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Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Análise Vetorial

Introdução para Eletromagnetismo

Sérgio Antenor de Carvalho 1

1 Departamento de Engenharia de Teleinformática Centro de Tecnologia Universidade Federal do Ceará

2010

de Engenharia de Teleinformática Centro de Tecnologia Universidade Federal do Ceará 2010 Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Tópicos

1

2

3

4

Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Sistema de Coordenadas Esféricas

Elementos Diferenciais de Espaço

Sumário

Carvalho

Análise Vetorial

Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário Carvalho Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Tópicos

1

2

3

4

Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Sistema de Coordenadas Esféricas

Elementos Diferenciais de Espaço

Sumário

Carvalho

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Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário Carvalho Análise Vetorial

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Tópicos

1 Sistema de Coordenadas Cilíndricas

2 Sistema de Coordenadas Esféricas

3 Elementos Diferenciais de Espaço

4 Sumário

Carvalho

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2 Sistema de Coordenadas Esféricas 3 Elementos Diferenciais de Espaço 4 Sumário Carvalho Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Tópicos

1 Sistema de Coordenadas Cilíndricas

2 Sistema de Coordenadas Esféricas

3 Elementos Diferenciais de Espaço

4 Sumário

Carvalho

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2 Sistema de Coordenadas Esféricas 3 Elementos Diferenciais de Espaço 4 Sumário Carvalho Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Cilíndricas

neste sistema um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares

um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares Carvalho Análise Vetorial
um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

Carvalho

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Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

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Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

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Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

Carvalho

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Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

Carvalho

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Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(ρ, φ, z )

vetores base

( a ρ , a φ , a

z )

vetor genérico

A ρ ρ + A φ φ + A z a z

a

a

a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A
a ρ , a φ , a z ) vetor genérico A ρ ρ + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas cilíndricas (ρ, φ, z ) da figura temos

(x , y , z ) (ρ, φ, z )

x =

ρ cos φ

y =

ρ sen φ

z = z

( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ
( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas cilíndricas (ρ, φ, z ) da figura temos

(x , y , z ) (ρ, φ, z )

x =

ρ cos φ

y =

ρ sen φ

z = z

( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ
( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas cilíndricas (ρ, φ, z ) da figura temos

(x , y , z ) (ρ, φ, z )

x

=

ρ cos φ

y

=

ρ sen φ

z

= z

y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ cos φ y
y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ cos φ y

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas cilíndricas (ρ, φ, z ) da figura temos

(x , y , z ) (ρ, φ, z )

x

=

ρ cos φ

y

z

=

ρ sen φ

= z

, y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ cos φ
, y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ cos φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas cilíndricas (ρ, φ, z ) da figura temos

(x , y , z ) (ρ, φ, z )

x =

ρ cos φ

y =

ρ sen φ

z = z

( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ
( x , y , z ) ⇒ ( ρ, φ, z ) x = ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(ρ, φ, z ) (x , y , z )

=

da figura temos ( ρ, φ, z ) ⇒ ( x , y , z )

x 2 + y 2 (ρ 0)

ρ

φ = tan 1 y

x

z

= z

⇒ ( x , y , z ) = x 2 + y 2 ( ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(ρ, φ, z ) (x , y , z )

=

da figura temos ( ρ, φ, z ) ⇒ ( x , y , z )

x 2 + y 2 (ρ 0)

ρ

φ = tan 1 y

x

z

= z

⇒ ( x , y , z ) = x 2 + y 2 ( ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(ρ, φ, z ) (x , y , z )

=

da figura temos ( ρ, φ, z ) ⇒ ( x , y , z )

x 2 + y 2 (ρ 0)

ρ

φ = tan 1 y

x

z

= z

⇒ ( x , y , z ) = x 2 + y 2 ( ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(ρ, φ, z ) (x , y , z )

=

da figura temos ( ρ, φ, z ) ⇒ ( x , y , z )

x 2 + y 2 (ρ 0)

ρ

φ = tan 1 y

x

z

= z

⇒ ( x , y , z ) = x 2 + y 2 ( ρ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 1

P

P

1

1

P 3

P 3

P 3

=

(3; 4; 7) ret

=

(5; 53, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 233, 13 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 233 , 13 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

233 , 13 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os quatro pontos mostrados na figura

P 2

P 2

P 2

P 4

P 4

P 4

=

(3 ; 4 ; 7 ) ret

=

(5; 143, 13 o ; 7) cil

=

=

(3; 4 ; 7 ) ret (5; 306, 87 o ; 7) cil

; 7 ) r e t ( 5 ; 306 , 87 o ; 7 )

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

306 , 87 o ; 7 ) c i l O que acontece com o ângulo

Carvalho

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neste sistema um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares

um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

neste sistema um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares

um ponto é definido pela interseção de três superfícies mutuamente perpendiculares Carvalho Análise Vetorial

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Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
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Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Vetores Unitários Fundamentais

vetores unitários fundamentais

formam uma base sobre a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário

a qual qualquer vetor é definido são linearmente independentes seu módulo é unitário Carvalho Análise Vetorial
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Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Esféricas

Variáveis independentes e vetores Unitários

variáveis independentes

(r , θ, φ)

vetores base

( a r , a θ , a

φ )

vetor genérico

A r r + A θ θ + A φ a φ

a

a

a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A
a r , a θ , a φ ) vetor genérico A r r + A

Carvalho

Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas esféricas (r , θ, φ) da figura temos

(x , y , z ) (r , θ, φ)

x =

r sen θ cos φ

y =

r sen θ sen φ

z = r cos θ

⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =
⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =

Carvalho

Análise Vetorial

Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas esféricas (r , θ, φ) da figura temos

(x , y , z ) (r , θ, φ)

x =

r sen θ cos φ

y =

r sen θ sen φ

z = r cos θ

⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =
⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas esféricas (r , θ, φ) da figura temos

(x , y , z ) (r , θ, φ)

x

=

r sen θ cos φ

y

=

r sen θ sen φ

z

= r cos θ

, θ, φ ) x = r sen θ cos φ y = r sen θ
, θ, φ ) x = r sen θ cos φ y = r sen θ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas esféricas (r , θ, φ) da figura temos

(x , y , z ) (r , θ, φ)

x

=

r sen θ cos φ

y

=

r sen θ sen φ

z

= r cos θ

, θ, φ ) x = r sen θ cos φ y = r sen θ
, θ, φ ) x = r sen θ cos φ y = r sen θ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

relação entre coordenadas retangulares (x , y , z ) e coordenadas esféricas (r , θ, φ) da figura temos

(x , y , z ) (r , θ, φ)

x =

r sen θ cos φ

y =

r sen θ sen φ

z = r cos θ

⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =
⇒ ( r , θ, φ ) x = r sen θ cos φ y =

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(r , θ, φ) (x , y , z )

1 da figura temos ( r , θ, φ ) ⇒ ( x , y ,

x 2 + y 2 + z 2 (r 0) z

r =

θ

= cos 1

x 2 + y 2 + z 2 θ 180 o )

(0 o

φ = tan 1 y

x

− 1 x 2 + y 2 + z 2 ≤ θ ≤ 180 o )

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Cilíndricas Sistema de Coordenadas Esféricas Elementos Diferenciais de Espaço Sumário

Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(r , θ, φ) (x , y , z )

(r ≥ 0)
(r ≥ 0)

= x 2 + y 2 + z 2

= cos 1

z

r

θ

x 2 + y 2 + z 2 θ 180 o )

(0 o

φ = tan 1 y

x

z r θ x 2 + y 2 + z 2 ≤ θ ≤ 180 o

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(r , θ, φ) (x , y , z )

(r ≥ 0)
(r ≥ 0)

z

r

θ

x 2 + y 2 + z 2

=

= cos 1

x 2 + y 2 + z 2 θ 180 o )

(0 o

φ = tan 1 y

x

− 1 x 2 + y 2 + z 2 ≤ θ ≤ 180 o )

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(r , θ, φ) (x , y , z )

(r ≥ 0)
(r ≥ 0)

= x 2 + y 2 + z 2

= cos 1

z

r

θ

x 2 + y 2 + z 2 θ 180 o )

(0 o

φ = tan 1 y

x

z r θ x 2 + y 2 + z 2 ≤ θ ≤ 180 o

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 1

da figura temos

(r , θ, φ) (x , y , z )

(r ≥ 0)
(r ≥ 0)

= x 2 + y 2 + z 2

= cos 1

z

r

θ

x 2 + y 2 + z 2 θ 180 o )

(0 o

φ = tan 1 y

x

z r θ x 2 + y 2 + z 2 ≤ θ ≤ 180 o

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret (5; 36, 87 o ; 0 o ) esf

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

87 o ; 0 o ) e s f O que acontece com o ângulo φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret (5; 36, 87 o ; 0 o ) esf

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

87 o ; 0 o ) e s f O que acontece com o ângulo φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret (5; 36, 87 o ; 0 o ) esf

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

87 o ; 0 o ) e s f O que acontece com o ângulo φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret (5; 36, 87 o ; 0 o ) esf

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

87 o ; 0 o ) e s f O que acontece com o ângulo φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret (5; 36, 87 o ; 0 o ) esf

O que acontece com o ângulo φ? φ = tan 1 y

x

87 o ; 0 o ) e s f O que acontece com o ângulo φ

Carvalho

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Sistema de Coordenadas Esféricas

exemplo de aplicação n o 2

vamos converter os dois pontos mostrados na figura

P

P

P

1

1

1

P 2

P 2

P 2

=

=

=

=

mostrados na figura P P P 1 1 1 P 2 P 2 P 2 =

(4; 2; 3) ret (5, 38; 56, 14 o ; 26, 56 0 ) esf

(3; 0; 4) ret