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CURSO DE APERFEIÇOAMENTO FORTALECIMENTO DAS AÇÕES

DE IMUNIZAÇÃO NOS TERRITÓRIOS MUNICIPAIS

MÓDULO I

COVID-19: ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS


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CRÉDITOS

Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde
que citada a fonte e que não seja para venda ou qualquer fim comercial. O conteúdo
desta publicação foi desenvolvido e aperfeiçoado pela equipe pedagógica do CONASEMS
e pelos especialistas do assunto indicados pela Faculdade São Leopoldo Mandic.

Ficha Catalográfica

Material de Referência. Curso de Aperfeiçoamento Fortalecimento das Ações de


Imunização nos Territórios Municipais. Módulo I: Aula 3: Covid-19: aspectos epide-
miológicos. CONASEMS. 2021.

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FICHA TÉCNICA

Este material foi elaborado e desenvolvido pela equipe técnica e pedagógica do


Mais CONASEMS em parceria com a Faculdade São Leopoldo Mandic.

Professor Conteudista – Faculdade São Leopoldo Mandic


André Ricardo Ribas Freitas

Gestor Educacional
Rubensmidt Ramos Riani

Coordenação Técnica e Pedagógica


Cristina Crespo
Valdívia Marçal

Especialista em Educação a Distância


Kelly Santana
Priscila Rondas

Designer Instrucional
Alexandra Gusmão

Web Desenvolvedor
Cristina Perrone
Paloma Eveir

Revisão Textual
Gehilde Reis Paula de Moura

Coordenação Geral
Conexões Consultoria em Saúde Ltda.

Coordenação Pedagógica – Faculdade São Leopoldo Mandic


Fabiana Succi
Patricia Zen Tempski

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OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Olá

Este é o seu Material de Referência que contempla todo o conteúdo da Aula 3


de forma mais aprofundada. Nosso intuito é agregar mais conhecimento à sua
aprendizagem, por isso leia-o com atenção!

Mas, antes de iniciar, conheça os objetivos de aprendizagem previstos para esta


Unidade.

Boa leitura!

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

• Conhecer a origem do SARS-CoV-2 e seu impacto na saúde mundial;


• Reconhecer a cadeia e modos de transmissão do vírus;
• Entender os aspectos clínicos e epidemiológicos da covid-19.

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INTRODUÇÃO

Que bom ter você de volta!

Um ano se passou desde que o novo


coronavírus ficou conhecido mundo afora.
Desde então, cientistas descobriram uma
série de detalhes sobre o vírus e como
tratar a doença.

Você sabe como surgiu o vírus


SARS-CoV-2?

Para ficar por dentro do assunto,


acompanhe a Aula 3: Covid-19: aspectos
epidemiológicos.

ORIGEM DO SARS-COV-2

Você sabe quais são os tipos de coronavírus que existem?

Os coronavírus pertencem à subfamília Coronavirinae, família Coronaviridae e são da


ordem Nidovirales. Esta subfamília está dividia em alfacoronavírus, betacoronavírus,
gamacoronavírus e deltacoronavírus. Os alfacoronavírus e betacoronavírus são
capazes de infectar mamíferos, enquanto gamacoronavírus e deltacoronavírus
tendem a infectar aves. Até 2020, já existiam 4 coronavírus endêmicos, ou seja,
causando anualmente doenças entre os humanos. Eles são conhecidos pelas
siglas HCoV-229E, HCoV-NL63, HCoV-HKU1 e HCoV-OC43 e são um dos principais
causadores do resfriado comum. Existem, ainda, outros dois coronavírus identificados
como causadores de doença entre humanos, SARS-CoV-1 e MERS-CoV, estes levam
a infecções graves e potencialmente fatais do trato respiratório.

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ORIGEM DO SARS-COV-2

O SARS-CoV-1 surgiu na China em 2002, provavelmente originado de um coronavírus


de mamíferos silvestres. Entre 2002 e 2003, esse vírus causou 8.098 casos e 774
mortes confirmadas em diferentes países. A maioria dos casos foi associada à viagem
e não houve transmissão comunitária (na população geral) em nenhum outro país.

O MERS-CoV foi identificado em 2012, na Arábia Saudita. Ele tem uma alta taxa de
letalidade, mas a transmissibilidade é baixa de humano para humano. Na maioria dos
casos, é associada ao contato com camelos, e nunca houve transmissão comunitária
(na população geral) em nenhum país.

No final de 2019, emergiu o SARS-CoV-2, vírus responsável pela covid-19. A epidemia


de infecção aguda desconhecida do trato respiratório ocorreu primeiro em Wuhan,
China, desde 12 de dezembro de 2019, possivelmente relacionada a um mercado
de frutos do mar. Vários estudos sugeriram que o morcego ou o pangolim (outro
mamífero silvestre) podem ter sido o reservatório potencial dos ancestrais do SARS-
CoV-2.

No entanto, não há evidências definitivas até o momento de que a origem do


SARS-CoV-2 tenha sido mesmo o mercado de frutos do mar. Os morcegos são o
reservatório natural de uma ampla variedade de CoVs, incluindo vírus semelhantes
ao SARS-CoV-1 e ao MERS-CoV.

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ORIGEM DO SARS-COV-2

A Organização Mundial da Saúde (OMS) foi informada sobre a presença de casos


de pneumonia de etiologia não identificada. Com a evolução das investigações,
a China confirmou, em 7 de janeiro de 2020, a identificação do novo coronavírus.
Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou que o surto da doença causada pelo
novo coronavírus, a covid-19, constitui uma Emergência de Saúde Pública de
Importância Internacional – o mais alto nível de alerta da organização, conforme
previsto no Regulamento Sanitário Internacional. Em 11 de março de 2020, foi
caracterizada pela OMS como uma pandemia.

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ORIGEM DO SARS-COV-2

SAIBA MAIS

A covid-19 é uma doença respiratória aguda causada por um novo coronavírus


humano (SARS-CoV-2), que causa maior mortalidade em pessoas com
idade superior a 60 anos e em pessoas com condições médicas subjacentes,
como doença cardiovascular, doença respiratória crônica, diabetes e câncer.
O quadro clínico, típico de uma síndrome gripal, pode variar seus sintomas
desde uma apresentação leve e assintomática principalmente em jovens
adultos e crianças, até uma apresentação grave, incluindo choque séptico e
falência respiratória. A doença apresenta fundamentalmente complicações
respiratórias: pneumonia e Síndrome da Angústia Respiratória Aguda – SARA.

Agora que você conheceu a origem do SARS-CoV-2 e outros HCoV, saberia dizer
como se dá a transmissão da covid-19?

CADEIAS E MODOS DE TRANSMISSÃO

Modo de transmissão
De acordo com as evidências mais atuais,
o SARS-CoV-2, da mesma forma que
outros vírus respiratórios, é transmitido,
principalmente, por três modos: contato,
gotículas e via aérea.

A transmissão por contato é a


transmissão da infecção por meio do
contato direto com uma pessoa infectada
(por exemplo, durante um aperto
de mão seguido do toque nos olhos,
nariz ou boca), ou com uma superfície
contaminada (fômites).
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CADEIAS E MODOS DE TRANSMISSÃO

A transmissão por gotículas é a transmissão da infecção por meio da exposição a


gotículas respiratórias contendo vírus expelidos por uma pessoa infectada quando
ela tosse ou espirra, principalmente, quando ela se encontra a menos de 1 metro de
distância da outra.

A transmissão pelo ar é a transmissão da infecção por meio de gotículas respiratórias


menores (aerossóis) contendo vírus e que podem permanecer suspensas no ar por
distâncias maiores que 1 metro e por períodos mais longos (geralmente horas).

A epidemiologia do SARS-CoV-2 indica que a maioria das infecções se espalha


por contato próximo (menos de 1 metro), principalmente por meio de gotículas
respiratórias. A transmissão para pessoas em distâncias maiores ou que entram em
um espaço depois que uma pessoa infectada esteve lá, embora seja possível, é rara.

A transmissão por via aérea do SARS-CoV-2 pode ocorrer em circunstâncias


especiais quando uma pessoa infectada produz gotículas respiratórias por um
período prolongado (menos de 30 minutos a várias horas) em um espaço fechado.
Nessas situações, uma quantidade suficiente de vírus pode permanecer presente no
espaço de forma a causar infecções em pessoas que estiverem a mais de 1 metro de
distância ou que passaram por aquele espaço logo após a saída da pessoa infectada.
Estas circunstâncias incluem:
• Espaços fechados dentro dos quais várias pessoas podem
ter sido expostas a uma pessoa infectada ao mesmo tempo,
ou logo após a saída da pessoa infectada deste espaço.

• Exposição prolongada a partículas respiratórias, muitas vezes


geradas por esforço respiratório (gritar, cantar, fazer exercícios) que
aumentam a concentração de gotículas respiratórias em suspensão.

• Ventilação ou tratamento de ar inadequados que permitiram o acúmulo


de pequenas gotículas e partículas respiratórias em suspensão.

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CADEIAS E MODOS DE TRANSMISSÃO

Alguns procedimentos médicos em vias aéreas podem produzir gotículas muito


pequenas (aerossóis) que são capazes de permanecer suspensas no ar por períodos
mais longos. Quando tais procedimentos são realizados em pessoas com covid-19
em unidades de saúde, esses aerossóis podem conter o vírus, que poderão ser
inalados por outras pessoas que não estejam utilizando Equipamentos de Proteção
Individual apropriado.

O conhecimento sobre a transmissão da covid-19 está sendo atualizado


continuamente. Sabe-se hoje que o período de incubação é estimado entre 1 a
14 dias, com mediana de 5 a 6 dias. A transmissão da doença começa 2 dias antes
e vai até 10 dias após o início dos sintomas. A principal forma de transmissão
é de pessoa para pessoa através de gotículas respiratórias, mas pode ocorrer,
também, pelo contato com superfícies ou objetos contaminados pela pessoa
infectada. A maioria das transmissões ocorre de pessoas sintomáticas para
outras, no entanto, estudos indicam que cerca de 45% de toda a transmissão
ocorram antes do início dos sintomas. Estas pessoas estão infectadas e
eliminando vírus, mas ainda não desenvolveram sintomas (transmissão pré-
sintomática). Por conta dessa característica, é fundamental isolar não apenas
a pessoa com sintomas, mas todos que tiveram contato próximo com um caso
confirmado durante a fase de transmissão (entre 2 dias antes do início dos
sintomas até 10 dias depois). Embora haja alguma evidência de que possa
haver disseminação a partir de portadores assintomáticos (que é diferente do
pré-sintomático), esta transmissão tem pouca importância epidemiológica.

ASPECTOS CLÍNICOS E
EPIDEMIOLÓGICOS DA COVID-19

Modo de transmissão
A infecção pelo SARS-CoV-2 pode variar de casos assintomáticos e manifestações
clínicas leves até quadros de insuficiência respiratória, choque e disfunção de
insuficiência respiratória, choque e disfunção de múltiplos órgãos, sendo necessária

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CADEIAS E MODOS DE TRANSMISSÃO

atenção especial aos sinais e sintomas que indicam piora do quadro clínico que
exijam a hospitalização do paciente.

Embora a maioria das pessoas com covid-19 desenvolvam sintomas leves (40%) ou
moderados (40%), aproximadamente 15% podem desenvolver sintomas graves que
requerem suporte de oxigênio e cerca de
5% podem apresentar a forma crítica da
doença, com complicações como falência
respiratória, sepse e choque séptico,
tromboembolismo e/ou falência múltipla
de órgãos, incluindo lesão hepática ou
cardíaca aguda que requerem cuidados
intensivos.

A covid-19 pode estar frequentemente


associada a manifestações mentais
e neurológicas, incluindo delírio ou
encefalopatia, agitação, acidente vascular
cerebral, meningo-encefalite, olfato (anosmia) ou paladar (ageusia) prejudicados,
ansiedade, depressão e distúrbios de sono. Em muitos casos, manifestações
neurológicas foram relatadas mesmo em pacientes sem sintomas respiratórios.

As manifestações clínicas da covid-19 são geralmente mais leves em crianças do


que em adultos. No entanto, em 26 de abril de 2020, o Sistema Nacional de Saúde
Inglês (NHS) lançou um alerta, relatando uma nova apresentação clínica em crianças,
caracterizada como uma síndrome hiperinflamatória que pode levar a um quadro
de falência de múltiplos órgãos e choque, denominada Síndrome Inflamatória
Multissistêmica Pediátrica (SIM-P) temporalmente associada à covid-19.

Diagnóstico

Diagnóstico clínico

O quadro clínico inicial da doença é caracterizado como síndrome gripal. O diagnóstico


pode ser feito por investigação clínico-epidemiológica, anamnese e exame

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ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA COVID-19

físico adequado ao paciente, caso este apresente sinais e sintomas característicos


da covid-19 (anosmia e ageusia). Deve-se considerar o histórico de contato próxi-
mo ou domiciliar nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais e sintomas com
pessoas já confirmadas para covid-19. Também se deve suspeitar de casos clínicos
típicos sem vínculo epidemiológico
claramente identificável. Essas
informações devem ser registradas
no prontuário do paciente para
eventual investigação epidemiológica.
As características clínicas não são
específicas e podem ser similares
àquelas causadas por outros vírus
respiratórios que também ocorrem sob
a forma de surtos e, eventualmente,
circulam ao mesmo tempo, tais como
influenza, parainfluenza, rinovírus, vírus
sincicial respiratório, adenovírus, outros
coronavírus, entre outros.

Diagnóstico laboratorial

O diagnóstico laboratorial pode ser realizado tanto por testes de biologia molecular,
sorologia ou testes rápidos.
• Biologia molecular: permite identificar a presença do material genético
(RNA) do vírus SARS-CoV-2 em amostras de secreção respiratória,
por meio das metodologias de RT-PCR em tempo real (RT-qPCR) e
amplificação isotérmica mediada por loop com transcriptase reversa
(reverse transcriptase loop-mediated isothermal amplification, RT-LAMP).

• Sorologia: detecta anticorpos IgM, IgA e/ou IgG produzidos pela resposta
imunológica do indivíduo ao vírus SARS-CoV-2, podendo diagnosticar
doença ativa ou pregressa. As principais metodologias são: Ensaio
Imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay - ELISA),
Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA) e Imunoensaio por
Eletroquimioluminescência (ECLIA).

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ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA COVID-19

• Testes rápidos: estão disponíveis


dois tipos de testes rápidos,
de antígeno e de anticorpo,
por meio da metodologia de
imunocromatografia. O teste
rápido de antígeno detecta
proteína do vírus em amostras
coletadas de naso/orofaringe,
devendo ser realizado na infecção
ativa (fase aguda) e o teste rápido
de anticorpos detecta IgM e IgG
(fase convalescente), em amostras
de sangue total, soro ou plasma.

Fatores de risco para agravamento (quadro)

Condições e fatores de risco a serem considerados para possíveis complicações da


covid-19:

Idade igual ou superior Tabagismo;


a 60 anos;

Miocardiopatias de diferentes
Obesidade; etiologias (insuficiência cardíaca,
miocardiopatia isquêmica etc.);

Pneumopatias graves ou
Hipertensão arterial; descompensadas (asma
moderada/grave, DPOC);

Imunodepressão e Doenças renais crônicas em


imunossupressão; estágio avançado (graus 3, 4 e

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ASPECTOS CLÍNICOS E EPIDEMIOLÓGICOS DA COVID-19

Doenças cromossômicas com


Diabetes melito, conforme estado de fragilidade
juízo clínico; imunológica;

Neoplasia maligna (exceto Algumas doenças hematológicas


câncer não melanótico de (incluindo anemia falciforme e
pele); talassemia);

Gestação.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como você pôde ver na Aula 3, a infecção


pelo SARS-CoV-2 pode variar de casos
assintomáticos e manifestações clínicas
leves até quadros de insuficiência
respiratória, choque e disfunção de
múltiplos órgãos, sendo necessária
atenção especial aos sinais e sintomas
que indicam piora do quadro clínico que
exijam a hospitalização do paciente.

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REFERÊNCIAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de


Análise em Saúde e Doenças não Transmissíveis. Guia de vigilância epidemiológica
Emergência de saúde pública de Importância nacional pela Doença pelo
coronavírus 2019 – COVID-19 (versão 3, 15/mar/2021) Ministério da Saúde,
Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2021. 86 p.: il.

He, X., Lau, E.H.Y., Wu, P. et al. Temporal dynamics in viral shedding and transmissibility
of COVID-19. Nat Med 26, 672–675 (2020). https://doi.org/10.1038/s41591-020-
0869-5.

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