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Aprendizagem Socioemocional e Educação Emocional

Educação Emocional
A Educação Emocional não nos ensina a sentir a emoção – ter as emoções é inato, não precisamos
aprender a senti-las. 

Educação Emocional é o processo de aprender sobre as emoções humanas, perceber as emoções em si


e nos outros e sua influência nas tomadas de decisões. É saber compreender, explicar, regular e lidar no
manejo dos conflitos pessoais e interpessoais, desenvolvendo conhecimentos e aptidões que permitam
novas formas de ser e agir. 

O Programa de Educação Emocional do Projeto Cuca Legal tem como base estudos que corroboram que
os indivíduos podem se conscientizar e aprender sobre suas emoções para melhor conviver e alcançar o
seu bem-estar. Trabalha para a percepção, identificação, nomeação e manejo de emoções e sentimentos,
tais como: raiva, ansiedade, tristeza, medo, satisfação, dentre outros. 

A Educação Emocional faz parte do processo de Aprendizagem Socioemocional. 

Aprendizagem Socioemocional
A Aprendizagem Socioemocional considera o aspecto emocional e amplia o social, com ênfase no
desenvolvimento de competências que permitam os indivíduos atingirem objetivos positivos,
estabelecerem e manterem relações construtivas e tomarem decisões responsáveis. 

Aprendizagem Socioemocional foi um termo definido em 1994 por pesquisadores da área da saúde e
educação numa conferência realizada no Instituto Fetzer em Michigan, EUA. 

É o processo pelo qual se adquire e aplica conhecimentos, habilidades e atitudes para atingir objetivos
positivos, sentir e mostrar empatia, estabelecer e manter relações positivas e tomar decisões
responsáveis. Essas habilidades auxiliam a pessoa a lidar consigo mesma e com os outros, a executar
tarefas (estudo, trabalho, etc.) de maneira competente e ética. 

Foi organizado um conjunto de habilidades socioemocionais relacionadas aos domínios intrapessoais,


interpessoais e cognitivos. De acordo com o CASEL (Collaborative for Academic, Social and Emotional
Learning) estas habilidades foram separadas em cinco competências:

As 5 Competências

AUTOCONHECIMENTO Reconhecimento das próprias emoções, valores, forças,


limitações e autoeficácia.

AUTOGESTÃO Autogerenciamento de comportamentos e emoções a fim de se


atingir uma meta. Motivação, disciplina e persistência ante desafios.

PERCEPÇÃO SOCIAL Cuidado e percepção com outras pessoas, empatia, aceitar


sentimentos diferentes do seu, apreciar a diversidade e respeitar o próximo.

HABILIDADES DE RELACIONAMENTO Formação de parcerias positivas,


pautadas pelo compromisso, cooperação, comunicação efetiva, flexibilidade na
negociação de acordos para lidar satisfatoriamente com conflitos, saber pedir e prover
ajuda.

TOMADA DE DECISÃO RESPONSÁVEL Ser capaz de identificar verdadeiros


problemas, analisar, refletir sobre a situação; ter habilidade de resolução de problemas
baseado em preceitos éticos, morais e com fins construtivos.
Importância da Educação Emocional e Aprendizagem Socioemocional

O conhecimento das emoções permite um novo modo de ser, pensar e agir. Uma pessoa que conhece a
si mesma, terá condições de perceber e respeitar as emoções dos seus semelhantes. A Educação
Emocional fomenta a concepção de valores fundamentais para o desenvolvimento pessoal e manutenção
de uma relação saudável do indivíduo com seus pares. 

Com mais recursos internos e melhor desempenho emocional, adultos e crianças podem desenvolver
suas potencialidades e habilidades interpessoais. Pesquisas mostram que ter competências
socioemocionais aumenta os fatores de proteção, favorecem o desenvolvimento saudável do indivíduo,
contribuindo para a saúde psicológica, a aprendizagem acadêmica, o exercício da cidadania e o sucesso
pessoal e profissional. 

O Projeto Cuca Legal promove a Educação Emocional e Aprendizagem Socioemocional mediante


reflexão sobre emoções, sentimentos e comportamento humano baseados em informações e
conhecimentos advindos das Neurociências de como lidar melhor com as emoções para motivar
mudanças espontâneas e eficazes nas relações pessoais, interpessoais e profissionais. Disponibiliza
vivências e exercícios práticos, que integram corpo, mente e emoções que ajudam a interiorizar os
conhecimentos adquiridos a fim de incorporá-los no dia a dia. 

Indicação de Referências

CASEL (Collaborative for Academic, Social and Emotional Learning): http://www.casel.org 


GARDNER, Howard. Inteligências Múltiplas: a teoria na prática. Porto Alegre: Artes Médicas, 1995 
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria que redefine o que é ser inteligente. Rio de Janeiro:
Objetiva, 2001. 
WEDDERHOFF, Elísio. Educação emocional: Um novo paradigma pedagógico? Disponível
em: http://www.periodicos.udesc.br/index.php/linhas/article/viewFile/1299/1110

Atenção Plena (Mindfulness)


Mindfulness é a tradução em inglês de atenção plena. 

A prática de atenção plena é um processo. A primeira etapa é a prática da atenção focada,


desenvolvendo a autoconsciência por meio de uma âncora. A percepção do corpo, da respiração, do som,
mantra, palavras, entre outras. Dirigimos a mente e concentramos num determinado objetivo ou objeto. A
segunda etapa, demanda consciência emocional e poderia ser descrita como coração pleno, ou
consciência compassiva e gentil. 

É focar a atenção no seu corpo, na sua respiração, registrando as sensações, emoções e pensamentos,
momento a momento. Estar consciente de si, chamar a mente de volta, evitando a divagação e o
automatismo. A atenção plena precisa ser cultivada e praticada diariamente.

Por que é tão relevante nos dias de hoje?


Parte-se do princípio de que para manejar as emoções é necessário reconhecê-las e identificá-las. Isto só
será possível se estivermos atentos às nossas sensações, percepções, pensamentos, emoções e
sentimentos. 

Para qualificarmos a atenção, devemos desacelerar o fazer e cultivar o ser e o estar, o que nos leva ao
estado de consciência. 

A amígdala é a parte emocional do cérebro e que reage a situações sem pensar. O córtex é a parte do
cérebro que nos ajuda a prestar atenção, controlar o comportamento e refletir. Quando praticamos a
atenção plena, o córtex é capaz de assumir o controle sobre a reação por parte da amígdala. 

A prática da atenção plena nos leva à consciência do que pensamos, falamos, agimos e reagimos na vida
cotidiana. Consciência de como algumas situações da vida cotidiana tem impacto no nosso corpo, na
nossa mente e no nosso coração. 

O Cuca Legal e a Prática de Atenção Plena


A atenção plena potencializa a conscientização por meio do autoconhecimento, favorece a saúde mental
e o desenvolvimento de habilidades socioemocionais. Torna-se assim, um dos pilares fundamentais na
atuação do Programa Cuca Legal. 

O Projeto Cuca Legal promove vivências por meio de práticas atencionais, focando em objetos, como o
físico (corpo e respiração), o psicofísico (mente e respiração) e a ética (mente e valores). Vivenciar a
abertura para aceitação das coisas como elas são, conectando com as pessoas e o mundo,
desenvolvendo a compaixão

Indicação de Referências

• Broderick PC, Frank JL. Learning to BREATHE: an intervention to foster mindfulness in adolescence.
New Dir Youth Dev. 2014 Summer;2014(142):31-44. 
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/25100493 

• Burch V. Viva bem com a dor e a doença: o método de atenção plena. Trad. Márcia Epstein. São Paulo:
Summus, 2011. 

• Davison RJ. O estilo emocional do cérebro. Rio de Janeiro: Sextante, 2013. 

• Diskin L. Workshop: Atenção e concentração nas práticas meditativas. São Paulo: Apostila Palas
Athena, 2015. 

• Kabat-Zinn J. Wherever you go, there you are: mindfulness meditation in everyday life. Nova York:
Hyperius; 2004. 

• Kuyken W, Weare K, Ukoumunne OC, Vicary R, Motton N, Burnett R, Cullen C, Hennelly S, Huppert F.
Effectiveness of the Mindfulness in Schools Programme: non-randomised controlled feasibility study. Br J
Psychiatry. 2013 Aug;203(2):126-31. 
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23787061

• Torjesen I. Benefits of teaching mindfulness at school will be assessed. BMJ. 2015 Jul 16;351:h3872. 
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/26187061

Dinâmica inter-relacionais
Promover dinâmicas inter-relacionais propicia o desenvolvimento de competências socioemocionais. Uma
dessas metodologias é a Roda de Conversa, utilizada orginalmente na Educação Popular. Consiste em
dialogar em grupo sobre temas pertinentes e construir conhecimento coletivamente, a partir da
experiência e reflexões do grupo. Seus membros têm participação ativa, assim como o mediador, ou seja,
direito a voz e ouvidos, de maneira dialógica. Para que ocorra a Roda de Conversa são requisitos
básicos: respeito, diálogo, diversidade de pessoas, ideias e opiniões.

Capacitação em Saúde Mental para Educadores


Apresentação
Os transtornos mentais na infância/adolescência podem levar a problemas de comportamento, uso de
drogas e evasão escolar. A OMS (Organização Mundial de Saúde) tem ressaltado a importância de
programas de intervenção em saúde mental na escola. 
A Capacitação em Saúde Mental para Educadores leva conhecimentos que favorecem a escola como
um espaço de promoção e prevenção em Saúde Mental, diminuindo o estigma e ampliando sua
capacidade de apoio e encaminhamento adequado. O objetivo é empoderar os educadores com
conhecimentos científicos de ponta, operacionalizados para os profissionais.

Estrutura

A Capacitação tem carga horária total de 32 (trinta e duas) horas, podendo ser divididas em 4 (quatro)
ou 8 (oito) encontros.
Número de participantes: grupos de até 40 participantes.

Conteúdo

1. Saúde Mental X Transtornos Mentais


2. Compreendendo os Transtornos Mentais e o uso de drogas
3. O impacto do estigma nos Transtornos Mentais
4. Buscando ajuda e encontrando apoio
5. Cultivando a Saúde Mental

Oficina da Saúde Emocional à Saúde Mental


Apresentação
A Oficina Da Saúde Emocional à Saúde Mental busca ampliar a compreensão dos conceitos de Saúde
Emocional, Saúde Mental e como fazer da instituição um espaço de promoção de saúde. 
Oferece aos profissionais um instrumento reconhecido internacionalmente para auxiliar a observação de
comportamentos e atitudes dos indivíduos que exijam encaminhamentos. 
 
Estrutura
A Oficina envolve dois (2) encontros de três (3) horas cada um. Acontece nas dependências da escola.
Número de participantes: grupos de até 40 participantes.

Conteúdo
1. Saúde Mental
2. Neurociência do desenvolvimento
3. Aprendizagem Socioemocional e Educação Emocional
4. Conhecendo os Transtornos Mentais
5. SDQ – conhecendo e aplicando o instrumento 

Palestra Escola de Cuca Legal


Apresentação
As Palestras Escola de Cuca Legal são oferecidas à equipe gestora, professores e às famílias e têm
como objetivo a difusão de conhecimentos baseados na Neurociência, na Psicologia Cognitiva e nas
Práticas de Atenção Plena para ampliar a compreensão dos aspectos envolvidos na aprendizagem,
favorecendo o direcionamento de ações educativas. 
As Palestras são oferecidas nas dependências da escola, sem limite de participantes e com duração de
duas horas cada uma. 
 
Temas
1. Neurodesenvolvimento, emoções e aprendizagem
Objetivo: estabelecer as relações entre o neurodesenvolvimento infantil e o modo de lidar com as
emoções, o impacto das habilidades socioemocionais na aprendizagem e na formação do aluno.

2. Impacto da neurociência na aprendizagem: sua implicação no desenvolvimento cognitivo


Objetivo: esclarecer o que são as Funções Executivas, como se relacionam com a aprendizagem e
formas de promover seu desenvolvimento.

3. Saúde emocional e mental – limites e interfaces


Objetivo: compreender o conceito de Saúde Mental, estabelecendo os limites entre a normalidade e os
transtornos, tais como Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), Depressão, entre
outros. Ampliar o entendimento da instituição como espaço de promoção da saúde que favorece o
desenvolvimento integral do indivíduo.

4. Promovendo um clima escolar favorável: as emoções agradáveis e a atenção plena


(Mindfulness)
Objetivo: entender como as Emoções Agradáveis podem ser fomentadas para a melhora do clima
relacional e na promoção da Saúde Emocional;compreender os princípios e algumas práticas de Atenção
Plena (Mindfulness) como forma de lidar melhor com a dimensão emocional e aumentar as habilidades de
foco e atenção.

5. O dilema da autoridade: overparenting x permissividade


Objetivo: compreender o papel da autoridade, como estabelecer limites e contribuir para a construção da
autonomia.

6. Álcool, maconha e outras drogas: o desafio da prevenção e cuidado


Objetivo: a partir de pesquisas recentes, ampliar o entendimento sobre o impacto do uso do álcool,
maconha e outras substâncias no desenvolvimento cognitivo e emocional de crianças e jovens, assim
como estratégias reconhecidas para que a escola possa ser um espaço efetivo de prevenção e apoio.

7. Violência e  Bullying: como reconhecer e intervir


Objetivo: conhecer os diversos modos como a violência pode se manifestar e suas consequências.
Entender as especificidades do bullying, como identificá-lo e como intervir positivamente com “todos” os
envolvidos.

8. Atenção Plena (Mindfulness): caminhos para lidar com as emoções


Objetivo: perceber e identificar as próprias emoções, sentimentos e pensamentos, desenvolvendo a
compaixão e o bem estar socioemocional. Práticas de Atenção Plena (Mindfulness) para o manejo das
emoções, aspectos cerebrais e comportamentais.

9. Desafios da inclusão escolar: estamos preparados?


Objetivo: compreender como, de fato, a escola pode encontrar caminhos para se tornar um espaço efetivo
de inclusão frente ao desafio entre atender às necessidades específicas dos alunos e promover a
integração, assegurando uma educação de qualidade.

10. Burnout: seu impacto na prática profissional


Objetivo: ampliar os conhecimentos sobre o Burnout e de que modo pode afetar a vida profissional e a
qualidade de vida. Entender como as instituições podem apoiar os profissionais e ações de prevenção.
DEFINIÇÃO
"Aprendizagem de habilidades socioemocionais é uma das
estratégias mais significativas disponíveis hoje para promover
sucesso acadêmico estudantil e reformas escolares eficazes.
Pesquisas extensas descobriram que a aprendizagem
socioemocional melhora resultados acadêmicos, ajuda alunos
a desenvolver autocontrole, melhora as relações da escola com
a comunidade, redução de conflitos entre os alunos, mantém o
controle da sala de aula e ajuda jovens a serem mais
saudáveis e bem sucedidos na escola e na vida."
CASEL -The Collaborative for Academic, Social and Emotional
Learning
Aprendizagem socioemocional é um termo utilizado para
explicar o processo pelo qual ensinamos e aprendemos
competências socioemocionais.
Ao adquirir uma competência, adquire-se a capacidade de
mobilizar os mais variados recursos de forma criativa e
inovadora. Para a consolidação de uma competência é
necessário que um conjunto de habilidades, comportamentos e
atitudes sejam desenvolvidos, e a mesma habilidade pode
contribuir para competências diversas.
O CASEL define como essenciais as seguintes competências
socioemocionais
O "Big Five", ou seja, os Grandes Cinco, é um termo que
remete à características e traços da personalidade humana.
Esses são Amabilidade, Conscenciosidade, Abertura a Novas
Experiências, Extroversão e Estabilidade Emocional.
Analisando esses traços, observa-se tendências das atitudes
humanas na vida moderna.
Aprendizagem socioemocional é portanto, o processo
desenvolvido e escolhido para ensinar as habilidades
necessárias para adquirir competências socioemocionais. O
quadro abaixo demonstra exemplos das habilidades
relacionadas a cada competência.
Competência Socioemocional Habilidades relacionadas a cada co

 Identificar e reconhecer emoções próprias e de outros.


1 - Autoconhecimento é a competência  Identificar o que causa cada uma das emoções.
de reconhecer as próprias capacidades,  Analisar emoções e como elas afetam os outros.
valores, motivações e emoções;  Reconhecer dificuldades e facilidades próprias.
compreender como é percebido e  Identificar seus valores e necessidades.
interpretado por outras pessoas.  Autoestima e eficiência pessoal.

 Planejar e trabalhar para objetivos pessoais.


 Passar por obstáculos e criar estratégias para objetivos de longo prazo
 Monitorar o próprio progresso.
 Regular impulsos, agressividade, comportamentos autodestrutíveis.
2 - Autorregulação é a capacidade de
 Gerenciar stress pessoal e interpessoal.
gerenciar emoções, pensamentos e
 Controlar atenção e ignorar distrações.
comportamentos; estabelecer metas, se
motivar e alcançar objetivos.  Demostrar otimismo, motivação positiva, e esperança.
 Buscar ajuda quando necessário.
 Demonstrar resiliência, perseverança e determinação.
 Defender a si mesmo.

 Identificar indicadores sociais (verbais, físicos) para determinar como


 Prever reações e emoções alheias.
3 - Sociabilidade permite que indivíduos
 Respeitar os outros (escutar atentamente, focar atenção).
levem em consideração perspectivas
 Entender o ponto de vista e a perspectiva do outro.
alheias e sejam empáticos com outras
pessoas.  Apreciar diversidade (reconhecer semelhanças e diferenças individua
 Identificar e utilizar recursos da família, escola e comunidade.

 Demonstrar capacidade de fazer amizades.


4 - Competências de  Apresentar objetivos de aprendizagem cooperativa.
Relacionamento:permite que alunos  Avaliar habilidades pessoais e comunicar com outros.
desenvolvam e mantenham  Controlar e demonstrar emoções em relacionamentos, respeitando dif
relacionamentos saudáveis com os outros,  Cultivar relacionamentos com pessoas que podem oferecer ajuda.
incluindo as habilidades de resistir a  Ajudar a quem precisa.
pressões sociais negativas, resolver  Demonstrar habilidades de liderança quando necessário, sendo assert
conflitos interpessoais, e buscar ajuda  Prevenir conflitos interpessoais mas resolvê-los quando aparecerem.
quando necessário.  Resistir a pressões para comportamentos inapropriados.

5 - Decisões Responsáveis permite que  Identificar decisões tomadas no ambiente escolar.


alunos pensem sempre em múltiplos  Discutir estratégias para resistir a pressões de amigos.
fatores, tais como ética, valores, respeito e  Refletir sobre como escolhas presentes influenciam o futuro.
segurança, na tomada de decisões. Essa  Identificar problemas na tomada de decisão e propor alternativas.
competência inclui a capacidade de  Implementar habilidades de resolução de problemas.
resolução de problemas, sejam problemas
 Autorreflexão e auto-avaliação.
sociais ou escolares. A aprendizagem
 Tomar decisões baseadas em padrões morais, éticos e pessoais.
socioemocional é portanto, o processo
desenvolvido para ensinar as habilidades  Decisões responsáveis consideram efeitos no indivíduo, escola e com
necessárias para adquirir competências  Negociar justamente.
socioemocionais.

Fonte: Yoder, 2014

HABILIDADES
SOCIOEMOCIONAIS
Habilidades Socioemocionais são habilidades necessárias para
compreender e gerir emoções, definir e atingir metas positivas,
sentir e demonstrar empatia com os outros, estabelecer e
manter relacionamentos, e tomar decisões responsáveis.

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