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NORMATIVO RELATIVO À MARCAÇÃO DE

SALUBRIDADE E DE IDENTIFICAÇÃO
Regulamentos (CE) n.º 853/2004 e 854/2004 do Parlamento
Europeu e do Conselho de 29 de Abril de 2004.

Direção de Serviços de Segurança Alimentar

Junho de 2014

www.dgav.pt
Índice
1. Requisitos gerais .............................................................................................. 2

2. Marca de Identificação ................................................................................ 2

2.1. Aposição da Marca de Identificação ............................................ 3

2.2. Forma da Marca de Identificação .................................................. 3

2.3. Métodos de marcação ..................................................................... 4

3. Marca de salubridade ................................................................................... 5

3.1 Aposição da Marca de Salubridade ............................................... 5

3.2 Forma da Marca de Salubridade ..................................................... 6

3.3 Método de Marcação........................................................................ 6

4. Marcas de salubridade e de identificação especiais ............................. 6

5. Documentação comercial ........................................................................... 7

6. Legislação ........................................................................................................ 7

ANEXO I - MARCA DE IDENTIFICAÇÃO ............................................................ 9

ANEXO II - MARCAS DE SALUBRIDADE ........................................................... 10

ANEXO III - MARCAS ESPECIAIS ....................................................................... 11

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1. Requisitos gerais1
O Regulamento (CE) n.º 853/2004 de 29 de Abril de 2004, que estabelece regras
específicas de higiene aplicáveis aos géneros alimentícios de origem animal determina
exigências aos operadores das empresas do sector alimentar, nomeadamente:
1. Só podem ser colocados no mercado produtos de origem animal que tenham sido
manipulados em estabelecimentos aprovados e que detenham:
a) Uma marca de salubridade aplicada nos termos do Regulamento (CE) n.º
854/2004, quando provenientes de um estabelecimento de abate de
ungulados ou de um estabelecimento de preparação de caça, ou
b) Uma marca de identificação aplicada nos termos do Regulamento n.º
853/2004, quando o Regulamento n.º 854/2004 não preveja a aplicação de
uma marca de salubridade.
2. Só podem ser aplicadas marcas de identificação aos produtos de origem animal,
quando os mesmos tenham sido produzidos em estabelecimentos aprovados em
conformidade com o disposto no Regulamento (CE) n.º 853/2004.
3. A marca de salubridade só pode ser removida da carne se esta for cortada ou
processada de outra forma.
4. Deve ser aposta uma única marca de identificação nos produtos de origem
animal, que será a do último estabelecimento que os manipulou. Em alternativa,
no caso da existência de várias marcas de vários estabelecimentos, deve ficar
claro em qual dos estabelecimentos o produto foi manipulado pela última vez e
qual das marcas de identificação se aplica2.
5. No caso de se efetuar apenas o armazenamento de produtos de origem animal,
devem ser mantidas as marcas de salubridade ou de identificação que os
produtos ostentam à chegada ao estabelecimento.
6. Só pode proceder-se a operações de reacondicionamento e reembalagem se o
estabelecimento estiver aprovado para essas atividades e neste caso, deve ser
aposta nos produtos reacondicionados uma marca de identificação com o
número de aprovação do estabelecimento que efetua essas operações.

2. Marca de Identificação3 (Anexo I)


Quando não for exigida a marca de salubridade, os operadores das empresas do sector
alimentar devem assegurar que os produtos de origem animal possuem uma marca de
identificação aposta em conformidade com as disposições seguintes:

1 Artigo 5º e Secção I do Anexo II do Reg. n.º 853/2004


2 Artigo 23º do Decreto-Lei n.º 560/99
3 Secção I do Anexo II do Reg. n.º 853/2004

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2.1. Aposição da Marca de Identificação
1. A marca de identificação deve ser aposta sempre antes do produto deixar o
estabelecimento.
2. Se a embalagem e/ou acondicionamento dos produtos forem removidos ou se
os produtos forem sujeitos a manipulação noutro estabelecimento, deve ser
aposta a marca de identificação do estabelecimento onde sejam efetuadas
essas operações.
3. Não é necessária a marca de identificação para os ovos, quando os mesmos
forem rotulados e marcados nos termos do Regulamento (CE) n.º 589/2008 de
23 de Junho de 2008.
4. De acordo com o definido no artigo 18º do Regulamento (CE) n.º 178/2002, os
operadores devem dispor de sistemas e de procedimentos para identificar os
operadores dos quais receberam e a quem entregaram os produtos de origem
animal. Por isso, além da marcação de identificação, os produtos devem ser
acompanhados de informação adicional que permita identificar o lote de
produção de forma a garantir a rastreabilidade interna4.

2.2. Forma da Marca de Identificação


1. A marca de identificação deve ser legível, indelével e ostentar caracteres
facilmente decifráveis, de forma a ser claramente visível para as autoridades
competentes.
2. A marca de identificação deve indicar o nome do país em que se situa o
estabelecimento, por extenso ou sob a forma de um código de duas letras em
conformidade com a norma ISO relevante, que no caso do nosso país é “ PT “.
3. A marca de identificação deve indicar o “número de aprovação”, ou seja o
Número de Controlo Veterinário do estabelecimento e a sigla “ CE “. A sigla
“CE “ não deve ser incluída nas marcas aplicadas em produtos importados
para a Comunidade de estabelecimentos situados fora da Comunidade.
4. A marca de identificação deve ter a forma oval e incluir na linha superior a
sigla referida no n.º 2, na linha intermédia o número de aprovação referido em
3 e na linha inferior a sigla “CE” (Ponto A do Anexo I).
5. Se um estabelecimento produzir tanto alimentos de origem animal, aos quais
seja aplicável o Regulamento n.º 853/2004, como alimentos aos quais não seja
aplicável o mesmo regulamento, mas sim o Regulamento n.º 852/2004, o
operador poderá aplicar a marca de identificação a ambos os tipos de
alimentos.

4 Nº 4 do artigo 3º do Decreto-Lei n.º 560/99


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2.3. Métodos de marcação
1. Em função da apresentação dos produtos de origem animal, a marca de
identificação pode ser aposta diretamente no produto, no acondicionamento
(invólucro) ou na embalagem, ou ser impressa num rótulo aposto no produto,
no acondicionamento ou na embalagem.
2. A marca de identificação pode também ser constituída por uma etiqueta não
amovível feita de material resistente. No caso dos Moluscos Bivalves Vivos, a
marca de identificação deve ser aposta num material impermeável.
3. No caso das embalagens que contenham carne cortada ou miudezas, a
marca de identificação deve ser aposta num rótulo fixado ou impresso na
embalagem de forma a que seja destruída aquando da sua abertura, não
sendo, todavia, necessário este requisito se o processo de abertura destruir a
embalagem. Sempre que o acondicionamento conferir a mesma proteção do
que a embalagem, o rótulo com a marca de identificação pode ser aposto no
acondicionamento.
4. Para os produtos de origem animal acondicionados em caixas ou contentores
de transporte ou em grandes embalagens e destinados a subsequente
manuseamento, transformação, acondicionamento ou embalagem noutro
estabelecimento, a marca de identificação pode ser aposta na superfície
externa do contentor ou da embalagem.
5. No caso de produtos de origem animal líquidos, granulados ou em pó e dos
produtos da pesca transportados a granel, não é necessária a aposição de
nenhuma marca de identificação, se dos documentos de acompanhamento
constar a marca de identificação do estabelecimento.
6. Sempre que os produtos de origem animal sejam colocados numa embalagem
destinada ao fornecimento direto ao consumidor, bastará que a marca de
identificação seja aposta unicamente no exterior da embalagem.
7. Quando os produtos forem destinados a ser disponibilizados ao consumidor
final em embalagens individuais mas forem vendidos ao retalho em grandes
embalagens, cada embalagem individual ou produto deve ostentar a marca
de identificação.
8. Quando a marca de identificação for aposta diretamente nos produtos de
origem animal com um carimbo, os corantes utilizados devem estar em
conformidade com o Regulamento (CE) n.º 1333/2008, de 16 de Dezembro de
2008, (artigo 17.º e Anexo II), que fixa as regras comunitárias sobre substâncias
corantes a utilizar nos géneros alimentícios. Os corantes previstos para esse
efeito são os seguintes:
 E 129 - Vermelho allura AG
 E 133 - Azul brilhante FCF
 E 155 - Castanho HT

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9. No leite, colostro e produtos lácteos, a marca de identificação, em vez de
incluir o número de aprovação do estabelecimento, pode fazer uma
referência à sua localização no acondicionamento ou na embalagem, ou no
caso da utilização de garrafas reutilizáveis, indicar apenas as iniciais do país
remetente e o número de aprovação do estabelecimento5.

3. Marca de salubridade6 (Anexo II)


A marca de salubridade prevista no Regulamento (CE) n.º 854/2004 é a marca aposta
sob a responsabilidade do Médico Veterinário Oficial (MVO) nas carcaças, meias-
carcaças, quartos de carcaça e peças obtidas pela separação das meias-carcaças em
três grandes peças de ungulados domésticos, ungulados de caça maior de criação e de
caça maior selvagem, nos matadouros ou em estabelecimentos de preparação de
caça aprovados, sempre que os controlos oficiais não tenham detetado quaisquer
deficiências suscetíveis de tornar a carne imprópria para consumo humano.

3.1 Aposição da Marca de Salubridade


1. Os instrumentos utilizados para a marcação de salubridade devem estar sob a
responsabilidade do MVO.
2. O MVO deve supervisionar a marcação de salubridade de modo a garantir
que as marcas sejam aplicadas de forma legível.
3. O MVO deve supervisionar a marcação de salubridade de modo a garantir
que a marca só seja aplicada a carcaças que não foram declaradas
impróprias para consumo humano.
4. As vísceras e demais porções de carne separadas das carcaças devem ser
marcadas com a marca de identificação referida no Capítulo 2.
5. As carcaças que foram sujeitas a inspeção post mortem mas que aguardam o
resultado de testes ou análises para a decisão final de aprovação para
consumo humano, não devem ser marcadas antes do conhecimento do
resultado.
6. No entanto, a marca de salubridade pode ser aplicada em suínos antes de
estarem disponíveis os resultados da pesquisa para deteção de Trichinella, se o
veterinário oficial tiver garantias de que a carne dos animais em questão só
será colocada no mercado se os resultados forem satisfatórios, conforme o
definido no Normativo para a deteção de Trichinella na carne.
7. As carcaças reprovadas para o consumo humano deverão ser identificadas
de forma clara com a aposição da letra R a tinta indelével com uma
espessura de risco entre 3 a 5 cm ao longo de toda a carcaça na face interna
e externa.

5 Capítulo V da Secção IX do Anexo III do Reg. n.º 853/2004


6 Capítulo III da Secção I do Anexo I do Reg. nº 854/2004
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3.2 Forma da Marca de Salubridade
1. A marca de salubridade tem a forma oval com 6,5 cm de largura e 4,5 cm de
altura e deve indicar, em carateres legíveis:
a. O nome do país onde está situado o estabelecimento, escrito por extenso
em maiúsculas ou através de um código de duas letras de acordo com a
norma ISO, que no caso de Portugal é “PT “;
b. O número de aprovação do estabelecimento de abate ou manuseamento
da caça selvagem;
c. A abreviatura “CE “.
2. As letras e os algarismos devem ter pelo menos 0,8 cm e 1 cm de altura,
respetivamente (Ponto A do Anexo II).
3. As dimensões da marca de salubridade e dos carateres que a compõem são
reduzidas a metade no caso da marcação de borregos, cabritos e leitões
(Ponto B do Anexo II).
4. Os corantes a utilizar na marcação devem ser os previstos no Regulamento
(CE) n.º 1333/2008, de 16 de Dezembro de 2008, (artigo 17.º e Anexo II), que fixa
as regras comunitárias sobre substâncias corantes a utilizar nos géneros
alimentícios (E 129 - Vermelho allura AG; E 133 - Azul brilhante FCF; E 155 -
Castanho HT).
5. A carne de caça maior não esfolada (peça de caça abatida) não pode
ostentar a marca de salubridade a não ser que, após a esfola num
estabelecimento de manuseamento de caça selvagem ou noutro autorizado,
tenha sido submetida a uma inspeção post mortem e declarada própria para
consumo humano.

3.3 Método de Marcação


A marcação de salubridade será aposta a tinta ou a fogo, na superfície exterior da
carcaça, de forma a que, se as carcaças forem desmanchadas em meias carcaças
ou em quartos, ou se as meias carcaças forem desmanchadas em três peças, cada
peça ostente uma marca de salubridade.

4. Marcas de salubridade e de identificação especiais (Anexo III)


1. Em situações de surtos de doenças infetocontagiosas, nomeadamente as previstas
na Diretiva 2002/99/CE de 16 de Dezembro de 2002, podem ser definidas
obrigações especiais relativas à marcação dos produtos de origem animal, com
vista a assegurar o cumprimento das regras de polícia sanitária estabelecidas.
2. O Decreto-lei n.º 163/2005 de 22 de Setembro, que transpôs para o ordenamento
jurídico nacional a Diretiva 2002/99/CE, estabelece as regras de polícia sanitária
aplicáveis à produção, transformação, distribuição e introdução de produtos de
origem animal destinados ao consumo humano.

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3. Este Decreto-lei prevê que se possa autorizar a produção, transformação e
distribuição de produtos de origem animal provenientes de um território ou de
parte de território sujeito a restrições de polícia sanitária, desde que sejam
respeitadas as medidas de controlo de doenças.
4. Esses produtos não podem provir de uma exploração infetada nem suspeita de
estar infetada, têm de ser submetidos a um tratamento suficiente para eliminar o
problema sanitário em questão num estabelecimento aprovado para esse efeito
pela autoridade competente e têm de ser devidamente identificados com uma
marca de identificação especial (Ponto A do Anexo III).
5. Em alternativa a esta marca, a Diretiva 2007/10/CE e a Decisão 2007/118/CE
permitem o uso de outra marca de identificação alternativa (Ponto B do Anexo III).
6. Para carnes de aves de capoeira, a Decisão 2006/135/CE, relativa a determinadas
medidas de proteção respeitantes à gripe aviária de alta patogenicidade em
aves de capoeira na Comunidade, prevê na subalínea i) da alínea d) do n.º 1 do
art 6º a marca de identificação que devem ostentar as carnes que beneficiem da
derrogação prevista neste artigo (ponto C do Anexo III).
7. As marcas de salubridade ou identificação especiais devem ser apostas sob a
supervisão direta do veterinário oficial que controla a aplicação das disposições
em matéria de polícia sanitária.

5. Documentação comercial
A marca de identificação ou de salubridade não necessita de constar na
documentação comercial que acompanha os produtos de origem animal, com
exceção dos casos referidos no parágrafo 5 do ponto 2.3. Nestes casos, a
documentação deve mencionar a marca de identificação do último estabelecimento
que manipulou o produto.

6. Legislação

1. Géneros Alimentícios
Regulamento (CE) n.º 178/2002 de 28 de Janeiro,
Regulamento (CE) n.º 853/2004 de 29 de Abril,
Regulamento (CE) n.º 854/2004 de 29 de Abril,
Diretiva n.º 2002/99/CE de 16 de Dezembro, transposta pelo Decreto-Lei n.º 163/2005.
Diretiva n.º 2004/41/CE, de 21 de Abril, transposta pelo Decreto-Lei n.º 111/2006, de 9
de Junho.

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2. Regras de execução a nível nacional dos Regulamentos (CE) n.º 852 e 853/2004
Decreto-Lei n.º 113/2006, de 12 de Junho (a alínea h) do ponto 1 do art 6º do capítulo II
tipifica os incumprimentos à Secção I do Anexo II do Reg 853/2004 (marcação de
identificação)).

3. Mel
Decreto-Lei n.º 1/2007, de 2 de Janeiro.

4. Ovos
Regulamento (CE) n.º 589/2008, da Comissão, de 23 de Junho de 2008, que estabelece
as regras de execução do Regulamento (CE) n.º 1234/2007, do Conselho, no que
respeita às normas de comercialização dos ovos.

5. Gripe Aviaria
Directiva n.º 2005/94/CE do Conselho, de 20 de Dezembro de 2005.
Decisão da Comissão n.º 2006/63/CE, de 22 de Fevereiro de 2006,
Decisão da Comissão n.º 2006/135/CE, de 22 de Fevereiro de 2006.
Decisões da Comissão n.º 2007/118/CE, de 16 de Fevereiro de 2007.

6. Corantes
Regulamento (CE) n.º 1333/2008, de 16 de Dezembro de 2008, relativo a aditivos
alimentares.
Decreto-Lei n.º 193/2000, de 18 de Agosto (artigo 6.º).

7. Rotulagem de géneros alimentícios


Decreto-Lei n.º 560/99 de 18 de Dezembro
Regulamento (UE) n.º 1169/2011 de 25 de Outubro de 2011

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ANEXO I - MARCA DE IDENTIFICAÇÃO

A. Marca de Identificação

MERCADO COMUNITÁRIO E EXPORTAÇÃO

PT Para marcação dos produtos de origem animal,


excepto os abrangidos pela marca de salubridade
N.º___ (referidos no ponto A do Anexo II deste normativo).

As dimensões da marca deverão ser diferentes das


CE dimensões da marca de salubridade de dimensões
reduzidas, prevista para a marcação de leitões,
cabritos e borregos.

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ANEXO II - MARCAS DE SALUBRIDADE

A. Marca de Salubridade de Tamanho Normal

MERCADO COMUNITÁRIO E EXPORTAÇÃO

PT Exclusivamente para marcação de:


- carcaças
N.º___ 45 mm - meias-carcaças ou quartos de carcaça
- peças obtidas pela separação das meias
CE carcaças em três grandes peças
dos seguintes animais:
- ungulados domésticos
- mamíferos de caça de criação, com
excepção dos lagomorfos
65 mm - caça grossa selvagem

Tamanho dos Caracteres: Letras 8 mm; Números 10 mm


Espessura da linha oval exterior: 3 mm

B. Marca de Salubridade de Tamanho Reduzido

PT MERCADO COMUNITÁRIO E EXPORTAÇÃO


22,5 mm
N.º ___
CE Exclusivamente para marcação de carcaças
de cabritos, borregos e leitões.

32,5 mm

Tamanho dos Caracteres: Letras 4 mm; Números 5 mm


Espessura da linha oval exterior: 1,5 mm

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ANEXO III - MARCAS ESPECIAIS

A. Marca de Salubridade Especial para carcaças de ungulados

Prevista na Diretiva 2002/99/CE e no D.L. nº


PT 163/2005 para a marcação de carcaças de
ungulados provenientes de um território ou
N.º_ _ 45 mm parte de um território sujeitos a restrições de
polícia sanitária, mas que serão submetidas a
CE um tratamento suficiente para eliminar o
problema sanitário em questão.

65 mm

Tamanho da oval: 65 mm X 45 mm
Tamanho dos Caracteres: Letras 8 mm; Números 10 mm
Espessura da linha oval exterior: 3 mm

B. Marca de Identificação Alternativa para carne de suíno e aves de capoeira

Prevista na Diretiva 2007/10/CE e na Decisão


PT 2007/118/CE como marca alternativa à
> 30 mm marca de salubridade especial prevista na
N.º _ _ Diretiva 2002/99/CE (referida no ponto
anterior). Aplicável apenas a carne de suíno
__ e de aves de capoeira.

Tamanho dos Caracteres: Letras 8 mm; Números 11 mm


Espessura da linha exterior: 3 mm

C. Marca de Identificação Especial para carne de aves de capoeira - Medidas


especiais da Gripe aviária

Prevista na subalínea i) da alínea d) do n.º 1


PT do art 6º da Decisão 2006/135/CE de 22 de
Fevereiro, relativa a determinadas medidas
N.º _ _ > 30 mm  de proteção respeitantes à gripe aviária de
alta patogenicidade em aves de capoeira
_ na Comunidade.

Tamanho dos Caracteres: Letras 8 mm; Números 11 mm


Espessura da circunferência: 3 mm

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