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Teorema da Divergência

Fluxo Elétrico e Lei de Gauss

Sérgio Antenor de Carvalho1

1 Departamento de Engenharia de Teleinformática


Centro de Tecnologia
Universidade Federal do Ceará

2010

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência

Tópicos

1 Teorema da Divergência

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

o que estaremos relacionando?

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

o que estaremos relacionando?

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

o que estaremos relacionando?

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


lei de Gauss aplicada num elemento diferencial de volume
sistema de coordenadas retangulares
num ponto P qualquer o vetor densidade de fluxo elétrico
~ é dado por
D
~ =D
D ~ 0 = Dx0 ~ax +Dy 0 ~ay +Dz0 ~az

numa caixa diferencial,


centrada em P, com
arestas ∆ x, ∆ y e ∆ z
aplicaremos a lei de Gauss
I
~ · ds
D ~ =Q
s

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a lei de Gauss aplicada no volume diferencial fornece


I Z Z Z Z Z Z
~ ~
D · ds = + + + + +
s frente atr ás esquerda direita topo base

consideremos a primeira integral


como o elemento de superfície
é muito pequeno D ~ é considerado
constante sobre esta superfície

~ frente · −→
Z
= D ∆S frente
frente
~ frente · ∆ y ∆ z ~ax
= D
= Dx,frente ∆ y ∆ z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


vamos aproximar o valor de Dx na face frontal
a face frontal está a uma distância ∆ x/2 do ponto P,
assim
∆x
Dx,frente ≈ Dx0 + × taxa de
2
variação
de Dx com x

∆ x ∂ Dx
≈ Dx0 +
2 ∂x
a primeira integral torna-se
Z  
∆ x ∂ Dx
= Dx0 + ∆y ∆z
frente 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


vamos aproximar o valor de Dx na face frontal
a face frontal está a uma distância ∆ x/2 do ponto P,
assim
∆x
Dx,frente ≈ Dx0 + × taxa de
2
variação
de Dx com x

∆ x ∂ Dx
≈ Dx0 +
2 ∂x
a primeira integral torna-se
Z  
∆ x ∂ Dx
= Dx0 + ∆y ∆z
frente 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


vamos aproximar o valor de Dx na face frontal
a face frontal está a uma distância ∆ x/2 do ponto P,
assim
∆x
Dx,frente ≈ Dx0 + × taxa de
2
variação
de Dx com x

∆ x ∂ Dx
≈ Dx0 +
2 ∂x
a primeira integral torna-se
Z  
∆ x ∂ Dx
= Dx0 + ∆y ∆z
frente 2 ∂x

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


vamos aproximar o valor de Dx na face frontal
a face frontal está a uma distância ∆ x/2 do ponto P,
assim
∆x
Dx,frente ≈ Dx0 + × taxa de
2
variação
de Dx com x

∆ x ∂ Dx
≈ Dx0 +
2 ∂x
a primeira integral torna-se
Z  
∆ x ∂ Dx
= Dx0 + ∆y ∆z
frente 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


vamos aproximar o valor de Dx na face frontal
a face frontal está a uma distância ∆ x/2 do ponto P,
assim
∆x
Dx,frente ≈ Dx0 + × taxa de
2
variação
de Dx com x

∆ x ∂ Dx
≈ Dx0 +
2 ∂x
a primeira integral torna-se
Z  
∆ x ∂ Dx
= Dx0 + ∆y ∆z
frente 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

a integral na superfície posterior fornece


−→
Z
≈ D ~
atr ás · ∆S atr ás
atr ás
~
≈ D atr ás · (−∆y ∆z ~
ax )
≈ −Dx,atr ás ∆y ∆z

aproximando Dx,atr ás por

∆x ∂Dx
Dx,atr ás ≈ Dx0 −
2 ∂x
obtemos
Z  
∆ x ∂Dx
≈ −Dx0 + ∆y ∆z
atr ás 2 ∂x

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

combinando as duas integrais obtemos


Z Z
∂Dx
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
frente atr ás ∂x

usando o mesmo procedimento obtemos


Z Z
∂Dy
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
direita esquerda ∂y
Z Z
∂Dz
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
topo base ∂z

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

combinando as duas integrais obtemos


Z Z
∂Dx
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
frente atr ás ∂x

usando o mesmo procedimento obtemos


Z Z
∂Dy
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
direita esquerda ∂y
Z Z
∂Dz
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
topo base ∂z

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

combinando as duas integrais obtemos


Z Z
∂Dx
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
frente atr ás ∂x

usando o mesmo procedimento obtemos


Z Z
∂Dy
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
direita esquerda ∂y
Z Z
∂Dz
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
topo base ∂z

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

combinando as duas integrais obtemos


Z Z
∂Dx
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
frente atr ás ∂x

usando o mesmo procedimento obtemos


Z Z
∂Dy
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
direita esquerda ∂y
Z Z
∂Dz
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
topo base ∂z

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

combinando as duas integrais obtemos


Z Z
∂Dx
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
frente atr ás ∂x

usando o mesmo procedimento obtemos


Z Z
∂Dy
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
direita esquerda ∂y
Z Z
∂Dz
+ ≈ ∆ x∆ y ∆ z
topo base ∂z

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

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reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


reunindo todas as partes combinadas obtemos
I  
~ ~ ∂Dx ∂Dy ∂Dz
D·ds ≈ + + ∆ x∆ y ∆ z = q
s ∂x ∂y ∂z
reescrevemos como
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q q
+ + ≈ =
∂x ∂y ∂z ∆x ∆y ∆z ∆v
no limite ∆ v → 0 a aproximação torna-se igualdade,
assim
~ · ds
~
H
D
 
∂Dx ∂Dy ∂Dz q
+ + = lim = lim s = ρv
∂x ∂y ∂z ∆ v →0 ∆ v ∆ v →0 ∆v

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


a relação

~ · ds
~
H
D
 
s ∂Dx ∂Dy ∂Dz
lim = + +
∆ v →0 ∆v ∂x ∂y ∂z

não envolve densidade de cargas e pode ser aplicada a


qualquer campo vetorial
esta operação é denominada de divergência é definida e
representada por

~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


a relação

~ · ds
~
H
D
 
s ∂Dx ∂Dy ∂Dz
lim = + +
∆ v →0 ∆v ∂x ∂y ∂z

não envolve densidade de cargas e pode ser aplicada a


qualquer campo vetorial
esta operação é denominada de divergência é definida e
representada por

~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


a relação

~ · ds
~
H
D
 
s ∂Dx ∂Dy ∂Dz
lim = + +
∆ v →0 ∆v ∂x ∂y ∂z

não envolve densidade de cargas e pode ser aplicada a


qualquer campo vetorial
esta operação é denominada de divergência é definida e
representada por

~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


a relação

~ · ds
~
H
D
 
s ∂Dx ∂Dy ∂Dz
lim = + +
∆ v →0 ∆v ∂x ∂y ∂z

não envolve densidade de cargas e pode ser aplicada a


qualquer campo vetorial
esta operação é denominada de divergência é definida e
representada por

~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


a relação

~ · ds
~
H
D
 
s ∂Dx ∂Dy ∂Dz
lim = + +
∆ v →0 ∆v ∂x ∂y ∂z

não envolve densidade de cargas e pode ser aplicada a


qualquer campo vetorial
esta operação é denominada de divergência é definida e
representada por

~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


divergência de um campo vetorial
~ · ds
~
H
~ A
∇ · A , lim s
∆ v →0 ∆v
que informação esta operação nos traz?
razão entre o saldo de fluxo num ponto e o volume deste
ponto
a divergência é uma quantidade escalar
determina a existência de fontes ou sorvedouros
~ >0
fontes - ∇ · A
~ <0
sorvedouros - ∇ · A
sem fontes ou
~ =0
sorvedouros - ∇ · A

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume


operador nabla ∇ no sistema retangular
∂ ∂ ∂
∇, ~ax + ~ay + ~az
∂x ∂y ∂z
assim
~ = ∂ Ax + ∂ Ay + ∂ Az
∇·A
∂x ∂y ∂z
nos outros sistemas de coordenadas temos
coordenadas cilíndricas

∇·A ~ = 1 ∂ (ρ Aρ ) + 1 ∂ Aφ + ∂ Az
ρ∂ρ ρ ∂φ ∂z
coordenadas esféricas
~ = 1 ∂ (r 2 Ar ) + 1 ∂ 1 ∂ Aφ
∇·A (Aθ sen θ) +
r2 ∂ r r sen θ ∂ θ r sen θ ∂ φ
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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

sabemos que

~ · ds
~
H
~ D q
∇·D , lim s = lim = ρv
∆ v →0 ∆v ∆ v →0 ∆ v

assim
~ = ρv
∇·D

esta equação é uma relação pontual


o que diz a 1a Equação de Maxwell
fonte ou sorvedouro do vetor densidade de fluxo elétrico é
uma distribuição positiva ou negativa de carga elétrica,
respectivamente

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

da Lei de Gauss temos


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

como ∇ · D~ = ρv temos
I Z
~ · ds
D ~ = ∇·D ~ dv
s v

que o Teorema da Divergência, que diz


a integral da componente normal de qualquer campo
vetorial sobre uma superfície fechada é igual à integral de
volume da divergência deste campo

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

da Lei de Gauss temos


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

como ∇ · D~ = ρv temos
I Z
~ · ds
D ~ = ∇·D ~ dv
s v

que o Teorema da Divergência, que diz


a integral da componente normal de qualquer campo
vetorial sobre uma superfície fechada é igual à integral de
volume da divergência deste campo

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

1a Equação de Maxwell

da Lei de Gauss temos


I Z
~ ~
D · ds = ρv dv
s v

como ∇ · D~ = ρv temos
I Z
~ · ds
D ~ = ∇·D ~ dv
s v

que o Teorema da Divergência, que diz


a integral da componente normal de qualquer campo
vetorial sobre uma superfície fechada é igual à integral de
volume da divergência deste campo

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o diodo de silício ou de germânio é constituído por uma


junção onde há duas camadas de cargas, uma positiva e a
outra negativa, calcular e esboçar o campo elétrico
desprezando o efeito das bordas, isto é, considerando que
a junção é plana e infinita, nas camadas as densidades de
cargas são constantes e seu módulo vale ρv

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

o que podemos dizer sobre o campo elétrico?


só possui componente ~ax
esta componente só varia com a coordenada x
temos Ex = f (x) assim
Z
~ = ∂ Ex = dEx = ρv → Ex =
∇·E
ρv
dx → Ex =
ρv
x+k
∂x dx ε0 ε0 ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

para cada região temos uma expressão para o campo Ex


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
na região de cargas negativas −h < x < 0 o campo vale
Ex− = − ρε0v x + k2

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

para cada região temos uma expressão para o campo Ex


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
na região de cargas negativas −h < x < 0 o campo vale
Ex− = − ρε0v x + k2

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

para cada região temos uma expressão para o campo Ex


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
na região de cargas negativas −h < x < 0 o campo vale
Ex− = − ρε0v x + k2

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

para cada região temos uma expressão para o campo Ex


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
na região de cargas negativas −h < x < 0 o campo vale
Ex− = − ρε0v x + k2

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

como definiremos o valor da constante k1 ?


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
onde sabemos o valor do campo na região de cargas
positivas?

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

como definiremos o valor da constante k1 ?


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
onde sabemos o valor do campo na região de cargas
positivas?

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

como definiremos o valor da constante k1 ?


na região de cargas positivas 0 < x < h o campo vale
Ex+ = ρε0v x + k1
onde sabemos o valor do campo na região de cargas
positivas?

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = h
assim
ρv ρv
Ex+ (x = h) = 0 = x + k1 → Ex+ = (x − h)
ε0 ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

Carvalho Fluxo Elétrico e Lei de Gauss


Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

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Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

em x = −h o campo é nulo por que?


as contribuições dos planos infinitos se cancelam
não existe densidade de carga no plano x = −h
assim
ρv ρv
Ex− (x = −h) = 0 = x + k2 → Ex− = − (x + h)
ε0 ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

na região 0 < x < h temos


ρv
Ex+ = (x − h)
ε0

na região −h < x < 0 temos


ρv
Ex− = − (x + h)
ε0

no ponto x = 0 temos
ρv
Ex− = − h
ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

na região 0 < x < h temos


ρv
Ex+ = (x − h)
ε0

na região −h < x < 0 temos


ρv
Ex− = − (x + h)
ε0

no ponto x = 0 temos
ρv
Ex− = − h
ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

na região 0 < x < h temos


ρv
Ex+ = (x − h)
ε0

na região −h < x < 0 temos


ρv
Ex− = − (x + h)
ε0

no ponto x = 0 temos
ρv
Ex− = − h
ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

na região 0 < x < h temos


ρv
Ex+ = (x − h)
ε0

na região −h < x < 0 temos


ρv
Ex− = − (x + h)
ε0

no ponto x = 0 temos
ρv
Ex− = − h
ε0

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Teorema da Divergência Lei de Gauss num Elemento Diferencial de Volume

Lei de Gauss na
o
forma diferencial
exemplo de aplicação n 1

na região 0 < x < h temos


ρv
Ex+ = (x − h)
ε0

na região −h < x < 0 temos


ρv
Ex− = − (x + h)
ε0

no ponto x = 0 temos
ρv
Ex− = − h
ε0

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