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INSTITUTO SUPERIOR DE CIÊNCIAS E EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA

CURSO DE LICENCIATURA EM DIREITO

TRABALHO DE TÉCNICAS DE EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA

TEMA: O PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM NO ISCED

Guilhermina Ndikutwala Julita

Pemba, 18 de Abril de 2021


Índice
1. Introdução....................................................................................................................4

2. Objectivos da Pesquisa................................................................................................5

3. Metodologias...............................................................................................................5

4. Fundamentação Teórica...............................................................................................6

5. Processo de Construção do Conhecimento e Desenvolvimento Mental do Indivíduo6

6. Ensino e Aprendizagem...............................................................................................8

7. Características da Aprendizagem................................................................................9

8. Concepções de Conhecimento e Aprendizagem.......................................................10

9. O Processo de Ensino e Aprendizagem na Perspectiva de Skinner..........................11

10. O Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED..........................................................12

11. Educação A Distância................................................................................................12

12. Plataforma Moodle do ISCED...................................................................................13

13. Ensino e Aprendizagem do ISCED...........................................................................13

14. O Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED “Ensino Online”...............................14

15. Metodologia do Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED....................................15

16. Trabalho do Tutor no EAD Online do ISCED..........................................................15

17. Funcionalidades da Plataforma Moodle do ISCED para o Suporte dos Estudantes no


PEA............................................................................................................................16

18. Ferramentas de Interacção.........................................................................................16

19. Ferramentas de Avaliação.........................................................................................17

20. Considerações Finais.................................................................................................18

21. Referências Bibliográficas.........................................................................................19

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1. Introdução

Para SILVA (2008), actualmente o processo de ensino e aprendizagem passa por


muitos desencontros, surgindo conflitos em decorrência das Dificuldades de
Aprendizagem que se apresentam em alguns alunos. Tanto por omissão da escola, como
também por parte da família, podem resultar duas situações características: de um lado a
falta de formação específica do professor para trabalhar com este aluno o coloca em
uma situação de conflito, e de outro lado temos o aluno que se sente excluído e
fracassado por um sistema de ensino que visa apenas crianças que têm um bom
rendimento em sua aprendizagem.

Dentro de um ambiente escolar, conforme aponta SAMPAIO (2010),


encontramos uma diversidade muito grande. Por consequência disso, os problemas de
aprendizagem se manifestam de diferentes maneiras e sintomas se apresentam revelando
que algo não vai bem. Cada aluno é único na sua forma de ser, de aprender, bem como
também de não aprender.

O educador pode questionar-se quanto ao motivo de alguns aprenderem e outros


não, se a forma de ensinar é a mesma, no entanto, cada criança tem uma família, um
comportamento, culturas diferentes e certamente, os vínculos entre o professor e os
alunos serão diferenciados. Na sala de aula, existem alunos que conversam bastante, não
participam, se desconcentram, portanto, são chamados à atenção, levando broncas, e
tudo isso pode afectar a auto-estima e este vínculo que é importante para aprendizagem.

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2. Objectivos da Pesquisa
 Objectivo Geral

De acordo com MARCONI & LAKATOS (2003, p. 219), o objectivo geral “está
ligado a uma visão global e abrangente do tema”. Esta visão permite ao pesquisador
compreender o todo da pesquisa. Para ANDRADE (2009), o objectivo geral está ligado
ao tema de pesquisa. Assim sendo esta pesquisa tem por objectivo geral:

 Realizar uma pesquisa científica sobre o Processe de Ensino e


Aprendizagem no ISCED.
 Objectivos Específicos

De acordo com MARCONI & LAKATOS (2003, p. 219), os objectivos


específicos “apresentam carácter mais concreto. Permitindo, de um lado, atingir o
objectivo geral e, de outro, aplicá-lo a situações particulares.” Portanto, os objectivos
específicos são o desmembramento do objectivo geral, facilitando o percurso da
pesquisa. Para ANDRADE (2009), os objectivos específicos referem-se ao tema ou
assunto propriamente dito e definem as etapas que devem ser alcançadas para alcançar o
objectivo geral de pesquisa. Assim esta pesquisa tem por objectivos específicos:

 Abordar sobre o PEA do ISCED;


 Conceituar o Termo “Ensino e Aprendizagem”;
 Apresentar certas discussões de vários estudiosos do assunto acima
referido;
 Falar das Características da Aprendizagem.
3. Metodologias

Conforme LAKATOS (2006), a pesquisa científica é um procedimento sistemático


podendo ser baseados em pensamentos lógicos trazendo assim soluções para os
problemas a serem estudados, traçando assim um caminho de realidades e verdades.

Neste estudo, utilizou-se a pesquisa bibliográfica para a partir de matérias


publicadas sobre o tema, consulta de livros, artigos, podendo assim alcançar os
objectivos descritos.

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4. Fundamentação Teórica

Nesta secção, será fornecida a fundamentação teórica que embaçará todo o


assunto desse estudo, que dará suporte e irá justificar a proposta desse estudo, além de
definir, com mais precisão, os objectivos de sua pesquisa, evitando a repetição, na
íntegra, de estudos anteriores, já bem estabelecidos pela comunidade científica,
(FONTELLES et al., 2009).

Segundo VERGARA (2004), a fundamentação teórica objectiva apresentar


diversos estudos sobre o tema ou problema, já realizados por outros autores. Para tal, é
feita uma revisão na literatura tanto no acervo de teorias quanto em trabalhos realizados
que as tomam como referência. Logo, será apresentado neste capítulo todo o material
bibliográfico que dará ênfase ao assunto escolhido, de modo a apresentá-lo teoricamente
com base nos estudos existentes a fim de clarificar e tornar mais conhecido esse tema.

5. Processo de Construção do Conhecimento e Desenvolvimento Mental do


Indivíduo

A aprendizagem é um processo contínuo que ocorre durante toda a vida do


indivíduo, desde a mais tenra infância até a mais avançada velhice. Normalmente uma
criança deve aprender a andar e a falar; depois a ler e escrever, aprendizagens básicas
para atingir a cidadania e a participação activa na sociedade. Já os adultos precisam
aprender habilidades ligadas a algum tipo de trabalho que lhes forneça a satisfação das
suas necessidades básicas, algo que lhes garanta o sustento. As pessoas idosas embora
nossa sociedade seja reticente quanto às suas capacidades de aprendizagem podem
continuar aprendendo coisas complexas como um novo idioma ou ainda cursar uma
faculdade e virem a exercer uma nova profissão.

O desenvolvimento geral do indivíduo será resultado de suas potencialidades


genéticas e, sobretudo, das habilidades aprendidas durante as várias fases da vida. A
aprendizagem está directamente relacionada com o desenvolvimento cognitivo.

As passagens pelos estágios da vida são marcadas por constante aprendizagem.


“Vivendo e aprendendo”, diz a sabedoria popular. Assim, os indivíduos tendem a
melhorar suas realizações nas tarefas que a vida lhes impõe. A aprendizagem permite ao
sujeito compreender melhor as coisas que estão à sua volta, seus companheiros, a
natureza e a si mesmo, capacitando-o a ajustar-se ao seu ambiente físico e social.
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A teoria da instrução de JEROME BRUNER (1991), um autêntico representante
da abordagem cognitiva, traz contribuições significativas ao processo ensino-
aprendizagem, principalmente à aprendizagem desenvolvida nas escolas. Sendo uma
teoria cognitiva, apresenta a preocupação com os processos centrais do pensamento,
como organização do conhecimento, processamento de informação, raciocínio e tomada
de decisão. Considera a aprendizagem como um processo interno, mediado
cognitivamente, mais do que como um produto directo do ambiente, de factores
externos ao aprendiz. Apresenta-se como o principal defensor do método de
aprendizagem por descoberta (insight).

A teoria de BRUNER apresenta muitos pontos semelhantes às teorias de


GESTALT e de PIAGET. BRUNER considera a existência de estágios durante o
desenvolvimento cognitivo e propõe explicações similares às de Piaget, quanto ao
processo de aprendizagem. Atribui importância ao modo como o material a ser
aprendido é disposto, assim como GESTALT, valorizando o conceito de estrutura e
arranjos de ideias. “Aproveitar o potencial que o indivíduo traz e valorizar a curiosidade
natural da criança são princípios que devem ser observados pelo educador”, (BRUNER,
1991, p. 122).

A escola não deve perder de vista que a aprendizagem de um novo conceito


envolve a interacção com o já aprendido. Portanto, as experiências e vivências que o
aluno traz consigo favorecem novas aprendizagens. BRUNER chama a atenção para o
fato de que as matérias ou disciplinas tais como estão organizadas nos currículos,
constituem-se muitas vezes divisões artificiais do saber.

Segundo BOCK (2001), a preocupação de BRUNER é que a criança aprenda a


aprender correctamente, ainda que “correctamente” assuma, na prática, sentidos
diferentes para as diferentes faixas etárias. Para que se garanta uma aprendizagem
correcta, o ensino deverá assegurar a aquisição e permanência do aprendido
(memorização), de forma a facilitar a aprendizagem subsequente (transferência). Este é
um método não estruturado, portanto o professor deve estar preparado para lidar com
perguntas e situações diversas. O professor deve conhecer a fundo os conteúdos a serem
tratados.

O modelo de ensino e aprendizagem de DAVID P. AUSUBEL (1980),


caracteriza-se como um modelo cognitivo que apresenta peculiaridades bastante
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interessantes para os professores, pois centraliza-se, primordialmente, no processo de
aprendizagem tal como ocorre em sala de aula. Para AUSUBEL, aprendizagem
significa organização e integração do material aprendido na estrutura cognitiva,
estrutura esta na qual essa organização e integração se processam.

6. Ensino e Aprendizagem

O autor AUSUBEL (2003), propõe que os conhecimentos prévios dos alunos


sejam valorizados, para que possam construir estruturas mentais utilizando, como meio,
mapas conceituais que permitem descobrir e redescobrir outros conhecimentos,
caracterizando, assim, uma aprendizagem prazerosa e eficaz. Este autor distingue dois
eixos ou dimensões diferentes da Aprendizagem; aprendizagem significativa que está
relacionada como o aluno recebe os conteúdos que deve aprender: quanto mais se
aproxima do pólo de aprendizagem por descoberta, mais os conteúdos são recebidos de
modo não completamente acabado e o aluno deve defini-los ou descobri-los antes de
assimilá-los, inversamente, quanto mais se aproxima do pólo de aprendizagem
receptiva, mais os conteúdos a serem aprendidos são dados ao aluno em forma final, já
acabada. E aprendizagem memorísitica remete as relações substanciais entre os
conceitos que estão presentes na sua estrutura cognitiva e o novo conteúdo que é preciso
aprender.

Os autores PELIZZARI, KRIEGL, BARON, FINCK e DOROCINSKI (2002),


reforçam a teoria dizendo que a aprendizagem é muito mais significativa à medida que o
novo conteúdo é incorporado às estruturas de conhecimento de um aluno e adquire
significado a partir da relação com seu conhecimento prévio. E ao contrário, ela se torna
mecânica ou repetitiva, uma vez que se produziu menos essa incorporação e atribuição
de significado, e o novo conteúdo passa a ser armazenado isoladamente ou por meio de
associações arbitrárias na estrutura cognitiva.

O autor ANTONELLO (2006; citando DEWEY, 1966), diz que a aprendizagem


resulta de um processo de crescimento, ou seja, um processo contínuo, como parte do
desenvolvimento na vida do indivíduo. Embora ela ocorra em situações sociais, é o
indivíduo quem aprende, e o faz por meio de organização e reconstrução de sua
experiência. Ela envolve tantas acções como cognições, pois acções sem cognições são
de pouco valor em termos de aprendizagem; reflectir e pensar são esforços intencionais.

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7. Características da Aprendizagem

Existem diversos tipos de aprendizagem, consubstanciadas nas mais variadas


actividades da vida humana. Algumas aprendizagens se dão desde os primeiros anos de
vida e estão vinculadas ao quotidiano da pessoa, como: sentar, andar, falar, identificar e
pegar objectos, comer sozinha etc. Outras acontecem de forma sistemática em
instituições próprias, como a escola.

Estas aprendizagens estão relacionadas ao desenvolvimento da sociedade que, ao


longo dos tempos e de acordo com as diferentes culturas, define o que os indivíduos
devem saber nas várias áreas do conhecimento humano.

A aprendizagem é um processo crucial no desenvolvimento do homem,


(VYGOTSKY, 1989), como espécie e como ser que, ao longo de milhares de anos,
avançou de uma realidade primitiva para construir civilizações, descobrir importantes
conhecimentos científicos, viver novas formas de interacções sociais, tornando mais
complexos a si mesmo e ao mundo ao seu redor.

Apoiados em estudos da neurobiologia, FRIEDRICH e PREISS (2006),


ressaltam que, dada a plasticidade do cérebro e a possibilidade de milhares de
sinapses, isto é, a conexão entre os neurónios, as diversas situações de aprendizagem
modificam as capacidades cognitivas e cerebrais. Estas, por sua vez, ampliam nossa
capacidade de aprendizagem, de produção de bens, de recursos e de relações, ou ainda,
de transformações e adaptações permanentes. Deste modo, para os autores “todo ser
humano quer aprender a vida inteira, desde que nasce”, (p. 13), o que aporta ao aprender
o status de qualidade humana fundamental.

Embora a aprendizagem se dê também nas demais espécies animais, desde


insectos até primatas, é o ser humano aquele que possui capacidades de aprendizagens
mais complexas, desenvolvidas e com maior flexibilidade, (POZO, 2002). Graças à
aprendizagem, procriamo-nos da cultura e nos tornamos parte dela. Por conseguinte, sua
relevância social merece ser assinalada. Afinal, em todos os campos da vida humana,
especialmente no que se refere à educação, os fracassos e os êxitos na aprendizagem
têm repercussões importantes no desenvolvimento individual e colectivo de um povo.

A aprendizagem se produz nos mais variados contextos, seja em situações


formais ou informais, de forma planejada ou espontânea. Por conseguinte, é
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diversificada e contínua, isto é, estamos o tempo todo em situações que nos colocam
como aprendizes ao longo da vida. Múltiplas aprendizagens vão surgindo e sendo
incorporadas àquelas já existentes, permitindo a emergência de novas visões, novos
comportamentos, sentimentos e novas ideia, (LA ROSA, 2004).

8. Concepções de Conhecimento e Aprendizagem

Apesar desta conceituação geral da aprendizagem, este não é um conceito


simples e unânime. Há diferentes concepções de conhecimento que têm abordado a
aprendizagem de forma variada, centrando no aspecto externo, no aspecto interno ou na
interacção sujeito e meio. Elegemos quatro delas, amplamente discutidas no cenário da
Psicologia da Educação. São elas: Empirista, Inatista, Construtivista e a Histórico-
Cultural.

Acreditava-se que a sensação é a primeira fonte de todas as ideias. Esta visão


filosófica influenciou a ciência moderna, a psicologia comportamental norte-americana,
no início do século XX, assim como o contexto educacional.

Transpondo esta concepção para o cenário da escola, temos a estruturação do


ambiente escolar, os recursos metodológicos e a figura do professor como promotores
centrais da aprendizagem. Ocorre uma determinação do ambiente externo sobre a acção
do aluno em seu processo de conhecimento da realidade, o qual aprende por meio de
uma absorção passiva de conteúdos/actividades, (BECKER, 1994).

Do ponto de vista pedagógico, significa dizer que o aluno já traz uma espécie de
herança geneticamente determinada que o predispõe a aprender. As intervenções
externas são consideradas, porém possuem carácter secundário na aquisição do
conhecimento.

O aluno é percebido como passivo em seu processo de aprendizagem diante de


determinações internas, as quais se sobrepõem à interferência do professor. O ensino,
centrado no aluno o coloca em uma posição de pseudo-autonomia diante dos
conhecimentos, não enfatizando o papel de um mediador na consecução dos objectivos
pedagógicos. O papel do professor é o de quem deverá oferecer condições ao aluno para
que se desenvolva e para que faça crescer suas possibilidades (naturais) para aprender,
(CHARLOT, 1983).

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9. O Processo de Ensino e Aprendizagem na Perspectiva de Skinner

A concepção behaviorista de SKINNER sobre o processo de ensino baseia-se na


ênfase do método e na eficácia da estruturação dos recursos externos, como principais
promotores da aprendizagem. Esta ocorre em virtude da forma como esquemas de
reforçamento são organizados, para gerarem resultados, como podemos constatar nas
palavras do próprio SKINNER (1975):

“A aplicação do condicionamento operante é simples e directa. O ensino é um arranjo


de contingências sob as quais os alunos aprendem. Aprendem sem serem ensinados no
seu ambiente natural, mas os professores arranjam contingências especiais que aceleram
a aprendizagem, facilitando o aparecimento do comportamento que, de outro modo,
seria adquirido vagarosamente, ou assegurando o aparecimento do comportamento que
poderia, de outro modo, não ocorrer nunca,” (p. 62).

Para LUNA (2002), na análise do comportamento, o ensino é uma ação


planejada, a qual depende de um professor que organize, avalie e especifique a atividade
do aluno, as circunstâncias em que o aprendizado pode ocorrer e suas consequências:

“É o comportamento do aluno que deve ser analisado para que se verifiquem


suas necessidades em termos de aprendizagem, o repertório que ele traz para a
situação de ensino e as consequências capazes de interagir com ele e mantê-lo
se comportado. Desse ponto de vista, uma aula expositiva pelo menos para
alunos iniciantes – é a antítese da proposta skinneriana”, (p. 165).

Nesta perspectiva, SKINNER elaborou a ideia de um ensino programado, ou


seja, de uma programação dos objectivos e dos conteúdos da educação, expressas em
algumas características específicas, como:

“Estudo por meio de unidades de ensino ou disciplina, avançando por etapas.


Organização de sequências de ensino de acordo com as dificuldades surgidas.
Manutenção do aluno em permanente atividade. Auto-avaliação do aluno em situações
específicas. Feedback dado pelo professor. Ênfase no ensino individualizado e na
análise do comportamento do aluno, para identificar o que necessita aprender”.

Segundo LUNA (2002), para o behaviorismo:

Instruir significa instalar, alternar e eliminar comportamentos. Planejar a


instrução implica estabelecer sob quais condições os comportamentos são ou
não adequados/correctos para produzir alterações ambientais capazes de manter
uma intenção permanente (manutenção do que foi aprendido) ”, (p. 60).

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10. O Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED
11. Educação A Distância

Segundo SILVA (2004), “o ensino a distância é caracterizado pela separação


física entre o professor e o aluno e por um objectivo comum: disponibilizar um conjunto
de recursos e técnicas a pessoas que desejem estudar em regime de auto-aprendizagem.

Para LLAMAS citado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO


(2013), “EAD é uma estratégia educativa baseada na “aplicação da tecnologia à
aprendizagem e, por isso, não obedece a limites de lugar, tempo, ocupação ou idade.
Situação que gera novos papéis para alunos e professores, bem como novas atitudes e
novos enfoques metodológicos”.

A Educação a Distância é um tipo de ensino que atravessa as barreiras


geográficas temporais e de espaço, co o objectivo de assegurar que a educação para
todos. Ou seja, no EAD, o processo de ensino e aprendizagem não esta centrada na
figura do professor e do aluno numa sala de aula, mas, acredita-se que todos indivíduos
têm capacidades e habilidades para aprender onde quer que esteja, desde momento que
haja um orientador para definir as directrizes.

O EAD assenta-se sobre os pressupostos de que o processo de ensino-


aprendizagem pode ser visto como a busca de “uma aprendizagem autónoma,
independente, em que o aluno se converte em sujeito de sua própria aprendizagem e
centro de todo o sistema”, (RIANO citado pela UNIVERSIDADE FEDERAL DO
MARANHÃO 2013).

Para MUGNOL (2009), o processo educacional à distância é reconhecido como


centrado no aluno e mediado pelas tecnologias da sociedade da informação, fato esse
que leva à necessidade de se investigar como alunos e instrutores, com o uso das novas
tecnologias, podem colaborar para gerar novos conhecimentos. Ou seja, o processo de
ensino e aprendizagem à distância é centrado no aluno e mediado pelas tecnologias de
informação e comunicação.

MUGNOL (2009), afirma que a metodologia aplicada na EAD prima pela


conscientização dos alunos sobre o seu papel no resultado das actividades académicas
para o seu aprendizado.

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12. Plataforma Moodle do ISCED

Plataforma - É um espaço virtual de gestão da aprendizagem do estudante. Na


plataforma o estudante encontra o material de estudos, participa nos fóruns, realiza
trabalhos práticos, resolve exercícios, interage com os demais estudantes e com o tutor.

Moodle - “É um sistema de gestão do ensino e aprendizagem (conhecidos por


suas siglas em inglês, LMS - Learning Management System, ou CMS - Course
Management System), ou seja, é um aplicativo desenvolvido para ajudar os educadores
a criar cursos on-line, ou suporte on-line a cursos presenciais, de alta qualidade e com
muitos tipos de recursos disponíveis, (SABBATINE: 2007).

Seguindo a ideia do SABBATINE (2007), percebe-se que a plataforma Moodle


não suporta apenas cursos a distancia ou online mas também pode servir de instrumento
de apoio para os cursos presenciais. É na verdade um aplicativo bastante rico e pode-se
comparar a uma escola/sala de aulas, pois, tem condições e ferramentas para distribuir
todas as actividades, desde os horários, criação de turas, alocação de docentes, materiais
de aula (livros, fichas de apoio), avaliações, produção de pauta, trabalhos individuais e
em grupos, ou seja, é um campo interactivo em função das actividades que são alocadas.

Na visão do ISCED, a plataforma Moodle é um Sistema de Gestão de Ensino e


Aprendizagem (SGEA) de Fonte Aberta que as universidades, colégios, escolas,
empresas e até mesmo instrutores individuais usam para adicionar a tecnologia web para
seus cursos. É um campo de Ensino e Aprendizagem num Ambiente Virtual e aberto,
onde o estudante interagi com os tutores e colegas, tem acesso ao material de estudo,
aos exercícios, vídeo-aulas, trabalhos de campo e de assimilação de matérias, aulas,
Chat, Fóruns, avaliações, acompanhamento do aproveitamento pedagógica assim como
a situação financeira.

13. Ensino e Aprendizagem do ISCED

O processo de ensino faz a interacção entre dois momentos fundamentais: a


transmissão e assimilação activa, tanto de conhecimentos quanto de habilidades. No
processo ensino-aprendizagem, em qualquer contexto em que se esteja inserido, é
necessário que se conheça os conceitos que integram este processo como elementos
fundamentais para uma aprendizagem de qualidade, (BELLO citado por JUNIOR &
CAMARA: 2015).
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O ensino existe para motivar a aprendizagem, orienta-la, dirigi-la, existindo
sempre para a eficiência da mesma. Desta forma, o ensino seria, então, o principal factor
de estimulação intelectual, (PILETTI citado por JUNIOR & CAMARA: 2015).
Enquanto RODRIGUES citado por (JUNIOR & CAMARA: 2015), sublinha a
necessidade de considerar o nível de conhecimento, as experiencias que proporcionam
uma transmissão progressiva das capacidades cognitivas como intelectuais no processo
de ensino para que haja uma aprendizagem efectiva.

Hoje, o conceito de ensino-aprendizagem deve ser amplamente discutido e


aplicado, visto que a cada dia novas abordagens, metodologias, técnicas e
desenvolvimento vem marcando a sociedade e o mundo inteiro. Comparando as
diferentes foras de ensino e aprendizagem (presencias, semipresencial e a distância),
pode-se perceber que a filosofia e os pressupostos aplicados não são os mesmos.

No EAD acredita-se que todo individuo tem potencial para aprender, tem
capacidade de evoluir, de integrar sempre novas experiências e dimensões do cotidiano
desde momento que queira, ou seja, o aluno esta consciente do seu papel no processo
educativo.

Assim, entende-se que o processo de ensino e aprendizagem é uma integração


dialéctica entre o instrutivo e o educativo que tem como propósito essencial contribuir
para a formação integral da personalidade do aluno, pois, existem características iguais
entre ensinar e aprender.

14. O Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED “Ensino Online”

Segundo CARVALHO & SILVA (2004), o EAD no regime eLearning


considera-se a flexibilidade temporal e espacial nas aprendizagens, a autonomia, a
mediação interpessoal, social e tecnológica, a colaboração e a interacção são princípios
que lhes são transversais.

Segundo o ISCED (2017), o Ensino a Distância e eLearning, a aprendizagem


está centralizado no estudante, sendo este o principal agente, com suporte a uma
plataforma virtual de aprendizagem.

O Ensino Online preconiza a utilização das tecnologias de Informação e


Comunicação. Com a Internet, o ensino a distância tornou-se um fortíssimo instrumento

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pedagógico. Este tipo de ensino te múltiplas vantagens como: economia de tempo e
dinheiro; aumenta o nível de responsabilidade do estudante; valoriza todas as
experiencias dos estudantes e aumenta o nível de intersecção entre eles; enfatiza a
comunicação; possibilita a flexibilidade e inovação no processo educativo; todos têm
oportunidade para partilhar os seus conhecimentos; e, aumenta o nível de acesso ao
ensino superior.

15. Metodologia do Processo Ensino-Aprendizagem do ISCED

Por se tratar de Ensino à Distância, os cursos oferecidos pelo ISCED obedecem


a uma estratégia de operacionalização dos princípios e dos fins da educação permanente
e aberta, de tal maneira que qualquer pessoa, independentemente do tempo e do espaço,
seja um sujeito protagonista da sua própria aprendizagem, graças ao uso sistemático de
materiais educativos, reforçado por diferentes meios e formas de comunicação
comummente utilizados nas TICs. Para ale destes elementos acima indicados, a
plataforma Moodle é o principal campo de aprendizagem.

16. Trabalho do Tutor no EAD Online do ISCED

No modelo de EAD, é necessário destacar que a docência se dá em grupo,


incluindo diversas posições docentes como: o Coordenador docente – responsável por
acompanhar o trabalho dos/das docentes de turma; há também o professor da disciplina
que é o principal autor do plano de ensino, e também actua como formador dos docentes
de turma, também chamados de tutores, (FERREIRA, 2013).

Tutor é o orientador do estudante em Educação à Distância (EAD), cuja função


principal é a de acompanhar a vida académica dos estudantes, apontando caminhos,
encontrando soluções e propostas para determinados problemas e avaliando o
rendimento da aprendizagem do estudante, em aspectos gerais do curso assim como,
num determinado módulo. O tutor, respeitando a autonomia da aprendizagem de cada
estudante, orienta, facilita, dirige e supervisiona, constantemente, o processo de ensino-
aprendizagem. O tutor é o professor, o facilitador, o educador integral de um grupo de
estudantes, (ISCED, 2016:2).

De acordo com FERREIRA (2013:5), tanto no ensino presencial quanto a


distância, a docência compreende o ensinar e o aprender, sendo assim o professor deve
se colocar na posição de quem não é o único capaz de saber, pois além de não saber
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tudo, deve considerar estudantes como pessoas plenas, com passado e com história, com
conhecimento de mundo.

17. Funcionalidades da Plataforma Moodle do ISCED para o Suporte dos


Estudantes no PEA

Vitrine Online - É o campus virtual no qual o estudante tem acesso a


informações importantes para o seu suporte. Nela constam: Regulamentos; Calendário
académico e de exames; e respectivos locais; Tutórias de apoio ao estudante; Edital de
matrículas, entre outros documentos considerados úteis para o consumo do estudante e
do público em geral.

Disposição das Disciplinas - O estudante ao aceder a plataforma Moodle do


ISCED, tem acesso as disciplinas que decorrem num determinado bloco, sendo que para
cada bloco decorrem de entre 3 a 4 disciplinas. Esta disposição é feita em sincronização
com a Plataforma e-SURA, onde inicia toda performance do estudante a partir do
momento em que ele se matricula e é considerado estudante do ISCED.

18. Ferramentas de Interacção

Fórum - É um espaço as sincrónico de debate, em torno de um tema (ou


situação problemática), com participação obrigatória dos estudantes e moderação do
tutor. Para a realização do fórum, o tutor lança (propõe) o tema (ou situação
problemática) e os estudantes, de forma individual colocam, com base numa
fundamentação teórica, os seus pontos de vista. Os estudantes interagem entre si, com
moderação do tutor. Finaliza-se o fórum com uma conclusão em torno do tema (ou
situação problemática).

Chat - É um espaço sincrónico de interacção estudante-estudante e estudante-


tutor, em torno de um tema (ou situação problemática) previamente agendado pelo tutor.
Aqui o estudante e o tutor devem estar online simultaneamente para que possam
interagir. Aqui os estudantes deixam ficar as suas principais dificuldades ou dúvidas
sobre os conteúdos abordados no módulo, cabendo ao tutor dar a devida atenção e
satisfação das inquietações ou orienta-los para a busca de soluções.

Mensagens - É uma ferramenta de interactividade assíncrona cujo objectivo é


auxiliar a comunicação entre estudantes, estudante/tutor e estudante coordenação do

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curso. As mensagens estão directamente ligadas ao email institucional dos usuários
como forma a chamar atenção para a intervenção do receptor sobre o conteúdo da
mensagem.

Wiki - Esta ferramenta permite que os participantes trabalhem em conjunto, de


forma assíncrona, numa mesma página (documento) para adicionar, expandir e alterar
conteúdos, sendo que as versões anteriores nunca serão eliminadas, podendo ser
restauradas. Trata-se de uma ferramenta especialmente interessante para actividades de
colaboração (trabalho de grupo) uma vez que permite trabalho em rede ao nível da
criação de páginas com um simples editor html do moodle.

Vídeo-conferências - Esta ferramenta permite a interacção com suporte ao


softwere Webex, que permite aos estudantes interagirem com o tutor em simultâneo,
sobre tudo em casos de aulas práticas, de forma a tornar os conteúdos mais perceptíveis.

19. Ferramentas de Avaliação

Testes de Auto-Avaliação - Permite ao estudante fazer uma avaliação do seu


grau de assimilação sobre um determinado tema.

Teste de Avaliação - Também designado por avaliação de frequência, permite


ao estudante apurar o seu nível de conhecimento adquirido e prepara-lo para os exames
de um determinado módulo.

Online Desk (Secretária Online) - Neste campo, o estudante tem acesso a


Avaliações sumárias e detalhadas; Detalhes financeiros; Atualizações de perfil;
Mensagens; Bilhetes (tickets); Análise do progresso; Matrículas e Contactos útteis.

Avaliações - Este serviço permite ao estudante, fazer um acompanhamento do


seu aproveitamento pedagógico na plataforma, onde ele visualiza as suas avaliações
sumárias e avaliações detalhadas.

Biblioteca Virtual - A bibliografia recomendada que consta na página inicial de


cada disciplina, está ligada a uma hiperligação que direcciona o estudante a uma
biblioteca virtual do ISCED através de um clique numa determinada referência
bibliográfica. Esta, permite a que o estudante não só utilize o módulo como referência,
mas também que tenha a oportunidade de ler outros manuais e artigos científicos.

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20. Considerações Finais

Concluí-se dizendo que a relação entre ensino e aprendizagem não é mecânica,


não é uma simples transmissão do professor que ensina para o aluno que aprende. Ao
contrário, é uma relação recíproca na qual se destacam o papel dirigente do professor e a
actividade dos alunos.

Quanto ao ensino do ISCED pode-se concluir que a utilização de fóruns, chats,


wikis, vídeos e testes de autoavaliação, permitem incrementar a da participação dos
estudantes quer em quantidade, tanto em qualidade das suas intervenções, pelo
desenvolvimento da capacidade de análise critica sobretudo nos fóruns e wiks.

Estas ferramentas tem-se demonstrado óptimas para o processo de ensino-


aprendizagem, pois permitem uma maior interactividade entre os participantes e
estimula a edificação do conhecimento científico através de partilha de experiências de
forma conjunta e compartilhada num só ambiente virtual, aproximando cada vez mais
os seus usuários.

Embora estas ferramentas sejam consideradas muito importantes no processo de


ensino-aprendizagem, tem-se demonstrado que, a maior participação dos estudantes
destacam-se nos testes de frequência pois, estes influenciam directamente no
aproveitamento do estudante. Desta forma, há cada vez mais a necessidade de continuar
a incentivar os estudantes a participarem e a explorarem mais as ferramentas de
aprendizagem (fóruns, chats, wikis) pois, permitem maior interacção colaborativa dos
participantes.

Por fim, o ensino à distância passou a incorporar de forma articulada e integrada


os princípios, processos e produtos que o desenvolvimento científico e tecnológico veio
colocar ao serviço da comunicação e da informação. As novas metodologias e técnicas
foram incorporadas no sistema educativo em resposta ao desenvolvimento tecnológico
que se regista nos últimos anos, novas abordagens, escolas e instituições procuram
desenhar e desenvolver cursos adaptando-os a realidade do quotidiano, abrindo novos
horizontes para a educação à distância.

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21. Referências Bibliográficas

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