outras tarefas quando designadas pela Coordenação de Enfermagem e/ou
pelos enfermeiros.
 Colaborar com o Enfermeiro na conferência e reposição dos seguintes material: CPCR;
Ambú; kit de aspiração e circuito do respirador.
 Colaborar com os estagiários;
 Cumprir escalas de serviço estabelecidas pela chefia ou seu substituto;
 Participar das reuniões de equipe, quando solicitado;
 Participar de treinamentos, cursos e eventos na área de Enfermagem;
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Cumprir regulamento, regimento ordem de serviço e portarias;
 Respeitar os princípios da ética e determinações legais de sua profissão;
 Manter relacionamento interpessoal positivo com a equipe de saúde.

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8 – ROTINAS ESPECÍFICAS DE OUTROS PROFISSIONAIS

8.1- ASSISTENTE ADMINISTRATIVO

 Apresentar-se ao serviço de acordo com o horário estabelecido;


 Tomar conhecimento dos procedimentos ocorridos no dia, através de relatório geral;
 Organizar os impressos a serem usados nos procedimentos, repondo os que estiverem em
quantidade insuficiente;
 Fazer o pedido de material de expediente ao almoxarifado, através do AGHU, conforme
rotinas do serviço;
 Solicitar ao SAME prontuários que ainda não estejam no setor;
 Organizar o prontuário para admissão do usuário;
 Iniciar o processo de admissão do usuário com a conferência dos seus dados no sistema;
 Preparar e afixar identificação nos leitos de pacientes recém-admitidos;
 Entregar o prontuário organizado para a equipe dar continuidade à internação;
 Manter comunicação eficaz com o NIR e seguir suas orientações para admissões e altas
dos usuários;
 Manter atualizado o Sistema AGHU;
 Protocolar e entregar prontuários de pacientes à Comissão de Revisão de Prontuários ou
diretamente ao faturamento;
 Revisar prontuários e mapas de pacientes;
 Manter organizados os prontuários dos pacientes;
 Atualizar diariamente o censo de pacientes;
 Entregar o Censo Mensal de pacientes à coordenação de enfermagem no 1° dia útil de
cada mês;
 Guardar exames dos pacientes no prontuário quando solicitado;
 Manter o quadro de usuários atualizado;
 Executar serviços de digitação quando solicitado;
 Atender ao telefone;

38
 Anotar e transmitir recados;
 Colaborar com os estagiários;
 Recolher o prontuário e identificação dos leitos dos pacientes que receberem alta;
 Manter organizada a sala de prescrição;
 Comunicar ao enfermeiro a necessidade de ausências do setor;
 Cumprir escalas de serviço estabelecidas pela chefia ou seu substituto;
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Cumprir regulamento, regimento, ordem de serviço e portarias;
 Respeitar os princípios da ética e determinações legais de sua profissão;
 Manter relacionamento interpessoal positivo com a equipe de saúde.
 Participar e fazer atas das reuniões com a equipe da unidade de Clínica Médica.

8.2- MAQUEIRO

 Apresentar-se ao serviço de acordo com o horário estabelecido;


 Transportar pacientes em dependências internas e externas da unidade hospitalar, bem
como auxiliá-los na sua colocação e retirada de veículos que os transportem.
 Providenciar cadeira de rodas ou maca para adequado transporte do paciente;
 Encaminhar pacientes para exames quando designado;
 Encaminhar pacientes para procedimentos agendados após autorização do Enfermeiro;
 Auxiliar a equipe de saúde na mobilização de pacientes, quando solicitado;
 Transportar o corpo até o necrotério do hospital após o preparo do mesmo pela equipe de
enfermagem;
 Manter a higienização dos equipamentos, (macas, cadeiras de rodas);
 Comunicar ao enfermeiro a necessidade de ausências do setor;
 Comunicar ao Enfermeiro falhas em equipamentos como cadeira de rodas, macas e leitos
 Transportar requisições de exames e material biológico ao laboratório devidamente
acondicionado em caixas específicas do laboratório.

39
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Cumprir regulamento, regimento, ordem de serviço e portarias;
 Respeitar os princípios da ética;
 Manter relacionamento interpessoal positivo com a equipe de saúde.

8.3 - AUXILIAR DE DOCUMENTAÇÃO

 Apresentar-se ao serviço de acordo com o horário estabelecido;


 Consultar a pasta de procedimentos a serem marcados;
 Protocolar e encaminhar guias de pareceres e exames para os setores correspondentes
para marcação;
 Entregar as requisições marcadas ao Enfermeiro;
 Protocolar e encaminhar as solicitações de exames laboratoriais ao laboratório;
 Confirmar os horários programados para exames específicos;
 Informar ao Enfermeiro e ao assistente administrativo os exames que foram
entregues/realizados e comunicar o motivo da não realização de algum que porventura
precisará ser reagendado;
 Acompanhar a equipe interdisciplinar em transferências de usuários para outros setores
do hospital;
 Encaminhar os pedidos da Farmácia e do Almoxarifado;
 Buscar material na UPS e Farmácia quando solicitado;
 Comunicar ao enfermeiro a necessidade de ausências do setor;
 Comunicar ao Enfermeiro falhas em equipamentos e instalações físicas, assim como,
ausência de material permanente;
 Cumprir escalas de serviço estabelecidas pela Coordenação ou seu substituto;
 Zelar pelo patrimônio da instituição;
 Cumprir regulamento, regimento, ordem de serviço e portarias;
 Respeitar os princípios da ética;

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 Manter relacionamento interpessoal positivo com a equipe de saúde.

9- NORMAS RELATIVAS A ADMISSÃO E ALTA DE PACIENTES

9.1. Os pacientes deverão ser recebidos para internação encaminhados pelo Núcleo de Regulação
Interna (NIR), portando o prontuário, identificação, pulseira e respectivo formulário de AIH
devidamente preenchido pelo médico que o encaminhou e respeitando a existência de vagas para
a referida especialidade.

9.2. O fluxo das admissões será disciplinado pela disponibilidade de leitos vagos informados ao
NIR, bem como a solicitação prévia dos mesmos.

9.3. A rotina de admissão do paciente enumera todas as providências e condutas necessárias à


chegada do paciente a Clínica.

9.4. Após avaliação médica ambulatorial, sendo constatada a necessidade de internação, os


pacientes são encaminhados por funcionários do setor ao NIR, para posteriormente serem
admitidos na Clínica de acordo com os números de vagas existentes.

9.5. As emergências são encaminhadas via Recepção para a Sala de Estabilização, sendo avaliado
pelo médico plantonista e havendo necessidade de admissão, será solicitada vaga para
internamento ao setor do Núcleo de Regulação Interna (NIR). Quando o hospital não dispuser de
vaga para o internamento, o NIR será responsável por regular vaga para outra instituição.

9.6. As altas hospitalares serão comunicadas com antecedência ao Enfermeiro de plantão, e o


paciente só será liberado para alta, após comunicação escrita na prescrição médica e com o resumo
de alta preenchido e a prévia comunicação ao paciente, bem como informar a saída do internamento
no AGHU com as devidas orientações quanto as medicações para o uso domiciliar,
encaminhamentos para as especialidades necessárias ao retorno e acompanhamento ambulatorial.

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9.7. Conferir ao prontuário do paciente: laudo médico, prescrição médica, exames anexos,
Histórico de Enfermagem, SAE e outros dados complementares.

9.8. Registrar o paciente no livro de admissões, de ocorrências, VIGIHOSP e AGHU.

9.9. As transferências de pacientes entre clínicas ou especialidades só serão realizadas a partir da


comunicação entre os médicos dos setores, com o preenchimento da Ficha de Resumo de Alta do
setor de origem e com disponibilidade de vaga no setor da admissão.

9.10. Orientar pacientes e familiares quanto à planta física, normas e rotinas da Unidade (contidas
na cartilha elaborada pelo o Grupo de Trabalho e Humanização GTH), acerca dos direitos e deveres
no âmbito da instituição hospitalar, encaminhar os acompanhamentos ao Serviço Social para as
orientações próprias do setor, cadastro dos acompanhantes e outras informações necessárias.

9.11. A rotina de transferência do paciente para outras instituições hospitalares enumera todas as
providências e condutas necessárias à saída do paciente da clínica.

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10- GLOSSÁRIO

LISTA DE SIGLAS

AGHU – Aplicativo de Gestão para Hospitais Universitários

CAT – Análise de Acidente de Trabalho

CCIH – Comissão de Controle de Infecção Hospitalar

CMA – Clínica Médica A

CMB – Clínica Médica B

CECAE – Centro Especializado de Cirurgia Ambulatorial e Endoscopia

CEROF – Centro de Referência Oftalmológica

CLT – Consolidação das Leis do Trabalho

CME – Central de Material esterilizado

CPCR – Carro de Parada Cardiorrespiratória

CPM – Conforme Prescrição Médica

GDC – Gestão de Desempenho por Competência

GEP – Gerência de Ensino e Pesquisa

GTH – Grupo de Trabalho e Humanização

LPP – Lesão por Pressão

NIR – Núcleo Interno de Regulação

NPT – Nutrição Parenteral

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NUVE – Núcleo de Vigilância Epidemiológica

OS – Ordem de Serviço

POP – Protocolo Operacional Padrão

RJU – Regime Jurídico Único

SAE – Sistematização da Assistência de Enfermagem

SAME – Serviço de Arquivo Médico e Estatística

SECAD – Serviço de Capacitação e Avaliação de Desempenho

SOST – Saúde Ocupacional e Segurança do Trabalho

SIASS – Subsistema Integrado de Atenção à Saúde do Servidor

SSVV – Sinais Vitais

SVD – Sonda Vesical de Demora

SVSSP – Setor de Vigilância em Saúde e Segurança do Paciente

UADF – Unidade de Abastecimento e Distribuição Farmacêutica

UPS – Unidade de Produtos para a Saúde

VIGIHOSP – Vigilância Hospitalar

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 7.498/1986. Disponível


em: http://www.portalcofen.gov.br/. Acesso em: 13/03/2018.

BRASIL. Conselho Federal de Enfermagem. Resolução COFEN 159/1993. Disponível em:


http://www.portalcofen.gov.br/. Acesso em: 15/03/2018.

HULW. Procedimento Operacional Padrão 2016. 1ª Edição. 2016.

EBSERH. Boletim de Serviço Nº 428. 02/07/2018.

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