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GESTÃO AMBIENTAL E POLÍTICAS PÚBLICAS

ELABORAÇÃO DE PLANO DE AMOSTRAGEM PARA CONTROLE


DA QUALIDADE DA ÁGUA DO SETOR PROFISSIONAL DA
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ - BELÉM
Bárbara Valéria Marinho Pismel Xavier¹; Ligia da Paz de Souza ²; Cleyanne Kelly Barbosa Souto³

¹Discente de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal do Pará, barbarapismel@gmail.com.


²Discente de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal do Pará, cleyannes@gmail.com.
³Discente de Engenharia Sanitária e Ambiental, Universidade Federal do Pará, ligiadapaz@outlook.com.

RESUMO

O estudo da qualidade da água é de fundamental importância para serem identificadas as atividades


poluidoras, as consequências dessas ações, para que sejam tomadas medidas protetivas e preventivas. Desse
modo, a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA) propõe um Plano de Amostragem para Controle da Qualidade
da Água a fim de auxiliar no cumprimento da Portaria MS n°2.914, de 12 de dezembro de 2011, a qual foi
revogada e consolidada pela Portaria de consolidação n° 05, de 28 de setembro de 2017. Visando atender a
população universitária da Universidade Federal do Pará (UFPA), este trabalho objetiva elaborar um plano de
amostragem para estudo da qualidade da água distribuída na saída da Estação de Tratamento de Água e nos
pontos de consumo do Setor Profissional da UFPA. Portanto, anualmente, seriam requeridas 132 análises por
parâmetro de Cor, Turbidez, pH, Coliformes totais e Escherichia coli para atender às recomendações do Plano
de Amostragem, seguindo diretrizes técnicas estabelecidas pela FUNASA para monitoramento, desenvolvimento
e implementação do plano.

Palavras-chave: Setor Profissional; Qualidade da Água; Plano de Amostragem.

INTRODUÇÃO

Segundo Von Sperling (2014), a qualidade da água é resultante de fenômenos


naturais e ações antrópicas. Desse modo, o controle e a manutenção da qualidade da água
estão associados a um planejamento em escala global, ou seja, abrange a bacia hidrográfica e
não por agentes alteradores do meio. Assim, o estudo da qualidade da água é de fundamental
importância para serem identificadas as atividades poluidoras, as consequências dessas ações,
para que sejam tomadas medidas protetivas e preventivas.

Diante disso, o estudo acerca da qualidade da água para consumo humano, se dá a


partir de um monitoramento da qualidade dessa água, o qual pode ser definido como
procedimento programado de amostragem, mensuração e subsequente registro de diversas
características da água, com vistas à avaliação da conformidade da água ao uso pretendido
(BARTRAM; BALLANCE,1996 apud BRASIL, 2016, p. 7).
Separados sob os aspectos físicos, químicos e biológicos, os principais indicadores
da qualidade da água tem as concentrações máximas permitidas para determinadas
substâncias incluídas nas Resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA)
357/05, 396/08 e 430/2011, as quais dispõem sobre a classificação e diretrizes ambientais para
o enquadramento das águas superficiais e subterrâneas, além de estabelecer as condições e
padrões de lançamento de efluentes (FUNASA, 2014). Assim, estas resoluções definem a
qualidade de água requerida pela Fundação Nacional de Saúde – A FUNASA.

No campus de Belém da Universidade Federal do Pará, o consumo humano de água


dá-se de diversas formas, desde às preparações de refeições, aos pontos diretos com água
potável, como bebedouros equipados com filtros. Porém, estes equipamentos requerem a
fiscalização e manutenção periódica para prevenir e detectar eventuais desconformidades com
os padrões de qualidade da água para consumo.

Visando atender essa necessidade, a Fundação Nacional de Saúde propõe um Plano


de Amostragem para Controle da Qualidade da Água a fim de auxiliar no cumprimento da
Portaria MS n°2.914, de 12 de dezembro de 2011, a qual foi revogada e consolidada pela
Portaria de consolidação n° 05, de 28 de setembro de 2017. Para isso, é dada uma abordagem
que busca, gradativamente, descentralizar os estudos apenas no padrão de potabilidade para
consumo humano. Logo, os estudos e procedimentos possuem a perspectiva preventiva,
avaliando riscos e verificando a dinâmica desde a captação à distribuição do abastecimento de
água.

Portanto, a implementação e difusão desta Portaria por meio do Plano de


Amostragem proposto pela FUNASA para a UFPA, elaborado neste trabalho, visa instituir
um importante instrumento de prevenção patologias e, por consequência, a promoção da
saúde da população universitária, incorporando as premissas de universalidade,
funcionalidade, atualidade, aceitação, aplicabilidade e eqüidade (FUNASA, 2017).

OBJETIVOS

Propor um plano de amostragem para estudo da qualidade da água distribuída nos


pontos de consumo do Setor Profissional da Universidade Federal do Pará seguindo diretrizes
técnicas estabelecidas pela FUNASA para monitoramento, desenvolvimento e implementação
do plano, possibilitando a utilização do mesmo para outros estudos a serem desenvolvidos que
busquem identificar eventuais patologias e desconformidades da qualidade da água distribuída
e consumida no local.
MATERIAL E MÉTODOS

Local de Estudo

A Universidade Federal do Pará (UFPA) distribui-se no estado do Pará em 12 campi,


sendo o campus de Belém o selecionado para o estudo. A Cidade Universitária José Silveira
Netto, o campus Belém, tem uma base de população universitária de 62.039, de acordo com
UFPA (2016) possui aproximadamente 3.328.655,80 m² de extensão territorial e é dividida
em três setores: Setor Básico, Setor Saúde e Setor Profissional, como mostrado na Figura 1.
Figura 1: Setores do campus Belém UFPA.

Fonte: Autores, 2019.

O Setor Profissional, selecionado para o estudo em questão, possui área de


aproximadamente 269.359,73 m², com 72.214,03 m² de área construída em 44 prédios
distribuídos, sendo 40 destes em funcionamento e com pontos de distribuição de água tratada
pela Estação de Tratamento localizada na universidade. De acordo com informações da
Prefeitura da UFPA (2017), o uso e ocupação do solo do setor profissional são dados por:
41.781,05 m² de projeções, 4.915,70 m² de passarelas, 5.578,81 m² de estacionamento,
1.802,46 m² de meio-fio, 41.827,61 m2 de vias, 4.384,21 m² de calçadas e 51.355,17 m² de
vegetação natural, além da área construída, já mencionada, de 72.214,03 m².

Seleção dos Pontos de Coleta

Os pontos a serem coletados foram definidos com base em um sistema de


amostragem simples, com alíquotas de única porção, selecionadas aleatoriamente pelo local
de forma a obter uma abrangente distribuição espacial do estudo. Para definição do número de
amostras, considerou-se a amostragem aleatória simples, sendo N = 44 prédios no universo
amostral, mostrado na Figura 2.

Figura 2: Universo amostral do Setor Profissional.

Fonte: Autores, 2019.

Calculou-se, então, o Tamanho Mínimo da Amostra através da equação 1,


considerando 95% de confiança com erro amostral tolerável E de 5% (0,05).

N*E
n= (Equação 1)
N+E

Utilizando uma Tabela de Números Aleatórios com distribuição uniforme, elaborada


no Excel 2012, e numerando os prédios do setor profissional de 1 a 44, selecionaram-se os
pontos de coleta resultantes do Tamanho Mínimo da Amostra com a determinação de duas
colunas da tabela.

População Atendida Estimada

Sendo a população universitária total da UFPA igual a 62.039 habitantes distribuída


em uma área total de aproximadamente 3.328.655,80 m², interpolaram-se tais valores com a
área do setor profissional de 269.359,73 m² para determinação da população universitária
atendida estimada.

Parâmetros a Serem Analisados


Para definição das variáveis a serem observadas nas análises, segue-se um modelo
estabelecido pela FUNASA com o uso da Planilha para Apoio na Elaboração de Planos de
Amostragem para Controle da Qualidade da Água em Soluções Alternativas de
Abastecimento de Água - SAC (Portaria de Consolidação nº 5, de 28 de setembro de 2017, do
Ministério da Saúde), que gera os parâmetros de acordo com as características fornecidas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Conforme a divisão apresentada do Setor Profissional da UFPA, com 44 prédios, o


Tamanho Mínimo da Amostra foi calculado em um tamanho amostral de n = 36. Assim,
usando-se a Tabela de Números Aleatórios com distribuição uniforme, Tabela 1, com os
prédios devidamente identificados, selecionaram os 36 pontos de coleta. As colunas em azul
representam os pontos selecionados e os números tachados são pontos descartados.

Tabela 1: Tabela de Números Aleatórios para seleção dos 36 pontos a serem coletados.

5 7 43 35 31 42 13
23 22 33 16 21 1 19
4 27 36 38 29 29 27
37 31 41 41 27 40 7
39 35 7 4 14 15 33
15 18 25 37 11 30 35
3 44 7 25 14 16 29
31 1 20 27 38 8 6
5 24 36 16 42 23 43
36 27 18 32 22 20 34
3 2 22 17 35 25 27
5 1 40 26 5 25 3
21 14 22 25 10 19 14
28 43 34 31 18 4 18
23 35 32 4 8 34 19
20 14 31 37 19 20 5
7 20 17 12 29 42 16
26 39 42 6 7 9 41

Fonte: Autores, 2019.

A seleção da amostragem aleatória simples é precisa eficaz para populações


pequenas, onde todos os elementos possuem a mesma probabilidade de serem selecionados.
Conforme indicado por Valgas (2007), a seleção é feita sem reposição, portanto em caso de
repetições a amostra é descartada, reduzindo assim o tamanho amostral n. Selecionando-se
duas colunas integralmente, obteve-se 36 pontos, sendo 10 desses pontos repetidos nas séries
selecionadas reduzindo o tamanho para 26 elementos.

Considerando como pontos de partida a entrada de água bruta e a saída de água


tratada da Estação de Tratamento de Água (ETA) para distribuição como pontos fixos de
partida, o total indicado para ser coletado é de 28 elementos, especificados na Tabela 2.

Tabela 2: Pontos selecionados para coleta.

PONTO LOCAL PONTO LOCAL


Laboratório de Engenharia Sanitária Faculdade de Engenharia de
1 26
e Ambiental Telecomunicações
3 Faculdade de Artes Visuais 28 Banheiro do Ver-O-Pesinho
Pós-Graduação do Instituto de
5 29 Ver-O-Pesinho
Tecnologia
Laboratório de Engenharia de
7 30 Restaurante Universitário
Alimentos
8 Laboratório de Engenharia Química 31 Pavilhão de aulas bloco M-H
9 Mestrado de Engenharia Química 34 Instituto de Ciências da Educação
Faculdade de Arquitetura e
11 36 Instituto de Ciências Sociais Aplicadas
Urbanismo
15 Laboratório de Engenharia Civil 37 Anexo ICED - inativo
Núcleo de Altos Estudos Amazônicos
16 Faculdade de Engenharia Mecânica 39
(NAEA)
19 Cantina 40 Restaurante NAEA
20 Faculdade de Engenharia Elétrica 42 Instituto de Ciências Jurídicas
Entrada da água bruta na Estação de
21 Laboratório Gerador Hidrelétrico Fixo
Tratamento (ETA)
Água tratada saindo da ETA para
23 Auditório Profissional Fixo
distribuição
25 Anexo Núcleo de Meio Ambiente - -
Fonte: Autores, 2019.

O Sistema de Abastecimento de Água (SAA) da UFPA é constituído pela captação


de um manancial subterrâneo, unidades de aeração, de leito de contato, de filtração,
desinfecção e distribuição. Possuindo como base a definição de SAC pela Portaria de nº 5 do
MS, sendo “modalidade de abastecimento coletivo destinada a fornecer água potável,com
captação subterrânea ou superficial, com ou sem canalização e sem rede de distribuição”, o
SAA/UFPA se enquadra para o uso da planilha.

Considerou-se a água captada de uma fonte subterrânea utilizada para consumo com
filtração rápida e desinfecção, modelo mais semelhante ao da ETA/UFPA, e uma população
universitária atendida de 5.020 habitantes, logo, têm-se o planejamento do quadro 1 para
controle de qualidade da água no manancial fornecido automaticamente pela planilha da
FUNASA (2017).

Quadro 1: Resumo do monitoramento pós-filtração.

Nº DE AMOSTRAS
TÉCNICA DE
PARÂMETRO PÓS-FILTRAÇÃO OU FREQUÊNCIA
FILTRAÇÃO
PRÉ-DESINFECÇÃO
Turbidez Filtração rápida - A cada duas horas

Fonte: FUNASA, 2017.

Logo, não foram requeridas análises de Turbidez para a etapa pós-filtração. Após a
etapa de filtração rápida, o monitoramento da qualidade da água é definido no quadro 2, com
as análises a serem realizadas por período das variáveis Cor, Turbidez, pH, Coliformes totais
e Escherichia coli.

Quadro 2: Resumo do monitoramento na saída do tratamento por período.

PARÂMETROS MENSAL TRIMESTRAL SEMESTRAL ANUAL


Cor 1 3 6 12
Turbidez 1 3 6 12
Desinfetante (Cloro residual livre; Cloraminas; - - - -
Dióxido de Cloro)
pH 1 3 6 12
Coliformes totais 1 3 6 12
Escherichia coli 1 3 6 12

Fonte: FUNASA, 2017.

Para o monitoramento nos pontos de consumo determinados pela Tabela de Números


Aleatórios, tem-se o quadro 3 com as análises a serem realizadas por período das variáveis
Cor, Turbidez, pH, Coliformes totais e Escherichia coli.
Quadro 3: Resumo do monitoramento da água na rede de distribuição.

PARÂMETROS DIÁRIO SEMANAL MENSAL TRIMESTRAL SEMESTRAL ANUAL


Cor - - 10,04 30,12 60,24 120,48
Turbidez - - 10,04 30,12 60,24 120,48
Desinfetante - - - - - -
pH - - 10,04 30,12 60,24 120,48
Coliformes totais - - 10,04 30,12 60,24 120,48
Escherichia coli - - 10,04 30,12 60,24 120,48

Fonte: FUNASA, 2017.

A Planilha da FUNASA, Brasil (2017), ainda estabelece alguns critérios para tais
coletas nos pontos de consumo:

Coleta e análise devem ser realizadas em intervalos de tempo uniformes. Para


veículos transportadores, deve ser realizada uma análise de cloro residual livre em
cada carga e uma análise, na fonte de fornecimento, de cor, turbidez, pH e
coliformes totais com frequência mensal.

É importante acrescentar também a necessidade de monitoramento de metais como


Ferro e Manganês na água, pois o funcionamento integral da ETA possui etapas como aeração
e leito de contato que indicam a presença desses materiais no manancial.

Sobre alguns requisitos básicos para a coleta de amostras de água, a FUNASA


(2014) menciona que:

[...] é importante dispor de informações sobre as áreas a serem avaliadas para


possibilitar o planejamento das atividades, a preparação do material a ser utilizado
na amostragem, bem como a definição da infraestrutura a ser utilizada no
deslocamento aos locais de coleta de amostras.

Assim sendo, após verificação do mapeamento dos pontos e considerando o risco de


contaminação local, devem-se utilizar frascos esterilizados e identificados, selecionar
amostras simples para análises bacteriológicas, uso de frascos de polietileno (limpos, secos e
identificados) para coletas destinadas às análises físico-químicas, registro de coleta em fichas
com informações de horário, data, volume, interferências e responsáveis pela coleta. Após
esse processo, as amostras devem ser transportadas em caixas térmicas, temperatura em
aproximada de 10ºC e período de transporte de 6 (seis) horas, devendo-se realizar as análises
dentro de 24 (vinte e quatro) horas;

FUNASA (2014) ainda recomenda:


“h) A coleta de água bruta deve ser realizada em ponto estratégica do manancial de
captação ou, quando não é possível, na chegada da água bruta na Estação de
Tratamento de Água – ETA; i) A coleta de água tratada deve ser realizada
diretamente da torneira, fazendo-se a desinfecção com hipoclorito de sódio a 10%; j)
Sempre desprezar os 15 (quinze) primeiros segundos de vazão da água da torneira
ou bomba escolhida como ponto de coleta.”

De acordo com os planos de amostragem da Fundação Nacional de Saúde -


FUNASA (2017), o monitoramento da qualidade da água é recomendado para duração de um
ano, seguindo o quadro 4 para o resumo quantitativo das análises por semestre.

Quadro 4: Análises a serem realizadas semestralmente.

PARÂMETROS DIÁRIO SEMANAL MENSAL TRIMESTRAL SEMESTRAL ANUAL


Coliformes totais - - 11,04 33,12 66,24 132,48
Escherichia coli - - 11,04 33,12 66,24 132,48
Cianobactérias - - - - - -
Cianotoxinas - - - - - -
Cryptosporidium - - - - - -
Giardia - - - - - -
Cor - - 11,04 33,12 66,24 132,48
Turbidez - - 11,04 33,12 66,24 132,48
Desinfetante - - - - - -
(Cloro residual
livre; Cloraminas;
Dióxido de Cloro)
pH - - 11,04 33,12 66,24 132,48
Fonte: FUNASA, 2017.

Sendo assim, a previsão da realização do monitoramento proposto é para seis meses


(semestralmente) ou para um ano, dependendo da necessidade da coleta de mais dados e
informações para se concluir o plano com a eficiência desejada.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A partir do Plano de Amostragem de Qualidade da Água proposto pela FUNASA, foi


possível obter o número de análises significativas para os parâmetros Cor, Turbidez, pH,
Coliformes totais e Escherichia coli. Logo, na saída do tratamento, seria necessária 1 análise
para cada parâmetro citado por mês, totalizando 6 ao semestre e 12 ao ano. Nos pontos de
distribuição definidos na rede, demandam-se 10 análises para cada por mês, totalizando 60
análises para a duração de um semestre, 120 para um ano. Portanto, anualmente, seriam
requeridas 132 análises para atender às recomendações do Plano de Amostragem.

É importante salientar a importância da realização de estudos de tal natureza quando


se leva em consideração o tempo, em anos, que a ETA local opera e as possíveis influências
de suas condições físico-químicas e biológicas no tratamento da água a ser distribuída. Além
disso, há também a condição do sistema de distribuição que pode estar sendo influenciada por
intempéries e patologias que afetam a qualidade da água consumida. Tais situações podem ser
verificadas, controladas e corrigidas após a realização de um monitoramento e estudo
detalhado da água.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Manual de controle da


qualidade da água para técnicos que trabalham em ETAS. Ministério da Saúde, Fundação
Nacional de Saúde. – Brasília : Funasa, 2014. 112 p.

BRASIL. Ministério da Saúde. Fundação Nacional de Saúde. Planilha para Apoio na


Elaboração de Planos de Amostragem para Controle da Qualidade da Água em Soluções
Alternativas de Abastecimento de Água - SAC. Ministério da Saúde, Fundação Nacional de
Saúde. - Brasília: Funasa, 2017. Disponível em: <http://www.funasa.gov.br:8080/planos-de-
amostragem> Acesso: 07 de abr. 2019.

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretriz Nacional do Plano


de Amostragem da Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano. Ministério da
Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental
e Saúde do Trabalhador – Brasília: Ministério da Saúde, 2016. 53 p.

VALVAS, R. Amostragem Aleatória. 2007. Disponível em:<


https://docs.ufpr.br/~ricardo.valgas/amostragem/aleatoria.pdf> Acesso: 23 mar. 2019.

VON SPERLING, M. Introdução à qualidade das águas e ao tratamento de esgotos. Vol. 1, 3


ed., DESA, Editora UFMG. 2014.

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